BRPI0806711A2 - conjunto de transmissão de embreagem para um veìculo de duas rodas - Google Patents
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Abstract
CONJUNTO DE TRANSMISSãO DE EMBREAGEM PARA UM VEìCULO DE DUAS RODAS. Esta descrição se refere a um conjunto de transmissão de embreagem para um veículo de duas rodas. O conjunto de transmissão de embreagem inclui um cárter de transmissão que tem uma engrenagem de acionamento primária montada em uma árvore de manivelas e uma engrenagem acionada primária montada em um contra-eixo. Um conjunto de embreagem centrífuga é montado na árvore de manivelas para engate ou desengate da engrenagem de acionamento primária, enquanto um conjunto de arranjo de bloqueio reverso de placa múltipla é montado no contra-eixo para engate ou desengate da engrenagem acionada primária. Um eixo de mudança de marcha montado paralelo ao contra-eixo tem uma extremidade afixada a uma alavanca de mudança de marcha e a outra extremidade afixada a um braço de liberação de embreagem. Uma haste de liberação de embreagem é conectada à alavanca de embreagem manual em uma extremidade para se engatar ou desengatar manualmente o conjunto de embreagem de disco múltiplo e na outra extremidade é conectada de forma rotativa a um supressor de liberação de embreagem. A haste de liberação de embreagem responde à alavanca de embreagem manual para a provisão de uma força de compressão e desengata o conjunto de embreagem de disco múltiplo desse modo se suprimindo o braço de liberação de embreagem.
Description
CONJUNTO DE TRANSMISSÃO DE EMBREAGEM PARA UM VEÍCULO DE
DUAS RODAS
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção se refere a um conjunto de transmissão de embreagem de um veículo com duas rodas.
ANTECEDENTES
A transmissão de potência de uma árvore de manivelas para um eixo motor geralmente é obtida através de uma embreagem e de uma série de engrenagens de redução. Em um mecanismo de embreagem dupla, a potência primeiramente é transmitida a partir da árvore de manivelas para um eixo intermediário ou um contra-eixo e, então, para o eixo motor. Uma primeira embreagem operada de forma centrífuga é montada na árvore de manivelas e uma segunda embreagem manual é montada no contra-eixo ou no eixo intermediário. A segunda embreagem normalmente é do tipo de disco múltiplo montado no eixo intermediário ou no contra-eixo e transmite potência a partir do contra-eixo para o eixo motor.
As primeira e segunda embreagens podem ser travadas em conjunto de modo que elas possam rodar à mesma velocidade.
Alternativamente, as primeira e segunda embreagens podem ser desacopladas de modo que elas possam rodar em velocidades diferentes.
Um mecanismo de embreagem dupla como esse é prevalente em muitas motocicletas, porque o mecanismo provê uma transmissão de potência ininterrupta para o eixo motor e é fácil de operar. Contudo, o mecanismo de embreagem dupla também causa movimentos de tranco quando um veículo tem a partida dada. Também, neste caso, quando um motorista muda de uma relação de transmissão mais baixa para uma relação mais alta, uma potência substancial é necessária para acionamento para a relação de transmissão mais alta, o que usualmente não é obtido. Como resultado, o motorista tem que prover mais força usando sua perna para mudar a marcha e simultaneamente desengatar a embreagem, uma vez que isto é obtido simultaneamente por uma única operação de alavanca. Portanto, surge uma necessidade de um mecanismo de atuação de embreagem para se suplantarem os problemas mencionados acima.
SUMÁRIO
A presente exposição se refere a um conjunto de transmissão de embreagem para um veículo de duas rodas. O conjunto de transmissão de embreagem inclui um cárter de transmissão, uma árvore de manivelas montada de forma rotativa no cárter de transmissão e uma engrenagem de acionamento primária montada na árvore de manivelas. Além disso, um conjunto de embreagem centrifuga é montado na árvore de manivelas para encaixe ou desencaixe na engrenagem de acionamento primária. Ainda, o cárter de transmissão inclui um contra-eixo montado paralelo à árvore de manivelas e uma engrenagem acionada primária montada no contra-eixo. Um conjunto de embreagem de disco múltiplo também é montado no contra-eixo para encaixe ou desencaixe da engrenagem acionada primária usando-se uma pluralidade de engrenagens secundárias.
