BRPI0717547A2 - Válvula de redução de pressão, método para prover um gás de respiração, e, aparelho para fornecer um fluxo de gás de pressão positiva para uma via aérea de um paciente - Google Patents
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Description
"VÁLVULA DE REDUÇÃO DE PRESSÃO, MÉTODO PARA PROVER UM GÁS DE RESPIRAÇÃO, E, APARELHO PARA FORNECER UM FLUXO DE GÁS DE PRESSÃO POSITIVA PARA UMA VIA AÉREA DE UM PACIENTE"
Este pedido reivindica prioridade do Pedido de patente US no. 60/847.825 depositado em 28 de setembro de 2006 e Pedido de patente US no. 11/860.184 depositado em 24 de setembro de 2007, cujos conteúdos são aqui incorporados para referência. CAMPO TÉCNICO
A presente invenção refere-se ao fornecimento de um fluxo de gás de respiração para a via aérea de um paciente e mais particularmente a um aparelho e método para prover mais conforto para um paciente que recebe um fluxo de gás de respiração. ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Existem inúmeras situações onde é necessário ou desejável para fornecer um fluxo de gás de respiração para a via aérea de um paciente. Por exemplo, é conhecido fornecer um fluxo de gás de respiração para um paciente durante pelo menos uma porção do ciclo de respiração para tratar doenças respiratórias e/ou cardíacas, tais como síndrome da apnéia do sono obstrutiva, doença pulmonar obstrutiva crônica, insuficiência cardíaca congestiva, e outras doenças respiratórias e/ou distúrbios de respiração.
Enquanto está dormindo, um paciente afetado por síndrome da apnéia do sono obstrutiva (OSAS) é propenso a ter sua via aérea estreitada e/ou colapsada em virtude de, por exemplo, forças de colapso mecânicas que resultam da estrutura dos tecidos da vias aéreas, da tensão muscular, e da posição do corpo. Um método de tratamento da OSAS é terapia de pressão de via aérea positiva contínua (CPAP). Com a terapia de CPAP, um fluxo de gás é fornecido a uma pressão constante de suficiente magnitude para manter a via aérea do paciente aberta com talas e para prevenir estreitamento e/ou colapso de uma via aérea.
Durante um ciclo de respiração normal, todavia, o gradiente de pressão entre os pulmões e o exterior do corpo não é constante. Por exemplo, durante a inspiração, o gradiente de pressão (algumas vezes referido como o "gradiente de pressão inspiratório") cai de zero no início de inspiração para um valor negativo de pico e então se eleva de volta para zero no final da inspiração. Durante a expiração, o gradiente de pressão (algumas vezes referido como o "") se eleva de zero no início de expiração para um valor de pico e então cai de volta para zero quando a expiração termina. Porque o gradiente de pressão varia sobre o ciclo de respiração, a pressão necessária para vencer o colapso de via aérea deve idealmente variar sobre o ciclo de respiração. Assim, embora a CPAP proveja uma solução de tratamento simples para a OSAS, a aplicação de uma pressão de entalamento constante para a via aérea expõe o paciente a pressões que são mais altas que as pressões necessárias para suportar a via aérea para a maioria do ciclo de respiração.
Terapias avançadas, tais como terapias de pressão de via aérea positiva de dois níveis (PAP de dois níveis) e terapias de pressão de via aérea positiva proporcional, procuram levar vantagem das diferentes exigências de pressão para abaixar a pressão em certas circunstâncias durante o ciclo de respiração. Na terapia PAP de dois níveis, por exemplo, um fluxo de gás é fornecido para uma via aérea do paciente a uma primeira pressão durante inalação e um fluxo de gás a uma pressão mais baixa é fornecido à via aérea do paciente durante exalação. Essas terapias avançadas, todavia, podem causar desconforto porque o paciente ainda tem que vencer a resistência criada pelo fluxo de baixa pressão de gás fornecido durante a exalação.
Por conseguinte, existe uma necessidade de um aparelho e método para prover mais conforto para um paciente que recebe um fluxo de gás de respiração, que supera estes e outros problemas associados com os sistemas conhecidos. EXPOSIÇÃO DA INVENÇÃO
De acordo com um aspecto da presente invenção, uma válvula de redução de pressão compreende um corpo de válvula e uma luva interna. O corpo de válvula tem um número de orifícios de exaustão de gás pressurizado e um número de orifícios de exaustão de gás de exalação. A luva interna tem um número de orifícios internos. A luva interna pode ser movida dentro do corpo de válvula entre uma posição fechada na qual os orifícios internos estão fechados e os orifícios de exaustão de gás pressurizado e os orifícios de exaustão de gás de exalação estão abertos e uma posição aberta na qual os orifícios internos estão abertos e os orifícios de exaustão de gás pressurizado e os orifícios de exaustão de gás de exalação estão fechados.
De acordo com outro aspecto da presente invenção, uma válvula de redução de pressão compreende um corpo de válvula e uma luva interna. O corpo de válvula tem uma extremidade de interface de paciente e uma extremidade de gerador de pressão com pelo menos dois orifícios de exaustão entre elas. A luva interna pode ser movida dentro do corpo de válvula. A luva interna é estruturada para comunicar um fluxo de gás de pressão positiva da extremidade de gerador de pressão para a extremidade de interface de paciente durante uma fase inspiratória e é estruturada para desviar o fluxo de gás de pressão positiva para um primeiro dos pelo menos dois orifícios de exaustão durante uma fase expiratória.
De acordo com outro aspecto da presente invenção, um método para prover um gás de respiração para um paciente compreende comunicar o gás de respiração através de um circuito de paciente para uma via aérea de um tal paciente durante uma fase inspiratória, em que o circuito de paciente tem pelo menos um orifício de exaustão de gás de respiração e um orifício de exaustão de gás de exalação, desviando o gás de respiração a partir da via aérea de um tal paciente através do orifício de exaustão de gás de respiração durante uma fase expiratória, e dirigindo um gás de exalação a partir da via aérea de um tal paciente através do orifício de exaustão de exalação durante a fase expiratória.
De acordo com outro aspecto da presente invenção, em um sistema adaptado para prover um regime de terapia respiratória para um paciente pela provisão de um fluxo de gás de respiração através de um circuito de paciente incluindo uma válvula de redução de pressão com um primeiro orifício de exaustão e um segundo orifício de exaustão no mesmo, um método compreende fornecer o fluxo de gás de respiração para a via aérea de um tal paciente através do circuito de paciente durante uma fase inspiratória e desviando o fluxo de gás de respiração para longe a partir da via aérea de um tal paciente através do primeiro orifício de exaustão, enquanto descarta um fluxo de gás de exalação a partir da via aérea de um tal paciente através do segundo orifício de exaustão durante uma fase expiratória. De acordo com outro aspecto da presente invenção, um
aparelho para fornecer um fluxo de gás de pressão positiva para uma via aérea de um paciente compreende um gerador de fluxo de gás estruturado para produzir o fluxo de gás de pressão positiva, um dispositivo de interface de paciente estruturado para comunicar o fluxo de gás de pressão positiva para a via aérea de um tal paciente, e um circuito de paciente estruturado para acoplar o gerador de fluxo de gás com o dispositivo de interface de paciente, em que o circuito de paciente inclui uma válvula de redução de pressão com um corpo de válvula e uma luva interna, em que o corpo de válvula tem pelo menos dois orifícios de exaustão no mesmo, em que a luva interna pode ser movida dentro do corpo de válvula, em que a luva interna é estruturada para comunicar o fluxo de gás de pressão positiva do gerador de fluxo de gás para o dispositivo de interface de paciente durante uma fase inspiratória, e em que a luva interna é estruturada para desviar o fluxo de gás de pressão positiva para um primeiro dos pelo menos dois orifícios de exaustão durante uma fase expiratória.
