BRPI0719010A2 - Cilindro de transporte com função de limpeza - Google Patents
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Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "CILINDRO DE TRANSPORTE COM FUNÇÃO DE LIMPEZA".
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a um cilindro de transporte e a um transportador de correia. Antecedente da Invenção
Existem diversos instalações de transporte, nas quais o material a ser transportado se transporta sobre cilindros de transporte ou correias transportadoras, os quais são suportados por cilindros de transporte. Em parte, cilindros de transporte deste gênero são acionados.
Instalações de transporte deste gênero se utilizam também em âmbitos, nos quais são exigidos altos requisitos de higiene, como por exem- plo, na indústria alimentar. Partes da instalação de transporte têm que ser limpas, por exemplo, depois de cada turno. Tarefa
É tarefa da invenção colocar à disposição um cilindro de trans- porte e um transportador de correia, que contribuem para o fato que uma instalação de transporte trabalhe de maneira confiável e que partes da insta- lação de transporte possam ser limpas facilmente. Solução da Tarefa
A tarefa se soluciona por meio do dispositivo de acordo com as reivindicações independentes. Outras formas de execução vantajosas são publicadas nas reivindicações dependentes.
Um aspecto da invenção se refere ao cilindro de transporte, compreendendo um invólucro do cilindro, uma conexão para fluido e pelo menos um primeiro elemento de fixação para a fixação do cilindro de trans- porte em uma armação de transporte, sendo que o invólucro do cilindro a- presenta um tubo externo, que está apoiado de maneira giratória em volta do primeiro elemento de fixação, sendo que o tubo externo apresenta em sua superfície da circunferência várias aberturas de saída do fluido, sendo que a conexão para fluido está em comunicação com as aberturas de saída do fluido. Um cilindro de transporte deste gênero tem a vantagem, que um fluido de limpeza pode ser esguichado para fora através das aberturas de saída do fluido, e que desta maneira possam ser limpos o cilindro de transporte e/ou uma tira de correia que passa em volta do cilindro de transporte ou que pas- sa ao lado do cilindro de transporte, a qual de preferência está executada como cadeia de elos.
Além disso, está preferida uma forma de execução do cilindro de transporte, na qual está configurado um espaço de corrente entre o tubo ex- terno e um tubo interno, disposto pelo menos por seções dentro do tubo ex- terno. Por meio desta forma de execução está garantido, que dentro do tubo interno se cria uma região, a qual não sofre a passagem de um fluido. Den- tro de um espaço interno deste gênero podem ser colocados elementos do cilindro de transporte, que não devem chegar a ter contato com o fluido.
Uma outra forma de execução vantajosa se refere a um cilindro de transporte, no qual o tubo externo e o tubo interno são componentes de um invólucro do cilindro. Esta construção tem a vantagem, que o tubo inter- no e o tubo externo podem ser vedados facilmente, uma vez que entre o tu- bo interno e o tubo externo não ocorre nenhum movimento relativo. Um invó- lucro do cilindro deste gênero pode ser fabricado facilmente, e garante que todas as aberturas de saída do fluido na superfície da circunferência do invó- lucro do cilindro, possam ser alimentadas de maneira uniforme com fluido de limpeza.
Um cilindro de transporte deste gênero apresenta de preferência uma configuração, na qual o espaço interno do tubo interno se executa de maneira separada e estanque ao fluido, em relação a regiões condutores de fluido. Também esta configuração tem a vantagem, que dentro do espaço interno do tubo interno possam ser dispostos elementos do cilindro de trans- porte, que não devem chegar a ter contato com o fluido de limpeza.
