Relatório Descritivo da Patente de Invengao para "TIADI-AZOLILOXIFENILAMIDINAS, SEU USO E SEU MÉTODO DE PREPARA-QÁO, COMPOSIQÁO E MÉTODO PARA COMBATE DE MICROORGANISMOS INDESEJADOS, SEMENTE RESISTENTE A MICROORGANISMO INDESEJADO, BEM COMO MÉTODO PARA PROTEGER A DITA SEMENTE CONTRA MICRO-ORGANISMOS". A presente invengao refere-se a tiadiazoliloxifenilamidinas da fórmula geral (I), a um processo para sua preparagáo, ao uso das amidinas, de acordo com a invengao, no combate a micro-organismos indesejados, e a urna composigáo para esta finalidade, compreendendo as tiadiazoliloxifenilamidinas, de acordo com a invengao. Além disso, a invengao se refere a um método para o combate de micro-organismos indesejados através da aplica-gao dos compostos, de acordo com a invengao, nos micro-organismos e/ou no seu habitat. A publicagao WO-A-00/046 184 descreve o uso de amidinas como fungicidas. A publicagao WO-A-03/093 224 descreve o uso de derivados de arilamidina como fungicidas. A publicagao WO-A-03/024 219 descreve composigóes fungicidas compreendendo pelo menos um derivado de N2-fenilamidina em combi-nagáo com urna substancia ativa conhecida adicionalmente selecionada. A publicagao WO-A-04/037 239 descreve medicamentos fungicidas á base de derivados de N2-fenilamidina. A publicagao WO-A-07/031 513 descreve fenilamidinas tiadi-azolil-substituídas e a preparagáo e o uso das mesmas como fungicidas. A eficácia das amidinas descritas no estado da técnica é boa, porém em muitos casos deixa um pouco a desejar.
Por essa razao, é tarefa da presente invengao disponibilizar amidinas com urna eficácia fungicida melhorada. A tarefa foi surpreendentemente solucionada, mediante a utiliza-gao de tiadiazoliloxifenilamidinas da fórmula (I) (I) onde R1 representa t-butila, R2 é selecionado do grupo consistindo em metila, halogenoalqui-la-Ci-6 e halogénio; R3 representa metila e R4 é selecionado do grupo consistindo em etila e isopropila; ou onde R4 e R3formam, juntamente com o átomo de nitrogénio ao qual eles estáo ligados, um radical piperidila, pirrolidila ou 2,6-dimetilmorfolinila; e os seus sais.
Um outro objeto da presente invéngalo é um processo para a preparagáo das tiadiazoliloxifenilamidinas de acordo com qualquer urna das reivindicagóes de 1 a 4, compreendendo pelo menos um dos seguintes es-tágios (a) a 0): (a) reagáo de derivados de nitrobenzeno da fórmula (III) com um álcool de tiadiazolila da fórmula (II) de acordo com o seguinte esquema de reagáo: (b) reagáo de derivados de nitrofenol da fórmula (V) com derivados de tiadiazolila da fórmula (IV) de acordo com o seguinte esquema de reagáo: (c) reagáo de anilinas da fórmula (Vil) com um álcool de tiadiazo-lila da fórmula (II), de acordo com o seguinte esquema de reagáo: (d) reagáo de aminofenóis da fórmula (XII) com derivados de tiadiazolila da fórmula (IV), de acordo com o seguinte esquema de reagáo: (e) redugáo dos éteres de nitrofenóxi da fórmula (VI) formando éteres de anilina da fórmula (VIII), de acordo com o seguinte esquema de reagáo: (f) reagáo dos éteres de anilina da fórmula (VIII) com (i) aminoacetais da fórmula (XIII) ou (ii) amidas da fórmula (XIV) ou (iii) aminas da fórmula (XV) na presenga de ortoésteres da fórmula (XVI) de acordo com o seguinte esquema de reagáo: (g) reagáo dos aminofenóis da fórmula (XII) com (i) aminoacetais da fórmula (XIII) ou (ii) amidas da fórmula (XIV) ou (iii) aminas da fórmula (XV) na presenga de ortoésteres da fórmula (XVI) de acordo com o seguinte esquema de reagáo: (h) reagáo dos aminofenóis da fórmula (Vil) com (i) aminoacetais da fórmula (XIII) ou (ii) amidas da fórmula (XIV) ou (iii) aminas da fórmula (XV) na presenga de ortoésteres da fórmula (XVI) de acordo com o seguinte esquema de reagáo: (i) reagáo de amidinas da fórmula (XI) com álcool de tiadiazolila da fórmula (II) de acordo com o seguinte esquema de reagáo: (j) reagáo de amidinas da fórmula (XI) com derivados de tiadiazolila da fórmula (IV) de acordo com o seguinte esquema de reagáo: » onde, nos esquemas acima, Z representa um grupo de partida; R1 a R4 apresentam os significados acima; e R6 e R7 sao selecionados, independentemente entre si, do grupo consistindo em hidrogénio, grupos alquila-Ci-12, alquenila-C2-i2, alquinila- C2-12, arila-C5-i8 e arilalquila-C7.i9 e podem formar, juntamente com os átomos aos quais estao ligados, um anel de cinco, seis ou sete membros; R8 a R10 sao selecionados, independentemente entre si, do grupo consistindo em hidrogénio, grupos alquila-Ci-12, alquenila-C2-i2, alquinila-C2-12, arila-C5-i8, arilalquila-C/.ig e alquilarila-Cr.^ e respectivamente R10 com R12, R10 com R11 ou R11 com R12 podem formar, juntamente com os átomos aos quais eles estao ligados e se necessário com outros átomos de carbono, nitrogénio, oxigénio ou enxofre, um anel de cinco, seis ou sete membros.
Um terceiro objeto da presente invengáo é o uso das tiadiazolilo-xifenilamidinas, de acordo com a invengáo ou misturas desses microorganismos indesejados para o respectivo combate.
Um quarto objeto da presente invengáo é urna composigáo para combater micro-organismos indesejados, compreendendo pelo menos tiadi-azoliloxifenilamidina, de acordo com a presente invengáo.
Um outro objeto da invengáo é um método para o combate de micro-organismos indesejados, caracterizado pelo fato de as tiadiazoliloxife-nilamidinas de acordo com a invengáo serem aplicadas aos micro-organismos e/ou ao seu habitat.
Além disso, a invengáo se refere á semente tratada com pelo menos urna amidina, de acordo com a invengáo.
Um último objeto da invengáo é um método para proteger semente contra micro-organismos indesejados mediante o uso de semente tratada com pelo menos um tiadiazoliloxifenilamidina da presente invengáo. Definioóes aeráis Em conexáo com a presente invengáo, o termo halogénios (X) compreende, salvo definigao contrária, aqueles elementos que sao selecionados do grupo consistindo em flúor, cloro, bromo e iodo, sendo preferivel-mente utilizados flúor, cloro e bromo e sendo particularmente preferivelmen-te utilizados flúor e cloro.
Grupos apropriadamente substituidos podem ser mono- ou polis-substituidos, sendo que os substituintes podem ser iguais ou diferentes em polissubstituigóes.
Grupos alquila substituidos com um ou mais átomos de halogé-nio (-X) sao selecionados, por exemplo, de trifluorometila (CF3), difluorometi-la (CHF2), CF3CH2, CICH2i CF3CCI2 e CHF2CCI2.
Grupos alquila, em conexáo com a presente invengáo, sao, salvo definigáo contraria, grupos h id roca rbo neto lineares, ramificados ou cíclicos que podem opcionalmente apresentar um, dois ou mais heteroátomos selecionados de oxigénio, nitrogénio, fósforo e enxofre. Além disso, os grupos alquila, de acordo com a invengáo, podem opcionalmente ser substituidos por outros grupos selecionados a partir de -R', grupos halogénio (-X), alcóxi (-OR'), tioéter ou mercapto (-SR'), amino (-NR'2), silila (-SiR'3), carboxi-la (-COOR1), ciano (-CN), acila (-(C=0)R’) e amida (-CONR'2), sendo que R' representa hidrogénio ou um grupo alquila-Ci_i2, preferivelmente um grupo alquila-C2.io, particularmente preferivelmente um grupo alquila-C3.8, que pode apresentar um ou mais heteroátomos selecionados de nitrogénio, oxigénio, fósforo e enxofre. A definigáo alquila-Ci-Ci2 compreende a maior faixa aqui definida para um grupo alquila. Específicamente, esta definigáo compreende, por exemplo, os significados metila, etila, n-propila, isopropila, n-butila, isobutila, sec-butila e t-butila, n-pentila, n-hexila, 1,3-dimetilbutila, 3,3-dimetilbutila, n-heptila, n-nonila, n-decila, n-undecila e n-dodecila. A definigáo grupos alquila-C3.i2 cíclicos compreende a maior faixa definida neste caso para um grupo alquila cíclico. Específicamente, esta definigáo compreende, por exemplo, os significados ciclopropila, ciclobutila, ciclopentila, ciclo-hexila, ciclo-heptila e ciclo-octila.
Grupos alquenila em conexáo com a presente invengáo sáo, salvo definigáo contrária, grupos hidrocarboneto lineares, ramificados ou cíclicos que compreendem pelo menos urna insaturagáo simples (ligagáo dupla) e podem apresentar opcionalmente urna, duas ou mais insaturagóes simples ou duplas ou um, dois ou mais heteroátomos selecionados de oxigénio, nitrogénio, fósforo e enxofre. Além disso, os grupos alquenila, de a-cordo com a invengáo, podem ser opcionalmente substituidos por outros grupos selecionados de -R', grupos halogénio (-X), alcóxi (-OR'), tioéter ou mercapto (-SR'), amino (-NR'2), silila (-SÍR3), carboxila (-COOR'), ciano (-CN), acila (-(C=0)R') e amida (-CONR'2), sendo que R' representa hidro-génio ou um grupo alquila-Ci_12, preferivelmente um grupo alquila-C2.i0, particularmente preferivelmente um grupo alquila-C3.8, que pode apresentar um ou mais heteroátomos selecionados de nitrogénio, oxigénio, fósforo e enxo-fre. A definigáo alquenila-C2-Ci2 compreende a maior faixa definida neste caso para um grupo alquenila. Específicamente, esta definigáo compreende, por exemplo, os significados vinila; alila (2-propenila), isopropenila (1-metiletenila); but-1-enila (crotila), but-2-enila, but-3-enila; hex-1-enila, hex- 2- enila, hex-3-enila, hex-4-enila, hex-5-enila; hept-1-enila, hept-2-enila, hept- 3- enila, hept-4-enila, hept-5-enila, hept-6-enila; oct-1-enila, oct-2-enila, oct-3- enila, oct-4-enila, oct-5-enila, oct-6-enila, oct-7-enila; non-1-enila, non-2- enila, non-3-enila, non-4-enila, non-5-enila, non-6-enila, non-7-enila, non-8- enila; dec-1-enila, dec-2-enila, dec-3-enila, dec-4-enila, dec-5-enila, dec-6- enila, dec-7-enila, dec-8-enila, dec-9-enila; undec-1-enila, undec-2-enila, un-dec-3-enila, undec-4-enila, undec-5-enila, undec-6-enila, undec-7-enila, un-dec-8-enila, undec-9-enila, undec-10-enila; dodec-1-enila, dodec-2-enila, dodec-3-enila, dodec-4-enila, dodec-5-enila, dodec-6-enila, dodec-7-enila, dodec-8-enila, dodec-9-enila, dodec-10-enila, dodec-11-enila; buta-1,3- dienila, penta-1,3-dienila.
Grupos alquinila em conexáo com a presente invengáo sao, salvo definigáo contrária, grupos hidrocarboneto lineares, ramificados ou cíclicos que compreendem pelo menos urna insaturagáo dupla (ligagáo tripla) e podem opcionalmente apresentar urna, duas ou mais insaturagóes simples ou duplas ou um, dois ou mais heteroátomos selecionados de oxigénio, nitrogénio, fósforo e enxofre. Além disso, os grupos alquinila, de acordo com a invengáo, podem ser opcionalmente substituidos por outros grupos selecionados de -R', grupos halogénio (-X), alcóxi (-OR’), tioéter ou mercapto (-SR'), amino (-NR'2), silila (-SÍR3), carboxila (-COOR'), ciano (-CN), acila (-(C=0)R') e amida (-CONR'2), sendo que R' representa hidrogénio ou um grupo alquila-Ci_i2 linear, ramificado ou cíclico que pode apresentar um ou mais heteroá- tomos selecionados de nitrogénio, oxigénio, fósforo e enxofre. A definigáo alquinila-C2-C-i2 compreende a maior faixa aquí definida para um grupo alquinila. Específicamente, esta definigáo compreende, porexemplo, os significados etinila (acetilenila); prop-1-inila e prop-2-inila.
Grupos arila em conexáo com a presente invengáo sao, salvo definigáo contrária, grupos hidrocarboneto aromáticos que podem apresentar um, dois ou mais heteroátomos selecionados de oxigénio, nitrogénio, fósforo e enxofre e podem ser opcionalmente substituidos por outros grupos selecionados de —R', grupos halogénio (-X), alcóxi (-OR'), tioéter ou mercapto (-SR'), amino (-NR'2), silila (-SiR's), carboxila (-COOR'), ciano (-CN), acila (-(C=0)R') e amida (-CONR2'), sendo que R' representa hidrogénio ou um grupo alquila-Ci-12, preferivelmente um grupo alquila-C2-io, particularmente preferivelmente um grupo alquila-C3.8, que pode apresentar um ou mais heteroátomos selecionados a partir de nitrogénio, oxigénio, fósforo e enxofre. A definigáo anla-C5.i8 compreende a maior faixa aqui definida para um grupo arila com 5 a 18 átomos. Específicamente, esta definigáo compreende, por exemplo, os significados ciclopentadienila, fenila, ciclo-heptatrienila, ciclo-octatetraenila, naftila e antracenila. A definigáo grupos arila-C5-i8 que apresentam um, dois ou mais heteroátomos selecionados de oxigénio, nitrogénio, fósforo e enxofre sáo selecionados por exemplo, do grupo consistindo em 2-furila, 3-furila, 2-tienila, 3-tienila, 2-pirrolila, 3-pirrolila, 3-isoxazolila, 4-isoxazolila, 5-isoxa-zolila, 3-isotiazolila, 4-isotiazolila, 5-isotiazolila, 3-pirazolila, 4-pirazolila, 5-pirazolila, 2-oxazolila, 4-oxazolila, 5-oxazolila, 2-tiazolila, 4-tiazolila, 5-tia-zolila, 2-imidazolila, 4-imidazolila, 1,2,4-oxadiazol-3-ila, 1,2,4-oxadiazol-5-ila, 1,2,4-tiadiazol-3-ila, 1,2,4-tiadiazol-5-ila, 1,2,4-triazol-3-ila, 1,3,4-oxadiazol-2-ila, 1,3,4-tiadiazol-2-ila e 1,3,4-triazoi-2-ila; 1-pirrolila, 1-pirazolila, 1,2,4-triazol-1-ila, 1-imidazolila, 1,2,3-triazol-1-ila, 1,3,4-triazol-1-ila; 3-piridazinila, 4-piridazinila, 2-pirimidinila, 4-pirimidinila, 5-pirimidinila, 2-pirazinila, 1,3,5-triazin-2-ila e 1,2,4-triazin-3-ila.
