BRPI0720683A2 - Método de impressão por jato de tinta, conjunto de tinta para jato de tinta, impressora a jato de tinta e combinação. - Google Patents

Método de impressão por jato de tinta, conjunto de tinta para jato de tinta, impressora a jato de tinta e combinação. Download PDF

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Description

MÉTODO DE IMPRESSÃO POR JATO DE TINTA, CONJUNTO DE TINTA PARA JATO DE TINTA, IMPRESSORA A JATO DE TINTA
E COMBINAÇÃO
Campo técnico
Refere-se a presente invenção a métodos de impres- são por jato de tinta e conjuntos de tinta para jato de tinta em que as tintas são aplicadas por jato em diferentes tipos de receptores de tinta.
Técnica anterior
Na impressão por jato de tinta, gotas minúsculas de fluido de tinta são projetadas diretamente em uma superfí- cie receptora de tinta sem contacto físico entre o disposi- tivo de impressão e o receptor de tinta. O dispositivo de impressão armazena os dados de impressão eletronicamente e controla um mecanismo para ejetar as gotas no sentido da imagem. A impressão é realizada pela movimentação de um ca- beçote de impressão através do receptor de tinta, ou vice- versa, ou ambos.
Quando se aplica por jato a tinta de jato de tinta sobre um receptor de tinta, a tinta inclui tipicamente um veículo líquido e um ou mais sólidos, tais como corantes ou pigmentos e ligantes poliméricos. Será facilmente compreen- dido que a composição ótima dessa tinta é dependente do mé- todo de impressão usado e da natureza do receptor de tinta a ser impresso. As composições de tinta podem ser de uma maneira geral divididas em:
• baseadas em água, com o mecanismo de secagem envol- vendo absorção, penetração e evaporação; 2/109
• baseadas em solventes, com a secagem envolvendo
principalmente evaporação;
• ã base de óleo, com a secagem envolvendo absorção e
penetração;
• fusão a quente ou mudança de fase, em que a tinta é
líquida sob a temperatura de ejeção, mas sólida sob a temperatura ambiente e em que a secagem é substituída por solidificação; e
• capaz de ser curada por UV, em que a secagem é
substituída por polimerização.
Deverá ser esclarecido que os primeiros três tipos de composições de tinta são mais adequados para um meio de recepção que é mais ou menos absorvente, enquanto as tintas fusíveis a quente e as tintas capazes de ser curadas por UV são usualmente im- pressas em receptores de tinta não absorventes.
Entretanto, o comportamento e interação de uma tin- ta curável por UV em um receptor de tinta substancialmente não absorvente mostraram ser amplamente complicados em com- paração com as tintas à base de água nos receptores de tin- ta absorventes. Em particular, uma dispersão boa e contro- lada da tinta no receptor de tinta demonstrou ser problemá- tica e por vezes observaram-se problemas de aderência no uso de diferentes tipos de receptores de tintas não absor- ventes. Observaram-se os mesmos problemas quando tintas de jato de tinta baseadas em solventes compreendendo um ligan- te foram aplicadas por jato em diferentes tipos de recepto- res de tinta não absorventes. 3/109
Uma maneira de abordar estes problemas consiste em desenvolver e usar diferentes conjuntos de tinta para dife- rentes tipos de substratos, mas esta não é uma solução preferida uma vez que a troca de tintas na impressora e no 5 cabeçote de impressão é muito demorada e não constitui uma solução viável para um ambiente de impressão industrial. Conseqüentemente, a abordagem geral consiste em modificar a química de superfície do receptor de tinta seja com um re- vestimento de camada de superfície adequado ou por meio de 10 um pré-tratamento tal como um tratamento de plasma ou coro- a.
O tratamento por descarga de coroa e tratamento por plasma aumenta o custo, complexidade e manutenção do equi- pamento usado para processar os substratos. Os substratos 15 podem conter impurezas ou irregularidades significativas que poderão interferir com o tratamento do substrato, e portanto não resultar na dispersão e aderência uniformes da tinta.
A outra possibilidade de se utilizar o mesmo con- 20 junto de tintas de jato de tinta em diferentes receptores de tintas por aplicação de uma camada de superfície anteri- or à aplicação do jato também aumenta a complexidade da im- pressora a jato de tinta. De uma maneira geral, a camada de superfície é revestida e submetida a secagem ou curada an- 25 tes da aplicação da tinta do jato de tinta tal como, por exemplo, no processo de impressão por jato de tinta em EP 1671805 A (AGFA) e US 2003021961 (3M), mas ela também pode permanecer uma camada de superfície úmida, não curada, tal como em WO 00/30856 (XAAR)
Entretanto, não se dispõe de uma única composição de uma camada de superfície adequada para todos os diferen- tes substratos. A WO 2006/111707 (SUN CHEMICAL) expõe um 5 processo de impressão por jato de tinta em que: i) um pre- parador é aplicado a um material de substrato; ii) tinta é impressa por jato de tinta sobre o substrato preparado; iii) avalia-se uma característica referente à qualidade de impressão; iv) a composição do preparador é ajustada na de- 10 pendência da característica avaliada relativamente à quali- dade de impressão; e v) a composição de preparador ajustada é aplicada ao material de substrato e tinta é impressa por jato de tinta sobre o material de preparador de substrato para proporcionar assim um produto impresso. As camadas de 15 superfície aumentam substancialmente a espessura de uma ca- mada de tinta, o que pode resultar em uma diferente percep- ção e sensação e em flexibilidade reduzida da camada de tinta.
Também já se investigaram os métodos de impressão a jato de tinta em que tintas de jato de tinta são misturadas com líquidos incolores ou outras tintas de cor imediatamen- te antes da aplicação do jato.
A US 6550892 (KODAK) expõe um sistema de impressão por jato de tinta de gota no pedido para distribuição de 25 gotículas de tinta de cor capaz de ser selecionada a um re- ceptor por mistura de uma tinta líquida incolor com tintas líquidas de uma cor diferente e distribuição da mistura de tintas à câmara de ejeção de um cabeçote de impressão. Tam- bém, a US 6050680 (CANON) refere-se a um aparelho de regis- tro a jato de tinta que pode registrar imagens com uma plu- ralidade de tintas com densidades diferentes para cada cor por mistura de uma primeira tinta que contém corante e uma segunda tinta que não contém corante.
A US 6097406 (KODAK) expõe um aparelho de impressão por jato de tinta para imprimir de tonalização contínua em que uma pluralidade de corantes ou precursores de corantes são misturados para produzir um corante desejado.
Em vez de misturar tintas coloridas, a US 4614953
(LAITRAM) expõe um mecanismo de impressão por jato de tinta colorida que utiliza um único fluxo de corrente de tinta por injeção de corantes sólidos em um fluido carreador para formar tinta colorida. O mecanismo é capaz de uma gama 15 mais ampla de tonalidades de cores, devido às capacidades de mistura prévia, do que é possível utilizando-se técnicas de vibração com três tintas coloridas.
A US 5854642 (CANON) expõe garrafas que contêm tin- tas que têm a mesma tonalidade e são proporcionadas compo- sições diferentes adaptadas a espécies respectivas de fi- bras para um tecido. As tintas diferem na composição pelo tipo de corante usado.
Seria desejável poderem-se imprimir tintas de jato de tinta com qualidade de imagem uniforme em uma ampla va- 25 riedade de receptores de tinta utilizando-se uma impressora a jato de tinta do estado da técnica que não requeresse qualquer adaptação complexa e dispendiosas da impressora. Objetivos da invenção A impressão de uma ampla variedade de diferentes receptores de tintas, incluindo substratos não absorven- tes, tais como superfícies de vidro, metal ou poliméricas, emite freqüentemente qualidade de imagem incompatível 5 e/ou problemas de aderência da tinta ao receptor de tin- tas. Uma alteração de substrato freqüentemente necessita de uma alteração incômoda de conjuntos de tinta da jato de tinta, uma segunda impressora de jato de tinta ou algum pré-tratamento do substrato, os quais são todos eles não 10 desejáveis por razões de produtividade.
Constitui um objetivo da presente invenção propor- cionar conjuntos de tinta para jato de tinta e métodos de impressão por jato de tinta capazes de manusear uma ampla variedade de diferentes tipos de substratos utilizando-se 15 uma impressora a jato de tinta do estado da técnica sem comprometer a uniformidade de qualidade da obra, proprieda- des físicas, tais como aderência da imagem ao substrato e produtividade.
Outros objetivos da invenção tornar-se-ão evidentes a partir da descrição exposta mais adiante.
Sumário da invenção
A mistura de tintas de jato de tinta com líquidos incolores e outras tintas de cor logo antes da aplicação de jato pode provocar alterações na concentração do corante 25 devido ao fato de a mistura menos precisa conduzir a dife- renças na escala de cores ou qualidade de imagem se não fo- rem realizadas adaptações demoradas no gerenciamento de co- res da impressora de jato de tinta. Constatou-se que através da mistura de tintas que contêm o(s) mesmo(s) corante (s) aproximadamente na mesma concentração, mas em que a parte remanescente das tintas, isto é, o chamado carreador de tinta, foi de uma composição 5 diferente bem selecionada que as imagens poderiam ser pro- duzidas exibindo a disseminação e/ou aderência e qualidade de imagem desejadas em uma ampla variedade de substratos sem a necessidade de ajustar o gerenciamento de cores da impressora de jato de tinta.
Objetivos da presente invenção foram realizados com
um método de impressão por jato de tinta que compreende pe- la ordem as etapas de:
a) proporcionar pelo menos duas ou mais tintas de cor de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor, mas tendo
uma composição diferente a uma impressora de jato de tinta;
b) misturar as ditas duas ou mais tintas de cor de jato de tinta de uma maneira controlada; e
c) imprimir a mistura das ditas duas ou mais cores de tin- tas de jato de tinta com a impressora de jato de tinta so-
bre um receptor de tinta.
Os objetivos da presente invenção também foram al- cançados com um conjunto de tintas de jato de tinta que compreende duas ou mais cores de tintas de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor, mas tendo uma composição di- ferente.
Efeitos vantajosos
Em impressão por jato de tinta curável por radia- ção, o método de misturar tintas de cor de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor foi usado vantajosamente para se obterem velocidades de cura mais altas. A estabilidade das tintas de cor de jato de tinta foi aperfeiçoada pela incorporação do f oto-iniciador em uma tinta e o co- iniciador em outra tinta de cor da mesma cor. Puderam pre- parar-se misturas de tintas para jato de tinta exibindo ve- locidade de cura mais alta pela incorporação de concentra- ções mais altas de foto-iniciador e sinérgico de polimeri- zação nas diferentes tintas de cor de jato de tinta da mes- ma cor e densidade de cor.
A mistura de duas ou mais cores de tintas de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor pode ser explorada vantajosamente para muitos propósitos que podem relacionar- se com:
• qualidade de imagem, por exemplo, dimensão de pon-
to, brilho, qualidade de linha e expulsão;
• propriedades físicas da tinta, por exemplo, visco-
sidade, temperatura, estabilidade em vida de pra- teleira, tensão de superfície, tempo de secagem, velocidade de cura, aderência a um substrato, fle- xibilidade e dureza de uma camada de tinta; e
• desempenho de aplicação de jato da impressora, por
exemplo, latência, grupamento da placa de bocais, falha dos bocais, formação de gota, e formação de satélite.
Diferenças no brilho entre as tintas de jato de tinta e o substrato usualmente conduzem a qualidade de ima- gem medíocre. Pela mistura, em uma relação apropriada, das tintas de cor correspondente resultando em impressões de brilho alto respectivamente baixo, o brilho das tintas do jato de tinta pode ser combinado com aquele de um substrato especifico resultando em qualidade de imagem aperfeiçoada.
5 Para um segundo substrato que é dotado de um valor de bri- lho diferente, é então selecionada outra relação da tinta de jato de tinta com um alto valor de brilho e a tinta de jato de tinta com um baixo valor de brilho.
A mistura de duas ou mais cores de tintas de jato 10 de tinta da mesma cor e densidade de cor logo antes da a- plicação de jato também pode ser explorada vantajosamente no sentido de incluir aspectos de segurança para documentos de segurança. Usualmente uma tinta de cor comum é então misturada em uma relação bem selecionada com tinta de outra 15 cor que compreende um composto fluorescente, um composto fosforescente, um composto termocrômico, um composto iri- descente ou partículas magnéticas.
Descrição breve dos desenhos
Os desenhos seguintes são meramente exemplos de possíveis construções para a mistura de tintas de cor de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor na ou em uma impressora de jato de tinta.
A Figura 1 é uma vista esquemática de um sistema de suprimento de uma primeira tinta "Tinta 1" ao cabeçote de 25 impressão de jato de tinta por meio de um conduto em que uma segunda tinta "Tinta 2" e consecutivamente uma terceira tinta "Tinta 3" são adicionadas em uma quantidade controla- da . A Figura 2 é uma vista esquemática de um sistema de suprimento de uma primeira tinta "Tinta 1" ao cabeçote de impressão de jato de tinta por intermédio de um condutor em que uma mistura de uma segunda tinta "Tinta 2" e uma ter- 5 ceira tinta "Tinta 3" é adicionada em uma quantidade con- trolada .
A Figura 3 é uma vista esquemática de um sistema de suprimento em uma quantidade controlada de uma primeira tinta "Tinta 1" e uma segunda tinta "Tinta 2" a uma câmara de mistura de tinta que então distribui a mistura de tintas para o cabeçote de impressão de jato de tinta.
A Figura 4 é uma vista esquemática de um sistema que fornece em uma quantidade controlada a primeira tinta "Tinta 1" e uma segunda tinta "Tinta 2" a uma câmara de 15 mistura de tintas que distribui a mistura de tintas para o cabeçote de impressão por jato de tinta por meio de um con- dutor, em que uma terceira tinta "Tinta 3" é adicionada em uma quantidade controlada.
A Figura 5 é uma vista esquemática de um sistema que fornece uma primeira tinta "Tinta 1", uma segunda tinta "Tinta 2" e uma terceira tinta "Tinta 3" em uma quantidade controlada a uma câmara de mistura (não ilustrada) incorpo- rada no cabeçote de impressão por jato de tinta.
Definições
O termo "conjunto de tinta de jato de tinta", quan-
do usado na exposição da presente invenção significa o con- junto de tintas de jato de tinta que é acoplado a uma im- pressora de jato de tinta. Ele pode, por exemplo, ser pre- parado a partir de dois conjuntos de tinta de jato de tinta CMYK disponíveis comercialmente, cada um compreendendo qua- tro tintas de jato de tinta C, M, Y e K, na medida em que as tintas de jato de tinta da mesma cor provenientes de am- 5 bos os conjuntos de tinta de jato de tinta CMYK preencham os requisitos da presente invenção. Alternativamente, é i- gualmente possível utilizar um conjunto de tintas de jato de tinta CC'MM'YY'KK'que compreende duas tintas ciano C e C' , duas tintas magenta MeM', duas tintas amarelas YeY' 10 e duas tintas pretas KeK', que estejam de acordo com a presente invenção.
Da maneira que é utilizado na exposição da presente invenção, o termo "corante" significa corantes e pigmentos.
Da maneira que é utilizado na exposição da presente invenção, o termo "tintura", significa um corante que tem uma solubilidade de 10 mg/l ou mais no meio em que ele é aplicado e sob as condições ambiente pertinentes.
Da maneira que é utilizado na exposição da presente invenção, o termo "pigmento" é definido em DIN 55943, in- 20 corporado neste contexto, como um agente de coloração que é praticamente insolúvel no meio de aplicação sob as condi- ções ambiente pertinentes, portanto com uma solubilidade menor do que 10 mg/l neste caso.
O termo "C.I." é usado na exposição do presente pe- dido como uma abreviatura para índice de Cor.
O termo "UV" é usado na exposição da presente in- venção como uma abreviatura para a radiação ultravioleta.
O termo "radiação ultravioleta" quando usado na ex- posição da presente invenção significa radiação eletromag- nética na faixa de comprimento de onda de 100 a 400 nanôme- tros.
O termo "%, em peso" é usado na exposição da pre- sente invenção como uma abreviatura para %, em peso, basea- do no peso total da tinta, a não ser que de outro modo es- pecificado .
O termo "radiação actínica" tal como usado na expo- sição da presente invenção significa radiação eletromagné- tica capaz de iniciar reações fotoquimicas.
O termo "iniciador Norrish Type I" tal como usado na exposição da presente invenção, significa um iniciador que se divide depois da excitação, proporcionando o radical de iniciação imediatamente.
0 termo "iniciador Norrish Type II" tal como usado
na exposição da presente invenção, significa um iniciador que no seu estado excitado forma radicais livres por abs- tração de hidrogênio ou extração de elétrons a partir de um segundo composto que se torna o radical livre de iniciação 20 efetiva. 0 segundo composto é chamado de co-iniciador ou sinergista de polimerização. Os sinergitas são compostos que são dotados de um átomo de carbono com pelo menos um átomo de hidrogênio na posição α para um átomo de nitrogê- nio .
0 termo "gerador de foto-ácido" tal como usado na
exposição da presente invenção significa um iniciador que gera um ácido ou hemi-ácido quando da exposição a radiação actínica. Freqüentemente, um gerador de foto-ácido também é chamado um iniciador catiônico.
O termo "iniciador térmico" tal como usado na expo- sição da presente invenção significa um iniciador, que gera espécies de iniciação quando da exposição a calor.
O termo "alquila" significa todas as variantes pos- síveis para cada número de átomos de carbono no grupo al- quila, ou seja para três átomos de carbono: n-propila e i- sopropila; para quatro átomos de carbono: n-butila, isobu- tila e butila terciário; para cinco átomos de carbono: n- pentila, 1, 1-dimetil-propila, 2,2-dimetil-propila e 2- metil-butila e assim por diante.
Métodos de impressão a jato de tinta
0 método de impressão por jato de tinta compreende pela ordem as etapas de:
a) proporcionar pelo menos duas ou mais tintas de cor de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor, mas tendo uma composição diferente a uma impressora de jato de tinta;
b) misturar as ditas duas ou mais tintas de cor de jato de tinta de uma maneira controlada; e
c) imprimir a mistura das ditas duas ou mais cores de tin- tas de jato de tinta com a impressora de jato de tinta so- bre um receptor de tinta.
Muito embora as possibilidades de se adaptar a mis- tura de tintas a um receptor específico de tinta aumentem com o número de tintas de cor de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor presentes em um conjunto de tintas, mui- tos problemas de consistência de qualidade de imagem e ade- rência em diferentes substratos podem ser previamente solu- cionados pelo uso de apenas duas tintas de jato de tinta de cor, da mesma cor e densidade de cor.
Em outra concretização, o conjunto de tintas de ja- to de tinta compreende três tintas de jato de tinta de cor 5 da mesma cor e densidade de cor para manusear todos os di- ferentes substratos.
Na concretização de maior preferência, o conjunto de tintas compreende duas ou mais cores de tintas de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor para cada uma das 10 cores, por exemplo, a cor ciano, magenta, amarelo e preto, em que as tintas diferentemente coloridas têm composições de sólidos e componentes líquidos correspondentes. Por e- xemplo, com a exceção dos corantes, os mesmos sólidos e solventes de uma primeira tinta amarela podem ser encontra- 15 dos em aproximadamente as mesmas quantidades em uma primei- ra tinta ciano, enquanto os diferentes sólidos e solventes de uma segunda tinta amarela também são encontrados em a- proximadamente as mesmas quantidades em uma segunda tinta ciano correspondente.
De acordo com outra concretização, o método de im-
pressão a jato de tinta utiliza um conjunto de tintas de jato de tinta chamado de "multi-densidade" que compreende duas ou mais cores de tintas de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor e duas ou mais cores de tintas de jato 25 de tinta da mesma cor, mas sob uma densidade de cor mais baixa. Por exemplo, o conjunto de tintas pode compreender duas ou mais tintas de jato de tinta "magenta escuro" de uma mesma densidade de cor e também duas ou mais tintas de jato de tinta "magenta claro" da mesma densidade de cor, mas mais baixa do que a densidade de cor das tintas de jato de tinta "magenta escuro". De acordo com outra concretiza- ção preferida o conjunto de tintas de jato de tinta de mul- 5 ti-densidade compreende tintas de jato de tinta escuras e claras para as cores magenta e ciano. Tintas preto escuro e preto claro também podem estar presentes em um conjunto de tintas de jato de tinta.
O método de impressão a jato de tinta de acordo com 10 a presente invenção utiliza, preferentemente, um conjunto de tintas de jato de tinta em que as duas ou mais cores de tintas de jato de tinta da mesma cor, mas de uma densidade de cor mais baixa contêm o mesmo tipo de corantes, com mai- or preferência os corantes são idênticos.
No método de impressão a jato de tinta de acordo
com a presente invenção os corantes nas duas ou mais cores de tintas de jato de tinta estão preferentemente presentes exatamente nas mesmas quantidades, sendo que são aceitáveis pequenas variações nas concentrações quando se manufaturam 20 as tintas de jato de tinta. Com maior preferência, a quan- tidade de um corante em uma primeira tinta das ditas duas ou mais cores de tintas de jato de tinta difere preferenci- almente em não mais do que 10%, em peso, com maior prefe- rência em não mais do que 5%, em peso, com base no peso do 25 corante na dita primeira tinta com a quantidade do corante em uma segunda tinta de jato de tinta das ditas duas ou mais cores de tintas de jato de tinta.