Além disso, se prefere um cilindro de transporte deste gênero, que apresenta uma unidade de acionamento que está disposta dentro do invólucro do cilindro, a qual está ligada de maneira resistente à torção com o primeiro elemento de fixação e que está ligada com o invólucro do cilindro de tal maneira, que o invólucro do cilindro possa ser acionado de maneira gira- tória em volta do primeiro elemento de fixação. Um cilindro de transporte deste gênero apresenta a vantagem, que em um transportador de correia, de acordo com a invenção, cilindros de transporte podem ser dispostos não só na região dos cilindros de desvio ou cilindros de apoio, mas também como cilindros de acionamento. Isso tem a vantagem, que em ambos os pontos de desvio pode ser previsto um cilindro de transporte de acordo com a inven- ção. Nestas regiões, nas quais existe um grande ângulo de enrolamento da tira de correia em volta do cilindro de transporte, a tira de correia pode ser limpa de maneira especialmente eficaz, uma vez que devido ao grande ân- guio de enrolamento se obtém uma região maior da tira de correia, que pode ser esguichada e com isso limpa, com o fluido de limpeza. Isso vale especi- almente quando a tira de correia está executada como cadeia de elos ou quando a tira de correia apresenta elos. Neste caso, elos vizinhos se desvi- am de maneira relativa um ao outro na região do desvio, assim que devido a este desvio também as juntas entre os elos possam ser limpas melhor.
Uma outra forma de execução vantajosa se refere a um cilindro de transporte deste gênero, o qual, além disso, apresenta no primeiro ele- mento de fixação uma passagem de cabo para um cabo elétrico, o qual ali- menta a unidade de acionamento com corrente. Tal forma de execução tem a vantagem, que todas as conexões ou pelo menos várias conexões podem ser dispostas em um lado do cilindro de transporte.
Além disso, se prefere uma configuração de um cilindro de transporte, na qual a conexão para fluido está prevista no primeiro elemento de fixação e/ou em um segundo elemento de fixação. Uma configuração deste gênero tem a vantagem, que o diâmetro dos elementos de fixação po- de ser reduzido, assim que cilindros de transporte deste gênero podem a- presentar em sua totalidade um diâmetro menor.
Além disso, um cilindro de transporte deste gênero apresenta de preferência uma configuração, que apresenta duas conexões para fluido, separadas uma da outra. Caso se prevejam duas conexões para fluido, en- tão pode ser obtido por um lado um débito de passagem do fluido maior, por outro lado se obtém desta maneira uma ótima distribuição de pressão dinâ- mica, assim que possa ser garantida uma formação do jato uniforme ao lon- go da totalidade do comprimento do tubo. Além disso, existe a possibilidade, que se utilizam diversos fluidos de limpeza. Desta maneira, por exemplo, através de uma conexão pode ser bombeada água limpa, ou água misturada com um meio de limpeza, e através da outra conexão em meio de desinfec- ção. Também é imaginável, que através de uma conexão se bombeia água limpa e através da outra conexão meio de limpeza. Além disso, é preferida uma forma de execução, na qual as conexões são providas com uma válvula de retenção, assim que, por exemplo, um meio de desinfecção que é bombe- ado através de uma conexão, não pode ser forçado através da outra conexão de volta para dentro da alimentação da água. No caso de uma configuração com válvulas de retenção também seria possível conduzir de volta um fluido de limpeza através de uma conexão, depois da limpeza executada parar a alimentação do fluido de limpeza, e insuflar ar comprimido através da outra conexão, assim que se secam a tira de correia e o cilindro de transporte.
Além disso, se prefere uma forma de execução do cilindro de transporte, na qual o invólucro do cilindro apresenta em sua circunferência elementos de distância, os quais apresentam pontos de apoio para uma tira de correia a ser apoiada pelo cilindro de transporte, de tal maneira, que uma envoltória, que é definida pelos pontos de apoio, passa de maneira distanci- ada em relação a uma superfície externa do tubo externo. Elementos de dis- tanciamento deste gênero têm a vantagem, que a tira de correia passa em uma distância predeterminada em volta do cilindro de transporte, pelo qual também na região de enrolamento possa ser esguichado fluido de limpeza sobre a tira de correia.
Uma outra forma de execução vantajosa se refere a um cilindro de transporte deste gênero, no qual os elementos de distanciamento são executados como discos em forma de coroa dentada, cujos dentes se estendem da coroa dentada para fora. Discos configurados deste gênero têm a vantagem, que uma tira
de correia, a qual está executada de preferência como cadeia de elos, chega a ter contato com o cilindro de transporte somente mediante regiões de apoio em forma de linha ou de maneira puntiforme, assim que entre as regiões de apoio possa ser limpa bem a tira de correia ou a cadeia de elos, respectivamente.
