BRPI0721031A2 - Insertos de corte e fresa para o uso na formação de cavacos e remoção de material a partir de uma peça a usinar - Google Patents

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Description

INSERTOS DE CORTE E FRESA PARA O USO NA FORMAÇAO DE CAVACOS E REMOÇÃO DE MATERIAL A PARTIR DE UMA PEÇA A
USINAR
O presente pedido é uma continuação em parte do pedido U.S. N°. 11/654.833, depositado em 18 de janeiro de 2007, cujo inteiro conteúdo fica incorporado neste contexto por referência.
Antecedentes da Invenção Refere-se a invenção a uma fresa, bem como a um inserto de fresagem, usado para operações de formação de cavaco e remoção de material. Mais especificamente, a invenção refere-se a uma fresa, bem como a um inserto de fresagem, usados para operações de formação de cava- cos e remoção de material em que existe uma distribui- ção aumentada de refrigerante adjacente à interface en- tre o inserto de fresagem e a peça a usinar (isto é, a interface inserto-cavaco) para diminuir o calor exces- sivo na interface inserto-cavaco.
Em uma operação de formação de cavaco e remoção de material (por exemplo, uma operação de fresagem), ocorre a geração de calor na interface entre o inserto de corte e o local onde o cavaco é removido a partir da peça a usinar (isto, a interface inserto-cavaco). Ê amplamente conhecido que calor excessivo em uma inter- face inserto-cavaco pode afetar negativamente(isto é, reduzir ou encurtar) a vida útil de ferramenta do in- serto de fresagem. Tal como poderá ser apreciado,uma via útil de ferramenta mais curta aumenta os custos de operação e diminui a eficiência de produção geral. Portanto, existem vantagens facilmente evidenciadas com a diminuição do calor na interface inserto-cavaco.
Sob este aspecto, a patente U.S. N°. 6.053.669 de Lagerberg discute a importância de se reduzir o ca- lor na interface inserto-cavaco. Mais especificamente, Lagerberg menciona que quando o inserto de corte é fei- to a partir de carboneto cementado e alcança uma deter- minada temperatura, a sua resistência à deformação plástica diminui. Uma diminuição na resistência à de- formação plástica aumenta o risco de quebra do inserto de corte. A patente U.S. N°. 5.775.854 de Wertheim ressalta que uma elevação na temperatura de operação conduz a uma diminuição na dureza do inserto de corte com um conseqüente aumento no desgaste do inserto de corte. Cada uma das patentes de Lagerbeg e de Wertheim discute a importância de se distribuir refrigerante na interface inserto-cavaco.
Outros documentos de patente expõem várias ma- neiras ou sistemas para distribuírem refrigerante para uma interface inserto-cavaco. Sob este aspecto, a pa- tente U.S. N°. 6.045.300 de Antoun expõe a utilização de distribuição de refrigerante sob alta pressão e alto volume com vistas ao calor na interface inserto-cavaco. A publicação do pedido de patente U.S. N°. 2003/00820118 de Kreamer expõe ranhuras entre o inserto de corte e uma placa de topo. Fluxos de refrigerante através das ranhuras visam o calor na interface inser- to-cavaco. A patente U.S. N°. 5.901.623 de Hong expõe um sistema de distribuição de refrigerante para aplicar nitrogênio líquido à interface inserto-cavaco.
Ê facilmente evidente que em uma operação de formação de cavaco e remoção de material, temperaturas de operação mais altas na interface inserto-cavaco po- dem ter um impacto prejudicial na vida útil da ferra- menta através de quebra prematura e/ou desgaste exces- sivo. Portanto, seria altamente desejável proporcionar um conjunto de corte (por exemplo, um conjunto de fre- sa) , bem como um inserto de corte (por exemplo, um in- serto de fresagem), usados para operações de formação de cavaco e remoção de material, em que existe uma dis- tribuição de refrigerante aperfeiçoada para a interface entre o inserto de fresagem e a peça a usinar (isto é, a interface inserto-cavaco, que é o local na peça a u- sinar onde é gerado o cavado).
Em uma operação de fresagem, o cavaco gerado a partir da peça a usinar pode por vezes agarrar-se (por exemplo, através de soldagem) à superfície do inserto de corte (por exemplo, um inserto de fresagem). A for- mação de material de cavaco no inserto de corte desta maneira é uma ocorrência indesejável que pode afetar negativamente o desempenho do inserto de corte, e por- tanto, a operação de remoção total de material.
Desta forma, seria altamente desejável propor- cionar-se um conjunto de corte (por exemplo, um conjun- to de fresa) , bem como um inserto de corte (por exem- pio, um inserto de fresagem), usados para operações de formação de cavaco e remoção de material, em que ocorra uma distribuição aumentada de refrigerante para a in- terface inserto-cavaco de maneira a resultar em lubri- ficação aumentada na interface inserto-cavaco. A con- seqüência de lubrificação aumentada na interface inser- to- cavaco é uma diminuição na tendência do cavaco ficar agarrado ao inserto de corte.
Em uma operação de corte tal como, por exemplo, uma operação de fresagem, podem ocorrer casos em que os cavacos não saem da região da interface inserto-cavaco quando o cavaco se agarra ao inserto de corte. Quando um cavaco não sai da região da interface inserto- cavaco, existe um potencial de que um cavaco seja re- cortado. É indesejável para o inserto de fresagem tor- nar a cortar um cavaco já removido da peça a usinar. Um fluxo de refrigerante para a interface inserto- cavaco facilitará a evacuação de cavacos a partir da interface inserto-cavaco, reduzindo assim ao mínimo o potencial de que um cavaco seja novamente cortado.
Portanto, seria altamente desejável proporcio- nar um conjunto de corte (por exemplo, um conjunto de fresa), bem como um inserto de corte (por exemplo, um inserto de fresagem) , usado para operações de formação de cavaco e remoção de material em que existe distribu- ição aumentada de refrigerante a uma interface inserto- cavaco de maneira a reduzir a possibilidade de que um cavaco seja novamente cortado. A conseqüência do fluxo de refrigerante aumentado para a interface inserto- cavaco ê a melhor evacuação dos cavacos das proximida- des da interface com uma conseqüente redução na possi- bilidade de tornar a cortar um cavaco.
Sumário da Invenção
De acordo com uma forma, a invenção consiste em um inserto de corte para o uso na formação de cavacos e remoção de material a partir de uma peça a usinar o qual compreende um corpo de inserto de fresagem que in- clui uma superfície de flanco periférico, uma superfí- cie de fundo, e uma abertura central. O corpo do in- serto de fresagem define uma primeira parte de uma su- perfície de ângulo de corte do inserto de corte. Um núcleo inclui uma projeção e define uma segunda parte da superfície de ângulo de corte. O núcleo é capaz de ser fixado ao o corpo de inserto de fresagem por meio da inserção da projeção dentro da abertura central do corpo de inserto de fresagem.
De acordo com uma outra forma, a invenção con- 2 0 siste em um inserto de corte destinado a ser usado na formação de cavacos e remoção de material a partir da peça a usinar e compreende um corpo de inserto de fre- sagem que inclui uma superfície de flanco periférico, uma superfície de fundo, e uma abertura central. O corpo de inserto de fresagem define uma primeira parte da superfície de ângulo de corte do inserto de corte. Uma aresta de corte é formada em uma interseção entre a superfície de flanco periférico e a primeira parte da superfície de ângulo de corte. 0 corpo de inserto de fresagem inclui pelo menos um canal para permitir que refrigerante passe através do mesmo. Um núcleo inclui uma projeção e define uma segunda parte da superfície de ângulo de corte. 0 núcleo ê capaz de ser fixado ao o corpo de inserto de fresagem por meio da inserção da projeção dentro da abertura central do corpo de inserto de fresagem.
Ainda em outra forma da mesma, a invenção com- preende uma fresa para o uso na formação de cavacos e remoção de material a partir da peça a usinar, na qual refrigerante é fornecido à fresa a partir de uma fonte de refrigerante. A fresa compreende um corpo de fresa que contém um reservatório de refrigerante. 0 corpo de inserto de fresagem inclui uma superfície de flanco periférico, uma superfície de fundo, e uma abertura central. 0 corpo de inserto de fresagem define uma primeira parte de uma superfície de ângulo de corte do inserto de corte. A aresta de corte é formada em uma 2 0 interseção entre a superfície de flanco periférico e a primeira parte da superfície de ângulo de corte. O corpo de inserto de fresagem inclui pelo menos um canal destinado a permitir ao refrigerante passar através do mesmo. Um núcleo inclui uma projeção e define a segun- da parte da superfície de ângulo de corte. 0 núcleo é capaz de ser fixado ao corpo de inserto de fresagem pe- la inserção da projeção dentro da abertura central do corpo de inserto de fresagem. Descrição Breve dos Desenhos 0 que se segue é uma descrição breve dos dese- nhos que constituem uma parte deste pedido de patente:
A Figura 1 é uma vista isométrica de uma con- cretização específica do conjunto de fresa da invenção, em que um corpo de fresa apresenta escaninhos espaçados em torno da sua circunferência, e em que alguns dos es- caninhos estão ilustrados como vazios (isto é, sem um conjunto de inserto de fresagem nele disposto), e dois dos escaninhos estão ilustrados como contendo um con- junto de inserto de fresagem com o fluxo de refrigeran- te ilustrado por setas.
A Figura 2 é uma vista lateral isométrica de um escaninho contido no aro de corte de um corpo de fresa mostrando a superfície côncava dianteira e a seção de assento, e em que o escaninho está ilustrado no ambien- te de um corpo de fresa simulado em linha tracejada.
A Figura 3 é uma vista isométrica do conjunto de fresa da Figura 1 mostrando um corpo de fresa com a tampa de reservatório e o botão de retenção explodidos em relação ao corpo de inserto de fresagem para expor o reservatório de refrigerante central, e em que o fluxo de refrigerante está ilustrado por setas.
A Figura 4 ê uma vista lateral do parafuso de trava da Figura 3 com uma parte do mesmo cortada fora para mostrar o furo central e seus furos inclinados au- xiliares, e em que o fluxo de refrigerante está ilus- trado por setas. A Figura 5 é uma vista de topo da tampa de re- servatório da Figura 3.
A Figura 6 é uma vista seccional da tampa de reservatório tomada ao longo da linha de seção 5-5 da Figura 5.