A Tabela 1 fornece uma ilustração de como as tintas magenta e ciano poderão parecer em um conjunto de tintas de jato de tinta baseado em solventes. As tintas magenta con- têm todas elas o mesmo pigmento magenta e dispersante poli- mérico cada um em uma quantidade de 4,0%, em peso, com base 5 no peso total da tinta. As misturas de solventees contêm todas elas o mesmo solventes 1 na mesma quantidade, que po- deria ser conseqüência do método de preparação das tintas de jato de tinta. Usualmente primeiro prepara-se uma dis- persão de pigmento concentrado utilizando-se um ou mais 10 solventees de dispersão (neste caso utiliza-se um único solventes de dispersão "solventes 1"), que é então diluído com um ou mais solventees de tinta (neste caso solventees 2 - 4) e outros compostos, tais como tensoativos, estabiliza- dores e assemelhados. Os solventees de tintas 2 a 4 estão 15 presentes em concentrações diferentes ou ausentes nas três tintas magenta A, B e C. Utiliza-se aproximadamente a mesma mistura de solventees 1 a 4 nas três correspondentes tintas ciano D, EeF. Por exemplo, a tinta ciano D corresponde com a tinta magenta A. Na seleção de um receptor de tinta 20 específico, as tintas magenta A, B e C serão misturadas u- mas com as outras em uma determinada proporção; a mesma proporção será normalmente usada para se misturarem as cor- respondentes tintas D, E e F de forma tal que, por exemplo, as propriedades de aderência da mistura de tintas magenta e 25 da mistura de tintas ciano será mais ou menos a mesma nesse substrato específico.
Tabela 1
Composto
Tintas Magenta
Tintas ciano (% peso) Ά B C D E F Pigmento Magenta 4,0 4,0 4,0 --- ___ --- Pigmento Ciano --- --- ___ 3,0 3,0 3,0 Dispersante poli- 4,0 4,0 4,0 --- --- --- mérico 1 Dispersante poli- --- --- --- 3,0 3,0 3,0 mérico 2 Solvente 1 25,0 25, 0 25, 0 27, 0 27, 0 27,0 Solvente 2 40,0 ___ ___ 40,0 --- --- Solvente 3 25,0 40,0 ___ 25,0 40,0 --- Solvente 4 ___ 25, 0 65, 0 --- -__ 25,0 65, 0 Estabilizador 2,0 2,0 2,0 2,0 2,0 2,0 De acordo com uma concretização, o conjunto de tin- tas compreende duas tintas de cor de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor, em que uma primeira tinta de jato de tinta de cor compreende uma grande quantidade de um ou 5 mais tensoativos e uma segunda tinta de jato de tinta de cor difere somente pela ausência de um tensoativo ou contém uma pequena quantidade de um ou mais tensoativos. Pela mis- tura das duas tintas de cor de jato de tinta em um sistema de suprimento de tinta pode-se obter qualquer tensão de su- 10 perfície desejada da mistura de tintas, desde que se tenham selecionado tensoativos adequados e de que estes estejam presentes em quantidades suficientemente altas na primeira tinta de jato de tinta de cor para abranger a faixa total das tensões de superfície desejadas. O controle da tensão 15 de superfície permite que a impressora obtenha as mesmas características de dispersão nos receptores de tintas dife- rentes em energia de superfície.
Em uma concretização preferida, tanto a aderência quanto a tensão de superfície são controladas pela mistura de tintas em uma determinada proporção. A Tabela 2 ilustra 5 esta opção para um conjunto de tintas de jato de tinta que compreende quatro tintas magenta. Neste caso, o tensoativo foi adicionado à tinta D que corresponde com a tinta B com a exceção da quantidade de solventes 3 e 4 para o que foi necessária uma correção para compensar a adição do tensoa- 10 tivo, e também a fim de manter constante a concentração do pigmento magenta. Em uma determinada mistura de tintas das tintas A, B e C otimizada para aderência em um substrato específico, uma quantidade de tinta B pode ser substituída pela tinta D sem alterar as propriedades de aderência, mas 15 ainda adaptando a mistura de tintas a uma determinada ten- são de superfície para alcançar as características de dis- persão de tinta desejadas no substrato. A escolha para a tinta B poderá ser dada pelo fato de que a impressora in- formou que a tinta B foi mais freqüentemente usada em 20 quantidades maiores na mistura de tintas. Outra opção pode- ria ser a de incluir também uma pequena quantidade de ten- soativo nas tintas A e/ou C e usar a tinta D para "sintonia fina" da tensão de superfície da mistura de tintas.
Tabela 2
Composto (%,peso) Tintas Magenta Ά B C D Pigmento Magenta 4,0 4,0 4,0 4,0 Dispersante poli- 4,0 4,0 4,0 4,0 mérico Solvente 1 22, 0 22, 0 22, 0 22, 0 Solvente 2 40, 0 ___ ___ ___ Solvente 3 30, 0 35, 0 ___ 34, 0 Solvente 4 --- 35, 0 70,0 34, 0 Tensoativo --- --- --- 2,0 O método de impressão a jato de tinta de acordo com a presente invenção também poderia ser usado vantajosamente em combinação com tintas de jato de tinta curáveis por ra- diação para aperfeiçoar a estabilidade de dispersão e/ou velocidade de cura. Isto se encontra exemplificado pela Ta- bela 3, em que a tinta A compreende um foto-iniciador e um inibidor de polimerização, mas não tem o sinergista de po- limerização, enquanto a tinta B contém este sinergista de ativação, mas não tem um foto-iniciador. As duas tintas se- paradamente podem mostrar uma estabilidade de vida de pra- teleira muito boa, mas uma vez que são misturadas podem e- xibir uma estabilidade deficiente devido a polimerização induzida rapidamente. A mistura destas tintas exatamente antes da aplicação do jato pode ser usada vantajosamente para a obtenção de alta velocidade de cura.
Tabela 3
Composto (%, peso) Tintas Magenta A B Pigmento Magenta 4,0 4,0 Dispersante polimé- 4,0 4,0 rico Monômero 1 O 22, 0 CM CsJ Monômero 2 40,0 40,0 Monômero 3 10, 0 O V O \---I Foto-iniciador O ___ 1 O Inibidor de 9,0 --- polimeri zação Sinergista de poli¬ --- 19, 0 merização Tensoativo 1,0 1,0 Mesma cor e densidade de cor
No contexto desta invenção utilizou-se o seguinte procedimento para determinar se duas tintas têm a mesma cor e densidade.
5 Partindo-se da formulação de tinta que foi usada na
impressora, prepararam-se diluições de 1:1000 em massa. É evidente que o solvente para a diluição deve ser compatível com a dispersão de tinta, ou seja, o solvente deverá ser escolhido de forma tal que seja mantida a estabilidade quí- 10 mica e de dispersão, porque de outro modo as cores mudam devido a dispersão de luz adicional, por exemplo, devido ao fato de que poderá ocorrer aglomeração de partículas. Pre- ferentemente, o solvente de diluição é selecionado a partir de um ou mais componentes líquidos da tinta. Nos exemplos 15 apresentados adiante, utilizou-se DPDGA como solvente de diluição.
A partir de dispersões de tinta diluída coletaram- se medições de transmissão i com um espectrofotômetro. As medições foram baseadas na seguinte geometria: iluminação direta e detecção de integração difusa. Um exemplo de tal espectrofotômetro é o Double Beam Spectrophotometer Lambda 900, proveniente da Perkin Elmer realizando-se geometria de medição T(8/d) de acordo com ASTM E179-96.
5 Tinas de quartzo com 10 mm de percurso óptico foram
preenchidas com as tintas diluídas e então colocadas em contacto com o orifício de entrada da esfera de integração. Para a medição de referência, utilizou-se a mesma tina de quartzo preenchida com solvente puro. Os espectros de 10 transmissão das tintas diluídas foram divididos pelos es- pectros de transmissão da medição de referência a fim de corrigir o solvente de diluição e a tina de quartzo. A par- tir destes espectros calcularam-se as coordenadas CIE L*a*b*, de acordo com ASTM E308-01 e com base no observador 15 padrão CIE 1931 (2 graus) e meio de iluminação D50. A par- tir das coordenadas CIE L*a*b* calculou-se a Diferença de Cor CIE ΔΕ2000 com os parâmetros dependentes da indústria KL, Kc e Kh ajustados para a unidade (1).
Em vista do campo de aplicação da impressão a jato 20 de tinta para o qual esta invenção é pretendida, duas tin- tas AeB são consideradas como tendo cor e densidade dife- rentes se for obtido CIE ΔΕ2000 > 5,0 para o observador e fonte de iluminação determinados, ou seja, não é requerida qualquer coincidência espectral no espectro. Se a diferença 25 de cor CIE ΔΕ2000 entre a tinta Aea tinta B fosse maior do que 5,0 tipicamente é necessária uma nova caracterização dos sistemas de impressão de jato de tinta em termos de ge- renciamento de cor, enquanto que diferenças menores do que 2,0 devem ser compensadas por uma nova linearização da im- pressora somente. Nesse sentido, duas tintas AeB tendo uma diferença de cor no sentido do par CIE ΔΕ2000 menor do que ou igual a 2,0 são consideradas como tendo a mesma cor e densidade.
Para aplicações de impressão de maior exigência, é requerida uma diferença de cor CIE ΔΕ2000 menor do que ou igual a 1,5 para a mesma cor e densidade. Na eventualidade de uma abordagem colorimétrica ainda mais restritiva, a mesma cor e densidade é conseguida se a diferença de cor CIE ΔΕ2000 for menor do que 1,0 ou igual à mesma. Referências:
• ASTM D2244-02 Standard Practice for Calculation of
Colour Tolerances e Colour Differences from Ins- trumentally measured Colour Coordinates [Prática Padrão para Cálculo de Tolerâncias de Cor e Dife- renças de Cor a partir de Coordenadas Medidas por Instrumentos];
• ASTM E179-96 (2003) Standard Guide for Selection of
Geometrie Conditions for Measurements of Refleeti- on e Transmission Properties of Materials [Guia Padrão para Seleção de Condições Geométricas para Medições de Propriedades de Reflexo e Transmissão de Materiais];
• ASTM E308-01 Standard Praetiee for Computing the
Colours of Objeets by Using the CIE system [Práti- ca Padrão Para Cômputo das Cores de Objetos Medi- ante Utilização do Sistema CIE]. Impressora a jato de tinta e sistemas de suprimento de tin- ta
As impressoras a jato de tinta industriais de uma maneira geral compreendem um sistema de suprimento de tinta 5 para alimentar tinta a um cabeçote de impressão por jato de tinta. Os cabeçotes de impressão por jato de tinta produzem gotas seja continuamente ou quando pedido. "Continuamente" significa que é criada uma corrente contínua de gotas de tinta, por exemplo, mediante pressurização do suprimento de 10 tinta. "Quando pedido" difere de "contínuo" pelo fato de que gotas de tinta são ejetadas a partir de um cabeçote de impressão somente pela manipulação de um processo físico para superar momentaneamente as forças de tensão de super- fície que mantêm a tinta no cabeçote de impressão. A tinta 15 é mantida em um bocal, formando um menisco. A tinta perma- nece no lugar a não ser que alguma outra força supere as forças de tensão de superfície que são inerentes no líqui- do. A prática mais comum consiste em elevar repentinamente a pressão na tinta, ejetando-a do bocal. Uma categoria ca- 20 beçotes de impressão por jato de tinta de gota quando pedi- da utiliza o fenômeno físico de eletroestrição, uma altera- ção na dimensão de transdutor em resposta a um campo elé- trico aplicado. A eletroestrição é mais forte em materiais piezoelétricos e, portanto, estes cabeçotes de impressão 25 são referidos como cabeçote de impressão piezoelétricos. A alteração dimensional muito pequena do material piezoelé- trico é utilizada sobre uma ampla área para gerar uma alte- ração de volume que é suficientemente grande para espremer uma gota de tinta a partir de uma pequena câmara. Um cabe- çote de impressão piezoelétrico inclui uma multiplicidade de pequenas câmaras de tinta, dispostas em uma matriz, cada uma tendo um bocal individual uma percentagem de área de 5 parede transformável para criar as alterações de volume re- queridas para ejetar uma gota de tinta a partir do bocal, de acordo com princípios de eletrostrição.
Em uma concretização preferida a impressora de jato de tinta é um sistema de impressão a jato de tinta de gota quando pedida que tem cabeçotes de impressão piezoelétricos para distribuição de gotículas de uma mistura de tintas de cores selecionáveis para um receptor de tinta.
A tinta de jato de tinta é fornecida às câmaras de ejeção de tinta de um cabeçote de impressão por um sistema 15 de suprimento de tinta que primeiro condiciona a tinta com a finalidade de obter operação suave do cabeçote de impres- são por jato de tinta. O condicionamento inclui, por exem- plo, desgaseificação da tinta e controle da contrapressão no bocal.
É conhecido que a presença de bolhas de ar na câma-
ra de tinta de um cabeçote de impressão piezoelétrico fre- qüentemente ocasiona falha operacional do cabeçote de im- pressão. Se houver a presença de ar na câmara de tinta, mu- danças na pressão pretendida resultantes da deformação pie- 25 zoelétrica de parte das paredes da câmara de tinta serão absorvidas pelo ar, deixando a pr5essão da tinta inaltera- da. A força de tensão de superfície da tinta no bocal man- tém o menisco e não serão ejetadas gotas a partir da câmara de tinta. Nas freqüências sob as quais são operados os transdutores piezoelétricos no cabeçote de impressão piezo- elétrico, ou seja na faixa de kHz até MHz, não apenas as borbulhas de ar, mas também o ar dissolvido na tinta pode 5 provocar falha de operação tal como descrita anteriormente. Na técnica anterior expuseram-se conceitos para evitar as borbulhas de ar na câmara de tinta pela criação de um pur- gador de ar a montante da câmara de tinta, ou seja, antes de a tinta entrar na câmara de tinta. Na EP 714779 A (CA- IO NON) e na US 4929963 (HP) propuseram-se soluções na forma de amortecedores de ar ou separadores de ar que permitem que bolhas de ar subam e sejam evacuadas da tinta em um tanque intermediário antes de a tinta ser fornecida ao ca- beçote de impressão.
Um segundo ponto de atenção nos sistemas de supri-
mento de tinta é a pressão no bocal, que é da maior impor- tância para uma operação bem sintonizada e perfeita do ca- beçote de impressão. Os cabeçotes de impressão por jato de tinta operam melhor sob uma pressão ou contrapressão de bo- 20 cal levemente negativa. Na prática, freqüentemente isto é conseguido pela manutenção de uma diferença de altura entre a superfície livre da tinta em um tanque de suprimento de tinta ventilado e o menisco no bocal. Isto é, a superfície de tinta livre no tanque de suprimento ventilado é mantida 25 gravimetricamente um par de centímetros abaixo do nível do menisco no bocal. Esta diferença de altura estabeleceu uma diferença de pressão hídrostática para controlar a contra- pressão no bocal. Nas configurações de cabeçotes de impres- são que se movimentam alternadamente o tanque de suprimento de tinta fica localizado fora do eixo, ou seja, sem varre- dura, porque de outro modo a posição abaixada do tanque de suprimento de tinta versus o cabeçote de impressão iria in-
*
terferir com o percurso de transporte do meio de impressão.
‘ Utiliza-se tubulação flexível para conectar o tanque de su-
primento de tinta fora do eixo, com o cabeçote de impressão no eixo, tal como exposto, por exemplo, na US 4929963 (HP)
. Durante a aceleração e desaceleração do cabeçote de im- 10 pressão, são criadas ondas de pressão nos tubos que podem perturbar de forma significativa o equilíbrio de pressão no menisco e podem conduzir à condição gotejante do bocal, no caso de uma diminuição na pressão negativa, ou rompimento do menisco no caso de um aumento da pressão negativa e en- 15 trada de ar para dentro do canal de tinta. Foram muitas as abordagens propostas para controlar a contrapressão nas a- plicações de cabeçote de impressão de movimento alternati- vo. Mecanismos de regulagem de contrapressão na forma de tampões ou amortecedores de pressão montados em conjunto 20 com o cabeçote de impressão no carro de movimento alternado encontram-se expostos em EP 1120257 A (SEIKO EPSON) e US 6.485.137 (APRION DIGITAL). Para acelerações e desacelera- ções do carro acima de IG o tempo de resposta destes dispo- sitivos é insuficiente. Na EP 1142713 A (SEIKO EPSON) uti- 25 liza-se um subtanque ventilado. O subtanque serve como um reservatório de tinta local perto do cabeçote de impressão e é preenchido intermitentemente a partir de um tanque principal localizado fora do eixo. A solução proporciona um melhor controle da contrapressão de bocal pela manutenção de uma diferença de pressão hidrostática local entre a su- perfície tinta livre do subtanque ventilado e o menisco. Meios de mistura de tinta
r
Não existem limitações reais para selecionar os
1 meios usados para misturar as tintas a partir do momento em
que eles sejam manufaturados a partir de materiais compatí- veis com as tintas, por exemplo, materiais resistentes a solventes, quando vão misturar-se tintas de jato de tinta 10 com solvente.
As tintas podem ser misturadas em vários locais da impressora de jato de tinta, por exemplo, diretamente na primeira conexão das tintas de jato de tinta para a impres- sora de jato de tinta, próximo aos cabeçotes de impressão 15 de jato de tinta ou mesmo dentro dos cabeçotes de impres- são. Quanto menor a distância entre o local da mistura de tinta e os bocais de cabeçote de impressão, menos a quanti- dade de tinta que é derramada para adaptação a um novo re- ceptor de tinta que deverá ser impresso.
De acordo com uma concretização preferida, o meio
de mistura de tinta tem um traçado compacto de forma que é possível incorporá-lo a um carro que compreende um conjunto de cabeçotes de impressão que se movimentam para trás e pa- ra diante ao longo da direção de varredura rápida.
Preferentemente, um meio misturador de tinta é se-
lecionado de forma que não introduza bolhas de ar dentro da mistura de tintas.
Muito embora não seja requerido para a obtenção de uma qualidade de imagem uniforme na escala de cores, prefe- rentemente seleciona-se um meio misturador de tintas em que as tintas sejam misturadas de forma bastante precisa.
Para algumas tintas de jato de tinta, tais como 5 tintas baseadas em corante, um meio de mistura de tinta po- de consistir simplesmente de condutos que se juntam em um conduto, que faz um número de curvas acentuadas ou curvas em "V", a fim de misturar as tintas.
Meios de mistura de tintas mais complexos podem in- cluir bombas, válvulas, câmaras de mistura e outros asseme- lhados .
Se necessário, a mistura de tintas pode ser reali- zada com refrigeração para prevenir a formação de calor. Para as tintas de jato de tinta curáveis por radiação, a 15 mistura de tintas é realizada tanto quanto possível sob condições de luz em que a radiação actínica foi substanci- almente excluída.
De acordo com uma concretização, as duas ou mais cores de tintas de jato de tinta da mesma cor e densidade 20 de cor são alimentadas a um cabeçote de impressão por jato de tinta via um conduto em que a mistura de tintas é prepa- rada in-situ no conduto. Um controlador de fluxo é adaptado para medir seletivamente tinta a partir das duas ou mais fontes de tintas de jato de tinta de cor para dentro do 25 conduto entre a fonte de uma tinta de jato de tinta de cor e as câmaras de ejeção do cabeçote de impressão. Sistemas de alimentação de tinta de acordo com esta concretização encontram-se exemplificados pela Figura 1 e Figura 2. De acordo com outra concretização, o sistema de a- limentação de tinta compreende uma câmara de mistura de tintas em que as duas ou mais cores de tintas de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor são primeiramente misturadas em uma quantidade controlada antes da distribui- ção desta mistura de tintas ao cabeçote de impressão. Um sistema de alimentação de tinta de acordo com esta concre- tização encontra-se exemplificado pela Figura 3.
As duas concretizações anteriores também podem ser combinadas para proporcionarem um sistema de suprimento de tinta em que pelo menos três tintas de cor de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor são misturadas em uma quan- tidade controlada parcialmente em uma câmara de mistura de tintas e parcialmente in-situ em um conduto entre a câmara de mistura de tintas e o cabeçote de impressão. Um sistema de suprimento de tinta de acordo com esta concretização en- contra-se exemplificado pela Figura 4.
De acordo com outra concretização, a mistura em uma quantidade controlada das duas ou mais cores de tintas de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor ocorre dentro do cabeçote de impressão. Um sistema de alimentação de tin- ta de acordo com esta concretização encontra-se exemplifi- cado pela Figura 5.
Muito embora seja possível localizar (parte de) o sistema de mistura de tintas dentro do cabeçote de impres- são, o sistema de mistura de tintas é preferentemente sepa- rado em relação ao cabeçote de impressão, isto permite a conexão de um sistema de alimentação de tinta a uma ampla gama de cabeçotes de impressão e impressoras de jato de tinta que já se encontram disponíveis comercialmente, e portanto não aumentam a complexidade e custo de desenvolvi- mento de cabeçotes de impressão. Além disso, a manutenção é muito mais fácil em um sistema de mistura de tintas não lo- calizado dentro do cabeçote de impressão quando, por exem- plo, ocorrer a floculação das tintas.
