BRPI0805311A2 - injetor de combustìvel com amortecimento mecánico - Google Patents
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Abstract
Injetor de combustivel com amortecimento mecânico. Um injetor de combustivel (1) fornecido com: uma válvula de injeção (7) compreendendo um bocal de injeção (3); uma agulha móvel (17) para ajustar o fluxo do combustível através da válvula de injeção (7) e terminando em um cabeçote de fechamento (20) que encaixa um assento de válvula (18) da válvula de injeção (7); um acionador (6) para deslocar a agulha (17) entre uma posição fechada e uma posição aberta da válvula de injeção (7); um elemento detentor (25) que constitui um curso de extremidade superior da agulha (17) e define a posição aberta; e um dispositivo de amortecimento mecânico (26) que é interposto entre a agulha (17) e o elemento detentor (25) e que é adaptado para gerar sobre a agulha (17) uma força elástica que se opõe ao movimento da agulha (17) em direção à posição aberta quando a agulha (17) está em proximidade ao elemento detentor (25).
Description
Injetor de combustível com amortecimento mecânico.
Campo Técnico
A presente invenção refere-se a um injetor de combustível.
A presente invenção é aplicada de forma vantajosa em uminjetor eletromagnético, ao qual referência explícita será feita na seguinte descrição, noentanto, sem perda na generalidade.Estado da Técnica
Um injetor de combustível compreende um corpo deacomodação tubular cilíndrico tendo um canal de alimentação central, que atua como otubo de combustível e termina com um bocal de injeção ajustado por uma válvula deinjeção controlada por um acionador eletromagnético. A válvula de injeção é fornecidacom uma agulha, que é conectada de forma rígida a um protetor móvel do acionadoreletromagnético a ser deslocado pela ação do acionador eletromagnético entre umaposição fechada e uma posição aberta do bocal de injeção contra a inclinação de umamola de fechamento que tende a manter a agulha na posição fechada. A agulha terminacom um cabeçote de fechamento, o qual na posição fechada é empurrado pela mola defechamento contra o assento de válvula da válvula de injeção para impedir que ocombustível vaze.
A posição fechada da agulha é definida pelo contato docabeçote de fechamento contra o assento de válvula da válvula de injeção, p. ex., ocontato do cabeçote de fechamento contra o assento de válvula da válvula de injeçãoconstitui um curso de extremidade mais inferior da agulha. A posição aberta da agulha édefinida pelo contato entre uma porção da agulha e um elemento detentor que constituium curso de extremidade superior da agulha.
Quando o injetor é acionado para injetar o combustível, aagulha é deslocada a partir da posição fechada à posição aberta, dessa forma, realizandoum curso de abertura; no final do curso de abertura, a agulha colide-se no elementodetentor que constitui o curso de extremidade superior; após essa colisão, a agulharechaça e assim colide-se no elemento detentor novamente em velocidade inferiorrechaçando-se novamente e assim por diante. Em outras palavras, um movimentooscilatório amortecido é estabelecido o qual, após poucos ciclos, leva à agulha dispostaimóvel em contato com o elemento detentor que constitui o curso de extremidadesuperior.
O rechaço acima descrito da agulha contra o elementodetentor que constitui o curso de extremidade superior não essencialmente provocaqualquer conseqüência negativa quando o injetor é mantido aberto por um tempo deinjeção relativamente longo (p. ex., por um tempo de injeção mais longo do que o temponecessário para o comportamento oscilatório acionado pelo rechaço a ser esgotado), poisquando a agulha é retornada à posição fechada, o comportamento oscilatório acionadopelo rechaço é até então esgotado. Ao invés disso, o fenômeno de rechaço acimadescrito da agulha contra o elemento detentor que constitui o curso de extremidadesuperior introduz uma alta incerteza na quantidade do combustível injetado quando oinjetor é mantido aberto por um curto tempo de injeção (p. ex., para um tempo de injeçãomais curto do que o tempo necessário para o comportamento oscilatório acionado pelorechaço a ser esgotado), pois quando a agulha é retornada à posição fechada, ocomportamento oscilatório acionado pelo rechaço ainda não foi esgotado.