Um eixo de mudança de marcha é montado paralelo ao contra-eixo no cárter de transmissão. Uma extremidade do eixo de mudança de marcha é afixada a uma alavanca de mudança de marcha e a outra extremidade do eixo de mudança de marcha é afixada a um braço de liberação de embreagem. O braço de liberação de embreagem é operativamente conectado a um pino de liberação de embreagem do conjunto de embreagem de disco múltiplo. Um eixo motor é montado paralelo ao eixo de mudança de marcha no cárter de transmissão. 0 eixo motor tem uma pluralidade de engrenagens acionadas secundárias e um acionamento de roda dentada para transmissão de potência para uma roda traseira do veículo.
0 conjunto de transmissão de embreagem ainda inclui uma haste de liberação de embreagem para engate ou desengate manual do conjunto de embreagem de disco múltiplo. Uma extremidade da haste de liberação de embreagem é conectada a uma alavanca de embreagem manual, ao passo que a outra extremidade é conectada de forma rotativa a um supressor de liberação de embreagem. A haste de liberação de embreagem do conjunto de transmissão de embreagem responde à alavanca de embreagem manual para a provisão de uma força de compressão que corresponde ao desengate do conjunto de embreagem de disco múltiplo desse modo se suprimindo o braço de liberação de embreagem.
Estes e outros recursos, aspectos e vantagens do assunto em questão serão mais bem entendidos com referência à descrição a seguir e às reivindicações em apenso. Este Sumário é provido para a introdução de uma seleção de conceitos de uma forma simplificada. Este Sumário não é pretendido para a identificação de recursos chaves ou recursos essenciais do assunto reivindicado, nem é pretendido para ser usado para limitação do escopo do assunto reivindicado.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS Os recursos, aspectos e vantagens acima e outros do assunto em questão se tornarão mais bem entendidos com respeito à descrição a seguir, às reivindicações em apenso e aos desenhos associados, onde:
a Fig. 1 ilustra uma vista em corte de um conjunto de embreagem sem uma alavanca de embreagem manual afixada ao conjunto de embreagem.
A Fig. 2 ilustra uma vista em seção transversal de um conjunto de caixa de transmissão de uma motocicleta de acordo com uma modalidade do presente assunto.
A Fig. 3 ilustra uma vista em corte do conjunto de embreagem de disco múltiplo de acordo com uma modalidade do presente assunto que descreve o braço de liberação de embreagem automático em uma posição desengatada.
A Fig. 4 ilustra uma vista em corte do conjunto de embreagem de disco múltiplo de acordo com uma modalidade do presente assunto que descreve o braço de liberação de embreagem automático em uma posição engatada.
A Fig. 5 ilustra uma vista em corte do conjunto de embreagem de disco múltiplo de acordo com uma modalidade do presente assunto mostrando a haste de liberação de embreagem em uma posição atuada.
A Fig. 6 ilustra uma vista em corte do conjunto de embreagem de disco múltiplo de acordo com uma modalidade do presente assunto mostrando a haste de liberação de embreagem em uma posição liberada.
A Fig. 7 ilustra uma vista em seção transversal de um conjunto de transmissão de embreagem com respeito a uma modalidade do presente assunto que mostra a haste de liberação de embreagem suprimindo o braço de liberação de embreagem automático.
A Fig. 8 ilustra uma vista em perspectiva de topo de um veículo de duas rodas com respeito a uma modalidade do presente assunto.
DESCRIÇÃO DETALHADA
A exposição provê um conjunto de transmissão de embreagem para um veículo de duas rodas que tem um cárter de transmissão. Uma engrenagem de acionamento primário é montada em uma árvore de manivelas que é montada de forma rotativa no cárter de transmissão. Um conjunto de embreagem centrífuga é montado na árvore de manivelas para engate e desengate da engrenagem de acionamento primária. Uma engrenagem acionada primária é montada em um contra-eixo que é montado paralelo à árvore de manivelas no cárter de transmissão. Ainda, um conjunto de embreagem de disco múltiplo é montado no contra-eixo para engate ou desengate da engrenagem acionada primária com uma pluralidade de engrenagens secundárias. Um eixo de mudança de marcha é montado paralelo ao contra-eixo no cárter de transmissão.