A Figura 7 é uma vista isométrica do inserto de fresagem com a placa explodida para fora em relação ao corpo de inserto de fresagem.
A Figura 8 é uma vista plana que mostra a su- perfície de ângulo de corte do corpo de inserto de fre- sagem que contém as depressões distintas no mesmo.
A Figura 9 é uma vista seccional do corpo de inserto de fresagem da Figura 8 tomada ao longo da li- nha de seção 9-9. A Figura 10 é uma vista plana que mostra a su-
perfície de topo da placa.
A Figura 11 ê uma vista seccional da placa da Figura 10 tomada ao longo da linha de seção 11-11;
A Figura 12 é uma vista isométrica da placa mostrando a superfície de fundo da placa.
A Figura 13 é uma vista isométrica do conjunto de inserto de fresagem da Figura 1 que mostra o super- fície de fundo do inserto de fresagem.
A Figura 14 é uma vista seccional do inserto de fresagem da Figura 14 tomada ao longo da linha de seção 14-14 da Figura 14.
A Figura 15 é uma vista isométrica da concreti- zação específica do conjunto de inserto de fresagem da Figura 1 em que o grampo, o corpo de inserto de fresa- gem, a placa e o calço estão desmembrados em relação uns aos outros.
A Figura 16 é uma vista isométrica de uma se- gunda concretização específica do conjunto de inserto de fresagem em que a placa de ângulo de corte de topo e a placa de ângulo de corte de fundo estão desmembradas em relação ao corpo de inserto de fresagem.
A Figura 16A é uma vista isométrica da placa de ângulo de corte de topo da Figura 16.
A Figura 17 é uma vista seccional do conjunto de inserto de fresagem da Figura 14, quando em uma con- dição montada.
A Figura 18 é uma vista isométrica de uma con- cretização específica de um calço usado em conjunto com o inserto de fresagem da Figura 7.
A Figura 19 é uma vista isométrica de outra concretização específica de um inserto de fresagem em que a placa de placa de ângulo de corte está desmembra- da em relação ao corpo de inserto de fresagem.
A Figura 20 é uma vista isométrica da concreti- zação específica da Figura 19 que mostra a superfície de fundo e a superfície de flanço periférico do inserto de fresagem.
A Figura 21 é uma vista seccional do inserto de fresagem da Figura 19 com a placa de ângulo de corte montada ao corpo de inserto de fresagem.
A Figura 22 é uma vista seccional do inserto de fresagem da Figura 19 com a placa de ângulo de corte montada ao corpo de inserto de fresagem.
A Figura FIG. 23 é uma vista isométrica de ou- tra concretização específica de um conjunto de fresa que mostra o inserto de fresagem das Figuras 19-22 des- membrado em relação ao escaninho de um corpo de fresa.
A Figura 24 é uma vista isométrica da concreti- zação específica do conjunto de fresa da Figura 23 em que se fez girar um corpo de fresa de maneira que a su- perfície de fundo do inserto de fresa fica visível.
A Figura 25 é uma vista isométrica de uma parte de um corpo de fresa ainda de outra concretização espe- cífica de um conjunto de fresa em que não é necessário um calço, e o inserto de fresagem foi removido em rela- ção ao escaninho; e
A Figura 26 é outra vista isométrica do escani- nho de um corpo de fresa da Figura 25.
A Figura 27 é uma vista isométrica de outra concretização específica de um inserto de fresagem em que o núcleo é desmembrado em relação ao corpo de in- serto de fresagem.
A Figura 28 é outra vista isométrica do inserto de fresagem da Figura 27 com o núcleo montado ao corpo de inserto de fresagem. A Figura 29 é uma vista seccional do inserto de
fresagem da Figura 27 com o núcleo montado ao corpo de
inserto de fresagem.
A Figura 30 é uma vista isométrica da concreti- zação específica da Figura 27 que mostra a superfície de fundo e a superfície de flanco periférico do inserto de fresagem.
A Figura 31 é um gráfico da redução percentual em WC-Co como uma função da espessura de corpo de in- serto de fresagem.
Descrição Detalhada
Com referência aos desenhos, a Figura 1 ilustra uma concretização específica do conjunto de fresa da invenção assinalado de uma maneira geral por 40, em que o conjunto de fresa 40 se destina ao uso em operações de formação de cavaco e remoção de material. Em uma operação destas, o material é removido a partir da peça a usinar. Em operação, o conjunto de fresa 40 gira na direção indicada pela seta "R".
O conjunto de fresa 4 0 inclui um corpo de fresa geralmente cilíndrico assinalado de um modo geral por 42 que tem uma borda de corte 44 com uma superfície pe- riférica 46. A fresa 40 inclui ainda um colar integral pendente 48 que se estende descendentemente (quando ob- servado na Figura 1) a partir da borda de corte 44. Nesta concretização específica, o conjunto de fresa 40 contém ainda uma pluralidade de escaninhos espaçados de um modo geral designados por 52 na superfície periféri- ca 46 da borda de corte 44. Tal como será descrito adi- ante de forma mais detalhada, cada escaninho 52 recebe e retém firmemente dentro dele um conjunto de inserto de fresagem. Deverá ser apreciado que o corpo de fresa 42 pode conter um número de escaninhos diferente daquele ilustrado nesta concretização específica. Além disso, deverá ser igualmente apreciado que o espaçamento entre os escaninhos pode ser diferente daquele exposto neste contexto. Sob este aspecto, o número e posição dos es- caninhos pode variar na dependência da aplicação espe- cífica para o conjunto de fresa. Os requerentes não pretendem limitar o escopo da invenção à geometria es- pecífica do corpo de fresa e orientação dos escaninhos formados no mesmo, tais como aqueles ilustrados nos de- senhos neste caso.
Cada escaninho 52 ê dotado de uma superfície côncava dianteira 54 e uma seção de assento (vide col- chete 60 nas Figuras 1 e 2) que é contígua com e fica situada traseira à superfície côncava dianteira 54. Uma região de transição 58 proporciona uma transição entre a superfície côncava 54 e a seção de assento 60. No contexto desta invenção, os termos "dianteira" e "traseira" (bem como termos relacionados semelhantes) referem-se à posição relativa dos aspectos estruturais do escaninho e do conjunto de inserto de fresagem em referência à operação do conjunto de fresa. Por exem- plo, com referência ao mesmo componente, uma parte nele que é "dianteira" fica rotacionalmente na frente de uma parte do mesmo que fica disposta "traseira" durante a operação do conjunto de fresa. 0 uso destes termos re- lativos não pretende ser restritivo do escopo da inven- ção, mas tão somente definir os vários aspectos da es- trutura em relação uma à outra.
A seção de assento 60 inclui uma superfície de assento 62 na extremidade traseira da seção de assento 60. A superfície de assento 62 é dotada de uma dispo- sição radial e uma disposição axial. A superfície de assento 62 é dotada de uma borda de topo 64 e uma borda de fundo 66. 0 corpo de fresa 42 contém um furo ros- queado fechado 68 que tem um término na superfície de assento 62. 0 furo rosqueado 68 recebe um prendedor rosqueado tal como descrito mais adiante. O uso dos termos "topo" e "fundo" e assemelhados são com referên- cia à orientação relativa dos componentes estruturais tais como ilustrados na posição na Figura 1. O uso destes termos relativos não pretende ser restritivo do escopo da invenção, mas tão somente definir os vários aspectos da estrutura em relação uma à outra.
A seção de assento 60 contém ainda uma superfí- cie de assento inclinada traseira 74 que está contígua à superfície de assento 62. 0 corpo de fresa 42 contém uma passagem de refrigerante 76 que se abre na superfí- cie de assento inclinada traseira 74 tal como ilustrada por uma abertura 77. A abertura 77 é desviada em rela- ção ao centro geométrico da superfície de assento 62 de forma a registrar (ou ficar em alinhamento) com um ló- bulo selecionado da passagem de refrigerante central do inserto de fresagem na dependência da posição do inser- to de fresagem no escaninho. Este aspecto da invenção será descrito adiante de forma mais detalhada.
A passagem de refrigerante 76 proporciona um conduto para o fluxo de refrigerante para o inserto de fresagem contido no escaninho, tal como será descrito mais adiante. A seção de assento 60 também contém uma superfície de assento inclinada dianteira 80 que fica contígua com a superfície de assento inclinada traseira 74. Quando o conjunto de inserto de fresagem é retido dentro do escaninho, o inserto de fresagem assenta na superfície de assento inclinada dianteira 80 (e é su- portado pela mesma) e o calço repousa e é suportado pe- la superfície de assento inclinada traseira 74. Deverá ser apreciado que a superfície de assento inclinada di- anteira 80 e a superfície de assento inclinada traseira 74 são dotadas de uma disposição radial e uma disposi- ção axial.
A seção de assento 60 inclui ainda uma superfí- cie de assento de grampo 84 que fica situada adjacente à superfície de assento inclinada dianteira 80. Uma margem lateral 86 liga a superfície de assento inclina- da dianteira 80 com a superfície de assento de grampo 84. Outra margem lateral 88 proporciona uma transição entre a superfície de assento de grampo 84 e a transi- ção 58. A superfície de assento de grampo 84, bem como as margens laterais 86 e 88, têm uma disposição radial e uma disposição axial. O corpo de fresa 42 contém um furo (ou abertura) rosqueado 90 que se abre na superfí- cie de assento de grampo 84. 0 furo rosqueado 90 é projetado para receber um pino de retenção que passa através de um grampo, em que o grampo ajuda a reter firmemente o calço e inserto de fresagem no escaninho.
Tal como se encontra ilustrado na Figura 3, o corpo de fresa 42 inclui ainda um reservatório de re- frigerante (ou fluido) central 94 que fica em comunica- ção com uma fonte de refrigerante designada na Figura 3 como FONTE DE REFRIGERANTE. 0 reservatório de refrige- rante central 94 é definido (pelo menos em parte) por uma parede aprumada central 96 que tem uma orientação ascendente (ou tem uma orientação geralmente vertical quando observada na Figura 3) . A parede aprumada 96 estende-se ascendentemente a partir da superfície de fundo 98 do corpo de fresa 42 em que a superfície de fundo 98 também define (em parte) o reservatório de re- frigerante central 94. A parede aprumada central 96 tem uma borda de topo 100 quando observada na Figura 3.
