BRPI0715838A2 - sistema de interface dinÂmica de operaÇço para terminais de acesso, sistema de compartilhamento em terminais de acesso, sistema modular para administrar e controlar terminais de acesso, e sistema de acesso péblico em um terminal com telefonia - Google Patents

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BRPI0715838A2
BRPI0715838A2 BRPI0715838-6A BRPI0715838A BRPI0715838A2 BR PI0715838 A2 BRPI0715838 A2 BR PI0715838A2 BR PI0715838 A BRPI0715838 A BR PI0715838A BR PI0715838 A2 BRPI0715838 A2 BR PI0715838A2
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Abstract

Pedido de Patente:"SISTEMA DE INTERFACE DINÂMICA DE OPERAÇçO PARA TERMINAIS DE ACESSO, SISTEMA DE COMPARTILHAMENTO EM TERMINAIS DE ACESSO, SISTEMA MODULAR PARA ADMINISTRAR E CONTROLAR TERMINAIS DE ACESSO, E SISTEMA DE ACESSO PéBLICO EM UM TERMINAL COM TELEFONIA".A presente invenção refere-se a um sistema de acesso público proporcionado com um sistema de interface para terminais de acesso público com telefonia (1), o qual tem o objetivo de simplificar a operação e a interação dos usuários através de conversão automática de informações a partir de bancos de dados, textos,e de conteúdos variados. O dispositivo de interface (11) é instalado em um terminal de acesso público com telefonia (1) e compreende um dispositivo de vídeo (12) operado diretamente pelo toque de tela, através de botões hierárquicos (13), gerados dinamicamente e em tempo real por procedimentos automáticos realizados através de uma estação de controle dinâmico de conteúdo remota (4) ou manualmente, efetuado por uma área administrativa (5). O usuário adicionalmente pode ter acesso a informações personalizadas por meio de um cartão de acesso (6), o qual, ao ser inserido na leitora (2) no terminal de acesso público (1), permite, através de um sistema de compartilhamento, que determinadas companhias compartilhem terminais e redes de terminais uma com a outra e com os usuários, temporariamente proporcionando os mesmos recursos de acesso e serviços feitos disponíveis pelas companhias que possuem terminais dedicados para seu público alvo. A invenção adicionalmente se relaciona com um sistema proporcionado com pelo menos um dispositivo modular de administração e controle (15), controlando os terminais de acesso público (1)com telefonia, o qual tem o objetivo de controlar qualquer número de terminais de acesso público (1) independentemente do número de aplicações e independentemente um do outro, os dispositivos modulares (15) adicionalmente sendo dispostos em camadas (16,18)com hierarquias iguais ou diferentes de acordo com as necessidades de expansão, de segurança, de velocidade, de latência e de controle, entre outras.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "SISTEMA DE INTERFACE DINÂMICA DE OPERAÇÃO PARA TERMINAIS DE ACESSO, SISTEMA DE COMPARTILHAMENTO EM TERMINAIS DE ACESSO, SIS- TEMA MODULAR PARA ADMINISTRAR E CONTROLAR TERMINAIS DE ACESSO, E SISTEMA DE ACESSO PÚBLICO EM UM TERMINAL COM TELEFONIA". Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a um sistema para terminais de acesso público com telefonia, o qual simplifica a operação e a interação dos usuários através da conversão automática da informação do banco de da- dos, de textos e de conteúdo variado.
A invenção também refere-se a um sistema para terminais de acesso público com telefonia, o qual permite as companhias compartilharem terminais e rede de terminais, temporariamente proporcionando os mesmos dispositivos e serviços de acesso disponíveis para companhias que possu- em terminais dedicados para seu público-alvo, compartilhando terminais e redes de terminais entre as companhias e os serviços, tal como os gastos de produção, instalação, manutenção, disponibilidade, supervisão, etc, os servi- ços de uma ou mais das companhias selecionadas ficando disponíveis para o usuário final.
Em adição, a invenção adicionalmente descreve um sistema modular para administrar e controlar terminais de acesso e um sistema de acesso público em terminais com telefonia, o qual torna possível controlar qualquer número de terminais, bem como qualquer volume de aplicações de desempenho nestes terminais sem limitações de capacidade. Descrição da Técnica Anterior
Os outros terminais de acesso público proporcionam uma opor- tunidade de comunicação entre companhias, tal como estabelecimentos co- merciais, centros comerciais, bancos, drogarias, etc, e seus públicos, os quais podem ser consumidores atuais ou consumidores em potencial. Como em qualquer meio de comunicação, consumidores são atraídos pelo acesso à informação e interação digital com as companhias e pelas ofertas de seus produtos e mercadorias. Entretanto, o que é observado na prática é que os terminais de acesso público são um privilégio de algumas poucas companhi- as, devido às despesas de produção, instalação, manutenção, disponibilida- de, supervisão, etc, as quais somente algumas empresas podem arcar. Na realidade, o que observado é que somente grandes companhias tais como bancos, grandes lojas, redes de cyber-cafés, etc, tornam este tipo de termi- nal disponível para seus clientes em um ambiente externo, enquanto as pe- quenas companhias permanecem restritas ao ambiente interno de seus es- tabelecimentos.