Deverá ser evidente que para um conjunto de tintas, encontra-se presente preferentemente um meio de mistura pa- ra cada cor, para o que existem duas ou mais tintas de jato de tinta de cor da mesma cor e densidade de cor no conjunto de tintas de jato de tinta.
Meios de computação
Em uma concretização preferida, um sistema de ali- mentação de tinta é conectado a um computador para contro- lar um processo de mistura de tintas. Isto pode incluir a abertura e fechamento de válvulas, o controle do fluxo por bombas, a velocidade de rotação de um agitador e outras a- justagens mecânicas, para se obter a mistura de tintas de- sejada. Entretanto, o computador também é preferentemente usado para armazenar e revocar dados de misturas de tintas usadas no receptor de tintas específico. Isto permite ajus- tagem rápida da impressora de jato de tinta a um receptor de tinta específico que já foi impresso com o mesmo conjun- to de tintas de jato de tinta no passado.
De acordo com outra concretização, o computador po- de ser usado para produzir um padrão de teste de diferentes misturas de tintas em um receptor de tinta anteriormente não usado que depois de exame do padrão impresso permite a seleção da mistura de tintas que exibem as propriedades de- sejadas de qualidade de imagem, aderência, e outras. O em- prego deste método de cada vez que um novo substrato é usa- 5 do como receptor de tinta resulta em uma biblioteca digital de dados de mistura de tintas para receptores de tintas es- pecíficos. Estes dados de mistura de tintas incluem a pro- porção das tintas do jato de tinta e a sua relação com a qualidade e propriedades físicas de imagem. 0 uso de uma 10 biblioteca, com maior preferência uma biblioteca digital, conduz a produtividade aumentada.
Para um número de propriedades características, é possível automatizar a avaliação do padrão de teste de di- ferentes misturas de tintas pela inclusão, a jusante da im- 15 pressora, de meios capazes de medirem ou avaliarem largura de linha, aclaramento de borda, matizado, densidade de im- pressão, brilho e/ou intensidade de cor.
Receptores de tinta de jato de tinta
O receptor de tinta adequado para o método de im- 20 pressão a jato de tinta de acordo com a presente invenção não fica restrito a qualquer tipo específico e pode ser transparente, translúcido ou opaco. O receptor de tinta po- de ser colorido ou metalizado. Ele pode ser um substrato temporário, por exemplo, para transferir uma imagem para um 25 outro substrato depois da impressão. Aplicações, tais como impressão em 3D e impressão direta em portas de madeira, painéis e cerâmicas estão igualmente incluídas no escopo da invenção. Tintas aquosas são geralmente impressas em recepto- res de tinta absorventes. Tintas baseadas em solvente de jato de tinta e tintas curáveis por radiação também podem ser impressas em receptores de tintas substancialmente não 5 absorventes para uma solução aquosa. Por exemplo, o papel padrão é um receptor de tinta absorvente. Por outro lado, um papel revestido de resina, for exemplo, papel revestido de polietileno ou papel revestido de polipropileno, usual- mente é substancialmente não absorvente.
0 receptor de tinta pode compreender um suporte com
pelo menos uma camada receptora de tinta. A camada recepto- ra de tinta pode consistir de somente uma única camada, ou alternativamente pode ser composta de duas, três ou mais camadas. A camada receptora de tinta pode conter um ou mais 15 ligantes poliméricos e opcionalmente enchimentos. A camada receptora de tinta, e uma camada auxiliar opcional, tal co- mo uma camada de forro para anti-ondulação e/ou propósitos adesivos, pode conter ainda ingredientes convencionais am- plamente conhecidos, tais como tensoativos que servem como 20 auxiliares de revestimento, agentes de reticulação, plasti- ficantes, substâncias catiônicas que funcionam como morden- tes, estabilizadores de luz, agentes de ajuste de pH, agen- tes anti-estáticos, biocidas, lubrificantes, agentes de branqueamento e agentes de entrelaçamento.
A camada receptora de tinta e a(s) camada (s) auxi-
liar (s) opcional (s) pode ser reticulada em um certo grau para proporcionar aspectos desejados tais como caracterís- ticas de firmeza à água e não-bloqueio. A reticulação é i- gualmente útil na provisão de resistência à abrasão e re- sistência à formação de impressões digitais como um resul- tado de manuseio.
Suportes adequados para as camadas receptoras de tinta são também receptores de tintas adequados para tintas de jato de tinta baseadas em solvente ou tintas curáveis por radiação e incluem substratos poliméricos tais como propionato de acetato de celulose, butirato de acetato de celulose, poliésteres tais como tereftalato de polietileno (PET) e naftalato de polietileno (PEN); polistireno orien- tado (OPS); nylon orientado (ONy) ; polipropileno (PP) , po- lipropileno orientado (OPP); cloreto de polivinila (PVC); e vários poliamidas, policarbonatos, poliimidas, poliolefi- nas, poli(vinilacetais) , poliéteres e polissulfonamidas, poliésteres brancos opacos e misturas de extrusão de teref- talato de polietileno e polipropileno. As resinas acríli- cas, resinas fenólicas, vidro e metais também podem ser u- sados como um receptor de tinta. Outros materiais recepto- res de tinta adequados podem ser encontrados em "Modern Approaches to Wettability: Theory e Applications. Edited by SCHRADER, Malcolm E., et al. New York: Plenum Press, 1992. ISBN 0306439859".
0 receptor de tinta também pode incorporar partícu- las minerais como enchimentos, tais como, por exemplo, PET que contém CaCO3, PET que contém T1O2, PET amorfo (APET) e PET glicolizado (PETG).
0 receptor de tinta pode ser provido com uma camada de forro auto-adesiva. Exemplos de receptores de tinta de PVC auto-adesivos incluem vinilas MPI™ provenientes da A- VERY-DENNISON, vinilas Digital™ provenientes da METAMARK, vinilas brancas digitais Multi-fix™ provenientes da MULTI- FIX e vinilas Grafiprint™ provenientes da GRAFITYP.
5 Substratos de películas de poliéster e especialmen-
te tereftalato de polietileno são preferidos para determi- nadas aplicações, particularmente tipos com excelente esta- bilidade dimensional. Quando se utiliza esse poliéster como o receptor de tinta, pode empregar-se uma camada gelatinosa 10 para aperfeiçoar a ligação da camada de tinta aplicada por jato ao substrato, se ele constituir em conjunto com o substrato não gelatinoso um receptor de tinta substancial- mente não absorvente. Camadas gelatinosas de utilidade para este propósito são amplamente conhecidas na técnica foto- 15 gráfica e incluem, por exemplo, polímeros de cloreto de vi- nilideno tais como terpolímeros de cloreto de vinilideno /acrilonitrila /ácido acrílico ou terpolímeros de cloreto de vinilideno / acrilato de metila / ácido itacônico. Esta- bilizadores, aditivos de nivelamento, agentes de entrelaça- 20 mento, agentes de ajuste para propriedades físicas de pelí- cula, tais como ceras, podem ser igualmente adicionados à camada de entrelaçamento conforme seja requerido.
O receptor de tinta também pode ser preparado a partir de um material inorgânico, tais como um óxido de me- tal ou um metal (por exemplo, alumínio e aço).
Outros receptores de tinta adequados podem ser se- lecionados a partir do grupo que consiste de papelão, ma- deira, painéis compostos, plástico revestido, lona, têx- teis, vidros, produtos de fibras de plantas, couro, materi- ais magnéticos e cerâmicas.
Conjunto de tinta de jato de tintas
O conjunto de tintas de jato de tinta de acordo com 5 a presente invenção compreende duas ou mais cores de tintas de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor, mas com- preendendo diferentes componentes sólidos e/ou líquidos.
De acordo com uma concretização preferida as duas ou mais cores de tintas de jato de tinta contêm os mesmos corantes. Preferentemente a quantidade de cada corante em uma primeira tinta das ditas duas ou mais cores de tintas de jato de tinta difere em não mais do que 10%, em peso, com maior preferência não mais do que 5%, em peso e com maior preferência não mais do que 2%, em peso, todos com base no peso total do corante na primeira tinta, com a quantidade do corante em uma segunda tinta do jato de tinta das ditas duas ou mais cores de tintas de jato de tinta. Com maior preferência os pigmentos de cor estão presentes na mesma quantidade em cada uma das ditas duas ou mais tin- tas de cores do jato de tinta.
De acordo com uma concretização, as duas ou mais cores de tintas de jato de tinta contêm uma quantidade di- ferente de tensoativo e/ou diferentes tipos de agente ten- soativo.
Em uma concretização preferida as duas ou mais co-
res de tintas de jato de tinta são tintas de jato de tinta baseadas em solvente.
De acordo com outra concretização preferida as duas ou mais cores de tintas de jato de tinta são tintas de jato de tinta curáveis por radiação.
Em outra concretização preferida de tintas de jato de tinta curáveis por radiação, um foto-iniciador encontra- se presente em pelo menos uma das ditas duas ou mais tintas de cor de jato de tinta curáveis por radiação e ausente em pelo menos uma outra tinta das ditas duas ou mais tintas de cor de jato de tinta curáveis por radiação. Em outra con- cretização preferida, um co-iniciador ou sinergista de po- limerização encontra-se presente em pelo menos uma das duas ou mais cores de tintas de jato de tinta que não compreen- dem o foto-iniciador. Ainda de acordo com outra concretiza- ção preferida, um inibidor encontra-se presente em pelo me- nos uma das ditas duas ou mais cores de tintas de jato de tinta que compreendem o foto-iniciador.
De acordo com outra concretização, o conjunto de tintas de jato de tinta pode compreender ainda duas ou mais tintas incolores de jato de tinta que compreendem diferen- tes componentes sólidos e/ou líquidos. Estas tintas incolo- 20 res de jato de tinta podem ser usadas para reduzir ou au- mentar o brilho da imagem, por exemplo, com uma camada de revestimento de topo. Uma camada de revestimento de topo também pode ser aplicada para aumentar a durabilidade ou resistência a solvente da imagem ou para reduzir a quanti- 25 dade de materiais extraíveis quando da impressão em materi- ais para acondicionamento de alimentos.
0 conjunto de tintas de jato de tinta em uma im- pressora de jato de tinta pode incluir as duas ou mais co- res de tintas de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor em um volume diferente. Por vezes, uma tinta pode ser consumida muito mais rápida do que a outra, por exemplo, porque a outra tinta é regulada no sentido de boa aderência 5 em substratos usados menos freqüentemente. Dada a vida de prateleira limitada, especialmente para as tintas curáveis por radiação, a perda de tinta e custos a ela atribuídos podem ser reduzidos.
Tintas de jato de tinta As tintas de jato de tinta em um conjunto de tintas
de acordo com a presente invenção são preferentemente tin- tas de jato de tinta não aquosas. Em uma tinta de jato de tinta não aquosa, os componentes estão presentes em um meio de dispersão que é um líquido não aquoso sob a temperatura de aplicação de jato.
0 termo "líquido não aquoso" refere-se a um carrea- dor líquido que não deverá conter água. Entretanto, por ve- zes, poderá estar presente uma pequena quantidade, geral- 20 mente menos do que 5%, em peso, de água, com base no peso total da tinta. Esta água não foi adicionada intencional- mente, mas veio para a formulação por intermédio de outros componentes como uma contaminação, tal como, por exemplo, solventes orgânicos polares. Quantidades mais altas de água 25 do que 5%, em peso, tendem a tornar instáveis as tintas não-aquosas de jato de tinta, preferentemente o teor de á- gua é menor do que 1%, em peso, com base no peso total do meio de dispersão, e com maior preferência nenhuma água se encontra presente.
As duas ou mais cores de tintas de jato de tinta do conjunto de tintas de jato de tinta de acordo com a presen- te invenção preferentemente contém um pigmento como coran- 5 te. Se o corante não for um pigmento de auto-dispersão, as tintas de jato de tinta preferentemente também contêm um dispersante, com maior preferência um dispersante poliméri- co.
As tintas de jato de tinta de um conjunto de tintas de acordo com a presente invenção também podem conter ainda pelo menos um tensoativo.
As tintas de jato de tinta de um conjunto de tintas de acordo com a presente invenção podem conter pelo menos um agente de umedecimento para prevenir o entupimento do bocal, devido à sua capacidade de retardar a velocidade de evaporação da tinta.
As tintas de cor de jato de tinta pigmentadas de acordo com a presente invenção podem conter pelo menos uma dispersão sinergista. Uma mistura de sinergistas de disper- são pode ser usada para aperfeiçoar mais a estabilidade da dispersão.
As tintas de jato de tinta de um conjunto de tintas de acordo com a presente invenção compreendem preferente- mente uma tinta de jato de tinta selecionada a partir do 25 grupo que consiste de um solvente orgânico baseado, um óleo baseado e uma tinta de jato de tinta capaz de ser curada. A tinta de jato de tinta capaz de ser curada é preferentemen- te capaz de ser curada por radiação. A viscosidade da tinta de jato de tinta é preferen- temente menor do que 100 mPa.s a 30°C e sob uma taxa de ci- salhamento de 100 s_1. A viscosidade da tinta de jato de tinta é pref erentemente menor do que 30 mPa.s, com maior 5 preferência mais baixa do que 15 mPa.s, e com maior prefe- rência está situada entre 2 e 10 mPa.s sob uma velocidade de cisalhamento de 100 s"1 e uma temperatura de aplicação de jato entre 10 e 70°C.
A tinta curável de jato de tinta pode conter como meio de dispersão monômeros, oligômeros e/ou pré-polímeros que possuem diferentes graus de funcionalidade. Poderá ser usada uma mistura de monômeros, oligômeros ou pré-polimeros que inclui combinações de funcionalidade mono-, di-, tri- e/ou mais altas. Um catalisador chamado um iniciador para iniciar a reação de polimerização pode ser incluído na tin- ta curável do jato de tinta. O iniciador pode ser um inici- ador térmico, mas é preferentemente um foto-iniciador. O foto-iniciador requer menos energia para ativar do que os monômeros, oligômeros e/ou pré-polímeros para formarem o polímero. O foto-iniciador adequado para o uso na dispersão de pigmentos curável pode ser um iniciador Norrish tipo I, um iniciador Norrish tipo II ou um gerador foto-ácido.
As tintas de jato de tinta curáveis de um conjunto de tintas de acordo com a presente invenção também podem conter ainda pelo menos um inibidor.
Um conjunto de tintas de jato de tinta CMYK também pode ser estendido com uma ou mais tintas extras, tais co- mo, vermelha, verde, azul e laranja para ampliar ainda mais a escala de cores da imagem. 0 conjunto de tintas CMYK tam- bém pode ser estendido pela combinação de tintas de densi- dade plena e densidade leve das tintas tanto de cor quanto das tintas pretas, para aperfeiçoar a qualidade de imagem por granulação diminuída.
Corantes
As duas ou mais cores de tintas de jato de tinta do conjunto de tintas de jato de tinta de acordo com a presen- te invenção contêm pelo menos um corante. Os corantes usa- 10 dos nas tintas de jato de tinta podem ser pigmentos, tintu- ras ou uma combinação dos mesmos. Podem usar-se pigmentos orgânicos e/ou inorgânicos.
As duas ou mais tintas curáveis por radiação ou tintas de jato de tinta baseadas em solventes preferentemente contêm pigmentos como corantes.
Os pigmentos nas tintas de jato de tinta podem ser pretos, brancos, ciano, magenta, amarelos, vermelhos, la- ranja, violeta, azuis, verdes, castanhos, suas misturas, e assemelhados.
0 pigmento de cor pode ser escolhido a partir da-
queles expostos por HERBST, Willy, et al. Industrial Organic Pigments, Production, Properties, Applications. 3rd edition. Wiley - VCH , 2004. ISBN 3527305769.
Pigmentos particulares preferidos compreendem Pig- mento Amarelo C.I. 1, 3, 10, 12, 13, 14, 17, 55, 65, 73, 74, 75, 83, 93, 97, 109, 111, 120, 128, 138, 139, 150, 151, 154, 155, 180,185 e 213.
Pigmentos particulares preferidos compreendem Pig- mento Amarelo C.I. 120, 151, 154, 175, 180, 181 e 194.
Os pigmentos amarelos de maior preferência compre- endem o Pigmento Amarelo C.1.120, 139, 150 155 e 213.
Pigmentos particulares preferidos compreendem Pig- 5 mento Vermelho C.I. 17, 22, 23, 41, 48:1, 48:2, 49:1, 49:2, 52:1, 57:1, 81:1, 81:3, 88, 112, 122, 144, 146, 149, 169,170, 175, 176, 184, 185, 188, 202, 206, 207, 210, 216, 221, 248, 251, 254, 255, 264, 270 e 272. Para manufaturar laminados decorativos, os de maior preferência são Pigmento 10 Vermelho C.I. 254 e Pigmento Vermelho C.I. 266. Para outras aplicações de jato de tinta não-aquoso os pigmentos de mai- or preferência compreendem o Pigmento Vermelho C. 1.122 e o Pigmento Violeta C.I.19.
Pigmentos particulares preferidos são o Pigmento Violeta C.I. 1, 2, 19, 23, 32, 37 e 39.
Pigmentos preferidos particulares são o Pigmento Azul C.I. 15:1, 15:2, 15:3, 15:4, 15:6, 16, 56, 61 e pig- mentos de alumínio ftalocianina (ligados em ponte).
Pigmentos particulares preferidos compreendem Pig- mento Laranja C.I. 5, 13, 16, 34, 40, 43, 59, 66, 67, 69, 71 e 73.
Pigmentos particulares preferidos compreendem Pig- mento Verde C.I. 7 e 36.
Pigmentos particulares preferidos compreendem Pig- mento Castanho C.I. 6 e 7.
Pigmentos adequados incluem cristais misturados dos pigmentos particulares mencionados anteriormente. Um exem- plo disponível comercialmente é Cinquasia Magenta RT-355-D a partir da Ciba Specialty Chemicals.
Negro de fumo é preferido como um pigmento para a tinta de jato de tinta preta. Materiais de pigmento preto adequados incluem negros de fumo tais como Pigmento Preto 7 5 (por exemplo, Carbon Black MA8® a partir da MITSUBISHI CHE- MICAL) , Regai® 400R, Mogul® L, Elftex® 320 a partir da CABOT Co., ou Carbon Black FWl8, Special Black 250, Special Black 350, Special Black 550, Printex® 25, Printex® 35, Printex® 55, Printex® 90, Printex® 150T a partir da DEGUSSA. Exem- 10 pios adicionais de pigmentos adequados encontram-se expos- tos na US 5389133 (XEROX) .
É igualmente possível fazer misturas de pigmentos nas duas ou mais cores de tintas de jato de tinta. Para al- gumas aplicações, prefere-se uma tinta de jato de tinta 15 preta neutra e pode ser obtida, por exemplo, pela mistura de um pigmento preto e um pigmento ciano dentro da tinta. A aplicação do jato de tinta também pode requerer uma ou mais cores pontuais, por exemplo para impressão de jato de tinta de acondicionamento ou impressão de jato de tinta têxtil. A 20 prata e ouro são cores freqüentemente desejadas para im- pressão de pôster por jato de tinta e displays de pontos de vendas.
Da mesma forma, pigmentos não orgânicos podem estar presentes nas duas ou mais cores de tintas de jato de tin- 25 ta. Pigmentos particulares preferidos são Pigmento Metal C.I. 1, 2 e 3. Exemplos ilustrativos dos pigmentos inorgâ- nicos incluem óxido de titânio, sulfato de bário, carbonato de cálcio, óxido de zinco, sulfato de chumbo, chumbo amare- lo, amarelo zinco, óxido de ferro vermelho (III), vermelho cádmio, azul ultramarino, azul da Prússia, verde de óxido de cromo, verde cobalto, âmbar, negro de titânio, e negro de ferro sintético.
5 Geralmente os pigmentos são estabilizados no meio
de dispersão por meio de agentes de dispersão, tais como dispersantes poliméricos ou tensoativos. Entretanto, a su- perfície dos pigmentos pode ser modificada para obter-se os chamados pigmentos "auto-dispersáveis" ou "auto- 10 dispersores", ou seja, pigmentos que são capazes de ser dispersos no meio de dispersão sem agentes de dispersão.
As partículas de pigmentos na tinta de jato de tin- ta deverão ser suficientemente pequenos para permitir o fluxo livre da tinta através do dispositivo de impressão a 15 jato de tinta, especialmente nos bocais de ejeção. É igual- mente desejável usar pequenas partículas para máxima inten- sidade de cor e para retardamento da sedimentação.
A dimensão de partícula de pigmento média numérica está situada preferentemente entre 0,050 e 1 μπι, com maior 20 preferência entre 0,070 e 0,300 μπι e particularmente preferentemente entre 0,080 e 0,200 μπι. Com maior preferên- cia, a dimensão de partícula de pigmento média numérica não é maior do que 0,150 μπι. Entretanto, a dimensão de partí- cula de pigmento média para tintas de jato de tinta brancas 25 que compreendem, por exemplo, um pigmento de bióxido de ti- tânio, situa-se preferentemente entre 0,100 e 0, 300 μπι.
O pigmento é preferentemente usado na dispersão de pigmento usada para preparar as tintas de jato de tinta em uma quantidade de 10 a 40%, em peso, preferentemente 15 a 30%, em peso, com base no peso total da dispersão de pig- mento. Na tinta de jato de tinta o pigmento é preferentemente usado em uma quantidade de 0,1 até 20%, em 5 peso, preferentemente de 1 até 10%, em peso, com base no peso total do jato de tinta.
