BRPI0714905A2 - mÉtodo de acondicionamento e controle de um motor acionado por corrente alternada e circuito de controle de motor sÍncrono acionado por corrente alternada - Google Patents

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Abstract

MÉTODO DE ACIONAMENTO E CONTROLE DE UM MOTOR ACIONADO POR CORRENDO ALTERNADA E CIRCUITO DE CONTROLE DE MOTOR SÍNCRONO ACIONADO POR CORRENTE ALTERNADA. Trata-se de um motor síncrono que tem enrolamentos de fase que são divididos ou derivados e em que o ângulo de condução da corrente alternada aplicada é variado em uma ou mais derivações para permitir que a partida do motor seja em uma direção controlada e seja controlado por torque à velocidade síncrona.

Description

MÉTODO DE ACIONAMENTO E CONTROLE DE UM MOTOR ACIONADO POR CORRENTE ALTERNADA E CIRCUITO DE CONTROLE DE MOTOR SíNCRONO ACIONADO POR CORRENTE ALTERNADA
Campo Técnico A invenção refere-se de maneira geral a motores síncronos dirigidos por corrente alternada. ]
Mais particularmente, a invenção refere-se ao controle de motores síncronos acionados por corrente alternada (CA) .
Fundamentos da Técnica Um motor síncrono pode ser definido como um motor que tem uma velocidade de funcionamento que é exatamente proporcional a uma freqüência de uma fonte de CA ou como um motor que é acionado por ondas de corrente síncrona com a força contra-eletromotriζ do motor. Esta última definição inclui pelo menos alguns motores de CC sem escovas alimentadas por CA travados por controle eletrônico ou um outro à fonte de CA por razões de eficiência.
Os motores síncronos acionados por CA constituem um bom método conhecido e eficiente de prover energia às máquinas que requerem um acionamento de velocidade constante, uma vez que o motor é travado a uma taxa de rotação que é dependente da freqüência de acionamento. A partida em tais motores é difícil, uma vez que não há nenhum torque de partida unidirecional, a menos que a velocidade do motor esteja próxima à velocidade síncrona, em outras palavras, a menos que a velocidade síncrona seja baixa.
Tipicamente, isto indica a utilização de uma fonte de alimentação de freqüência variável para permitir o acionamento do motor à baixa velocidade, a combinação do motor com um outro tipo de motor para prover o torque de partida (tal como um motor de indução que utiliza pelo menos parcialmente os mesmos enrolamentos) ou então a utilização de algum dispositivo mecânico para prover o movimento inicial e então permitir o movimento somente em uma única direção. Os exemplos deste último incluem várias embreagens e acionadores de partida de impulso, embora uma característica comum a muitos seja uma dificuldade em determinar uma direção inicial para o motor síncrono, que irá travar igualmente bem em uma ou outra.direção de rotação.
Algumas soluções são mostradas na Patente Norte- americana 5.859.513, que utiliza um enrolamento inicial separado, e na Patente Norte-americana 4.716.325, que utiliza uma proteção de direção reversa mecânica. A Patente Norte- americana 3.529.221 mostra um motor de pólo protegido com enrolamentos comutados para a partida do motor, provendo controle limitado da direção de partida e do torque. 0 desempenho destes motores é satisfatório somente para uma estreita faixa de aplicações que não são exigentes, e a construção é complexa.
Outros métodos de provisão dos motores que travam a freqüência de alimentação envolvem a utilização de motores de CC sem escova que são tipicamente máquinas acionadas por inversor de fases múltiplas com sensores de efeito de Hall para detectar a rotação do rotor da máquina e um controlador para levar o motor até a velocidade e para travar a rotação até a fonte de alimentação principal. 0 custo de acionar e controlar tais motores é elevado.
Portanto, há uma necessidade quanto a uma solução para o problema da provisão de um motor síncrono que seja acionado sem complexidade mecânica ou elétrica imprópria e que atinja e mantenha uma velocidade de rotação síncrona com uma fonte de CA.