Grupos arilalquila (grupos aralquila) em conexáo com a presente invengáo sáo, salvo definigáo contrária, grupos alquila substituidos com gru- pos arila que podem apresentar urna cadeia alquileno-Ci-e e podem ser substituidos na cadeia principal arila ou na cadeira alquileno com um ou mais heteroátomos selecionados de oxigénio, nitrogénio, fósforo e enxofre e opcionalmente com outros grupos selecionados de -R', grupos halogénio (-X), alcóxi (-OR'), tioéter ou mercapto (-SR'), amino (-NR'2), silila (-SiR'3), carboxila (-COOR'), ciano (-CN), acila (-(C=0)R') e amida (-CONR2'), sendo que R' representa hidrogénio ou um grupo alquila-C-M2, preferivelmente um grupo alquila-C2-io, particularmente preferivelmente um grupo alquila-C3.8, que pode apresentar um ou mais heteroátomos selecionados de nitrogénio, oxigénio, fósforo e enxofre. A definigáo grupo araiquila-C7-i9 compreende a maior faixa definida neste caso para um grupo arilalquila com um total de 7 a 19 átomos na cadeia principal e cadeia alquileno. Sao preferidos grupos aralquila-C7.19 compreendendo 5 ou 6 átomos de carbono ou heteroátomos na cadeia principal arila e 1 a 8 átomos de carbono na cadeia alquileno. Específicamente, esta definigáo compreende, por exemplo, os significados benzila e feniletila.
Grupos alquiladla (grupos aleadla) em conexáo com a presente invengáo sao, salvo definigáo contrária, grupos arila substituidos com grupos alquila que podem apresentar urna cadeia alquileno-Ci-8 e podem ser substituidos na cadeia principal arila ou na cadeia alquileno com um ou mais heteroátomos selecionados de oxigénio, nitrogénio, fósforo e enxofre e opcionalmente com outros grupos selecionados de -R', grupos halogénio (-X), alcóxi (-OR'), tioéter ou mercapto (-SR'), amino (-NR'2), silila (-SiR'3), carboxila (-COOR'), ciano (-CN), acila (-(C=0)R') e amida (-CONR2), sendo que R' representa hidrogénio ou um grupo alquila-C-M2, preferivelmente um grupo alquila-C2.io, particularmente preferivelmente um grupo alquila-C3.8, que pode apresentar um ou mais heteroátomos selecionados de nitrogénio, oxigénio, fósforo e enxofre. A definigao grupo alquilarila-C7-i9 compreende a maior faixa definida neste caso para um grupo alquiladla com um total de 7 a 19 átomos na cadeia principal e na cadeia alquileno. Sao preferidos grupos aralquila-C7.19 que compreendem 5 ou 6 átomos de carbono ou heteroátomos na cadeia principal arila e 1 a 8 átomos de carbono na cadeia alquileno. Específicamente, esta definigáo compreende, por exemplo, os significados tolil-, 2,3-, 2,4-, 2,5-, 2,6-, 3,4- ou 3,5-dimetilfenila.
Os grupos alquila, alquenila, alquinila, arila, alquiladla e aralquila podem também apresentar um ou mais heteroátomos que, salvo definigáo contrária, sao selecionados de nitrogénio, oxigenio, fósforo e enxofre. Os heteroátomos neste contexto substituem os átomos de carbono indicados.
Os compostos, de acordo com a invengáo, podem estar presentes, se necessário, como misturas de diferentes formas isoméricas possí-veis, particularmente de estereoisómeros, tais como, por exemplo, isómeros E e Z, treo- e eritro-isómeros, assim como isómeros ópticos, porém, se necessário, também tautómeros. Estao descritos e sao reivindicados tanto os isómeros E e Z, como também os treo- e eritro-isómeros, como também os isómeros ópticos, qualquer mistura destes isómeros, e as possíveis formas tautoméricas.
As amidinas, de acordo com a invengáo, sáo compostos da fórmula (I) (l) ou os sais, N-óxidos, complexos metálicos destes e seus estereoisómeros.
Na fórmula (I), os grupos apresentam significados abaixo definidos. As definigóes encontradas sáo igualmente válidas para todos os produ-tos intermediários: R1 representa t-butila; R2 é selecionado do grupo consistindo em metila, haloalquila-Ci-6 e halogénio; R3 representa alquila-Ci-8; R4 é selecionado do grupo consistindo em etila e isopropila.
Em urna forma de concretizagáo alternativa, de acordo com a invengáo, R3 e R4 podem formar, juntamente com o átomo de nitrogénio ao qual eles estáo ligados, um radical piperidila, pirrolidila ou 2,6-dimetilmor-folinila.
Na fórmula (I), os grupos apresentam os significados preferidos abaixo definidos. As definigóes encontradas como preferidas sao válidas igualmente para todos os produtos intermediários: R1 representa preferivelmente t-butila; R2 é preferivelmente selecionado de metila, cloro e trifluorometi- la; R3 representa preferivelmente metila; R4 representa preferivelmente etila.
Emú ma forma de concretizagáo alternativa, de acordo com a invengáo, R4 e R3 podem formar, juntamente com o átomo de nitrogénio ao qual estáo ligados ou com outros átomos selecionados de nitrogénio, oxigé-nio, fósforo e enxofre, um anel de cinco ou seis membros que pode ser substituido com um grupo alquila-Ci-12, preferivelmente um grupo alquila-C2-io, particularmente preferivelmente um grupo alquila-C3-8.
Na fórmula (I), os radicáis apresentam os significados particularmente preferidos abaixo definidos. As definigóes encontradas sao válidas como particularmente preferidas para todos os produtos intermediários igualmente: R1 representa particularmente preferivelmente t-butila; R2 é particularmente preferivelmente selecionado de metila e trifluorometila; R3 representa particularmente preferivelmente metila; R4 representa particularmente preferivelmente etila.
Em urna forma de concretizagáo particularmente preferida alternativa, de acordo com a invengáo, R4 e R3 podem formar, com o átomo de nitrogénio ao qual eles estáo ligados, um anel piperidila.
Dependendo do tipo dos substituirles acima definidos, os com-postos da fórmula (I) apresentam propriedades acídicas ou básicas e podem formar sais com ácidos inorgánicos ou orgánicos ou com bases ou com íons metálicos, se necessário também sais internos ou adutos.
Como íons metálicos sáo adequados particularmente os íons dos elementos do segundo grupo principal, particularmente cálcio e magné-sio, do terceiro ou quarto grupo principal, particularmente aluminio, estanho e chumbo, assim como do primeiro ao oitavo subgrupo, particularmente cromo, manganés, ferro, cobalto, níquel, cobre, zinco e outros. Sáo particularmente preferidos íons metálicos dos elementos do quarto período. Os metáis podem neste contexto estar presentes ñas diferentes valencias a eles adequadas.
Se os compostos da fórmula (I) portarem grupos hidroxila, car-boxila ou outros grupos que induzem propriedades acídicas, tais compostos poderáo ser reagidos com bases para formar sais.
Bases adequadas sáo, por exemplo, hidróxidos, carbonates ou hidrogenocarbonatos de metáis alcalinos ou metáis alcalinoterrosos, particularmente aqueles de sodio, potássio, magnésio e cálcio, aiém disso, amónia, aminas primárias, secundárias e terciárias com grupos alquila-(Ci-C4), mono-, di- e trialcanolaminas de alcanóis-CCVC^, colina e clorocolina.
Se os compostos da fórmula (I) portarem amino, alquilamino ou outros grupos que induzem propriedades básicas, esses compostos poderáo reagir com ácidos formando sais.
Exemplos de ácidos inorgánicos sáo ácidos halogenados, tais como fluoreto de hidrogénio, clórete de hidrogénio, brómete de hidrogénio e iodeto de hidrogénio, ácido sulfúrico, ácido fosfórico e ácido nítrico e sais ácidos, tais como NaHS04 e KHS04. Ácidos orgánicos adequados sáo, por exemplo, ácido fórmico, ácido carbónico é ácidos alcanoicos, tais como ácido acético, ácido trifluoro-acético, ácido tricloroacético e ácido propiónico, assim como ácido glicólico, ácido tiociánico, ácido láctico, ácido succínico, ácido cítrico, ácido benzoico, ácido cinámico, ácido oxálico, ácidos alquilsulfónicos (ácidos sulfónicos com cadeia linear ou grupos alquila ramificados contendo 1 a 20 átomos de carbono), ácidos arilsulfónicos ou ácidos arildissulfónicos (grupos aromáticos, tais como fenila e naftila, que portam um ou dois grupos ácido sulfónico), ácidos alquilfosfónicos (ácidos fosfónicos com cadeia linear ou grupos alquila ramificados contendo 1 a 20 átomos de carbono) e ácidos arilfosfónicos ou ácidos arildifosfónicos (radicáis aromáticos, tais como fenila e naftila, que portam um ou dois grupos ácido fosfónico), sendo possível para os grupos alquila ou arila portar substituintes adicionáis, por exemplo ácido p-tolue-nossulfónico, ácido salicílico, ácido p-aminossalicílico, ácido 2-fenoxibenzoi-co, ácido 2-acetoxibenzoico, e similares.
Os sais assim obtidos também apresentam propriedades fungicidas.
No sentido da presente invengáo, amidinas sao particualrmente preferivelmente selecionadas do grupo consistindo em: (A-1) N'-{4-[(3-(terc-butil)-1,2,4-tiadiazol-5-il)óxi]-2,5-dimetilfenil}-N-etil-N-metilimidoformamida; (A-2) N'-{4-[(3-(terc-butil)-1,2,4-tiadiazol-5- il)óxi]-2,5-dimetilfenil}-N-isopropil-N-metilimidoformamida; (A-3) 4-[(3-(terc-butil)-1,2,4-tiadiazol-5-il)óxi]-2,5-dimetil-N-[(1E)-piper¡din-1-ilmetileno]anilina¡ (A-4) 4-[(3-(terc-butil)-1,2,4-tiadiazol-5-il)óxi]-2-metil-N-[(1 E)-piperidin-1 -il- metileno]-5-(trifluorometil)anilina; (A-5) N'-{4-[(3-(terc-butil)-1,2,4-tiadiazol-5-il)óxi]-2-metil-5-(trifluorometil)fenil}-N-etil-N-metilimidoformamida; (A-6) N'-{4-[(3-(terc-butil)-1,2,4-tiadiazol-5-il)óxi]-2-metil-5-(trifluorometil)fenil}-N-isopro-pil-N-metilimidoformamida; (A-7) N'-{4-[(3-(terc-butii)-1,2,4-tiadiazol-5-il)óxi]-5-cloro-2-metilfenil}-N-isopropil-N-metilimidoformamida; (A-8) N'-{4-[(3-(terc-butil)-1,2,4-tiadiazol-5-il)óxi]-5-cloro-2-metilfenil}-N-etil-N-metilimidoformami-da; (A-9) 4-[(3-(terc-butil)-1,2,4-tiadiazol-5-il)óxi]-5-cloro-2-metil-N-[(1 E)-pipe-ridin-1 -ilmetileno]anilina.
Preparacáo das Amidinas de acordo com a Invengáo As amidinas, de acordo com a invengáo, podem ser obtidas pelo processo representado no esquema a seguir (I): Esquema (1) Etapa (a) Em urna forma de concretizag:áo, de acordo com a invengáo, derivados de nitrobenzeno da fórmula (III) sao reagidos com alcoóis de tiadi- azolila da fórmula (II) ou com os alcóxidos formados a partir deles, de acordo com o seguinte esquema de reagáo formando nitrofenil éteres da fórmula (VI): Todos os substituintes sao adequados como grupo de partida z que apresenta urna nucleofugacidade satisfatória sob as condigóes de rea-gao prevalecentes. Podemos mencionar como grupos de partida adequados a título de exemplo halogénios, triflato, mesilato, tosilato ou S02Me. A reagáo se realiza preferivelmente na presenga de urna base.
Bases adequadas sao bases orgánicas e inorgánicas que sao utilizadas normalmente em tais reagóes. Sao preferivelmente utilizadas bases que, por exemplo, sao selecionadas do grupo consistindo em hidretos, hidróxidos, amidas, alcóxidos, acetatos, fluoretos, fosfatos, carbonates e hi-drogenocarbonatos de metáis alcalinos ou metáis alcalinoterrosos. Neste caso, é particularmente preferido amida de sodio, hidreto de sodio, di-isopropilamida de litio, metóxido de sodio, ferc-butóxido de potássio, hidróxi-do de sodio, hidróxido de potássio, acetato de sodio, fosfato de sodio, fosfato de sodio, fluoreto de potássio, fluoreto de césio, carbonato de sodio, carbonato de potássio, hidrogenocarbonato de potássio, hidrogenocarbonato de sodio e carbonato de césio. Além disso, sao aminas terciárias, por exemplo, trimetilamina, trietilamina, tributilamina, Ν,Ν-dimetilanilina, N,N-dimetilben-zilamina, piridina, N-metilpiperidina, N-metilpirrolidona, N,N-d¡metilam¡no-piridina, diazabiciclo-octano (DABCO), diazabiciclononeno (DBN) e diazabi-cicloundeceno (DBU).
Se necessário, pode ser usado um catalisador do grupo consistindo em paládio, cobre e os sais ou seus complexos. A reagáo dos derivados de nitrobenzeno com o fenol pode ser feita pura ou em um solvente; preferivelmente, a reagáo é feita em um solvente selecionado de solventes padráo que sao inertes sob as condigóes de reagáo prevalecentes.
Sao preferidos hidrocarbonetos alifáticos, alicíclicos ou aromáticos, tais como, por exemplo, éter de petróleo, hexano, heptano, ciclo-hexano, metilciclo-hexano, benzeno, tolueno, xileno ou decalina; hidrocarbonetos halogenados, tais como, por exemplo, clorobenzeno, diclorobenzeno, diclorometano, clorofórmio, tetracloreto de carbono, dicloroetano ou tricloroe-tano; éteres, tais como, por exemplo, dietil éter, di-isopropil éter, metil terc-butil éter (MTBE), metil terc-amil éter, dioxano, tetra-hidrofurano, 1,2-dimeto-xietano, 1,2-dietoxietano ou aniséis; nitrilas, tais como, por exemplo, acetoni-trila, propionitrila, n-butironitrila, isobutironitrila ou benzonitrila; amidas, tais como, por exemplo, Ν,Ν-dimetilformamida (DMF), Ν,Ν-dimetilacetamida, N-metilformanilida, N-metilpirrolidona (NMP) ou hexametilfosforamida; ou misturas destes com água, assim como água pura. A reagáo pode ser feita sob vácuo, sob pressáo padráo ou sob pressáo excessiva e a temperaturas de -20 a 200°C; preferivelmente, a rea-gao é realizada sob pressáo padráo e temperaturas de 50 a 150°C.
