BRPI0811779A2 - artigo de empacotamento de abertura fÁcil feito de pelÍcula contrÁril com calor exibindo rasgo direcional - Google Patents

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Robert A Odabashian
Janet W Rivett
Thomas D Kennedy
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H Walker Stockley
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Abstract

ARTIGO DE EMPACOTAMENTO DE ABERTURA FÁCIL FEITO PELÍCULA CONTRÁTIL COM CALOR EXIBINDO RASGO DIRECIONAL. A presente invenção refere-se a um artigo de empacotamento que tem iniciadores de rasgo para iniciar um rasgo manual que pode ser propagado para abrir um pacote e permitir que um produto seja prontamente removidpo dele, sem o uso de uma faca ou tesoura ou qualquer outro acessório. O artigo de empacotamento é feito de uma película de múltiplas carmadas contrátil com calor tendo pelo menos uma camada contendo uma mistura de polimero incompatível e/ou uma camada contendo um enchimento inorgânico e/ou uma camada tendo um alto módulo de young. A película tem uma resistência ao impcto de carga de pico de pelo menos 50 Newtons por mil. Os inciadores de rasgo podem ser usados para gerar manuais na direção de máquina para abrir o pacote , com o rasgo manual na direção de máquina podendo propagar na direção de máquina para a borda oposta do artigo de empacotamento. Um procresso para fabricar um pacote e abrir manualmente o pacote é também descrito.

Description

Relatorio Descritivo da Patente de Invengao para ■·ARTIGO DE EMPACOTAMENTO DE ABERTURA FACIL FEITO DE PELICULA CON- TRATIL COM CALOR EX旧INDO RASGO DIRECIONAL".
Esse pedido reivindica ο beneficio do pedido provisorio USSN 60/931.270 depositado em 21 de maio de 2007 e pedido nao provisorio USSN 11/895.960, depositado em 28 de agosto de 2007, cada um dos quais e incorporado, na integra, por referenda. Campo
A presente invengao refere-se a artigos de empacotamento con- trateis com calor que sao faceis de abrir, particularmerite artigos de empaco- tamento para uso final em empacotamento de alimento. Antecedentes
Ha varias decadas, artigos de empacotamento contrateis com calor tern sido usados para ο empacotamento de uma variedade de produ- tos. Alimento, particularmerite carne, tem sido empacotado a vacuo em tais artigos de empacotamento. Atraves dos anos, esses artigos de empacota- mento contrateis com calor desenvolveram uma maior resistencia ao impac- to e maior resistencia de vedapao, enquanto simultaneamente se tornando mais faceis para vedar, tendo propriedades aperfeigoadas de barreira ao oxigenio e umidade, e tendo maior encolhimento Iivre total em temperaturas mais baixas. Alta resistencia de vedagao, alta resistencia ao impacto e alta resistencia a perfuragao sao particularmerite importantes para ο empacota- mento de produtos de carne fresca, ja que pacotes com vazamento sao me- nos desejaveis para consumidores e varejistas do mesmo modo. Alem do mais, pacotes com vazamento reduzem a durafao de conservagao permitin- do que ο oxigenio atmosferico e os microbios entrem no pacote.
Como um resultado, os artigos de empacotamento usados para ο empacotamento de alimento, particularmerite empacotamento de carne, evoluiram para se tornarem muito resistentes e, portanto, dificeis de abrir. Tipicamente1 facas e tesouras sao usadas para abrir os artigos de empaco- tamento que foram evacuados, vedados e encolhidos contra ο produto de
alimento no pacote. O uso de facas e tesouras para abrir esses artigos de empacotamento resistentes aumenta ο risco de ferimento para consumido- res e varejistas. Alem do mais, a abertura de tal empacotamento resistente exige mais tempo e esfor?o devido a resistencia do artigo de empacotamen- to encolhido. Ha muitos anos, ο mercado deseja um artigo de empacotamen- to contratil com calor resistente que possa ser aberto rapida e facilmente, sem a necessidade de facas e tesouras, de modo que ο produto possa ser removido facilmente do artigo de empacotamento. Sumario
O artigo de empacotamento contratil com calor da inven^ao tern iniciadores de rasgo para iniciar manualmente um rasgo manual que abre ο artigo de empacotamento e permite que ο produto seja facilmente removido do artigo de empacotamento rasgado, sem ο uso de uma faca ou tesoura ou qualquer outro acessorio. Um primeiro aspecto e direcionado a um artigo de empacotamento contratil com calor compreendendo uma pelicula de miilti- plas camadas control com calor tendo uma camada de vedagao interior ve- dada com calor em si propria em uma vedagao termica. O artigo de empaco- tamento tambem compreende um primeiro lado, um segundo Iado e uma margem ou parte inicial para fora da veda?ao termica. A margem ou parte inicial compreende uma borda do artigo e um primeiro iniciador de rasgo. O primeiro iniciador de rasgo fica no primeiro Iado do artigo. A margem ou par- te inicial do artigo tambem compreende um segundo iniciador de rasgo no segundo Iado do artigo. O artigo pode ter um primeiro rasgo manualmente iniciado, manualmente propagado no primeiro Iado e um segundo rasgo ma- nualmente iniciado e manualmente propagado no segundo lado, com ο pri- meiro rasgo e ο segundo rasgo podendo ser, cada um, propagados em uma diregao de maquina a partir do primeiro e segundo iniciadores de rasgo res- pectivos, com cada rasgo sendo propagado na diregao de maquina atraves da vedagao termica e para baixo do comprimento do artigo, ou atraves do artigo, com cada rasgo podendo ser manualmente propagado inteiramente para uma borda do artigo oposta, de modo que ao usar a pelicula de ηιύΐίϊ- plas camadas para fazer um produto empacotado produzindo um produto dentro do artigo com ο artigo sendo vedado fechado ao redor do produto, de modo que um pacote e formado, e a seguir encolhendo a pelicula ao redor do produto, ο pacote resultante pode ser manualmente aberto e ο produto facilmente removido do artigo, iniciando manualmente rasgos na dire^ao de maquina a partir do primeiro e segundo iniciadores de rasgo, com os rasgos sendo manualmente propagados atraves da vedagao e para a borda oposta do artigo. A pelicula de miiltiplas camadas exibe uma resistencia ao impacto de carga de pico de pelo menos 50 Newtons por mil medida usando ASTM D 3763-95A. A pelicula de miiltiplas camadas tem pelo menos uma camada contendo pelo menos uma mistura de polimero incompativel selecionado do
grupo consistindo em:
(A) uma mistura de 90 a 30 por cento em peso de homopolimero de etileno e/ou copolimero de etileno/alfaolefina com 10 a 70 por cento em peso de copolimero de etileno/esteres insaturados tendo um conteiido de ester insaturado de pelo menos 10 por cento em peso;
(B) uma mistura de resina de ionomero com copolimero de etile-
no/ester insaturado e/ou polibutileno e/ou homopolimero de propileno e/ou copolimero de propileno;
(C) uma mistura de copolimero de etileno homogeneo/alfaolefina com mistura de polimero reciclado compreendendo homopolimero de etile-
no, homopolimero de propileno, copolimero de etileno, copolimero de propi- leno, poliamida, copolimero de etileno/alcool vinilico, resina de ionomero, copolimero de etileno modificado com anidrido/alfaolefina e agente antiblo- queio,
(D) uma mistura de copolimero de etileno/ester insaturado com
polipropileno e/ou copolimero de propileno/etileno e/ou polibutileno e/ou co- polimero de etileno modificado/alfaolefina e/ou homopolimero de estireno e/ou copolimero de estireno/butadieno;
(E) uma mistura de copolimero de etileno/norborneno com copo- limero de etileno/ester insaturado e/ou polipropileno e/ou polibutileno;
(F) uma mistura de copolimero de etileno/alfaolefina com poli-
propileno e/ou polibutileno e/ou etileno/norborneno;
(G) uma mistura de homopolimero de propileno homogeneo e/ou copolimero de propileno homogeneo com copolimero de etileno homoge- neo/alfaolefina e/ou copolimero de etileno/ester insaturado;
(H) uma mistura de homopolimero de propileno e/ou copolimero de propileno/etileno e/ou polibutileno com copolimero de etileno/ acrilato de
metila e/ou copolimero de etileno/^cido acrilico e/ou copolimero de etile- no/acrilato de butila;
(I) uma mistura de poliamida com poliestireno e/ou copolimero de etileno/alfaolefina e/ou copolimero de etileno/acetato de vinila e/ou copo- limero de estireno/butadieno e
(J) uma mistura de poliamida 6 e poliamida 6I6T.
Em uma modalidade, ο artigo de empacotamento pode ser ras- gado na diregao de maquina depois que ο produto e colocado no artigo e a atmosfera evacuada do artigo de empacotamento antes do artigo ser vedado fechado ao redor do produto e a pelicula a seguir encolhida ao redor do pro- duto.
Um segundo aspecto e direcionado para um artigo de empaco- tamento contratil com calor como no primeiro aspecto, exceto que ao inves da pelicula de mCiltiplas camadas contratil com calor tendo pelo menos uma camada contendo uma mistura de polimero incompativel, pelo menos uma camada da pelicula de mCiltiplas camadas contem: (A) pelo menos um ele- mento selecionado do grupo consistindo em copolimero de etile- no/alfaolefina, polipropileno, copolimero de propileno/etileno, polibutileno, copolimero de poliestireno/butadieno, resina de ionomero, copolimero de etileno/acetato de vinila, copolimero de etileno/acrilato de butila, copolimero de etileno/acrilato de metila, copolimero de etileno/acido acrilico, poliester e poliamida e (B) um enchimento inorganic。selecionado do grupo consistindo em silicatos, silica, siloxano, resina de silicone, suIfeto de zinco, volastonita, microesferas, fibra de vidro, oxido de metal, carbonato de calcio, sulfato, tri- hidrato de aluminio, feldspato, perlita, gesso, ferro, fluoropolimero, polimetil- metacrilato reticulado, talco, terra diatomacea, zeolitos, mica, caulim, negro de fumo e grafite. O enchimento inorganico esta presente na pelo menos
uma camada em uma quantidade de pelo menos 5 por cento em peso, com base no peso da camada.
Um terceiro aspect。e direcionado para um artigo de empacota- mento contratil com calor como no primeiro aspecto, exceto que ao inves de pelo menos uma das camadas de pelicula compreendendo uma mistura de polimero incompativel, pelo menos uma de uma camada da pelicula de ιτιύΙ- tiplas camadas compreende um polimero tendo um modulo de Young de pelo menos 80.000 psi (551,6 kPa), ο polimero compreendendo pelo menos um polimero seiecionado do grupo consistindo em polietileno de alta densi- dade, polietileno de peso molecular ultra alto, polipropileno, copolimero de estireno, copolimero de etileno/norborneno, policarbonato e poliester.
Um quarto aspecto e direcionado a uma pluralidade da sacolas contrateis com calor em uma fileira continua. Cada uma das sacolas e co- nectado em uma sacola adjacente ao Iongo de uma Iinha de rasgo enfraque- cida. Cada sacola e um artigo de empacotamento de acordo com ο primeiro, segundo e/ou terceiro aspectos apresentados acima.
Um quinto aspecto e direcionado a um processo para a fabrica- gao de um produto empacotado facil de abrir. O processo compreende (A) inserir um produto em um artigo de empacotamento de disposigao plana tendo pelo menos uma camada compreendendo uma mistura de polimero incompativel de acordo com ο primeiro aspecto ou um enchimento inorgani- co de acordo com ο segundo aspecto ou um homopolimero de alto modulo de acordo com ο terceiro aspecto; (B) vedar ο artigo de empacotamento fe- chado com pelo menos uma veda?ao termica, dessa maneira formando um produto empacotado no qual ο artigo de empacotamento circunda ou subs- tancialmente circunda ο produto, com ο artigo de empacotamento tendo pelo menos uma parte da parte inicial entre a pelo menos uma vedagao termica e pelo menos uma borda do pacote; (C) fazer um primeiro iniciador de rasgo em uma primeira Iocalizagao do artigo de empacotamento que e, ou mais tarde se torna, a parte da parte inicial de um primeiro Iado do artigo de em_ pacotamento, e um segundo iniciador de rasgo em uma segunda Iocalizagao do artigo de empacotamento que e, ou a seguir se torna, a parte da parte inicial de um segundo Iado do artigo de empacotamento, sendo que ο primei- ro Iado do artigo de empacotamento corresponde com ο primeiro Iado de disposigao plana do artigo de empacotamento, e ο segundo Iado do artigo de empacotamento corresponde com ο segundo Iado de disposigao plana do artigo de empacotamento e (D) aquecer a pelicula contratil com calor para encolher ο pacote ao redor do produto. A pelicula de multiplas camadas con- tratil com calor exibe uma resistencia ao impacto de carga de pico, determi- nada usando ASTM D 3763-95A, de pelo menos 50 Newtons por mil. Embo- ra esse processo possa ser executado usando um artigo de empacotamento que e uma sacola ou bolsa, ele pode tambem ser executado usando uma tubulapao de disposigao plana sem-costura ou com costura traseira, sendo que depois que ο produto e inserido na tubulapao, uma primeira vedagao termica e feita atraves da tubula^ao em uma primeira extremidade do produ- to e uma segunda vedagao termica e feita atraves da tubulagao em uma se- gunda extremidade do produto. Um sexto aspecto e direcionado a um processo para fabricar um
pacote e manualmente abrir ο pacote, compreendendo: (A) colocar um pro- duto dentro de um artigo de empacotamento contratil com calor de acordo com ο primeiro, ο segundo ou ο terceiro aspectos acima; (B) vedar a sacola fechada de modo que um pacote e formado; (C) encolher a pelicula ao redor do produto e (D) manualmente iniciar e manualmente propagar um primeiro rasgo no primeiro Iado do pacote e um segundo rasgo no segundo Iado do pacote, ο primeiro rasgo e ο segundo rasgo sendo, cada um, manualmente propagados a partir dos primeiro e segundo iniciadores de rasgo respectivos, com cada rasgo sendo manualmente propagado atraves da vedagao termica e atraves do pacote, ou para baixo do comprimento da sacola, com os pri- meiro e segundo rasgos sendo manualmente propagados para uma borda oposta do artigo de empacotamento, de modo que ο produto possa ser fa- cilmente removido do pacote.
Em uma modalidade, a atmosfera e evacuada do artigo de em- pacotamento antes que ο artigo de empacotamento seja vedado fechado com ο produto nele. O artigo de empacotamento usado no processo e um artigo de empacotamento de acordo com ο primeiro aspecto e/ou ο segundo aspect。e/ou ο terceiro aspect。apresentados acima. Breve descricao dos desenhos
A figura IAeum esquematico de uma primeira sacola com ve- dagao na extremidade contratil com calor na configuragao de disposi^ao pla- na.
A figura IBeum esquematico de uma segunda sacola com ve- dagao na extremidade contratil com calor na configuragao de disposigao pla- na.
A figura 1C e uma vista detalhada ampliada de uma parte da sacola da figura 1 B.
A figura 1D e uma vista detalhada ampliada de uma primeira modalidade menos desejavel de uma sacola de outra forma correspondendo com a sacola da figura 1 B.
A figura 1D e uma vista detalhada ampliada de uma segunda modalidade menos desejavel de uma sacola de outra forma correspondendo com a sacola da figura 1 B.
A figura 1E e uma vista detalhada ampliada de uma terceira mo- dalidade menos desejavel de uma sacola de outra forma correspondendo com a sacola da figura 1 B. A figura 2 e uma vista em corte transversal da sacola com veda-
gao na extremidade contratil com calor da figura 1.
A figura 3 e um esquematico de uma primeira sacola com veda- gao lateral contratil com calor na configuragao de disposigao plana.
A figura 4 e uma vista em corte transversal da sacola com veda- gao lateral contratil com calor da figura 3.
A figura 5 e um esquematico de uma segunda sacola com veda- gao lateral contratil com calor na configuragao de disposigao plana.
A figura 6A e uma vista detalhada ampliada da caracteristica de iniciapao de rasgo da sacola com vedagao na extremidade contratil com ca-
Ior da figura 1.
A figura 6B e uma vista detalhada ampliada de uma caracteristi- ca de inicia?§o de rasgo alternativa a ser usada em uma sacola com veda- gao na extremidade contratil com calor alternative).
A figura 6C e uma vista detalhada ampliada de uma caracteristi- ca de iniciagao de rasgo alternativa a ser usada em outra sacola com veda- gao na extremidade contratil com calor alternative).
A figura 6D e uma vista detalhada ampliada de uma caracteristi-
ca de iniciagao de rasgo alternativa a ser usada em outra sacola com veda- gao na extremidade contratil com calor alternative).
A figura 6E e uma vista detalhada ampliada de uma caracteristi- ca de iniciagiao de rasgo alternativa a ser usada em outra sacola com veda- gao na extremidade contratil com calor alternative).
A figura 6F e uma vista detalhada ampliada de uma caracteristi- ca de iniciagao de rasgo alternativa a ser usada em outra sacola com veda- ?ao na extremidade contratil com calor alternative».
A figura 6G e uma vista detalhada ampliada de uma caracteristi- ca de iniciagao de rasgo alternativa a ser usada em outra sacola com veda- gao na extremidade contratil com calor alternative».
A figura 6H e uma vista detalhada ampliada de uma caracteristi- ca de iniciagao de rasgo alternativa a ser usada em outra sacola com veda- gao na extremidade contratil com calor alternative). A figura 61 e uma vista detalhada ampliada da caracteristica de
iniciagao de rasgo da sacola da figura 1,com a adigao ainda de um otimiza- dor de controle manual.
A figura 6J e uma vista detalhada ampliada da caracteristica de iniciapao de rasgo da sacola da figura 1, com a adigao ainda de outro otimi- zador de controle manual.
A figura 6K e uma vista detalhada ampliada da caracteristica de iniciagao de rasgo da sacola da figura 1,com a adigao ainda de outro otimi- zador de controle manual.
A figura 6L e uma vista detalhada ampliada da caracteristica de iniciagao de rasgo da sacola da figura 1, com a adigao ainda de outro otimi- zador de controle manual.
As figuras 6M, 6N, 60’ 6P, 6Q, 6R, 6S, 6T, 6U, 6V, 6W, 6X, 6Y, 6Z, 6AA, 6BB, 6CC, 6DD, 6EE e 6FF sao vistas detalhadas ampliadas de varias caracteristicas de iniciagao de rasgo alternativas, algumas das quais incluem ο otimizador de controle manual.
A figura 7A e uma vista esquematica de uma primeira modalida- de de uma fileira continua da sacolas conectados por uma Iinha de recorte dentado.
A figura 7B e uma vista esquematica de uma segurida modalida- de de uma fileira continua da sacolas conectadas por uma Iinha de recorte dentado.
A figura 7C e uma vista esquematica de uma terceira modaiida- de de uma fileira continua da sacolas conectadas por uma Iinha de recorte dentado.
A figura 8 έ uma vista esquematica do processo usado para fa- bricar varias tubulagoes de pelicula sem-costura contratil com calor apresen- tadas em varios dos exemplos abaixo, essa tubulagao a seguir sendo con- vertida em sacolas com vedagao na extremidade e com vedagao lateral pe- Ias operagoes de vedagao termica e corte (nao-ilustradas).
A figura 9 e um esquematico de um produto empacotado com- posto de um produto de carne empacotado a vacuo em uma sacola encolhi- da com vedagao na extremidade tendo a caracteristica de iniciagao de rasgo na margem da sacola.
A figura 10 e um esquematico do produto empacotado da figura 9 depois que ο rasgamento foi iniciado, mas enquanto ο rasgamento perma- nece em um estado intermediario, ο rasgamento prosseguindo para baixo da pelicula da sacola na diregao de maquina.
A figura 11 e um esquematico do produto empacotado das figu- ras 8 e 9,depois que ο rasgamento esta completo.
A figura 12 e um esquematico de um produto empacotado com- parativo exibindo um carater de rasgo que nao permite ο rasgamento pelo comprimento completo da sacola.
A figura 13 e um esquematico de uma sacola com veda?ao na extremidade contratil com calor alternative na configura^ao de disposigao plana.
A figura 14 e um esquematico de uma sacola com vedagao late- ral contratil com calor alternativo na configura^ao de disposigao plana.
A figura 15 e um esquematico de outra sacola com vedagao Iate- ral alternativa na configuragao de disposigao plana.
A figura 16 e um esquematico de ainda outra sacola com veda- ?ao lateral na configurapao de disposigao plana.
A figura 17 e um esquematico de um aparelho para execugao do processo de colocagao dos iniciadores de rasgo na regiao da parte inicial de um artigo de empacotamento.
A figura 18 ilustra um esquematico de um pacote de abertura facil no qual a caracteristica de abertura facil e similar a caracteristica na figura 6J, mas que e projetado para abertura automatica de pacote. Descricao detalhada
Como usado aqui, ο termo "pelicula" e inclusivo de tecido plasti-
co, a despeito de se ele e pelicula ou folha. A pelicula pode ter uma espes- sura total de 0,25 mm ou menos ou uma espessura de 0,0381 mm a 0,254 mm (1,5 mil a 10 mils), ou de 0,0381 a 0,127 mm (1,5 a 5 mils) ou de 0,0457 mm a 0,1016 mm (1,8 mil a 4 mils) ou de 0,0508 mm a 0,0762 mm (2 mils a 3 mils).
A pelicula de miiltiplas camadas contratil com calor da qual ο artigo de empacotamento e feito exibe uma resistencia ao impacto de carga de pico, determinada usando ASTM D 3763-95A, de pelo menos 50 Newtons por mil. ASTM D 3763-95A e aqui incorporada, na integra, por referencia a ela. A pelicula contratil com calor pode ter uma resistencia de impacto na carga de pico, determinada usando ASTM 3763-95A de 1,97 a 9,84 N/μΐη ou 2,36 a 7,87 Ν/μΐη (50 a 250 Newtons por mil ou de 60 a 200 Newtons por mil), ou de 2,37 a 6,69 Ν/μπι ou 3,35 a 5,91 Ν/μηι (70 a 170 Newtons por mil, ou de 80 a 150 Newtons por mil), ou de 3,35 a 5,51 Ν/μιτι ou 3,74 a 5,31 Ν/μιτι (85 a 140 Newtons por mil, ou de 95 a 135 Newtons por mil). Em uma modalidade, a pelicula de miiltiplas camadas contratil com calor exibe uma
resistencia ao impacto da carga de pico, determinada usando ASTM D 3763- 95A de 1,97 a 9,84 Ν/μηι (50 a 250 Newtons por mil), e a pelicula de miilti- plas camadas tern uma espessura total, antes do encolhimento, de 0,0381 mm a 0,127 mm (1,5 mil a 5 mils).
A pelicula de multiplas camadas tern uma camada de vedagao e pelo menos uma camada adicional. Pelo menos uma camada da pelicula de mCiltiplas camadas contem uma mistura de polimeros incompativeis.
Como usado aqui, a frase "diregao de maquina" se refere a dire- gao na qual a pelicula surge da matriz. Naturalmente, essa diregao corres- ponde com a diregao que ο extrusado e enviado durante ο processo de pro- dugao da pelicula. A frase "diregao de maquina" corresponde com a "diregao longitudinal". A diregao de maquina e a diregao longitudinal sao abreviadas como "MD" e "LD", respectivamente. Entretanto, como usado aqui, a frase "diregao de maquina" inclui nao somente a diregao ao Iongo de uma pelicula que corresponde com a diregao que a pelicula percorreu quando ela passou sobre os roletes intermediaries no processo de produp§o da pelicula, ela tambem inclui diregoes que se desviam ate 44 graus da diregao que a peli- cula percorreu quando ela passou sobre os roletes intermediarios no proces- so de produgao.
Como usado aqui, a frase "diregao transversal" se refere a uma diregao perpendicular a diregao de maquina. A diregao transversal e abrevi- ada como "TD". A diregao transversal tambem inclui diregoes que se desvi- am ate 44 graus da diregao que a pelicula percorreu quando ela passou so- bre os roletes intermediarios no processo de produgao.
Como usado aqui, a frase "artigo de empacotamento" e inclusivo da sacolas com vedagao na extremidade, sacolas com vedagao lateral, sa- colas com vedagao em L, sacolas com vedagao em U (tambem citados co- mo "bolsas"), sacolas reforgadas com nesga, tubulates costuradas na tra- seira e involucros sem-costura, bem como pacotes feitos de tais artigos co- Iocando um produto no artigo e vedando ο artigo de modo que ο produto fica substancialmente circundado pela pelicula de ητιύItiplas camadas contratil com calor da qual ο artigo de empacotamento e feito.
Como usado aqui, artigos de empacotamento tern dois "lados' De forma geral, um "lado" de um artigo de empacotamento corresponde com metade do artigo. Por exemplo, uma sacola com vedagao na extremidade e uma sacola de disposigao plana e tern dois Iados (nesse caso dois Iados de disposi^ao plana), com cada Iado correspondendo com um Iado de disposi- gao plana da tubulagao sem-costura da qual a sacola com vedagao na ex- tremidade e feita. Cada Iado de disposigao plana de uma tubulagao sem- costura e unido pelas dobras formadas quando a tubulagao e fechada na sua configuragao de disposigao plana entre roletes de controle. Cada Iado de uma sacola com vedagao na extremidade e unido pela borda superior da sacola, a borda inferior da sacola e as duas dobras de tubulagao que correm no comprimento da sacola. Da mesma forma, uma sacola com vedagao late- ral tambem tem dois lados, com cada Iado tambem sendo um Iado de dispo- sigao plana, com cada Iado da sacola com vedagao lateral sendo unido por bordas laterals da sacola, uma borda superior da sacola e um fundo da sa- cola correspondendo com uma dobra da tubulagao. Um involucro, quer sem- costura ou costurado na traseira, tambem tem dois lados, com cada Iado sendo unido pelas extremidades do involucro e pelas dobras formadas quando ο involucro e configurado na sua configuragao de disposigao plana. Embora as sacolas reforgadas com nesga e outros artigos de empacotamen- to possam nao ser totalmente de disposigao plana na sua estrutura porque eles tem mais do que dois lados pianos, eles, contudo, tem "lados" unidos por dobras e bordas.
