BRPI0720892A2 - Freio de disco, especialmente para veículo utilitário - Google Patents

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BRPI0720892A2
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caliper
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disc brake
conductive rod
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BRPI0720892-8A
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Aleksandar Pericevic
Stephan Pitzing
Johann Baumgartner
Steffen Geissler
Robert Trimpe
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Knorr Bremse Systeme
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Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "FREIO DE DISCO, ESPECIALMENTE PARA VEÍCULO UTILITÁRIO".
A presente invenção refere-se a um freio de disco, especialmen- te para um veículo utilitário correspondendo ao preâmbulo da reivindicação 5 1.
No caso do funcionamento, isto é, por ocasião de uma frena- gem, verifica-se a aplicação das guarnições de freio por meio do conjunto tensionador, inicialmente por aplicação e compressão na guarnição de freio do lado da aplicação contra o disco de freio e a subsequente compressão da 10 guarnição de freio oposta, do lado da reação, sendo que para este fim a pin- ça de freio, configurada como pinça cursora, será deslocada contrário à dire- ção da flexão da guarnição de freio do lado da ação.
Após a soltura do freio, no freio conhecido de disco com pinça cursora conhecida, a pinça do freio permanece nesta posição mencionada 15 por último, na qual as guarnições de freio - e ao menos a guarnição de freio do lado da reação - ficam despressurizadas, porém encostam com arraste no disco de freio. Os chamados momentos de arraste residuais, que assim surgem durante o deslocamento, resultam em consumo de combustível mai- or do veículo automotor e também uma diminuição da durabilidade tanto do 20 freio de disco quanto também das suas guarnições.
Uma reduzida soltura das guarnições de freio se verifica durante o deslocamento por um movimento de cambaleio do disco de freio, bem co- mo por trepidações e acelerações transversais nos deslocamentos em cur- vas. Esses efeitos não são, todavia, suficientes para evitar eficazmente para a ação de arraste.
Para evitar essas desvantagens, no documento DE 199 46 677 A1 passou a ser conhecido um disco de freio correspondendo a este tipo, no qual um conjunto de retorno apresenta um componente de apoio integrado na pinça do freio e se desloca de modo deslizante em uma haste condutora 30 de um elemento de fixação, firmemente unido com o suporte do freio e que juntamente com o componente de apoio atua como mancai deslizante.
Por ocasião de um deslocamento da pinça do freio para com- ‘ pressão da guarnição do freio do lado da reação, o componente de apoio é pressionado contra um elemento de retorno elástico, configurado como mola de pressão, elemento este que após a soltura do freio deve reconduzir a pin- ça do freio para uma posição original, ou seja, uma posição de saída.
5 Para uma compensação do entreferro, resultante de desgaste, e
que se verifica no lado da aplicação por meio de um conjunto de reajuste, o componente de apoio está montado em uma luva de fricção, a qual, median- te fricção aderente encosta no componente de apoio. Neste processo, o coe- ficiente de fricção entre o componente de apoio e a luva de fricção é selecio- 10 nado de tal modo que a luva de fricção, no serviço de frenagem normal, fi- que presa no componente de apoio, ao passo que uma regulagem da pinça do freio por meio do conjunto de reajuste e vencendo a fricção, desliza cor- respondentemente no componente de apoio até que tenha sido alcançado o curso de reajuste.
15 Ocorre que o retorno da pinça do freio é exclusivamente depen-
dente do percurso molar do elemento de retorno, configurado como mola de pressão, o que, todavia, não viabiliza um retorno preciso para uma medida de folga de entreferro sempre idêntica entre o disco de frenagem e a guarni- ção de frenagem do lado da reação, de maneira que o disco de freio conhe- 20 cido represente uma solução insatisfatória do problema.
Portanto, a presente invenção tem como tarefa desenvolver de tal maneira um disco de freio desta espécie que fique garantido um retorno inalterado da pinça do freio em relação ao entreferro.
Esta tarefa será solucionada por um freio de disco com as carac- 25 terísticas da reivindicação 1.
