BRPI0802604A2 - sistema de distribuição de força por geração diferencial - Google Patents
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Abstract
SISTEMA DE DISTRIBUIçãO DE FORçA POR GERAçãO DIFERENCIAL. Descreve-se um sistema de distribuição de força por geração diferencial para impulsionar um veículo de transporte com tração em todas as rodas tendo uma extremidade de saída de energia cinética rotacional de uma unidade de força rotacional acoplada a um dispositivo de interface de controle e transmissão intermediária contendo uma transmissão principal compreendendo ernbreagens controláveis e meios de controle de troca de engrenagens para impulsionar um conjunto de engrenagens diferenciais intermediário; uma extremidade de saída diferencial do conjunto de engrenagens diferenciais intermediário para impulsionar a transmissão da extremidade dianteira e assim a carga da extremidade dianteira; outra extremidade de saida diferencial do conjunto de engrenagens diferenciais intermediário para impulsionar uma extremidade de entrada de uma peça de rotação de uma primeira máquina elétrica do conjunto de máquina elétrica rotacional; a extremidade de saída da peça de rotação de uma segunda máquina elétrica do conjunto de máquina elétrica rotacional para impulsionar, diretamente ou através de transmissão, a carga da extremidade traseira; e o conjunto de máquina elétrica rotacional estando sujeito ao dispositivo de controle de tração para regular e controlar a distribuição de força entre as cargas da extremidade dianteira e da extremidadetraseira.
Description
"SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE FORÇA POR GERAÇÃODIFERENCIAL"
(a) Campo da Invenção
A presente invenção está relacionada a um sistemade distribuição de força por geração diferencial, e maisparticularmente a um sistema que prove distribuição de forçaimediata para aquela energia cinética motriz nas cargas naextremidade dianteira e na extremidade traseira de um veiculo detransporte com tração em todas as rodas, para melhorar adirigibilidade e a segurança.
(b) Descrição do Estado da Arte Anterior
A tração em todas as rodas (TTR) convencional,referindo-se normalmente a um veiculo com tração nas 4 rodascompreendendo duas rodas dianteiras e duas rodas traseiras, tambéma um triciclo compreendendo duas rodas dianteiras e uma rodatraseira ou uma roda dianteira e duas rodas traseiras, ou a umveiculo com quatro ou seis rodas traseiras adicionais além datração nas 4 rodas, geralmente está disponível em três sistemas:
(1) No sistema motriz de tempo integral, a forçado motor impulsiona tanto as rodas dianteiras como as traseirastodo o tempo enquanto um amortecedor diferencial, como por exemploo SYNCRO da Volkswagen, está disposto entre a fonte de força e olado da força motriz; e outros entre a fonte de força e o conjuntode rodas traseiras. As vantagens do sistema motriz de tempointegral incluem que ambos os conjuntos de rodas dianteiras etraseiras podem ser motrizes, providos com um bom desempenhomotriz; porém, as desvantagens incluem maior perda e consumo decombustível mais alto.
(2) No sistema motriz de tempo real, umaembreagem controlável mecânica, eletromagnética, ou do tipo defluidez está disposta entre o conjunto de roda traseiro e a fontede força; e a embreagem é fechada de acordo com o controle, pormeio de detecção manual ou automática, para impulsionar o conjuntode rodas traseiras conforme a condição de tração permite; enquantosob condições de estrada normais, a tração das rodas dianteirasgoverna, para economizar combustível. 0 sistema motriz de temporeal porém tem a desvantagem de falha na resposta de tempo realdevido a um ligeiro atraso no conj unto de rodas traseiras paraproduzir cinética tanto no modo de controle manual como noautomático/ quando as condições da estrada permitem.
(3) Um sistema alternativo envolve ter umconjunto de engrenagens diferenciais intermediário entre osconj untos de rodas dianteiras e traseiras. Porém, o sistemaalternativo tem o problema que se uma extremidade de saidadiferencial patina, a outra extremidade de saida diferencial perdesua força imediatamente. Por exemplo, quando o conjunto de rodasdianteiras patina, o conjunto de rodas traseiras perde força,também.
A perda imediata de força em um conjunto de rodassempre que o outro conjunto de rodas patina é a falha comum dessestrês sistemas acima descritos, e a adição de um amortecedorresistente ao escorregamento (patinação) resultaria em mais perdade força, rápida elevação de temperatura para as partes mecânicase redução significativa de desempenho de força, como se segue:
1. Falha do conjunto de rodas traseiras emexecutar impulsionamento assincrono ativo com a roda dianteira nocaso de condição de estrada acidentada; por exemplo, o conjunto derodas traseiro deve ser mais rápido que o conjunto de rodasdianteiro sob certas circunstâncias;
2. - Falha em controlar o conjunto de rodastraseiras para gerar uma força maior do que aquela do conjunto derodas dianteiro quando o veiculo está subindo um declive oudurante a partida com carga pesada; e
3. Falha em executar distribuição arbitráriaentre os conjuntos de roda dianteiro e traseiro.
Sumário da Invenção
O propósito primário da presente invenção éprover um sistema de distribuição de força por geração diferencialpara impulsionar um veiculo de transporte com tração em todas asrodas tendo energia cinética rotacional a partir de uma unidade deforça rotacional para impulsionar um conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias através de uma transmissão principal;um extremidade de saida diferencial do conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias para impulsionar a carga daextremidade dianteira por meio de uma transmissão da extremidadedianteira, enquanto a outra extremidade de saida diferencialimpulsiona um dispositivo de máquina elétrica primária de ummecanismo de máquina elétrica rotacional; o segundo dispositivo demáquina elétrica impulsiona, diretamente ou através datransmissão, a carga da extremidade traseira e regula adistribuição de força entre a extremidade dianteira e as cargas daextremidade traseira por meio de controle usando um dispositivo decontrole tração.
Breve Descrição dos Desenhos
A fig. 1 é uma vista esquemática de um sistema dedistribuição de força por geração diferencial de uma forma deincorporação preferida da presente invenção.
A fig. 2 é uma vista esquemática de múltiplasunidades de carga da extremidade traseira impulsionadas pela formade incorporação preferida da presente invenção ilustrada na fig. 1.
A fig. 3 é uma vista esquemática de um mecanismode máquina elétrica rotacional compreendendo u'a máquina elétricaseparada individual de outra forma de incorporação preferida dapresente invenção.
A fig. 4 é uma vista esquemática da forma deincorporação preferida ilustrada na fig. 3, provida com múltiplasunidades da segunda máquina elétrica e múltiplas unidades de cargada extremidade traseira.
A fig. 5 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida mostrando que a presente invenção temsuas peças de rotação coaxialmente dispostas em série para formarum mecanismo de máquina elétrica rotacional.
A fig. 6 é uma vista esquemática da forma deincorporação preferida ilustrada na fig. 5 provida com múltiplasunidades de carga da extremidade traseira.
A fig. 7 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando múltiploseixos da peça de rotação da máquina elétrica acoplados em paralelocom a peça estática da máquina elétrica compartilhando o mesmocaminho magnético.A fig. 8 é uma vista esquemática da forma deincorporação preferida ilustrada na fig. 7 provida com múltiplasunidades de carga da extremidade traseira.
A fig. 9 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando ummecanismo de máquina elétrica rotacionai compreendendo u' a máquinaelétrica coaxial em formato de anel de três camadas.
A fig. 10 é uma vista esquemática da forma deincorporação preferida ilustrada na fig. 9 provida com múltiplasunidades de carga da extremidade traseira.
A fig. 11 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando umaembreagem controlável provida entre a peça de rotação da primeiramáquina elétrica e aquela da segunda máquina elétrica ilustrada nafig. 1.
A fig. 12 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando umaembreagem controlável provida entre a peça de rotação da primeiramáquina elétrica e aquela da segunda máquina elétrica ilustrada nafig. 2
A fig. 13 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando umaembreagem controlável provida entre a peça de rotação da primeiramáquina elétrica e aquela da segunda máquina elétrica ilustrada nafig. 3.
A fig. 14 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando umaembreagem controlável provida entre a peça de rotação da primeiramáquina elétrica e aquela da segunda máquina elétrica ilustrada nafig. 4.
A fig. 15 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando umaembreagem controlável provida entre a peça de rotação da primeiramáquina elétrica e aquela da segunda máquina elétrica ilustrada nafig. 5.
A fig. 16 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando umaembreagem controlável provida entre a peça de rotação da primeiramáquina elétrica e aquela da segunda máquina elétrica ilustrada nafig. 6.
A fig. 17 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando umaembreagem controlável provida entre a peça de rotação da primeiramáquina elétrica e aquela da segunda máquina elétrica ilustrada nafig. 7.
A fig. 18 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando umaembreagem controlável provida entre a peça de rotação da primeiramáquina elétrica e aquela da segunda máquina elétrica ilustrada nafig. 8.
A fig. 19 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando umaembreagem controlável provida entre a peça de rotação da primeiramáquina elétrica e aquela da segunda máquina elétrica ilustrada nafig. 9.
A fig. 20 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando umaembreagem controlável provida entre a peça de rotação da primeiramáquina elétrica e aquela da segunda máquina elétrica ilustrada nafig. 10.
A fig. 21 é uma vista esquemática da presenteinvenção mostrando a peça de rotação da máquina elétricacoaxialmente disposta em série para formar um mecanismo de máquinaelétrica rotacional.
A fig. 22 é uma vista esquemática da presenteinvenção mostrando para a construção do mecanismo de máquinaelétrica rotacional tendo sua peça de rotação compreendendo eixosmúltiplos acoplados em paralelo com a peça estática da máquinaelétrica compartilhando um caminho magnético comum.
A fig. 23 é uma vista esquemática da presenteinvenção mostrando um mecanismo de máquina elétrica rotacional emuma construção coaxial de estrutura de máquina elétrica em forma de anel de três camadas.A fig. 24 é uma vista esquemática mostrando ambasextremidades de entrada e saida da energia cinética rotacional domecanismo de máquina elétrica rotacional da fig. 1, dispostas emparalelo com uma transmissão e uma embreagem controlável.
A fig. 25 é uma vista esquemática mostrando ambasextremidades de entrada e saida da energia cinética rotacional domecanismo de máquina elétrica rotacional da fig. 5, dispostas emparalelo com uma transmissão e uma embreagem controlável.
A fig. 26 é uma vista esquemática mostrando ambasextremidades de entrada e saida da energia cinética rotacional domecanismo de máquina elétrica rotacional da fig. 7, dispostas emparalelo com uma transmissão e uma embreagem controlável.
A fig. 27 é uma vista esquemática mostrando ambasextremidades de entrada e saida da energia cinética rotacional domecanismo de máquina elétrica rotacional da fig. 9, dispostas emparalelo com uma transmissão e uma embreagem controlável.
A fig. 28 é uma vista esquemática da forma deincorporação preferida da presente invenção mostrando a camada deanel externa do mecanismo de máquina elétrica rotacional fixo dacamada de anel externa como uma peça estática da máquina elétricae a estrutura elétrica da camada intermediária e a estrutura demáquina elétrica da camada de anel interna como uma peça derotação da máquina elétrica da primeira e da segunda máquinaelétrica.
A fig. 29 é uma vista esquemática da forma deincorporação preferida de presente invenção mostrando a camada deanel externa do mecanismo de máquina elétrica rotacional fixo comouma peça estática da máquina elétrica e a estrutura de máquinaelétrica da camada intermediária e a estrutura de máquina elétricada camada de anel interna como uma peça de rotação da máquinaelétrica dos primeiro e segundo dispositivos de máquina elétrica,onde uma embreagem controlável pode ser disposta entre a estruturade máquina elétrica da camada intermediária e a estrutura demáquina elétrica da camada de anel interna.
Descrição dos Símbolos dos Componentes Principais
1000 Unidade de força rotacional
1001 Eixo de saida rotacional1002 Embreagem controlável
1003 Transmissão intermediária e interface de controle
1006 Transmissão da extremidade dianteira
1007 Carga da extremidade dianteira
1016 Embreagem controlável
1017 Conjunto de engrenagens diferenciais
1031 Extremidade de entrada
1032, 1033 Extremidade de saida diferencial
1040, 10410 Mecanismo de máquina elétrica rotacional
1041 Primeira máquina elétrica
1042 Segunda máquina elétrica
1090 Transmissão
1110 Transmissão principal
1111 Conjunto de engrenagens diferenciais intermediárias
1113 Transmissão da extremidade traseira
1114 Carga da extremidade traseira
1115 Dispositivo de controle de impulsionamento
1116, 1120, 2116 Embreagem controlável
1117 Dispositivo recarregável
1118 Controlador central
1121, 1122 Freio controlável
10411 Peça de rotação da primeira máquina elétrica
10412 Peça de rotação da segunda máquina elétrica
10413 Peça estática da máquina elétricacompartilhando um campo magnético em comum
20410 Mecanismo de máquina elétrica rotacionalfixo da camada de anel externa
20421 Estrutura de máquina elétrica da camada deanel interna
20422 Estrutura de máquina elétrica da camadaintermediária
20423 Estrutura de máquina elétrica da camada deanel externaDescrição Detalhada das Formas de IncorporaçãoPreferidas
O sistema de distribuição de força por geraçãodiferencial da presente invenção para impulsionar um veiculo detransporte com tração em todas as rodas opera essencialmente tendouma extremidade de saida de energia cinética rotacional de umaunidade de força rotacional acoplada a uma transmissãointermediária e um dispositivo de interface de controle contendouma transmissão principal compreendendo embreagens controláveis emeios de controle de troca de engrenagens para impulsionar umconjunto de engrenagens diferenciais intermediárias; umaextremidade de saida diferencial do conj unto de engrenagensdiferenciais intermediárias é arranj ado para impulsionar atransmissão da extremidade dianteira e assim impulsionar a cargada extremidade dianteira; outra extremidade de saida diferencialdo conjunto de engrenagens diferenciais intermediárias é arranjadapara impulsionar uma extremidade de entrada de uma peça de rotaçãode uma primeira máquina elétrica do mecanismo de máquina elétricarotacional enquanto a extremidade de saida da peça de rotação deuma segunda máquina elétrica do mecanismo de máquina elétricarotacional é arranjada para impulsionar, diretamente ou através datransmissão, a carga da extremidade traseira; e o mecanismo demáquina elétrica rotacional está sujeito ao dispositivo decontrole de impulsionamento para regular e controlar adistribuição de força entre as cargas da extremidade dianteira eda extremidade traseira, e facilitar os arranjos de espaço e decentro de gravidade.
A fig. 1 é uma vista esquemática de um sistema dedistribuição de força por geração diferencial de uma forma deincorporação preferida da presente invenção; e a forma deincorporação preferida compreende essencialmente:
uma unidade de força rotacional 1000,compreendendo um motor de combustão interna, seu suprimento decombustível e unidade de controle associados, a unidade deignição, o dispositivo de controle e detecção de torque evelocidade de revolução, ou compreendendo qualquer outra fonte deforça rotacional; seu eixo de saida rotacional 1001 é arranjadopara impulsionar a embreagem controlável 1002 selecionada conformea aplicação disposta na interface de controle e transmissãointermediária 1003 com função de mudança de velocidade, e entãopara mais adiante impulsionar a transmissão principal 1110; atransmissão principal 1110 então impulsiona uma extremidade deentrada 1031 a partir de um conjunto de engrenagens diferenciaisintermediárias 1111, a partir do qual uma extremidade de saidadiferencial 1032 do conjunto de engrenagens diferenciaisintermediárias 1111 impulsiona uma transmissão de extremidadedianteira 1006 e impulsiona ainda uma carga da extremidadedianteira 1007 enquanto a outra extremidade de saida diferencial1033 do conjunto de engrenagens diferenciais intermediárias 1111impulsiona a extremidade de entrada da peça de rotação da primeiramáquina elétrica 1041 do mecanismo de máquina elétrica rotacionai1040; e a extremidade de saida da peça de rotação da segundamáquina elétrica 1042 impulsiona, diretamente ou por meio de umatransmissão de extremidade traseira 1113, uma carga da extremidadetraseira 1114;
- a embreagem controlável 1002, que é um itemopcional relacionado ao impulsionamento por força manual,mecânica, eletromagnética, fluida ou excêntrica, ou que compreendeum dispositivo de transmissão de uma só via; ela está dispostaentre a unidade de força rotacional 1000 e a extremidade deentrada de energia cinética rotacional da transmissão principal1110 na interface de controle e transmissão intermediária 1003,estando assim suj eita ao controle para a operação de engate oudesengate; a embreagem controlável 1002 pode opcionalmente ser ounão instalada conforme requerido;
a interface intermediária de transmissão econtrole 1003, que inclui (1) a embreagem controlável 1002; (2) atransmissão principal 1110 relacionada a engrenagens automáticaspara troca de transmissão automática, manual ou manualmentecontrolada e outra interface de operação manual-mecânica do estadoda arte anterior para a operação de troca de engrenagens; e (3) oconj unto de engrenagens diferenciais intermediárias 1111 quecompreende um conjunto de engrenagens planetárias, circulantes ouqualquer outro jogo de engrenagens diferenciais provido com funçãoequivalente, provido com a extremidade de entrada 1031 e duasextremidades de saida diferencial 1032, 1033; a dita embreagemcontrolável 1002, a transmissão principal 1110,. e o conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias 1111 podem seropcionalmente instalados, todos ou apenas parcialmente, conformeexigido;
- onde é provido que a extremidade de entrada1001 da embreagem controlável 1002 seja acoplada à energiacinética rotacional da unidade de força rotacional 1000 e éprovido que a extremidade de saida seja acoplada à transmissãoprincipal 1110; é provido que a extremidade de saida datransmissão principal 1110 seja acoplada à extremidade de entrada1031 do conjunto de engrenagens diferenciais intermediárias 1111;uma extremidade de saida diferencial 1032 do conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias 1111 é provida paraimpulsionar a transmissão da extremidade dianteira 1006 e assim acarga da extremidade dianteira 1007 através da embreagemcontrolável 1016 e do conjunto de engrenagens diferenciais 1017;outra extremidade de saida diferencial 1033 do conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias 1111 é provida paraimpulsionar a extremidade de entrada da peça de rotação daprimeira máquina elétrica 1041 do mecanismo de máquina elétricarotacional 1040 através da embreagem controlável 1120; e por suavez a extremidade de saida da segunda máquina elétrica 1042 domecanismo de máquina elétrica rotacional 1040 impulsiona a cargada extremidade traseira 1114 através da transmissão da extremidadetraseira 1113;
- a transmissão da extremidade dianteira 1006 éum item opcional provido dependendo da natureza da carga,incluindo o conjunto de engrenagens diferenciais 1017 opcional comsuas ambas extremidades diferenciais para impulsionar a carga daextremidade dianteira 1007, ou um único conjunto de engrenagens detransmissão de saida opcional em lugar do conjunto de engrenagensdiferenciais 1017 para impulsionar uma carga individual ouqualquer outra carga; ou quando requerido a embreagem controlável1016 fica disposta entre a extremidade de saida diferencial 1032do conjunto de engrenagens diferenciais intermediárias 1111 e oconjunto de engrenagens diferenciais 1017 da transmissão daextremidade dianteira 1006 para controle de engate ou desengate;além disso, conforme requerido, um freio controlável 1122 opcionalpode ser provido na extremidade de saida 1032 do conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias 1111; a dita transmissãoda extremidade dianteira 1006 pode ou não ser opcionalmenteinstalada conforme requerido;
- a embreagem controlável 1016 está relacionada auma embreagem movida por força manual, mecânica, eletromagnética,fluida ou força excêntrica, ou compreende um dispositivo detransmissão de uma só via, que está disposto entre a extremidadede saida diferencial 1032 do conjunto de engrenagens diferenciaisintermediárias 1111 e a extremidade de entrada do conjunto deengrenagens diferenciais 1017 da transmissão da extremidadedianteira 1006 para se engatar ou desengatar ao controladorcentral 1118; a dita embreagem controlável 1016 pode ou não seropcionalmente instalada conforme exigido;
- um freio 1121 controlável, relacionado a umaparato de freio controlado por força manual, mecânica,eletromagnética ou de fluido, que está disposto entre aextremidade de saida diferencial 1033 do conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias 1111 e o alojamento estático parafechar ou liberar o freio sujeito ao controlador central 1118; odito freio controlável 1121 pode ou não ser opcionalmenteinstalado conforme requerido;
- um freio controlável 1122, relacionado a umaparato de freio controlado por força manual, mecânica,eletromagnética ou de fluido, que está disposto entre aextremidade de saida diferencial 1032 do conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias 1111 e o alojamento estático parafechar ou liberar o freio sujeito ao controlador central 1118; odito freio controlável 1122 pode ser ou não opcionalmenteinstalado conforme exigido;
o mecanismo de máquina elétrica rotacional1040, provido na construção da máquina elétrica CA ou CC, com ousem escovas, contendo uma só ou uma pluralidade de primeirasmáquinas elétricas 1041 e uma só ou uma pluralidade de segundasmáquinas elétricas 1042, com ambas compartilhando o mesmo suporte,a extremidade de entrada da peça de rotação da primeira máquinaelétrica 1041 sendo acoplada através da embreagem controlável 1120à extremidade de saida diferencial 1033 do conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias 1111, a extremidade de saida da peçade rotação da segunda máquina elétrica 1042 impulsiona, através datransmissão da extremidade traseira diferencial 1113, a carga daextremidade traseira 1114, ou um único conjunto de engrenagens detransmissão de saida opcional é provido em lugar da transmissão daextremidade traseira diferencial 1113 para impulsionar uma cargaindividual ou qualquer outra carga; onde a primeira máquinaelétrica 1041 está operando essencialmente como um gerador ealternativamente como um motor; a segunda máquina elétrica 1042está operando essencialmente como um motor e alternativamente comoum gerador;
- a embreagem controlável 1120, relacionada a umaembreagem movida por força manual, mecânica, eletromagnética,fluida ou força excêntrica, ou compreendida por uma transmissão deuma só via, a qual é provida entre a extremidade de saidadiferencial 1033 do conjunto de engrenagens diferenciaisintermediárias 1111 e a extremidade de entrada da peça de rotaçãoda primeira máquina elétrica 1041 do mecanismo de máquina elétricarotacional 1040 para se engatar ou desengatar conforme sujeita aocontrolador central 1118; a dita embreagem controlável 1120 podeou não ser opcionalmente instalada conforme exigido;
- o controlador central 1118, que compreende umdinamo elétrico, ou um componente eletrônico de estado sólido, ouum microprocessador e seu software de operação associado aocomando ou sinal de controle de saida de acordo com a configuraçãointerna ou controle randômico manual para controlar o dispositivode controle de impulsionamento 1115; o dito controlador central1118 pode ou não ser opcionalmente instalado conforme requerido;
- o dispositivo recarregável 1117, que é um itemopcional relacionado a uma bateria secundária recarregável,capacitor, ou super-capacitor;a carga da extremidade dianteira 1007,compreendendo um só ou uma pluralidade de conjuntos de rodas,esteiras, ou qualquer outra carga;
a transmissão da extremidade traseira 1113,provida dependendo da natureza da carga contendo um só ou umapluralidade de conjuntos de engrenagens diferenciais para ambas asextremidades de saida diferenciais para impulsionar a carga daextremidade traseira 1114, ou um conjunto de engrenagens detransmissão fica disposto para impulsionar uma carga individual daextremidade traseira 1114; a dita transmissão da extremidadetraseira 1113 pode ou não ser opcionalmente instalada conformerequerido;
a carga da extremidade traseira 1114, quecompreende um só ou uma pluralidade de conjuntos de rodas,esteiras ou qualquer outra carga;
- um dispositivo de controle de impulsionamento1115, compreendendo um dinamo elétrico, ou um componenteeletrônico de estado sólido, conectado entre a primeira máquinaelétrica 1041 e a segunda máquina elétrica 1042 do mecanismo demáquina elétrica rotacional 1040 e o dispositivo recarregável 1117para receber o comando do controlador central 1118, para executarcontrole de força e transmissão para impulsionar a primeiramáquina elétrica 1041 ou a segunda máquina elétrica 1042 ou ambas,ocupando-se em revoluções positivas ou negativas funcionando comoum motor; ou para controlar a primeira máquina elétrica 1041, ou asegunda máquina elétrica 1042, ou ambas, funcionando como umgerador, ou para executar a regulação da amperagem e voltagem deentrada ou saida entre a primeira máquina elétrica 1041 e asegunda máquina elétrica 1042 ou do dispositivo recarregável 1117através do dispositivo de controle de impulsionamento 1115; oupara o controle de embreagens controláveis 1002, 1016, e 1120, oudos freios controláveis 1121 e 1122, ou da interface de controle etransmissão intermediária 1003, ou da unidade de força rotacional1000 ou de qualquer outra força elétrica de controle de saida decarga através do dispositivo de controle de impulsionamento 1115;o dito dispositivo de controle de impulsionamento 1115 podendo ounão ser opcionalmente instalado conforme requerido.As funções de operação primária do sistema dedistribuição de força por geração diferencial da presente invençãoincluem o acoplamento da extremidade de saida de energia cinéticarotacional da unidade de força rotacional 1000 e a interface decontrole e transmissão intermediária 1003, a interface de controlee transmissão intermediária 1003 contendo a transmissão principal
-1110 compreendida pela embreagem controlável 1002 e pelodispositivo de troca de engrenagens, e o conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias 1111 sendo impulsionado pelatransmissão principal 1110 enquanto uma das extremidades de saidadiferencial do conjunto de engrenagens diferenciais intermediárias
-1111 impulsiona a transmissão da extremidade dianteira 1006 paramais adiante impulsionar a carga da extremidade dianteira 1007; aoutra extremidade de saida diferencial do conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias 1111 impulsiona a extremidade deentrada da peça de rotação da primeira máquina elétrica 1041 nomecanismo de máquina elétrica rotacional 1040 enquanto aextremidade de saida da peça de rotação da segunda máquinaelétrica 1042 no mecanismo de máquina elétrica rotacional 1040impulsiona, diretamente ou por meio de uma transmissão, a carga daextremidade traseira 1114; o mecanismo de máquina elétricarotacional 104 0 está suj eito ao controle do dispositivo decontrole de impulsionamento 1115 para regular. e controlar adistribuição de força entre a carga da extremidade dianteira 1007e a carga da extremidade traseira 1114.
No sistema de distribuição de força por geraçãodiferencial da presente invenção, a extremidade de entrada 1001 daembreagem controlável 1002 é acoplada à energia cinéticarotacional da unidade de força rotacional 1000, e sua extremidadede saida é acoplada à transmissão principal 1110; a extremidade desaida da transmissão principal 1110 é acoplada à extremidade deentrada 1031 do conjunto de engrenagens diferenciaisintermediárias 1111; uma extremidade de saida diferencial 1032 doconjunto de engrenagens diferenciais intermediárias 1111impulsiona a transmissão da extremidade dianteira 1006 através daembreagem controlável 1016 e o conjunto de engrenagensdiferenciais 1017 para assim impulsionar a carga da extremidadedianteira 1007; a outra extremidade de saida diferencial 1033 doconjunto. de engrenagens diferenciais intermediárias 1111impulsiona a extremidade de entrada da peça de rotação da primeiramáquina elétrica 1041 no mecanismo de máquina elétrica rotacional1040 através da embreagem controlável 1120; e mais adianteimpulsiona a carga da extremidade traseira 1114 através datransmissão da extremidade traseira 1113 na extremidade de saidada segunda máquina elétrica 1042 no mecanismo de máquina elétricarotacional 1040.
Ambos as primeira e segunda máquinas elétricas1041, 1042 do sistema de distribuição de força por geraçãodiferencial podem operar como um motor ou como um gerador deacordo com as necessidades de operação. Quando a primeira máquinaelétrica 1041 é impulsionada pela energia cinética rotacional daextremidade de saida diferencial 1033 do conjunto de "engrenagensdiferenciais intermediárias 1111 para funcionar como um gerador, aforça de saida pode prover qualquer uma ou todas as seguintesfunções sujeitas ao controle pelo controlador central 1118 e pelodispositivo de controle de impulsionamento 1115:
(1) com a embreagem controlável 1016 desengatadae o freio controlável 1122 travado para servir como motor para aunidade de força rotacional 1000, o motor assim controlado estágirando a, ou se aproximando de, uma velocidade fixa dentro daárea de rpm do consumo de combustível especifico de freio (CCEF)caracterizando uma eficiência de energia comparativamente maisalta e mais economia de combustível para impulsionar a primeiramáquina elétrica 1041 operando como um gerador; a força geradaimpulsiona a segunda máquina elétrica 1042 para operar como ummotor, diretamente ou através de controle pelo dispositivo decontrole de impulsionamento 1115, para assim impulsionar a cargada extremidade traseira 1114 partindo da condição estática eexecutar uma operação de aceleração;
(2) se o sistema deve ser provido com odispositivo recarregável 1117, a embreagem controlável 1016 édesengatada e o freio controlável 1122 é travado para servir comomotor para a unidade de força rotacional 1000, o motor assimcontrolado está girando a, ou se aproximando de, uma velocidadefixa dentro da área de rpm do consumo de combustível específico defreio (CCEF) caracterizando uma eficiência de energiacomparativamente mais alta e mais economia de combustível paraimpulsionar a primeira máquina elétrica 1041 operando como umgerador; a força gerada carrega o dispositivo recarregavel 1117não-saturado, ou é provida a um destino externo;
(3) com a embreagem controlável 1016 desengatadae o freio controlável 1122 travado para servir como motor para aunidade de força rotacional 1000, o motor assim controlado estágirando a, ou se aproximando de, uma velocidade fixa dentro daárea de rpm do consumo de combustível específico de freio (CCEF)caracterizando uma eficiência de energia comparativamente maisalta e mais economia de combustível para impulsionar a primeiramáquina elétrica 1041 operando como um gerador; a força gerada eaquela do dispositivo recarregavel 1117 impulsionam conjuntamentea segunda máquina elétrica 1042 para funcionar como um motor,diretamente ou por controle através do dispositivo de controle deimpulsionamento 1115, para assim impulsionar a carga daextremidade traseira 1114 partindo do estado estático e executaruma operação de aceleração;
(4) com a embreagem controlável 1016 desengatadae o freio controlável 1122 travado para servir como motor para aunidade de força rotacional 1000, o motor assim controlado estágirando a, ou se aproximando de, uma velocidade fixa dentro daárea de rpm do consumo de combustível específico de freio (CCEF)caracterizando uma eficiência de energia comparativamente maisalta e mais economia de combustível para impulsionar a primeiramáquina elétrica 1041 operando como um gerador; a força geradaimpulsiona a segunda máquina elétrica 1042 para funcionar como ummotor, diretamente ou por controle através do dispositivo decontrole de impulsionamento 1115, para impulsionar a carga daextremidade traseira 1114 partindo do estado estático e executaruma operação de aceleração enquanto ao mesmo tempo carrega odispositivo recarregavel 1117;
(5) a força de saída da primeira máquina elétrica1041 conforme impulsionada pela energia cinética rotacional doconjunto de engrenagens diferenciais intermediárias 1111impulsiona a segunda máquina elétrica 1042 para funcionar como ummotor, diretamente ou através do dispositivo de controle deimpulsionamento 1115, para assim impulsionar a carga daextremidade traseira 1114 partindo do estado estático e executaruma operação de aceleração;
(6) quando para o sistema é provido com odispositivo recarregável 1117, a energia cinética rotacional doconjunto de engrenagens diferenciais intermediárias 1111 pode seraplicada para impulsionar a primeira máquina elétrica 1041 parafuncionar como um gerador, com a força gerada para carregar odispositivo recarregável 1117 não-saturado, ou pode ser provida a um destino externo;
(7) quando o sistema é provido com o dispositivorecarregável 1117, a energia cinética rotacional do conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias 1111 pode ser aplicadapara impulsionar a primeira máquina elétrica 1041 para funcionarcomo um gerador, com a força gerada para impulsionar a segundamáquina elétrica 1042 funcionando como um motor, diretamente oupor controle através do dispositivo de controle de impulsionamento1115, para assim impulsionar a carga da extremidade traseira 1114partindo do estado estático e executar uma operação de aceleraçãoenquanto ao mesmo tempo carrega o dispositivo recarregável não-saturado 1117;
(8) quando o sistema é provido com o dispositivorecarregável 1117, a energia cinética rotacional do conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias 1111 pode ser aplicadapara impulsionar a primeira máquina elétrica 1041 para funcionarcomo um gerador, com a força gerada e aquela da saida dodispositivo recarregável 1117 usadas para impulsionarconjuntamente a segunda máquina elétrica 1042 para funcionar comoum motor, diretamente ou através da controle pelo dispositivo decontrole de impulsionamento 1115, para assim impulsionar a cargada extremidade traseira 1114 partindo do estado estático eexecutar uma operação de aceleração;
(9) a segunda máquina elétrica 1042 é capaz defuncionar como um gerador no estado em que o freio de carga estáaplicando uma frenagem ou redução com a força de saida providapara carregar o dispositivo recarregável 1117 de modo a produziramortecimento.