Como usado aqui, ο termo "pacote" se refere aos materials de empacotamento configurados ao redor de um produto sendo empacotado. Como tal, ο termo "pacote" inclui todo ο empacotamento ao redor do produ- to, mas nao ο proprio produto.
Como usado aqui, a frase "produto empacotado" se refere a combinagao de um produto e ο pacote que circunda ou substancialmente circunda ο produto. O produto empacotado pode ser feito colocando ο produ- to em um artigo de empacotamento feito da pelicula de miiltiplas camadas contratil com calor, com ο artigo, entao, sendo vedado fechado de modo que a pelicula de miiltiplas camadas circunda ou substancialmente circunda ο produto. A pelicula pode entao ser encolhida ao redor do produto.
Como usado aqui, ο termo "sacola" se refere a um artigo de em- pacotamento tendo um topo aberto, bordas laterals e uma borda de fundo. O termo "sacola" abrange sacolas de disposigao plana, bolsas, involucros (in- volucros sem-costura e involucros costurados na traseira, incluindo involu- cros vedados na aba, involucros vedados na barbatana e involucros costu- rados na traseira vedados no topo tendo fita costurada na traseira sobre e- les). Varias configura^oes de involucro sao reveladas na USPN 6.764.729, para Ramesh e outros, intitulada "Backseamed Casing and Packaged Pro- duct Incorporating Same", que e por meio disso incorporada na Integra por referencia aqui. Varias configurag5es da sacola, incluindo sacolas com ve- dagao em L1 sacolas costuradas na traseira e sacolas com vedapao em U (tambem citados como bolsas), sao reveladas em USPB 6.970.468 para Mir- ze e outros, intitulada "Patch Bag and Processo of Making Same", que e por meio disso incorporada na Integra, por referencia aqui. Embora as configu- ragoes da sacola ilustradas na patente '468 tenham uma parte sobre ela, para finalidades da presente inveng§o, a parte e opcional.
Em uma modalidade, ο artigo de empacotamento e uma sacola com vedagao na extremidade de disposipao plana feita de uma tubulagao sem-costura, a sacola com vedagao na extremidade tendo um topo aberto, primeira e segunda bordas laterals dobradas e uma vedagao na extremidade atraves de um fundo da sacola, com ο primeiro e ο segundo iniciadores de rasgo estando na margem da sacola que esta para fora da vedagao na ex- tremidade, com ο primeiro rasgo sendo um rasgo na diregao de maquina de pelicula e ο segundo rasgo sendo um rasgo na diregao de maquina de peli- cula, com cada rasgo podendo ser manualmente propagado para baixo do comprimento da sacola com vedagao na extremidade para a borda oposta da sacola com vedagao na extremidade.
Em uma modalidade, ο artigo de empacotamento e uma sacola com vedagao lateral de disposigao plana feito de uma tubulagao sem- costura, a sacola com vedagao lateral tendo um topo aberto, uma borda infe-
rior dobrada e primeira e segunda vedagoes laterals com primeira e segunda margens da sacola respectivas para fora das primeira e segunda vedagoes laterals respectivas, com os primeiro e segundo iniciadores de rasgo sendo na primeira margem da sacola e para fora da primeira vedagao lateral, com ο primeiro rasgo sendo um rasgo na dire^ao de maquina e ο segundo rasgo sendo um rasgo na diregao de maquina, com cada rasgo podendo ser ma- nualmente propagado atraves da Iargura completa da sacola com vedagao lateral para a borda oposta da sacola com vedagao lateral.
Em uma modalidade, ο artigo de empacotamerito e uma sacola com vedagao lateral de disposigao plana feito de uma tubulagao sem- costura, a sacola com vedagao lateral tendo um topo aberto, uma borda infe- rior dobrada, uma primeira vedagao lateral com uma primeira margem da sacola para fora dela, uma segunda veda^o lateral com uma segunda mar- gem da sacola para fora dela e uma terceira vedagao que se estende da primeira vedagao lateral para a segunda vedagao lateral,a terceira vedagao estando em uma extremidade oposta da sacola a partir do topo aberto, a terceira vedagao tendo uma terceira margem da sacola para fora dela, a borda inferior dobrada estando na terceira margem da sacola, a terceira margem da sacola compreendendo ο primeiro e ο segundo iniciadores de rasgo, com ο primeiro rasgo sendo um rasgo na direpao transversal e ο se- gundo rasgo sendo um rasgo na diregao transversal, com ο primeiro e ο se- gundo rasgos podendo ser, cada um, manualmente propagados para baixo do comprimento da sacola com vedagao lateral e para a borda oposta da sacola com vedagao lateral.
Em uma modalidade, ο artigo de empacotamento e uma bolsa de disposigao plana feita pela vedagao termica de duas peliculas planas en- tre si, a bolsa tendo um topo aberto, uma primeira vedagao lateral com uma primeira margem da sacola para fora dela, uma segunda vedagao lateral com uma segunda margem da sacola para fora dela, uma vedagao inferior com uma terceira margem da sacola para fora dela, a vedagao inferior es- tendida da primeira vedagao lateral para a segunda vedagao lateral, a veda- gao inferior estando em uma extremidade oposta da sacola a partir do topo
aberto, com pelo menos uma das margens da sacola tendo primeiro e se- gundo iniciadores de rasgo para rasgar cada uma das duas peliculas planas na diregao de maquina.
Sacolas com vedagao na extremidade, sacolas com vedagao lateral, sacolas com vedagao em L, sacolas com vedagao em T (tambem citados como sacolas costuradas na traseira) e sacolas com vedapao em U, todos tem um topo aberto, Iados fechados, um fundo fechado e pelo menos uma vedapao termica. Cada uma dessas vedagdes termicas e citada como uma "vedagao de fabrica" porque essas vedagdes sao feitas em uma fabrica de fabricagao da sacola, ao inves de em uma fabrica de empacotamento onde a sacola e usada para empacotar um produto. Cada uma das veda- goes termicas ilustradas nas figuras 1A-1F, 3’ 4’ 5, 6A-6FF, 7A-C e 13-16 e uma vedagao de fabrica. Cada uma das vedagoes de fabrica e geralmente feita a uma distancia curta para dentro da borda do artigo, de modo que uma quantidade relativamente pequena de pelicula permanece para fora da ve- da^ao termica, isto e, no outro Iado da vedagao da pelicula que envolve ο produto. Uma sacola reforgada com nesga pode tambem ser feito com uma veda?ao inferior que tem uma margem, e um involucro (costurado na traseira ou sem-costura) pode ter uma vedagao termica transversal com uma mar- gem. Como usado aqui, ο termo "margem" se refere a pelicula que esta para fora de qualquer uma ou mais das vedagoes de fabrica.
Em contraste, somente uma das veda95es termicas no produto empacotado das figuras 9-12 e uma vedagao de fabrica. A outra vedagao e feita depois que ο produto e colocado no artigo de empacotamento, e e aqui citada como uma "vedagao de empacotadores" ou como uma "vedapao apli- cada" ou como uma "vedagao do consumidor". Enquanto a pelicula para fora de uma vedagao termica de fabrica e citada como uma "margem", a pelicula para fora de uma vedagao do consumidor e citada como uma "parte final" ou "parte inicial" do artigo de empacotamento. No produto empacotado ilustrado nas figuras 9-12 e 18,uma das vedagdes termicas e uma vedagao de fabrica e a outra vedagao termica e uma vedagao do consumidor. Se ο iniciador de rasgo 53 na figura 9 esta na margem, entao a vedagao termica 51 e a veda-
gao de fabrica e a vedagao termica 55 e a vedagao do consumidor. Embora um iniciador de rasgo possa estar em uma margem, ele pode tambem estar em uma regiao da parte inicial da sacola. Se ο iniciador de rasgo 53 esta na parte inicial, entao a vedagao termica 51 e a vedagao do consumidor e a ve- dagao termica 55 έ a vedagao de fabrica. Geralmente1 a parte inicial e maior (isto e, mais longa) do que a margem.
O termo "sacola" tambem inclui essa parte de um pacote que e derivada de uma sacola. Isto e, depois que um produto e colocado dentro de uma sacola, a sacola e vedada fechada de modo que ela circunde ο produto. Comprimento da sacola excessive (isto e, a parte final da sacola ou a parte inicial da sacola) pode ser opcionalmente removida ao Iongo de uma Iinha proxima da vedagao feita atraves da sacola para envolver ο produto dentro da sacola, e a seguir opcionalmente a pelicula pode ser encolhida ao redor do produto. A parte da sacola que permanece e e configurada ao redor do produto e aqui tambem incluida no termo "sacola". A frase "uma borda opos- ta do artigo de empacotamento" se refere a borda da sacola que fica direta- mente para ο outro Iado da borda do artigo de empacotamento tendo ο inici- ador de rasgo. Por exemplo, uma borda superior da sacola e oposta a borda inferior da sacola; uma primeira borda lateral da sacola fica oposta a segun- da borda lateral da sacola. Como usado aqui, a frase "um Iado da sacola" e usada como referencia a cada um dos primeiro e segundo Iados de uma sa- cola de disposi^ao plana, bem como cada um dos dois Iados pianos princi- pals de uma sacola reforpada com nesga.
Como usado aqui, a frase "margem" se refere a essa parte do artigo de empacotamento que fica para fora de uma vedagao termica, por exemplo, ο comprimento excessivo ou a Iargura no Iado sem produto de qualquer vedagao termica de fabrica no artigo de empacotamento. Em uma sacola com vedagao na extremidade, a margem da sacola e curta na dire^ao de maquina e longa na diregao transversal. Em uma sacola com vedagao lateral, a margem da sacola e longa na dire?§o de maquina e curta na dire- 9§o transversal. Em qualquer caso, a "largura" da margem da sacola e a di- mensao mais curta da margem e ο "comprimento" da margem da sacola e a
dimensao mais longa da margem. Uma margem da sacola (ou qualquer margem de qualquer artigo de empacotamento) pode ter uma largura, antes que a pelicula seja encolhida, de pelo menos 5 milimetros, ou pelo menos 10 milimetros, ou pelo menos 15 milimetros, ou pelo menos 20 milimetros, ou pelo menos 25 milimetros, ou pelo menos 30. Alternativamente, a margem pode ter uma largura de 5 a 100 milimetros, ou de 10 a 50 milimetros, ou de a 40 milimetros, ou de 20 a 35 milimetros.
Como usado aqui, a frase "sacola de disposipao plana" se refere genericamente a sacolas sem reforgo de nesga usadas para ο empacota- mento de uma variedade de produtos, particularmente produtos alimenticios. Mais especificamente, a frase "sacola de disposi^ao plana" inclui sacola com veda^ao lateral, sacola com vedagao na extremidade, sacola com vedagao em L, sacola com vedagao em U (tambem citado como uma bolsa) e sacola costurada na traseira (tambem citado como sacola com vedagao em T). A costura na traseira pode ser uma vedagao de barbatana, uma vedagao de aba ou uma vedagao no topo com uma fita de costura na traseira.
Antes que a sacola seja encolhida, ela pode ter uma razao de comprimento para largura de: de 1:1 a 20:1 ou de 1,5:1 a 8:1 ou de 1,8:1 a 6:1 ou de2:1 a 4:1.
O iniciador de rasgo pode ser um corte na margem ou parte ini- cial do artigo de empacotamento. Como usado aqui, ο terno "corte" se refere a penetragao atraves da pelicula ou a cisalhamento atraves da pelicula, com um recurso de cisalhamento ou instrumento cortante. De preferencia, ο corte e feito atraves de ambos os Iados do artigo de empacotamento. O termo "corte" e inclusivo de ambas as fendas e os entalhes. Como usado aqui, ο termo "fenda" se refere a um corte atraves da pelicula sem a separagao e remogao de um peda^o da pelicula do artigo de empacotamento. Uma fenda pode ser da borda do artigo de empacotamento (isto e, uma "fenda de bor- da") ou interna, isto e, nao se estendendo para uma borda (isto e, "fenda interna" tambem citada como um "furo de fenda"). A fenda pode ser reta ou curvada ou ondulada.
O termo "furo", como usado aqui, inclui ambos perfuragao inter-
na (isto e, furo interno) ou corte interno (isto e, uma fenda interna) atraves do artigo de empacotamento, bem como um corte interno que remove um pe- dago da pelicula do artigo. O furo pode utilizar um corte reto ou um corte curvado. O furo pode ser de forma redonda ou quadrada ou retangular ou irregular.
Um "entalhe" e formado por um corte que remove um pedago da pelicula ao Iongo de uma borda curvada suavemente ou de outra maneira reta de uma margem do artigo ou parte final®, produzindo um ponto para a concentragao do estresse durante a aplicagao manual subsequente da forga de rasgamento. Um entalhe pode ser em formato de V ou redondo ou qua- drado ou retangular ou oval ou de qualquer perfil regular ou irregular.
A fenda ou entalhe ou furo na margem ou parte final pode se estender atraves de pelo menos 10 por cento da Iargura da margem antes que a sacola seja encolhido; ou pelo menos 20 por cento ou pelo menos 30 por cento ou pelo menos 40 por cento ou pelo menos 50 por cento ou pelo menos 60 por cento ou pelo menos 70 por cento ou pelo menos 80 por cento ou pelo menos 90 por cento, da Iargura da margem ou parte final. A fenda ou entalhe ou furo pode inclinar para dentro, para ο centra do artigo de empaco- tamento.
Em sacolas com vedagao na extremidade e vedagao lateral, bem como outros artigos de empacotamento, uma parte da margem esta em um primeiro Iado de disposigao plana do artigo (por exemplo, sacola) e uma parte da mesma margem fica em um segundo Iado de disposigao plana do artigo (por exemplo, sacola). O primeiro Iado de disposigao plana da margem pode ter um primeiro iniciador de rasgo e ο segundo Iado de disposigao pla- na da margem pode ter um segundo iniciador de rasgo.
O primeiro iniciador de rasgo pode sobrepor ο segundo iniciador de rasgo quando a sacola com vedagao na extremidade ou veda^ao lateral (ou qualquer outro artigo de empacotamento) esta na sua configuragao de disposigao plana, bem como no pacote encolhido. A sobreposigao melhora a facilidade de iniciar e propagar simultaneamente os rasgos nos primeiro e segundo Iados do artigo de empacotamento. Alem do mais, ο primeiro inicia- dor de rasgo pode coincidir (isto e, ser posicionado diretamente sobre e cor- responder em comprimento e forma) com ο segundo iniciador de rasgo quando ο artigo de empacotamento esta na sua configura^ao de disposigao plana.
O artigo de empacotamento pode ser produzido com ambos um primeiro iniciador de rasgo que e sobreposto ou coincidente com ο segundo iniciador de rasgo e um terceiro rasgo que e sobreposto ou coincidente com um quarto iniciador de rasgo. O primeiro e ο segundo iniciadores de rasgo podem ser posicionados em uma margem ou parte da parte inicial do artigo para fazer um rasgo manual em uma dire^ao de maquina, com ο terceiro e ο quarto iniciadores de rasgo sendo posicionados para fazer um rasgo manual em uma diregao transversal. O terceiro e ο quarto iniciadores de rasgo po- dem ser posicionados em uma margem ou uma parte inicial.
Como usado aqui, ο verbo "rasgar" se refere a separar um obje- to pela for^a. O substantivo "rasgo" se refere a ruptura resulta门te no objeto sendo rasgado. O rasgamento da pelicula resulta da colocagao da pelicula sob tensao suficiente que e separada pela for^a. A forga de puxao e concen- trada pelo iniciador de rasgo, que permite que uma menor for?a de puxao separe a pelicula, isto e, rasgue a pelicula. Peliculas contrateis com calor de alta resistencia ao impacto nao sao suscetiveis ao rasgo manual sem a pre- sence do iniciador de rasgo. No artigo de empacotamento contratil com ca- lor, a pelicula de miiltiplas camadas de alta resistencia ao impacto sofre ο rasgo a partir do iniciador de rasgo para a borda oposta do artigo de empa- cotamento.
A frase "iniciador de rasgo", como usada aqui, se refere a qual- quer um ou mais de uma variedade de recursos que podem ser Iocalizados na margem ou parte inicial de um artigo de empacotamento. O iniciador de rasgo permite que a for?a de rasgamento manual seja concentrada em um ponto ou pequena regiao da(s) pelicula(s), de modo que a iniciagao no rasgo e a propagapao do rasgo possam ser produzidas manualmente. Uma fenda na margem da sacola, como ilustrado na figura 6A, pode servir como ο inici- ador de rasgo. Alternativamente, ο iniciador de rasgo pode ser um entalhe em formato de V em uma margem da sacola (vide figura 6B) ou um entalhe arredondado na margem da sacola (vide figura 6C) ou um entalhe retangular na margem da sacola (vide figura 6D) ou um furo de fenda na margem da sacola (vide figura 6E) ou um furo redondo na margem da sacola (vide figura 6F) ou um furo oval pontudo na margem da sacola (vide figura 6G) ou um furo retangular na margem da sacola (vide figura 6H).
Como usado aqui, os termos "sobreposto" e "coincidente" são usados com relação ao posicionamento relativo dos iniciadores de rasgo emparelhados ambos quando o artigo está na sua configuração de disposi- ção plana e/ou depois que um produto é colocado no artigo e o artigo veda- do fechado ao redor do produto. O termo "coincidente" se refere a dois inici- adores de rasgo emparelhados que ficam diretamente um em cima do outro. O termo "sobreposição" se refere a dois iniciadores de rasgo emparelhados que ficam próximos o suficiente um do outro que um esforço para rasgar manualmente um lado do artigo de empacotamento em um dos entalhes de rasgo resulta no rasgamento de ambos os lados do artigo, isto é, de cada um dos iniciadores de rasgo emparelhados. A frase "substancialmente coin- cidente" é usada de maneira permutável com o termo "sobreposto". Tipica- mente, considera-se que iniciadores de rasgo na faixa de meia polegada da coincidência um com o outro sejam "sobrepostos".
Como usado aqui, a frase "manual" e o termo "manualmente" são ambos usados com referência ao rasgamento com as mãos somente, isto é, sem a necessidade de uma faca, tesoura ou qualquer outro acessório para ajudar na iniciação ou propagação do rasgamento da película. O termo "manual" é usado com relação à iniciação do rasgo, isto é, o início manual da ação de rasgamento, bem como com relação à propagação do rasgo, isto é, a continuação manual (isto é, extensão) de um rasgo que foi manualmen- te iniciado.
Além do iniciador de rasgo, o artigo de empacotamento pode ser fornecido com um "auxiliar de controle", também citado aqui como um "otimi- zador de controle". O auxiliar de controle pode melhorar a facilidade com a qual a película pode ser rasgada. O auxiliar de controle pode ficar em um lado da disposição plana do artigo de empacotamento ou em ambos os Ia- dos da disposição plana do artigo de empacotamento. O auxiliar de controle pode ser um furo na margem (e/ou na parte inicial), uma extensão integral da margem ou parte inicial ou uma película separada presa na margem ou parte inicial. A alça da película separada pode ser feita de um polímero ter- moplástico, papel ou outro material e pode ser contrátil com calor ou não contrátil com calor. O artigo de empacotamento pode ser fornecido com a combinação de um iniciador de rasgo e um auxiliar de controle. Por exemplo, a margem pode ter uma fenda como o iniciador de rasgo e um furo como um auxiliar de controle. Vide figura 61. A margem pode ter uma fenda como o iniciador de rasgo e dois furos para funcionar como o auxiliar de controle. Vide figura 6J. Alternativamente, o auxiliar de controle pode ser uma aba, como ilustrado na figura 6K, essa figura também ilustrando a aba sendo u- sada em combinação com uma fenda.
Com relação ao rasgamento da película da qual o artigo de em- pacotamento é feito, como usado aqui a frase "o rasgamento pode ser pro- pagado ..." se refere à maneira na qual a película tende a propagar o rasgo quando a sacola é submetida a uma abertura manual comum do mesmo, isto é, o artigo de empacotamento pode ser "segurado e rompido" ou "segu- rado e rasgado" no decorrer comum da abertura. O artigo de empacotamen- to exibe rasgo substancialmente linear. Geralmente, o rasgo linear fica subs- tancialmente em linha com a direção da máquina ou substancialmente em linha com a direção transversal. O rasgamento é executado depois do enco- lhimento da película contrátil com calor.
Se o rasgo está sendo feito na direção da máquina de película, o rasgo pode ficar dentro da faixa de 0 a 44 graus da direção de máquina real da película, isto é, contanto que o rasgo possa ser propagado em direção e para a borda lateral oposta da sacola; ou o rasgo pode ficar dentro da faixa de 0 a 20 graus ou dentro da faixa de 0 a 15 graus ou dentro da faixa de 1 a graus ou dentro da faixa de 0 a 10 graus ou dentro da faixa de 0 a 5 graus ou dentro da faixa de 0 a 2 graus da direção de máquina de película. O mesmo permanece verdadeiro para o rasgamento na direção transversal, isto é, o rasgo pode ficar dentro da faixa de 0 a 44 graus da direção trans- versai real da película ou o rasgo pode ficar dentro da faixa de 0 a 20 graus ou dentro da faixa de 1 a 20 graus ou dentro da faixa de 0 a 10 graus ou dentro da faixa de 0 a 5 graus ou dentro da faixa de 0 a 2 graus da direção transversal da película.
Como usado aqui, a frase "facilmente removido" é aplicada à remoção de um produto de um artigo de empacotamento circundando ou substancialmente circundando o produto. Como usado aqui, a frase "facil- mente removido" se refere à remoção manual do produto de dentro dos limi- tes do artigo de empacotamento sem qualquer quantidade substancial adi- cional de rasgamento e sem qualquer deformação permanente adicional substancial da película. Como usado aqui, a frase "rasgamento substancial da película" se refere ao rasgamento maior do que ou igual a 2 milímetros em comprimento. Como usado aqui, a frase "deformação permanente subs- tancial da película" se refere a um estiramento permanente da película maior do que ou igual a 2 milímetros em qualquer localização na película.
Como usado aqui, as frases "camada de vedação", "camada de vedação térmica" e "camada vedante" se referem a uma camada, ou cama- das, de película externa envolvidas em vedação térmica da película em si própria, em outra camada de película da mesma ou de outra película e/ou em outro artigo que não é uma película. A vedação térmica pode ser execu- tada em qualquer uma ou mais de uma ampla variedade de maneiras, tais como vedação com rebordo fundido, vedação térmica, vedação por impulso, vedação ultrassônica, vedação com ar quente, vedação com arame quente, vedação com radiação infravermelha, vedação com radiação de ultravioleta, vedação com feixe eletrônico, etc.). Uma vedação térmica é geralmente uma vedação relativamente estreita (por exemplo, 0,508 mm a 25,4 mm (0,02 polegadas a 1 polegada de largura)) através de uma película. Um recurso de vedação térmico particular é uma vedação térmica feita usando um vedador de impulso, que usa uma combinação de calor e pressão para formar a ve- dação, com o recurso de aquecimento produzindo um breve pulso de calor enquanto a pressão está sendo aplicada na película por uma barra de veda- ção ou arame de vedação, seguida pelo rápido resfriamento. Em algumas modalidades, a camada de vedação pode compre- ender uma poliolefina, particularmente um copolímero de etileno/alfaolefina e/ou uma resina de ionômero. Por exemplo, a camada de vedação pode conter uma poliolefina tendo uma densidade de 0,88 g/cc a 0,917 g/cc, ou de 0,90 g/cc a 0,917 g/cc. Mais particularmente, a camada de vedação pode compreender pelo menos um elemento selecionado do grupo consistindo em polietileno de densidade muito baixa e copolímero de etileno homogê- neo/alfaolefina. O polietileno de densidade muito baixa é uma espécie de copolímero de etileno heterogêneo/alfaolefina. O etileno heterogê- neo/alfaolefina (por exemplo, polietileno de densidade muito baixa) pode ter uma densidade de 0,900 a 0,917 g/cm3. O copolímero de etileno homogê- neo/alfaolefina na camada de vedação pode ter uma densidade de 0,880 g/cm3 a 0,910 g/cm3 ou de 0,880 g/cm3 a 0,917 g/cm3. Copolímeros de etile- no homogêneo/alfaolefina úteis na camada de vedação incluem copolímeros de etileno catalisado com metaloceno/alfaolefina tendo uma densidade de 0,917 g/cm3 ou menor, bem como um polietileno de densidade muito baixa tendo uma densidade de 0,912 g/cm3, esses polímeros proporcionando ótica excelente. Vedadores de metaloceno do tipo de plastômero com densidades menores do que 0,910 g/cm3 também proporcionam ótica excelente.
Como usado aqui, o termo "barreira" e a frase "camada de bar- reira" quando aplicados em películas e/ou camadas de película, são usados com referência à capacidade de uma película ou camada de película servir como uma barreira para um ou mais gases. A película contrátil com calor de múltiplas camadas usada para fazer o artigo pode compreender opcional- mente uma camada de barreira. Na técnica de empacotamento, camadas de barreira ao oxigênio (isto é, O2 gasoso) podem compreender, por exemplo, pelo menos um elemento selecionado do grupo consistindo em copolímero de etileno hidrolisado/acetato de vinila (indicados pelas abreviações "EVOH" e "HEVA" e também citados como "copolímero de etileno saponifica- do/acetato de vinila" e "copolímero de etileno/álcool vinílico"), cloreto de poli- vinilideno, poliamida amorfo, poliamida MXD6 (particularmente copolímero de MXD6/MXDI), poliéster, poliacrilonitrilo, etc., como conhecido para aque- Ies versados na técnica. Além da primeira e da segunda camadas, a película contrátil com calor pode também compreender pelo menos uma camada de barreira.
