BRPI0812192B1 - Tampão de deslocamento positivo para uma seringa previamente enchida - Google Patents

Tampão de deslocamento positivo para uma seringa previamente enchida Download PDF

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plunger rod
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BRPI0812192-3A
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Eric Schiller
Michael Quinn
Johanna Torres
E. Guan
Anthony Economou
Gang Ju
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Becton, Dickinson And Company
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Abstract

tampão de deslocamento positivo para uma seringa previamente enchida é revelado um tampão adaptado para fixação a uma haste de êmbolo para uso em um tambor de seringa. o tampão inclui um corpo principal que define uma extremidade aberta traseira e uma extremidade frontal fechada. a extremidade aberta traseira é adaptada para receber uma porção de fixação de extremidade dianteira frontal da haste de êmbolo. o tampão também inclui um elemento de núcleo integralmente formado com o dito corpo principal adjacente à extremidade frontal fechada. o elemento de número inclui uma porção em forma de nariz tendo um perfil adaptado para criar uma vedação positiva com uma abertura de saída do tambor de seringa.

Description

Referência remissiva a pedidos relacionados
O presente pedido reivindica prioridade ao pedido de patente provisional dos Estados Unidos número 60/941.851, depositado em 4 de junho de 2007, intitulado “Stopper and plunger rod for a pre-filled syringe” e ao pedido de patente provisional dos Estados Unidos número 60/950.741, depositado em 19 de julho de 2007, intitulado “Positive displacement stopper for a pre-filled syringe”, cujas revelações integrais são pelo presente incorporadas a título de referência.
Antecedentes da invenção Campo da invenção
A invenção refere-se em geral a uma montagem de tampão para uso com uma seringa e, mais particularmente, a uma montagem de tampão tendo uma característica de deslocamento positivo para uso com uma seringa enchida previamente como aquelas utilizadas em aplicações de jato. A invenção também se refere a uma haste de êmbolo e um elemento de fixação adaptado para fixação com uma montagem de tampão.
Descrição da técnica relacionada
Seringas enchidas previamente, como aquelas utilizadas em aplicações de jato, são tipicamente cheias de uma solução salina e são utilizadas para cateteres de jato. Seringas enchidas previamente de exemplo são mostradas nas patentes norte-americanas números 6.361.524 e 6.743.216, que são incorporadas aqui a título de referência e que são dirigidas a montagens de seringa para aplicações de jato. No término do procedimento de jato, a en-fermeira ou técnico assenta o tampão no cilindro da seringa. O processo de assentar o tampão no cilindro pode causar um fenômeno conhecido como refluxo. Refluxo é a inversão de fluxo de fluido para cima através do cateter, normalmente devido a retorno do tampão ao término de uma injeção de jato. Isso ocorre porque o tampão comprime para forçar para fora solução salina adicional, e subsequentemente retorna para o formato. Isso faz com que a seringa puxe solução salina de volta para dentro da seringa. Esse refluxo pode também puxar sangue de volta para dentro do cateter, obstruindo o mesmo. Esse fenômeno de refluxo é prejudicial para a manutenção da linha de cateter. Por conseguinte, é desejável reduzir ou eliminar refluxo dentro da seringa.
Projetos de tampão existentes incluem, tipicamente, uma vedação de diâmetro constante e uma interferência de tampão-para-cilindro constante para criar uma vedação que evitará que fluido alojado no cilindro vaze além da vedação frontal do tampão. A pressão de contato da vedação é determinada pela interferência nesses projetos, e tem de ser suficientemente elevada de tal modo que não vazará sob a pressão de fluido mais elevada possível dentro do cilindro. A desvantagem desse projeto tradicional é que as pressões de contato mais elevadas levam a forças friccionais estática e dinâmicas mais elevadas. Fricção estática é comumente mencionada como força de separação. Adicionalmente, esses bujões existentes incluem, tipicamente, projetos de ponta que não são de auto-centragem. Como as pontas não são de auto-centragem, não formam uma vedação positiva com a parte traseira intera do atilamento de luer quando submetido a forças axiais.
Projetos existentes de tampão tentaram evitar o fluxo de fluido a partir do cateter de volta para dentro da seringa quando o clínico não utiliza uma técnica de jato de pressão positiva recomendada, e liberam a força da haste do êmbolo antes de prender o cateter. Como discutido acima, sangue que entra de volta no lúmen de cateter distai é conhecido como refluxo e esse refluxo pode levar a cateteres obstruídos. Esses desenhos anteriores focali-zaram em evitar retorno do tampão que criaria um vácuo para puxar fluido de volta para dentro da seringa. Esses projetos, embora eficazes na redução de refluxo, não evitam, de forma compatível, a ocorrência de todo refluxo.
Seringas enchidas previamente são fabricadas tipicamente em um processo automatizado. O processo de fabricação dessas seringas enchidas previamente inclui as etapas de moldar o tambor de seringa, fixar a tampa, encher o cilindro, inserir o tampão, esterilizar a seringa cheia, a seguir inserir a haste de êmbolo. Como as seringas cheias são tipicamente esterilizadas em uma autoclave, o tamanho da seringa é um problema. Por esse motivo, a seringa é tipicamente esterilizada antes da inserção da haste de êmbolo. Hastes de êmbolo comumente utilizadas são aquelas de um projeto de encaixe por pressão, fixadas aó tampão antes da inserção do tampão no cilindro, ou um projeto rosqueado, fixado ao tampão após o tampão ter sido inserido no cilindro. Hastes de êmbolo montadas no tampão após o tampão ter sido inserido no cilindro exigem que uma quantidade significativa de força seja aplicada às mesmas durante inserção. Forças axiais aplicadas à haste de êmbolo podem fazer com que a haste se torne desalojada do tampão, seja desalinhada e/ou quebre. Adicionalmente, hastes de êmbolo encaixadas por pressão e/ou rosqueadas atualmente utilizadas se tornam ocasionalmente desalojadas do tampão durante uso.
Hastes de êmbolo tradicionais são tipicamente elementos cilíndricos, que são formados de um material moldado. Essas hastes conhecidas podem ter uma superfície com crista, em que quatro nervuras, posicionadas a 90° em relação mútua, formam a superfície de crista. Nesse desenho de quatro nervuras atual, um usuário pode aplicar uma carga lateral durante jato ou aspiração que pode ser perpendicular à borda da nervura, causando deflexão de carga lateral mínima, ou perpendicular à região entre as nervuras (45° de uma nervura), causando deflexão de carga lateral máxima. Adicionalmente, o desenho sólido da haste de tampão acrescenta custos de material desnecessários à haste e pode flexionar indesejavelmente em uma direção axial durante uso.
Sumário da invenção
Há necessidade na técnica de um projeto de tampão que seja de auto-centragem para assegurar uma vedação com a saída da seringa para permitir geração de pressão a fim de criar um deslocamento positivo. Há necessidade adicional na técnica por um projeto de tampão que crie uma vedação ativa através da interação do tampão e haste de êmbolo para transmitir uma força radial com relação ao cilindro. O conceito de uma vedação ativa envolve um aumento em pressão dentro do tambor de seringa que fará com que a vedação dianteira do tampão tenha uma pressão de contato mais elevada com as paredes internas do cilindro, mantendo uma pressão de contato mais elevada do que a pressão interna de fluido, desse modo evitando vazamento na vedação de tampão. Há ainda outra necessidade na técnica por um projeto de tampão que inclui uma característica que permite a captura e armazenagem de energia em potencial antes da liberação da força a partir da haste de êmbolo, reduzindo de forma eficaz e compatível, e/ou eliminando refluxo de fluido de volta para dentro da seringa após essa liberação de pressão na haste de êmbolo. Há também necessidade na técnica por um projeto de fixação de haste de êmbolo que possa ser facilmente inserida no tampão de uma seringa esterilizada enchida previamente com a aplicação de força mínima à mesma e que seja segura de forma fixa dentro do tampão durante uso da seringa. Há uma necessidade adicional na técnica por um desenho de haste de êmbolo que utilize uma quantidade reduzida de material de processamento, tenha um tempo de ciclo de moldagem reduzido e tenha elevada resistência à carga lateral.
Os projetos de tampão particularmente revelados criam um deslocamento positivo de fluido para fora da seringa (e, portanto para dentro de qualquer cateter fixado, por exemplo) após o tampão ter sido assentado no tambor de seringa e força é liberada a partir da haste de êmbolo de modo a reduzir de forma eficaz e compatível e/ou eliminar refluxo de fluido de volta para dentro da seringa após a liberação de pressão na haste de êmbolo. O tampão é adaptado para fixação com uma haste de êmbolo para uso em um tambor de seringa.
De acordo com um aspecto da invenção, o tampão compreende um corpo principal que define uma extremidade aberta traseira e extremidade frontal fechada. A extremidade aberta traseira é adaptada para receber uma extremidade dianteira frontal da haste de êmbolo. Um elemento de núcleo é formado integralmente com o corpo principal adjacente à extremidade frontal fechada. O elemento de núcleo inclui uma porção em forma de nariz tendo um perfil adaptado para criar uma vedação positiva com uma superfície interior de uma abertura de saída do tambor de seringa, como através de contato direto com uma superfície de atilamento de luer interno. O elemento de núcleo inclui uma porção frontal, uma porção traseira, e uma porção central posicionada entre a porção frontal e traseira em que a porção frontal estende além da extremidade frontal do corpo principal. O elemento de núcleo é interconectado com o corpo principal através de uma membrana flexível que estende entre o elemento de núcleo e o corpo principal. Pelo menos uma nervura é fornecida que estende radialmente para fora em torno do perímetro do corpo principal. Essa nervura é adaptada para formar uma vedação ativa com o tambor de seringa. Duas nervura podem ser fornecidas que estendem em torno de um perímetro do corpo principal e são axialmente separadas ao longo do corpo principal. Uma aba pode ser também fornecida que estende circunferen- cialmente a partir de uma extremidade dianteira do corpo principal. Essa aba é adaptada para criar uma câmara de pressão positiva na mesma e é formada de um material flexível capaz de defletir radialmente para dentro em direção ao corpo principal e posicionado em um local com relação ao corpo principal para fechar substancialmente a câmara de pressão positiva. De acordo com uma modalidade alternativa, o corpo principal inclui pelo menos uma aba estendendo em torno da mesma que é adaptada para formar uma vedação de borda com o tambor de seringa. De acordo ainda com outra modalidade alternativa, o corpo principal inclui pelo menos um ressalto estendido radialmente se estendendo a partir de uma extremidade frontal do corpo principal. Esse ressalto é adaptado para criar uma câmara de pressão positiva. O corpo principal de tampão inclui pelo menos uma porção rebaixada estendendo axialmente para dentro a partir da extremidade aberta traseira. Essa porção rebaixada é adaptada para travar a extremidade dianteira da haste de êmbolo dentro do tampão. De acordo com um projeto, o corpo principal inclui uma superfície interna tendo um atilamento adaptado para contato com um atilamento correspondente na extremidade dianteira da haste de êmbolo de tal modo que os atilamentos de contato cooperam juntos e o tampão aplica uma força radial em um tambor de seringa após a aplicação de uma força dianteira à haste de êmbolo. De acordo com um projeto alternativo, o atilamento da superfície interna do corpo principal é um contorno contínuo de uma porção de parede lateral do corpo principal para o elemento de núcleo.
De acordo com outro aspecto da invenção, o tampão, que é adaptado para fixação com uma haste de êmbolo, inclui um corpo principal tendo uma extremidade frontal fechada e um ressalto estendendo em torno de um perímetro do corpo principal. Um elemento de núcleo é integralmente formado com o corpo principal adjacente à extremidade frontal fechada. O elemento de núcleo inclui uma porção em forma de nariz tendo um perfil adaptado para criar uma vedação positiva com uma superfície interior de uma saída do tambor de seringa. Uma aba perimétrica é fornecida a qual estende em direção à extremidade frontal do corpo principal. A aba coopera com o ressalto para estabelecer um espaço entre o corpo principal e a aba de modo a criar uma pressão de fluido positivo na mesma após inserção do tampão no tambor de seringa. O tampão é particularmente útil para deslocar positivamente fluido para fora a partir de dentro do tambor de seringa. O corpo principal inclui uma extremidade aberta traseira que é adaptada para receber uma porção frontal da haste de êmbolo. A aba é formada de um material flexível capaz de defletir radialmente para dentro em direção a e substancialmente em contato com o ressalto para estabelecer o espaço. De acordo com um projeto alternativo, a aba é adaptada para defletir radialmente para dentro e substancialmente para contato com uma porção inferior do ressalto. O corpo principal inclui uma primeira porção de corpo tendo um primeiro diâmetro e uma segunda porção de corpo tendo um segundo diâmetro maior do que o primeiro diâmetro. A aba estende a partir dessa segunda porção de corpo em torno da primeira porção de corpo. O ressalto estende radialmente para fora a partir da primeira porção de corpo para engate com a aba. Pelo menos uma aba tem uma porção de borda e uma porção de cauda e uma superfície externa da porção de borda inclui uma primeira nervura perimétrica estendida para fora adaptada para contato com uma superfície interna do tambor de seringa. A porção de cauda da aba tem uma superfície externa que é posicionada em uma distância predeterminada para longe da superfície interna do tambor de seringa para minimizar a área de contato da aba com o tambor de seringa para reduzir força de separação e reduzir fricção estática da aba com relação ao tambor de seringa. Pelo menos uma aba tem um formato relativamente cilíndrico que estende concentricamente em torno de uma primeira porção de corpo do corpo princi-pal. O elemento de núcleo inclui uma primeira porção, uma porção traseira, e uma porção central posicionada entre a porção frontal e traseira e essa porção frontal estende além da extremidade frontal do corpo principal. O elemento de núcleo é interconectado com o corpo principal através de uma membrana flexível se estendendo entre o elemento de núcleo e o corpo principal. A membrana flexível e o espaço entre a aba e o corpo principal são adaptados para armazenar energia em potencial de tal modo que após liberação de uma pressão positiva na haste de êmbolo e liberação da vedação entre a porção em forma de nariz do elemento de núcleo e a superfície interior da saída, a liberação da energia em potencial força fluido dentro da seringa através da saída. O corpo principal inclui pelo menos uma segunda nervura estendendo radialmente para fora em torno de um perímetro da segunda porção de corpo do corpo principal. A segunda nervura é adaptada para formar uma vedação ativa com o tambor de seringa. O espaço entre a aba e o corpo principal é posicionado em uma posição avançada com relação à segunda nervura. O corpo principal pode incluir pelo menos uma terceira nervura e a segunda e terceira nervura estendem radialmente para fora em torno de um perímetro da segunda porção de corpo do corpo principal e axialmente separada ao longo dessa segunda porção de corpo. O corpo principal pode incluir ainda pelo menos uma porção rebaixada que se estende axialmente para dentro da extremidade aberta traseira. Essa porção rebaixada é adaptada para travar a porção frontal da haste de êmbolo dentro do tampão. A porção rebaixada pode incluir um atilamento inverso adaptado para cooperação com a porção frontal da haste de êmbolo. Adicionalmente, o corpo principal pode incluir uma superfície interna tendo um atilamento adaptado para contato com um atilamento na porção de fixação frontal da haste de êmbolo. Os atilamentos de contato coo- peram juntos de tai modo que o tampão aplica uma força radial no tambor de seringa após a aplicação de uma força dianteira à haste de êmbolo. Em uma modalidade da invenção, esse atilamento da superfície interna do corpo principal é um contorno contínuo de uma porção de parede lateral do corpo principal para o elemento de núcleo.