Comparada com o estado da técnica mencionada, no qual a bu- cha que forma um componente de apoio, e montada na haste condutora, no deslocamento da pinça do freio em conseqüência da ação de frenagem des- liza na haste condutora, sendo pressionado contra um elemento de retorno 30 elástico, o componente de apoio permanece agora de modo inalterado na sua posição durante o deslocamento durante a frenagem, ficando preso na haste condutora. Para esta finalidade, o componente de apoio está de tal modo configurado que encosta com fricção aderente na haste condutora, e possui tais dimensões que a força de deslocamento gerada na frenagem é insufici- ente para vencer a fricção aderente.
Somente na ativação do conjunto de reajuste, pelo qual passa a
ser compensado um curso de desgaste das guarnições de freio, atuará uma força maior e que desloca o componente de apoio no curso de reajuste na haste condutora.
Pela posição do componente de apoio que normalmente perma- 10 nece diante da haste condutora, o movimento de retorno elástico será de- formado pela extensão do entreferro e no alívio, ou seja, no término da fre- nagem, exatamente naquela extensão corresponde ao entreferro, sendo re- tornado para sua posição original com arraste da pinça do freio, isto é, medi- ante o seu deslocamento contrário à direção da aplicação energética.
O componente de apoio e o elemento de retorno podem, por e-
xemplo, ser configurados inteiriços, sendo que o componente de apoio con- siste em uma bucha concêntrica que abraça a haste condutora e com vários lábios dispostos em paralelo e distanciados em sentido recíproco, envolven- do a bucha como anéis e que consistem em material elástico, ou seja, flexí- 20 vel, e que no deslocamento resultante da frenagem da pinça do freio se de- formam diante da bucha na sua direção axial. No término da frenagem, os lábios, normalmente fixamente unidos com a pinça do freio, tendo em vista as suas forças de retorno intrínsecas, movem a pinça do freio de volta para sua posição de origem, correspondente ao entreferro predeterminado.
De acordo com uma outra idéia da invenção, o componente de
apoio consiste em um anel aderente que encosta com fricção aderente na haste condutora e que preferencialmente está integrado em uma ranhura interna circunferencial e uma luva de encaixe, em um de cujos lados frontais se apóia o elemento de retorno elástico e pode ser configurada como mola 30 helicoidal, montada direta ou indiretamente na haste condutora com deslo- camento axial.
Ao invés de um aderente deste tipo em combinação com uma luva de encaixe, formam conjuntamente o componente de apoio, o compo- nente de apoio pode também consistir ao menos em um anel de aperto, pre- ferencialmente um pacote de anéis de aperto, os quais, mediante protensão e geração de fricção de aderência, encostam na haste condutora. Também 5 aqui apóia-se o elemento de retorno em forma da mola helicoidal na parte frontal em um anel de aperto, ao passo que o outro lado frontal da mola heli- coidal encoste em um ombro da pinça de frenagem.
Esses anéis de aperto são conhecidos como componentes nor- malmente comercializados e apresentam para gerar a protensão uma fenda longitudinal contínua.
Por ocasião de um deslocamento resultante de frenagem da pin- ça do freio, a mola helicoidal será correspondente comprimida, encostando, por outro lado, em um componente rigidamente unido com a pinça de frena- gem ou encostando diretamente na pinça de freio, sendo que a força molar a 15 ser vencida no caso é menor do que a força de retenção gerada pela fricção aderente do componente de apoio, de maneira que a pinça de freio deslize na luva de encaixe que recebe o anel aderente ou nos anéis de aperto. So- mente com uma força maior atuante sobre a mola helicoidal e um aumento correspondente da força molar, como resulta no reajuste do freio da pinça 20 resultante de desgaste, a fricção aderente do componente de apoio será vencida e isto será avançado de modo correspondente até que tenha sido alcançada a medida do curso de desgaste.
Comumente em um freio de disco desta espécie estão previstos dois elementos fixadores com os quais a pinça do freio é mantida no suporte 25 do freio axialmente deslocável na direção do disco de freio. No caso, uma região de ligação é configurada como região fixa e a outra região de ligação é mantida como um mancai solto, de qualquer maneira, todavia, como man- cai deslizante.
Como em conseqüência de sua função, o mancai fixo requer o maior espaço construído, especialmente maior comprimento construído é oferecido, esta solução é indicada para a colocação do conjunto de retorno. De maneira complementar, no caso de condições de montagem desvantajo- sas e elevada necessidade de força de retorno poderá inicialmente ser intro- duzido um conjunto de retorno no mancai solto.