A parede aprumada central 96 contém uma passa- gem de refrigerante 76 que proporciona comunicação de fluido entre o reservatório de refrigerante 94 e o es- caninho 52. Cada passagem de refrigerante 76 corres- ponde a um escaninho 52 em que refrigerante é fornecido ao correspondente escaninho 52 através da corresponden- te passagem de refrigerante 76. Muito embora os reque- rentes não pretendam ficar restringidos a passagens de refrigerante 76 de qualquer dimensão ou geometria in- terna específica, considera-se que a dimensão e geome- tria de cada passagem de refrigerante 76 são tais de forma a proporcionarem fluxo de refrigerante adequado para o correspondente escaninho, e portanto, para o correspondente inserto de fresagem retido no escaninho. Além disso, os requerentes consideram que em vez de ser uma única passagem de refrigerante, poderá proporcio- nar-se uma pluralidade (por exemplo, um par) de passa- gens de refrigerante que fornecem refrigerante para ca- da escaninho a partir do reservatório de refrigerante central.
Conforme ilustrado nas Figuras 3 e 4, o conjun-
to de fresa 40 contêm ainda um parafuso de trava, de- signado de uma maneira geral por 106. O parafuso de trava 106 é dotado de uma extremidade de topo 108 e uma extremidade de fundo 110 quando observado na Figura 4. O parafuso de trava 106 é dotado de uma seção de diâme- tro alargado 112, que define uma margem lateral 114, adjacente à sua extremidade de topo 108. Uma espiga cilíndrica integral alongada 116 projeta-se a partir da seção de diâmetro alargado 112. O parafuso de trava 2 0 106 contém um furo hexagonal longitudinal central 118 nele mesmo que se estende através do seu comprimento.
0 parafuso de trava 106 contém ainda uma plura- lidade de furos inclinados radiais 124 dispostos segun- do um ângulo em relação ao eixo longitudinal Z-Z do pa- rafuso de trava 106. Cada um dos furos inclinados 124 proporciona comunicação de fluido entre o furo central 118 e o canto circular de topo 122 do parafuso de trava 106. Estes furos inclinados 124 proporcionam passagens adicionais através das quais refrigerante pode fluir da fonte de refrigerante para o reservatório de refrige- rante. Tal como ilustrado nas Figuras 3 e 4 pelas se- tas, o refrigerante entra no furo hexagonal 118 na sua extremidade de fundo 120 e flui através do furo 118 de forma tal que o refrigerante sai do furo hexagonal 118 na sua extremidade de topo 122. O refrigerante também sai do furo central 118 por intermédio dos furos incli- nados 124 como ilustrado pelas setas. O refrigerante que sai do parafuso de trava 106 (seja por meio do furo central 118 ou pelos furos inclinados 124) então flui para entrar no reservatório de refrigerante central 94, tal como ilustrado pelas setas.
Tal como ilustrado nas Figuras 5 e 6, o conjun- to de fresa 40 também inclui uma tampa de reservatório designada de uma maneira geral por 126, que define em parte o reservatório de refrigerante central 94. A tampa de reservatório 126 tem uma superfície de topo 128 e uma superfície de fundo 130. A tampa de reserva- tório 126 contém a pluralidade de furos de parafuso 132, os quais ficam localizados de uma maneira espaçada eqüidistante na periferia da tampa de reservatório 126. Cada um dos furos de parafuso 132 é adaptado para rece- ber um perno 134 (vide Figura 3) para fixar a tampa de reservatório 126 ao corpo de fresa 42. A tampa de re- servatório 126 inclui ainda um flange integral geral- mente circular pendente 136 que contém uma pluralidade de entalhes 138 em que os entalhes 138 ficam espaçados equidistantemente em torno da circunferência do flange 136.
Com referência à Figura 1, o conjunto de fresa 40 inclui ainda uma pluralidade de conjuntos de inser- tos de fresagem (ou insertos de corte) em que cada um dos insertos de fresagem está de uma maneira geral as- sinalado por 150. Como é evidente a partir da Figura 1, cada um dos escaninhos 52, e em particular as seções de assento 60, recebe e retém um conjunto de inserto de fresagem 150. 0 conjunto de inserto de fresagem 150 contém um número de componentes; a saber, o inserto de fresagem (que pode ser considerado mais amplamente como um inserto de corte) , o calço, o grampo e os elementos rosqueados, que se encontram descritos adiante de forma mais detalhada. Deverá ser apreciado que os requeren- tes consideram que o termo "inserto de corte" é inclu- sive (sem limitação) de insertos de fresagem e insertos de torneamento, bem como outros estilos e espécies de insertos usados para engranzar com a peça a usinar e 2 0 remover material em uma operação de remoção de materi- al, tal como, por exemplo, uma operação de formação de cavaco e remoção de material.
Tal como mencionado anteriormente, o conjunto de inserto de fresagem 150 inclui um calço de uma ma- neira geral assinalado por 152. Uma concretização es- pecífica do calço 152 está ilustrada na Figura 15. O calço 152 apresenta uma superfície de topo 154, uma su- perfície de fundo 156 e uma superfície (ou borda) de flanço periférico 158. 0 calço 152 contém um par de furos no mesmo. Um destes furos é um furo de prendedor 16 0 que recebe um elemento rosqueado 164 o qual fixa o calço 152 e o inserto de fresagem ao corpo de fresa 42 de uma maneira conhecida daqueles normalmente versados na técnica relevante. 0 calço 152 também apresenta quatro cantos (162A, 162B, 162C, 162D), em que os can- tos 162B e 162C são cantos aguçados e os cantos 162 A e 162D são cantos chatos definidos por uma superfície Ii- sa.
O outro furo 166 é um furo para refrigerante em alinhamento com a abertura de escaninho 77 quando o conjunto de inserto de fresagem 150 é fixado no escani- nho 52. Como poderá ser apreciado a partir da Figura 18, o furo de refrigerante 166 é desviado em relação ao centro geométrico da superfície de topo 154 do calço 152. A natureza do desvio do furo de refrigerante 166 é como aquela da abertura 77 de maneira que o furo de refrigerante pode registrar ou ficar alinhado com um lóbulo selecionado da passagem de refrigerante central do inserto de fresagem na dependência da posição do in- serto de fresagem no escaninho. Tal como ilustrado pe- las setas nas Figuras 15 e 18, o refrigerante flui a partir do furo de refrigerante 166 no furo 168 para dentro do inserto de fresagem, tal como será descrito mais adiante.
Com referência às Figuras 7 até 15, o conjunto de inserto de fresagem 150 inclui um inserto de fresa- gem de uma maneira geral assinalado por 170. O inserto de fresagem 170 é dotado de um corpo de inserto de fre- sagem 172 e uma placa 174 correspondente, em que a pla- ca 174 é fixada ao corpo de inserto de fresagem 172 pa- ra formar o inserto de fresagem 170.
A placa de desvio 174 pode ser presa ou fixada ao corpo de inserto de fresagem 172 de acordo com qual- quer uma de um número de diferentes maneiras. Sob este aspecto, estes componentes (isto é, o corpo de inserto de fresagem e a placa de desvio) podem ser fixados en- tre si por adesivo ou solda forte, ou forma assemelha- da. O corpo de inserto de fresagem e a placa de desvio podem ser sinterizados entre si para formarem um inser- to de fresagem simples. Ainda como outra alternativa, a estrutura definida pela combinação do corpo de inser- to de fresagem e placa de desvio pode ser formada como um corpo monolítico por meio de uma técnica metalúrgica de pó que é adequada para produzir um corpo com um ca- nal interno. Sob este aspecto, os documentos de paten- 2 0 te expostos em seguida são exemplificativos de métodos metalúrgicos de pó para produzir um corpo com passagens internas: patente U.S. N°. 4.881.431 de Bieneck refe- rente a um Método para Produzir um Corpo Sinterizado Dotado de um Canal Interno, e a patente U.S. N°. 6.860.172 de Hecht referente a Método para Produzir um Compacto de Metal Pulverizado.
0 inserto de fresagem (incluindo o corpo de in- serto de fresagem e a placa de desvio) podem ser feitos a partir de um de qualquer número de materiais que são adequados para o uso como um inserto de corte. Os se- guintes materiais são materiais exemplificativos de u- tilidade para um inserto de corte: aços-ferramenta, carbonetos cementados, cerâmicas ou metais cerâmicos. Os materiais específicos e combinações de materiais de- pendem da aplicação específica para o inserto de fresa- gem. Os requerentes consideram que o corpo de inserto de fresagem e a placa de desvio podem ser feitos a par- lo tir de diferentes materiais.
Com referência aos aços-ferramenta, os documen- tos de patente seguintes expõem aços-ferramenta adequa- dos para o uso como um inserto de corte: patente U.S. N°. 4.276.085 referente a Aço-rápido, patente U.S. N°. 4.880.461 referente a Aço-rápido para Ferramenta Extra- duro, e patente U.S. N°. 5.252.119 referente a Aço- rápido para Ferramenta Produzido por Pó Sinterizado e Método para produzir o Mesmo. Na referência aos carbo- netos cementados, os seguintes documentos de patente 2 0 expõem carbonetos cementados adequados para o uso como um inserto de corte: publicação de pedido de patente U.S. N°. US2006/017183 7 Al referente a Corpo de Carbo- neto Cementado que Contêm Zircônio e Nióbio e Método para Produzir o Mesmo, patente de reexpedição U.S. N°. 34.180 referente a Corpos de Carboneto Preferencialmen- te Enriquecidos com Aglomerante e Método de Manufatura, e patente U.S. N°. 5.955.186 referente a Inserto de Corte Revestido com Substrato de Porosidade A C Dotado de Enriquecimento de Aglomerante de Superfície Não- Estratificado. Com referência aos metais cerâmicos, os seguintes documentos de patente expõem metais cerâmicos adequados para o uso como um inserto de corte: patente U.S. N°. 6.124.040 referente a Composto e Processo para a Sua Produção, e patente U.S. N°. 6.010.283 referente a Inserto de corte de um Metal Cerâmico Dotado de um Aglomerante de Co-Ni-Fe. Com referência às cerâmicas, os seguintes documentos de patente expõem cerâmicas a- dequadas para o uso como um inserto de corte: patente U.S. N°. 5.024.976 referente a Ferramentas de Corte de Alumina-Zircônia-Carboneto de Silício-Magnésia, patente U.S. N°. 4.880.755 referente a Composição de Ferramenta de Corte de Sialon, patente U.S. N°. 5.525.134 referen- te a Cerâmica de Nitreto de Silício e Ferramenta de Corte Produzida a Partir da Mesma, patente U.S. N°. 6.905.992 referente a Corpo de Cerâmica Reforçado com Filamentos de Carboneto de Silício Bruto e Método para Produzir o Mesmo, e patente U.S. N°. 7.094.717 referen- te a Itérbio que Contém SiAlON e Método de Preparação.