Corantes adequados para as duas ou mais cores de tintas de jato de tinta no conjunto de tintas de acordo com a presente invenção incluem corantes diretos, corantes áci- dos, corantes básicos e corantes reativos.
Corantes diretos adequados para as duas ou mais co- res de tintas de jato de tinta incluem:
• Amarelo Direto C.I. 1, 4, 8, 11, 12, 24, 26, 27,
28, 33, 39, 44, 50, 58, 85, 86, 100, 110, 120, 132, 142, e 144
• Vermelho Direto C.I. 1, 2, 4, 9, 11, 134, 17, 20,
23, 24, 28, 31, 33, 37, 39, 44, 47, 48, 51, 62, 63, 75, 79, 80, 81, 83, 89, 90, 94, 95, 99, 220, 224, 227 e 343
· Azul Direto C.I. 1, 2, 6, 8, 15, 22, 25, 71, 76,
78, 80, 86, 87, 90, 98, 106, 108, 120, 123, 163, 165, 192, 193, 194, 195, 196, 199, 200, 201, 202, 203, 207, 236, e 237
• Preto Direto C.I. 2, 3, 7, 17, 19, 22, 32, 38, 51, 56, 62, 71, 74, 75, 77, 105, 108, 112, 117, 154 e
195.
Corantes ácidos adequados para as duas ou mais co- res de tintas de jato de tinta incluem: • Amarelo Ácido C.I. 2, 3, 7, 17, 19, 23, 25, 20, 38,
42, 49, 59, 61, 72, e 99
• Laranja Ácido C.I. 56 e 64
• Vermelho Ácido C.I. 1, 8, 14, 18, 26, 32, 37, 42, 52, 57, 72, 74, 80, 87, 115, 119, 131, 133, 134,
143, 154, 186, 249, 254, e 256
• C.I. Acid Violet 11, 34, e 75
• Azul Ácido C.I. 1, 7, 9, 29, 87, 126, 138, 171,
175, 183, 234, 236, e 249 · Verde Ácido C.I. 9, 12, 19, 27, e 41
• Preto Ácido C.I. 1, 2, 7, 24, 26, 48, 52, 58, 60,
94, 107, 109, 110, 119, 131, e 155
Corantes reativos adequados para as duas ou mais cores de tintas de jato de tinta incluem:
· Amarelo Reativo C.I. 1, 2, 3, 14, 15, 17, 37, 42,
76, 95, 168, e 175
• Vermelho Reativo C.I. 2, 6, 11, 21, 22, 23, 24, 33,
45, 111, 112, 114, 180, 218, 226, 228, e 235
• Azul Reativo C.I. 7, 14, 15, 18, 19, 21, 25, 38, 49, 72, 77, 176, 203, 220, 230, e 235
• Laranja Reativo C.1.5, 12, 13, 35, e 95
• Castanho Reativo C.I. 7, 11, 33, 37, e 46
• Verde Reativo C.I. 8 e 19
• Violeta Reativo C.I. 2, 4, 6, 8, 21, 22, e 25 · Preto Reativo C.I. 5, 8, 31, e 39
Corantes básicos adequados para as duas ou mais cores de tintas de jato de tinta incluem:
• Amarelo Básico C.I. 11, 14, 21, e 32 • Vermelho Básico C.I. 1, 2, 9, 12, e 13 • Violeta Básico C.I. 3, 7, e 14
• Azul Básico C.I. 3, 9, 24, e 25
Se a tinta de cor do jato de tinta contiver água, os corantes podem manifestar somente a cor ideal em uma faixa apropriada de valor de pH. Portanto, a tinta de jato de tinta preferentemente compreende ainda um agente de a- juste de pH.
Agentes de ajuste de pH incluem NaOH, KOH, NEt3, NH3, HCl, HNO3 , H2SO4 e (poli) alcanolaminas tais como trie- tanolamina e 2-amino-2-metil-l-propaniol. Agentes de ajuste de pH preferidos são NaOH e H2SO4.
Os corantes são usados nas duas ou mais cores de tintas de jato de tinta em uma quantidade de 0,1 até 30%, em peso, preferentemente de 1 até 20%, em peso, com base no peso total da tinta do jato de tinta.
Em uma concretização específica o corante é um co- rante fluorescente usado para introduzir recursos de segu- rança. Exemplos adequados de um corante fluorescente inclu- em classes de Tinopal™ tais como Tinopal™ SFD, classes de Uvitex™ tais como Uvitex™ NFW e Uvitex™ OB, todos disponí- veis a partir da CIBA SPECIALTY CHEMICALS; classes de Leu- kophor™ a partir da CLARIANT e classes de Blancophor™ tais como Blancophor™ REU e Blancophor™ BSU a partir da BAYER. Dispersantes
Dispersantes poliméricos típicos são copolímeros de dois monômeros, mas podem conter três, quatro, cinco ou mesmo mais monômeros. As propriedades dos dispersantes po- liméricos dependem tanto da natureza dos monômeros quanto da sua distribuição no polímero. Codispersantes poliméricos adequados têm as seguintes composições de polímero:
• monômeros estatisticamente polimerizados (por exemplo, monômeros AeB polimerizados em ABBAA-
BAB) ;
• monômeros alternativamente polimerizados (por
exemplo, monômeros AeB polimerizados em ABABA- BAB) ;
· monômeros polimerizados em gradiente (diminuídos
gradualmente) (por exemplo, monômeros AeB poli- merizados em AAABAABBABBB);
• copolímeros de blocos (por exemplo, monômeros AeB
polimerizados em AAAAABBBBBB) em que o comprimento de bloco de cada um dos blocos (2, 3, 4, 5 ou mes-
mo mais) é importante para a capacidade de disper- são do dispersante polimérico;
• copolímeros de enxerto (copolímeros de enxerto con-
sistem de uma espinha dorsal polimérica com cadei- as laterais vinculadas à espinha dorsal); e
• formas mistas destes polímeros, por exemplo, copo-
límeros de gradiente maciço.
Os dispersantes poliméricos podem ter arquitetura de polímero diferente, incluindo linear, pente/ramificada, 25 estrela, dendrítica (incluindo dendrímeros de e polímeros hiper-ramifiçados). Um retrospecto geral sobre a arquitetu- ra de polímeros está exposta por ODIAN, George, Principies de Polimerização, 4th edition, Wiley-Interscience, 2004, p. 1-18 .
Os polímeros em pente/ramificado têm ramificações laterais de moléculas de monômero ligadas que se projetam a partir de vários pontos de ramificação centrais ao longo da 5 cadeia de polímero principal (pelo menos 3 pontos de rami- ficação ) .
Os polímeros em estrela são polímeros ramificados em que três ou mais linear homopolímeros ou copolímeros si- milares ou diferentes são encadeados em conjunto a um único núcleo.
Os polímeros dendríticos compreendem as classes de dendrímeros e polímeros hiperramifiçados. Nos dendrímeros, com estruturas mono-dispersas bem definidas, utilizam-se todos os pontos de ramificação (síntese de várias etapas), 15 enquanto os polímeros hiper-ramifiçados têm uma pluralidade de pontos de ramificação e ramificações multifuncionais que conduzem a outra ramificação com crescimento de polímero (processo de polimerização de uma etapa).
Dispersantes poliméricos adequados podem ser prepa- rados por intermédio de polimerizações do tipo de adição ou de condensação. Os métodos de polimerização incluem aqueles descritos por ODIAN, George, Principies de Polimerização, 4th edition, Wiley-Interscience, 2004, p. 39-606.
Os métodos de polimerização por adição incluem téc- nicas de polimerização de radical livre (FRP) e de polime- rização controlada. Métodos adequados de polimerização de radical controlado incluem:
• RAFT: transferência de cadeia de adição- fragmentação reversível; • ATRP: polimerização de radical de transferência de
átomo;
• MADIX: processo de transferência de cadeia de adi-
ção-fragmentação reversível, que utiliza um xanta-
to ativo de transferência;
• Transferência de cadeia catalítica (por exemplo,
que utiliza complexos de cobalto);
• Polimerizações mediadas por nitróxido (por exemplo,
TEMPO).
Outros métodos de polimerização controlados adequa- dos incluem:
• GTP: polimerização de transferência de grupo;
• Polimerizações catiônicas ativas (abertura de a-
nel) ;
• Polimerização de abertura de anel por inserção de
coordenação aniônica; e
• Polimerização aniônica ativa (abertura de anel).
Transferência de adição-fragmentação reversível
(RAFT): polimerização controlada ocorre por meio de trans- ferência de cadeia rápida entre radicais de polímero em crescimento e cadeias de polímero inativas. Um artigo de retrospecto sobre a síntese RAFT de dispersantes com dife- rente geometria polimérica está exposto em QUINN J.F. et al., Facile Synthesis de comb, star, e graft polymers via reversible addition-fragmentation chain transfer (RAFT) polymerization, Journal de Polímero Science, Part A: Polí- mero Chemistry, Vol.40, 2956-2966, 2002. Polimerização de transferência de grupo (GTP): o método de GTP usado para a síntese de copolímeros de blocos AB encontra-se exposto por SPINELLI, Harry J, GTP e seu uso em dispersantes de pigmentos baseados em água e estabiliza- 5 dores de emulsões, Proc. de 20th Int.. Conf. Org. Coat. Sei. Technol., New Platz, N.Y., State Univ. N.Y., Inst. Ma- ter. Sei. p. 511-518.
A síntese de polímeros dendríticos encontra-se des- crita na literatura. A síntese de dendrímeros em NEWCOME, G.R., et al. Dendritic Molecules: Concepts, Synthesis, Perspectives. VCH: WEINHEIM, 2001. A polimerização por hi- per-ramificação encontra-se descrita por BURCHARD, W.. Pro- priedades de soluções de macromoléculas ramificadas. Advan- ces in Polímero Science. 1999, vol. 143, no.II, p. 113-194. Materiais hiper-ramifiçados podem ser obtidos por policon- densação polifuncional, tal como se encontra exposto por FLORY,P.J.. Distribuição de dimensão molecular em polímeros tridimensionais. VI. Polímero ramificado que contém unida- des do tipo A-R-Bf-I. Journal de the American Chemical So- ciety. 1952, vol.74, p. 2718-1723.
As polimerizações catiônicas ativas são usadas, por exemplo, para a síntese de éteres de polivinila, tal como se encontra exposto em WO 2005/012444 (CANON), US 20050197424 (CANON) e US 20050176846 (CANON). A polimeriza- 25 ção por abertura de anel de coordenação aniônica é usada, por exemplo, para a síntese de poliésteres com base em Iac- tonas. A polimerização por abertura de anel aniônico ativo é usada, por exemplo, para a síntese de macromonômeros de óxido de polietileno.
A polimerização de radical livre (FRP) prossegue por intermédio de um mecanismo de cadeia, o qual consiste basicamente de quatro tipos diferentes de reações que en- 5 volvem radicais livres: (1) geração de radicais a partir de espécies não-radicais (iniciação), (2) adição de radical a um alqueno substituído (propagação) , (3) reações de trans- ferência de átomos e abstração de átomos (transferência de cadeia e término por desproporcionamento), e (4) reações de 10 recombinação de radical-radical (término por combinação).
Dispersantes poliméricos que são dotados de várias composições de polímeros supra encontram-se expostos em US 6022908 (HP), US 5302197 (DU PONT) e US 6528557 (XEROX).
Dispersantes copoliméricos estatísticos adequados encontram-se expostos na US 5648405 (DU PONT), US 6245832 (FUJI XEROX), US 6262207 (3M), US 20050004262 (KAO) e US 6852777 (KAO).
dispersantes copoliméricos alternativos adequados encontram-se descritos na US 20030017271 (AKZO NOBEL).
Descreveram-se dispersantes poliméricos de blocos
adequados em numerosas patentes, especialmente dispersantes poliméricos de blocos que contêm blocos hidrófobos e hidró- filos. Por exemplo, a US 5859113 (DU PONT) copolímeros de blocos AB, a US 6413306 (DU PONT) expõe copolímeros de blo- cos ABC.
Dispersantes poliméricos de enxerto adequados en- contram-se descritos na CA 2157361 (DU PONT) (espinha dor- sal polimérica hidrófoba e cadeias laterais hidrófilas); outros dispersantes poliméricos de enxerto encontram-se ex- postos na US 6652634 (LEXMARK) e na US 6521715 (DU PONT) ) .
dispersantes poliméricos ramificados adequados en- contram-se descritos na US 6005023 (DU PONT), US 6031019 5 (KAO) e US 6127453 (KODAK).
Dispersantes poliméricos dendriticos adequados en- contram-se descritos, por exemplo, em US 6518370 (3M), US 6258896 (3M), US 2004102541 (LEXMARK), US 6649138 (QUANTUM DOT), US 2002256230 (BASF), EP 1351759 A (EFKA ADDITIVES) e EP 1295919 A (KODAK).
Concepções adequadas de dispersantes poliméricos para tintas de jato de tinta encontram-se expostos em SPI- NELLI, Harry J., Polymeric Dispersants in Inkjet techno- logy, Advanced Materials, 1998, Vol. 10, no. 15, p. 1215- 1218.
Os monômeros e/ou oligômeros usados para preparar o dispersante polimérico podem compreender qualquer monômero e/ou oligômero encontrado no Polymer Handbook Vol. 1 +2, 4th edition, editado por J. BRANDRUP et al., Wiley- Interscience, 1999.
Os polímeros de utilidade como dispersantes de pig- mentos incluem os polímeros que se apresentam naturalmente, e exemplos específicos dos mesmos incluem: proteínas, tais como cola, gelatina, caseína, e albumina; borrachas que se 25 apresentam naturalmente, tais como goma arábica e tragacan- to; glicósidas, tais como saponina; ácido algínico e deri- vados de ácido algínico, tais como alginato de glicol de propileno; e derivados de celulose, tais como celulose de metila, celulose de carboximetila e celulose de etilidroxi- la; lã e seda, e polímeros sintéticos.
Exemplos adequados de monômeros para sintetização de dispersantes poliméricos incluem: ácido acrílico, ácido 5 metacrílico, ácido maléico (ou os seus sais), anidrido ma- léico, alquil(met)acrilatos (linear, ramificado e cicloal- quila) tais como metil(met)acrilato, n-butil(met)acrilato, terc-butil(met)acrilato, cicloexil(met)acrilato, e 2- etilexil(met)acrilato; aril(met)acrilatos tais como ben- 10 zil(met)acrilato, e fenil(met)acrilato; hidroxial- quil(met)acrilatos tais como hidroxietil(met)acrilato, e hidroxipropil(met)acrilato; (met)acrilatos com outros tipos de funcionalidades (por exemplo, oxiranas, amino, fluoro, óxido de polietileno, fosfato substituído) tais como glici- 15 dil (met)acrilato, dimetilaminoetil(met)acrilato, trifluo- roetil acrilato, metoxipolietilenoglicol (met)acrilato, e fosfato de tripropilenoglicol (met)acrilato; derivados de alila tais como éter glicidílico de alila; estirênicos tais como estireno, 4-metilestireno, 4-hidroxiestireno, 4- 20 acetoestireno, e ácido sulfônico de estireno; (met)acrilonitrili; (met)acrilamidas (incluindo N-mono e N,N-dissubstituídos) tais como N-benzil (met)acrilamida; maleimidas tais como N-fenil maleimida; derivados de vini- la, tais como álcool de vinila, vinilcaprolactama, vinil- 25 pirrolidona, vinilimidazol, vinilnaftaleno, e halogenetos de vinila; éteres vinílicos tais como vinilmetil éter; vi- nilésteres de ácidos carboxílicos, tais como acetato de vi- nila, butirato de vinila, e benzoato de vinila. Polímeros do tipo de condensação típicos incluem poliuretanas, polia- midas, policarbonatos, poliéteres, poliuréias, poliiminas, poliimidas, policetonas, poliéster, polissiloxana, fenol- formaldeido, uréia-formaldeido, melamina-formaldeido, po- 5 lissulfureto, poliacetal ou as suas combinações.
Dispersantes poliméricos adequados compreendem co- polímero de ácido acrílico/acrilonitrila, copolímero de a- cetato de vinila/éster acrílico, copolímero de ácido acrí- lico/éster acrílico, copolímero de estireno/ácido acrílico, 10 copolímero de estireno/ácido metacrílico, copolímero de es- tireno/ácido metacrílico / éster acrílico, copolímero de estireno/a-metilestireno/ ácido acrílico, copolímero de es- tireno/a-metilestireno/ácido acrílico/ éster acrílico, co- polímero de estireno/ácido maléico, copolímero de estire- 15 no/anidrido maléico, copolímero de vinilnaftaleno/ácido a- crílico, copolímero de vinilnaftaleno/ácido maléico, copo- límero de acetato de vinila/etileno, copolímero de acetato de vinila /ácido graxo/etileno, copolímero de acetato de vinila / éster maléico, copolímero de acetato de vinila 20 /ácido crotônico, copolímero de acetato de vinila /ácido acrílico.
Químicas adequadas para os dispersantes poliméricos também incluem:
• Copolímeros que são o produto de um processo de condensação de poli(etileno imina) com um poliés- ter terminado em ácido carboxílico (preparado por polimerização de adição); e
• Copolímeros que são o produto de uma reação de um isocianato multifuncional com: - um composto monossubstituído com um grupo que é capaz de reagir com um isocianato, por exemplo, poliéster;
- um composto que contém dois grupos capazes de reagir com um isocianato (reticulante) ; ou - um composto com pelo menos uma nitrogênio de anel bá- sico e um grupo que é capaz de reagir com um grupo de isocianato.
Uma lista detalhada de dispersantes poliméricos a- dequados encontra-se exposta por MC CUTCHEON, Functional Materials, North American Edition, Glen Rock, N.J.: Manu- facturing Confectioner Publishing Co., 1990, p. 110-129.
Estabilizadores de pigmentos adequados também são encontrados em DE 19636382 (BAYER), US 5720802 (XEROX), US 5713993 (DU PONT), WO 96/12772 (XAAR) e US 5085689 (BASF).
Um dispersante polimérico ou uma mistura de dois ou mais dispersante poliméricos pode estar presente para aper- feiçoar adicionalmente a estabilidade de dispersão. Por ve- zes tensoativos também podem ser usados como dispersantes de pigmento os, pelo que também é possível uma combinação de um dispersante polimérico com um tensoativo.
0 dispersante polimérico pode ser de natureza não- iônica, aniônica ou catiônica; também poderão ser usados os sais dos dispersantes iônicos.
0 dispersante polimérico tem preferentemente um grau de polimerização DP entre 5 e 1000, com maior prefe- rência entre 10 e 500 e com maior preferência entre 10 e 100.
O dispersante polimérico tem preferentemente um nú- mero de peso molecular médio Mn entre 500 e 30000, com mai- or preferência entre 1500 e 10000.
O dispersante polimérico tem preferentemente um pe-
so molecular médio Mw menor do que 100000, com maior prefe- rência menor do que 50000 e com maior preferência menor do que 30000.
O dispersante polimérico tem preferentemente uma dispersividade polimérica PD menor do que 2, com maior pre- ferência menor do que 1,75 e com maior preferência menor do que 1,5.
Exemplos comerciais de dispersantes poliméricos são os seguintes:
· Dispersantes DISPERBYK™ disponíveis a partir da
BYK CHEMIE GMBH;
• Dispersantes SOLSPERSE™ disponíveis a partir da
NOVEON;
• Dispersantes TEGO™ DISPERS™ provenientes da DEGUS- 2 0 SA;
• Dispersantes EDAPLAN™ provenientes da MÜNZING CHE-
MIE;
• Dispersantes ETHACRYL™ provenientes da LYONDELL;
• Dispersantes GANEX™ provenientes da ISP;
· Dispersantes DISPEX™ e EFKA™ provenientes da CIBA
SPECIALTY CHEMICALS INC;
• Dispersantes DISPONER™ provenientes da DEUCHEM; e
• Dispersantes JONCRYL™ provenientes da JOHNSON POLYMER.
Dispersantes poliméricos particularmente preferidos incluem os dispersantes Solsperse™ a partir da NOVEON, dispersantes Efka™ a partir da CIBA SPECIALTY CHEMICALS 5 INC e dispersantes Disperbyk™ a partir da BYK CHEMIE GMBH.
Dispersantes particularmente preferidos for disper- sões pigmentadas baseadas em solventes compreendem Solsper- se™ 32000 e 39000 a partir da NOVEON.
Dispersantes particularmente preferidos para dis- persões pigmentadas baseadas em óleo compreendem Solsper- se™ 11000, 11200, 13940, 16000, 17000 e 19000 a partir da NOVEON.
Dispersantes particularmente preferidos para dis- persões pigmentadas curáveis por UV compreendem os disper- santes Solsperse™ 32000 e 39000 a partir da NOVEON.
O dispersante polimérico é usado preferentemente em uma quantidade de 2 a 600%, em peso, com maior preferência de 5 a 200%, em peso, com base no peso do pigmento. Sinergistas de Dispersão O sinergista de dispersão usualmente consiste de
uma parte aniônica e uma parte catiônica. A parte aniônica do sinergista de dispersão exibe uma determinada similari- dade molecular com o pigmento de cor e a parte catiônica do sinergista de dispersão consiste de um ou mais prótons e/ou 25 cátions para compensar a carga da parte aniônica do siner- gista de dispersão.