Estes e outros objetivos, aspectos, e características da presente invenção, bem como os métodos de operação e funções dos elementos pertinentes da estrutura e a combinação das partes e economias de fabricação, ficarão mais aparentes na consideração da seguinte descrição e das reivindicações anexas com referência aos desenhos acompanhantes, todos dos quais formam uma parte de deste pedido, em que os mesmos números de referência designam partes correspondentes nas várias figuras. Deve ser expressamente entendido, todavia, que os desenhos são somente para a finalidade de ilustração e descrição e não se destinam a fornecer uma definição dos limites da invenção. BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A figura 1 é uma vista esquemática de um sistema adaptado para prover um regime de terapia respiratória de acordo com uma forma de concretização da presente invenção.
A figura 2 é uma vista esquemática de uma válvula de redução de pressão ilustrada em uma posição aberta de acordo com uma forma de concretização da presente invenção.
A figura 3 ilustra a válvula de redução de pressão da figura 2 em uma posição fechada.
A figura 4 é uma vista esquemática de uma válvula de redução de pressão ilustrada em uma posição aberta de acordo com outra forma de concretização da presente invenção.
A figura 5 ilustra a válvula de redução de pressão da figura 4 em uma posição fechada.
A figura 6 ilustra a válvula de redução de pressão da figura 4 na posição fechada quando um fluxo de gás de pressão positiva está ausente da mesma.
A figura 7 é uma vista esquemática de uma válvula de redução de pressão ilustrada em uma posição aberta de acordo com ainda outra forma de concretização da presente invenção.
A figura 8 ilustra a válvula de redução de pressão da figura 7 em uma posição fechada.
A figura 9 é uma vista esquemática de a válvula de redução de pressão da figura 7 com um dispositivo de amortecimento de som de acordo com uma forma de concretização da presente invenção.
A figura 10 é uma vista esquemática de uma válvula de redução de pressão ilustrada em uma posição aberta de acordo com ainda outra forma de concretização da presente invenção.
A figura 11 ilustra a válvula de redução de pressão da figura em uma posição fechada.
A figura 12 ilustra um processo operacional para prover um gás de respiração para um paciente de acordo com uma forma de concretização da presente invenção.
As figuras 13 - 19b ilustram vários arranjos de membro de vedação para uma válvula de redução de pressão de acordo com a presente invenção.
A figura 20 é uma vista esquemática de uma válvula de redução de pressão ilustrada em uma posição aberta de acordo com outra forma de concretização da presente invenção.
A figura 21 ilustra a válvula de redução de pressão da figura em uma posição fechada com um fluxo de gás de pressão positiva ausente da mesma.
As figuras 22 - 24 são várias curvas de fluxo/pressão que ilustram a operação das válvulas de redução de pressão da presente invenção.
melhor(es) maneira(s) para executar a invenção
Frases direcionais usadas aqui, tais como, por exemplo, esquerda, direita, sentido dos ponteiros do relógio, sentido contrário ao dos ponteiros do relógio, topo, fundo, para cima, para baixo, e derivados das mesmas, referem-se à orientação dos elementos mostrados nos desenhos e não são limitativos das reivindicações, a menos que expressamente mencionado aqui.
Quando empregado aqui, o termo "número" deve significar um
ou mais que um e a forma singular de "um", "uma", e "o", "a", incluem referentes plurais a menos que o contexto claramente indique o contrário.
Quando empregada aqui, a afirmação que duas ou mais partes são "conectadas" ou "acopladas" conjuntamente deve significar que as partes são unidas conjuntamente ou diretamente ou unidas conjuntamente através de uma ou mais partes intermediárias. Ademais, quando empregada aqui, a afirmação que duas ou mais partes são "fixadas" deve significar que as partes são unidas conjuntamente diretamente.
Um sistema 100 adaptado para prover um regime de terapia respiratória para um paciente 101 de acordo com uma forma de concretização é geralmente mostrado na figura 1. O sistema 100 inclui um dispositivo de geração de pressão 103, um circuito de paciente 102, e um dispositivo de interface de paciente 105. O dispositivo de geração de pressão 103 é estruturado para gerar um fluxo de gás de respiração e pode incluir, sem limitação, ventiladores, dispositivos de suporte de pressão (tais como um dispositivo de pressão de via aérea positiva contínua, ou dispositivo de CPAP), dispositivos de pressão variável (por exemplo, dispositivos BiPAP®, Bi-Flex®, ou C-Flex™, fabricados e distribuídos por Respironics, Inc. de Murrysville, Pensilvânia), e sistemas de suporte de pressão de auto-titulação. O circuito de paciente 102 é estruturado para comunicar o
fluxo de gás de respiração do dispositivo de geração de pressão 103 para o dispositivo de interface de paciente 105. Na forma de concretização corrente, o circuito de paciente 102 inclui um conduto 104 e uma válvula de redução de pressão 1, a qual, como será discutido em mais detalhe aqui, é adaptada para prover efeito de redução de pressão em certos casos durante o ciclo de respiração.
A interface de paciente 105 é tipicamente uma máscara nasal ou nasal/oral estruturada para ser colocada na e/ou sobre a face do paciente 101. Qualquer tipo de dispositivo de interface de paciente 105, todavia, que facilita o fornecimento do fluxo de gás de respiração comunicado do dispositivo de geração de pressão 103 para a via aérea de paciente 101 pode ser usado, enquanto permanece dentro do escopo da presente invenção. Como mostrado na figura 1, a interface de paciente 105 é acoplada diretamente com a válvula de redução de pressão 1; outros arranjos, todavia, são contemplados.
As figuras 2 - 11, 20, e 21 ilustram várias formas de concretização de uma válvula de redução de pressão para uso com um sistema adaptado para prover um regime de terapia respiratória para um paciente, tal como e sem limitação, o sistema 100. Em cada forma de concretização, a válvula de redução de pressão é estruturada para isolar a via aérea do paciente a partir do fluxo de gás de respiração por meio de "descarga" do fluxo de gás de respiração para a atmosfera durante a fase expiratória. A válvula de redução de pressão é também estruturada para descarregar um fluxo de gás de exalação para a atmosfera com mistura mínima ou nenhuma mistura do fluxo de gás de respiração e do fluxo de gás de exalação. Por exemplo, o fluxo de gás de respiração é lançado para a atmosfera através de um primeiro número de orifícios; enquanto que um fluxo de gás de exalação é lançado para a atmosfera através de um segundo número de orifícios. Porque o fluxo de gás de respiração permanece substancialmente isolado do fluxo de gás de exalação, menos esforço é requerido pelo paciente 101 durante a fase expiratória.
