BRPI0803610B1 - Apparatus for making an un-tended tissue - Google Patents
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Abstract
aparelho para fazer um tecido não-trançado. a presente invenção refere-se a um aparelho para a fabricação contínua de um tecido não-trançado de filamentos, em que é provida uma fieira para produzir os filamentos. a jusante da fieira é disposta uma câmara de resfriamento na qual o ar de processo é alimentado para resfriar os filamentos. uma unidade de estiramento para estirar os filamentos é conectada à câmara de resfriamento e a região de conexão entre a câmara de resfriamento e a unidade de estiramento é fechada. essa unidade de estiramento tem uma passagem de estiramento cujas paredes de estiramento divergem sobre uma parte do comprimento da passagem de estiramento. um dispositivo de deposição, para a deposição dos filamentos para o tecido não-trançado é provido.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "APARELHO PARA FAZER UM TECIDO NÃO-TRANÇADO". A presente invenção refere-se a um aparelho para a fabricação de um tecido não-trançado, feito de filamentos. Os filamentos consistem, tipicamente, em uma resina termoplástica.
Um aparelho do tipo acima mencionado é conhecido em diferentes modalidades que são usadas na prática. Os filamentos são fiados, primeiramente, com a ajuda de uma fieira e a seguir são passados, geralmente, através de uma câmara de resfriamento. Após o resfriamento, os filamentos, ou o feixe de filamento, alcançam uma passagem de uma unidade de estiramento, onde são estirados de modo aerodinâmico. A largura transversal da passagem de estiramento na direção de percurso, ou na direção de deslocamento da lã no processo de fiação é, normalmente, 10-20 mm. Devido a essa dimensão relativamente pequena, o feixe de filamento na unidade de estiramento é compactado de forma relativamente forte. A desvantagem é que, em muitas instalações conhecidas, é um tanto difícil separar e depositar os filamentos individuais. O objetivo da invenção é prover um aparelho do tipo mencionado acima por meio do qual o feixe de filamentos produzidos pode ser separado, de modo simples e eficaz, em filamentos individuais que podem, então, ser depositados para o tecido não-trançado.
Para alcançar esse objetivo, a invenção propõe um aparelho para a fabricação contínua de um tecido não-trançado de filamentos, em que é provida uma fieira para produzir os filamentos, a jusante da fieira é disposta uma câmara de resfriamento, suprida de ar processado para esfriar os filamentos; conectada à câmara de resfriamento encontra-se uma unidade de estiramento, para estirar os filamentos; uma região de conexão entre a câmara de resfriamento e a unidade de estiramento é fechada; a unidade de estiramento tem uma passagem de estiramento, cujas paredes divergem sobre pelo menos uma parte do comprimento da passagem de estiramento, e um dispositivo de depósito, para o depósito dos filamentos para que o tecido não-trançado seja provido.
Uma fieira é, em particular, um fieira que fia os filamentos. Os filamentos fiados são, então, alimentados através da câmara de resfriamento, onde ocorre o resfriamento dos filamentos. Está dentro do escopo da invenção que a câmara de resfriamento seja uma câmara fechada que, além da entrada de ar de processo e, além da abertura de entrada e da abertura de saída para a faixa de filamento, é fechada ou substancialmente fechada. De acordo com a invenção, a região de conexão entre a câmara de resfriamento e a unidade de estiramento é fechada. Na região de conexão, ou na região de transição, entre a câmara de resfriamento e a unidade de estiramento não há, então, de acordo com a invenção, nenhuma alimentação de ar, ou, substancialmente, nenhuma alimentação de ar no sistema ou no trajeto de fluxo dos filamentos.
No contexto da invenção, um design divergente das paredes de passagem da passagem de estiramento significa, em particular, que as paredes da passagem são dispostas/projetadas para divergir, transversalmente, para a direção da máquina ou, transversalmente, para o tecido não-trançado. O espaçamento entre essas paredes da passagem aumenta na seção divergente, na direção do dispositivo de depósito. O comprimento da passagem de estiramento, além disso, significa a extensão da passagem de estiramento entre a câmara de resfriamento e o dispositivo de depósito. A parte divergente da passagem de estiramento também é referida abaixo como a seção de passagem de estiramento divergente, ou a seção divergente.