Etapa (b) Em urna forma de concretizagáo alternativa, de acordo com a invengáo, derivados de nitrofenol da fórmula (V) ou os fenóxidos formados a partir destes sáo reagidos com derivados de tiadiazolila da fórmula (IV), de acordo com o seguinte esquema de reagáo formando nitrofenil éteres da fórmula (VI): Com relagáo as condigóes de reagáo, solventes, catalisadores e grupos de partida adequados, é feita referencia á etapa (a).
Etapa (c) Em urna outra forma de concretizagáo alternativa, de acordo com a invengáo, anilinas da fórmula (Vil) sao reagidas com alcoóis de tiadia-zolila da fórmula (II) ou os alcóxidos formados a partir destes, de acordo com o seguinte esquema de reagáo formando aminofenil éteres da fórmula (VIII): Com relagáo ás condigóes de reagáo, solventes e catalisadores e grupos de partida adequados, é feita referencia á etapa (a).
Etapa (d) Em urna outra forma de concretizagáo alternativa de acordo com a invengáo, aminofenóis da fórmula (XII) sao reagidos com derivados de tia-diazolila da fórmula (IV) de acordo com o seguinte esquema de reagáo formando aminofenil éteres da fórmula (VIII): Com relagáo ás condigóes de reagáo, solventes, catalisadores e grupos de partida adequados, é feita referencia á etapa (a) e etapa (c).
Etapa (e) Os nitrofenil éteres da fórmula (VI) obtidos ñas etapas (a) e (b) podem ser reduzidos de acordo com o seguinte esquema de reagáo formando os éteres de anilina da fórmula (VIII): A redujo, de acordo com a etapa (e) pode ser realizada mediante o uso de todos os métodos descritos no estado da técnica para a redugáo de grupos nitro. A redugáo é preferivelmente realizada com cloreto de estanho em ácido clorídrico concentrado, conforme descrito na publicagáo WO-A-O 046 184. Alternativamente, a redugáo, porém, pode ser também feita com gás hidrogénio, se necessário, na presenga de catalisadores de hidrogena-gao adequados, tais como, por exemplo, níquel de Raney ou Pd/C. As con-digóes de reagáo estáo previamente descritas no estado da técnica e sao conhecidas pelo versado na técnica.
Se a redugáo for feita na fase líquida, a reagáo ocorrerá em um solvente que é inerte com relagáo ás condigóes de reagáo prevalecentes. Tais como tolueno, por exemplo.
Etapa (f) A reagáo, de acordo com a etapa (f) dos éteres de anilina da fórmula (VIII) para formar as amidinas da fórmula (I), de acordo com a inven-gáo, pode ser feita, conforme representado no esquema (I), de acordo com os diferentes métodos alternativos mediante utilizagáo de: (i) aminoacetais da fórmula (XIII) ou (¡i) amidas da fórmula (XIV) ou (iii) aminas da fórmula (XV) na presenga de ortoésteres da fórmula (XVI), de acordo com o seguintes esquema de reagáo: As formas de concretizagáo alternativas individuáis (i) a (iii) do método de acordo com a invengáo seráo a seguir resumidamente esclarecidas abaixo: (i) de acordo com urna forma de concretizagáo de acordo com a invengáo, que é representada no esquema (I) como etapa (i), os éteres de anilina da fórmula (VIII) sao reagidos com aminoacetais da fórmula (XIII), na qual R3 e R4 sao, conforme definidos acima, e R6 e R7 sao selecionados de grupos alquila-Ci-8, preferivelmente de grupos alquila-C2-6, particularmente preferivelmente de grupos alquila-C3_5, e podem formar, juntamente com os átomos de oxigénio aos quais estáo ligados, um anel de cinco a seis mem-bros, para formar as tiadiazoliloxifenilamidinas da fórmula (I) de acordo com a invengáo.
Os aminoacetais da fórmula (XIII) podem ser obtidos a partir das formamidas descritas em JACS, 65, 1566 (1943), pela reagao com reagentes alquilantes, tais como, por exemplo, sulfato de dimetila. A reagao, de acordo com a etapa (i) ocorre preferivelmente na presenga de um ácido. Ácidos adequados sao, por exemplo, selecionados do grupo consistindo em ácidos orgánicos e inorgánicos, sendo ácido p-toluenossul-fónico, ácido metanossulfónico, ácido clorídrico (gasoso, aquoso ou em so-lugáo orgánica) ou ácido sulfúrico. (ii) Em urna forma de concretizagáo alternativa, de acordo com a invengáo, representada no esquema (I) como etapa (ii), os éteres de anilina da fórmula (VIII) sáo reagidos com amidas da fórmula (XIV), na qual os grupos R3 e R4 sáo, conforme definido acima, para formar as tiadiazoliloxifeni- lamidinas, de acordo com a invengáo. A reagáo, de acordo com a etapa (ii) se realiza, se necessário, na presenga de um agente halogenante. Agentes halogenantes adequados sao, por exemplo, selecionados do grupo consistindo em PCI5, PCI3, POCI3 ou SOCI2.
Além disso, a reagáo pode ser alternativamente feita na presenga de um agente de condensagáo.
Agentes de condensagáo adequados sao aqueles que sao normalmente usados para ligar ligagóes amida; é feita referéncia, por exemplo, a compostos que formam haletos ácidos, tais como, por exemplo, fosgénio, tribrometo de fósforo, tricloreto de fósforo, pentacloreto de fósforo, cloreto de fosforila ou cloreto de tionila; compostos que formam anidridos, tais como, por exemplo, cloroformiato, cloroformiato de metila, cloroformiato de isopro-pila, cloroformato de isobutila ou cloreto de metanossulfonila; carbodi-imidas, tais como, por exemplo, Ν,Ν'-diciclo-hexilcarbodi-imida (DCC), ou outros a-gentes de acoplamento padráo, tais como, por exemplo, pentóxido de fósforo, ácido polifosfórico, Ν,Ν'-carbodi-imidazol, 2-etóxi-N-etoxicarbonil-1,2-di-hidroquinolina (EEDQ), trifenilfosfina/tetraclorometano ou hexafluorofosfato de bromotripirrolidinofosfónio. A reagáo de acordo com a etapa (ii) se realiza preferivelmente em um solvente selecionado dos solventes normáis que sáo inertes sob as condigóes de reagáo prevalecentes. Sáo preferivelmente empregados hidro-carbonetos alifáticos, alicíclicos ou aromáticos, tais como, por exemplo, éter de petróleo, hexano, heptano, ciclo-hexano, metilciclo-hexano, benzeno, tolueno, xileno ou decalina; hidrocarbonetos halogenados, tais como, por e-xemplo, clorobenzeno, diclorobenzeno, diclorometano, clorofórmio, tetraclo-reto de carbono, dicloroetano ou tricloroetano; éteres, tais como, por exemplo, dietil éter, di-isopropil éter, metil terc-butil éter (MTBE), metil terc-amil éter, dioxano, tetra-hidrofurano, 1,2-dimetoxietano, 1,2-dietoxietano ou ani-sol; nitrilas, tais como, por exemplo, acetonitrila, propionitrila, n-butironitrila, isobutironitrila ou benzonitrila; amidas, tais como, por exemplo, N,N-dimetil-formamida (DMF), Ν,Ν-dimetilacetamida, N-metilformanilida, N-metilpirroli- dona (NMP) ou hexametilfosforamida; ésteres, tais como, por exemplo, acetato de metila ou etila; sulfóxidos, tais como, por exemplo, sulfóxido de dime-tila (DMSO); sulfonas, tais como, por exemplo, sulfolano; alcoóis, tais como, por exemplo, metanol, etanol, n-propanol, isopropanol, n-butanol, isobutanol, sec-butanol, terc-butanol, etanodiol, 1,2-propanodiol, etoxietanol, metoxieta-nol, dietileno glicol monometil éter, dietileno glicol monoetil éter ou misturas destes. (iii) de acordo com urna outra forma de concretizagáo alternativa, de acordo com a invengáo, representada no esquema (I) como etapa (iii), os éteres de anilina da fórmula (VIII) sao reagidos com aminas da fórmula (XV), na qual os grupos R3 e R4 estao na presenga de ortoésteres da fórmula (XVI), na qual R1 é hidrogénio e R8 a R10 sao selecionados, independente-mente entre si, de grupos alquila-Ci-s, preferivelmente de grupos alquila-C2-6-, particularmente preferivelmente de grupos alquila-C3.5, e podem formar, juntamente com os átomos de oxigénio aos quais estao ligados, um anel de cinco a seis membros, para formar as tiiadiazoliloxifenilamidinas, de acordo com a invengáo. A reagáo, de acordo com a etapa (iii) preferivelmente se realiza em um solvente selecionado dos solventes normáis que sao inertes sob as condigóes de reagáo prevalecentes. Sao preferivelmente utilizados hidrocar-bonetos alifáticos, alicíclicos ou aromáticos, tais como, por exemplo, éter de petróleo, hexano, heptano, ciclo-hexano, metilciclo-hexano, benzeno, tolueno, xileno ou decalina; hidrocarbonetos halogenados, tais como, por exemplo, clorobenzeno, diclorobenzeno, diclorometano, clorofórmio, tetracloreto de carbono, dicloroetano ou tricloroetano; éteres, tais como, por exemplo, dietil éter, di-isopropil éter, metil terc-butil éter (MTBE), metil terc-amil éter, dioxano, tetra-hidrofurano, 1,2-dimetoxietano, 1,2-dietoxietano ou anisol; nitritos, tais como, por exemplo, acetonitrila, propionitrila, n-butironitrila, isobuti-ronitrila ou benzonitrila; amidas, tais como, por exemplo, N,N-dimetilforma-mida (DMF), Ν,Ν-dimetilacetamida, N-metilformanilida, N-metilpirrolidona (NMP) ou hexametilfosforamida; ésteres, tais como, por exemplo, acetato de metila ou etila; sulfóxidos, tais como, por exemplo, sulfóxido de dimetila (DMSO); sulfonas, tais como, por exemplo, sulfolano; alcoóís, tais como, por exemplo, metanol, etanol, n-propanol, isopropanol, n-butanol, isobutanol, sec-butanol, terc-butanol, etanodiol, 1,2-propanodiol, etoxietanol, metoxieta-nol, dietileno glicol monometil éter, dietileno glicol monoetil éter; ou misturas destes com água assim como água pura.
Etapa (a) Em urna forma de concretizagáo alternativa, de acordo com a invengáo, os aminofenóis da fórmula (XII) podem ser já reagidos (i) com aminoacetais da fórmula (XIII) ou (ii) com amidas da fórmula (XIV) ou (iii) com aminas da fórmula (XV) na presenga de ortoésteres da fórmula (XVI), de acordo com o seguinte esquema de reagáo, para formar amidinas da fórmula (X): Com relagáo as condigóes de reagáo, solventes e catalisadores, é feita referencia á etapa (f). A outra reagáo das amidinas da fórmula (X) para formar as moléculas-alvo da fórmula (I), de acordo com a invengáo pode ser feita, por e-xemplo, conforme descrito na etapa (j).
Etapa (h) Em urna forma de concretizagáo alternativa, de acordo com a invengáo, os derivados de aminofenila da fórmula (Vil) podem ser reagidos (i) com aminoacetais da fórmula (XIII) ou (ii) com amidas da fórmula (XIV) ou (iii) com aminas da fórmula (XV) na presenga de ortoésteres da fórmula (XVI) de acordo com o seguinte esquema de reagáo, para formar amidinas da fórmula (XI): Com relagao a cond¡9óes de reagáo, solventes e catalisadores, é feita referencia á etapa (f). A outra reagáo das amidinas da fórmula (XI) para formar as moléculas-alvo da fórmula (I) de acordo com a invengáo pode ser feita, por exemplo, conforme descrito na etapa (i).
Etapa (i) De acordo com urna outra forma de concretizagáo, de acordo com a invengáo, as amidinas da fórmula (XI) que podem ser obtidas a partir da etapa (h) podem ser reagidas de acordo com o seguinte esquema de reagáo com alcoóis de tiadiazolila ou alcóxidos formados a partir destes para formar as moléculas-alvo da fórmula (I) de acordo com a invengáo: Com relagáo as condigóes de reagáo, solventes e catalisadores, é feita referéncia á etapa (f).
Etapa (j) De acordo com urna outra forma de concretizagáo de acordo com a invengáo, as amidinas da fórmula (X), que podem ser obtidas a partir da etapa (g) podem ser reagidas de acordo com o seguinte esquema de re-agáo com derivados de tiadiazolila da fórmula (IV) para formar as moléculas-alvo da fórmula (I), de acordo com a invengáo: Com relagáo as condigoes de reagáo, solventes e catalisadores, é feita referéncia á etapa (f) e ás tabelas I e II.
Em conexáo com os processos de acordo com a invengáo, para a preparagáo das amidinas da fórmula (I), devem ser consideradas como ventajosas as seguintes combinagóes de etapas de reagáo: etapas (a), (e) e (f); etapas (b), (e) e (f); etapas (c) e (f); etapas (d) e (f); etapas (h) e (i) e/ou etapas (g) e (j)· A preparagáo das tiadiazoliloxifenilamidinas, de acordo com a invengao, é feita, se necessário, sem isolamento intermediário dos produtos intermediários. A purificagáo conclusiva das tiadiazoliloxifenilamidinas pode, se necessário, ser feita através de métodos normáis de purificagáo. Preferivel-mente, a purificagáo é feita por cristalizagáo.
Combate de micro-organismos indeseiados As amidinas, de acordo com a invengáo, apresentam urna forte agáo microbicida e podem ser usadas para combater micro-organismos in-desejados, tais como fungos e bactérias, em fitoprotegáo e em protegáo de material.
Fitoprotecao Fungicidas podem ser usados em fitoprotegáo para o combate de plasmodioforomicetos, oomicetos, quitridiomicetos, zigomicetos, ascomi- cetos, basidiomicetos e deuteromicetos.
Bactericidas podem ser usados em fitoprotegáo para o combate de Pseudomonadaceae, Rhizobiaceae, Enterobacteriaceae, Corynebacteria-ceae e Streptomycetaceae.