Esta hipótese, a necessária força de retorno e a força de aperto dos componentes de apoio, isto é, a sua fricção aderente na haste condutora será dividida para os dois conjuntos de retorno. Convenientemente, a força de retorno no mancai fixo é mais alta do que no mancai solto. No caso, pode ser suficiente equipar o conjunto de retorno do mancai solto com um anel de elastômero que possui aos mencionados lábios elásticos circunferenciais, enquanto que o mancai fixo possui um ou vários anéis de aperto.
A variante de acabamento, na qual o componente de apoio con- siste em um pacote de anéis de aperto pode ser concretizada em duas pos- sibilidades de acabamentos diferentes.
Em uma primeira variante, a força de regulagem máxima possí- vel do elemento de retorno, ou seja, da mola de retorno é menor do que a força de regulagem mínima possível do conjunto de reajuste.
No caso, nos processos de reajuste, a pinça do freio será puxa- da contra força da mola de retorno contra a guarnição de freio do lado da reação para próximo do disco de frenagem. Todo o entreferro está agora aplicado no lado da ação sendo ali regulado como entreferro global. Este é idêntico com o freio de disco sem um retorno de pinça ativo.
Após a regulagem do entreferro, ou seja, após uma frenagem subsequente, o conjunto de retorno recua a pinça de freio pela extensão predeterminada, gerando desta maneira uma folga, ou seja, um entreferro no lado da reação. A regulagem do entreferro global verifica-se, portanto, exclu- sivamente pelo conjunto de reajuste. A divisão do entreferro global para o lado da ação (entreferro) e o lado da reação (lado externo) será determinado pelo reajuste da pinça.
Exemplo: O entreferro global será regulado para o conjunto de reajuste 0,9 mm; conjunto de retorno recua agora em 0,4 mm; entreferro do lado da reação = 0,4 mm; entreferro do lado da ação = 0,9 mm - 0,4 mm = 0,5 mm.
Em uma segunda variante, a mínima força possível do elemento de retorno é maior do que a força de regulagem máxima possível do conjun- to de reajuste.
Nesse caso, por ocasião de um reajuste de desgaste, a pinça do freio não será aplicada com a guarnição de freio externa contra o disco de 5 freio, já que a força de reajuste do conjunto de reajuste é menor do que a força de retorno do elemento de retorno elástico. O reajuste de desgaste verifica-se no caso somente no lado da ação do freio. Isto quer dizer que o entreferro que ali deverá ser regulado é apenas aproximadamente a metade do entreferro global.
A regulagem do entreferro no lado externo verifica-se sendo que
na ativação de frenagem que segue ao processo de reajuste, a pinça do freio é aproximada do disco de freio pela força de ativação do freio também no lado externo (lado da reação). Após a ativação do freio, o conjunto de retorno recua a pinça de freio pela extensão previamente ajustada, gerando assim o entreferro no lado externo.
Quando por ocasião de uma frenagem, em conseqüência do desgaste apresentado no lado da reação, tiver sido registrado um desloca- mento do componente de apoio, este deslocamento, após o retorno da pinça do freio resulta em um aumento do entreferro no lado da ação, onde será novamente corrigido nos próximos processos de reajuste.
Exemplo:
Antes de uma frenagem: entreferro do lado da ação = 0,5mm entreferro do lado da reação = 0,4mm Frenagem com 0,05 mm de desgaste por lado:
componente de apoio será deslocado em 0,05 mm.
Após a soltura do freio:
entreferro do lado da ação = 0,5 + 0,05 + 0,05 =0,6 mm entreferro do lado da reação = 0,4 mm.
As regulagens subsequentes do entreferro pelo conjunto de rea- juste, o aumento do entreferro do lado da ação será novamente compensa- do.
Enquanto que a variante 1, em virtude das reduzidas forças de retorno necessárias do elemento de retorno, são especialmente recuadas para o chamado uso normal para veículos utilitários, a variante 2 apresenta vantagens especiais nos veículos utilitários que podem ser empregados em uma operação bruta, por exemplo, como veículos em obras.
Outras configurações vantajosas da invenção poderão ser de-
preendidas das reivindicações dependentes.
Exemplos de execução da invenção serão em seguida descritos com base nos desenhos anexos.