Uma modalidade preferida da invenção é caracterizada pelo fato de que a câmara de resfriamento é subdividida em pelo menos dois compartimentos de resfriamento, nos quais os filamentos, em cada caso, podem ser resfriados com ar de processo a uma temperatura diferente. Descobriu-se que a modalidade especial é particularmente vantajosa no escopo da invenção. De acordo com uma modalidade, a temperatura do ar de processo alimentado no compartimento de resfriamento superior, a montante, é superior à temperatura do ar de processo de alimentação, no compartimento de resfriamento a jusante. O compartimento de resfriamento superior, a montante, relaciona-se, aqui, ao compartimento de resfriamento no qual os filamentos entram primeiramente.
De acordo com a invenção, a região de conexão entre a câmara de resfriamento e a unidade de estiramento é fechada. A unidade de estira-mento é, então, conectada à câmara de resfriamento, com a condição de que não ocorra a introdução de ar, ou que não haja, substancialmente, introdução de ar na região de conexão entre a câmara de resfriamento e a unidade de estiramento. A unidade de estiramento pode, aqui, ser conectada diretamente à câmara de resfriamento sem qualquer fenda de alimentação de ar. De acordo com uma terceira modalidade da invenção, uma passagem intermediária é disposta entre a câmara de resfriamento e a unidade de estiramento. Aqui, o fato de não ser introduzido ar da parte de fora, ou de nenhum ar ser introduzido da parte de fora, na passagem intermediária, está dentro do escopo da invenção. Isso significa que apenas o ar de processo da câmara de resfriamento é introduzido na passagem intermediária, e que, de outra forma, nenhuma introdução de ar, ou substancialmente nenhuma introdução da parte externa ocorra. É preferível que a passagem intermediária tenha uma forma de convergência da câmara de resfriamento para a unidade de estiramento.
Aqui, as paredes da passagem intermediária, que são espaçadas, transversalmente, na direção da máquina ou, transversalmente, na direção de trajeto do tecido não-trançado, convergem. A passagem intermediária estreita, assim, da câmara de resfriamento até a unidade de estiramento. De acordo com uma modalidade da invenção, diferentes ângulos de convergência da passagem intermediária podem ser usados. O fato de que a extremidade inferior da passagem intermediária é conectada à passagem de estiramento da unidade de estiramento, sem uma fenda de entrada para ar, ou, substancialmente, sem uma fenda de ar para o ar se encaixa no escopo da invenção. Assim, apenas o ar de processo (com o filamento)e nenhum ar adicional, ou, substancialmente, nenhum ar adicional, alcança a passagem de estreitamento a partir da passagem intermediária.
Porém, recomenda-se que, na unidade de estiramento, na extremidade a montante da seção de passagem de estiramento divergente, ou ligeiramente a montante da seção de passagem de estiramento divergente, é injetado ar adicional na passagem de estiramento. Aqui, o ar é vantajosamente injetado paralelo à direção de percurso dos filamentos, ou do feixe de filamento e, preferivelmente, tangencialmente ao feixe de filamento. O ar é soprado tangencialmente e, preferivelmente, como uma camada de limite. Recomenda-se que a injeção de ar seja das paredes de passagem voltadas para lados opostos, ou de paredes de passagem voltadas para a passagem de estiramento e, aqui, sejam, preferivelmente, da mesma altura com relação ao comprimento da passagem de estiramento. Tal alimentação de ar de dois lados também pode ocorrer duas vezes ou, repetidamente, em alturas diferentes da passagem de estiramento. A injeção de ar ocorre, vantajosamente, com a condição que o fio de filamento seja feito maior na direção da máquina, ou na direção de percurso do tecido não-trançado. Nesse processo, prefere-se operar de modo tal que o ângulo de abertura do feixe de filamento seja 0,1-10°, preferivelmente, 0,1-1°. A expressão "na extremidade a jusante da seção de passagem de estiramento divergente" significa, em particular, a terceira a montante, preferivelmente, a quarta a montante e, particularmente, de preferência a quinta a montante da seção de passagem de estiramento divergente, com relação ao comprimento da seção de passagem de estiramento divergente. O espaçamento entre as paredes de passagem da passagem de estiramento é, vantajosamente, 5-30 mm, preferivelmente, 8-25 mm e, preferivelmente, 10-20 mm.
