BRPI0807088A2 - Dispositivo de fiação a jato - Google Patents
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Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "DISPOSITIVO DE FIAÇÃO A JATO".
A presente invenção refere-se a um dispositivo de fiação a jato para produção de um fio por meio de um fluxo de ar circulante segundo o preâmbulo da reivindicação 1.
Dispositivos de fiação a jato para produção de fios são conheci- dos e descritos de modo relativamente minucioso em numerosas patentes.
Na DE 40 36 119 C2, por exemplo, é descrito um dispositivo de fiação a jato, que consiste essencialmente em um bloco de bocais disposto 10 no lado de entrada bem como em um fuso de fiação oco, montado rotativo. O bloco de bocais apresenta então, ao lado de bocais de entrada de ar para produção de um fluxo de ar circulante, ainda uma guia de tira de fibras, que atua como parada de torção para a tira de fibras aduzida. O fluxo de ar circu- lante, inicializado pelos bocais de entrada de ar, conduz na região da abertu- 15 ra de entrada de fibras do bloco de bocais a um fluxo de aspiração, que fa- vorece a introdução no dispositivo de fiação a jato da tira de fibras deforma- da em um banco de estiragem pré-conectado.
A tira de fibras introduzida no dispositivo de fiação a jato chega, através do bloco de bocais, à abertura de entrada de um fuso de fiação oco, ativado por meio de uma correia de acionamento, em rotação durante o pro- cesso de fiação.
Quando da entrada da tira de fibras no fuso de fiação em rota- ção, as extremidades de fibra livres enlaçam por meio de um fluxo de ar cir- culante em torno da cabeça de fuso, executada em forma de cone, do fuso 25 de fiação e se enrolam durante a entrada do fio no fuso em forma de espiral em torno das assim chamadas fibras de núcleo. Isto é, as fibras de núcleo formam, juntamente com as assim chamadas fibras enroladas, um novo fio.
Um dispositivo comparável para a produção de um fio por meio de um fluxo de ar circulante é também conhecido da DE 199 26 492 A1.
Esse dispositivo de fiação a jato conhecido, todavia, não apre-
senta um fuso de fiação montado rotativo, mas sim um cone de fiação esta- cionário. Também nesse dispositivo de fiação a jato, a tira de fibras a ser fiada é introduzida por uma guia de tira de fibras e um bloco de bocais no dispositivo de fiação a jato e chega a uma abertura de entrada do cone de fiação oco, disposto estacionário. Como já descrito antes em conexão com a 5 DE 40 36 119 C2, a tira de fibras na região da abertura de entrada do cone de fiação é então exposta a um fluxo de ar circulante, que é inicializado por aberturas de entrada de ar dispostas no bloco de bocais.
O fluxo de ar circulante posiciona então as extremidades de fi- bras livres da tira de fibras, como se sabe, em torno da cabeça do cone de fiação e auxilia a introdução da tira de fibras no dispositivo de fiação a jato.
Quando da alimentação subsequente da tira de fibras no cone de fiação oco, também nesse dispositivo as extremidades de fibras livres enlaçam em forma de espiral, como assim chamadas fibras enroladas, em torno das fibras de núcleo e formam então um fio.
Desvantajoso nos dispositivos anteriormente conhecidos é, to-
davia, que toda alteração nos bocais de entrada de ar, por exemplo em be- nefício do fluxo de ar circulante, conduz inevitavelmente também a altera- ções no fluxo de ar de aspiração.
Da JP 3-104933 A se tornou ainda conhecido um dispositivo de fiação a jato, cujo bloco de bocais é equipado com bocais de entrada de ar para produção de um fluxo rotativo e uma entrada de ar para tratamento pneumático da tira de fibras.
Isto é, uma abertura de entrada de ar disposta em direção de curso da tira de fibras antes dos bocais de entrada de ar para o fluxo rotativo ortogonalmente à tira de fibras possibilita durante a operação de fiação uma sopragem específica da tira de fibras, que deve assim ser afofada e tornada mais volumosa.