De acordo ainda com outro aspecto da invenção, um tampão é fornecido o qual é adaptado para fixação com uma haste de êmbolo para uso em um tambor de seringa para deslocar positivamente fluido para fora de dentro desse tambor de seringa. O tampão compreende um corpo principal tendo uma extremidade frontal fechada e um ressalto se estendendo em torno de um perímetro do corpo principal. O corpo principal inclui uma superfície interna tendo um atilamento adaptado para contato com um atilamento correspondente em uma extremidade dianteira da haste de êmbolo. Os atilamentos de contato cooperam juntos de tal modo que o tampão aplica uma força radial no tambor de seringa após a aplicação de uma força dianteira à haste de êmbolo. Um elemento de núcleo é integralmente formado com o corpo principal adjacente à extremidade frontal fechada. O elemento de núcleo inclui uma porção em forma de nariz onde essa porção em forma de nariz tem um perfil adaptado para criar uma vedação positiva com uma superfície interior de uma saída do tambor de seringa e em que a superfície interna do corpo principal é um contorno contínuo a partir de uma porção de parede lateral do corpo principal até o elemento de núcleo. O tampão inclui ainda uma aba perimétrica que se estende em direção à extremidade frontal do corpo principal. A aba coopera com o ressalto para estabelecer um espaço entre o corpo principal e a aba de modo a criar uma câmara de pressão de fluido positiva.
De acordo com outro aspecto da invenção, um tampão de deslocamento positivo é fornecido para fixação a uma haste de êmbolo para uso dentro de um tambor de seringa de uma seringa de jato. O tampão inclui um corpo principal tendo uma extremidade frontal fechada e uma primeira porção de corpo tendo um primeiro diâmetro, um ressalto estendendo em torno de um perímetro da primeira porção de corpo do corp principal, um elemento de núcleo integralmente formado com o corpo principal adjacente à extremidade frontal fechada. O elemento de núcleo inclui uma porção em forma de nariz que é adaptada para contatar uma superfície interior de uma abertura de saída do tambor de seringa. O tampão também inclui uma aba perimétrica estendendo em direção à extremidade frontal do corpo principal para cooperar com o ressalto para reter bolsas de ar no mesmo após inserção do tampão no tambor de seringa de tal modo que após liberação de uma força na haste de êmbolo, fluido que resta dentro do tambor de seringa é forçado através da abertura de saída através de deslocamento positivo do mesmo.
Um método para deslocar positivamente fluido e evitar refluxo dentro de um tambor de seringa também é revelado. Esse método inclui fornecer um tampão que compreende um corpo principal tendo uma extremidade frontal fechada, uma primeira porção de corpo tendo um primeiro diâmetro e uma segunda porção de corpo tendo um segundo diâmetro que é maior do que o primeiro diâmetro. Um elemento de núcleo é integralmente formado com o corpo principal adjacente à extremidade frontal fechada. Esse elemento de núcleo inclui uma porção em forma de nariz que se estende a partir da extremidade frontal, um ressalto que se estende em torno do perímetro da primeira porção do corpo principal, e uma aba se esten-dendo em torno de um perímetro da primeira porção de corpo na extremidade frontal do corpo principal. A aba coopera com o ressalto para reter pelo menos uma bolsa de ar no mesmo. O método compreende ainda avançar o tampão através do tambor de seringa até que a porção em forma de nariz do elemento de núcleo contate uma abertura de saída na extremidade dianteira da seringa, desse modo formando uma vedação com a mesma e im-pedindo que fluido dentro da seringa flua para fora da abertura da seringa. Força adicional é aplicada ao tampão para comprimir a porção em forma de nariz, desse modo comprimindo o ar retido e aumentando a pressão dentro das bolsas de ar, e então liberando a força no tampão para liberar a vedação entre a porção em forma de nariz e a abertura de saída na extremidade dianteira da seringa enquanto mantém o corpo principal do tampão fixo dentro do tambor de seringa, de tal modo que a pressão aumentada dentro da bolsa de ar faz com que qualquer fluido retido seja expelido através da abertura de saída. O corpo principal do tampão inclui uma extremidade aberta traseira com uma haste de êmbolo inserida na extremidade aberta traseira. A porção em forma de nariz do tampão tem um perfil adaptado para criar uma vedação positiva com a superfície interior da abertura de saída do tambor de seringa. O elemento de núcleo é interconectado com o corpo principal através de uma membrana flexível. A etapa de aplicar força adicional ao tampão para comprimir a porção em forma de nariz faz com que a membrana flexível estire e a etapa de liberar a força libera a membrana flexível para fazer com que qualquer fluido retido seja expelido através da abertura de saída. O tampão inclui ainda uma primeira nervura em uma superfície externa da aba e pelo menos uma segunda nervura estendendo radialmente para fora em torno da segunda porção do corpo principal e em que a etapa de aplicar força adicional ao tampão a- vança a segunda nervura dentro do tambor de seringa e comprime o ar retido e aumenta a pressão dentro das bolsas de ar. Essa segunda nervura é mantida em uma posição avançada em relação à posição de partida dentro do tambor de seringa quando a força no tampão é liberada, desse modo mantendo o corpo principal do tampão fixo dentro do tambor de seringa.
De acordo com outro aspecto da invenção, um método de evitar refluxo dentro de um tambor de seringa compreende fornecer um tampão tendo um corpo principal que define uma extremidade aberta traseira e uma extremidade frontal fechada. A extremidade aberta traseira é adaptada para receber um elemento de fixação frontal de uma haste de êmbolo na mesma. Um elemento de núcleo, tendo uma porção em forma de nariz, é integralmente for- mada com o corpo principal adjacente à extremidade frontal fechada. O método inclui ainda inserir um elemento de fixação frontal de uma haste de êmbolo dentro da extremidade aberta traseira do tampão e aplicar uma força à haste de êmbolo para avançar o tampão para dentro do tambor de seringa até que a porção em forma de nariz do elemento de núcleo contate uma abertura de saída na extremidade frontal do tambor de seringa formando uma vedação e impedindo que fluido flua para fora para dentro da abertura de saída. O método inclui ainda aplicar força adicional à haste de êmbolo para comprimir pelo menos uma porção do tampão, de modo a avançar pelo menos uma nervura dentro do tambor de seringa e comprimir o fluido retido para formar pressão aumentada e subsequentemente liberar a força na haste de êmbolo para liberar a vedação entre a porção em forma de nariz e a abertura de saída do tambor de seringa onde a força de fricção mantém a nervura em uma posição avançada dentro do tambor de seringa de tal modo que a pressão aumenta faz com que qualquer fluido retido seja empurrado através da abertura de saída. A porção em forma de nariz do elemento de núcleo tem um perfil adaptado para criar uma vedação positiva com uma superfície interior da abertura de saída do tambor de seringa. O elemento de núcleo é interconectado com o corpo principal através de uma membrana flexível. O tampão compreende ainda pelo menos uma nervura se estendendo radialmente para fora em torno de um perímetro do corpo principal e pelo menos uma aba estendida para frente se estendendo a partir de uma extremidade frontal do corpo principal. A etapa de aplicar uma força para a- vançar o tampão para dentro do tambor de seringa faz com que essa aba deflita para dentro com relação ao corpo principal de tampão e contate substancialmente o corpo principal de tampão, desse modo retendo fluido dentro de um espaço entre a aba e o corpo principal. O corpo principal pode incluir ainda um ressalto se estendendo em torno de um perímetro do corpo principal de tal modo que a aba estende para dentro e substancialmente contata o ressalto, desse modo estabelecendo o espaço entre a aba e o corpo principal. A etapa de aplicar força adicional à haste de êmbolo para comprimir a porção em forma de nariz faz com que a membrana estire e a etapa de liberar a força na haste de êmbolo libera essa força na membrana flexível para fazer com que qualquer fluido retido seja empurrado através da abertura de saída.
De acordo com outro aspecto da invenção, é fornecido uma haste de êmbolo e montagem de tampão adaptada para uso com um tambor de seringa. A montagem inclui uma haste de êmbolo tendo uma extremidade de fixação frontal e uma extremidade traseira e estendendo ao longo de um eixo geométrico longitudinal e pelo menos um braço de deflexão associado à extremidade de fixação do elemento alongado. O braço de deflexão é a- daptado para defletir radialmente para dentro após aplicação de força ao mesmo e defletir radialmente para fora após liberação dessa força. A montagem também inclui um tampão tendo um corpo principal que define uma extremidade aberta traseira, uma extremidade frontal fechada, e um elemento de núcleo integralmente formado com o corpo principal adjacente à extremidade frontal fechada. O elemento de núcleo inclui uma porção em forma de nariz tendo um perfil adaptado para criar uma vedação positiva com uma abertura de saída do tambor de seringa. A extremidade aberta traseira é definida por uma superfície de parede interna e uma porção rebaixada e é adaptada para receber a extremidade de fixação frontal da haste de êmbolo de tal modo que o braço de deflexão é defletido durante inserção da extremidade de fixação frontal e deflete para fora após inserção para se tornar retida entre pelo menos uma porção da superfície de parede interna e a porção rebaixada para travar a haste de êmbolo dentro do tampão.
De acordo ainda com outro aspecto da invenção, o tampão, adaptado para fixação com uma haste de êmbolo para uso dentro de um tambor de seringa, inclui um corpo principal que define uma extremidade aberta traseira e uma extremidade frontal fechada. A extremidade aberta traseira é adaptada para receber uma extremidade dianteira frontal da haste de êmbolo. Pelo menos uma nervura estende radialmente para fora em torno de um perímetro do corpo principal. O tampão inclui ainda pelo menos uma aba estendida para frente estendendo a partir de uma extremidade frontal do corpo principal. Pelo menos uma aba é adaptada para criar uma câmara de pressão positiva na mesma.
De acordo ainda com outro aspecto da invenção, uma montagem de tampão e haste de êmbolo adaptada para uso com um tambor de seringa é fornecida. A montagem inclui uma haste de êmbolo tendo uma extremidade de fixação frontal e uma extremidade traseira e estende ao longo de um eixo geométrico longitudinal. A montagem inclui ainda um tampão tendo um corpo principal que define uma extremidade aberta traseira, uma extremidade frontal fechada, e um elemento de núcleo formado integralmente com o corpo principal adjacente à extremidade frontal fechada. A extremidade aberta traseira é definida por uma superfície de parede interna e é adaptada para receber a extremidade de fixação frontal da haste de êmbolo e travar a haste de êmbolo dentro do tampão onde uma folga é fornecida entre uma superfície frontal da extremidade de fixação frontal do êmbolo e uma extremidade traseira do elemento de núcleo. Uma membrana flexível estende entre o elemento de núcleo e o corpo principal para interconectar o elemento de núcleo com o corpo principal, onde durante aplicação de uma força dianteira à haste de êmbolo, a membrana flexível é adaptada para fazer com que o elemento de núcleo retraia com relação ao corpo principal de êmbolo e armazene energia em potencial de tal modo que após liberação da força dianteira para o mesmo, a energia em potencial é liberada fazendo com que o elemento de núcleo avance com relação ao corpo principal do tampão e evite refluxo de fluxo médio dentro do tambor de seringa.
Breve descrição dos desenhos
A figura 1 é uma vista em perspectiva detalhada de uma haste de êmbolo, tampão, e tambor de seringa de acordo com uma modalidade da presente invenção.
A figura 2A é uma vista em perspectiva de um tampão, de acordo com uma primeira modalidade da presente invenção.
A figura 2B é uma vista lateral em seção transversal do tampão da figura 2A tomada ao longo da linha 2B-2B.
A figura 3 é uma vista lateral em seção transversal do tampão da figura 2A fixado a uma haste de êmbolo e posicionado dentro de um tambor de seringa.
A figura 4A é uma vista em perspectiva de um tampão de acordo com uma segunda modalidade da invenção de acordo com uma modalidade da presente invenção.
A figura 4B é uma vista em seção transversal do tampão da figura 4A tomado ao longo da linha 4B-4B.
A figura 5A é uma vista lateral do tampão de acordo com uma terceira modalidade da invenção de acordo com uma modalidade da presente invenção.
A figura 5B é uma vista em seção transversal do tampão tomado ao longo da linha 5B-5B da figura 5A.
A figura 6A é uma vista em perspectiva de um tampão de acordo com uma quarta modalidade da invenção de acordo com uma modalidade da presente invenção.
A figura 6B é uma vista lateral em seção transversal de um tampão tendo um desenho exterior da figura 6A tomado ao longo da linha VI-CI da figura 6A e tendo um desenho interior de acordo com a primeira modalidade da invenção mostrada na figura 2B.