As figuras mostram:
figura 1 vista superior para um disco de freio em representação es-
quematizada
figuras 2 e 3 um exemplo de execução da invenção, como detalhe repre- sentado em corte longitudinal em diferentes posições de fun- ção
figuras 4 e 5 outros exemplos de execução também como detalhe em cor- te longitudinal
figura 6 recorte ampliado do exemplo mostrado na figura 5
figura 7 recorte parcial de outro exemplo de execução, igualmente
em corte longitudinal figura 8 detalhe da figura em vista frontal
figuras 9 e 10 outros exemplos de execução como detalhes apresentados em corte longitudinal.
O disco de freio representado na figura 1 para veículo utilitário consiste na sua estrutura fundamental de uma pinça de freio 1 que ultrapas- sa o disco de freio 3, onde estão integradas duas guarnições de freio 4, 5 e no caso do funcionamento contatam o disco de freio 3 nos dois lados.
A pinça do freio 1 está presa através de dois elementos de fixa- ção em um suporte de freio 2 no lado do veículo, sendo que um elemento de fixação do lado da saída, correspondendo à direção da seta, é configurado como mancai solto 11 e o elemento de fixação oposto do lado da entrada é configurado como mancai fixo 10.
No caso, o mancai fixo 10 apresenta uma haste condutora 12, presa no suporte do freio 2, onde estão montadas axialmente deslocáveis na direção do disco de freio 3, luvas deslizantes 21 (figura 2) axialmente trava- das na pinça do freio (1).
Está alocado ao elemento de fixação um conjunto aplicador que 5 atua em uma ponte da pinça de freio 1 apresentando aqui dois fusos de re- gulagens 7, através dos quais a guarnição de freio 4 acoplada pode ser for- çada contra o disco de freio 3.
Um dos dois fusos de regulagem 7 apresenta um conjunto de reajuste 8, com o qual pode ser compensado uma alteração condicionada de 10 desgaste de um entreferro entre a guarnição de freio 4 e o disco de freio 3. Para uma ativação sincronizada de fusos de regulagens 7 está previsto um elemento de transmissão, por exemplo, na forma de uma corrente 9, com a qual os dois fusos de reajuste 7 podem ser girados simultaneamente.
Por ocasião de uma frenagem, inicialmente a guarnição de freio 15 4 do lado da aplicação será prensada contra o disco de freio 3, ao passo que em seguida, baseado nas forças reacionais, a pinça do freio 1, configurada como pinça cursora mediante arraste das guarnições de freio 5 do lado da reação será deslocado contrário à direção da aplicação, sendo a guarnição de freio prensada contra o disco de freio 3.
Par alcançar um retorno da pinça de freio 1, na soltura do freio,
isto é, para retornar a pinça do freio 1 até a sua posição de saída, do lado da ação, isto é, do lado da aplicação, preferencialmente na região do mancai fixo 10, está previsto um conjunto de retorno 13 com o qual a pinça de freio 1 pode ser movida contrária à direção do deslocamento na aplicação, de modo automático, até a sua posição de origem.
De acordo com a invenção, este conjunto de retorno 13 apresen- ta um componente de apoio 15 que no deslocamento em conseqüência da ação de frenagem da pinça de freio 1 permanece na sua posição diante do suporte do freio 2 e que está em ligação atuante com um elemento de retor- no 14 de configuração elástica e mediante a sua deformação.
No exemplo de execução apresentado nas figuras 2 e 3, o com- ponente de apoio 15 será formado de vários lábios de apoio 15’, dispostos em paralelo e reciprocamente distanciados, abraçando a haste condutora 12 e consistindo de material elástico e que pela ação de fricção são mantidas de tal maneira na haste condutora 12 que na deformação pelo deslocamento da pinça de freio 1, por ocasião da frenagem, não tem a sua posição modifi- 5 cada em relação à haste condutora 12.
Enquanto que a figura 2 apresenta uma posição não solicitada do componente de apoio 15, a figura 3 mostra uma posição de aplicação da pinça do freio 1. No caso, os lábios de apoio 15’ são correspondentemente deformados no lado da cabeça e isto na direção da seta na figura 3.