0 corpo de inserto de fresagem 172 tem uma su- perfície de ângulo de corte periférica 178 que se es- tende em torno da periferia do corpo de inserto de fre- sagem 172, uma superfície de fundo oposta 180, e uma superfície de flanco periférico 182. A superfície de ângulo de corte periférica 178 circunda uma pluralidade de depressões (geralmente côncavas) distintas (186, 188, 190, 192) contidas no corpo de inserto de fresagem 172. Uma vez que cada uma das depressões distintas é essencialmente semelhante, será suficiente uma descri- ção da depressão distinta 186 para descrever as outras depressões distintas (188, 190, 192) . Sob este aspec- to, a depressão distinta 186 tem um limite radial in- terno 196 e um limite radial externo 198.
0 corpo de inserto de fresagem 172 contém ainda uma passagem de refrigerante central 200 na sua super- fície de fundo 180. A passagem de refrigerante 200 ê dotada de quatro lóbulos radiais espaçados equidistan- temente (202, 204, 206, 208) em que cada lóbulo esten- de-se em uma direção radial para fora, no sentido de sua aresta de corte correspondente (ou local de corte) como descrito mais adiante. O corpo de inserto de fre- sagem 172 contém ainda um entalhe central geralmente côncavo 212 que circunda a passagem de refrigerante central 200. O entalhe central 212 define quatro su- perfícies de vedação (214, 216, 218, 220), as quais têm uma superfície arqueada (ou côncava), entre depressões distintas adjacentes. Estas superfícies de vedação es- tendem-se a partir da passagem de refrigerante central 200 para a superfície periférica de ângulo de corte 178. Mais especificamente, a superfície de vedação 214 fica entre depressão distinta 186 e a depressão distin- ta 188, a superfície de vedação 216 fica entre a de- pressão distinta 188 e a depressão distinta 190, a su- perfície de vedação 218 fica entre a depressão distinta 190 e a depressão distinta 192, e a superfície de veda- ção 220 fica entre a depressão distinta 192 e a depres- são distinta 186.
As superfícies de vedação (214, 216, 218, 220) são locais onde o corpo de inserto de fresagem e a pla- ca de desvio são unidos. Tal como será descrito mais adiante, no caso de um inserto de fresagem de duas pe- ças (isto é, o corpo de inserto de fresagem e a placa de desvio), estas vedações na proximidade das superfí- cies de vedação podem ser formadas por intermédio de contacto de superfície-com-superfície firme no caso de uma forte força (por exemplo, uma força de sujeição) exercida contra o inserto de fresagem para impelir a placa de desvio contra o corpo de inserto de fresagem. No caso onde um inserto de fresagem de peça única é formado pela junção combinada do corpo de inserto de fresagem e da placa de desvio, a vedação na proximidade das superfícies de vedação poderá ser formada devido à união, tal como, por exemplo, por sinterização ou bra- sagem (solda forte) , dos componentes entre si ao longo das áreas de superfície adjacentes. 0 mesmo acontece no caso onde os componentes são unidos ao longo de á- reas de superfície adjacentes por adesivo ou assemelha- dos . No caso onde o inserto de fresagem é um corpo mo- nolítico, os canais internos distintos (que poderiam ter uma geometria como aquela dos canais internos for- mados por meio da montagem do corpo de inserto de fre- sagem e da placa de desvio) serão formados como canais internos no interior da parte durante a formação em que o volume de material na proximidade das superfícies de vedação funcionará como barreira para definir os ca- nais internos distintos.
Um lóbulo específico da passagem de refrigeran- te central 200 entrecorta cada uma das depressões dis- tintas. Sob este aspecto, o lóbulo 202 entrecorta a depressão distinta 186, o lóbulo 204 entrecorta a de- pressão distinta 188, o lóbulo 206 entrecorta a depres- são distinta 190, e o lóbulo 208 entrecorta a depressão distinta 192. Com referência à depressão distinta 186, que tem aplicação às outras depressões distintas, exis- te um limite 224 na interseção entre a depressão dis- tinta 186 e o lóbulo 202 da passagem da refrigerante central 200.
O corpo de inserto de fresagem 172 apresenta
quatro arestas de corte (228, 230, 232, 234) na junção entre a superfície de flanco periférico 182 e a super- fície de ângulo de corte periférica 178. Quando em o- peração, o inserto de fresagem tem uma orientação tal que uma das arestas de corte (isto é, uma das arestas de corte selecionadas) engranza com a peça a usinar de maneira a executar uma operação de formação de cavaco e remoção de material. A proximidade onde a aresta de corte engranza com a peça a usinar pode ser considerada como sendo a localização de corte.
Tal como mencionado anteriormente, o inserto de fresagem 170 inclui ainda uma placa de desvio 174. A placa de desvio 174 é dotada de um corpo central 240 que apresenta uma forma de uma maneira geral troncôni- ca. 0 corpo central 240 tem ainda uma face de topo 242 e uma face de fundo 244. Quatro flanges afilados (246, 248, 250, 252) estendem-se em uma direção radial para fora a partir de perto da face de fundo 244 da placa de desvio 174. Uma vez que cada um dos flanges afilados (246, 248, 250, 252) é semelhante, uma descrição do flange afilado 246 será suficiente para uma descrição dos outros flanges afilados. O flange afilado 246 tem uma superfície de topo inclinada 256 disposta segundo um ângulo incluído "C" com relação à superfície de topo 242, tal como ilustrado na Figura 11. 0 flange afilado 246 tem uma superfície de fundo inclinada 258 disposta segundo um ângulo incluído "D" com relação à superfície de topo 242 tal como ilustrada na Figura 11. A super- fície de topo inclinada 256 e a superfície de fundo in- clinada 258 cruzam-se para definirem uma borda perifé- rica 260.
Nesta concretização específica, o inserto de fresagem completo 170 é formado pela montagem conjunta do corpo de inserto de fresagem 172 e da placa de des- vio 174. Tal como mencionado anteriormente, o corpo de inserto de fresagem 172 e a placa de desvio 174 podem ser fixados entre si por meio de qualquer uma de um nú- mero de técnicas. Além disso, deverá ser apreciado que o corpo de inserto de fresagem pode ser feito a partir de um material e a placa de desvio ser feita a partir de outro material. Em outras palavras, o corpo de in- serto de fresagem e a placa de desvio podem ser manufa- turados a partir de materiais diferentes. Ao manufatu- rar-se o corpo de inserto de fresagem e a placa de des- vio a partir de materiais diferentes, em determinados casos é possível obter-se uma vantagem em relação a conjunto (isto é, corpo de inserto de fresagem e placa de desvio) feitos a partir dos mesmos materiais.
Para montar entre si estes componentes, o corpo central 240 da placa de desvio 174 é posicionado dentro da cavidade na superfície de ângulo de corte do corpo de inserto de fresagem, e a placa de desvio 174 é fir- memente pressionada contra o corpo de inserto de fresa- gem 172 de maneira que ocorre um contacto firme entre os dois componentes. Este contacto firme de superfície com superfície está ilustrado na Figura 14 em que a su- perfície de vedação 214 e sua área de superfície próxi- ma do corpo central 24 0 (que se encontra assinalado co- mo região 254 nas Figuras 12 e 14) ficam em íntimo con- tacto .
2 0 Quando ocorre um íntimo contacto firme entre as
áreas de superfície selecionadas da placa de desvio 174 e o corpo de inserto de fresagem 172, forma-se uma ve- dação entre cada uma das superfícies de vedação (214, 216, 218, 220) e a área de superfície próxima da parte de corpo central 240 da placa de desvio 174. Estas ve- dações definem cada uma da pluralidade de canais inter- nos distintos que estão essencialmente em isolamento de fluido uns com os outros. Cada canal interno distinto é definido entre a depressão distinta, o correspondente flange afilado (da placa de desvio) e a área de super- fície próxima da parte de corpo central da placa de desvio.
Deverá ser apreciado que no caso de um inserto
de fresagem de duas peças (isto ê, o corpo de inserto de fresagem e a placa de desvio), estas vedações podem ser formadas por meio do contacto firme de superfície com superfície no caso de uma força intensa (por exem- pio, uma força de aperto) exercida contra o inserto de fresagem para impelir a placa de desvio contra o corpo de inserto de fresagem. No caso onde uma peça de in- serto de fresagem única é formada pela junção conjunta do corpo de inserto de fresagem e da placa de desvio, a vedação poderá ser formada devido ao agente de conjun- ção, tal como, por exemplo, mediante sinterização ou soldagem por solda forte, dos componentes entre si ao longo das áreas de superfície adjacentes. 0 mesmo o- corre no caso onde os componentes são unidos ao longo de áreas de superfície adjacentes por meio de adesivo ou assemelhados. Finalmente, no caso em que o inserto de fresagem é um corpo monolítico, os canais internos distintos (que poderão ter uma geometria como aquela dos canais internos formados por meio da montagem do corpo de inserto de fresagem e da placa de desvio) se- rão formados tais como por canais internos no interior da parte durante a formação.
Nesta concretização específica, existem quatro canais internos distintos em que a Figura 14 mostra um representativo destes canais internos assinalado pela referência 266. Uma vez que os canais internos apre- sentam essencialmente a mesma geometria, a descrição seguinte do canal interno 266 será suficiente para uma descrição dos outros canais internos. O canal interno distinto 266 é dotado de uma entrada 268 (vide Figura 13) que se abre adjacente à superfície de fundo 180 (do corpo de inserto de fresagem 172) e â face de fundo 244 da placa de desvio 174. A entrada 268 é desviada na direção radial para fora em relação ao eixo central H-H do inserto de fresagem 170. Como pode ser observado na Figura 13, cada uma das entradas dos outros canais in- ternos é desviada em relação ao eixo central H-H. 0 canal interno 266 tem uma saída 270 para o
escoamento de refrigerante tal como ilustrado pelas se- tas na Figura 14. Cada uma das saídas 270 abre-se ad- jacente à superfície de ângulo de corte periférica 178 e do correspondente flange afilado que se estende a partir da placa de desvio. Cada canal interno corres- ponde a uma aresta de corte, de forma que quando o ca- nal interno fica em comunicação de fluido com a fonte de refrigerante, o canal interno proporcionará o fluxo de refrigerante no sentido da correspondente aresta de corte. Tal como ilustrado na Figura 14, o refrigerante sai do canal interno na forma de uma aspersão em forma de leque (vide as setas na Figura 14).