Em adição, os terminais de acesso público existentes possuem
estruturas de controle complexas, freqüentemente centralizadas, as quais tornam difícil expandir o número de terminais e de serviços proporcionados, devido a grande faixa de problemas, como por exemplo, a latência de exe- cução das aplicações, dificuldades em controlar as redes em expansão, a ausência de modularidade, etc. As soluções encontradas atualmente no mercado objetivam aumentar a capacidade de manipulação dos terminais de acesso público pelo aumento da largura da banda (com o conseqüente au- mento na velocidade de comunicação) e pelo aumento das estruturas remo- tas de processamento de dados (centros de dados), o que resolveria o pro- blema parcialmente, desde que os problemas do atraso e de latência da In- ternet são intermitentes e em encadeamentos independentes, e freqüente- mente, o mero aperfeiçoamento na capacidade de retaguarda da largura da banda não é suficiente.
Apesar dos benefícios proporcionados por estes terminais, o u- suário menos versado encontra uma série de dificuldades em procurar in- formação atualizada, desde que as interfaces somente são baseadas nas ligações dos navegadores da Internet ou elaboradas com um conteúdo está- tico. Mesmo um usuário mais versado precisa encontrar o serviço ou a in- formação desejada rapidamente, devido às limitações de tempo que um ser- viço público requer. Em algumas situações, os clientes não se sentem con- fortáveis ao consultar atendentes nos estabelecimentos e nos fornecedores, por uma série de razões, tal como carência de tempo, vergonha, falta de co- nhecimento, etc. Apesar da tecnologia de navegadores de Internet e de in- terfaces estáticas de multimídia em terminais de acesso público terem se desenvolvido muito nas últimas décadas, a carência de interatividade e de dinamismo nestas interfaces é um forte obstáculo para a proliferação destes terminais.
A técnica anterior adicionalmente proporciona algumas instru- ções com relação aos terminais de acesso público com telefonia, como po- dem ser vistas nos documentos WO 02/056139 A2 e FR 2.783.303. Ambos documentos referem-se à necessidade de proporcionar serviços para os u- suários a partir das ligações de navegação definidas pelos patrocinadores do terminal de acesso público com telefonia. Entretanto, em momento algum existe a preocupação de definição de uma interface que possa ser operada através de botões dinâmicos hierárquicos, o mesmo conceito de navegação da navegação de Internet encontrada nos computadores de mesa conven- cionais.
Além disso, tanto no documento WO 02/056139 A2 como no do- cumento US 6.118.860, por exemplo, toda a comunicação do usuário com os serviços é definida através de URLs de ligação, e não existe definição da geração dinâmica de botões associados com os URLs, muito menos uma geração automática destes botões como proposta na presente invenção.
Mesmo em documentos mais recentes, tal como a US 6.876.737, não existe referência ao uso de uma interface dinâmica hierárqui- ca que possa ser gerada manualmente ou automaticamente a partir de um conjunto de ligações ou de banco de dados. O que é observado na técnica anterior é o módulo de interface
permanente com o usuário, mas não o modelo de geração de informação que será utilizado pelo usuário, principalmente com respeito à geração di- nâmica desta informação que facilita o uso pelos fornecedores dos terminais, os quais são os administradores do sistema. De modo a exemplificar o que foi exposto acima, é possível con-
siderar a Figura 5 do documento US 6.876.737 como uma referência, onde existe uma descrição de vários elementos existindo no funcionamento do terminal, os quais referem-se à interface com o usuário, tal como enviar ou receber correios eletrônicos. Os serviços são detalhados, mas como uma aplicação fechada e com recursos fechados, alguma coisa que a presente invenção considera fundamental é ser dinâmico, de modo a permitir que vá- rias companhias utilizem o terminal para proporcionar aos seus usuários os dispositivos com uma interface personalizada para cada companhia. Objetivos da Invenção
Considerando os problemas descritos e em vista de superar os mesmos, a presente invenção propõe um novo sistema de interface com operação dinâmica, de modo a permitir a transformação de conteúdos de bancos de dados, de textos, de conteúdos variados da Internet, de serviços on-line, etc, em um conjunto de botões hierárquicos de fácil navegação, atu- alizados em tempo real, de acordo com o que foi estabelecido pelos prove- dores de informações. Outro objetivo da invenção é proporcionar um sistema modular
fácil de instalar e de interconectar, o qual permita controlar qualquer número de terminais de acesso público, independentemente da quantidade de apli- cações.