Pode-se mencionar a título de exemplo porém sem caráter limitativo, alguns patógenos de doengas fúngicas e bacterianas que se enqua-dram sob os termos genéricos acima listados: Doengas causadas por patógenos de míldio pulverulento, tais como, por exemplo, Espécies Blumeria, tais como, por exemplo, Blumeria graminis; Especies Podosphaera, tais como, por exemplo, Podosphaera leucotricha;
Especies Sphaerotheca, tais como, por exemplo, Sphaerotheca fuliginea;
Espécies Uncinula, tais como, por exemplo, Uncinula necator, Doengas causadas por patógenos de ferrugem, tais como, por exemplo, Espécies Gymnosporangium, tais como, por exemplo, Gymnos-porangium sabinae;
Espécies Hemileia, tais como, por exemplo, Hemileia vastatrix; Espécies Phakopsora, tais como, por exemplo, Phakopsora pa-chyrhizi e Phakopsora meibomiae\ Espécies Puccinia, tais como, por exemplo, Puccinia recóndita-, Espécies Uromyces, tais como, por exemplo, Uromyces appen- diculatus;
Doengas causadas por patógenos do grupo Oomicetos, tais como, por exemplo, Espécies Bremia, tais como, por exemplo, Bremia lactucae\ Espécies Peronospora, tais como, por exemplo, Peronospora pisi ou P. brassicae;
Espécies Phytophthora, tais como, por exemplo, Phytophthora infestaos;
Espécies Píasmopara, tais como, por exemplo, Plasmopara vitícola;
Espécies Pseudoperonospora, tais como, por exemplo, Pseudo-peronospora humuli ou Pseudoperonospora cubensis;
Espécies Pythium, tais como, por exemplo, Pythium ultímum; doengas causadoras de mancha foliar e murchamentos de folha causadas, por exemplo, Espécie Alternaria, tais como, por exemplo, Alternaría solanr, Espécies Cercospora, tais como, por exemplo, Cercospora betí- co/a;
Espécies Cladosporium, tais como, por exemplo, Cladosporíum cucumerinunr, Espécies Cochliobolus, tais como, por exemplo, Cochliobolus sativus (forma conidial: Drechslera, sin: Helminthosporium);
Espécies Colletotrichum, tais como, por exemplo, Colletotríchum lindemuthanium-, Espécies Cycloconium, tais como, por exemplo, Cycloconium oleaginunr, Espécies Diaporthe, tais como, por exemplo, Diaporthe citrr, Espécies Elsinoe, tais como, por exemplo, Elsinoe fawcettír, Espécies Gloeosporium, tais como, por exemplo, Gloeosporium laetícolor, Espécies Glomerella, tais como, por exemplo, Glomerella cingu- lata;
Espécies Guignardia, tais como, por exemplo, Guignardia bid- welli;
Espécies Leptosphaeria, tais como, por exemplo, Leptosphaeria maculans;
Espécies Magnaporthe, tais como, por exemplo, Magnaporthe grísea;
Especies Mycosphaerella, tais como, por exemplo, Mycosphae-rella graminicola e Mycosphaerella fijiensis;
Espécies Phaeosphaeria, tais como, por exemplo, Phaeosphae-ria nodorurrr, Espécies Pyrenophora, tais como, por exemplo, Pyrenophora teres;
Espécies Ramularia, tais como, por exemplo, Ramularía collo- cygni, Espécies Rhynchosporium, tais como, por exemplo, Rhynchos-porium secalis;
Espécies Septoria, tais como, por exemplo, Septoria apir, Espécies Typhula, tais como, por exemplo, Typhula incamata; Espécies Venturia, tais como, por exemplo, Venturia inaequalis-, Doengas de raizes e do colmo causadas, por exemplo, por Espécies Corticium, tais como, por exemplo, Corticium gramine- arurrr, Espécies Fusarium, tais como, por exemplo, Fusarium oxyspo- runrr, Espécies Gaeumannomyces, tais como, por exemplo, Gaeu-mannomyces graminis;
Espécies Rhizoctonia, tais como, por exemplo, Rhizoctonia sola-nr, Espécies Tapesia, tais como, por exemplo, Tapesia acuformis; Espécies Thielaviopsis, tais como, por exemplo, Thielaviopsis basico!a\ Doengas na espiga e panículas (incluindo sabugos de milho) causadas por, por exemplo, Espécies Alternaría, tais como, por exemplo, Alternaría spp.-, Espécies Aspergillus, tais como, por exemplo, Aspergillus flavus; Espécies Cladosporium, tais como, por exemplo, Cladosporium cladosporioides;
Espécies Claviceps, tais como, por exemplo, Claviceps purpure- a;
Espécies Fusarium, tais como, por exemplo, Fusaríum culmo- rum\ Espécies Gibberella, tais como, por exemplo, Gibberella zeae\ Espécies Monographella, tais como, por exemplo, Monographel- la nivalis;
Doengas causadas por farruscas, tais como, por exemplo, Especies Sphacelotheca, tais como, por exemplo, Sphacelothe- ca re i lian a;
Espécies Tilletia, tais como, por exemplo, Tilletia caries;
Espécies Urocystis, tais como, por exemplo, Urocystis occulta; Espécies Ustilago, tais como, por exemplo, Ustilago nuda; Podridáo de fruto causada por, por exemplo, Espécies Aspergillus, tais como, por exemplo, Aspergillus flavus; Espécies Botrytis, tais como, por exemplo, Botrytis cinérea; Espécies Penicillium, tais como, por exemplo, Penicillium expan-sum e Penicillium purpurogenum;
Espécies Sclerotinia, tais como, por exemplo, Sclerotinia sclero- tiorum;
Espécies Verticilium, tais como, por exemplo, Verticilium alboa- trum\ Podridóes e murchamentos associados a fungos de semente de solo, e doengas de plantas novas, causados por, por exemplo, Espécies Alternaría, tais como, por exemplo, Alternaría brassici- cola;
Espécies Aphanomyces, tais como, por exemplo, Aphanomyces euteiches;
Especies Ascochyta, tais como, por exemplo, Ascochyta lentis; Espécies Aspergillus, tais como, por exemplo, Aspergillus flavus; Espécies Cladosporium, tais como, por exemplo, Cladosporium herbarum] Espécies Cochliobolus, tais como, por exemplo, Cochliobolus sativus (forma conidial: Drechslera, Bipolaris syn: Helminthosporium)) Espécies Colletotrichum, tais como, por exemplo, Colletotrichum coccodes;
Espécies Fusarium, tais como, por exemplo, Fusarium culmo- rum, Espécies Gibberella, tais como, por exemplo, Gibberella zeae\ Espécies Macrophomina, tais como, por exemplo, Macrophomi-na phaseolina;
Espécies Monographella, tais como, por exemplo, Monographel- la n iva lis ) Espécies Penicillium, tais como, por exemplo, Penicillium expan- sum\ Espécies Phoma, tais como, por exemplo, Phoma lingam) Espécies Phomopsis, tais como, por exemplo, Phomopsis sojae; Espécies Phytophthora, tais como, por exemplo, Phytophthora cactorum;
Espécies Pyrenophora, tais como, por exemplo, Pyrenophora gramínea) Espécies Pyricularia, tais como, por exemplo, Pyrícularia oryzae) Espécies Pythium, tais como, por exemplo, Pythium ultimum) Espécies Rhizoctonia, tais como, por exemplo, Rhizoctonia sola-ni) Espécies Rhizopus, tais como, por exemplo, Rhizopus oryzae) Espécies Sclerotium, tais como, por exemplo, Sclerotium rolfsii) Espécies Septoria, tais como, por exemplo, Septoria nodorum) Espécies Typhula, tais como, por exemplo, Typhula incarnata) Espécies Verticillium, tais como, por exemplo, Verticillium dahli-ae; cancros, doenga de galhas e vassoura-de-bruxa causadas por, por exemplo, Espécies Nectria, tais como, por exemplo, Nectría galligena) Murchamentos causados por, por exemplo, Espécies Monilinia, tais como, por exemplo, Monilinia laxa; deformares de folhas, flores e frutos causadas por, por exemplo, Espécies Taphrina, tais como, por exemplo, Taphrina deformaos', Doengas degenerativas de plantas lenhosas causadas por, por exemplo, Espécies Esca, tais como, por exemplo, Phaeomoniella chlamy-dospora, Phaeoacremonium aleophilum e Fomitiporía mediterránea;
Doengas de flores e sementes causadas por, por exemplo, Espécies Botrytis, tais como, por exemplo, Botrytis cinérea;
Doengas de tubérculos de planta causadas por, por exemplo, Espécies Rhizoctonia, tais como, por exemplo, Rhizoctonia sotaní·, Espécies Helminthosporium, tais como, por exemplo, Helmin-thosporium solani, Doenfas causadas por patógenos bacterianos, tais como, por exemplo, Espécies Xanthomonas, tais como, por exemplo, Xanthomonas campestris pv. oryzae\ Espécies pseudomonas, tais como, por exemplo, Pseudomonas syringae pv. lachrymans;
Espécies Erwinia, tais como, por exemplo, Erwinia amylovora.
Preferivelmente, podem ser combatidas as seguintes doengas e feijóes de soja: Doengas fúngicas de folhas, colmos, vagens e sementes causadas por, por exemplo, mancha-de-alternaria (Alternaría spec. atrans tenuissima), an-tracnose (Colletotrichum gloeosporoides dematium var. truncatum), mancha-marrom (Septoria glycines), mancha-de-cercospora e murchidáo por cercos-pora (Cercospora kikuchii), murchidáo por choanephora (Choanephora in- fundibulifera trispora (Syn.)), mancha-de-dactuliophora (Dactuliophora glyci-nes), míldio (Peronospora manshurica), murchidáo por drechslera (Drechsle-ra glycini), frogeye leaf spot (Cercospora sojina), mancha-de-leptosphaeru-lina (Leptosphaerulina trifolii), mancha-de-phyllostica (Phyllosticta sojaecola), murchidáo do murchidáo da haste e da vagem (Phomopsis sojae), oídio (Mi-crosphaera diffusa), mancha-de-pyrenochaeta (Pyrenochaeta glycines), murchidáo foliar, aérea e de tecido (Rhizoctonia solani), ferrugem (Phakop-sora pachyrhizi), podridáo (Sphaceloma glycines), murchidáo da folha por stemphylium (Stemphylium botryosum), manchas alvo (Corynespora cassii-cola) doengas fúngicas em raízes e base de caule causadas por , por exemplo, podridáo-negra em raíz (Calonectria crotalariae), podridáo seca (Macrophomina phaseolina), mancha-de-fusarium, podridáo radicular, e podridáo de vagem e colarinho (Fusarium oxysporum, Fusarium orthoceras, Fusarium semitectum, Fusarium equiseti), podridáo radicular por mycolepto-discus (Mycoleptodiscus terrestris), neocosmospora (Neocosmopspora va-sinfecta), murchidáo da vagem e do caule (Diaporthe phaseolorum), cancro do caule (Diaporthe phaseolorum var. caulivora), podridáo por phytophthora (Phytophthora megasperma), podridáo-marrom do caule (Phialophora grega-ta), podridáo por pythium (Pythium aphanidermatum, Pythium irregulare, Py-thium debaryanum, Pythium myriotylum, Pythium ultimum), podridáo da raíz, decaimento de caule, e tombamento (Rhizoctonia solani), decaimento de caule por (Sclerotinia sclerotiorum), murchidáo por (Sclerotinia rolfsii), podridáo da raiz por thielaviopsis (Thielaviopsis basicola).
As substancias ativas, de acordo com a invenpáo, também apre-sentam urna agáo intensamente fortificante em plantas. Eias sáo adequadas para mobilizar defesas intrínsecas de plantas contra o ataque por microorganismos indesejados.
No presente contexto, substancias (indutoras de resistencia) fortalecedoras de planta devem ser entendidas como aqueles materiais que sáo capazes de estimular o sistema de defesa de plantas de forma que as plantas tratadas, em subsequente inoculagáo de micro-organismos indese-jados, apresentem urna extensa resisténcia a esses micro-organismos.
No presente caso, entende-se por micro-organismos indeseja-dos bactérias, virus e fungos fitopatogénicos. As substáncias, de acordo com a invengáo, podem assim ser utilizadas para proteger plantas contra o ataque dos patógenos nocivos mencionados durante um certo período de tempo, após o tratamento. O período de tempo dentro do qual essa protegáo é conferida se estende em geral de 1 a 10 dias, preferivelmente de 1 a 7 días, após o tratamento das plantas com as substáncias ativas. O fato de as substáncias ativas serem bem-toleradas por plantas ñas concentrares necessárias para combater as doengas de planta torna possível o tratamento de partes áreas de plantas, de material de propagado e semente, assim como do solo.
Neste caso, as substáncias ativas de acordo com a invenga0 podem ser utilizadas particularmente com éxito no combate a doengas de cereais, tais como, por exemplo, espécies Puccinia, e doengas em viticultura e no cultivo de frutos e vegetáis, tais como, por exemplo, espécies Botrytis, Venturia ou Alternaría.
As substáncias ativas, de acordo com a invengáo, também sao adequadas para aumentar o rendimento de culturas. Além disso, elas sao de baixa toxicidade e sao bem toleradas por plantas.
As substáncias ativas, de acordo com a invengáo, também podem ser opcionalmente utilizadas, em concentragóes específicas e quanti-dades de aplicagáo, como herbicidas, para interferir no crescimento de plantas e para combater pestes animáis. Elas podem ser opcionalmente também usadas como produtos intermediários e precursores da síntese de outras substáncias ativas.
Todas as plantas e partes de plantas podem ser tratadas de a-cordo com a invengáo. Entende-se por plantas neste caso todas as plantas e populagóes de plantas, tais como plantas selvagens desejadas ou indeseja-das ou plantas de cultivo (incluindo naturalmente plantas de cultura que sur-girem). Plantas de cultivo podem ser plantas que podem ser obtidas por me- Ihoramento genético convencional e métodos de otimizagao ou por métodos de engenharia biotecnológica ou genética ou combinares desses métodos, incluindo as plantas transgénicas e incluindo cultivares de plantas que po-dem ou nao ser protegidos por certificados de reprodutores de plantas. En-tende-se por partes de plantas todas as partes e órgáos das plantas aéreos e subterráneos, tais como broto, folha, flor e raíz, podendo ser mencionados como exemplos folhas, hastes, caules, troncos, flores, polpas de fruta, frutas e sementes e também raízes, tubérculos e rizomas. Partes de plantas tam-bém incluem material cultivado e material vegetativo e generativo, por e-xemplo, sementeiras, tubérculos, rizomas, entalhos e sementes. O tratamento das plantas e partes de plantas, de acordo com a invengáo, com as combinagoes de substáncia ativa é feita diretamente ou permitindo que os compostos ajam em seu meio ambiente, habitat ou área de armazenagem, de acordo com métodos de tratamento usuais, por exem-plo, por imersáo, pulverizado, evaporado, atomizado, dispersáo, aplica-gao de camada e, no caso de material de propagagáo, em particular no caso de sementes, também por meio de revestimento mono ou multicamada. Micotoxinas Além disso, é possível, através do tratamento de acordo com a invengáo, reduzir o teor de micotoxina em culturas colhidas e os géneros alimenticios preparados com elas. Neste caso, é feita referencia particularmente, mas nao exclusivamente, as seguintes micotoxinas: deoxinivalenol (DON), nivalenol, 15-Ac-DON, 3-Ac-DON, toxina T2 e HT2, fumonisinas, ze-aralenona, moniliformina, fusarina, diacetoxiscirpenol (DAS), beauvericina, eniatina, fusaroproliferina, fusarenol, ocratoxinas, patulina, alcaloides de er-gotina e aflatoxinas, que podem ser causadas, por exemplo, pelos seguintes fungos: Fusarium spec., tais como Fusaríum acuminatum, F. avenaceum, F. crookwellense, F. culmorum, F. graminearum (Gibberella zeae), F. equiseti, F. fujikoroi, F. musarum, F. oxysporum, F. proliferatum, F. poae, F. pseudo-graminearum, F. sambucinum, F. scirpi, F. semitectum, F. solani, F. sporotri-choides, F. langsethiae, F. subglutinans, F. tricinctum, F. verticillioides, e ou-tros, assim como pelo Aspergillus spec., Penicillium spec., Claviceps purpu- rea, Stachybotrys spec., e outros.