Um outro aspecto da invenção se refere a um transportador de correia com um cilindro de transporte, de acordo com uma das reivindica- ções anteriores, o qual apresenta uma tira de correia, que está apoiada pelo cilindro de transporte. Uma tira de correia deste gênero pode apresentar, por exemplo, uma tira têxtil, a qual apresenta uma superfície gomada ou uma superfície a ser limpa de maneira fácil depois de um outro tratamento da su- perfície. Também interessam outras tiras de correia, como por exemplo, ca- deias de elos ou combinações de cadeias de elos e tiras têxteis. São preferi- das tiras têxteis, que são construídas de cadeias modulares de material sin- tético, como são oferecidas, por exemplo, pela empresa Intralox.
Um transportador de correia deste gênero apresenta de prefe- rência uma configuração, na qual o cilindro de transporte está disposto em um ponto de desvio da tira de correia. Em um ponto de desvio a tira de cor- reia apresenta o maior ângulo de enrolamento em volta do cilindro de trans- porte, assim que ao longo de um grande ângulo de enrolamento pode ser esguichado fluido de limpeza sobre a tira de correia, e desta maneira pode ser obtido um efeito de limpeza ótimo. Isso vale especialmente quando se utiliza uma cadeia de elos. Neste caso, elos vizinhos se desviam de maneira relativa uma em relação à outra na região do desvio e/ou se abrem as char- neiras de elos, assim que mediante este desvio/abertura também podem ser limpas melhor as juntas entre os elos e/ou as charneiras dos elos. Em seguida se descrevem de maneira exemplar umas formas de
execução especialmente preferidas da invenção. Neste caso, as formas de execução descritas apresentam em parte características, que não são obri- gatoriamente necessárias para executar a presente invenção, as quais, no entanto, em geral são consideradas como preferidas. Desta maneira, tam- bém formas de execução devem ser consideradas publicadas como fazendo parte dos ensinamentos da invenção, as quais não apresentam todas as ca- racterísticas das formas de execução descritas em seguida. Do mesmo mo- do é imaginável combinar características de maneira seletiva umas com as outras, as quais se descrevem com respeito a formas de execução diferen- tes.
Descrição Reduzida dos Desenhos Nas figuras mostram:
a figura 1 é ma vista lateral de um instalação de transporte 1, com um cilindro de transporte 5, em uma armação de transporte 3, de acor- do com a invenção em um ponto de desvio 2, de uma tira de correia 4,
a figura 2 é uma seção transversal através da armação de trans- porte e do cilindro de transporte da figura 1, ao longo de um plano de corte, que na figura 1 está denominado com J-J1
a figura 3 é uma vista isométrica de um cilindro de transporte, de acordo com a invenção, que está colocado em uma armação de transporte, e
a figura 4 é uma seção transversal através da armação de trans-
porte e do cilindro de transporte da figura 1, na região do primeiro elemento de fixação, de acordo com uma outra forma de execução. Descrição Detalhada do Desenho
A figura 1 mostra uma vista lateral de uma instalação de trans- porte 1, com um cilindro de transporte 5, em uma armação de transporte 3, de acordo com a invenção em um ponto de desvio 2, de uma tira de correia 4.
Na vista representada, o lado tenso da tira de correia 4, se des- via em 180°, e sai outra vez do cilindro de transporte em essência de manei- ra paralela em relação ao lado tenso. No entanto, o termo ponto de desvio não deve ser restrito à presente execução, mas compreende todas as confi- gurações, nas quais a direção de operação do lado tenso se distingue da direção de operação do lado frouxo.
Na figura 1 está representada a vista lateral do cilindro de trans- porte 5, no qual são dispostas tanto a conexão para fluido 55, como também a passagem de cabo 57. Sobre a conexão para fluido 55, está encaixada uma mangueira, a qual alimenta o cilindro de transporte com um fluido de limpeza, como por exemplo, água com ou sem aditivo de limpeza, ou com um outro fluido.