O conjunto de inserto de fresagem 150 contêm ainda um fixador 280 que contém uma abertura 282 e uma superfície periférica 284. A abertura 282 é projetada para receber um elemento rosqueado destinado a prender o fixador 280 à superfície de assento de fixador 84 em que o elemento rosqueado passa através da abertura e engranza no furo rosqueado 90 na superfície de assento de fixador 84.
O conjunto de inserto de fresagem 150 é fixado no escaninho 52 do conjunto de fresa 40 de uma maneira tal que o calço 152 é preso à superfície de assento 62 por meio de um elemento rosqueado que passa através do furo de prendedor 160 e engranza com os fios de rosca no furo rosqueado 68. A superfície de fundo 156 do calço 152 pressiona firmemente contra a superfície de assento 62. O calço 152 tem uma orientação tal que o furo de refrigerante 166 fica em alinhamento com a a- bertura 77 (e a passagem de refrigerante 76) .
O inserto de fresagem 170 é posicionado dentro do escaninho 52 de forma que a sua superfície de fundo 180 fica firmemente contra a superfície de topo 154 do calço 152. 0 inserto de fresagem 170 tem uma orienta- ção tal que um dos lóbulos (202, 204, 206, 208) sele- cionado da passagem de refrigerante central 200 fica em alinhamento com o furo de refrigerante 166 no calço 152. O inserto de fresagem 170 fica em comunicação de fluido com a fonte de refrigerante por intermédio da passagem de refrigerante 76 e com o reservatório de re- frigerante central 94 pelo que refrigerante pode fluir para dentro do inserto de fresagem 170. Então, refri- gerante flui através do inserto de fresagem 170 por meio do canal interno distinto que corresponde ao lóbu- Io alinhado com a passagem de refrigerante 166.
Quando na orientação ilustrada pelas Figuras 13
a 15, refrigerante a partir da fonte de refrigerante passa através do corpo de fresa 42 onde ele flui por intermédio das passagens (118, 124) no parafuso de tra- va 106 para dentro do reservatório de refrigerante cen- trai 94. 0 refrigerante passa para fora do reservató- rio de refrigerante 94 por meio das passagens de refri- gerante 76 e através do furo de refrigerante 166 atra- vés da entrada 268 para dentro do canal interno distin- to 266 que corresponde ao lôbulo 206, que é o lóbulo alinhado com a passagem de refrigerante 166. O refri- gerante movimenta-se através do canal interno distinto 266, e então sai do canal interno 266 pela sua saída 270. 0 refrigerante sai ao longo do comprimento defi- nido por uma parte da borda periférica do corresponden- te flange 250 da placa de desvio 174 (vide as setas ad- jacentes ao flange 250 na Figura 14) . 0 refrigerante sai de uma maneira tal a compreender uma aspersão dire- ta na aresta de corte 232 correspondente, e desta for- ma, proporciona-se um fluxo de refrigerante diretamente para a vizinhança do engranzamento da aresta de corte com a peça a usinar.
Tal como pode ser apreciado, ocorrerá uma situ- ação durante a operação de fresagem em que o inserto de fresagem 170 precisará ser indexado ou reposicionado para apresentar uma nova aresta de corte ao engranza- mento com a peça a usinar. No caso do inserto de fre- sagem capaz de ser indexado, isto significa que o in- serto de fresagem 170 será levado a girar no escaninho 52 para apresentar uma nova aresta de corte. Quando se faz girar o inserto de fresagem 170 no escaninho 52, o furo de refrigerante 166 no calço 152 ficará em alinha- mento com um canal interno distinto diferente, em que este canal interno corresponde à nova aresta de corte. Quando em operação, refrigerante será fornecido na vi- zinhança do ponto onde a nova aresta de corte engranza com a peça a usinar.
Pelo fato de que o furo de refrigerante 166 do calço 152 e os lóbulos do inserto de fresagem 170 ficam desviados em relação aos centros geométricos do calço e à superfície de fundo 180 do inserto de fresagem 170, respectivamente, proporciona-se o recurso de que um ca- nal interno distinto diferente (que corresponde à nova aresta de corte) recebe refrigerante para fornecê-lo à nova aresta de corte que se encontra engranzada com a peça a usinar.
Com referência às Figuras 16 e 17, ilustra-se nas mesmas uma outra concretização especifica de um in- serto de fresagem 290 que está ilustrado como uma es- trutura de vários componentes em que é previsto um cor- po interposto de inserto de fresagem e um par de placas de ângulo de corte opostas que podem ser fixadas ao corpo interposto de inserto de fresagem. As placas de ângulo de corte opostas podem ser presas ou fixadas ao corpo interposto de inserto de fresagem de acordo com qualquer uma de um número de formas. Sob este aspecto, estes componentes podem ser fixados entre si por meio de adesivo ou solda forte ou assemelhadas. 0 corpo de inserto de fresagem e a placa de desvio podem ser sin- terizados entre si para formarem um inserto de fresagem simples. Ainda como outra alternativa, a estrutura de- finida pela combinação do corpo de inserto de fresagem e placas de ângulo de corte pode ser formada como um corpo monolítico por meio de uma técnica de metalurgia de pó que é adequada para manufaturar um corpo com um canal interno. Os documentos de patente referidos an- teriormente que são exemplificativos dos métodos de me- talurgia de pó para produzir um corpo com passagens in- ternas são aplicáveis a este inserto de fresagem.
Deverá ser apreciado que o corpo interposto de inserto de fresagem pode ser produzido a partir de um material e uma ou as duas placas de ângulo de corte produzidas a partir de outro material. Em outras pala- vras, o corpo de inserto de fresagem e ou uma ou as du- as placas de ângulo de corte podem ser produzidos a partir de materiais diferentes incluindo cada placa de ângulo de corte produzida a partir de um material dife- rente. Ao produzir-se o corpo de inserto de fresagem e as placas de ângulo de corte (uma ou as duas) a partir de materiais diferentes, em determinados casos é possí- vel obter-se uma vantagem em relação a um conjunto (is- to é, corpo de inserto de fresagem e uma ou as duas placas de ângulo de corte) produzido a partir dos mes- mos materiais.
0 inserto de fresagem 290 define oito arestas de corte que compreende quatro arestas de corte adja- centes a uma superfície de ângulo de corte do inserto de fresagem e quatro arestas de corte adjacentes à ou- tra superfície de ângulo de corte do inserto de fresa- gem 290. O inserto de fresagem 290 também contém ca- nais internos distintos, em que cada canal interno fica essencialmente em isolamento de fluido em relação ao outro canal interno. Estes canais internos compreendem um primeiro conjunto de quatro canais internos distin- tos em que cada um destes canais do primeiro conjunto corresponde a uma das arestas de corte adjacentes a uma superfície de ângulo de corte. Estes canais internos compreendem um seguiido conjunto de quatro canais inter- nos distintos, em que cada um destes canais do segundo conjunto corresponde com uma das arestas de corte adja- centes à outra superfície de ângulo de corte.
O inserto de fresagem 290 inclui um corpo in- terposto de inserto de fresagem 292. 0 corpo de inser- to de fresagem 292 tem uma superfície de flanco perifé- rico 294, bem como faces opostas 296 e 298. O corpo interposto de inserto de fresagem 292 apresenta ainda uma parte periférica da superfície de ângulo de corte 3 00 em uma face 296 e outra parte periférica da super- fície de ângulo de corte 302 na outra face 298. A in- terseção entre a superfície de flanço periférico 294 e a parte periférica da superfície de ângulo de corte 3 00 define arestas de corte 304, 306, 308 e 310, em que es- tas arestas de corte ficam situadas adjacentes a uma superfície de ângulo de corte do inserto de fresagem. A interseção entre a superfície de flanco periférico 294 e a parte periférica da superfície de ângulo de corte 302 define arestas de corte 312, 314, 316 e 318, em que estas arestas de corte ficam dispostas adjacen- tes à outra superfície de ângulo de corte do inserto de fresagem.
O corpo de inserto de fresagem 292 contém ainda uma abertura central 32 0 que passa completamente atra- vés do corpo de inserto de fresagem. 0 inserto de cor- po de fresagem 292 contém ainda uma pluralidade de a- berturas periféricas que passam completamente através do corpo de inserto de fresagem 292 e ficam localizadas adjacentes à periferia do corpo de inserto de fresagem 292, em que estas aberturas podem ser consideradas como compreendendo um primeiro conjunto de aberturas e um segundo conjunto de aberturas. Fazendo-se referência à Figura 17, o primeiro conjunto de aberturas compreende as aberturas 322, 324, 326 e 328, e o segundo conjunto de aberturas compreende as aberturas 332, 334, 336 e 338.
O inserto de fresagem 290 inclui ainda uma pla- ca de ângulo de corte 342 que é dotada de uma superfí- cie exterior 344 e uma superfície interior 346. Uma placa de ângulo de corte 342 contém uma abertura cen- tral 348, bem como uma pluralidade de passagens (350, 352, 354, 356) localizadas adjacentes à periferia da placa de ângulo de corte. Cada um destes passagem (350, 352, 3 54, 356) passa completamente através da placa de ângulo de corte 342. Uma placa de ângulo de corte 342 contém ainda uma pluralidade de canais (360, 362, 364, 366) (vide Figura 16A) , em que cada um dos canais fica adjacente a uma das aberturas.
0 inserto de fresagem 290 inclui ainda outra placa de ângulo de corte 3 70 que é dotada de uma super- fície exterior 372 e uma superfície interior 374. A outra placa de ângulo de corte 370 contém uma abertura central 376, bem como uma pluralidade de passagens (378, 380, 382, 384) localizadas adjacentes à periferia da primeira placa de ângulo de corte. Cada uma destas passagens (378, 380, 382, 384) estende-se completamente através da outra placa de ângulo de corte 370. Outra placa de ângulo de corte 370 contém ainda uma plurali- dade de canais (388, 390, 392, 394) em que cada um dos canais fica adjacente à uma das aberturas.
