BRPI0807337A2 - Dispositivo para transmitir força, e sistema de transporte - Google Patents
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Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "DISPOSITIVO PARA TRANSMITIR FORÇA, E SISTEMA DE TRANSPORTE".
A presente invenção refere-se ao campo de dispositivos para transmitir força e a uma unidade transportadora e um sistema de transporte 5 de acordo com o termo genérico das reivindicações independentes corres- pondentes.
ESTADO DA TÉCNICA
Tal unidade transportadora é conhecida, por exemplo, da CH 538 065 (US 3.757.514). Uma corrente de elos compreende elos conectados 10 em um modo de junta de esfera ou soquete, cada um com um corpo de jun- ção e um soquete de junção. Para que um corpo de junção seja capaz de ser introduzido no soquete de junção do elo seguinte, o soquete de junção é fendado e assim expansível. De modo a impedir uma expansão da junta de soquete uma luva pode ser estendida sobre a mesma. A luva pode também 15 servir para um apoio de baixo atrito do elo de corrente dentro de uma guia.
Na DE 31 21 835 Al (ou GB 2 077 811) uma corrente de elos de esfera e soquete está descrita, os elos de corrente individuais da qual são separados em duas metades ao longo de um plano axial e após a conexão com um elo de corrente seguinte são cada um seguros juntos por anéis de retenção.
A CH 966 916 (EP 0 091 557) descreve um dispositivo para es- tabelecer uma conexão entre as estações de uma instalação. O dispositivo compreende uma corrente de elos similar àquela descrita na DE 31 21 835 A1, a qual, no entanto, compreende aberturas de furo vazado ao longo do 25 eixo geométrico longitudinal dos elos de corrente. Através destes furos va- zados um cabo elétrico é estendido, o qual serve para a comunicação entre as duas estações ao longo da corrente de elos. Ao invés do cabo elétrico, um condutor de Iuz ou um guia de onda é mencionado. A corrente de elos é transportável para fora de um magazine por uma primeira extremidade da 30 corrente. Dentro do magazine a corrente fica em um modo desordenado. Nesta primeira extremidade da corrente o cabo é tornado preso a uma esta- ção principal. Na outra extremidade da corrente de elos ou do cabo um órgão de acoplamento está disposto, o qual é conectável nas respectivas estações intermediárias, as quais estão dispostas ao longo de um canal de guia. Para este propósito a corrente de elos é transportada para uma posi- ção, na qual o órgão de acoplamento está localizado na estação intermediá- 5 ria. Deste modo o cabo pode ser conectado na estação intermediária. Po- dem também existir diversos órgãos de acoplamento, os quais estão dispos- tos a uma distância ao longo da corrente de elos.
A WO 98/13281 A1 descreve um meio de transmissão de força para a transmissão de forças de impulsão. Este consiste em uma sucessão 10 de elementos de transmissão os quais topam sobre suas faces e compreen- dem uma crista como anel ou uma ranhura como anel respectivamente, os quais são articuláveis uns contra os outros. Os elementos de transmissão podem compreender um furo vazado axial através do qual um meio de co- nexão para uma conexão frouxa dos elementos de transmissão, especial- 15 mente um cabo elétrico é estendido.
A DE 102 40 487 A1 mostra uma corrente de elos de corrente e elos de conexão dispostos dentro da corrente. Os elos de conexão compre- endem uma seção na forma de uma calota a qual coopera com uma superfí- cie de apoio em forma de esfera do elo de corrente adjacente. Em uma mo- 20 dalidade diferente, os elos de corrente adjacentes formam juntos uma junta de esfera e soquete e a corrente é mantida junta por um cabo de aço que corre no sentido do comprimento e coaxialmente em relação à corrente. O cabo pode ser pré-tensionado.
DESCRIÇÃO DA INVENÇÃO A invenção assim tem o objetivo de criar uma unidade transpor-
tadora e um sistema de transporte do tipo inicialmente mencionado, o qual é simples para fabricar e compreende boas características de deslocamento.
Este objetivo é conseguido por uma unidade transportadora e um sistema de transporte com as características das reivindicações inde- pendentes correspondentes.
O sistema de transporte assim compreende um canal de guia com pelo menos uma unidade transportadora guiada dentro do canal de guia e móvel ao longo do canal de guia assim como uma unidade de acionamen- to para acionar a pelo menos uma unidade transportadora. A unidade trans- portadora por meio disto compreende uma sucessão de diversos elos, em que os elos cada um compreende em uma primeira extremidade um primeiro 5 elemento de junção e em uma segunda extremidade um segundo elemento de junção, em que o primeiro e o segundo elementos de junção estão for- mados correspondentemente um ao outro e assim a unidade transportadora está projetada para a transmissão de forças de impulsão. A unidade de a- cionamento compreende pelo menos um corpo de rolo que consiste em uma 10 pluralidade de rolos, em que os rolos são transportáveis ao longo de uma órbita por meio de um acionamento de rolo, em que os rolos ou impulsores (ou Iinguetas de impulsor) movidos juntamente com os rolos acoplam com os elos de uma unidade transportadora e assim acionam a unidade transporta- dora.