A figura 6C é uma vista lateral em seção transversal de um tampão tendo um desenho exterior da figura 6A tomada ao longo da linha VI-VI da figura 6A e tendo um desenho interior de acordo com a segunda modalidade da invenção mostrada na figura 4B em combinação com um tipo de uma porção de fixação de uma haste de êmbolo de seringa.
A figura 6D é uma vista lateral em seção transversal de um tampão tendo um desenho exterior da figura 6A tomado ao longo da linha VI-VI da figura 6A e tendo um desenho interior como mostrado na figura 6C em combinação com um tipo alternativo de porção de fixação de uma haste de êmbolo de seringa.
A figura 6E é uma vista lateral em seção transversal de uma montagem de tampão tendo uma aba modificada de acordo com uma modalidade da presente invenção.
A figura 6F é uma vista lateral em seção transversal de uma montagem de tampão na qual a aba foi eliminada de acordo com uma modalidade da presente invenção.
A figura 7 é uma vista lateral em seção transversal do tampão da figura 6B posicionada dentro de um tambor de seringa.
A figura 8 é uma vista lateral em seção transversal do tampão da figura 6C posicionado dentro de um tambor de seringa.
A figura 9 é uma vista lateral em seção transversal do tampão da figura 6D posicio- nado dentro de um tambor de seringa.
A figura 10 é uma vista lateral em seção transversal de um arranjo de êmbo- lo/tampão utilizando o êmbolo da figura 2B durante uma primeira etapa de redução de refluxo da invenção.
A figura 11 é uma vista lateral em seção transversal de um arranjo de êmbo- lo/tampão utilizando o tampão da figura 2B durante uma segunda etapa de redução de refluxo da invenção.
A figura 12 é uma vista lateral em seção transversal de um arranjo de êmbo- lo/tampão utilizando o êmbolo da figura 2B durante uma terceira etapa de redução de refluxo da invenção.
A figura 13 é uma vista lateral em seção transversal de um arranjo de êmbo- lo/tampão utilizando a modalidade de tampão da figura 6C durante uma primeira etapa de redução de refluxo da invenção.
A figura 14 é uma vista lateral em seção transversal de um arranjo de tam- pão/êmbolo utilizando a modalidade de tampão da figura 6C durante uma segunda etapa de redução de refluxo da invenção.
A figura 15 é uma vista lateral em seção transversal de um arranjo de êmbo- lo/tampão utilizando a modalidade de tampão da figura 6C durante uma terceira etapa de redução de refluxo da invenção.
A figura 16A é uma vista em perspectiva da haste de êmbolo da figura 1.
A figura 16B é uma vista lateral da haste de êmbolo da figura 1.
A figura 16C é uma vista superior da haste de êmbolo da figura 1.
A figura 17A é uma vista em perspectiva aumentada do elemento de fixação para a haste de êmbolo da figura 1 de acordo com uma primeira modalidade da invenção.
A figura 17B é uma vista lateral do elemento de fixação da figura 17A.
A figura 18A é uma vista em perspectiva aumentada do elemento de fixação para a haste de êmbolo de acordo com uma segunda modalidade da invenção.
A figura 18B é uma vista lateral do elemento de fixação da figura 4A.
A figura 19A é uma vista em perspectiva aumentada do elemento de fixação para a haste de êmbolo de acordo com uma terceira modalidade da invenção.
A figura 19B é uma vista lateral do elemento de fixação da figura 19A.
A figura 20A é uma vista em perspectiva aumentada do elemento de fixação para a haste de êmbolo de acordo com uma quarta modalidade da invenção.
A figura 20B é uma vista lateral do elemento de fixação da figura 6A.
A figura 20C é uma vista lateral do elemento de fixação da figura 6A incluindo elementos de batente.
A figura 21A é uma vista em perspectiva da haste de êmbolo que inclui um elemen- to de fixação de acordo com uma quinta modalidade da invenção.
A figura 21B é uma vista em perspectiva da haste de êmbolo da figura 21A incluindo um pedaço de reforço localizado dentro do elemento de fixação.
A figura 21C é uma vista lateral da haste de êmbolo da figura 21B.
A figura 21D é uma vista lateral da haste de êmbolo da figura 21A onde o pedaço de reforço é posicionado dentro de uma porção oca da haste de êmbolo.
A figura 21E é uma vista lateral em seção transversal tomada ao longo da linha 21E-21E da figura 21C.
A figura 21F é uma vista superior do elemento de fixação da figura 21B.
A figura 22A é uma vista em perspectiva detalhada da haste de êmbolo de acordo com uma modalidade da invenção.
A figura 22B é uma vista em seção transversal da haste de êmbolo da figura 21A tomada ao longo da linha 22B-22B.
A figura 23A é uma vista lateral da haste de êmbolo de acordo com uma segunda modalidade da invenção.
A figura 23B é uma vista em seção transversal da haste de êmbolo da figura 23A tomada ao longo da linha 23B-23B.
A figura 24A é uma vista lateral da haste de êmbolo de acordo com uma terceira modalidade da invenção.
A figura 24B é uma vista em seção transversal da haste de êmbolo da figura 24A tomada ao longo da linha 24B-24B.
A figura 25 é uma vista lateral detalhada dos componentes individuais da haste de êmbolo, que podem ser separadamente formados, de acordo com uma modalidade da presente invenção.
Descrição detalhada da invenção
Para fins da descrição a seguir, os termos “superior”, “inferior”, “direito”, “esquerdo”, “vertical”, “horizontal”, “topo”, “parte inferior”, “lateral”, “longitudinal” e seus derivados se referirão à invenção como é orientada nas figuras dos desenhos. Entretanto, deve ser entendido que a invenção pode assumir várias variações alternativas, exceto onde expressamente especificado ao contrário. Também deve ser entendido que os dispositivos específicos ilustrados nos desenhos em anexo, e descritos no relatório descritivo a seguir, são simplesmente modalidades exemplares da invenção. Consequentemente, dimensões específicas e outras características físicas relacionadas às modalidades reveladas aqui não devem ser con-sideradas como de limitação.
Faz-se referência agora à figura 1, que mostra uma vista em perspectiva de uma seringa, genericamente indicada como 10. A seringa compreende um tampão 12 e uma haste de êmbolo 14. O tampão 12 e haste de êmbolo 14 são adaptados para uso dentro de um tambor de seringa 16. A seringa 10 é preferivelmente de um tipo que é cheio previamente e esterilizado para uso em aplicações de jato. O tambor de seringa 16 inclui uma extremidade distai ou frontal 18 que inclui uma abertura de saída e/ou um mecanismo para fixação de um dispositivo médico separado (como um cateter) mostrado na forma de um luer 20, e uma extremidade aberta próxima ou para trás 22 para receber a montagem de tampão 12 e haste de êmbolo 14. Embora as figuras aqui representem uma montagem de tampão e êmbolo separada, considera-se que as características do tampão podem ser integralmente formadas com uma haste de êmbolo 14.
Faz-se referência agora às figuras 2A, 4A e 6A que mostram vistas em perspectiva do tampão de deslocamento positivo 12, de acordo com várias modalidades diferentes da invenção. As figuras 2B, 4B e 6B-6D mostram vistas em seção transversal das diferentes modalidades de tampão nas quais os detalhes das características de deslocamento positivo do tampão com relação à seringa 10 podem ser facilmente visualizados, em que elementos similares são indicados por numeração consistente entre as figuras. O tampão 12 é adaptado para fixação com uma haste de êmbolo 14 para uso dentro de um tambor de seringa 16. O tampão 12 é feito preferivelmente de um material elastomérico selecionado do grupo de borracha natural, borracha sintética, elastômeros termoplásticos ou combinações dos mesmos. O tampão 12 da invenção é particularmente útil com seringas de jato como aquelas para uso em engate com um cateter como bem conhecido na técnica.
O tampão inclui um corpo principal 26 que define uma extremidade aberta traseira 28 e uma extremidade frontal fechada 30. A extremidade aberta traseira 28 é adaptada para receber a porção de fixação de extremidade dianteira frontal 31 da haste de êmbolo 14. A porção de fixação de extremidade dianteira frontal 31 pode ser de qualquer desenho conhecido que é capaz de fixação no tampão 12; entretanto, a presente invenção inclui vários e- lementos de fixação inventivos que são adaptados para uso com o tampão 12 da presente invenção. Esses elementos de fixação inventivos são discutidos em detalhe adicional abaixo.
O tampão 12 inclui ainda um elemento de núcleo flexível 32 formado integralmente com o corpo principal 26 adjacente à extremidade frontal fechada 30. Como mostrado na figura 3, o elemento de núcleo flexível 32 inclui uma porção em forma de nariz 34 com um perfil adaptado para ser de auto-centragem de tal modo que mesmo quando o tampão 12 não é centrado no tambor de seringa 16, cria uma vedação positiva com uma abertura de saída do tambor de seringa 16, como uma superfície interior 36 de um luer 20 do tambor de seringa 16. Após o tampão 12 ter deslocado pela distância total através do tambor de seringa 16 e contatar a superfície interna na parede dianteira ou superfície interior 36 do tambor de seringa 16 uma vedação positiva pode ser formada com o mesmo. Em uma modalidade, a porção em forma de nariz 34 tem um formato semi-esférico, que é de auto-centragem de tal modo que mesmo quando o tampão 12 não é centrado no tambor de seringa 16, cria uma vedação positiva com a abertura de saída ou luer 20 após o tampão 12 ser assentado no tambor de seringa 16. A porção em forma de nariz do elemento de núcleo flexível 32 pode incluir outros formatos como substancialmente cônico, cúbico, e/ou qualquer outro formato volumétrico capaz da própria auto-centragem com relação a uma abertura de saída ou luer 20 do tambor de seringa 16. Essa vedação evita que fluido em excesso seja forçado para fora da seringa 10 após o tampão 12 ser assentado no tambor de seringa 16. Fluido em excesso expelido no término de uma injeção pode causar um fenômeno conhecido como “refluxo” quando o tampão 12 retorna ao formato e puxa aquele fluido em excesso de volta para dentro da seringa 10. No projeto da presente invenção, a vedação também permite o acúmulo de pressão dentro do fluido retido entre o tampão 12 e o tambor de seringa 16, que por sua vez levará a deslocamento positivo do fluido após liberação de pressão. Esse deslocamento positivo do fluido para evitar refluxo é discutido em mais detalhe abaixo.
O elemento de núcleo flexível 32 inclui uma porção frontal 38, uma porção traseira 40, e uma porção central 42, posicionada entre a porção frontal 38 e a porção traseira 40. A porção frontal 38 projeta a partir do corpo principal 26, como ao longo de um eixo geométrico longitudinal do corpo principal 26. O elemento de núcleo flexível 32 pode ser interconectado ao corpo principal 26 através de uma membrana flexível 44 estendendo entre o elemento de núcleo flexível 32 e o corpo principal 26. A porção traseira 40 do elemento de núcleo flexível 32 contata a porção de fixação de extremidade dianteira frontal 31 da haste de êmbolo 14. O projeto inventivo da porção em forma de nariz de auto-centragem 34 permite que uma vedação seja feita quando uma pequena quantidade de força é aplicada ao tampão 12 e sobre as faixas de tolerância total do tampão 12 e tambor de seringa 16.
Como discutido acima, a superfície de vedação na porção em forma de nariz 34 entra em contato com a superfície interior 36 ou superfície traseira do luer cônico 20 na extremidade frontal do tambor de seringa 16, mostrado na figura 1. Uma vez que é possível que a superfície interior 36 do luer 20 e porção em forma de nariz 34 do tampão 12 não seja perfeitamente concêntrica, em uma modalidade a porção em forma de nariz 34 do tampão 12 pode ser capaz de mover lateralmente para fazer contato total com a superfície interior 36 do luer 20. Em uma modalidade adicional, o elemento de núcleo flexível 32 e a membrana flexível 44 podem permitir que a porção em forma de nariz 34 se mova em uma direção substancialmente lateral. Ainda em outra modalidade, o formato parcialmente esférico da porção em forma de nariz 34 assegura contato total entre a porção em forma de nariz 34 e a superfície interior 36 do luer 20 mesmo quando a porção em forma de nariz34 girou se deslocou antes de fazer contato.
O projeto inventivo do tampão 12 da presente invenção é um aperfeiçoamento em relação a bujões atuais visto que esses bujões atuais têm, tipicamente, uma ponta cônica e funcionam para vedar somente quando o tampão e cilindro são perfeitamente concêntricos. Em desenhos anteriores, se os dois componentes não estivessem exatamente alinhados, não haverá uma vedação adequada a menos que forças mais elevadas sejam aplicadas ao tampão para deformar o mesmo para um formato que vedará com o atilamento de luer do cilindro.
De acordo com uma primeira modalidade do tampão 12, como ilustrado nas figuras 2A, 2B e 3, e uma segunda modalidade do tampão 12, como ilustrado nas figuras 4A e 4B, o corpo principal 26 inclui uma primeira nervura 46 se estendendo radialmente para fora e substancialmente em torno de um perímetro do corpo principal 26. Essa primeira nervura 46 é adaptada para formar uma vedação ativada com o tambor de seringa 16. Em uma modalidade, o corpo principal 26 inclui uma segunda nervura 48 se estendendo substancialmente em torno de um perímetro do corpo principal 26. A primeira nervura 46 e a segunda nervura 48 podem ser axialmente separadas ao longo do comprimento do corpo principal 26.
Uma característica do desenho de tampão da primeira modalidade ilustrada nas figuras 2A, 2B e 3 é uma aba estendida para frente 50 se estendendo a partir da extremidade frontal fechada 30 do corpo principal 26. Devido à elasticidade e/ou flexibilidade da aba estendida para frente 50, a aba estendida para frente 50 é capaz de deformar por deflexão radialmente para dentro em direção e substancialmente em contato com uma porção externa 52 do corpo principal 26. Tal deflexão pode ocorrer após inserção do tampão 12 no tambor de seringa 16 para formar uma bolsa de ar 53 para reter uma bolha de ar no mesmo. A bolha de ar retidana bolsa de ar 53 auxilia nas capacidades de anti-refluxo da presente invenção como discutido em detalhe abaixo. Após inserção do tampão 12 no tambor de seringa 16, a aba estendida para frente 50 pode ser adaptada para criar uma pressão positiva dentro do tambor de seringa 16.