Está dentro do escopo da invenção que pelo menos %, preferivelmente pelo menos 1/3 da passagem de estiramento desvie, ou seja projetada como uma seção divergente. Pelo menos 40% da passagem de estiramento desvia, preferivelmente, ou tem uma seção transversal de fluxo divergente. De acordo com uma primeira modalidade preferida da invenção, a passagem de estiramento tem paredes de passagem divergente sobre todo o comprimento ou, substancialmente, sobre seu comprimento total. De acordo com essa modalidade, toda a passagem de estiramento ou, substancialmente, toda a passagem de estiramento desvia. Está dentro do escopo da invenção que a passagem de estiramento desvie sobre pelo menos 90%, preferivelmente, sobre pelo menos 95% de seu comprimento.
De acordo com uma modalidade preferida, adicional, da invenção, a passagem de estiramento tem, sobre uma parte de seu comprimento, paredes paralelas de passagem (seção paralela)e, a jusante dessa parte, paredes de passagem divergente (seção divergente). Aqui, encontra-se inerente à invenção o fato de que a passagem de estiramento nessa modalidade consiste, exclusivamente, na seção paralela mencionada e a seção divergente a jusante. A alimentação de ar adicional ocorre nessa modalidade, ou no fim da seção paralela, ou na extremidade a montante da seção divergente da passagem de estiramento. A extremidade da passagem paralela aqui se refere, em particular, à terceira a jusante com relação ao comprimento da seção paralela, preferivelmente a mais distante da quarta a jusante e, mais particularmente, a mais distante da quinta a jusante da seção paralela. A extremidade a montante da seção divergente aqui e abaixo significa, em particular, a mais distante da terceira a montante com relação ao comprimento da seção divergente, preferivelmente a mais distante da quarta a montante e, mais preferivelmente, a mais distante da quinta a montante da seção divergente. É preferível que a seção divergente dessa modalidade seja maior do que a seção paralela, a seção divergente sendo vantajosamente pelo menos 1,5 vez o comprimento da seção paralela.
De acordo com uma concretização preferida da invenção, a passagem de estiramento tem paredes de passagem convergentes (seção convergente), sobre uma parte do seu comprimento, que são então formadas por paredes de passagem divergentes (seção divergente). Aqui, enquadra-se dentro do escopo da invenção que a passagem de estiramento nesta concretização consiste exclusivamente em seção convergente e seção divergente. Desse modo, a seção divergente está imediatamente a jusante da seção convergente. Nesta concretização, a alimentação de ar adicional está de modo vantajoso, na região de transição entre a seção convergente e a seção divergente, ou na extremidade a montante da seção divergente. É vantajoso nesta concretização que a seção divergente seja mais extensa do que a seção convergente, e a seção divergente seja, de preferência, 1,5 vez o comprimento da seção convergente.
De acordo com uma modalidade preferida, adicional, da invenção, a passagem de estiramento tem, sobre uma parte de seu comprimento, paredes de passagem convergentes (seção convergente), a montante das quais encontram-se paredes de passagem paralelas (seção paralela)e a jusante das quais, por sua vez, encontram-se paredes de passagem (seção divergente). De acordo com uma modalidade, a passagem de estiramento consiste, aqui, exclusivamente, na seção convergente, na próxima seção paralela a jusante e, por sua vez, na próxima seção divergente. Porém, em princípio, a seção divergente também pode ser uma seção paralela a jusante. Nessa modalidade, a alimentação de ar adicional está, vantajosamente, na extremidade da seção paralela (a montante), ou na extremidade a montante da seção divergente. A extremidade da seção paralela significa a terceira a jusante, mais distante, preferivelmente a quarta a jusante, mais distante, e, mais preferivelmente, a quinta a jusante mais distante da seção paralela, com relação ao comprimento da seção paralela. Nessa modalidade, (convergente, paralela, divergente), recomenda-se que a seção divergente seja a mais longa seção de passagem. Isso significa que a seção divergente, em cada caso, seja mais longa do que a seção paralela e mais longa do que a seção convergente. De acordo com uma modalidade particularmente recomendada, a seção divergente é mais longa do que a seção de passagem total que consiste na seção convergente e paralela.