A JP 7-173728 A descreve um dispositivo de fiação a jato, em que um fio de núcleo é introduzido em um dispositivo de fiação a jato e ali bobinado com fibras de enrolamento. O dispositivo de fiação a jato apresen- ta um bloco de bocais com os bocais de entrada de ar usuais para produção de um fluxo de ar rotativo bem como dois canais de entrada separados para a tira de fibras ou para o fio de núcleo.
Na região do canal de entrada para o fio de núcieo está prevista uma abertura de entrada de ar adicional, pela qual, quando da fiação do dis- positivo de fiação a jato, deve ser facilitada a alimentação do fio de núcleo.
5 Na JP 7-197329 A é descrito um dispositivo de fiação a jato, cujo
cone de fiação oco está montado axialmente deslocável. Esse dispositivo de fiação a jato conhecido apresenta um primeiro bloco de bocais com bocais de entrada de ar para produção de um fluxo rotativo necessário para produ- ção de um fio e dispõe de um segundo bloco de bocais com bocais de en- 10 trada de ar, que são requeridos quando da junção de fio do dispositivo de fiação a jato e que produzem um fluxo de ar de aspiração adicional durante o processo de junção de fio.
Isto é, nesse dispositivo de fiação a jato conhecido, quando da junção de fio de uma tira de fibras o cone de fiação inicialmente é deslocado 15 pneumaticamente de uma posição operacional para uma posição de junção de fio dianteira e simultaneamente através de perfurações de injetor trasei- ras dentro do cone de fiação é produzida uma subpressão. Em seguida, pe- los bocais de entrada de ar dispostos no segundo bloco de bocais é iniciali- zado um fluxo de aspiração, que aspira uma tira de fibras aplicada à abertu- 20 ra de entrada de tira de fibras do dispositivo de fiação a jato e a transporta para a embocadura do cone de fiação ativado a subpressão.
Tão logo a tira de fibras é aspirada para dentro do cone de fia- ção, o cone de fiação é deslocado de volta à sua posição operacional, que desliga fluxos de aspiração na região do segundo bloco de bocais e ativa por meio do primeiro bloco de bocais um fluxo de rotação.
A DE 10 2005 045 703 A1 descreve, finalmente, um agregado de bocais de ar, com um cone de fiação disposto em um alojamento de fia- ção bem como dois grupos separados de bocais de ar de sopro, que são ativáveis independentemente entre si com ar comprimido. Por bocais de ar 30 de sopro do primeiro grupo, que ficam dispostos paralelos ao eixo longitudi- nal central do agregado de bocais de ar, pode então ser ajustada a intensi- dade do fluxo de ar de aspiração ativo durante o processo de aspiração na abertura de entrada de tira de fibras bem como dentro do agregado de fiação a jato.
Pelos bocais de ar de sopro do segundo grupo, que são dispos- tos inclinados com relação ao eixo longitudinal central do agregado de fiação a jato e desembocam tangencialmente no agregado de fiação a jato, pode ser ajustada a intensidade do fluxo de ar circulante na região da cabeça do cone de fiação.
Em ensaios, todavia, se comprovou que o fluxo de ar comprimi- do, que sai dos bocais de ar de sopro do primeiro grupo, que são dispostos 10 paralelos ao eixo longitudinal central do agregado de bocais de ar, perturba permanentemente o fluxo de rotação produzido pelo segundo grupo, com a conseqüência de que o fluxo de ar de sopro resultante dos fluxos de ar de ambos os grupos de bocais de sopro apresenta uma fração de rotação de- masiado pequena.
Partindo de dispositivos de fiação a jato do gênero anteriormente
descrito, tem a invenção por objetivo desenvolver um dispositivo de fiação a jato, que seja de tal maneira executado que os diversos fluxos de ar ativos durante o processo de fiação dentro do dispositivo de fiação a jato sejam melhor controláveis e na região do cone de fiação possa ser garantido um suficiente fluxo de rotação.