A presente invenção apresenta uma solução para este e outros problemas, a qual oferece vantagens em relação à técnica anterior ou que pelo menos irá prover ao público uma escolha útil.
Todas as referências, incluindo todas as patentes ou pedidos de patente citados neste relatório descritivo são aqui incorporados a título de referência. Nenhuma admissão é feita que qualquer referência constitua a técnica anterior. A discussão das referências indica o que seus autores afirmam, e os requerentes da patente se reservam o direito de desafiar a exatidão e a pertinência dos documentos citados. Deverá ficar claramente compreendido que, embora uma série de publicações seja mencionada na presente invenção, esta referência não constitui uma admissão que qualquer um destes documentos faça parte do conhecimento geral comum na técnica, na Nova Zelândia ou em qualquer outro país.
Deve ser reconhecido que ao termo 1 compreende' pode ser atribuído, sob vários aspectos, um significado exclusivo ou inclusivo. Para a finalidade deste relatório descritivo, e a menos que esteja observado de alguma outra maneira, o termo 'compreende' terá um significado inclusivo, isto é, será utilizado para significar diretamente uma inclusão não somente dos componentes relacionados aos quais faz referência diretamente, mas também a outros componentes ou elementos não-especifiçados. Este fundamento também será utilizado quando o termo 'compreendido' ou " que compreende1 for utilizado com relação a uma ou mais etapas em um método ou em um processo.
O termo "fase do motor", tal como utilizado na presente invenção, refere-se ao ângulo da fase entre a voltagem de CA aplicada ao motor e a força contra- eletromotriz (FCEM) produzida pelo motor. Este valor é normalmente intimamente equivalente à relação de fase entre a posição do rotor e a voltagem de AC aplicada para qualquer construção de um motor. Descrição Resumida da Invenção Em uma exemplificação, a invenção consiste em um método de acionamento e controle de um motor acionado por corrente alternada que compreende um rotor com pólos e um estator, sendo que o estator tem pelo menos uma bobina de energização por pólo, mediante:
a alimentação de modo transiente da corrente alternada através de pelo menos uma bobina de energização de uma maneira comutada de modo síncrono com a fonte de corrente alternada ao motor para acionamento do motor em uma direção rotatória;
a detecção quando a direção rotatória está incorreta e remoção da fonte de corrente alternada e permissão para que o motor pare;
ou então o controle da conexão da corrente de fonte
às bobinas ao:
detectar quando pelo menos uma das bobinas de energização pode, se for energizada, prover um torque de
aceleração ao rotor;
conectar uma corrente de alimentação a essa bobina por pelo menos parte do período durante o qual deve prover a
aceleração rotativa;
acelerar o rotor até uma taxa de rotação síncrona. Preferivelmente, a invenção inclui a manutenção do rotor a uma taxa de rotação síncrona, uma vez acelerado.
Preferivelmente, a invenção inclui o alinhamento inicial do rotor ao manter a corrente de alimentação aplicada a uma bobina ou a uma combinação de bobinas até que o rotor esteja alinhado com o campo magnético criado.
Preferivelmente, a invenção inclui o acionamento do motor em uma direção aleatória ao prover de modo transiente uma corrente de alimentação a uma bobina ou uma combinação de bobinas. Preferivelmente, a invenção inclui a conexão da fonte de corrente alternada a uma bobina ou uma combinação de bobinas por pelo menos parte do período em que a FEM reversa da bobina e a voltagem aplicada estão em fase.
Preferivelmente, a etapa de detecção de quando uma bobina ou bobinas poderiam prover um torque de aceleração ao rotor inclui a detecção da FCEM em pelo menos uma bobina ou combinação de bobinas, a detecção da voltagem da CA aplicada ao motor, e a detecção quando a voltagem aplicada é da mesma
polaridade que a FCEM.