De acordo com uma modalidade preferida da invenção, as paredes da passagem de estiramento estão em uma disposição que é simétrica com relação a um plano do meio que passa verticalmente através da passagem de estiramento. Em princípio, o escopo da invenção também inclui o fato de as paredes de passagem divergentes poderem ser dispostas assime-tricamente com relação a seu plano do meio. Nesse caso, uma das duas paredes da passagem divergente podería, então, ter uma inclinação mais forte, ou posição inclinada, do que a outra parede de passagem voltada uma para a outra. De acordo com uma modalidade preferida da invenção, o ângu- Io divergente da seção divergente permanece constante sobre o comprimento da seção divergente. Porém, em princípio, também é possível que o ângulo de divergência mude sobre o comprimento da seção divergente.
Está dentro do escopo da invenção que a câmera de resfriamento e a unidade de estiramento do aparelho, de acordo com a invenção, formem uma unidade fechada. Aqui, o ar alimentado dentro do agregado que consiste na câmara de resfriamento e na unidade de estiramento é limitado, pelo menos substancialmente, à introdução do ar de processo na câmara de resfriamento, por um lado, e ao ar adicional alimentado a montante da seção divergente da seção divergente na passagem de estiramento, por outro lado. Naturalmente, o ar também pode alcançar a câmara de resfriamento da parte de cima, com a correia de deposição.
Uma modalidade particular, que é particularmente importante dentro do escopo da invenção, é caracterizada pelo fato de que, a jusante da unidade de estiramento encontra-se uma unidade de reposição com pelo menos um difusor. Assim, os filamentos são, ou o feixe de filamento é conduzido através de pelo menos um difusor após a unidade de estiramento. O difusor tem pelo menos regiões com paredes de difusor divergentes. As paredes do difusor são, aqui, espaçadas transversalmente à direção da máquina, ou transversalmente à direção de trajeto do tecido não-trançado. De a-cordo com modalidade recomendada, a unidade de reposição consiste em um difusor a montante e um próximo difusor a jusante. É vantajoso prover uma fenda de entrada de ar entre o difusor a montante e o difusor a jusante. Devido ao pulso de saída do difusor a montante, o ar é sugado para fora do ambiente através dessa fenda de entrada de ar ambiente. A largura da fenda de entrada de ar ambiente é vantajosamente ajustável.