O sinergista é preferentemente adicionado em uma quantidade menor do que o(s) dispersante (s) polimérico(s) . A proporção de dispersante polimérico / sinergista de dis- persão depende do pigmento e deverá ser determinada experi- mentalmente. Tipicamente, a proporção %, em peso, de dis- persante polimérico/ % em peso, de sinergista de dispersão 5 é selecionada entre 2:1 a 100:1, preferentemente entre 2:1 e 20:1.
Sinergistas de dispersão adequados que se encontram disponíveis comercialmente incluem Solsperse™ 5000 e Sols- perse™ 22000 a partir da NOVEON.
Um pigmento particular preferido para a tinta ma-
genta usado em um conjunto de tintas de jato de tinta para manufaturar laminados decorativos é um pigmento de diceto- pirrolo-pirrol. Para obtenção de excelente estabilidade e qualidade de dispersão, preferentemente utilizou-se um si- 15 nergista de dispersão para um pigmento de dicetopirrolo- pirrol como aqueles expostos no pedido de patente pendente europeu EP05111360.
Na dispersão de Pigmento Blue C.I. 15:3, prefere-se o uso de um sinergista de dispersão de Cu-ftalocianina sul- 20 fonado, por exemplo, Solsperse™ 5000 a partir da NOVEON. Sinergistas de dispersão adequados para tintas amarelas de jato de tinta incluem aqueles expostos no pedido de patente pendente europeu EP05111357.
Meios de Dispersão De acordo com uma concretização o meio de dispersão
consiste de solvente(s) orgânico(s). Solventes orgânicos adequados incluem álcoois, cetonas, ésteres, éteres, gli- cóis e poliglicóis e os seus derivados, lactonas, solventes que contêm N, tais como amidas. Preferentemente utilizam-se misturas de um ou mais destes solventes
Exemplos de álcoois adequados incluem álcool metí- lico, álcool etílico, álcool n-propílico, álcool isopropí- 5 lico, álcool n-butílico, álcool heptilico, álcool octilico, álcool cicloexilico, álcool benzílico, álcool feniletílico, álcool fenilpropílico, álcool furfurilico, álcool de anis e fluoro-álcoois.
Exemplos de cetonas adequadas incluem acetona, me- 10 til etil cetona, metil n-propil cetona, metil isopropil ce- tona, metil n-butil cetona, metil isobutil cetona, metil n- amil cetona, metil isoamil cetona, dietil cetona, etil n- propil cetona, etil isopropil cetona, etil n-butil cetona, etil isobutil cetona, di-n-propil cetona, diisobutil ceto- 15 na, cicloexanona, metilcicloexanona e isoforona, 2,4- pentanodiona e hexafluoroacetona.
Exemplos de ésteres adequados incluem acetato de metila, acetato de etila, acetato de n-propila, acetato de isopropila, acetato de n-butila, acetato de isobutila, ace- 20 tato de hexila, acetato de octila, acetato de benzila, ace- tato de fenoxietila, acetato de etil fenila, lactato de me- tila, lactato de etila, lactato de propila, lactato de bu- tila; propionato de metila, propionato de etila, propionato de benzila, carbonato de etileno, carbonato de propileno, 25 acetato de amila, benzoato de etila, benzoato de butila, laurato de butila, miristato de isopropila, palmirato de isopropila, fosfato de trietila, fosfato de tributila, fta- Iato de dietila, ftalato de dibutila, malonato de dietila, malonato de dipropila, succinato de dietila, succinato de dibutila, glutarato de dietila, adipato de dietila, adipato de dibutila e sebacato de dietila.
Exemplos de éteres adequados incluem éter fenílico 5 de butila, éter etílico de benzila, éter hexílico, éter di- etílico, éter dipropilico, tetraidrofurano e dioxana.
Exemplos de glicóis e poliglicóis adequados incluem etileno glicol, dietileno glicol, trietileno glicol, propi- Ieno glicol, dipropileno glicol e tripropileno glicol.
Exemplos adequados de glicol e derivados de poli-
glicol incluem éteres tais como alquileno glicol mono al- quil éteres, dialquil éteres de alquileno glicol, monoal- quil éteres de polialquileno glicol, dialquil éteres de po- lialquileno glicol e ésteres dos éteres de glicol prece- 15 dentes, tais como acetato e propionato de ésteres, no caso de dialquil éteres apenas uma função de éter (resultando em éter/éster misturados) ou as duas funções de éter podem ser esterizadas (resultando em dialquil éster).
Exemplos de mono alquil éteres de alquileno glicol 20 adequados incluem mono metil éter de etileno glicol, mono etil éter de etileno glicol, mono propil éter de etileno glicol, mono butil éter de etileno glicol, mono hexil éter de etileno glicol, mono 2-etil-hexil éter de etileno gli- col, mono fenil éter de etileno glicol, mono metil éter de 25 propileno glicol, mono etil éter de propileno glicol, mono n-propil éter de propileno glicol, mono n-butil éter de propileno glicol, mono iso-butil éter de propileno glicol, mono t-butil éter de propileno glicol e mono fenil éter de propileno glicol.
Exemplos de alquileno glicol dialquil éteres ade- quados incluem dimetil éter de etileno glicol, dietil éter de etileno glicol, metil etil éter de etileno glicol, dibu- 5 til éter de etileno glicol, dimetil éter de propileno gli- col, dietil éter de propileno glicol e dibutil éter de pro- pileno glicol.
Exemplos de mono alquil éteres de polialquileno glicol adequados incluem mono metil éter de dietileno gli- col, mono etil éter de dietileno glicol, mono-n-propil éter de dietileno glicol, mono n-butil éter de dietileno glicol, mono hexil éter de dietileno glicol, mono metil éter de trietileno glicol, mono etil éter de trietileno, mono butil éter de trietileno glicol, mono metil éter de dipropileno, mono etil éter de dipropileno glicol, n-propil éter de di- propileno glicol, mono n-butil éter de dipropileno glicol, mono t-butil éter de dipropileno, mono metil éter de tri- propileno glicol, mono etil éter de tripropileno glicol, mono n-propil éter de tripropileno glicol e mono n-butil éter tripropileno glicol.
Exemplos de dialquil éteres de polialquileno glicol que são adequados incluem dimetil éter de dietileno glicol, dimetil éter de trietileno glicol, dimetil éter de tetrae- tileno glicol, dietil éter de dietileno glicol, dietil éter 25 de trietileno glicol, dietil éter de tetraetileno glicol, metil etil éter de dietileno glicol, metil etil éter de trietileno glicol, metil etil éter de tetraetileno glicol, di-n-propil éter de dietileno glicol, di-iso-propil éter de dietileno glicol, dimetil éter de dipropileno glicol, die- til éter de dipropileno glicol, di-n-propil éter de dipro- pileno, di-t-butil éter de dipropileno, dimetil éter de tripropileno glicol e dietil éter de tripropileno glicol.
Exemplos de éteres de glicol adequados incluem ace-
tato de monometil éter de etileno glicol, acetato de monoe- til éter de etileno glicol, acetato de monopropil éter de etileno glicol, acetato de monobutil éter de etileno gli- col, acetato de monoetil éter de dietileno glicol, acetato 10 de monobutil éter de dietileno glicol, acetato de monometil éter de propileno glicol, acetato de monoetil éter de pro- pileno glicol, acetato de monometil éter de dipropileno glicol e monometil éter propionato de propileno glicol.
Solventes preferidos para o uso nas dispersões de pigmentos e tintas de jato de tinta são um ou mais de poli- alquilenoglicol dialquiléteres representados pela fórmula (PAG)
Rr
-O-Y-
-O-R2
Fórmula (PAG)
em que,
Ri e R2 são cada um selecionados independentemente a partir de um grupo alquila que tem de 1 a 4 átomos de carbono;
Y representa um grupo etileno e/ou um grupo propileno; em que
n é um inteiro selecionado a partir de 4 até 20. Preferen- temente uma mistura de dois ou mais polialquilenoglicol di- alquiléteres representados pela fórmula (PAG). Os grupos alquila Ri e R2 dos dialquiléteres de po- lialquilenoglicol de acordo com a Fórmula (PAG) representam preferentemente metila e/ou etila. Com maior preferência os grupos alquila Ri e R2 são os dois grupos metila.
Em uma concretização preferida os dialquiléteres de polialquilenoglicol de acordo com a Fórmula (PAG) são dial- quiléteres de polietileno glicol.
De acordo com outra concretização preferida, uma mistura de 2, 3, 4 ou mais dialquiléteres de polialquileno- glicol, com maior preferência dialquiléteres de polietileno glicol estão presentes na dispersão de pigmento ou tinta de jato de tinta.
Misturas de dialquiléteres de polialquilenoglicol adequadas para as dispersões de pigmento os incluem mistu- ras de éteres dimetil de polietileno glicol dotados de um peso molecular de pelo menos 200, tais como Polyglycol DME 200™, Polyglycol DME 250™ e Polyglycol DME 500™ a partir da CLARIANT. Os dialquiléteres de polialquilenoglicol que são utilizados nas tintas não aquosas de jato de tinta têm preferentemente um peso molecular médio situado entre 200 e 800, e com maior preferência estão presentes nos dialquilé- teres de polialquilenoglicol com um peso molecular de mais que 800. A mistura de dialquiléteres de polialquilenoglicol é preferentemente uma mistura líquida homogênea sob tempe- ratura ambiente.
Solventes de éter glicol comerciais adequados in- cluem solventes Cellosolve™ e solventes Carbitol™ a partir da UNION CARBIDE, solventes Ektasolve™ a partir da EAST- MAN, solventes Dowanol™ a partir da DOW, solventes Oxitol- 1™, solventes Dioxitoll™, solventes Proxitoll™ e solventes Diproxitoll™ a partir da SHELL CHEMICAL e solventes Arco- solv™ a partir da LYONDELL.
5 As lactonas são compostos dotados de uma estrutura
de anel formada por ligações de éster e podem ser um tipo de γ-lactona (estrutura de anel de 5 elementos) , δ-lactona (estrutura de anel de 6 elementos) ou ε-lactona (estrutura de anel de 7 elementos). Exemplos adequados de lactonas in- 10 cluem γ-butirolactona, γ-valerolactona, γ-hexalactona, γ- heptalactona, γ-octalactona, γ-nonalactona, γ-decalactona, γ-undecalactona, δ-valerolactona, δ-hexalactona, δ- heptalactona, δ-octalactona, δ-nonalactona, δ-decalactona, δ-undecalactona e ε-caprolactona.
Exemplos adequados de solventes orgânicos que con-
têm N incluem 2-pirrolidona, N-metilpirrolidona, N-etil-2- pirrolidona, N-octil-2-pirrolidona, N-dodecil-2-
pirrolidona, N,N-dimetilacetamid, N,N-dimetilformamida, a- cetonitrila e N,N-dimetildodecanamida.
De acordo com outra concretização o meio de disper-
são compreende tipes de líquidos oleosos, isoladamente ou em combinação com solvente(s) orgânico(s). Solventes orgâ- nicos que são adequados incluem álcoois, cetonas, ésteres, éteres, glicóis e poliglicóis e os seus derivados, lacto- 25 nas, solventes que contêm N, tais como amidas, éster de á- cido graxo superior e misturas de um ou mais dos solventes tais como descritos anteriormente para meios de dispersão baseados em solventes. A quantidade de solvente polar é preferentemente mais baixa do que a quantidade de óleo. O solvente orgânico tem preferentemente um alto ponto de ebulição, preferente- mente superior a 200°C. Exemplos de combinações adequadas 5 encontram-se expostas por EP 0808347 A (XAAR) especialmente para o uso de álcool oleílico e EP 1157070 A (MARCONI DATA SYSTEMS) para a combinação de óleo e solvente orgânico vo- látil .
Os óleos adequados incluem hidrocarbonetos satura- 10 dos e hidrocarbonetos não-saturados, óleos aromáticos, ó- Ieos parafínicos, óleos parafinicos extraidos, óleos naftê- nicos, óleos naftênicos extraídos, óleos hidrotratados le- ves ou pesados, óleos vegetais, óleos broncos, óleos de nafta de petróleo, hidrocarbonetos halogênio-substituídos, 15 silicones e derivados e as suas misturas.
Os hidrocarbonetos podem ser selecionados a partir de hidrocarbonetos alifáticos de cadeia normal ou de cadeia ramificada, hidrocarbonetos alicíclicos e hidrocarbonetos aromáticos. Exemplos de hidrocarbonetos são hidrocarbonetos 20 saturados, tais como n-hexano, isohexano, n-nonano, isono- nano, dodecano e isododecano; hidrocarbonetos não- saturados, tais como 1-hexeno, 1-hepteno e 1-octeno; hidro- carbonetos saturados cíclicos tais como cicloexano, ciclo- eptano, ciclooctano, ciclodecano e decalin; hidrocarbonetos 25 não-saturados cíclicos, tais como cicloexeno, cicloepteno, cicloocteno, 1,3,5,7-ciclooctatetraeno; e ciclododeceno; e hidrocarbonetos aromáticos, tais como benzeno, tolueno, xi- leno, naftaleno, fenantreno, antraceno e os seus derivados. Na literatura o termo óleo parafínico é freqüentemente usa- do. Óleos parafinicos adequados podem ser do tipo parafíni- co normal (octana e alcanos superiores) , isoparafinas (iso- octana e iso-alcanos superiores) e cicloparafinas (ciclooc- 5 tana e cicloalcanas superiores) e misturas de óleos parafi- nicos. O termo "parafina líquida" é freqüentemente usado para referir-se a uma mistura que compreende principalmente três componentes de uma parafina normal, uma isoparafina e uma parafina monocíclica, a qual é obtida refinando-se al- 10 tamente uma fração de óleo lubrificante relativamente volá- til através de uma lavagem de ácido sulfúrico ou assemelha- do, tal como descrito na US 6730153 (SAKATA INX). Hidrocar- bonetos adequados também se encontram descritos como desti- lados de petróleo desaromatizados.
Exemplos adequados de hidrocarbonetos halogenados
incluem dicloreto de metileno, clorofórmio, tetraclorometa- no e clorofórmio metilico. Outros exemplos adequados de hi- drocarbonetos halogênio-substituídos incluem perfluoro- alcanos, líquidos inertes baseados em flúor e iodetos de fluorocarbono.
Exemplos adequados de óleos de silicone incluem di- alquil polissiloxano (por exemplo, hexametil dissiloxano, tetrametil dissiloxano, octametil trissiloxano, hexametil trissiloxano, heptametil trissiloxano, decametil tetrassi- 25 loxano, trifluoropropil heptametil trissiloxano, dietil te- trametil dissiloxano), polissiloxano de dialquila cíclico (por exemplo, hexametil ciclotrissiloxano, octametil ciclo- tetrassiloxano, tetrametil ciclotetrassiloxano, te- tra(trifluoropropil)tetrametil ciclotetrassiloxano), e óleo de metilfenil silicone.
Óleo branco é um termo usado para óleos minerais brancos, os quais são óleos minerais altamente refinados 5 que consistem de hidrocarbonetos não polares alifáticos e alicíclicos saturados. Os óleos brancos são hidrófobos, in- colores, sem gosto, inodoros, e não mudam de cor com o pas- sar do tempo.
Os óleos vegetais incluem óleos de semi-secagem, 10 tais como óleo de soja, óleo de caroço de algodão, óleo de girassol, óleo de colza, óleo de mostarda, óleo de gergelim e óleo de milho; óleos de não-secagem tais como óleo de o- liva, óleo de amendoim e óleo de tsubaki; e óleos de seca- gem, tais como óleo de linhaça e óleo de açafroa, em que 15 estes óleos vegetais podem ser usados independentemente ou como uma mistura dos mesmos.
Exemplos de outros óleos adequados incluem óleos de petróleo, óleos de não-secagem e óleos de semi-secagem.
Óleos adequados disponíveis comercialmente incluem 20 os tipos de hidrocarbonetos alifáticos, tais como a série Isopar™ (isoparafinas) e a série Varsol/Naphtha a partir da EXXON CHEMICAL, a série Soltrol™ e hidrocarbonetos a partir da CHEVRON PHILLIPS CHEMICAL, e a série Shellsol™ a partir da SHELL CHEMICALS.
Parafinas normais comerciais adequadas incluem a
série Norpar™ a partir da EXXON MOBIL CHEMICAL.
Hidrocarbonetos naftênicos comerciais adequados in- cluem a série Nappar™ a partir da EXXON MOBIL CHEMICAL. Destilados de petróleo desaromatizados comerciais adequados incluem os tipos D Exxsol™ D a partir da EXXON MOBIL CHEMICAL.
Hidrocarbonetos fluoro-substituidos comerciais ade- 5 quados incluem fluorocarbonetos a partir da DAIKIN INDUS- TRIES LTD, Chemical Division.
Óleos de silicone comerciais adequados incluem as series de fluidos de silicone a partir da SHIN-ETSU CHEMI- CAL, Silicone Division.
Óleos broncos comerciais adequados incluem óleos
brancos Witco™ a partir da CROMPTON CORPORATION.
Se a dispersão de pigmento não aquosa for uma dis- persão de pigmento curável, o meio de dispersão compreende um ou mais monômeros e/ou oligômeros para obter um meio de 15 dispersão líquido. Por vezes, pode ser vantajoso adicionar uma pequena quantidade de um solvente orgânico para aper- feiçoar a dissolução do dispersante. O teor de solvente or- gânico deverá ser mais baixo do que 20%, em peso, com base no peso total da tinta de jato de tinta. Em outros casos, 20 pode ser vantajoso adicionar uma pequena quantidade de á- gua, por exemplo, para aperfeiçoar a dispersão da tinta do jato de tinta em uma superfície hidrófila, mas preferente- mente a tinta do jato de tinta não contém água.
Os solventes orgânicos preferidos incluem álcoois, hidrocarbonetos aromáticos, cetonas, ésteres, hidrocarbone- tos alifáticos, ácidos graxos superiores, carbitóis, celos- solves, ésteres de ácidos graxos superiores. Os álcoois a- dequados incluem metanol, etanol, propanol e 1-butanol, 1- pentanol, 2-butanol, t.-butanol. Hidrocarbonetos aromáticos que são adequados incluem tolueno, e xileno. As cetonas a- dequadas incluem metil etil cetona, metil isobutil cetona, 2 , 4-pentanodiona e hexafluoroacetona. Da mesma forma, podem 5 ser usados glicol, glicoléteres, N-metilpirrolidona, N,N- dimetilacetamida, N, N-dimetilformamida.
No caso de tinta para jato de tinta curável, o meio de dispersão preferentemente consiste de monômeros e/ou o- ligômeros.
Monômeros e oligômeros
Qualquer monômero ou oligômero pode ser usado como composto curável para a tinta de jato de tinta curável. Também pode ser usada uma combinação de monômeros, oligôme- ros e/ou prepolimeros. Os monômeros, oligômeros e/ou prepo- 15 limeros podem possuir diferentes graus de funcionalidade, e poderá ser usada uma mistura incluindo combinações de monô- meros, oligômeros e/ou prepolimeros de funcionalidade mono- , di-, tri- e mais altas. A viscosidade da tinta de jato de tinta poderá ser ajustada para variar a relação entre os 20 monômeros e oligômeros.
Poderá ser empregado qualquer método de polimeriza- ção de radical convencional, sistema de foto-cura utilizan- do gerador de foto ácido ou foto base, ou poderá ser empre- gada copolimerização alternativa de foto indução. De uma 25 maneira geral, a polimerização de radical e polimerização catiônica são preferidas, e também poderá ser empregada co- polimerização alternativa de foto indução que não necessita de iniciador. Além disso, um sistema híbrido de combinações destes sistemas é igualmente efetivo.
A polimerização catiônica é superior em eficiência devido à ausência de inibição da polimerização por oxigê- nio; entretanto, é dispendiosa e lenta, especialmente sob 5 condições de alta umidade relativa. Na eventualidade de se utilizar a polimerização catiônica, prefere-se utilizar um composto epóxi em conjunto com um composto oxetano para au- mentar a velocidade de polimerização. A polimerização de radical é o processo de polimerização preferido.