Esse objetivo é alcançado, segundo a invenção, por um disposi- tivo de fiação a jato, que apresenta as características descritas na reivindi- cação 1.
Outras configurações vantajosas da invenção são objeto das sub-reivindicações.
A forma de execução segundo a invenção de um dispositivo de fiação a jato com bocais de ar de sopro de um primeiro grupo, que ficam dis- postos defasados a distância com relação ao eixo longitudinal central do dis- positivo de fiação a jato, tem a vantagem de que o ar de sopro introduzido 30 apresenta, ao lado de um componente de ar de sopro axial, também um componente de ar de sopro tangencial. Isto é, com um dispositivo de fiação a jato assim executado não apenas de maneira relativamente simples pode ser variado entre o fluxo de rotação e o fluxo de ar de aspiração, mas pela disposição dos bocais de ar de sopro do primeiro grupo, especialmente pelo componente tangencial do ar de sopro entrando, tem lugar também um efi- caz suporte do fluxo de rotação ativo na região do cone de fiação.
5 Como descrito na reivindicação 2, em forma de execução vanta-
josa está previsto que os bocais de ar de sopro do primeiro grupo, que ser- vem fundamentalmente à produção de um fluxo de ar de aspiração na região da abertura de entrada da tira de fibras do dispositivo de fiação a jato, fi- quem dispostos respectivamente inclinados para com o eixo longitudinal 10 central do dispositivo de fiação a jato, sendo que o ângulo importa entre 30 0 e 80 °, de preferência cerca de 45 °. Tal alinhamento dos bocais de ar de sopro do primeiro grupo conduz a um fluxo de ar de aspiração suficiente- mente intenso, mas tratando com cuidado a tira de fibras.
Como apresentado na reivindicação 3, os bocais de ar de sopro 15 do primeiro grupo, dispostos via de regra distanciados, e os bocais de ar de sopro do segundo grupo estão incorporados a um bloco de bocais executado em uma só peça, que encerra ao menos parcialmente de preferência o cone de fiação (reiv. 4). A disposição dos bocais de ar de sopro do primeiro grupo e dos bocais de ar de sopro do segundo grupo em um bloco de bocais exe- 20 cutado em uma só peça tem então, por exemplo, a vantagem de que, de maneira simples, podem ser reunidas inconfundivelmente combinações comprovadas desses bocais de arde sopro.
Como indicado anteriormente, os bocais de ar de sopro do pri- meiro grupo e os bocais de ar de sopro do segundo grupo ficam posiciona- dos dentro do dispositivo de fiação a jato via de regra a uma distância distin- ta da abertura de entrada de tira de fibras.
Como explicado na reivindicação 5, em forma de execução al- ternativa, todavia, também é possível dispor de tal maneira os bocais de ar de sopro do primeiro grupo e os bocais de ar de sopro do segundo grupo 30 dentro do dispositivo de fiação a jato de tal maneira que os bocais de ar de sopro do primeiro grupo e os bocais de ar de sopro do segundo grupo apre- sentam uma distância axial igual da abertura de entrada de tira de fibras do dispositivo de fiação a jato.
Nesse caso, os bocais de ar de sopro do primeiro grupo e os bocais de ar de sopro do segundo grupo são de maneira incorporados na parede interna de um corpo de bocal, que alternadamente há um bocal de ar 5 de sopro do primeiro grupo para produção de um fluxo de aspiração e um bocal de ar de sopro do segundo grupo para produção de um fluxo de rota- ção.
Como descrito nas reivindicações 6 e 7, a respectivamente in- tensidade ou ação dos fluxos de ar introduzidos pelos bocais de ar de sopro pode ser influenciada de diversas maneiras.