Com efeito, as válvulas de redução de pressão da presente invenção são estruturadas para alterar mecanicamente um fluxo de pressão contínua de gás (por exemplo, um fluxo de gás a partir de um dispositivo de CPAP) para um fluxo de pressão contínua de gás (por exemplo, um fluxo de gás de um dispositivo de dois níveis e/ou um dispositivo C-FLEX™). Os dispositivos correntes de dois níveis não respondem bem a baixas pressões de fornecimento. Por exemplo, em baixas pressões, os dispositivos corrente de dois níveis produzem uma pressão de ar positiva de expiração (EPAP) que é igual à pressão de ar positiva de inspiração (IPAP). Deve ser notado que as válvulas de redução de pressão da presente invenção, todavia, podem converter o fluxo de pressão contínua de gás para o fluxo de pressão variável de gás sobre uma faixa total de pressões de fornecimento. Por exemplo, uma válvula de redução de pressão da presente invenção pode converter fluxo de gás fornecido por um dispositivo de CPAP para a fluxo de pressão variável de gás até mesmo a baixas pressões. Com a válvula de redução de pressão, EPAP é sempre menor que IPAP quando a válvula está na posição fechada.
Com referência agora às figuras 2 e 3, uma válvula de redução de pressão 1 de acordo com uma forma de concretização da presente invenção é ilustrada. A válvula de redução de pressão 1 inclui um corpo de válvula 2 e uma luva interna 10. O corpo de válvula 2 tem uma extremidade de gerador de pressão 4 e uma extremidade de interface de paciente 6. A extremidade de gerador de pressão 4 é estruturada para receber um fluxo de gás de pressão positiva (isto é, gás de respiração; indicado pela seta 18, por exemplo, na figura 2) a partir de um dispositivo de geração de pressão. Por exemplo, extremidade de gerador de pressão 4 é adaptada para acoplar com uma extremidade de conduto 104 (figura 1); a outra extremidade de conduto 104 é adaptada para acoplar com dispositivo de geração de pressão 103. A extremidade de interface de paciente 6 é estruturado para fornecer o fluxo de gás de pressão positiva 18 para a via aérea de um paciente e/ou para receber um fluxo de gás de exalação (como indicado pela seta 20, por exemplo, na figura 3) a partir da via aérea do paciente. Por exemplo, a extremidade de interface de paciente 6 é adaptada para acoplar com o dispositivo de interface de paciente 105 (figura 1) que está em comunicação fluída com uma via aérea do paciente 101.
O corpo de válvula 2 inclui um número de orifícios de exaustão de gás pressurizado 8a e um número de orifícios de exaustão de gás de exalação 8b estendendo-se através da parede do mesmo. Como será discutido em mais detalhe abaixo, os orifícios de exaustão de gás pressurizado 8a e orifícios de exaustão de gás de exalação 8b são estruturado para permitir que o fluxo de gás de pressão positiva 18 e fluxo de gás de exalação 20, respectivamente, sejam comunicados através do corpo de válvula 2. O fluxo de gás de pressão positiva 18 tipicamente tem um maior volume que o fluxo de gás de exalação 20. Por conseguinte, os orifícios de exaustão de gás pressurizado 8a são geralmente maiores que os orifícios de exaustão de gás de exalação 8b na forma de concretização corrente. Como visto nas figuras 2-3, o corpo de válvula 2 também inclui um primeiro anel de batente 7a e um segundo anel de batente 7b, cada dos quais é estruturado para limitar a quantidade de deslocamento disponível para a luva interna 10 dentro do corpo de válvula 2.
A luva interna 10 inclui um número de orifícios internos 12 e um número de orifícios 14. Um membro de vedação 16 (tal como, sem limitação, uma válvula de guarda-chuva, uma válvula de diafragma, uma válvula de borboleta, uma válvula de bico de pato, uma válvula de cone, uma válvula espiral, e uma válvula de dois folíolos) é estruturada para controlar o fluxo de gás de pressão positiva 18 através dos orifícios internos 12. Na forma de concretização mostrada nas figuras 2-3, uma válvula de guarda-chuva 16 é empregada como o membro de vedação. A luva interna 10 é recebida dentro do corpo de válvula 2 e pode ser movida dentro do mesmo (por exemplo, entre o primeiro anel de batente 7a e o segundo anel de batente 7b). Na forma de concretização corrente, uma folga de aproximadamente 0,13 cm (0,05 polegada) entre luva interna 10 e corpo de válvula 2 é empregada para assegurar adequada liberdade de movimento; todavia, outras magnitudes de folga são contempladas. Adicionalmente, superfícies de corpo de válvula 2 e/ou superfícies de luva interna 10 que entram em contato uma com a outra podem ser revestidas com politetrafluoretileno (PTFE), ou outro material apropriado, para reduzir a fricção e melhorar a resistência ao desgaste.
Na forma de concretização corrente, o corpo de válvula 2 e luva interna 10 são construídos de um material plástico. Todavia, é contemplado que o corpo de válvula 2 e/ou a luva interna 10 pode ser construídos de outro material. A luva interna 10, por exemplo, pode ser construída de um metal tal como, sem limitação, titânio ou alumínio.
Quando empregado aqui, válvula de redução de pressão 1 é dita que está "aberta" ou em uma "posição aberta" quando os orifícios internos 12 estão substancialmente abertos (isto é, quando o membro de vedação 16 substancialmente oclui os orifícios internos 12) e os orifícios de exaustão de gás pressurizado 8a e orifícios de exaustão de gás de exalação 8b estão substancialmente fechados (isto é, quando a luva interna 10 substancialmente oclui os orifícios de exaustão 8a e 8b). A válvula de redução de pressão 1 está tipicamente na posição aberta durante uma fase inspiratória (isto é, quando um paciente está inalando). Com referência à figura 2, a superfície radial na extremidade
de luva interna 10 mais próxima à extremidade de gerador de pressão 4 pode ser referida como uma "face de impacto de gerador de pressão" 10a. Adicionalmente, a superfície radial na extremidade de luva interna 10 mais próxima à extremidade de interface de paciente 6 pode ser referida como uma "face de impacto de interface de paciente" 10b. Fluxo de gás de pressão positiva 18 exerce uma força sobre a face de impacto de gerador de pressão 10a, causando com que a luva interna 10 se mova dentro do corpo de válvula 2. Tipicamente, este movimento continua até que a face de impacto de interface de paciente 10b contate o segundo anel de vedação 7b. Fluxo de gás de pressão positiva 18 também causa com que o membro de válvula de guarda-chuva 16 se flexione de modo que os orifícios internos 12 são substancialmente abertos. Na posição aberta, fluxo de gás de pressão positiva 18 é comunicado da extremidade de gerador de pressão 4 para a extremidade de interface de paciente 6 através dos orifícios internos 12. Fluxo de gás de pressão positiva 18, todavia, é isolado dos orifícios de exaustão de gás pressurizado 8a e orifícios de exaustão de gás de exalação 8b pela luva interna 10.