Proteqao de material Em protejo de material, as substáncias, de acordo com a invengáo, podem ser usadas para a protegáo de materiais industriáis contra o ataque e destruigáo por micro-organismos indesejados.
Entende-se por materiais industriáis no presente contexto como materiais nao viventes que foram preparados para aplicado na indústria. Por exemplo, materiais industriáis que devem ser protegidos através de substáncias ativas de acordo com a invengáo contra destruigáo ou alteragáo microbiana, podem ser adesivos, colas, papéis e papeláo, tecidos, couros, lá, pinturas artigos plásticos, lubrificantes trios e outros materiais que podem ser atacados ou destruidos por micro-organismos. No contexto dos materiais, que devem ser protegidos, é feita mengáo a partes de plantas de produ-gáo, por exemplo, circuitos de água fríos, que podem ser atetados prejudicialmente pela proliferagáo de micro-organismos. No contexto da presente invengáo, é feita preferivelmente mengáo, como materiais industriáis, de a-desivos, colas, papéis e papeláo, couros, lá, pinturas, lubrificantes fríos e líquidos de transferéncia de calor, particularmente preferivelmente de lá.
Exemplos que podem ser mencionados de micro-organismos que podem decompor ou modificar materiais industriáis sáo bactérias, fungos, leveduras, algas e organismos de lodo. As substáncias ativas, de acor-do com a invengáo, sáo preferivelmente ativas contra fungos, particularmente contra mofos, fungos descorantes da lá e destruidores de la (Basidiomice-tos), e contra organismos de lodo e algas. A título de exemplo é feita referencia a micro-organismos dos seguintes géneros: Alternaría, tais como Alternaría tenuis, Aspergillus, tais como Aspergillus niger, Chaetomium, tais como Chaetomium globosum, Coniophora, tais como Coniophora puetana, Lentinus, tais como Lentinus tigrínus, Penicillium, tais como Penicillium glaucum, Polyporus, tais como Polyporus versicolor, Aureobasidium, tais como Aureobasidium pullulans, Sclerophoma, tais como Sclerophoma pityophila, Trichoderma, tais como Trichoderma viride, Escherichia, tais como Escheríchia coli, Pseudomonas, tais como Pseudomonas aeruginosa, Staphylococcus, tais como Staphylococcus aureus.
Formulacóes A presente invengáo se refere a urna composigáo para o combate de micro-organismos indesejados, compreendendo pelo menos urna das tiadiazoliloxifenilamidinas, de acordo com a ¡nvengáo.
As tiadiazoliloxifenilamidinas, de acordo com a invengo, podem para tal finalidade, dependendo de suas respectivas propriedades físicas e/ou químicas, ser convertidas ñas formulagóes padráo, tais como, solugóes, emulsóes, suspensóes, pós, espumas, pastas, gránulos, aerossóis, encap-sulagóes mito finas em substáncias poliméricas e em materiais de revestimiento para semente, assim como formulagoes de ULV de névoa fría e quente.
Essas formulagóes sao preparadas de modo conhecido, por e-xemplo, pela mistura das substáncias ativas com extensores, que sao solventes líquidos, gases liquefeitos sob pressáo e/ou portadores sólidos, opcionalmente com o uso de agentes ativos na superficie, que sao emulsifican-tes e/ou dispersantes e/ou agentes formadores de espuma. Neste caso do uso de água como extensor, podem ser empregados, por exemplo, solventes orgánicos como cossolventes. Solventes líquidos possíveis sao básicamente: hidrocarbonetos aromáticos, tais como xileno, tolueno ou alquilnafta-lenos, hidrocarbonetos aromáticos clorados ou hidrocarbonetos alifáticos clorados, tais como clorobenzenos, cloroetilenos ou cloreto de metileno, hidrocarbonetos alifáticos, tais como ciclo-hexano ou parafinas, por exemplo, fragóes de petróleo, alcoóis, tais como butanol ou glicol, e os éteres e éste-res destes, cetonas, tais como acetona, metil etil cetona, metil isobutil cetona ou cicio-hexanona, solventes fortemente polares, tais como dimetilformamida e sulfóxido de dimetila, assim como água. Extensores gasosos liquefeitos ou portadores devem ser entendidos como aqueles líquidos que se encontram na forma de gás sob temperatura padráo e sob pressáo padráo, por exem-plo, propelentes em aerossol, tais como hidrocarbonetos halogenados e butano, propano, nitrogénio e dióxido de carbono. Possíveis portadores sólidos sao, por exemplo, minerais naturais triturados, tais como caulim, térras argi-losas, talco, gredas, quartzo, atapulgita, montmorilonita ou térra de diatomá-cea, pós de pedra sintéticos tais como ácido silícico finamente dividido, alumina e silicatos; portadores sólidos adequados para gránulos sao: por e-xemplo pedras naturais trituradas e fracionadas tais como calcita, mármore, pedra-pomes, sepiolita e dolomita, ou aínda gránulos sintéticos de farinha de milho orgánica ou inorgánica, e gránulos de material orgánico tais como ser-ragem, cascas de coco, sabugos de milho e talos de tabaco; emulsificantes adequados e/ou formadores de espuma sao: por exemplo emulsificantes nao iónicos e aniónicos tais como ésteres de ácido graxo polioxietileno, éteres de ácido graxo polioxietileno, por exemplo alquilaril poliglicol éteres, alquilsulfo-natos, alquil sulfatos, arilsulfonatos, ou aínda hidrolisados de proteína; dispersantes adequados sao: por exemplo líquidos residuais de lignossulfito e metilcelulose.
Agentes adesivos tais como carboximetilcelulose e polímeros naturais e sintéticos na forma de pós, gránulos ou látices, tais como goma arábica, álcool polivinílico e acetato polivinílico, ou aínda fosfolipídios naturais tais como cefalinas e lecitinas e fosfolipídeos sintéticos podem ser usados ñas formulagoes. Outros possíveis aditivos sao óleos minerais e vegetáis. É possível usar corantes tais como pigmentos inorgánicos, por exemplo, óxido de ferro, óxido de titánio, azul da Prússia, e corantes orgánicos tais como corantes alizarina, corantes azo e corantes ftalocianina metálicos, tragos de nutrientes tais como sais de ferro, manganés, boro, cobre, cobalto, molibdénio e zinco.
As formulagoes geralmente compreendem entre 0,1 e 95% em peso de composto ativo, preferivelmente entre 0,5 e 90%.
As formulagóes descritas acima podem ser usadas em um método, de acordo com a invengáo, para o combate de micro-organismos inde-sejados, sendo que as tiadiazoliloxifenilamidinas, de acordo com a invengáo, sao aplicadas aos micro-organismos e/ou ao habitat destes.
Tratamento de semente O combate de fungos fitopatogénicos através do tratamento da semente de plantas é conhecido há muito tempo, e é objeto de continuos aperfeigoamentos. Porém, urna série de problemas surge no tratamento de semente, que nem sempre podem ser satisfatoriamente solucionados. Assim sendo, é necessário desenvolver métodos para proteger a semente e a planta germinante que tornam supérfluo ou pelo menos reduzem drásticamente a aplicagáo adicional de composigóes fitoprotetoras após a semeadura ou a-pós a emergéncia das plantas. E, além disso, é necessário otimizar a quan-tidade da substancia ativa utilizada, de forma que seja conferida á semente e á planta germinante a protegáo melhor possível contra o ataque por fungos fitopatogénicos sem porém que a substancia ativa utilizada danifique a planta propriamente dita. Particularmente, métodos para o tratamento de semen-te também devem incluir as propriedades fungicidas intrínsecas de plantas transgénicas a fim de obter urna protegáo ideal da semente e da planta germinante com um mínimo de aplicagáo de composigóes fitoprotetoras. A presente invengáo, por isso, se refere particularmente a um método para a protegáo de semente e plantas germinantes contra o ataque por fungos fitopatogénicos, através do tratamento da semente com urna composigáo de acordo com a invengáo. A invengáo também se refere ao uso das composigóes, de acor-do com a invengáo, para o tratamento de semente e das plantas germinantes contra os fungos fitopatogénicos.
Além disso, a invengáo se refere á semente que foi tratada com a composigáo de acordo com a invengáo a fim de protegé-la contra fungos fitopatogénicos.
Urna das vantagens da presente invengáo é que devido as propriedades sistémicas particulares das composigóes, de acordo com a inven- gao, o tratamento da semente com essas composigóes nao apenas protege a semente propriamente dita contra fungos fitopatogénicos, mas também protege as plantas déla resultantes após a emergencia contra fungos fitopatogénicos. Desse modo, pode-se dispensar o tratamento ¡mediato da cultura na época da semeadura ou logo depois dele.
Também se deve considerar vantajoso o fato de as misturas de acordo com a invengáo poderem particularmente ser usadas com semente transgénica.
As composigóes, de acordo com a invengáo, sao adequadas para a protegáo de semente de qualquer variedade de planta utilizada em agricultura, na estufa, em florestas ou em horticulturas. A semente em ques-táo, neste caso, é particularmente semente de cereais (tais como trigo, ce-vada, centeio, milho miúdo e aveia), milho, algodáo, feijáo de soja, arroz, batatas, girassóis, feijáo, café, beterraba (por exemplo beterraba sacarina e beterraba forrageira), amendoim, bagago de semente oleaginosa, cañóla e vegetáis (tais como tomates, pepinos, cebólas e alface), grama e plantas ornamentáis. O tratamento de semente e cereais (tais como trigo, cevada, arroz e aveias), batatas, feijáo de soja e arroz é de particular importáncia.
No contexto da presente invengáo, a composigáo, de acordo com a invengáo, é aplicada á semente seja isoladamente ou em urna formu-lagáo adequada. Preferivelmente, a semente é tratada em um estado que é suficientemente estável para evitar danos durante o tratamento. Em geral, a semente pode ser tratada em qualquer momento entre a colheita e semeadura. A semente usualmente usada foi separada da planta e liberada de sabugos, cascas, talos, peles, fiapos e polpas dos frutos. Assim, por exemplo, é possível usar semente que foi cultivada, limpa e seca para o teor de umi-dade abaixo de 15% em peso. Alternativamente, também é possível usar semente que, após secagem, foi tratada, por exemplo, com água e depois seca novamente.
No tratamento da semente, é preciso observar atentamente em geral que a quantidade da composigáo, de acordo com a invengáo, aplicada á semente e/ou a quantidade de outros aditivos e/sáo escolhidos de tal for- ma que a germinagáo da semente nao seja desventajosamente atetada, ou que a planta resultante nao seja danificada. No caso dos compostos ativos, o que importa é que eles apresentem efeitos fitotóxicos em certas taxas de aplicagáo.
As composigóes, de acordo com a ¡nvengáo, podem ser direta-mente aplicadas, isto é, sem compreender outros componentes e sem terem sido diluidas. Em geral, é preferível aplicar as composigóes á semente na forma de urna formulagao adequada. Formulagóes adequadas e métodos para o tratamento de semente sao conhecidos pelo versado na técnica e sao descritos, por exemplo, nos seguintes documentos: US 4.272.417 A, US 4.245.432 A, US 4.808.430 A, US 5.876.739 A, US 2003/0176428 A1, WO 2002/080675 A1, WO 2002/028186 A2.
As combinagóes de substáncia ativa que podem ser utilizadas, de acordo com a invengáo, podem ser convertidas ñas formulagóes de tratamento de semente convencionais, tais como solugóes, emulsóes, suspen-sóes, pós, espumas, lamas ou outros materiais de revestimento para semen-te, assim como formulagóes de ULV.
Essas formulagóes sao preparadas de forma convencional através da mistura das substáncias ativas ou combinagóes de substáncias ativas com aditivos convencionais, tais como, por exemplo, extensores convencionais assim como solventes ou diluentes, corantes, agentes umectantes, dispersantes, emulsificantes, agentes antiespumantes, conservantes, espes-santes secundários, adesivos, giberelinas assim como água.
Corantes adequados que podem estar presentes ñas formulagóes de tratamento de semente que podem ser utilizadas de acordo com a invengáo, compreendem todos os corantes convencionais para tal finalidade. Neste caso, podem ser empregados tanto pigmentos, que sao levemente solúveis em água, e tintas, que sao solúveis em água. A título de exemplo, é feita referéncia aos corantes conhecidos sob as descrigóes Rhodamine B, C.l. Pigment Red 112 e C.l. Solvent Red 1.
Possíveis agentes umectantes que podem estar presentes ñas formulagóes de tratamento de semente que podem ser utilizadas de acordo com a invengáo compreendem todas as substáncias que promovem a umec-tagáo e sao convencionais na formulagáo de substáncias ativas agroquími-cas. Sao preferivelmente empregados alquilnaftalenossulfonatos, tais como di-isopropil- ou di-isobutilnaftalenossulfonatos.
Dispersantes adequados e/ou emulsificantes que podem estar presentes ñas formulagóes de tratamiento de semente que podem ser empregadas de acordo com a invengáo, compreendem todos os dispersantes náo iónicos, aniónicos e catiónicos convencionais na formulagáo de substáncias ativas agroquímicas. Sáo preferivelmente utilizados dispersantes náo iónicos, ou aniónicos ou misturas de dispersantes náo iónicos ou aniónicos. É feita referencia particularmente, como dispersantes náo iónicos adequados, a polímeros em bloco de óxido de etileno /óxido de propileno, alquilfenol poliglicol éteres assim como triestirilfenol poliglicol éteres, e os derivados fosfatados e sulfatados destes. Dispersantes aniónicos adequados sáo particularmente lignossulfonatos, sais de ácido poliacrílico e condensados de arilsulfonato/formaldeído.
Agentes antiespumantes que podem estar presentes ñas formu-lagóes de tratamiento de semente que podem ser utilizadas de acordo com a invengáo, compreendem todas as substáncias inibidoras de espuma convencionais na formulagáo de substáncias ativas agroquímicas. Sáo preferivelmente utilizados agentes antiespumantes e estearato de magnésio.
Como conservantes podem estar presentes ñas formulagóes de tratamento de semente utilizadas de acordo com a invengáo, todas as substáncias que podem ser utilizadas em composigóes agroquímicas para tal finalidade. Pode-se mencionar a título de exemplo diclorofeno e benzil álcool hemiformal.
Como agentes espessantes secundários podem estar presentes ñas formulagóes de tratamento de semente utilizadas de acordo com a invengáo, todas as substáncias que podem ser usadas em composigóes agro-químicas para tais propósitos. Sáo preferivelmente adequados derivados de celulose, derivados de ácido acrílico, xantana, argilas modificadas e sílica altamente dispersada.
Como possíveis adesivos podem estar presentes ñas formula-góes de tratamento de semente utilizadas de acordo com a invengáo todos os ligantes convencionais que podem ser usados nos tratamentos de semente. Pode-se mencionar preferivelmente polivinilpirrolidona, polivinil acetato, polivinil álcool e tilose.