0 sistema de distribuição de força por geraçãodiferencial da presente invenção quando aplicado a um veiculo detransporte com tração em todas as rodas é capaz de prover qualqueruma ou todas as seguintes funções através da interface de controlee transmissão intermediária 1003 e do controle via controladorcentral 1118:
(1) a força do dispositivo recarregável 1117impulsiona a primeira máquina elétrica 1041 e a segunda máquinaelétrica 1042 no mecanismo de máquina elétrica rotacional 1040para que qualquer uma ou ambas as máquinas elétricas se engaj em emrevoluções positivas ou negativas como um motor para impulsionar acarga partindo do estado estático e executar uma operação deaceleração; ou
(2) a força do dispositivo recarregável 1117impulsiona a primeira máquina elétrica 1041 ou a segunda máquinaelétrica 1042 no mecanismo de máquina elétrica rotacional 1040para qualquer uma ou ambas as máquinas elétricas funcionarem comoum motor para conjuntamente impulsionarem a carga com a energiacinética rotacional da unidade de força rotacional 1000 (porexemplo, um motor); ou se engajarem em revoluções positivas ounegativas como um motor para regular e controlar a relação dedistribuição de força entre a carga da extremidade dianteira 1007e a carga da extremidade traseira 1114; ou
(3) a energia cinética rotacional da unidade deforça rotacional 1000 impulsiona a primeira máquina elétrica 1041do mecanismo de máquina elétrica rotacional 1040 para funcionarcomo um gerador com a força de saida usada para carregar odispositivo recarregável 1117 e mudar o contra-torque formado pelaforça de saida, controlando a magnitude da corrente de carga,enquanto regula e controla a relação de distribuição de forçaentre a carga da extremidade dianteira 1007 e a carga daextremidade traseira 1114 por meio do acoplamento diferencial docontra-torque através do conjunto de engrenagens diferenciaisintermediárias 1111; ou(4) com a embreagem controlável 1016 desengatadae o freio controlável 1122 travado para servir como motor para aunidade de força rotacional 1000, o motor assim controlado estágirando a, ou se aproximando de, uma velocidade fixa dentro daárea de rpm do consumo de combustível especifico de freio (CCEF)caracterizando uma eficiência de energia comparativamente maisalta e mais economia de combustível para impulsionar a primeiramáquina elétrica 1041 operando como um gerador; a força geradaimpulsiona a segunda máquina elétrica 1042 para funcionar como ummotor, diretamente ou por controle através do dispositivo decontrole de impulsionamento 1115, para impulsionar a carga daextremidade traseira 1114 partindo do estado estático e executaruma operação de aceleração; ou
(5) a energia cinética rotacional da extremidadede saida diferencial 1033 do conjunto de engrenagens diferenciaisintermediárias 1111 impulsiona a primeira máquina elétrica 1041para funcionar como um gerador, com a força gerada diretamente ouatravés de controle pelo dispositivo de controle deimpulsionamento 1115, sendo usada para impulsionar a segundamáquina elétrica 1042 para funcionar como um motor paraimpulsionar a carga da extremidade traseira 1114 partindo doestado estático e executar uma operação de aceleração; ou
(6) a energia cinética rotacional da extremidadede saida diferencial 1033 do conjunto de engrenagens diferenciaisintermediárias 1111 impulsiona a primeira máquina elétrica 1041para funcionar como um gerador com a força gerada e aquela dasaida do dispositivo recarregável 1117 impulsionando conjuntamentea segunda máquina elétrica 1042 para funcionar como um motor,diretamente ou por controle pelo dispositivo de controle deimpulsionamento 1115, para impulsionar a carga da extremidadetraseira 1114 partindo do estado estático e executar uma operaçãode aceleração; ou
(7) quando o veiculo de transporte está descendoum declive ou está exercendo uma frenagem ou desaceleração, tantouma só como ambas primeira máquina elétrica 1041 e segunda máquinaelétrica 1042 no mecanismo de máquina elétrica rotacional 1040funcionam como um gerador para carregar o dispositivo recarregável1117, ou prover força para outra carga impulsionada por força,para executar a frenagem de regeneração; ou
(8) o sistema se engata no impulsionamento dasrodas dianteiras; ou
(9) o sistema se engata no impulsionamento dasrodas traseiras; ou
(10) o sistema se engata no impulsionamento detodas as rodas.
A fig. 2 é uma vista esquemática mostrandomúltiplas unidades de cargas da extremidade traseira impulsionadaspela forma de incorporação preferida da presente invençãoilustrada na fig. 1. A configuração do sistema conforme ilustradona fig. 2, enquanto sendo mostrada junto com aquela ilustrada nafig.1, é caracterizada essencialmente pelo fato de que:
duas ou mais de duas segundas máquinaselétricas 1042 ficam respectivamente dispostas em duas ou mais deduas cargas da extremidade traseira 1114 para estarem sujeitas aocontrole pelo dispositivo de controle de impulsionamento 1115 paraimpulsionarem separadamente suas transmissões de extremidadetraseira 1113 correspondentes para assim impulsionar as cargas daextremidade traseira 1114 cada uma impulsionada pela transmissãoda extremidade traseira 1113.
No sistema de distribuição de força por geraçãodiferencial da presente invenção, o mecanismo de máquina elétricarotacional 1040 pode ser compreendido por máquinas elétricasindividuais separadas múltiplas conforme ilustrado na fig. 3, quemostra um mecanismo de máquina elétrica rotacional compreendendouma máquina elétrica individual separada de outro forma deincorporação preferida da presente invenção. Adicionalmente àconfiguração e funções do sistema conforme ilustrado na fig. 1, aconstrução conforme ilustrado ma fig. 3 é caracterizada por ter:
- uma primeira máquina elétrica independente 1041; e
- uma ou uma pluralidade de segundas máquinaselétricas 1042 independentes para impulsionarem a carga daextremidade traseira 1114 adaptadas tanto diretamente como atravésde um dispositivo de transmissão de velocidade variável do estadoda arte anterior.
A fig. 4 é uma vista esquemática ilustrando aforma de incorporação preferida ilustrada na fig. 3, provida commúltiplas unidades da segunda máquina elétrica e múltiplasunidades de carga traseira. A configuração do sistema da forma deincorporação preferida na fig. 4, enquanto apresentando aconfiguração primária da fig. 3, é caracterizada pelo fato de que:
- cada segunda máquina elétrica 1042 independenteé adaptada às cargas em ambos os lados de duas ou mais de duascargas da extremidades traseira 1114 para estar sujeita aocontrole pelo dispositivo de controle de impulsionamento 1115 semprover a transmissão da extremidade traseira 1113 de modo a usarmais espaço, e melhorar a eficiência; ou
u'a máquina elétrica do tipo de rodasdiretamente impulsionadas pode ser provida entre a segunda máquinaelétrica 1042 e a carga da extremidade traseira 1114; ou a cargada extremidade traseira 1114 é impulsionada pela segunda máquinaelétrica 1042, diretamente ou por meio de uma transmissão develocidade variável do estado da arte anterior, com as funções eprincípios de funcionamento do sistema semelhantes àqueles daforma de incorporação preferida mostrados na fig. 3.
No sistema de distribuição de força por geraçãodiferencial da presente invenção, o mecanismo de máquina elétricarotacional 1040 enquanto compreende as estruturas de máquinaselétricas rotacionais compartilhando a mesma construção ilustradanas figs. 1 e 2, pode formar outro mecanismo de máquina elétricarotacional 10410 tendo as peças de rotação indicadas dispostascoaxialmente em série. Conforme ilustrado na fig. 5, a construçãode outra forma de incorporação preferida da presente invençãotendo suas peças de rotação coaxialmente dispostas em série paraformar um mecanismo de máquina elétrica rotacional, enquantoassume a configuração e funções do sistema da forma deincorporação preferida ilustrada na fig. 1, é caracterizada pelofato de que:
- uma peça de rotação 10411 da primeira máquinaelétrica e uma peça de rotação 10412 da segunda máquina elétricaestão coaxialmente dispostas em série; a peça de rotação 10412 dasegunda máquina elétrica impulsiona pelo menos uma carga daextremidade traseira 1114 diretamente ou através de pelo menos umatransmissão da extremidade traseira 1113; e
- uma peça estática de máquina elétrica 10413servindo como um caminho magnético comum é provida estendendo-seaxialmente para se acoplar à peça de rotação. 10411 da primeiramáquina elétrica e à peça de rotação 10412 da segunda máquinaelétrica.
A fig. 6 é uma vista esquemática exibindo a formade incorporação preferida ilustrada na fig. 5, provida commúltiplas unidades da carga da extremidade traseira. Aconfiguração do sistema da forma de incorporação preferida na fig.6, enquanto assumindo a configuração primária da fig. 5, écaracterizada pelo fato de que:
- as peças de rotação são coaxialmente dispostasem série para formar o mecanismo de máquina elétrica rotacionai10410 e uma peça estática de máquina elétrica 10413 compartilhandoum caminho magnético comum é provida estendendo-se axialmente aolongo de onde ambas as peças de rotação 10411, 10412respectivamente da primeiro e da segunda máquinas elétricas estãodispostas coaxialmente em série, acoplada à peça de rotação 10411da primeira máquina elétrica individualmente provida e à peça derotação 10412 da segunda máquina elétrica também individualmenteprovida, coaxialmente em série com a primeira máquina elétrica.
A peça estática de máquina elétrica 10413compartilhando um caminho magnético comum é disposta coaxialmenteem série com suas partes de rotação 10411, 10412, respectivamenteda primeira e segunda máquinas elétricas, acopladas interiormente;e a parte de rotação 10412 da segunda máquina elétricaimpulsionada uma ou múltiplas cargas da extremidade traseira 1114tanto diretamente como por meio de múltiplas transmissões daextremidade traseira 1113.
Conforme requerido, a peça estática de máquinaelétrica 10413 compartilhando um caminho magnético comum pode setornar um campo magnético ou armadura para a máquina elétricaenquanto ambas partes de rotação 10411, 10412 respectivamente daprimeiro e segunda máquinas elétricas também podem funcionar comocampo magnético ou armadura para a máquina elétrica conformerelativamente selecionado, se e quando requerido; as funções eprincípios de funcionamento do sistema são iguais àquelesapresentados na fig. 5.
A fig. 21 é uma vista esquemática da presenteinvenção mostrando que a peça de rotação da máquina elétricaindica a construção coaxial em série de um mecanismo de máquinaelétrica rotacional.
No sistema de distribuição de força por geraçãodiferencial da presente invenção, o mecanismo de máquina elétricarotacional 10410 pode compreender peças de rotação dispostas emparalelo a múltiplos eixos acoplados à peça estática de máquinaelétrica compartilhando um caminho magnético comum enquanto omecanismo de máquina elétrica rotacional faz parte da construçãode u' a máquina elétrica rotacional compartilhando a mesmaestrutura ilustrada nas figs. 1 e 2.
A fig. 7 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando múltiploseixos da peça de rotação de máquina elétrica acoplada em paralelocom a peça estática de máquina elétrica compartilhando o mesmocaminho magnético. A construção da forma dé incorporação preferidaconforme ilustrado na fig. 1, enquanto mantendo a configuração efunções do sistema apresentado na fig. 1, é caracterizada pelofato de que:
- a peça de rotação 10411 da primeira máquinaelétrica e a parte de rotação 10412 da segunda máquina elétricasão dispostas em paralelo em múltiplos eixos; e a parte de rotação10412 da segunda máquina elétrica impulsiona a carga daextremidade traseira 1114 diretamente ou através da transmissão daextremidade traseira 1113; e
- um caminho magnético fechado é formado tendoambas partes de rotação 10411, 10412 respectivamente da primeira esegunda máquinas elétricas acoplando-se à peça estática de máquinaelétrica 10413 compartilhando o mesmo caminho magnético.
A fig. 8 é uma vista esquemática mostrando aforma de incorporação preferida ilustrada na fig. 7 provida commúltiplas unidades de carga da extremidade traseira. A construçãoda forma de incorporação preferida conforme ilustrado na fig. 8,enquanto mantendo a configuração e funções do sistema conformeaqueles apresentados na f ig. 7, são caracterizados pelo fato deque:
o mecanismo de máquina elétrica rotacional10410 compreende ambas peças de rotação 10411, 10412respectivamente da primeira e segunda máquinas elétricasindividualmente providas sendo dispostas em paralelo em eixosmúltiplos e acopladas à peça estática de máquina elétrica 10413compartilhando um caminho magnético comum; e a peça de rotação10411 da primeira máquina elétrica e a peça de rotação 10412 dasegunda máquina elétrica acopladas à peça estática de máquinaelétrica 10413 compartilhando um caminho magnético comum sãodispostas em paralelo em eixos múltiplos enquanto a peça derotação 10412 da segunda máquina elétrica impulsiona uma oumúltiplas cargas da extremidade traseira 1114 diretamente ou pormeio da transmissão de extremidade traseira 1113.
Conforme requerido, a peça estática de máquinaelétrica 10413 compartilhando um caminho magnético comum pode setornar um campo magnético ou uma armadura para a máquina elétricaenquanto ambas peças de rotação 10411, 10412 respectivamente daprimeira e segunda máquinas elétricas também podem funcionar comoo campo magnético ou armadura para a máquina elétrica, se e quandoexigido; as funções e princípios de funcionamento do sistema sãoiguais àquelas apresentadas na fig. 7.
A fig. 22 é uma vista esquema ti ca da presenteinvenção mostrando a construção do mecanismo de máquina elétricarotacional tendo sua peça de rotação compreendida por múltiploseixos acoplados em paralelo com a peça estática da máquinaelétrica compartilhando um caminho magnético comum.
Diferentemente do mecanismo de máquina elétricarotacional 1040 no sistema de distribuição de força por geraçãodiferencial da presente invenção compreender a estrutura demáquina elétrica rotacional compartilhando a mesma construçãoilustrada nas figs. 1 e 2, o mecanismo de máquina elétricarotacional 10410 pode compreender máquinas elétricas coaxialmentedispostas em uma construção de três camadas em u'a maneiracircular. A fig. 9 é uma vista esquemática de outra forma deincorporação preferida da presente invenção mostrando um mecanismode máquina elétrica rotacional compreendendo uma construção demáquina elétrica do tipo coaxial em formato de anel de trêscamadas. A construção da forma de incorporação preferida ilustradana fig. 9, enquanto mantendo a configuração e funções do sistemaapresentadas na fig. 1, é caracterizado pelo fato de que:
- a peça de rotação 10411 da primeira máquinaelétrica em formato circular ou cilíndrico e a peça de rotação10412 da segunda máquina elétrica em formato circular apresentam,com a peça estática de máquina elétrica 10413 compartilhando umcaminho magnético comum e disposta entre ambas peças de rotação10411, 10412, uma construção de máquina elétrica coaxial em formade anel do tipo de três camadas; e a peça de rotação 10412 dasegunda máquina elétrica impulsiona a carga da extremidadetraseira 1114 diretamente ou através da transmissão da extremidadetraseira 1113.
A f ig. 10 é uma vista esquemática mostrando aforma de incorporação preferida ilustrada na fig. 9 provida commúltiplas unidades de carga da extremidade traseira. A construçãoda forma de incorporação preferida conforme ilustrado na fig. 10,enquanto mantendo a configuração e funções do sistema conformeaquelas apresentadas na fig. 9, é caracterizada pelo fato de que:
o mecanismo de máquina elétrica rotacional10410 em uma construção de máquinas elétricas coaxiais em formatode anel do tipo de três camadas indica uma estrutura de máquinaelétrica caracterizando três camadas de máquinas elétricascoaxialmente dispostas acopladas umas às outras; em que a camadacentral em formato de anel é provida como uma peça estática demáquina elétrica 10413 compartilhando um caminho magnético comum;a camada exterior em formato de anel e a camada interna em formatode anel ou de cilindro estão funcionando respectivamente como apeça de rotação 10411 da primeira máquina elétrica e a peça derotação 10412 da segunda máquina elétrica operandoindividualmente; e a peça de rotação 10412 da segunda máquinaelétrica impulsiona uma múltiplas cargas da extremidade traseira1114 diretamente ou através da transmissão da extremidade traseira1113.
Conforme requerido, a peça estática de máquinaelétrica 10413 compartilhando um caminho magnético comum pode setornar um campo magnético ou uma armadura para a máquina elétricaenquanto ambas peças de rotação 10411, 10412 respectivamente daprimeiro e segunda máquinas elétricas também podem funcionarrespectivamente como os campos magnéticos ou armaduras para amáquina elétrica que se ocupa em uma operação relativa, se equando exigido; as funções e princípios de funcionamento dosistema são iguais àqueles da fig. 9.
A f ig. 23 é uma vista esquema tica da presenteinvenção mostrando um mecanismo de máquina elétrica rotacionalcompreendendo uma estrutura de máquina, elétrica coaxial em formatode anel de três camada.
Para a energia cinética rotacional da unidade deforça rotacional 1000 do sistema de distribuição de força porgeração diferencial da presente invenção impulsionar diretamente acarga da extremidade traseira 1114, quaisquer das formas deincorporação preferidas apresentadas nas figs. 1 a 4 pode serprimeiro provida com uma embreagem controlável 1116 suj eita aocontrole pelo controlador central 1118 e com o dispositivo decontrole de impulsionamento 1115 entre ambas peças de rotação daprimeira e segunda máquinas elétricas 1041, 1042 do mecanismo demáquina elétrica rotacional 1040. Quando a embreagem controlável1116 indicar um estado engatado, a energia cinética rotacional daunidade de força rotacional 1000 entra por meio da peça de rotaçãoda primeira máquina elétrica 1041 para a peça de rotação dasegunda máquina elétrica 1042 através da embreagem controlável 1116 em estado engatado, e mais adiante para a extremidade desalda da peça de rotação da segunda máquina elétrica 1042 paraimpulsionar a carga da extremidade traseira 1114.
A fig. 11 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando uma embreagem controlável provida entre a peça de rotação da primeiramáquina elétrica e aquela da segunda máquina elétrica ilustrada nafig. 1.A fig. 12 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando umaembreagem controlável provida entre a peça de ro.tação da primeiramáquina elétrica e aquela da segunda máquina elétrica ilustrada nafig. 2
A fig. 13 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando umaembreagem controlável provida entre a peça de rotação da primeiramáquina elétrica e aquela da segunda máquina elétrica ilustrada nafig. 3.
A fig. 14 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando umaembreagem controlável provida entre a peça de rotação da primeiramáquina elétrica e aquela da segunda máquina elétrica ilustrada nafig. 4.
A embreagem controlável 1116 ilustrada nas f igs.11 a 14 é impulsionada por força manual, mecânica,eletromagnética, fluida, ou excêntrica, ou por uma transmissão deuma só via; a embreagem controlável 1116 é provida entre ambaspeças de rotação da primeira máquina elétrica 1041 e da segundamáquina elétrica 1042 no mecanismo de máquina elétrica rotacional1040, e está sujeita ao controle pelo controlador central 1118para engatar, ou desengatar, a peça de rotação da primeira máquinaelétrica 1041 com, ou da, peça de rotação da segunda máquinaelétrica 1042. A embreagem controlável pode ou não seropcionalmente instalada conforme requerido.
Com a embreagem controlável 1116 sendo eleitapara ficar disposta entre ambas peças de rotação da primeiro esegunda máquinas elétricas 1041, 1042, o sistema prove qualqueruma ou todas as seguintes funções:
(1) Com a embreagem controlável 1116 em estadoengatado, a energia cinética rotacional que sai da extremidade desaida diferencial 1033 do conj unto de - engrenagens diferenciaisintermediárias 1111 impulsiona a peça de rotação da primeiramáquina elétrica 1041 por meio de outra embreagem controlável1120, e então impulsionada a peça de rotação da segunda máquinaelétrica 1042 através da embreagem controlável 1116 para assimimpulsionar a carga da extremidade traseira 1114 por meio datransmissão da extremidade traseira 1113;
(2) Com a embreagem controlável 1116 em estadoengatado, a força que sai do dispositivo recarregável 1117impulsiona cada uma de ambas primeira e segunda máquinas elétricas1041, 1042 para funcionarem como um motor através do controle pelodispositivo de controle de impulsionamento 1115; e
(3) Com a embreagem controlável 1116 em estadoengatado, ambas primeira e segunda máquinas elétricas 1041, 1042são conjuntamente puxadas pela fonte de força rotacional 1000 oupor uma inércia de carga para funcionarem como um gerador, com aforça gerada carregando o dispositivo recarregável 1117 ouprovendo força a qualquer outra carga impulsionada por forçaatravés do dispositivo de controle de impulsionamento 1115.
Na prática, qualquer um dos sistemas dedistribuição de força por geração diferencial ilustrados nas figs.1 a 4 e figs. 11 a 14 pode incluir qualquer um ou todos osseguintes dispositivos e funções para satisfazer as exigências deaplicação individuais:
- a extremidade de saida diferencial 1032 doconjunto de engrenagens diferenciais intermediárias 1111 podeprimeiro ser adaptada com um freio controlável 1122 ou umaembreagem controlável 1016 antes de se acoplar à transmissão daextremidade dianteira 1006 para assim impulsionar a carga daextremidade dianteira 1007 através do conjunto de engrenagensdiferenciais 1017 da transmissão da extremidade dianteiro 1006; ofreio controlável 1122 e a embreagem controlável 1016 podem serprovidos separadamente ou compartilhando a estrutura em comum, equalquer um ou ambos freio controlável 1122 e embreagemcontrolável 1016 podem ou não ser opcionalmente instaladosconforme requerido;
- com a embreagem controlável 1016 disposta entrea extremidade de saida diferencial 1032 do conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias 1111 e a transmissão da extremidadedianteira 1006 em estado desengatado, o freio controlável 1122 noestado freado, outra embreagem controlável 1120 disposta entre aoutra extremidade de saida diferencial 1033 do conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias 1111 e o mecanismo demáquina elétrica rotacional 1040 em estado engatado, e outro freiocontrolável 1121 em estado liberado, a carga da extremidadedianteira 1007 indica estado ocioso e o sistema impulsiona a cargada extremidade traseira 1114;
- a outra extremidade de saida diferencial 1033do conjunto de engrenagens diferenciais intermediárias 1111 podeser primeiro adaptada com o freio controlável 1121, ou com aembreagem controlável 1120 antes de se acoplar à extremidade deentrada da primeira máquina elétrica 1041 do mecanismo de máquinaelétrica rotacional 1040; ambos freio controlável 1121 e embreagemcontrolável 1120 podem ser providos separadamente oucompartilhando a mesma estrutura, e qualquer um ou ambos freiocontrolável 1121 e embreagem controlável 1120 podem ou não seropcionalmente instalados conforme exigido;
- com a embreagem controlável 1120 disposta entrea extremidade de saida diferencial 1033 do conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias 1111 e o mecanismo de máquina elétricarotacional 1040 em estado desengatado, o freio controlável 1122 noestado freado, outra embreagem controlável 1016 disposta entre aextremidade de saida diferencial 1032 do conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias 1111 e a transmissão da extremidadedianteira 1006 em estado engatado, e o freio controlável 1122 emestado liberado, a carga de extremidade dianteira indica estadoocioso e o sistema impulsiona a carga da extremidade traseira1114; a energia cinética rotacional da unidade de força rotacional1000 impulsiona a carga da extremidade dianteira 1007 por meio datransmissão principal 1110, a extremidade de saida diferencial1032 do conjunto de engrenagens diferenciais intermediárias 1111,e a transmissão da extremidade dianteira 1006 enquanto a carga daextremidade traseira 1114 é deixada em um estado deslizante; ou
(1) quando o dispositivo recarregável 1117 éprovido, a força do dispositivo recarregável 1117 impulsiona asegunda máquina elétrica 1042 por meio do dispositivo de controlede impulsionamento 1115 para funcionar como um motor, de modo quea força que sai do dispositivo recarregável 1117 impulsiona asegunda máquina elétrica 1042 para funcionar como um motor paraimpulsionar a carga da extremidade traseira 1114 ao mesmo tempo emque a energia cinética rotacional da unidade de força rotacional1000 impulsiona a segunda máquina elétrica 1042 para funcionarcomo um motor;
(2) se a carga da extremidade dianteira 1007 e acarga da extremidade traseira 1114 são do tipo carga integrada,tal como uma carga no solo, em uma superfície ou na água, asegunda máquina elétrica 1042 é puxada pela carga da extremidadetraseira 1114 para funcionar como um gerador quando a energiacinética rotacional da unidade de força rotacional 1000 estáimpulsionando a carga da extremidade dianteira 1007; e a forçagerada carrega o dispositivo recarregável 1117 ou prove força paraqualquer outra carga movida por força;
- com a embreagem controlável 1016 disposta entrea extremidade de saida diferencial 1032 do conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias 1111 e a transmissão da extremidadedianteira 1006 em estado engatado, o freio controlável 1122 emestado liberado, outro freio controlável 1121 adaptado à outraextremidade de saida diferencial 1033 em estado liberado; e outraembreagem controlável 1120 adaptada para o estado engatado; apresente" invenção prove as seguintes funções:
(1) a energia cinética rotacional da unidade deforça rotacional 1000 executa tração em todas as rodas; ou
(2) quando o dispositivo recarregável 1117 éprovido, a força do dispositivo recarregável 1117 impulsiona aprimeira máquina elétrica 1041 ou a segunda máquina elétrica 1042através do dispositivo de controle de impulsionamento 1115 paraque qualquer máquina elétrica execute tração em todas as rodas,sozinha ou conjuntamente com a energia cinética rotacional daunidade de força rotacional 1000;
- com a embreagem controlável 1016 disposta entrea extremidade de saida diferencial 1032 do conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias 1111 e a transmissão da extremidadedianteira 1006 em estado desengatado, o freio controlável 1122 emestado liberado, o freio controlável adaptado à outra extremidadede saida diferencial 1033 em estado liberado, a embreagemcontrolável 1120 adaptada à extremidade de entrada do mecanismo demáquina elétrica rotacionai 1040 em estado desengatado; ambas ascargas da extremidade dianteiro e da extremidade traseira sãodeixadas em estado deslizante; e no curso de uma desaceleração/ ouimpulsionamento ao descer um declive, ou ao exercer frenagem,qualquer uma ou ambas primeira máquina elétrica 1041 e segundamáquina elétrica 1042 do mecanismo de máquina elétrica rotacional1040 revolvem para funcionar como um gerador quando puxadas pelainércia da carga com a força de saida usada para carregar odispositivo recarregável 1117 ou prover força a qualquer outracarga impulsionada por força através do dispositivo de controle deimpulsionamento 1115, enquanto o contra-torque criado pela forçade saida serve como um freio amortecedor para o sistema;
- a embreagem controlável 1116 pode ser dispostaconforme requerido entre a primeira máquina elétrica 1041 e asegunda máquina elétrica 1042 do mecanismo de máquina elétricarotacional 1040 de maneira que quando a embreagem controlável 1116estiver em estado engatado, ambas peças de rotação respectivamenteda primeira máquina elétrica 1041 e da segunda máquina elétrica1042 também ficam em estado engatado; ou na ausência da embreagemcontrolável 1116, as peças de rotação respectivamente da primeiramáquina elétrica 1041 e da segunda máquina elétrica 1042 ficamseparadas uma da outra sem serem acopladas à transmissão; e
- com a embreagem controlável 1116 disposta entrea primeira e a segunda máquinas elétricas 1041, 1042 e colocada emestado engatado, a energia cinética rotacional da unidade de forçarotacional 1000 impulsiona a carga da extremidade traseira 1114por meio de outra embreagem controlável 1002, a transmissãoprincipal 1110, o conjunto de engrenagens diferenciaisintermediárias 1111, e o mecanismo de máquina elétrica rotacional1040 estando internamente em estado engatado com a embreagemcontrolável 1116.
Qualquer forma de incorporação preferida dosistema de distribuição de força por geração diferencial conformeilustrado nas figs. 5 por 10 é capaz de impulsionar diretamente acarga da extremidade traseira 1114 a partir da unidade de forçarotacional 1000; e uma embreagem controlável 1116 sujeita aocontrole pelo controlador central 1118 e o dispositivo de controlede impulsionamento 1115 pode ser disposta em série entre a peça derotação 10411 da primeira máquina elétrica e a peça de rotação10412 da segunda máquina elétrica do mecanismo de máquina elétricarotacional 10410.
Com a embreagem controlável 1116 em seu estadoengatado, a energia cinética rotacional da unidade de forçarotacional 1000 entra pela peça de rotação 10411 da primeiramáquina elétrica passando através da embreagem controlável 1116 emestado engatado para a peça de rotação 10412 da segunda máquinaelétrica até a extremidade de saida da peça de rotação 10412 dasegunda máquina elétrica, impulsionando a carga da extremidadetraseira 1114.