Poderá empregar-se qualquer composto polimerizável
comumente conhecido na técnica. Particularmente preferido para o uso como um composto caravel por radiação na tinta do jato de tinta curável por radiação são os monômeros, o- ligômeros ou prepolimeros de acrilato monofuncionais e/ou 15 polifuncionais, tais como isoamil acrilato, estearil acri- lato, lauril acrilato, octil acrilato, decil acrilato, iso- amilstil acrilato, isostearil acrilato, 2-etilexil-diglicol acrilato, 2-hidroxibutil acrilato, ácido 2-
acriloiloxietilexaidroftálico, butoxietil acrilato, etoxi- 20 dietileno glicol acrilato, metoxidietileno glicol acrilato, metoxipolietileno glicol acrilato, metoxipropileno glicol acrilato, fenoxietil acrilato, tetraidrofurfuril acrilato, isobornil acrilato, 2-hidroxietil acrilato, 2-hidroxipropil acrilato, 2-hidroxi-3-fenoxipropil acrilato, éter vinilico 25 acrilato, éter vinilico etoxi (met)acrilato, ácido 2- acriloiloxietilsuccinico, ácido 2-acriloixietilftálico, á- cido 2-acriloxietil-2-hidroxietil-ftálico, acrilato flexí- vel modificado por lactona, e t-butilcicloexil acrilato, trietileno glicol diacrilato, tetraetileno glicol diacrila- to, polietileno glicol diacrilato, dipropileno glicol dia- crilato, tripropileno glicol diacrilato, polipropileno gli- col diacrilato, 1,4-butanediol diacrilato, 1, 6-hexanodiol diacrilato, 1,9-nonanediol diacrilato, neopentil glicol di- acrilato, dimetilol-triciclodecane diacrilato, diacrilato adutor de bisfenol A EO (óxido de etileno), diacrilato adu- tor de bisfenol A PO (óxido de propileno) , diacrilato gli- col de neopentil hidroxipivalato, diacrilato glicol de neo- pentil propoxilado, diacrilato dimetiloltriciclodecano e diacrilato glicol politetrametileno alcoxilado, triacrilato de trimetilolpropano, triacrilato de trimetilolpropano EO modificado, tri-(propileno glicol) triacrilato, trimetilol- propano triacrilato modificado por caprolactona, triacrila- to de pentaeritritol, tetraacrilato de pentaeritritol, te- traacrilato de pentaeritritoletoxi, hexaacrilato de dipen- taeritritol, tetraacrilato de ditrimetilolpropano, triacri- lato de glicerinpropoxi, e hexaacrilato de dipentaeritritol modificado por caprolactama, ou um N-vinilamida tal como, N-vinilcaprolactama ou N-vinilformamida; ou acrilamida ou um acrilamida substituído, tal como acriloilmorfolina.
Outros acrilatos monofuncionais adequados incluem acrilato de caprolactona, acrilato formal de trimetilolpro- pane cíclico, acrilato de nonil fenol etoxilado, acrilato isodecílico, acrilato isooctílico, acrilato octildecílico, acrilato fenol alcoxilado, acrilato tridecílico e dimetanol diacrilato de cicloexanona alcoxilado.
Outros acrilatos difuncionais adequados incluem di- metanol diacrilato de cicloexanona alcoxilado, diacrilato de hexanodiol alcoxilado, diacrilato de glicol dioxana, di- acrilato dimetanol de cicloexanona, diacrilato de glicol dietileno e diacrilato de glicol neopentil.
Outros acrilatos trifuncionais adequados incluem
triacrilato de glicerina propoxilado e triacrilatode trime- tilolpropano propoxilado.
Outros acrilatos funcionais superiors incluem te- traacrilato de di-trimetilolpropano, pentaacrilato de di- pentaeritritol, tetraacrilato de pentaeritritol etoxilado, acrilatos de glicol metoxilados e esters de acrilato.
Além disso, metacrilatos correspondents aos acrila- tos mencionados anteriormente podem ser usados com estes acrilatos. Dos metacrilatos, preferidos são o metacrilato 15 glicol de metoxipolietileno, metacrilato glicol de metoxi- trietileno, metacrilato de hidroxietila, metacrilato de fe- noxietila, metacrilato de cicloexila, dimetacrilato glicol de tetraetileno, e dimetacrilato glicol polietileno devido à sua sensibilidade relativamente alta e aderência mais e- 20 levada a uma superfície receptora de tinta.
Além disso, as tintas para jato de tinta também po- dem conter oligômeros polimerizáveis. Exemplos destes oli- gômeros polimerizáveis incluem acrilatos epóxi, acrilatos de uretana alifáticos, acrilatos de uretana aromáticos, a- 25 crilatos de poliéster, e oligômeros acrílicos de cadeia normal.
Exemplos adequados de compostos de estireno são es- tireno, p-metilestireno, p-metoxiestireno, β-metilestireno, p-metil-p-metilestireno, α-metilestireno e p-metoxi-β- metiIestireno.
Exemplos adequados de compostos de vinilnaftaleno são 1-vinilnaftaleno, a-metil-l-vinilnaftaleno, β-metil-l- vinilnaftaleno, 4-metil-l-vinilnaftaleno e 4-metoxi-l- viniInaftaleno.
Exemplos adequados de compostos de N-vinil são N- vinilcarbazol, N-vinilpirrolidona, N-vinilindol, N- vinilpirrol, N-vinilfenotiazina, N-vinilacetoanilida, N- viniletilacetoamida, N-vinilsuccinimida, N-vinilfta-limida, N-vinilcaprolactama e N-vinilimidazol.
O composto da tinta de jato de tinta polimerizável cationicamente pode ser um ou mais monômeros, um ou mais oligômeros ou uma combinação dos mesmos.
Exemplos adequados de compostos cationicamente cu-
ráveis podem ser encontrados em Advances in Polímero Scien- ce, 62, páginas 1 até 47 (1984), by J. V. Crivello.
O composto catiônico caravel pode conter pelo menos um grupo olefina, tioéter, acetal, tioxana, tietana, aziri- dina, N-, O-, S- ou P-héterociclo, aldeído, lactama ou és- ter cíclico.
Exemplos de compostos catiônicos polimerizáveis in- cluem epóxidos de monômeros e/ou oligômeros, éteres de vi- nil, estirenos, oxetanos, oxazolinas, vinilnaftalenos, com- postos de N-vinil heterocíclicos, compostos de tetraidro- furfurila.
O monômero cationicamente polimerizável pode ser mono-, di- ou multi-funcional ou uma mistura dos mesmos. Compostos curáveis catiônicos adequados dotados de pelo menos um grupo epóxi encontram-se listados no "Handbo- ok de Epoxy Resins" by Lee e Neville, McGraw Hill Book Com- pany, New York (1967) e in "Epoxy Resin Technology" by P.
5 F. Bruins, John Wiley e Sons New York (1968).
Exemplos de compostos catiônicos curáveis que são dotados de pelo menos um grupo epoxídico incluem 1,4- butanodiol diglicidil éter, 3-(bis(glicidiloxime-
til)metoxi)-1,2-propano diol, óxido de limoneno, 2-bifenil glicidil éter, carboxilato de 3,4-epoxicicloexilmetil- 3',4'-epoxicicloexano, epóxidos baseados em epiclorohidrin- bisfenol S, estirênicos epoxidados e mais epicloroidrin- bisfenol FeA baseados em epóxi e novolaks epoxidados.
Compostos epóxi adequados que compreendem pelo me- 15 nos dois grupos epoxidicos na molécula são poliepóxidos a- licíclicos, éster poliglicidílico de ácido polibásico, éter poliglicidilico de poliol, éter poliglicidílico de polioxi- alquileno glicol, éster poliglicidílico de poliol aromáti- co, éter poliglicidílico de poliol aromático, composto po- 20 liepóxida de uretana, e poliepóxida de polibutadieno.
Exemplos de bis-epóxidas cicloalifáticos incluem copolímeros de epóxidas e componentes hidroxílicos, tais como glicóis, polióis, ou éter de vinila, tais como 3,4- epoxicicloexilmetil-3 ', 4'-epoxiciclo-exilcarboxilato; bis 25 (3,4-epoxiciloexilmetil) adipato; bis-epóxida limoneno; di- glicidil éster de ácido hexaidroftálico.
Exemplos de éteres de vinila que têm pelo menos um grupo de éter de vinila incluem éter vinilico de etila, é- ter vinilico de n-butila, éter vinilico de isobutila, éter vinilico octadecila, éter vinilico de cicloexila, diéter vinilico de butanodiol, éter vinilico de butila hidroxila, monoéter vinilico de dimetanol cicloexano, éter vinilico de 5 fenila, éter vinilico de p-metilfenila, éter vinilico de p- metoxifenila, éter vinilico de α-metilfenila, éter vinilico de β-metilisobutila e éter vinilico de β-cloroisobutila, diéter vinilico de dietilenoglicol, diéter vinilico de tri- etileno glicol, éter vinilico de n-propila, éter vinilico 10 de isopropila, éter vinilico de dodecila, monoéter vinilico de dietileno glicol, diéter vinilico de cicloexanodimeta- nol, benzoato de 4-(viniloxi)butila, bis[4-(vinil o- xi)butil]adipato, bis[4-(vinil oxi)butil] succinato, 4- (viniloxi metil)cicloexilmetil benzoato, bis [4-
(viniloxi)butil]isoftalato, bis[4-(viniloximetil) cicloe- xilmetil ] glutarato, tris[4-(viniloxi)butil]tri-melitato, 4- (viniloxi)butila esteatita, bis [4-
(viniloxi)butil]hexanodiilbiscarbamato, bis[4-(vinilo-
xi ) met il ] cicloexil ] metil ] tereftalato, bis[4-(viniloxi) me- til]cicloexil]metil]isoftalato, bis[4-(viniloxi) butil] (4- metil-1,3-fenileno)-biscarbamato, bis[4-vinilo-
xi)butil](metilenodi-4,1-fenilene) biscarbamato e éter vi- nílico de 3-amino-l-propanol.
Exemplos adequados de compostos de oxetana dotados de pelo menos uma grupo oxetana incluem 3-etil-3- hidroloximetil-l-oxetana, a mistura oligomérica 1,4-bis [3- etil-3-oxetanil metoxi)metil]benzeno, 3-etil-3-fenoximetil- oxetana, bis ([ 1-etil(3-oxetanil)]metil) éter, 3-etil-3- [(2-etilexiloxi) metil]oxetana, 3-etil-[(tri-etoxissilil propoxi)metil]oxetana e 3,3-dimetil-2(p-metoxi-fenil)- oxetana.
Uma classe preferida de monômeros e oligômeros que 5 pode ser usada em composições curáveis por radiação e cati- onicamente compreende os acrilatos de éter vinilico, tais como aqueles descritos na US 6310115 (AGFA), incorporada neste contexto por referência. Compostos particularmente preferidos compreendem 2-(2-viniloxie-toxi)etil
(met)acrilato, com maior preferência o composto é 2- (2- viniloxietoxi)etil acrilato.
Iniciadores
a tinta de jato de tinta curável preferentemente também contém um iniciador. 0 iniciador tipicamente inicia 15 a reação de polimerização. 0 iniciador pode ser um inicia- dor térmico. Mas é preferentemente um foto-iniciador. 0 fo- to-iniciador requer menos energia para ativar do que os mo- nômeros, oligômeros e/ou prepolimeros para formar o políme- ro. 0 foto-iniciador adequado para o uso nas tintas curá- 20 veis de jato de tinta pode ser um iniciador Norrish tipo I, um iniciador Norrish tipo II ou um gerador foto-ácido.
Iniciador(s) térmico (s) adequado(s) para o uso na tinta de jato de tinta curável incluem terc-amil peroxibenzoato, ácido 4,4-azobis(4-cianovalérico), 1,1'- azobis(cicloexanocarbonitrila), 2,2'-
azobisisobutironitrilae (AIBN), peróxido de benzoil, 2,2- bis(terc-butilperoxi)butano, l,l-bis( terc-
butilperoxi)cicloexano, 1, 1-bis(terc-butilperoxi)ciclo- exano, 2,5-bis(terc-butilperoxi)-2 , 5-dimetilhexano, 2,5- bis(terc-butilperoxi)-2,5-dimetil-3-hexina, bis(l-( terc- butilperoxi )-1-metiletil)benzeno, 1,1-bis(terc-
butilperoxi) -3, 3, 5-trimetilcicloexano, terc-butil hidrope- 5 roxido, peracetato de terc-butil, peroxido de terc-butil, peroxíbenzoato de terc-butil, isopropil carbonato de terc- butilperoxi, hidroperoxido de cumeno, peroxido de cicloexa- nona, peroxido de dicumil, peroxido de lauroil, peroxido de 2, 4-pentanodiona, ácido peracético e persulfato de potás- 10 sio.
O foto-iniciador ou o sistema foto-iniciador absor- ve luz e é responsável pela produção de espécies de inicia- ção, tais como radicais livres e cátions. Os radicais li- vres e cátions são espécies de alta energia que induzem a 15 polimerização de monômeros, oligômeros e polímeros e com monômeros e oligômeros polifuncionais, induzindo desta for- ma também a reticulação.
A irradiação com radiação actínica pode ser reali- zada em duas etapas pela mudança do comprimento de onda ou intensidade. Em tais casos é preferido usar 2 tipos de fo- to-iniciadores em conjunto.
Também pode ser usada uma combinação de diferentes tipos de iniciadores, por exemplo, um foto-iniciador e um iniciador térmico.
Um iniciador Norrish tipo I preferido é selecionado
a partir do grupo que consiste de benzoin-éteres, cetais de benzila, a,α-dialcoxiacetofenonas, α-hidroxialquilfenonas, α-aminoalquilfenonas, óxidos de acilfosfina, sulfetos de acilfosfina, α-halocetonas, α-halossulfonas e α- halofenilglioxalatos.
Um iniciador Norrish tipo II preferido é seleciona- do a partir do grupo que consiste de benzofenonas, tioxan- 5 tonas, 1,2-dicetonas e antraquinonas. Um co-iniciador pre- ferido é selecionado a partir do grupo que consiste de uma amina alifática, uma amina aromática e um tiol. Aminas ter- ciárias, tióis heterociclicos e ácido 4-dialquilamino- benzóico são particularmente preferidos como co- 10 iniciadores.
Foto-iniciadores encontram-se expostos em CRIVELLO, J.V. , et al. VOLUME III: Fotoiniciadors for Free Radical Catiônica . 2nd edition. Edited by BRADLEY, G.. London,UK: John Wiley e Sons Ltd, 1998. p.287-294.
Exemplos específicos de foto-iniciadores podem in-
cluir, sendo que não se fica limitado aos mesmos o, os seguintes compostos ou suas combinações: benzofenona e ben- zofenonas substituídas, 1-hidroxicicloexil fenil cetona, tioxantonas tais como isopropiltioxantona, 2-hidroxi-2- 20 metil-1-fenilpropan-l-ona, 2-benzil-2-dime-tilamino- (4- morfolinofenil) butan-l-ona, benzil dimetilcetal, bis (2,6- dimetilbenzoil) -2,4, óxido de 4-trimetilpentilfosfina, ó- xido de 2,4,6-trimetilbenzoil-difenilfosfina, 2-metil-l- [4- (metiltio) fenil]-2-morfolinopropan-l-ona, 2,2- 25 dimetoxi-1, 2-difeniletan-l-ona ou 5,7-diiodo-3- butoxi-6- fluorono, fluoreto de difeniliodônio e hexafluorofosfato de trifenilsulfônio.
Foto-iniciadores comerciais adequados incluem Irga- cure™ 184, Irgacure™ 500, Irgacure™ 907, Irgacure™ 369, Irgacure™ 1700, Irgacure™ 651, Irgacure™ 819, Irgacure™ 1000, Irgacure™ 1300, Irgacure™ 1870, Darocur™ 1173, Daro- cur™ 2959, Darocur™ 4265 e Darocur™ ITX disponíveis a par- tir da CIBA SPECIALTY CHEMICALS, Lucerin TPO disponível a partir da BASF AG, Esacure™ KT046, Esacure™ KIP150, Esacu- re™ KT37 e Esacure™ EDB disponíveis a partir da LAMBERTI, H-Nu™ 470 e Η-Nu™ 470X disponíveis a partir da SPECTRA GROUP Ltd..
Foto-iniciadores catiônicos adequados incluem com- postos, os quais formam ácidos apróticos ou ácidos de Bronstead na exposição a luz ultravioleta e/ou visível su- ficiente para iniciar a polimerização. 0 foto-iniciador u- sado pode ser um único composto, uma mistura de dois ou mais compostos ativos, ou uma combinação de dois ou mais compostos diferentes, ou seja, co-iniciadores. Exemplos não limitativos de foto-iniciadores catiônicos adequados são sais de arildiazônio, sais de diariliodônio, sais de tria- rilsulfônio, sais de triarilselenônio e assemelhados.
A tinta de jato de tinta curável pode conter um sistema foto-iniciador que contém um ou mais foto- iniciadores e um ou mais sensibilizadores que transferem energia para o(s) foto-iniciador(s) . Sensibilizadores que são adequados incluem corantes de xanteno foto reduzível, fluoreno, benzoxanteno, benzotioxanteno, tiazina, oxazina, cumarina, pironina, porfirina, acridina, azo, diazo, cia- noina, merocianina, diaralmetila, triarilmetila, antraqui- nona, fenilenodiamina, benzimidazol, fluorocromo, quinoli- na, tetrazol, naftol, benzidina, rodamina, índigo e/ou in- dantreno. A quantidade do sensibilizador varia de uma ma- neira geral de 0,01 a 15%, em peso, preferentemente a par- tir de 0,05 até 5%, em peso, com base em cada caso no peso 5 total da tinta de jato de tinta curável.
A fim de aumentar ainda mais a foto-sensibilidade, a tinta de jato de tinta curável pode conter adicionalmente co-iniciadores. Por exemplo, é conhecida a combinação de titanocenos e triclorometil-s-triazinas, de éteres de tita- 10 nocenos e cetoxima e de acridinas e triclorometil-s- triazinas. Um outro aumento na sensibilidade pode ser al- cançado pela adição de derivados de dibenzalacetona ou ami- no ácido. A quantidade de co-iniciador ou co-iniciadores varia em geral de 0,01 a 20%, em peso, preferentemente a 15 partir de 0,05 até 10%, em peso, com base, em cada caso, no peso total da tinta de jato de tinta curável.
Exemplos adequados de co-iniciadores podem ser ca- tegorizados em 4 grupos:
(1) aminas alifáticas terciárias, tais como metildietanola- mina, dimetiletanolamina, trietanolamina, trietilamina e N-
metiImorfoiina^
(2) aminas aromáticas, tais como amilparadimetilaminobenzo- ato, 2-n-butoxietil-4-(dimetilamino) benzoato, 2- (dimetilamino)etilbenzoato, etil-4-(dimetilamino)ben-zoato,
e 2-etilexil-4-(dimetilamino)benzoato;
(3) aminas(met)acriladas, tais como dialquilamino al- quil(met)acrilatos (por exemplo, dietilaminoetilacrilato) ou N-morfolinoalquil-(met)acrilatos (por exemplo, N- morfolinoetil-acrilato) ; e
(4) amidas ou uréias.
Os co-iniciadores preferidos são aminobenzoatos.
Um sistema iniciador preferido é 2,21-bis(o-clorofení1)- 4 , 4',5,5'-tetrafenil- (7CI,8CI) 4,41-Bi-4H-imidazol, cor- respondente à fórmula química:
Cl N-
ril
-N Cl
ril
Na presença de um co-iniciador tal como 2-mercapto benzoxa- zol.
Outro tipo preferido de iniciador é um éster de o-
xima. Um exemplo adequado tem como fórmula química:
O O
,Nv
Uma quantidade de iniciador preferida é 0,3 - 50%, em peso, do peso total do líquido curável, e com maior pre- ferência 1 - 15%, em peso, do peso total da tinta de jato de tinta curável.
A irradiação com radiação actínica pode ser reali- zada em duas etapas pela mudança de comprimento de onda ou intensidade. Nesses casos, prefere-se usar dois (2) tipos de foto-iniciadores em conjunto.
Inibidores
Inibidores de polimerização adequados incluem feno- tiazina, antioxidantes do tipo fenol, estabilizadores de
I
5 luz de amina retardada, antioxidantes do tipo fosforescen- te, monometil éter de hidroquinona comumente usado em monô- meros de (met)acrilato, e hidroquinona, t-butilcatecol, pi- rogalol também podem ser usados. Destes, é particularmente preferido um composto de fenol dotado de uma ligação dupla 10 em moléculas derivadas do ácido acrílico devido a ter um efeito de restrição de polimerização mesmo quando aquecido em um ambiente fechado, isento de oxigênio. Inibidores ade- quados são, por exemplo, Sumilizer™ GA-80, Sumilizer™ GM e Sumilizer™ GS produzidos pela Sumitomo Chemical Co., Ltd, 15 Ciba Irgastab™ UVlO a partir da CIBA Specialty Products, e Genorad™ 16 que se encontram disponíveis a partir da RAHN.
Uma vez que a adição excessiva destes inibidores de polimerização irá diminuir a sensibilidade à cura, prefere- se que a quantidade capaz de prevenir a polimerização seja 20 determinada antes da mistura. A quantidade de um inibidor de polimerização situa-se geralmente entre 200 e 20,000 ppm do peso total da tinta de jato de tinta curável.
Tensoativos
0(s) tensoativo(s) pode(m) ser aniônico, catiônico, 25 não-iônico, ou zwiteriônico e são usualmente adicionados em uma quantidade total menor do que 20%, em peso, com base no peso total da tinta de jato de tinta e particularmente em um total menor do que 10%, em peso, com base no peso total da tinta de jato de tinta.
Os tensoativos adequados incluem tensoativos fluo- rados, sais de ácidos graxos, sais de éster de um álcool superior, sais de sulfonato de alquilbenzeno, sais de éster 5 de sulfossuccinato e sais de éster de fosfato de um álcool superior (por exemplo, dodecilbenzenossulfonato de sódio e dioctilsulfossuccinato de sódio), adutores de óxido de eti- Ieno de um álcool superior, adutores de óxido de etileno de um alquilfenol, adutores de óxido de etileno de um éster de 10 ácido graxo de álcool poliídrico, e acetileno glicol e seus adutores de óxido de etileno (por exemplo, nonilfenil éter de polioxietileno, e SURFYNOL™ 104, 104H, 440, 465 e TG, disponíveis a partir da AIR PRODUCTS & CHEMICALS INC.).