Quando as placas de ângulo de corte (342 e 370) são montadas ao corpo interposto de inserto de fresagem 292, passa a ser formado um primeiro conjunto de canais internos distintos, em que um canal representativo do primeiro conjunto de canais distintos é designado por 400 na Figura 17. A descrição mais detalhada do canal 400 será suficiente para tal descrição dos outros ca- nais do primeiro conjunto uma vez que eles são essenci- almente os mesmos.
Na referência à Figura 17, o canal interno 400 compreende a abertura periférica 328, a passagem 384 contida na outra placa de ângulo de corte 370 e o canal 366 contido na placa de ângulo de corte 342. A abertu- ra exterior para a passagem 384 funciona como uma en- trada para o canal interno 400 através do qual entra refrigerante a partir da fonte de refrigerante quando o canal interno 400 fica em comunicação de fluido com a fonte de refrigerante. Quando se encontra nesta condi- ção, refrigerante flui através da passagem 3 84 e da a- bertura periférica 328 e para dentro do canal 366 onde ele ê encaminhado sobre os entalhes 286 e para fora do inserto de fresagem no sentido da vizinhança da aresta de corte 310. Pode observar-se deste modo que o canal interno 400 proporciona um percurso para o refrigerante fluir de forma a proporcionar uma aspersão de refrige- rante direta na vizinhança da correspondente aresta de corte.
Como poderá ser apreciado, cada um dos canais internos no primeiro conjunto de canais internos dis- tintos tem uma entrada na outra placa de ângulo de cor- te 370 e uma as [ida na uma placa de ângulo de corte 342. Cada um dos canais do primeiro conjunto de canais internos distintos tem uma aresta correspondente das arestas de corte (304, 306, 308, 310) adjacente à uma face 296. Com referência às Figuras 16 e 16A, descre- vem-se em seguida os quatro canais interiores do pri- meiro conjunto de canais interiores.
0 primeiro dos canais interiores compreende a passagem 378 na outra placa de ângulo de corte 370, a abertura periférica 322 no corpo interposto de inserto de fresagem e o canal 360 na uma placa de ângulo de corte 342. 0 primeiro canal interior corresponde à a- resta de corte 304. O segundo dos canais interiores compreende a passagem 380 na outra placa de ângulo de corte 370, a abertura periférica 324 no corpo interpos- to de inserto de fresagem e o canal 362 na uma placa de ângulo de corte 342. O segundo canal interior corres- ponde à aresta de corte 3 06. O terceiro dos canais in- teriores compreende a passagem 3 82 na outra placa de ângulo de corte 370, a abertura periférica 326 no corpo interposto de inserto de fresagem e o canal 364 na uma placa de ângulo de corte 342. O terceiro dos canais interiores corresponde à aresta de corte 308. O quarto 2 0 dos canais interiores (que se encontra ilustrado como o canal 400 na Figura 17) compreende a passagem 3 84 na outra placa de ângulo de corte 370, a abertura perifé- rica 328 no corpo interposto de inserto de fresagem e o canal 366 na uma placa de ângulo de corte 342. 0 quar- to canal interior corresponde à aresta de corte 310.
Quando as placas de ângulo de corte (342 e 370) são montadas ao corpo interposto de inserto de fresagem 292, também é formado ali um segundo conjunto de canais internos distintos, em que um canal representativo do segundo conjunto de canais distintos é designado por 402 na Figura 17. A descrição mais detalhada do canal 402 será suficiente para descrever os outros canais do segundo conjunto, uma vez que eles são essencialmente os mesmos.
Na referência à Figura 17, o canal interno 402 compreende a abertura periférica 334, a passagem 352 contida na placa de ângulo de corte 342 e o canal 390 contido na outra placa de ângulo de corte 370. A aber- tura exterior para a passagem 352 funciona como uma en- trada para o canal interno 402 através do qual entra refrigerante proveniente da fonte de refrigerante quan- do o canal interno 402 fica em comunicação de fluido com a fonte de refrigerante. Quando está nesta condi- ção, o refrigerante flui através da passagem 352 e da abertura periférica 328 e dentro do canal 390, onde ele é encaminhado sobre os entalhes 286 e para fora do in- serto de fresagem no sentido das vizinhança da aresta de corte 314. Pode observar-se deste modo que o canal interno 402 proporciona um percurso para o refrigerante fluir de maneira a proporcionar uma aspersão direta de refrigerante na vizinhança da correspondente aresta de corte.
Tal como pode ser apreciado, cada um dos canais internos no segundo conjunto de canais internos distin- tos tem uma entrada na placa de ângulo de corte 342 e uma saída na outra placa de ângulo de corte 370. Cada um dos canais do segundo conjunto de canais internos distintos tem uma das arestas de corte correspondente (312, 314, 316, 318) adjacente à outra face 298. Com referência às Figuras 16 e 16A, os quatro canais inte- riores do segundo conjunto de canais interiores encon- tram-se descritos adiante.
O primeiro dos canais interiores (do segundo conjunto de canais) compreende a passagem 350 na placa de ângulo de corte 342, a abertura periférica 332 no corpo interposto de inserto de fresagem e o canal 3 88 na outra placa de ângulo de corte 370. O primeiro ca- nal interior corresponde(à aresta de corte 312. O se- gundo dos canais interiores (que se encontra ilustrado como sendo o canal interno 402 na Figura 12) compreende a passagem 352 na placa de ângulo de corte 342, a aber- tura periférica 334 no corpo interposto de inserto de fresagem e o canal 390 na outra placa de ângulo de cor- te 3 70. O segundo canal interior corresponde à aresta de corte 314. 0 terceiro dos canais interiores compre- ende a passagem 354 na placa de ângulo de corte 342, a abertura periférica 336 no corpo interposto de inserto de fresagem e o canal 392 na outra placa de ângulo de corte 370. 0 terceiro dos canais interiores correspon- de à aresta de corte 316. O quarto dos canais interio- res compreende a passagem 356 na placa de ângulo de corte 342, a abertura periférica 338 no corpo interpos- to de inserto de fresagem e o canal 394 na outra placa de ângulo de corte 370. O quarto canal interior cor- responde à aresta de corte 318.
A descrição apresentada retro mostra que refri- gerante é fornecido a qualquer uma das arestas de corte que for selecionada para ficar engranzada com a peça a usinar. Sob este aspecto, quando fixada ao escaninho de um corpo de fresa tal como ilustrado geralmente na Figura 1, um elemento rosqueado passa através da aber- tura central 320, bem como da passagem central em um calço opcional (não ilustrado), de maneira a engranzar em um furo rosqueado na superfície de assento de um es- caninho que carrega um conjunto de inserto de fresagem que usa o inserto de fresagem 290. A superfície de as- sento do escaninho que fica geralmente paralelo às pla- cas de ângulo de corte contém uma abertura para uma passagem de refrigerante que fica, por sua vez, em co- municação com a fonte de refrigerante através do reser- vatório de refrigerante central. A posição na superfí- cie de assento da abertura para a passagem de refrige- rante é tal que a entrada para o canal interno corres- 2 0 pondente à aresta de corte selecionada (ou engranzada) fica em alinhamento com a abertura para a passagem de refrigerante.
Em operação, refrigerante é fornecido através do canal interno para a aresta de corte engranzada se- letivamente. Quando é necessário apresentar uma nova aresta de corte, o inserto de fresagem é indexado para outra posição para apresentar a nova aresta de corte. Quando na nova posição, o canal interno que corresponde à nova aresta de corte fica agora em alinhamento, e portanto, em comunicação de fluido com a abertura da passagem de refrigerante. Desta forma, refrigerante é fornecido à nova aresta de corte que se encontra en- granzada com a peça a usinar.
Com referência às Figuras 19 até 22, ilustra-se nas mesmas ainda outra concretização específica de um inserto de fresagem assinalado de uma maneira geral por 410. O inserto de fresagem 410 tem um corpo de inserto de fresagem 412 que apresenta uma superfície de flanço periférico 414 e uma superfície periférica de ângulo de corte 416. Corpo de inserto de fresagem 412 define a- restas de corte (418, 420, 422, 424) na interseção en- tre a superfície de flanco periférico 414 e a superfí- cie periférica de ângulo de corte 416. O corpo de in- serto de fresagem 412 é dotado de uma superfície de fundo 426.
0 corpo de inserto de fresagem 412 contém uma abertura central 428 que se estende completamente atra- vés do corpo. O corpo de inserto de fresagem 412 con- tém uma abertura central 430 que contém ainda canais (432, 434, 436, 438) . 0 corpo de inserto de fresagem 412 contém uma passagem de refrigerante (440, 442, 444, 446) disposta adjacente a cada um dos canais (423, 434, 436, 438). Uma descrição da passagem de refrigerante 442 é suficiente para descrever as outras passagens de refrigerante, em que a passagem de refrigerante 442 tem uma entrada 448 e uma saída 450. O refrigerante entra na passagem através da entrada e sai da passagem atra- vés da saída.
O inserto de fresagem 410 inclui ainda uma pla- ca de ângulo de corte de fresagem 470. A placa de ân- guio de corte de fresagem 470 é dotada de uma superfí- cie exterior 472 e uma superfície interior 474, além de conter ainda uma abertura central 476 formada através da mesma.
O inserto de fresagem 410 é fixado ao escaninho do corpo de fresa de uma maneira geralmente semelhante àquela usada para o inserto de fresagem 290 em que um elemento rosqueado passa através da abertura central para engranzar em um furo rosqueado em uma superfície de assento do escaninho que suporta um conjunto de in- serto de fresagem que utiliza o inserto de fresagem. Mais especificamente, as Figuras 23 e 24 mostram um conjunto de fresa assinalado de uma maneira geral por 480. O conjunto de fresa 480 inclui um corpo de fresa 4 82 que é dotado de uma extremidade dianteira axial 484 e uma extremidade traseira axial 486. Existe uma parte de cabeçote 488 na extremidade dianteira axial 484 e uma espiga 490 estende-se a partir da parte de cabeçote 488. A parte de cabeçote 488 contém um escaninho 494 que é dotado de uma superfície de assento de fundo 496 e um par de superfícies de assento laterais aprumadas 498 e 500. A parte de cabeçote 488 contém um furo (ou abertura) rosqueado 502 que se abre na superfície de assento de fundo 496 do escaninho 494. Um corpo de fresa 482 contém uma passagem de refrigerante 504 que se abre na superfície de assento de fundo 496 do esca- ninho 4 94.