A película contrátil com calor pode exibir taxa de transmissão de O2 de 1 a 20 cc/m2 dia atm em 23°C e 100% de umidade relativa ou de 2 a cc/m2 dia atm em 23°C e 100% de umidade relativa ou de 3 a 12 cc/m2 dia atm em 23°C e 100% de umidade relativa ou de 4 a 10 cc/m2 dia atm em 23°C e 100% de umidade relativa. Alternativamente, a película contrátil com calor pode exibir uma taxa de transmissão de O2 de 21 cc/m2 dia atm a 15.000 cc/m2 dia atm, ou de 500 cc/m2 dia atm a 10.000 cc/m2 dia atm ou de 2000 cc/m2 dia atm a 6.000 cc/m2 dia atm.
Como usado aqui, a frase "camada de amarração" se refere a qualquer camada interna tendo a finalidade primária de aderir duas camadas entre si. As camadas de amarração podem compreender qualquer polímero tendo um grupo polar enxertado nele. Tais polímeros aderem em ambos os polímeros não-polares tal como poliolefina, bem como nos polímeros polares tal como poliamida e copolímero de etileno/álcool vinílico. Camadas de a- marração podem compreender pelo menos um elemento selecionado do grupo consistindo em poliolefina (particularmente copolímero de etileno ho- mogêneo/alfaolefina), poliolefina modificada com anidrido, copolímero de etileno/acetato de vinila e copolímero de etileno modificado com anidri- do/acetato de vinila, copolímero de etileno/ácido acrílico e copolímero de etileno/acrilato de metila. Polímeros de camada de amarração típicos com- preendem pelo menos um elemento selecionado do grupo consistindo em polietileno de baixa densidade linear modificado com anidrido, polietileno de baixa densidade modificado com anidrido, polipropileno modificado com ani- drido, copolímero de acrilato de metila modificado com anidrido, copolímero de acrilato de butila modificado com anidrido, copolímero de etileno homo- gêneo/alfaolefina e copolímero de etileno modificado com anidrido/acetato de vinila.
Como usado aqui, as frases "camada interior" e "camada inter- na" se refere a qualquer camada, de uma película de múltiplas camadas, tendo ambas as suas superfícies principais diretamente aderidas em outra camada da película.
Como usado aqui, a frase "camada externa" se refere a qualquer camada de película tendo menos do que duas das suas superfícies princi- pais diretamente aderidas em outra camada da película. Uma película de múltiplas camadas tem duas camadas externas, cada uma das quais tem uma superfície principal aderida em somente uma outra camada da película de múltiplas camadas.
Como usado aqui, o termo "aderido" é inclusivo de películas que são diretamente aderidas entre si usando uma vedação térmica ou outro re- curso, bem como películas que são aderidas entre si usando um adesivo que fica entre as duas películas. Esse termo é também inclusivo de camadas de uma película de múltiplas camadas, cujas camadas são naturalmente aderidas entre si sem um adesivo no meio. As várias camadas de uma pelí- cula de múltiplas camadas podem ser "diretamente aderidas" uma na outra (isto é, sem camadas no meio) ou "indiretamente aderidas" uma na outra (isto é, uma ou mais camadas no meio).
Depois que uma película de múltiplas camadas é vedada com calor em si própria ou em outro elemento do pacote sendo produzido (isto é, é convertida em um artigo de empacotamento, por exemplo, uma sacola, bolsa ou invólucro), uma camada externa da película é uma camada interna do artigo de empacotamento e a outra camada externa se torna a camada exterior do artigo de empacotamento. A camada interior pode ser citada co- mo uma "camada de contato de produto/vedação térmica interna", porque essa é a camada de película que é vedada em si própria ou em outro artigo e ela é a camada de película mais perto do produto, relativa a outras cama- das da película. A outra camada externa pode ser citada como a "camada exterior" e/ou como a "camada de abuso externa" ou "camada de pele exter- na", já que ela é a camada de película mais distante do produto, em relação às outras camadas da película de múltiplas camadas. Da mesma maneira, a "superfície exterior" de um artigo de empacotamento (isto é, sacola) é a su- perfície distante do produto sendo empacotado dentro do artigo. Embora a película contrátil com calor de múltiplas camadas pos- sa ser vedada em si própria para formar um artigo de empacotamento, op- cionalmente uma película de parte contrátil com calor pode ser aderida no artigo (particularmente em uma sacola). A película de parte pode ser contrátil com calor e pode ter um encolhimento livre total em 85°C (185°F) de pelo menos 35 por cento, medido de acordo com ASTM D-2732. A película da sacola e a película de parte podem ter um encolhimento livre total em 85°C (185°F) que estão dentro da faixa de 50 por cento entre si, ou dentro da faixa de 20 por cento entre si, ou dentro da faixa de 10 por cento entre si, ou den- tro da faixa de 5 por cento entre si, ou dentro da faixa de 2 por cento entre si. A parte pode ou não cobrir a vedação térmica. Se a parte cobre uma veda- ção térmica, opcionalmente a vedação térmica pode ser feita através da par- te. Se o rasgo é para ser feito através da sacola e através da parte, a parte deve cobrir uma vedação térmica e o iniciador de rasgo deve ser através de ambas a película da sacola e a película da parte. A sacola pode ter uma ve- dação curvada e a parte pode se estender para dentro e através da região da vedação curvada e sobre e além da vedação curvada. Se a borda inferior da sacola é curvada, uma borda inferior da parte pode também ser curvada. A sacola da parte pode ter qualquer configuração desejada de parte na sa- cola como revelada em qualquer uma ou mais das Patentes U.S. N°s: 4.755.403, 5.540.646, 5.545.419, 6.296.886, 6.383.537, 6.663.905 e 6.790.468, cada uma das quais é aqui incorporada, na íntegra, por referên- cia a elas.
Sacolas com vedação na extremidade com vedações térmicas curvadas e sacolas com parte de vedação na extremidade com vedações térmicas curvadas podem ser projetadas para ter iniciação manual do rasgo e propagação manual do rasgo direcional. Embora a vedação na extremida- de possa ser curvada, a borda inferior da sacola pode ser reta através da tubulação ou pode também ser curvada. Uma vedação térmica inferior cur- vada e uma borda inferior da sacola cruzada reta deixa mais espaço nos cantos inferiores da margem da sacola para produzir os iniciadores de rasgo, bem como para auxiliares de controle. Sacolas de parte com vedações na extremidade curvadas são reveladas na Patente U.S. N0 6.270.819 para Wi- ese, que é aqui incorporada na íntegra, por referência a ela.
O termo "polímero", como usado aqui, é inclusivo de homopolí- mero, copolímero, terpolímero, etc. "Copolímero" inclui copolímero, terpolí- mero, etc.
Misturas de polímeros incompatíveis em uma ou mais camadas de película podem melhorar a iniciação do rasgo, propagação do rasgo e propriedades do rasgo linear da película, incluindo a capacidade de rasgar manualmente todo o comprimento ou através da largura completa de um pacote feito de um artigo de empacotamento compreendendo uma película de empacotamento de múltiplas camadas, isto é, rasgando através de uma vedação e através e para uma borda oposta do pacote. Para um pacote feito de uma sacola com vedação na extremidade, um rasgo na direção de má- quina pode ser iniciado manualmente na margem da sacola e o rasgo na direção de máquina pode ser propagado manualmente através da vedação e para baixo do comprimento da sacola, para uma distância até o comprimento completo do pacote, isto é, para essa parte do pacote que corresponde com a borda oposta do pacote depois que o artigo de empacotamento é usado para fazer o pacote. Para um pacote feito de uma sacola com vedação late- ral, o rasgo na direção de máquina pode ser iniciado manualmente em uma margem da sacola e o rasgo na direção de máquina pode ser propagado manualmente através da margem e através da vedação térmica associada, com o rasgo a seguir sendo propagado na direção de máquina, através da largura completa do pacote, isto é, para essa parte do pacote que corres- ponde com a borda oposta da sacola com vedação lateral depois que a sa- cola é usada para fazer o pacote.
Como usado aqui, a frase "polímeros incompatíveis" se refere a dois polímeros (isto é, uma mistura de pelo menos dois polímeros) que são incapazes de formar uma solução ou até mesmo uma mistura bifásica está- vel e que tendem a separar depois de serem misturados. Quando mistura- dos, polímeros incompatíveis não são miscíveis entre si e se separam em fase em um domínio contínuo e um domínio descontínuo que podem ser fi- namente dispersos. A presença de uma ou mais camadas de polímero com- preendendo uma mistura de polímeros incompatíveis pode auxiliar, melhorar ou até mesmo causar a propriedade de rasgo linear da película contrátil com calor de múltiplas camadas usada para fabricar a sacola contrátil com calor.
A mistura de polímeros incompatíveis compreende pelo menos uma mistura selecionada do grupo de (A) a (I) apresentado acima sob o pri- meiro aspecto da invenção. Na mistura (A) acima, o homopolímero de etile- no e/ou copolímero de etileno/alfaolefina pode estar presente em uma quan- tidade de 80 a 40 por cento em peso ou de 70 a 50 por cento em peso, com base no peso total da mistura. O etileno/éster insaturado pode estar presen- te na quantidade de 20 a 60 por cento em peso ou de 30 a 50 por cento em peso, com base no peso total da mistura. O copolímero de etileno/éster insa- turado pode ter um conteúdo de éster insaturado de 10 a 85 por cento em peso ou 10 a 50 por cento em peso ou 10 a 30 por cento em peso ou 12 a por cento em peso, com base no peso do copolímero de etileno/éster in- saturado.
Na mistura (D) acima, o copolímero de etileno/éster insaturado pode estar presente em uma quantidade de 10 a 75 por cento em peso, 20 a 50 por cento em peso ou 25 a 40 por cento em peso ou 25 a 35 por cento em peso, com base no peso total da mistura. O polipropileno e/ou copolíme- ro de propileno/etileno e/ou polibutileno e/ou copolímero de etileno modifica- do/alfaolefina e/ou homopolímero de estireno e/ou copolímero de estire- no/butadieno podem estar presentes na mistura em uma quantidade de 90 a por cento em peso, ou de 80 a 50 por cento em peso, ou de 75 a 60 por cento em peso, ou de 75 a 65 por cento em peso, com base no peso total da mistura.
Na mistura (F) acima, o copolímero de etileno/alfaolefina pode estar presente na mistura em uma quantidade de 90 a 15 por cento em pe- so, com base no peso total da mistura ou de 80 a 50 por cento em peso, ou de 75 a 60 por cento em peso, ou de 25 a 65 por cento em peso, com base no peso total da mistura, com polipropileno (particularmente copolímero de propileno/etileno) e/ou polibutileno e/ou etileno/norborneno em uma quanti- dade de 10 a 85 por cento em peso, ou de 20 a 50 por cento em peso, ou de a 40 por cento em peso, ou de 25 a 35 por cento em peso, com base no peso total da mistura.
Na mistura (G) acima, o copolímero de homopolímero de propi- Ieno homogêneo e/ou propileno homogêneo pode estar presente na mistura em uma quantidade de 90 a 25 por cento em peso, ou 85 a 50 por cento em peso, ou 80 a 60 por cento em peso, ou 75 a 65 por cento em peso, com base no peso total da mistura, com copolímero de etileno homogê- neo/alfaolefina e/ou copolímero de etileno/éster insaturado em uma quanti- dade de 10 a 75 por cento em peso, ou 15 a 50 por cento em peso, ou 20 a 40 por cento em peso, ou de 25 a 35 por cento em peso, com base no peso total da mistura.
Em uma modalidade, a película compreende uma mistura in- compatível de copolímero de etileno/alfaolefina e copolímero de etile- no/acetato de vinila tendo um conteúdo de acetato de vinila de 10 a 50 por cento em peso com base no peso do copolímero, a mistura contendo o co- polímero de etileno/alfaolefina em uma quantidade de 80 a 35 por cento em peso com base no peso da mistura e copolímero de etileno/éster insaturado em uma quantidade de 20 a 65 por cento em peso com base no peso da mistura, com a película de múltiplas camadas contendo a mistura em uma quantidade de 20 a 95 por cento em peso, com base no peso da película de múltiplas camadas, sendo que a película de múltiplas camadas foi biaxial- mente orientada no estado sólido e tem um encolhimento livre total, quando medido por ASTM D 2732, de 15 por cento a 120 por cento em 85°C (185°F).
Em outra modalidade, a película pode compreender uma mistura incompatível de copolímero de etileno/alfaolefina e copolímero de etile- no/acetato de vinila tendo um conteúdo de acetato de vinila de 10 a 30 por cento em peso com base no peso do copolímero, a mistura contendo o co- polímero de etileno/alfaolefina em uma quantidade de 75 a 45 por cento em peso com base no peso da mistura e copolímero de etileno/éster insaturado em uma quantidade de 25 a 55 por cento em peso com base no peso da mistura, com a película de múltiplas camadas contendo a mistura em uma quantidade de 30 a 70 por cento em peso, com base no peso da película de múltiplas camadas, sendo que a película de múltiplas camadas foi biaxial- mente orientada no estado sólido e tem um encolhimento livre total, quando medido por ASTM D 2732 de 20 por cento a 105 por cento em 85°C (185°F).
Em outra modalidade, a película pode compreender uma mistura incompatível de copolímero de etileno/alfaolefina e copolímero de etile- no/acetato de vinila tendo um conteúdo de acetato de vinila de 12 a 30 por cento em peso, a mistura contendo o copolímero de etileno/alfaolefina em uma quantidade de 70 a 50 por cento com base no peso da mistura e copo- límero de etileno/éster insaturado em uma quantidade de 30 a 50 por cento em peso com base no peso da mistura, a película de múltiplas camadas con- tendo a mistura em uma quantidade de 30 a 70 por cento em peso, com ba- se no peso da película de múltiplas camadas e sendo que a película de múl- tiplas camadas foi biaxialmente orientada no estado sólido e tem um enco- lhimento livre total, quando medido por ASTM D 2732 de 40 por cento a 100 por cento em 85°C (185°F). O encolhimento é tipicamente orientado pela imersão em água quente, tal como água em 85°C (185°F), por um período de 2 a 60 segundos.
Se qualquer uma ou mais das misturas incompatíveis compre- ender um copolímero de etileno/alfaolefina, o copolímero de etile- no/alfaolefina poderá compreender pelo menos um elemento selecionado do grupo consistindo em: (i) copolímero de etileno/hexeno tendo uma densidade de aproximadamente 0,90 g/cc a aproximadamente 0,925 g/cc e (ii) copolí- mero de etileno/octeno tendo uma densidade de aproximadamente 0,90 g/cc a aproximadamente 0,925 g/cc.
Outras misturas de polímeros incompatíveis que podem ser usa- das incluem o seguinte: (i) uma mistura de 50 por cento em peso de copolí- mero de olefina cíclica com 50 por cento em peso de homopolímero de pro- pileno; (ii) uma mistura de 70 por cento em peso de poliestireno com 30 por cento em peso de copolímero de etileno/acetato de vinila tendo um conteúdo de acetato de vinila de 9 por cento ou 15 por cento; (iii) uma mistura de 70 por cento em peso de polietileno de densidade muito baixa e 30 por cento em peso de copolímero de olefina cíclica; (iv) uma mistura de 70 por cento em peso de copolímero de etileno/propileno e 30 por cento em peso de co- polímero de etileno homogêneo/alfaolefina; (v) uma mistura de 70 por cento em peso de copolímero de etileno/propileno e 30 por cento em peso de co- polímero de etileno/acetato de vinila tendo um conteúdo de acetato de vinila de 9 por cento ou 15 por cento; (vi) uma mistura de 70 por cento em peso de copolímero de etileno/propileno e 30 por cento em peso de copolímero de etileno/acrilato de metila; (vii) uma mistura de 70 por cento em peso de poli- estireno com 30 por cento em peso de náilon amorfo; (viii) uma mistura de 70 por cento em peso de resina de ionômero com 30 por cento em peso de copolímero de etileno/acetato de vinila tendo um conteúdo de acetato de vinila de 4 por cento; (ix) uma mistura de 70 por cento em peso de poliamida com 30 por cento em peso de polietileno de baixa densidade; (x) uma mistu- ra de 65 por cento em peso de poliamida amorfo com 35% de copolímero de estireno/butadieno/bloco de estireno.
A iniciação do rasgo, propagação do rasgo e propriedades de rasgo linear de uma película de múltiplas camadas contrátil com calor podem também ser melhoradas produzindo uma ou mais camadas da película com um material de enchimento, tal como um enchimento inorgânico. Sistemas poliméricos que incorporam altas concentrações de enchimento podem tam- bém melhorar o comportamento de rasgo linear. Dependendo do tamanho da partícula e da dispersão, uma concentração de enchimento tão pequena quanto 5 por cento em peso de enchimento (isto é, com base no peso total da camada) no copolímero de etileno/alfaolefina, polipropileno, copolímero de propileno/etileno, polibutileno, copolímero de poliestireno/butadieno, resi- na de ionômero, copolímero de etileno/acetato de vinila, copolímero de etile- no/acrilato de butila, copolímero de etileno/acrilato de metila, copolímero de etileno/ácido acrílico, poliéster, poliamida, etc., pode contribuir para o com- portamento linear do rasgo. Mais particularmente, a presença do enchimento em uma quantidade de 5 a 95 por cento em peso, ou em uma quantidade de a 50 por cento em peso, ou em uma quantidade de 10 a 40 por cento em peso, ou de 20 a 35 por cento em peso, pode ser usada.
Enchimentos adequados incluem silicatos (particularmente silica- to de sódio, silicato de potássio e silicato de alumínio, silicato de álcali alu- mino), sílica (particularmente sílica amorfa), siloxano, resina de silicone, sul- feto de zinco, volastonita, microesferas, fibra de vidro, oxido de metal (parti- cularmente óxidos de titânio, zinco, antimônio, magnésio, ferro e alumínio), carbonato de cálcio, sulfato (particularmente sulfato de bário e sulfato de cálcio), tri-hidrato de alumínio, feldspato, perlita, gesso, ferro, fluoropolímero, polimetilmetacrilato reticulado, talco, terra diatomácea, zeólitos, mica, caulim, negro de fumo e grafite.
A concentração do enchimento necessário para obter pequena força de iniciação de rasgo é dependente da geometria da partícula, tama- nho da partícula, razão de aspectos da partícula e a compatibilidade do en- chimento e da matriz de polímero. Alguns enchimentos são quimicamente tratados para melhorar a compatibilidade da partícula e do polímero no qual ela é dispersa.
A iniciação do rasgo, a propagação do rasgo e a propriedade linear do rasgo de uma película de múltiplas camadas contrátil com calor podem também ser melhoradas munindo uma ou mais camadas da película com um polímero que mune a película com um módulo de Young relativa- mente alto, por exemplo, um polímero tendo um módulo de Young de pelo menos 551,6 kPa (80.000 psi). Tais polímeros podem compreender pelo menos um elemento selecionado do grupo consistindo em polietileno de alta densidade, polietileno de peso molecular ultra-alto, polipropileno (particular- mente homopolímero de propileno), copolímero de estireno (particularmente copolímero de estireno/bloco de butadieno), copolímero de etile- no/norborneno, policarbonato e poliéster. A película contrátil com calor de múltiplas camadas pode ter um módulo de Young de pelo menos 551,6 kPa (80.000 psi). O módulo de Young pode ser medido de acordo com um ou mais dos seguintes procedimentos ASTM: D638, D882, D5026-95, D4065- 89, cada um dos quais é incorporado aqui na íntegra por referência. A pelí- cula pode ter um módulo de Young de pelo menos aproximadamente e/ou no máximo aproximadamente, qualquer um dos seguintes: 689,5 (100.000), 896,3 (130.000), 1034,2 (150.000), 1378,9 (200.000), 1723,7 (250.000), 2068,4 (300.000), 2413,2 (350.000) e 2757,9 kPa (400.000 libras/polegada quadrada), medido em uma temperatura de 22,7°C (73°F). A película pode ter qualquer uma das faixas precedentes de módulo de Young em pelo me- nos uma direção (por exemplo, na direção de máquina ou na direção trans- versal) ou em ambas as direções (isto é, as direções de máquina (isto é, longitudinal) e a transversal).
Como usado aqui, termos tais como "poliamida", "poliolefina", "poliéster", etc. são inclusivos de homopolímeros do gênero, copolímeros do gênero, terpolímeros do gênero, etc., bem como polímeros de enxerto do gênero e polímeros substituídos do gênero (por exemplo, polímeros do gê- nero tendo grupos substituintes neles).
Como usado aqui, a frase "copolímero de propileno/etileno" refe- re-se a um copolímero de propileno e etileno sendo que o conteúdo mero de propileno é maior do que o conteúdo mero de etileno. Copolímero de propi- leno/etileno não é uma espécie de "copolímero de etileno/alfaolefina".
A frase "copolímero de etileno/alfaolefina" é particularmente di- recionada para copolímeros heterogêneos tal como polietileno de baixa den- sidade linear (LLDPE), polietileno de densidade muito baixa e ultrabaixa (VLDPE e ULDPE), bem como polímeros homogêneos tal como polímeros catalisados com metaloceno tal como resinas EXACT® obteníveis de Exxon Chemical Company e resinas TAFMER® obteníveis de Mitsui Petrochemical Corporation. Todos esses últimos copolímeros incluem copolímeros de etile- no com um ou mais comonômeros selecionados de alfaolefina C4 a C10 tal como buteno-1 (isto é, 1-buteno), hexeno-1, octeno-1, etc. nos quais as mo- léculas dos copolímeros compreendem longas cadeias com relativamente poucas ramificações de cadeia secundária ou estruturas reticuladas. Essa estrutura molecular é para ser comparada com polietilenos convencionais de baixa ou média densidade que são mais altamente ramificados do que suas contrapartes respectivas. O etileno heterogêneo/alfaolefinas comumente co- nhecidos como LLDPE têm uma densidade geralmente na faixa de aproxi- madamente 0,91 gramas por centímetro cúbico a aproximadamente 0,94 gramas por centímetro cúbico. Outros copolímeros de etileno/alfaolefina, tal como os copolímeros de etileno homogêneo ramificado de cadeia Ion- ga/alfaolefina disponíveis de Dow Chemical Company1 conhecidos como resinas AFFINITY®, são também incluídos como outro tipo de copolímero de etileno homogêneo/alfaolefina útil na película e processo descritos aqui.
Como usado aqui, a frase "polímero heterogêneo" refere-se aos produtos de reação de polimerização de variação relativamente ampla em peso molecular e variação relativamente ampla na distribuição da composi- ção, isto é, polímeros típicos preparados, por exemplo, usando catalisadores Ziegler-Natta convencionais. Copolímeros heterogêneos contêm tipicamente uma variedade relativamente ampla de comprimentos de cadeia e porcenta- gens de comonômero. Copolímeros heterogêneos têm uma distribuição de peso molecular (Mw/Mn) maior do que 3,0.
Como usada aqui, a frase "polímero homogêneo" refere-se aos produtos de reação de polimerização de distribuição de peso molecular rela- tivamente estreito e distribuição de composição relativamente estreita. Polí- meros homogêneos são úteis em várias camadas da película de múltiplas camadas contrátil com calor. Polímeros homogêneos são estruturalmente diferentes de polímeros heterogêneos, em que polímeros homogêneos exi- bem uma seqüência relativamente uniforme de comonômeros dentro de uma cadeia, uma reflexão da distribuição de seqüência em todas as cadeias e uma similaridade de comprimento de todas as cadeias, isto é, uma distribui- ção de peso molecular mais estreita. Além do mais, polímeros homogêneos são tipicamente preparados usando metaloceno ou outro catalisador do tipo de local único, ao invés de usar catalisadores Ziegler Natta. Copolímeros de etileno homogêneo/alfaolefina podem ter um Mw/Mn de < 3,0.
Como usado aqui, o termo "poliamida" refere-se a um polímero tendo ligações de amida, mais especificamente poliamidas sintéticos, alifáti- cos ou aromáticos, na forma semicristalina ou amorfa. É planejado referir-se a ambos, poliamidas e copoliamidas. Os poliamidas podem ser selecionados de compostos de náilon aprovados para uso na produção de artigos planeja- dos para uso no processamento, manipulação e acondicionamento de ali- mentos, incluindo homopolímeros, copolímeros e misturas dos materiais de náilon descritos em 21 C.F.R. 177.1500 e os seguintes, que é incorporado aqui por referência. Exemplos de tais poliamidas incluem homopolímeros e copolímeros de náilon tal como esses selecionados do grupo consistindo em náilon 4.6 (poli(tetrametileno adipamida)), náilon 6 (policaprolactona), náilon 6.6 (poli(hexametileno adipamida)), náilon 6.9 (poli(hexametileno nonanodi- amida)), náilon 6.10 (poli(hexametileno sebacamida)), náilon 6.12 (po- li(hexametileno dodecanodiamida)), náilon 6/12 (poli(caprolactama-co- Iauralactama)), náilon 6.6/6 (poli(hexametileno adipamida-co-caprolactama)), náilon 6/66 (poli(caprolactama-co-hexametileno adipamida)), náilon 66/610 (por exemplo, fabricado pela condensação de misturas de sais de náilon 66 e sais de náilon 610), resinas de náilon 6/69 (por exemplo, fabricadas pela condensação de épsilon-caprolactama, hexametilenodiamina e ácido azelai- co), náilon 11 (poliundecanolactama), náilon 12 (poliaurilactama), náilon MXD6, náilon MXDI, náilon 6I/6T e copolímeros ou misturas desses. A me- nos que de outra forma indicado, a frase "poliamida semicristalino" inclui to- dos os poliamidas que não são considerados como sendo poliamidas amor- fas. Todos os poliamidas semicristalinos têm um ponto de fusão determiná- vel.