Em uma modalidade, o corpo principal 26 inclui pelo menos uma porção rebaixada 55 estendendo axialmente para dentro a partir da extremidade aberta traseira 28. A porção rebaixada 55 é adaptada para engatar a porção de fixação de extremidade dianteira frontal 31 da haste de êmbolo 14 para travar a porção de fixação de extremidade dianteira frontal 31 da haste de êmbolo 14 dentro do tampão 12. De acordo com uma modalidade, como mostrado na figura 3, a porção rebaixada 55 pode incluir um atilamento inverso 56 adaptado para cooperação com pelo menos um braço de deflexão 130 associado à porção de fixação de extremidade dianteira frontal 31 da haste de êmbolo 14.
O tampão 12 da presente invenção pode também ser adaptado para reduzir e/ou evitar refluxo de fluxo médio. Refluxo de fluxo médio ocorre se a solução de jato não for totalmente infundida e o clínico não fixar a linha enquanto o tampão está se movendo. Desenhos tradicionais de seringas gerarão refluxo à medida que a força de fricção no diâmetro externo de tampão e haste de êmbolo força o centro do tampão a “estirar” o nariz do tam pão. Para superar a fricção estática e dinâmica para causar o movimento do tampão, a força de haste de êmbolo deve ser maior do que a força de fricção, e essa desequilíbrio de força é compensado pela contrapressão de fluido e estiramento de tampão. A diferença é pequena, porém mensurável. Como mostrado na figura 3 do presente pedido, uma folga 94 é fornecida entre uma porção traseira 93 do elemento de núcleo flexível 32 do tampão 12 e a face 95 da porção de fixação de extremidade dianteira frontal 31 da haste de êmbolo 14. Devido a essa folga 94 e a flexibilidade da membrana flexível 44 que fixa o elemento de núcleo flexível 32 ao corpo principal de tampão 26, o elemento de núcleo flexível 32 é capaz de defletir de forma próxima e armazenar energia potencial que é liberada na forma de deslocamento positivo assim que a força da haste de êmbolo 14 cessar. Por conseguinte, durante uso da seringa 10, devido à folga 94, a haste de êmbolo 14 não aplica diretamente uma força dianteira no elemento de núcleo flexível 32. Em vez da haste de êmbolo 14 aplicar uma força dianteira à porção lateral interior do tampão 12 que, por sua vez, aplica uma força de tração ao elemento de núcleo flexível 32 através da membrana flexível 44. Desse modo, durante a aplicação de pressão à haste de êmbolo, o elemento de núcleo flexível 32 é levemente retraído para dentro da folga 94. Após suspensão da força dianteira, o elemento de núcleo flexível 32 continua esse movimento para frente e evita refluxo de fluxo médio.
De acordo com um aspecto da invenção, como representado nas figuras 2B, 3 e 4B, a porção interior do corpo principal 26 inclui uma superfície interna 132 tendo um atilamento 198 adaptado para contato com um atilamento 196 na porção de fixação de extremidade dianteira frontal 31 da haste de êmbolo 14. Esses atilamentos de contato 196, 198 cooperam juntos de tal modo que o tampão 12 aplica uma força radial ao tambor de seringa 16 para formar uma vedação ativa com o mesmo após a aplicação de uma força dianteira à haste de êmbolo 14. O aspecto de vedação ativa da invenção é discutido em detalhe abaixo.
De acordo com uma segunda modalidade da invenção, como ilustrado nas figuras 4A e 4B, a membrana flexível 44A pode estender do elemento de núcleo flexível 32 à porção de parede lateral 57A do corpo principal 26 terminando na primeira nervura 46A. Em um arranjo, a membrana flexível 44A, primeira nervura 46A e parede lateral 57A são integralmente formadas. Em uma configuração adicional, a aba estendida para frente 50 da primeira modalidade não é incluída.
De acordo com uma terceira modalidade da invenção, como ilustrado nas figuras 5A e 5B, uma vedação ativa obtém o mesmo resultado que aquele das modalidades anteriormente discutidas, porém com um mecanismo diferente, comumente mencionado como uma “Vedação de borda”, quando utilizado em aplicações hidráulicas. O tampão, genericamente indicado como 254, inclui essa vedação de borda. A vedação frontal 256 do tampão 254 é localizada na borda dianteira de um braço flexível 258. Pressão de vedação inicial é gerada pela interferência do braço flexível 258 com a parede do tambor de seringa 16, como mostrado na figura 1. Quando a pressão no tambor de seringa 16 aumenta, essa pressão aplica uma força radial para fora ao interior 259 do braço flexível 258. Essa força para fora aumentará a força com a qual a vedação 256 pressiona contra a parede interna do tambor de seringa 16.
Faz-se referência agora às figuras 6A-6F e 7-9 que mostram o tampão 12 de acordo com uma quarta modalidade da invenção. Nessa modalidade, o tampão 12 inclui um corpo principal 26 tendo uma extremidade frontal fechada 30. O corpo principal 26 pode incluir uma extremidade aberta traseira 28 que é adaptada para receber uma porção de fixação de extremidade dianteira frontal 31 da haste de êmbolo 14. Como mencionado acima, a porção de fixação de extremidade dianteira frontal 31 é capaz de fixação ao tampão 12. O corpo principal 26 inclui uma primeira porção de corpo 60 tendo um primeiro diâmetro D1, como mostrado na figura 6B, e uma segunda porção de corpo 62 tendo um segundo diâmetro D2, como mostrado na figura 6B, que é maior do que o primeiro diâmetro da primeira porção de corpo 60. Um ressalto 64 estende em torno de um perímetro da primeira porção de corpo 60 do corpo principal 26. Preferivelmente, esse ressalto 64 estende em uma direção radialmente para fora com relação à primeira porção de corpo 60.
Como mencionado acima com relação à descrição da primeira modalidade, um e- lemento de núcleo flexível 32 é formado integralmente com o corpo principal 26 adjacente à extremidade frontal fechada 30. O elemento de núcleo flexível 32 inclui uma porção em forma de nariz 34 se estendendo a partir da extremidade frontal fechada 30 que é adaptada para contatar uma superfície interior 36 de uma abertura de saída, como um luer 20 do tambor de seringa 16. O elemento de núcleo flexível 32 pode ser formado de um material flexível e a porção em forma de nariz 34 pode incluir um perfil de auto-centragem semi- esférico para criar uma vedação positiva com o luer 20 na extremidade dianteira do tambor de seringa 16.
O tampão 12 da quarta modalidade, mostrada nas figuras 6A-6E, difere da primeira modalidade em que o tampão 12 inclui pelo menos uma aba perimétrica 66 se estendendo a partir da segunda porção de corpo 62 em direção à extremidade frontal 30 do corpo principal 26. Essa aba perimétrica 66 coopera com o ressalto 64 para reter bolsas de ar ou uma bolha de ar 68 entre os mesmos após inserção e/ou movimento do tampão 12 dentro e através do tambor de seringa 16. Desse modo, após liberação de uma força para frente na haste de êmbolo 14, fluido que resta no tambor de seringa 16 é forçado através do luer 20 através de deslocamento positivo do mesmo. Como mostrado em detalhe nas figuras 6B-6D, a aba 66 pode incluir uma superfície interna 70 e uma superfície externa 72 e pode ser formada de um material flexível e/ou elástico capaz de defletir radialmente para dentro. A superfície interna 70 da aba perimétrica 66 pode contatar substancialmente o ressalto 64 para reter pelo menos uma bolha/bolso de ar 68. Em uma modalidade, a aba 66 inclui uma porção de borda 74 e uma porção de cauda 76. A porção de borda 74 pode incluir um ressalto estendido para fora na primeira nervura 77. Uma superfície externa 77’ da primeira nervura 77 pode ser adaptada para contato com uma superfície interna 78 da parede do tambor de seringa 16, mostrado na figura 1. Essa primeira nervura 77 estabelecer uma única linha de contato entre a aba perimétrica 66 e a superfície interna 78 da parede do tambor de seringa 16, como mostrado nas figuras 7-9. Essa primeira nervura 77 funciona para manter uma superfície externa 69 da aba perimétrica 66 adjacente à porção de cauda 76, posicionada a uma distância predeterminada separada da superfície interna 78 da parede do tambor de seringa 16. Isso minimiza a área de contato entre a aba perimétrica 66 e o tambor de seringa 16 para reduzir forças de separação e reduzir fricção estática da aba perimétrica 66 com relação ao tambor de seringa 16. O desenho específico da aba perimétrica 66 pode permitir uma observação mais clara do ajuste de dose. Em uma modalidade, a aba perimétrica 66 tem um formato relativamente linear e estende em um modo cilíndrico em torno da primeira porção de corpo 60 do corpo principal 26. De acordo com outra modalidade, a superfície interna 70 da aba perimétrica 66 não contata necessariamente o corpo principal 26 para formar o bolso ou câmara de ar 68, porém está próximo o suficiente do corpo principal 26 de tal modo que a tensão superficial mantém a câmara 68 fechada e retém uma bolha de ar na mesma.
Como mostrado nas figuras 6B-6D, a aba perimétrica 66 do tampão 12 é dimensionada para ter uma área de contato predeterminada 80 para cooperação com o ressalto 64. A área de contato 80 é adaptada para formar uma folga predeterminada suficiente para reter ar e permitir comunicação de pressão a partir de uma câmara de ar para uma câmara de fluido.
A figura 6E mostra uma modificação do tampão 12 da quarta modalidade em que a aba 366 tem um comprimento predeterminado L1 que é menor do que o comprimento L2 da aba perimétrica 66 das figuras 6B-6D e menor do que a altura H1 do ressalto 364 de tal modo que a área de contato predeterminada 380 contata uma superfície inferior 364 do ressalto 364 para formar a câmara de pressão de ar 368.
De acordo com outro arranjo, como mostrado na figura 6F, uma câmara de pressão de ar 468 pode ser criada exclusivamente pela cooperação do ressalto radialmente estendido 464 com a superfície interna 478 do tambor de seringa 416. Nessa configuração, a ponta 467 do ressalto 464 não tem de contatar efetivamente a superfície intera 478 da parede do tambor de seringa 16 para criar a câmara de pressão de ar 468, porém em vez disso somente necessita de estar a uma certa distância com relação a essa superfície interna para fechar a câmara de pressão de ar 468. Com referência novamente às figuras 6A-6F, o elemento de núcleo flexível 32 do tampão 12 da invenção inclui uma porção frontal 82, se estendendo acima do corpo principal tampão 12 da invenção inclui uma porção frontal 82, se estendendo acima do corpo principal 26, uma porção traseira 84 e uma porção central 86 posicionada entre a porção frontal 82 e a porção traseira 84. O elemento de núcleo flexível 32 é interconectado ao corpo principal 26 e, em particular, à primeira porção de corpo 60 do mesmo através de uma membrana flexível 44 se estendendo entre a porção central 86 do elemento de núcleo flexível 32 e a primeira porção de corpo 60 do corpo principal 26. O desenho inventivo da porção em forma de nariz de auto-centragem 34 permite que uma vedação seja feita entre a porção em forma de nariz 34 e a superfície interior 36 de uma abertura de saída ou luer 20 quando uma pequena quantidade de força é aplicada ao tampão 12 e sobre as faixas de tolerância totais do tampão 12 através da haste de êmbolo 14 e tambor de seringa 16. Como discutido acima em relação à primeira modalidade, o formato superficial parcialmente esférico da porção em forma de nariz 34 do elemento de núcleo flexível 32 assegura contato total entre a porção em forma de nariz 34 e a superfície interior 36 do luer 20, mesmo quando a porção em forma de nariz 34 girou se deslocou antes de fazer contato.
A membrana flexível 44 e a bolha/bolso de ar 68 são adaptados para armazenar energia em potencial de tal modo que após liberação de uma pressão positiva na haste de êmbolo 14 e liberação da vedação entre a porção em forma de nariz 34 do elemento de núcleo flexível 32 e superfície interior 36 do luer 20, a liberação dessa energia em potencial força o fluido dentro do tambor de seringa 16 através do luer 20 e qualquer cateter fixado.
De acordo com a quarta modalidade da presente invenção, o corpo principal 26 inclui pelo menos uma segunda nervura 88 estendendo substancialmente radialmente para fora e substancialmente em torno de um perímetro da segunda porção de corpo 62 do corpo principal 26. Essa segunda nervura 88 é adaptada para formar uma vedação ativa com a superfície interna 78 do tambor de seringa 16. Pelo menos uma bolha/bolso de ar 68 é posicionado em uma posição avançada com relação à segunda nervura 88. O corpo principal 26 pode incluir uma terceira nervura 90 de tal modo que a segunda nervura 88 e terceira nervura 90 estendam radialmente para fora em torno do perímetro do diâmetro externo D2, como mostrado na figura 6B, da segunda porção de corpo 62 do corpo principal 26 e são separados axialmente ao longo dessa segunda porção de corpo 62. Como mostrado nas figuras 6B-6F e figuras 7-9, o corpo principal 26 do tampão 12 pode incluir pelo menos uma porção rebaixada 55 se estendendo axialmente para dentro da extremidade aberta traseira 28. Essa porção rebaixada 55 é adaptada para travar a porção de fixação de extremidade dianteira frontal 31 da haste de êmbolo 14 dentro do tampão 12. De acordo com um aspecto, a porção rebaixada 55 pode incluir um atilamento inverso 56, como mostrado, por exemplo na figura 7, que é adaptado para cooperação com a porção de fixação de extremidade dianteira frontal 31 da haste de êmbolo 14. Vários desenhos da porção de fixação de extremidade dianteira frontal 31, de acordo com a presente invenção são discutidos em detalhe abaixo.