Preferivelmente, a etapa de aceleração do rotor até uma taxa síncrona inclui a conexão da voltagem da CA à bobina ou à combinação de bobinas quando a FCEM e a voltagem aplicada da CA são da mesma polaridade.
Preferivelmente, o dispositivo de comutação é um TRIAC7 e a voltagem de porta do TRIAC é monitorada para determinar quando o TRIAC é não-condutor, e um valor representativo da FCEM é derivado da voltagem através do TRIAC quando o TRIAC é não-condutor.
Preferivelmente, à velocidade síncrona, o torque de aceleração do rotor é mantido ao valor mínimo que irá reter o sincronismo.
Um circuito de controle de motor síncrono acionado por corrente alternada compreende:
- um dispositivo de comutação que provê a corrente alternada a pelo menos uma bobina ou uma combinação de bobinas em um motor com um rotor que tem pólos múltiplos e um estator que tem pelo menos uma bobina de energização por pólo,
- um dispositivo de detecção para detectar quando a FCEM em uma bobina ou uma combinação de bobinas é da mesma polaridade que a voltagem aplicada, e um dispositivo de ativação para ativar o dispositivo de comutação por pelo menos parte do período detectado pelo dispositivo de detecção.
Preferivelmente, o dispositivo de comutação comuta separadamente pelo menos duas bobinas adjacentes.
Preferivelmente, as bobinas adjacentes são constituídas por uma bobina de pólo com um ponto de derivação.
Preferivelmente, o dispositivo de comutação de circuito tem um eletrodo de controle e o circuito compara a FCEM tal como medida através do dispositivo de comutação quando uma medição no eletrodo de controle de um dispositivo de comutação indica que o comutador não está conduzindo.
Estas e outras características bem como as vantagens que caracterizam a presente invenção ficarão evidentes a partir da leitura da seguinte descrição e da revisão detalhada dos desenhos em anexo.
Breve Descrição dos Desenhos A Figura 1 é uma vista geral em perspectiva de uma
disposição do motor.
A Figura 2 é um diagrama de blocos de um circuito
para utilização com o motor da Figura 1.
A Figura 3 é um fluxograma apropriado para o
acionamento do circuito da Figura 2.
A Figura 4 mostra uma comparação de enrolamento da
FCEM para a determinação da direção.
A Figura 5 mostra o torque desenvolvido pelos
enrolamentos.
A Figura 6 mostra o controle da corrente do motor à
baixa velocidade.
A Figura 7 mostra o controle da corrente do motor a
uma velocidade mais elevada. A Figura 8 mostra a corrente do circuito e as voltagens em sincronismo.
A Figura 9 mostra um gráfico do torque da alimentação versus o torque da carga.
Descrição da Invenção Com referência agora à Figura 1, um motor síncrono consiste geralmente em um rotor com partes de pólo 101 e ímãs 102, sendo que o semi-eixo e a conexão dirigida do rotor não
são mostrados.
0 estator 102 consiste em um contraferro 105, que é um elemento magnético tórico tal como o aço laminado, e as bobinas enroladas por fio 103, 104, em que as bobinas formam um enrolamento em cada pólo do motor, sendo que as bobinas formam um primeiro enrolamento de bobinas 103 e um segundo enrolamento de bobinas 104 e os enrolamentos no total não subtendem a circunferência completa do estator. Os enrolamentos nas bobinas em cada lado consistem tipicamente em um único fio continuamente enrolado ao longo de todas as quatro bobinas, mas se estendendo até um ponto de derivação localizado nos sulcos no mordente da bobina. Pode haver um ponto de derivação entre cada par de bobinas, ou somente um ponto de derivação pode estar presente, localizado entre as bobinas 103, 104. Tipicamente, os enrolamentos em cada pólo de uma máquina de fase única podem subtender 120 a 135 graus.