Possíveis giberelinas que podem estar presentes ñas formula-goes de tratamento de semente que podem ser utilizadas de acordo com a invengáo, compreendem preferivelmente giberelinas Α1, A3 (= ácido giberé-lico), A4 e A7; é preferivelmente utilizado ácido giberélico. Giberelinas sao conhecidas (cf. R. Wegler, "Chemie der Pflanzenschutz- und Schádlingsbe-kámpfungsmittel" [Chemistry of Plant Protection and Pest Control Agents], Vol. 2, Springer Verlag, 1970, pp. 401-412).
As formulagoes de tratamento de sementes que podem ser usadas de acordo com a invengáo podem ser usadas, seja ¡mediatamente ou após prévia diluigáo com água, para o tratamento de semente das mais variadas espécies. Desse modo, os concentrados ou as composigóes que podem ser obtidas a partir destes mediante diluigáo com água podem ser usados para o tratamento da semente de cereais, tais como trigo, cevada, cen-teio, cevadas e triticale, assim como a semente de milho, arroz, colza, ervi-Ihas, feijóes, algodáo, girassóis e beterraba, ou também de semente de vegetal das mais variadas espécies. As formulagoes de tratamento de semente que podem ser usadas de acordo com a invengáo ou as composigóes diluidas destas também podem ser usadas para o tratamento de semente de plantas transgénicas. Neste caso, os efeitos sinergísticos adicionáis também podem ocorrer em interagáo com as substáncias formadas por expressáo.
Todos os dispositivos de mistura que podem ser convencionalmente utilizados para o tratamento sáo adequados para o tratamento de semente com as formulagóes de tratamento de semente que podem ser usadas de acordo com a invengáo ou as composigóes preparadas destas mediante adigáo de água. Específicamente, o procedimento de tratamento é tal que a semente é introduzida em um misturador, a quantidade de formulagáo de tratamento de semente desejada é adicionada, seja como tal ou após prévia diluigáo com água, e misturada até a formulagáo ser uniformemente distribuida sobre a semente. Se necessário, é feita em seguida urna opera-gao de secagem. A taxa de aplicagáo das formulagóes de tratamento de semente que podem ser usadas de acordo com a invengáo pode ser variada dentro de urna margem relativamente ampia. Isso depende do respectivo conteúdo das substáncias ativas ñas formulagóes e na semente. As taxas de aplica-gao de combinagáo de substáncia ativa se situam em geral entre 0,01 e 15 g por quilograma de semente.
Mistura com fungicidas, bactericidas, acaricíelas, nematicidas ou inseticidas conhecidos As amidinas, de acordo com a invengáo, podem ser usadas como tais ou em suas formulagóes, também um urna mistura com fungicidas, bactericidas, acaricidas, nematicidas ou inseticidas conhecidos, para assim, por exemplo, ampliar o espectro de atividade ou para impedir o desenvolvimiento de resistencia.
Urna mistura com outras substáncias ativas conhecidas, tais como, herbicidas, ou com fertilizantes e reguladores do conhecimento, agentes protetores ou semioquímicos também é possível.
Além disso, os compostos da fórmula (I), de acordo com a invengáo, também apresentam atividades antimicóticas muito boas. Eles apre-sentam um espectro muito ampio de atividade antimicótica, particularmente contra dermatófitos e fungos semelhantes a leveduras, mofos e fungos difásicos (por exemplo, contra espécie Candida, tais como Candida albicans, Candida glabrata), assim como Epidermophyton floccosum, espécies Asper-gillus, tais como Aspergillus niger e Aspergillus fumigatus, espécies Tricho-phyton, tais como Trichophyton mentagrophytes, espécies Microsporon, tais como Microsporon canis e audouinii. A enumeragáo desses fungos nao representa de maneira nenhuma urna limitagáo quanto ao espectro micótico que pode ser incluido, mas possui apenas um caráter ilustrativo.
As tiadiazoliloxifenilamidinas, de acordo com a invengáo, podem ser usadas tanto em aplicagóes medicináis como em aplicagóes náo medici- nais.
As combinagóes de composto ativo podem ser empregadas como tais, na forma de suas formulagóes, ñas formas de aplicagáo preparadas a partir destas, tais como solugóes prontas para uso, suspensóes, pós ato-mizáveis, pastas, pós solúveis, agentes polvilhantes e gránulos. Eles sao aplicados de maneira usual, por exemplo, por rega, atomizagáo, pulveriza-gao, espalhamento, espumagáo, aplicagáo de demáo ou similar. Além disso, é possível aplicar os compostos ativos pelo método de volume ultrabaixo, ou para injetar a preparagáo de composto ativo ou o próprio composto ativo no solo. A semente das plantas também pode ser tratada.
Quando as tiadiazoliloxifenilamidinas, de acordo com a inven-gao, sao usadas como fungicidas, as taxas de aplicagáo podem ser variadas dentro de urna faixa relativamente ampia dependendo do tipo de aplicagáo. No tratamento de partes da planta, as taxas de aplicagáo do composto ativo, em geral situam-se entre 0,1 e 10 000 g/ha, preferivelmente entre 10 e 1000 g/ha. Para o tratamento de semente, as taxas de aplicagáo de composto ativo em geral situam-se entre 0,001 e 50 g por quilograma de semente, preferivelmente entre 0,01 e 10 g por quilograma de semente. Para o tratamento do solo, as taxas de aplicagáo de composto ativo em geral situam-se entre 0,1 e 1000 g/h, preferivelmente entre 1 e 5000 g/h.
Como já citado acima, todas as plantas e as partes destas podem ser tratadas de acordo com a invengáo. Em urna forma de concretiza-gáo preferida, espécies de planta e variedades de planta que ocorrem no deserto ou sáo obtidas por métodos de melhoramento genético biológicos convencionais, tais como fusáo de protoplasto ou de cruzamiento, e partes do mesmo. Em urna outra concretizagáo preferida. Sáo tratadas plantas transgénicas e cultivares de plantas obtidas por métodos de engenharia genética, opcionalmente em combinagáo com métodos convencionais (Organismo Modificado Genéticamente), e partes das mesmas. Os termos "partes" e partes de plantas" foram acima esclarecidos. GMOs O método de tratamento, de acordo com a invengáo, pode ser usado no tratamento de organismos genéticamente modificados (GMOs), por exemplo plantas ou sementes. Plantas genéticamente modificadas (ou plantas transgénicas) sáo plantas ñas quais um gene heterólogo foi integrado estavelmente no genoma. A expressáo "gene heterólogo" significa es-sencialmente um gene que é preparado ou montado fora da planta e quando introduzido no genoma nuclear, cloroplástico ou mitocondrial confere á planta transformada novas propriedades agronómicas ou propriedades agronómicas melhoradas ou outras propriedades pela expressáo de urna proteína ou polipeptídeo de interesse ou pela infrarregulagáo ou silenciamento de outro(s) gene(s) que estáo presentes na planta (pelo uso, por exemplo, da tecnología antissenso, tecnología de cossupressáo ou interferéncia de RNA - tecnología RNAi). Um gene heterólogo que se encontra no genoma tam-bém é chamado de transgene. Um transgene, definido por sua localizagáo específica no genoma da planta, é chamado de urna transformagáo ou evento transgénico.
Dependendo das espécies de planta ou cultivares de planta, sua localizagáo e condigóes de crescimento (solos, clima, períodos de vegeta-gao, dieta), o tratamento, de acordo com a invengáo pode também resultar em efeitos superaditivos ("sinergísticos"). Assim sáo possíveis, por exemplo, taxas de aplicagáo reduzidas e/ou aumento na atividade de substáncias e composigóes que podem ser usadas, de acordo com a invengáo, melhor crescimento da planta, tolerancia aumentada a temperaturas elevadas e bai-xas, aumento de tolerancia á estiagem ou teor de água ou de sal no solo, desempenho maior de florescéncia, colheita mais fácil, maturagáo acelerada, aumento dos produtos de colheita, melhor qualidade e/ou um valor nutrido-nal mais elevado dos produtos de colheita, melhor estabilidade de estoca-gem e/ou processabilidade dos produtos colhidos, que ultrapassam os efeitos que atualmente eram de ser esperar. A certas taxas de aplicagáo, as combinagóes de substáncias ativas de acordo com a invengáo também podem apresentar um efeito de fortalecimento em plantas. Correspondentemente, elas sáo adequadas para mobilizar o sistema de defesa da planta contra o ataque de fungos fitopato- génicos ¡ndesejados e/ou micro-organismos e/ou virus. Desse modo, se ne-cessário, pode ser urna das razóes para a atividade intensificada das combinables de acordo com a invenbáo, por exemplo contra fungos. Substáncias (indutoras de resistencia-) de fortalecimento de plantas devem ser entendidas, no presente contexto, como aquelas substáncias ou combinabóes de substáncias que sao capazes de estimular o sistema de defesa de plantas de tal modo que, quando em seguida inoculadas com fungos fitopatogénicos ¡ndesejados e/ou micro-organismos e/ou virus, as plantas tratadas apresen-tam um grau de resistencia significativo em relabáo a esses fungos fitopatogénicos ¡ndesejados e/ou micro-organismos e/ou virus. No presente caso, fungos fitopatogénicos ¡ndesejados, e/ou micro-organismos e/ou virus devem ser entendidos como fungos fitopatogénicos, bactérias e virus. Desse modo, a substáncia de acordo com a invenbáo pode ser empregada para proteger plantas contra o ataque por patógenos acima mencionados dentro de um determinado período de tempo após o tratamento. O período de tempo dentro do qual a protegáo é eficaz, se estende em geral de 1 a 10 dias, preferivelmente de 1 a 7 dias, após o tratamento das plantas com as substáncias ativas.
Plantas e cultivares de planta que sao preferivelmente tratados de acordo com a invenbáo incluem todas as plantas que apresentam material genético que confere características ventajosas específicas, úteis a estas plantas (sejam obtidas por melhoramento genético e/ou meios biotecnológi-cos).
Plantas e cultivares de planta que também sáo preferivelmente tratados de acordo com a invenbáo sáo resistentes contra um ou mais es-tresses bióticos, ou seja, as ditas plantas mostram urna defesa melhor contra pestes animáis e microbianas, tais como contra nematódeos, insetos, áca-ros, fungos fitopatogénicos, bactérias, virus e/ou viroides.
Plantas e cultivares de planta que também podem ser tratados de acordo com a invenbáo sao aquelas plantas que sáo resistentes a um ou mais estresses abióticos. Condibóes de estresse abiótico podem incluir, por exemplo, seca, exposibáo a temperaturas baixas, exposibáo ao calor, es- tresse osmótico, inundaqáo, salinidade do solo aumentada, exposiqao mineral aumentada, exposipáo ao ozónio, exposigáo á iluminagáo, disponibilidade limitada de nutrientes de nitrogénio, disponibilidade limitada de nutrientes de fósforo, evitar sombra.
Plantas e cultivares de planta que também podem ser tratados de acordo com a ¡nven^áo sao aquelas plantas caracterizadas por características de rendimento otimizado. Rendimiento aumentado ñas ditas plantas pode ser o resultado de, por exemplo, fisiología, crescimento e desenvolvimiento de planta melhorados, tais como eficiencia no uso de água, eficiencia em reten^áo de água, uso de nitrogénio melhorado, assimilagáo de carbono intensificada, fotossíntese melhorada, eficiencia em germinagao aumentada e maturagáo acelerada. Além disso, o rendimento pode ser atetado pela ar-quitetura da planta melhorada (sob condigóes de estresse e nao estresse), incluindo florescimento prematuro, controle de florescimento para produgáo de semente híbrida, vigor de semeadura, tamanho da planta, número internodal e distáncia internodal, crescimento de raiz, tamanho da semente, tamanho do fruto, tamanho da vagem, número de vagem ou espiga, número de sementes por vagem ou espiga, massa de semente, carga de semente aumentada, redugáo de queda de de semente, diminuigáo da deterioragáo de vagens e estabilidade. Outras características de rendimento incluem composigáo da semente, tais como teor de carboidrato, conteúdo de proteína, teor e composigáo de óleo, valor nutricional, redugáo em compostos an-tinutricionais, processabilidade melhorada e melhor estabilidade á armaze-nagem.
Plantas que podem ser tratadas de acordo com a invengáo sao plantas híbridas que já expressam as características de heterose ou vigor híbrido que resulta em geral em rendimento mais elevado, maior vigor, saú-de e resistencia em relagao a fatores de estresse biótico e abiótico. Tais plantas sao típicamente produzidas por cruzamento em linhagem-máe macho-estéril inata (linhagem máe fémea) com outra linhagem máe macho-estéril inata (linhagem máe macho). Semente híbrida é típicamente colhida das plantas macho-estéril e vendidas a agricultores. Plantas macho-estéril algumas vezes (por exemplo, em milho) podem ser produzidas por despen-doamento (ou seja, a remogáo mecánica dos orgáos reprodutivos masculinos ou flores macho), porém, mais típicamente, macho-esterilidade é o resultado de determinantes genéticos no genoma da planta. Neste caso, e especialmente quando a semente é o produto desejado que deve ser colhido das plantas híbridas, é típicamente útil assegurar que macho-fertilidade em plantas híbridas que contém os determinantes genéticos responsáveis por macho-esterilidade é totalmente restaurada. Pode-se assegurar que os genitores masculinos apresentam genes restauradores de fertilidade apropriados que sao capazes de restaurar a macho-fertilidade em plantas híbridas que contém os determinantes genéticos responsáveis por macho esterilidade. Determinantes genéticos para macho-esterilidade podem estar localizados no citoplasma. Exemplos de macho-esterilidade citoplásmica (CMS) foram, por exemplo, descritos em espécies Brassica (WO 1992/005251, WO 1995/009910, WO 1998/27806, WO 2005/002324, WO 2006/021972 e US 6 229 072). Porém, determinantes genéticos para macho-esterilidade podem também estar localizados no genoma nuclear. Plantas macho-estéreis tam-bém podem ser obtidas por métodos de biotecnología, tais como engenharia genética. Um meio particularmente útil de obtengáo de plantas macho-estéreis é descrito na publicagáo WO 89/10396 na qual, por exemplo, urna ribonuclease, tal como barnase, é seletivamente expressa ñas células do tapete nos estames. A fertilidade pode ser restaurada pela expressáo ñas células de tapete de um inibidor de ribonuclease, tais como barstar (por e-xemplo WO 1991/002069).
Plantas ou cultivares de planta (obtidos por métodos biotecnoló-gicos de planta tais como engenharia genética) que podem ser tratados de acordo com a invengao, sao plantas herbicida-tolerantes, ou seja, plantas feitas tolerantes em relagáo a um ou mais determinados herbicidas. Tais plantas podem ser obtidas seja por transformagáo genética, ou por selegáo de plantas contendo urna mutagáo que proporciona tal tolerancia a herbicida.