A fig. 15 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando umaembreagem controlável provida entre a peça de rotação da primeiramáquina elétrica e aquela da segunda máquina elétrica ilustrada nafig. 5.
A fig. 16 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando umaembreagem controlável provida entre a peça de rotação da primeiramáquina elétrica e aquela da segunda máquina elétrica ilustrada nafig. 6.
A fig. 17 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando umaembreagem controlável provida entre a peça de rotação da primeiramáquina elétrica e aquela da segunda máquina elétrica ilustrada nafig. 7.
A fig. 18 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando umaembreagem controlável provida entre a peça de rotação da primeiramáquina elétrica e aquela da segunda máquina elétrica ilustrada nafig. 8.
A fig. 19 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando umaembreagem controlável provida entre a peça de rotação da primeiramáquina elétrica e aquela da segunda máquina elétrica ilustrada naA fig. 20 é uma vista esquemática de outra formade incorporação preferida da presente invenção mostrando umaembreagem controlável provida entre a peça de rotação da primeiramáquina elétrica e aquela da segunda máquina elétrica ilustrada nafig. 10.
A embreagem controlável 1116 ilustrada nas f igs.15 a 20 acrescentada a cada forma de incorporação preferida dapresente invenção inclui aquelas movidas por força manual,mecânica, eletromagnética, fluida ou excêntrica, ou umacompreendida por uma transmissão de uma só via; a embreagemcontrolável 1116 fica disposta entre a peça de rotação 10411 daprimeira máquina elétrica e a peça de rotação 10412 da segundamáquina elétrica do mecanismo de máquina elétrica rotacional 10410e está sujeita ao controle através do controlador central 1118para engatar, ou desengatar, a peça de rotação 10411 da primeiramáquina elétrica com, ou da, peça de rotação 10412 da segundamáquina elétrica; a dita embreagem controlável 1116 pode ou nãoser opcionalmente instalada conforme requerido.
Quando a embreagem controlável 1116 é eleita paraficar disposta entre a peça de rotação 10411 da primeira máquinaelétrica e a peça de rotação 10412 da segunda máquina elétrica, osistema prove qualquer uma ou todas as seguintes funções:
(1) Com a embreagem controlável 1116 em estadoengatado, a energia cinética rotacional que sai da extremidade desaida diferencial 1033 do conjunto de engrenagens diferenciaisintermediárias 1111 impulsiona a peça de rotação 10411 da primeiramáquina elétrica por meio de outra embreagem controlável 1120, eentão impulsiona a peça de rotação 10412 da segunda máquinaelétrica através de embreagem controlável 1116 para assimimpulsionar a carga da extremidade traseira 1114 via transmissãoda extremidade traseira 1113;
(2) Com a embreagem controlável 1116 em estadoengatado, a força que sai do dispositivo recarregável 1117impulsiona ambas peças de rotação 10411, 10412 respectivamente daprimeira e segunda máquinas elétricas para funcionarem como ummotor através do controle pelo dispositivo de controle deimpulsionamento 1115; e(3) Com a embreagem controlável 1116 em estadoengatado, ambas peças de rotação 10411, 10412 respectivamente daprimeira e segunda máquinas elétricas são conjuntamente puxadaspela fonte de força rotacional 1000 ou por uma inércia de cargapara funcionarem como um gerador, com a força gerada carregando odispositivo recarregável 1117 ou provendo força a qualquer outracarga impulsionada por força através do dispositivo de controle deimpulsionamento 1115.
Na prática, qualquer um dos sistemas dedistribuição de força por geração diferencial ilustrados nas figs.5 a 10 e figs. 15 a 20 pode incluir qualquer um ou todos osseguintes dispositivos e funções para satisfazer as exigências deaplicação individuais:
- o freio controlável 1122 pode ser adaptado àextremidade de saida diferencial 1032 do conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias 1111, ou a embreagem controlável 1016é provida antes de conectar a transmissão da extremidade dianteira1006 para impulsionar a carga da extremidade dianteira 1007 pormeio do conjunto de engrenagens diferenciais 1017 da transmissãoda extremidade dianteira 1006; o freio controlável 1122 e aembreagem controlável 1016 podem ser providos separadamente oucompartilhando a mesma estrutura; qualquer um ou ambos freiocontrolável 1122 e embreagem controlável 1016 podem ou não seropcionalmente instalados conforme requerido;
- com a embreagem controlável 1016 disposta entrea extremidade de saida diferencial 1032 do conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias 1111 e a transmissão da extremidadedianteira 1006 em estado desengatado, o freio controlável 1122 emestado freado, a embreagem controlável 1120 disposta entre outraextremidade de saida diferencial 1033 do conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias 1111 e o mecanismo de máquina elétricarotacional 10140 em estado engatado, e o freio controlável 1121 emestado liberado; a carga da extremidade dianteira 1007 indicaestado ocioso e o sistema impulsiona a carga da extremidadetraseira 1114;
- o freio controlável 1121 conforme requeridopode ser adaptado à outra extremidade de saida diferencial 1033 doconjunto de engrenagens diferenciais intermediárias 1111, ou aembreagem controlável 1120 pode ser provida antes do acoplamento àextremidade de entrada da peça de rotação 10411 da primeiramáquina elétrica do mecanismo de máquina elétrica rotacional10410; o freio controlável 1121 e a embreagem controlável 1120podem ser providos separadamente ou compartilhando a mesmaestrutura; qualquer um ou ambos freio controlável 1121 e embreagemcontrolável 1120 podem ou não ser opcionalmente instalados conforme requerido;
a embreagem controlável 1120 fica dispostaentre a extremidade de saida diferencial 1033 do conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias 1111 e o mecanismo demáquina elétrica rotacional 10410 está em estado desengatado, ofreio controlável 1121 está no estado freado, e a embreagemcontrolável 1016 disposta entre a extremidade de saida diferencial1032 do conjunto de engrenagens diferenciais intermediárias 1111 ea transmissão da extremidade dianteira 1006 em estado engatado, ofreio controlável 1122 fica em estado liberado; enquanto isso, aenergia cinética rotacional da unidade de força rotacional 1000impulsiona a carga da extremidade dianteira 1007 através detransmissão principal 1110, a extremidade de saida diferencial1032 do conjunto de engrenagens diferenciais intermediárias 1111,e a transmissão da extremidade dianteira 1006 deixa a carga daextremidade traseira 1114 indicar estado deslizante; ou
(1) quando o dispositivo recarregável 1117 éprovido, a força do dispositivo recarregável 1117 impulsiona apeça de rotação 10412 da segunda máquina elétrica por meio dodispositivo de controle de impulsionamento 1115 para funcionarcomo um motor, de modo que a força que sai do dispositivorecarregável 1117 impulsiona a peça de rotação 10412 da segundamáquina elétrica para funcionar como um motor para impulsionar acarga da extremidade traseira 1114 ao mesmo tempo em que a energiacinética rotacional da unidade de força rotacional 1000 impulsionaa carga da extremidade dianteira 1007;
(2) se a carga da extremidade dianteira 1007 e acarga da extremidade traseira 1114 são do tipo carga integrada,tal como uma carga no solo, em uma superfície ou na água, a peçade rotação 10412 da segunda máquina elétrica é puxada pela cargada extremidade traseira 1114 para funcionar como um gerador quandoa energia cinética rotacional da unidade de força rotacional 1000está impulsionando a carga da extremidade dianteira 1007; e aforça gerada carrega o dispositivo recarregável 1117 ou proveforça para qualquer outra carga movida por força;
- com a embreagem controlável 1016 disposta entrea extremidade de saida diferencial 1032 do conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias 1111 e a transmissão da extremidadedianteira 1006 em estado engatado, o freio controlável 1122 emestado liberado, outro freio controlável 1121 adaptado à outraextremidade de saida diferencial 1033 em estado liberado; e outraembreagem controlável 1120 adaptada para o estado engatado; apresente invenção prove as seguintes funções:
(1) a energia cinética rotacional da unidade deforça rotacional 1000 executa tração em todas as rodas; ou
(2) quando o dispositivo recarregável 1117 éprovido, a força do dispositivo recarregável 1117 impulsiona apeça de rotação 10411 da primeira máquina elétrica ou a peça derotação 10412 da segunda máquina elétrica através do dispositivode controle de impulsionamento 1115 para que qualquer máquinaelétrica execute tração em todas as rodas, sozinha ouconjuntamente com a energia cinética rotacional da unidade de força rotacional 1000;
- com a embreagem controlável 1016 disposta entrea extremidade de saida diferencial 1032 do conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias 1111 e a transmissão da extremidadedianteira 1006 em estado desengatado, o freio controlável 1122 emestado liberado, o freio controlável adaptado à outra extremidadede saida diferencial 1033 em estado liberado, a embreagemcontrolável 1120 adaptada à extremidade de entrada do mecanismo demáquina elétrica rotacional 10410 em estado desengatado; ambascargas da extremidade dianteira e extremidade traseira sãodeixadas em estado deslizante; e no curso de uma desaceleração, ouimpulsionamento ao descer um declive, ou ao exercer frenagem,qualquer uma ou ambas peças de rotação 10411, 10412respectivamente da primeira máquina elétrica e da segunda máquinaelétrica do mecanismo de máquina elétrica rotacional giram parafuncionar como um gerador quando puxadas pela inércia da carga coma força de saida usada para carregar o dispositivo recarregável1117 ou prover força a qualquer outra carga impulsionada por forçaatravés do dispositivo de controle de impulsionamento 1115,enquanto o contra-torque criado pela força de saida serve como um freio amortecedor para o sistema;
- a embreagem controlável 1116 pode ser dispostaconforme requerido entre a peça de rotação 10411 da primeiramáquina elétrica e a peça de rotação 10412 da segunda máquinaelétrica 1042 do mecanismo de máquina elétrica rotacional 10410 demaneira que quando a embreagem controlável 1116 estiver em estadoengatado, ambas peças de rotação 10411, 10412 respectivamente daprimeira máquina elétrica e da segunda máquina elétrica ficam emestado acoplado; ou na ausência da embreagem controlável 1116, apeça de rotação 10411 da primeira máquina elétrica e a peça derotação 10412 da segunda máquina elétrica ficam separadas uma daoutra sem serem acopladas à transmissão; e
- com a embreagem controlável 1116 disposta entrea peça de rotação 10411 da primeira máquina elétrica e a peça derotação 10412 da segunda máquina elétrica em estado engatado, aenergia cinética rotacional da unidade de força . rotacional 1000impulsiona a carga da extremidade traseira 1114 por meio de outraembreagem controlável 1002, a transmissão principal 1110, oconjunto de engrenagens diferenciais intermediárias 1111, e omecanismo de máquina elétrica rotacional 10410 internamenteacoplado à embreagem controlável 1116.
Quando a embreagem controlável 1116 dispostaentre ambas peças de rotação respectivamente das primeira esegunda máquinas elétricas 1041, 1042 no mecanismo de máquinaelétrica rotacional 1040 conforme ilustrado nas figs. 11 a 14 estáem estado engatado para impulsionar a carga da extremidadetraseira 1114, ou a embreagem controlável 1116 disposta entreambas peças de rotação 10411, 10412 respectivamente da primeira esegunda máquinas elétricas no mecanismo de máquina elétricarotacional 10410 conforme ilustrado nas figs. 15 a 20 está emestado acoplado para impulsionar a carga da extremidade traseira1114, a carga iríercial fica maior. Para que o desempenho otimizadoda presente invenção reduza as possibilidades de resposta deoperação do sistema e melhore a vida de serviço do mecanismo demáquina elétrica rotacional 1040 ou 10410, e evite que os membrosmecânicos da transmissão incluindo as embreagens controláveissejam afetados pelo aumento da quantidade inercial, pode serprovido um projeto modificado provendo a transmissão e a embreagemcontrolável dispostas em paralelo a ambas extremidades de entradae de saida da energia cinética rotacional do mecanismo de máquinaelétrica rotacional conforme ilustrado nas figs. 24, 25, 26, e 27.
A fig. 24 é uma vista esquemática mostrando ambasextremidades de entrada e de saida da energia cinética rotacionaldo mecanismo de máquina elétrica rotacional da fig. 1 dispostas emparalelo com uma transmissão e uma embreagem controlável.
A fig. 25 é uma vista esquemática mostrando ambasextremidades de entrada e de saida da energia cinética rotacionaldo mecanismo de máquina elétrica rotacional da fig. 5 dispostas emparalelo com uma transmissão e uma embreagem controlável.
A fig. 26 é uma vista esquemática mostrando ambasextremidades de entrada e de saida da energia cinética rotacionaldo mecanismo de máquina elétrica rotacional da fig. 7 dispostas emparalelo com uma transmissão e uma embreagem controlável.
A fig. 27 é uma vista esquemática mostrando ambasextremidades de entrada e de saida da energia cinética rotacionaldo mecanismo de máquina elétrica rotacional da fig. 9 dispostas emparalelo com uma transmissão e uma embreagem controlável.
Na estrutura da forma de incorporação preferidailustrada na fig. 24, a transmissão e a embreagem controlávelpodem ser dispostas em paralelo para substituir aquelas ilustradasnas figs. 11 a 14, em que uma embreagem controlável é provida emsérie entre ambas peças de rotação respectivamente da primeira eda segunda máquinas elétricas 1041, 1042. A modificação daestrutura relacionada compreende essencialmente:
uma transmissão 1080 disposta entre aextremidade de saida diferencial 1033 do conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias 1111 e a embreagem controlável 1120, euma extremidade de saida 1034 da transmissão 1080 acoplada a umaextremidade operacional da embreagem controlável 1116;
- uma embreagem controlável 1123 disposta entre aextremidade de saida da peça de rotação da segunda máquinaelétrica 1042 do mecanismo de máquina elétrica rotacionai 1040 e atransmissão da extremidade traseira 1113, outra transmissão 1090provida mais adiante entre a embreagem controlável 1123 e atransmissão da extremidade traseira 1113; e uma extremidade desaida 1035 da transmissão 1090 acoplada a outra extremidadeoperacional da embreagem controlável 1116;
a transmissão 1080 e a transmissão 1090compreendem, cada- uma, uma engrenagem, uma engrenagem de fricção,uma roldana, uma roldana de engrenagem, uma corrente, ou umatransmissão por fluido, ou uma transmissão eletromagnética ououtra transmissão do estado da arte anterior, para a estruturaprover qualquer uma ou todas as seguintes funções:
(1) com ambas embreagens controláveis 1116, 1016desengatadas e o freio controlável 1122 travado para servir comomotor para a unidade de força rotacional 1000, o motor conformecontrolado está girando a, ou se aproximando de, uma velocidadefixa dentro da área de rpm do consumo de combustível especifico defreio (CCEF) caracterizando uma eficiência de energiacomparativamente mais alta e mais economia de combustível paraimpulsionar a primeira máquina elétrica 1041 operando como umgerador; a força gerada impulsiona a segunda máquina elétrica 1042para operar como um motor, diretamente ou através de controle pelodispositivo de controle de impulsionamento 1115, para assimimpulsionar a carga da extremidade traseira 1114 partindo dacondição estática e executar uma operação de aceleração;
(2) se o sistema deve ser provido com odispositivo recarregável 1117, ambas embreagens controláveis 1116,1016 são desengatadas e o freio controlável 1122 é travado paraservir como motor para a unidade de força rotacional 1000, amáquina conforme controlado está girando a, ou se aproximando de,uma velocidade fixa dentro da área de rpm do consumo decombustível especifico de freio (CCEF) caracterizando umaeficiência de energia comparativamente mais alta e mais economiade combustível para impulsionar a primeira máquina elétrica 1041para operar como um gerador; a força gerada carrega o dispositivorecarregavel 1117 não-saturado ou é provida a um destino externo;
(3) com o sistema provido com o dispositivorecarregavel 1117, o sistema enquanto provendo a função descritano parágrafo (1) ao mesmo tempo carrega o dispositivo recarregavel1117;
(4) com o sistema provido com o dispositivorecarregavel 1117, o sistema enquanto provendo a função descritano parágrafo (1) impulsiona a segunda máquina elétrica 1042conjuntamente com a força do dispositivo recarregavel 1117diretamente ou através do dispositivo de controle deimpulsionamento 1115 para impulsionar a carga;
(5) quando ambas as embreagens controláveis 1120,1123 estão em estado desengatado, e a embreagem controlável 1116está em estado engatado, a energia cinética rotacional da unidadede força rotacional 1000 impulsiona a carga da extremidadetraseira 1114 por meio da embreagem controlável 1116; enquantoisso, ambas peças de rotação respectivamente da primeira e dasegunda máquinas elétricas 1041, 1042 estão em estado livre semserem impulsionadas;
(6) quando a embreagem controlável 1123 está emestado desengatado, e ambas as embreagens controláveis 1120, 1116estão em estado engatado, a energia cinética rotacional da unidadede força rotacional 1000 impulsiona a carga da extremidadetraseira 1114 através da embreagem controlável 1116; enquantoisso, a primeira máquina elétrica 1041 é movida para funcionarcomo um gerador para carregar o dispositivo recarregavel 1117 ouprover força a outra carga impulsionada por força, e a segundamáquina elétrica 1042 é deixada em estado livre sem serimpulsionada;
(7) quando a embreagem controlável 1120 está emestado desengatado, e ambas as embreagens controláveis 1123, 1116estão em estado engatado, a energia cinética rotacional da unidadede força rotacional 1000 impulsiona a carga da extremidadetraseira 1114 por meio da embreagem controlável 1116; enquantoisso, a segunda máquina elétrica 1042 é impulsionada parafuncionar como um gerador e carregar o dispositivo recarregável1117 ou prover força a outra carga movida por força;
(8) quando a embreagem controlável 1120 estiverem estado desengatado, a embreagem controlável 1123 está em estadoengatado, e a embreagem controlável 1116 pode estar em estadoengatado ou desengatado, assim enquanto o veiculo de transporte émovido descendo um declive ou está exercendo frenagem a embreagemcontrolável 1116 pode ser manipulada para ficar em estado engatadoou desengatado no lado da carga para reversamente impulsionarqualquer uma ou ambas as primeira e segunda máquinas elétricas1041, 1042 para regenerar força para carregar o dispositivorecarregável 1117 ou prover força a outra carga impulsionada porforça;
(9) quando todas as embreagens controláveis 1120,1123, 1116 estão em estado engatado, a energia cinética rotacionalda unidade de força rotacional 1000 impulsiona a carga daextremidade traseira 1114 através da embreagem controlável 1116,qualquer uma ou ambas as primeira e segunda máquinas elétricas1041, 1042 funcionam como um gerador para carregar o dispositivorecarregável 1117 ou prover força a outra carga movida por força;e quando o veiculo de transporte está exercendo desaceleração ou émovido descendo um declive, qualquer uma ou ambas as primeira esegunda máquinas elétricas 1041, 1042 funcionam como um geradorsujeito ao controle pelas embreagens controláveis 1123, 1116, 1120para carregar o dispositivo recarregável 1117 ou prover força aoutra carga impulsionada por força;
(10) quando as embreagens controláveis 1120, 1116estão em estado desengatado, e a embreagem 1123 controlável estáem estado engatado, a força do dispositivo recarregável 1117impulsiona a primeira máquina elétrica 1041 diretamente ou atravésde controle pelo dispositivo de controle de impulsionamento 1115para funcionar como um motor para impulsionar a carga daextremidade traseira 1114;
(11) quando todas as embreagens controláveis1120, 1116, 1123 estão em estado engatado, a força do dispositivorecarregável 1117 impulsiona ambas primeiro e segunda máquinaselétricas 1041, 1042 diretamente ou por meio de controle atravésdo dispositivo de controle de impulsionamento 1115 para quequalquer uma ou ambas primeira e segunda máquinas elétricas 1041,1042 funcionem como um motor; e
(12) entre as funções descritas acima, ambas aembreagem controlável 1120 que controla a primeira máquinaelétrica 1041 e a embreagem controlável 1123 que controla asegunda máquina elétrica 1042 podem estar no estado desengatadopara facilitar exercer uma frenagem de emergência reduzindo aquantidade inercial do sistema.
Na estrutura da forma de incorporação preferidailustrada nas f igs. 25, 2 6, e 21, a transmissão e a embreagemcontrolável podem ser dispostas em paralelo para substituiraquelas ilustradas nas figs. 15 a 20, em que uma embreagemcontrolável fica disposta para ser conectada em série entre ambaspeças de rotação 10411, 10412 respectivamente da primeira e dasegunda máquinas elétricas. A modificação da disposição datransmissão e da embreagem controlável em paralelo compreendeessencialmente:
- a transmissão 1080 disposta entre a extremidadede saida diferencial 1033 do conjunto de engrenagens diferenciaisintermediárias 1111 e a embreagem controlável 1120, e aextremidade de saida 1034 da transmissão 1080 acoplada a umaextremidade operacional da embreagem controlável 1116;
- a embreagem 1123 controlável disposta entre aextremidade de saida da peça de rotação 10412 da segunda máquinaelétrica do mecanismo de máquina elétrica rotacional 10410 e atransmissão da extremidade traseira 1113, outra transmissão 1090provida mais adiante entre a embreagem 1123 controlável e atransmissão da extremidade traseira 1113; e uma extremidade desaida 1035 da transmissão 1090 acoplada a outra extremidadeoperacional da embreagem controlável 1116;
ambas transmissão 1080 e transmissão 1090compreendendo, cada uma, uma engrenagem, uma engrenagem defricção, uma roldana, uma roldana de engrenagem, uma corrente, ouuma transmissão por fluido, ou uma transmissão eletromagnética, ououtra transmissão do estado da arte anterior para a estruturaprover qualquer uma ou todas as seguintes funções:(1) com ambas embreagens controláveis 1116, 1016desengatadas e o freio controlável 1122 travado para servir comomotor para a unidade de força rotacional 1000, o motor conformecontrolado está girando a, ou se aproximando de, uma velocidadefixa dentro da área de rpm do consumo de combustível especifico defreio (CCEF) caracterizando uma eficiência de energiacomparativamente mais alta e mais economia de combustível paraimpulsionar a peça de rotação 10411 da primeira máquina elétricaoperando como um gerador; a força gerada impulsiona a peça derotação 10412 da segunda máquina elétrica para operar como ummotor, diretamente ou através de controle pelo dispositivo decontrole de impulsionamento 1115, para assim impulsionar a cargada extremidade traseira 1114 partindo da condição estática eexecutar uma operação de aceleração;
(2) se o sistema deve ser provido com odispositivo recarregavel 1117, ambas embreagens controláveis 1116,1016 são desengatadas e o freio controlável 1122 é travado paraservir como motor para a unidade de força rotacional 1000, amáquina conforme controlado está girando a, ou se aproximando de,uma velocidade fixa dentro da área de rpm do consumo decombustível especifico de freio (CCEF) caracterizando umaeficiência de energia comparativamente mais alta e mais economiade combustível para impulsionar a peça de rotação 10411 daprimeira máquina elétrica para operar como um gerador; a forçagerada carrega o dispositivo recarregavel 1117 não-saturado ou éprovida a um destino externo;
(3) com o sistema provido com o dispositivorecarregavel 1117, o sistema enquanto provendo a função descritano parágrafo (1) ao mesmo tempo carrega o dispositivo recarregavel1117;
(4) com o sistema provido com o dispositivorecarregavel 1117, o sistema enquanto provendo a função descritano parágrafo (1) impulsiona a peça de rotação 10412 da segundamáquina elétrica conjuntamente com a força do dispositivorecarregavel 1117 para impulsionar a carga;
(5) quando ambas as embreagens controláveis 1120,1123 estão em estado desengatado, e a embreagem controlável 1116está em estado engatado, a energia cinética rotacionai da unidadede força rotacional 1000 impulsiona a carga da extremidadetraseira 1114 por meio da embreagem controlável 1116; enquantoisso, ambas peças de rotação 10411, 10412 respectivamente daprimeira e da segunda máquinas elétricas estão em estado livre semserem impulsionadas;
(6) quando a embreagem controlável 1123 está emestado desengatado, e ambas as embreagens controláveis 1120, 1116estão em estado engatado, a energia cinética rotacional da unidadede força rotacional 1000 impulsiona a carga da extremidadetraseira 1114 através da embreagem controlável 1116; enquantoisso, a peça de rotação 10411 da primeira máquina elétrica émovida para funcionar como um gerador para carregar o dispositivorecarregável 1117 ou prover força a outra carga impulsionada porforça, e a peça de rotação 10412 da segunda máquina elétrica édeixada em estado livre sem ser impulsionada;
(7) quando a embreagem controlável 1120 está emestado desengatado, e ambas as embreagens controláveis 1123, 1116estão em estado engatado, a energia cinética rotacional da unidadede força rotacional 1000 impulsiona a carga da extremidadetraseira 1114 por meio da embreagem controlável 1116; enquantoisso, a peça de rotação 10412 da segunda máquina elétrica éimpulsionada para funcionar como um gerador e carregar odispositivo recarregável 1117 ou prover força a outra carga movida por força;
(8) quando a embreagem controlável 1120 estiverem estado desengatado, a embreagem controlável 1123 está em estadoengatado, e a embreagem controlável 1116 pode estar em estadoengatado ou desengatado, assim enquanto o veiculo de transporte émovido descendo um declive ou está exercendo frenagem a embreagemcontrolável 1116 pode ser manipulada para ficar em estado engatadoou desengatado no lado da carga para reversamente impulsionarqualquer uma ou ambas as peças de rotação 10411, 10412respectivamente da primeira e da segunda máquinas elétricas pararegenerar força para carregar o dispositivo recarregável 1117 ouprover força a outra carga impulsionada por força;(9) quando todas as embreagens controláveis 1120,1123, 1116 estão em estado engatado, a energia cinética rotacionaida unidade de força rotacional 1000 impulsiona a carga daextremidade traseira 1114 através da embreagem controlável 1116,qualquer uma ou ambas as peças de rotação 10411, 10412respectivamente da primeira e da segunda máquinas elétricasfuncionam como um gerador para carregar o dispositivo recarregável1117 ou prover força a outra carga movida por força; e quando oveiculo de transporte está exercendo desaceleração ou é movidodescendo um declive, qualquer uma ou ambas as peças de rotação10411, 10412 respectivamente da primeira e da segunda máquinaselétricas funcionam como um gerador sujeito ao controle pelasembreagens controláveis 1123, 1116, 1120 para carregar odispositivo recarregável 1117 ou prover força a outra cargaimpulsionada por força;
(10) quando as embreagens controláveis 1120, 1116estão em estado desengatado, e a embreagem 1123 controlável estáem estado engatado, a força do dispositivo recarregável 1117impulsiona a peça de rotação 10411 da primeira máquina elétricadiretamente ou através de controle pelo dispositivo de controle deimpulsionamento 1115 para funcionar como um motor para impulsionara carga da extremidade traseira 1114;
(11) quando todas as embreagens controláveis1120, 1116, 1123 estão em estado engatado, a força do dispositivorecarregável 1117 impulsiona ambas primeiro e segunda máquinaselétricas 1041, 1042 diretamente ou por meio de controle atravésdo dispositivo de controle de impulsionamento 1115 para quequalquer uma ou ambas as peças de rotação 10411, 10412respectivamente da primeira e da segunda máquinas elétricasfuncionem como um motor; e
(12) entre as funções descritas acima, ambas aembreagem controlável 1120 que controla a peça de rotação 10411 daprimeira máquina elétrica e a embreagem controlável 1123 quecontrola a peça de rotação 10412 da segunda máquina elétrica podemestar no estado desengatado para facilitar exercer uma frenagem deemergência reduzindo a quantidade inercial do sistema.O sistema de distribuição de força por geraçãodiferencial, como a forma de incorporação preferida do mecanismode máquina elétrica rotacional 10410 acima revelado nas figs. 19,20, 23, e 21, compreende a estrutura de máquina elétrica de camadaintermediária provida com a peça estática de máquina elétrica10413 compartilhando o caminho magnético comum, provendo a peça derotação 10411 da primeira máquina elétrica a qual consiste naestrutura de máquina elétrica de camada de anel interna, e a peçade rotação 10412 da segunda máquina elétrica a qual consiste naestrutura de máquina elétrica de camada de anel externa, para ainteração rotacional do efeito eletromagnético.
Porém, devido às necessidades estruturais nosistema de distribuição de força por geração diferencial omecanismo de máquina elétrica rotacional 10410 pode sersubstituído pelo mecanismo de máquina elétrica rotacional fixo decamada de anel externo 20410. A fig. 28 ilustra a estrutura demáquina elétrica de camada de anel externa provida como a peçaestática e a estrutura de máquina elétrica de camada intermediáriae a estrutura de máquina elétrica de camada de anel interna sãoprovidas como a peça de rotação, de maneira que a estrutura demáquina elétrica de camada intermediária e a estrutura de máquinaelétrica de camada de anel interna são respectivamente a peça derotação da primeira máquina elétrica e a peça de rotação dasegunda máquina elétrica, assim a estrutura de máquina elétrica decamada de anel externa, a estrutura de máquina elétrica de camadaintermediária e a estrutura de máquina elétrica de camada de anelinterna executam coaxialmente a interação rotacional do efeitoeletromagnético.
A fig. 28 é a forma de incorporação preferida dainvenção ilustrando a camada de anel externa do mecanismo demáquina elétrica rotacional fixo de camada de anel externa 20410provida como a peça estática da máquina elétrica e a estrutura demáquina elétrica de camada intermediária e a estrutura de máquinaelétrica de camada de anel interna sendo providas respectivamentecomo a peça de rotação da primeira e segunda máquinas elétricas.
Como mostrado na fig. 28:O mecanismo de máquina elétrica rotacionai fixode camada de anel externa 20410 é uma estrutura de máquinaelétrica de anel de três camadas, compreendida por:
- a máquina elétrica rotacional da estrutura demáquina elétrica de camada de anel externa 20423 e a estrutura demáquina elétrica de camada intermediária 20422 compartilhando umcaminho magnético comum que pode compreender o gerador de força oua máquina elétrica, consistindo em estruturas de máquina elétricade corrente alternada ou de corrente continua, com ou sem escovas,sincrona ou assíncrona; em que a estrutura de máquina elétrica decamada de anel externa 20423 é a peça estática;
a estrutura de máquina elétrica de camadaintermediária 20422 compartilhando um caminho magnético comum quepode ser uma estrutura de máquina elétrica rotacional provida comuma superfície de anel interna e uma superfície de anel externa,assim constituída pela estrutura de máquina elétrica comsuperfícies de efeito eletromagnético interna e externa;
onde a estrutura de máquina elétrica de camadaintermediária 20422 faceia a superfície de anel externa daestrutura de máquina elétrica de camada de anel externa 20423 paraprover interação rotacional do efeito eletromagnético com aestrutura de máquina elétrica de camada de anel externa 20423;
a estrutura de máquina elétrica de camadaintermediária 20422 faceia a superfície de anel interna daestrutura de máquina elétrica de camada de anel interna 20421 paraprover interação rotacional do efeito eletromagnético com aestrutura de máquina elétrica de camada de anel interna 20421;
- a estrutura de máquina elétrica de camada deanel interna 20421 pode ser uma estrutura de máquina elétricarotacional, em que a função da máquina elétrica com a estrutura demáquina elétrica de camada intermediária 20422 compartilhando umcaminho magnético comum pode ser uma função de maquinaria elétricaou de gerador, constituída por uma estrutura de máquina elétricade corrente alternada ou corrente continua, com ou sem escovas,sincrona ou assíncrona.