A película é uma película contrátil com calor. A película pode ser produzida executando somente a orientação monoaxial, ou executando a orientação biaxial. Como usada aqui, a frase "contrátil com calor' é usada com referência às películas que exibem um encolhimento livre total (isto é, a soma do encolhimento livre em ambas as direções de máquina e transver- sal) de pelo menos 10% em 85°C (185°F), quando medido por ASTM D 2732, que é aqui incorporado na integra, por referência a ele. Todas as pelí- culas que exibem um encolhimento livre total menor do que 10% em 85°C (185°F) são aqui indicadas como sendo não contráteis com calor. A película de múltiplas camadas da película contrátil com calor pode ter um encolhi- mento livre total em 85°C (185°F) de 10 por cento a 150 por cento, ou de 15 por cento a 120 por cento ou de 20 por cento a 100 por cento ou de 45 a 95 por cento ou de 40 a 90 por cento ou de 30 por cento a 80 por cento, ou de por cento a 60 por cento, quando medido por ASTM D 2732.
A capacidade de encolhimento com calor pode ser obtida execu- tando a orientação no estado sólido (isto é, em uma temperatura abaixo da temperatura de transição vítrea do polímero). O fator de orientação total utili- zado (isto é, estiramento na direção transversal multiplicado pelo repuxa- mento na direção de máquina) pode ser qualquer fator desejado, tal como pelo menos 2X, pelo menos 3X, pelo menos 4X, pelo menos 5X, pelo menos 6X, pelo menos 7X, pelo menos 8X, pelo menos 9X, pelo menos 10X, pelo menos 16X, ou de 1,5X a 20X, de 2X a 16X, de 3X a 12X, ou de 4X a 9X.
Em uma modalidade, a película não compreende uma rede de polímero reticulado. Em outra modalidade, a película compreende uma rede de polímero reticulado. Opcionalmente, a película pode ser irradiada para induzir a reticulação do polímero, particularmente poliolefina na película. A película pode ser submetida à irradiação usando um tratamento de radiação energético, tais como descarga de coroa, plasma, chama, ultravioleta, raios X, raios gama, raios beta e tratamento de elétron em alta energia, que indu- zem a reticulação entre as moléculas do material irradiado. A irradiação das películas poliméricas é revelada na Patente U.S. N0 4.064.296 para BORNSTEIN e outros, que é por meio disso incorporada na íntegra por refe- rência a ela. BORNSTEIN e outros revelam o uso da radiação de ionização para reticular o polímero presente na película.
As dosagens de radiação são citadas aqui em termos da unida- de de radiação "RAD", com um milhão de RADS, também conhecido como um megarad, sendo indicado como "MR" ou, em termos da unidade de radi- ação kiloGray (kGy), com 10 kiloGray representando 1 MR1 como é conheci- do para aqueles versados na técnica. Uma dosagem de radiação adequada de elétrons em alta energia fica na faixa de até aproximadamente 16 a 166 kGy, de modo mais preferível aproximadamente 30 a 90 kGy e ainda de mo- do mais preferível, 30 a 50 kGy. De preferência, a irradiação é executada por um acelerador de elétron e o nível de dosagem é determinado por processos padrões de dosimetria. Outros aceleradores tal como um transformador de van der Graaf ou de ressonância podem ser utilizados. A radiação não é limi- tada aos elétrons de um acelerador desde que qualquer radiação de ioniza- ção pode ser usada.
A película de múltiplas camadas contrátil com calor no artigo de empacotamento pode ser totalmente coextrusada ou preparada usando um processo de revestimento com extrusão. Opcionalmente, um extrusado anu- lar (aqui também citado como uma "fita") pode ser irradiado antes que as camadas adicionais sejam revestidas por extrusão sobre a fita do substrato. A irradiação produz uma rede de polímero mais forte pela reticulação das cadeias de polímero. O revestimento com extrusão permite que uma parte da estrutura de múltiplas camadas final seja reticulada pela irradiação (e dessa maneira fortalecida), em combinação com a anulação da irradiação de, por exemplo, uma camada de cloreto de polivinilideno aplicada no subs- trato através do revestimento com extrusão. A irradiação do cloreto de poli- vinilideno é indesejável porque a irradiação pode causar a degradação do cloreto de polivinilideno. O revestimento com extrusão e a irradiação são revelados na Patente U.S. N0 4.278.738 para Brax e outros que é por meio disso incorporada na íntegra por referência a ela.
Na película de múltiplas camadas contrátil com calor, todas as camadas da película podem ser dispostas simetricamente com relação à composição polimérica de cada camada de película. Além disso, todas as camadas de película podem ser dispostas simetricamente com relação a ambas, a composição e a espessura. Em uma modalidade, a camada de vedação é mais grossa do que a segunda camada externa. A camada de vedação pode ter uma espessura de 110% a 300% da espessura da segun- da camada externa ou de 150% a 250% da espessura da segunda camada externa.
Uma película de múltiplas camadas contrátil com calor da qual o artigo de empacotamento pode ser feito compreende sete camadas na or- dem: 1/2/3/4/5/6/7. A primeira camada é uma camada externa de contato com o alimento e camada de vedação e compreende copolímero de etileno homogêneo/alfaolefina. A segunda camada compreendendo copolímero de etileno/acrilato de metila. A terceira camada compreende uma mistura de poliamida 6 com poliamida 61,6T. A quarta camada compreende EVOH. A quinta camada compreende uma mistura de poliamida 6 com poliamida 61,6T. A sexta camada compreende copolímero de etileno/acrilato de metila. A sétima camada compreende uma mistura de polietileno de baixa densida- de e polietileno de baixa densidade linear. Vide exemplo 16, abaixo.
Outra película contrátil com calor da qual o artigo de empacota- mento pode ser feito tem a estrutura: vedação / amarração / barreira / mistu- ra de poliamida 6 e/ou poliamida 6/66 com poliamida 6I6T / amarração / ca- mada de abuso externa. A camada de vedação pode conter copolímero de etileno/alfaolefina ou outro polímero adequado para uso em uma camada de vedação. As camadas de amarração podem conter um copolímero de etileno modificado com anidrido/alfaolefina ou outro polímero adequado para uso em uma camada de amarração. A camada de barreira pode conter EVOH ou qualquer outro polímero adequado para uso em uma camada de barreira. A camada de abuso externa pode conter poliéster ou qualquer outro polímero adequado para uso em uma camada de abuso externa, por exemplo, poliole- fina ou poliamida, particularmente polietileno de alta densidade ou polietileno de baixa densidade linear.
Outra película de múltiplas camadas contrátil com calor da qual o artigo de empacotamento pode ser feito compreende três camadas na or- dem: 1/2/3. A primeira camada é uma camada externa de contato com o ali- mento que também serve como uma camada de vedação. A primeira cama- da compreende uma mistura de copolímero de etileno/acetato de vinila, poli- etileno de baixa densidade linear e copolímero de etileno homogê- neo/alfaolefina. A segunda camada compreendendo cloreto de polivinilideno. A terceira camada compreende uma mistura de copolímero de etile- no/acetato de vinila, polietileno de baixa densidade linear e copolímero de etileno homogêneo/alfaolefina. Vide exemplo 12, abaixo.
Outra película de múltiplas camadas contrátil com calor da qual o artigo de empacotamento pode ser feito compreende sete camadas na ordem: 1/2/3/4/5/6/7. A primeira camada que é uma camada externa de con- tato com o alimento e que também serve como uma camada de vedação. A primeira camada compreende uma mistura de copolímero de etileno homo- gêneo/alfaolefina e polietileno de baixa densidade linear. A segunda camada compreende uma mistura de copolímero de etileno heterogêneo/alfaolefina e copolímero de etileno/acetato de vinila. A terceira camada compreende co- polímero de etileno/acetato de vinila. A quarta camada compreende cloreto de polivinilideno. A quinta camada compreende copolímero de etile- no/acetato de vinila. A sexta camada compreende uma mistura de copolíme- ro de etileno heterogêneo/alfaolefina e copolímero de etileno/acetato de vini- Ia. A sétima camada compreende uma mistura de copolímero de etileno ho- mogêneo/alfaolefina e polietileno de baixa densidade linear. Vide exemplos 1 e 2, abaixo.
As figuras 1A e 2 juntas ilustram um esquemático da sacola com vedação na extremidade 10, em uma posição de disposição plana. Cada sacola com vedação na extremidade 10 pode ser feita de uma tubulação de película sem-costura. A figura 2 é uma vista de corte transversal da sacola com vedação na extremidade 10 da figura 1A, tomada através do corte 2-2 da figura 1 A. Observando as figuras 1A e 2 juntas, a sacola com vedação na extremidade 10 compreende a película da sacola contrátil com calor 11, bor- da superior da sacola 12 definindo um topo aberto, primeira borda lateral dobrada 13, segunda borda lateral dobrada 14, borda inferior 15 e vedação na extremidade 16. A vedação na extremidade 16 é geralmente citada como uma "vedação de fábrica" porque ela é uma vedação feita na fábrica de fa- bricação da sacola, ao invés de no local onde a sacola é usada para empa- cotar um produto. A sacola com vedação na extremidade 10 também tem primeiro lado de disposição plana 17, segundo lado de disposição plana 18 e margem da sacola 19. A margem da sacola 19 fica para fora da vedação na extremidade 16 (isto é, "para fora" em que a margem da sacola 19 fica mais distante do centro da sacola com vedação na extremidade 10 e do exterior da cavidade contendo o produto dentro da sacola com vedação na extremi- dade 10). A margem da sacola 19 inclui uma parte do primeiro lado da dis- posição plana 17 e uma parte do segundo lado da disposição plana 18. A margem da sacola 19 também compreende primeiro iniciador de rasgo 20 no primeiro lado da disposição plana 17 e segundo iniciador de rasgo 21 (ilus- trado por uma linha tracejada porque ele fica abaixo do primeiro lado da dis- posição plana 17) no segundo lado da disposição plana 18.
A figura 1B ilustra um esquemático de uma sacola com vedação
na extremidade alternativo 10' em uma posição da disposição plana. A saco- la com vedação na extremidade 10' pode ser feito de uma tubulação de pelí- cula sem-costura. A sacola com vedação na extremidade 10' compreende a película da sacola contrátil com calor 11', borda superior da sacola 12' defi- nindo um topo aberto, primeira borda lateral dobrada 13', segunda borda la- teral dobrada 14', borda inferior 15' e vedação na extremidade curvada 16'. a sacola com vedação na extremidade 10' também tem primeiro lado da dis- posição plana 17', segundo lado da disposição plana 18' e margem da saco- la 19'. A margem da sacola 19' fica para fora da vedação na extremidade curvada 16'. A margem da sacola 19' compreende primeiro iniciador de ras- go 20' no primeiro lado da disposição plana 17' e segundo iniciador de rasgo 21' (ilustrado por uma linha tracejada porque ele fica abaixo do primeiro lado da disposição plana 17') no segundo lado da disposição plana 18'. Ambos o primeiro iniciador de rasgo 20' e o segundo iniciador de rasgo 21' são fendas através da sacola que não se estendem para a vedação na extremidade cur- vada 16' ou a borda inferior da sacola 15'. A sacola com vedação na extre- midade 10' também tem furo de auxílio de controle 35 no primeiro lado da disposição plana 17' e segundo furo de auxílio de controle (não-ilustrado) no segundo lado da disposição plana 18'. Esses furos de auxílio de controle facilitam segurar a sacola para a iniciação manual do rasgo e a propagação manual do rasgo.
Os furos de auxílio de controle podem ser dimensionados para permitir que o(s) dedo(s) do usuário seja(m) inserido(s) através deles para ajudar a segurar a película. Os furos de auxílio de controle funcionam em conjunto com os iniciadores de rasgo, proporcionando um controle manual seguro da sacola em uma localização projetada para auxiliar na geração da força de iniciação do rasgo ao longo de uma linha de rasgo que se origina dos iniciadores de rasgo.
O furo de auxílio de controle em um primeiro lado da disposição plana do artigo de empacotamento pode sobrepor ou coincidir com o furo de auxílio de controle em um segundo lado da disposição plana do artigo de empacotamento. Embora os furos de auxílio de controle possam ter qualquer forma desejada (por exemplo, redonda, retangular, quadrada, triangular, pentagonal, hexagonal, etc.), de preferência os furos são redondos ou quaisquer "cantos" nos furos são arredondados, para reduzir a presença dos pontos de concentração do estresse que poderiam fazer com que um rasgo iniciasse a partir do furo de auxílio do controle, já que um objetivo é ter o rasgo iniciado a partir do iniciador de rasgo, com o rasgo percorrendo para uma borda lateral oposta da sacola.
Em uma modalidade, os furos de auxílio de controle podem ser feitos cortando através de ambos os lados da disposição plana do artigo de empacotamento para remover um pedaço da película para formar os furos. Entretanto, esse processo é mais difícil de executar e ele produz pequenos pedaços soltos de película correspondendo com o tamanho do furo cortado. Esses pedaços de película podem se alojar dentro do artigo de empacota- mento e a seguir aderir em um produto de alimento colocado no artigo de empacotamento, o que naturalmente é um resultado indesejável. A fim de prevenir a produção de pequenos pedaços soltos de película, um corte pode ser feito na película em uma forma que corresponde com um "corte parcial do furo", isto é, um corte através da película para fazer uma parte do furo, o corte não sendo completo de modo que um furo é formado. Um tal corte dei- xa um "picote pendurado" de modo que nenhum pedaço pequeno separado da película é produzido pelo corte.
A figura 1B e a figura 1C ilustram, cada uma, o picote pendurado 36 formado pelo corte do furo parcial feito na sacola 10'. Como ilustrado na figura 1C, o picote pendurado 36 é formado por um corte tendo pontos finais 63 e 64. Foi verificado que deixar o picote pendurado 36 preso na película 11' pelos pontos finais de corte de conexão da película 63 e 64 resulta em um rasgo que se origina dos cortes de iniciação do rasgo 20' e 21', com o rasgo passando através da vedação 16' e através do comprimento da sacola 11'. Por outro lado, se um picote pendurado for formado por um corte como ilustrado na figura 1D ou figura 1E ou figura 1F, o uso do corte do furo parci- al como um auxiliar de controle resultará em um rasgo que provavelmente não se originará dos cortes de iniciação do rasgo 20' e 21', mas ao contrário é provável de iniciar um rasgo a partir do corte do furo parcial em direção à borda lateral 13' ou em direção à borda inferior 15', como ilustrado pelas li- nhas tracejadas em cada uma das figuras 1 D, 1E e 1F.
O picote pendurado 36 pode ser feito de modo que ele fique pre- so na película 11' em uma região orientada para os cortes de iniciação do rasgo 20' e 21', como ilustrado na figura 1B e figura 1C. O corte que forma o picote pendurado 36 pode ter pontos finais que, se unidos por uma linha, produzem uma linha que é paralela à borda lateral 13' e/ou paralela aos cor- tes de iniciação do rasgo 20' e 21' ou por uma linha na faixa mais ou menos de 30 graus de ficar paralela à borda lateral 13' e/ou cortes de iniciação de rasgo 20' e 21', ou por uma linha na faixa mais ou menos de 25 graus de ficar paralela à borda lateral 13' e/ou cortes de iniciação de rasgo 20' e 21', ou por uma linha na faixa mais ou menos de 20 graus de ficar paralela à borda lateral 13' e/ou cortes de iniciação de rasgo 20' e 21', ou por uma linha na faixa mais ou menos de 15 graus de ficar paralela à borda lateral 13' e/ou cortes de iniciação de rasgo 20' e 21', ou por uma linha na faixa mais ou me- nos de 10 graus de ficar paralela à borda lateral 13' e/ou cortes de iniciação de rasgo 20' e 21', ou por uma linha na faixa mais ou menos de 5 graus de ficar paralela à borda lateral 13' e/ou cortes de iniciação de rasgo 20' e 21', ou por uma linha na faixa mais ou menos de 3 graus de ficar paralela à bor- da lateral 13' e/ou cortes de iniciação de rasgo 20' e 21', ou por uma linha na faixa mais ou menos de 2 graus de ficar paralela à borda lateral 13' e/ou cor- tes de iniciação de rasgo 20' e 21'.
As figuras 3 e 4 juntas ilustram um esquemático da sacola com vedação lateral 22 em uma posição da disposição plana. A sacola com ve- dação lateral 22 pode ser feito de uma tubulação de película sem-costura. A figura 4 é uma vista de corte transversal da sacola com vedação lateral 22 da figura 3, tirada através do corte 4-4 da figura 3. A sacola com vedação lateral 22 compreende a película da sacola contrátil com calor 23, a borda superior 24 definindo um topo aberto, borda inferior dobrada 25, primeira vedação lateral 26 e segunda vedação lateral 27. A sacola com vedação Ia- teral 22 tem primeiro lado da disposição plana 28, segundo lado da disposi- ção plana 29, primeira margem da sacola 30 e segunda margem da sacola 31. A primeira margem da sacola 20 fica para fora da primeira vedação late- ral 26 e a segunda margem da sacola 31 fica para fora da segunda vedação lateral 27. A primeira margem da sacola 30 inclui uma parte do primeiro lado da disposição plana 28 e uma parte do segundo lado da disposição plana 29. A primeira margem da sacola 30 também compreende primeiro iniciador de rasgo 31 no primeiro lado da disposição plana 28 e segundo iniciador de rasgo 33 (ilustrado por uma linha tracejada porque ele fica abaixo do primei- ro lado da disposição plana 28) no segundo lado da disposição plana 29. A figura 5 ilustra um esquemático da sacola com vedação lateral
alternado 70, também na posição da disposição plana. A sacola com veda- ção lateral alternado 70 pode ser feita de uma tubulação de película sem- costura. A sacola com vedação lateral alternada 70 compreende a película da sacola contrátil com calor 71, borda superior 72 definindo um topo aberto, borda inferior dobrada 73, primeira vedação lateral 74, segunda vedação lateral 75 e vedação inferior 76. A sacola alternado com vedação lateral 70 tem primeiro lado da disposição plana 77, segundo lado da disposição plana 78, primeira margem da sacola 79, segunda margem da sacola 80 e terceira margem da sacola 81. A primeira margem da sacola 79 fica para fora da primeira vedação lateral 74. A segunda margem da sacola 80 fica para fora da segunda vedação lateral 75. A terceira margem da sacola 81 fica para fora da vedação inferior 76. A terceira margem da sacola 81 inclui uma parte do primeiro lado da disposição plana 77 e uma parte do segundo lado da disposição plana 78. A terceira margem da sacola 81 também compreende o primeiro iniciador de rasgo 82 no primeiro lado da disposição plana 77 e o segundo iniciador de rasgo 83 (ilustrado por uma linha tracejada porque ele fica abaixo do primeiro lado da disposição plana 77) no segundo lado da dis- posição plana 78. As figuras 6A a 6L ilustram partes recortadas ampliadas de vá- rias modalidades para uma sacola com vedação na extremidade contrátil com calor tal como a sacola ilustrada na figura 1 e figura 2.
Na figura 6A, a sacola 10A tem a vedação na extremidade 16A e a margem da sacola 19A nos primeiro e segundo lados de disposição plana da sacola 10A. O primeiro lado da disposição plana 17A da sacola 10A tem a fenda 20A e o segundo lado da disposição plana 18A da sacola 10A tem a fenda coincidente 21A.
Na figura 6B, a sacola 10B tem a vedação na extremidade 16B e a margem da sacola 19B nos primeiro e segundo lados de disposição plana da sacola 10B. O primeiro lado da disposição plana 17B da sacola 10B tem o entalhe em V 20B e o segundo lado da disposição plana 18B da sacola 10B tem o entalhe em V coincidente 21B.
Na figura 6C, a sacola 10C tem a vedação na extremidade 16C e a margem da sacola 19C nos primeiro e segundo lados de disposição pla- na da sacola 10C. O primeiro lado da disposição plana 17C da sacola 10C tem o entalhe redondo 20C e o segundo lado da disposição plana 18C da sacola 10C tem o entalhe redondo coincidente 21C.
Na figura 6D, a sacola 10D tem a vedação na extremidade 16D e a margem da sacola 19D nos primeiro e segundo lados de disposição pla- na da sacola 10D. O primeiro lado da disposição plana 17D da sacola 10D tem o entalhe retangular 20D e o segundo lado da disposição plana 18D da sacola 10D tem o entalhe retangular coincidente 21 D.
Na figura 6E, a sacola 10E tem a vedação na extremidade 16E e a margem da sacola 19E nos primeiro e segundo lados de disposição plana da sacola 10E. O primeiro lado da disposição plana 17E da sacola 10E tem o furo de fenda 20E e o segundo lado da disposição plana 18E da sacola 10E tem o furo de fenda coincidente 21E.
Na figura 6F, a sacola 10F tem a vedação na extremidade 16F e a margem da sacola 19F nos primeiro e segundo lados de disposição plana da sacola 10F. O primeiro lado da disposição plana 17F da sacola 10F tem o furo redondo 20F e o segundo lado da disposição plana 18F da sacola 10F tem o furo redondo coincidente 21F.
Na figura 6G, a sacola 10G tem a vedação na extremidade 16G e a margem da sacola 19G nos primeiro e segundo lados de disposição pla- na da sacola 10G. O primeiro lado da disposição plana 17G da sacola 10G tem o furo oval pontudo 20G e o segundo lado da disposição plana 18G da sacola 10G tem o furo oval pontudo coincidente 21G.
Na figura 6H, a sacola 10H tem a vedação na extremidade 16H e a margem da sacola 19H nos primeiro e segundo lados de disposição pla- na da sacola 10H. O primeiro lado da disposição plana 17H da sacola 10H tem o furo retangular 20H e o segundo lado da disposição plana 18H da sa- cola 10H tem o furo retangular coincidente 21H.
Na figura 61, a sacola 101 tem a vedação na extremidade 161 e a margem da sacola 191 nos primeiro e segundo lados de disposição plana da sacola 101. O primeiro lado da disposição plana 171 da sacola 101 tem a fen- da 201 e o furo de auxílio de controle 351 e o segundo lado da disposição plana 181 da sacola 101 tem a fenda coincidente 211 e o furo de auxílio de controle coincidente 361.
Na figura 6J, a sacola 10J tem a vedação na extremidade 16J e a margem da sacola 19J nos primeiro e segundo lados de disposição plana da sacola 10J. O primeiro lado da disposição plana 17J da sacola 10J tem a fenda 20J e os furos de auxílio de controle 35J e 37J e o segundo lado da disposição plana 18J da sacola 10J tem a fenda coincidente 21J e os furos de auxílio de controle coincidentes 36J e 38J. Na figura 6K, a sacola 10K tem a vedação na extremidade 16K e
a margem da sacola 19K nos primeiro e segundo lados de disposição plana da sacola 10K. O primeiro lado da disposição plana 17K da sacola 10K tem a fenda 20K e a aba de auxílio de controle 39K e o segundo lado da disposi- ção plana 18K da sacola 10K tem a fenda coincidente 21K e a aba de auxílio de controle coincidente 40K.
Na figura 6L, a sacola 10L tem a vedação na extremidade 16L e a margem da sacola 19L nos primeiro e segundo lados de disposição plana da sacola 10L. O primeiro lado da disposição plana 17L da sacola 10L tem a fenda 20L e as abas de auxílio de controle 39L e 41L e o segundo lado da disposição plana 18L da sacola 10L tem a fenda coincidente 21L e as abas de auxílio de controle coincidentes 40L e 42L.
As figuras 6M, 6N, 60, 6P, 6Q, 6R, 6S, 6T, 6U, 6V, 6W, 6X, 6Y,
6Z, 6AA, 6BB, 6CC, 6DD, 6EE e 6FF são vistas detalhadas ampliadas de várias modalidades alternativas incluindo o iniciador de rasgo, com a maior parte dessas modalidades também incluindo um auxiliar de controle. O auxi- liar de controle é ilustrado como um furo sem picote nas figuras 6M, 6Q, 6U, 6BB, 6CC e 6DD. O auxiliar de controle é ilustrado como um furo com picote pendurado nas figuras 6N, 60, 6P, 6R, 6S, 6T, 6V, 6W, 6X, 6Y e 6FF.
Foi verificado que a iniciação do rasgo pode ser gerada com menos força se o iniciador de rasgo for uma fenda inclinada em relação à borda lateral do artigo de empacotamento, isto é, para dentro do artigo de empacotamento, como ilustrado, por exemplo, na figura 6M. A fenda pode ser inclinada de 1 a 45 graus para fora da direção de máquina ou inclinada de 3 a 30 graus ou inclinada de 5 a 25 graus ou inclinada de 10 a 20 graus ou inclinada aproximadamente 15 graus.
Uma pluralidade das sacolas com vedação na extremidade con- tráteis com calor pode ser suprida individualmente em um recipiente, ou co- mo um conjunto da sacolas individuais em relação coberta em uma ou mais fitas de acordo com a Patente U.S. N0 4.113.139, dessa maneira incorpora- da, na íntegra, por referência a ela.
Alternativamente, uma pluralidade da sacolas pode ser fornecida como uma fileira contínua da sacolas com recorte dentado, como ilustrado nas figuras 7A, 7B e 7C. As fileiras contínuas das sacolas nessas figuras são sacolas com vedação na extremidade conectados um no outro em extremi- dade com extremidade, com uma linha de rasgo de perfurações estando presente, de modo que as sacolas podem ser rasgados da fileira. A figura 7A ilustra uma parte de uma tira alongada composta de um grande número da sacolas com vedação na extremidade 65 feitos de uma tubulação de película sem-costura contínua. Cada sacola com vedação na extremidade tem pri- meira borda lateral 67, segunda borda lateral 69, vedação inferior 71, uma borda inferior conectada na borda superior da sacola adjacente ao longo da linha de rasgo frágil 73 formada por perfurações através de ambos os lados da disposição plana da tubulação de película sem-costura. Cada sacola com vedação na extremidade 65 é também fornecido com o iniciador de rasgo 75 e auxiliar de controle 77, na forma de um furo através de cada lado da dis- posição plana da sacola. Um ou ambos os furos podem ser feitos com um picote pendurado neles, como descrito acima.