Uma extremidade do eixo de mudança de marcha é afixada a uma alavanca de mudança de marcha e a outra extremidade do eixo de mudança de marcha é afixada a um braço de liberação de embreagem. O braço de liberação de embreagem é operativamente conectado a um pino de liberação de embreagem do conjunto de embreagem de disco múltiplo. Um eixo motor é montado paralelo ao eixo de mudança de marcha no cárter de transmissão. O eixo motor compreende uma pluralidade de engrenagens acionadas secundárias e um acionamento de roda dentada para transmissão de potência para uma roda traseira. Uma haste de liberação de embreagem se engata ou desengata manualmente do conjunto de embreagem de disco múltiplo. Uma extremidade da haste de liberação de embreagem é conectada a uma alavanca de embreagem manual, enquanto que a outra extremidade é conectada de forma rotativa a um supressor de liberação de embreagem. A haste de liberação de embreagem do conjunto de transmissão de embreagem responde à alavanca de embreagem manual para a provisão de uma força de compressão para desengate do conjunto de embreagem de disco múltiplo e para supressão do braço de liberação de embreagem. O veículo com duas rodas pode ser, por exemplo, uma motocicleta tipo scooter. Em uma modalidade, com relação a um conjunto de transmissão de embreagem, um conjunto de embreagem centrífuga inclui uma embreagem centrífuga e uma embreagem de tambor. Em uma modalidade, a engrenagem de acionamento primária é afixada à embreagem de tambor. Ainda em uma outra modalidade, a embreagem centrífuga se encaixa na embreagem de tambor em uma velocidade predeterminada para se permitir uma transmissão de potência contínua.
A Fig. 1 ilustra uma vista em corte de um conjunto de embreagem sem uma alavanca de embreagem manual afixada ao conjunto de acordo com uma modalidade do presente assunto. O conjunto de embreagem inclui um braço de liberação de embreagem automático 107 que desengata um pino de liberação de embreagem 105, quando o braço de liberação de embreagem automático 107 for empurrado por uma alavanca de mudança de marcha. A alavanca de mudança de marcha não mostrada nesta figura é operada por um motorista.
A Fig. 1 também mostra um conjunto de embreagem centrífuga montado em uma árvore de manivelas 103. 0 conjunto de embreagem centrífuga inclui uma embreagem centrífuga 112a e uma embreagem de tambor 112b. A embreagem centrífuga 112a é montada na árvore de manivelas 103, ao passo que a embreagem de tambor 112b roda livremente na árvore de manivelas 103. A embreagem centrífuga 112a começa a rodar juntamente com a embreagem de tambor 112b, quando a árvore de manivelas 103 atinge uma velocidade angular alta, tal como de em torno de 3 000 rpm.
A embreagem centrífuga 112a normalmente está em uma posição desengatada e fica engatada ao se atingir a velocidade angular alta. Por outro lado, o conjunto de embreagem de disco múltiplo 101 normalmente está em uma posição engatada e fica desengatado quando a alavanca de mudança de marcha é operada pelo motorista. Assim, em um mecanismo de embreagem dupla como esse, a potência é continuamente transmitida a partir do motor através da árvore de manivelas 103 para o contra-eixo 108 e finalmente para o eixo motor 109 de uma maneira ininterrupta.
A Fig. 2 ilustra uma vista em seção transversal de um conjunto de caixa de transmissão da motocicleta de acordo com uma modalidade do presente assunto. Na presente modalidade, o mecanismo de atuação de embreagem manual é acoplado a um mecanismo de embreagem dupla dentro de um cárter de transmissão 121. A Fig. 2 mostra uma haste de liberação de embreagem 102 na posição engatada. A haste de liberação de embreagem 102 é atuada durante a pressão manual de uma alavanca provida no guidão da motocicleta. A haste de liberação de embreagem 102 força um supressor de liberação de embreagem 106 a pressionar o pino de liberação de embreagem 105 e desengatar o conjunto de embreagem de disco múltiplo 101. Durante este processo de desengate do conjunto de disco múltiplo 101, o braço de liberação de embreagem automático 107 não é usado e se torna redundante.
O conjunto de liberação de embreagem assim permite que o motorista desengate manualmente a embreagem através de uma alavanca operada com a mão. Isto reduz a fadiga do motorista substancialmente, uma vez que menos potência é exercida pelo motorista, durante uma mudança de marchas. Ainda, potência suficientemente é exercida sobre a roda motora com uma relação de transmissão mais alta quando o motorista mudar a marcha de uma relação de transmissão mais baixa para uma relação de transmissão mais alta.