A estrutura de máquina elétrica de camada de anelinterna 20421 e a estrutura de máquina elétrica de camada de anelintermediária 20422 acima descritas, dependendo da necessidade,podem eleger uma estrutura de máquina elétrica rotacional como apeça de rotação da primeira máquina elétrica considerando a outracomo a peça de rotação da segunda máquina elétrica.
Conforme mostrado na fig. 28 acima descrita, omecanismo de máquina elétrica rotacional fixo de camada de anelexterna 20410 usa a estrutura de máquina elétrica de camada deanel externa 20423 como a peça estática e a estrutura de máquinaelétrica de camada intermediária 20422 e a estrutura de máquinaelétrica de camada de anel interna 20411 como peça de rotação,para prover a estrutura de máquina elétrica de camadaintermediária 20422 e a estrutura de máquina elétrica de camada deanel interna 20421 como a peça de rotação 10411 da primeiramáquina elétrica e a peça de rotação 10412 da segunda máquinaelétrica respectivamente do mecanismo de máquina elétricarotacional original 10410, e a estrutura de máquina elétrica decamada de anel externa 20423, a estrutura de máquina elétrica decamada intermediária 20422 e a estrutura de máquina elétrica decamada de anel interna 20421 do mecanismo de máquina elétricarotacional fixo de camada de anel externa 20410 executamcoaxialmente a interação rotacional do efeito eletromagnético.Este mecanismo de máquina elétrica rotacional fixo de camada deanel externa 20410 pode ser seletivamente disposto com umaembreagem controlável 2116 entre a estrutura de máquina elétricade camada intermediária 20422 e a estrutura de máquina elétrica decamada de anel interna 20421 para prover a operação de controle devárias funções.
A fig. 29 é a forma de incorporação ilustrando acamada de anel externa do mecanismo de máquina elétrica rotacionalfixo de camada de anel externa 20410 provida como a peça estáticada máquina elétrica, considerando que a estrutura de máquinaelétrica de camada intermediária e a estrutura de máquina elétricade camada de anel interna são providas como a peça de rotação daprimeira e segunda máquinas elétricas, respectivamente, e umaembreagem controlável fica disposta entre a estrutura de máquinaelétrica de camada intermediária e a estrutura de máquina elétricade camada de anel interna.Como mostrado na fig. 29:
O mecanismo de máquina elétrica rotacional fixode camada de anel externa 20410 é uma estrutura de máquinaelétrica de anel de três camadas, em que as formas de constituiçãopara dispor a estrutura de embreagem controlável compreendem:
a função da máquina elétrica rotacional daestrutura de máquina elétrica de camada de anel externa 20423 e daestrutura de máquina elétrica de camada intermediária 20422compartilhando um caminho magnético comum que pode compreender ogerador de força ou funções de máquina elétrica, consistindo emestruturas de máquina elétrica de corrente alternada ou decorrente continua, com ou sem escovas, sincrona ou assincrona; emque a estrutura de máquina elétrica de camada de anel externa20423 é a peça estática;
a estrutura de máquina elétrica de camadaintermediária 20422 compartilhando um caminho magnético comum quepode ser uma estrutura de máquina elétrica rotacional provida comuma superfície de anel interna e uma superfície de anel externa,assim constituída pela estrutura de máquina elétrica com superfícies de efeito eletromagnético interna e externa;
onde a estrutura de máquina elétrica de camadaintermediária 20422 faceia a superfície de anel externa daestrutura de máquina elétrica de camada de anel externa 20423 paraprover interação rotacional do efeito eletromagnético com a estrutura de máquina elétrica de camada de anel externa 20423; aestrutura de máquina elétrica de camada intermediária 20422 faceiaa superfície de anel interna da estrutura de máquina elétrica decamada de anel interna 20421 para prover interação rotacional doefeito eletromagnético com a estrutura de máquina elétrica de camada de anel interna 20421;
- a estrutura de máquina elétrica de camada deanel interna 20421 pode ser uma estrutura de máquina elétricarotacional, em que a função da máquina elétrica com a estrutura demáquina elétrica de camada intermediária 20422 compartilhando umcaminho magnético comum pode ser uma função de maquinaria elétricaou de gerador, constituída por uma estrutura de máquina elétricade corrente alternada ou corrente continua, com ou sem escovas,síncrona ou assincrona.
a embreagem controlável 2116 pode ser umaembreagem movida por força manual, ou mecânica, ou forçaeletromagnética, ou força fluida, ou força centrifuga, ouconstituída pela transmissão de uma só via;
esta embreagem está disposta entre a estrutura demáquina elétrica de camada intermediária 20422 e a estrutura demáquina elétrica de camada de anel interna 20421 para recebercontrole conforme a operação de engate ou de desengate;
a estrutura de máquina elétrica de camada de anelinterna 20421 e a estrutura de máquina elétrica de camada de anelintermediária 20422 acima citadas podem, dependendo danecessidade, eleger uma estrutura de máquina elétrica rotacionalcomo a peça de rotação da primeira máquina elétrica considerando aoutra como a peça de rotação da segunda máquina elétrica.
Este sistema de distribuição de força por geraçãodiferencial, na implementação prática, dependendo das exigênciasestruturais, tem as formas de incorporação preferidas acimadescritas sob função invariante com as relações estruturais decada componente podendo ser flexivelmente montadas conformenecessário.
Este sistema de distribuição de força por geraçãodiferencial, como mostrado nas formas de incorporação preferidasda fig. 1 e da fig. 2, tem seu mecanismo de máquina elétricarotacional 1040 podendo ser disposto conforme os métodos descritosabaixo de acordo com as exigências estruturais:
(1) o mecanismo de máquina elétrica rotacional1040 pode compartilhar a mesma estrutura com a transmissão daextremidade traseira 1113; ou
(2) o mecanismo de máquina elétrica rotacional1040 pode compartilhar a mesma estrutura com a interface decontrole e transmissão intermediária 1003; ou
(3) o mecanismo de máquina elétrica rotacional1040 pode ser disposto independentemente entre a interface decontrole e transmissão intermediária 1003 e a transmissão daextremidade traseira 1113; ou(4) a primeira máquina elétrica 1041 e a segundamáquina elétrica 1042 podem ser individualmente independentes, emque a primeira máquina elétrica 1041 compartilha a mesma estruturacom a interface de controle e transmissão intermediária 1003enquanto a segunda máquina elétrica 1042 compartilha a mesmaestrutura com a transmissão da extremidade traseira 1113.
Nas formas de . incorporação preferidas ilustradasna fig. 1 e na fig. 2 previamente descritas, o freio controlável1121 é a embreagem controlável 1120 podem ser dispostos conformeos métodos abaixo de acordo com as exigências estruturais:
(1) o freio controlável 1121 pode ficar dispostona interface de controle e transmissão intermediária 1003; ou
(2) o freio controlável 1121 pode ficar dispostojunto com a embreagem controlável 1120 entre a interface decontrole e transmissão intermediária 1003; ou
(3) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta na primeira máquina elétrica 1041; ou
(4) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta junto com o freio controlável 1121 na primeira máquinaelétrica 1041; ou
(5) a embreagem controlável 1120 e o freiocontrolável 1121 podem compartilhar a mesma estrutura; ou
(6) a embreagem controlável 1120 pode serdisposta independentemente; ou
(7) o freio controlável 1121 pode ser dispostoindependentemente; ou
(8) a embreagem controlável 1120 e o freiocontrolável 1121 compartilham a mesma estrutura e ficam dispostosentre a interface de controle e transmissão intermediária 1003 e aprimeira máquina elétrica 1041; ou
(9) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta na primeira máquina elétrica 1041 enquanto o freiocontrolável 1121 pode ficar disposto na interface de controle etransmissão intermediária 1003.
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasna fig. 1 e na fig. 2 previamente descritas, a embreagemcontrolável 1002 pode ser disposta conforme os métodos abaixo deacordo com as exigências estruturais:
(1) a embreagem controlável 1002 pode ficardisposta" na unidade de força rotacional 1000; ou
(2) a embreagem controlável 1002 pode ficardisposta na interface de controle e transmissão intermediária.1003; ou
(3) a embreagem controlável 1002 pode ficardisposta independentemente entre a unidade de força rotacional1000 e a interface de controle e transmissão intermediária 1003.
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasna fig. 1 e na fig. 2 previamente descritas, o freio controlável1122 e a embreagem controlável 1016 podem ser dispostos conformeos métodos abaixo de acordo com as exigências estruturais:
(1) o freio controlável 1122 pode ficar dispostona interface de controle e transmissão intermediária 1003; ou
(2) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 podem ficar dispostos na interface de controle etransmissão intermediária 1003; ou
(3) a embreagem controlável 1016 pode ficardisposta na transmissão da extremidade dianteira 1006; ou
(4) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 podem ficar dispostos conj untamente natransmissão da extremidade dianteira 1006; ou
(5) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 podem compartilhar a mesma estrutura; ou
(6) o freio controlável 1122 pode ficar dispostoindependentemente; ou
(7) a embreagem controlável 1016 pode ficardisposta independentemente; ou
(8) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 compartilham a mesma estrutura e ficam dispostosentre a interface de controle e transmissão intermediária 1003 e atransmissão da extremidade dianteira 1006; ou
(9) o freio controlável 1122 pode ficar dispostona interface de controle e transmissão intermediária 1003 enquantoa extremidade de saida diferencial 1032 pode ficar disposta natransmissão da extremidade dianteira 1006.
No sistema de distribuição de força por geraçãodiferencial, como mostrado nas formas de incorporação preferidasda fig. 3 e da fig. 4, a primeira máquina elétrica 1041 e asegunda máquina elétrica 1042 podem ficar dispostas conforme osmétodos abaixo dependendo das exigências estruturais:
(1) a primeira máquina elétrica 1041 podecompartilhar a mesma estrutura com a interface de controle etransmissão intermediária 1003; ou
(2) a segunda máquina elétrica 1042 podecompartilhar a mesma estrutura com a carga da extremidade traseira 1114.
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasda fig. 3 e da fig. 4 previamente descritas, o freio controlável1121 e embreagem controlável 1120 podem ser dispostos conforme osmétodos abaixo de acordo com as exigências estruturais:
(1) o freio controlável 1121 pode ficar dispostona primeira máquina elétrica 1041; ou
(2) o freio controlável 1121 pode estar junto coma embreagem controlável 1120, dispostos na interface de controle etransmissão intermediária 1003; ou
(3) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta na primeira máquina elétrica 1041; ou
(4) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta junto com o freio controlável 1121 na primeira máquinaelétrica 1041; ou
(5) a embreagem controlável 1120 e o freiocontrolável 1121 podem compartilhar a mesma estrutura; ou
(6) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta independentemente; ou
(7) o freio controlável 1121 pode ficar dispostoindependentemente; ou
(8) a embreagem controlável 1120 e o freiocontrolável 1121 compartilham a mesma estrutura e ficam dispostosentre a interface de controle e transmissão intermediária 1003 e aprimeira máquina elétrica 1041; ou(9) A embreagem controlável 1120 fica disposta naprimeira máquina elétrica 1041 enquanto o freio controlável 1121fica disposto na interface de controle e transmissão intermediária1003.
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasda fig. 3 e da fig. 4 previamente descritas, a embreagemcontrolável 1002 pode ficar disposta conforme os métodos abaixo deacordo com as exigências estruturais:
(1) a embreagem controlável 1002 pode ficar disposta na unidade de força rotacional 1000; ou
(2) a embreagem controlável 1002 pode^ ficardisposta na interface de controle e transmissão intermediária1003; ou
(3) a embreagem controlável 1002 pode ficardisposta independentemente entre a unidade de força rotacional1000 e a interface de controle e transmissão intermediária 1003.
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasda fig. 3 e da fig. 4 previamente descritas, o freio controlável1122 e a embreagem controlável 1016 podem ser dispostos conformeos métodos abaixo de acordo com as exigências estruturais:
(1) o freio controlável 1122 pode ficar dispostona interface de controle e transmissão intermediária 1003; ou
(2) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 podem ficar dispostos na interface de controle e transmissão intermediária 1003; ou
(3) a embreagem controlável 1016 é disposta natransmissão da extremidade dianteira 1006; ou
(4) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 são dispostos conjuntamente na transmissão da extremidade dianteira 1006; ou
(5) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 podem compartilhar a mesma estrutura; ou
(6) o freio controlável 1122 pode ficar dispostoindependentemente; ou
(7) a embreagem controlável 1016 pode ficardisposta independentemente; ou(8) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 compartilham a mesma estrutura e ficam dispostosentre a interface de controle e transmissão intermediária 1003 e atransmissão da extremidade dianteira 1006; ou
(9) o freio controlável 1122 é disposto nainterface de controle e transmissão intermediária 1003 enquanto aembreagem controlável 1016 é disposta na transmissão daextremidade dianteira 1006.
Este sistema de distribuição de força por geraçãodiferencial, como mostrado nas formas de incorporação preferidasda fig. 5 e da fig. 10, o mecanismo de máquina elétrica rotacional10410 pode ficar disposto conforme os métodos abaixo dependendodas exigências estruturais:
(1) o mecanismo de máquina elétrica rotacional10410 pode compartilhar a mesma estrutura com a transmissão daextremidade traseira 1113; ou
(2) o mecanismo de máquina elétrica rotacional10410 pode compartilhar a mesma estrutura com a transmissãointermediária e a interface de controle e transmissãointermediária 1003; ou
(3) o mecanismo de máquina elétrica rotacional10410 pode ficar disposto independentemente entre a interface decontrole e transmissão intermediária 1003 e a transmissão daextremidade traseira 1113.
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasna fig. 5 e na fig. 10 previamente descritas, o freio controlável1121 e a embreagem controlável 1120 podem ser dispostos conformeos métodos abaixo de acordo com as exigências estruturais:
(1) o freio controlável 1121 pode ficar dispostona interface de controle e transmissão intermediária 1003; ou
(2) o freio controlável 1121 pode ficar dispostojunto com a embreagem controlável 1120 na interface de controle etransmissão intermediária 1003; ou
(3) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta na peça de rotação 10411 da primeira máquina elétrica; ou(4) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta junto com o freio controlável 1121 na peça de rotação10411 da primeira máquina elétrica; ou
(5) a embreagem controlável 1120 e o freiocontrolável 1121 podem compartilhar a mesma estrutura; ou
(6) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta independentemente; ou
(7) o freio controlável 1121 pode ficar dispostoindependentemente; ou
(8) a embreagem controlável 1120 e o freiocontrolável 1121 compartilham a mesma estrutura e ficam dispostosentre a interface de controle e transmissão intermediária 1003 e apeça de rotação 10411 da primeira máquina elétrica;
(9) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta na peça de rotação 10411 da primeira máquina elétricaenquanto o freio controlável 1121 pode ficar disposto na interfacede controle e transmissão intermediária 1003.
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasna fig. 5 e na fig. 10 previamente descritas, a embreagemcontrolável 1002 pode ficar disposta conforme os métodos abaixo deacordo com as exigências estruturais:
(1) a embreagem controlável .1002 pode ficardisposta na unidade de força rotacional 1000; ou
(2) a embreagem controlável 1002 pode ficarinterface de controle e transmissão intermediária
(3) a embreagem controlável 1002 pode ficardisposta independentemente entre a unidade de força rotacional1000 e a interface de controle e transmissão intermediária 1003.
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasna fig. 5 e na fig. 10 previamente descritas, o freio controlável1122 e embreagem controlável 1016 podem ser dispostos conforme osmétodos abaixo de acordo com as exigências estruturais:
(1) o freio controlável 1122 pode ficar dispostona interface de controle e transmissão intermediária 1003; ou
disposta na 1003; ou(2) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 podem ser dispostos na interface de controle etransmissão intermediária 1003; ou
(3) a embreagem controlável 1016 é disposta natransmissão da extremidade dianteira 1006; ou
(4) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 podem ser dispostos conjuntamente na transmissãoda extremidade dianteira 1006; ou
(5) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 podem compartilhar a mesma estrutura; ou
(6) o freio controlável 1122 pode ficar disposto
independentemente;
(7) a embreagem controlável 1016 pode ficardisposta independentemente;
(8) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 compartilham a mesma estrutura e ficam dispostosentre a interface de controle e transmissão intermediária 1003 e atransmissão da extremidade dianteira 1006; ou
(9) o freio controlável 1122 é disposto nainterface de controle e transmissão intermediária 1003 enquanto aextremidade de saida diferencial 1032 é disposta na transmissão daextremidade dianteira 1006.
Neste sistema de distribuição de força porgeração diferencial, como mostrado nas formas de incorporaçãopreferidas da fig. 11 e da fig. 12, seu mecanismo de máquinaelétrica rotacionai 1040 pode ficar disposto conforme os métodosabaixo de acordo com as exigências estruturais:
(1) o mecanismo de máquina elétrica rotacional1040 pode compartilhar a mesma estrutura com a transmissão daextremidade traseira 1113; ou
(2) o mecanismo de máquina elétrica rotacional1040 pode compartilhar a mesma estrutura com a interface decontrole e transmissão intermediária 1003; ou
(3) o mecanismo de máquina elétrica rotacional1040 pode ficar disposto independentemente entre a interface decontrole e transmissão intermediária 1003 e a transmissão daextremidade traseira 1113; ou(4) a segunda máquina elétrica 1042 podecompartilhar a mesma estrutura independentemente com a transmissãoda extremidade traseira 1113.
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasna fig. 11 e na fig. 12 previamente descritas, o freio controlável1121 e a embreagem controlável 1120 podem ser dispostos conformeos métodos abaixo de acordo com as exigências estruturais:
(1) o freio controlável 1121 pode ficar dispostona interface de controle e transmissão intermediária 1003; ou
(2) o freio controlável 1121 pode ficar dispostojunto com a embreagem controlável 1120 na interface de controle etransmissão intermediária 1003; ou
(3) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta na primeira máquina elétrica 1041; ou
(4) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta junto com o freio controlável 1121 na primeira máquinaelétrica 1041; ou
(5) a embreagem controlável 1120 e o freiocontrolável 1121 podem compartilhar a mesma estrutura; ou
(6) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta independentemente; ou
(7) o freio controlável 1121 pode ficar dispostoindependentemente; ou
(8) a embreagem controlável 1120 e o freiocontrolável 1121 compartilham a mesma estrutura e ficam dispostosentre a interface de controle e transmissão intermediária 1003 e aprimeira máquina elétrica 1041;
(9) a embreagem controlável 1120 é disposta naprimeira máquina elétrica 1041 enquanto o freio controlável 1121 édisposto na interface de controle e transmissão intermediária1003.
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasna fig. 11 e na fig. 12 previamente descritas, a embreagemcontrolável 1002 pode ficar disposta a métodos abaixo de acordocom as exigências estruturais:
(1) a embreagem controlável 1002 pode ficardisposta na unidade de força rotacional 1000; ou(2) a embreagem controlável 1002 pode ficardisposta na interface de controle e transmissão intermediária1003; ou
(3) a embreagem controlável 1002 pode ficardisposta independentemente entre a unidade de força rotacional1000 e a interface de controle e transmissão intermediária 1003.
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasna fig. 11 e na fig. 12 previamente descritas, o freio controlável1122 e a embreagem controlável 1016 podem ser dispostos conformeos métodos abaixo de acordo com as exigências estruturais:
(1) o freio controlável 1122 é disposto nainterface de controle e transmissão intermediária 1003;
(2) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 são dispostos na interface de controle etransmissão intermediária 1003; ou
(3) a embreagem controlável 1016 é disposta natransmissão da extremidade dianteira 1006; ou
(4) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 são dispostos conjuntamente na transmissão daextremidade dianteira 1006; ou
(5) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 podem compartilhar a mesma estrutura; ou
(6) o freio controlável 1122 pode ficar dispostoindependentemente;
(7) a embreagem controlável 1016 pode ficardisposta independentemente;
(8) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 compartilham a mesma estrutura e ficam dispostosentre a interface de controle e transmissão intermediária 1003 e atransmissão da extremidade dianteira 1006; ou
(9) o freio controlável 1122 é disposto nainterface de controle e transmissão intermediária 1003 enquanto aextremidade de saida diferencial 1032 é disposta na transmissão daextremidade dianteira 1006.
No sistema de distribuição de força por geraçãodiferencial, como mostrado nas formas de incorporação preferidasda fig. 13 e da fig. 14, a primeira máquina elétrica 1041 podeficar disposta conforme os métodos abaixo de acordo com asexigências estruturais:
(1) a primeira máquina elétrica 1041 podecompartilhar a mesma estrutura com a embreagem controlável 1116 ea transmissão da extremidade traseira 1113; ou
(2) a primeira máquina elétrica 1041 podecompartilhar a mesma estrutura com a interface de controle etransmissão intermediária 1003; ou
(3) a primeira máquina elétrica 1041 pode ficardisposta independentemente entre a interface de controle etransmissão intermediária 1003 e a transmissão da extremidadetraseira 1113.
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasna fig. 13 e na fig. 14 previamente descritas, o freio controlável1121 e a embreagem controlável 1120 podem ser dispostos conformeos métodos abaixo de acordo com as exigências estruturais:
(1) o freio controlável 1121 pode ficar dispostona interface de controle e transmissão intermediária 1003; ou
(2) o freio controlável 1121 pode ficar dispostojunto com a embreagem controlável 1120 na interface de controle etransmissão intermediária 1003; ou
(3) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta na primeira máquina elétrica 1041; ou
(4) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta junto com o freio 1120 controlável na primeira máquinaelétrica 1041; ou
(5) a embreagem controlável 1120 e o freiocontrolável 1121 podem compartilhar a mesma estrutura; ou
(6) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta independentemente; ou
(7) o freio controlável 1121 pode ficar dispostoindependentemente; ou
(8) a embreagem controlável 1120 compartilha amesma estrutura com o freio controlável 1121 e fica disposta entrea interface de controle e transmissão intermediária 1003 e aprimeira máquina elétrica 1041; ou(9) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta na primeira máquina elétrica 1041 enquanto o freiocontrolável 1121 pode ficar disposto na interface de controle etransmissão intermediária 1003;
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasna fig. 13 e na fig. 14 previamente descritas, a embreagemcontrolável 1002 pode ficar disposta conforme os métodos abaixo deacordo com as exigências estruturais:
(1) a embreagem controlável 1002 pode ficardisposta a unidade de força rotacional 1000; ou
(2) a embreagem controlável 1002 pode ficarinterface de controle e transmissão intermediária
(3) a embreagem controlável 1002 pode ficardisposta independentemente entre a unidade de .força rotacional1000 e a interface de controle e transmissão intermediária 1003.
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasna fig. 13 e na fig. 14 previamente descritas, o freio controlável1122 e a embreagem controlável 1016 podem ser dispostos conformeos métodos abaixo de acordo com as exigências estruturais:
(1) o freio controlável 1122 fica disposto nainterface de controle e transmissão intermediária 1003; ou
(2) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 ficam dispostos na interface de controle etransmissão intermediária 1003; ou
(3) a embreagem controlável 1016 fica disposta natransmissão da extremidade dianteira 1006; ou
(4) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 ficam dispostos juntos na transmissão daextremidade dianteira 1006; ou
(5) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 podem compartilhar a mesma estrutura; ou
(6) o freio controlável 1122 pode ficar disposto
independentemente;
(7) a embreagem controlável 1016 pode ficardisposta independentemente;
disposta na1003; ou(8) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 compartilham a mesma estrutura e ficam dispostosentre a interface de controle e transmissão intermediária 1003 e atransmissão da extremidade dianteira 1006; ou
(9) o freio controlável 1122 é disposto nainterface de controle e transmissão intermediária 1003 enquanto aextremidade de saida diferencial 1032 é disposta na transmissão daextremidade dianteira 1006.
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasna fig. 13 e na f ig • 14 previamente descritas, a embreagemcontrolável 1116 pode ficar disposta conforme os métodos abaixo deacordo com as exigências estruturais:
(1) a embreagem controlável 1116 pode ficardisposta na primeira máquina elétrica 1041; ou
(2) a embreagem controlável 1116 pode ficardisposta na transmissão da extremidade traseira 1113; ou
(3) a embreagem controlável 1116 pode ficardisposta entre a primeira máquina elétrica 1041 e a transmissão daextremidade traseira 1113.
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasna fig. 13 e na fig. 14 previamente descritas, sua segunda máquinaelétrica 1042 pode ficar disposta conforme os métodos abaixo deacordo com as exigências estruturais:
(1) a segunda máquina elétrica 1042 pode ficardisposta entre a transmissão da extremidade traseira 1113 e acarga da extremidade traseira 1114; ou
(2) a segunda máquina elétrica 1042 e a carga daextremidade traseira 1114 podem compartilhar a mesma estrutura; ou
(3) a segunda máquina elétrica 1042 e atransmissão da extremidade traseira 1113 podem compartilhar amesma estrutura; ou
(4) a segunda máquina elétrica 1042 podecompartilhar a mesma estrutura com a transmissão da extremidadetraseira 1113 e a embreagem controlável 1116; ou
(5) a segunda máquina elétrica 1042 podecompartilhar a mesma estrutura com a carga da extremidade traseira1114 e a transmissão da extremidade traseira 1113; ou(6) a segunda máquina elétrica 1042 podecompartilhar a mesma estrutura com a transmissão da extremidadetraseira 1113, a embreagem controlável 1116, e a primeira máquinaelétrica 1041; ou
(7) a segunda máquina elétrica 1042 podecompartilhar a mesma estrutura com a carga da extremidade traseira1114, a transmissão da extremidade traseira 1113, e a embreagemcontrolável 1116; ou
(8) a segunda máquina elétrica 1042 podecompartilhar a mesma estrutura com a carga da extremidade traseira1114, a transmissão da extremidade traseira 1113, a embreagemcontrolável 1116, e a primeira máquina elétrica 1041.
Neste sistema de distribuição de força porgeração diferencial, como mostrado nas formas de incorporaçãopreferidas da fig. 15 à fig. 20, seu mecanismo de máquina elétricarotacional 10410 pode ficar disposto conforme os métodos abaixo deacordo com as exigências estruturais:
(1) o mecanismo de máquina elétrica rotacional10410 pode compartilhar a mesma estrutura com a transmissão daextremidade traseira 1113; ou
(2) o mecanismo de máquina elétrica rotacional10410 pode compartilhar a mesma estrutura com a interface decontrole e transmissão intermediária 1003; ou
(3) o mecanismo de máquina elétrica rotacional10410 pode ficar disposto independentemente entre a interface decontrole e transmissão intermediária 1003 e a transmissão daextremidade traseira 1113.
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasna fig. 15 à fig. 20 previamente descritas, o freio controlável1121 e a embreagem controlável 1120 podem ser dispostos conformeos métodos abaixo de acordo com as exigências estruturais:
(1) o freio controlável 1121 pode ficar dispostona interface de controle e transmissão intermediária 1003; ou
(2) o freio controlável 1121 junto com aembreagem controlável 1120 podem ficar dispostos na interface decontrole e transmissão intermediária 1003; ou(3) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta na peça de rotação 10411 da primeira máquina elétrica; ou
(4) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta junto com o freio controlável 1121 na peça de rotação10411 da primeira máquina elétrica; ou
(5) a embreagem controlável 1120 e a embreagem
1121 controlável podem compartilhar a mesma estrutura; ou
(6) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta independentemente; ou
(7) o freio controlável 1121 pode ficar dispostoindependentemente; ou
(8) a embreagem controlável 1120 e o freiocontrolável 1121 compartilham a mesma estrutura e ficam dispostosentre a interface de controle e transmissão intermediária 1003 e apeça de rotação da primeira máquina 10411 elétrica; ou
(9) a embreagem controlável 1120 é disposta napeça de rotação da primeira máquina 10411 elétrica enquanto ofreio controlável 1121 é disposto na interface de controle etransmissão intermediária 1003.
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasna fig. 15 à fig. 20 previamente descritas, a embreagemcontrolável 1002 pode ficar disposta conforme os métodos abaixo deacordo com as exigências estruturais:
(1) a embreagem controlável 1002 pode ficardisposta na unidade de força rotacional 1000; ou
(2) a embreagem controlável 1002 pode ficarinterface de controle e transmissão intermediária
(3) a embreagem controlável 1002 pode ficardisposta independentemente entre a unidade de força rotacional1000 e a interface de controle e transmissão intermediária 1003.
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasna fig. 15 à fig. 20 previamente descritas, o freio controlável
1122 e a embreagem controlável 1016 podem ser dispostos conformeos métodos abaixo de acordo com as exigências estruturais:
(1) o freio controlável 1122 é disposto nainterface de controle e transmissão intermediária 1003; ou(2) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 podem ser dispostos na interface de controle etransmissão intermediária 1003; ou
(3) a embreagem controlável 1016 é disposta natransmissão da extremidade dianteira 1006; ou
(4) o freio controlável 1122 pode ficar dispostojunto com a embreagem controlável 1016 na transmissão daextremidade dianteira 1006; ou
(5) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 podem compartilhar a mesma estrutura; ou
(6) o freio controlável 1122 pode ficar dispostoindependentemente;
(7) a embreagem controlável 1016 pode ficardisposta independentemente;
(8) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 compartilham a mesma estrutura e ficam dispostosentre a interface de controle e transmissão intermediária 1003 e atransmissão da extremidade dianteira 1006; ou
(9) o freio controlável 1122 é disposto nainterface de controle e transmissão intermediária 1003 enquanto aextremidade de saida diferencial 1032 é disposta na transmissão daextremidade dianteira 1006.
No sistema de distribuição de força por geraçãodiferencial, como mostrado na forma de incorporação preferida dafig. 24, o mecanismo de máquina elétrica rotacional 1040 podeficar disposto de acordo com as exigências estruturais conforme osmétodos abaixo:
(1) o mecanismo de máquina elétrica rotacional1040 pode compartilhar a mesma estrutura com a embreagem 1123controlável, a transmissão 1090 e a transmissão da extremidadetraseira 1113; ou
(2) o mecanismo de máquina elétrica rotacional1040 pode compartilhar a mesma estrutura com a transmissão 1080 ea interface de controle e transmissão intermediária 1003; ou
(3) o mecanismo de máquina elétrica rotacional1040 pode ficar disposto independentemente entre a transmissão1080 e a transmissão 1090; ou(4) o mecanismo de máquina elétrica rotacional1040, junto com a transmissão 1080 e a transmissão 1090, podeficar disposto independentemente entre a interface de controle etransmissão intermediária 1003 e a transmissão da extremidadetraseira 1113.