Quando empregado aqui, a válvula de redução de pressão 1 é dita que está "fechada" ou em uma "posição fechada" quando os orifícios internos 12 estão substancialmente fechados (isto é, quando membro de vedação 16 substancialmente oclui orifícios internos 12) e orifícios de exaustão de gás pressurizado 8a e orifícios de exaustão de gás de exalação 8b estão substancialmente abertos (isto é, quando a luva interna 10 não substancialmente oclui os orifícios de exaustão 8a e 8b). A válvula de redução de pressão 1 está tipicamente na posição fechada durante uma fase expiratória (isto é, quando um paciente está exalando). Com referência à figura 3, por exemplo, fluxo de gás de exalação 20 exerce uma força sobre a face de impacto de interface de paciente IOb causando com que a luva interna 10 se mova dentro do corpo de válvula 2. Tipicamente, este movimento continua até que a face de impacto de gerador de pressão 10a contate o primeiro anel de vedação 7a. O fluxo de gás de exalação 20 também causa com que válvula de guarda-chuva 16 se flexione de modo que os orifícios internos 12 estão fechados (isto é, fluxo de gás de pressão positiva 18 e/ou fluxo de gás de exalação 20 através dos orifícios internos 12 é impedido). Na posição fechada, o fluxo de gás de pressão positiva 18 é desviado, através dos orifícios 14, to orifícios de exaustão de gás pressurizado 8a, e out para a atmosfera. Adicionalmente, o fluxo de gás de exalação 20 é expelido para a atmosfera através dos orifícios de exaustão de gás de exalação 8b. Na posição fechada, fluxo de gás de pressão positiva 18 não é comunicado da extremidade de gerador de pressão 4 para a extremidade de interface de paciente 6 através dos orifícios internos 12.
Como visto na figura 3, fluxo de gás de exalação 20 não se mistura com, e não é impedido pelo, fluxo de gás de pressão positiva 18, quando a válvula de redução de pressão 1 está na posição fechada. Por conseguinte, a quantidade de trabalho requerida do paciente para vencer a resistência causada pelo fluxo de gás de pressão positiva 18 durante a fase expiratória é significantemente reduzida e/ou eliminada. Deve ser notado que uma quantidade desprezível de mistura, devida a vazamento associado com membro de vedação 16 e/ou entre luva interna 10 e corpo de válvula 2, é permissível.
Uma válvula de redução de pressão Γ de acordo com outra forma de concretização da presente invenção é ilustrada nas figuras 4 - 6. A figura 4 ilustra válvula de redução de pressão 1' na posição aberta. A figura 5 ilustra a válvula de redução de pressão 1 ' na posição fechada. A válvula de redução de pressão Γ funciona em uma maneira similar àquela discutida acima em conjunção com as figuras 2-3 para a válvula de redução de pressão 1.
A válvula de redução de pressão 1 ' também inclui um membro
de solicitação 17. Na forma de concretização corrente, o membro de solicitação 17 é um fole estruturado para reposicionar a luva interna 10 na posição fechada quando, por exemplo, fluxo de gás de pressão positiva 18 está ausente da extremidade de gerador de pressão 4 (tal como quando energia é removida do dispositivo de geração de pressão 103). Por conseguinte, a válvula de redução de pressão Γ funciona como uma válvula de admissão quando fluxo de gás de pressão positiva 18 está ausente.
Com referência à figura 6, por exemplo, o fole 17 retorna a luva interna 10 para a posição fechada de modo que fluxo de gás de exalação é dirigido para a atmosfera e um fluxo de gás de inalação não pressurizado 22 é comunicado à via aérea do paciente. Embora um fole seja empregado como o membro de solicitação 17 nas figuras 4 - 6, é contemplado que outros membros de tensionamento (tais como, sem limitação: uma mola, um ímã, etc.) podem ser usados, enquanto permanecem dentro da forma de concretização corrente.
As figuras 20-21, por exemplo, mostram a válvula de redução de pressão 1"" empregando ímãs (17a, 17b) como o membro de solicitação 17. Quando fluxo de gás de pressão positiva 18 está ausente, a atração entre os ímãs 17a e os ímãs 17b causa com que a luva interna 10" retorne para a posição fechada (figura 21). É contemplado que o local e/ou polaridade dos ímãs 17a e/ou 17b podem ser alterados de modo que os ímãs 17a e os ímãs 17b se repelem um com respeito ao outro para causar com que a luva interna 10" retorne para a posição fechada. Embora os membros de tensionamento sejam ilustrados como
causando com que a luva interna retorne para a posição fechada, é contemplado que o membros de tensionamento possam ser estruturados para causar com que a luva interna retorne para a posição aberta. Como será discutido abaixo em conjunção com as figuras 22 - 24, uma válvula de redução de pressão com um membro de solicitação estruturado para causar com que a luva interna retorne para a posição aberta provê um flexionamento ou efeito de amortecimento na curva de pressão. Embora válvula de redução de pressão 1"" seja ilustrada como empregando ímãs permanentes, é contemplado que eletroímãs possam ser empregados enquanto permanecem dentro do escopo da presente invenção. O uso de eletroímãs ainda reduz a quantidade de trabalho requerida por um paciente, permite controle elevado sobre o "efeito de flexionamento" ou "efeito de amortecimento" (figuras 23 - 24), e, por meio da alteração da polaridade dos eletroímãs, permite que um usuário selecione se a luva interna retorna para uma posição aberta ou para uma posição fechada na ausência de um fluxo de gás de pressão positiva.
Uma válvula de redução de pressão 1" de acordo com outra forma de concretização da presente invenção é ilustrada nas figuras 7 - 8. a figura 7 ilustra a válvula de redução de pressão 1" na posição aberta. A figura 8 ilustra válvula de redução de pressão 1" na posição fechada. A válvula de redução de pressão 1" funciona em uma maneira similar àquela discutida acima em conjunção com as figuras 2-3 para a válvula de redução de pressão 1.
Na forma de concretização mostrada nas figuras 7 e 8, a luva interna 10' tem uma face de impacto de gerador de pressão 1 Oa1 e uma face de impacto de interface de paciente IOb', as quais são adaptadas para diminuir ainda mais a quantidade de esforço necessário para causar com que válvula de redução de pressão 1" seja atuada para a posição fechada. Geralmente, uma área de superfície de face de impacto de gerador de pressão IOa' é menor que ou igual a uma área de superfície da face de impacto de interface de paciente 10b'. E contemplado que a área de superfície de face de impacto de gerador de pressão 10a' seja entre aproximadamente 75 por cento e 100 por cento da área de superfície da face de impacto de interface de paciente 10b'; todavia, outras percentagens podem ser empregadas embora permaneçam dentro do escopo da presente invenção.