Um objetivo adicional da invenção é tornar desnecessária a exis- tência de centros de processamento de dados (centros de dados) ou prove- dores hospedeiros para o controle através da rede dos terminais de acesso público com telefonia, estando-se apto a operar de um modo totalmente au- tônomo e independente de outros dispositivos e sistemas.
Outro problema a ser resolvido pela presente invenção é a crip- tografia de informação entre o terminal de acesso público com telefonia e o provedor de conteúdo remoto, de acordo com o nível de privacidade do usu- ário e com o segredo da informação que está em trânsito.
Adicionalmente, a presente invenção proporciona um sistema de compartilhamento que permite as companhias compartilharem terminais e redes de terminais, temporariamente fornecendo o mesmo dispositivo de acesso e serviços proporcionados pelas companhias que possuem terminais dedicados para o seu público-alvo. Sumário da Invenção
A presente invenção refere-se a um sistema de acesso público com telefonia, composto de um sistema para terminais para acesso público que simplifica a operação e a interação dos usuários por automaticamente converter informações de bancos de dados, de textos e de conteúdos varia- dos em botões de operação hierárquica, chamados de interface dinâmica de operação; um sistema modular para administração e controle de terminais de acesso público com telefonia, o qual permite o controle de vários termi- nais e de qualquer volume de aplicações de execução nestes terminais, sem limitações de capacidade e sem a existência de centros de processamento de dados ou de provedores hospedeiros, com total autonomia de operações; e um sistema de compartilhamento inserido nos terminais de acesso público, o qual permite as companhias compartilharem terminais e redes de termi- nais, temporariamente proporcionando o mesmo dispositivo de acesso e serviços que são feitos disponíveis pelas companhias que possuem termi- nais dedicados para o seu público-alvo.
Através deste sistema, o usuário pode interagir com o terminal de um modo rápido e dinâmico, obtendo informações por entrar com infor- mações diretamente em uma tela ou vídeo, e o sistema de interface pode ser utilizado em qualquer terminal de acesso público com telefonia, como por exemplo, terminais de consulta bancária, terminais multimídia, terminais com acesso a Internet, etc, com o dispositivo e os serviços totalmente comparti- lhados entre as companhias, de modo a proporcionar temporariamente os mesmos recursos de acesso e serviços feitos disponíveis por companhias que possuem terminais dedicados para o seu público-alvo, desde que os terminais de acesso público possuem o recurso de modularidade, obtido pe- la interconexão de módulos idênticos ajustados para aplicações específicas através de um conjunto de regras do negócio. Breve Descrição dos Desenhos A Figura 1 ilustra um terminal de acesso público em uma de su-
as possíveis concretizações, possuindo vários dispositivos integrados ao sistema de acesso público. A Figura 2 apresenta um esquema de comunicação entre o ter- minal de acesso público com telefonia, a estação de controle e a área admi- nistrativa, para a implementação da interface dinâmica e do compartilhamen- to de terminais pelas companhias.
A Figura 3 ilustra uma tela do terminal de acesso público com
telefonia sem o uso da interface dinâmica de acesso, proporcionada com ligações de acesso remotas.
A Figura 4 apresenta a tela do terminal de acesso público com telefonia após utilizar o sistema de interface dinâmica de acesso, com as ligações transformadas em áreas sensíveis ao toque.
A Figura 5 ilustra um esquema de interconexão entre um conjun- to de terminais de acesso público, os sistemas de administração e o controle destes terminais em níveis de camadas possuindo a mesma hierarquia.
A Figura 6 ilustra um esquema de interconexão dos sistemas modulares para administrar e controlar terminais de acesso público em ca- madas de diferentes hierarquias. Descrição Detalhada das Figuras
A presente invenção refere-se a um sistema de acesso público que permite ao usuário final informar e interagir, e viabilizar a convergência dos recursos e serviços on-line mais variados, com operação simplificada com um simples toque na tecla de um monitor.