Após o término do processo da frenagem, na pinça do freio 1 em
virtude das forças de retorno existentes nos lábios de apoio 15’, será retor- nada para a sua posição original, conforme mostrado claramente na figura 2. No caso, o coeficiente de fricção por aderência é configurado entre os lábios de apoio 15’ e a haste condutora 12 por um lado e as forças de retorno de 15 ação conjunta dos lábios de apoio 15’ por outro lado são de tal modo confi- gurados que em um processo de frenagem normal, os lábios de apoio 15’ permaneçam na sua posição, enquanto que a pinça do freio após o término da frenagem será retornada para uma posição, na qual o entreferro prede- terminado entre a guarnição de freio 5 do lado da reação, guarnição esta 20 acoplada na pinça do freio 1, e do disco de freio 3 é novamente produzida.
O mencionado coeficiente de fricção entre os lábios de apoio 15’ e a haste condutora 12 é selecionado de tal maneira por ocasião de um rea- juste resultante de desgaste por meio do conjunto de reajuste 8, na qual a pinça do freio 1 vence o maior entreferro resultante do desgaste por deslo- 25 camento correspondente da pinça de freio 1, os lábios de apoio 15’ desligam pela extensão correspondente na haste condutora 12 até que tenha sido compensado o custo do desgaste. Desta maneira, verifica-se novamente um reajuste pela retrodeformação dos lábios de apoio 15’ pela extensão do en- treferro predeterminado.
Para uma conexão entre os lábios de apoio 15’ e a pinça do freio
1, um arraste 16 está preso na pinça de freio 1, apresentando ranhuras cir- cunferências internas, nas quais sempre um lábio de apoio 15’ anelar está introduzido, sendo que estas ranhuras anelares são de tal modo configura- das que é perfeitamente possível uma deflexão dos lábios de apoio 15’ cor- respondendo à representação na figura 3.
Os exemplos de execução representados nas figuras 4 e 5, o elemento de apoio 15 consiste em uma luva de encaixe 17 que abraça a haste condutora 12 no lado externo. Esta luva de encaixe 17 apresenta uma ranhura interna na qual está introduzido um anel aderente 18 com proteção axial e que encosta com fricção aderente na haste condutora 12. A figura 6 apresenta um corte parcial ampliado do componente de apoio 15.
Em um lado frontal voltado na direção do disco de freio da luva de encaixe 17, o elemento de retorno 14 encosta em forma de uma mola helicoidal 19, conduzida concentricamente na haste condutora 12.
Na variante de acabamento de acordo com a figura 4, a mola helicoidal 19 encosta na face lateral externa de uma luva de encosto 20, montada axialmente deslocável na haste condutora 12, da mesma maneira como uma luva deslizante 21 alocada que está presa em uma luva de man- cai 23 da pinça de freio 1 e que encontra a sua distensão no lado oposto em relação à luva de encaixe 17.
O coeficiente de fricção entre o anel retentor 18 e a haste condu- tora 12 será então comparável como estava escrito, por exemplo, de modo correspondente às figuras 2 e 3.
Em um deslocamento resultante de frenagem da pinça de freio
1, a mola helicoidal 19 será comprimida por um colar 26 da luva de encosto
20, onde encosta a mola helicoidal 19 no seu lado oposto em relação à luva de encaixe 17, sendo esta compressão feita até que a luva de encosto 20, antes integrada distanciada na luva de encaixe 17, passe a encostar nessa unidade. A distância entre o lado frontal alocado da luva de encosto 20 e da luva de encaixe 17 corresponde ao entreferro predeterminado entre a guar- nição de freio 5 do lado da reação e o disco de freio 3.
Após uma soltura do freio, distende-se a mola helicoidal 19 me- diante deslocamento da pinça de freio 1 contrário a sua direção de aplicação por ocasião de uma frenagem. Como a distância da luva de encosto 20 em relação à luva de encaixe 17 na posição de não-funcionamento do freio, ou seja, na posição aliviada da mola helicoidal 19, corresponde ao entreferro desejado, exatamente este entreferro será realizado pelo reajuste da pinça de freio 1 por meio da mola helicoidal 19. No caso, a pinça de freio 1 passa a 5 ocupar a posição terminal distendida na luva de encaixe 17 para efeito de encaixe, sendo que a pinça de freio apresenta uma perfuração escalonada na qual está integrada a luva de encosto 17 com o anel aderente 18 integra- do, o elemento de retorno 14 e a luva de mancai 23.