Na forma de incorporação preferida ilustrada nafig. 24 previamente descrita, o freio controlável 1121 e aembreagem controlável 1120 podem ser dispostos conforme os métodosabaixo de acordo com as exigências estruturais:
(1) o freio controlável 1121 pode ficar dispostojunto com a transmissão 1080 e a embreagem controlável 1120 naprimeira máquina elétrica 1041; ou
(2) o freio controlável 1121 pode ficar dispostojunto com a transmissão 1080 na interface de controle etransmissão intermediária 1003; ou
(3) o freio controlável 1121 e a transmissão 1080podem ser dispostos junto com a extremidade de saida 1034 e aembreagem controlável 1120 na interface de controle e transmissãointermediária 1003; ou
(4) o freio controlável 1121 pode ficar dispostojunto com a transmissão 1080 na interface de controle etransmissão intermediária 1003; ou
(5) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta junto com a transmissão 1080 na primeira máquina elétrica1041; ou
(6) a embreagem controlável 1120, a transmissão1080 e o freio controlável 1121 podem compartilhar a mesmaestrutura; ou
(7) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta independentemente; ou
(8) o freio controlável 1121 pode ficar dispostoindependentemente; ou
(9) a transmissão 1080 pode ficar disposta independentemente; ou
(10) o freio controlável 1121 e a transmissão 1080podem compartilhar a mesma estrutura e podem ser independentementedispostos; ou(11) a embreagem controlável 1120 e a transmissão1080 podem compartilhar a mesma estrutura e podem serindependentemente dispostos; ou
(12) o freio controlável 1121, a transmissão 1080e a embreagem controlável 1120 podem compartilhar a mesmaestrutura e podem ser independentemente dispostos.
Na forma de incorporação preferida ilustrada nafig. 24 previamente descrita, a embreagem controlável 1002 podeficar disposta conforme os métodos abaixo de acordo com asexigências estruturais:
(1) a embreagem controlável 1002 fica disposta naunidade de força rotacional 1000; ou
(2) a embreagem controlável 1002 fica disposta nainterface de controle e transmissão intermediária 1003; ou
(3) a embreagem controlável 1002 pode ficardisposta independentemente entre a unidade de força rotacional1000 e a interface de controle e transmissão intermediária 1003.
Na forma de incorporação preferida ilustrada nafig. 24 previamente descrita, o freio controlável 1122 e aembreagem controlável 1016 podem ser dispostos conforme os métodosabaixo de acordo com as exigências estruturais:
(1) o freio controlável 1122 é disposto nainterface de controle e transmissão intermediária 1003; ou
(2) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 podem ser dispostos na interface de controle etransmissão intermediária 1003; ou
(3) a embreagem controlável 1016 pode ficardisposta na transmissão da extremidade dianteira 1006; ou
(4) o freio controlável 1122 pode ficar dispostojunto com a embreagem controlável 1016 na transmissão daextremidade dianteira 1006; ou
(5) o freio controlável 1122 pode compartilhar amesma estrutura com a embreagem controlável 1016; ou
(6) o freio controlável 1122 pode ficar dispostoindependentemente;
(7) a embreagem controlável 1016 pode ficardisposta independentemente;(8) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 compartilham a mesma estrutura e ficam dispostosentre a interface de controle e transmissão intermediária 1003 e atransmissão da extremidade dianteira 1006;
(9) o freio controlável 1122 é disposto nainterface de controle e transmissão intermediária 1003 enquanto aextremidade de saida diferencial 1032 é disposta na transmissão daextremidade dianteira 1006.
Na forma de incorporação preferida ilustrada nafig. 24 previamente descrita, a embreagem controlável 1116 podeficar disposta conforme os métodos abaixo de acordo com asexigências estruturais:
(1) a embreagem controlável 1116 podecompartilhar a mesma estrutura com a transmissão 1080; ou
(2) a embreagem controlável 1116 podecompartilhar a mesma estrutura com a transmissão 1090; ou
(3) a embreagem controlável 1116 pode ficardisposta entre a transmissão 1080 e a transmissão 1090; ou
(4) a embreagem controlável 1116, a transmissão1080, a embreagem controlável 1120, e o freio controlável 1121 sãodispostos na interface de controle e transmissão intermediária1003; ou
(5) a embreagem controlável 1116, a transmissão1080, a embreagem controlável 1120, e o freio controlável 1121 sãodispostos na primeira máquina elétrica 1041; ou
(6) a embreagem controlável 1116, a transmissão1080, a embreagem controlável 1120, e o freio controlável 1121podem ser estruturas independentes; ou
(7) a- embreagem controlável 1116, a transmissão1080, a embreagem controlável 1120, o freio controlável 1121, e aprimeira máquina elétrica 1041 podem ser agrupados ou mais de doisitens podem se agrupados para compartilhar a mesma estrutura; ou
(8) a embreagem controlável 1116, a transmissão1090, e a transmissão da extremidade traseira 1113 são dispostasna segunda máquina elétrica 1042; ou
(9) a embreagem controlável 1116 e a transmissão1090 são dispostas na transmissão da extremidade traseira 1113; ou(10) a embreagem controlável 1116, a transmissão1090, e a transmissão da extremidade traseira 1113 são dispostasna transmissão da extremidade traseira 1113; ou
(11) a embreagem 1123 controlável e a transmissão1090 são dispostas na transmissão da extremidade traseira 1113; ou
(12) a transmissão 1090 é disposta na transmissãoda extremidade traseira 1113; ou
(13) a embreagem controlável 1116, a transmissão1090, a embreagem 1123 controlável, e a transmissão da extremidadetraseira 1113 pode ser estruturas individualmente independentes;ou
(14) a embreagem controlável 1116, a transmissão1090, a embreagem 1123 controlável, a transmissão da extremidadetraseira 1113, e a segunda máquina elétrica 1042 podem seragrupadas ou mais de dois itens podem se agrupados paracompartilhar a mesma estrutura.
No sistema de distribuição de força por geraçãodiferencial, como mostrado na forma de incorporação preferida da
fig. 25 até a figo. 27, o mecanismo de máquina elétrica rotacional10410 pode ficar disposto de acordo com as exigências estruturaisconforme os métodos abaixo:
(1) o mecanismo de máquina elétrica rotacional10410 pode compartilhar a mesma estrutura com a embreagem 1123controlável, a transmissão 1090 e a transmissão da extremidadetraseira 1113; ou
(2) o mecanismo de máquina elétrica rotacional10410 pode compartilhar a mesma estrutura com a transmissão 1080 ea interface de controle e transmissão intermediária 1003; ou
(3) o mecanismo de máquina elétrica rotacional10410 pode ficar disposto independentemente entre a transmissão1080 e a transmissão 1090; ou
(4) o mecanismo de máquina elétrica rotacional10410, junto com a transmissão 1080 e a transmissão 1090, podeficar disposto independentemente entre a interface de controle etransmissão intermediária 1003 e a transmissão da extremidadetraseira 1113.Nas formas de incorporação preferidas ilustradasna fig. 25 até a fig. 27 previamente descritas, o freiocontrolável 1121 e a embreagem controlável 1120 podem serdispostos conforme os métodos abaixo de acordo com as exigênciasestruturais:
(1) o freio controlável 1121 pode ficar dispostojunto com a transmissão 1080 e a embreagem controlável 1120 napeça de rotação 10411 da primeira máquina elétrica; ou
(2) o freio controlável 1121 pode ficar dispostojunto com a transmissão 1080 na interface de controle etransmissão intermediária 1003; ou
(3) o freio controlável 1121 e a transmissão 1080podem ser dispostos junto com a extremidade de salda 1034 e aembreagem controlável 1120 na interface de controle e transmissãointermediária 1003; ou
(4) o freio controlável 1121 pode ficar dispostojunto com a transmissão 1080 na interface de controle etransmissão intermediária 1003; ou
(5) a embreagem controlável 1120 pode ficardisposta junto com a transmissão 1080 na peça de rotação 10411 daprimeira máquina elétrica; ou
(6) a embreagem controlável 1120, a transmissão1080 e o freio controlável 1121 podem compartilhar a mesmaestrutura; ou
(7) a embreagem controlável 1120 pode ficar,disposta independentemente; ou
(8) o freio controlável 1121 pode ficar dispostoindependentemente; ou
(9) a transmissão 1080 pode ficar dispostaindependentemente; ou
(10) o freio controlável 1121 e a transmissão 1080podem compartilhar a mesma estrutura e podem ser dispostosindependentemente; ou
(11) a embreagem controlável 1120 e a transmissão1080 podem compartilhar a mesma estrutura ficaremindependentemente dispostos; ou(12) o freio controlável 1121, a transmissão 1080e a embreagem controlável 1120 podem compartilhar a mesmaestrutura e podem ser dispostos independentemente.
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasna fig. 25 até a fig. 27 previamente descritas, a embreagemcontrolável 1002 pode ficar disposta conforme os métodos abaixo deacordo com as exigências estruturais:
(1) a embreagem controlável 1002 é disposta naunidade de força rotacional 1000; ou
(2) a embreagem controlável 1002 é disposta nainterface de controle e transmissão intermediária 1003; ou
(3) a embreagem controlável 1002 pode ficardisposta independentemente entre a unidade de força rotacional1000 e a interface de controle e transmissão intermediária 1003.
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasna fig. 25 até a fig. 27 previamente descritas, o freiocontrolável 1122 e a embreagem controlável 1016 podem serdispostos conforme os métodos abaixo de acordo com as exigênciasestruturais:
(1) o freio controlável 1122 é disposto nainterface de controle e transmissão intermediária 1003; ou
(2) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 podem ser dispostos na interface de controle etransmissão intermediária 1003; ou
(3) a embreagem controlável 1016 pode ficardisposta na transmissão da extremidade dianteira 1006; ou
(4) o freio controlável 1122 pode ficar dispostojunto com a embreagem controlável 1016 na transmissão daextremidade dianteira 1006; ou
(5) o freio controlável 1122 pode compartilhar amesma estrutura com a embreagem controlável 1016; ou
(6) o freio controlável 1122 pode ficar dispostoindependentemente;
(7) a embreagem controlável 1016 pode ficardisposta independentemente;
(8) o freio controlável 1122 e a embreagemcontrolável 1016 compartilham a mesma estrutura e ficam dispostosentre a interface de controle e transmissão intermediária 1003 e atransmissão da extremidade dianteira 1006;
(9) o freio controlável 1122 é disposto nainterface de controle e transmissão intermediária 1003 enquanto aextremidade de saida diferencial 1032 fica disposta na transmissãoda extremidade dianteira 1006.
Nas formas de incorporação preferidas ilustradasna f ig. 25 até a f ig. 27 previamente descritas, a embreagemcontrolável 1116 pode ficar disposta conforme os métodos abaixo deacordo com as exigências estruturais:
(1) a embreagem controlável 1116 podecompartilhar a mesma estrutura com a transmissão 1080; ou
(2) a embreagem controlável 1116 podecompartilhar a mesma estrutura com a transmissão 1090; ou
(3) a embreagem controlável 1116 pode ficardisposta entre a transmissão 1080 e a transmissão 1090; ou
(4) a embreagem controlável 1116, a transmissão1080, a embreagem controlável 1120, e o freio controlável 1121 sãodispostos na interface de controle e transmissão intermediária1003; ou
(5) a embreagem controlável 1116, a transmissão1080, a embreagem controlável 1120, e o freio controlável 1121 sãodispostos na peça de rotação 10411 da primeira máquina elétrica;ou
(6) a embreagem controlável 1116, a transmissão1080, a embreagem controlável 1120, e o freio controlável 1121podem ser estruturas independentes; ou
(7) a embreagem controlável 1116, a transmissão1080, a embreagem controlável 1120, o freio controlável 1121, e apeça de rotação 10411 da primeira máquina elétrica podem seragrupados ou mais de dois itens podem ser agrupados paracompartilharem a mesma estrutura; ou
(8) a embreagem controlável 1116, a transmissão1090, e a transmissão da extremidade traseira 1113 ficam dispostasna peça de rotação 10412 da segunda máquina elétrica; ou(9) a embreagem controlável 1116 e a transmissão1090 ficam dispostas na transmissão da extremidade traseira 1113;ou
(10) a embreagem controlável 1116, a transmissão1090, e a transmissão da extremidade traseira 1113 ficam dispostasna transmissão da extremidade traseira 1113; ou
(11) a embreagem 1123 controlável e a transmissão1090 ficam dispostas na transmissão da extremidade traseira 1113;ou
(12) a transmissão 1090 fica disposta natransmissão da extremidade traseira 1113; ou
(13) a embreagem controlável 1116, a transmissão1090, a embreagem 1123 controlável, e a transmissão da extremidadetraseira 1113 pode ser estruturas individualmente independentes;ou
(14) a embreagem controlável 1116, a transmissão1090, a embreagem 1123 controlável, a transmissão da extremidadetraseira 1113, e a peça de rotação 10412 da segunda máquinaelétrica podem ser agrupadas ou mais de dois itens podem seragrupados para compartilharem a mesma estrutura.
A presente invenção prove um sistema dedistribuição de força por geração diferencial inovador e queoferece funções precisas, para impulsionar todas as rodas de umveiculo de transporte tendo a extremidade de saida de energiacinética rotacional de uma unidade de força rotacionalimpulsionando a extremidade de entrada rotacional de um conjuntode engrenagens diferenciais intermediárias através de umatransmissão principal constituída por embreagens controláveis emeios de controle para troca de engrenagens; uma extremidade desaida diferencial do conjunto de engrenagens diferenciaisintermediárias impulsiona a carga da extremidade dianteira pormeio de uma transmissão da extremidade dianteira e a outraextremidade de saida diferencial impulsiona uma máquina elétricaprimária de um mecanismo de máquina elétrica rotacionalconsiderando que a extremidade de saida da energia cinéticarotacional da segunda máquina elétrica impulsiona, diretamente oupor meio de uma transmissão, a carga da extremidade traseira eregula a distribuição de força entre as cargas da extremidadedianteira e da extremidade traseira sujeitas a controle através deum dispositivo de controle de impulsionamento.
Claims (18)
1. "SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE FORÇA POR GERAÇÃODIFERENCIAL", para impulsionar um veiculo de transporte com traçãoem todas as rodas, caracterizado pelo fato de compreender umsistema de distribuição de força por geração diferencial que operaessencialmente tendo uma extremidade de saida de energia cinéticarotacional de uma unidade de força rotacional acoplada a umdispositivo de interface de controle e transmissão intermediáriacontendo uma transmissão principal compreendendo embreagenscontroláveis e meios para controle de troca de engrenagem paraimpulsionar um conj unto de engrenagens diferenciaisintermediárias; uma extremidade de saida diferencial do conjuntode engrenagens diferenciais intermediárias para impulsionar atransmissão da extremidade dianteira e assim impulsionar a cargada extremidade dianteira; outra extremidade de saida diferencialdo conjunto de engrenagens diferenciais intermediárias é dispostapara impulsionar uma extremidade de entrada de uma peça de rotaçãode uma primeira máquina elétrica de um mecanismo de máquinaelétrica rotacional enquanto a extremidade de saida da peça derotação de uma segunda máquina elétrica do mecanismo de máquinaelétrica rotacional é disposta para impulsionar, diretamente ouatravés da transmissão, a carga da extremidade traseira; e o ditomecanismo de máquina elétrica rotacional estando sujeito a umdispositivo de controle de impulsionamento para regular econtrolar a distribuição de força entre a carga da extremidadedianteira e a carga da extremidade traseira, facilitando osarranjos de espaço e de centro de gravidade; o sistema compreendeessencialmente:uma unidade de força rotacional (1000),compreendendo um motor de combustão interna, sua provisão decombustível e unidade de controle associadas, uma unidade deignição, um dispositivo de controle e de detecção de torque e develocidade de revolução, ou compreendendo qualquer outra fonte deforça rotacional; seu eixo de saida rotacional (1001) é dispostopara impulsionar uma embreagem controlável (1002) selecionada comoaplicável disposta na interface de controle e transmissãointermediária (1003) com função de mudança de velocidade, paraentão impulsionar mais adiante uma transmissão principal (1110); atransmissão principal (1110) impulsiona então uma extremidade deentrada (1031) a partir de um conjunto de engrenagens diferenciaisintermediário (1111) , a partir do qual uma extremidade de saidadiferencial (1032) do conjunto de engrenagens diferenciaisintermediário (1111) impulsiona uma transmissão da extremidadedianteira (1006) e impulsiona adicionais uma carga da extremidadedianteira (1007) enquanto a outra extremidade de saida diferencial(1033) do conjunto de engrenagens diferenciais intermediário(1111) impulsiona a extremidade de entrada da peça de rotação daprimeira máquina elétrica (1041) do mecanismo de máquina elétricarotacional (1040); e a extremidade de saida da peça de rotação dasegunda máquina elétrica (1042) impulsiona, diretamente ou atravésde uma transmissão da extremidade traseira (1113) , uma carga daextremidade traseira (1114);- uma embreagem controlável (1002), que é um itemopcional relacionado ao impulsionamento por força manual,mecânica, eletromagnética, fluida ou excêntrica, ou compreende umdispositivo de transmissão de uma só via; está disposta entre aunidade de força rotacional (1000) e a extremidade de entrada deenergia cinética rotacional da transmissão principal (1110) nainterface de controle e transmissão intermediária (1003); assim,está suj eita ao controle para as operações de engate ou desengate;a embreagem controlável (1002) pode ser ou não opcionalmenteinstalada conforme exigido;uma interface de controle e transmissãointermediária (1003), compreendendo (1) a embreagem controlável(1002); (2) a transmissão principal (1110) relacionada aengrenagens automáticas para troca de transmissão automática,manual ou manualmente controlada e outra interface de operaçãomanual-mecânica do estado da arte anterior para a operação detroca de engrenagens; e (3) o conjunto de engrenagens diferenciaisintermediárias (1111) que compreende um conjunto de engrenagensplanetárias, circulantes ou qualquer outro jogo de engrenagensdiferenciais provido com função equivalente, provido com aextremidade de entrada (1031) e duas extremidades de saidadiferencial (1032), (1033); a dita embreagem controlável (1002), atransmissão principal (1110), e o conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias (1111) podem ser opcionalmenteinstalados, todos ou apenas parcialmente, conforme exigido;onde é provido que a extremidade de entrada(1001) da embreagem controlável (1002) seja acoplada à energiacinética rotacional da unidade de força rotacional (1000) e éprovido que a extremidade de saida seja acoplada à transmissãoprincipal (1110); é provido que a extremidade de saida datransmissão principal (1110) seja acoplada à extremidade deentrada (1031) do conjunto de engrenagens diferenciaisintermediárias (1111); uma extremidade de saida diferencial (1032)do conjunto de engrenagens diferenciais intermediárias (1111) éprovida para impulsionar a transmissão da extremidade dianteira(1006) e assim a carga da extremidade dianteira (1007) através daembreagem controlável (1016) e do conjunto de engrenagensdiferenciais (1017); outra extremidade de saida diferencial (1033)do conjunto de engrenagens diferenciais intermediárias (1111) éprovida para impulsionar a extremidade de entrada da peça derotação da primeira máquina elétrica (1041) do mecanismo demáquina elétrica rotacional (1040) através da embreagemcontrolável (1120); e por sua vez a extremidade de saida dasegunda máquina elétrica (1042) do mecanismo de máquina elétricarotacional (1040) impulsiona a carga da extremidade traseira(1114) através da transmissão da extremidade traseira (1113);uma transmissão da extremidade dianteira(1006), que é um item opcional provido dependendo da natureza dacarga, incluindo o conjunto de engrenagens diferenciais (1017)opcional com suas ambas extremidades diferenciais para impulsionara carga da extremidade dianteira (1007), ou um único conjunto deengrenagens de transmissão de saida opcional em lugar do conjuntode engrenagens diferenciais (1017) para impulsionar uma cargaindividual ou qualquer outra carga; ou quando requerido aembreagem controlável (1016) fica disposta entre a extremidade desaida diferencial (1032) do conjunto de engrenagens diferenciaisintermediárias (1111) e o conjunto de engrenagens diferenciais(1017) da transmissão da extremidade dianteira (1006) paracontrole de engate ou desengate; além disso, conforme requerido,um freio controlável (1122) opcional pode ser provido naextremidade de saida (1032) do conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias (1111) ; a dita transmissão daextremidade dianteira (1006) pode ou não ser opcionalmenteinstalada conforme requerido;uma embreagem controlável (1016), que estárelacionada a uma embreagem movida por força manual/ mecânica,eletromagnética, fluida ou força excêntrica, ou compreende umdispositivo de transmissão de uma só via, que está disposto entrea extremidade de saida diferencial (1032) do conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias (1111) e a extremidade deentrada do conjunto de engrenagens diferenciais (1017) datransmissão da extremidade dianteira (1006) para se engatar oudesengatar ao controlador central (1118); a dita embreagemcontrolável (1016) pode ou não ser opcionalmente instaladaconforme exigido;- um freio (1121) controlável, relacionado a umaparato de freio controlado por força manual, mecânica,eletromagnética ou de fluido, que está disposto entre aextremidade de saida diferencial (1033) do conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias (1111) e o aloj amento estático parafechar ou liberar o freio sujeito ao controlador central (1118); odito freio controlável (1121) pode ou não ser opcionalmenteinstalado conforme requerido;- um freio controlável (1122), relacionado a umaparato de freio controlado por força manual, mecânica,eletromagnética ou de fluido, que está disposto entre aextremidade de saida diferencial (1032) do conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias (1111) é o alojamento estático parafechar ou liberar o freio sujeito ao controlador central (1118); odito freio controlável (1122) pode ser ou não opcionalmenteinstalado conforme exigido;um mecanismo de máquina elétrica rotacionai(1040), provido na construção da máquina elétrica CA ou CC, com ousem escovas, contendo uma só ou uma pluralidade de primeirasmáquinas elétricas (1041) e uma só ou uma pluralidade de segundasmáquinas elétricas (1042), com ambas compartilhando o mesmosuporte, a extremidade de entrada da peça de rotação da primeiramáquina elétrica (1041) sendo acoplada através da embreagemcontrolável (1120) à extremidade de saida diferencial (1033) doconjunto de engrenagens diferenciais intermediárias (1111), aextremidade de saida da peça de rotação da segunda máquinaelétrica (1042) impulsiona, através da transmissão da extremidadetraseira diferencial (1113), a carga da extremidade traseira(1114), ou um único conjunto de engrenagens de transmissão desaida opcional é provido em lugar da transmissão da extremidadetraseira diferencial (1113) para impulsionar uma carga individualou qualquer outra carga; onde a primeira máquina elétrica (1041)está operando essencialmente como um gerador e alternativamentecomo um motor; a segunda máquina elétrica (1042) está operandoessencialmente como um motor e alternativamente como um gerador;- uma embreagem controlável (1120), relacionada auma embreagem movida por força manual, mecânica, eletromagnética,fluida ou força excêntrica, ou compreendida por uma transmissão deuma só via, a qual é provida entre a extremidade de saidadiferencial (1033) do conjunto de engrenagens diferenciaisintermediárias (1111) e a extremidade de entrada da peça derotação da primeira máquina elétrica (1041) do mecanismo demáquina elétrica rotacional (1040) para se engatar ou desengatarconforme sujeita ao controlador central (1118); a dita embreagemcontrolável (1120) pode ou não ser opcionalmente instaladaconforme exigido;- um controlador central (1118), que compreendeum dinamo elétrico, ou um componente eletrônico de estado sólido,ou um microprocessador e seu software de operação associado aocomando ou sinal de controle de saida de acordo com a configuraçãointerna ou controle randômico manual para controlar o dispositivode controle de impulsionamento (1115); o dito controlador central(1118) pode ou não ser opcionalmente instalado conforme requerido;- um dispositivo recarregável (1117) , que é umitem opcional relacionado a uma bateria secundária recarregável,capacitor, ou super-capacitor;uma carga da extremidade dianteira (1007) ,compreendendo um só ou uma pluralidade de conjuntos de rodas,esteiras, ou qualquer outra carga;- uma transmissão da extremidade traseira (1113),provida dependendo da natureza da carga contendo um só ou umapluralidade de conjuntos de engrenagens diferenciais para ambas asextremidades de saida diferenciais para impulsionar a carga daextremidade traseira (1114), ou um conjunto de engrenagens detransmissão fica disposto para impulsionar uma carga individual daextremidade traseira (1114); a dita transmissão da extremidadetraseira (1113) pode ou não ser opcionalmente instalada conformerequerido;- uma carga da extremidade traseira (1114), quecompreende um só ou uma pluralidade de conjuntos de rodas,esteiras ou qualquer outra carga;- um dispositivo de controle de impulsionamento(1115), compreendendo um dinamo elétrico, ou um componenteeletrônico de estado sólido, conectado entre a primeira máquinaelétrica (1041) e a segunda máquina elétrica (1042)! do mecanismode máquina elétrica rotacionai (104 0) e o dispositivo recarregável(1117) para receber o comando do controlador central (1118), paraexecutar controle de força e transmissão para impulsionar aprimeira máquina elétrica (1041) ou a segunda máquina elétrica(1042) ou ambas, ocupando-se em revoluções positivas ou negativasfuncionando como um motor; ou para controlar a primeira máquinaelétrica (1041), ou a segunda máquina elétrica (1042), ou ambas,funcionando como um gerador, ou para executar a regulação daamperagem e voltagem de entrada ou saida entre a primeira máquinaelétrica (1041) e a segunda máquina elétrica (1042) ou dodispositivo recarregável (1117) através do dispositivo de controlede impulsionamento (1115); ou para o controle de embreagenscontroláveis (1002), (1016), e (1120), ou dos freios controláveis(1121) e (1122), ou da interface de controle e transmissãointermediária (1003), ou da unidade de força rotacional (1000) oude qualquer outra força elétrica de controle de saida de cargaatravés do dispositivo de controle de impulsionamento (1115); odito dispositivo de controle de impulsionamento (1115) podendo ounão ser opcionalmente instalado conforme requerido;- Neste sistema de distribuição de força porgeração diferencial, seu mecanismo de máquina elétrica rotacionai(1040) pode ficar disposto conforme os métodos descritos abaixo,de acordo com as exigências estruturais:(1) o mecanismo de máquina elétrica rotacional(1040) pode compartilhar a mesma estrutura com a transmissão daextremidade traseira (1113); ou(2) o mecanismo de máquina elétrica rotacional(1040) pode compartilhar a mesma estrutura com a interface decontrole e transmissão intermediária (1003); ou(3) o mecanismo de máquina elétrica rotacional(1040) pode ficar disposto independentemente entre a interface decontrole e transmissão intermediária (1003) e a transmissão daextremidade traseira (1113); ou(4) a primeira máquina elétrica (1041) e asegunda máquina elétrica (1042) podem ser individualmenteindependentes, onde a primeira máquina elétrica (1041) compartilhaa mesma estrutura com a interface de controle e transmissãointermediária (1003) enquanto a segunda máquina elétrica (1042)compartilha a mesma estrutura com a transmissão da extremidadetraseira (1113);o freio controlável (1121) e a embreagemcontrolável (1120) podem ficar dispostos conforme os métodosabaixo, de acordo com as exigências estruturais:(1) o freio controlável (1121) pode ficarinterface de controle e transmissão intermediária(2) o freio controlável (1121) pode ficardisposto com a embreagem controlável (1120) na interface decontrole e transmissão intermediária (1003); ou(3) a embreagem controlável (1120) pode ficardisposta na primeira máquina elétrica (1041); ou(4) a embreagem controlável (1120) pode ficardisposta junto com o freio controlável (1121) na primeira máquinaelétrica (1041); ou(5) a embreagem controlável (1120) e o freiocontrolável (1121) podem compartilhar a mesma estrutura; ou(6) a embreagem controlável (1120) pode ficardisposta independentemente; ou(7) o freio controlável (1121) pode ficardisposto independentemente; ou(8) a embreagem controlável (1120) e o freiocontrolável (1121) compartilham a mesma estrutura e ficamdispostos entre a interface de controle e transmissãointermediária (1003) e a primeira máquina elétrica (1041); ou(9) a embreagem controlável (1120) pode ficardisposta na primeira máquina elétrica (1041) enquanto o freiocontrolável (1121) pode ficar disposto na"interface de controle etransmissão intermediária (1003);a embreagem controlável (1002) pode ficardisposta conforme os métodos abaixo, de acordo com as exigênciasestruturais: ;(1) a embreagem controlável (1002) pode ficardisposta na unidade de força rotacional (1000); ou(2) a embreagem controlável (1002) pode ficardisposta na interface de controle e transmissão intermediária(1003); ou(3) a embreagem controlável (1002) pode ficardisposta independentemente entre a unidade de força rotacional(1000) e a interface de controle e transmissão intermediária(1003);o freio controlável (1122) e a embreagemcontrolável (1016) podem ficar dispostos conforme os métodosabaixo, de acordo com as exigências estruturais:(1) o freio controlável (1122) pode ficardisposto na interface de controle e transmissão intermediária(1003); ou(2) o freio controlável (1122) e a embreagemcontrolável (1016) podem ser dispostos na interface de controle etransmissão intermediária (1003); ou(3) a embreagem controlável (1016) pode ficardisposta na transmissão da extremidade dianteira (1006); ou(4) . o freio controlável (1122) e a embreagemcontrolável (1016) podem ficar conjuntamente dispostos natransmissão da extremidade dianteira (1006); ou(5) o freio controlável (1122) e a embreagemcontrolável (1016) podem compartilhar a mesma estrutura; ou(6) o freio controlável (1122) pode ficardisposto independentemente;(7) a embreagem controlável (1016) pode ficardisposta independentemente;(8) o freio controlável (1122) e a embreagemcontrolável (1016) compartilham a mesma estrutura e ficamdispostos entre a interface de controle e transmissãointermediária (1003) e o transmissão da extremidade dianteira(1006); ou(9) o freio controlável (1122) pode ficardisposto na interface de controle e transmissão intermediária(1003) enquanto a extremidade de salda diferencial (1032) podeficar disposta na transmissão da extremidade dianteira (1006).
2. "SISTEMA", de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que as funções de operação primáriasincluem o acoplamento da extremidade de saida de energia cinéticarotacional da unidade de força rotacional (1000) e a interface decontrole e transmissão intermediária (1003), a interface decontrole e transmissão intermediária (1003) contendo a transmissãoprincipal (1110) que compreende a embreagem controlável (1002) e odispositivo de troca de engrenagens e o conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias (1111) impulsionados pela transmissãoprincipal (1110) enquanto uma das extremidades de saidadiferencial do conjunto de engrenagens intermediárias (1111)impulsiona a transmissão da extremidade dianteira (1006) paraimpulsionar mais adiante a carga da extremidade dianteira (1007);a outra extremidade de saida diferencial do conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias (1111) impulsiona aextremidade de entrada da peça de rotação da primeira máquinaelétrica (1041) no mecanismo de máquina elétrica rotacional (1040)enquanto a extremidade de saida da peça de rotação da segundamáquina elétrica (1042) no mecanismo de máquina elétricarotacional (1040) impulsiona a carga da extremidade traseira(1114), diretamente ou por meio de uma transmissão; o mecanismo demáquina elétrica rotacional (1040) está sujeito ao controle dodispositivo de controle de impulsionamento (1115) para regular econtrolar a distribuição de força entre a carga da extremidadedianteira (1007) e a carga da extremidade traseira (1114).