Com referência à fixação do inserto de fresagem 410 a um corpo de fresa 482, o inserto de fresagem 410 é posicionado no escaninho 494 de maneira tal que a a- bertura central (428 e 476) do corpo de inserto de fre- sagem 412 e a placa de ângulo de corte 470, respectiva- mente, ficam em alinhamento com o furo rosqueado 502.
Faz-se passar o parafuso 506 através das aberturas cen- trais (428 e 476) e em engranzamento com o furo rosque- ado 502, pelo que o parafuso 505 é apertado a fundo pa- ra prender o inserto de fresagem 410 ao corpo de fresa 482.
Deve ser compreendido que o inserto de fresagem
410 é orientado no escaninho 494 de forma tal que uma aresta selecionada das arestas de corte seja posiciona- da de forma a ser engranzada com a peça a usinar. Sob este aspecto e tal como ilustrado nas Figuras 23-24, o
2 0 inserto de fresagem 410 é orientado de forma tal que a aresta de corte 420 fique na posição para engranzar com a peça a usinar e a correspondente passagem de refrige- rante 442 fique alinhada com a passagem de refrigerante 504 que se abre na superfície de assento de fundo 496.
Quando nesta posição, o refrigerante passa por dentro do inserto de fresagem 410 através da passagem de re- frigerante 442 e flui através do inserto de fresagem 410 de maneira a sair em forma de aspersão adjacente à aresta de corte 420.
Em operação, a passagem de refrigerante que corresponde à aresta de corte (420) selecionada para ficar engranzada com a peça a usinar fica alinhada com a abertura para a passagem de refrigerante na superfí- cie de assento. Fornece-se refrigerante à aresta de corte engranzada através de uma passagem de refrigeran- te 442 no inserto de fresagem. Quando é necessário a- presentar uma nova aresta de corte, o inserto de fresa- gem é indexado para outra posição para apresentar a no- va aresta de corte. Quando na nova posição, o canal interno que corresponde à nova aresta de corte está a- gora em alinhamento e, portanto, em comunicação de fluido com a abertura da passagem de refrigerante. Desta forma, alimenta-se refrigerante para a nova ares- ta de corte.
Com referência à estrutura nas Figuras 25-26, ilustra-se nas mesmas outra concretização específica de um corpo de fresa de uma maneira geral assinalado por 510. 0 corpo de fresa 510 contém uma pluralidade de escaninhos 514 na sua periferia. Cada um dos escani- nhos 514 tem uma superfície de assento lateral 516 e uma superfície de assento de fundo 518. Cada escaninho 514 também é dotado de uma superfície dianteira 520. Um fixador 522 está preso a um corpo de fresa 510 em um ponto rotacionalmente na frente do escaninho 514, mas suficientemente junto do escaninho 514 para ser capaz de predisposição contra a superfície de um inserto de fresagem retido dentro do escaninho 514. A superfície de assento lateral 516 contém uma parte recortada 526 que circunda a passagem de refrigerante 532 que se abre na superfície de assento lateral 516.
Com referência à fixação do inserto de fresagem 170 no escaninho 514, a superfície de fundo 180 do in- serto de fresagem 170 é posicionada contra a superfície de assento lateral 516 de maneira que um dos lóbulos (202, 204, 206, 208) fica em alinhamento com (ou abre- se dentro) o volume definido pelo recorte 526. O fixa- dor 522 é posicionado de forma tal que ele atua contra o inserto de fresagem 170 pelo que, ao ser apertado, o fixador mantém firmemente o inserto de fresagem 170 no escaninho 514. Refrigerante passa então por dentro do inserto de fresagem 170 através da passagem de refrige- rante 532 e do volume definido pelo recorte 526. 0 re- frigerante é então levado a passar através do inserto de fresagem 170 tal como descrito anteriormente, e sai na forma de uma aspersão adjacente à aresta de corte selecionada que se encontra engranzada com a peça a u- sinar.
Com referência às Figuras 27 até 30, ilustra-se nas mesmas ainda outra concretização específica de um inserto de fresagem de uma maneira geral assinalado por 610. O inserto de fresagem 610 é dotado de um corpo de inserto de fresagem 612 que apresenta uma superfície de flanço periférico 614 e uma superfície periférica de ângulo de corte 616. O corpo de inserto de fresagem 612 define arestas de corte (618, 620, 622, 624) na in- terseção entre a superfície de flanço periférico 614 e a superfície periférica de ângulo de corte 616. O cor- po de inserto de fresagem 612 tem uma superfície de fundo 626. O corpo de inserto de fresagem 612 contém uma abertura central 628 que se estende completamente através do corpo 612. O corpo de inserto de fresagem 612 contém ainda canais ou lóbulos (632, 634, 636, 638) destinados a permitirem que refrigerante passe através deles.
O inserto de fresagem 610 inclui ainda um nú- cleo 670. O núcleo 670 inclui a placa de ângulo de corte 672 que é dotada de uma superfície exterior 674 e uma superfície interior 676, e uma abertura central 678 formada através da mesma. 0 núcleo 670 também inclui uma projeção 680 que inclui uma abertura central 682 formada através da mesma. A projeção 680 inclui uma superfície de fundo 688. Na concretização ilustrada, a projeção 680 está na forma de um anel cilíndrico afila- do que tem um diâmetro externo o qual é próximo à su- perfície de fundo 688 do que um diâmetro externo próxi- mo à placa de ângulo de corte 672. A projeção afilada 680 permite que o núcleo 670 seja facilmente inserido dentro da abertura central 682 do corpo de inserto de fresagem 612. Será apreciado que a invenção poderá ser praticada com a projeção 680 tendo qualquer forma dese- jada. Por exemplo, a projeção 680 pode estar na forma de qualquer configuração não redonda, poligonal, tal como um triângulo, um quadrado, um retângulo, um pentá- gono, um hexãgono, ou assemelhada.
Um aspecto da invenção é o de que o inserto de fresagem 610 é montado por inserção de toda a projeção 680 do núcleo 670 dentro da abertura central 628 do corpo de inserto de fresagem 612, prendendo-se deste modo ao corpo de inserto de fresagem 612. Tal como descrito neste contexto, o termo "prender" significa unir ou conectar sem a necessidade de usar um meio prendedor adicional. Por exemplo, o núcleo 670 pode ser preso ao corpo de inserto de fresagem 612 por meio de ajuste de pressão, ou outro assemelhado. Entretan- to, será apreciado que o núcleo 670 também pode ser co- lado, fixado por brasagem ou de outro modo ligado ao corpo de inserto de fresagem 612 para proporcionar re- sistência adicional.
Uma passagem de refrigerante 640, 642, 644, 646 é formada quando o núcleo 670 é preso ao corpo de in- serto de fresagem 612. Uma descrição da passagem de refrigerante 642 é suficiente para descrever as outras passagens de refrigerante, em que a passagem de refri- gerante 642 tem uma entrada 648 próxima à superfície de fundo 626 do corpo de inserto de fresagem 612 e uma sa- ída 650 situada próxima à superfície periférica de ân- guio de corte 616 do corpo de inserto de fresagem 612. O refrigerante entra pela entrada 648, desloca-se ver- ticalmente através da passagem 642, e sai através da abertura de saída 650. Outro aspecto da invenção é o de que a projeção 680 inclui um ou mais recursos de localização na forma de projeções achatadas 684, 686 que funcionam como uma chaveta para posicionarem apropriadamente o núcleo 670 dentro da abertura central 628 do corpo de inserto de fresagem 612. Na concretização ilustrada, as projeções achatadas 684, 686 são de forma trapezoidal e têm pare- des laterais afiladas, conforme ilustradas nas Figuras 27 e 3 0. Será compreendido que a invenção pode ser praticada com qualquer número desejado de projeções a- chatadas. Por exemplo, a projeção 680 poderá incluir uma ou mais projeções achatadas.
Ainda outro aspecto da invenção é o de que o núcleo 670 é feito de um material diferente, menos dis- pendioso do que o corpo de inserto de fresagem 612. Por exemplo, o núcleo 670 pode ser feito de um material de aço, e assemelhado, enquanto o corpo de inserto de fresagem 612 pode ser feito de um material relativamen- te mais dispendioso, tais como carbonetos cementados, cerâmicas, e metais cerâmicos, e outros assemelhados. De acordo com uma concretização exemplificativa, o nú- cleo 670 é feito de aço 4340 e o corpo de inserto de fresagem 612 é feito de WC-Co. Pelo fato de que os carbonetos cementados, cerâmicas, e metais cerâmicos são muito mais dispendiosos do que o aço, economia de custo significativa pode ser obtida ao conceber-se o inserto de corte 670, em comparação com um inserto de corte feito inteiramente do material mais dispendioso. Por exemplo, a Figura 31 mostra um gráfico da redução percentual em WC-Co como uma função da espessura do corpo de inserto de fresagem 612. Na concretização e- xemplificativa, pode ser obtida uma redução situada en- tre cerca de 35% até cerca de 85% de WC-Co para o corpo de inserto de fresagem 612 que tem uma espessura de go- la entre cerca de 0,5 mm até cerca de 2,5 mm (isto é, a distância entre o diâmetro externo da abertura central 628 e a superfície de flanço periférico 614), propor- cionando deste modo economia de material da maior im- portância .
0 inserto de fresagem 610 é preso ao escaninho de um corpo de fresa de uma maneira geralmente seme- lhante àquela usada para o inserto de fresagem 290, em que um elemento rosqueado passa através da abertura central para engranzar com um furo rosqueado na super- fície de assento de um escaninho que carrega um conjun- to de inserto de fresagem o qual utiliza o inserto de fresagem.
Em operação, a passagem de refrigerante que corresponde à aresta de corte 620, por exemplo, que é selecionada para ficar engranzada com a peça a usinar fica alinhada com a abertura para a passagem de refri- gerante na superfície de assento. Alimenta-se refrige- rante para a aresta de corte engranzada através da pas- sagem de refrigerante 642 no inserto de fresagem 610. Quando é necessário apresentar uma nova aresta de cor- te, o inserto de fresagem é indexado para outra posição para apresentar a nova aresta de corte. Quando na nova posição, o canal interno que corresponde à nova aresta de corte fica agora em alinhamento e, portanto, em co- municação de fluido com a abertura da passagem de re- frigerante. Desta forma, alimenta-se refrigerante para a nova aresta de corte.