Ao lado da conexão para fluido 55, está disposta a passagem de cabo 57. Na figura 1, são encobertas tanto a passagem de cabo 57, como também a conexão para fluido 55, por um cabo elétrico 58 e, respectivamen- te, por uma mangueira, que está encaixada sobre a conexão para fluido 55. O cabo elétrico 58, está conectado por meio de uma peça de plugue em uma peça de plugue correspondente no lado do cilindro de transporte 5. A cone- xão para fluido 55, apresenta na forma de execução representada uma parte separada em forma de tubuladura, a qual está encaixada ou aparafusada em uma abertura de fluido no lado frontal do cilindro de transporte 5. Quando se desmonta esta parte separada, então na superfície de contato do primeiro elemento de fixação 52, não sobressai mais nesta região nenhum elemento da conexão para fluido 55, para além da superfície de frente, assim que a conexão para fluido não dificulta uma montagem/desmontagem do cilindro de transporte na armação de transporte e, respectivamente, da armação de transporte. Também a conexão de encaixe entre o cabo elétrico 58, e o cilin- dro de transporte 5, está configurada de preferência de maneira nivelada com a superfície do primeiro elemento de fixação 52, assim que o cilindro de transporte 5, com o plugue sacado para fora, possa ser facilmente monta- do/desmontado.
As conexões na região do segundo elemento de fixação 53, são de preferência configuradas de maneira idêntica.
Em comparação com os eixos de cilindros de transporte ou os motores de cilindro axial tradicionais, no caso do cilindro de transporte de acordo com a invenção, o diâmetro dos elementos de fixação 52, 53, está de preferência fortemente aumentado, assim que de preferência tanto as cone- xões de encaixe elétricas como também os furos cegos para o aparafusa- mento como também para a conexão para fluido 55, possam ser previstos na superfície de frente de um dos elementos de fixação 52, 53. Neste caso, os elementos de fixação 52, 53, são configurados de tal maneira, que estes em sua extensão longitudinal sobressaiam somente de maneira insignifican- te do invólucro do cilindro. De preferência, a saliência é em cada lado de um a dois milímetros.
Além disso, na superfície de frente de um ou de ambos os ele- mentos de fixação 52, 53, está prevista uma ranhura para um O-ring, a qual circunda aparafusamentos e conexões. Um O-ring inserido nesta ranhura veda o elemento de fixação em relação à armação de transporte adjacente, assim que se forma uma região seca dentro da ranhura do O-ring, que está separada da região úmida no lado do invólucro do cilindro. A região seca apresenta de preferência a região de conexão. A armação de transporte está configurada, pelo menos nesta região, de preferência como parede lisa de chapa.
Além da passagem de cabo 57, e da conexão para fluido 55, são representados na figura 1, também quatro parafusos de hexágono interno, os quais fixam o cilindro de transporte 5, na armação de transporte 3. No caso da preferida forma de execução representada, o cilindro
de transporte 5, apresenta vários elementos de distanciamento 56, dos quais um pode ser reconhecido parcialmente na figura 1. O elemento de distanci- amento representado está executado de maneira semelhante a uma coroa dentada, e apresenta dentes 561, em cujas extremidades radiais são confi- gurados cada vez pontos de apoio 562. Os elementos de distanciamento 56, são colocados sob pressão ou encaixados sobre uma superfície da circunfe- rência 543, do invólucro do cilindro 54, e lá são fixados, por exemplo, por soldadura. No caso de uma forma de execução preferida, o invólucro do ci- lindro 54, apresenta na superfície da circunferência 543, uma ranhura para mola de ajuste, na qual se insere uma mola de ajuste. A mola de ajuste en- grena em ranhuras correspondentes dos elementos de distanciamento 56, assim que possa ser transmitido um torque do invólucro do cilindro através dos elementos de distanciamento 56, para a tira de correia 4. A ranhura para mola de ajuste pode estender-se ao longo de seções do invólucro do cilindro 54. De preferência, a ranhura para mola de ajuste se estende ao longo da totalidade da largura do invólucro do cilindro 54. A configuração da transmis- são do torque através da ranhura para mola de ajuste, das molas de ajuste e das ranhuras correspondentes dos elementos de distanciamento 56, possibi- lita um apoio de preferência volante dos elementos de distanciamento, assim que podem ser compensados coeficientes de dilatação diferentes entre o cilindro de transporte e tira de correia.