Como pode ser visto na Figura 1, o sistema de interface é insta- lado em um terminal de acesso público 1 com telefonia, compreendendo um telefone 20 com um monofone, dentro de padrões de telefonia pública, pelo menos um dispositivo de vídeo, de preferência um monitor ou vídeo digital de tela plana sensível ao toque (tela de toque) 12, e pode adicionalmente compreender um teclado físico ou virtual, para entrada de dados, o terminal físico possuindo um elemento tátil para pessoas visualmente deficientes, um teclado físico ou virtual QWERTY 23, o teclado físico possuindo um elemen- to tátil para pessoas visualmente deficientes, um dispositivo de áudio 24, a câmera 26, o mouse 28, o dispositivo de impressão 30, o sensor biométrico 31 e pelo menos um visor de telefone 32, físico ou virtual. O dispositivo de interface 11, de acordo com a Figura 2, pode ser operador de um modo autônomo pelo público (autosserviço), sendo ope- rado diretamente pelo toque na tela, através de botões hierárquicos 13 gera- dos dinamicamente em tempo real.
A título de comparação, a Figura 3 ilustra o vídeo 8 sem o siste-
ma dinâmico de interface, com os conteúdos exibidos na tela antes de serem convertidos para um formato amigável para o usuário, no formato das liga- ções 10 ou de qualquer outra informação de bancos de dados e/ou de texto, enquanto a Figura 4 ilustra o vídeo 12 após a conversão das ligações para botões hierárquico da interface dinâmica 13, sensíveis ao toque.
O dispositivo de interface 11 torna disponível, em tempo real, a geração automática de botões hierárquicos de operação, por consulta e co- municação na rede 3 com uma estação remota 4 para controle sobre os con- teúdos dinâmicos, a principio, utilizando o padrão Ethernet e o protocolo In- ternet TCP/IP, apesar de ser possível aplicar qualquer outro protocolo ou padrão de rede física ou lógica.
A estação de controle 4 é composta de um conjunto de servido- res dispostos em um bastidor ou gabinete modular, a qual executa vários sistemas operacionais, onde cada servidor é responsável por uma atividade específica, como, por exemplo, gerenciamento do banco de dados, gerenci- amento da interface dinâmica, gerenciamento do controle de acesso, geren- ciamento da telefonia, e assim por diante, com vários tipos de sistemas ope- racionais independentes encontrados no mercado, também interconectados pela rede 3. Entretanto, nada impede a estação de controle de funcionar da mesma maneira que um centro de processamento de dados ou centro de dados.
Nesta estação de controle 4, é possível realizar, manualmente ou automaticamente, a conversão de quaisquer conteúdos armazenados em um banco de dados ou no formato de ligações 10, como apresentado na Fi- gura 3, nos elementos seguintes, os quais permitem a geração de botões hierárquicos de geração:
- Grupo: identifica o nível hierárquico; - Título: especifica o rótulo ou texto que será apresentado no botão dinâmico;
- Ordem: organiza a seqüência e o quadrante da apresentação de cada botão, por exemplo, na forma de uma matriz;
- Ligação: direciona o conteúdo desejado pelo usuário, permitin-
do a navegação através da interface dinâmica;
- Imagem: faz a relação com o banco de imagens armazenadas na galeria do módulo, ou geradas automaticamente de acordo com os con- teúdos a serem exibidos; e
- Tema: personalização da forma de apresentação na interface
do terminal.
Por meio de uma conexão 7, de preferência uma conexão E- thernet com o protocolo TCP/IP no padrão Internet, a qual ainda pode ser substituída por outro tipo de conexão, de acordo com as necessidades do mercado, a estação de controle 4 e a área administrativa 5 são interconecta- das, e este é o local onde todo o ajuste e controle das regras do negócio são realizados, os quais são compostos pelo conjunto de definições que deter- minam como os terminais de acesso público irão operar, quais serviços se- rão oferecidos, quais alterações serão aplicadas de acordo com vários fato- res - tal como tempo, local, etc, - em quais momentos cada serviço estará disponível, quais companhias podem ou não utilizar o terminal de acesso público para proporcionar serviços para seus usuários, etc. A área adminis- trativa 5 é composta tanto pela equipe de administração da companhia que mantém o controle dos terminais durante o tempo de uso pelo usuário (com- panhia que está compartilhando o terminal), de acordo com suas regras de funcionamento, e tem acesso aos ajustes de interface dos conteúdos finais, como por exemplo, a galeria de imagens, a qual tem o objetivo de facilitar o entendimento do serviço oferecido por um determinado botão (nesta galeria, pode-se facilmente adicionar imagens através do sistema, onde o sistema dinâmico de interface adapta tais imagens, determinando seus tamanhos e posições, de modo que elas sistematicamente irão aparecer na interface fi- nal com o usuário). O processo de gerar botões hierárquicos 13 da interface dinâmi- ca 11 pode ser realizado tanto manualmente pela área administrativa 5 como automaticamente pela estação de controle 4. Na geração manual, a área administrativa 5 define exatamente os parâmetros "Grupo", "Título", "Or- dem", "Ligação", "Imagem" e "Tema". Na geração automática, a estação de controle 4 processa uma tela com textos ou ligações 10 que normalmente seria exibida em uma tela 9 sem a interface 8, com um formato de texto. O resultado de tal processamento é a geração dos botões hierárquicos 13 da interface dinâmica, convertidos automaticamente a partir dos conteúdos ori- ginais, em tempo real, pela estação de controle 4.