Na forma de concretização corrente, por exemplo, a área de superfície de face de impacto de gerador de pressão 10a' é aproximadamente 95 por cento da área de superfície de face de impacto de interface de paciente 10b'. Como um resultado, a força total aplicada à luva interna 10' na face de impacto de interface de paciente 10b' pelo fluxo de gás de exaustão 20 é maior que a força total aplicada à luva interna 10' na face de impacto de gerador de pressão 10a' pelo fluxo de gás de pressão positiva 18. Mais especificamente, quando fluxo de gás de exaustão 20 e fluxo de gás de pressão positiva 18 estão na mesma pressão, a luva interna 10' se moverá de modo que a válvula de redução de pressão 1" é atuada para a posição fechada porque a força sobre a luva interna IO1 na face de impacto de interface de paciente IOb' é maior que aquela na face de impacto de gerador de pressão IOa'. Por conseguinte, de um paciente é requerido que exerça menos esforço durante a fase expiratória para mover a luva interna 10' para que a válvula de redução de pressão 1" seja atuada para a posição fechada.
A figura 9 ilustra a válvula de redução de pressão 1" das figuras 7-8 com um silenciador 13 associado com o orifícios de exaustão de gás pressurizado 8a. o silenciador 13 é estruturado para reduzir o ruído causado pelo fluxo de desvio de gás de pressão positiva 18 através dos orifícios de exaustão de gás pressurizado 8a. Na forma de concretização corrente, por exemplo, o silenciador 13 é estruturado para alterar fluxo de gás de pressão positiva 18 de um fluxo geralmente turbulento para um fluxo geralmente laminar. Embora somente ilustrada como sendo associada com os orifícios de exaustão de gás pressurizado 8a da válvula de redução de pressão 1", é contemplado que o silenciador 13 pode alternativamente ou adicionalmente ser associado com os orifícios de gás pressurizado 8a e/ou com os orifícios de gás de exaustão 8b de qualquer válvula de redução de pressão da presente invenção. Uma válvula de redução de pressão 1"' de acordo com outra
forma de concretização é ilustrada nas figuras 10 - 11. A figura 10 mostra a válvula de redução de pressão 1'" na posição aberta; enquanto que a figura 11 mostra a válvula de redução de pressão 1"' na posição fechada.
A válvula de redução de pressão 1'" funciona em uma maneira similar àquela discutida acima em conjunção com as figuras 7-8 para a válvula de redução de pressão 1 ". A luva interna 10" tem uma face de impacto de gerador de pressão 10a" e uma face de impacto de interface de paciente 10b", as quais são adaptadas para diminuir ainda mais a quantidade de esforço necessário para causar com que válvula de redução de pressão 1'" seja atuada para a posição fechada. Geralmente, uma área de superfície da face de impacto de gerador de pressão 10a" é menor que ou igual a uma área de superfície da face de impacto de interface de paciente 10b". É contemplado que a área de superfície da face de impacto de gerador de pressão 10a" seja entre aproximadamente 75 por cento e 100 por cento da área de superfície da face de impacto de interface de paciente 10b"; todavia, outras porcentagens podem ser empregadas enquanto permanecem dentro do escopo da presente invenção. Na forma de concretização corrente, a área de superfície da face de impacto de gerador de pressão 10a" é aproximadamente 95 por cento da área de superfície da face de impacto de interface de paciente 10b". Por conseguinte, de um paciente é requerido que exerça menos esforço durante a fase expiratória para mover a luva interna 10" de modo que válvula de redução de pressão Γ" é atuada para a posição fechada.
A válvula de redução de pressão 1"' inclui uma luva externa ajustável 24 que pode ser movida ao longo do exterior do corpo de válvula 2. A luva externa ajustável 24 é adaptada para ocluir alguma porção dos orifícios de exaustão de gás pressurizado 8a. Como um resultado, a quantidade de fluxo de gás de pressão positiva 18 que é lançada através dos orifícios de exaustão de gás pressurizado 8a pode ser controlada. Por meio da variação do fluxo de gás de pressão positiva 18 que é lançado, a pressão de ar positiva de expiração (EPAP) pode ser ajustada. Por conseguinte, É contemplado que uma válvula de redução de pressão que emprega uma luva externa ajustável 24 pode ser usada para titulação.
Embora não mostrado nas figuras 10 - 11, a luva externa ajustável 24 pode ter um número de pontos de ajuste predeterminados, cada relacionado com um EPAP específico. Por exemplo, a luva externa ajustável 24 pode incluir um número de entalhes que cooperam e/ou engatam com uma nervura no corpo de válvula 2. Por exemplo, um primeiro nível de EPAD é provido quando um primeiro entalhe engata a nervura (por exemplo, a luva externa ajustável 24 oclui 5% dos orifícios de exaustão de gás pressurizado 8a); um segundo nível de EPAD é provido quando um segundo entalhe engata a nervura (por exemplo, a luva externa ajustável 24 oclui 10% dos orifícios de exaustão de gás pressurizado 8a); etc. Adicionalmente, embora somente ilustrada como sendo associada com válvula de redução de pressão 1 e válvula de redução de pressão 1 "", é contemplado que luva externa ajustável 24 pode alternativamente ou adicionalmente ser associada com quaisquer das outras válvulas de redução de pressão da presente invenção.
A figura 12 ilustra um processo operacional 30 para prover um gás de respiração para um paciente. O processo operacional 30 começa com a operação 32, na qual, durante uma fase inspiratória, o gás de respiração é comunicado ao paciente através de um circuito de paciente que tem o orifício de exaustão de gás de respiração e um orifício de exaustão de gás de exalação. Na forma de concretização corrente, fluxo de gás de pressão positiva 18 é comunicado do dispositivo de geração de pressão 103 para a via aérea do paciente através do circuito de paciente 102 (figura 1). O circuito de paciente 102 inclui uma válvula de redução de pressão, por exemplo, a válvula de redução de pressão 1, que tem orifícios de exaustão de gás pressurizado 8a (isto é, que podem também ser referidos como o orifício de exaustão de gás de respiração) e orifícios de exaustão de gás de exalação 8b. Como discutido acima, a válvula de redução de pressão 1 está na posição aberta durante a fase inspiratória, permitindo assim que fluxo de gás de pressão positiva 18 seja comunicado através dos orifícios internos 12 à via aérea do paciente. Adicionalmente, os orifícios de exaustão de gás pressurizado 8a e os orifícios de exaustão de gás de exalação 8b são bloqueados pela luva interna 10 durante a fase inspiratória.