De preferência, a tira de correia 4, é uma tira têxtil com uma su-
perfície gomada ou com uma outra superfície, que possibilita uma limpeza simples. De preferência, uma tira de correia deste gênero está configurada de tal maneira, que esta coloca à disposição uma resistência suficiente, as- sim que os dentes 561, do elemento de distanciamento 56, não danificam a tira de correia. Caso se colocassem tensões de correia mais altas, com as quais não seja mais garantida tal capacidade de resistência, então podem ser utilizadas no lugar da forma de execução mostrada do elemento de dis- tanciamento 56, elementos de distanciamento que colocam à disposição uma superfície de apoio em forma de linha ou superficial, assim que se re- duz a carga sobre a superfície tira de correia 4.
Quando no lugar da tira de correia 4 representada, se utiliza uma cadeia de elos, então elementos de elo podem engrenar nos espaços inter- mediários entre os dentes 561, do elemento de distanciamento 56, assim que se cria uma conexão com fecho devido à forma entre o cilindro de trans- porte 5, e a cadeia de elos, com o intuito de poder transmitir também altas forças motrizes através do cilindro de transporte 5. Cadeias modulares de material sintético são oferecidas, por exemplo, pela empresa Intralox.
A figura 2, mostra uma seção transversal através da armação de transporte e o cilindro de transporte da figura 1, ao longo de um plano de corte, que na figura 1 está denominado com J-J.
No lado direito do cilindro de transporte 5, está representado um primeiro elemento de fixação 52. Este primeiro elemento de fixação 52, se segura ou se fixa, respectivamente, de maneira resistente à torção na arma- ção de transporte 3, através de parafusos, os quais foram descritos com respeito à figura 1. No lado representado à direita na figura 2, está represen- tado um segundo elemento de fixação 53, o qual também está segurado de maneira resistente à torção na armação de transporte 3. Ambos os elemen- tos de fixação servem como eixo(s) do cilindro de transporte.
No caso de um cilindro de transporte com uma unidade de acio- namento situada no interior, o torque da unidade de acionamento pode ser escorado na armação de transporte por meio de um ou por ambos os ele- mentos de fixação. Unidades de acionamento deste gênero podem apresen- tar motores elétricos, motores hidráulicos e/ou engrenagens. O cilindro de transporte representado presta-se para a recepção de uma unidade de acio- namento, no entanto, a unidade de acionamento não está representada nas figuras.
Na forma de execução representada está previsto tanto no pri-
meiro elemento de fixação 52, como também no segundo elemento de fixa- ção 53, cada vez uma conexão para fluido 55. Devido a esta configuração preferida se produz dentro do espaço de escoamento uma pressão do fluido uniforme, o que está vantajoso especialmente no caso de cilindros de trans- porte mais longos.
Sobre ambos os elementos de fixação 52, 53, está apoiado de maneira resistente à torção um invólucro do cilindro 54. Na forma de execu- ção representada, o invólucro do cilindro apresenta de preferência um tubo de invólucro, que está configurado como tubo externo 541, e um tubo- tambor, que está configurado como tubo interno 542. O tubo externo 541, e o tubo interno 542, em suas extremidades axiais são vedados de preferência por meio de um elemento anelar, o qual ao mesmo tempo fixa ambos os tu- bos um em relação ao outro. Entre ambos os tubos se forma um espaço de escoamento 544.
O invólucro do cilindro 54, está apoiado de maneira giratória a-
través de vários elementos intermediários no primeiro e no segundo elemen- to de fixação 52, 53. Para isso, entre os elementos intermediários e os ele- mentos de fixação são previstos, entre outros, rolamentos e vedações. As vedações garantem, que um fluido de limpeza que se bombeia através das conexões para fluido 55, e através dos elementos intermediários para dentro do espaço de escoamento 544, não possa chegar no espaço interno no tubo interno 542, o qual se forma entre ambos os elementos de fixação 52, 53. Estas vedações são de preferência anéis de vedação para eixo radial ou vedações com anel deslizante. Além disso, estas vedações são projetadas de preferência de tal maneira, que estas podem resistir também a pressões altas.