Adicionalmente, como apresentado nas Figuras 1 e 2, o terminal de acesso público com telefonia 1 também possui um ou mais dispositivos de leitura 2 para ler ou identificar o dispositivo de identificação 6, neste do- cumento chamado de cartões da companhia 6, independentemente do tipo de mídia, como cartão de crédito, cartão de débito, cartão com tarja magné- tica, cartões indutivos (cartões de telefone), cartões inteligentes, cartões de senha de acesso, etc, e independentemente do tipo de leitora, tal como tar- jas magnéticas, chips, indutiva, código de barras, cartões digitais, etc.
O cartão 6 é possuído pelo usuário que é um cliente da compa- nhia que está compartilhando o terminal de acesso público com telefonia 1. Basicamente, o modelo utilizado para esta identificação é similar ao sistema de chaves públicas (leitora e sistema de compartilhamento) e de chaves pri- vadas (cartão de acesso do usuário), no qual as chaves dão acesso ao ter- minal de acesso público 1, este acesso sendo autorizado pela estação de controle 4. O cartão 6 somente deve ser inserido dentro do dispositivo de leitura ou detectado pelo dispositivo de leitura 2 instalado no terminal de a- cesso público 1, e exatamente os conteúdos feitos disponíveis pela compa- nhia que está compartilhando o terminal serão apresentados ao usuário na tela do terminal. Os conteúdos podem simplesmente ser a página da Internet da companhia ou outro conteúdo dedicado aos sistemas que irão se tornar disponíveis.
O cartão 6 ainda pode ser substituído por um cartão virtual com um código ou senha informada pelo usuário no teclado 22 ou no teclado QWERTY 23, informando a mesma diretamente no teclado sensível ao to- que 12, ou ainda por meio de um código de barras reconhecido pela leitora 2, e o código ou a senha podem ter sido fornecidos em forma impressa por um documento ou produto da companhia que está compartilhando o terminal de acesso.
O processo de identificação do usuário e da companhia é reali- zado pela consulta ao terminal pela conexão de rede 3 com a estação de controle 4, também conectada com a rede 3, a rede sendo compatível com os padrões de mercado já expostos, tal como Ethernet e Internet TCP/IP, mas ela pode ser adaptada para padrões fechados, como na comunicação da estação de controle 4 com protocolos específicos da companhia que está compartilhando os terminais de acesso, o que é comum no caso de lojas de departamento e bancos, por exemplo, para o propósito de segurança, utili- zando, neste caso, desde os protocolos mais antigos, tal como Renpac até redes VPN fechadas.
Entre a inserção do cartão pelo usuário e a apresentação dos conteúdos da companhia que está compartilhando o terminal de acesso pú- blico 1 são executadas etapas determinadas, como uma das concretizações possíveis para um melhor entendimento da invenção, apesar delas poderem ser simplificadas ou entendidas de acordo com as necessidades do merca- do:
- Etapa de Acesso: consiste em todos os processos de reconhe- cimento de acesso e pode acontecer através de um ou mais dispositivos de leitora 2 e através de vários formatos de cartões da companhia 6, ou dos cartões virtuais já descritos, tal como cartões de crédito, cartões de débito, cartões com tarja magnética, cartões inteligentes, cartões de senha de aces- so, códigos de barra de produtos, cartões com código de raspar, etc. Os dis- positivos de leitura 2, neste documento chamados de leitoras, podem ser convencionais, desde leitoras de tarja magnética, chips, indutivos, etc, até leitoras para identificação através de códigos de barras, informação de da- dos, etc. Para esta etapa de acesso, o fundamental é que o usuário seja i- dentificado e principalmente a qual companhia ele pertence (de modo que a estação de controle 4 possa utilizar as regras de negócio correspondente definida pela área administrativa 5);
- Etapa de Identificação: consiste em todos os procedimentos para identificar o usuário e a companhia que está compartilhando o terminal
de acesso público com telefonia, incluindo autenticação do usuário;
- Etapa de Reconhecimento: verifica a companhia que está compartilhando o terminal de acesso público, os conteúdos que serão apre- sentados para o usuário, como se o terminal de acesso público 1 fosse ιο- ί 0 talmente propriedade da companhia;
- Etapa de Apresentação: exibe a informação sobre a companhi- a.