A figura 7B ilustra um conjunto alternativo da sacolas 65' tam- bém feito de uma tubulação de película sem-costura contínua. Cada sacola com vedação na extremidade 65' tem primeira borda lateral 67, segunda borda lateral 69, vedação inferior curvada 71', uma borda inferior curvada conectada em uma borda superior curvada da sacola adjacente ao longo da linha de rasgo curvada 73' formada por perfurações através de ambos os lados da disposição plana da tubulação de película sem-costura. Cada saco- la com vedação na extremidade 65' é também fornecido com o iniciador de rasgo 75, e o auxiliar de controle 77 na forma de um furo através de cada lado da disposição plana da sacola.
A figura 7C ilustra um conjunto alternativo da sacolas 65" tam- bém feito de uma tubulação de película sem-costura contínua. Cada sacola com vedação na extremidade 65" tem primeira borda lateral 67, segunda borda lateral 69, vedação inferior curvada 71' e borda inferior reta conectada em uma borda superior reta da sacola adjacente ao longo da linha de rasgo reta 73 formada por perfurações através de ambos os lados da disposição plana da tubulação de película sem-costura. Cada sacola com vedação na extremidade 65" é também fornecido com o iniciador de rasgo 75 e o auxiliar de controle 77 na forma de furos através de cada lado da disposição plana da sacola.
A combinação da linha de rasgo reta 73 e a vedação inferior cur- vada 71' na fileira da sacolas com recorte dentado ilustrado na figura 7C proporciona um espaço extra para os iniciadores de rasgo e auxiliares de controle manual enquanto ao mesmo tempo produzindo uma vedação cur- vada para se ajustar melhor a uma variedade de produtos de carne a serem empacotados nos sacolas contráteis. De outra forma, os iniciadores de rasgo e os auxiliares de controle manual exigem maior comprimento da margem da sacola (por exemplo, as sacolas na figura 7 A e 7B) para produzir a mesma quantidade de espaço para os iniciadores de rasgo e auxiliares de controle. Além do mais, a linha de rasgo reta 73 proporciona sacolas que evitam a curvatura na extremidade superior aberta da sacola. A borda superior curva- da dos artigos de empacotamento do topo da sacola de borda curvada como nos sacolas da figura 7B pode causar problemas em vários carregadores da sacola automáticos comerciais que utilizam a inflação com ar pressurizado para abrir a sacola, já que as regiões de borda pontudas da sacola tendem a dobrar para dentro. Além do mais, a borda pontuda de um topo da sacola de borda curvada pode sair do alinhamento exigido para uso com dispositivos de abertura da sacola comerciais com sacola no estilo de copo de sucção. A figura 8 ilustra um esquemático de um processo preferido para
produzir a película de múltiplas camadas contrátil com calor da qual o artigo de empacotamento pode ser feito. No processo ilustrado na figura 8, contas de polímero sólido (não-ilustradas) são alimentadas para uma pluralidade de extrusoras 120 (por simplicidade, somente uma extrusora é ilustrada). Den- tro das extrusoras 120, as contas de polímero são enviadas, derretidas e desgasificadas, seguinte ao que a substância derretida livre de bolhas resul- tante é enviada para dentro da cabeça da matriz 122 e extrusada através de uma matriz anular, resultando na tubulação 124 que é de 0,254 a 0,762 mm (10 a 30 mils) de espessura, mais preferivelmente de 0,381 a 0,635 mm (15 a 25 mils) de espessura.
Depois do resfriamento ou resfriamento brusco pelo borrifo de água do anel de resfriamento 126, a tubulação 124 é fechada pelos rolos de aperto 128 e é a seguir alimentada através da abóbada de irradiação 130 circundada pela blindagem 132, onde a tubulação 124 é irradiada com elé- trons de alta energia (isto é, radiação de ionização) do acelerador do trans- formador com núcleo de ferro 134. A tubulação 124 é guiada através da a- bóbada de irradiação 130 nos rolos 136. De preferência, a tubulação 124 é irradiada para um nível de aproximadamente 4,5 MR.
Depois da irradiação, a tubulação irradiada 138 é direcionada através dos rolos de aperto 140, seguinte ao que a tubulação 138 é ligeira- mente inflada, resultando na bolha presa 142. Entretanto, na bolha presa 142, a tubulação não é significativamente repuxada longitudinalmente, já que a velocidade de superfície dos rolos de aperto 144 é aproximadamente a mesma velocidade que os rolos de aperto 140. Além do mais, a tubulação irradiada 138 é inflada somente o suficiente para produzir uma tubulação substancialmente circular sem orientação transversal significativa, isto é, sem estiramento.
A tubulação irradiada ligeiramente inflada 138 é passada através da câmara de vácuo 146 e a seguir enviada através da matriz de revesti- mento 148. A segunda película tubular 150 é extrusada com derretimento da matriz de revestimento 148 e revestida sobre o tubo irradiado ligeiramente inflado 138, para formar a película tubular de duas dobras 152. A segunda película tubular 150 preferivelmente compreende uma camada de barreira ao O2 que não passa através da radiação de ionização. Detalhes adicionais da etapa de revestimento acima descrita são geralmente como apresentados na Patente U.S. N0 4.278.738 para BRAX e outros, que é por meio disso in- corporada na íntegra, por referência a ela.
Depois da irradiação e revestimento, a película da tubulação de duas dobras 152 é enrolada sobre o rolo de remate 154. A seguir, o rolo de remate 154 é removido e instalado como um rolo de desenrolar 156, em um segundo estágio no processo de fabricação da película de tubulação como finalmente desejado. A película tubular de duas dobras 152, do rolo de de- senrolar 156, é desenrolada e passada sobre o rolo de guia 158, depois do que a película tubular de duas dobras 152 passa para dentro do tanque de banho de água quente 160 contendo água quente 162. A película tubular revestida, irradiada, agora fechada 152 é submersa na água quente 162 (tendo uma temperatura de aproximadamente 99°C (210°F)) por um tempo de retenção de pelo menos aproximadamente 5 segundos, isto é, por um período de tempo a fim de trazer a película até a temperatura desejada para orientação biaxial. A seguir, a película tubular irradiada 152 é direcionada através dos rolos de aperto 164 e a bolha 166 é soprada, dessa maneira estirando transversalmente a película tubular 152. Além do mais, enquanto sendo soprada, isto é, transversalmente esticada, os rolos de aperto 168 puxam a película tubular 152 na direção longitudinal, já que os rolos de aper- to 168 têm uma velocidade de superfície maior do que a velocidade de su- perfície dos rolos de aperto 164. Como um resultado do estiramento trans- versal e repuxamento longitudinal, a película de tubulação soprada revestida irradiada biaxialmente orientada 170 é produzida, essa tubulação soprada preferivelmente tendo sido esticada em uma razão de aproximadamente 1:1,5 - 1:6 e repuxada em uma razão de aproximadamente 1:1,5 - 1:6. De maneira mais preferível, o estiramento e o repuxamento são cada um execu- tados em uma razão de aproximadamente 1:2 - 1:4. O resultado é uma ori- entação biaxial de aproximadamente 1:2,25 - 1:36, mais preferivelmente, 1:4 - 1:16. Enquanto a bolha 166 é mantida entre os rolos de aperto 164 e 168, a película de tubulação soprada 170 é fechada pelos rolos 172 e a seguir transportada através dos rolos de aperto 168 e através do rolo de guia 174, e a seguir enrolada sobre o rolo de remate 176. O rolo intermediário 178 ga- rante um bom remate. A figura 9 ilustra uma vista em perspectiva do pacote 50 feito
colocando um produto de carne em uma sacola com vedação na extremida- de tendo a vedação de extremidade 51, evacuando a atmosfera de dentro da sacola e vedando a sacola fechada com a vedação de empacotamento 55 e a seguir cortando e descartando o comprimento excessivo da sacola. A mar- gem da sacola 52 tem a fenda 53 nela como os iniciadores de rasgo para iniciar a abertura manual do pacote 50. A fenda 53 se estende na direção de máquina, para a vedação de extremidade 51 da borda inferior da sacola 54.
A figura 10 ilustra o pacote 50' em um estágio intermediário do processo de abertura manual, isto é, depois de ter iniciado o rasgamento da sacola por uma distância de aproximadamente 25% do comprimento da sa- cola, revelando o produto de carne 58. O rasgo linear na direção de máquina 56 foi manualmente propagado através da vedação na extremidade 51 e para baixo do comprimento da sacola com vedação na extremidade. Obser- ve que o rasgo na direção de máquina 56 não é terminado por ser propaga- do para a borda lateral 57 do pacote 50.
A figura 11 ilustra o pacote 50" em um estágio final no processo de abertura manual, isto é, depois de ter rasgado a sacola com vedação na extremidade por uma distância correspondendo com acima de 90% do seu comprimento, para a borda oposta do artigo de empacotamento do pacote, expondo o suficiente do comprimento do produto de carne 58 que o produto pode ser facilmente removido do pacote 50". O rasgo linear na direção de máquina 56' foi manualmente propagado através da vedação de extremida- de 51 e para baixo do comprimento da sacola com vedação na extremidade.
A figura 12 ilustra uma vista em perspectiva do pacote compara- tivo 60 depois que o rasgamento foi iniciado e propagado quase até a con- clusão, isto é, quase até o término na borda lateral 61, aproximadamente 15 a 20 por cento para baixo do comprimento do pacote. O pacote 60 é repre- sentativo da maior parte das sacolas contráteis com calor no mercado atu- almente, que, se produzido com um iniciador de rasgo na margem da sacola, sofre esse tipo de iniciação e propagação do rasgo manual 62 em ângulo agudo para a borda lateral 61, por meio do que o produto de carne 58 não pode ser facilmente removido do pacote rasgado 60.
A figura 13 ilustra um esquemático de uma sacola com vedação na extremidade contrátil com calor alternativo 10 em uma posição de dispo- sição plana. A sacola com vedação na extremidade 10 compreende a pelícu- la da sacola contrátil com calor 11, borda superior da sacola 12 definindo um topo aberto, primeira borda lateral dobrada 13, segunda borda lateral dobra- da 14, borda inferior 15 e vedação na extremidade 16. A sacola com veda- ção na extremidade 10 também tem margem da sacola 19 para fora da ve- dação na extremidade 16. A sacola com vedação na extremidade tem fenda que é um iniciador de rasgo no primeiro lado da disposição plana da sa- cola e a fenda 21 que é um iniciador de rasgo no segundo lado da disposi- ção plana da sacola. A sacola com vedação na extremidade também tem um furo 120 que é um auxiliar de controle no primeiro lado da disposição plana da sacola e o furo 123 que é um auxiliar de controle no segundo lado da dis- posição plana da sacola. O iniciador de rasgo e o auxiliar de controle ficam localizados perto da borda superior da sacola 12. Quando um produto é co- locado na sacola e a sacola fechada vedado de modo que ele circunda o produto, o iniciador de rasgo e o auxiliar de controle então ficarão localiza- dos no comprimento excessivo da sacola conhecido como a "parte final da sacola" ou como a "parte inicial" da sacola. Freqüentemente, a parte final da sacola proporciona mais área para inclusão do iniciador de rasgo e do auxili- ar de controle do que a margem da sacola 19. A figura 14 ilustra uma vista esquemática da sacola com veda-
ção lateral alternativo 22 na configuração da disposição plana. A sacola com vedação lateral 22 compreende a borda superior 24 definindo um topo aber- to, borda inferior dobrada 25, primeira vedação lateral 26 e segunda vedação lateral 27, vedação inferior transversal 34, primeiro lado da disposição plana 28, segundo lado da disposição plana 29, primeira margem da sacola 30 e segunda margem da sacola 31 e terceira margem da sacola 204. A primeira margem da sacola 30 fica para fora da primeira vedação lateral 26, a segun- da margem da sacola 31 fica para fora da segunda vedação lateral 27 e a terceira margem da sacola 204 fica para fora da vedação inferior 34. A ter- ceira margem da sacola 204 compreende primeiro iniciador de rasgo 201 e primeiro auxiliar de controle 203, cada um dos quais está presente em am- bos os lados da disposição plana da sacola 22. A primeira margem da saco- la 30 compreende o segundo iniciador de rasgo 202 e segundo auxiliar de controle 204, cada um dos quais está presente em ambos os lados da dis- posição plana da sacola 22. Depois que um produto é colocado na sacola e a sacola fechada vedado, a sacola com vedação lateral 22 pode ser aberto fazendo um primeiro rasgo propagado do primeiro iniciador de rasgo 201, o rasgo sendo propagado para o comprimento completo da sacola 22, dessa maneira abrindo a sacola para remoção do produto. A seguir, a sacola com vedação lateral 22 pode sofrer um segundo rasgo propagado a partir do se- gundo iniciador de rasgo 202, o segundo rasgo sendo propagado através da largura completa restante da sacola 22, melhorando a facilidade de remoção do produto do pacote aberto.
A figura 15 ilustra uma vista esquemática da sacola com veda- ção lateral alternativo 22' na configuração de disposição plana. A sacola 22' tem a borda superior 24 definindo um topo aberto, borda inferior dobrada 25, primeira vedação lateral 26 e segunda vedação lateral 27, vedação inferior transversal 34, primeiro lado da disposição plana 28, segundo lado da dispo- sição plana 29, primeira margem da sacola 30, segunda margem da sacola 31 e terceira margem da sacola 204. A primeira margem da sacola 30 fica para fora da primeira vedação lateral 26, a segunda margem da sacola 31 fica para fora da segunda vedação lateral 27 e a terceira margem da sacola 204 fica para fora da vedação inferior 34. A terceira margem da sacola 204 compreende primeiro iniciador de rasgo 201 e primeiro auxiliar de controle 203, cada um dos quais está presente em ambos os lados da disposição plana da sacola 22. A primeira margem da sacola 30 compreende o segundo iniciador de rasgo 206 e segundo auxiliar de controle 208, cada um dos quais está presente em ambos os lados da disposição plana da sacola 22'. Depois que um produto é colocado na sacola e a sacola fechada vedado, o pacote feito da sacola 22' pode ser aberto fazendo um primeiro rasgo propa- gado do primeiro iniciador de rasgo 201, o rasgo sendo propagado por todo o comprimento da sacola 221, dessa maneira abrindo a sacola para a remo- ção do produto. A seguir, a sacola 22' pode sofrer um segundo rasgo propa- gado do segundo iniciador de rasgo 206, o segundo rasgo sendo propagado através da largura completa restante da sacola 22', dessa maneira melho- rando a facilidade de remoção do produto do pacote aberto. Ao contrário da sacola 22 da figura 14, a ordem na qual o rasgo é feito primeiro não é impor- tante na abertura da sacola 22'.
A figura 16 ilustra uma vista esquemática da sacola com veda- ção lateral alternativo 22" na configuração de disposição plana. A sacola 22" tem a borda superior 24 definindo um topo aberto, borda inferior dobrada 25, primeira vedação lateral 26 e segunda vedação lateral 27, vedação inferior transversal 34, primeiro lado da disposição plana 28, segundo lado da dispo- sição plana 29, primeira margem da sacola 30, segunda margem da sacola 31 e terceira margem da sacola 204. A primeira margem da sacola 30 fica para fora da primeira vedação lateral 26, a segunda margem da sacola 31 fica para fora da segunda vedação lateral 27 e a terceira margem da sacola 204 fica para fora da vedação inferior 34. Perto da borda superior 24 da sa- cola 22", em uma região planejada para ser uma parte final da sacola depois que um produto é colocado na sacola 22" e uma vedação feita através da sacola 22", de modo que o produto fica totalmente envolvido dentro da saco- la, está o primeiro iniciador de rasgo 207 e o primeiro auxiliar de controle 209, cada um dos quais está presente em ambos os lados da disposição plana da sacola 22". A primeira margem da sacola 30 compreende o segun- do iniciador de rasgo 211 e o segundo auxiliar de controle 213, cada um dos quais está presente em ambos os lados da disposição plana da sacola 22". Depois que um produto é colocado na sacola 22" e a sacola vedado fecha- do, o pacote feito da sacola 22" pode ser aberto fazendo um primeiro rasgo propagado do primeiro iniciador de rasgo 207, o rasgo sendo propagado por todo o comprimento da sacola 22", dessa maneira abrindo a sacola para a remoção do produto. A seguir, a sacola 22" pode sofrer um segundo rasgo propagado do segundo iniciador de rasgo 211, o segundo rasgo sendo pro- pagado através de toda a largura restante da sacola 22", dessa maneira me- Ihorando a facilidade de remoção do produto do pacote aberto.
A figura 17 é um esquemático de um aparelho para a execução do processo de colocação de iniciadores de rasgo na região da parte inicial de uma sacola com vedação na extremidade contrátil com calor, com os ini- ciadores de rasgo sendo feitos na parte inicial durante o processo de empa- cotamento. Os iniciadores de rasgo (e os auxiliares de controle opcionais) podem ser feitos na sacola antes ou depois que o produto é colocado no artigo de empacotamento, antes ou depois que a sacola é evacuado e antes ou depois que a vedação térmica é feita para fechar a sacola. A colocação dos iniciadores de rasgo na sacola depois que o produto é colocado na sa- cola elimina a probabilidade que o iniciador de rasgo faça com que a sacola rasgue durante o carregamento. Embora o artigo de empacotamento na figu- ra 17 seja uma sacola com vedação na extremidade, o artigo de empacota- mento poderia ser qualquer artigo de empacotamento de acordo com qual- quer um ou mais dos vários aspectos da invenção descrita acima.
A figura 17 ilustra uma parte da máquina de empacotamento com câmara de vácuo 300, tal como uma máquina de empacotamento a vá- cuo com câmara rotativa automatizada da série 8600 de Cryovac, Inc.. De- pois que a sacola com vedação na extremidade 302 tendo o produto 304 nele é colocado na câmara de vácuo aberta, a tampa da câmara de vácuo 306 abaixa para fechar a câmara de vácuo e prender através da parte supe- rior (parte inicial) da sacola 302, de modo que a sacola 302 fica preso entre a tampa da câmara 306 e a base da câmara de vácuo 308. Por simplicidade, somente pequenas partes da tampa da câmara 306 e base da câmara 308 são ilustradas na figura 17. Para informações mais detalhadas sobre essa máquina, vide Patente U.S. N0 4.550.548, que é por meio desse incorporada por referência na íntegra. Depois que a sacola 302 é preso na posição e a tampa da câma-
ra 306 fechada, um ou mais furos são perfurados através de ambos os lados da parte da parte inicial da sacola 302 pelo movimento descendente da faca de perfuração 310, que é a seguir retraída para a posição ilustrada. Esses furos permitem que a atmosfera evacue prontamente a sacola 302 quando a atmosfera é evacuada da câmara de vácuo fechada. Depois que a evacua- ção atmosférica foi concluída, a sede da vedação 312 se move para baixo (isto é, para a posição ilustrada na figura 17) de modo que a sacola 302 fica preso entre os arames de vedação térmica 314 e mesa de prensa de veda- ção térmica 316. Os arames de vedação térmica 314 são aquecidos para produzir uma vedação térmica através da sacola 302, resultando no fecha- mento da sacola 302 e na formação de um produto empacotado. Brevemen- te a seguir, a faca do iniciador de rasgo 318 é ativada para baixo e a seguir retraída, com a faca do iniciador de rasgo 318 penetrando ambos os lados da sacola 302 para produzir os iniciadores de rasgo na direção de máquina em cada lado da parte inicial da sacola 302. Opcionalmente, uma faca sepa- rada do auxiliar de controle (não-ilustrada, mas preferivelmente localizada ao lado e espaçada por uma curta distância da faca 318) é ativada para baixo e a seguir retraída, de modo que ela corta através de ambos os lados da parte inicial da sacola 302, para formar um auxiliar de controle em cada lado da sacola 302. A faca de corte 320 é então ativada para baixo para cortar o comprimento excessivo da parte inicial da sacola 302. A seguir, a câmara é aberta e o produto agora empacotado de fácil abertura é removido da câma- ra.
Embora o processo descrito acima com relação à figura 17 pos- sa ser usado para fazer um produto empacotado de abertura fácil, alternati- vamente o processo poderia ser executado em máquinas de enchimento e vedação de forma vertical ou em máquinas de enchimento e vedação de forma horizontal, para produzir produtos empacotados de abertura fácil. Tipi- camente, processos de vedação e enchimento na forma vertical e horizontal não são executados sob vácuo. Tal equipamento, pacotes e processos são apresentados em USPN 4.905.452, USPN 4.861.414 e USPN 4.768.411, cada um dos quais é aqui incorporado, na íntegra, por referência a eles.
Os iniciadores de rasgo (e os auxiliares de controle opcionais) podem também ser projetados para facilitar a abertura automatizada, além de serem projetados para facilitar o rasgamento manual para abrir o pacote. Dispositivos de rasgamento automatizados incluem ganchos acionados por atuadores pneumáticos (ar ou hidráulico ou elétrico), ganchos divergentes em transportadores de corrente, ganchos motorizados e braçadeiras no lu- gar dos ganchos.
A figura 18 ilustra um esquemático do produto empacotado 330 no qual o produto 332 é empacotado dentro do artigo de empacotamento 334 tendo a vedação de fábrica 336 e a vedação do consumidor 338. O arti- go de empacotamento 334 inclui a parte inicial 340 com o iniciador de rasgo 342 através de cada lado do pacote e com pares de auxiliares de controle 344 e 346, cada par sendo através de ambos os lados do pacote, com um par estando em um primeiro lado do iniciador de rasgo 342 e o outro par es- tando no outro lado do iniciador de rasgo 342. Dessa maneira, pares de gancho ou braçadeiras podem segurar o pacote utilizando os auxiliares de controle 344 e 346 para, a seguir, abrir automaticamente o artigo de empa- cotamento 334. Um robô ou outro dispositivo que segura e rasga o pacote ou a suspensão do produto empacotado em ganchos em trilhos divergentes, poderia ser usado para abrir automaticamente o pacote 334. Resinas Utilizadas nos Exemplos A menos que de outra forma indicado, a listagem seguinte das
resinas identifica as várias resinas utilizadas nos exemplos 1 a 35 abaixo.
