BRPI0819336B1 - Meio propulsor e acionamento de corrente - Google Patents
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Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para MEIO PROPULSOR E ACIONAMENTO DE CORRENTE.
A presente invenção refere-se a um meio propulsor para acionamento com compensação poligonal de uma roda de corrente, compreen5 dendo duas rodas de meio tracionador, um meio tracionador que se desloca sobre as referidas rodas com um lado superior e um lado inferior, e um meio tensionador atuante sobre o meio tracionador, bem como um acionamento de corrente abrangendo ao menos uma roda de corrente um meio propulsor, em que a roda de corrente será acionada pelo meio propulsor.
Para explanação das expressões efeito poligonal e compensação poligonal apresentaram inicialmente as seguintes informações.
A Figura 1 apresenta esquematicamente uma corrente de elo G e uma roda de corrente R por ela parcialmente envolta. A corrente articulada G envolve articuladamente elos de correntes K interligadas articuladamente 15 através de um ponto de rotação P. A roda de corrente K representada a guisa de exemplo, apresenta oito dentes Z entre os quais estão previstos vãos de dentes nos quais podem penetrar os pontos de rotação P. O ângulo divisório τ entre os dois dentes, ou seja, entre dois vãos de dentes, no exemplo ilustrado é de 45°.
Além disso, ainda na Figura 1, no lado inferior da roda de corrente, está desenhado um ângulo de entrada φ que, por exemplo, pode ser produzido por uma condução derivada da corrente articulada G. O ângulo de entrada φ será medido entre a direção de saída efetiva da corrente articulada G e da perpendicular S na linha de conexão entre o ponto de separação A 25 da corrente articulada G da roda de corrente R e do eixo de rotação D da roda de corrente R. O ângulo de entrada φ do exemplo mostrado é de aproximadamente 11°.
A Figura 1 apresenta um ângulo momentâneo de envolvimento que corresponde ao ângulo circundante entre dois pontos de separação A da 30 corrente articulada G da roda de corrente R e que no caso ilustrado é igual a 180°. Quando um elo de corrente K se suspender da roda de corrente R e quando o ângulo momentâneo de envolvimento υ se reduz de modo salti2/19 forme porque com ângulo de entrada φ diferente na parte superior e embaixo, por exemplo, no lado superior se suspende um elo de corrente K, mas simultaneamente no lado inferior o próximo elo de corrente K ainda não está posicionado. Portanto, em seguida partiremos de um ângulo envolvente υ 5 médio que é maior e igual ao ângulo de envolvimento mínimo e menor ou igual ao ângulo envolvente máximo.
Além disso, no lado superior da roda de corrente R está desenhado um braço de alavanca efetivo Heff que corresponde a distancia vertical entre a linha atuante W da força, especialmente a força de tração da corren10 te articulada G e do eixo de rotação D da roda de corrente R. Da mesma forma como o ângulo envolvente υ momentâneo também gira o braço de alavanca Heff efetivo durante a movimentação da corrente articulada em virtude da separação elo por elo da corrente articulada, especialmente em virtude do apoio poligonal (apoio em cantos múltiplos) da corrente ao redor da 15 roda da corrente. No lado inferior da roda da corrente R o braço de alavanca efetivo Heff porque em virtude da linha de ação W um pouco defasada da força da corrente articulada G o braço de alavanca efetivo Heff não mais se projeta através do ponto de separação A.
Desta maneira resultam as seguintes desvantagens e aprovei20 tamento técnico de uma roda de corrente deste tipo.
Nas escadas rolantes normalmente seus degraus ou paletas, especialmente nos dois lados, estão acionados por correntes de transporte que são configuradas as chamadas correntes de degraus ou correntes de paletas sendo também nelas presas. Comumente, as correntes transporta25 doras têm três ou quatro divisões, ou seja, também três ou quatro articulações por cada degrau. As rodas de corrente utilizadas possuem aproximadamente de 16 a 25 dentes. Este número relativamente elevado será escolhido para minimizar o chamado efeito poligonal.
O efeito poligonal surge pelo braço de alavanca efetivo Heff (ver 30 Figura 1) oscilante. Rodas de corrente são comumente acionados com velocidade angular constante. Através de braços de alavanca efetivos oscilantes verifica-se uma oscilação da velocidade das correntes dos degraus pela ace
3/19 leração constante e o retardo das massas movimentadas (correntes, eixos, degraus) surgem forças de massa que são induzidas como forças de interferência, ou seja, torques nas correntes de degraus/paletas, ou seja, no próprio acionamento onde resultam em durabilidade parcialmente reduzida, ou seja, representam uma ordem de grandeza que na configuração especialmente dos componentes de acionamento devem ser levados em consideração. Além disso, os componentes móveis em uma escada rolantes juntamente com a estrutura de aço circundante representam um sistema de molejamento-massa com capacidade oscilatória. Especialmente são aqui considerados correntes como molas e degraus, eixos (caso existente) cilindros, as pessoas que estão sendo transportadas (nos degraus, ou seja, nas paletas) e novamente as correntes devem ser encaradas como massas. Este sistema de molejamento-massa de acordo com os parâmetros pode ter pontos operacionais bastante desfavoráveis na dependência do número de dentes das rodas de corrente da velocidade de deslocamento bem como da carga.