Com a combinação deste tipo de unidade transportadora com
este tipo de unidade de acionamento a transmissão de altas forças de impul- são é possível.
A unidade transportadora de preferência compreende uma su- cessão de diversos elos os quais - vistos na direção axial - cada um com- 20 preende em uma primeira extremidade um primeiro elemento de junção e em uma segunda extremidade um segundo elemento de junção, em que o primeiro e o segundo elementos de junção estão formados correspondente- mente um ao outro e os elos cada um compreende um furo vazado axial. Por meio disto um meio de tração projetado para absorver as forças de tração é 25 estendido através dos furos vazados dos diversos elos da unidade transpor- tadora e fixo em um primeiro elo e em um último elo da unidade transporta- dora para absorver as forças de tração.
Assim torna-se possível acoplar uma secessão de diversas uni- dades transportadoras umas nas outras e movê-las como uma unidade em um sistema de transporte, especificamente em um sistema de transporte com transporte espontâneo (isto é, um sistema de transporte, no qual nem todas as unidades estão encadeadas juntas, mas unidades separadas po- dem ser transportadas e paradas independentemente umas das outras). A- través do meio de tração os elos individuais estão protegidos se serem afas- tados mesmo se as conexões entre os elos não for especificamente forte ou se os elos estiverem conectados frouxos e poderiam ser afastados se ne- 5 nhum meio de tração estivesse à mão. Uma unidade transportadora pode assim ser fabricada com elementos simples.
Em uma modalidade preferida, o meio de tração é elástico em si próprio ou está fixo no primeiro elo e/ou no último elo da unidade transporta- dora com uma montagem elástica. Por meio disto o meio de tração está de 10 preferência pré-tensionado. Isto significa que independentemente de sua posição e curvatura, o dispositivo transportador sempre tem uma tensão de- terminada em si mesmo e puxa os elos uns na direção dos outros.
De preferência o meio de tração não está fixo (preso) na plurali- dade dos outros elos da unidade transportadora através da qual o meio de 15 tração corre. Uma unidade transportadora pode assim ser fabricada em um modo simples já que somente o primeiro e o último elos devem estar conec- tados no meio de tração e os outros elos podem somente ser deslocados uns contra os outros ou encaixados juntos.
Em uma modalidade preferida adicional da invenção, o meio de tração está fixo (preso) em cada um dos elos da unidade transportadora a- través da qual o meio de tração corre.
De preferência, os primeiros elementos de junção são soquetes de junção e os segundos elementos de junção são corpos de junção, os quais respectivamente formam junções de esfera e soquete juntamente com 25 os soquetes de junção. Alternativamente, as junções podem também ser formadas por uma conexão de ranhura e língua de acordo com a WO 98/13281 A1 acima mencionada, a qual está por meio disto incluída como um todo por referência.
Os elos de preferência consistem em corpos de base de uma peça sobre os quais os soquetes de junção e os corpos de junção são for- mados. Isto torna possível uma produção em massa especificamente sim- ples, por exemplo, por meio de moldagem por injeção. De preferência, os soquetes de junção e os corpos de junção formam uma conexão encaixável sem os soquetes de junção compreenden- do rebaixos ou fendas, o que favoreceria uma expansão dos soquetes de junção. Assim é impedido que a junção encaixada seja separada e que os 5 soquetes de junção sejam enfraquecidos pelos rebaixos. Por meio de anéis de retenção, os quais são deslizados sobre os soquetes de junção e impe- dem a sua expansão, um desencaixe dos corpos de junção para fora dos soquetes de junção pode ser impedido mais eficientemente.
De preferência, o furo vazado na região do primeiro e/ou segun- 10 do elemento de junção é expandido. Esta expansão ou alargamento pode, por exemplo, ser implementada por meio de uma superfície cônica. Por meio disto a transição deste tipo de cone de furo vazado para o furo vazado é de preferência arredondada. Por meio desta expansão e arredondamento, um entortamento do meio de tração quando os elos estão a um ângulo um em 15 relação ao outro é reduzido.