A Fig. 2 também mostra o arranjo do conjunto de embreagem de disco múltiplo 101 montado no contra-eixo 108. Quando a engrenagem de acionamento primária 104 é engatada, uma engrenagem acionada primária 111 roda, o que, por sua vez, roda o contra-eixo 108. Quando a alavanca de embreagem manual é operada, a embreagem manual engata e desengata as engrenagens de acionamento secundárias que são afixadas ao contra-eixo 108. Isto, por sua vez, transfere potência para as engrenagens acionadas secundárias correspondentes respectivamente, as quais são montadas em um eixo motor 109. A potência então ê transmitida a partir do eixo motor 109 para as rodas através de um acionamento de roda dentada 110.
A Fig. 3 ilustra uma vista em corte do conjunto de embreagem de disco múltiplo 101 de acordo com uma modalidade do presente assunto, mostrando o braço de liberação de embreagem automático 107 na posição desengatada. Na posição desengatada, os discos de aço 120 e um disco de atrito 119 no conjunto de embreagem de disco múltiplo 101 são mantidos em conjunto firmemente para a transferência de torque para as engrenagens de acionamento montadas no contra-eixo 108. Os discos de atrito 119 são posicionados lado a lado adjacentes a cada um dos discos de aço 120 no conjunto de embreagem de disco múltiplo 101. Nenhum espaço está presente entre os discos de atrito 119 na posição desengatada do braço de liberação de embreagem automático 107, conforme o conjunto de embreagem de disco múltiplo 101 estiver na posição engatada.
A Fig. 4 ilustra uma vista em corte do conjunto de embreagem de disco múltiplo 101 de acordo com uma modalidade do presente assunto, que mostra o braço de liberação de embreagem automático 107 na posição engatada. Quando o motorista muda as marchas por uma alavanca operada com o pé, a ação de mudança de marcha simultaneamente engata o braço de liberação de embreagem automático 107, o que, por sua vez, empurra o pino de liberação de embreagem 105 para o contra-eixo 108. Isto desengata a embreagem e facilita a mudança de marcha. Uma folga de operação 113 (medindo em torno de 0,6 mm) está presente entre os discos de atrito 119 na posição engatada do braço de liberação de embreagem automático 107, uma vez que o conjunto de embreagem de disco múltiplo 101 está na posição engatada.
Com referência à Fig. 5 e ã Fig. 8, que ilustram uma vista em corte do conjunto de embreagem de disco múltiplo 101 e uma vista em perspectiva de topo de um veículo de duas rodas, respectivamente, a haste de liberação de embreagem 102 é mostrada na posição atuada. Quando uma alavanca de embreagem manual 118 (faça uma referência à Fig. 7) é pressionada pelo motorista, a haste de liberação de embreagem 102 é rodada para um ângulo predeterminado no sentido horário. Isto empurra o supressor de liberação de embreagem 106 contra o pino de liberação de embreagem 105 através do braço de liberação de embreagem automático 107, desse modo desengatando a embreagem e facilitando uma mudança de marcha. Uma folga substancial 113 está presente entre os discos de atrito 119 na posição atuada da haste de liberação de embreagem 102, uma vez que o conjunto de embreagem de disco múltiplo 101 está na posição desencaixada.
A Fig. 6 ilustra uma vista em corte do conjunto de embreagem de disco múltiplo 101 de acordo com uma modalidade do presente assunto, que mostra a haste de liberação de embreagem 102 na posição liberada. Na posição liberada, os discos de aço 120 do conjunto de embreagem de disco múltiplo 101 são mantidos em conjunto firmemente para a transferência de torque para as engrenagens de acionamento montadas no contra-eixo 108. Os discos de atrito 119 são posicionados lado a lado adjacentes a cada um dos discos de aço 120 no conjunto de embreagem de disco múltiplo 101. Nenhuma folga é observada entre os discos de atrito 119 na posição engatada da haste de liberação de embreagem 102, uma vez que o conjunto de embreagem de disco múltiplo 101 também está na posição engatada. Ainda, a haste de liberação de embreagem 102 é levada de volta para a posição inicial pela rotação dela no sentido anti-horário até um ângulo predeterminado. Isto ocorre quando a haste de liberação de embreagem 102 é liberada uma vez que o motorista libere a alavanca de embreagem operada manualmente. O conjunto de embreagem de disco múltiplo 101 compreende uma pluralidade de anéis em U 102 e uma pluralidade de discos de atrito 119 que são empilhadas lado a lado. Os discos de atrito 119 são conectados a uma pluralidade de fendas 123 no diâmetro externo de um alojamento de embreagem 130. Os discos de atrito 119 são conectados a fendas 123 através de uma pluralidade de orelhas 122 que são providas na periferia externa dos discos de atrito 119.