Durante o comportamento oscilatório acionado pelo rechaço,a agulha pode ter uma velocidade positiva (p. ex., pode ser deslocada em direção àposição aberta, dessa forma, movendo para longe da posição fechada) do valor variávelou pode ter uma velocidade negativa (p. ex., pode ser deslocada em direção à posiçãofechada, dessa forma, movendo para longe da posição aberta) de valor variável. Quandoo comando de fechamento é concedido durante o comportamento oscilatório acionadopelo rechaço, a agulha pode ter uma velocidade positiva que se opõe ao fechamento ouuma velocidade negativa que promove o fechamento de uma forma incerta (p. ex., nãoprevisível a priori); em ambos os casos, os tempos de fechamento sãoconsideravelmente diferentes e, dessa forma, o tempo de abertura da agulha sendo igual,a quantidade de combustível que é injetado pode aleatoriamente variar de uma forma nãoprevisível a priori.
Vale enfatizar que o comportamento oscilatório acionadopelo rechaço é afetado por diversos fatores que são difíceis de prever e, portanto, exibedeterminada aleatoriedade; conseqüentemente, o comportamento oscilatório acionadopelo rechaço é essencialmente incerto e, dessa forma, não podem ser precisamenteprevisto a priori nem compensado a posteriori, p.ex., ao compensar os tempos de injeção.
Conforme previamente descrito, pelo efeito docomportamento oscilatório acionado pelo rechaço, para curtos tempos de injeção, aquantidade do combustível que é injetada pode aleatoriamente variar de uma forma nãoprevisível a priori; conseqüentemente, para curtos tempos de injeção, a característica dequantidade de combustível injetado/tempo de injeção exibe uma falta pronunciada delinearidade e alta aleatoriedade, p. ex.,, falta de possibilidade de repetição. Tal falha delinearidade e possibilidade de repetição para curtos tempos de injeção é especificamenteprejudicial nos motores modernos de combustão interna, em que um controle de torquepontual e muito preciso é exigido com a finalidade de efetivamente desempenhar a traçãodo veículo e controles de estabilidade.
Objetivo da Invenção
É objeto da presente invenção fazer um injetor decombustível que é livre das desvantagens acima descritas e é especificamente fácil e decusto compensador para fabricar.
De acordo com a presente invenção, um injetor decombustível é feito conforme estabelecido nas reivindicações anexas.
Breve descrição dos desenhos
A presente invenção será agora descrita com referência aosdesenhos anexos, os quais ilustram algumas configurações não limitativas da mesma,em que:
- a figura 1 é uma visão em seção lateral diagramática com as peças removidas paraclareza de um injetor de combustível feito de acordo com a presente invenção;
- a figura 2 mostra um detalhe do injetor de combustível na figura 1 em uma escalaampliada; e
- a figura 3 é uma visão em perspectiva de um corpo elástico do injetor de combustível nafigura 1;
- a figura 4 é uma visão plana do corpo elástico na figura 3;
- a figura 5 é uma visão lateral do corpo elástico na figura 3; e
- a figura 6 é uma visão plana de uma folha metálica do corpo elástico na figura 3.
Melhor modo para realizar a invenção
Na figura 1, o numerai 1 indica como um todo um injetor decombustível, que essencialmente possui uma simetria cilíndrica sobre um eixolongitudinal 2 e que é controlado para injetar o combustível a partir de um bocal deinjeção 3. O injetor 1 compreende um corpo de sustentação 4, que possui um formatotubular cilíndrico de seção variável ao longo do eixo longitudinal 2 e possui um canal dealimentação 5 estendendo-se ao longo de seu comprimento total para alimentar ocombustível pressurizado ao bocal de injeção 3. O corpo de sustentação 4 acomoda umacionador eletromagnético 6 em uma porção superior do mesmo e uma válvula deinjeção 7 que delimita em sua parte inferior o canal de alimentação 5 em uma porçãoinferior da mesma; em uso, a válvula de injeção 7 é acionada pelo acionadoreletromagnético 6 para ajustar o fluxo de combustível por meio do bocal de injeção 3, queé obtido na própria válvula de injeção 7.