Um sistema de transporte compreende um canal de guia assim como uma ou diversas unidades transportadoras as quais são transportadas ou transportáveis dentro do canal de guia. De preferência, as unidades transportadoras são transportáveis a diferentes distâncias e independente- 20 mente umas das outras ao longo do canal de guia. Isto significa que as uni- dades transportadoras não estão interconectadas e que acionamentos para um acionamento seletivo de unidades transportadoras individuais estão pro- vidos. O canal de guia de preferência compreende uma seção transversal circular. Em seções curvas do curso o tamanho da seção transversal varia 25 ou forma um oval.
Em uma modalidade preferida da invenção, o canal de guia é fendado, de modo que as unidades transportadoras com meios de retenção tais como pinças ou garras ou ganchos fixos a estas podem ser utilizadas, por meio de que o meio de retenção projeta da fenda no canal de guia.
Ao invés de diversas unidades transportadoras separadas, o sis-
tema de transporte pode também somente compreender uma única unidade transportadora, a qual é móvel para trás e para frente ao longo do compri- mento do sistema de transporte. Para este propósito a unidade transportado- ra é aproximadamente do mesmo comprimento que o canal de guia. Por meio de um acionamento a unidade transportadora pode, juntamente com os elementos de trabalho fixos tais como garras, contatos elétricos, etc, ser co- locada em posições predeterminadas ao longo do canal de guia. Esta região do canal de guia compreende estas posições é denominada "região ativa" a seguir. Durante a operação, a unidade transportadora pode por uma grande medida ser puxada para fora da região ativa do canal de guia. Para este tipo de situação a CH 655 916 acima mencionada provê um armazenamento no qual os elos da unidade transportadora são empilhados. No presente pedido, ao contrário, um canal de guia adicional ou uma região adicional do canal de guia está projetado como uma região de armazenamento ou canal de arma- zenamento. O canal de guia assim acumula a parte da unidade transporta- dora a qual não está na região ativa. De preferência, o canal de armazena- mento está disposto substancialmente paralelo e ao longo da região ativa.
Alternativamente, o canal de guia pode também ser formado por um canal reto, o qual, especificamente de modo a impedir as forças de atrito, corre verticalmente.
Em uma modalidade preferida da invenção, o sistema de trans- 20 porte compreende uma unidade de acionamento para o acionamento de uni- dades transportadoras ao longo do canal de guia, em que a unidade de a- cionamento compreende um corpo de rolo que consiste em uma pluralidade de rolos. Os rolos são transportáveis em uma órbita, em que os rolos ou os impulsores (ou Iinguetas de impulsor) movidos juntamente acoplam com os 25 elos de uma unidade transportadora e aciona-os deste modo.
Em uma modalidade preferida da invenção, uma unidade trans- portadora forma um Ioop fechado, o qual é guiado ao redor ou através de um meio de acionamento. Por meio disto o meio de acionamento e o meio de saída para exercer ou absorver as forças de tração ou as forças de impulsão 30 são formados pela unidade transportadora. O meio de acionamento e o meio de saída podem ser rodas de engrenagem ou unidades de acionamento co- mo acima descrito. Deste modo um engrenamento é formado no qual os ei- xos geométricos do meio de acionamento e do meio de saída podem ficar em uma relação espacial arbitrária um em relação ao outro. Por meio disto é também possível que a unidade transportadora não compreenda nenhum meio de tração, os elos sendo guiados dentro de um canal de guia circulan- te.
Modalidades preferidas adicionais seguem das reivindicações dependentes.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A seguir o objetivo da invenção é explicado em mais detalhes
com base em exemplos de modalidades preferidas, os quais estão mostra- dos nos desenhos anexos em um modo esquemático. Por meio disto:
A figura 1 mostra um corte longitudinal de um elo de uma peça de uma unidade transportadora;
A figura 2 mostra uma unidade transportadora com diversos tais
elos;
A figura 3 mostra um elo com um anel deslizante;
A figura 4 mostra uma unidade transportadora com diversos tais elos dentro de uma pista de guia;
A figura 5 mostra o curso de uma unidade transportadora em
uma engrenagem angular;
As figuras 6 a 10 mostram modalidades adicionais de elos de unidades transportadoras:
A figura 11 mostra um engrenamento;
A figura 12 mostra um acionamento para as unidades transpor-
tadoras;
A figura 13 mostra um corte transversal através de uma seção do acionamento;
A figura 14 mostra uma variante adicional do acionamento;
A figura 15 mostra uma seção transversal adicional correspon-
dente; e
A figura 16 mostra uma unidade transportadora com um canal de armazenamento. Os números de referência nos desenhos e suas denotações es- tão resumidos na lista de números de referência. Nas figuras, as partes idên- ticas estão basicamente denotadas com números de referência idênticos. MEIOS PARA EXECUTAR A INVENÇÃO A figura 1 mostra um corte longitudinal de um elo 5 de uma uni-
dade transportadora. O elo 5 é rotacionalmente simétrico em relação ao eixo geométrico de simetria da representação. O elo 5 compreende um primeiro elemento de junção 1, o qual está projetado como um soquete de junção 3 assim como um segundo elemento de junção 2, o qual está projetado como um corpo de junção 4. O elo 5 compreende um corpo de base de uma peça
6 sobre o qual o soquete de junção 3 e o corpo de junção 4 estão projetados para corresponderem um ao outro, isto é, estes compreendem superfícies esféricas interna e externa do mesmo raio, de modo que estes formam uma junção de esfera e soquete. Para este propósito, um corpo de junção 4 de
um elo está colocado dentro de um soquete de junção 3 de um elo contíguo.