É possível um ajuste da intensidade dos fluxos de ar por exem- plo pelo número dos bocais de ar de sopro de ambos os grupos (reiv. 6) ou pelo tamanho do diâmetro livre de suas aberturas de sopro (reiv. 7).
A ação dos fluxos de ar pode, todavia, também ser influenciada por seu posicionamento axial com relação à abertura de entrada de tira de fibras ou do cone de fiação.
Ademais, pela posição angular descrita na reivindicação 2, à qual os bocais de ar de sopro do primeiro grupo são dispostos com relação ao eixo central do dispositivo de fiação a jato, é possível um ajuste da ação do fluxo de ar de aspiração.
Também mediante combinação das diversas possibilidades é possível um exato ajuste da intensidade ou da ação dos requeridos fluxos de ar, sintonizado às respectivas condições dadas, com a conseqüência de que por exemplo podem ser amplamente evitadas perdas excessivas de fibras devido a fluxos de ar não ajustados de maneira ótima.
Segundo a reivindicação 8, é previsto em forma de execução vantajosa que no bloco de bocais haja quatro bocais de ar de sopro do se- gundo grupo respectivamente defasados em 90 °, os quais ficam dispostos em um plano, que se situa ortogonal à direção de curso da tira de fibras.
Os bocais de ar de sopro do segundo grupo são então de tal
maneira dispostos no bloco de bocais para produção de um ótimo fluxo de rotação que os fluxos de ar saindo desembocam tangencialmente em um compartimento anular, que envolve o cone de fiação.
Isto é, os bocais de ar de sopro do segundo grupo estão dispos- tos ortogonalmente e simetricamente ao eixo central do dispositivo de fiação a jato em um plano.
Pelo emprego de preferência de quatro bocais de ar de sopro do
segundo grupo, respectivamente dispostos defasados a 90°, é então garan- tido que se ajuste um fluxo de rotação uniforme, que é auxiliado pelo com- ponente de ar de sopro tangencial do fluxo de ar de aspiração.
Dessa maneira, é garantido que as fibras, quando da fiação, se- jam confiavelmente posicionadas em volta do cone de fiação, o que é muito importante em interesse de uma boa qualidade de fio.
Como já especificado na reivindicação 5, os bocais de ar de so- pro do primeiro e segundo grupos podem estar dispostos dentro do dispositi- vo de fiação a jato a uma distância axial igual da abertura de entrada de tira de fibras.
Nesse caso, é necessária uma disposição angularmente defasa- da de ambos os grupos de bocais de ar de sopro, como apresentado na rei- vindicação 9.
Uma disposição de ambos os grupos de bocais de ar de sopro assim angularmente defasada pode, todavia, apresentar também então van- tagens, quando os grupos de bocais de ar de sopro não ficam dispostos a distância axial mútua.
Com relação à disposição angularmente defasada de ambos os grupos de bocais de ar de sopro comprovou-se como especialmente vanta- joso que a defasagem angular entre os grupos de bocais de ar de sopro seja definidamente ajustável, pois nesse caso o ajuste pode ser também posteri- ormente corrigido no sentido de "ajuste fino" caso necessário.
Em outra forma de execução vantajosa, além disso, é previsto que para o ajuste da intensidade dos fluxos de ar saindo dos bocais de ar de sopro sejam previstos dispositivos de válvula comutáveis (reiv. 10).
Também esses dispositivos de válvula ativáveis por exemplo por um computador de ponto de trabalho possibilitam, se necessário, em todo tempo, uma adaptação ou correção das condições de fluxo predominantes na região do dispositivo de fiação a jato.
A invenção é detalhadamente explicada a seguir com auxílio de um exemplo de execução representado nos desenhos.