Uma fonte de CA de fase única é conectada às bobinas em cada lado do motor e a corrente através de partes diferentes do enrolamento é controlada por fase para prover um torque unidirecional quando o motor se encontra abaixo da velocidade síncrona. Isto requer a detecção da velocidade do rotor versus a freqüência da fonte de CA, e o controle da corrente em uma parte do enrolamento, dependendo da diferença de velocidade da velocidade síncrona. Muitas conexões de enrolamentos possíveis podem ser utilizadas para prover o
controle requerido.
Um circuito tal como aquele mostrado na Figura 2 pode ser utilizado onde uma fonte de corrente alternada 201 é conectada aos enrolamentos 204 e 205, representando os enrolamentos 103 e 104 onde todos os enrolamentos 4 03 estão tipicamente em série e todos os enrolamentos 104 estão em série. A derivação do enrolamento entre 204 e 205 é conectada ao TRIAC 2 07 e a conexão de extremidade dos enrolamentos é
conectada ao TRIAC 206.
Um controle de microprocessador 212, provido com e medindo a voltagem de CA aplicada através de 213, 214, controla o ângulo de ativação dos TRIACs sob o controle do software de uma maneira conhecida, com base na fase da voltagem de CA, a voltagem no ponto de derivação através da conexão 210, a voltagem no ponto de extremidade através da conexão 211 e a voltagem na porta de cada TRIAC através das
conexões 208, 209.
As conexões 210, 211 monitoram a voltagem através dos TRIACs quando estes são ligados, e a FCEM do motor quando os TRIACs são desligados. A detecção da FCEM permite medir se o rotor está girando em resposta à voltagem aplicada, qual a velocidade de rotação, e onde o rotor está posicionado com respeito aos enrolamentos. Opcionalmente, a FCEM pode ser medida quando a voltagem da porta dos TRIACs indica que o
TRIAC está desligado.
Utilizando estas informações, é possível alinhar primeiramente um rotor não-giratório até uma posição conhecida (normalmente ao energizar levemente ambos os enrolamentos para centralizar o rotor entre os mesmos), para energizar então uma metade do enrolamento para começar a rotação inicial do rotor na direção desejada, para então avançar o rotor ao controlar a energização cíclica das bobinas para manter um campo de rotação adiante do rotor até que o rotor se encontrar na velocidade síncrona.
Um motor síncrono normal pode ser carregado até que o rotor retarde o campo de rotação em até 90 graus, em cujo ponto provê o torque máximo. Qualquer tentativa de aumentar o carregamento após esse ponto irá resultar na queda de sincronismo do motor e em sua parada. Utilizando os campos controlados dos dois enrolamentos, é possível exceder 90 graus de retardamento, uma vez que a detecção da FCEM permite que a detecção do retardamento do rotor e o controle dos enrolamentos individuais mantenham o rotor sensivelmente síncrono a fatores de retardamento acima de 90 graus.
A Figura 3 mostra o fluxograma do microcontrolador que consiste essencialmente em três áreas operacionais relacionadas com o fato de (a) acionar o motor, girar na direção correta; (b) levar o motor até a velocidade síncrona; (c) manter o motor em sincronismo sob cargas variadas.
Quando inicialmente ligado, o motor pode ser alinhado em qualquer posição e, na energização da bobina, pode girar em qualquer direção. Para assegurar que somente a rotação, na direção correta, seja permitida, é seguido o procedimento que começa na etapa 301. Este procedimento difere daquele de um alinhamento inicial que requer uma posição estática e, preferivelmente, energiza aleatoriamente o sistema em uma direção. Isto utiliza um processo que consiste em energizar as bobinas 204 e 205 (respectivamente B e A no fluxograma e nos desenhos, com AB como a combinação em série), provendo desse modo uma corrente de alinhamento mais elevada do que a bobina 2 05 na Figura 2 pode prover sozinha. Somente uma energização periódica curta é provida na etapa 3 02, e a força eletromotriz reversa resultante através da bobina 205 (B) é medida em 303, 304 para determinar a direção de energização. A Figura 4 mostra como esta medição é feita onde, com um ímpeto inicial sendo provido ao motor, a FCEM normalizada relativa 401 através de A é mostrada era 403 e através da combinação AB em 404. Se a fase da voltagem 403 estiver adiante daquela de 404, então o motor estará girando em uma direção. Se estiver retardada, então o motor estará girando na outra direção.