O soquete de junção 3 mescla em um cone interno 13, o qual limita a mobili- dade do corpo de junção 4 inserido na junção a um ângulo predeterminado. Uma superfície externa do soquete de junção 3 está projetada para deslizar ao longo de uma guia. Para este propósito, o primeiro elemento de junção 1 20 de preferência tem a forma de uma esfera ou mais em geral um elipsoide de rotação espacial. O segundo elemento de junção 2 de preferência tem a forma de um cilindro de rotação, o qual conecta no primeiro elemento de junção 1 em uma extremidade e mescla no corpo de junção 4 na outra ex- tremidade. Assim, os elos 5 são frouxamente introduzíveis (plugáveis) uns 25 dentro dos outros, estes não compreendem uma junção de encaixe. Os elos 5 assim podem ser afastados por meio de puxamento na medida em que estes não são juntados por um meio de tração.
Cada um dos elos 5 de preferência compreende um furo vazado
7 o qual corre ao longo do eixo geométrico longitudinal do elo 5 do soquete de junção 3 para o corpo de junção 4.
A figura 2 mostra uma unidade transportadora 10 com diversos tais elos 5. Um meio de tração 8, por exemplo, uma corda de arame ou uma corda de plástico está estendida através dos furos vazados 7 dos elos 5 e está fixa a um primeiro elo 5a e um último elo 5b da unidade transportadora 10 cada um através de um meio de fixação 9. O meio de tração 8 é de prefe- rência pré-tensionado, de modo que os elos 5 da unidade transportadora 10 5 sejam pressionados uns contra os outros e mantidos juntos. A pré-tensão pode ser gerada através do meio de tração sendo elástico ou através do meio de tração sendo conectado elasticamente no primeiro ou no último elo 5 (não mostrado). Ligeiras mudanças e comprimento do meio de tração 8, as quais podem ocorrer quando a unidade transportadora 10 é dobrada, são 10 compensadas por esta elasticidade.
A figura 3 mostra um elo 5 com um anel deslizante 11.0 anel deslizante 11 de preferência compreende uma superfície interna cilíndrica, a qual é deslizada sobre a superfície externa correspondente do primeiro ele- mento de junção 1. Por meio disto, como mostrado na região denotada "A", 15 uma ranhura em forma de anel está formada, dentro da qual uma protube- rância em forma de cunha encaixa. A cunha pode, inversamente, estar loca- lizada sobre o primeiro elemento de junção 1 e a ranhura sobre o anel desli- zante 11.0 anel deslizante 11 é de preferência feito de um material, o qual efetua um baixo atrito e um material de baixo desgaste compatível com o 20 material de um canal de guia.
A figura 4 mostra uma unidade transportadora com diversos tais elos 5 dentro de uma pista de guia ou um canal de guia 12. O canal de guia 12 pode ser fendado, de modo que os elementos de retenção para os obje- tos a serem transportados podem ser fixos em um ou diversos elos 5 e po- 25 dem projetar da fenda dentro do canal de guia 12. O canal de guia 12 tem uma seção transversal substancialmente circular ou elíptica, que correspon- de ao diâmetro externo dos elos 5.
A figura 5 mostra um curso exemplar de uma unidade transpor- tadora em uma engrenagem angular. Por meio disto o canal de guia 12 o qual circunda a unidade transportadora 10 não está mostrado de modo a prover uma melhor ilustração. É também possível fornecer qualquer curso espacial para o canal de guia 12 de modo que este seja curvo em três di- mensões. Somente o raio d curvatura está restrito de acordo com o ângulo de abertura do cone interno 13 dos elos 5.