As conexões para fluido são configuradas de preferência como
furos cegos nos elementos de fixação. Partindo destes furos cegos se es- tendem furos para fora em direção ao invólucro do cilindro. Também nos elementos intermediários são previstos furos deste gênero. A fim de que um fluido de limpeza possa fluir de maneira contínua dos furos de pelo menos um elemento de fixação para dentro dos furos do respectivo elemento inter- mediário correspondente, está previsto de preferência uma ranhura circun- dante ou nos elementos de fixação 52, 53, e/ou nos elementos intermediá- rios, na qual desembocam cada vez os furos. Desta maneira, os furos po- dem comunicar-se uns com os outros de maneira independente da posição angular entre os elementos de fixação e os elementos intermediários.
A fenda que está situada entre os elementos de fixação e os e- Iementos intermediários em direção da armação de transporte 3, também pose ser vedada. Em regra isso não é necessário, uma vez que para o efeito de limpeza é vantajoso, quando o fluido de limpeza é forçado através desta fenda em direção axial do cilindro de transporte 5, para fora até a armação de transporte 3, e lá em direção radial entre o elemento intermediário e a armação de transporte 3, para fora, e desta maneira contribui também para uma limpeza destas superfícies. Por conseguinte, é preferido quando nestas regiões não exista nenhuma vedação. Na figura 4, está mostrada uma outra forma de execução prefe-
rida. No caso desta preferida forma de execução representada de acordo com a invenção está previsto entre o primeiro elemento de fixação 52, e o invólucro do cilindro 54, um elemento corrediço 59. Este elemento corrediço 59, está configurado de tal maneira, que sua superfície da circunferência virada para o invólucro do cilindro 54, e a superfície interna do invólucro do cilindro 54, formam uma sede de corrediça, a qual possibilita uma recepção deslocável em direção do eixo do tambor do elemento corrediço 59, dentro do invólucro do cilindro 54. No lado interno do elemento corrediço virado pa- ra o primeiro elemento de fixação, se forma uma fenda de fluido entre o ele- mento corrediço e o primeiro elemento de fixação.
O elemento corrediço 59, em sua superfície de frente no lado da armação de transporte, está provido com uma superfície lisa em essência plana, assim que o elemento corrediço encostar-se-ia em essência de ma- neira superficial na superfície da armação de transporte, caso este se force para fora até o encosto.
O elemento corrediço 59, está fabricado de preferência de um polietileno comprimido de maneira ultra-alta, de preferência de PE 1000. Ou- tros materiais, que apresentam um coeficiente de fricção baixo, também po- dem ser utilizados.
No caso da forma de execução preferida mostrada na figura 4, se forma uma câmara de escoamento 51 em forma de anel, entre o primeiro elemento de fixação 52, o invólucro do cilindro 54, os elementos intermediá- rios e o elemento corrediço 59. Os furos, que se estendem no primeiro ele- mento de fixação para fora em direção do invólucro do cilindro, desembocam de preferência diretamente nesta câmara de escoamento 51. A câmara de escoamento 51, está ligada no lado do invólucro do cilindro através de aber- turas de conexão com o espaço de escoamento 544. Os furos e as aberturas de conexão são dimensionados de tal maneira, que pelo fluido, o qual duran- te a operação de limpeza flui através dos furos para dentro da câmara de escoamento 51, e partindo desta através das aberturas de conexão para dentro do espaço de escoamento 544, se produz uma pressão dinâmica, a qual atua sobre o lado do elemento corrediço 59, afastado da armação de transporte, e força este de maneira axial em direção da armação de trans- porte. Ao mesmo tempo o fluido corre através da fenda entre o elemento corrediço 59, e o primeiro elemento de fixação 52, e através do espaço in- termediário entre o elemento corrediço 59, e a armação de transporte para fora. Desta maneira se produz uma fenda hidrodinâmica, através da qual flui o fluido com grande pressão, assim que se limpa a superfície entre a arma- ção de transporte e o elemento corrediço. Neste caso, o elemento corrediço e as partes vizinhas são di- mensionados de preferência de tal maneira, que durante a operação de lim- peza se obtém uma velocidade de escoamento do fluido entre o elemento corrediço 59, e a armação de transporte, maior que dentro da câmara de escoamento 51. Desta maneira se produz o efeito, que a pressão do fluido no lado da câmara de escoamento 51, é maior que entre o elemento corredi- ço 59, e a armação de transporte, assim que o elemento corrediço 59, se força para fora.