O controle operacional é então passado para a operação 34 onde, durante a fase expiratória, o gás de respiração é desviado para longe a partir da via aérea de um tal paciente através do orifício de exaustão de gás de respiração. Na forma de concretização corrente, válvula de redução de pressão 1 está na posição fechada durante a fase expiratória. Na posição fechada, o membro de vedação 16 bloqueia o fluxo de gás de pressão positiva 18 de comunicação com a via aérea do paciente. Fluxo de gás de pressão positiva 18 é desviado através dos orifícios 14 para os orifícios de exaustão de gás pressurizado 8a, onde, na forma de concretização corrente, fluxo de gás de pressão positiva 18 é lançado para a atmosfera.
Na operação 36, o gás de exalação a partir da via aérea do paciente é dirigida através do orifício de exaustão de gás de exalação durante a fase expiratória. Como mencionado acima em conjunção com operação 34, a válvula de redução de pressão 1 está na posição fechada durante a fase expiratória. O membro de vedação 16 previne que fluxo de gás de exalação 20 passe através dos orifícios internos 12. Em lugar disto, o fluxo de gás de exalação 20 é dirigido através dos orifícios de exaustão de gás de exalação 8b, onde, na forma de concretização corrente, it é lançado para a atmosfera. Deve ser notado que durante a fase expiratória, o fluxo de gás de exalação 20 e o fluxo de gás de pressão positiva 18 são substancialmente isolados um do outro pelo membro de vedação 16 de modo que o esforço requerido pelo paciente para exalar é reduzido.
As válvulas de redução de pressão ilustradas nas figuras 2-9 empregam uma válvula de guarda-chuva 16 como um membro de vedação. As figuras 13 - 19b ilustram vários arranjos alternativos para o membro de vedação 16, que podem ser usados para as válvulas de redução de pressão da presente invenção. A figura 13, por exemplo, ilustra uma válvula de diafragma 16' acoplada com a luva interna 10 por uma haste de válvula 26 que é inserida na luva interna 10, de acordo com uma forma de concretização da presente invenção.
A figura 14 mostra a válvula de diafragma 16' acoplada com a luva interna 10"' por uma haste de válvula 26' que é uma parte integral da luva interna 10'", de acordo com uma forma de concretização da presente invenção.
As figuras 15a e 15b ilustram uma válvula de borboleta 16" acoplada com a luva interna 10'" por uma haste de válvula 26' de acordo com uma forma de concretização da presente invenção. A figura 15a mostra a válvula de borboleta 16" na posição fechada, enquanto que a figura 15b mostra a válvula de borboleta 16" na posição aberta.
As figuras 16a e 16b ilustram uma válvula de bico de pato 16"' acoplada com uma luva interna 10"" de acordo com uma forma de concretização da presente invenção. A figura 16a mostra a válvula de bico de pato 16"' na posição fechada, enquanto que a figura 16b mostra a válvula de bico de pato 16"' na posição aberta.
As figuras 17a e 17b ilustram uma válvula de cone 16"" acoplada com uma luva interna 10"" de acordo com uma forma de concretização da presente invenção. A figura 17a mostra a válvula de cone 16"" na posição fechada, enquanto que a figura 17b mostra a válvula de cone 16"" na posição aberta.
As figuras 18a e 18b ilustram uma válvula espiral 16'"" acoplada com uma luva interna 10"" de acordo com uma forma de concretização da presente invenção. A figura 18a mostra a válvula espiral 16'"" na posição fechada, enquanto que a figura 18b mostra a válvula espiral 16""' na posição aberta.
As figuras 19a e 19b ilustram uma válvula de dois folíolos 16""" acoplada com uma luva interna 10"" de acordo com uma forma de concretização da presente invenção. A figura 19a mostra a válvula de dois folíolos 16""" na posição fechada, enquanto que a figura 19b mostra a válvula de dois folíolos 16""" na posição aberta.
Embora vários arranjos para o membro de vedação tenham sido discutidos aqui, é contemplado que outros arranjos podem ser empregados enquanto permanecem dentro do escopo da presente invenção.
As figuras 22 - 24 ilustram curvas de fluxo e pressão fornecidas pelas válvulas de redução de pressão da presente invenção quando, por exemplo, usadas no sistema 100 (a figura 1) com o dispositivo de geração de pressão 103 que produz um fluxo de gás a uma pressão positiva constante. Embora discutido em conjunção com um dispositivo de CPAP de geração de pressão 103 (que produz o fluxo de gás a uma pressão positiva constante), é contemplado que outros tipos de dispositivos de geração de pressão podem ser empregados. As curvas de PAP de dois níveis ilustradas nas figuras 22 - 24 são geradas pelas válvulas de redução de pressão da presente invenção.
Com referência à figura 22, quando a válvula de redução de pressão é aberta, a pressão de ar positiva de inspiração é igual à pressão de ar positiva constante (isto é, IPAP = CPAP) produzida pelo dispositivo de geração de pressão 103. Quando a válvula de redução de pressão é fechada, a pressão de ar positiva de expiração é menor que a pressão de ar positiva constante (isto é, EPAP < CPAP) porque o fluxo de gás de pressão positiva é lançado através dos orifícios de exaustão de gás pressurizado 8a. O nível de pressão de ar positiva de expiração é dependente de, dentre outros, do tamanho dos orifícios de exaustão de gás pressurizado 8a (e assim da quantidade de fluxo de gás de pressão positiva 18 que pode ser lançada).
As figuras 23 e 24 ilustram curvas de fluxo e pressão que correspondem ao fornecimento das válvulas de redução de pressão que têm um membro de solicitação estruturado para causar com que a luva interna retorne para a posição aberta. Como visto nas figuras 23 e 24, o membro de solicitação impulsiona a luva interna para mover-se para a posição aberta antes do final do ciclo de exalação; provendo assim um flexionamento ou efeito de amortecimento durante a exalação. Como visto na figura 23, o membro de solicitação causa com que a válvula de redução de pressão se feche no final do ciclo de exalação; enquanto que, na figura 24, o membro de solicitação causa com que a válvula de redução de pressão se feche antes do final do período de exalação.
Embora a invenção tenha sido descrita em detalhe para a finalidade de ilustração com base no que é atualmente considerado serem as formas de concretização mais práticas e preferidas, deve ser entendido que tal detalhe é somente para esta finalidade e que a invenção não é limitada às formas de concretização expostas, mas, pelo contrário, é pretendido cobrir modificações e arranjos equivalentes que estão dentro do espírito e escopo das reivindicações anexas. Por exemplo, embora as válvulas de redução de pressão
ilustradas nas presentes formas de concretização tenham orifícios separadas na parede do corpo de válvula 2, os termos "orifícios de exaustão de gás pressurizado" e "orifícios de exaustão de gás de exalação" são contemplados como abrangendo um único orifício no corpo de válvula 2 que é dividido pela luva interna 10 em uma tal maneira a prevenir que fluxo de gás de pressão positiva 18 se misture com fluxo de gás de exalação 20. Como outro exemplo, deve ser entendido que a presente invenção contempla que, na extensão possível, uma ou mais características de qualquer forma de concretização podem ser combinadas com um ou mais características de qualquer outra forma de concretização.