Preferivelmente, o corpo de sustentação 4 consiste em umaporção superior 4b acomodando o acionador eletromagnético 6 e uma porção inferior 4aacomodando a válvula de injeção 7 que são unidas juntas por soldagem.
O acionador eletromagnético 6 compreende um eletroímã 8,que é acomodado em uma posição fixa dentro do corpo de sustentação 4 e quandoenergizado, desloca um protetor móvel de material ferromagnético 9 ao longo do eixo 2 apartir de uma posição fechada a uma posição aberta da válvula de injeção 7 contra ainclinação de uma mola de fechamento 10 que tende a manter o protetor móvel 9 naposição fechada da válvula de injeção 7. O protetor móvel 9 possui uma axial central pormeio do orifício 11 (p. ex., paralelo ao eixo longitudinal 2) para permitir o fluxo decombustível em direção ao bocal de injeção 3. O eletroímã 8 ainda compreende umespiral 12 que é eletricamente fornecido por uma unidade de controle eletrônico (nãomostrado) por meio de um fio elétrico 13 e uma culatra magnética fixa 14, que éacomodada dentro do corpo de sustentação 4 e possui uma axial central através doorifício 15 (i.e., paralela ao eixo longitudinal 2) para permitir o fluxo de combustível emdireção ao bocal de injeção 3.
O protetor móvel 9 é uma parte de um elemento móvel 16,que ainda compreende um obturador ou agulha 17, tendo uma porção superior integralcom o protetor móvel 9 e uma porção inferior cooperando com um assento de válvula 18da válvula de injeção 7 para ajustar o fluxo de combustível através do bocal de injeção 3de uma forma conhecida. A agulha 17 é cruzada por um orifício de alimentação 19, quepossui uma entrada axial superior e quatro saídas inclinadas superiores (somente trêsdas quais são mostradas na figura 1); o combustível passando através do orifício central11 do protetor móvel 9 entra no orifício de alimentação 19 da agulha 17 através daentrada axial superior e então sai a partir do orifício de alimentação 19 da agulha 17através das saídas inferiores.
A agulha 17 termina com um cabeçote de fechamento 20,que é adaptado para repousar firmemente contra o assento de válvula 18, exibindo umformato que negativamente reproduz o formato do próprio cabeçote de fechamento 20. Ajusante do assento de válvula 18, é obtida uma câmara de injeção semi-esférica 21, queé cruzada por pelo menos um orifício completo que define o bocal de injeção 3 e éformada por uma placa 22 que é soldada ao corpo de sustentação 4.
O protetor móvel 9 do eletroímã 8 tem o formato de anel epossui um diâmetro menor do que o diâmetro interno da porção correspondente do canalde alimentação 5 do corpo de sustentação 4, e conseqüentemente o protetor móvel 9 nãopode atuar como uma guia superior da agulha 17. De acordo com a configuraçãomostrada na figura 1, a agulha 17 compreende um par de elementos de guia 23, que sãoespaçados de forma recíproca e axial e atuar como guias superior e inferior da agulha 17.
Cada elemento de guia 23 possui saliências 24 (somenteduas das quais são mostradas na figura 1) tendo um diâmetro externo igual ao diâmetrointerno do canal de alimentação 5; tipicamente, cada elemento de guia 23 possui três ouquatro saliências 24 simetricamente distribuídas como um triângulo ou cruz. Obviamente,o combustível pode fluir em direção ao bocal de injeção 3 passando através do vazioentre as saliências 24.