Mostram:
Figura 1 - em vista dianteira, uma máquina têxtil equipada com os dispositivos de fiação a jato segundo a invenção;
Figura 2 - esquematicamente, em corte longitudinal, um disposi- tivo de fiação a jato segundo a invenção, com um primeiro grupo de bocais de ar de sopro e um segundo grupo de bocais de ar de sopro na região de um bloco de bocais executado em uma só peça,
Figura 3 - o bloco de bocais com os bocais de ar de sopro do segundo grupo, segundo corte Ill-Ill da figura 2,
Figura 4 - o bloco de bocais com os bocais de ar de sopro do primeiro grupo, segundo corte IV-IV da figura 2.
A figura 1 mostra, esquematicamente, em vista dianteira, uma assim chamada máquina de fiação a jato 1. Essas máquinas têxteis apre- sentam uma pluralidade de pontos de trabalho ou fiação 2 dispostos em filei- ra lado a lado, os quais ficam posicionados entre assim chamadas armações 20 de máquina ou extremas 13, 14 dispostas unilateralmente. Como indicado ainda na figura 1, cada um dos pontos de trabalho 2 está equipado com uma reserva de material , por exemplo com tira de fibras 40 depositada em um pote de fiação 3. Cada um dos pontos de trabalho 2 dispõe de um trem de estiramento 4, um dispositivo de fiação a jato 5, um dispositivo de extração 25 de fio 6, um limpador de fio 7 bem como um dispositivo de mudança de fio 8. O dispositivo de mudança de fio 8 cuida para que o fio 20 produzido no dis- positivo de fiação a jato 5 de uma tira de fibras 40 seja enrolado em uma bobina cruzada 9 em camadas que se cruzam.
Essa assim chamada bobina cruzada 9 é então, como usual- mente, retida em um quadro de bobina (não representado) e girada por um acionamento de bobina (igualmente não representado). Como ainda indica- do na figura 1, os pontos de trabalho 2 da máquina têxtil 1 são supridos de preferência por um agregado de serviço 10 operando automaticamente, que, guiado sobre trilhos 11, 12, é desiocável ao iongo dos pontos de trabalho 2.
A figura 2 mostra em vista lateral e em uma escala maior um exemplo de execução de um dispositivo de fiação a jato 5 segundo a inven- 5 ção com um trem de estiramento 4 pré-conectado bem como um dispositivo de extração de fio 6 que se segue ao dispositivo de fiação a jato 5 em dire- ção de curso da tira de fibras R. O dispositivo de fiação a jato 5 é então re- presentado em corte.
Como se vê, o dispositivo de fiação a jato 5 consiste, essencial- mente, em um alojamento de fiação 15 em duas partes, um alojamento de expansão 16, um bloco de bocais 17, um dispositivo de guia de tira de fibras e de parada de torção 18 bem como um cone de fiação 19 oco.
O alojamento de expansão 16 apresenta um alojamento por e- xemplo anular, em cuja área periférica estão incorporadas ranhuras anula- 15 res. Essas ranhuras anulares formam, em combinação com correspondentes ranhuras anulares na região do diâmetro externo do bloco de bocais 17, compartimentos anulares 31, 32, que estão conectados através de perfura- ções 33, 34 a condutos de ar comprimido 35, 36.
Nos condutos de ar cumprindo 35, 36, que se encontram em 20 comunicação com uma fonte de ar comprimido 21, estão ligados dispositivos de válvula 26, 27 comutáveis em execução vantajosa. O alojamento de ex- pansão 16 forma em combinação com o alojamento de fiação 15, além dis- so, um compartimento de expansão 28, que está conectado por uma abertu- ra de saída de ar 29 ou à atmosfera ou a uma aspiração.
Dentro do bloco de bocais 17 partem de um compartimento anu-
lar 31 bocais de ar de sopro 25 de um primeiro grupo apontando em direção do cone de fiação 19, dispostos inclinados e com relação ao eixo longitudinal central 24 do dispositivo de fiação a jato defasados a uma distância b.