As figuras 6 a 10 mostram modalidades adicionais de elos de unidades transportadoras. Em todas estas modalidades, o primeiro e o se-
5 gundo elementos de elo 1, 2 estão projetados de modo que estes formem uma junção de encaixe. Além do primeiro e do segundo elementos de junção
1, 2, cada um forma junções de esfera com duas esferas concêntricas. A menor superfície de apoio e superfície de esfera é definida por uma primeira superfície de corpo de junção 14 sobre o corpo de junção 4 e uma primeira superfície de soquete de junção 15 correspondente sobre o soquete de jun- ção 3. A maior superfície de apoio e superfície de esfera é definida por uma segunda área de corpo de junção 17 sobre o soquete de junção 4 e uma segunda superfície de soquete de junção 17 correspondente sobre o soque- te de junção 3. A menor seção de esfera absorve as forças de impulsão axi- ais entre os elos 5 e centra os elos uns em relação aos outros, a maior se- ção de esfera absorve as forças de tração axiais entre os elos. As caracterís- ticas e vantagens de uma disposição similar estão mencionadas na publica- ção US 3.757.514 acima mencionada, a qual está por meio disto incluída por referência na sua totalidade. No entanto, os elos 5, de acordo com o presen- te pedido, não compreendem cortes os quais tornam os soquetes de junção expansíveis. O soquete de junção 3 compreende, sobre uma extremidade externa da segunda superfície de soquete de junção 17, uma abertura de soquete de junção 18 a qual é maior do que o diâmetro da primeira superfí- cie de corpo de junção 14 mas um pouco menor do que o maior diâmetro da segunda superfície de corpo de junção 16.
Os corpos de junção 3 e especificamente os elos 5 como um todo são de preferência feitos de um plástico técnico tal como, por exemplo,
o náilon ou o polioximetileno (POM) ou a poliamida (PA) ou o sulfeto de poli- propileno (PPS) ou um plástico com carga com inclusões de, por exemplo, fibras de vidro, fibras minerais ou fibras de carbono. Se os elos 5 compreen- derem inclusões, estes são de preferência combinados com anéis deslizan- tes 11 sem inclusões. Como método de produção para grandes números um método de moldagem por injeção deve ser utilizado. Isto também é verdadei- ro para os elos 5 de acordo com as figuras 1 a 5.
Os soquetes de junção 3 são um pouco expansíveis devido à elasticidade do material e os corpos de junção 4 são um pouco compressí- 5 veis de modo que uma conexão de encaixe possa ser produzida. De modo a facilitar isto, a superfície de transição 20 entre a primeira superfície de corpo de junção 14 e a segunda superfície de corpo de junção 16 é ligeiramente chanfrada, isto é, esta forma uma superfície cônica, em que o cone é coaxial com o eixo geométrico longitudinal do elo 5 e a sua ponta imaginária aponta 10 na direção do elemento de junção 2. Quando trazendo juntos dois elos 5, a superfície de transição centra os dois elos e expande a abertura de soquete de junção 18.
O furo vazado 7 conduz da primeira superfície de soquete de junção 15 para a primeira superfície de corpo de junção 14. O furo vazado 7 15 de preferência compreende um alargamento na forma de um cone de aber- tura de furo vazado 19 na região da primeira superfície de corpo de junção 14. De preferência a transição entre a superfície interna do furo vazado 7 e o cone de abertura de furo vazado 19 é arredondada (não mostrado). Assim uma tensão sobre o meio de tração por entortamento é impedida.
As figuras 6 a 8 mostra variantes nas quais, após encaixar juntos
dois elos 5, um anel deslizante 11 é deslizado sobre cada primeiro elemento de junção 1. Assim uma liberação da junção de encaixe é impedida. A figura
6 mostra um anel deslizante 11 com, por exemplo, uma superfície externa rotacionalmente elipsoide curva em três dimensões. Isto compreende uma 25 boa mobilidade em percursos de transporte dobrados. A figura 8 mostra um elo 5 com um anel deslizante 11 com uma superfície externa principalmente cilíndrica. Este elo 5 é assim estabilizado na direção axial dentro de um ca- nal de guia cilíndrico 12, o qual compreende um diâmetro apenas maior do que o anel deslizante 11. Consequentemente, no entanto, o canal de guia 12 30 deve compreender um diâmetro ligeiramente maior nas regiões curvas do que nas regiões retas de modo a permitir o empenamento necessário dos elos 5 nas curvas. Os anéis deslizantes 11 estão acoplados em analogia à modalidade na figura 3.
A figura 7 mostra dois elos 5 conectados de acordo com a vari- ante da figura 6, com um ângulo máximo de 15° entre as direções axiais dos elos 5. Com este ângulo as paredes do cone de abertura de furo vazado 19 de um elo ficam alinhadas com o furo vazado 7 do elo 5 seguinte.
A figura 9 mostra um elo 5 sem um anel deslizante 11. Uma su- perfície externa do soquete de junção 3 assim forma uma superfície desli- zante sobre a qual o elo 5 desliza através do canal de guia 12. As proprieda- des restantes são análogas àquelas dos outros elos 5 de encaixar juntos.