Durante a operação normal (sem meio de limpeza), o coeficiente de fricção pequeno entre o elemento corrediço e a armação de transporte produz o efeito, que só ocorre um desgaste mínimo no elemento corrediço.
De preferência, o cilindro de transporte apresenta no lado oposto também uma configuração deste gênero com um elemento corrediço.
Na forma de execução representada nas figuras, na região do segundo elemento de fixação 53, no lado do segundo elemento de fixação 53, o qual aponta em direção do primeiro elemento de fixação 52, está pre- vista uma coroa dentada, que apresenta uma dentadura interna. Esta coroa dentada está ligada de maneira resistente à torção por meio de uma denta- dura interna com o invólucro do cilindro 54. Uma unidade de acionamento, que está prevista de preferência dentro do espaço interno do tubo interno 542, entre ambos os elementos de fixação, e que não está representada por ilustração nesta vista em corte, pode acionar através desta coroa dentada o invólucro do cilindro 54. Neste caso, a unidade de acionamento pode ser escorada por meio de um munhão do eixo, o qual na forma de execução re- presentada está previsto no primeiro elemento de fixação 52, em direção ao espaço interno. Como representado, no munhão do eixo está prevista uma ranhura, na qual pode ser inserida uma mola de ajuste. Também são imagi- náveis outras configurações de conexões eixo-cubo, através das quais pode ser transmitido um torque. Como está representado no desenho, no tubo externo 541, do
invólucro do cilindro 54, são previstas aberturas de saída do fluido finas 545, as quais são direcionadas em essência de maneira radial para fora. Através destas aberturas de saída do fluido 545, um fluido de limpeza que se bom- beia por meio da conexão para fluido 55, através dos elementos de fixação 52, 53, nos elementos intermediários e para dentro do espaço de escoamen- to 544, pode sair e ser esguichado sobre a tira de correia 4.
Devido ao fato que na forma de execução representada, sobre o
invólucro do cilindro 54, são previstos os elementos de distanciamento 56, o fluido de limpeza pode ser esguichado sobre a tira de correia 4, através da distância colocada à disposição pelos elementos de distanciamento 56, entre o invólucro do cilindro e a tira de correia 4, pelo qual o efeito de limpeza nes- ta região é melhorado ou de algum modo é possibilitado.
A figura 3, mostra uma vista isométrica de um cilindro de trans- porte de acordo com a invenção, que está colocado em uma armação de transporte.
Como se observa nesta figura, as aberturas de saída do fluido 545, são dispostas em fila, a qual passa em essência de maneira paralela em relação ao elemento de distanciamento 56, ao longo de um bordo de cor- te imaginário entre um plano, que fica de maneira perpendicular em relação ao eixo do tambor do cilindro de transporte 5, e a superfície externa do invó- lucro do cilindro 54.
Em uma outra forma de execução preferida, as aberturas de sa-
ída do fluido 545, podem ser dispostas ao longo de uma linha ou ao longo de várias linhas em forma de espiral, que passam ao longo da superfície exter- na do invólucro do cilindro 54.
Além disso, é preferido quando as aberturas de saída do fluido 545, não ficam de maneira radial mas pelo menos parcialmente de maneira oblíqua em relação a um plano tangencial sobre o invólucro do cilindro 54. Desta maneira pode ser produzido o efeito, que um jato de fluido impacta em um ângulo oblíquo sobre a tira de correia 4, assim que se produz uma cor- rente de fluido direcionada em uma direção sobre a superfície da tira de cor- reia 4, a qual pode melhorar ainda mais o efeito de limpeza.