Isto é, os bocais de ar de sopro 25 estão de maneira dispostos dentro de um bloco de bocais 17 que o fluxo de ar de sopro saindo durante a operação de fiação no dispositivo de fiação a jato 5 bem como na abertura de entrada de tira de fibras 22 de um lado inicializa um fluxo de ar de aspira- ção e, de outro lado, apresenta um componente de ar de sopro tangencial, que atua em direção da cabeça do cone de fiação 19.
Isso significa que pelo fluxo de ar saindo dos bocais de ar de sopro 25 do primeiro grupo é eficazmente auxiliado, na região do cone de fiação 19,o fluxo de ar de rotação inicializado pelos bocais de ar de sopro 30 do segundo grupo.
Fundamentalmente, todavia, os bocais de ar de sopro 30 do se- gundo grupo, que partem de um compartimento anular 32 do bloco de bocais
17, cuidam para que na região da cabeça 23 do cone de fiação 19 resulte um fluxo de rotação de intensidade suficiente.
Como se depreende especialmente das figuras 2 e 4, que mos- tram respectivamente um exemplo de execução preferido, são previstos de preferência ao menos dois bocais de ar de sopro 25 do primeiro grupo, que além disso estão dispostos com relação ao eixo longitudinal central 24 do 15 dispositivo de fiação a jato 5 inclinados a um ângulo α e com relação ao eixo longitudinal central 24 defasados a uma distância a.
Por esses bocais de ar de sopro 25 do primeiro grupo, cujo ân- gulo de inclinação importa por exemplo em cerca de 45 °, dentro do disposi- tivo de fiação a jato 5 é produzido fundamentalmente um fluxo de ar de aspi- ração, que cuida do transporte da tira de fibras 40 e que é ativo até a região da abertura de entrada de tira de fibras 22 do dispositivo de fiação a jato 5.
Como já indicado acima, o fluxo de ar de aspiração introduzido pelos bocais de ar de sopro 25 do primeiro grupo, apresenta, todavia, tam- bém um componente de fluxo tangencial, que auxilia o fluxo de rotação prin- cipal introduzido pelos bocais de ar de sopro 30 do segundo grupo.
Como indicado na figura 2, os bocais de ar de sopro 30 do se- gundo grupo, considerados em direção de curso da tira de fibras R, estão dispostos a uma distância a atrás dos bocais de ar de sopro 25 do primeiro grupo.
Como representado na figura 3, os bocais de ar de sopro 30 do
segundo grupo estão, de preferência, de tal maneira dispostos em um plano situado ortogonal ao eixo longitudinal central 24 do dispositivo de fiação a jato que o fluxo de ar 37 saindo desemboca tangencialmente em um com- partimento anular, que envolve a cabeça 23 do cone de fiação 19, e nesse compartimento anular provoca um fluxo de ar 38 rotativo.
A forma de execução representada nos desenhos e descrita no texto representa apenas uma de numerosas outras variantes de execução possíveis de um dispositivo de fiação a jato 5 segundo a invenção. A invenção não está expressamente restrita ao presente exemplo de execu- ção.
Em lugar do bloco de bocais 17 representado na figura 2, execu- tado em uma só peça, que apresenta tanto os bocais de ar de sopro 25 do primeiro grupo como também os bocais de ar de sopro 30 do segundo gru- po, pode ser previsto por exemplo também um bloco de bocais executado em duas partes.
Essas partes de bloco de bocais apresentam, nesse caso, res- pectivamente ou os bocais de ar de sopro 25 do primeiro grupo ou os bocais de ar de sopro 30 do segundo grupo. Também com relação ao número dos bocais de ar de sopro 25 ou 30 são dadas numerosas outras possibilidades.