Plantas tolerantes a herbicidasáo, por exemplo, plantas glifosa-to-tolerantes, ou seja, plantas feitas tolerantes em relagáo a glifosato herbi- cida ou a seus sais. Por exemplo, plantas glifosato-tolerantes podem ser ob-tidas pela transformagáo da planta com um gene que codifica a sintase da enzima 5-enoipiruvilshiquimato-3-fosfato (EPSPS). Exemplos de tais genes EPSPS sao o gene AroA (mutante CT7) da bacteria SalmoneUa typhimurium (Comai et al., Science (1983), 221, 370-371), o gene CP4 da bactéria Agro-bacterium sp. (Barry et al., Curr. Topics Plant Physiol. (1992), 7, 139-145), os genes que codificam a EPSPS de petunia (Shah et al., Science (1986), 233, 478-481), um EPSPS de tomate (Gasser et al., J. Biol. Chem. (1988), 263, 4280-4289) ou um EPSPS de eleusina (WO 2001/66704). Também pode ser um mutante de EPSPS conforme descrito, por exemplo, na publicagáo EP-A 0837944, WO 2000/066746, WO 2000/066747 ou WO 2002/026995. Plantas glifosato-tolerantes também sao obtidas pela expressáo de um gene que codifica urna enzima glifosato oxidorredutase conforme descrito na publicagáo US 5 776 760 e US 5 463 175. Plantas glifosato-tolerantes também podem ser obtidas pela expressáo de um gene que codifica urna enzima glifo-sato acetil transferase conforme descrito em, por exemplo, WO 2002/036782, WO 2003/092360, WO 2005/012515 e WO 2007/024782. Plantas glifosato-tolerantes também podem ser obtidas contendo mutagóes que ocorrem naturalmente dos genes acima referidos, conforme descrito, por exemplo, na publicagáo WO 2001/024615 ou WO 2003/013226.
Outras plantas herbicida-resistentes sáo, por exemplo, plantas que sáo feitas tolerantes em relagáo a herbicidas que inibem a enzima glutamina sintase, tais como bialafos, fosfinotricina ou glufosinato. Tais plantas podem ser obtidas pela expressáo de urna enzima que desintoxica o herbicida ou um mutante da enzima glutamina sintase que é resistente á inibigáo. Urna enzima de agáo desintoxicante eficaz desse tipo é urna enzima que codifica urna fosfinotricina acetiltransferase (tal como a proteína bar ou pat da espécie Streptomyces). Plantas que expressam urna fosfinotricina acetiltransferase exógena sáo, por exemplo, descritas nos documentos US 5 561 236; US 5 648 477; US 5 646 024; US 5 273 894; US 5 637 489; US 5 276 268; US 5 739 082; US 5 908 810 e US 7 112 665.
Outras plantas tolerantes a herbicida também sáo plantas que sao feitas tolerantes em relagáo a herbicidas que inibem a enzima hidroxife-nilpiruvatodioxigenase (HPPD). Hidroxifenilpiruvatodioxigenases sao enzimas que catalisam a reagáo na qual para-hidroxifenilpiruvato (HPP) é transformado em homogentisato. Plantas tolerantes a inibidores de HPPD podem ser transformadas com um gene que codifica urna enzima HPPD resistente que ocorre naturalmente ou um gene que codifica um muíante da enzima HPPD conforme descrito na publicagáo WO 1996/038567, WO 1999/024585 e WO 1999/024586. Tolerancia a inibidores de HPPD também pode ser obti-da pela transformagáo de plantas com genes que codificam determinadas enzimas que capacitam a formagáo de homogentisato apesar da inibigao da enzima HPPD nativa através do inibidor de HPPD. Tais plantas e genes sao descritos nos documentos WO 1999/034008 e WO 2002/36787. Tolerártela de plantas a inibidores de HPPD também podem ser melhorados pela transformado de plantas com um gene que codifica urna enzima prefenato desi-drogenase além de um gene que codifica urna enzima tolerante a HPPD, conforme descrito na publicagáo WO 2004/024928.
Outras plantas resistentes a herbicida sao plantas que sao feitas tolerantes em rela^áo a inibidores de acetolactato sintase (ALS). Inibidores de ALS conhecidos incluem, por exemplo, sulfonilureia, imidazolinona, tria-zolopirimidinas, pirimidiniloxi(tio)benzoatos e/ou herbicidas sulfonilaminocar-boniltriazolinona. Muta?óes diferentes na enzima ALS (também conhecida como acetohidroxiácido sintase, AHAS) sao conhecidas para conferir tolerancia a diferentes herbicidas e grupos de herbicidas, conforme descrito, por exemplo, em Tranel and Wright, Weed Science (2002), 50, 700-712, também em US 5 605 011, US 5 378 824, US 5 141 870 e US 5 013 659. A produgáo de plantas tolerantes á sulfonilureia e plantas tolerantes á imidazolinona é descrita no documento US 5 605 011; US 5 013 659; US 5 141 870; US 5 767 361; US 5 731 180; US 5 304 732; US 4 761 373; US 5 331 107; US 5 928 937; e US 5 378 824; e na publicagáo internacional WO 1996/033270. Outras plantas tolerantes á imidazolinona também sao descritas, por exemplo, na publica9§o WO 2004/040012, WO 2004/106529, WO 2005/020673, WO 2005/093093, WO 2006/007373, WO 2006/015376, WO 2006/024351 e WO 2006/060634. Outras plantas tolerantes á sulfonilureia e imidazolinona também sao descritas, por exemplo, na publicagáo WO 2007/024782.
Outras plantas tolerantes á imidazolinona e/ou sulfonilureia po-dem ser obtidas pela mutagénese induzida, selegáo em culturas celulares na presenga de herbicida ou indugáo de mutagáo conforme descrito para feijóes de soja no documento US 5 084 082, para arroz no documento WO 1997/41218, para beterraba sacarina no documento US 5 773 702 e WO 1999/057965, para alface no documento US 5 198 599, ou para girassol no documento WO 2001/065922.
Plantas ou cultivares de planta (obtidos por métodos biotecnoló-gicos tais como engenharia genética) que podem também ser tratados de acordo com a invengáo sao plantas resistentes a inseto, ou seja, plantas fei-tas resistentes ao ataque por certos insetos-alvo. Tais plantas podem ser obtidas pela transformagáo genética ou pela selegáo de plantas que contém urna mutagáo que confere tal resistencia a insetos.
Urna "planta transgénica resistente a inseto", conforme aqui utilizada, incluí qualquer planta contendo pelo menos um transgene que com-preende urna sequéncia codificadora que codifica: 1) urna proteína cristal inseticida de Bacillus thuringiensis ou urna porgáo inseticida desta, tais como, as proteínas cristais inseticidas relacionadas por Crickmore et al., Microbiology and Molecular Biology Re-views (1998), 62, 807-813, atualizada por Crickmore et al. (2005) em Bacillus thuringiensis nomenclatura de toxina, online em: http://www.lifesci.sussex.ac.uk/Home/Neil_Crickmore/Bt/), ou porgóes inseticidas destas, por exemplo proteínas da proteína Cry classes CrylAb, CrylAc, Cry1F, Cry2Ab, Cry3Ae ou Cry3Bb ou porgóes inseticidas destas ou 2) urna proteína cristal Bacillus thuringiensis ou urna porgáo desta que é inseticida na presenga de urna segunda proteína cristal de Bacillus thuringiensis ou urna porgáo desta, tal como a toxina binária feita das proteínas cristais Cy34 e Cy35 (Moellenbeck et al., Nat. Biotechnol. (2001), 19, 668-72; Schnepf et al., Applied Environm. Microb. (2006), 71, 1765-1774); ou 3) urna proteína inseticida híbrida compreendendo partes de du- as proteínas cristais inseticidas diferentes de Bacillus thuríngiensis, tais como um híbrido das proteínas de 1) acíma ou um híbrido das proteínas de 2) acima, por exemplo a proteína Cry1A.105 produzida pelo milho MON98034 (WO 2007/027777); ou 4) urna proteína de qualquer urna da 1) a 3) acíma em que al-guns, particularmente de 1 a 10, aminoácidos foram substituidos por outro aminoácido para obter urna atividade inseticida maior em relagáo a espécies de inseto alvo, e/ou para ampliar a faixa de espécies de inseto alvo atetadas, e/ou por causa alteragóes introduzídas na codificagáo do DNA durante a clo-nagem ou transformagáo, tais como a proteína Cry3Bb1 em eventos do milho MON863 ou MON88017, ou a proteína Cry3A em evento de milho MIR 604; 5) urna proteína inseticida secretada de Bacillus thuríngiensis ou Bacillus cereus, ou urna porgáo inseticida desta, tais como as proteínas inseticidas vegetativas (VIP) relacionadas em http://www.lifesci.sussex.ac.uk/Home/Neil_Crickmore/Bt/vip.html, por exemplo, proteínas da classe VIP3Aa; ou 6) urna proteína secretada de Bacillus thuríngiensis ou Bacillus cereus que é inseticida na presenga de urna segunda proteína secretada de Bacillus thuríngiensis ou B. cereus, tais como a toxina binária feita das proteínas VIP1A e VIP2A (WO 1994/21795); 7) urna proteína inseticida híbrida, compreendendo partes de diferentes proteínas secretadas de Bacillus thuríngiensis ou Bacillus cereus, tais como um híbrido das proteínas em 1) acima ou um híbrido das proteínas em 2) acima; ou 8) urna proteína de qualquer urna de 1) a 3) acima sendo que alguns, particularmente de 1 a 10, aminoácidos sao substituidos por outro aminoácido para obter urna atividade inseticida maior em relagáo a espécies de inseto alvo atetadas, e/ou por causa de alteragóes introduzídas na codificagáo de DNA durante a clonagem ou transformagáo (enquanto a codifica-gao de urna proteína inseticida permanece), tais como a proteína VIP3Aa em evento de algodáo COT 102.
Naturalmente, urna planta transgénica resistente a inseto, conforme aqui utilizada, também incluí qualquer planta compreendendo urna combinagáo de genes que codificam as proteínas de qualquer urna das clas-ses acima de 1 a 8. Em urna forma de concretizagáo, urna planta resistente a inseto contém mais do que um transgene que codifica urna proteína de qualquer urna das classes acima de 1 a 8, para ampliar a faixa de espécies de inseto alvo atetadas ou para retardar o desenvolvimento de resistencia a inseto em relagáo a plantas pela utilizagáo de diferentes proteínas insetici-das á mesma espécie de inseto alvo, porém que apresentam um modo diferente de agáo, tais como ligagáo a diferentes sitios de ligagáo de receptor no inseto.
Plantas ou cultivares de planta (obtidos por métodos biotecnoló-gicos tais como engenharia genética) que podem ser tratados de acordo com a invengáo sao tolerantes ao estresse abiótico. Tais plantas podem ser obtidas pela transformagáo genética, ou pela selegáo de plantas contendo urna mutagáo que confere tal resisténcia a inseto. Plantas tolerantes ao estresse particularmente úteis incluem: a. plantas que contém um transgene capaz de reduzir a expres-sáo e/ou a atividade do gene poli(ADP-ribose)polimerase (PARP) ñas células de planta ou plantas conforme descrito no documento WO 2000/004173 ou EP 04077984.5 ou EP 06009836.5; b. plantas que contém um transgene que melhora a toleráncia ao estresse capaz de reduzir a expressao e/ou atividade dos genes PARG codificadores das plantas ou células de planta, conforme descrito por exemplo no documento WO 2004/090140; c. plantas que contém um transgene que melhora a toleráncia ao estresse, os quais codificam urna enzima funcional em plantas da via de bi-ossíntese de salvamento de nicotinamida adenina dinucleotídeo, incluindo nicotinamidase, nicotinato fosforribosiltransferase, mononucleotídeo adenil-transferase de ácido nicotínico, nicotinamida adenina dinucleotídeo sintetase ou nicotinamida fosforribosiltransferase, conforme descrito, por exemplo, no documento EP 04077624.7 ou WO 2006/133827 ou PCT/EP07/002433.
Plantas ou cultivares de planta (obtidos por métodos biotecnoló-gicos de plantas tais como engenharia genética) que podem ser também tratados de acordo com a invengao mostram qualidade, estabilidade á arma-zenagem e/ou quantidade alterada do produto colhido e/ou propriedades alteradas de ingredientes específicos do produto colhido tais como: 1) plantas transgénicas que sintetizam um amido modificado, que é alterado quanto ás suas características físico-químicas, particularmente o conteúdo de amilase ou a razáo amilase /amilopectina, o grau de ramifi-cagáo, o comprimento médio de cadeia, a distribuigao de cadeia lateral, o comportamento de viscosidade, a resistencia á gelificagáo, o tamanho do grao de amido e/ou a morfología do grao de amido, em comparagáo ao amido sintetizado em células ou plantas do tipo selvagem, de forma que esse amido modificado seja mais adequado para aplicagóes especiáis. As plantas transgénicas referidas que sintetizam um amido modificado sao descritas, por exemplo, no documento EP 0 571 427, WO 1995/004826, EP 0 719 338, WO 1996/15248, WO 1996/19581, WO 1996/27674, WO 1997/11188, WO 1997/26362, WO 1997/32985, WO 1997/42328, WO 1997/44472, WO
1997/45545, WO 1998/27212, WO 1998/40503, WO 99/58688, WO 1999/58690, WO 1999/58654, WO 2000/008184, WO 2000/008185, WO 2000/28052, WO 2000/77229, WO 2001/12782, WO 2001/12826, WO 2002/101059, WO 2003/071860, WO 2004/056999, WO 2005/030942, WO 2005/030941, WO 2005/095632, WO 2005/095617, WO 2005/095619, WO 2005/095618, WO 2005/123927, WO 2006/018319, WO 2006/103107, WO 2006/108702, WO 2007/009823, WO 2000/22140, WO 2006/063862, WO 2006/072603, WO 2002/034923, EP 06090134.5, EP 06090228.5, EP 06090227.7, EP 07090007.1, EP 07090009.7, WO 2001/14569, WO 2002/79410, WO 2003/33540, WO 2004/078983, WO 2001/19975, WO
1995/26407, WO 1996/34968, WO 1998/20145, WO 1999/12950, WO
1999/66050, WO 1999/53072, US 6 734 341, WO 2000/11192, WO
1998/22604, WO 1998/32326, WO 2001/98509, WO 2001/98509, WO 2005/002359, US 5 824 790, US 6 013 861, WO 1994/004693, WO 1994/009144, WO 1994/11520, WO 1995/35026 ou WO 1997/20936. 2) plantas transgénicas que sintetizan! polímeros de carboidrato nao amido com propriedades alteradas em comparagáo com plantas do tipo selvagem sem modificagáo genética. Exemplos sao plantas que produzem polifrutose, especialmente da inulina e tipo levan, conforme descrito no documento EP 0 663 956, WO 1996/001904, WO 1996/021023, WO 1998/039460 e WO 1999/024593, plantas que produzem alfa-1,4-glucanos conforme descrito no documento WO 1995/031553, US 2002/031826, US 6 284 479, US 5 712 107, WO 1997/047806, WO 1997/047807, WO 1997/047808 e WO 2000/14249, plantas que produzem alfa-1,6 ramificado alfa-1,4-glucanos, conforme descrito no documento WO 2000/73422, e plantas que produzem alternan, conforme descrito no documento WO 2000/047727, EP 06077301.7, US 5 908 975 e EP 0 728 213. 3) plantas transgénicas que produzem hialuronano, conforme por exemplo descrito no documento WO 2006/032538, WO 2007/039314, WO 2007/039315, WO 2007/039316, JP 2006/304779 e WO 2005/012529.