Claims (25)
1. Válvula de redução de pressão (1), caracterizada pelo fato de que compreende: um corpo de válvula (2) que tem um número de orifícios de exaustão de gás pressurizado (8a) e um número de orifícios de exaustão de gás de exalação (8b); e uma luva interna (10) que tem um número de orifícios internos (12), em que a luva interna (10) pode ser movida dentro do corpo de válvula (2) entre uma posição fechada, na qual os orifícios internos (12) estão fechados e os orifícios de exaustão de gás pressurizado (8a) e os orifícios de exaustão de gás de exalação (8b) estão abertos, e uma posição aberta, na qual os orifícios internos (12) estão abertos e os orifícios de exaustão de gás pressurizado (8a) e os orifícios de exaustão de gás de exalação (8b) estão fechados.
2. Válvula de redução de pressão (1) de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que o corpo de válvula (2) inclui uma extremidade de gerador de pressão (4) e uma extremidade de interface de paciente (6), em que a extremidade de gerador de pressão (4) é estruturada para receber um fluxo de gás de pressão positiva (18) a partir de um dispositivo de geração de pressão (103), e em que a extremidade de interface de paciente (6) é estruturada para fornecer o fluxo de gás de pressão positiva (18) para um paciente e receber um fluxo de gás de exalação (20) a partir de um tal paciente.
3. Válvula de redução de pressão (1) de acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de que a luva interna (10) tem um número de orifícios (14) que estão em comunicação fluida com o número de orifícios de exaustão de gás pressurizado (8a) quando a luva interna (10) está na posição fechada, e em que a luva interna (10) tem, associado com a mesma, um membro de vedação (16) estruturado para fechar os orifícios internos (12) e impedir o fluxo de gás de pressão positiva (18) da extremidade de gerador de pressão (4) para a extremidade de interface de paciente (6) quando a luva interna (10) está na posição fechada e estruturado para permitir o fluxo de gás de pressão positiva (18) da extremidade de gerador de pressão (4) para a extremidade de interface de paciente (6) quando a luva interna (10) está na posição aberta, o membro de vedação (16) sendo um de uma válvula de diafragma (16'), uma válvula de borboleta (16"), uma válvula de bico de pato (16"'), uma válvula de guarda-chuva (16), uma válvula de cone (16""), uma válvula espiral (16'""), e uma válvula de dois folíolos (16""").
4. Válvula de redução de pressão (1) de acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de que ainda compreende um membro de solicitação (17) para retornar a luva interna (10) para uma da posição fechada e da posição aberta quando o fluxo de gás de pressão positiva (18) está ausente da extremidade de gerador de pressão (4).
5. Válvula de redução de pressão (1) de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que os orifícios de exaustão de gás pressurizado (8a) são estruturados para comunicar operativamente um fluxo de gás de pressão positiva (18) através do corpo de válvula (2) quando a luva interna (10) está na posição fechada e em que os orifícios de exaustão de gás de exalação (8b) são estruturados para comunicar operativamente um fluxo de gás de exalação (20) através do corpo de válvula (2) quando a luva interna (10) está na posição fechada.
6. Válvula de redução de pressão (1) de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a luva interna (10) tem uma face de impacto de gerador de pressão (10a) e uma face de impacto de interface de paciente (10b), e em que uma área de superfície da face de impacto de gerador de pressão (10a) é entre aproximadamente 75 por cento e 100 por cento de uma área de superfície da face de impacto de interface de paciente (10b).
7. Válvula de redução de pressão (1) de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que ainda compreende pelo menos um de um silenciador (13) associado com pelo menos um dos orifícios de exaustão de gás pressurizado (8a) e dos orifícios de exaustão de gás de exalação (8b), e uma luva externa ajustável (24) estruturada para controlar uma quantidade de gás descarregado através de um dos orifícios de exaustão de gás pressurizado (8a) e dos orifícios de exaustão de gás de exalação (8b).
8. Válvula de redução de pressão (1), caracterizada pelo fato de que compreende: um corpo de válvula (2) que tem uma extremidade de interface de paciente (6) e uma extremidade de gerador de pressão (4) com pelo menos dois orifícios de exaustão (8a, 8b) entre as mesmas; e uma luva interna (10) pode ser movida dentro do corpo de válvula (2), em que a luva interna (10) é estruturada para comunicar um fluxo de gás de pressão positiva (18) da extremidade de gerador de pressão (4) para a extremidade de interface de paciente (6) durante uma fase inspiratória, e em que a luva interna (10) é estruturada para desviar o fluxo de gás de pressão positiva (18) para um primeiro dos pelo menos dois orifícios de exaustão (8a) e para comunicar um fluxo de gás de exalação (20) da extremidade de interface de paciente (6) para um segundo dos pelo menos dois orifícios de exaustão (8b) durante a fase expiratória.
9. Válvula de redução de pressão (1) de acordo com a reivindicação 8, caracterizada pelo fato de que a extremidade de gerador de pressão (4) é estruturada para acoplar com um gerador de gás (103) operável para produzir o fluxo de gás de pressão positiva (18), e em que a extremidade de interface de paciente (6) é estruturada para acoplar com um dispositivo de interface de paciente (105) operável para fornecer o fluxo de gás de pressão positiva (18) para uma via aérea do paciente e operável para receber um fluxo de gás de exalação (20) a partir de uma tal via aérea do paciente.
10. Válvula de redução de pressão (1) de acordo com a reivindicação 8, caracterizada pelo fato de que a luva interna (10) tem um número de orifícios internos (12) operável para comunicar o fluxo de gás de pressão positiva (18) da extremidade de gerador de pressão (4) para a extremidade de interface de paciente (6) durante inalação, e em que a luva interna (10) tem, associado com a mesma, um membro de vedação (16) estruturado para impedir comunicação do fluxo de gás de pressão positiva (18) da extremidade de gerador de pressão (4) para a extremidade de interface de paciente (6) através de pelo menos alguns do número de orifícios internos (12) durante exalação.
11. Válvula de redução de pressão (1) de acordo com a reivindicação 8, caracterizada pelo fato de que ainda compreende um meio de solicitação (17) para retornar a luva interna (10) para uma posição na qual um fluxo de gás de exalação (20) é fornecido para o segundo dos pelo menos dois orifícios de exaustão (8b) quando o fluxo de gás de pressão positiva (18) está ausente da extremidade de gerador de pressão (4).
12. Válvula de redução de pressão (1) de acordo com a reivindicação 8, caracterizada pelo fato de que ainda compreende pelo menos um de um silenciador (13) associado com pelo menos um dos pelo menos dois orifícios de exaustão (8a, 8b); e uma luva externa ajustável (24) estruturada para controlar uma quantidade de gás descarregado através de pelo menos um dos dois orifícios de exaustão (8a, 8b), em que a luva externa ajustável (24) é adaptada para autotitulação de um paciente.