Para uma montagem prévia dos componentes mencionados pa- 10 ra constituírem uma unidade construída, no exemplo mostrado na figura 5 estão previstos anéis de apoio 22, um dos quais se apóia em um lado frontal da luva de encaixe 17, afastado em relação à mola helicoidal 19, e o outro se apóia no lado frontal oposto da mola helicoidal 19. Estes anéis de apoio 22 estão integrados na luva de mancai 23, com a qual estão firmemente uni- 15 dos, sendo que a espessura dos anéis de apoio 22 corresponde ao entrefer- ro.
Pela possibilidade da pré-montagem do conjunto de reajuste 13, envolvendo a luva de mancai 23, a luva de mancai 21 posicionada em senti- do voltado para o disco de freio 3, os anéis de apoio 22, a mola helicoidal 19 20 encerrada entre estas unidades antes citadas e a luva de encaixe 17 com anel aderente 18 integrado torna-se possível uma montagem simples, sendo que a luva de mancai 23 praticamente forma uma camisa externa que prefe- rencialmente pode ser prensada ou colada com a pinça de freio 1.
Em um reajuste resultante de desgaste, a luva de encaixe 17 e o anel aderente 18 ali integrado, vencendo a sua fricção aderente, será deslo- cado na haste condutora 12 na forma já mencionada até que seja compen- sado o custo de desgaste e a pinça do freio tenha sido recuada pela exten- são do entreferro a ser observado.
Nas figuras 7 e 8 finalmente é mostrada uma outra variante de acabamento do componente de apoio 15, na qual consiste apenas em vários anéis de aperto 24 que forma um pacote e que estão montados mediante protensão na haste condutora sendo, que esta protensão, comparável com a fricção aderente dos componentes de apoio 15 antes descritos, é consegui- da por uma perfilação correspondente dos anéis de aperto 24, conforme po- de ser claramente reconhecida na figura 8. No caso, cada anel de aperto 24 pode ser formado de uma chapa molar, com uma fenda longitudinal 25 pela qual é gerada a força elástica atuante sobre a haste condutora 12.
As figuras 9 e 10 apresentam um outro exemplo de execução de um elemento de retorno 14, sendo que a apresentação da figura 9 corres- ponde, em princípio, às formas mostradas nas figuras 2 e 3. Não obstante, aqui os lábios de apoio 15’ são partes integrantes do componente de apoio 15 que está revestido por uma luva metálica que compõem o arraste 16.
Pode-se reconhecer na figura 10 que o componente de apoio 15 internamente está revestido por uma luva interna 15” preferencialmente fen- dida, que encosta na haste condutora 12 no sentido da invenção.
Listagem de Referência
1 Pinça de Freio 2 Suporte de Freio 3 Disco de Freio 4 Guarnição de Freios 5 Guarnição de Freios 6 Ponte 7 Fuso de Regulagem 8 Conjunto de Reajuste 9 Corrente 10 Mancai Fixo 11 Mancai Solto 12 Haste Condutora 13 Conjunto de Retorno 14 Elemento de Retorno 15 Componente de Apoio 15’ Lábios de Apoio 15” Luva Interna 16 Arraste 17 Luva de Encaixe 18 Anel Aderente 19 Mola Helicoidal Luva de Encosto 21 Luva Deslizante 22 Anel de Apoio 23 Luva de Mancai 24 Anel de Aperto Fenda 26 Colar

Claims (15)

1. Freio de disco, especialmente para veículo utilitário, com a) uma pinça de freio (1) que ultrapassa o disco de freio (3) está configurada como pinça móvel, b) duas guarnições de freio (4, 5) integradas na pinça de freio (1), que podem ser movimentadas em sentido reciprocamente contrário e que contatam o disco de freio (3) na sua posição de funcionamento, c) ao menos um elemento de fixação com uma haste condutora (12) para fixar a pinça de freio (1) em um suporte de freio (2) fixo, d) um conjunto aplicador com o qual ao menos sobre um fuso de regulagem (7), a guarnição de freio (4) alocada e do lado da ação pode ser prensada contra o disco de freio (3), e) um conjunto de reajuste (8) à prova de giro, acoplado no fuso de regulagens (7), possibilitando a compensação essencial na modificação resultante de desgaste de um entreferro entre as guarnições de freio (4, 5) e o disco de freio (3), f) um conjunto de retorno (13), previsto no lado da ação e que no deslocamento resultante da frenagem da pinça de freio, possui um elemento de retorno elasticamente deformável (14), sendo que com este conjunto de retorno (13) a pinça do freio (1) contrária à direção de deslocamento na apli- cação, pode ser movida automaticamente para uma posição de origem, ca- racterizado pelo fato de que, o conjunto de retorno (13) apresenta um com- ponente de apoio (15) que no deslocamento da pinça do freio (1) em conse- qüência por deslocamento por ação de frenagem permanece na sua posição diante do suporte do freio (2), sendo que o componente de apoio (15) está em ligação atuante com o elemento de retorno (14) elástico mediante a sua deformação.