Para tintas não aquosas de jato de tinta os tensoa- 15 tivos preferidos são selecionados a partir de tensoativos de fluoro (tais como hidrocarbonetos fluorados) e tensoati- vos de silicone. Os silicones são tipicamente siloxanos e podem ser alcoxilados, poliéter modificados, hidroxila fun- cional poliéter modificados, amina modificados, epóxi modi- 20 ficados e outras modificações ou suas combinações. Siloxa- nos preferidos são políméricos, por exemplo polidimetilsi- loxanos.
Em um tinta de jato de tinta curável pode ser usado um composto fluorado ou de silicone como um tensoativo, 25 preferentemente utiliza-se um tensoativo capaz de ser reti- culado. Monômeros polimerizáveis dotados de efeitos ativos de superfície incluem acrilatos modificados por silicone, metacrilatos modificados por silicone, siloxanos acrilata- dos, siloxanos modificados de acrílico modificado por poli- éter, acrilatos fluorados, e metacrilatos fluorados. Monô- meros polimerizáveis que têm efeitos de efeitos ativos de superfície podem ser (met)acrilatos mono-, di-, tri- ou 5 mais funcionais, ou suas misturas.
Aglutinantes
As duas ou mais cores de tintas de jato de tinta do conjunto de tintas de jato de tinta de acordo com a presen- te invenção podem compreender uma resina aglutinante. 0 a- 10 glutinante funciona como um agente de controle de viscosi- dade e também proporciona capacidade de fixação em relação a um substrato, por exemplo, um substrato de cloreto de po- livinila. 0 aglutinante preferentemente tem uma boa solubi- lidade no(s) solvente(s).
As composições de tinta de jato de tinta não aquo-
sas preferentemente compreendem uma resina aglutinante. 0 aglutinante funciona como um agente de controle de viscosi- dade e também proporciona capacidade e fixação em relação ao substrato de resina polimérica, por exemplo, um substra- 20 to de cloreto de polivinila,também chamado substrato de vi- nila. 0 aglutinante deve ser selecionado de forma a ter uma boa solubilidade no(s) solvente(s).
Exemplos adequados de resina aglutinantes incluem resinas acrílicas, resinas acrílicas modificadas, resinas 25 acrílicas de estireno, copolímeros acrílicos, resinas de acrilato, resinas de aldeído, breu, ésteres de breu, breu modificado e resinas de breu modificado, polímeros de ace- tila, resinas de acetal tais como polivinil butiral, resi- nas de cetona, resinas fenólicas e resinas fenólicas modi- ficadas, resinas maleicas e resinas maleicas modificadas, resinas de terpeno, resinas de poliéster, resinas de polia- mida, resinas de poliuretana, resinas epoxidicas, resinas 5 de vinila, resinas de acetato de copolímero de cloreto de vinila-acetato de vinila, resinas do tipo celulose, tais como nitro celulose, acetopropionato de celulose e acetato butirato de celulose, e resina de copolímero de vinila to- lueno-a-metilstileno. Estes aglutinantes podem ser usados 10 isoladamente ou em uma mistura dos mesmos. O aglutinante é preferentemente uma resina termoplástica formadora de pelí- cula .
A quantidade de resina aglutinante na tinta de jato de tinta encontra-se preferentemente na faixa de e 0,1 até 30%, em peso, com maior preferência de 1 até 20%, em peso, com maior preferência de 2 até 10%, em peso, com base no peso total da tinta de jato de tinta.
Humectantes/Penetrantes
Se as duas ou mais cores de tintas do jato de tinta 20 da mesma cor e densidade de cor contiverem solventes orgâ- nicos ou água, preferentemente pelo menos um humectante es- tá presente nas tintas para prevenir a obstrução do bocal, devido à sua capacidade de retardar a velocidade de evapo- ração da tinta.
Os humectantes adequados incluem triacetin, N-
metil-2-pirrolidona, glicerol, uréia, tiouréia, etileno u- réia, alquil uréia, alquil tiouréia, dialquil uréia e dial- quil tiouréia, dióis, incluindo etanodióis, propanodióis, propanotrióis, butanodióis, pentanodióis, e hexanodióis; glicóis, incluindo propileno glicol, polipropileno glicol, etileno glicol, polietileno glicol, dietileno glicol, te- traetileno glicol, e misturas e os seus derivados. Os hu- 5 mectantes preferidos são mono butiléter de trietileno gli- col, glicerol e 1,2-hexanodiol. O humectante é preferente- mente adicionado à formulação de tinta do jato de tinta em uma quantidade de 0,1 até 40%, em peso, da formulação, com maior preferência 0,1 até 10%, em peso, da formulação, e
com maior preferência aproximadamente de 4,0 até 6,0%, em peso.
Outros aditivos
As duas ou mais cores de tintas do jato de tinta do conjunto de tintas de jato de tinta de acordo com a presen- te invenção podem incorporar outros aditivos, tais como a- gentes tampão, agentes anti-mofo, agentes de ajuste de pH, agentes de ajuste de condutividade elétrica, agentes de quelação, agentes anti-ferrugem, estabilizadores de luz, dendrímeros, polimeros, agentes de reticulação, eletrólitos solúveis como auxiliares de condutividade, agentes seques- trantes e agentes de quelação, compostos para introduzir recursos de segurança adicionais e assemelhados. Tais adi- tivos podem ser incluídos nas duas ou mais cores de tintas do jato de tinta do conjunto de tintas de jato de tinta de acordo com a presente invenção em qualquer quantidade efe- tiva, conforme desejado.
Os compostos para introduzirem recursos de seguran- ça adicionais incluem um composto fluorescente, um composto fosforescente, um composto termocrômico, um composto iri- descente e uma particula magnética. Compostos UV- fluorescentes e fosforescentes adequados incluem pigmentoos luminescentes LUMILUX™ a partir da HONEYWELL, UVITEX™ OB a 5 partir da CIBA-GEIGY, corantes e pigmentoos KEYFLUOR™ a partir da KEYSTONE e corantes fluorescentes a partir da SYNTHEGEN.
As duas ou mais cores de tintas de jato de tinta do conjunto de tintas de jato de tinta de acordo com a presen- te invenção podem compreender ainda polímeros condutores ou semi-condutores, tais como polianilinas, polipirroles, po- litiofenos tais como poli(etilenodioxitiofeno) (PEDOT), po-
li ( f enilenovinile-nos ) (PPV's) substituídos ou não- substituídos, tais como PPV e MEH-PPV, polifluorenos tais como PF6, e assim por diante.
Preparação de tintas do jato de tinta pigmentadas
As tintas pigmentadas do jato de tinta são prepara- das por precipitação ou moagem do pigmento no meio de dis- persão na presença d o dispersante polimérico.
Os aparelhos de mistura podem incluir um amassador
de pressão, um amassador aberto, um misturador planetário, um dissolvedor, e um misturador universal Dalton. Aparelhos de moagem e dispersão adequados são moinhos de bolas, um moinho de massas, um moinho de colóides, um dispersador de 25 alta velocidade, roletes duplos, um moinho de contas, um condicionador de tinta e roletes triplos. As dispersões também podem ser preparadas utilizando-se energia ultrassô- nica. Muitos tipos de materiais diferentes podem ser usa- dos como meios de moagem, tais como vidros, cerâmicas, me- tais, e plásticos. Em uma concretização preferida, os meios de impressão podem compreender partículas, preferentemente 5 de forma substancialmente esférica, por exemplo, contas que consistem essencialmente de uma resina polimérica ou contas de óxido de zircônio estabilizado por ítrio.
No processo de mistura, moagem e dispersão, cada processo é realizado com resfriamento para prevenir a for- mação de calor, e para as tintas de jato de tinta curáveis por radiação tanto quanto possível sob condições de luz em que radiação actínica tenha sido substancialmente excluída.
A tinta de jato de tinta pode conter mais do que um pigmento, a tinta do jato de tinta pode ser preparada uti- lizando-se dispersões separadas para cada pigmento, ou al- ternativamente vários pigmentos podem ser misturados e co- moídos no preparo da dispersão.
O processo de dispersão pode ser realizado segundo uma modalidade continua, por batelada ou semi-batelada.
As quantidades e proporções dos ingredientes do
produto de moagem serão amplamente variáveis na dependência dos materiais específicos e das aplicações pretendidas. O conteúdo da mistura de moagem compreende o produto de moa- gem e o meio de moagem. O produto de moagem compreende pig- 25 mento, dispersante polimérico e um carreador líquido. Para tintas de jato de tinta, o pigmento encontra-se usualmente presente no produto de moagem a 1 até 50%, em peso, exclu- indo o meio de moagem. A proporção em peso do pigmento so- bre o dispersante polimérico é de 20:1 a 1:2.
O tempo de moagem pode variar amplamente e depende do pigmento, meios mecânicos e condições de permanência se- lecionados, da dimensão de partícula inicial e final dese- 5 j ada e outras. Na presente invenção podem preparar-se dis- persos de pigmentos com uma dimensão de particular media menor do que 100 nm.
Depois de completada a moagem, o meio de moagem é separado do produto particulado moído (seja na forma seca 10 ou de dispersão líquida) utilizando-se técnicas de separa- ção convencionais, tais como por filtragem, peneiramento através de uma tela de malha, e assemelhados. Freqüentemen- te a peneira é construída dentro do moinho, por exemplo, para um moinho de contas. 0 concentrado de pigmento moído é 15 preferentemente separado do meio de moagem por filtragem.
De uma maneira geral é desejável preparar as tintas de jato de tinta na forma de um produto de moagem concen- trado, que é subsequentemente diluído para a concentração apropriada para uso no sistema de impressão de jato de tin- 20 ta. Esta técnica permite a preparação de uma quantidade maior de tinta pigmentada a partir do equipamento. Por di- luição, a tinta de jato de tinta é ajustada para a viscosi- dade, tensão de superfície, cor, matiz densidade de satura- ção e cobertura de área de impressão desejadas para a apli- 25 cação particular.
Fator de Separação Espectral
Constatou-se que o fator de separação espectral SSF é uma medida excelente para se caracterizar uma tinta de jato de tinta de pigmento, uma vez que ele leva em conta propriedades relacionadas com absorção de luz (por exemplo, comprimento de onda de absorvência máxima Xmax , forma do espectro de absorção e valor de absorção sob Amax ) bem como propriedades relacionadas com a qualidade e estabilidade da dispersão.
Uma medição da absorvência sob um comprimento de onda mais alto dá uma indicação da forma do espectro de ab- sorção. A qualidade de dispersão pode ser avaliada com base no fenômeno de dispersão de luz induzida pelas partículas sólidas nas soluções. Quando medida na transmissão, a dis- persão de luz nas tintas de pigmento pode ser detectada co- mo uma absorvência aumentada sob comprimentos de ondas mais altos do que o pico de absorvência do pigmento efetivo. A estabilidade de dispersão pode ser avaliada por comparação do SSF antes e depois de um tratamento térmico de, por e- xemplo, uma semana a 80°C.
O fator de separação espectral SSF de uma tinta é calculado pelo uso dos dados do espectro registrado de uma solução de tinta ou uma imagem aplicada por jato em um substrato e comparação da absorvência máxima com a absor- vência sob um comprimento de onda de referência mais alto Aref. O fator de separação espectral é calculado como a re- lação da absorvência máxima Amax sobre a absorvência Aref um comprimento de onda de referência. O SSF é uma ferramenta excelente para projetar con- juntos de tinta em jato de tinta com ampla escala de cores. Freqüentemente são comercializados atualmente conjuntos de tinta de jato de tinta em que as diferentes tintas não são 5 suficientemente combinadas umas com as outras. Por exem- plo, a absorção combinada de todas as tintas não dá uma ab- sorção completa sobre a totalidade do espectro visível, por exemplo, existem "intervalos" entre os espectros de absor- ção dos corantes. Um outro problema é o de que uma tinta 10 deve ser absorvente na faixa de outra tinta. A escala de cores resultante deste conjunto de tintas de jato de tinta é baixa ou medíocre.
EXEMPLOS
Materiais
Todos os materiais usados nos exemplos seguintes
foram facilmente encontrados a partir de fontes padrão, tais como Aldrich Chemical Co. (Belgium) e Acros (Belgium) a não ser que de outro modo especificado. A água usada foi água deionizada.
Cinquasia™ Magenta RT-355-D é um pigmento de quinacridona proveniente da CIBA SPECIALTY CHEMICALS.
Sunfast™ Blue 15:3 é um pigmento ciano (C.I. Pigmento Blue 15:3) disponível a partir da SUN CHEMICAL.
SOLSPERSE™ 35000 e SOLSPERSE™ 39000 são hiperdispersantes de polietilenoimina-poliéster provenientes da NOVEON.
Solsperse™ 5000 é um sinergista de dispersão proveniente da NOVEON.
Genorad™ 16 é um inibidor de polimerização proveniente da RAHN AG.
DPGDA é diacrilato de dipropilenoglicol proveniente da SAR- TOMER.
Sartomer™ SR9003 é um monômero de acrilato bifuncional disponível a partir da SARTOMER.
Craynor™ CN 386 é um sinergista acrilato modificado por amina disponível a partir da SARTOMER.
Genocure™ EPD é etil 4-dimetilaminobenzoato proveniente da RAHN AG.
Genocure™ TPO é óxido de 2,4,6-trimetilbenzoil-difenil- fosfino proveniente da RAHN AG.
Genocure™ PBZ é 4-fenilbenzofenona, um foto-iniciador pro- veniente da RAHN AG.
Genocure™ ITX é isotioxantona, um foto-iniciador proveni- ente da RAHN AG.
BYK™ UV3510 é um agente de umedecimento de polidimetilsi- loxana poliéter-modificado, proveniente da BYK CHEMIE GMBH. Byk™-333 é um tensoativo proveniente da BYK CHEMIE GMBH. Fasson PE85 white/S692N/BG40 é um substrato de polietileno 20 branco, tratado por coroa, co-extrudado poroso, proveniente da AVERY DENNISON.
PE-paper é um papel-RC revestido de polietileno, sem subs- trato gelatinoso, disponível a partir da MONDI PACKAGING. Rayoart CGS 92 é uma película de polipropileno orientado biaxialmente, incolor, revestida dos dois lados, alto bri- lho, proveniente da INNOVIA FILMS.
SeeMee Standard Easy é um PVC revestido dos dois lados, a- cessível padrão Seemee backlit, proveniente da VERSEIDAG- INDUTEX GMBH.
Fasson MC Primecoat S2000N é FASSON MC Primecoat / S2000N / HF80, um substrato de papel de impressão isento de madei- ra, revestido à máquina em um lado, branco, proveniente da AVERY DENNISON.
Oracal 1640 é Oracal Blanc 1640 Print Vinyl, um substrato de cloreto de polivinila adesivo, proveniente da ANTALIS. Biprint 650 gr é Biprint blanc/couleur, um painel de poli- propileno, tratado por coroa, proveniente da ANTALIS. Métodos de medição
1. Medição de SSF
0 fator de separação espectral SSF de uma tinta foi calculado pelo uso dos dados do espectro registrado de uma solução de tinta e comparando-se a absorção máxima com a absorção sob um comprimento de onda de referência. A esco- lha deste comprimento de onda de referência é dependente do(s) pigmento(s) usado(s):
• se a tinta de cor tem uma absorvência máxima Amax
entre 400 e 500 nm, então a absorvência Aref deve ser determinada sob um comprimento de onda de re- ferência de 600 nm,
• se a tinta de cor tem uma absorvência máxima Amax
entre 500 e 600 nm, então a absorvência Aref deve ser determinada sob um comprimento de onda de re- ferência de 650 nm,
• se a tinta de cor tem uma absorvência máxima Amax
entre 600 e 700 nm, então a absorvência Aref deve ser determinada sob um comprimento de onda de re- ferência de 830 nm.
A absorvência foi determinada na transmissão com um espectrofotômetro de feixe duplo Shimadzu UV-2101 PC. As tintas de jato de tinta foram diluídas com acetato de etila 5 para ter uma concentração de pigmento de acordo com a Tabela 4.
Tabela 4 Tinta de jato de tinta Concentração de com absorvência máxima Pigmentos Amax entre 400 e 500 0,002% entre 500 e 600 0,005% entre 600 e 700 0,002% Realizou-se uma medição espectrofotométrica do es- petro de absorção UV-VIS-NIR da tinta diluída na modalidade 10 transmissão com um espectrofotômetro de feixe duplo utili- zando-se as ajustagens da Tabela 5. Utilizaram-se células de Quartzo com um comprimento de percurso de 10 mm e esco- lheu-se acetato de etila como um modelo.
Tabela 5
Modalidade Absorvência Faixa de Comprimento de 240-900 nm onda Largura da ranhura 2, 0 nm Intervalo da varredura 1,0 nm Velocidade da varredura Rápida (1165 nm/min) Detector foto-multiplicador(UV-VIS) 15
pigmento tintas de jato de tinta eficiente que exi- bem um estreito espectro de absorção e uma alta absorvência máxima têm um valor para SSF de, pelo menos, 30.
2. Dimensão média de partícula
A dimensão média de partícula das partículas de 5 pigmento em uma tinta de jato de tinta não aquosa foi de- terminada com um Brookhaven Instruments Particle Sizer BI90plus baseado no princípio de dispersão de luz dinâmica. A tinta ou dispersão foi diluída com etil acetato para uma concentração de pigmento de 0,002%, em peso. Os ajustes de 10 medição do BI90plus foram: 5 passagens a 23°C, ângulo de 90°, comprimento de onda de 635 nm e gráfico = função de correção.
Para boas características de jato de tinta (carac- terísticas de aplicação de jato e qualidade de impressão) a dimensão média de partícula das partículas dispersas deverá ser menor do que 200 nm, pref erentemente menor do que 150 nm.
3. Estabilidade de Dispersão
A estabilidade de dispersão foi avaliada por compa- 20 ração da dimensão de partícula antes e depois de um trata- mento térmico de 7 dias a 83°C. As tintas de jato de tinta pigmentadas que exibiram boa estabilidade de dispersão têm uma dimensão de partícula depois do tratamento térmico que permaneceu abaixo de 200 nm, preferentemente abaixo de 150 2 5 nm.
4. Tensão de superfície
A tensão de superfície das tintas de jato de tinta foi medida com um tensímetro KRÜSS K9 a 25°C depois de 60 segundos.
5. Viscosidade
A viscosidade das tintas do jato de tinta foi medi- da utilizando-se um viscosímetro Brookfield DV-II+ a 25°C e velocidade de cisalhamento de 4 RPM utilizando-se um fuso CPE 40.
6. Dimensão de ponto
A dimensão de ponto foi medida com um CellCheck CNC-SLS (proveniente da M-Service & Gerate - Péter Müller, 10 Germany) utilizando-se uma objetiva de microscópio 150x co- nectada a uma câmara WAT-202B (a partir da Watec Co., Ltd. Japan). Calculou-se uma média de 5 medições de dimensão de ponto utilizando-se o software Metric versie 8.02 Live (a partir da M-Service & Gerãte - Péter Müller, Germany).
7. Velocidade de cura
A percentagem do rendimento máximo da lâmpada foi tomada como uma medida para velocidade de cura, o mais bai- xo do número de velocidade de cura mais alta. Uma amostra foi considerada plenamente curada no momento em que forma- ção de sulco com uma ponta Q não causou dano visual.
8. Energia de superfície do substrato
Utilizou-se a equação de Owens-Wendt para calcular a energia de superfície de um substrato os da mesma maneira que está exposta na US 2005190245 (AGFA).
9. CIE ΔΕ2000
0 método usado encontra-se exposto no parágrafo an- terior "Mesma cor e densidade de cor".
EXEMPLO 1 Este exemplo ilustra como se obteve o mesmo tamanho de ponto em diferentes substratos utilizando-se duas tintas de jato de tinta curáveis com uma tensão de superfície di- ferente .
5 Preparação de tintas de jato de tinta
Preparou-se uma dispersão de pigmentos concentrados Pl de acordo com Tabela 6.
Tabela 6
% peso de : Pl Cinquasia™ Magenta RT- 20,0 355-D Solsperse™ 35000 20,0 Genorad™ 16 1,0 DPGDA 59,0 A dispersão de pigmentos concentrada Pl foi prepa- rada pela mistura de 360,0 g do pigmento Cinquasia™ Magen- ta RT-355-D, 36,0 g de uma solução a 50% do inibidor Geno- rad™ 16 em DPGDA e 1028, 6 g de uma solução a 35% do dis- persante polimérico Solsperse™ 35000 em DPGDA durante 30 minutos utilizando-se um DISPERLUX™ Laboratory Dissolver YELLOW075 a partir da DISPERLUX S.A.R.L., Luxembourg. A mistura de moagem foi então moída a uma velocidade de rota- ção de 13 m/s e uma velocidade de fluxo de 0,6 l/min, sob refrigeração por um NETZSCH™ LABSTAR1 a um volume de 54,4% de enchimento com contas de óxido de zircônio estabilizadas com ítrio de 0,4 mm de diâmetro ("meio de moagem de zircô- nio de alta resistência ao desgaste" a partir da TOSOH Co.) e um tempo de permanência de 85 minutos. Depois da moagem a dispersão foi separada das contas utilizando-se um pano de filtro. A dispersão de pigmentos concentrada Pl tinha um tamanho de partícula médio de 96 nm e um SSF de 60.