13. Método para prover um gás de respiração (18) para um paciente, caracterizado pelo fato de que compreende: comunicar o gás de respiração (18) através de um circuito de paciente (102) para uma via aérea de um tal paciente durante uma fase inspiratória, em que o circuito de paciente (102) tem pelo menos um orifício de exaustão de gás de respiração (8a) e um orifício de exaustão de gás de exalação (8b); desviar o gás de respiração (18) para longe da via aérea de um tal paciente através do orifício de exaustão de gás de respiração (8a) durante uma fase expiratória; e direcionar um gás de exalação (20) a partir da via aérea de um tal paciente através do orifício de exaustão de gás de exalação (8b) durante a fase expiratória.
14. Método de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que comunicar o gás de respiração (18) através de um circuito de paciente (102) compreende fornecer o gás de respiração (18) para a via aérea de um tal paciente através de uma válvula de redução de pressão (1) que tem um corpo de válvula (2) e uma luva interna (10), em que o corpo de válvula (2) inclui o orifício de exaustão de gás de respiração (8a) e o orifício de exaustão de gás de exalação (8b) no mesmo, em que a luva interna (10) tem um número de orifícios internos (12) e um número de orifícios (14), e em que a luva interna (10) é posicionada para uma posição aberta.
15. Método de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que dita válvula de redução de pressão (1) tem uma luva externa ajustável (24) e em que o método ainda compreende controlar a luva externa ajustável (24) para titular um tal paciente.
16. Método de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que desviar o gás de respiração (18) para longe a partir da via aérea de um tal paciente compreende posicionar a luva interna (10) para uma posição fechada e redirecionar o gás de respiração (18) para o orifício de exaustão de gás de respiração (8 a), e em que direcionar o gás de exalação (20) para longe a partir da via aérea de um tal paciente compreende posicionar a luva interna (10) para uma posição fechada e direcionar o gás de exalação (20) para o orifício de exaustão de gás de exalação (8b).
17. Método para prover um gás de respiração em um sistema (100) adaptado para prover um regime de terapia respiratória para um paciente, o sistema incluindo um circuito de paciente (102) com uma válvula de redução de pressão (1) que tem um primeiro orifício de exaustão (8a) e um segundo orifício de exaustão (8b) no mesmo, caracterizado pelo fato de que o método compreende: fornecer o fluxo de gás de respiração (18) para a via aérea de um tal paciente através do circuito de paciente (102) durante uma fase inspiratória; e desviar o fluxo de gás de respiração (18) para longe a partir da via aérea de um tal paciente através do primeiro orifício de exaustão (8a) durante o refugo de um fluxo de gás de exalação (20) a partir da via aérea de um tal paciente através do segundo orifício de exaustão (8b) durante uma fase de exalação, em que a válvula de redução de pressão (1) tem um corpo de válvula (2) e uma luva interna (10), em que fornecer o fluxo de gás de respiração (18) inclui empregar o fluxo de gás de respiração (18) para mover a luva interna (10) dentro do corpo de válvula (2) para uma posição aberta, e em que desviar o fluxo de gás de respiração (18) enquanto refuga o fluxo de gás de exalação (20) inclui empregar o fluxo de gás de exalação (20) para mover a luva interna (10) dentro do corpo de válvula (2) para uma posição fechada.
18. Método de acordo com a reivindicação 17, caracterizado pelo fato de que desviar o fluxo de gás de respiração (18) enquanto refuga o fluxo de gás de exalação (20) ainda compreende silenciar som produzido por pelo menos um do fluxo de gás de respiração (18) que sai do primeiro orifício de exaustão (8a) e do fluxo de gás de exalação (20) que sai do segundo orifício de exaustão (8b).
19. Método de acordo com a reivindicação 17, caracterizado pelo fato de que a válvula de redução de pressão (1) tem uma luva externa ajustável (24), o método ainda compreende controlar pelo menos uma de uma quantidade de gás de respiração (18) desviado através do primeiro orifício de exaustão (8a) e uma quantidade de gás de exalação (20) dirigida através do segundo orifício de exaustão de gás (8b).
20. Aparelho para fornecer um fluxo de gás de pressão positiva (18) para uma via aérea de um paciente, caracterizado pelo fato de que o aparelho compreende: um gerador de fluxo de gás (103) estruturado para produzir o fluxo de gás de pressão positiva (18); um dispositivo de interface de paciente (105) estruturado para comunicar o fluxo de gás de pressão positiva (18) para a via aérea de um tal paciente; e um circuito de paciente (102) estruturado para acoplar o gerador de fluxo de gás (103) com o dispositivo de interface de paciente (105), em que o circuito de paciente (102) inclui uma válvula de redução de pressão (1) com um corpo de válvula (2) e uma luva interna (10), em que o corpo de válvula (2) tem pelo menos dois orifícios de exaustão (8a, 8b) no mesmo, em que a luva interna (10) pode ser movida dentro do corpo de válvula (T), em que a luva interna (10) é estruturada para comunicar o fluxo de gás de pressão positiva (18) do gerador de fluxo de gás (103) para o dispositivo de interface de paciente (105) durante uma fase inspiratória, e em que a luva interna (10) é estruturada para desviar o fluxo de gás de pressão positiva (18) para um primeiro dos pelo menos dois orifícios de exaustão (8a) durante uma fase expiratória.
21. Aparelho de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de interface de paciente (105) é ainda estruturado para comunicar um fluxo de gás de exalação (20) a partir da via aérea de um tal paciente, e em que a luva interna (10) é estruturada para desviar o fluxo de gás de exalação (20) para um segundo dos pelo menos dois orifícios de exaustão (8b) durante a fase expiratória.
22. Aparelho de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato de que a válvula de redução de pressão (1) ainda compreende um meio de solicitação (17) estruturado para posicionar a luva interna (10) em uma posição na qual o fluxo de gás de exalação (20) é fornecido para o segundo dos pelo menos dois orifícios de exaustão (8b) quando o fluxo de gás de pressão positiva (18) está ausente.
23. Aparelho de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato de que a luva interna (10) tem um número de orifícios internos (12)operável para comunicar o fluxo de gás de pressão positiva (18) do gerador de fluxo de gás (103) para o dispositivo de interface de paciente (105) durante inalação, e em que o aparelho ainda compreende um membro de vedação (16) estruturado para impedir comunicação do fluxo de gás de pressão positiva (18) do gerador de fluxo de gás (103) para o dispositivo de interface de paciente (105) através de pelo menos alguns do número de orifícios internos (12) até durante exalação.
24. Aparelho de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato de que ainda compreende uma luva externa ajustável (24), estruturada para controlar uma quantidade de gás (18, 20) descarregado através de pelo menos um dos dois orifícios de exaustão (8a, 8b), em que a luva externa ajustável (24) é adaptada para titulação de um paciente.
25. Aparelho de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato de que a luva interna (10) tem uma face de impacto de gerador de pressão (10a) e uma face de impacto de interface de paciente (10b), e em que uma área de superfície da face de impacto de gerador de pressão (10a) é entre aproximadamente 75 por cento e 100 por cento de uma área de superfície da face de impacto de interface de paciente (10b).
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