Está dentro do escopo da invenção que o dispositivo de deposição do aparelho, de acordo com a invenção, é uma correia de deposição foraminosa, que se move continuamente, para o tecido não-trançado. Pelo menos um aparelho de sucção é vantajosamente provido sob a correia de deposição foraminosa, por meio da qual o ar pode ser sugado através da correia de deposição foraminosa. A invenção é baseada na descoberta de que, qualitativamente, um tecido não-trançado de altíssima qualidade pode ser fabricado com o aparelho de acordo com a invenção, o qual é caracterizado, particularmente, por uma estrutura homogênea e propriedades homogêneas. A invenção é baseada, particularmente, na descoberta de que, como o resultado do de-sign da unidade de estiramento, de acordo com a invenção, uma compactação indesejada do feixe de filamento pode ser evitada, ou qualquer compactação que já tenha ocorrido pode ser bastante reduzida. O tratamento de acordo com a invenção do feixe de filamento pode resultar em um espaçamento eficaz entre os filamentos individuais. Assim, com o design de acordo com a invenção, um número elevado de filamentos pode ser depositado em forma de filamentos individuais. Como resultado, a qualidade do tecido não-trançado fabricado de acordo com a invenção pode ser aumentada consideravelmente, em comparação com um tecido não-trançado fabricado de acordo com a técnica anterior. Além disso, deve-se enfatizar que o sucesso, de acordo com a invenção, pode ser obtido usando-se medidas relativamente simples e econômicas. Como resultado, um tecido não-trançado de altíssima qualidade pode ser obtido com propriedades estruturais homogêneas. A invenção é explicada em maiores detalhes abaixo com referência a um desenho que mostra uma única modalidade. Assim, esquemati-camente: A figura 1 mostra uma seção vertical através de um aparelho de acordo com a invenção; A figura 2 é um detalhe, em escala ampliada, A, da figura 1; A figura 3 mostra uma segunda modalidade da estrutura de a-cordo com a figura 2; A figura 4 mostra uma terceira modalidade da estrutura de acordo com a figura 2 e, A figura 5 mostra uma quarta modalidade da estrutura, de acordo com a figura 2.
As figuras mostram um aparelho para a fabricação contínua de um tecido não-trançado, de filamentos aerodinamicamente estirados, feitos de resina termoplástica. O aparelho tem uma fieira 1 para fazer os filamentos. A jusante da fieira 1 encontra-se uma câmara de resfriamento 2 que é suprida com ar de processo resfriado, para resfriar os filamentos. A câmara de resfriamento 2 é aqui, preferivelmente, subdividida em dois compartimentos de resfriamento 3 e 4, em que os filamentos são resfriados com ar de processo em diferentes temperaturas. De acordo com uma modalidade preferida da invenção, a temperatura do ar de processo que é aplicado aos filamentos no compartimento de resfriamento a montante, 3, é mais elevada do que a temperatura do ar de processo que é aplicada aos filamentos no compartimento de resfriamento a jusante, 4. A jusante da câmara de resfriamento 2 encontra-se uma unidade de estiramento 5 que estica, aerodinamicamente, os filamentos. Preferivelmente, como na modalidade ilustrada, a câmara de resfriamento 2 é conectada aqui via uma passagem intermediária 6 até a unidade de estiramento 5. A região de conexão entre a câmara de resfriamento 2 e a unidade de estiramento 5 é projetada de acordo com a invenção, de modo que seja fechada. Isso significa que, na região de transição e, particularmente, na região da passagem intermediária 6, substancialmente nenhum ar pode entrar no trajeto de fluxo dos filamentos, do lado de fora. De forma vantajosa, como na modalidade ilustrada, a passagem intermediária 6 tem uma forma convergente, a partir da câmara de resfriamento 2 até a unidade de estiramento 5. Em outras palavras, a passagem intermediária 6 se estreita a partir da câmara de resfriamento até a unidade de estiramento 5.
De acordo com a invenção, a unidade de estiramento 5 tem uma passagem de estiramento 7 cujas paredes 8 e 9 divergem sobre pelo menos uma parte do comprimento da passagem de estiramento 7. as paredes de passagem 8 e 9 formam, assim, pelo menos uma seção divergente 10, na qual o espaçamento entre as paredes da passagem 8 e 9 aumentam para baixo. Essas paredes de passagem 8 e 9 são paredes de passagem 8 e 9 da passagem de estiramento 7 que são transversalmente espaçadas com relação à direção da máquina, ou na direção do trajeto do tecido não-trançado. A direção de trajeto do tecido não-trançado é indicada na figura 1 por uma seta dupla.
Na figura 1, fica claro que, a jusante da unidade de estiramento 5 encontra-se uma unidade de depósito 11 que consiste, preferivelmente, como na modalidade ilustrada, em um difusor a montante, 12, e um difusor a jusante, 13. Além disso, também se pode ver, na figura 1, que uma fenda de entrada de ar ambiente 14 é provida entre o difusor a montante 12 e um difusor a jusante 13. Cada difusor 12 e 13 tem uma parte convergente, superior, assim como uma parte divergente inferior. Por conseguinte, cada difusor 12 e 13 tem uma região mais estreita entre a parte convergente superior e a parte divergente inferior. É vantajoso, para as paredes do difusor, na parte divergente do difusor a montante 12 e/ou no difusor a jusante 13 a ser ajus-tável, de modo que o ângulo do ápice das partes divergentes respectivas é ajustável.