3. "SISTEMA", de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que a extremidade de entrada (1001) daembreagem controlável (1002) é acoplada à energia cinéticarotacional da unidade de força rotacional (1000), e suaextremidade de salda é acoplada à transmissão principal (1110); aextremidade de saida da transmissão principal (1110) é acoplada àextremidade de entrada (1031) do conjunto de engrenagensdiferenciais intermediário (1111); uma extremidade de saidadiferencial (1032) do conjunto de engrenagens diferenciaisintermediário (1111) impulsiona a transmissão da extremidadedianteira (1006) por meio da embreagem controlável (1016) e oconjunto de engrenagens diferenciais (1017) para assim impulsionara carga da extremidade dianteira (1007); outra extremidade desaida diferencial (1033) do conjunto de engrenagens diferenciaisintermediário (1111) impulsiona a extremidade de entrada da peçade rotação da primeira máquina elétrica (1041) no mecanismo demáquina elétrica rotacional (104 0) através da embreagemcontrolável (1120); e mais adiante impulsiona a carga daextremidade traseira (1114) por meio da transmissão da extremidadetraseira (1113) na extremidade de saida da segunda máquinaelétrica (1042) no mecanismo de máquina elétrica rotacional(1040) .
4. "SISTEMA", de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que ambas primeira e segunda máquinaselétricas (1041), (1042) podem operar como um motor ou como umgerador de acordo com as necessidades de operação; quando aprimeira máquina elétrica (1041) é movida pela energia cinéticarotacional da extremidade de saida diferencial (1033) do conjuntode engrenagens diferenciais intermediário (1111) para funcionarcomo um gerador, a força de saida pode prover qualquer uma outodas as seguintes funções sujeitas ao controle do controladorcentral (1118) e do dispositivo de controle de impulsionamento(1115):(1) com a embreagem controlável (1016)desengatada e o freio controlável (1122) travado para servir comomotor para a unidade de força rotacional (1000), o motor assimcontrolado está girando a, ou se aproximando de, uma velocidadefixa dentro da área de rpm do consumo de combustível especifico defreio (CCEF) caracterizando uma eficiência de energiacomparativamente mais alta e mais economia de combustível paraimpulsionar a primeira máquina elétrica (1041) operando como umgerador; a força gerada impulsiona a segunda máquina elétrica(1042) para operar como um motor, diretamente ou através decontrole pelo dispositivo de controle de impulsionamento (1115),para assim impulsionar a carga da extremidade traseira (1114)partindo da condição estática e executar uma operação deaceleração;(2) se o sistema deve ser provido com odispositivo recarregável (1117), a embreagem controlável (1016) édesengatada e o freio controlável (1122) é travado para servircomo motor para a unidade de força rotacional (1000), o motorassim controlado está girando a, ou se aproximando de, umavelocidade fixa dentro da área de rpm do consumo de combustívelespecifico de freio (CCEF) caracterizando uma eficiência deenergia comparativamente mais alta e mais economia de combustívelpara impulsionar a primeira máquina elétrica (1041) operando comoum gerador; a força gerada carrega o dispositivo recarregável(1117) não-saturado, ou é provida a um destino externo;(3) com a ■ embreagem controlável (1016)desengatada e o freio controlável (1122) travado para servir comomotor para a unidade de força rotacional (1000) , o motor assimcontrolado está girando a, ou se aproximando de, uma velocidadefixa dentro da área de rpm do consumo de combustível especifico defreio (CCEF) caracterizando uma eficiência de energiacomparativamente mais alta e mais economia de combustível paraimpulsionar a primeira máquina elétrica (1041) operando como umgerador; a força gerada e aquela do dispositivo recarregável(1117) impulsionam conjuntamente a segunda máquina elétrica (1042)para funcionar como um motor, diretamente ou por controle atravésdo dispositivo de controle de impulsionamento (1115), para assimimpulsionar a carga da extremidade traseira (1114) partindo doestado estático e executar uma operação de aceleração;(4) com a embreagem controlável (1016)desengatada e o freio controlável (1122) travado para servir comomotor para a unidade de força rotacional (1000), o motor assimcontrolado está girando a, ou se aproximando de, uma velocidadefixa dentro da área de rpm do consumo de combustível específico defreio (CCEF) caracterizando uma eficiência de energiacomparativamente mais alta e mais economia de combustível paraimpulsionar a primeira máquina elétrica (1041) operando como umgerador; a força gerada impulsiona a segunda máquina elétrica(1042) para funcionar como um motor, diretamente ou por controleatravés do dispositivo de controle de impulsionamento (1115), paraimpulsionar a carga da extremidade traseira (1114) partindo doestado estático e executar uma operação de aceleração enquanto aomesmo tempo carrega o dispositivo recarregável (1117);(5) a força de saída da primeira máquina elétrica(1041) conforme impulsionada pela energia cinética rotacional doconjunto de engrenagens diferenciais intermediárias (1111)impulsiona a segunda máquina elétrica (1042) para funcionar comoum motor, diretamente ou através do dispositivo de controle deimpulsionamento (1115), para assim impulsionar a carga daextremidade traseira (1114) partindo do estado estático e executaruma operação de aceleração;(6) quando para o sistema é provido com odispositivo recarregável (1117) , a energia cinética rotacional doconjunto de engrenagens diferenciais intermediárias (1111) podeser aplicada para impulsionar a primeira máquina elétrica (1041)para funcionar como um gerador, com a força gerada para carregar odispositivo recarregável (1117) não-saturado, ou pode ser provida a um destino externo;(7) quando o sistema é provido com o dispositivorecarregável (1117), a energia cinética rotacional do conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias (1111) pode ser aplicadapara impulsionar a primeira máquina elétrica (1041) para funcionarcomo um gerador, com a força gerada para impulsionar a segundamáquina elétrica (1042) funcionando como um motor, diretamente oupor controle através do dispositivo de controle de impulsionamento(1115), para assim impulsionar a carga da extremidade traseira(1114) partindo do estado estático e executar uma operação deaceleração enquanto ao mesmo tempo carrega o dispositivorecarregável não-saturado (1117);(8) quando o sistema é provido com o dispositivorecarregável (1117), a energia cinética rotacional do conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias (1111) pode ser aplicadapara impulsionar a primeira máquina elétrica (1041) para funcionarcomo um gerador, com a força gerada e aquela da saida dodispositivo recarregável (1117) usadas para impulsionarconjuntamente a segunda máquina elétrica (1042) para funcionarcomo um motor, diretamente ou através da controle pelo dispositivode controle de impulsionamento (1115), para assim impulsionar acarga da extremidade traseira (1114) partindo do estado estático eexecutar uma operação de aceleração;(9) a segunda máquina elétrica (1042) é capaz defuncionar como um gerador no estado em que o freio de carga estáaplicando uma frenagem ou redução com a força de saida providapara carregar o dispositivo recarregável (1117) de modo a produziramortecimento.
5. "SISTEMA", de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o sistema quando aplicado a umveiculo de transporte com tração em todas as rodas é capaz deprover qualquer uma ou todas as seguintes funções através dainterface de- controle e transmissão intermediária (1003) e docontrole pelo controlador central (1118):(1) a força do dispositivo recarregável (1117)impulsiona a primeira máquina elétrica (1041) e a segunda máquinaelétrica (1042) no mecanismo de máquina elétrica rotacional (1040)para que qualquer uma ou ambas as máquinas elétricas se engajem emrevoluções positivas ou negativas como um motor para impulsionar acarga partindo do estado estático e executar uma operação deaceleração; ou(2) a força do dispositivo recarregável (1117)impulsiona a primeira máquina elétrica (1041) ou a segunda máquinaelétrica (1042) no mecanismo de máquina elétrica rotacional (1040)para qualquer uma ou ambas as máquinas elétricas funcionarem comoum motor para conjuntamente impulsionarem a carga com a energiacinética rotacional da unidade de força rotacional (1000) (porexemplo, um motor); ou se engajarem em revoluções positivas ounegativas como um motor para regular e controlar a relação dedistribuição de força entre a carga da extremidade dianteira(1007) e a carga da extremidade traseira (1114); ou(3) a energia cinética rotacional da unidade deforça rotacional (1000) impulsiona a primeira máquina elétrica(1041) do mecanismo de máquina elétrica rotacional (1040) parafuncionar como um gerador com a força de saída usada para carregaro dispositivo recarregável (1117) e mudar o contra-torque formadopela força de saída, controlando a magnitude da corrente de carga,enquanto regula e controla a relação de distribuição de forçaentre a carga da extremidade dianteira (1007) e a carga daextremidade traseira (1114) por meio do acoplamento diferencial docontra-torque através do conj unto de engrenagens diferenciaisintermediárias (1111); ou(4) com a embreagem controlável (1016)desengatada e o freio controlável (1122) travado para servir comomotor para a unidade de força rotacional (1000), o motor assimcontrolado está girando a, ou se aproximando de, uma velocidadefixa dentro da área de rpm do consumo de combustível específico defreio (CCEF) caracterizando uma eficiência de energiacomparativamente mais alta e mais economia de combustível paraimpulsionar a primeira máquina elétrica (1041) operando como umgerador; a força gerada impulsiona a segunda máquina elétrica(1042) para funcionar como um motor, diretamente ou por controleatravés do dispositivo de controle de impulsionamento (1115), paraimpulsionar a carga da extremidade traseira (1114) partindo doestado estático e executar uma operação de aceleração; ou(5) a energia cinética rotacional da extremidadede saída diferencial (1033) do conjunto de engrenagensdiferenciais intermediárias (1111) impulsiona a primeira máquinaelétrica (1041) para funcionar como um gerador, com a força geradadiretamente ou através de controle pelo dispositivo de controle deimpulsionamento (1115), sendo usada para impulsionar a segundamáquina elétrica (1042) para funcionar como um motor paraimpulsionar a carga da extremidade traseira (1114) partindo doestado estático e executar uma operação de aceleração; ou(6) a energia cinética rotacional da extremidadede saida diferencial (1033) do conj unto de engrenagensdiferenciais intermediárias (1111) impulsiona a primeira máquinaelétrica (1041) para funcionar como um gerador com a força geradae aquela da saida do dispositivo recarregável (1117) impulsionandoconjuntamente a segunda máquina elétrica (1042) para funcionarcomo um motor, diretamente ou por controle pelo dispositivo decontrole de impulsionamento (1115), para impulsionar a carga daextremidade traseira (1114) partindo do estado estático e executaruma operação de aceleração; ou(7) quando o veiculo de transporte está descendoum declive ou está exercendo uma frenagem ou- desaceleração, tantouma só como ambas primeira máquina elétrica (1041) e segundamáquina elétrica (1042) no mecanismo de máquina elétricarotacional (1040) funcionam como um gerador para carregar odispositivo recarregável (1117), ou prover força para outra cargaimpulsionada por força, para executar a frenagem de regeneração;ou(8) o sistema se engata no impulsionamento dasrodas dianteiras; ou(9) o sistema se engata no impulsionamento dasrodas traseiras; ou(10) o sistema se engata no impulsionamento detodas as rodas.
6. "SISTEMA", de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o mecanismo de máquina elétricarotacional (1040) enquanto compreendendo as estruturas de máquinaelétrica rotacional compartilhando a mesma construção, podecompreender múltiplas máquinas elétricas individuais separadas, esua estrutura, diferentemente daquela apresentada na reivindicação-1, possui:uma primeira maquina elétrica independente(1041); e- uma ou uma pluralidade de segundas máquinaselétricas (1042) independentes para impulsionarem uma ou maiscargas da extremidade traseira (1114) adaptadas tanto diretamentecomo através de um dispositivo de transmissão de velocidadevariável;- u' a máquina elétrica do tipo de rodasdiretamente impulsionadas pode ser provida entre a segunda máquinaelétrica (1042) e a carga da extremidade traseira (1114); ou acarga da extremidade traseira (1114) é impulsionada pela segundamáquina elétrica (1042), diretamente ou por meio de umatransmissão de velocidade variável;no sistema de distribuição de força por geraçãodiferencial, a primeira máquina elétrica (1041) e a segundamáquina elétrica (1042) podem ficar dispostas conforme os métodosabaixo, dependendo das exigências estruturais:(1) a primeira máquina elétrica (1041) podecompartilhar a mesma estrutura com a interface de controle etransmissão intermediária (1003); ou(2) a segunda máquina elétrica (1042) podecompartilhar a mesma estrutura com a carga da extremidade traseira(1114);o freio controlável (1121) e a embreagemcontrolável (1120) podem ficar dispostos conforme o método abaixo,de acordo com as exigências estruturais:(1) o freio controlável (1121) pode ficardisposto na primeira máquina elétrica (1041); ou(2) o freio controlável (1121) pode estar juntocom a embreagem controlável (1120) dispostos na interface decontrole e transmissão intermediária (1003); ou(3) a embreagem controlável (1120) pode ficardisposta na primeira máquina elétrica (1041); ou(4) a embreagem controlável (1120) pode ficardisposta junto com o freio controlável (1121) na primeira máquinaelétrica (1041) ; ou(5) a embreagem controlável (1120) e o freiocontrolável (1121) podem compartilhar a mesma estrutura; ou(6) a embreagem controlável (1120) pode ficardisposta independentemente; ou(7) o freio controlável (1121) pode ficardisposto independentemente; ou(8) a embreagem controlável (1120) e o freiocontrolável (1121) compartilham a mesma estrutura e ficamdispostos entre a interface de controle e transmissãointermediária (1003) e a primeira máquina elétrica (1041); ou(9) A embreagem controlável (1120) é disposta naprimeira máquina elétrica (1041) enquanto o freio controlável(1121) é disposto na interface de controle e transmissãointermediária (1003);A embreagem controlável (1002) pode ficardisposta conforme os métodos abaixo, de acordo com as exigênciasestruturais:(1) a embreagem controlável (1002) pode ficardisposta na unidade de força rotacional (1000); ou(2) a embreagem controlável (1002) pode ficardisposta na interface de controle e transmissão intermediária(1003); ou(3) a embreagem controlável (1002) pode ficardisposta independentemente entre a unidade de força rotacional(1000) e a interface de controle e transmissão intermediária(1003);o freio controlável (1122) e a embreagemcontrolável (1016) podem ficar dispostos conforme os métodosabaixo, de acordo com as exigências estruturais:(1) o freio controlável (1122) pode ficardisposto na interface de controle e transmissão intermediária(1003); ou(2) o freio controlável (1122) e a embreagemcontrolável (1016) podem ficar dispostos na interface de controlee transmissão intermediária (1003); ou(3) a embreagem controlável (1016) é disposta natransmissão da extremidade dianteira (1006); ou(4) o freio controlável (1122) e a embreagemcontrolável (1016) são dispostos conjuntamente na transmissão daextremidade dianteira (1006); ou(5) o freio controlável (1122) e a embreagemcontrolável (1016) podem compartilhar a mesma estrutura; ou(6) o freio controlável (1122) pode ficardisposto independentemente; ou(7) a embreagem controlável (1016) pode ficardisposta independentemente; ou(8) o freio controlável (1122) e a embreagemcontrolável (1016) compartilham a mesma estrutura e ficamdispostos entre a interface de controle e transmissãointermediária (1003) e a transmissão da extremidade dianteira(1006); ou(9) o freio controlável (1122) é disposto nainterface de controle e transmissão intermediária (1003) enquantoa embreagem controlável (1016) é disposta na transmissão daextremidade dianteira (1006).
7. "SISTEMA", de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que um mecanismo de máquina elétricarotacional (10410) compreende peças de rotação do mecanismo demáquina elétrica rotacional (1040) sendo dispostas coaxialmente emsérie; e a configuração e funções do sistema, diferentementedaquelas apresentadas na reivindicação 1, compreendemessencialmente:- uma peça de rotação (10411) da primeira máquinaelétrica e uma peça de rotação (10412) da segunda máquina elétricaestão coaxialmente dispostas em série; a peça de rotação (10412)da segunda máquina elétrica impulsiona pelo menos uma carga daextremidade traseira (1114) diretamente ou através de pelo menosuma transmissão da extremidade traseira (1113); e- uma peça estática de máquina elétrica (10413)servindo como um caminho magnético comum é provida estendendo-seaxialmente para se acoplar à peça de rotação (10411) da primeiramáquina elétrica e à peça de rotação (10412) da segunda máquinaelétrica;- as peças de rotação são coaxialmente dispostasem série para formar o mecanismo de máquina elétrica rotacionai(10410) e uma peça estática de máquina elétrica (10413)compartilhando um caminho magnético comum é provida estendendo-seaxialmente ao longo de onde ambas as peças de rotação (10411),(10412) respectivamente da primeiro e da segunda máquinaselétricas estão dispostas coaxialmente em série, acoplada à peçade rotação (10411) da primeira máquina elétrica individualmenteprovida e à peça de rotação (10412) da segunda máquina elétricatambém individualmente provida, coaxialmente em série com aprimeira máquina elétrica;- a peça estática de máquina elétrica (10413)compartilhando um caminho magnético comum é disposta coaxialmenteem série com suas partes de rotação (10411), (10412),respectivamente da primeira e segunda máquinas elétricas,acopladas interiormente; e a parte de rotação (10412) da segundamáquina elétrica impulsionada uma ou múltiplas cargas daextremidade traseira (1114) tanto diretamente como por meio demúltiplas transmissões da extremidade traseira (1113);- conforme requerido, a peça estática de máquinaelétrica (10413) compartilhando um caminho magnético comum pode setornar um campo magnético ou armadura para a máquina elétricaenquanto ambas partes de rotação (10411), (10412) respectivamenteda primeiro e segunda máquinas elétricas também podem funcionarcomo campo magnético ou armadura para a máquina elétrica conformerelativamente selecionado.
8. "SISTEMA", de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o mecanismo de máquina elétricarotacionai (10410) pode compreender peças de rotação do mecanismode máquina elétrica rotacional (1040) dispostas em paralelo aeixos múltiplos acoplados à peça estática da máquina elétricacompartilhando um caminho magnético comum, e sua configuração,diferentemente daquela apresentada na reivindicação 1, compreendeessencialmente:- a peça de rotação (10411) da primeira máquinaelétrica e a parte de rotação (10412) da segunda máquina elétricasão dispostas em paralelo em múltiplos eixos; e a parte de rotação(10412) da segunda máquina elétrica impulsiona a carga daextremidade traseira (1114) diretamente ou através da transmissãoda extremidade traseira (1113);- um caminho magnético fechado é formado tendoambas partes de rotação (10411), (10412) respectivamente daprimeira e segunda máquinas elétricas acoplando-se à peça estáticade máquina elétrica (10413) compartilhando o mesmo caminhomagnético;- conforme requerido, a peça estática de máquinaelétrica (10413) compartilhando um caminho magnético comum pode setornar um campo magnético ou uma armadura para a máquina elétricaenquanto ambas peças de rotação (10411), (10412) respectivamenteda primeira e segunda máquinas elétricas também podem funcionarcomo o campo magnético ou armadura para a máquina elétrica;o mecanismo de máquina elétrica rotacional(10410) compreende ambas peças de rotação (10411), (10412)respectivamente da primeira e segunda máquinas elétricasindividualmente providas dispostas em paralelo em eixos múltiplose acopladas à peça estática de máquina elétrica (10413)compartilhando um caminho magnético comum; e a peça de rotação(10411) da primeira máquina elétrica e a peça de rotação (10412)da segunda máquina elétrica acopladas à peça estática de máquinaelétrica (10413) compartilhando um caminho magnético comum sãodispostas em paralelo em eixos múltiplos enquanto a peça derotação (10412) da segunda máquina elétrica impulsiona uma oumúltiplas cargas da extremidade traseira (1114), diretamente oupor meio da transmissão da extremidade traseira (1113).
9. "SISTEMA", de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que um mecanismo de máquina elétricarotacional (10410) compreende três camadas de estruturas demáquina elétrica coaxialmente dispostas em círculo e suaconfiguração, diferentemente daquela apresentada na reivindicação1, compreende essencialmente:- a peça de rotação (10411) da primeira máquinaelétrica em formato circular ou cilíndrico e a peça de rotação(10412) da segunda máquina elétrica em formato circularapresentam, com a peça estática de máquina elétrica (10413)compartilhando um caminho magnético comum e disposta entre ambaspeças de rotação (10411), (10412), uma construção de máquinaelétrica coaxial em forma de anel do tipo de três camadas; e apeça de rotação (10412) da segunda máquina elétrica impulsiona acarga da extremidade traseira (1114) diretamente ou através datransmissão da extremidade traseira (1113);o mecanismo de máquina elétrica rotacional(10410) em uma construção de máquinas elétricas coaxiais emformato de anel do tipo de três camadas indica uma estrutura demáquina elétrica caracterizando três camadas de máquinas elétricascoaxialmente dispostas acopladas umas às outras; em que a camadacentral em formato de anel é provida como uma peça estática demáquina elétrica (10413) compartilhando um caminho magnéticocomum; a camada exterior em formato de anel e a camada interna emformato de anel ou de cilindro estão funcionando respectivamentecomo a peça de rotação (10411) da primeira máquina elétrica e apeça de rotação (10412) da segunda máquina elétrica operandoindividualmente; e a peça de rotação (10412) da segunda máquinaelétrica impulsiona uma múltiplas cargas da extremidade traseira(1114) diretamente ou através da transmissão da extremidadetraseira (1113);- conforme requerido, a peça estática de máquinaelétrica (10413) compartilhando um caminho magnético comum pode setornar um campo magnético ou uma armadura para a máquina elétricaenquanto ambas peças de rotação (10411), (10412) respectivamenteda primeiro e segunda máquinas elétricas também podem funcionarrespectivamente como os campos magnéticos ou armaduras para amáquina elétrica que se ocupa em uma operação relativa.
10. "SISTEMA", de acordo com as reivindicações 7,-8 ou 9, caracterizado pelo fato de que o mecanismo de máquinaelétrica rotacional (10410) pode ser disposto conforme osseguintes métodos, de acordo com as exigências estruturais:(1) o conjunto de máquina elétrica rotacional(10410) pode compartilhar a mesma estrutura com a transmissão daextremidade traseira (1113); ou(2) o conjunto de máquina elétrica rotacional(10410) pode compartilhar a mesma estrutura com a interface decontrole e transmissão intermediária (1003); ou(3) o mecanismo de máquina elétrica rotacional(10410) pode ficar disposto independentemente entre a interface decontrole e transmissão intermediária (1003) e a transmissão daextremidade traseira (1113);o freio controlável (1121) e a embreagemcontrolável (1120) podem ficar dispostos conforme os. métodosabaixo, de acordo com as exigências estruturais:(1) o freio controlável (1121) pode ficarinterface de controle e transmissão intermediária(2) o freio controlável (1121) junto com a embreagem controlável (1120) pode ficar disposto na interface decontrole e transmissão intermediária (1003); ou(3) a embreagem controlável (1120) pode ficardisposta na peça de rotação (10411) da primeira máquina elétrica;ou(4) a embreagem controlável (1120) pode ficardisposta junto com o freio controlável (1121) na peça de rotação(10411) da primeira máquina elétrica; ou(5) a embreagem controlável (1120) e o freiocontrolável (1121) podem compartilhar a mesma estrutura; ou(6) a embreagem controlável (1120) pode ficardisposta independentemente; ou(7) o freio controlável (1121) pode ficardisposto independentemente; ou(8) a embreagem controlável (1120) e o freiocontrolável (1121) compartilham a mesma estrutura e ficamdispostos entre a interface de controle e transmissãointermediária (1003) e a peça de rotação (10411) da primeiramáquina elétrica;(9) a embreagem controlável (1120) pode ficar disposta na peça de rotação (10411) da primeira máquina elétricaenquanto o freio controlável (1121) pode ficar disposto nainterface de controle e transmissão intermediária (1003);a embreagem controlável (1002) pode ficardisposta conforme os métodos abaixo, de acordo com as exigênciasestruturais:(1) a embreagem controlável (1002) pode ficardisposta na unidade de força rotacional (1000); ou(2) a embreagem controlável (1002) pode ficardisposta na interface de controle e transmissão intermediária(1003); ou(3) a embreagem controlável (1002) pode ficardisposta independentemente entre a unidade de força rotacional(1000) e a interface de controle e transmissão intermediária(1003);o freio controlável (1122) e embreagemcontrolável (1016) podem ficar dispostos conforme os métodosabaixo, de acordo com as exigências estruturais:(1) o freio controlável (1122) pode ficardisposto na interface de controle e transmissão intermediária(1003); ou(2) o freio controlável (1122) e a embreagemcontrolável (1016) podem ser dispostos na interface de controle etransmissão intermediária (1003); ou(3) a embreagem controlável (1016) é disposta natransmissão da extremidade dianteira (1006); ou(4) o freio controlável (1122) pode ficardisposto junto com a embreagem controlável (1016) na transmissãoda extremidade dianteira (1006); ou(5) o freio controlável (1122) e a embreagemcontrolável (1016) podem compartilhar a mesma estrutura; ou(6) o freio controlável (1122) pode ficardisposto independentemente; ou(7) a embreagem controlável (1016) pode ficardisposta independentemente; ou(8) o freio controlável (1122) e a embreagemcontrolável (1016) compartilham a mesma estrutura e ficamdispostos entre a interface de controle e transmissãointermediária (1003) e o transmissão da extremidade dianteira (1006); ou(9) o freio controlável (1122) é disposto nainterface de controle e transmissão intermediária (1003) enquantoa extremidade de saida diferencial (1032) é disposto natransmissão (1006) dianteira.