0 conjunto de fresa tem um número de vantagens porque ele proporciona refrigerante para o lado inferi- or da aresta de corte na interface da aresta de corte e da peça a usinar. Como um resultado, o refrigerante proporciona uma redução no impacto negativo da formação de calor na interface formada entre inserto de fresagem - peça a usinar. Ainda como um resultado, a presença do refrigerante proporciona um aperfeiçoamento na Iu- brificação da interface inserto de fresagem - cavaco para evitar ou reduzir o acúmulo de material da peça a usinar no inserto de fresagem. Além disso, a corrente de refrigerante facilita a evacuação dos cavacos das proximidades da interface inserto de fresagem - cavaco 2 0 para evitar o novo corte do cavaco.
Para as concretizações especificas ilustradas neste contexto, pode ser observado que o refrigerante sai em um local situado no lado de baixo da aresta de corte, na interface da aresta de corte e da peça a usi- nar. Como um resultado, o refrigerante proporciona uma redução do impacto negativo da geração de calor na in- terface do inserto de fresagem - peça a usinar. Ainda como um resultado adicional, a presença do refrigerante proporciona um aperfeiçoamento na lubrificação na in- terface do inserto de fresagem - cavaco para evitar ou reduzir o acúmulo de material da peça a usinar no in- serto de fresagem. Além disso, a corrente de refrige- rante facilita a evacuação dos cavacos das vizinhanças da interface inserto de fresagem - cavaco para evitar o novo recorte do cavaco.
É evidente que a presente invenção proporciona uma fresa, bem como um inserto de fresagem, usados para operações de formação de cavaco e remoção de materiais em que ocorre uma distribuição aperfeiçoada de refrige- rante para a interface entre o inserto de fresagem e a peça a usinar. Proporciona-se um número de vantagens como uma conseqüência do aperfeiçoamento na distribui- ção de refrigerante.
Sob este aspecto, a presente invenção propor- ciona uma fresa, bem como um inserto de fresagem, usa- dos para operações de formação de cavaco e remoção de material em que ocorre uma distribuição de refrigerante aperfeiçoada para uma interface entre o inserto de fre- sagem e a peça a usinar (isto é, o local na peça a usi- nar onde ê gerado o cavaco) . Como um resultado, o re- frigerante proporciona uma redução do impacto negativo na geração de calor na interface do inserto de fresagem - peça a usinar. Ainda como um resultado, a presença do refrigerante proporciona um aperfeiçoamento na lu- brificação na interface de inserto de fresagem - cavaco para evitar ou reduzir o acúmulo de material da peça a usinar no inserto de fresagem. Além disso, a corrente de refrigerante facilita a evacuação dos cavacos para fora da vizinhança da interface do inserto de fresagem - cavaco para evitar um novo recorte dos cavacos.
As patentes e outros documentos identificados
neste caso ficam incorporados por referência neste con- texto. Outras concretizações da invenção serão eviden- tes para aqueles versados na técnica a partir de uma consideração do relatório ou uma prática da invenção aqui exposta. Pretende-se que o relatório e exemplos sejam meramente ilustrativos e não têm a finalidade de limitar a invenção. O escopo real e espírito da inven- ção encontram-se indicados pelas reivindicações apre- sentadas em anexo.

Claims (22)

1.Inserto de corte para o uso na formação de cavacos e remoção de material a partir de uma peça a usinar, caracterizado por compreender: - um corpo de inserto de fresagem que inclui: i) uma superfície de flanço periférico, ii) uma superfície de fundo, e iii) uma abertura central, o corpo de inserto de fresagem definindo uma primeira parte de uma superfície de ângulo de corte do inserto de corte; e - um núcleo que inclui uma projeção e define uma segunda parte da superfície de ângulo de corte, sendo o núcleo capaz de ser fixado ao corpo de inserto de fresagem por inserção da projeção dentro da abertura central do corpo de inserto de fresagem.
2. Inserto de corte, de acordo com a reivindi- cação 1, caracterizado por pelo menos uma parte do cor- po de inserto de fresagem ser produzida a partir de um primeiro material, e em que pelo menos uma parte do nú- cleo é produzida a partir de um segundo material que é diferente.
3. Inserto de corte, de acordo com a reivindi- cação 2, caracterizado por o corpo do inserto de fresa- gem ser produzido a partir de um dos materiais selecio- nados a partir do grupo que consiste de carbonetos ce- mentados, cerâmicas, e metais cerâmicos.
4. Inserto de corte, de acordo com a reivindi- cação 2, caracterizado por o núcleo ser produzido a partir de aço.
5.Inserto de corte, de acordo com a reivindi- cação 1, caracterizado por o corpo de inserto de fresa- gem ser dotado de uma espessura de gola situada entre cerca de 0,5 mm e cerca de 2,5 mm.
6. Inserto de corte, de acordo com a reivindi- cação 1, caracterizado por compreender ainda uma aresta de corte formada em uma interseção definida entre a su- perfície de flanco periférico e a primeira parte da su- perfície de ângulo de corte.
7.Inserto de corte, de acordo com a reivindi- cação 1, caracterizado por o corpo de inserto de fresa- gem incluir pelo menos um canal para permitir ao refri- gerante passar através do mesmo.
8. Inserto de corte, de acordo com a reivindi- cação 1, caracterizado por a projeção incluir pelo me- nos um recurso de localização para posicionar apropria- damente o núcleo quando o núcleo é inserido na abertura central do corpo de inserto de fresagem.
9. Inserto de corte, de acordo com a reivindi- cação 8, caracterizado por o pelo menos um recurso de localização compreender uma projeção achatada.
10. Inserto de corte, de acordo com a reivin- dicação 9, caracterizado por a projeção achatada ser de forma trapezoidal, com paredes laterais afiladas.
11. Inserto de corte, de acordo com a reivin- dicação 1, caracterizado por que compreender ainda pelo menos uma passagem de refrigerante formada pela inser- ção do núcleo dentro da abertura central do corpo de inserto de fresagem, com a pelo menos uma passagem de refrigerante incluindo uma entrada e uma saída.
12.Inserto de corte, de acordo com a reivin- dicação 11, caracterizado por a saída da pelo menos uma passagem de refrigerante ser configurada para propor- cionar refrigerante adjacente a uma localização de cor- te selecionada do inserto de corte.
13.A inserto de corte para o uso na formação de cavacos e remoção de material a partir da peça a u- sinar, caracterizado por compreender: - um corpo de inserto de fresagem que inclui uma superfície de flanço periférico, uma superfície de fundo, e uma abertura central, o corpo de inserto de fresagem definindo uma primeira parte de uma superfície de ângulo de corte do inserto de corte, em que a aresta de corte é formada em uma interseção entre a superfície de flanco periférico e a primeira parte da superfície de ângulo de corte, e em que o corpo de inserto de fre- sagem inclui pelo menos um canal para permitir ao re- frigerante passar através do mesmo; e - um núcleo que inclui uma projeção e define uma segunda parte da superfície de ângulo de corte, sendo o núcleo capaz de ser fixado ao corpo de inserto de fresagem por inserção da projeção dentro da abertura central do corpo de inserto de fresagem.
14. Inserto de corte, de acordo com a reivin- dicação 13, caracterizado por pelo menos a parte do corpo de inserto de fresagem ser produzida a partir de um primeiro material, e em que pelo menos a parte do núcleo ser produzida a partir de um segundo material diferente.
15. Inserto de corte, de acordo com a reivin- dicação 14, caracterizado por o corpo de inserto de fresagem ser fabricado a partir de um dos materiais se- lecionados a partir do grupo que consiste de carbonetos cementados, cerâmica e metais cerâmicos.
16. Inserto de corte, de acordo com a reivin- dicação 14, caracterizado por o núcleo ser fabricado de aço.
17. Inserto de corte, de acordo com a reivin- dicação 13, caracterizado por o corpo de inserto de fresagem ser dotado de uma espessura de gola situada entre cerca de 0,5 mm e cerca de 2,5 mm.
18. Inserto de corte, de acordo com a reivin- dicação 13, caracterizado por a projeção incluir pelo menos um recurso de localização para posicionar apro- priadamente o núcleo quando o núcleo ê inserido dentro da abertura central do corpo de inserto de fresagem.
19.Inserto de corte, de acordo com a reivin- dicação 13, caracterizado por compreender ainda pelo menos uma passagem de refrigerante formada por inserção do núcleo dentro da abertura central do corpo de inser- to de fresagem, sendo que a pelo menos uma passagem de refrigerante inclui uma entrada e uma saída.
20. Inserto de corte, de acordo com a reivin- dicação 19, caracterizado por a saída da pelo menos uma passagem de refrigerante ser configurada para propor- cionar refrigerante adjacente a uma localização de cor- te selecionada do inserto de corte.
21. Fresa para o uso na formação de cavacos e remoção de material a partir de uma peça a usinar em que refrigerante é fornecido a uma fresa a partir de uma fonte de refrigerante, caracterizada por a fresa compreender: - um corpo de fresa que contém um reservatório de refrigerante, o corpo de fresa contendo ainda um es- caninho que tem uma abertura de escaninho em comunica- ção com a fonte de refrigerante, e o corpo de fresa contendo uma passagem de fluido que proporciona a comu- nicação de fluido entre o reservatório de refrigerante e o escaninho; e - um corpo de inserto de fresagem que inclui uma superfície de flanço periférico, uma superfície de fundo, e uma abertura central, o corpo de inserto de fresagem definindo uma primeira parte da superfície de ângulo de corte do inserto de corte, em que a aresta de corte é formada em uma interseção entre a superfície de flanco periférico e a primeira parte da superfície de ângulo de corte, e em que o corpo de inserto de fresa- gem inclui pelo menos um canal para permitir que o re- frigerante passe através do mesmo; e - um núcleo que inclui uma projeção e define uma segunda parte da superfície de ângulo de corte, sendo o núcleo capaz de ser fixado ao corpo de inserto de fresagem por inserção da projeção dentro da abertura central do corpo de inserto de fresagem.
22. Inserto de corte, de acordo com a reivin- dicação 21, caracterizado por pelo menos uma parte do corpo de inserto de fresagem ser produzida a partir de um primeiro material, e em que pelo menos uma parte do núcleo é produzida a partir de um segundo material que é diferente.
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