Conforme mostrado na figura 2, existe um elemento detentorem formato de anel 25 que está disposto dentro do canal de alimentação 5, constitui umcurso de extremidade superior da agulha 17 e define a posição aberta; em outraspalavras, o movimento de abertura da agulha 17 é interrompido na posição aberta peloefeito da ação do elemento detentor 25, conforme será descrito em detalhes abaixo. Ocurso de extremidade mais inferior da agulha 17 que define a posição fechada é oassento de válvula 18 contra o qual o movimento de fechamento da agulha 17 éinterrompido.
Além do mais, o injetor 1 compreende um dispositivo deamortecimento mecânico 26, que é adaptado para gerar sobre a agulha 17 uma forçaelástica que se opõe ao movimento da agulha 17 em direção à posição aberta quando aagulha 17 está em proximidade ao elemento detentor 25. O dispositivo de amortecimentomecânico 26 compreende um corpo de mola de chapa elástica 27, que é interposto entreo elemento detentor 25 e a agulha 17, de modo que em seu movimento de abertura, aagulha 17 não se colide violentamente no elemento detentor 25 que é um corpo rígido,porém é progressivamente reduzida até parar pelo efeito de uma força elástica que seopõe ao movimento da agulha 17 em direção à posição aberta, e progressivamenteaumenta (p. ex., quanto mais próxima a agulha 17 está ao elemento detentor 25, maior éessa força elástica) até completamente equilibrar a força exercida sobre a agulha 17 peloacionador 6. A força elástica que atua sobre a agulha é gerada pelo corpo elástico 27 queé progressivamente deformado sob a inclinação da agulha 17. Vale realçar que a forçaelástica gerada pela deformação do corpo elástico 27 deve equilibrar tanto a forçaexercida sobre a agulha 17 pelo acionador 6, quanto à inércia (p. ex., derivada da energiacinética) da agulha 17 pelo efeito do movimento em direção à posição aberta.
De acordo com a configuração preferida mostrada na figura2, a agulha 17 compreende uma placa 28, que é integral à agulha 17 e possui uma coroaexterna em frente ao corpo elástico 27 de modo a colidir no corpo elástico 27 durante omovimento de abertura.
O corpo elástico 27 tem o formato de anel e pode serfechado (p. ex., sem costura), se o corpo elástico 27 for inserido de forma axial sobre aagulha 17, ou aberto (p. ex., com uma abertura), se o corpo elástico 27 for montadotransversalmente sobre a agulha 17 (nesse caso, o corpo elástico 27 é temporariamentedeformado para expandir a abertura e permitir a passagem da agulha 17 através daabertura expandida).
Preferivelmente, o corpo elástico 27 consiste em umapluralidade de folhas metálicas finas 29 imprensadas entre si e encerradas entre doisanéis de retenção mais espessos 30. Conforme mostrado nas figuras 3 - 6, as folhasmetálicas 29 têm o formato de anel e possuem abas ressaltando para dentro 31 parainterferir com a placa 28 integral com a agulha 17. Do contrário, os dois anéis de retenção30 têm o formato de anel e estão livres de abas, de modo a não interferir com a placa 28integral com a agulha 17. Dessa forma, os anéis de retenção 30 possuem a única funçãode imprensar e mecanicamente estabilizar o pacote de folha metálica 29, porém nãoatuam para gerar qualquer força elástica exercida sobre a agulha 17; a força elásticaexercida sobre a agulha 17 é exclusivamente gerada pelas folhas metálicas 29 que sãoelasticamente deformadas pelo efeito da interação com a agulha 17. Geralmente, umnúmero de folhas metálicas 29 de 5 a 30 está incluído e cada folha metálica 29 possuiuma a espessura na faixa entre 30 e 80 um. Com a finalidade de aumentar a flexibilidadedas folhas metálicas 29, as próprias folhas metálicas 29 poderiam ter ranhuras radiais.