Código da resina nome co- mercial nome genérico da resina (infor- mação adicional) densidade (g/cc) índice de fusão (dg/min) fornece- dor ION1 Surlyn® 1702-1 copolímero de ácido metacrílico etileno neutralizado com zinco 0,940 14 DuPont ION 2 Surlyn® 1650 SB copolímero de ácido metacrilico etileno neutralizado com zinco + aditivo de deslizamento 0,950 1,55 DuPont SSPE1 Affinity® 1280G copolímero de etileno homogê- neo/alfaolefina 0,900 6,0 Dow SSPE2 Affinity® PL 1281G1 copolímero de etileno homogê- neo/octeno 0,900 g/cc 6,0 Dow SSPE3 Affinity® PL 1850G copolímero de etileno homogê- neo/octeno 0,902 3,0 Dow SSPE4 Affinity® PF 1140G copolímero de etileno homogê- neo/octeno 0,8965g/ CC 1,6 Dow SSPE5 DPF 1150.03 copolímero de etileno homogê- neo/octeno 0,901 0,9 Dow SSPE6 Exceed® 4518 PA copolímero de etileno homogê- neo/hexeno 0,918 4,5 Exxon Mobil VLDPE1 XUS 61520.15L polietileno de densidade muito baixa 0,903 0,5 Dow VLDPE2 Attane®4203 polietileno de densidade muito baixa 0,905 0,80 Dow Código da resina nome co- mercial nome genérico da resina (infor- mação adicional) densidade (g/cc) índice de fusão (dg/min) fornece- dor VLDPE3 Rexell® V3401 polietileno de densidade muito baixa 0,915 6,6 Huntsma η VLDPE4 ECD 364 VLDPE (copolímero de etile- no/hexeno) 0,912 1,0 ExxonM obil LLDPE1 Dowlex® 2045.03 polietileno de baixa densidade linear 0,920 1,0 Dow LLDPE 2 LL 3003.32 copolímero de etileno heterogê- neo/hexeno 0,9175 3,2 Exxon Mobil I- on&Eva&P b Appel 72D799 mistura de ionômero, EVA e polibutileno 0,932 3,7 DuPont EVA&PP Versify XUR-YM 2006268985 mistura de EVA e polipropileno 0,89 3,0 Dow RECLAIM T035B película de múltiplas camadas reciclada contendo ampla varie- dade de polímeros, incluindo resina de ionômero, homo- e copolímeros de etileno, homo- e copolímeros de propileno, E- VOH, poliamida, polímeros mo- dificados com anidrido, ionôme- ro, antibloqueio, etc. Sealed Air Corp PP1 Inspire 112 homopolímero de propileno 0,9 0,4 Dow PP2 Basell Pro- Fax PH835 homopolímero de propileno 0,902 34 Basell Polyolefi ns PP3 PP3155 homopolímero de propileno 0,900 36 Exxon Mobil Código da resina nome co- mercial nome genérico da resina (infor- mação adicional) densidade (g/cc) índice de fusão (dg/min) fornece- dor PP4 Escorene® PP 3445 homopolímero de propileno 0,900 36,0 Exxon Mobil PB PB8640M homopolímero de buteno 0,908 1 Basell Polyolefi ns ssPP Eltex® P KS 409 copolímero de propileno/etileno 0,900 5,5 Ineos znPP Escorene® PP9012E1 copolímero de propileno/etileno 0,902 6,00 Ineos Et-PrTER Vistalon 7800 terpolímero de etileno-propileno dieno 0,870 1,5 Exxon Mobil MA-LLD 1 Tymor® 1228B polietileno modificado com ani- drido maleico (misturado com polietileno de baixa densidade linear) 0,921 2,0 Rohm& Haas MA-LLD 2 PX 3227 polietileno modificado com ani- drido maleico (misturado com polietileno de baixa densidade linear) 0,913 1,7 Equistar Division of Lyon- dell MA-LLD 3 PX3236 polietileno modificado com ani- drido maleico (misturado com polietileno de baixa densidade linear) 0,922 2,00 Equistar Division of Lyon- dell MA-EVA Bynel®3101 copolímero de ácido/etileno mo- dificado com anidrido de acrila- to/acetato de vinila 0,943 3,2 DuPont modPP Admer® QB510A polipropileno modificado com anidrido maleico 0,900 3,2 Mitsui Código da resina nome co- mercial nome genérico da resina (infor- mação adicional) densidade (g/cc) índice de fusão (dg/min) fornece- dor modEVA SPS-33C-3 mistura de polímero EVA modifi- cado composto 0,92 1,6 MSI Te- chnolo gy Et-Norb 1 Topas® 9506X1 copolímero de etileno norbome- no 0,974 1,0 Topas Advance d Polymers Inc. ET-Norb2 Topas® 8007 F-04 copolímero de etileno norbome- no 1,02 1,7 Topas Advance d Polymers Inc. Nylon 1 Ultramid® B40 poliamida 6 1,13 — BASF Nylon 2 Ultramid® B40LN01 poliamida 6 1,14 — BASF Nylon 3 Ultramid® C33 01 poliamida 6/66 1,13 — BASF EVA1 Escorene® LD 713.93 copolímero de etileno/acetato de vinila (14,4% VA) 0,933 3,5 Exxon Mobil EVA 2 Escorene LD 318.92 copolímero de etileno/acetato de vinila (8,7% VA) 0,93 2,0 Exxon Mobil EVA 3 Escorene® LD 761.36 copolímero de etileno/acetato de vinila (26,7% VA) 0,950 5,75 Exxon Mobil EVA 4 Escorene® LD 705 .MJ copolímero de etileno/acetato de vinila (12,8% VA) 0,935 0,4 Exxon Mobil EVA 5 Escorene® LD721.DC copolímero de etileno/acetato de vinila (18,5% VA) 0,942 2,55 Exxon Mobil Código da resina nome co- mercial nome genérico da resina (infor- mação adicional) densidade (Qfcc) índice de fusão (dg/min) fornece- dor EVA 6 Elvax®3175 copolímero de etileno/acetato de vinila (28% VA) 0,950 6 DuPont EBA SP1802 copolímero de etileno/acrilato de butila (22,5% BA) 0,928 6 Eastman Chemical EVOH Soamol® ET3803 copolímero de acetato de vinila etileno hidrolisado (EVOH com 38 mol % de etileno) 1,17 3,2 Nippon Gohsei PVdC Saran® 806 copolímero de cloreto de vinili- deno/acrilato de metila 1,69 — Dow Sty-But Styrolux 656C copolímero de estire- no/butadieno 1,02 99 BASF AOX 10555 antioxidante no polietileno de baixa densidade linear 0,932 2,5 SLIP1 FSU 93E deslizamento e antibloqueio em polietileno de baixa densidade 0,975 7,5 Schulma η SLIP 2 1062 Ingenia cera de amido de lote principal de deslizamento (erucamida) em polietileno de baixa densidade linear 0,92 2 Ingenia Polymers WCC 11853 concentrado de cor branca no polietileno de baixa densidade inear 1,513 2,90 Ampacet CCC 130374 concentrado de cor CTeme no polietileno de baixa densidade — — Ampacet ABConc 18042 antiblock concentrate abrilhantador ótico no polietileno de baixa densidade linear 0,92 --- Teknor Color procAIDI 100458 auxiliar de processamento: fluo- ropolímeroem polietileno 0,93 2,3 Ampacet Código da resina nome co- mercial nome genérico da resina (infor- mação adicional) densidade (g/cc) índice de fusão (dg/min) fornece- dor procAID2 IP1121 auxiliar de processamento: fluo- ropolímero em polietileno de baixa densidade linear 0,92 2 Ampacet
Exemplo 1 (operação)
Uma sacola com vedação na extremidade de aproximadamente 177,8 a 203,2 mm (7 a 8 polegadas) de largura (disposição plana) e aproxi- madamente 406,4 mm (16 polegadas) de comprimento foi feito a partir de uma película coextrusada de múltiplas camadas contrátil com calor produzi- da utilizando o aparelho e processo apresentados na figura 5, descrita aci- ma. A película de múltiplas camadas tinha um total de 7 camadas, na ordem seguinte, com a espessura de cada camada da película mostrada em mils na fileira inferior de cada coluna representando uma camada da estrutura de múltiplas camadas. A composição de cada camada é produzida na segunda fileira, com cada código correspondendo com a composição na tabela de resina apresentada acima.
Exemplo 1
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 80% 70% 100% E- PVDC 100% EVA3 70% 85% SSPEI VLDPE2 VAI VLDPEI SSPE3 20% 30% 30% 15% LLDPE 2 EVAI EVAI LLDPE 1 10,668 μτη 19,304 μηΐ 20,32 4,572 μτη 3,302 μτη 6,35 μτη 3,302 μτη (0,42) mil (0,76 mil) (0,08 mil) (0,18 mil) (0,13 mil) (0,25 mil) (0,13 mils)
Ambos os lados da disposição plana da margem abaixo da ve-
dação da extremidade foram manualmente fendidos (usando tesouras) a aproximadamente 25,4 a 50,8 mm (uma a duas polegadas) de uma borda lateral da sacola, a fenda sendo na direção de máquina, a fenda estendida da borda inferior da sacola e através de aproximadamente 30 a 50 por cento dos 38,1 mm (1 Vz polegada) de largura da margem da sacola, para produzir os primeiro e segundo iniciadores de rasgo coincidentes. A sacola foi então usado para empacotar um produto simulado, depois do que ele foi testado para o rasgamento linear na direção de máquina depois do encolhimento pela imersão em água a 85°C (185°F). O produto simulado era um produto de carne simulado, isto é, simulado por uma sacola vedado de água, a saco- la de água contendo aproximadamente 1300 mililitros de água em uma saco- la contrátil com calor tendo uma largura de disposição plana de aproxima- damente 139,7 mm (5 Vz polegadas) e um comprimento de aproximadamen- te 228,6 mm (9 polegadas), esse sacola tendo sido vedado fechado com a água nele (e ar mínimo) e a seguir imerso em água em 90°C (195°F) e enco- lhido firmemente ao redor da água para resultar em um produto simulado tendo uma área de seção transversal substancialmente redonda. A sacola de água foi colocado na sacola com vedação na extremidade contrátil com calor sendo testado, com a sacola e o produto simulado então sendo colo- cados em uma câmara de vácuo e a atmosfera evacuada. A sacola foi então vedado fechado e o produto empacotado resultante removido da câmara de vácuo e imerso em 85°C (185°F) de água por aproximadamente 5 segundos durante o que a sacola encolheu firmemente ao redor do produto simulado. Depois da remoção da água quente, a sacola pôde permanecer por um perí- odo de pelo menos 5 minutos e a seguir um rasgo manual foi feito seguran- do a parte de margem encolhida do artigo em qualquer lado dos iniciadores de rasgos. Os resultados do teste de rasgo manual na direção de máquina são apresentados na tabela abaixo, seguindo os exemplos. Exemplo 2 (operação)
Uma sacola com vedação na extremidade foi feita de uma pelí- cula contrátil com calor de múltiplas camadas coextrusada produzida utili- zando o aparelho e processo apresentados na figura 5, descrita acima. A película de múltiplas camadas tinha um total de 7 camadas com a ordem, espessura e composição sendo apresentadas na tabela abaixo em uma ma- neira correspondendo com a descrição no exemplo 1, acima. A sacola com vedação na extremidade foi testado ao rasgo como apresentado no exemplo 1. Exemplo 2
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 80% 70% 100% EVAI PVDC 100% E- 70% 80% SSPE2 VLDPEI VA3 VLDPEI SSPE3 20% 30% 30% 20% LLDPE 2 EVAI EVAI LLDPE 1 10,922 μτη 19,812 μτη 2,286 μτη 4,572 μτη 2,286 μτη 6,604 μτη 4,318 μΓΠ (0,43 mil) (0,78 mil) (0,09 mil) (0,18 mil) (0,09 mil) (0,26 mil) (0,17 mils)
Exemplo 3 (comparativo)
Uma sacola com vedação na extremidade foi feita de uma pelí-
cula contrátil com calor de múltiplas camadas coextrusada produzida utili- zando o aparelho e o processo apresentados na figura 5, descrita acima. A película de múltiplas camadas tinha um total de 4 camadas com a ordem, espessura e composição sendo apresentadas na tabela abaixo em uma ma- neira correspondendo com a descrição no exemplo 1, acima. A sacola com vedação na extremidade foi testada ao rasgo como apresentado no exemplo 1.
Exemplo 3 (comparativo)
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 100% VLDPE3 100% EVA2 100% PVDC 100% EVA 2 6,604 μτη (0,26 mil) 32,004 μτη (1,26 mils) 4,572 μτη (0,18 mil) 1,524 μτη (0,6 mil)
Exemplo 4 (comparativo)
Uma sacola com vedação na extremidade foi feita de uma pelí-
cula contrátil com calor de múltiplas camadas coextrusada produzida utili- zando o aparelho e o processo apresentados na figura 5, descrita acima. A película de múltiplas camadas tinha um total de 7 camadas com a ordem, espessura e composição sendo apresentadas na tabela abaixo em uma ma- neira correspondendo com a descrição no exemplo 1, acima. A sacola com vedação na extremidade foi testada ao rasgo como apresentado no exemplo 1. Exemplo 4 (comparativo)
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 90% SSPEI 80% VLD- 100% E- PVDC 100% E- 99% 85% 10% SLIPI PE2 VA1 VA3 VLDPE2 SSPE3 20% LLD- 1% 15% PEI AOX LLDPE 1 11,176 μτη 18,034 μηι 2,286 μτη 4,572 (Mm 2,286 Mm 6,858 Mm 4,572 μηι (0,44 mil) (0,71 mil) (0,09 mil) 0,18 mil) (0,09 mil) (0,27 mil) (0,18 mils)
Exemplo 5 (comparativo)
Uma sacola com vedação na extremidade foi feita de uma pelí-
cula contrátil com calor de múltiplas camadas coextrusada produzida utili- zando o aparelho e o processo apresentados na figura 5, descrita acima. A película de múltiplas camadas tinha um total de 7 camadas com a ordem, espessura e composição sendo apresentadas na tabela abaixo em uma ma- neira correspondendo com a descrição no exemplo 1, acima. A sacola com vedação na extremidade foi testada ao rasgo como apresentado no exemplo 1.
Exemplo 5 (comparativo)
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 80% 80% VLD- 100% E- PVDC 100% E- 80% VLD- 80% SSPE2 PEI VA1 VA3 PEI SSPE3 20% 20% VLD- 20% VLD- 20% LLDPE 2 PE4 PE4 LLDPE 1 11,684 Mm 28,194 pm 2,286 Mm 4,572 Mm 2,286 Mm 7,112 Mm 4,572 Mm (0,46 mil) (1,11 mil) (0,09 mil) (0,18 mil) (0,09 mil) (0,28 mil) (0,18 mils)
Exemplo 6 (comparativo)
Uma sacola com vedação na extremidade foi feita de uma pelí-
cula contrátil com calor de múltiplas camadas coextrusada produzida utili- zando o aparelho e o processo apresentados na figura 5, descrita acima. A película de múltiplas camadas tinha um total de 7 camadas com a ordem, espessura e composição sendo apresentadas na tabela abaixo em uma ma- neira correspondendo com a descrição no exemplo 1, acima. A sacola com vedação na extremidade foi testada ao rasgo como apresentado no exemplo 1.
Exemplo 6 (comparativo)____
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 90% 90% 80% 100% SSPE1 SSPE5 100% PVDC 100% SSPE5 SSPE3 10% 10% EVA1 EVA3 20% SLIP 2 Et-PrTER VLDPE1 12,446 μτη 22,606 μτη 2,54 μτη 4,826 μηι 2,54 μτη 6,604 μιτι 4,572 μηι (0,49 mil) (0,89 mil) (0,1 mil) (0,19 mil) (0,1 mil) (0,26 mil) (0,18 mils)
Exemplo 7 (comparativo)
Uma sacola com vedação na extremidade foi feita de uma pelícu-
la contrátil com calor de múltiplas camadas coextrusada produzida utilizando o aparelho e o processo apresentados na figura 5, descrita acima. A película de múltiplas camadas tinha um total de 7 camadas com a ordem, espessura e composição sendo apresentadas na tabela abaixo em uma maneira corres- pondendo com a descrição no exemplo 1, acima. A sacola com vedação na extremidade foi testada ao rasgo como apresentado no exemplo 1.
Exemplo 7 (comparativo)
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 100% ION1 100% EVA1 100% E- PVDC 100% E- 100% SS- 85% VA1 VA3 PE4 SSPE3 15% LLDPEI 8,128 μ/η 22,098 μπι 4,064 μηι 4,572 μτη 2,032 μττι 5,334 μιτι 3,048 μιτι (0,32 mil) (0,87 mil) (0,16 mil) (0,18 mil) (0,08 mil) (0,21 mil) (0,12 mils)
Exemplo 8
Uma sacola com vedação na extremidade foi feita de uma pelí- cuia contrátil com calor de múltiplas camadas coextrusada produzida utili- zando o aparelho e o processo apresentados na figura 5, descrita acima. A película de múltiplas camadas tinha um total de 4 camadas com a ordem, espessura e composição sendo apresentadas na tabela abaixo em uma ma- neira correspondendo com a descrição no exemplo 1, acima. Exemplo 8 _
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 100% SSPE6 84% 85% 85% LLDPEI EVA2 EVA2 16% 15% 15% CCC LLDPEI LLDPEI 6,35 μτη (0,25 mil) 27,686 Mm (1,09 mil) 19,304 Mm (0,76 mil) 6,35 pm (0,25 mil)
Exemplo 9
Uma sacola com vedação na extremidade foi feita de uma pelí- cula contrátil com calor de múltiplas camadas coextrusada produzida utili- zando o aparelho e o processo apresentados na figura 5, descrita acima. A película de múltiplas camadas tinha um total de 6 camadas com a ordem, espessura e composição sendo apresentadas na tabela abaixo em uma ma- neira correspondendo com a descrição no exemplo 1, acima.
Exemplo 9
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 100% SSPE6 100% VLD- 100% EVA2 100%EVA2 100% VLD- 85% PE2 PE2 EVA2 15% LLDPEI 7,874 Mm 20,32 Mm 2,286 Mm 3,302 Mm (0,13 10,16 Mm 6,858 Mm (0,31 mil) (0,8 mil) (0,09 mil) mil) (0,4 mil) (0,27 mils)
Exemplo 10
Uma sacola com vedação na extremidade foi feita de uma pelí-
cula contrátil com calor de múltiplas camadas coextrusada produzida utili- zando o aparelho e o processo apresentados na figura 5, descrita acima. A película de múltiplas camadas tinha um total de 3 camadas com a ordem, espessura e composição sendo apresentadas na tabela abaixo em uma ma- neira correspondendo com a descrição no exemplo 1, acima. Exemplo 10
Camada 1 Camada 2 Camada 3 80% 100% EBA 85% SSPEI SSPE3 20% 15% LLDPE2 LLDPEI 2,032 μτη (0,08 mil) 46,736 μπι (1,84 mil) 2,032 μπι (0,08 mil)
Exemplo 11 (operação)
Uma sacola com vedação na extremidade foi feita de uma pelí- cula contrátil com calor de múltiplas camadas coextrusada produzida utili- zando o aparelho e o processo apresentados na figura 5, descrita acima. A película de múltiplas camadas tinha um total de 3 camadas com a ordem, espessura e composição sendo apresentadas na tabela abaixo em uma ma- neira correspondendo com a descrição no exemplo 1, acima. A sacola com vedação na extremidade foi testada ao rasgo como apresentado no exemplo 1.
Exemplo 11 (operação)
Camada 1 Camada 2 Camada 3 100% 75% 75% EVA 6 VLDPE2 VLDPE2 25% 16.5% LLDPE1 LLDPE 1 8.5% ABConc 17,272 μτη (0,68 mil) 78,232 um (3,08 mil) 31,496 Mm (1,24 mil)
Exemplo 12 (operação)
Uma sacola com vedação na extremidade comercializada co- mercialmente por Curwood, Inc. sob o nome "Protite® 34" foi obtido do mer- cado. A análise da sacola do qual a película de múltiplas camadas foi feita revelou as camadas seguintes, com a ordem, espessura e composição sen- do apresentadas na tabela abaixo. Um pequeno corte foi feito na margem da sacola, isto é, como ilustrado na figura 4A. A sacola com vedação na extre- midade foi testada ao rasgo como apresentado no exemplo 1.
Exemplo 12 (operação)
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Mistura de EVA (3% de acetato de vinila), LLDPE e copolímeno de etile- no catalisado com metaloce- no/alfaolefina cloreto de poli- vinilideno mistura de EVA (3% de acetato de vinila), LLDPE e copolímero de etile- no catalisado com metaloce- no/alfaolefina 38,862 μηι (1,53 mil) 5,334 μτη (0,21 mil) 18,796 |um (0,74 mil)
Exemplo 13 (comparativo)
Uma sacola com vedação na extremidade comercializada co- mercialmente por Curwood, Inc. sob o nome "Cleartite® 52" foi obtida do mercado. A análise da sacola da qual a película de múltiplas camadas foi feita revelou as camadas seguintes, com a ordem, espessura e composição sendo apresentadas na tabela abaixo. Um pequeno corte foi feito na mar- gem da sacola, isto é, como ilustrado na figura 4A. A sacola com vedação na extremidade foi testada ao rasgo como apresentado no exemplo 1.
Exemplo 13 (comparativo)
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Mistura de EVA (4% de acetato de vinila), LLDPE e copolímero de etile- no catalisado com metaloce- no/atfaolefina cloreto de poli- vinilideno mistura de EVA (4% de acetato de vinila), LLDPE e copolímero de etile- no catalisado com metaloce- no/alfaolefina 35,306 μτη (1,39 mil) 5,842 μπι (0,23 mil) 17,272 pm (0,68 mil)
Exemplo 14 (comparativo)
Uma sacola com vedação na extremidade comercializada co- mercialmente por Cunwood, Inc. sob o nome "Perflex® 64" foi obtido do mer- cado. A análise da sacola do qual a película de múltiplas camadas foi feita revelou as camadas seguintes, com a ordem, espessura e composição sen- do apresentadas na tabela abaixo. Um pequeno corte foi feito na margem da sacola, isto é, como ilustrado na figura 4A. A sacola com vedação na extre- midade foi testada ao rasgo como apresentado no exemplo 1. Exemplo 14 (comparativo) __
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Mistura de EVA (4% de acetato de vinila), LLDPE e copolímero de etileno catalisado com metaloce- no/atfaolefina cloreto de poli- vinilideno mistura de EVA (4% de acetato de vinila), LLDPE e copolímero de etileno catalisado com metaloceno/alfaolefina 39,116 μτη (1,54 mil) 4,826 μπι (0,19 mil) 16,002 μτη (0,63 mil)
Exemplo 15 (comparativo)
Uma sacola com vedação na extremidade comercializada co- mercialmente por Asahi Corporation sob o nome "SN3" foi obtido do merca- do. A análise da sacola da qual a película de múltiplas camadas foi feita re- velou as camadas seguintes, com a ordem, espessura e composição sendo apresentadas na tabela abaixo. Um pequeno corte foi feito na margem da sacola, isto é, como ilustrado na figura 4A. A sacola com vedação na extre- midade foi testada ao rasgo como apresentado no exemplo 1.
Exemplo 15 (comparativo)
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Mistura de polietileno copolímero de etile- no/acetato de vinila, contendo (15 % em peso de acetato de vinila mer) cloreto de polivinili- deno copolímero de etile- no/acetato de vinila, contendo (15 % em peso de acetato de vini- la mer) polietileno de baixa densidade (possivelmente uma mistura) 9,906 μτη (0,39 mil) 0,7 8,89 μτη (0,35 mil) 0,66 16,002 (0,63 mil)
Exemplo 16 (operação)
Uma sacola com vedação na extremidade comercializada co- mercialmente por Pechiney Plastic Packaging, Inc., sob o nome "Clearshi- eld®" foi obtido do mercado. A análise da sacola da qual a película de múlti- plas camadas foi feita revelou as camadas seguintes, com a ordem, espes- sura e composição sendo apresentadas na tabela abaixo. Um pequeno corte foi feito na margem da sacola, isto é, como ilustrado na figura 4A. A sacola com vedação na extremidade foi testada ao rasgo como apresentado no e- xemplo 1.
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 Copolímero de 100% de mistura de EVOH mistura de 100% de mistura de etileno catalisado copolímero poliamida (27 % em poliamida copolímero polietileno de com metaloce- de etile- 6 com mol de 6 com de etile- baixa densi- no/alfa-olefina no/acrilato poliamida etileno) poliamida no/acrilato dade e polie- (possivelmente de metila 6I,6T 6I,6T de metila tileno de com LDPE ou baixa densi- LLDPE) dade linear 40,132 μτη 1,58 5,582 μτη 22,86 μτη 5,334 μτη 21,59 μτη 4,064 μτη 14,748 μτη mil (0,22 mil) (0,9 mil) (0,21 mil) (0,85 mil) (0,16 mil) (0,57 mil)
Copolímero de etileno catalisado com metaloceno/alfa-olefina
(possivelmente com LDPE ou LLDPE) / 100% de copolímero de etile- no/acrilato de metila / mistura de poliamida 6 com poliamida 6I,6T / EVOH (27 % em mol de etileno) / mistura de poliamida 6 com poliamida 6I,6T / 100% de copolímero de etileno/acrilato de metila / mistura de polietileno de baixa densidade e polietileno de baixa densidade linear Exemplo 17 (operação)
Uma sacola com vedação na extremidade foi feita de uma pelí- cula contrátil com calor de múltiplas camadas coextrusada produzida utili- zando o aparelho e o processo apresentados na figura 5, descrita acima. A película de múltiplas camadas tinha um total de 7 camadas, com a ordem, espessura e composição sendo apresentadas na tabela abaixo em uma ma- neira correspondendo com a descrição no exemplo 1, acima. A sacola com vedação na extremidade foi testada ao rasgo como apresentado no exemplo 1. Exemplo 17 (operação)
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 90% SSPEI 100% I- 50% 100% PVdC 100% 80% VLD- 80% 10% SLIP2 on&Eva&PB EVA4 EVA3 PEI SSPE3 50% 20% VLD- 20% LLDPEI PE4 LLDPEI 76,2 μτη 93,98 μηι (3,7 289,56 μτη 55,88 μηι 25,4 μηι 38,1 μτη 38,1 μ/η (3,0 mil*) mil) (11,4 mil*) (2,2 mil1) (1 mil*) (I1SmiIst) (1,5«)
10
'espessura na tabela representa a espessura do extrusado antes da orienta- ção do estado sólido no estágio do processo de bolha presa
Uma sacola com vedação na extremidade foi feita de películas contráteis com calor de múltiplas camadas coextrusadas de cada um dos exemplos 18 a 35, abaixo, usando o aparelho e o processo apresentados na figura 5, descrita acima. Cada uma das películas de múltiplas camadas tinha um total de 7 camadas, com a ordem, espessura e composição sendo apre- sentadas nas tabelas abaixo em uma maneira correspondendo com a des- crição no exemplo 1, acima. As sacolas com vedação na extremidade foram testadas ao rasgo como apresentado no exemplo 1.