Duas tintas magenta de jato de tinta curáveis TIN- TA-I e TINTA-2 foram preparadas da mesma maneira a partir da dispersão de pigmentos concentrada Pl pela adição dos componentes remanescentes sob agitação a 20°C para obter-se uma composição tal como ilustrada na Tabela 7.
Tabela 7
% em peso de TINTA- TINTA- 1 2 Dispersão Pl 20, 00 20, 00 DPGDA 59, 20 56, 20 Genocure™ TPO 10, 00 10,00 Genocure™ PBZ 5,00 5,00 Genocure™ EPD 5, 00 5,00 Genorad™ 16 0,80 0,80 Byk™ UV 3510 0,00 3, 00 As tintas de jato de tinta curáveis TINTA-I e TIN-
TA-2 tinham uma tensão de superfície de 35,1 mN/m, respec- tivamente 21,8 mN/m a 20°C.
Impressão e avaliação
A Tabela 8 mostra os cinco substratos diferentes e sua energia de superfície que foram selecionados para este exemplo.
Tabela 8
Subs¬ Nome da marca de Energia de trato comércio superfície (mJ/m2) SUB-I Fasson PE85 whi- 38,1 te/S692N/BG40 SUB-2 PE-paper 33, 0 SUB-3 Rayoart CGS 92 41,8 SUB-4 SeeMee Standard Easy 45,6 SUB-5 Fasson MC Primecoat 46, 7 S2000N Os cinco substratos SUB-I até SUB-5 foram impressos com as tintas de jato de tinta curáveis TINTA-I e TINTA-2, bem como com uma mistura de tintas provenientes das tintas de jato de tinta curáveis TINTA-I e TINTA-2 que foram sele- cionadas para terem um tamanho de ponto de impressão de 110 μιη.
As tintas foram impressas com uma impressora cons- truída sob encomenda equipada com um cabeçote de impressão UPH™ fixo proveniente da AGFA com uma distância entre a placa de bocal e o receptor de tinta de 1,0 mm. As tintas foram aplicadas por jato sob 5 dpd com uma resolução de 360x360 dpi e curadas em linha utilizando-se uma lâmpada 120 W DPL-Iamp proporcionando uma exposição de 50 W a 400 mm/s. Uma cura final foi proporcionada pela passagem da i- magem aplicada por jato duas vezes a 330 mm/s sob uma expo- sição de 50 W. O tempo de jato-para-cura foi de 1,3 segun- dos. A distância entre a lâmpada UV e o receptor de tinta foi de 2,2 mm. A temperatura de aplicação de jato foi de
4 5 ° C .
O tamanho de ponto obtido para as tintas de jato de tinta curáveis TINTA-1, TINTA-2 e as misturas de tinta es- tão ilustradas na Tabela 9.
Tabela 9
Substrato Tinta-1 Tinta-2 Mistura de tintas Tama¬ Tama¬ % pe¬ % peso Tensão Tama¬ nho de nho de so Tinta-2 de su¬ nho de ponto ponto Tinta- perfície pon- (Mm) (μπι) 1 (mN/m) to(Mm) SUB-1 113 127 99,83 0,17 32,3 111 SUB-2 90 142 96,67 3,33 25,7 110 SUB-3 70 111 0,00 100,00 21,8 111 SUB-4 103 153 66,67 33,33 22,4 110 SUB-5 105 124 83,33 16,67 23,0 112 A partir da Tabela 9 será evidente que se obteve uma qualidade de imagem muito uniforme utilizando-se mistu- ras de tintas que distribuíram um tamanho de ponto de apro- ximadamente 110 μιη em comparação com impressões obtidas com uma das tintas de jato de tinta curáveis TINTA-1 ou TINTA-
2. Observou-se que de um modo geral o tamanho de ponto pro- veniente de uma tinta que não tem tensoativo, primeiro di- minuiu levemente pela adição de um tensoativo e então quando se acrescentou tensoativo adicional, aumentou nova- mente .
A tinta de jato de tinta TINTA-2 deverá ser sele- cionada em função do tamanho de ponto desejado e dos subs- tratos selecionados a serem impressos. Por exemplo, na e- ventualidade de se desejar ter um tamanho de ponto de 120 μιη, isto não era possível com a Tinta-2 no substrato SUB- 3, a não ser que ela fosse combinada com outro tratamento de superfície. Entretanto para os outros substratos SUB-4 e SUB-5, requerendo já altas quantidades de Tinta-3, foi pos- sível obter-se um tamanho de ponto de 120 μιη, uma vez que 5 ele estava dentro da faixa de TINTA-1 e TINTA-2. O SUB-4 e SUB-5 foram impressos com uma tinta-mistura de acordo com a Tabela 10 .
Tabela 10
Substrato TINTA-1 TINTA-2 Tinta-mistura Tama¬ Tama¬ % pe¬ %peso Tensão de Tama¬ nho de nho de so TIN- Superfície nho de ponto ponto TIN- TA-2 (mN/m) pon- (Mm) (Mm) TA-1 to(Mm) SUB-4 103 153 33,33 66,67 21,8 120 SUB-5 105 124 66,67 33,33 22,4 119 Outra observação é a de que não houve correlação entre a energia de superfície de um substrato e a tensão de superfície da tinta-mistura para obtenção do mesmo tamanho de ponto. Esta situação está ilustrada na Tabela 11.
Tabela 11
Substrato Substrato Tinta-mistura Energia de Superfície Tensão de Superfície (mJ/m2) (mN/m) SUB-1 38,1 32,3 SUB-2 33,0 25,7 SUB-3 41,8 21,8 SUB-4 45,6 22,4 SUB-5 46,7 23,0 Frequentemente os substratos comerciais são modifi- cados de alguma maneira, que influencia as propriedades fí- sicas de uma tinta tais como dispersão e aderência. Os substratos SUB-I e SUB-2 são os dois substratos de polie- 5 tileno, mas o SUB-2 contém bióxido de titânio como um agen- te de branqueamento. 0 substrato SUB-4 teve um revestimento de polimetilmetacrilato. Portanto, em vez de se medir a e- nergia de superfície de um substrato e tentar relacioná-la com a tensão de superfície de uma tinta-mistura, é melhor 10 realizar um teste de impressão de tamanho de ponto no subs- trato com uma gama diferente de tintas-misturas.
EXEMPLO 2
Este exemplo ilustra um teste de impressão de tama- nho de ponto em dois outros substratos SUB-β e SUB-7 utili- zando-se tintas-misturas das mesmas tintas de jato de tinta curáveis TINTA-1 e TINTA-2 do EXEMPLO 1.
Impressão e avaliação
O SUB-6 era um substrato de PVC para o qual se uti- lizou Oracal 1640, enquanto o SUB-7 era um substrato de po- 20 lipropileno para o qual se utilizou Biprint 650 gr. 0 tama- nho de ponto resultante para tintas-misturas das tintas de jato de tinta curáveis TINTA-1 e TINTA-2 impressas da mesma maneira que no EXEMPLO 1 nos substratos SUB-6 e SUB-7 está ilustrado na Tabela 12. A coluna "% peso de tensoativo" 25 corresponde à quantidade do tensoativo Byk UV 3510 presente na tinta-mistura.
Tabela 12
Tinta-mistura
Tamanho de pon- to (μιη) % peso % peso % peso SUB-6 SUB-7 de TIN- de de TA-I TINTA- tenso¬ 2 ativo 100,00 0,00 0, 000 95 76 99,83 0, 17 0, 005 91 68 99, 67 0, 33 0, 010 88 71 98, 33 1, 67 0, 050 100 69 96, 67 3, 33 0, 100 134 70 83, 33 16, 67 0, 500 162 73 66, 67 33, 33 1,000 164 87 33, 33 66, 67 2, 000 164 158 0, 00 100, 0 3, 000 169 175 0 A partir da Tabela 12 pode observar-se que para um tamanho de ponto de 110 pm no substrato SUB-6, a concentra- ção de tensoativo da tinta-mistura deverá situar-se entre
0, 050 e 0,100%, em peso, com base no peso total da tinta- mistura. No SUB-7, a concentração de tensoativo d tinta- mistura deverá situar-se entre 1,000 e 2,000%, em peso, com base no peso total da tinta-mistura. Para se determinar a tinta-mistura exata, pode ser realizado um segundo teste de impressão de tamanho de ponto na faixa mais estreita ou po- de ser derivado de um gráfico marcando o tamanho de ponto em função da concentração de tensoativo ou da quantidade de TINTA-2 na tinta-mistura. Por exemplo, o gráfico para o SUB-7 é plenamente linear entre 1,000 e 2,000%, em peso, de tensoativo e pode ser deduzido que a concentração de tenso- ativo deverá ser cerca de 1,31%, em peso, ou seja deverá utilizar-se um tinta-mistura que compreenda 56,33%, em pe- so, de TINTA-1 e 43,67%, em peso, de TINTA-2, com base no peso total da tinta-mistura.
Os dados de tamanho de ponto na Tabela 12 também tornam claro que os dois substratos reagem de forma intei- ramente diferente nas tintas-misturas. Estes dados de tama- nho de ponto obtidos para tintas-misturas especificas podem 10 ser armazenados na biblioteca de dados para uso futuro do mesmo substrato. Isto aumenta a produtividade em um ambien- te de impressão industrial uma vez que não precisa ser gas- to tempo na ajustagem de tinta e do substrato para a dis- persão de tinta desejada no substrato, o que determina am- 15 piamente a qualidade de imagem.
EXEMPLO 3
Este exemplo ilustra como pode ser obtida uma velo- cidade de cura mais alta para uma tinta-mistura de duas tintas de jato de tinta curáveis, o que de outro modo teria uma estabilidade de dispersão inaceitável se fosse prepara- da desse modo.
Preparação de tintas de jato de tinta
Preparou-se uma dispersão de pigmento concentrada P2 de acordo com a Tabela 13.
2 5 Tabela 13
%, em peso de : P2 Sunfast™ Blue 15:3 14, 00 Solsperse™ 39000 14,00 Solsperse™ 5000 0,75 Genorad™ 16 O 1---I DPGDA 70,25 A dispersão pigmento concentrado P2 foi preparada pela mistura de 14,00 g de uma solução a 50% do inibidor Genorad™ 16 em DPGDA, 5,25 g de Solsperse™ 5000, 326, 67 g de uma solução a 30% do dispersante polimérico Solsperse™ 5 39000 em DPGDA e outros 256,08 g de DPGDA durante 30 minu- tos utilizando-se um DISPERLUX™ Laboratory Dissolver YEL- LOW075 a partir da DISPERLUX S.A.R.L., Luxembourg. A mistu- ra de moagem foi então moída sob refrigeração a uma velo- cidade de rotação de 4250 RPM por um moinho de contas Eiger 10 sob um volume de 52% enchimento de contas de óxido de zir- cônio estabilizado por itrio de 0,4 mm diâmetro ("meios de moagem de zircônio de alta resistência ao desgaste" a par- tir da TOSOH Co.) e um tempo de permanência de 25 minutos. Depois da moagem a dispersão foi separada em relação às 15 contas utilizando-se um pano de filtro. A dispersão pigmen- to concentrada P2 teve um tamanho médio de partícula de 103 nm, uma viscosidade de 53 mPa.s e um SSF de 37.
Prepararam-se quatro tintas ciano de jato de tinta curáveis TINTA-3 a TINTA-6 da mesma maneira que para a dis- persão de pigmento concentrado P2 para obter-se uma compo- sição como ilustrada na Tabela 14.
Tabela 14
% em peso de: Tinta-3 Tinta-4 Tinta-5 Tinta-6 Dispersão P2 17, 87 17, 87 17, 87 17, 87 DPGDA 21, 31 28,81 31, 31 11,31 Sartomer™ SR9003 40,00 40, 00 40,00 40,00 Genocure™ ITX 5, 00 5,00 10,00 --- Craynor™ CN 386 15, 00 7, 50 --- 30, 00 Genorad™ 16 0, 82 0, 82 0, 82 0, 82 Byk™-333 0, 03 0, 03 0, 03 0, 03 As tintas ciano de jato de tinta curáveis TINTA-5 e TINTA-6 não tiveram o co-iniciador Craynor™ CN 386, res- pectivamente o foto-iniciador Genocure™ ITX . Preparou-se uma tinta-mistura MIX-56 pela mistura das tintas ciano de 5 jato de tinta curáveis TINTA-5 e TINTA-6 em uma relação de %, em peso, de 50:50.
Avaliação das tintas de jato de tinta
A estabilidade de dispersão das tintas ciano de ja- to de tinta curáveis TINTA-3 até TINTA-6 e a tinta-mistura 10 MIX-56 foi determinada por comparação da dimensão de partí- cula média depois da preparação da tinta e novamente depois do tratamento térmico de 7 dias a 83°C. O tamanho médio de partícula da tinta-mistura MIX-56 depois do tratamento tér- mico foi obtido pela mistura das tintas de jato de tinta 15 TINTA-5 e TINTA-6 em uma relação %, em peso, de 50:50 de- pois que elas receberam um tratamento térmico de 7 dias a 83°C. Para boa estabilidade de dispersão, o tamanho de partícula médio em uma tinta deverá permanecer abaixo de 15 0 nm.
Tabela 15
Tinta de jato Tamanho médio de partí¬ Velocidade de tinta cula (em nm) de cura Depois de Depois de preparação tratamento térmico TINTA-3 106 247 50 TINTA-4 112 217 100 TINTA-5 110 117 400 TINTA-6 110 156 > 1000 Tinta-mistura 106 137 50 MIX-56 A velocidade de cura pode ser aumentada pela adição de mais co-iniciador Craynor™ CN 386, mas quantidades crescentes do co-iniciador também ocasionam deterioração de estabilidade da dispersão. A Tabela 15 mostra que a tinta- 5 mistura MIX-56 exibiu melhor estabilidade de dispersão do que as tintas de jato de tinta TINTA-3 e TINTA-4 e ao mesmo tempo podia sob velocidade de cura muito alta.
EXEMPLO 4
Este exemplo ilustra quando duas tintas de jato de tinta são consideradas como tendo a mesma cor e densidade de cor.
Tal como já foi mencionado, duas tintas são consi- deradas como tendo cor e densidade diferente se CIE ΔΕ2000 for maior do que 5,0. Para a maior parte das aplicações de 15 jato de tinta, tais como aplicações de impressão de formato amplo de jato de tinta, diferenças na cor e densidade de duas tintas pode ser permissível se o valor CIE ΔΕ2000 for menor do que ou igual a 2,0. Quanto mais crucial for a a- plicação de jato de tinta, usualmente determinada pela dis- tância para visualização de uma imagem, menor deverá ser o valor de CIE ΔΕ2000.
O CIE ΔΕ2000 foi determinado para as tintas TINTA-3 até TINTA-6 da Tabela_JL_4, pelo que a tinta TINTA-3 foi usa- 5 da como a primeira tinta, ou seja, como uma referência. As tintas diferem um tanto na composição, mas todas elas con- têm a mesma quantidade de pigmento ciano. Os valores obti- dos para CIE ΔΕ2000 na Tabela 16 dão uma impressão do que pode ser esperado como variações de tinta-produção "normal" 10 devido a erros de peso, pureza de materiais brutos e ou- tros.
Tabela 16
Primeira tinta Segunda tinta CIE ΔΕ2000 TINTA-3 TINTA-4 0,1 TINTA-3 TINTA-5 0,3 TINTA-3 TINTA-6 0,5 Em outra experiência, diluiu-se a tinta ciano TIN- TA-3 com DPGDA e determinou-se o CIE ΔΕ2000 entre a TINTA-3 e a tinta diluída. Os resultados estão expostos pela Tabela
17 .
Tabela 17 % Diluição de CIE ΔΕ2000 TINTA-3 com DPGDA 0 ° O I 5 OO V O 10 1,3 15 1,8 V CM 3,0 Pela comparação da Tabela 16 e Tabela 17 pode con- cluir-se que as variações de produção de tinta "normal" da Tabela 16 caem perfeitamente dentro de uma margem de 5%. Para uma aplicação de jato de tinta que requer um CIE 5 ΔΕ2000 menor do que 2,0, um diluição de 10% ou mesmo 15% pode ser tolerada para uma tinta ciano. Entretanto, difer- enças na imagem devidas a variação de concentração de corante podem ser observadas mais facilmente para uma tinta preta e uma tinta magenta. Para as duas últimas, uma di- 10 luição de 10% pode ser considerada como um limite máximo. Para aplicações de impressão de jato de tinta de alta qualidade, os erros de mistura de duas ou mais tintas deverão ser mais baixos do que 5%, ou seja, um valor para CIE ΔΕ2000 menor do que 1,0.

Claims (20)

1. Método de impressão a jato de tinta, caracteri- zado por, pela ordem, as etapas de: a) proporcionar pelo menos duas ou mais cores de tintas de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor, mas tendo uma composição diferente, para uma impressora a jato de tinta; b) misturar as ditas duas ou mais cores de tintas de jato de tinta em uma quantidade controlada; e c) imprimir a mistura das ditas duas ou mais cores de tin- tas de jato de tinta com a impressora de jato de tinta so- bre um receptor de tinta.
2. Método de impressão a jato de tinta, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por as pelo menos duas ou mais cores de tintas de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor ter uma diferença de cor no sentido da cor CIE ΔΕ2000 que é menor do que ou igual a 2,0.
3. Método de impressão a jato de tinta, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado por as duas ou mais cores de tintas de jato de tinta conterem o(s) mes- mo (s) corante(s).
4. Método de impressão a jato de tinta, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado por a tensão de superfície das tintas de cor de jato de tinta diferir em mais do que 3,0 mN/m.
5.Método de impressão a jato de tinta, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, caracterizado por a quantidade controlada para misturar as duas ou mais cores de tintas de jato de tinta ser selecionada a partir de um teste de impressão que compreende um número de mistu- ra de tintas impresso no receptor de tinta.
6. Método de impressão a jato de tinta, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado por os resultados do teste de impressão serem armazenados em uma biblioteca de dados.
7.- Método de impressão a jato de tinta, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado por a biblioteca de dados compreender informação na qualidade de imagem e/ou propriedades físicas de tintas-misturas para uma pluralida- de de receptores de tintas.
8. Método de impressão a jato de tinta, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado por a biblioteca de dados ser armazenada e gerenciada por um computador.
9. Método de impressão a jato de tinta, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, caracterizado por a quantidade controlada para misturar as duas ou mais cores de tintas de jato de tinta ser selecionada a partir de uma biblioteca de dados que compreende informação sobre qualidade de imagem e/ou propriedades físicas de misturas das duas ou mais cores de tintas de jato de tinta no recep- tor de tinta.
10.Conjunto de tintas de jato de tinta que com- preende duas ou mais cores de tintas de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor, mas tendo uma composição di- ferente caracterizado por as duas ou mais cores de tintas de jato de tinta conterem o(s) mesmo(s) corante (s) .
11. Conjunto de tintas de jato de tinta, de acordo com a reivindicação 10, caracterizado por as duas ou mais cores de tintas de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor terem uma diferença de cor no sentido do par CIE ΔΕ2000 menor do que ou igual a 2,0.
12. Conjunto de tintas de jato de tinta, de acordo com qualquer uma das reivindicações 10 a 11, caracterizado por a tensão de superfície da primeira tinta diferir em mais de 3,0 mN/m em relação àquela da segunda tinta das du- as ou mais cores de tintas de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor.
13.Conjunto de tintas de jato de tinta, de acordo com qualquer uma das reivindicações 10 a 12, caracterizado por a viscosidade da primeira tinta diferir em mais do que5,0 mPa.s a 30°C daquela da segunda tinta das duas ou mais cores de tintas de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor.
14. Conjunto de tintas de jato de tinta, de acordo com qualquer uma das reivindicações 10 a 13, caracterizado por a quantidade e/ou tipo de um solvente em uma primeira tinta diferir daquele na segunda tinta das duas ou mais co- res de tintas de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor.
15.Conjunto de tintas de jato de tinta, de acordo com qualquer uma das reivindicações 10 a 14, caracterizado por a quantidade e/ou tipo de um monômero em uma primeira tinta diferir daquela em uma segunda tinta das duas ou mais cores de tintas de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor.
16. Conjunto de tintas de jato de tinta, de acordo com qualquer uma das reivindicações 10 a 15, caracterizado por a quantidade e/ou tipo de um iniciador em uma primeira tinta diferir daquela em uma segunda tinta das duas ou mais cores de tintas de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor.
17.Conjunto de tintas de jato de tinta, de acordo com qualquer uma das reivindicações 10 a 16, caracterizado por o volume da primeira tinta diferir daquele da segunda tinta das duas ou mais cores de tintas de jato de tinta da mesma cor e densidade de cor.
18. Impressora a jato de tinta, caracterizada por que compreender um conjunto de tintas tal como definido em qualquer uma das reivindicações 10 a 17.
19. Combinação de uma impressora a jato de tinta, de acordo com a reivindicação 18 e um meio, caracterizado por avaliar ou medir propriedades relacionadas com a quali- dade de impressão.
20 . Combinação, de acordo com a reivindicação 19, caracterizada por os meios para avaliação ou medição das propriedades relacionadas com a qualidade de impressão es- tarem incorporados na impressora de jato de tinta.
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