A Fig. 7 ilustra uma vista em seção transversal de um conjunto de transmissão de embreagem com respeito a uma modalidade do presente assunto. 0 conjunto de embreagem de disco múltiplo 101 montado no contra-eixo 108 é desengatado pela força de compressão exercida sobre o pino de liberação de embreagem 105 pelo braço de liberação de embreagem automático 107. O braço de liberação de embreagem automático 107 é pressionado quando o motorista opera uma alavanca de mudança de marcha não mostrada nesta figura. A alavanca de mudança de marcha é montada na extremidade externa de um eixo de mudança de marcha 116 e o braço de liberação de embreagem automático 107 é montado com um meio de mola na extremidade interna do eixo de mudança de marcha 116. A cada vez em que o motorista passa a alavanca de mudança de marcha 117, o braço de liberação de embreagem automático 107 é ativado, desse modo se desengatando o conjunto de embreagem de disco múltiplo 101 e facilitando uma mudança de marcha. 0 desengate da haste de liberação de embreagem 102 engata o conjunto de embreagem de disco múltiplo 101 e, desse modo, transmite-se potência ininterrupta para o eixo motor 109 (não mostrado na Fig. 7) através do conjunto de engrenagens acionadas montadas nele.
Quando a alavanca de mudança manual é pressionada, a haste de liberação de embreagem 102 roda no sentido horário desse modo empurrando o supressor de liberação de embreagem 106 contra o pino de liberação de embreagem 105. Durante esta operação, o braço de liberação de embreagem automático 107 é tornado redundante. Assim, uma mudança do eixo de mudança de marcha 116 pelo motorista não ativa o braço de liberação de embreagem automático 107. Dai, a operação da alavanca de embreagem manual suprime o braço de liberação de embreagem automático 107, reduzindo o esforço requerido do motorista para mudança das marchas. Os discos de atrito 119 do conjunto de embreagem de disco múltiplo 101 são firmemente mantidos em conjunto por uma série de molas 124, desse modo se exercendo uma pressão axial sobre a pluralidade de discos de aço 120. Os discos de aço 120 quando aplicados com uma pressão axial, transferem um torque máximo.
A Fig. 8 ilustra uma vista em perspectiva de topo de
um veículo de duas rodas com respeito a uma modalidade do presente assunto. A alavanca de embreagem manual 118 é projetada através de uma abertura de alavanca (não vista na Fig. 8) na extremidade esquerda do guidão esquerdo. A alavanca de mudança de marcha 117 é afixada à extremidade externa do eixo de mudança de marcha 116 (não visto na Fig. 8) para uso pelo motorista para mudança das marchas. Uma pressão da alavanca de embreagem manual 118 e uma mudança de marcha simultânea permitem suprimir o braço de liberação de embreagem automático 107 presente na extremidade interna do eixo de mudança de marcha 116 (não visto na Fig. 8) . Embora o assunto em questão tenha sido descrito em detalhe considerável com referência a certas modalidades preferidas do mesmo, outras modalidades são possíveis. Como tal, o espírito e o escopo das reivindicações em apenso não deve ser limitado à descrição da modalidade preferida contida ali.