11. "SISTEMA", de acordo com as reivindicações 1ou 6, caracterizado pelo fato de que uma embreagem controlável(1116) pode ficar disposta entre a peça de rotação da primeiramáquina elétrica (1041) e a peça de rotação da segunda máquinaelétrica (1042) no mecanismo de máquina elétrica rotacional(1040), e por meio de controle através do controlador central(1118) e do dispositivo de controle de impulsionamento (1115),quando a embreagem controlável (1116) indicar um estado engatado aenergia cinética rotacional da unidade de força (1000) setransmitirá pela extremidade de entrada da peça de rotação daprimeira máquina elétrica (1041) através da embreagem controlável(1116), indicando estado engatado para a peça de rotação dasegunda máquina elétrica (1042), e pela extremidade de saida dapeça de rotação da segunda máquina elétrica (1042) paraimpulsionar a carga da extremidade traseira (1114), onde o sistemaprove algumas ou todas as funções abaixo:(1) Com a embreagem controlável (1116) em estadoengatado, a energia cinética rotacional que sai da extremidade desaida diferencial (1033) do conjunto de engrenagens diferenciaisintermediárias (1111) impulsiona a peça de rotação da primeiramáquina elétrica (1041) por meio de outra embreagem controlável(1120)/ e então impulsionada a peça de rotação da segunda máquinaelétrica (1042) através da embreagem controlável (1116) para assimimpulsionar a carga da extremidade traseira (1114) por meio datransmissão da extremidade traseira (1113);(2) Com a embreagem controlável (1116) em estadoengatado, a força que sai do dispositivo recarregável (1117)impulsiona cada uma de ambas primeira e segunda máquinas elétricas(1041) , (1042) para funcionarem como um motor através do controlepelo dispositivo de controle de impulsionamento (1115); e(3) Com a embreagem controlável (1116) em estadoengatado, ambas primeira e segunda máquinas elétricas (1041),(1042) são conjuntamente puxadas pela fonte de força rotacional(1000) ou por uma inércia de carga para funcionarem como umgerador, com a força gerada carregando o dispositivo recarregável(1117) ou provendo força a qualquer outra carga impulsionada porforça através do dispositivo de controle de impulsionamento (1115);na prática, qualquer um dos seguintesdispositivos e funções podem ser selecionados, conforme requeridopela aplicação:- a extremidade de saida diferencial (1032) doconjunto de engrenagens diferenciais intermediárias (1111) podeprimeiro ser adaptada com um freio controlável (1122) ou umaembreagem controlável (1016) antes de se acoplar à transmissão daextremidade dianteira (1006) para assim impulsionar a carga daextremidade dianteira (1007) através do conjunto de engrenagensdiferenciais (1017) da transmissão da extremidade dianteiro(1006); o freio controlável (1122) e a embreagem controlável(1016) podem ser providos separadamente ou compartilhando aestrutura em comum, e qualquer um ou ambos freio controlável(1122) e embreagem controlável (1016) podem ou não seropcionalmente instalados conforme requerido;com a embreagem controlável (1016) dispostaentre a extremidade de saida diferencial (1032) do conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias (1111) e a transmissão daextremidade dianteira (1006) em estado desengatado, o freiocontrolável (1122) no estado freado, outra embreagem controlável(1120) disposta entre a outra extremidade de saida diferencial(1033) do conjunto de engrenagens diferenciais intermediárias(1111) e o mecanismo de máquina elétrica rotacional (1040) emestado engatado, e outro freio controlável (1121) em estadoliberado, a carga da extremidade dianteira (1007) indica estadoocioso e o sistema impulsiona a carga da extremidade traseira(1114);- a outra extremidade de saida diferencial (1033)do conjunto de engrenagens diferenciais intermediárias (1111) podeser primeiro adaptada com o freio controlável (1121), ou com aembreagem controlável (1120) antes de se acoplar à extremidade deentrada da primeira máquina elétrica (1041) do mecanismo demáquina elétrica rotacional (1040); ambos freio controlável (1121)e embreagem controlável (1120) podem ser providos separadamente oucompartilhando a mesma estrutura, e qualquer um ou ambos freiocontrolável (1121) e embreagem controlável (1120) podem ou não seropcionalmente instalados conforme exigido;com a embreagem controlável (1120) dispostaentre a extremidade de saida diferencial (1033) do conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias (1111) e o mecanismo demáquina elétrica rotacional (1040) em estado desengatado, o freiocontrolável (1122) no estado freado, outra embreagem controlável(1016) disposta entre a extremidade de saida diferencial (1032) doconjunto de engrenagens diferenciais intermediárias (1111) e atransmissão da extremidade dianteira (1006) em estado engatado, eo freio controlável (1122) em estado liberado, a carga deextremidade dianteira indica estado ocioso e o sistema impulsionaa carga da extremidade traseira (1114); a energia cinéticarotacional da unidade de força rotacional (1000) impulsiona acarga da extremidade dianteira (1007) por meio da transmissãoprincipal (1110), a extremidade de saida diferencial (1032) doconjunto de engrenagens diferenciais intermediárias (1111), e atransmissão da extremidade dianteira (1006) enquanto a carga daextremidade traseira (1114) é deixada em um estado deslizante; ou(1) quando o dispositivo recarregável (1117) éprovido, a força do dispositivo recarregável (1117) impulsiona asegunda máquina elétrica (1042) por meio do dispositivo decontrole de impulsionamento (1115) para funcionar como um motor,de modo que a força que sai do dispositivo recarregável (1117)impulsiona a segunda máquina elétrica (1042) para funcionar comoum motor para impulsionar a carga da extremidade traseira (1114)ao mesmo tempo em que a energia cinética rotacional da unidade deforça rotacional (1000) impulsiona a segunda máquina elétrica(1042) para funcionar como um motor;(2) se a carga da extremidade dianteira (1007) ea carga da extremidade traseira (1114) são do tipo cargaintegrada, tal como uma carga no solo, em uma superfície ou naágua, a segunda máquina elétrica (1042) é puxada pela carga daextremidade traseira (1114) para funcionar como um gerador quandoa energia cinética rotacional da unidade de força rotacional(1000) está impulsionando a carga da extremidade dianteira (1007);e a força gerada carrega o dispositivo recarregável (1117) ouprove força para qualquer outra carga movida por força;com a embreagem controlável (1016) dispostaentre a extremidade de saída diferencial (1032) do conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias (1111) e a transmissão daextremidade dianteira (1006) em estado engatado, o freiocontrolável (1122) em estado liberado, outro freio controlável(1121) adaptado à outra extremidade de saída diferencial (1033) emestado liberado; e outra embreagem controlável (1120) adaptadapara o estado engatado; são providas as seguintes funções:(1) a energia cinética rotacional da unidade deforça rotacional (1000) executa tração em todas as rodas; ou(2) quando o dispositivo recarregável (1117) éprovido, a força do dispositivo recarregável (1117) impulsiona aprimeira máquina elétrica (1041) ou a segunda máquina elétrica(1042) através do dispositivo de controle de impulsionamento(1115) para que qualquer máquina elétrica execute tração em todasas rodas, sozinha ou conjuntamente com a energia cinéticarotacional da unidade de força rotacional (1000);- com a embreagem controlável (1016) dispostaentre a extremidade de saída diferencial (1032) do conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias (1111) e a transmissão daextremidade dianteira (1006) em estado desengatado, o freiocontrolável (1122) em estado liberado, o freio controláveladaptado à outra extremidade de saída diferencial (1033) em estadoliberado, a embreagem controlável (1120) adaptada à extremidade deentrada do mecanismo de máquina elétrica rotacional (1040) emestado desengatado; ambas as cargas da extremidade dianteiro e daextremidade traseira são deixadas em estado deslizante; e no cursode uma desaceleração, ou impulsionamento ao descer um declive, ouao exercer frenagem, qualquer uma ou ambas primeira máquinaelétrica (1041) e segunda máquina elétrica (1042) do mecanismo demáquina elétrica rotacional (1040) revolvem para funcionar como umgerador quando puxadas pela inércia da carga com a força de saídausada para carregar o dispositivo recarregável (1117) ou proverforça a qualquer outra carga impulsionada por força através dodispositivo de controle de impulsionamento (1115), enquanto ocontra-torque criado pela força de saida serve como um freioamortecedor para o sistema;a embreagem controlável (1116) pode serdisposta conforme requerido entre a primeira máquina elétrica(1041) e a segunda máquina elétrica (1042) do mecanismo de máquinaelétrica rotacional (1040) de maneira que quando a embreagemcontrolável (1116) estiver em estado engatado, ambas peças derotação respectivamente da primeira máquina elétrica (1041) e dasegunda máquina elétrica (1042) também ficam em estado engatado;ou na ausência da embreagem controlável (1116), as peças derotação respectivamente da primeira máquina elétrica (1041) e dasegunda máquina elétrica (1042) ficam separadas uma da outra semserem acopladas à transmissão; e- com a embreagem controlável (1116) dispostaentre a primeira e a segunda máquinas elétricas (1041), (1042) ecolocada em estado engatado, a energia cinética rotacional daunidade de força rotacional (1000) impulsiona a carga daextremidade traseira (1114) por meio de outra embreagemcontrolável (1002), a transmissão principal (1110), o conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias (1111), e o mecanismo demáquina elétrica rotacional (104 0) estando internamente em estadoengatado com a embreagem controlável (1116);- neste sistema de distribuição de força porgeração diferencial, seu mecanismo de máquina elétrica rotacional(1040) pode ficar disposto conforme os métodos abaixo, de acordocom as exigências estruturais:(1) o mecanismo de máquina elétrica rotacional(1040) pode compartilhar a mesma estrutura com a transmissão daextremidade traseira (1113); ou(2) o mecanismo de máquina elétrica rotacional(1040) pode compartilhar a mesma estrutura com a interface decontrole e transmissão intermediária (1003); ou(3) o mecanismo de máquina elétrica rotacional(1040) pode ficar disposto independentemente entre a interface decontrole e transmissão intermediária (1003) e a transmissão daextremidade traseira (1113); ou(4) a segunda máquina elétrica (1042) podecompartilhar a mesma estrutura independentemente com a transmissãoda extremidade traseira (1113);o freio controlável (1121) e a embreagemcontrolável (1120) podem ficar dispostos conforme os métodosabaixo, de acordo com as exigências estruturais:(1) o freio controlável (1121) pode ficardisposto na interface de controle e transmissão intermediária(1003); ou(2) o freio controlável (1121) pode ficardisposto junto com embreagem controlável (1120) na interface decontrole e transmissão intermediária (1003); ou(3) a embreagem controlável (1120) pode ficardisposta na primeira máquina elétrica (1041); ou(4) a embreagem controlável (1120) pode ficardisposta junto com o freio controlável (1121) na primeira máquinaelétrica (1041); ou(5) a embreagem controlável (1120) e o freiocontrolável (1121) podem compartilhar a mesma estrutura; ou(6) a embreagem controlável (1120) pode ficardisposta independentemente; ou(7) o freio controlável (1121) pode ficardisposto independentemente; ou(8) a embreagem controlável (1120) e o freiocontrolável (11210 podem compartilhar a mesma estrutura dispostosentre a interface de controle e transmissão intermediária (1003) ea primeira máquina elétrica (1041); ou(9) a embreagem controlável (1120) é disposta naprimeira máquina elétrica (1041) enquanto o freio controlável(1121) é disposto na interface de controle e transmissãointermediária (1003);A embreagem controlável (1002) pode ficardisposta conforme os métodos abaixo, de acordo com as exigênciasestruturais:(1) a embreagem controlável (1002) pode ficardisposta na unidade de força rotacional (1000); ou(2) a embreagem controlável (1002) pode ficardisposta na interface de controle e transmissão intermediária(1003); ou(3) a embreagem controlável (1002) pode ficardisposta independentemente entre a unidade de força rotacional(1000) e a interface de controle e transmissão intermediária(1003);o freio controlável (1122) e a embreagemcontrolável (1016) podem ficar dispostos conforme os métodoabaixo, de acordo com as exigências estruturais:(1) o freio controlável (1122) é disposto nainterface de controle e transmissão intermediária (1003); ou(2) o freio controlável (1122) e a embreagemcontrolável (1016) são dispostos na interface de controle etransmissão intermediária (1003); ou(3) a embreagem controlável (1016) é disposta natransmissão da extremidade dianteira (1006); ou(4) o freio controlável (1122) e a embreagemcontrolável (1016) são dispostos conjuntamente na transmissão daextremidade dianteira (1006); ou(5) o freio controlável (1122) e a embreagemcontrolável (1016) podem compartilhar a mesma estrutura; ou(6) o freio controlável (1122) pode ficardisposto independentemente; ou(7) a embreagem controlável (1016) pode ficardisposta independentemente; ou(8) o freio controlável (1122) e a embreagemcontrolável compartilham a mesma estrutura e ficam dispostos entrea interface de controle e transmissão intermediária (1003) e otransmissão da extremidade dianteira (1006); ou(9) o freio controlável (1122) é disposto nainterface de controle e transmissão intermediária (1003) enquantoa extremidade de saida diferencial (1032) é disposto natransmissão da extremidade dianteira (1006);- a primeira máquina elétrica (1041) pode ficardisposta conforme os métodos abaixo, de acordo com as exigênciasestruturais:(1) a primeira máquina elétrica (1041) podecompartilhar a mesma estrutura com a embreagem controlável (1116)e o transmissão da extremidade traseira (1113); ou(2) a primeira máquina elétrica (1041) podecompartilhar a mesma estrutura com a interface de controle etransmissão intermediária (1003); ou(3) a primeira máquina elétrica (1041) pode ficardisposta independentemente entre a interface de controle etransmissão intermediária (1003) e a transmissão da extremidadetraseira (1113);a embreagem controlável (1116) pode ficardisposta conforme os métodos abaixo, de acordo com as exigênciasestruturais:(1) a embreagem controlável (1116) pode ficardisposta na primeira máquina elétrica (1041); ou(2) a embreagem controlável (1116) pode ficardisposta na transmissão da extremidade traseira (1113); ou(3) a embreagem controlável (1116) pode ficardisposta entre a primeira máquina elétrica (1041) e a transmissãoda extremidade traseira (1113);- a segunda máquina elétrica (1042) pode ficardisposta conforme os métodos abaixo:(1) a segunda máquina elétrica (1042) pode ficardisposta entre a transmissão da extremidade traseira (1113) e acarga da extremidade traseira (1114); ou(2) a segunda máquina elétrica (1042) e a cargada extremidade traseira (1114) podem compartilhar a mesmaestrutura; ou(3) a segunda máquina elétrica (1042) e atransmissão da extremidade traseira (1113) podem compartilhar amesma estrutura; ou(4) a segunda máquina elétrica (1042) podecompartilhar a mesma estrutura com a transmissão da extremidadetraseira (1113) e a embreagem controlável (1116); ou(5) a segunda máquina elétrica (1042) podecompartilhar a mesma estrutura com a carga da extremidade traseira(1114) e a transmissão da extremidade traseira (1113); ou(6) a segunda máquina elétrica (1042) podecompartilhar a mesma estrutura com a transmissão da extremidadetraseira (1113), a embreagem controlável (1116), e a primeiramáquina elétrica (1041); ou(7) a segunda máquina elétrica (1042) podecompartilhar a mesma estrutura com a carga da extremidade traseira(1114), a transmissão da extremidade traseira (1113), e aembreagem controlável (1116); ou(8) a segunda máquina elétrica (1042) podecompartilhar a mesma estrutura com a carga da extremidade traseira(1114), a transmissão da extremidade traseira (1113), a embreagemcontrolável (1116), e a primeira máquina elétrica (1041).
12. "SISTEMA", de acordo com as reivindicações 7, 8 ou 9, caracterizado pelo fato de que a embreagem controlável(1116) sujeita ao controle pelo controlador central (1118) e pelodispositivo de controle de impulsionamento (1115) está dispostaentre a peça de rotação (10411) da primeira máquina elétrica e apeça de rotação (10412) da segunda máquina elétrica do conjunto demáquina elétrica rotacional (10410);com a embreagem controlável (1116) em estadoengatado, a energia cinética rotacional da unidade de forçarotacional (1000) entra pela peça de rotação (10411) da primeiramáquina elétrica passando através da embreagem controlável (1116)em estado engatado para a peça de rotação (10412) da segundamáquina elétrica até a extremidade de saida da peça de rotação(10412) da segunda máquina elétrica, impulsionando a carga daextremidade traseira (1114);a dita embreagem controlável (1116) compreendeser movida por força manual, mecânica, eletromagnética, fluida ouexcêntrica, ou compreende uma transmissão de uma só via; aembreagem controlável (1116) fica disposta entre a peça de rotação(10411) da primeira máquina elétrica e a peça de rotação (10412)da segunda máquina elétrica do mecanismo de máquina elétricarotacional (10410) e está sujeita ao controle através docontrolador central (1118) para engatar, ou desengatar, a peça derotação (10411) da primeira máquina elétrica com, ou da, peça derotação (10412) da segunda máquina elétrica;quando a embreagem controlável (1116) ficadisposta entre a peça de rotação (10411) da primeira máquinaelétrica e a peça de rotação (10412) da segunda máquina elétrica,o sistema prove qualquer uma ou todas as seguintes funções:(1) Com a embreagem controlável (1116) em estadoengatado, a energia cinética rotacionai que sai da extremidade desaida diferencial (1033) do conjunto de engrenagens diferenciaisintermediárias (1111) impulsiona a peça de rotação (10411) daprimeira máquina elétrica por meio de outra embreagem controlável(1120), e então impulsiona a peça de rotação (10412) da segundamáquina elétrica através de embreagem controlável (1116) paraassim impulsionar a carga da extremidade traseira (1114) viatransmissão da extremidade traseira (1113);(2) Com a embreagem controlável (1116) em estadoengatado, a força que sai do dispositivo recarregável (1117)impulsiona ambas peças de rotação (10411), (10412) respectivamenteda primeira e segunda máquinas elétricas para funcionarem como ummotor através do controle pelo dispositivo de controle deimpulsionamento (1115);(3) Com a embreagem controlável (1116) em estadoengatado, ambas peças de rotação (10411), (10412) respectivamenteda primeira e segunda máquinas elétricas são conjuntamente puxadaspela fonte de força rotacional (1000) ou por uma inércia de cargapara funcionarem como um gerador, com a força gerada carregando odispositivo recarregável (1117) ou provendo força a qualquer outracarga impulsionada por força através do dispositivo de controle deimpulsionamento (1115);na prática, qualquer um dos seguintesdispositivos e funções podem ser selecionados, conforme requeridopela aplicação:- um item opcional, o freio controlável (1122)pode ser adaptado à extremidade de saida diferencial (1032) doconjunto de engrenagens diferenciais intermediárias (1111), ou umitem opcional como a embreagem controlável (1016) é provido antesde conectar a transmissão da extremidade dianteira (1006) paraimpulsionar a carga da extremidade dianteira (1007) por meio doconjunto de engrenagens diferenciais (1017) da transmissão daextremidade dianteira (1006); o freio controlável (1122) e aembreagem controlável (1016) podem ser providos separadamente oucompartilhando a mesma estrutura; qualquer um ou ambos freiocontrolável (1122) e embreagem controlável (1016) podem ou não seropcionalmente instalados conforme requerido;com a embreagem controlável (1016) dispostaentre a extremidade de saida diferencial (1032) do conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias (1111) e a transmissão daextremidade dianteira (1006) em estado desengatado, o freiocontrolável (1122) em estado freado, a embreagem controlável(1120) disposta entre outra extremidade de saida diferencial(1033) do conjunto de engrenagens diferenciais intermediárias(1111) e o mecanismo de máquina elétrica rotacional (10140) emestado engatado, e o freio controlável (1121) em estado liberado;a carga da extremidade dianteira (1007) indica estado ocioso e osistema impulsiona a carga da extremidade traseira (1114);- o freio controlável (1121) conforme requeridopode ser adaptado à outra extremidade de saida diferencial (1033)do conjunto de engrenagens diferenciais intermediárias (1111), oua embreagem controlável (1120) pode ser provida antes doacoplamento à extremidade de entrada da peça de rotação (10411) daprimeira máquina elétrica do mecanismo de máquina elétricarotacional (10410); o freio controlável (1121) e a embreagemcontrolável (1120) podem ser providos separadamente oucompartilhando a mesma estrutura; qualquer um ou ambos freiocontrolável (1121) e embreagem controlável (1120) podem ou não seropcionalmente instalados conforme requerido;- a embreagem controlável (1120) fica dispostaentre a extremidade de saida diferencial (1033) do conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias (1111) e o mecanismo demáquina elétrica rotacional (10410) está em estado desengatado, ofreio controlável (1121) está no estado freado, e a embreagemcontrolável (1016) disposta entre a extremidade de saidadiferencial (1032) do conjunto de engrenagens diferenciaisintermediárias (1111) e a transmissão da extremidade dianteira(1006) em estado engatado, o freio controlável (1122) fica emestado liberado; enquanto isso, a energia cinética rotacional daunidade de força rotacional (1000) impulsiona a carga daextremidade dianteira (1007) através de transmissão principal(1110), a extremidade de saida diferencial (1032) do conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias (1111), e a transmissão daextremidade dianteira (1006) deixa a carga da extremidade traseira(1114) indicar estado deslizante; ou(1) quando o dispositivo recarregável (1117J éprovido, a força do dispositivo recarregável (1117) impulsiona apeça de rotação (10412) da segunda máquina elétrica por meio dodispositivo de controle de impulsionamento (1115) para funcionarcomo um motor, de modo que a força que sai do dispositivorecarregável (1117) impulsiona a peça de rotação (10412) dasegunda máquina elétrica para funcionar como um motor paraimpulsionar a carga da extremidade traseira (1114) ao mesmo tempoem que a energia cinética rotacional da unidade de forçarotacional (1000) impulsiona a carga da extremidade dianteira (1007) ;(2) se a carga da extremidade dianteira (1007) ea carga da extremidade traseira (1114) são do tipo cargaintegrada, tal como uma carga no solo, em uma superfície ou naágua, a peça de rotação (10412) da segunda máquina elétrica épuxada pela carga da extremidade traseira (1114) para funcionarcomo um gerador quando a energia cinética rotacional da unidade deforça rotacional (1000) está impulsionando a carga da extremidadedianteira (1007); e a força gerada carrega o dispositivorecarregável (1117) ou prove força para qualquer outra cargamovida por força;- com a embreagem controlável (1016) dispostaentre a extremidade de saida diferencial (1032) do conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias (1111) e a transmissão daextremidade dianteira (1006) em estado engatado, o freiocontrolável (1122) em estado liberado, outro freio controlável(1121) adaptado à outra extremidade de saida diferencial (1033) emestado liberado; e a embreagem controlável (1120) adaptada para oestado engatado; são providas as seguintes funções:(1) a energia cinética rotacional da unidade deforça rotacional (1000) executa tração em todas as rodas; òu(2) quando o dispositivo recarregável (1117) éprovido, a força do dispositivo recarregável (1117) impulsiona apeça de rotação (10411) da primeira máquina elétrica ou a peça derotação (10412) da segunda máquina elétrica através do dispositivode controle de impulsionamento (1115) para que qualquer máquinaelétrica execute tração em todas as rodas, sozinha ouconjuntamente com a energia cinética rotacional da unidade deforça rotacional (1000);com a embreagem controlável (1016) dispostaentre a extremidade de saída diferencial (1032) do conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias (1111) e a transmissão daextremidade dianteira (1006) em estado desengatado, o freiocontrolável (1122) em estado liberado, o freio controláveladaptado à outra extremidade de saída diferencial (1033) em estadoliberado, a embreagem controlável (1120) adaptada à extremidade deentrada do mecanismo de máquina elétrica rotacional (10410) emestado desengatado; ambas cargas da extremidade dianteira eextremidade traseira são deixadas em estado deslizante; e no cursode uma desaceleração, ou impulsionamento ao descer um declive, ouao exercer frenagem, qualquer uma ou ambas peças de rotação(10411), (10412) respectivamente da primeira máquina elétrica e dasegunda máquina elétrica do mecanismo de máquina elétricarotacional giram para funcionar como um gerador quando puxadaspela inércia da carga com a força de saída usada para carregar odispositivo recarregável (1117) ou prover força a qualquer outracarga impulsionada por força através do dispositivo de controle deimpulsionamento (1115), enquanto o contra-torque criado pela forçade saída serve como um freio amortecedor para o sistema;a embreagem controlável (1116) pode serdisposta conforme requerido entre a peça de rotação (10411) daprimeira máquina elétrica e a peça de rotação (10412) da segundamáquina elétrica (1042) do mecanismo de máquina elétricarotacional (10410) de maneira que quando a embreagem controlável(1116) estiver em estado engatado, ambas peças de rotação (10411), (10412) respectivamente da primeira máquina elétrica e da segunda máquina elétrica ficam em estado acoplado; ou na ausência da embreagem controlável (1116), a peça de rotação (10411) da primeira máquina elétrica e a peça de rotação (10412) da segunda máquina elétrica ficam separadas uma da outra sem serem acopladas à transmissão; ecom a embreagem controlável (1116) disposta entre a peça de rotação (10411) da primeira máquina elétrica e a peça de rotação (10412) da segunda máquina elétrica em estado engatado, a energia cinética rotacional da unidade de força rotacional (1000) impulsiona a carga da extremidade traseira(1114) por meio de outra embreagem controlável (1002), a transmissão principal (1110), o conjunto de engrenagens diferenciais intermediárias (1111), e o mecanismo de máquina elétrica rotacional (10410) com a embreagem controlável (1116) internamente em estado engatado;- neste sistema de distribuição de força por geração diferencial, seu mecanismo de máquina elétrica rotacional(10410) pode ficar disposto conforme os métodos abaixo, de acordo com as exigências estruturais:(1) o mecanismo de máquina elétrica rotacional (10410) pode compartilhar a mesma estrutura com a transmissão da extremidade traseira (1113); ou(2) o mecanismo de máquina elétrica rotacional (10410) pode compartilhar a mesma estrutura com a interface de controle e transmissão intermediária (1003); ou(3) o mecanismo de máquina elétrica rotacional (10410) pode ficar disposto independentemente entre a interface de controle e transmissão intermediária (1003) e a transmissão da extremidade traseira (1113);o freio controlável (1121) e a embreagem controlável (1120) podem ficar dispostos conforme os métodos abaixo, de acordo com as exigências estruturais:(1) o freio controlável (1121) pode ficar disposto na interface de controle e transmissão intermediária (1003); ou(2) o freio controlável (1121) junto com a embreagem controlável (1120) pode ficar disposto na interface de controle e transmissão intermediária (1003); ou(3) a embreagem controlável (1120) pode ficar disposta na peça de rotação (10411) da primeira máquina elétrica; ou(4) a embreagem controlável (1120) pode ficar disposta junto com o freio controlável (1121) na peça de rotação (10411) da primeira máquina elétrica; ou(5) a embreagem controlável (1120) e a embreagem (1121) controlável podem compartilhar a mesma estrutura; ou(6) a embreagem controlável (1120) pode ficar disposta independentemente; ou(7) o freio controlável (1121) pode ficar disposto independentemente; ou(8) a embreagem controlável (1120) e o freio controlável (1121) compartilham a mesma estrutura e ficam dispostos entre a interface de controle e transmissão intermediária (1003) e a primeira máquina elétrica (1041); ou(9) a embreagem controlável (1120) é disposta na primeira máquina elétrica (1041) enquanto o freio controlável (1121) é disposto na interface de controle e transmissão intermediária (1003).A embreagem controlável (1120) pode ficar disposta conforme os métodos abaixo, de acordo com as exigências estruturais:(1) a embreagem controlável (1002) pode ficar disposta na unidade de força rotacional (1000); ou(2) a embreagem controlável (1002) pode ficar interface de controle e transmissão intermediária(3) a embreagem controlável (1002) pode ficar disposta independentemente entre a unidade de força rotacional (1000) e a interface de controle e transmissão intermediária (1003); disposta na (1003); ouO freio controlável (1122) e a embreagem controlável (1016) pode ficar disposta conforme os métodos abaixo, de acordo com as exigências estruturais:(1) o freio .controlável (1122) é disposto na interface de controle e transmissão intermediária (1003); ou(2) o freio controlável (1122) e a embreagem controlável (1016) podem ser dispostos na interface de controle e transmissão intermediária (1003); ou(3) a embreagem controlável (1016) é disposta na transmissão da extremidade dianteira (1006); ou(4) o freio controlável (1122) pode ficar disposto junto com a embreagem controlável (1016) na transmissão da extremidade dianteira (1006); ou(5) o freio controlável (1122) e a embreagem controlável (1016) podem compartilhar a mesma estrutura; ou(6) o freio controlável (1122) pode ficar disposto independentemente; ou(7) a embreagem controlável (1016) pode ficar disposta independentemente; ou(8) o freio controlável (1122) compartilha a mesma estrutura com a embreagem controlável (1016) e fica disposto entre a interface de controle e transmissão intermediária (1003) e a transmissão da extremidade dianteira (1006); ou(9) o freio controlável (1122) é disposto na interface de controle e transmissão intermediária (1003) enquanto a extremidade de saida diferencial (1032) é disposta na transmissão da extremidade dianteira (1006).