Desde que todo o conteúdo apresentado pelo terminal de aces- so público 1 é exatamente o conteúdo estabelecido e confeccionado pela companhia que está compartilhando o terminal e considerando que tal com- panhia foi detectada pela identificação do usuário que detêm o cartão de acesso 6, na prática, o usuário reconhece o terminal 1, e o conteúdo como se eles fossem totalmente dedicados para a companhia da qual ele é cliente, apesar de na realidade este fato estar ocorrendo somente durante o período de tempo no qual o usuário está utilizando o terminal de acesso público com telefonia 1.
Assim, mesmo pequenas companhias podem compartilhar os terminais em rede em vários países, e o cartão de acesso 6 fornecido para o usuário e/ou cliente da companhia é então a chave de acesso a qualquer terminal da rede.
A Figura 5 ilustra o sistema modular para administrar e controlar terminais de acesso público com telefonia, o qual controla um número inde- terminado de terminais com qualquer volume de operações em execução, sem limitação de capacidade. Como pode ser visto nesta Figura 5, o disposi- tivo modular 15 pode ser interconectado com outros dispositivos no mesmo nível ou camada 16, permitindo a redundância e também permitindo o com- partilhamento de controle e de tráfego de informações. O dispositivo modular pode estar localizado em qualquer lugar com a conexão de rede 17, tal conexão 17 sendo uma conexão privada e segura entre os terminais de a- cesso e entre as estações de controle do dispositivo modular 15, utilizando o mesmo padrão de segurança de Extranets através da Ethernet e da VPN na rede TCP/IP, em conjunto com vários dispositivos de criptografia de dados e Firewall disponíveis nas estações de controle. Entretanto, estes recursos e a rede podem ser substituídos por outros protocolos disponíveis no mercado, a rede estando exatamente no mesmo padrão apresentado na Figura 1, mas repetida em módulos, onde pelo menos uma montagem de terminal de a- cesso público 14 com telefonia é conectada.
A modularidade pode ser tanto horizontal (mesmo nível ou ca- mada) como vertical, como pode ser visto na Figura 6, onde o mesmo dispo- sitivo modular 15 é replicado em uma camada de controle superior 18, co- nectada diretamente com a camada inferior através de uma conexão de se- gurança 19, a qual é uma conexão do tipo Internet de alta segurança, consi- derando que ela interconecta somente servidores da companhia ou estações de trabalho administrativas internas, apesar de na prática, ela também poder ser considerada como uma Extranet, desde que as estações podem estar fisicamente longe uma da outra, logicamente e fisicamente conectadas atra- vés da conexão 19, utilizando o mesmo padrão de segurança de Extranets através da rede Ethernet e VPN em TCP/IP, em conjunto com vários disposi- tivos de controle de criptografia de dados e Firewall, disponíveis nas esta- ções de controle, e estes podem ser substituídos por outros protocolos dis- poníveis no mercado. A expansão de camadas do sistema modular não tem limites e pode continuar sucessivamente, de acordo com as necessidades de regras de negócio, com a expansão, segurança, velocidade, latência, controle, etc.
Através do dispositivo modular 15, é possível tornar disponível para o público vários serviços de acesso, tal como navegação na Internet, correio eletrônico, comércio eletrônico, propaganda, telefonia, etc, com um serviço seguro e rápido, e em um baixo custo para uma inclusão digital efi- caz de um grande número de pessoas. De acordo com a estrutura disposta nas Figuras 5 e 6’ ο sistema modular garante a administragao e ο controle em relagao a qualquer ηumero de terminals de acesso pCiblico 1 com telefonia, atraves das seguintes carac- teristicas:
- Caracteristica de Redundancia: todos os dispositivos modula-
res 15 disponiveis possuem recursos que podem substituir os dispositivos com falha, de acordo com possiveis problemas Iocais nos Iocais onde eles estao instalados. As fungoes de redundancia sao como a seguir: a priricipio, todos os terminals de acesso piiblico podem estar conectados com qualquer estagao de controle 4 ou dispositivo modular 15 pertencendo a rede, a esco- Iha da estagao e/ou do dispositivo sendo feita baseado em varios fatores, tal como proximidade, localizagao, Iatencia da rede, etc. Isto e fundamental, desde que os terminals de acesso sao instalados nos mais variados Iocais e as estag5es de controle sao remotas, ο que torna importante prever a falha temporaria na comunicagao entre um terminal e uma estagao especifica. Do mesmo modo, e possivel verificar a comunicagao entre as estagoes de con- trole 4 e os dispositivos modulares 15 e as camadas de replicagao 18,onde a hierarquia do sistema de controle e expandida.