Plantas ou cultivares de planta (obtidos por métodos biotecnoló-gicos de plantas, tais como engenharia genética) que podem ser também tratados de acordo com a invengáo sao plantas, tais como plantas de algodáo, com características de fibra alteradas. Tais plantas podem ser obtidas por transformagáo genética, ou por selegáo de plantas contendo urna muta-gao que confere tais características de fibra alteradas e incluem: a) plantas, tais como plantas de algodáo, contendo urna forma alterada de genes de celulose sintase conforme descrito no documento WO 1998/000549, b) plantas, tais como plantas de algodáo, contendo urna forma alterada de ácidos nucleicos homólogos rsw2 ou rsw3 conforme descrito no documento WO 2004/053219; c) plantas, tais como plantas de algodáo, com expressáo aumentada de sacarose fosfato sintase conforme descrito no documento WO 2001/017333;
d) plantas, tais como plantas de algodáo, com expressáo aumentada de sacarose sintase conforme descrito no documento WO 02/45485; e) plantas, tais como plantas de algodáo, sendo que o momento da passagem dos plasmodesmos na base da célula de fibra é alterado, por exemplo através da infrarregulagáo de p-1,3-glucanase fibra-seletiva conforme descrito no documento WO 2005/017157; f) plantas, tais como plantas de algodáo, contendo fibras com reatividade alterada, por exemplo através da expressáo do gene da N-acetilglucosamina transferase ¡ncluindo genes nodC e quitina sintase conforme descrito no documento WO 2006/136351.
Plantas ou cultivares de planta (obtidos por métodos biotecnoló-gicos de planta, tais como engenharia genética) que também podem ser tratados de acordo com a invengáo sao plantas, tais como colza ou plantas Brassica associadas, com características da composigáo de óleo alteradas. Tais plantas podem ser obtidas por transformado genética ou por selegáo de plantas contendo urna mutagáo que confere tais características de óleo alteradas e incluem: a) plantas, tais como plantas de colza, que produzem óleo com alto teor de ácido oleico conforme descrito , por exemplo, no documento US 5 969 169, US 5 840 946, US 6 323 392 ou US 6 063 947; b) plantas tais como plantas de colza de semente oleaginosa, que produzem óleo com baixo teor de ácido linolénico conforme descrito no documento US 6 270 828, US 6 169 190 ou US 5 965 755; c) plantas tais como plantas de colza de semente oleaginosa, que produzem óleo com baixo nivel de ácidos graxos saturados conforme descrito, por exemplo, no documento US 5 434 283.
Plantas transgénicas particularmente úteis que podem ser tratadas de acordo com a invengáo sao plantas que compreendem um ou mais genes que codificam para urna ou mais toxinas e sao as plantas transgénicas vendidas sob os seguintes nomes comerciáis: YIELD GARDO (por exemplo milho, algodáo, feijáo de soja), KnockOut® (por exemplo milho), BiteGard® (por exemplo milho), BT-Xtra® (por exemplo milho), StarLink® (por exemplo milho), Bollgard® (algodáo), Nucotn® (algodáo), Nucotn 33B® (algodáo), NatureGard® (por exemplo, milho), Protecta® e NewLeaf® (batata). Exemplos de plantas tolerantes a herbicida que podem ser mencionadas sao variedades de milho, variedades de algodáo, variedades de feijáo de soja vendidas sob os seguintes nomes comerciáis: Roundup Ready® (tolerancia a gliosato, por exemplo milho, algodáo, feijáo de soja), Liberty Link® (tolerancia a fosfinotricina, por exemplo bagado de semente oleaginosa), IMI® (toleráncia a imidazolinonas) e SCS® (tolerancia a sulfonilureias, por exemplo milho). Plantas resistentes a herbicida (plantas cultivadas de manei-ra convencional quanto á toleráncia herbicida) que se pode citar também, incluem as variedades vendidas sob o nome comercial Clearfield® (por e-xemplo milho).
Plantas transgénicas particularmente úteis que podem ser tratadas de acordo com a invengáo sáo plantas contendo eventos de transformagáo, ou urna combinagáo de eventos de transformagáo, relacionados, por exemplo, nos bancos de dados das agéncias regulatórias regionais (vide, por exemplo http://gmoinfo.jrc.it/gmp_browse.aspx e http://www.aqbios.com/dbase.php). A preparagáo e o uso das substáncias ativas, de acordo com a invengáo, sáo mais detalhadamente esclarecidos com base nos seguintes exemplos, sem, porém restringi-los a eles.
Exemplos de preparagáo Exemplo de preparacáo 1: N'-f4-r(3-(terc-butil)-1,2.4-tiadiazol-5-il)óxn-2.5-dimetilfenill-N-etil-N-metilimidoformamida (A-1) (A-1) 17,46 g (63,00 mmols) de 4-[(3-(terc-butil)-1,2,4-tiadiazol-5-il) óxi]-2,5-d¡metilanilina sao dissolvidos em 500 mi de ortoformiato de trimetila e aquecidos sobre fluxo durante 2 horas. Após o resfriamento sob temperatura ambiente (AT), o solvente é evaporado sob vácuo e o residuo recolhido em 630 mi de diclorometano, tratados com 8,65 mi (126,00 mmols) de N-etil-N-metilamina e agitados sob temperatura ambiente durante 18 horas. Após a remogáo do solvente, o produto bruto é purificado por cromatografía de colu-na (13,4 g, 59% de rendimento, 95% de pureza, log P (pH 2,3) = 2,02). 1H RMN (DMSO): 5 = 7,64 (1 H, s), 7,09 (1 H, s), 6,75 (1 H, s), 3,38 (2 H, q), 2,93 (3 H, s), 2,15 (3 H, s), 2,11 (3 H, s), 1,31 (9 H, s), 1,15 (3 H, t). Síntese dos materiais de partida: 4-[(3-(terc-butil)-1,2.4-tiadiazol-5-il)óxil-2l5-dimetilan¡lina 754 mg (5,50 mmols) de 2,5-dimetil-4-hidroxianilina sao dissolvidos em 5 mi de Ν,Ν-dimetilformamida e lentamente tratados com 242 mg (6,05 mmols) de hidreto de sodio. A mistura de reagáo é agitada durante 15 minutos, antes de 972 mg (5,50 mmols) de 3-(terc-butil)-5-cloro-1,2,4-tiadiazol serem adicionados. Em seguida, a mistura de reagáo é aquecida sob 100°C durante 1 hora e depois resfriada até a temperatura ambiente. Após a adigáo de 20 mi de acetato de etila, a solugáo é extraída trés vezes com água e seca através de MgS04, e o solvente é removido sob vácuo (1,46 g, pureza de 94%, 90% de rendimento, log P (pH 2,3) = 3,29). 3-(terc-butil)-5-cloro-1,2.4-tiadiazol 6,83 g (50,00 mmols) de cloridrato de terc-butilcarbamidina sao dissolvidos em 60 mi de diclorometano e tratados com 8,37 g (45,00 mmols) de cloreto de triclorometanossulfenila, antes da mistura de reagáo ser resfriada até -15°C. Urna solugáo de 10,00 g (250 mmols) de hidróxido de sodio em 20 mi de água é adicionada em gotas e a mistura obtida é agitada sob temperatura ambiente durante 3 horas. Após a adigáo de 50 mi de diclorometano, extraindo trés vezes com água e secagem das fases orgánicas combinadas através de MgS04, o solvente é evaporado sob vácuo , (5,81 g, 90% de pureza, 60% de rendimento, log P (pH 2,3) = 3,44).
Exemplo de preparacáo 2: (A-2) N'-(4-f(3-(terc-butil)-1.2.4-tiadi- azol-5-¡l)óxi1-2,5-dimetilfenil}-N-¡sopropil-N-metilimidoformamida 1H RMN (DMSO): δ = 7,69 (s, 1 H), 7,08 (s, 1 H), 6,75 (s, 1 H), 2,86 (s, 3 H), 2,15 (s, 3 H), 2,11 (s, 3 H), 1,31 (s, 9 H), 1,20 (s, 3 H), 1,19 (s, 3 H).
Exemplo de preparacáo 3: (A-3) 4-í(3-(terc-butil)-1.2.4-tiadiazol-5-il)óxil-2,5-d¡met¡l-N-r(1E)-piperídin-1-ilmet¡leno1anilina 1H RMN (DMSO): δ = 7,61 (s, 1 H), 7,09 (s, 1 H), 6,76 (s, 1 H), 3,45 (m, 4 H), 2,14 (s, 3 H), 2,11 (s, 3 H), 1,63 (m, 2 H), 1,53 (m, 4 H), 1,31 (s, 9 H).
Exemplo de preparacáo 8: (A-8) N'-(4-r(3-(terc-but¡0-1,2.4-tiadiazol-5-il)óxn-5-cloro-2-met¡lfenil}-N-etil-N-metilimidoformamida 1H RMN (DMSO): δ = 7,77 (s, 1 H), 7,35 (s, 1 H), 7,05 (s, 1 H), 3.41 (m, 2 H), 2,97 (s, 3 H), 2,19 (s, 3 H), 1,31 (s, 9 H), 1,15 (t, 3 H).
Exemplo de preparacáo 9: (A-9) 4-[(3-(terc-butil)-1.2.4-tiadiazol-5-¡l)óxil-5-cloro-2-met¡l-N-r(1Eypiper¡din-1-ilmetileno]an¡lina 1H RMN (DMSO): δ = 7,73 (s, 1 H), 7,35 (s, 1 H), 7,06 (s, 1 H), 3.42 (m, 4 H), 2,18 (s, 3 H), 2,08 (s, 3 H), 1,61 (m, 2 H), 1,46 (m, 4 H), 1,31 (s, 9 H).
Exemplos de aplicacao (I) DU/D¿ Exemplo 1: Teste Podosphaera (maga) /protetor Solventes: 24,5 partes em peso de acetona 24.5 partes em peso de dimetilacetamida Emulsificantes: 1 parte em peso de alquilaril poliglicol éter Para preparar urna composigáo de substáncia ativa adequada, 1 parte em peso de N-etil-N-metil-N'-[4-fenóxi-2,5-xilil]formamidina (de acordo com a fórmula (1)) é misturada com as quantidades indicadas de solventes e emulsificante e o concentrado é diluido na concentragáo desejada com uso de água.
Quanto ao teste da eficácia protetora, é borrifada urna composigáo de substáncia ativa em plantas jovens na taxa de aplicagáo indicada. Após a camada de spray ter sido secada, as plantas sao inoculadas com urna suspensáo aquosa de esporos do patógeno de míldio pulverulento da maga Podosphaera leucotrícha. As plantas sao entáo colocadas em urna estufa sob aproximadamente 23°C e sob urna umidade relativa de aproximadamente 70%. É feita urna avaliagáo após decorridos 10 dias após a inocula-gao. Neste caso, 0% significa um grau de eficácia correspondente áquele do controle, enquanto um grau de eficácia de 100% significa que nao se verifi-cou qualquer infestagáo.
Exemplo 2: Teste Sphaerotheca test (pepino) /protetor Solventes: 24,5 partes em peso de acetona 24.5 partes em peso de dimetilacetamida Emulsificantes: 1 parte em peso de alquilaril poliglicol éter Para preparar urna composigáo de substancia ativa adequada, 1 parte em peso de N-etil-N-metil-N'-[4-fenóxi-2,5-xilil]formam¡dina (de acordo com a fórmula (l-a) é misturada com as quantidades indicadas de solventes e emulsificante e o concentrado é diluido na concentrado desejada com uso de água.
Quanto ao teste da eficácia protetora, é borrifada urna composi-gáo de substáncia ativa em plantas jovens na taxa de aplicad0 indicada. Após a camada de spray ter sido secada, as plantas sao inoculadas com urna suspensáo aquosa de esporos Sphaerotheca fuliginea. As plantas sao entáo colocadas em urna estufa sob aproximadamente 23°C e sob urna umi-dade relativa de aproximadamente 70%. É feita urna avallado após decorridos 7 dias após a inoculado. Neste caso, 0% significa um grau de eficácia correspondente áquele do controle, enquanto um grau de eficácia de 100% significa que nao se verificou qualquer infestado.
Exemplo 3: Teste Uromyces (feijóes) /protetor Solventes: 24,5 partes em peso de acetona 24,5 partes em peso de dimetilacetamida Emulsificantes: 1 parte em peso de alquilaril poliglicol éter Para preparar urna composido de substáncia ativa adequada, 1 parte em peso de N-etil-N-metil-N44-fenóxi-2,5-x¡lil]formamidina (de acordo com a fórmula (l-a) é misturada com as quantidades indicadas de solventes e emulsificante e o concentrado é diluido na concentrad0 desejada com uso de água.
Quanto ao teste da eficácia protetora, é borrifada urna composido de substáncia ativa em plantas jovens na taxa de aplicado indicada. Após a camada de spray ter sido secada, as plantas sao inoculadas com urna suspensáo aquosa de esporos do patógeno da ferrugem de feijoeiro Uromyces appendiculatus e o remanescente entáo colocado em urna cámara de incubado sob aproximadamente 20°C e 100% de umidade relativa durante 1 día. As plantas sao entáo colocadas em urna estufa sob aproximadamente 21 °C e sob urna umidade relativa de aproximadamente 90%. É feita urna avaliagáo após decorridos 10 dias após a inocula-gáo. Neste caso, 0% significa um grau de eficácia correspondente áquele do controle, enquanto um grau de eficácia de 100% significa que náo se verifi-cou qualquer infestagáo.
Exemolo 4: Teste Erysiphe (cevada) /protetor Solventes: 49 partes em peso de dimetilacetamida Emulsificantes: 1 parte em peso de alquilaril poliglicol éter Para preparar urna composigáo de substancia ativa adequada, 1 parte em peso de N-etil-N-metil-N'-[4-fenóxi-2,5-xilil]formamidina (de acordo com a fórmula (l-a) é misturada com as quantidades indicadas de solventes e emulsificante e o concentrado é diluido na concentragáo desejada com uso de água.
Quanto ao teste da eficácia protetora, é borrifada urna composigáo de substancia ativa em plantas jovens na taxa de aplicagáo indicada. 1 dia após o tratamento, as plantas sao inoculadas com esporos de Erysiphe graminis f. sp. hordei. Em seguida, as plantas sao colocadas em urna estufa sob aproximadamente 18°C e sob urna umidade relativa de aproximadamente 70%. É feita urna avaliagáo após decorridos 7 dias após a inoculagáo. Neste caso, 0% significa um grau de eficácia correspondente áquele do controle, enquanto um grau de eficácia de 100% significa que náo se verificou qualquer infestagáo.
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