Na unidade de deposição 11, uma correia de deposição forami-nosa, que se move continuamente, 15, é provida, como um dispositivo de deposição para o tecido não-trançado. Embaixo dessa correia de deposição foraminosa 15, pelo menos um aparelho de sucção C não mostrado nas figuras C é provido vantajosamente, por meio do qual o ar pode ser retirado para baixo, através da correia de deposição foraminosa 15, do mesmo modo.
As figuras 2 a 5 mostram as terceiras modalidades para o design da passagem de estiramento 7 da unidade de estiramento 5. Em todas essas modalidades ilustradas, ar adicional é soprado na passagem de estiramento 7, na extremidade a montante da seção da passagem de estiramento divergente, ou na extremidade a montante da seção divergente 10, ou um pouco antes da seção divergente 10. A introdução de ar aqui ocorre de modo vantajoso na direção de percurso dos filamentos, ou do feixe de filamento e, de preferência, tangencialmente aos filamentos ou ao feixe de filamento. Como pode ser visto nas figuras 2 a 5, a injeção de ar ocorre, preferivelmente, de ambas as paredes da passagem 8 e 9 e, aqui, nivelada com a unidade de estiramento 5. Aqui, está dentro do escopo da invenção que o ar é soprado, com a condição que o feixe de filamento seja feita maior, onde o ângulo de abertura do feixe de filamento é, preferivelmente, 0,1-1e. Esse aumento do feixe de filamento é indicado nas figuras 2 a 5. A expressão extremidade a montante da seção divergente 10 aqui usada refere-se, particularmente, à terceira a montante, preferivelmente a quarta a montante e, mais preferivelmente, à quinta a montante da seção divergente 10, com relação ao comprimento da seção divergente 10. A figura 2 mostra uma primeira modalidade da unidade de esti-ramento 5, de acordo com a invenção, onde a passagem de estiramento 7 tem paredes de passagem 8 e 9 que divergem sobre todo o comprimento. Em outras palavras, toda a passagem de estiramento 7 é divergente. Aqui, a entrada de ar é a extremidade a montante da passagem de estiramento divergente 7. As paredes da passagem 8 e 9 são simétricas a um plano do meio M. Além disso, o ângulo divergente entre as paredes de passagens 8 e 9 permanecem constante sobre o comprimento da passagem de estiramento 7.
Na modalidade ilustrada, de acordo com a figura 3, a passagem de estiramento 7 e a seção paralela, a montante, 16, com paredes de passagem paralelas 8 e 9, a jusante da qual encontra-se a seção divergente 10. O ar de entrada aqui está na extremidade a montante dessa seção divergente 10. Aqui a entrada de ar está na extremidade a montante dessa seção divergente 10. Fica aparente, na figura 3, que a seção divergente 10 não é maior do que a seção paralela 16, a saber, aproximadamente duas vezes mais longa. Na modalidade de acordo com a figura 3, as paredes de passagem 8 e 9, na seção divergente 10, também são assimétricas ao plano do meio M, e o ângulo divergente permanece constante sobre todo o comprimento da seção divergente 10. A figura 4 mostra uma modalidade na qual a passagem de estiramento 7 tem uma seção convergente, a montante, 17, com paredes de passagem convergentes 8 e 9, imediatamente a jusante da qual encontra-se a seção divergente 10. Aqui também, a entrada de ar está na extremidade a montante da seção divergente 10. A seção divergente 10, na modalidade ilustrada, de acordo com a figura 4, é maior do que a seção convergente 17, a saber, aproximadamente duas vezes maior. A figura 5 mostra uma modalidade da passagem de estiramento 5 na qual a unidade de estiramento 7 tem uma seção convergente 17 com paredes de passagem paralelas 8 e 9, a jusante da qual encontra-se a seção paralela 16. Diretamente a jusante da seção paralela 16 encontra-se a seção divergente 10. O ar alimentado aqui também está na extremidade a montante da seção divergente 10. O comprimento da seção divergente 10, na modalidade ilustrada, é maior do que o comprimento da passagem de estiramento 7 restante, consistindo na seção convergente 17 e na seção paralela 16. Na seção divergente 10, as paredes da passagem 8 e 9 são simétricas ao plano do méio Μ. o ângulo divergente permanece constante sobre o comprimento da seção divergente 10.