-Caracteristicas de Capilaridade: uma vez que a capacidade de um sistema modular tenha sido alcangada quando servindo a um dado ηύ- mero de terminals de acesso pCiblico 1,e possivel inserir um dispositivo mo- dular 15 adicional para controlar e administrar um novo grupo 14 de termi- nals de acesso piiblico 1. Do mesmo modo, quando mais do que uma cama- da 16 e disposta, as camadas superiores 18 podem ser expandidas, e dis- positivos modulares adicionais sao inseridos para controlar os sistemas mo- dulares da camada inferior. A capilaridade e fundamental para permitir a ex- pansao de recursos dos usuarios, com ο aumento rapido de banda e de apli- οβςδββ, como por exemplo, aplicagoes de telefonia IP e de transmissao de video e de audio em tempo real. - Caracteristicas de Comunicabilidade: e possivel criar camadas
de comunicagao entre os sistemas e ο banco de dados remoto, tais cama-
das interligadas com qualquer dispositivo modular 15,ou com varios disposi- tivos modulares simultaneamente, de acordo com as necessidades do mer- cado e de acordo com as aplicag5es envolvidas.
-Caracteristicas de Administrapao: a administragao dos disposi- tivos modulares 15 pode ser tanto Iocalmente como de um modo remoto, atraves de qualquer operador conectado com a rede.
As varias arquiteturas possiveis a serem implantadas sao devi- das a modularidade dos dispositivos 15, os quais to mam possivel uma rede flexivel para a amplitude de servigo para grandes regioes geograficas e com os mais variados metodos de conectividade. Em adigao, os sistemas modulares podem operar com redes
seguras e criptografadas, desde que nao exista risco de Iatencia e atraso no servigo devido a estrutura modular e a capacidade de redundancia na cone- xao, tanto nos terminals de acesso puiblico conectados com os servidores de aplicagao como em outros sistemas modulares em varias camadas de con- trole e de administragao.
Todos dentre a interface, um modo e os sistemas de compartl· Ihamento apresentados acima, quando dispostos em conjunto, proporcionam um sistema de acesso publico que permite a insergao digital e a interagao do usuario final e a convergencia dos recursos e servigos on-line mais variados, com um simples toque na tela de um terminal de acesso piiblico com telefo- nia.
Portanto, deve ser entendido que ο objetivo da presente inven- gao e de suas partes, e dos sistemas componentes descritos acima, sao par- te de algumas das concretizagoes e exemplos preferidos de situagoes que podem ocorrer, ο escopo real da invengao sendo definido nas reivindicagoes
acompanhantes.

Claims (18)

1. Sistema de interface e compartilhamento de operagao dinami- ca para terminais de acesso compreendendo: pelo menos um terminal de acesso (1) composto de dispositivo de interface (11), pelo menos um telefone (20), dispositivo de video (12) e pelo menos um dispositivo de Ieitura (2) acoplado com pelo menos um dis- positivo de identificagao (6); pelo menos uma estagao de controle de conteuido (4), e pelo menos uma area administrative (5); caracterizado pelo fato de que ο dispositivo de Ieitura (2) e ο dispositivo de identificagao (6) sao as chaves de acesso para ο terminal, Iiberados pela estagao de controle (4); / a estagao de controle de conteCido e interconectada com pelo menos um terminal de acesso atraves de um dispositivo de comunicagao (3) e a area administrativa (5) e interconectada com pelo menos uma estagao de controle (4) atraves de uma conexao (7), ambas as interconexoes sendo independen- tes entre si; ο dispositivo de interface (11) compreende uma pluralidade de botoes hierarquicos (13), criados a partir de convers5es personalizadas de Iigagoes de enderego eletronico (10) efetuadas pela estagao de controle de conteiido (4) e pela area administrativa (5) tornando viavel ο compartilha- mento entre ο terminal de acesso e ο usuario especifico.
2. Sistema de interface e compartilhamento de operagao dinami- ca de acordo com a reivindicagao 1,caracterizado pelo fato de que os bo- toes hierarquicos (13) sao criados a partir de conversoes automaticas ou manuais.
3. Sistema de interface e compartilhamento de operagao dinami- ca de acordo com a reivindicagao 1, caracterizado pelo fato de que ο termi- nal de acesso (1) e um terminal de acesso piiblico com telefonia de uso ρύ- blico.