13. "SISTEMA", de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a transmissão e a embreagem controlável são providas e dispostas em conexão paralela para substituir a construção provendo a embreagem controlável em conexão série entre a peça de rotação (1041) da primeira máquina elétrica e a peça de rotação (1042) da segunda máquina elétrica, tal modificação relacionada compreendendo essencialmente:uma transmissão (1080) disposta entre a extremidade de saida diferencial (1033) do conjunto de engrenagens diferenciais intermediário (1111) e a embreagem controlável(1120), e uma extremidade de saída (1034) da transmissão (1080) acoplada a uma extremidade operacional da embreagem controlável (1116);- uma embreagem controlável (1123) disposta entre a extremidade de saída da peça de rotação da segunda máquina elétrica (1042) do mecanismo de máquina elétrica rotacional (1040) e a transmissão da extremidade traseira (1113), outra transmissão (1090) provida mais adiante entre a embreagem controlável (1123) e a transmissão da extremidade traseira (1113); e uma extremidade de saída (1035) da transmissão (1090) acoplada a outra extremidade operacional da embreagem controlável (1116);- a transmissão (1080) e a transmissão (1090) compreendem, cada uma, uma engrenagem, uma engrenagem de fricção, uma roldana, uma roldana de engrenagem, uma corrente, ou uma transmissão por fluído, ou uma transmissão eletromagnética ou outra transmissão, para a estrutura prover qualquer uma ou todas as seguintes funções:(1) com ambas embreagens controláveis (1116), (1016) desengatadas e o freio controlável (1122) travado para servir como motor para a unidade de força rotacional (1000), o motor conforme controlado está girando a, ou se aproximando de, uma velocidade fixa dentro da área de rpm do consumo de combustível específico de freio (CCEF) caracterizando uma eficiência de energia comparativamente mais alta e mais economia de combustível para impulsionar a primeira máquina elétrica (1041) operando como um gerador; a força gerada impulsiona a segunda máquina elétrica (1042) para operar como um motor, diretamente ou através de controle pelo dispositivo de controle de impulsionamento (1115), para assim impulsionar a carga da extremidade traseira (1114) partindo da condição estática e executar uma operação de aceleração;(2) se o sistema deve ser provido com o dispositivo recarregável (1117), ambas embreagens controláveis (1116), (1016) são desengatadas e o freio controlável (1122) é travado para servir como motor para a unidade de força rotacional (1000), a máquina conforme controlado está girando a, ou se aproximando de, uma velocidade fixa dentro da área de rpm doconsumo de combustível específico de freio (CCEF) caracterizando uma eficiência de energia comparativamente mais alta e mais economia de combustível para impulsionar a primeira máquina elétrica (1041) para operar como um gerador; a força gerada carrega o dispositivo recarregavel (1117) não-saturado ou é provida a um destino externo;(3) com o sistema provido com o dispositivo recarregavel (1117), o sistema enquanto provendo a função descrita no parágrafo (1) ao mesmo tempo carrega o dispositivo recarregavel (1117);(4) com o sistema provido com o dispositivo recarregavel (1117), o sistema enquanto provendo a função descrita no parágrafo (1) impulsiona a segunda máquina elétrica (1042) conjuntamente com a força do dispositivo recarregavel (1117) diretamente ou através do dispositivo de controle de impulsionamento (1115) para impulsionar a carga;(5) quando ambas as embreagens controláveis (1120), (1123) estão em estado desengatado, e a embreagem controlável (1116) está em estado engatado, a energia cinética rotacional da unidade de força rotacional (1000) impulsiona a carga da extremidade traseira (1114) por meio da embreagem controlável (1116); enquanto isso, ambas peças de rotação respectivamente da primeira e da segunda máquinas elétricas (1041), (1042) estão em estado livre sem serem impulsionadas;(6) quando a embreagem controlável (1123) está em estado desengatado, e ambas as embreagens controláveis (1120),(1116) estão em estado engatado, a energia cinética rotacional da unidade de força rotacional (1000) impulsiona a carga da extremidade traseira (1114) através da embreagem controlável(1116); enquanto isso, a primeira máquina elétrica (1041) é movida para funcionar como um gerador para carregar o dispositivo recarregavel (1117) ou prover força a outra carga impulsionada por força, e a segunda máquina elétrica (1042) é deixada em estado livre sem ser impulsionada;(7) quando a embreagem controlável (1120) está em estado desengatado, e ambas as embreagens controláveis (1123), (1116) estão em estado engatado, a energia cinética rotacional daunidade de força rotacional (1000) impulsiona a carga da extremidade traseira (1114) por meio da embreagem controlável (1116); enquanto isso, a segunda máquina elétrica (1042) é impulsionada para funcionar como um gerador e carregar o dispositivo recarregável (1117) ou prover força a outra carga movida por força;(8) quando a embreagem controlável (1120) estiver em estado desengatado, a embreagem controlável (1123) está em estado engatado, e a embreagem controlável (1116) pode estar emestado engatado ou desengatado, assim enquanto o veiculo de transporte é movido descendo um declive ou está exercendo frenagem a embreagem controlável (1116) pode ser manipulada para ficar em estado engatado ou desengatado no lado da carga para reversamente impulsionar qualquer uma ou ambas as primeira e segunda máquinas elétricas (1041), (1042) para regenerar força para carregar o dispositivo recarregável (1117) ou prover força a outra carga impulsionada por força;(9) quando todas as embreagens controláveis (1120), (1123), (1116) estão em estado engatado, a energia cinética rotacional da unidade de força rotacional (1000) impulsiona a carga da extremidade traseira (1114) através da embreagem controlável (1116), qualquer uma ou ambas as primeira e segunda máquinas elétricas (1041), (1042) funcionam como um gerador para carregar o dispositivo recarregável (1117) ou prover força a outra carga movida por força; e quando o veiculo de transporte está exercendo desaceleração ou é movido descendo um declive, qualquer uma ou ambas as primeira e segunda máquinas elétricas (1041), (1042) funcionam como um gerador sujeito ao controle pelas embreagens controláveis (1123), (1116), (1120) para carregar o dispositivo recarregável (1117) ou prover força a outra carga impulsionada por força;(10) quando as embreagens controláveis (1120), (1116) estão em estado desengatado, e a embreagem (1123) controlável está em estado engatado, a força do dispositivo recarregável (1117) impulsiona a primeira máquina elétrica (1041) diretamente ou através de controle pelo dispositivo de controle deimpulsionamento (1115) para funcionar como um motor para impulsionar a carga da extremidade traseira (1114);(11) quando todas as embreagens controláveis (1120), (1116), (1123) estão em estado engatado, a força do dispositivo recarregável (1117) impulsiona ambas primeiro e segunda máquinas elétricas (1041), (1042) diretamente ou por meio de controle através do dispositivo de controle de impulsionamento (1115) para que qualquer uma ou ambas primeira e segunda máquinas elétricas (1041), (1042) funcionem como um motor; e(12) entre as funções descritas acima, ambas a embreagem controlável (1120) que controla a primeira máquina elétrica (1041) e a embreagem controlável (1123) que controla a segunda máquina elétrica (1042) podem estar no estado desengatado para facilitar exercer uma frenagem de emergência reduzindo a quantidade inercial do sistema;no sistema de distribuição de força por geração diferencial, o mecanismo de máquina elétrica rotacionai (104 0) pode ficar disposto de acordo com as exigências estruturais, conforme os métodos abaixo:(1) o mecanismo de máquina elétrica rotacional (1040) pode compartilhar a mesma estrutura com a embreagem (1123) controlável, a transmissão (1090) e a transmissão da extremidade traseira (1113); ou(2) o mecanismo de máquina elétrica rotacional (1040) pode compartilhar a mesma estrutura com a transmissão (1080) e a interface de controle e transmissão intermediária (1003); ou(3) o mecanismo de máquina elétrica rotacional (1040) pode ficar disposto independentemente entre a transmissão(1080) e a transmissão (1090); ou(4) o mecanismo de máquina elétrica rotacional (1040), junto com a transmissão (1080) e a transmissão (1090). pode ficar disposto independentemente entre a interface de controle e transmissão intermediária (1003) e a transmissão da extremidade traseira (1113);o freio controlável (1121) e a embreagem controlável (1120) podem ser dispostos conforme os métodos abaixo, de acordo com as exigências estruturais:(1) o freio controlável (1121) pode ficar disposto junto com a transmissão (1080) e a embreagem controlável (1120) na primeira máquina elétrica (1041); ou(2) o freio controlável (1121) pode ficar disposto junto com a transmissão (1080) na interface de controle e transmissão intermediária (1003); ou(3) o freio controlável (1121) e a transmissão (1080) podem ser dispostos junto com a extremidade de saida (1034) e a embreagem controlável (1120) na interface de controle e transmissão intermediária (1003); ou(4) o freio controlável (1121) pode ficar disposto junto com a transmissão (1080) na interface de controle e transmissão intermediária (1003); ou(5) a embreagem controlável (1120) pode ficar disposta junto com a transmissão (1080) na primeira máquina elétrica (1041); ou(6) a embreagem controlável (1120), a transmissão (1080) e o freio controlável (1121) podem compartilhar a mesma estrutura; ou(7) a embreagem controlável (1120) pode ficar disposta independentemente; ou(8) o freio controlável (1121) pode ficar disposto independentemente; ou(9) a transmissão (108 0) pode ficar disposta independentemente; ou(10) o freio controlável (1121) e a transmissão (1080) podem compartilhar a mesma estrutura e podem ficar dispostos independentemente; ou(11) a embreagem controlável (1120) e a transmissão (1080) podem compartilhar a mesma estrutura e podem ficar dispostas independentemente; ou(12) o freio controlável (1121) , a transmissão (1080) e a embreagem controlável (1120) podem compartilhar a mesma estrutura e podem ficar dispostos independentemente;a embreagem controlável (1002) pode ficar disposta conforme os métodos abaixo, de acordo com as exigências estruturais:(1) a embreagem controlável (1002) fica disposta na unidade de força rotacional (1000); ou(2) a embreagem controlável (1002) fica disposta na interface de controle e transmissão intermediária (1003); ou(3) a embreagem controlável (1002) pode ficar disposta independentemente entre a unidade de força rotacional(1000) e a interface de controle e transmissão intermediária (1003);o freio controlável (1122) e a embreagem controlável (1016) podem ser dispostos conforme os métodos abaixo,de acordo com as exigências estruturais:(1) o freio controlável (1122) é disposto na interface de controle e transmissão intermediária (1003); ou(2) o freio controlável (1122) e a embreagem controlável (1016) podem ser dispostos na interface de controle e transmissão intermediária (1003); ou (3) a embreagem controlável (1016) pode ficar disposta na transmissão da extremidade dianteira (1006); ou(4) o freio controlável (1122) pode ficar disposto junto com a embreagem controlável (1016) na transmissão da extremidade dianteira (1006); ou(5) o freio controlável (1122) pode compartilhar a mesma estrutura com a embreagem controlável (1016); ou(6) o freio controlável (1122) pode ficar disposto independentemente;(7) a embreagem controlável (1016) pode ficar disposta independentemente;(8) o freio controlável (1122) e a embreagem controlável (1016) compartilham a mesma estrutura e ficam dispostos entre a interface de controle e transmissão intermediária (1003) e a transmissão da extremidade dianteira(1006); ou(9) o freio controlável (1122) é disposto na interface de controle e transmissão intermediária (1003) enquantoa extremidade de saida diferencial (1032) é disposta na transmissão da extremidade dianteira (1006);A embreagem. controlável (1116) pode ser disposta conforme os métodos abaixo, de acordo com as exigências estruturais:(1) a embreagem controlável (1116) pode compartilhar a mesma estrutura com a transmissão (1080); ou(2) a embreagem controlável (1116) pode compartilhar a mesma estrutura com a transmissão (1090); ou(3) a embreagem controlável (1116) pode ficar disposta entre a transmissão (1080) e a transmissão (1090); ou(4) a embreagem controlável (1116), a transmissão (1080), a embreagem controlável (1120), e o freio controlável (1121) são dispostos na interface de controle e transmissão intermediária (1003); ou(5) a embreagem controlável (1116), a transmissão (1080), a embreagem controlável (1120), e o freio controlável (1121) são dispostos na primeira máquina elétrica (1041); ou(6) a embreagem controlável (1116), a transmissão (1080), a embreagem controlável (1120), e o freio controlável (1121) podem ser estruturas independentes; ou(7) a embreagem controlável (1116), a transmissão (1080), a embreagem controlável (1120), o freio controlável (1121), e a primeira máquina elétrica (1041) podem ser agrupados ou mais de dois itens podem ser agrupados para compartilharem a mesma estrutura; ou(8) a embreagem controlável (1116), a transmissão (1090), e a transmissão da extremidade traseira (1113) são dispostas na segunda máquina elétrica (1042); ou(9) a embreagem controlável (1116) e a transmissão (1090) são dispostas na transmissão da extremidade traseira (1113); ou(10) a embreagem controlável (1116), a transmissão (1090), e a transmissão da extremidade traseira (1113) são dispostas na transmissão da extremidade traseira (1113); ou(11) a eníbreagem (1123) controlável e a transmissão (1090) são dispostas na transmissão da extremidade traseira (1113); ou(12) a transmissão (1090) fica disposta na transmissão da extremidade traseira (1113); ou(13) a embreagem controlável (1116), a transmissão (1090), a embreagem (1123) controlável, e a transmissão da extremidade traseira (1113) pode ser estruturas individualmente independentes; ou(14) a embreagem controlável (1116), a transmissão (1090), a embreagem (1123) controlável, a transmissão da extremidade traseira (1113), e a segunda máquina elétrica (1042) podem ser agrupadas ou mais de dois itens podem ser agrupados para compartilharem a mesma estrutura.
14. "SISTEMA", de acordo com as reivindicações 5, 6, 7 ou 8, caracterizado pelo fato de que a transmissão e a embreagem controlável podem ser dispostas em conexão paralela, e o aperfeiçoamento estrutural da conexão paralela compreende:a transmissão (1080) disposta entre a extremidade de saida diferencial (1033) do conjunto de engrenagens diferenciais intermediárias (1111) e a embreagem controlável (1120), e a extremidade de saida (1034) da transmissão (1080) acoplada a uma extremidade operacional da embreagem controlável (1116);- a embreagem (1123) controlável disposta entre a extremidade de saida da peça de rotação (10412) da segunda máquina elétrica do mecanismo de máquina elétrica rotacional (10410) e a transmissão da extremidade traseira (1113), outra transmissão (1090) provida mais adiante entre a embreagem (1123) controlável e a transmissão da extremidade traseira (1113); e uma extremidade de saida (1035) da transmissão (1090) acoplada a outra extremidade operacional da embreagem controlável (1116);- ambas transmissão (1080) e transmissão (1090) compreendendo, cada uma, uma engrenagem, uma engrenagem de fricção, uma roldana, uma roldana de engrenagem, uma corrente, ou uma transmissão por fluido, ou uma transmissão eletromagnética, ououtra transmissão para a estrutura prover qualquer uma ou todas as seguintes funções:(1) com ambas embreagens controláveis (1116), (1016) desengatadas e o freio controlável (1122) travado para servir como motor para a unidade de força rotacionai (1000), o motor conforme controlado está girando a, ou se aproximando de, uma velocidade fixa dentro da área de rpm do consumo de combustível especifico de freio (CCEF) caracterizando uma eficiência de energia comparativamente mais alta e mais economia de combustível para impulsionar a peça de rotação (10411) da primeira máquina elétrica operando como um gerador; a força gerada impulsiona a peça de rotação (10412) da segunda máquina elétrica para operar como um motor, diretamente ou através de controle pelo dispositivo de controle de impulsionamento (1115), para assim impulsionar a carga da extremidade traseira (1114) partindo da condição estática e executar uma operação de aceleração;(2) se o sistema deve ser provido com o dispositivo recarregável (1117) , ambas embreagens controláveis(1116) , (1016) são desengatadas e o freio controlável (1122) é travado para servir como motor para a unidade de força rotacional(1000), a máquina conforme controlado está girando a, ou se aproximando de, uma velocidade fixa dentro da área de rpm do consumo de combustível especifico de freio (CCEF) caracterizando uma eficiência de energia comparativamente mais alta e mais economia de combustível para impulsionar a peça de rotação (10411) da primeira máquina elétrica para operar como um gerador; a força gerada carrega o dispositivo recarregável (1117) não-saturado ou é provida a um destino externo;(3) com o sistema provido com o dispositivo recarregável (1117), o sistema enquanto provendo a função descrita no parágrafo (1) ao mesmo tempo carrega o dispositivo recarregável (1117) ;(4) com o sistema provido com o dispositivo recarregável (1117), o sistema enquanto provendo a função descrita no parágrafo (1) impulsiona a peça de rotação (10412) da segunda máquina elétrica conjuntamente com a força do dispositivo recarregável (1117) para impulsionar a carga;(5) quando ambas as embreagens controláveis (1120), (1123) estão em estado desengatado, e a embreagem controlável (1116) está em estado engatado, a energia cinética rotacional da unidade de força rotacional (1000) impulsiona acarga da extremidade traseira (1114) por meio da embreagem controlável (1116); enquanto isso, ambas peças de rotação (10411), (10412) respectivamente da primeira e da segunda máquinas elétricas estão em estado livre sem serem impulsionadas;(6) quando a embreagem controlável (1123) está em estado desengatado, e ambas as embreagens controláveis (1120),(1116) estão em estado engatado, a energia cinética rotacional da unidade de força rotacional (1000) impulsiona a carga da extremidade traseira (1114) através da embreagem controlável (1116); enquanto isso, a peça de rotação (10411) da primeira máquina elétrica é movida para funcionar como um gerador para carregar o dispositivo recarregável (1117) ou prover força a outra carga impulsionada por força, e a peça de rotação (10412) da segunda máquina elétrica é deixada em estado livre sem ser impulsionada; (7) quando a embreagem controlável (1120) está emestado desengatado, e ambas as embreagens controláveis (1123), (1116) estão em estado engatado, a energia cinética rotacional da unidade de força rotacional (1000) impulsiona a carga da extremidade traseira (1114) por meio da embreagem controlável(1116); enquanto isso, a peça de rotação (10412) da segunda máquina elétrica é impulsionada para funcionar como um gerador e carregar o dispositivo recarregável (1117) ou prover força a outra carga movida por força;(8) quando a embreagem controlável (1120) estiverem estado desengatado, a embreagem controlável (1123) está em estado engatado, e a embreagem controlável (1116) pode estar em estado engatado ou desengatado, assim enquanto o veiculo de transporte é movido descendo um declive ou está exercendo frenagem a embreagem controlável (1116) pode ser manipulada para ficar em estado engatado ou desengatado no lado da carga para reversamente impulsionar qualquer uma ou ambas as peças de rotação (10411) , (10412) respectivamente da primeira e da segunda máquinaselétricas para regenerar força para carregar o dispositivo recarregável (1117) ou prover força a outra carga impulsionada por força;(9) quando todas as embreagens controláveis (1120), (1123), (1116) estão em estado engatado, a energia cinética rotacional da unidade de força rotacional (1000) impulsiona a carga da extremidade traseira (1114) através da embreagem controlável (1116), qualquer uma ou ambas as peças de rotação (10411), (10412) respectivamente da primeira e da segunda máquinas elétricas funcionam como um gerador para carregar o dispositivo recarregável (1117) ou prover força a outra carga movida por força; e quando o veiculo de transporte está exercendo desaceleração ou é movido descendo um declive, qualquer uma ou ambas as peças de rotação (10411), (10412) respectivamente da primeira e da segunda máquinas elétricas funcionam como um gerador sujeito ao controle pelas embreagens controláveis (1123), (1116), (1120) para carregar o dispositivo recarregável (1117) ou prover força a outra carga impulsionada por força;(10) quando as embreagens controláveis (1120), (1116) estão em estado desengatado, e a embreagem (1123) controlável está em estado engatado, a força do dispositivo recarregável (1117) impulsiona a peça de rotação (10411) da primeira máquina elétrica diretamente ou através de controle pelo dispositivo de controle de impulsionamento (1115) para funcionar como um motor para impulsionar a carga da extremidade traseira (1114) ;(11) quando todas as embreagens controláveis (1120), (1116), (1123) estão em estado engatado, a força do dispositivo recarregável (1117) impulsiona ambas primeiro e segunda máquinas elétricas (1041), (1042) diretamente ou por meio de controle através do dispositivo de controle de impulsionamento (1115) para que qualquer uma ou ambas as peças de rotação (10411), (10412) respectivamente da primeira e da segunda máquinas elétricas funcionem como um motor; e(12) entre as funções descritas acima, ambas a embreagem controlável (1120) que controla a peça de rotação (10411) da primeira máquina elétrica e a embreagem controlável(1123) que controla a peça de rotação (10412) da segunda máquina elétrica podem estar no estado desengatado para facilitar exercer uma frenagem de emergência reduzindo a quantidade inercial do sistema;- no sistema de distribuição de força por geração diferencial, seu mecanismo de máquina elétrica rotacional (10410) pode ser disposto de acordo com as exigências estruturais conforme os métodos abaixo:(1) o conjunto de máquina elétrica rotacional (10410) pode compartilhar a mesma estrutura com a embreagem (1123) controlável, a transmissão (1090) e a transmissão da extremidade traseira (1113); ou(2) o conj unto de máquina elétrica rotacional (10410) pode compartilhar a mesma estrutura com a transmissão (1080) e a interface de controle e transmissão intermediária (1003); ou(3) o conjunto de máquina elétrica rotacional (10410) pode ficar disposto independentemente entre a transmissão (1080) e a transmissão (1090); ou(4) o conjunto de máquina elétrica rotacional (10410) junto com a transmissão (1080) e a transmissão (1090) pode ficar disposto independentemente entre a interface de controle e transmissão intermediária (1003) e a transmissão da extremidade traseira (1113);o freio controlável (1121) e a embreagem controlável (1120) podem ficar dispostos conforme os métodos abaixo, de acordo com as exigências estruturais:(1) o freio controlável (1121) pode ficar disposto junto com a transmissão (1080) e a embreagem controlável (1120) na peça de rotação (10411) da primeira máquina elétrica; ou(2) o freio controlável (1121) pode ficar disposto junto com a transmissão (1080) na interface de controle e transmissão intermediária (1003); ou(3) o freio controlável (1121) e a transmissão podem ser dispostos junto com a extremidade de saida (1034) e a embreagem controlável (1120) na interface de controle e transmissão intermediária (1003); ou(4) o freio controlável (1121) pode ficardisposto junto com a transmissão (1080) na interface de controle etransmissão intermediária (1003); ou(5) a embreagem controlável (1120) pode ficardisposta junto com a transmissão (1080) na peça de rotação (10411)da primeira máquina elétrica; ou(6) a embreagem controlável (1120), transmissão(1080) e o freio controlável (1121) podem ser dispostoscompartilhando a mesma estrutura; ou(7) a embreagem controlável (1120) pode ficardisposta independentemente; ou(8) o freio controlável (1121) pode ficardisposto independentemente; ou(9) a transmissão (1080) pode ficar dispostaindependentemente; ou(10) o freio controlável (1121) e a transmissão(1080) podem compartilhar a mesma estrutura e podem ser dispostosindependentemente; ou(11) a embreagem controlável (1120) e atransmissão (1080) podem compartilhar a mesma estrutura e podemser dispostas independentemente; ou(12) o freio controlável (1121), a transmissão(1080) e a embreagem controlável (1120) podem compartilhar a mesmaestrutura e podem ser dispostos independentemente;- a embreagem controlável (1002) pode ficardisposta conforme os métodos abaixo, de acordo com as exigênciasestruturais:(1) a embreagem controlável (1002) é disposta naunidade de força rotacional (1000); ou(2) a embreagem controlável (1002) é disposta nainterface de controle e transmissão intermediária (1003); ou(3) a embreagem controlável (1002) pode ficardisposta independentemente entre a unidade de força rotacional(1000) e a interface de controle e transmissão intermediária (1003);o freio controlável (1122) e embreagemcontrolável (1016) podem ser dispostos conforme os métodos abaixo,de acordo com as exigências estruturais:(1) o freio controlável (1122) é disposto nainterface de controle e transmissão intermediária (1003); ou(2) o freio controlável (1122) e a embreagemcontrolável (1016) podem ser dispostos na interface de controle etransmissão intermediária (1003); ou(3) a embreagem controlável (1016) pode ficardisposta na transmissão da extremidade dianteira (1006); ou(4) o freio controlável (1122) pode ficardisposto junto com a embreagem controlável (1016) na transmissãoda extremidade dianteira (1006); ou(5) o freio controlável (1122) pode compartilhara mesma estrutura com a embreagem controlável (1016); ou(6) o freio controlável (1122) pode ficardisposto independentemente; ou(7) a embreagem controlável (1016) pode ficardisposta independentemente; ou(8) o freio controlável (1122) e a embreagemcontrolável (1016) compartilham a mesma estrutura e ficamdispostos entre a interface de controle e transmissãointermediária (1003) e a transmissão da extremidade dianteira(1006); ou(9) o freio controlável (1122) é disposto nainterface de controle e transmissão intermediária (1003) enquantoa extremidade de saida diferencial (1032) é disposta natransmissão da extremidade dianteira (1006);a embreagem controlável (1116) pode ficardisposta conforme os métodos abaixo, de acordo com as exigênciasestruturais:(1) a embreagem controlável (1116) podecompartilhar a mesma estrutura com a transmissão (1080); ou(2) a embreagem controlável (1116) podecompartilhar a mesma estrutura com a transmissão (1090); ou(3) a embreagem controlável (1116) pode ficardisposta entre a transmissão (1080) e a transmissão (1090); ou(4) a embreagem controlável (1116), a transmissão(1080), a embreagem controlável (1120), e o freio controlável(1121) são dispostos na interface de controle e transmissãointermediária (1003); ou(5) a embreagem controlável (1116), a transmissão(1080), a embreagem controlável (1120), e o freio controlável(1121) são dispostos na peça de rotação (10411) da primeiramáquina elétrica; ou(6) a embreagem controlável (1116), a transmissão(1080), a embreagem controlável (1120), e o freio controlável(1121) podem ser estruturas independentes; ou(7) a embreagem controlável (1116), a transmissão(1080), a embreagem controlável (1120), o freio controlável(1121), e a peça de rotação (10411) da primeira máquina elétricapodem ser agrupados ou mais de dois itens podem ser agrupados paracompartilharem a mesma estrutura; ou(8) a embreagem controlável (1116), a transmissão(1090), e a transmissão da extremidade traseira (1113) sãodispostas na peça de rotação (10412) da segunda máquina elétrica;ou(9) a embreagem controlável (1116) e atransmissão (1090) são dispostas na transmissão da extremidadetraseira (1113); ou(10) a embreagem controlável (1116), a transmissão(1090), e a transmissão da extremidade traseira (1113) sãodispostas na transmissão da extremidade traseira (1113); ou(11) a embreagem (1123) controlável e atransmissão (1090) são dispostas na transmissão da extremidadetraseira (1113); ou(12) a transmissão (1090) é disposta natransmissão da extremidade traseira (1113); ou(13) a embreagem controlável (1116) , a transmissão(1090), a embreagem (1123) controlável, e a transmissão daextremidade traseira (1113) podem ser estruturas individualmenteindependentes; ou(14) a embreagem controlável (1116), a transmissão(1090), a embreagem (1123) controlável, a transmissão daextremidade traseira (1113), e a peça de rotação (10412) dasegunda máquina elétrica pode ser agrupadas ou mais de dois itenspodes ser agrupados para compartilharem a mesma estrutura.
15. "SISTEMA", de acordo com a reivindicação 9,caracterizado pelo fato de que o mecanismo de máquina elétricarotacional (10410) pode ser substituído por um mecanismo demáquina elétrica rotacional (20410) fixo de camada de anelexterno, em que a estrutura de máquina elétrica de camada de anelexterna é disposta como peça estática considerando que a estruturade máquina elétrica de camada intermediária e a estrutura demáquina elétrica de camada de anel interna ficam dispostas comopeças de rotação, de modo que a estrutura de máquina elétrica decamada intermediária e a estrutura de máquina elétrica de camadade anel interna são usadas respectivamente como a peça de rotaçãoda primeira máquina elétrica e como a peça de rotação da segundamáquina elétrica, e a estrutura de máquina elétrica de camada deanel externa e a estrutura de máquina elétrica de camadaintermediária bem como a estrutura de máquina elétrica de camadade anel interna executam, coaxialmente, interação rotacional doefeito eletromagnético;o mecanismo de máquina elétrica rotacional fixode camada de anel externo (20410) é uma estrutura de máquinaelétrica de anel de três camadas, compreendendo:- a máquina elétrica rotacional da estrutura demáquina elétrica de camada de anel externa (20423) e a estruturade máquina elétrica de camada intermediária (20422) compartilhandoum caminho magnético comum que pode compreender o gerador de forçaou a máquina elétrica, consistindo em estruturas de máquinaelétrica de corrente alternada ou de corrente continua, com ou semescovas, sincrona ou assincrona; em que a estrutura de máquinaelétrica de camada de anel externa (20423) é a peça estática;a estrutura de máquina elétrica de camadaintermediária (20422) compartilhando um caminho magnético comumque pode ser uma estrutura de máquina elétrica rotacional providacom uma superfície de anel interna e uma superfície de anelexterna, assim constituída pela estrutura de máquina elétrica comsuperfícies de efeito eletromagnético interna e externa;onde a estrutura de máquina elétrica de camadaintermediária (20422) faceia a superfície de anel externa daestrutura de máquina elétrica de camada de anel externa (20423)para prover interação rotacional do efeito eletromagnético com aestrutura de máquina elétrica de camada de anel externa (20423);a estrutura de máquina elétrica de camadaintermediária (20422) faceia a superfície de anel interna daestrutura de máquina elétrica de camada de anel interna (20421)para prover interação rotacional do efeito eletromagnético com aestrutura de máquina elétrica de camada de anel interna (20421);- a estrutura de máquina elétrica de camada deanel interna (20421) pode ser uma estrutura de máquina elétricarotacional, em que a função da máquina elétrica com a estrutura demáquina elétrica de camada intermediária (20422) compartilhando umcaminho magnético comum pode ser uma função de maquinaria elétricaou de gerador, constituída por uma estrutura de máquina elétricade corrente alternada ou corrente contínua, com ou sem escovas,síncrona ou assíncrona;- a estrutura de máquina elétrica de camada deanel interna (20421) e a estrutura de máquina elétrica de camadade anel intermediária (20422) acima descritas, dependendo danecessidade, podem eleger uma estrutura de máquina elétricarotacional como a peça de rotação da primeira máquina elétricaconsiderando a outra como a peça de rotação da segunda máquinaelétrica.
16. "SISTEMA", de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato de que o mecanismo de máquina elétricarotacional fixo de camada de anel externo (20410) usa a estruturade máquina elétrica de camada de anel externa (20423) como peçaestática e a estrutura de máquina elétrica de camada intermediária(20422) e a estrutura de máquina elétrica de camada de anelinterna (20411) como peças de rotação, para prover a estrutura demáquina elétrica de camada intermediária (20422) e a estrutura demáquina elétrica de camada de anel interna (20421) como a peça derotação (10411) da primeira máquina elétrica e a peça de rotação(10412) da segunda máquina elétrica respectivamente para omecanismo de máquina elétrica rotacional (10410) original, e aestrutura de máquina elétrica de anel externa (20423), a estruturade máquina elétrica de camada intermediária (20422) e a estruturade máquina elétrica de camada de anel interna (20421) do mecanismode máquina elétrica rotacional fixo de camada de anel externo(20410) executam, coaxialmente, interação rotacional do efeitoeletromagnético; este mecanismo de máquina elétrica rotacionalfixo de camada de anel externo (20410) pode ser seletivamentedisposto com uma embreagem controlável (2116) entre a estrutura demáquina elétrica de camada intermediária (20422) e a estrutura demáquina elétrica de camada de anel interna (20421) para prover aoperação de controle de várias funções;o mecanismo de máquina elétrica rotacional fixode camada de anel externo (20410) é uma estrutura de máquina deelétrica de anel de três camadas, em que as formas de constituiçãopara dispor a estrutura de embreagem controlável compreendem:o mecanismo de máquina elétrica rotacional fixode camada de anel externa (20410) é uma estrutura de máquinaelétrica de anel de três camadas, em que as formas de constituiçãopara dispor a estrutura de embreagem controlável compreendem:a função da máquina elétrica rotacional daestrutura de máquina elétrica de camada de anel externa (20423) eda estrutura de máquina elétrica de camada intermediária (20422)compartilhando um caminho magnético comum que pode compreender ogerador de força ou funções de máquina elétrica, consistindo emestruturas de máquina elétrica de corrente alternada ou decorrente continua, com ou sem escovas, sincrona ou assincrona; emque a estrutura de máquina elétrica de camada de anel externa(20423) é a peça estática;a estrutura de máquina elétrica de camadaintermediária (20422) compartilhando um caminho magnético comumque pode ser uma estrutura de máquina elétrica rotacional providacom uma superfície de anel interna e uma superfície de anelexterna, assim constituída pela estrutura de máquina elétrica comsuperfícies de efeito eletromagnético interna e externa;onde a estrutura de máquina elétrica de camadaintermediária (20422) faceia a superfície de anel externa daestrutura de máquina elétrica de camada de anel externa (20423)para prover interação rotacional do efeito eletromagnético com aestrutura de máquina elétrica de camada de anel externa (20423);a estrutura de máquina elétrica de camadaintermediária (20422) faceia a superfície de anel interna daestrutura de máquina elétrica de camada de anel interna (20421)para prover interação rotacional do efeito eletromagnético com aestrutura de máquina elétrica de camada de anel interna (20421);- a estrutura de máquina elétrica de camada deanel interna (20421) pode ser uma estrutura de máquina elétricarotacional, em que a função da máquina elétrica com a estrutura demáquina elétrica de camada intermediária (20422) compartilhando umcaminho magnético comum pode ser uma função de maquinaria elétricaou de gerador, constituída por uma estrutura de máquina elétricade corrente alternada ou corrente continua, com ou sem escovas,sincrona ou assincrona.- a embreagem controlável (2116) pode ser umaembreagem movida por força manual, ou mecânica, ou forçaeletromagnética, ou força fluida, ou força centrifuga, ouconstituída pela transmissão de uma só via;esta embreagem está disposta entre a estrutura demáquina elétrica de camada intermediária (20422) e a estrutura demáquina elétrica de camada de anel interna (20421) para recebercontrole conforme a operação de engate ou de desengate;a estrutura de máquina elétrica de camada de anelinterna (20421) e a estrutura de máquina elétrica de camada deanel intermediária (20422) acima citadas podem, dependendo danecessidade, eleger uma estrutura de máquina elétrica rotacionalcomo a peça de rotação da primeira máquina elétrica considerando aoutra como a peça de rotação da segunda máquina elétrica.
17. "SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE FORÇA POR GERAÇÃODIFERENCIAL", para impulsionar um veiculo com tração em todas asrodas, caracterizado pelo fato de compreender uma unidade de forçarotacional (1000) disposta para impulsionar um conjunto deengrenagens diferenciais intermediárias (1111) por meio de umatransmissão principal (1110), uma extremidade de saida diferencial(1032) do conj unto de engrenagens diferenciais intermediárioestando em engate motriz com uma carga de extremidade dianteiraatravés de uma transmissão de extremidade dianteira (1006), eoutra extremidade de saida diferencial (1033) do conjunto deengrenagens diferenciais intermediário estando em engate motrizcom uma máquina elétrica primária (1041) de um mecanismo demáquina elétrica rotacional (1040), uma segunda máquina elétrica(1042) do mecanismo de máquina elétrica rotacional estando emengate motriz com uma carga de extremidade traseira (1114), adistribuição de força entre a carga da extremidade dianteira e acarga da extremidade traseira sendo controlada por um dispositivode controle de impulsionamento (1115).
18. "SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE FORÇA POR GERAÇÃODIFERENCIAL", para impulsionar um veiculo com tração em todas asrodas, tendo uma carga de extremidade dianteira (1007) e uma cargade extremidade traseira (1114), caracterizado pelo fato decompreender:uma unidade de força rotacional (1000) dispostapara impulsionar uma interface de controle e transmissãointermediária (1003), e mais adiante impulsionar uma transmissãoprincipal (1110); um mecanismo de máquina elétrica rotacional(1040) tendo uma primeira e uma segunda máquinas elétricas (1041),(1042); a transmissão principal estando em engate motriz com umaextremidade de entrada (1031) de um conj unto de engrenagensdiferenciais intermediárias (1111); uma extremidade de saidadiferencial (1032) do conjunto de engrenagens diferenciaisintermediárias estando em engate motriz com uma transmissão deextremidade dianteira (1006) para impulsionar a carga daextremidade dianteira, outra extremidade de saida diferencial(1033) do conjunto de engrenagens diferenciais intermediáriasestando em engate motriz com a extremidade de entrada de uma peçade rotação da primeira máquina elétrica, a extremidade de saida dapeça de rotação da segunda máquina elétrica estando em engatemotriz com a carga da extremidade traseira.
Priority Applications (1)
| Application Number | Priority Date | Filing Date | Title |
|---|---|---|---|
| BRPI0802604 BRPI0802604A2 (pt) | 2008-07-16 | 2008-07-16 | sistema de distribuição de força por geração diferencial |
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