Podem ser necessários alguns ciclos de corrente aplicada para girar o rotor a uma velocidade suficiente para permitir a detecção da FCEM, mas, uma vez que esta seja mensurável, será possível determinar se ela avança ou retarda e determinar desse modo a direção de rotação em 305. Se a direção não estiver correta, o programa retorna para 301 e aplica outra vez uma voltagem de energização essencialmente aleatória após uma curta espera. Este processo irá resultar eventualmente na partida do motor na direção correta.
Neste ponto, o procedimento que começa com a etapa 3 06 é executado, no qual a FEM através da bobina B é novamente medida em 3 06, a posição do rotor é calculada em 3 07 a partir da diferença na fase entre as voltagens aplicadas e detectadas, e a velocidade do rotor é calculada em 308 a partir da diferença na posição do rotor em ciclos sucessivos de voltagem aplicada. Em 309, a detecção de nenhuma mudança na posição e na velocidade zero indica que o motor parou, de modo que o procedimento inteiro é reiniciado a partir de 3 01; caso contrário, se for verificado que a velocidade em 311 está abaixo da velocidade síncrona, o procedimento que utiliza a bobina A é reiniciado em 305.
A Figura 5 mostra como o motor, ao contrário de um motor síncrono normal, gera um torque contínuo mesmo a partir de uma baixa velocidade. A Figura mostra o torque normalizado em 5 01 traçado versus a rotação mecânica do motor para as contribuições de torque do enrolamento A em 5 04 e do enrolamento em série AB em 503. Embora o torque para cada enrolamento se dê através de dois pontos zero por rotação, a combinação produz um torque apreciável por toda a rotação, significando que o motor pode carregar uma carga perto da
velocidade de rotação zero.
Eventualmente, o rotor irá alcançar a velocidade
síncrona e irá comutar ao procedimento inicial em 312, em que outra vez a posição e a velocidade do rotor são calculadas a partir da FEM reversa, o que pode ser feito através da bobina B ou através da combinação em série A + B quando nenhuma voltagem é aplicada. A partir da posição do rotor, pode ser determinado quão distante o rotor está fora da fase com a posição desejada do rotor em sincronismo. Este erro de fase é corrigido ao variar o ângulo de ativação da voltagem aplicada às bobinas de uma maneira tal a aumentar ou diminuir o torque aplicado e desse modo colocar o rotor novamente na posição
desej ada.
Dessa maneira, o motor pode ser ajustado a uma velocidade de saída selecionada e ser mantido nessa velocidade, independentemente do fato se ele está sincronizado realmente com a CA aplicada. Além disso, a condução ou retardamento de fase pode ser controlado pelo menos até algum grau para prover a maior eficiência possível.
A velocidade do rotor abaixo do sincronismo em que o rotor é mais facilmente controlado por um TRIAC ou um dispositivo de comutação acionado de modo similar quando o número de ciclos de CA por rotação do rotor é um número inteiro positivo dividido pelo número de pólos, uma vez que o TRIAC pode ser então acionado no mesmo ponto na rotação do rotor em cada conjunto de ciclos sucessivo. As velocidades do rotor em torno das quais o controle é mais facilmente obtido são, portanto, 1/5, 1/4, 1/3, 2/5, 1/2, 2/3.etc., da velocidade síncrona total. 0 microprocessador pode ser arranjado para se elevar através de tal seqüência para levar o rotor até a velocidade síncrona total.