4. Sistema de interface e compartilhamento de operagao dinarrH- ca de acordo com a reivindicagao 1, caracterizado pelo fato de que ο termi- nal de acesso adicionalmente compreende um teclado de entrada de dados (22), um teclado QWERTY (23), dispositivo de audio (24),camera (26), mouse (26), dispositivo de impressao (30), sensor biometrico (31) e um visor de telefone (32).
5. Sistema de interface e compartilhamento de operagao dinami- ca de acordo com a reivindicagao 1,caracterizado pelo fato de que ο dispo- sitivo de video (12) do terminal de acesso (1) e uma tela sensivel ao toque.
6. Sistema de interface e compartilhamento de operagao dinami- ca de acordo com a reivindicagao 1, caracterizado pelo fato de que a esta- gao de controle de conteiido (4) adicionalmente pode ser um centra de pro- cessamento de dados convencional.
7. Sistema de interface e compartilhamento de operagao dinami- ca de acordo com a reivindicagao 1, caracterizado pelo fato de que ο dispo- sitivo de comunicagao (3) e uma rede.
8. Sistema de interface e compartilhamento de operagao dinami- ca de acordo com a reivindicagao 7,caracterizado pelo fato de que a rede possui um padrao Ethernet e ο protocolo Internet TCP/IP.
9. Sistema de interface e compartilhamento de operagao dinami- ca de acordo com a reivindicagao 1, caracterizado pelo fato de que a rede utiliza protocolos Renpac.
10. Sistema de compartilhamento e interface de operagao dina- mica de acordo com a reivindicagao 7, caracterizado pelo fato de que a rede e uma VPN.
11. Sistema de compartilhamento e interface de operagao dina- mica de acordo com a reivindicagao 1, caracterizado pelo fato de que a co- nexao (7) possui um padrao Ethernet e protocolo Internet TCP/IP.
12. Sistema de compartilhamento e interface de operagao dina- mica de acordo com a reivindicagao 1, caracterizado pelo fato de que ο dis- positivo de Ieitura (2) e uma Ieitora do grupo consistindo em Ieitoras de tarja magnetica, Ieitoras de chip de cartao inteligente, Ieitoras indutivas, Ieitoras de codigo de barras, Ieitoras de entrada, entre outras.
13. Sistema de compartilhamento e interface de operagao dina- mica de acordo com a reivindicagao 1,caracterizado pelo fato de que ο dis- positivo de identificagao (6) e um dispositivo a partir do grupo consistindo em cart5es de credito, cart5es de debito, cart5es com tarja magnetica, cart5es inteligentes, cartoes de senha de acesso, codigos de barras de produtos, cartoes de raspar ο codigo, entre outros.
14. Sistema de compartilhamento e interface de operagao dina- mica de acordo com a reivindicagao 1, caracterizado pelo fato de que ο compartilhamento esta compreendido no grupo de compartilhamento de u- suarios, compartilhamento de companhias, compartilhamento de midias, compartilhamento de interfaces, compartilhamento de servigos, comparti- lhamento intra industrial, compartilhamento interindustrial, e outros, e todas as suas combinagoes.
15. Sistema modular para administrar e controlar terminals de acesso compreendendo: pelo menos uma montagem (14) de terminal de acesso (1); e pelo menos um dispositivo modular (15) interconectado com a pelo menos uma montagem de terminal de acesso (14),atraves de uma co- nexao (17) com a rede (3); caracterizado pelo fato de que os dispositivos modulares (15) estao conectados um com ο outro de uma maneira nao determinada no mesmo nivel de camada (16) e em niveis indeterminados de diferentes ca- madas (18),atraves de uma conexao de seguranga (19), a interconexao do dispositivo modular sendo viavel atraves do sistema de compartilhamento e interface de operagao dinamica para terminals de acesso como definidos nas reivindicag5es 1 a 14.
16. Sistema modular para administrar e controlar terminals de acesso de acordo com a reivindicagao 15’ caracterizado pelo fato de que a conexao (17) e uma conexao privada utilizando padrao Ethernet e protocolo Internet VPN e TCP/IP.
17. Sistema modular para administrar e controlar terminals de acesso de acordo com a reivindicagao 15, caracterizado pelo fato de que a conexao de seguranga (19) e uma Internet, Extranet, Ethernet, e uma rede TCP/IP do tipo VPN.
18. Sistema modular para administrar e controlar terminals de acesso de acordo com a reivindicagao 15,caracterizado pelo fato de que ο terminal de acesso e um terminal de acesso piiblico com telefonia.
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