Claims (13)
1. Conjunto de transmissão de embreagem para um veiculo de duas rodas, que compreende: um cárter de transmissão (121); uma engrenagem de acionamento primária (104) montada em uma árvore de manivelas (103), onde a referida árvore de manivelas é montada de forma rotativa no referido cárter de transmissão (121), e um conjunto de embreagem centrífuga (112) montada na referida árvore de manivelas (103) para engate ou desengate da referida engrenagem de acionamento primária (104); uma engrenagem acionada primária (111) montada em um contra-eixo (108), onde o referido contra-eixo (108) é montado paralelo à referida árvore de manivelas (103) no referido cárter de transmissão (121), e um conjunto de embreagem de disco múltiplo (101) é montado no referido contra-eixo (108) para engate ou desengate da referida engrenagem acionada primária (111) com uma pluralidade de engrenagens secundárias; um eixo de mudança de marcha (116) montado paralelo ao referido contra-eixo (108) no referido cárter de transmissão (121), onde uma extremidade do referido eixo de mudança de marcha (116) é afixada a uma alavanca de mudança de marcha (117) e a outra extremidade do referido eixo de mudança de marcha é afixada a um braço de liberação de embreagem (107) , o referido braço de liberação de embreagem é operativamente conectado a um pino de liberação de embreagem (105) do referido conjunto de embreagem de disco múltiplo (101); um eixo motor (109) montado paralelo ao referido eixo de mudança de marcha (116) no referido cárter de transmissão (121), onde o referido eixo motor (109) compreende uma pluralidade de engrenagens acionadas secundárias e uma roda dentada (110) para a transmissão de potência para uma roda traseira; e uma haste de liberação de embreagem (102), caracterizado pelo fato de uma extremidade da referida haste de liberação de embreagem (102) ser conectada a uma alavanca de embreagem manual (118) e a outra extremidade da referida haste (102) ser conectada de forma rotativa a um supressor de liberação de embreagem (106), onde: a referida alavanca de embreagem manual (118) é pressionada para rotação da referida haste de liberação de embreagem (102) no sentido horário, desse modo se empurrando o referido supressor de liberação de embreagem (106) contra o referido pino de liberação de embreagem (105), e a referida alavanca de embreagem manual (118) é pressionada para rotação da referida haste (102) no sentido anti-horário, desse modo se liberando o referido supressor de liberação de embreagem (106), onde: empurrar o referido supressor de liberação de embreagem (106) suprime o referido braço de liberação de embreagem (107) e desengata o referido conjunto de embreagem de disco múltiplo (101), e liberar o referido supressor (106) engata o referido conjunto de embreagem (101).
2. Conjunto de transmissão de embreagem, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de o veículo de duas rodas ser uma motocicleta tipo scooter.
3. Conjunto de transmissão de embreagem, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de o referido conjunto de embreagem centrífuga (112) compreender uma embreagem centrífuga (112a) e uma embreagem de tambor (112b).
4. Conjunto de transmissão de embreagem, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de a referida engrenagem de acionamento primária (104) ser afixada à referida embreagem de tambor (112b).
5. Conjunto de transmissão de embreagem, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de a referida embreagem centrífuga (112a) se engatar na referida embreagem de tambor (112b) em uma velocidade predeterminada, para se permitir uma transmissão de potência contínua.
6. Conjunto de transmissão de embreagem, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de a referida engrenagem acionada primária (111) ser montada em um alojamento de embreagem (13 0) do referido conjunto de embreagem de disco múltiplo (101).
7. Conjunto de transmissão de embreagem, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de o referido conjunto de embreagem de disco múltiplo (101) compreender uma pluralidade de discos de aço (12 0) e de discos de atrito (119) posicionados lado a lado.
8. Conjunto de transmissão de embreagem, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de a referida alavanca de embreagem manual (118) prover uma força de compressão maior do que a força obtida pelo referido braço de liberação de embreagem (107) para desengate do referido conjunto de embreagem de disco múltiplo (101).
9. Conjunto de transmissão de embreagem, de acordo com a reivindicação 1 ou com a reivindicação 6 ou com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de os referidos discos de atrito (119) serem conectados através de uma pluralidade de orelhas (122) providas na periferia mais externa dos .referidos discos de atrito (119) a uma pluralidade de fendas (123) providas no diâmetro externo do referido alojamento de embreagem (13 0).
10. Conjunto de transmissão de embreagem, de acordo com a reivindicação 1 ou com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de os referidos discos de atrito (119) serem mantidos em conjunto firmemente por uma série de molas (124), desse modo se exercendo uma pressão axial sobre as referidos discos de aço (120).
11. Conjunto de transmissão de embreagem, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de a referida haste de liberação de embreagem (102) ser provida com um pino em andorinha (114) e uma mola de retorno (115).
12. Conjunto de transmissão de embreagem, de acordo com a reivindicação 1 ou com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de a folga entre os referidos discos de atrito (119), quando o referido conjunto de embreagem de disco múltiplo (101) for desengatado pela referida alavanca de embreagem manual (118), ser substancialmente menor do que a folga entre os referidos discos de atrito (119), quando a embreagem for desengatada pelo referido braço de liberação de embreagem (107).
13. Conjunto de transmissão de embreagem, de acordo com a reivindicação 1 ou com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de os referidos discos de atrito (119) do referido conjunto de embreagem de disco múltiplo (101) serem empilhados sem uma folga, conforme observado no modo engatado.
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