De acordo com a configuração mostrada nas figuras anexas,na posição fechada, a agulha 17 (especificamente a placa 28 integral com a agulha 17) éseparada do corpo elástico 27; portanto, a agulha 17 (especificamente, a placa 28integral com a agulha 17) entra em contato com o corpo elástico 27 somente durante aetapa final do movimento de abertura. De acordo com uma configuração diferente (nãomostrada), na posição fechada, a agulha 17 (especificamente a placa 28 integral com aagulha 17) repousa no corpo elástico 27; portanto, a agulha 17 (especificamente a placa28 integral com a agulha 17) está sempre em contato com o corpo elástico 27. No últimocaso, na posição fechada, o corpo elástico 27 também poderia ser pré-carregado, p. ex.,poderia gerar uma força elástica não zero sobre a agulha (17).
A curva de flexibilidade do corpo elástico 27 poderia serlinear (p. ex., a força linear gerada pelo corpo elástico 27 é diretamente proporcional àdeformação axial do próprio corpo elástico 27). Entretanto, de acordo com umaconfiguração preferida, a curva de flexibilidade do corpo elástico 27 é não linear eaumenta mais do que proporcionalmente conforme a deformação axial do corpo elástico27 aumenta; especificamente, a curva de flexibilidade do corpo elástico 27 aumento deforma quadrática parabólica ou cúbica (p. ex., a força elástica gerada pelo corpo elástico27 é proporcional ao quadrado ou cubo da deformação axial do próprio corpo elástico27). Dessa forma, a agulha 17 pode ser deslocada mais rapidamente em direção àposição aberta e ser reduzida de uma forma mais limpa somente em proximidade àposição aberta (indicativamente durante o último terço do curso de abertura).
Preferivelmente, uma dimensão axial (p. ex., ao longo do eixo longitudinal 2) do vazio existente entre o protetor móvel 9 e a culatra magnética fixa14 é tal de modo que a estar sempre mais alta do que o comprimento do curso da agulha17 limitado pelo elemento detentor 25 (com a interposição do corpo elástico 27) paragarantir que o comprimento do curso seja determinado pelo elemento detentor 25 e nãopelo ponto de contato do protetor móvel 9 contra a culatra magnética fixa 14. A partir doacima, é aparente que o vazio existente entre o protetor móvel 9 e a culatra magnéticafixa 14 nunca é cancelado (portanto, evitando o fenômeno de paralisação magnéticaentre o protetor móvel 9 e a culatra magnética 14), pois o protetor móvel 9 nunca entraem contato com a culatra magnética fixa 14; obviamente, durante a etapa de projeto doeletroímã 8, a influência do vazio que possui uma dimensão mais larga do que um injetoreletromagnético tradicional deve ser considerada.
Em uso, quando o eletroímã 8 não é energizado, o protetormóvel 9 não é atraído pela culatra magnética fixa 14 e a força elástica da mola defechamento 10 empurra o protetor móvel 9 ao longo com a agulha 17 para baixo de modoa manter a agulha 17 na posição fechada; nessa situação, o cabeçote de fechamento 20da agulha 17 é pressionado contra o assento de válvula 18 da válvula de injeção 7,impedindo que o combustível vaze. Quando o eletroímã 8 é energizado, o protetor móvel9 é magneticamente atraído pela culatra magnética fixa 14 contra a força elástica da molade fechamento 10 e o protetor móvel 9 ao longo com a agulha 17 é deslocado para cimaaté o movimento da agulha 17 ser interrompido na posição aberta pela ação combinadado elemento detentor 26 e do dispositivo de amortecimento mecânico 26; nessa situação,o protetor móvel 9 é separado da culatra magnética fixa 14, o cabeçote de fechamento 20da agulha 17 é levantado com relação ao assento de válvula 18 da válvula de injeção 7, eo combustível pressurizado pode fluir através do bocal de injeção 3.