Como mostrado na figura 6B e figura 7, o corpo principal 26 também pode incluir uma superfície interna tendo um atilamento 198 adaptado para contato com um atilamento 196 na porção de fixação de extremidade dianteira frontal 31 da haste de êmbolo 14. Esses atilamentos de contato 196, 198 cooperam juntos de tal modo que o tampão 12 aplica uma força radial ao tambor de seringa 16 para formar uma vedação ativa com o mesmo após a aplicação de uma força para frente à haste de êmbolo 14.
De acordo com outro aspecto da invenção, como representado nas figuras 6C, 6D, 8 e 9, o atilamento 199 da superfície interna 132 do corpo principal 26 pode ser um contorno contínuo a partir de uma porção de parede lateral 57 do corpo principal 26 ao elemento de núcleo flexível 32. Esse atilamento de contorno contínuo 199 é adaptado para cooperar com o atilamento 196 na porção de fixação de extremidade dianteira frontal 31 da haste de êmbolo 14 de tal modo que o tampão 12 aplica uma força radial ao tambor de seringa 16 para formar uma vedação ativa com o mesmo após a aplicação de uma força para frente à haste de êmbolo 14.
Um aumento em pressão dentro do tambor de seringa 16 fará com que a extremidade frontal fechada 30 do tampão 12 tenha uma pressão de contato mais elevada com a superfície interna 78 da parede do tambor de seringa 16, desse modo evitando vazamentos na vedação de tampão 12 e tambor de seringa 16. A vedação ativa da presente invenção resolve esse problema utilizando uma pressão de contato inferior entre o tampão 12 e tambor de seringa 16 quando há pressões de fluido baixas no tambor de seringa 16, porém pressão de contato mais elevada quando a pressão de fluido aumenta, como durante movimento para frente da haste de êmbolo 14 e tampão 12 através do tambor de seringa 16.
Em uma modalidade, a vedação ativada é obtida através da interação da porção de fixação de extremidade dianteira frontal 31 da haste de êmbolo 14 e lado interno do tampão 12. De acordo com uma modalidade, como mostrado na figura 6B, a porção de fixação de extremidade dianteira frontal 31 da haste de êmbolo 14 inclui um atilamento de superfície dianteira para frente 196 e corresponde a um atilamento 198 no lado interno do tampão 12. Durante uso quando a haste de êmbolo 14 está sendo empurrada, uma borda dianteira para frente aplica força ao interior do tampão 12. Devido ao formato do atilamento das duas superfícies 196,198, a haste de êmbolo 14 transmite uma força que empurra o tampão 12 para frente no tambor de seringa 16 e uma força que empurra substancialmente para fora em uma direção radial. A força para fora avança o tampão 12 para frente da segunda nervura 88, e para dentro das paredes do tambor de seringa 16 que aumenta a pressão de vedação. De modo semelhante, como mostrado nas figuras 6C e 6D, o atilamento 196 na porção de fixação de extremidade dianteira frontal 31 da haste de êmbolo 14 transmite uma força ao atilamento de contorno contínuo 199 da superfície interna 132 do corpo principal 26 de tal modo que o tampão 12 aplica uma força radial ao tambor de seringa 16 para formar uma vedação ativa com o mesmo após a aplicação de uma força para frente à haste de êmbolo 14. Forças elevadas de haste de êmbolo são causadas por pressão elevada no tambor de seringa 16, de tal modo que a pressão de contato com o mesmo aumentará à medida que a pressão no tambor de seringa 16 aumenta.
Em uma modalidade adicional, a aba perimétrica 66 do tampão 12 também atua como uma vedação de borda. À medida que a pressão de fluido aumenta, aumentando a pressão de ar na bolha/bolso de ar 68, a pressão de contato da aba na interface de tampão 12 e tambor de seringa 16 é aumentada, aperfeiçoando o desempenho de vedação. Outra vantagem dessa vedação ativa é devido à aplicação da força da haste de êmbolo 14 somente na segunda nervura ou nervura dianteira 88, que permite que a terceira nervura ou nervura traseira 90 seja “puxada” para frente durante injeção. A tração também estirará o material da terceira nervura ou nervura traseira 90 reduzindo a força eficaz no tambor de seringa 16 e adicionalmente reduzindo as forças de fricção.
O desenho do tampão da presente invenção pretende evitar refluxo por criar deslocamento positivo de fluido para fora da extremidade frontal do tambor de seringa (e para dentro de qualquer cateter fixado) após o tampão 12 ter sido assentado no tambor de seringa 16 e força é liberada a partir da haste de êmbolo 14. As características do tampão 12 que atua para criar esse deslocamento positivo são a vedação na porção em forma de nariz 34 do tampão 12, a flexão ou movimento relativo do tampão 12 entre a porção em forma de nariz 34 e a segunda nervura de vedação ou nervura dianteira 88, e energia em potencial na forma de fluido pressurizado capturado e armazenado antes da liberação da força a partir da haste de êmbolo 14. O movimento relativo da segunda nervura 88, com relação à porção em forma de nariz 34 do tampão 12, é obtido por intermédio da membrana flexível 44 que conecta a segunda nervura ou nervura dianteira externa 88, ao elemento de núcleo flexível 32 e porção em forma de nariz 34. A armazenagem de energia é obtida por intermédio tanto da membrana flexível 44 como bolha de ar ou bolsa de ar 68 que é retido sob a aba perimétrica 66 logo à frente da segunda nervura 88.
O desenho específico da quarta modalidade do tampão 12 da presente invenção tem várias vantagens. Por exemplo, uma vez que a aba perimétrica 66 pode ser substancialmente linear, sem nenhum flange radial, o enrugamento da aba perimétrica 66 é reduzido e/ou eliminado. Em particular, a provisão do ressalto 64 na primeira porção de corpo 60 do corpo principal de tampão 26 permite que a aba perimétrica 66 tenha um formato relativa-mente reto e a flexibilidade e/ou elasticidade da aba perimétrica 66 permite flexão em uma direção para dentro para trazer uma área de contato 80 da aba perimétrica 66, sem deformação da própria aba perimétrica 66, para contato com o ressalto 64. Outra vantagem desse desenho é que a fabricação do tampão 12 é simplificada. Como somente uma placa de ferramenta de moldagem é necessária para a parte inferior do molde, o custo da ferramenta é reduzido.
A adição da porção estendida para fora ou ressalto 77 na aba perimétrica 66 minimiza a área da aba perimétrica 66 em contato com a superfície interna 78 do tambor de seringa 16. Essa área de contato reduzida reduz forças de separação e fricção estática e também provê uma indicação clara do ajuste de dose. Finalmente, o desenho da interferência e comprimento d aba perimétrica 66 é tal para manter a folga adequada a fim de reter ar e permitir comunicação de pressão a partir da câmara de ar para a câmara de fluido.
Uma vedação ativa do tampão 12 dentro do tambor de seringa 16 pode ser adicionalmente obtida pela porção de fixação de extremidade dianteira frontal 31 da haste de êmbolo 14, como descrito abaixo, em combinação com o desenho interior específico do tampão 12. A porção de fixação de extremidade dianteira frontal 31 é adaptada para uso com qual-quer uma das modalidades de tampão anteriormente reveladas aqui. A invenção é particularmente útil em situações onde a seringa 10 é cheia previamente e esterilizada e o tampão 12 é inserido no tambor de seringa 16 antes da fixação da haste de êmbolo 14 ao tampão 12.
Como ilustrado nas figuras 16A-16C, a haste de êmbolo 14 pode incluir um elemento alongado 124 tendo uma extremidade frontal 126 e uma extremidade traseira 128 se estendendo ao longo de um eixo geométrico longitudinal AX, como mostrado na figura 16B. Pelo menos um braço de deflexão 130 pode ser associado à extremidade frontal 126 do elemento alongado 124. O braço de deflexão 130 pode ser capaz de defletir radialmente para dentro durante inserção da haste de êmbolo 14 para dentro do tampão 12, e defletir para fora para contato com uma superfície interna 132 do tampão 12, como mostrado na figura 3, após inserção no tampão 12 para travar a haste de êmbolo 14 dentro do tampão 12. As figuras 16A-16C ilustram dois braços de deflexão 130, entretanto, qualquer número de braços de deflexão 130 pode ser fornecido conforme necessário para fixar de forma segura a haste de êmbolo 14 dentro do tampão 12.
Com referência novamente à figura 3, quando a haste de êmbolo 14 é inserida no tampão 12, os braços de deflexão 130 na haste de êmbolo 14 defletem e/ou o tampão 12 deforma para permitir que os braços de deflexão 130 se movam para dentro de um espaço rebaixada 134 no interior do tampão 12. Quando os braços de deflexão 130 entram no espaço rebaixada 134, a haste de êmbolo 14 é travada no lugar e é impedida de separar do tampão 12. Quando um usuário utiliza a seringa 10 para aspirar, os braços de deflexão 130 na haste de êmbolo 14 enterrarão na superfície rebaixada 136 do tampão 12, no interior do tampão 12, evitando que a haste de êmbolo 14 puxe para fora do tampão 12. A superfície inferior 133 do braço de deflexão 130 pode ser afilada para corresponder com o formato da superfície rebaixada 136 do tampão 12. Os braços de deflexão 130 podem ser implementa- dos de acordo com vários desenhos, como discutido em detalhe abaixo.
De acordo com uma primeira modalidade, como ilustrado nas figuras 17A-17B, a extremidade frontal 126 do elemento alongado 124 inclui um elemento de cabeça 140 se estendendo a partir de uma superfície frontal 144 da extremidade frontal 126. O elemento de cabeça 140 inclui um elemento de aro 142 se estendendo ao longo de uma superfície frontal 144 do mesmo. Os braços de deflexão 130 podem estender a partir de uma superfície inferior 146 do elemento de aro 142 em uma direção substancialmente para baixo. Pelo menos um primeiro elemento de batente 148 pode ser fornecido para limitar deflexão dos braços de deflexão 130 durante inserção da haste de êmbolo 14 no tampão 12. Esse primeiro elemento de batente 148 pode ser posicionado adjacente a uma porção para trás 150 do elemento de cabeça 140.
O elemento de aro 142 é preferivelmente formado de um material elastomérico capaz de formar uma vedação ativa com uma superfície interna do tampão 12, como mostrado na figura 3. Um material de reforço 153 pode ser também fornecido na área de contato dos braços de deflexão 130. Além disso, como mostrado nas figuras 16A, 16C e 17A, o elemento de aro 142 e elemento de cabeça 140 podem incluir uma porção oca 156 definida por pelo menos uma parede lateral 158. A parede lateral 158 tem uma pluralidade de nervuras estendidas para dentro 159 se estendendo radialmente para dentro em direção ao centro da porção oca 156. De acordo com uma modalidade, essa porção oca 156 pode entrar em contato com uma porção traseira do elemento de núcleo flexível 32 dentro do tampão 12.
De acordo com uma segunda modalidade, como ilustrado nas figuras 18A-18B, pelo menos um braço de deflexão 160 estende radialmente para fora a partir de uma porção central 162 do elemento de cabeça 140. Nessa modalidade, o braço de deflexão 160 pode ser um elemento contínuo que estende através de uma abertura 163 na porção central 162 do elemento de cabeça 140. Uma porção oca 166 é também fornecida no elemento d cabeça 140 e elemento de aro 142 dessa modalidade. As bordas 168 do braço de deflexão 160 também podem ser formados de material de reforço apropriado. Um primeiro elemento de batente 170 estende para fora a partir de uma porção para trás 150 do elemento de cabeça 140. Um segundo elemento de batente 172 estende para trás a partir de uma superfície inferior 173 do elemento de aro 142 para limitar deflexão de braço em uma direção oposta, como durante aspiração da seringa 10.
De acordo com uma terceira modalidade, como ilustrado nas figuras 19A-19B, pelo menos um braço de deflexão inclui um par de braços de deflexão 174 estendendo em uma direção para baixo e radialmente para fora a partir da superfície inferior 173 do elemento de aro 142. Nessa modalidade, um primeiro elemento de batente 176 estende para fora a partir de uma porção para trás 150 do elemento de cabeça 140. Um segundo elemento de batente 178 estende para baixo a partir de uma borda externa 179 do elemento de aro 142 para limi- tar deflexão dos braços de deflexão 174, como durante aspiração. As bordas 180 dos braços de deflexão 174 são formados de material de reforço apropriado.
De acordo com uma quarta modalidade, como ilustrado nas figuras 20A-20C, a extremidade frontal 126 do elemento alongado 124 inclui uma superfície de base 126A tendo um elemento de cabeça 140 se estendendo a partir do mesmo. O elemento de cabeça 140 inclui um elemento de aro 142 se estendendo ao longo de uma superfície frontal 144 do mesmo. Nessa modalidade, pelo menos um braço de deflexão inclui uma primeira porção de braço 182 estendendo a partir da superfície de base 126A paralela ao elemento de cabeça 140 e uma segunda porção de braço 184 fixada a uma porção frontal 186 da primeira porção de braço 182se estendendo em uma direção para trás e para fora com relação à primeira porção de braço 182. Um elemento de batente 188, como mostrado na figura 20C, pode ser fornecido para limitar a deflexão da segunda porção de braço 184 durante inserção da haste de êmbolo 14 no tampão 12. Esse elemento de batente 188 é posicionado adjacente a uma superfície externa 190 da primeira porção de braço 182 em um local adjacente a uma superfície interna 191 da segunda porção de braço 184. Porções da segunda porção de braço 184 podem incluir um material de reforço 189, conforme necessário. Adicionalmente, a superfície inferior 193 do segundo elemento de braço 184 pode ser plana ou afilada como desejado, dependendo do formato da porção rebaixada de superfície casada, 136, do tampão 12.