A figura 10 mostra um elo 5 sem o furo vazado. Por meio disto,
no entanto, na região do primeiro elemento de junção 1, ao invés de um furo vazado, uma abertura que conduz somente parcialmente para dentro do corpo de base 6, por exemplo, um furo cego está provida. Esta abertura es- tende ao longo da região do segundo elemento de junção 2, de modo que a 15 sua compressão para encaixar os elos é tornada mais fácil. Naturalmente, este tipo de abertura pode ser combinado com as outras modalidades.
A figura 11 mostra um engrenamento o qual é implementado por uma combinação de elos 5 de acordo com a modalidade da figura 1, mas pode também ser implementado com os outros elos 5 de acordo com as fi- guras 3 ou 6 a 10. Os elos 5 são guiados ao redor do meio de acionamento
21 e do meio de saída de acionamento 22, os quais aqui estão formados por rodas de engrenagem. Alternativamente, estes podem também ser imple- mentados por acionamentos como mostrado nas figuras seguintes. A função do meio de acionamento 21 e do meio de saída de acionamento 22 pode, 25 naturalmente, de acordo com onde um acionamento está disposto, ser inver- tida. A seção entre o meio de acionamento 21 e o meio de acionamento 22 pode, como mostrado na figura 5, ser guiada ao redor de quaisquer cantos. A direção axial do meio de acionamento 21 e do meio de saída de aciona- mento 22 pode também ser qualquer ângulo oblíquo um em relação ao ou-
tro.
Os elos 5 podem também estar conectados uns nos outros atra- vés de um meio de tração 8, em que o meio de tração 8 está fixo a um ou diversos ou nenhum elo 5 e é capaz de ser carregado por uma força de pu- xamento (força de tração). Dependendo se e em qual elo 5 o meio de tração
8 está fixo, uma sucessão de elos 5 pode transmitir as forças de tração e as forças de impulsão ou somente as forças de impulsão.
5 A figura 12 mostra um acionamento para as unidades transpor-
tadoras 10 de acordo com a invenção com uma unidade de acionamento 30. Este tipo de acionamento resolve o problema que ou a corrente deve ser enrolada ao redor de uma roda de engrenagem, como mostrado na figura
11, ou - com um curso das unidades transportadoras 10 correndo em uma 10 linha reta - a força de acionamento pode somente ser introduzida em um ponto da unidade transportadora 10. O acionamento compreende um ele- mento de rolo no sentido da WO 2005/113391 Al ou WO 2005/113392 A1 do mesmo requerente, o conteúdo destes pedidos sendo com isto incluídos por referência.
O elemento de rolo assim compreende um corpo de rolo 35 o
qual rola e é guiado em uma órbita 34. Por meio disto o corpo de rolo 35 compreende uma pluralidade de rolos 31 os quais estão conectados uns nos outros ou seguem uns aos outros frouxamente e estão separados uns dos outros por meio de elementos de distanciamento 33. Os elementos de dis- tanciamento 33 de preferência formam um mancai para os eixos 32 do rolo
31 e compreendem na direção de deslocamento dos rolos 31, em pelo me- nos uma direção, uma maior extensão do que os rolos 31. Assim, um con- tracorpo - no presente caso uma unidade transportadora 10 - pode rolar so- bre os rolos na órbita 34, em que os corpos de distanciamento 33 impedem 25 que sucessivos rolos 31 esfreguem uns nos outros. Os corpos de distancia- mento 33 compreendem uma face cilíndrica na frente e atrás, visto na dire- ção de deslocamento, cuja face é coaxial em relação aos eixos geométricos de rolo 32. Assim, estas superfícies de elementos de distanciamento 33 su- cessivos rolam umas sobre as outras nas seções de órbita curvas da órbita 30 34 sem atrito. O corpo de rolo 35 é acionado por um acionamento de rolo 36, por exemplo, uma roda de engrenagem, o qual acopla nos ou entre os rolos do corpo de rolo 35. A distância entre o eixo geométrico de rolo 32 é igual à distância entre dois elos 5 sucessivos. Os rolos 31 estão montados em cada extremi- dade em um elemento de distanciamento 33 cada, e acoplam na região mé- dia dos rolos 31 (visto em corte transversal da órbita 34, na direção de des-
5 Iocamento dos rolos 31) com os elos 5 das unidades transportadoras 10. Por meio disto os rolos 31, por exemplo, pressionam contra as superfícies exter- nas que projetam radialmente sobre os primeiros elementos de junção 1.
Em uma modalidade diferente da invenção, uma corrente de ro- los com elos de corrente mutuamente acoplados está provida ao invés do 10 corpo de rolo 35, em que os elos de corrente compreendem impulsores (ou Iinguetas de impulsor) os quais acoplam entre os elos 5 das unidades trans- portadoras e assim transmitem uma força de impulsão e/ou uma força de tração para as unidades transportadoras.