A Figura 6 mostra o torque gerado a uma velocidade bem abaixo do sincronismo e mostra a voltagem aplicada 6 02 medida em 601, a FCEM através do enrolamento A em 603 e o torque 605 medido em 604 gerado ao ligar a corrente através do enrolamento A. Os TRIACs de controle do processador 206, 2 07 irão ligar a corrente apropriada quando um torque na direção correta puder ser obtido, dada a voltagem instantânea aplicada e a FCEM instantânea. Desse modo, sempre que a voltagem aplicada e a FCEM forem da mesma polaridade, o TRIAC para a bobina correspondente poderá ser utilmente ligado, embora, uma vez que a comutação de cruzamento zero seja utilizada, a comutação real no tempo será mais baixa do que o
valor máximo teórico.
A Figura 7 mostra as mesmas leituras que no caso da
Figura 6, mas para o dobro da velocidade de rotação do motor, a 2.000 rpm. Observa-se que as oportunidades de gerar o torque são reduzidas quando a CA aplicada e a FCEM permanecem fora da fase comparativamente por mais tempo. Isto irá resultar, portanto, em uma redução do torque em comparação ao torque de arranque, à medida que aumenta a velocidade do motor.
A Figura 8 mostra formas de ondas típicas em sincronia onde a fonte de CA medida em 501 e mostrada em 502 é aplicada ao motor e produz a FCEM 503 através dos enrolamentos AB que retardam a voltagem aplicada, ao contrário do motor síncrono padrão, em que a FCEM conduz à voltagem aplicada. A corrente através do TRIAC é agora controlada, ao controlar o tempo de ativação, para prover o torque requerido para manter o motor em sincronismo, uma vez que é possível operar o motor acima da velocidade síncrona. Uma importante característica da operação é que o motor pode ser mantido em um modo em que uma energia mínima é tirada da linha de alimentação para manter o motor em sincronismo com a fonte de CA. Em comparação com um motor síncrono típico que provê o torque e a eficiência máximos a um retardamento de fase de 9 0 graus com a voltagem aplicada, e cai fora de sincronismo para requerer a reiniciação se a carga for aumentada, o motor da presente invenção irá meramente requerer o controle de apoio da velocidade síncrona em um aumento de carga e poderá ser mantido em qualquer condução ou retardamento de fase requerido para eficiência. A forma de onda mostra o motor com um ângulo de fase principal.
A Figura 9 mostra uma variação típica do torque do motor versus o torque de carga para uma carga típica de um ventilador. Em 4 01, o torque medido em Newton metros é mostrado para o enrolamento A em 4 03 e o enrolamento B em 404, mostrando que ambos são reduzidos com o aumento da velocidade rotatória 402. 0 torque absorvido pelo ventilador de carga é mostrado em 405, com um equilíbrio entre o torque aplicado e o torque absorvido, provendo eventualmente uma
velocidade operacional estável.
Embora o motor mostrado seja um motor de dois pólos, a técnica é aplicável a motores de múltiplos pólos, requerendo somente um controlador com mais dispositivos de comutação para o número de derivações aumentado. Não é necessário que todos os enrolamentos sejam controlados, uma vez que, dependendo da aplicação, somente uma única peça de uma bobina em um único pólo ou par de pólos pode necessitar ser ajustada como um enrolamento inicial onde o torque de
partida é muito baixo.
Embora a descrição faça referência a um estator que
contém bobinas controladas, a construção é igualmente aplicável a um rotor que contém os circuitos de controle e as bobinas controladas. 10
Deve ficar compreendido que, embora numerosas características e vantagens das várias realizações da presente invenção tenham sido apresentadas na descrição antecedente, juntamente com os detalhes da estrutura e do funcionamento de várias realizações da invenção, esta descrição é apenas ilustrativa, e mudanças podem ser feitas em detalhes contanto que o funcionamento da invenção não seja adversamente afetado. Por exemplo, os elementos particulares, tais como o número de pólos do motor, podem variar, dependendo da aplicação particular para a qual são utilizados, sem uma variação no caráter e no âmbito da
presente invenção.