De preferência, por grupo são previstos ao menos dois bocais de ar de sopro; todavia, o número dos bocais de sopro dentro de cada um de 20 ambos os grupos pode também ser selecionado diferentemente. Por exem- plo, em lugar de quatro bocais de ar de sopro 30 do segundo grupo, como indicado na figura 3, também pode ser previsto um, três, seis ou semelhan- tes bocais de ar de sopro 30. Os bocais de ar de sopro 30 do segundo grupo estão dispostos via de regra em ângulo reto com relação ao eixo longitudinal 25 central 24 do dispositivo de fiação a jato 5. Em princípio, os bocais de ar de sopro 30 podem também, todavia, estar dispostos a um ângulo diferente de 90°.
Também com relação ao número dos bocais de ar de sopro 25 do primeiro grupo são viáveis numerosas outra variantes. A inclinação dos bocais de ar de sopro 25 do primeiro grupo deveria, no entanto, importar en- tre 30 0 e 80 °.
Funcionamento do dispositivo de fiação a jato segundo a inven- I 12
çao:
Como indicado na figura 1, a tira de fibras 40 reservada em um pote de fiação 3 atravessa em seu trajeto para a bobina cruzada 9 inicial- mente o trem de estiramento 4, onde é deformada com relativa intensidade.
Pelo par de rolos de saída 41 do trem de estiramento 4 (ver figura 2) a tira de fibras 40 estirada é passada pela região da abertura de entrada de tira de fibras 22 do dispositivo de fiação a jato 5 e aspirada para dentro do dispositi- vo de fiação a jato 5 sob a influência do fluxo de ar de aspiração ali aplicado, introduzido pelos bocais de ar de sopro 25 do primeiro grupo.
Dentro do dispositivo de fiação a jato 5, a tira de fibras 40 chega
através do dispositivo de condução de tira de fibras e parada de torção 18 bem como do bloco de bocais 17 à abertura de entrada do cone de fiação 19 oco e é enfiada no cone de fiação 19 pelo fio 20 que se forma dentro do co- ne de fiação 19.
A tira de fibras 40 fortemente estirada é então exposta na região
da cabeça 23 do cone de fiação 19 tanto à influência do fluxo de rotação 38, que é introduzido pelos bocais de ar de sopro 30 do segundo grupo, como também adicionalmente à influência do fluxo de ar dos bocais de ar de sopro 25 do primeiro grupo, que, como explicado anteriormente, apresenta tanto 20 um componente axial como também um componente tangencial. Isto é, de- pois de deixar o dispositivo de guia de tira de fibras e de parada de torção
18, as extremidades traseiras, livres, das fibras de borda da tira de fibras 40 são de tal maneira expostas à ação do componente axial do fluxo de ar sa- indo dos bocais de ar de sopro 25 do bloco de bocais 17 que são levantadas 25 da tira de fibras 40. As extremidades dianteiras das fibras, pelo contrário, não são levantadas, pois já estão capturadas por fibras de enrolamento e alimentadas no cone de fiação 19 oco.
As extremidades de fibras levantadas da tira de fibras 40 são posicionadas em tomo da cabeça 23 em forma de cone do cone de fiação 19 pelo fluxo de ar 37 saindo dos bocais de ar de sopro 30 do segundo grupo, que, como representado na figura 3, inicializam um fluxo de ar 38 rotativo, bem como pelo componente tangencial do fluxo de ar saindo dos bocais de ar de sopro 25 do primeiro grupo. Pelo movimento contínuo da tira de fibras 40 nem como do fio 20 em direção de curso da tira de fibras R, as extremi- dades traseiras livres das fibras são continuamente alimentadas no cone de fiação 19 oco, sendo que as fibras de borda são enlaçadas em torno das 5 fibras de núcleo da tira de fibras 40 pelo fluxo de rotação em forma de espi- ral.
O fio 20 então resultante é puxado pelo dispositivo de extração de fio 6 do dispositivo de fiação da jato 5 e em seguida enrolado para uma bobina cruzada 9.