De preferência, a órbita 34 compreende uma primeira seção de órbita em linha reta 51 sobre a qual o corpo de rolo 35 é guiado em paralelo à unidade transportadora 10 e está em acoplamento com a unidade trans- portadora 10 e uma terceira seção de órbita 53 sobre a qual o corpo de rolo muda de direção e possivelmente é também acionado. A terceira seção de órbita 53 é, por exemplo, circular. Entre a primeira e a terceira seções de órbita, uma segunda seção de órbita 52 está disposta como uma transição. Esta segunda seção de órbita 52 compreende um raio de curva maior do que o terceiro, isto é, uma menor curvatura. Assim, o corpo de rolo 35 é gra- dualmente guiado na direção dos elos 5 da unidade transportadora 10 quan- do acoplando e é impedido que o rolo 21 e os elos 5 os quais não estão pre- cisamente posicionados fiquem presos.
A figura 13 mostra um corte transversal através de uma seção do acionamento da figura 12 dos elos 5 transportados.
A figura 14 mostra uma variante adicional do acionamento. Esta é similar em projeto àquela na figura 12, no entanto, ao invés dos elementos de distanciamento 33, esta compreende segundos elementos de distancia- mento 37 de forma diferente. Estes segundos elementos de distanciamento 37 estão conectados nos eixos de rolo 32 em uma primeira extremidade, isto é, os eixos de rolo 32 são introduzidos móveis ou rígidos (dependendo de como os eixos de rolo 32 estão conectados nos rolos 31) no segundo ele- mento de distanciamento 37. Na primeira extremidade, os elementos de dis- tanciamento 37 compreendem, na direção de transporte, uma superfície ci- 5 líndrica direcionada para o exterior, coaxialmente ao respectivo eixo de rolo 32. Em oposição, a segunda extremidade dos segundos elementos de dis- tanciamento 37 compreende uma superfície cilíndrica direcionada para o interior do mesmo raio. Isto fecha a superfície cilíndrica direcionada para fora do segundo elemento de distanciamento 37 seguinte. Em seções de órbita 10 curvas da órbita 34, os segundos elementos de distanciamento 37 seguintes deslizam uns contra os outros como com uma junta de cilindro.
A figura 15 mostra um corte transversal através de uma seção do acionamento da figura 18 na região dos elos transportados. Aqui os rolos estão montados separadamente rotativos dos impulsores 39 (linguetas de 15 impulsor). Os impulsores 39 acoplam os espaços entre os elos 5 e empur- ram - dependendo da direção de movimento - estes no lado dianteiro ou tra- seira dos elementos de junção. Este tipo de impulsor 39 é naturalmente também aplicável na modalidade da figura 12.
A figura 16 mostra diagramaticamente um sistema de transporte 20 com um canal de guia 12 com uma região ativa 12a, através da qual um meio de retenção 38 é conduzido e movido e um canal de armazenamento 12b dentro do qual aquela parte da unidade transportadora 10, a qual não está localizada na região ativa 12a, está armazenada. O acionamento 30 está esquematicamente mostrado como uma roda, mas pode, no entanto, 25 ser formado por uma unidade de acionamento 30 com base em um rolo 35. LISTAGEM DE REFERÊNCIA
1 primeiro elemento de junção
2 segundo elemento de junção
3 soquete de junção 4 corpo de junção
5a, 5b primeiro / último elo
6 corpo de base 8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
51
52
53
16
furo vazado
meio de tração ou puxamento
meio de fixação
unidade transportadora
anel deslizante
anel de guia
cone interno
primeira superfície de corpo de junção
primeira superfície de soquete de junção
segunda superfície de corpo de junção
segunda superfície de soquete de junção
abertura de soquete de junção
cone de abertura de furo vazado
superfície de transição
meio de acionamento
meio de saída de acionamento
unidade de acionamento
rolos
eixos de rolo
elemento de distanciamento órbita
corpo de rolo
acionamento de rolo
segundo elemento de distanciamento
meio de retenção
impulsor
primeira seção de órbita segunda seção de órbita terceira seção de órbita
Claims (13)
1. Sistema de transporte compreendendo um canal de guia (12) com pelo menos uma unidade transportadora (10) guiada dentro do canal de guia (12) e móvel ao longo do canal de guia (12) e uma unidade de aciona- mento (30) para acionar a pelo menos uma unidade transportadora (10), em que a unidade transportadora (10) compreende uma suces- são de diversos elos (5) e os elos cada um compreende em uma primeira extremidade um primeiro elemento de junção (1) e em uma segunda extre- midade de junção um segundo elemento de junção (2), em que o primeiro e o segundo elementos de junção (1, 2) estão formados correspondentemente um ao outro e assim a unidade transportadora (10) está projetada para a transmissão de forças de impulsão, caracterizado pelo fato de que a unidade de acionamento com- preende pelo menos um corpo de rolo (35) que consiste em uma pluralidade de rolos (31), os quais são transportáveis ao longo de uma órbita (34) por meio de um acionamento de rolo (36), em que os rolos (31) ou impulsores movidos juntamente com os rolos (31) acoplam com os elos (5) de uma uni- dade transportadora (10) e assim acionam a unidade transportadora (10).