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 90% SSPEI 100% E- 50% 100% PVdC 100% E- 80% VLD- 80% 10% SLIP2 VA&PP EVA4 VA3 PEI SSPE3 50% 20% VLD- 20% LLDPEI PE4 LLDPEI 76,2 μτη 93,98 μητι 289,56 μηι 55,88 μτη 25,4 μτη (1 38,1 μτη (1,5 38,1 μΐη (3,0 mil') OJmiIt) (11,4 mil*) (2,2 ITiiIt) mil1) ITiiIst) O1St)
'espessura na tabela representa a espessura do extrusado antes da orienta- ção do estado sólido no estágio do processo de bolha presa Exemplo 19 (operação)
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 90% SSPEI 75% 50% 100% PVdC 100% E- 80% VLD- 80% 10% SLIP2 EVA2 EVA4 VA3 PEI SSPE3 25% 50% 20% VLD- 20% modEVA LLDPEI PE4 LLDPEI 76,2 μτη 93,98 μπι 289,56 Mm 55,88 Mm 25,4 μπι (1 38,1 μπι (1,5 38,1 μπι (3,0 mil4) (3,7 mil1) (11,4 mil1) (2,2 mil1) mil1) ITiiIst) (I^t)
Espessura na tabela representa a espessura do extrusado antes da orienta- ção do estado sólido no estágio do processo de bolha presa Exemplo 20 (operação)__
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 90% SSPEI 100% Et- 50% 100% PVdC 100% 80% VLD- 80% 10% SLIP2 Norb2 EVA4 EVA3 PEI SSPE3 50% 20% VLD- 20% LLDPEI PE4 LLDPEI 76,2 μπι 93,98 μπι 289,56 μπι 55,88 μπι 25,4 μτη 38,1 μπι 38,1 μπι (3,0 mil1) (3,7 mil1) (11,4 mil1) (2,2 mil1) (1 mil1) (1,5 ITiiIst) (1,5l)
'espessura na tabela representa a espessura do extrusado antes da orienta- ção do estado sólido no estágio do processo de bolha presa
Exemplo 2
(operação)
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 90% SSPEI 100% Et- 50% 100% PVdC 100% 80% VLD- 80% 10% SLIP2 Norbl EVA4 EVA3 PEI SSPE3 50% 20% VLD- 20% LLDPEI PE4 LLDPEI 76,2 μίτι 93,98 μτη 289,56 μίτι 55,88 μπι 25,4 μίτι 38,1 μπι 38,1 μτη (3,0 mil1) (3,7 mil*) (11,4 mil1) (2,2 mil1) (1 mil1) (1,5 Hiilst) (I1St)
'espessura na tabela representa a espessura do extrusado antes da orienta- ção do estado sólido no estágio do processo de bolha presa Exemplo 22 (comparativo)
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 90% SSPEI 100% Sty- 50% 100% PVdC 100% E- 80% VLD- 80% 10% SLIP2 But EVA4 VA3 PEI SSPE3 50% 20% VLD- 20% LLDPEI PE4 LLDPEI 76,2 μτη 93,98 μπι 289,56 μπι 55,88 μτη 25,4 μτη (1 38,1 μτη 38,1 μπι (3,0 mil*) (3,7 mil1) (11,4 mil1) (2,2 mil*) mil') (I1SmiIst) (I1St)
espessura na tabela representa a espessura do extrusado antes da orienta- ção do estado sólido no estágio do processo de bolha presa
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 90% SSPEI 100% PP1 50% 100% PVdC 100% E- 80% VLD- 80% 10% SLIP2 EVA4 VA3 PEI SSPE3 50% 20% VLD- 20% LLDPEI PE4 LLDPEI 76,2 μπι 93,98 μπι 289,56 μπι 55,88 μπι 25,4 μπι (1 38,1 μπι (1,5 38,1 μτη O1OmiIt) (3,7 mil1) (11,4 mil") (2,2 mil1) mil4) mils4) O1St)
'espessura na tabela representa a espessura do extrusado antes da orienta- ção do estado sólido no estágio do processo de bolha presa
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 90% SSPEI 70% Sty-But 50% 100% PVdC 100% E- 80% VLD- 80% 10% SLIP2 30% EVA5 EVA4 VA3 PEI SSPE3 50% 20% VLD- 20% LLDPEI PE4 LLDPEI 76,2 μτη 93,98 μπι 289,56 Mm 55,88 Mm 25,4 μπι (1 38,1 μπι (1,5 38,1 μτη (3,0 mil1) (3,7 mil1) (11,4 mil1) (2,2 mil1) mil1) mils1) (I1St)
'espessura na tabela representa a espessura do extrusado antes da orienta- ção do estado sólido no estágio do processo de bolha presa Exemplo 25 (operação)
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 90% SSPEI 70% Sty-But 50% 100% PVdC 100% E- 80% VLD- 80% 10% SLIP2 30% EVA2 EVA4 VA3 PEI SSPE3 50% 20% VLD- 20% LLDPEI PE4 LLDPEI 76,2 μτη 93,98 μτη 289,56 μτη 55,88 μτη 25,4 pm (1 38,1 μΐΏ (1,5 38,1 Mm (3,0 mil1) (3,7 mil1) (11,4 mil1) (2,2 mil1) mil') IOiIst) (1,5*)
'espessura na tabela representa a espessura do extrusado antes da orienta- ção do estado sólido no estágio do processo de bolha presa Exemplo 26 (operação) __
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 90% SSPEI 70% VLD- 50% 100% PVdC 100% E- 80% VLD- 80% 10% SLIP2 PE2 EVA4 VA3 PEI SSPE3 30% ET- 50% 20% VLD- 20% Norb2 LLDPEI PE4 LLDPEI 76,2 Mm 93,98 Mm 289,56 μτη 55,88 Mm 25,4 μΐη (1 38,1 Mm (1,5 38,1 μτη (3,0 mil4) (3,7 mil') (11,4 mil1) (2,2 mil1) mil4) mils1) (I1St)
'espessura na tabela representa a espessura do extrusado antes da orienta- ção do estado sólido no estágio do processo de bolha presa
Exemplo 27 (operação)
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 90% SSPEI 70% 50% 100% PVdC 100% E- 80% VLD- 80% 10% SLIP2 ssPP EVA4 VA3 PEI SSPE3 30% 50% 20% VLD- 20% SSPE3 LLDPEI PE4 LLDPEI 76,2 Mm 93,98 Mm 289,56 μτη 55,88 Mm 25,4 Mm (1 38,1 Mm (1,5 38,1 Mm (3,0 mil1) (3,7 ITiiIt) (11,4 mil*) (2,2 mil1) mil1) mils1) (I1St)
'espessura na tabela representa a espessura do extrusado antes da orienta- ção do estado sólido no estágio do processo de bolha presa Exemplo 28 (operação)
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 90% SSPEI 70% 50% 100% PVdC 100% E- 80% VLD- 80% 10% SLIP2 ssPP EVA4 VA3 PEI SSPE3 30% 50% 20% VLD- 20% EVA2 LLDPEI PE4 LLDPEI 76,2 μτη 93,98 Mm 289,56 Mm 55,88 Mm 25,4 Mm (1 38,1 Mm (1,5 38,1 Mm (3,0 mil1) (3,7 mil1) (11,4 mil1) (2,2 mil*) mil') ITiiIst) O.S1)
Espessura na tabela representa a espessura do extrusado antes da orienta- ção do estado sólido no estágio do processo de bolha presa
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 90% SSPEI 80% SSPE3 50% 100% PVdC 100% E- 80% VLD- 80% 10% SLIP2 20% WCC EVA4 VA3 PEI SSPE3 50% 20% VLD- 20% LLDPEI PE4 LLDPEI 76,2 Mm 93,98 M^ 289,56 Mm 55,88 Mm 25,4 um (1 38,1 Mm (1,5 38,1 Mm (3,0 mil') (3,7 mil1) (11,4 mil1) (2,2 mil1) mil1) mils1) (I1St)
'espessura na tabela representa a espessura do extrusado antes da orienta- ção do estado sólido no estágio do processo de bolha presa
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 90% SSPEI 100% ION 2 50% 100% PVdC 100% E- 80% VLD- 80% 10% SLIP2 EVA4 VA3 PEI SSPE3 50% 20% VLD- 20% LLDPEI PE4 LLDPEI 76,2 Mm 93,98 Mm 289,56 pm 55,88 Mm 25,4 Mm (1 38,1 um (1,5 38,1 Mm (3,0 mil*) Oymilt) (11,4 HTiiIt) (2,2 mil1) mil1) mils1) (1.51)
'espessura na tabela representa a espessura do extrusado antes da orienta- ção do estado sólido no estágio do processo de bolha presa Exemplo 31 (operação)
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 90% SSPEI 100% EVA6 50% 100% PVdC 100% E- 80% VLD- 80% 10% SLIP2 EVA4 VA3 PEI SSPE3 50% 20% VLD- 20% LLDPEI PE4 LLDPEI 76,2 μτη 93,98 μπι 289,56 μπι 55,88 μπι 25,4 Mm (1 38,1 μτη (1,5 38,1 μτη (3,0 mil1) (3,7 mil*) (11,4 mil1) (2,2 mil4) mil1) mils1) (I1St)
'espessura na tabela representa a espessura do extrusado antes da orienta- ção do estado sólido no estágio do processo de bolha presa Exemplo 32 (operação)___
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 90% SSPEI 100% PB 50% 100% PVdC 100% E- 80% VLD- 80% 10% SLIP2 EVA4 VA3 PEI SSPE3 50% 20% VLD- 20% LLDPEI PE4 LLDPEI 76,2 μτη 93,98 μπι 289,56 μΐη 55,88 μτη 25,4 μηι (1 38,1 μίτι (1,5 38,1 μίτι (3,0 mil4) (3,7 mil*) (11,4 mil*) (2,2 mil1) mil1) (TiiIst) (1,5ι)
'espessura na tabela representa a espessura do extrusado antes da orienta- ção do estado sólido no estágio do processo de bolha presa
Exemplo 33 (operação
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 90% SSPEI 85% 50% 100% PVdC 100% E- 80% VLD- 80% 10% SLIP2 SSPEI EVA4 VA3 PEI SSPE3 15% 50% 20% VLD- 20% RECLAIM LLDPEI PE4 LLDPEI 76,2 μτη 93,98 μίτι 289,56 Mm 55,88 μπι 25,4 μπί (1 38,1 μπι 38,1 μπι (3,0 mil1) (3,7 mil1) (11,4 mil*) (2,2 mil1) mil1) (I1SmiIst) (I1St)
'espessura na tabela representa a espessura do extrusado antes da orienta- ção do estado sólido no estágio do processo de bolha presa Exemplo 34 (operação
Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 90% SSPEI 70% 50% 100% PVdC 100% E- 80% VLD- 80% 10% SLIP2 SSPEI EVA4 VA3 PEI SSPE3 30% 50% 20% VLD- 20% RECLAIM LLDPEI PE4 LLDPEI 76,2 μτη 93,98 μΐη 289,56 μΐη 55,88 μηη 25,4 μπί (1 38,1 μτη 38,1 μηη (3,0 mil1) (3,7 mil1) (11,4 mil1) (2,2 mil4) mil1) (I1SmiIst) (1.51) 'espessura na tabela representa a espessura do extrusado antes da orienta- ção do estado sólido no estágio do processo de bolha presa Exemplo 35 (operação Camada 1 Camada 2 Camada 3 Camada 4 Camada 5 Camada 6 Camada 7 90% SSPEI 55% 50% 100% PVdC 100% E- 80% VLD- 80% 10% SLIP2 SSPEI EVA4 VA3 PEI SSPE3 45% 50% 20% VLD- 20% RECLAIM LLDPEI PE4 LLDPEI 76,2 μτη 93,98 μτη 289,56 μτη 55,88 μτη 25,4 μτη (1 38,1 μΐη 38,1 μτη O1OmiIt) (3,7 mil®) (11,4 mil1) (2,2 mil®) mil1) (1,5 mils1) (1.54)
Espessura na tabela representa a espessura do extrusado antes da orienta- ção do estado sólido no estágio do processo de bolha presa
Uma tubulação de película sem-costura de cada uma das pelícu- las dos exemplos 1-35 é cortada e vedada para formar uma sacola com ve- dação na extremidade. Um pequeno corte foi feito na margem da sacola, aproximadamente 25,4 a 50,8 mm (1 a 2 polegadas) da borda lateral da sa- cola dobrada. A margem da sacola tinha uma largura de aproximadamente 38,1 mm (1,5 polegada). Um produto foi colocado na sacola e a sacola foi vedada fechada e encolhida ao redor do produto. As sacolas resultantes com vedação na extremidade exibem as seguintes características. Sacxtla calibre encolhi- rasgo ma- carga má- energia de carga resistência do da mento livre nual na MD xima de propagação máxima ao impacto exem- pelícu- em 85°C no compri- propaga- do rasgo na da resis- da carga de plo N0 la tota (185°F (% mento tota ção do LD a ruptura tência ao pico por mil, (mils) MD/%TD) reto depois rasgo na (gmf-pol) rasgo na via ASTM D μτη do encolhi- LD (gmf, N.m LD (gmf) 3763-95A mento em isto é, N (N/mil) água em gramas Μ/μτη 85°C força) N (185°F) 1 (2,0) 32/45 Yes (31) — (545) (98) 50,80 (94,4%)*** 2 (2,0) 35/51 Yes (23) (31) (598) (114*) 50,80 (90,5%)*** 3 (2,3) — No (5%)*** (22) (36) (673) (54,9*) 4 (1,96) — No (31) (39) (566) (102,6*) (0%)*** (2,4) No (54) (58) (791) (100*) (0%)*** (114,3*) (137,2*) 6 (2,2) — No (61) (68) (625) (138,7*) (0%)*** (104,5*) 7 (1,9) — No (0%)*** (28) (34) (659) (102*) 8 (2,35) 17/28 (24,8) ___ - - ~ (113*) 9 (2,0) 26/42 . . . ___ _ . - (110*) (2,0) ___ ___ _ _ «. ___ _ _ _ _ _ 11 (5,0) ___ Yes (unk) (50) (86) (1470) (105*) 12 (2,18) 32/40 Yes (unk) (20) (38) (840) (116,3) 13 (2,03) 35/39 No (unk) (22) (35) (732) (73,9) 14 (2,18) 22/30* No (unk) (23) (44) (732) Sacola calibre encolhi- rasgo ma- carga má- energia de canga resistência do da mento livre nual na MD xima de propagação máxima ao impacto exem- pelícu- em 85°C no compri- propaga- do rasgo na da resis- da carga de plo N0 la tota (185°F (% mento tota ção do LD a ruptura tência ac pico por mil, (mils) MD/%TD) reto depois rasgo na (gmf-pol) rasgo na via ASTM D μτη do encolhi- mento em água em 85°C (185°F) LD (gmf isto é, gramas força) N N.m LD (gmf) N 3763-95A (N/mil) Μ/μτη (2,47) 50/50 No (unk) (279) (330) (685) (71,9) 16 (4,6) Yes (unk) (284) (440) (3110) (155,0) 17 (2,42) 24/36 Yes (100%)** (35) — (747) 18 (2,48) 19/36 Yes (100%)** (205) — (797) — 19 (2,48) 20/35 Yes (100%)** (23) — (817) — — ___ Yes (unk) _ _ _ _ _ _ ... 21 (2,56) 23/33 Yes (100%)** (21) (30) (676) 22 (2,53) 24/36 Yes (100%)** (40) — (726) — 23 (2,53) 20/33 Yes (100%)** (21) (29) (724) — 24 (2,5) 23/34 Yes (100%)** (32) (47) (848) — (2,5) 22/34 Yes [100%)** (22) (35) (707) — 26 (2,51) 24/32 Yes r100%)** (20) (27) (723) — Sacola calibre encolhi- rasgo ma- carga má- energia de carga resistência do da mento livre nual na MD xima de propagação máxima ao impacto exem- pelícu- em 85°C no compri- propaga- do rasgo na da resis- da carga de plo N0 la tota (185°F (% mento total ção do LD a ruptura tência ao pico por mil, (mils) MD/%TD) reto depois rasgo na (gmf-pol) rasgo na via ASTM D μτη do encolhi- mento em água em 85°C (185°F) LD (gmf, isto é, gramas força) N N.m LD (gmf) N 3763-95A (N/mil) Μ/μηι 27 (2,39) 18/32 Yes (100%)** (13) (23) (843) — 28 (2,36) 15/34 Yes (100%)** (21) — (820) — 29 (2,39) 17/34 Yes (100%)** (17) (30) (643) — (2,29) — Yes (100%r (71,0) (81) (551) — 31 (2,31) — Yes (100%)** (15,3) — (557) — 32 (2,18) — Yes (100%)** (113,0) (140) (693) — 33 (2,55) — Yes (100%)** (55,0) (50) (427) — 34 (2,41) — Yes (100%)** (57,3) (55) (477) — (2,45) — Yes (100%)** (40,2) (46) (638) —
* Resistência ao impacto testada em amostra diferente de película com mesma designação
** resultados de teste com base no rasgamento de 5 amostras
*** resultados de teste com base no rasgamento de 20 amostras Os vários aspectos preferidos nas modalidades preferidas da invenção como apresentada acima são úteis em combinação um com o ou- tro. Qualquer uma das várias composições de película preferidas (por exem- plo, mistura de copolímero de etileno/hexeno e copolímero de etileno/acetato de vinila) é preferida em combinação com qualquer uma ou mais das várias propriedades de película preferidas (por exemplo, espessura de 0,0381 a 0,127 mm (1,5 a 5 mils), resistência ao impacto de carga de pico de 50 a 250 Newtons, etc.) e/ou em combinação com qualquer um ou mais tipos preferi- dos de artigos de empacotamento (por exemplo, sacola com vedação na extremidade, etc.)

Claims (30)

1. Artigo de empacotamento contrátil com calor compreendendo uma película de múltiplas camadas contrátil com calor tendo uma camada de vedação interior vedada com calor em si própria em uma vedação térmica, o artigo também compreendendo um primeiro lado, um segundo lado e uma margem ou parte inicial para fora da vedação térmica, a margem ou parte inicial compreendendo uma borda do artigo e um primeiro iniciador de rasgo, o primeiro iniciador de rasgo ficando no primeiro lado do artigo, a margem ou parte inicial do artigo também compreendendo um segundo iniciador de ras- go, o segundo iniciador de rasgo ficando no segundo lado do artigo, o artigo podendo ter um primeiro rasgo manualmente iniciado, manualmente propa- gado no primeiro lado do artigo e um segundo rasgo manualmente iniciado e manualmente propagado no segundo lado do artigo, o primeiro rasgo e o segundo rasgo podendo ser, cada um, propagados em uma direção de má- quina a partir do primeiro e segundo iniciadores de rasgo respectivos, com cada rasgo sendo propagado na direção de máquina através da vedação térmica e para baixo do comprimento do artigo, ou através do artigo, com cada rasgo podendo ser manualmente propagado na direção de máquina através e para uma borda do artigo oposta, de modo que ao usar a película de múltiplas camadas para fazer um produto empacotado produzindo um produto dentro do artigo com o artigo sendo vedado fechado ao redor do produto, de modo que um pacote é formado, e a seguir encolhendo a pelícu- la ao redor do produto, o pacote resultante pode ser manualmente aberto e o produto facilmente removido do artigo, iniciando manualmente rasgos na direção de máquina a partir do primeiro e segundo iniciadores de rasgo, com os rasgos sendo manualmente propagados através da vedação e para a borda oposta do artigo, com a película de múltiplas camadas exibindo uma resistência ao impacto de carga de pico de pelo menos 50 Newtons por mil medida usando ASTM D 3763-95A, com pelo menos uma camada da pelícu- la de múltiplas camadas contendo pelo menos uma mistura de polímero in- compatível selecionado do grupo consistindo em: (A) uma mistura de 90 a 30 por cento em peso de homopolímero de etileno e/ou copolímero de etileno/alfaolefina com 10 a 70 por cento em peso de copolímero de etileno/éster insaturado tendo um conteúdo de éster insaturado de pelo menos 10 por cento em peso; (B) uma mistura de resina de ionômero com copolímero de etile- no/éster insaturado e/ou polibutileno e/ou homopolímero de propileno e/ou copolímero de propileno; (C) uma mistura de copolímero de etileno homogêneo/alfaolefina com mistura de polímero reciclado compreendendo homopolímero de etile- no, homopolímero de propileno, copolímero de etileno, copolímero de propi- leno, poliamida, copolímero de etileno/álcool vinílico, resina de ionômero, copolímero de etileno modificado com anidrido/alfaolefina e/ou antibloqueio, (D) uma mistura de 10 a 75 por cento em peso de copolímero de etileno/éster insaturado com 90 a 15 por cento em peso de polipropileno e/ou copolímero de propileno/etileno e/ou polibutileno e/ou copolímero de etileno modificado/alfaolefina e/ou homopolímero de estireno e/ou copolíme- ro de estireno/butadieno; (E) uma mistura de copolímero de etileno/norborneno com copo- límero de etileno/éster insaturado e/ou polipropileno e/ou polibutileno; (F) uma mistura de 90 a 15 por cento em peso de copolímero de etileno/alfaolefina com 10 a 75 por cento em peso de polipropileno e/ou poli- butileno e/ou etileno/norborneno; (G) uma mistura de 90 a 25 por cento em peso de homopolímero de propileno homogêneo e/ou copolímero de propileno homogêneo com 10 a 75 por cento em peso de copolímero de etileno homogêneo/alfaolefina e/ou copolímero de etileno/éster insaturado; (H) uma mistura de homopolímero de propileno e/ou copolímero de propileno/etileno e/ou polibutileno com copolímero de etileno/ acrilato de metila e/ou copolímero de etileno/ácido acrílico e/ou copolímero de etile- no/acrilato de butila; (I) uma mistura de poliamida com poliestireno e/ou copolímero de etileno/alfaolefina e/ou copolímero de etileno/acetato de vinila e/ou copo- límero de estireno/butadieno e (J) uma mistura de poliamida 6 e poliamida 6I6T.
2. Artigo de empacotamento contrátil com calor, de acordo com a reivindicação 1, no qual a mistura incompatível compreende uma mistura de copolímero de etileno/alfaolefina e copolímero de etileno/acetato de vinila tendo um conteúdo de acetato de vinila de 10 a 50 por cento em peso com base no peso do copolímero, a mistura contendo o copolímero de etile- no/alfaolefina em uma quantidade de 80 a 35 por cento em peso com base no peso da mistura e o copolímero de etileno/éster insaturado em uma quan- tidade de 20 a 65 por cento em peso com base no peso da mistura, a pelícu- la de múltiplas camadas contendo a mistura em uma quantidade de 20 a 95 por cento em peso, com base no peso da película de múltiplas camadas e sendo que a película de múltiplas camadas foi biaxilmente orientada no es- tado sólido e tem um encolhimento livre total, quando medido por ASTM D 2732, de 15 por cento a 120 por cento em 85°C (185°F).
3. Artigo de empacotamento, de acordo com a reivindicação 2, no qual o copolímero de etileno/alfaolefina compreende pelo menos um ele- mento selecionado do grupo consistindo em: (i) copolímero de etileno/hexeno tendo uma densidade de apro- ximadamente 0,90 g/cc a aproximadamente 0,925 g/cc e (ii) copolímero de etileno/octeno tendo uma densidade de apro- ximadamente 0,90 g/cc a aproximadamente 0,925 g/cc.
4. Artigo de empacotamento contrátil com calor, de acordo com a reivindicação 3, no qual a mistura incompatível compreende uma mistura de copolímero de etileno/alfaolefina e copolímero de etileno/acetato de vinila tendo um conteúdo de acetato de vinila de 10 a 30 por cento em peso com base no peso do copolímero, a mistura contendo o copolímero de etile- no/alfaolefina em uma quantidade de 75 a 45 por cento em peso com base no peso da mistura e copolímero de etileno/éster insaturado em uma quanti- dade de 25 a 55 por cento em peso com base no peso da mistura, a película de múltiplas camadas contendo a mistura em uma quantidade de 30 a 70 por cento em peso, com base no peso da película de múltiplas camadas e em que a película de múltiplas camadas foi biaxialmente orientada no estado sólido e tem um encolhimento livre total, quando medido por ASTM D 2732 de 20 por cento a 105 por cento em 85°C (185°F).
5. Artigo de empacotamento contrátil com calor, de acordo com a reivindicação 3, no qual a mistura incompatível compreende uma mistura de copolímero de etileno/alfaolefina e copolímero de etileno/acetato de vinila tendo um conteúdo de acetato de vinila de 12 a 30 por cento em peso, a mistura contendo o copolímero de etileno/alfaolefina em uma quantidade de 70 a 50 por cento com base no peso da mistura e copolímero de etile- no/éster insaturado em uma quantidade de 30 a 50 por cento em peso com base no peso da mistura, a película de múltiplas camadas contendo a mistu- ra em uma quantidade de 30 a 70 por cento em peso, com base no peso da película de múltiplas camadas e em que a película de múltiplas camadas foi biaxialmente orientada no estado sólido e tem um encolhimento livre total, quando medido por ASTM D 2732 de 40 por cento a 100 por cento em 85°C (185°F).
6. Artigo de empacotamento, de acordo com a reivindicação 1, no qual o artigo de empacotamento é uma sacola com vedação na extremi- dade de disposição plana feito de uma tubulação sem-costura, a sacola com vedação na extremidade tendo um topo aberto, primeira e segunda bordas laterais dobradas e uma vedação na extremidade através do fundo da saco- la, com o primeiro e o segundo iniciadores de rasgo ficando na margem da sacola que fica para fora da vedação na extremidade, com o primeiro rasgo sendo um rasgo na direção de máquina de película e o segundo rasgo sen- do um rasgo na direção de máquina de película, com cada rasgo podendo ser manualmente propagado para baixo do comprimento da sacola com ve- dação na extremidade para a borda oposta da sacola com vedação na ex- tremidade.
7. Artigo de empacotamento, de acordo com a reivindicação 1, no qual o artigo de empacotamento é uma sacola com vedação lateral de disposição plana feito de uma tubulação sem-costura, a sacola com vedação lateral tendo um topo aberto, uma borda inferior dobrada e primeira e segun- da vedações laterais com primeira e segunda margens da sacola respectivas para fora das primeira e segunda vedações laterais respectivas, com o pri- meiro e o segundo iniciadores de rasgo ficando na primeira margem da sa- cola e para fora da primeira vedação lateral, com o primeiro rasgo sendo um rasgo na direção de máquina e o segundo rasgo sendo um rasgo na direção de máquina, com cada rasgo podendo ser manualmente propagado através da largura completa da sacola com vedação lateral para a borda oposta da sacola com vedação lateral.
8. Artigo de empacotamento, de acordo com a reivindicação 1, no qual o artigo de empacotamento é uma sacola com vedação lateral de disposição plana feita de uma tubulação sem-costura, a sacola com vedação lateral tendo um topo aberto, uma borda inferior dobrada, uma primeira ve- dação lateral com uma primeira margem da sacola para fora dela, uma se- gunda vedação lateral com uma segunda margem da sacola para fora dela e uma terceira vedação que se estende da primeira vedação lateral para a se- gunda vedação lateral, a terceira vedação ficando em uma extremidade o- posta da sacola a partir do topo aberto, a terceira vedação tendo uma tercei- ra margem da sacola para fora dela, a borda inferior dobrada ficando na ter- ceira margem da sacola, a terceira margem da sacola compreendendo o primeiro e o segundo iniciadores de rasgo, com o primeiro rasgo sendo um rasgo na direção transversal e o segundo rasgo sendo um rasgo na direção transversal, com o primeiro e o segundo rasgos, cada um, podendo ser ma- nualmente propagados para baixo do comprimento da sacola com vedação lateral e para a borda oposta da sacola com vedação lateral.