2. Freio de disco de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que, o componente de apoio (15) encosta com fricção aderente na haste condutora (12).
3. Freio de disco de acordo com qualquer uma das reivindica- ções precedentes, caracterizado pelo fato de que, a fricção aderente é de tal modo dimensionada que o componente de apoio (15), por ocasião de uma frenagem, permanece na haste condutora (12) e no caso de uma regulagem resultante de desgaste, da pinça de freio (1) pode ser deslocado, de modo correspondente ao curso de desgaste, em sentido relativo à haste condutora (12).
4. Freio de disco de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que, o componente de apoio (15) apresenta vários lábios de a- poio (15), dispostos em paralelo e reciprocamente distanciados, alinhada na circunferência há haste condutora (12) na direção de deslocamento da pinça de freio (1), lábios estes que penetram de forma direta ou indireta da pinça de freio (1).
5. Freio de disco de acordo com qualquer uma das reivindica- ções precedentes, caracterizado pelo fato de que, os lábios de apoio (15’) consistem em material sintético elástico, preferencialmente de um elastôme- ro.
6. Freio de disco de acordo com qualquer uma das reivindica- ções precedentes, caracterizado pelo fato de que, os lábios de apoio (15’) penetram em ranhuras em arraste (16) em formato de luva e unidos com a pinça de freio (1).
7. Freio de disco de acordo com qualquer uma das reivindica- ções precedentes, caracterizado pelo fato de que, cada lábio vedante (15) encosta com fricção aderente na haste condutora (12).
8. Freio de disco de acordo com qualquer uma das reivindica- ções precedentes, caracterizado pelo fato de que, os lábios de apoio (15) estão perfilados com uma luva de apoio que encosta com fricção aderente na haste condutora (12).
9. Freio de disco de acordo com qualquer uma das reivindica- ções precedentes, caracterizado pelo fato de que, o componente de apoio (15) consiste de uma luva de encaixe (17) e de um anel aderente (18) ali embutido e encostando com fricção aderente na haste condutora (12), sendo que em um lado frontal da luva de encaixe (17) encosta o elemento de retor- no (14) elástico em forma de uma mola helicoidal (19), que está previsto concentricamente na haste condutora (12) e que por outro lado se apóia na pinça do freio (1) ou em um componente unido com a referida pinça.
10. Freio de disco de acordo com qualquer uma das reivindica- ções precedentes, caracterizado pelo fato de que, a pinça de freio (1) está montada deslizável diante da luva de encaixe (17).
11. Freio de disco de acordo com qualquer uma das reivindica- ções precedentes, caracterizado pelo fato de que, a mola helicoidal (19) se desloca em uma luva de encosto (20), unida com a pinça de freio (1), e que na posição de ausência do funcionamento do freio de disco está disposta uma aresta de encosto distanciada em relação à luva de encaixe (17).
12. Freio de disco de acordo com qualquer uma das reivindica- ções precedentes, caracterizado pelo fato de que, a distância entre a luva de encosto (20) e a luva de encaixe (17), na posição de ausência de função do freio, corresponde ao entreferro do lado da reação.
13. Freio de disco de acordo com qualquer uma das reivindica- ções precedentes, caracterizado pelo fato de que, o componente de apoio (15) consiste em ao menos um, de preferência de vários pacotes de vários anéis de aperto (24) que encostam com fricção aderente na haste condutora (12).
14. Freio de disco de acordo com qualquer uma das reivindica- ções precedentes, caracterizado pelo fato de que, cada anel de aperto (24) possui uma fenda longitudinal (25).
15. Freio de disco de acordo com qualquer uma das reivindica- ções precedentes, caracterizado pelo fato de que, o componente de apoio (15) se apóia no seu lado oposto ao elemento de apoio (14), em um ombro de uma perfuração escalonada da pinça do freio (1) na posição de ausência de acionamento do freio do disco.
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