Claims (10)
1. Dispositivo de fiação a jato (5) para produção de um fio (20) por meio de um fluxo de ar circulante, com um cone de fiação (19) oco, dis- posto em um alojamento de fiação (15), bem como dois grupos separados de bocais de ar de sopro (25, 30), que são ativáveis com ar comprimido in- dependentemente entre si, sendo que pela disposição de um primeiro grupo de bocais de ar de sopro (25) é ajustável a intensidade de um fluxo de ar de aspiração ativo durante o processo de fiação em uma abertura de entrada de tira de fibras (22) e pela disposição de um segundo grupo de bocais de ar de sopro (30) é predeterminável a intensidade de um fluxo de ar circulante na região do cone de fiação (19), caracterizado pelo fato de que os bocais de ar de sopro (25) do primeiro grupo estão dispostos defasados com relação ao eixo longitudinal central (24) do dispositivo de fiação a jato (5) a uma distân- cia (b), de modo que durante o processo de fiação pelos bocais de ar de so- pro (25) é introduzível um fluxo de ar no dispositivo de fiação a jato (5), que para auxiliar o fluxo de ar circulando na região do cone de fiação (19) apre- senta um componente de ar de sopro tangencial.
2. Dispositivo de fiação a jato, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que os bocais de ar de sopro (25) do primeiro grupo estão dispostos com relação ao eixo longitudinal central (24) do dispo- sitivo de fiação a jato (5) inclinados a um ângulo (a), que importa entre 30 0 e 80 °, de preferência cerca de 45 °.
3. Dispositivo de fiação a jato, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que os bocais de ar de sopro (25) do primeiro grupo e os bocais de ar de sopro (30) do segundo grupo estão dispostos em um bloco de bocais (17) executado em uma só peça.
4. Dispositivo de fiação a jato, de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que o bloco de bocais (17) executado em uma só peça encerra ao menos parcialmente o cone de fiação (19).
5. Dispositivo de fiação a jato, de acordo com uma das reivindi- cações precedentes, caracterizado pelo fato de que os bocais de ar de sopro (25) do primeiro grupo e os bocais de ar de sopro (30) do segundo grupo apresentam uma distância axial igual para com a abertura de entrada de tira de fibras (22) do dispositivo de fiação a jato (5).
6. Dispositivo de fiação a jato, de acordo com uma das reivindi- cações precedentes, caracterizado pelo fato de que intensidade do fluxo de ar de aspiração introduzido pelos bocais de ar de sopro (25) do primeiro gru- po, ativo na abertura de entrada de tira de fibras (22) bem como dentro do dispositivo de fiação a jato (5) e a intensidade do fluxo de ar introduzido pe- los bocais de ar de sopro (30) do segundo grupo, circulando na região do cone de fiação (19) são respectivamente predetermináveis pelo número dos bocais de ar de sopro (25, 30).
7. Dispositivo de fiação a jato, de acordo com uma das reivindi- cações precedentes, caracterizado pelo fato de que a intensidade dos fluxos de ar introduzidos pelos bocais de ar de sopro (25, 30) é respectivamente predeterminável pelo diâmetro livre das aberturas dos bocais de ar de sopro (25,30).
8. Dispositivo de fiação a jato, de acordo com uma das reivindi- cações precedentes, caracterizado pelo fato de que no bloco de bocais (17) existem quatro bocais de ar de sopro (30) do segundo grupo, dispostos res- pectivamente defasados a 90 °, que estão dispostos em um plano, que se situa ortogonalmente à direção de curso de tira de fibras (R).
9. Dispositivo de fiação a jato, de acordo com uma das reivindi- cações precedentes, caracterizado pelo fato de que os bocais de ar de sopro (25) do primeiro grupo e os bocais de ar de sopro (30) do segundo grupo estão posicionados defasados angularmente entre si, sendo que a magnitu- de da defasagem angular é definidamente ajustável.
10. Dispositivo de fiação a jato, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que para o ajuste da intensidade dos fluxos de ar saindo dos bocais de ar de sopro (25, 30) estão previstos dispositivos de válvula (26, 27).
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