Essas porções de braço de deflexão duplas 182, 184 podem defletir da base da extremidade frontal da haste de êmbolo 14 e do topo do braço fixado à base da geometria de extremidade frontal. Durante inserção uma carga normal é exercida sobre a superfície externa da segunda porção de braço 184. Quando a pressão é exercida na porção superior ou frontal 186 da segunda porção de braço 184, a primeira porção de braço 182 deflete para dentro. À medida que a pressão se move para baixo da superfície da segunda porção de braço 184, essa segunda porção de braço 184 começará a defletir. A deflexão é maior quando as duas porções de braço 182, 184 estão em deflexão máxima. Durante aspiração, uma carga compressiva e/ou de torção é exercida nas porções de braço 182, 184 e a primeira porção de braço 182 começará a defletir para dentro enquanto a segunda porção de braço 184 enterra em uma superfície rebaixada de tampão, como a superfície rebaixada 136, como mostrado na figura 3. Deflexão, entretanto, é limitada pelo contato entre a segunda porção de braço 184 e a superfície interna 132 da parede do tampão 12. Como discutido acima, um elemento de batente 188 pode ser fornecido para reduzir tensões nas porções de braço 182, 184 por limitar a deflexão das porções de braço 182, 184 onde necessário, tornando a deflexão independente da pressão de superfície durante inserção e após o elemento de batente 188 e segunda porção de braço 184 estarem em contato entre si.
A modalidade das figuras 20A-20C pode incluir também uma abertura 192 no ele mento de cabeça 140 e elemento de aro 142. Essa abertura 192 é definida por uma parede lateral circular 194 e uma pluralidade de nervuras 195 se estendendo para dentro a partir dessa parede lateral circular 194 em direção à abertura 192.
De acordo com uma quinta modalidade, como ilustrado nas figuras 21A-21F, a porção de fixação, genericamente indicada como 200, da haste de êmbolo 14 pode incluir um braço de deflexão 204 que pode incluir um único braço de deflexão circular ou uma pluralidade de braços de deflexão estendendo a partir da extremidade frontal 126 do elemento alongado 124. Esse braço de deflexão 204 define um espaço 206, e durante fixação da haste de êmbolo 14 dentro do tampão 12, o braço de deflexão 204 deflete para dentro em direção ao espaço 206. Quando os braços de deflexão 204 atingiram deflexão máxima e são alojados no espaço rebaixada 135 no interior do tampão 12, um pedaço 208 pode ser inserido nesse espaço 206 para sustentar o braço de deflexão 204 e evitar que o mesmo ceda e separe do tampão durante uso da seringa 10. De acordo com uma modalidade, como ilustrado nas figuras 21D-21E, o elemento alongado 124 inclui uma porção oca 210 e o pedaço 208 é pré-moldado dentro dessa porção oca 210. Após a fixação da haste de êmbolo 14 ao tampão 12, uma força de aplicação é aplicada na porção oca 210 para forçar o pedaço 208 para dentro do espaço 206. Altemativamente, o pedaço 208 pode ser moldado separadamente e subseqüentemente inserido.
Outro aspecto da presente invenção é um desenho novo de corpo de êmbolo como mostrado nas figuras 22A-22B, 23A-23B, 24A-24B, e 25. A haste de êmbolo 14 é feita preferivelmente de um material termoplástico rígido. Esse desenho, como discutido em detalhe abaixo, consiste em um corpo de haste de êmbolo alongado oco em que a porção oca é definida por uma pluralidade de lóbulos estendidos longitudinalmente e preferivelmente um número ímpar de lóbulos é fornecido. Nos desenhos tradicionais de êmbolo de quatro nervuras de corpo sólido, um usuário pode aplicar uma carga lateral durante aspiração que pode ser perpendicular à borda de uma nervura, causando deflexão de carga lateral mínima, ou perpendicular à região entre as nervuras, isto é, 45° a partir da nervura, causando deflexões máximas de carga lateral. A presente invenção introduz um corpo de êmbolo que compreende uma porção de corpo alongada 234 tendo uma extremidade frontal 236, uma extremidade traseira 238, e uma porção de parede lateral 239 se estendendo ao longo de um eixo geométrico longitudinal entre a extremidade frontal 236 e uma extremidade traseira 238. A porção de parede lateral 239 compreende uma pluralidade de lóbulos estendidos longitudi-nalmente 240 definindo uma porção oca interior 242. Um elemento de fixação 244 é fixado à extremidade frontal 236 e é adaptado para fixação da haste de êmbolo 14 ao tampão 12. Um elemento de cobertura 246 é fixado à extremidade traseira 238 da porção de corpo a- longado 234 para cobrir a porção oca interior 242 e fornecer uma área de pressão de polegar 248 para aplicação de uma força à haste de êmbolo 14 durante uso.
Os lóbulos estendidos longitudinalmente 240 compreendem, preferivelmente um número ímpar de lóbulos espaçados substancialmente equidistantes em relação mútua. De acordo com uma modalidade, como mostrado nas figuras 23A-23B, a pluralidade de lóbulos estendidos longitudinalmente 240 compreende um desenho de três lóbulos 250 posicionado aproximadamente 120° em relação mútua. De acordo ainda com outra modalidade, como mostrado nas figuras 22A-22B, a pluralidade de lóbulos estendidos 240 em número de cinco, formando um desenho de cinco lóbulos 251 onde os lóbulos 240 são espaçados substancialmente equidistantes em relação entre si. Os lóbulos são posicionados em relação mútua para formar deflexão de carga lateral substancialmente uniforme da haste de êmbolo 14. A provisão de um número ímpar de lóbulos 240 diminui a deflexão esperada quando uma carga é aplicada à região entre os lóbulos 240 por introduzir um lóbulo no lado oposto que sustenta a carga de reação. A presente invenção também inclui desenhos de corpo de êmbolo alongado oco, 252, de quatro lóbulos 240, como ilustrado nas figuras 24A-24B. Como a porção de corpo do êmbolo 14 inclui uma porção oca 253, as vantagens associadas ao desenho oco, como discutido acima, também estariam presentes no desenho de quatro lóbulos 252. O desenho oco também provê rigidez adicional à porção de corpo 234 da haste de êmbolo 14 e vários aperfeiçoamentos ergonômicos, como custos reduzidos de produto, procedimentos de fabricação mais fáceis, e similar como discutido em detalhe abaixo.
A haste de êmbolo 14 da invenção pode ser fabricada de acordo com os seguintes processos. Em um primeiro processo, a porção de corpo alongada 234 e o elemento de fixação de extremidade frontal 244 são moldados integramente do mesmo material. A haste de êmbolo 14 é projetada para ter uma porção oca interior 242 de modo que um pino de núcleo possa ser colocado para cima no centro da haste de êmbolo 14 durante moldagem por injeção. Isso permite que a haste de êmbolo 14 seja moldada “ereta”, o que resulta em uma redução em tempo de ciclo devido a resfriamento adicional no pino de núcleo e um aumento em volume devido a aumento em número de cavidade. Para cobrir a abertura de pino de núcleo ou porção oca interior 242 na área/lado de pressão de polegar 248, um disco de superfície e de toque macio 249 pode ser fixado à área de pressão de polegar 248 para conforto adicional durante injeção.
De acordo com um segundo processo, como mostrado na figura 25, a haste de êmbolo 14 pode ser fabricada em três pedaços separados. O elemento de fixação 244 pode ser moldado por injeção, a porção de corpo alongado 234 da haste de êmbolo 14 pode ser ex- trudada ou moldada por injeção, e o elemento de cobertura ou disco de pressão de polegar 246 pode ser fabricado por um processo de moldagem por estampa. O elemento de fixação 244, porção de corpo alongado 234, e disco de pressão de polegar 246 podem ser formados de materiais diferentes para desempenho aperfeiçoado, onde necessário. Por exemplo, um material mais caro pode ser utilizado para moldar o elemento de fixação frontal 244 para desempenho aperfeiçoado e um elastômero de toque macio pode ser utilizado para o disco de pressão de polegar 246. A extrusão da porção de corpo 234 do êmbolo 14 permite geometrias adicionais em seção transversal que forneceriam deflexão de carga lateral uniforme e permitiriam aperfeiçoamentos ergonômicos que de outro modo seriam limitados por linhas divisórias no molde. Adicionalmente, utilizando um processo de extrusão para a porção de corpo permite a produção de porções de corpo de comprimentos diferentes para uso com cilindros de seringa de comprimento diferente, 16 a partir de um único dispositivo de extrusão.
Nos arranjos de fixação das figuras 17A-17B, 18A-18B, 19A-19B, e 20A-20C, cada uma dessas modalidades inclui um elemento de cabeça 140 tendo um elemento de aro 142 se estendendo ao longo de uma superfície frontal 144 do mesmo onde o elemento de aro inclui um atilamento 196 adaptado para contatar um atilamento correspondente 198, dentro do tampão 12, como mostrado na figura 2B para aplicar uma força radial ao tampão 12 após a aplicação de uma força dianteira à haste de êmbolo 14. No arranjo da figura 21A-21F, o braço de deflexão 204 inclui um atilamento 213 em uma extremidade dianteira 214 do mesmo adaptada para contatar um atilamento correspondente 198 dentro do tampão 12 para aplicar uma força radial ao tampão 12 após a aplicação de uma força dianteira à haste de êmbolo 14.
O desenho de tampão da presente invenção é destinado a evitar refluxo por criar deslocamento positivo de fluido para dentro do cateter fixado após assentamento do tampão 12 no tambor de seringa 16 e força ser liberada da haste de êmbolo 14. As características do tampão 12 que atuam para criar esse deslocamento positivo são a vedação na porção em forma de nariz 34 do tampão 12, a flexão ou movimento relativo do tampão 12 entre a porção em forma de nariz 34 e a primeira nervura de vedação ou dianteira 46, e um meio pelo qual energia em potencial na forma de fluido pressurizado pode ser capturada e armazenada antes da liberação da força a partir da haste de embolo 14. O movimento relativo da primeira nervura 46 com relação à porção em forma de nariz 34 do tampão 12 é obtido por intermédio da membrana flexível 44 que conecta a primeira nervura externa 46 ao elemento de núcleo flexível 32 e porção em forma de nariz 34. A armazenagem de energia é obtida por intermédio tanto da membrana flexível 44 como da câmara de bolsa de ar ou bolha de ar 53 que é retida sob a aba estendida para frente dobrada 50 logo à frente da primeira nervura 46.
Como ilustrado nas figuras 10-12, deslocamento positivo ou um método de evitar refluxo dentro do tambor de seringa inclui as seguintes etapas. A primeira etapa provê um tampão 12 tendo um corpo principal que define uma extremidade aberta traseira 28 e uma extremidade frontal fechada 30. A extremidade aberta traseira 28 é adaptada para receber um elemento de fixação de extremidade dianteira frontal 31 de uma haste de êmbolo 14 na mesma. Um elemento de núcleo flexível 32 é interconectado ao corpo principal 26 através de uma membrana flexível 44 formada integralmente com o corpo principal 26 adjacente à extremidade frontal fechada 30. O elemento de núcleo flexível 32 inclui uma porção em forma de nariz 34, preferivelmente tendo um perfil, como discutido acima, que é de auto- centragem e adaptado para criar uma vedação positiva com uma superfície interior do luer 20 do tambor de seringa 16. O método inclui ainda a etapa de inserir o elemento de fixação de extremidade dianteira frontal 31 da haste de êmbolo 14 na extremidade aberta traseira 28 do êmbolo 12. A aplicação de uma força à haste de êmbolo 14 para avançar o tampão 12 para dentro do tambor de seringa 16 até a porção em forma de nariz 34 do elemento de nú-cleo flexível 32 contata a superfície interior 36 do luer de tambor de seringa 20 formando uma vedação e impedindo fluxo de fluido para dentro do luer 20. A aplicação de força adicional à haste de êmbolo 14 para comprimir a porção em forma de nariz 34 avança pelo menos uma nervura 46 dentro do tambor de seringa 16 e comprime o ar retido para formar pressão aumentada dentro da bolsa de ar 53. A etapa final do método compreende liberar a força na haste de êmbolo 14 para liberar a vedação entre a porção em forma de nariz 34 e a superfície interior 36 do luer 20 onde a força de fricção mantém a nervura 46 em uma posição avançada dentro do tambor de seringa 16 de tal modo que a pressão aumentada dentro da bolsa de ar 53 faz com que qualquer fluido retido seja empurrado através do luer 20 e qualquer cateter fixado.
As figuras 2A-2B e 3 mostram um desenho de tampão em que o tampão 12 inclui pelo menos uma aba estendida para frente 50 se estendendo a partir de uma extremidade frontal fechada 30 do corpo principal 26 e em que a etapa de aplicar uma força para avançar o tampão 12 para dentro do tambor de seringa faz com que essa aba 50 tenha deflexão para dentro com relação ao corpo principal 26 do tampão 12 para substancialmente contatar, ou estar a uma distância predeterminada com relação a uma porção externa 52 do mesmo, para formar uma bolsa de ar 53 para reter ar no mesmo. A etapa de aplicar força adicional à haste de êmbolo 14 para comprimir a porção em forma de nariz 34 faz com que a membrana flexível 44 estire. A etapa de liberar a força na haste de êmbolo 14, desse modo libera a força na membrana flexível 44, fazendo com que qualquer fluido retido seja empurrado através de uma abertura de saída ou luer 20 e qualquer cateter fixado.
As figuras 4A e 4B mostram um desenho de tampão que não se baseia e uma aba flexível para reter uma bolha de ar para auxiliar na armazenagem de energia a fim de forçar qualquer fluido retido através do luer 20. Em vez disso, esse desenho somente se baseia na flexibilidade da membrana 44A conectando o elemento de núcleo flexível 32 ao corpo princi-pal 26 do tampão 12 para capturar energia de pressão e retornar a mesma após a força ser liberada a partir da haste de êmbolo 14. Características adicionais que podem reter uma bolha de ar incluem outras formas de bolsos moldados ou canais com fendas na face do tampão.