Em virtude da ação do dispositivo de amortecimentomecânico 26, a agulha 17 no final do curso de abertura não se colide violentamente noelemento detentor 25, porém pára de forma gradual e suave pelo efeito da força elásticacrescente gerada pela deformação do corpo elástico 27; dessa forma, a agulha 17 nãoestá submetida a qualquer tipo de rechaço ou, entretanto, é submetida ao rechaço muitopequeno e assim essencialmente insignificante. Conseqüentemente, nenhumcomportamento oscilatório é acionado por um rechaço e também para curtos tempos deinjeção, as quantidades de combustível que é injetado é diretamente proporcional aotempo de injeção (-p. ex., ao tempo de abertura do injetor 1) sem variações aleatóriasque não são previsíveis a priori. Portanto, também para curtos tempos de injeção, acaracterística de quantidade de combustível injetado/tempo de injeção exibe uma altalinearidade e alta possibilidade de repetição.
Além do mais, a ausência de uma colisão significativa entrea agulha 17 (especificamente entre a placa 28 integral com a agulha 17) e o elementodetentor 25 reduz o desgaste mecânico dos dois próprios componentes e não exige queas superfícies externas de tais componentes sejam tratadas para aumentar suaresistência mecânica. Conseqüentemente, o injetor 1 acima descrito possui uma vida útilde trabalho especificamente longa, possui tempos mais curtos de depósito (p. ex.,tempos de percurso para estabilizar suas características) e também tem custocompensador para fabricar.
Claims (22)
1. Injetor de combustível (1) compreendendo:uma válvula de injeção (7) compreendendo um bocal de injeção (3);uma agulha móvel (17) para ajustar o fluxo de combustível através da válvula de injeção(7) e terminando em um cabeçote de fechamento (20) que encaixa um assento de válvula(18) da válvula de injeção (7);um acionador (6) para deslocar a agulha (17) entre uma posição fechada e uma posiçãoaberta da válvula de injeção (7); eum elemento detentor (25) que constitui um curso de extremidade superior da agulha (17) e define a posição aberta;o injetor (1) é caracterizado pelo fato de que compreende um dispositivo deamortecimento mecânico (26) que é interposto entre a agulha (17) e o elemento detentor(25) e que é adaptado para gerar sobre a agulha (17) uma força elástica que se opõe aomovimento da agulha (17) em direção à posição aberta quando a agulha (17) está emproximidade ao elemento detentor (25).
2. Injetor (1) de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que o dispositivo de amortecimento mecânico (26) compreende um corpo demola de chapa elástica (27), que está disposto entre o elemento detentor (25) e a agulha(17) e que é progressivamente deformado sob a inclinação da agulha (17).
3. Injetor (1) de acordo com a reivindicação 2, caracterizadopelo fato de que a agulha (17) compreende uma placa (28), que é integral com a agulha(17) e que possui uma coroa externa em frente ao corpo elástico (27) de modo a colidirno corpo elástico (27) durante o movimento de abertura.
4. Injetor (1) de acordo com a reivindicação 2 ou 3,caracterizado pelo fato de que o corpo elástico (27) tem o formato de anel.
5. Injetor (1) de acordo com a reivindicação 2, 3 ou 4,caracterizado pelo fato de que o corpo elástico (27) compreende uma pluralidade defolhas metálicas finas (29) imprensadas entre si.
6. Injetor (1) de acordo com a reivindicação 5, caracterizadopelo fato de que o corpo elástico (27) compreende dois anéis de retenção mais espessos(30) que imprensam as duas folhas metálicas finas (29) juntas.
7. Injetor (1) de acordo com a reivindicação 6, caracterizadopelo fato de que as folhas metálicas (29) têm o formato de anel e possuem abasressaltando para dentro (31) para interferir com uma placa (28) integral com a agulha(17); os dois anéis de retenção (30) têm o formato de anel e estão livres de abas demodo a não interferir com a placa (28) integral com a agulha (17).