9. Artigo de empacotamento, de acordo com a reivindicação 1, no qual o artigo de empacotamento é uma bolsa de disposição plana feita pela vedação térmica de duas películas planas entre si, a bolsa tendo um topo aberto, uma primeira vedação lateral com uma primeira margem da sa- cola para fora dela, uma segunda vedação lateral com uma segunda mar- gem da sacola para fora dela, uma vedação inferior com uma terceira mar- gem da sacola para fora dela, a vedação inferior estendida da primeira ve- dação lateral para a segunda vedação lateral, a vedação inferior ficando em uma extremidade oposta da sacola a partir do topo aberto, com pelo menos uma das margens da sacola tendo primeiro e segundo iniciadores de rasgo para rasgar cada uma das duas películas planas na direção de máquina.
10. Artigo de empacotamento, de acordo com a reivindicação 1, no qual a película de múltiplas camadas contrátil com calor exibe uma resis- tência ao impacto da carga de pico, determinada usando ASTM D 3763-95A de 50 a 250 Newtons por mil e a película de múltiplas camadas tem uma espessura total, antes do encolhimento de 0,0254 a 0,127 mm (1,5 mils a 5 mils).
11. Artigo de empacotamento, de acordo com a reivindicação 1, no qual o primeiro iniciador de rasgo é coincidente ou substancialmente co- incidente com o segundo iniciador de rasgo.
12. Artigo de empacotamento, de acordo com a reivindicação 11, o artigo também compreendendo um terceiro iniciador de rasgo e um quarto iniciador de rasgo que é coincidente ou substancialmente coincidente com o terceiro iniciador de rasgo, com o primeiro e o segundo iniciadores de rasgo sendo posicionados em uma parte da margem do artigo ou uma parte de parte inicial do artigo para fazer um rasgo na direção de máquina de pelícu- la, e com o terceiro e quarto iniciadores de rasgo sendo posicionados em uma parte da margem do artigo para fazer um rasgo manual em uma direção transversal da película.
13. Sacola contrátil com calor, de acordo com a reivindicação 1, na qual ao fazer um pacote colocando um produto dentro da sacola, evacu- ando a atmosfera da sacola, vedando a sacola fechada de modo que um pacote é formado e encolhendo a película ao redor do produto, o pacote re- sultante pode ser manualmente aberto e o produto facilmente removido da sacola, iniciando manualmente rasgos a partir dos primeiro e segundo inicia- dores de rasgo.
14. Artigo de empacotamento contrátil com calor, de acordo com a reivindicação 1, no qual o artigo de empacotamento também compreende um auxiliar de controle para ajudar a segurar a película de múltiplas cama- das durante o rasgamento manual.
15. Artigo de empacotamento contrátil com calor, de acordo com a reivindicação 14, rio qual o auxiliar de controle compreende um furo parcial cortado tendo um picote pendurado nele.
16. Artigo de empacotamento contrátil com calor, de acordo com a reivindicação 1, no qual a película de múltiplas camadas compreende uma camada de barreira contendo pelo menos um elemento selecionado do gru- po consistindo em cloreto de polivinilideno, copolímero de etileno saponifica- do/acetato de vinila, poliamida amorfo, poliamida MXD6, poliéster e poliacri- lonitrila.
17. Artigo de empacotamento contrátil com calor, de acordo com a reivindicação 1, no qual a película de múltiplas camadas compreende: (A) uma primeira camada que é uma camada externa de contato com o alimento e que também serve como uma camada de vedação, a pri- meira camada compreendendo copolímero de etileno homogê- neo/alfaolefina, (B) uma segunda camada compreendendo copolímero de etile- no/acrilato de metila, (C) uma terceira camada compreendendo uma mistura de poli- amida 6 com poliamida 6I,6T, (D) uma quarta camada compreendendo EVOH, (E) uma quinta camada compreendendo uma mistura de polia- mida 6 com poliamida 6I,6T, (F) uma sexta camada compreendendo copolímero de etile- no/acrilato de metila e (G) uma sétima camada compreendendo uma mistura de polieti- Ieno de baixa densidade e polietileno de baixa densidade linear e em que as camadas estão presentes na ordem de primei- ra/segunda/terceira/quarta/quinta/sexta/sétima.
18. Artigo de empacotamento contrátil com calor, de acordo com a reivindicação 1, no qual a película de múltiplas camadas compreende: (A) uma primeira camada que é uma camada externa de contato com o alimento e que também serve como uma camada de vedação, a pri- meira camada compreendendo uma mistura de copolímero de etile- no/acetato de vinila, polietileno de baixa densidade linear e copolímero de etileno homogêneo/alfaolefina, (B) uma segunda camada compreendendo cloreto de polivinili- deno, (C) uma terceira camada que compreende uma mistura de copo- límero de etileno/acetato de vinila, polietileno de baixa densidade linear e copolímero de etileno homogêneo/alfaolefina e em que as camadas estão presentes na ordem de primei- ra/segunda/terceira.
19. Artigo de empacotamento contrátil com calor, de acordo com a reivindicação 1, no qual a película de múltiplas camadas compreende: (A) uma primeira camada que é uma camada externa de contato com o alimento e que também serve como uma camada de vedação, a pri- meira camada compreendendo uma mistura de copolímero de etileno homo- gêneo/alfaolefina e polietileno de baixa densidade linear, (B) uma segunda camada compreendendo uma mistura de co- polímero de etileno heterogêneo/alfaolefina e copolímero de etileno/acetato de vinila, (C) uma terceira camada compreendendo copolímero de etile- no/acetato de vinila, (D) uma quarta camada compreendendo cloreto de polivinilide- no, (E) uma quinta camada compreendendo copolímero de etile- no/acetato de vinila, (F) uma sexta camada compreendendo uma mistura de copolí- mero de etileno heterogêneo/alfaolefina e copolímero de etileno/acetato de vinila e (G) uma sétima camada compreendendo uma mistura de copo- límero de etileno homogêneo/alfaolefina e polietileno de baixa densidade linear e em que as camadas estão presentes na ordem de primei- ra/segunda/terceira/quarta/quinta/sexta/sétima.
20. Artigo de empacotamento contrátil com calor, de acordo com a reivindicação 1, no qual a película contrátil com calor é uma primeira pelí- cula contrátil com calor que é usada para fazer uma sacola contrátil com ca- lor, o artigo também compreendendo uma parte contrátil com calor aderida na sacola, a parte sendo feita de uma segunda película contrátil com calor, a parte cobrindo pelo menos uma parte de uma primeira linha de rasgo e/ou uma segunda linha de rasgo, a parte cobrindo pelo menos uma parte da ve- dação térmica, com cada um dos primeiro e segundo iniciadores de rasgo estando presente em ambas a primeira película contrátil com calor e a se- gunda película contrátil com calor.
21. Artigo de empacotamento, de acordo com a reivindicação 1, no qual o primeiro iniciador de rasgo em um primeiro lado da sacola, o pri- meiro iniciador de rasgo sendo posicionado adjacente á borda superior da sacola em uma região da parte inicial, a sacola também compreendendo um segundo iniciador de rasgo em um segundo lado da sacola, o segundo inici- ador de rasgo também sendo posicionado adjacente à borda superior da sacola na região da parte inicial.
22. Artigo de empacotamento compreendendo uma película de múltiplas camadas contrátil com calor tendo uma camada de vedação interi- or vedada com calor em si própria em uma vedação térmica, o artigo tam- bém compreendendo um primeiro lado, um segundo lado e uma margem ou parte inicial para fora da vedação térmica, a margem ou parte inicial com- preendendo uma borda do artigo e um primeiro iniciador de rasgo, o primeiro iniciador de rasgo ficando no primeiro lado do artigo, a margem ou parte ini- cial do artigo também compreendendo um segundo iniciador de rasgo, o se- gundo iniciador de rasgo ficando no segundo lado do artigo, o artigo poden- do ter um primeiro rasgo manualmente iniciado, manualmente propagado no primeiro lado do artigo e um segundo rasgo manualmente iniciado e manu- almente propagado no segundo lado do artigo, o primeiro rasgo e o segundo rasgo podendo ser, cada um, propagados em uma direção de máquina a partir do primeiro e segundo iniciadores de rasgo respectivos, com cada ras- go sendo propagado na direção de máquina através da vedação térmica e para baixo do comprimento do artigo, ou através do artigo, com cada rasgo podendo ser manualmente propagado na direção de máquina através e para uma borda do artigo oposta, de modo que ao usar a película de múltiplas camadas para fazer um produto empacotado produzindo um produto dentro do artigo com o artigo sendo vedado fechado ao redor do produto, de modo que um pacote é formado, e a seguir encolhendo a película ao redor do pro- duto, o pacote resultante pode ser manualmente aberto e o produto facil- mente removido do artigo, iniciando manualmente rasgos na direção de má- quina a partir do primeiro e segundo iniciadores de rasgo, com os rasgos sendo manualmente propagados através da vedação e para a borda oposta do artigo, com a película de múltiplas camadas exibindo uma resistência ao impacto de carga de pico de pelo menos 50 Newtons por mil medida usando ASTM D 3763-95A, com a película de múltiplas camadas tendo pelo menos uma camada contendo uma mistura de: (A) pelo menos um elemento selecionado do grupo consistindo em copolímero de etileno/alfaolefina, polipropileno, copolímero de propile- no/etileno, polibutileno, copolímero de poliestireno/butadieno, resina de io- nômero, copolímero de etileno/acetato de vinila, copolímero de etile- no/acrilato de butila, copolímero de etileno/acrilato de metila, copolímero de etileno/ácido acrílico, poliéster e poliamida e (B) um enchimento inorgânico selecionado do grupo consistindo em silicatos, sílica, siloxano, resina de silicone, sulfeto de zinco, volastonita, microesferas, fibra de vidro, oxido de metal, carbonato de cálcio, sulfato, tri- hidrato de alumínio, feldspato, perlita, gesso, ferro, fluoropolímero, polimetil- metacrilato reticulado, talco, terra diatomácea, zeólitos, mica, caulim, negro de fumo e grafite, em que o enchimento inorgânico está presente na camada em uma quantidade de pelo menos 5 por cento em peso, com base no peso da camada.
23. Artigo de empacotamento contrátil com calor compreenden- do uma película de múltiplas camadas contrátil com calor tendo uma camada de vedação interior vedada com calor em si própria em uma vedação térmi- ca, o artigo também compreendendo um primeiro lado, um segundo lado e uma margem ou parte inicial para fora da vedação térmica, a margem ou parte inicial compreendendo uma borda do artigo e um primeiro iniciador de rasgo, o primeiro iniciador de rasgo ficando no primeiro lado do artigo, a margem ou parte inicial do artigo também compreendendo um segundo ini- ciador de rasgo, o segundo iniciador de rasgo ficando no segundo lado do artigo, o artigo podendo ter um primeiro rasgo manualmente iniciado, manu- almente propagado no primeiro lado do artigo e um segundo rasgo manual- mente iniciado e manualmente propagado no segundo lado do artigo, o pri- meiro rasgo e o segundo rasgo podendo ser, cada um, propagados em uma direção de máquina a partir do primeiro e segundo iniciadores de rasgo res- pectivos, com cada rasgo sendo propagado na direção de máquina através da vedação térmica e para baixo do comprimento do artigo, ou através do artigo, com o rasgo podendo ser manualmente propagado na direção de máquina através e para uma borda do artigo oposta, de modo que ao usar a película de múltiplas camadas para fazer um produto empacotado produzin- do um produto dentro do artigo com o artigo sendo vedado fechado ao redor do produto, de modo que um pacote é formado, e a seguir encolhendo a pe- lícula ao redor do produto, o pacote resultante pode ser manualmente aberto e o produto facilmente removido do artigo, iniciando manualmente rasgos na direção de máquina a partir do primeiro e segundo iniciadores de rasgo, com os rasgos sendo manualmente propagados através da vedação e para a borda oposta do artigo, com a película de múltiplas camadas exibindo uma resistência ao impacto de carga de pico de pelo menos 50 Newtons por mil medida usando ASTM D 3763-95A, em que pelo menos uma camada da película de múltiplas camadas compreende um polímero tendo um módulo de Young de pelo menos 551,6 kPa (80.000 psi), sendo que o polímero compreende pelo menos um elemento selecionado do grupo consistindo em polietileno de alta densidade, polietileno de peso molecular ultra alto, poli- propileno, copolímero de estireno, copolímero de etileno/norborneno, poli- carbonato e poliéster.
24. Processo para a fabricação de um produto empacotado fácil de abrir, compreendendo: (A) inserir um produto em um artigo de empacotamento de dis- posição plana compreendendo uma película de múltiplas camadas contrátil com calor, o artigo de empacotamento tendo um primeiro lado e um segundo lado, (B) vedar o artigo de empacotamento fechado com pelo menos uma vedação térmica, dessa maneira formando um produto empacotado no qual o artigo de empacotamento circunda ou substancialmente circunda o produto, com o artigo de empacotamento tendo pelo menos uma parte da parte inicial entre a pelo menos uma vedação térmica e pelo menos uma borda do pacote; (C) fazer um primeiro iniciador de rasgo em uma primeira locali- zação do artigo de empacotamento que é, ou mais tarde se torna, a parte da parte inicial de um primeiro lado do artigo de empacotamento, e um segundo iniciador de rasgo em uma segunda localização do artigo de empacotamento que é, ou a seguir se torna, a parte da parte inicial de um segundo lado do artigo de empacotamento, em que o primeiro lado do artigo de empacota- mento corresponde com o primeiro lado de disposição plana do artigo de empacotamento, e o segundo lado do artigo de empacotamento corresponde com o segundo lado de disposição plana do artigo de empacotamento e (D) aquecer a película contrátil com calor para encolher o pacote ao redor do produto e em que a película de múltiplas camadas contrátil com calor exibe uma resistência ao impacto de carga de pico, determinada usando ASTM D 3763-95A, de pelo menos 50 Newtons por mil e a película de múltiplas ca- madas contrátil com calor pode ter um primeiro rasgo manualmente iniciado, manualmente propagado no primeiro lado do pacote e um segundo rasgo manualmente iniciado, manualmente propagado no segundo lado do pacote, o primeiro rasgo e o segundo rasgo podendo ser, cada um, propagados em uma direção de máquina a partir do primeiro e segundo iniciadores de rasgo respectivos, com cada rasgo sendo propagado na direção de máquina atra- vés da vedação térmica e através do lado respectivo do pacote, ou para bai- xo do comprimento do lado respectivo do pacote, com o primeiro e o segun- do rasgos podendo ser, cada um, manualmente propagados na direção de máquina através e para uma borda oposta do pacote depois do aquecimento da película contrátil com calor para encolher a película ao redor do produto, de modo que o pacote pode ser manualmente aberto e o produto facilmente removido dele, com a película de múltiplas camadas tendo pelo menos uma camada contendo pelo menos uma mistura de polímero incompatível sele- cionado do grupo consistindo em: (A) uma mistura de 90 a 30 por cento em peso de homopolímero de etileno e/ou copolímero de etileno/alfaolefina com 10 a 70 de copolímero de etileno/éster insaturado tendo um conteúdo de éster insaturado de pelo menos 10 por cento em peso; (B) uma mistura de resina de ionômero com copolímero de etile- no/éster insaturado e/ou polibutileno e/ou homopolímero de propileno e/ou copolímero de propileno; (C) uma mistura de copolímero de etileno homogêneo/alfaolefina com mistura de polímero reciclado compreendendo homopolímero de etile- no, homopolímero de propileno, copolímero de etileno, copolímero de propi- leno, poliamida, copolímero de etileno/álcool vinílico, resina de ionômero, copolímero de etileno modificado com anidrido/alfaolefina e/ou antibloqueio, (D) uma mistura de 10 a 75 por cento em peso de copolímero de etileno/éster insaturado com 90 a 15 por cento em peso de polipropileno e/ou copolímero de propileno/etileno e/ou polibutileno e/ou copolímero de etileno modificado/alfaolefina e/ou homopolímero de estireno e/ou copolíme- ro de estireno/butadieno; (E) uma mistura de copolímero de etileno/norborneno com copo- límero de etileno/éster insaturado e/ou polipropileno e/ou polibutileno; (F) uma mistura de 90 a 15 por cento em peso de copolímero de etileno/alfaolefina com 10 a 75 por cento em peso de polipropileno e/ou poli- butileno e/ou etileno/norborneno; (G) uma mistura de 90 a 25 por cento em peso de homopolímero de propileno homogêneo e/ou copolímero de propileno homogêneo com 10 a .75 por cento em peso de copolímero de etileno homogêneo/alfaolefina e/ou copolímero de etileno/éster insaturado; (H) uma mistura de homopolímero de propileno e/ou copolímero de propileno/etileno e/ou polibutileno com copolímero de etileno/acrilato de metila e/ou copolímero de etileno/ácido acrílico e/ou copolímero de etile- no/acrilato de butila; (I) uma mistura de poliamida com poliestireno e/ou copolímero de etileno/alfaolefina e/ou copolímero de etileno/acetato de vinila e/ou copo- límero de estireno/butadieno e (J) uma mistura de poliamida 6 e poliamida 6I6T.
25. Processo, de acordo com a reivindicação 24, no qual o artigo de empacotamento é uma tubulação de disposição plana sem-costura ou costurada na parte traseira e depois que o produto é inserido na tubulação, uma primeira vedação térmica é feita através da tubulação em uma primeira extremidade do produto e uma segunda vedação térmica é feita através da tubulação em uma segunda extremidade do produto.
26. Processo, de acordo com a reivindicação 24, no qual o artigo de empacotamento é uma sacola ou bolsa.
27. Processo, de acordo com a reivindicação 24, também com- preendendo evacuar a atmosfera de dentro do artigo de empacotamento depois de inserir o produto no artigo de empacotamento, mas antes de vedar o artigo fechado.
28. Processo, de acordo com a reivindicação 27, no qual o artigo de empacotamento é uma sacola com vedação na extremidade ou uma sa- cola com vedação lateral.
29. Pluralidade da sacolas contrateis com calor em uma fileira contínua, cada uma das sacolas sendo conectado em uma sacola adjacente ao longo de uma linha de rasgo enfraquecida, em que cada sacola compre- ende uma película de múltiplas camadas contrátil com calor tendo uma ca- mada de vedação interior vedada com calor em si própria em uma vedação térmica, cada sacola também compreendendo um primeiro lado, um segun- do lado, um topo aberto e uma margem da sacola para fora da vedação tér- mica, a margem da sacola compreendendo uma borda do artigo de empaco- tamento e um primeiro iniciador de rasgo, o primeiro iniciador de rasgo fi- cando no primeiro lado da sacola, a margem da sacola também compreen- dendo um segundo iniciador de rasgo, o segundo iniciador de rasgo ficando no segundo lado da sacola, a sacola podendo ter um primeiro rasgo manu- almente iniciado, manualmente propagado no primeiro lado da sacola e um segundo rasgo manualmente iniciado e manualmente propagado no segun- do lado da sacola, o primeiro rasgo e o segundo rasgo podendo ser, cada um, propagados a partir do primeiro e segundo iniciadores de rasgo respec- tivos, com cada rasgo sendo propagado através da vedação térmica e atra- vés da sacola, ou para baixo do comprimento da sacola, com o rasgo po- dendo ser manualmente propagado através e para uma borda oposta do artigo de empacotamento, de modo que ao fazer um pacote colocando um produto dentro da sacola, vedando a sacola fechada, de modo que um paco- te é formado, e encolhendo a película ao redor do produto, o pacote resul- tante pode ser manualmente aberto e o produto facilmente removido da sa- cola, iniciando manualmente rasgos a partir do primeiro e segundo iniciado- res de rasgo, com os rasgos sendo manualmente propagados através da vedação e para a borda oposta do artigo de empacotamento, e em que a película de múltiplas camadas exibe uma resistência ao impacto de carga de pico, determinada usando ASTM D 3763-95A, de pelo menos 50 Newtons por mil, a película de múltiplas camadas tendo pelo menos uma camada contendo pelo menos uma mistura de polímero incompatível selecionado do grupo consistindo em: (A) uma mistura de 90 a 30 por cento em peso de homopolímero de etileno e/ou copolímero de etileno/alfaolefina com 10 a 70 de copolímero de etileno/éster insaturado tendo um conteúdo de éster insaturado de pelo menos 10 por cento em peso; (B) uma mistura de resina de ionômero com copolímero de etile- no/éster insaturado e/ou polibutileno e/ou homopolímero de propileno e/ou copolímero de propileno; (C) uma mistura de copolímero de etileno homogêneo/alfaolefina com mistura de polímero reciclado compreendendo homopolímero de etile- no, homopolímero de propileno, copolímero de etileno, copolímero de propi- leno, poliamida, copolímero de etileno/álcool vinílico, resina de ionômero, copolímero de etileno modificado com anidrido/alfaolefina e/ou antibloqueio, (D) uma mistura de 10 a 75 por cento em peso de copolímero de etileno/éster insaturado com 90 a 15 por cento em peso de polipropileno e/ou copolímero de propileno/etileno e/ou polibutileno e/ou copolímero de etileno modificado/alfaolefina e/ou homopolímero de estireno e/ou copolíme- ro de estireno/butadieno; (E) uma mistura de copolímero de etileno/norborneno com copo- límero de etileno/éster insaturado e/ou polipropileno e/ou polibutileno; (F) uma mistura de 90 a 15 por cento em peso de copolímero de etileno/alfaolefina com 10 a 75 por cento em peso de polipropileno e/ou poli- butileno e/ou etileno/norborneno; (G) uma mistura de 90 a 25 por cento em peso de homopolímero de propileno homogêneo e/ou copolímero de propileno homogêneo com 10 a 75 por cento em peso de copolímero de etileno homogêneo/alfaolefina e/ou copolímero de etileno/éster insaturado; (H) uma mistura de homopolímero de propileno e/ou copolímero de propileno/etileno e/ou polibutileno com copolímero de etileno/acrilato de metila e/ou copolímero de etileno/ácido acrílico e/ou copolímero de etile- no/acrilato de butila; (I) uma mistura de poliamida com poliestireno e/ou copolímero de etileno/alfaolefina e/ou copolímero de etileno/acetato de vinila e/ou copo- límero de estireno/butadieno e (J) uma mistura de poliamida 6 e poliamida 6I6T.
30. Processo para fabricar um pacote e manualmente abrir o pacote, compreendendo: (A) colocar um produto dentro de um artigo de empacotamento contrátil com calor compreendendo uma película de múltiplas camadas con- trátil com calor tendo uma camada de vedação interior vedada com calor em si própria em uma vedação térmica, o artigo de empacotamento também compreendendo um primeiro lado, um segundo lado, um topo aberto e uma margem para fora da vedação térmica, a margem compreendendo uma bor- da do artigo de empacotamento e um primeiro iniciador de rasgo, o primeiro iniciador de rasgo ficando no primeiro lado do artigo de empacotamento, a margem também compreendendo um segundo iniciador de rasgo, o segundo iniciador de rasgo ficando no segundo lado do artigo de empacotamento, a película de múltiplas camadas exibindo uma resistência ao impacto de carga de pico, determinada usando ASTM D 3763-95A, de pelo menos 50 Newtons por mil, a película de múltiplas camadas tendo pelo menos uma camada contendo pelo menos uma mistura de polímero incompatível selecionado do grupo consistindo em: (i) uma mistura de 90 a 30 por cento em peso de homopolímero de etileno e/ou copolímero de etileno/alfaolefina com 10 a 70 de copolímero de etileno/éster insaturado tendo um conteúdo de éster insaturado de pelo menos 10 por cento em peso; (ii) uma mistura de resina de ionômero com copolímero de etile- no/éster insaturado e/ou polibutileno e/ou homopolímero de propileno e/ou copolímero de propileno; (iii) uma mistura de copolímero de etileno homogêneo/alfaolefina com mistura de polímero reciclado compreendendo homopolímero de etile- no, homopolímero de propileno, copolímero de etileno, copolímero de propi- leno, poliamida, copolímero de etileno/álcool vinílico, resina de ionômero, copolímero de etileno modificado com anidrido/alfaolefina e/ou antibloqueio, (iv) uma mistura de 10 a 75 por cento em peso de copolímero de etileno/éster insaturado com 90 a 15 por cento em peso de polipropileno e/ou copolímero de propileno/etileno e/ou polibutileno e/ou copolímero de etileno modificado/alfaolefina e/ou homopolímero de estireno e/ou copolíme- ro de estireno/butadieno; (v) uma mistura de copolímero de etileno/norborneno com copo- límero de etileno/éster insaturado e/ou polipropileno e/ou polibutileno; (vi) uma mistura de 90 a 15 por cento em peso de copolímero de etileno/alfaolefina com 10 a 75 por cento em peso de polipropileno e/ou poli- butileno e/ou etileno/norborneno; (vii) uma mistura de 90 a 25 por cento em peso de homopolíme- ro de propileno homogêneo e/ou copolímero de propileno homogêneo com a 75 por cento em peso de copolímero de etileno homogêneo/alfaolefina e/ou copolímero de etileno/éster insaturado; (viii) uma mistura de homopolímero de propileno e/ou copolímero de propileno/etileno e/ou polibutileno com copolímero de etileno/acrilato de metila e/ou copolímero de etileno/ácido acrílico e/ou copolímero de etile- no/acrilato de butila; (ix) uma mistura de poliamida com poliestireno e/ou copolímero de etileno/alfaolefina e/ou copolímero de etileno/acetato de vinila e/ou copo- límero de estireno/butadieno e (x) uma mistura de poliamida 6 e poliamida 6I6T, (B) vedar o artigo de empacotamento fechado de modo que um pacote é formado e (C) manualmente iniciar e manualmente propagar um primeiro rasgo no primeiro lado da sacola e um segundo rasgo no segundo lado da sacola, o primeiro rasgo e o segundo rasgo sendo, cada um, manualmente propagados a partir dos primeiro e segundo iniciadores de rasgo respectivos, com cada rasgo sendo manualmente propagado através da vedação térmica e através da sacola, ou para baixo do comprimento da sacola, com os pri- meiro e segundo rasgos sendo manualmente propagados para uma borda oposta do artigo de empacotamento, de modo que o produto pode ser facil- mente removido da sacola, o processo sendo executado sem encolher a pe- lícula ao redor do produto.
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