Também são imagináveis quaisquer outras disposições das a- berturas de saída do fluido. Listagem de Referências
1 Transportador de correia 2 Ponto de desvio 3 Armação de transporte 4 Tira de correia 5 Cilindro de transporte 51 Câmara de escoamento 52 Primeiro elemento de fixação 53 Segundo elemento de fixação 54 Invólucro do cilindro 541 Tubo externo 542 Tubo interno 543 Superfície interna 544 Espaço de escoamento 545 Aberturas de saída do fluido 55 Conexão para fluido 56 Elemento de distanciamento 561 Dente 562 Ponto de apoio 57 Passagem de cabo 58 Cabo elétrico 59 Elemento corrediço
Claims (12)
1. Cilindro de transporte (5),compreendendo um invólucro do ci- lindro (54), uma conexão para fluido (55), e pelo menos um primeiro elemen- to de fixação (52), para a fixação do cilindro de transporte (5), em uma ar- mação de transporte (3), sendo que o invólucro do cilindro (54), apresenta um tubo exter- no (541), que está apoiado de maneira giratória em volta do primeiro ele- mento de fixação (52), sendo que o tubo externo (541), apresenta em sua superfície da circunferência (543), várias aberturas de saída do fluido (545), e sendo que a conexão para fluido (55), está em comunicação com as aberturas de saída do fluido (545).
2. Cilindro de transporte (5), de acordo com a reivindicação 1, sendo que está configurado um espaço de corrente (544), entre o tubo ex- terno (541), e um tubo interno (542), disposto pelo menos por seções dentro do tubo externo (541).
3. Cilindro de transporte (5), de acordo com a reivindicação 2, sendo que o tubo externo (541), e o tubo interno (542), são componentes de um invólucro do cilindro (54).
4. Cilindro de transporte (5), de acordo com a reivindicação 2 ou3, sendo que o espaço interno do tubo interno (542), está executado de ma- neira separada e estanque ao fluido, em relação a regiões condutores de fluido.
5. Cilindro de transporte (5), de acordo com uma das reivindica- ções anteriores, o qual apresenta, além disso, uma unidade de acionamento, que está disposta dentro do invólucro do cilindro (54), a qual está ligada de maneira resistente à torção com o primeiro elemento de fixação (52), e que está ligada ao invólucro do cilindro (54), de tal maneira, que o invólucro do cilindro (54), possa ser acionado de maneira giratória em volta do primeiro elemento de fixação (52).
6. Cilindro de transporte (5), de acordo com uma das reivindica- ções anteriores, o qual, além disso, apresenta no primeiro elemento de fixa- ção (52), uma passagem de cabo (57), para um cabo elétrico (58), o qual alimenta a unidade de acionamento com corrente.
7. Cilindro de transporte (5), de acordo com uma das reivindica- ções anteriores, sendo que a conexão para fluido (55), está prevista no pri- meiro elemento de fixação (53), e/ou em um segundo elemento de fixação (53).
8. Cilindro de transporte (5), de acordo com uma das reivindica- ções anteriores, que apresenta duas conexões para fluido, separadas uma da outra.
9. Cilindro de transporte (5), de acordo com uma das reivindica- ções anteriores, sendo que o invólucro do cilindro (54), apresenta em sua circunferência elementos de distância (56), os quais apresentam pontos de apoio (562), para uma tira de correia (4) a ser apoiada pelo cilindro de trans- porte (5), de tal maneira, que uma envoltória, que é definida pelos pontos de 15 apoio (562), passa de maneira distanciada em relação a uma superfície ex- terna do tubo externo (541).
10. Cilindro de transporte (5), de acordo com a reivindicação 9, sendo que os elementos de distanciamento (56), são executados como discos em forma de coroa dentada, cujos dentes (561), se estendem da coroa dentada para fora.
11. Transportador de correia (1), com um cilindro de transporte (5), como definido em uma das reivindicações anteriores, o qual apresenta uma tira de correia (4), que está apoiada pelo cilindro de transporte (5).
12. Fita transportadora como definida na reivindicação 11, sendo que o cilindro de transporte (5), está disposto em um ponto de desvio (2), da tira de correia (4).
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