8. Injetor (1) de acordo com a reivindicação 5, 6 ou 7,caracterizado pelo fato de que um número de folhas metálicas (29) de 5 a 30 é incluído.
9. Injetor (1) de acordo com uma das reivindicações de 5 a 8, caracterizado pelo fato de que cada folha metálica (29) possui uma espessura entre 30 e 80 um.
10. Injetor (1) de acordo com uma das reivindicações de 5 a 9, caracterizado pelo fato de que as folhas metálicas (29) possuem ranhuras radiais.
11. Injetor (1) de acordo com uma das reivindicações de 2 a 10, caracterizado pelo fato de que, na posição fechada, a agulha (17) é separada do corpo elástico (27).
12. Injetor (1) de acordo com uma das reivindicações de 2 a 10, caracterizado pelo fato de que, na posição fechada, a agulha (17) repousa no corpo elástico (27).
13. Injetor (1) de acordo com a reivindicação 12,caracterizado pelo fato de que, na posição fechada, o corpo elástico (27) é pré-carregado e gera uma força elástica não zero sobre a agulha (17).
14. Injetor (1) de acordo com uma das reivindicações de 2 a 13, caracterizado pelo fato de que a curva de flexibilidade do corpo elástico (27) é linear.
15. Injetor (1) de acordo com uma das reivindicações de 2 a 13, caracterizado pelo fato de que a curva de flexibilidade do corpo elástico (27) é não linear e aumenta mais do que proporcionalmente conforme a deformação axial do corpo elástico (27) aumenta.
16. Injetor (1) de acordo com a reivindicação 15,caracterizado pelo fato de que a curva de flexibilidade do corpo elástico (27) aumentaparabolicamente de acordo com a deformação axial do próprio corpo elástico (27).
17. Injetor (1) de acordo com uma das reivindicações de 1 a 16, caracterizado pelo fato de que o acionador (6) compreende uma mola (10) que empurra a agulha (17) em direção à posição fechada.
18. Injetor (1) de acordo com a reivindicação 17,caracterizado pelo fato de que o acionador (6) é do tipo eletromagnético e compreendepelo menos um espiral (12), pelo menos uma culatra magnética fixa (14), e pelo menosum protetor móvel (9), que é magneticamente atraído pela culatra magnética fixa (14)contra a inclinação da mola (10) e é mecanicamente conectado à agulha (17).
19. Injetor (1) de acordo com a reivindicação 18,caracterizado pelo fato de que uma dimensão axial do vazio existente entre o protetormóvel (9) e a culatra magnética fixa (14) sempre é mais larga do que o comprimento docurso da agulha (17) limitado pelo elemento detentor (25) com a finalidade de garantirque o comprimento do curso seja determinado pelo elemento detentor (25) e não pelocontato do protetor móvel (9) contra a culatra magnética fixa (14).
20. Injetor (1) de acordo com uma das reivindicações de 1 a-19 caracterizado pelo fato de que compreende um corpo de sustentação (4), que possuium formato cilíndrico tubular de seção variável e possui um canal de alimentação (5)delimitado em sua parte inferior pela válvula de injeção (7); a agulha (17) é dispostadentro do canal de alimentação (5), possui um diâmetro externo menor do que o diâmetrointerno do canal de alimentação (5) e compreende um par de elementos de guiareciprocamente espaçados (23), cada um dos quais possui saliências (24) tendo umdiâmetro externo igual ao diâmetro interno do canal de alimentação (5).
21. Injetor (1) de acordo com uma das reivindicações de 1 a 20, caracterizado pelo fato de que a agulha (17) é cruzada por um orifício de alimentação (19), que possui uma entrada superior e uma pluralidade de saídasinferiores.
22. Injetor (1) de acordo com a reivindicação 21,caracterizado pelo fato de que o orifício de alimentação (19) possui uma entrada axialsuperior e uma pluralidade de saídas inclinadas superiores.
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