2. Sistema de transporte de acordo com a reivindicação 1, carac- terizado pelo fato de que a unidade de acionamento (30) compreende, para correr os rolos (31) para dentro de uma primeira seção de órbita (51), na qual as unidades transportadoras (10) são acionadas, ou para correr os rolos (31) para fora desta primeira seção de órbita (51), uma segunda seção de órbita (52) a qual conduz para uma terceira seção de órbita (53), em que a segunda seção de órbita (52) compreende uma menor curvatura do que a terceira seção de órbita (53).
3. Sistema de transporte de acordo com a reivindicação 2, carac- terizado pelo fato de que os rolos (31), quando passando da segunda seção de órbita (52) para a terceira seção de órbita (53) ou vice versa, os rolos (31) não estão localizados dentro de um envelope cilíndrico que envolve a unida- de transportadora (10).
4. Sistema de transporte de acordo com uma das reivindicações . 1 a 3, que compreende uma unidade transportadora (10), a qual forma um Ioop fechado e é guiado ao redor ou através de um meio de acionamento (21) e ao redor ou através de um meio de saída de acionamento (22), em que o meio de acionamento (21) e o meio de saída de acionamento (22) es- tão projetados para exercer ou, respectivamente, absorver as forças de tra- ção ou as forças de impulsão para a unidade transportadora ou, respectiva- mente da unidade transportadora (10).
5. Sistema de transporte de acordo com uma das reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de que este compreende diversas unidades transportadoras (10) separadamente transportáveis, as quais são transpor- táveis ao longo do canal de guia (12) a distâncias arbitrárias umas das ou- tras.
6. Sistema de transporte de acordo com uma das reivindicações 1 a 5, caracterizado pelo fato de que o canal de guia (12) compreende uma primeira região (12a) através da qual uma unidade transportadora (10), o comprimento da qual corresponde ao comprimento desta primeira região (12a), é transportável e o canal de guia (12) compreende uma segunda regi- ão (12b) como uma região de armazenamento.
7. Sistema de transporte de acordo com a reivindicação 6, carac- terizado pelo fato de que a segunda região (12b) é guiada ao longo da pri- meira região (12a).
8. Sistema de transporte de acordo com uma das reivindicações 1 a 7, caracterizado pelo fato de que as unidades transportadoras (10) cada uma compreende um meio de retenção para retenção permanente ou tem- porária de objetos a serem transportados.
9. Unidade transportadora (10) para um sistema de transporte como definido em uma das reivindicações anteriores de 1 a 8, caracterizada pelo fato de que os primeiros elementos de junção (1) compreendem soque- tes de junção 3 e os segundos elementos de junção 2 compreendem corpos de junção (4), em que os corpos de junção (4) com os soquetes de junção (3) cada um formam uma junção de esfera e soquete e os elos (5) consistem em corpos de base de uma peça sobre os quais os soquetes de junção e os corpos de junção (4) são formados.
10. Unidade transportadora de acordo com a reivindicação 9, caracterizada pelo fato de que os primeiros elementos de junção (1) têm a forma de um elipsoide de rotação espacial no seu exterior e os segundos elementos de junção (2) têm a forma de um cilindro de rotação, em que cada cilindro de rotação conecta no primeiro elemento de junção (1) com uma ex- tremidade e na outra extremidade mescla no corpo de junção (4).
11. Unidade transportadora de acordo com a reivindicação 9, caracterizada pelo fato de que os soquetes de junção (3) e os corpos de jun- ção (4) formam uma conexão encaixável sem os soquetes de junção (3) compreenderem rebaixos ou fendas, que levam a uma expansão dos soque- tes de junção quando sendo encaixados.
12. Unidade transportadora de acordo com a reivindicação 11, caracterizada pelo fato de que os elos (5) cada um compreende anéis desli- zantes (11), os quais na região dos soquetes de junção (3) são deslizados sobre os elos (5) e assim impedem o desencaixe dos corpos de junção (4) dos soquetes de junção (3) devido à expansão dos soquetes de junção (3).
13. Elo (5) de uma unidade transportadora (10) como definido em uma das reivindicações 1 a 12.
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