REIVINDICAÇÕES
Claims (11)
1. Aparelho para a fabricação contínua de um tecido não-trançado de filamentos, em que é provida uma fieira para produzir os filamentos, a jusante da fieira é disposta uma câmara de resfriamento (2), suprida de ar processado para esfriar os filamentos; conectada à câmara de resfriamento (2) encontra-se uma unidade de estiramento (5), para estirar os filamentos; em que uma região de conexão entre a câmara de resfriamento (2) e a unidade de estiramento (5) é fechada; um dispositivo de depósito, para o depósito dos filamentos para o tecido não-trançado é provido; caracterizado pelo fato de que a unidade de estiramento (5) tem uma passagem de estiramento (7), cujas paredes de passagem (8 e 9) divergem sobre pelo menos uma parte do comprimento da passagem de estiramento (7).
2. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a câmara de resfriamento (2) é subdividida em pelo menos dois compartimentos de resfriamento (3 e 4), em que os filamentos podem ser resfriados com ar de processo a temperaturas diferentes.
3. Aparelho, de acordo com uma das reivindicações 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que, entre a câmara de resfriamento (2) e a unidade de estiramento (5), uma passagem intermediária (6) é disposta, tendo uma forma convergente a partir da câmara de resfriamento (2) até a unidade de resfriamento (5).
4. Aparelho, de acordo com uma das reivindicações 1 ou 3, caracterizado pelo fato de que, na unidade de estiramento (5), na extremidade a montante da seção de passagem de estiramento divergente (10), ou um pouco antes da seção de passagem de estiramento divergente (10), ar adicional é introduzido na passagem de estiramento (7).
5. Aparelho, de acordo com uma das reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de que a passagem de estiramento (7) tem paredes de passagem divergentes (8 e 9) sobre todo o comprimento, ou substancialmente todo o comprimento.
6. Aparelho, de acordo com uma das reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de que a passagem de estiramento (7) tem paredes de passagem paralelas (8 e 9) sobre uma parte de seu comprimento, e em que, a jusante dessas paredes de passagem paralelas (8 e 9) encontram-se paredes de passagem divergentes (8 e 9).
7. Aparelho, de acordo com uma das reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de que a passagem de estiramento tem paredes de passagem convergentes (8 e 9)sobre uma parte de seu comprimento, e em que, a jusante das paredes de passagem convergentes (8 e 9), estão paredes de passagem divergentes (8 e 9).
8. Aparelho, de acordo com uma das reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de que a passagem de estiramento (7) tem, sobre parte de seu comprimento, paredes de passagem convergente (8 e 9) a jusante das quais estão paredes de passagem paralelas (8 e 9) a jusante das quais estão paredes de passagem divergentes (8 e 9).
9. Aparelho, de acordo com uma das reivindicações 1 a 8, caracterizado pelo fato de que, a jusante de uma unidade de estiramento (5) encontra-se uma unidade de estiramento (11) com pelo menos um difusor (12 e 13).
10. Aparelho, de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que a unidade de reposição (11) consiste em um difusor a montante (12) e um difusor a jusante, adjacente (13) e em que uma fenda de entrada de ar ambiente (14)é provida entre o difusor a montante (12) e o difusor a jusante (13).
11. Aparelho, de acordo com uma das reivindicações 1 a 10, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de deposição é uma correia de deposição foraminosa, continuamente em movimento (15) para o tecido não-trançado.
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