As figuras 5A e 5B ilustram ainda outro desenho do tampão 254, de acordo com a invenção. Esse desenho, discutido em detalhe acima, mostra uma vedação de borda para vedação contra o cilindro. A vedação frontal 256 do tampão 254 é localizada na borda dianteira do braço flexível 258. A pressão de vedação inicial é gerada pela interferência do braço com a parede do cilindro. Quando a pressão no tambor de seringa 16 aumenta, uma força radial para fora é aplicada ao interior 259 do braço flexível 258. Esse empurrão para fora aumentará a força com a qual a vedação pressiona contra a parede do cilindro.
Um método de deslocar positivamente fluido e evitar refluxo dentro de um tambor de seringa utilizando o desenho de tampão da figura 6C também é fornecido pela presente invenção e é ilustrado nas figuras 13-15. Esse método compreende as etapas de fornecer um tampão 12 compreendendo um corpo principal 26 que tem uma extremidade frontal fechada 30. O corpo principal 26 também pode incluir uma extremidade aberta traseira 28 que é adaptada para receber um elemento de fixação de extremidade dianteira frontal 31 de uma haste de êmbolo 14 na mesma. O corpo principal 26 inclui uma primeira porção de corpo 60 tendo um primeiro diâmetro e uma segunda porção de corpo 62 tendo um segundo diâmetro que é maior do que o primeiro diâmetro da primeira porção de corpo 60. Um elemento de núcleo flexível 32 é integralmente formado com o corpo principal 26 adjacente à extremidade frontal fechada 30. O elemento de núcleo flexível 32 inclui uma porção em forma de nariz 34 estendendo a partir da extremidade frontal, um ressalto 64 estendendo em torno da primeira porção de corpo 60 do corpo principal 26, e pelo menos uma aba perimétrica 66 estendendo a partir da segunda porção de corpo 62 em direção à extremidade frontal 30 do corpo principal 26. A aba perimétrica 66 coopera com o ressalto 64 para reter pelo menos uma bolha/bolso de ar 68 no mesmo. A aba perimétrica 66 inclui um ressalto radialmente estendido na primeira nervura 77 ao longo de uma porção de borda de superfície externa 74. O método compreende ainda as etapas de fornecer pelo menos uma segunda nervura 88 estendendo radialmente para fora em torno de um perímetro de uma porção de diâmetro externa ou segunda porção de corpo 62 do corpo principal 26, inserir o elemento de fixação de extremidade dianteira frontal 31 de uma haste de êmbolo 14 na extremidade aberta traseira 28 do tampão 12, aplicar uma força à haste de êmbolo 14 para avançar o tampão 12 para dentro do tambor de seringa 16 até que a porção em forma de nariz 34 do elemento de núcleo flexível 32 contate a superfície traseira ou interior 36 de uma abertura de saída, como um luer 20, formar uma vedação e impedir fluxo de fluido para dentro do luer 20, aplicar força adicional à haste de êmbolo 14 para comprimir a porção em forma de nariz 345, avançar a segunda nervura 34 para dentro do tambor de seringa 16 e comprimir o ar retido para formar pressão aumentada dentro da bolsa de ar 68. Após conclusão da operação de jato, o método inclui a etapa de liberar a força na haste de êmbolo 14 para liberar a vedação entre a porção em forma de nariz 34 e a superfície interior 36 do luer 20 em que a força de fricção mantém a segunda nervura 48 em uma posição avançada dentro do tambor de seringa 12 de tal modo que a pressão aumentada dentro da bolsa de ar 68 faz com que qualquer fluido retido seja empurrado através do luer 20 e qualquer cateter fixado. Quando a vedação é perdida, a pressão e energia armazenada na bolha/bolso de ar 68 é liberada. Essa bo- Iha/bolso de ar 68 expandirá forçando o fluido para fora da frente do tampão 12. Essa liberação de pressão empurra para fora através do luer 20 fazendo com que o fluido seja empurrado para fora através de qualquer cateter fixado.
A porção em forma de nariz 34 do elemento de núcleo flexível 32 tem um perfil a- daptado para criar uma vedação positiva com a superfície interior do luer 20 do tambor de seringa 16. Esse elemento de núcleo 32 é interconectado ao corpo principal 26 através de uma membrana flexível e/ou elástica 44. A etapa de aplicar força adicional à haste de êmbolo 14 para comprimir a porção em forma de nariz 34 faz com que a membrana flexível 44 estire e a etapa de liberar a força na haste de êmbolo 14 libera essa força na membrana flexível 44 para fazer com que qualquer fluido retido seja empurrado através do luer 20 e qualquer cateter fixado evitando refluxo dentro do tambor de seringa 16.
A presente invenção tem inúmeras vantagens em relação a desenhos existentes de haste de êmbolo e tampão. Em um aspecto da invenção, forças de separação reduzidas estão presentes quando o tampão 12 é primeiramente avançado o que aumenta a facilidade de uso do dispositivo e reduz a liberação que ocorre quando o tampão 12 é primeiramente separado. Os presentes desenhos também melhoram ou reduzem as forças de sustentar no tampão 12 devido à interferência reduzida entre o tampão 12 e o tambor de seringa 16 devido à vedação ativa, que permite que a montagem de haste de êmbolo 14 e tampão 12 seja utilizada em uma variedade maior de aplicações de bomba de seringa. Ainda outra vantagem da montagem inventiva é a conexão aperfeiçoada entre a haste de êmbolo 14 e o tampão 12, especialmente quando o tampão 12 é inserido no tambor de seringa 16 antes da haste de êmbolo 14 ser fixada ao tampão 12. Desenhos anteriores, que utilizavam uma conexão rosqueada, tendiam a deformar o tampão ou empurrar o mesmo para fora do centro, aumentando a chance de vazamento. Finalmente, o desenho inventivo obtém um deslocamento positivo do fluido após a haste de êmbolo 14 ser assentada e a força na haste de êmbolo 14 ser liberada.
Embora modalidades específicas da invenção tenham sido descritas em detalhe, será reconhecido por aqueles versados na técnica que várias modificações e alternativas para aqueles detalhes poderiam ser desenvolvidas à luz dos ensinamentos gerais da revelação. Por conseguinte, os arranjos específicos revelados pretendem ser somente ilustrativos e não limitando em relação ao escopo da invenção que deve receber a amplitude total das reivindicações apensas e todos e quaisquer equivalentes das mesmas.

Claims (48)

1. Tampão (12) adaptado para fixação de uma haste de êmbolo (14) para uso em um tambor de seringa (16), o dito tampão (12) compreendendo: (a) um corpo principal (26) que define uma extremidade aberta traseira (28) e uma extremidade frontal fechada (30), a dita extremidade aberta traseira (28) adaptada para re-ceber uma porção de fixação de extremidade dianteira frontal (31) dessa haste de êmbolo (14); e (b) um elemento de núcleo (32) integralmente formado com o dito corpo principal (26) adjacente a dita extremidade frontal fechada, o elemento de núcleo (32) incluindo uma porção em forma de nariz (34), o tampão (12) CARACTERIZADO pelo fato de que uma porção em forma de nariz (34) tendo um perfil adaptado para criar uma vedação positiva com uma abertura de saída desse tambor de seringa (16), em que o dito corpo principal (26) inclui uma superfície interna (132) tendo um afi- lamento (198) compreendendo um contorno curvado da porção de parede lateral (57) do dito corpo principal (26) ao dito elemento de núcleo (32) e em que a dita superfície interna (132) do dito corpo principal (26) é adaptado para contato com um afilamento (196) em uma porção de fixação de extremidade dianteira frontal (31) da haste de êmbolo (14) para aplicar uma força radial no tambor de seringa (16) após a aplicação de uma força dianteira na haste de êmbolo (14).
2. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o elemento de núcleo (32) inclui uma porção frontal (38), uma porção traseira (40), e uma porção central (42) posicionada entre a porção frontal (38) e a porção traseira (40), a dita porção frontal estendendo além da extremidade frontal (30) do dito corpo principal (26).
3. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito elemento de núcleo (32) é interconectado ao dito corpo principal (26) através de uma membrana flexível (44) se estendendo entre o dito elemento de núcleo (32) e o dito corpo principal (26), de modo a mover o elemento de núcleo (32) independentemente do corpo principal (26).
4. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito corpo principal (26) inclui pelo menos uma nervura (46) se estendendo radialmente para fora em torno de um perímetro do dito corpo principal (26).
5. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 4, CARACTERIZADO pelo fato de que pelo menos uma nervura (46) é adaptada para formar uma vedação ativa com o tambor de seringa (16).
6. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 4, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito corpo principal (26) inclui duas nervuras (46, 48) estendendo em torno de um perímetro do corpo principal (26) e axialmente separadas ao longo do corpo principal (26).
7. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito corpo principal (26) inclui pelo menos uma aba estendida para frente (50, 66) es-tendendo-se a partir de uma extremidade frontal do dito corpo principal (26).
8. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 7, CARACTERIZADO pelo fato de que pelo menos uma aba estendida para frente é adaptada para criar uma câmara de pressão positiva (53, 68) na mesma.
9. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 7, CARACTERIZADO pelo fato de que pelo menos uma aba (50, 66) é formada de um material flexível capaz de defletir radialmente para dentro em direção ao dito corpo principal (26) e posicionado em um local com relação ao corpo principal (26) para fechar a dita câmara de pressão positiva.
10. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito corpo principal (26) inclui pelo menos uma aba (258) estendendo em torno do corpo principal (26), pelo menos uma aba (258) adaptada para formar uma vedação de borda (256) com o corpo de seringa.
11. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito corpo principal (26) inclui pelo menos um ressalto radialmente estendido (464) se estendendo a partir de uma extremidade frontal do dito corpo principal (26).
12. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 11, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito ressalto é adaptado para criar uma câmara de pressão positiva (468).
13. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o corpo principal (26) inclui pelo menos uma porção rebaixada (55) estendendo axialmente para dentro da dita extremidade aberta traseira (28), a dita porção rebaixada (55) adaptada para travar essa extremidade dianteira (31) da haste de êmbolo (14) no tampão (12).
14. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito afilamento (198) da superfície interna do corpo principal (26) é um contorno contínuo de uma porção de parede lateral (57) do dito corpo principal (26) até o dito elemento de núcleo (32).
15. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende uma aba perimétrica que se estende em direção à dita extremidade frontal do dito corpo principal (26), a dita aba cooperando com o dito ressalto para estabelecer um espaço entre o corpo principal (26) e a dita aba de modo a criar uma câmara de pressão de fluido positiva.
16. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO pelo fato de que a dita aba (50, 66, 366) é formada de um material flexível capaz de defletir radialmente para dentro em direção e em contato com o dito ressalto (52, 64, 364) para estabelecer o espaço.
17. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO pelo fato de que a dita aba (366) é adaptada para defletir radialmente para dentro e em contato com uma porção inferior (365) do dito ressalto (364).
18. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 16, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito corpo principal (26) inclui uma primeira porção de corpo (60) tendo um primeiro diâmetro e uma segunda porção de corpo (62) tendo um segundo diâmetro maior do que o primeiro diâmetro e em que a dita aba (66) se estende a partir da segunda porção de corpo em torno da primeira porção de corpo (26).
19. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 18, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito ressalto (64) estende radialmente para fora a partir da dita primeira porção de corpo para engate com a dita aba (66).
20. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO pelo fato de que pelo menos uma aba (66) compreende uma porção de borda (74), uma porção de cauda (76) e em que uma superfície externa da porção de borda inclui uma primeira nervura perimétrica estendida para fora (77) adaptada para contato com uma superfície interna (78) do tambor de seringa (16).
21. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 20, CARACTERIZADO pelo fato de que a porção de cauda (74) da dita aba (66) tem uma superfície externa (77’) que é posi-cionada a uma distância predeterminada para longe da dita superfície interna do tambor de seringa (16), para minimizar a área de contato da aba com o tambor de seringa (16), para reduzir força de separação e reduzir fricção estática da aba com relação ao tambor de seringa (16).
22. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO pelo fato de que pelo menos uma aba (66) tem um formato cilíndrico que estende concentricamente em torno de uma primeira porção de corpo (60) do corpo principal (26).
23. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito elemento de núcleo (32) inclui uma porção frontal (38), uma porção traseira (40) e uma porção central (42) posicionada entre a porção frontal e a traseira, a porção frontal estendendo-se além da extremidade frontal (30) do corpo principal (26).
24. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito elemento de núcleo (32) é interconectado ao dito corpo principal (26) através de uma membrana flexível (44) estendendo entre o dito elemento de núcleo (32) e o dito corpo principal (26).
25. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 24, CARACTERIZADO pelo fato de que a dita membrana flexível (44) e o dito espaço entre a aba (66) e o corpo principal (26) são adaptados para armazenar energia em potencial de tal modo que após liberação de uma pressão positiva na haste de êmbolo (14) e liberação de uma vedação entre a dita por- ção em forma de nariz (34) do dito elemento de núcleo (32) e a dita superfície interior dessa saída, a liberação da energia em potencial força o fluido dentro da seringa através da saída.
26. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 20, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito corpo principal (26) inclui pelo menos uma segunda nervura (88) estendendo radialmente para fora em torno de um perímetro da dita segunda porção de corpo (62) do corpo principal (26), a dita segunda nervura adaptada para formar uma vedação ativa com o tambor de seringa (16).
27. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 26, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito espaço entre a dita aba (66) e o dito corpo principal (26) é posicionado em uma posição avançada com relação à segunda nervura (48).
28. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 26, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito corpo principal (26) inclui pelo menos uma terceira nervura (90) e em que a dita segunda e terceira nervura (88, 90) se estendem radialmente para fora em torno de um perímetro da dita segunda porção de corpo (62) do corpo principal (26) e axialmente separada ao longo da dita segunda porção de corpo (62).
29. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito corpo principal (26) inclui pelo menos uma porção rebaixada (55) estendendo- se axialmente para dentro da extremidade aberta traseira (28), a dita porção rebaixada adaptada para travar tal porção frontal (31) da haste de êmbolo (14) dentro do dito tampão (12).
30. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 29, CARACTERIZADO pelo fato de que a dita porção rebaixada (55) compreende um afilamento inverso (56) adaptado para cooperação com a porção frontal da haste de êmbolo (14).
31. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO pelo fato de que a dita aba (66) tem um comprimento predeterminado e uma área de contato prede-terminada para cooperação com o dito ressalto (64) em que o dito comprimento e a dita área de contato são adaptados para formar uma folga predeterminada suficiente para reter ar e permitir comunicação de pressão a partir de uma câmara de ar para uma câmara de fluido.
32. Tampão (12), de acordo com a reivindicação 16, CARACTERIZADO pelo fato de que o tampão (12) é um tampão de deslocamento positivo (12) o corpo principal (26) tem a extremidade frontal fechada (30) e uma primeira porção de corpo (60) tendo um primeiro diâmetro, e o ressalto (64) estende em torno de um perímetro da dita primeira porção de corpo do dito corpo principal (26); em que a dita porção em forma de nariz (34) do elemento de núcleo (32) é adaptada para contatar uma superfície interna de uma abertura de saída desse tambor de seringa (16); e a aba perimétrica (66) coopera com o dito ressalto para reter bolsas de ar no mes- mo após inserção do dito tampão (12) dentro do tambor de seringa (16) de tal modo que após liberação de uma força na haste de êmbolo (14), o fluido que permanece dentro do tambor de seringa (16) é forçado através da abertura de saída através de deslocamento positivo do mesmo.
33. Método de deslocar positivamente fluido e evitar refluxo em um tambor de se-ringa (16) utilizando o tambor da reivindicação 1, o método sendo CARACTERIZADO pelo fato de que compreende as etapas de: (a) fornecer um tampão (12) que compreende um corpo principal (26) tendo uma extremidade frontal fechada (30), uma primeira porção de corpo (60) tendo um primeiro diâ-metro, uma segunda porção de corpo tendo um segundo diâmetro que é maior do que o primeiro diâmetro, e um elemento de núcleo (32) integralmente formado com o dito corpo principal (26) adjacente a dita extremidade frontal fechada, o dito elemento de núcleo (32) incluindo uma porção em forma de nariz (34), um ressalto (64) estendendo em torno de um perímetro da primeira porção de corpo do corpo principal (26), e uma aba (50, 66) estendendo em torno da primeira porção de corpo do corpo principal (26), a dita aba (50, 66) cooperando com o dito ressalto (64) para reter pelo menos uma bolsa de ar (68) no mesmo; (b) avançar o tampão (12) através do tambor de seringa (16) até que a porção em forma de nariz (34) do elemento de núcleo (32) contate uma abertura de saída (20) na ex-tremidade dianteira do tambor de seringa (16), desse modo formando uma vedação com a mesma e retendo fluido dentro do tambor de seringa (16) para evitar fluxo para fora da aber-tura; (C) aplicar forças adicionais ao tampão (12) para comprimir a porção em forma de nariz (34), desse modo comprimindo o ar retido e aumentando a pressão dentro da bolsa de ar (68); e (d) liberar a força no tampão (12) para liberar a vedação entre a porção em forma de nariz (34) e a abertura de saída na extremidade dianteira da seringa enquanto mantém o corpo principal (26) do tampão (12) em uma posição avançada em relação a uma posição de partida dentro do tambor de seringa (16), de tal modo que a pressão aumentada na bolsa de ar (68) faz com que qualquer fluido retido seja expelido através da abertura de saída (20).
34. Método, de acordo com a reivindicação 33, CARACTERIZADO pelo fato de que o corpo principal (26) do dito tampão (12) inclui uma extremidade aberta traseira (28) com uma haste de êmbolo (14) inserida na extremidade aberta traseira (28).
35. Método, de acordo com a reivindicação 33, CARACTERIZADO pelo fato de que a porção em forma de nariz (34) do dito tampão (12) tem um perfil adaptado para criar uma vedação positiva com a superfície interior (36) da abertura de saída (20) do tambor de seringa (16).
36. Método, de acordo com a reivindicação 33, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito elemento de núcleo (32) é interconectado com o dito corpo principal (26) através de uma membrana flexível (44).
37. Método, de acordo com a reivindicação 35, CARACTERIZADO pelo fato de que a etapa de aplicar força adicional ao dito tampão (12) para comprimir a dita porção em forma de nariz (34) faz com que a membrana flexível (44) estire e a dita etapa de liberar a força libera a membrana flexível para fazer com que qualquer fluido retido seja expelido através da abertura de saída.
38. Método, de acordo com a reivindicação 36, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito tampão (12) inclui ainda uma primeira nervura (77) em uma superfície externa da dita aba (66) e pelo menos uma segunda nervura (88) estendendo-se radialmente para fora em torno da segunda porção (62) do corpo principal (26), em que a etapa de aplicar força adicional no dito tampão (12) avança a segunda nervura dentro do tambor de seringa (16) e comprime o ar retido e aumenta a pressão dentro da bolsa de ar (66); e em que a dita segunda nervura é mantida em uma posição avançada em relação à posição de partida dentro do tambor de seringa (16) quando a força no tampão (12) é liberada, desse modo mantendo o corpo principal (26) do tampão (12) fixo dentro do tambor de seringa (16).
39. Método de evitar refluxo dentro de um tambor de seringa (16), o método sendo CARACTERIZADO pelo fato de que compreende as etapas de: (a) fornecer um tampão (12) conforme definido na reivindicação 1, que compreende um corpo principal (26) definindo uma extremidade aberta traseira (28) e uma extremidade frontal fechada (30), a dita extremidade aberta traseira (28) adaptada para receber um ele-mento de fixação frontal (31) de uma haste de êmbolo (14) no mesmo, um elemento de nú-cleo (32) formado integralmente com o dito corpo principal (26) adjacente à extremidade frontal fechada, o dito elemento de núcleo (32) incluindo uma porção em forma de nariz (34), o dito corpo principal (26) adicionalmente compreende pelo menos uma nervura (46) se es-tendendo radialmente para fora em torno de um perímetro do dito corpo principal (26), em que o dito corpo principal (26) inclui uma superfície interna (132) adaptado para contato com um afilamento (196) em uma porção de fixação de extremidade dianteira frontal (31) da haste de êmbolo (14), a dita superfície interna (132) do dito corpo principal (26) e o dito afila- mento cooperando juntos de tal modo que o tampão (12) aplica uma força radial no tambor de seringa (16) após a aplicação de uma força dianteira na haste de êmbolo (14); (b) inserir um elemento de fixação frontal (31) de uma haste de êmbolo (14) na ex-tremidade aberta traseira (28) do dito tampão (12); (c) aplicar uma força a dita haste de êmbolo (14) para avançar o tampão (12) para dentro do tambor de seringa (16) até que a porção em forma de nariz (34) do elemento de núcleo (32) contate uma abertura de saída na extremidade frontal (20) do tambor de seringa (16) formando uma vedação e impedindo fluxo de fluido para fora da abertura de saída; (d) aplicar força adicional a dita haste de êmbolo (14) para comprimir pelo menos uma porção do dito tampão (12), de modo a avançar pelo menos uma nervura (46) do tampão (12) dentro do tambor de seringa (16) e comprimir o fluido retido para formar pressão aumentada; (e) liberar a força na dita haste de êmbolo (14) para liberar a vedação entre a porção em forma de nariz (34) e a abertura de saída (20) do tambor de seringa (16) em que a força de fricção mantém a dita nervura (46) em uma posição avançada em relação a uma posição de partida dentro do tambor de seringa (16) de tal modo que a pressão aumentada faz com que qualquer fluido retido seja empurrado através da abertura de saída (20).
40. Método, de acordo com a reivindicação 39, CARACTERIZADO pelo fato de que a porção em forma de nariz (34) tem um perfil adaptado para criar uma vedação positiva com uma superfície interior (36) da abertura de saída (20) do tambor de seringa (16).
41. Método, de acordo com a reivindicação 39, CARACTERIZADO pelo fato de que o elemento de núcleo (32) é interconectado ao dito corpo principal (26) através de uma membrana flexível (44).
42. Método, de acordo com a reivindicação 39, CARACTERIZADO pelo fato de que pelo menos uma nervura (46) se estende radialmente para fora em torno de um perímetro do dito corpo principal (26).
43. Método, de acordo com a reivindicação 39, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito tampão (12) inclui pelo menos uma aba (50, 66) estendida para frente se estendendo a partir de uma extremidade frontal do dito corpo principal (26) e em que a etapa de aplicar uma força para avançar o tampão (12) para dentro do tambor de seringa (16) faz com que a dita aba tenha deflexão para dentro com relação ao corpo principal (26) do tampão (12) e contate o corpo principal (26) do tampão (12), desse modo retendo fluido dentro de um espaço entre a dita aba e o dito corpo principal (26).
44. Método, de acordo com a reivindicação 43, CARACTERIZADO pelo fato de que o corpo principal (26) inclui ainda um ressalto (64) estendendo em torno de um perímetro do corpo principal (26), de tal modo que a aba (50, 66) estende para dentro e contata o ressalto (64), desse modo estabelecendo o espaço entre a aba (50, 66) e o corpo principal (26).
45. Método, de acordo com a reivindicação 39, CARACTERIZADO pelo fato de que a dita etapa de aplicar força adicional a dita haste de êmbolo (14) para comprimir a dita porção em forma de nariz (34) faz com que a dita membrana (44) estire e a dita etapa de liberar a força na haste de êmbolo (14) libere essa força na membrana flexível para fazer com que qualquer fluido retido seja empurrado através da abertura de saída (20).
46. Montagem de haste de êmbolo (14) e tampão (12) adaptada para uso com um tambor de seringa (16), a montagem sendo CARACTERIZADA pelo fato de compreender: (a) uma haste de êmbolo (14) tendo uma extremidade de fixação frontal (126) e uma extremidade traseira (128) e estendendo ao longo de um eixo longitudinal; (b) pelo menos um braço de deflexão (130) associado a dita extremidade de fixação da dita haste de êmbolo (14), o dito braço de deflexão (130) adaptado para defletir radialmente para dentro após aplicação de força e defletir radialmente para fora após liberação dessa força; e (c) um tampão (12) conforme definido na reivindicação 1, tendo um corpo principal (26) que define uma extremidade aberta traseira (28), uma extremidade fechada frontal (30), e um elemento de núcleo (32) integralmente formado com o corpo principal (26) adjacente a dita extremidade frontal fechada, o dito elemento de núcleo (32) sendo interconectado ao dito corpo principal (26) através de uma membrana flexível (44) se estendendo entre o dito elemento de núcleo (32) e o dito corpo principal (26), de modo a mover o elemento de núcleo (32) independentemente do corpo principal (26), o dito elemento de núcleo (32) incluindo uma porção em forma de nariz (34), a dita porção em forma de nariz (34) tendo um perfil adaptado para criar uma vedação positiva com uma abertura de saída de um tambor de seringa (16), a extremidade aberta traseira (28) definida por uma superfície de parede interna e uma porção rebaixada (134), a dita extremidade aberta adaptada para receber a dita extremidade de fixação frontal da haste de êmbolo (14) de tal modo que o dito braço de deflexão é defletido durante inserção da dita extremidade de fixação frontal e deflete para fora após inserção para se tornar retido entre pelo menos uma porção da superfície de parede interna e porção rebaixada para travar a haste de êmbolo (14) dentro do dito tampão (12).
47. Tampão (12) adaptado para fixação a uma haste de êmbolo (14) para uso em um tambor de seringa (16), o tampão (12) sendo CARACTERIZADO pelo fato de que com-preende: (a) um corpo principal (26) que define uma extremidade aberta traseira (28) e uma extremidade frontal fechada (30), a dita extremidade aberta traseira (28) adaptada para re-ceber uma extremidade dianteira frontal (31) de tal haste de êmbolo (14); (b) pelo menos uma nervura (46) estendendo radialmente para fora em torno de um perímetro do corpo principal (26); e (c) pelo menos uma aba (50, 66) estendida para frente se estendendo a partir de uma extremidade frontal do corpo principal (26), a dita pelo menos uma aba (50, 66) configu-rada para defletir em direção a dita pelo menos uma nervura sobre a inserção do dito tampão (12) dentro do tambor da seringa (16), em que a dita aba (50, 66) coopera com a dita pelo menos uma nervura para formar pelo menos uma bolsa fechada para reter ar e criar uma câmara de pressão de ar positiva.
48. Montagem de haste de êmbolo (14) e tampão (12) adaptado para uso com um tambor de seringa (16), a montagem sendo CARACTERIZADA pelo fato de compreende: (a) uma haste de êmbolo (14) tendo uma extremidade de fixação frontal (126) e uma extremidade traseira (128) e estendendo ao longo de um eixo longitudinal, (b) um tampão (12) conforme definido na reivindicação 1, tendo um corpo principal (26) que define uma extremidade aberta traseira (28), uma extremidade fechada frontal (30), e um elemento de núcleo (32) integralmente formado com o dito corpo principal (26) adja- 5 cente à dita extremidade frontal fechada, a dita extremidade aberta traseira (28) sendo definida por uma superfície de parede interna, a dita extremidade aberta adaptada para receber a dita extremidade de fixação frontal da dita haste de êmbolo (14) e travar a dita haste de êmbolo (14) dentro do dito tampão (12) em que uma folga (94) é fornecida entre uma superfície frontal (95) da extremidade de fixação frontal do êmbolo e uma extremidade traseira 10 (93) do dito elemento de núcleo (32); e (c) uma membrana flexível (44) estendendo-se entre o dito elemento de núcleo (32) e o dito corpo principal (26) para interconectar o dito elemento de núcleo (32) ao dito corpo principal (26), em que durante aplicação de uma força para frente à dita haste de êmbolo (14), a dita membrana flexível é adaptada para fazer com que o dito elemento de núcleo (32) 15 retraia com relação ao dito corpo principal (26) do tampão (12) e armazene energia potencial dentro da folga (94) de tal modo que após liberação da força para frente para o mesmo, a energia potencial é liberada fazendo com que o elemento de núcleo (32) avance com relação ao corpo principal (26) do tampão (12) e evite refluxo de fluxo médio dentro do tambor de seringa (16).
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