Além disso, embora as realizações preferidas
descritas na presente invenção sejam dirigidas a motores síncronos de corrente alternada para a utilização em sistemas tais como bombas de fluidos de baixa energia, deve ser apreciado pelos elementos versados na técnica que os ensinamentos da presente invenção possam ser aplicados a outros sistemas tais como motores de ventilação industriais, 2 0 sem que se desvie do âmbito e caráter da presente invenção.
Aplicabilidade Industrial 0 motor da invenção é utilizado na indústria elétrica e é empregado tipicamente na indústria de utensílios domésticos da linha branca, por exemplo, como bombas de fluidos ou motores de ventiladores. A presente invenção é, portanto, aplicável industrialmente.

Claims (10)

1. MÉTODO DE ACIONAMENTO E CONTROLE DE UM MOTOR ACIONADO POR CORRENTE ALTERNADA, que compreende um rotor com pólos e um estator, sendo que o estator tem pelo menos uma bobina de energização por pólo, caracterizado pelo fato de compreender: a alimentação de modo transiente de uma corrente alternada através de pelo menos uma bobina de energização de uma maneira comutada de modo sincrono com a fonte de corrente alternada ao motor para acionar o motor em uma direção de rotação; a detecção quando a direção de rotação está incorreta e a remoção da fonte de corrente alternada e permissão para que o motor pare; ou o controle da conexão da corrente de alimentação às bobinas ao: detectar quando pelo menos uma das bobinas de energização pode, se for energizada, prover um torque de aceleração ao rotor; conectar uma corrente de alimentação a essa bobina por pelo menos parte do período durante o qual deve prover a aceleração rotativa; acelerar o rotor até uma taxa de rotação síncrona.
2. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de incluir a manutenção do rotor a uma taxa de rotação síncrona, uma vez acelerado.
3. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de incluir inicialmente o alinhamento do rotor ao manter uma corrente de alimentação aplicada a uma bobina ou uma combinação de bobinas até que o rotor esteja alinhado com o campo magnético criado.
4. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de incluir a conexão da fonte de corrente alternada a uma bobina ou uma combinação de bobinas por pelo menos parte do período em que a FEM reversa da bobina e a voltagem aplicada estão em fase.
5. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a etapa de detecção de quando uma bobina ou bobinas podem prover um torque de aceleração ao rotor inclui a detecção da FCEM em pelo menos uma bobina ou uma combinação de bobinas, a detecção da voltagem da CA aplicada ao motor, e a detecção quando a voltagem aplicada é da mesma polaridade que a FCEM.
6. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de comutação é um TRIAC, e a voltagem da porta do TRIAC é monitorada para determinar quando o TRIAC é não-condutor, e um valor representativo da FCEM é derivado da voltagem através do TRIAC quando o TRIAC é não-condutor.
7. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que, à velocidade síncrona, a aceleração do rotor é mantida no valor mínimo que irá manter o sincronismo.
8. CIRCUITO DE CONTROLE DE MOTOR SfNCRONO ACIONADO POR CORRENTE ALTERNADA, caracterizado pelo fato de compreender: um dispositivo de comutação que provê a corrente alternada a pelo menos uma bobina ou uma combinação de bobinas em um motor com um rotor que tem múltiplos pólos e um estator que tem pelo menos uma bobina de energização por pólo, um dispositivo de detecção para detectar quando a FCEM em uma bobina ou uma combinação de bobinas é da mesma polaridade que a voltagem aplicada, e um dispositivo de ativação para ativar o dispositivo de comutação por pelo menos parte do período detectado pelo dispositivo de detecção.
9 . CIRCUITO DE CONTROLE DO MOTOR ACIONADO POR CORRENTE ALTERNADA, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de comutação comuta separadamente pelo menos duas bobinas adjacentes.
10. CIRCUITO DE CONTROLE ACIONADO POR CORRENTE ALTERNADA, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de comutação de circuito tem um eletrodo de controle e o circuito compara a FCEM tal como medida através do dispositivo de comutação quando uma medição no eletrodo de controle de um dispositivo de comutação indica que o comutador não está conduzindo.
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