Para abrandar o efeito poligonal, segundo o estado da técnica são propostas medidas para compensação poligonal.
Na prática se enfrenta esta situação, por exemplo, pela redução da divisão da corrente e pelo aumento do número dos dentes. Com a divisão decrescente e crescente número de dentes o efeito poligonal fica menor até que finalmente é alcançada uma medida na qual o efeito poligonal na prática é tão reduzido, ou seja, a movimentação das correntes/degraus/paletas é tão uniforme que o efeito poligonal praticamente não mais cria interferência, porém, ainda está presente.
Também foram instaladas conduções na área da roda de corrente que produzem uma penetração tangencial da corrente sobre as rodas de corrente. O objetivo primário desta medida é a redução do ruído da entrada da corrente sobre as rodas de corrente. Também o efeito poligonal no caso será reduzido, porém, não será compensado.
O modo de construção convencional com uma divisão de corrente relativamente reduzida e número de dentes de rodas de corrente relativamente grandes apresenta, todavia, decisivas desvantagens.
4/19
Inicialmente deve se mencionar os elevados custos para as correntes de degraus/paleta. Quanto mais divisões ela apresentar tanto mais articulações, ou seja, cilindro por degrau ou por metro, tanto mais altos serão os custos. Além disso, existirão então por cada degrau/paleta um número maior de pontos que estão sujeitos a desgaste. Através do espaço de tempo de operação da escada rolante a preservação mais extensa possível da medida de fenda máxima admissível entre os degraus/paletas constitui o critério muito importante. Devido ao grande número dos dentes das rodas de correntes estes possuem diâmetros relativamente grandes e requerem muito espaço construído, especialmente para estação de acionamento. Desta maneira, surge nos prédios a perda de espaço dispendioso. Tendo em vista o grande diâmetro, tornam-se necessários momentos de acionamentos elevados o que também resulta em custos correspondentes para os acionamentos.
A partir do estado da técnica passaram a ser conhecidas algumas novas medidas para compensar o efeito poligonal.
A partir do documento WO 03/036129 A1 passaram a ser conhecidos acionamentos que estão em condições de acionar correntes com compensação poligonal. Isto quer dizer que a roda da corrente de acionamento será acionada com velocidade angular alterada de tal maneira que a corrente por ela acionada se desloca com velocidade constante, ou seja, quase constante. Uma parte de acionamentos de corrente com compensação poligonal funciona de acordo com o princípio de alterar periodicamente o comprimento efetivo do lado tensionado.
No documento DE 10 2006 036 353.1 está descrito uma escada rolante que possibilita mediante emprego de um acionamento de compensação poligonal operar uma corrente de degraus/uma corrente de escada rolante com divisão ampliada de corrente e rodas de corrente com número de dentes reduzido. Especialmente a divisão da corrente aqui é de 50%, ou seja, de 100% da divisão dos degraus.
Na prática, todavia, existe, além disso, a exigência de operar de modo reversível transportadores, ou seja, escadas transportadoras/escadas rolantes, isto é, estes precisam poder se deslocar tanto para frente como
5/19 também para trás. Para tanto, torna-se necessário uma acionamento de corrente reversível especialmente um meio de propulsão reversível que, por exemplo, possa acionar uma escada rolante com uma velocidade constante e aproximadamente constante em deslocamento para frente também como para trás. As medidas que passaram a ser conhecidas do estado da técnica para compensação poligonal não podem neste caso ser empregadas porque sempre são conformadas para uma direção de deslocamento apenas.
Para compensar o efeito poligonal em conexão com um acionamento de corrente reversível, todavia, já foram propostas soluções no estado da técnica.
Conforme descrito no documento DE 10 2006 036 353.1 A1 na conformação dos acionamentos de correntes, ou seja, dos transportadores também deve-se levar em conta a dependência do número de dentes da roda de corrente da corrente de transporte em relação ao ângulo envolvente υ. Braços de alavancas eficazes Heff, Heff) e uma roda de corrente precisam ser idênticas no lado superior e no lado inferior do acionamento de corrente em todos os momentos, ou seja, em todas as posições angulares.
Resulta desta situação que o comportamento de compensação do meio propulsor precisa ser simétrico. Isto que dizer quando o raio eficaz da roda de compensação no lado superior for máximo, também o raio eficaz no lado inferior deverá ser máximo e vice e versa. Daí resulta no caso de uma disposição localizada fixa das rodas de compensação que a força de tração da corrente no lado vazio oscila muito acentuadamente. Na invenção de acordo com o documento WO 03/036129 A1 se procura uniformizar uma força de tração por um pré-revezamento molar ou deixar cair este revezamento no mínimo não abaixo de um valor mínimo predeterminado. Portanto, estas molas são necessárias em caráter adicional. Estas molas representam inicialmente custos. Além disso, a mola terá de se apoiar em um ponto fixo. Para produzir este ponto de apoio implica igualmente em trabalho/custos. Além disso, nem em todas as aplicações está disponível o espaço de construção necessário para este procedimento. No caso de uma ruptura da mola surge adicionalmente o problema de que a força de tração no lado vazio cai
6/19 de modo acentuado e inadmissível - a robustez está, portanto, em cheque.
De qualquer maneira a marcha de um acionamento posicionado nesta base é acompanhada de movimentos transversais relativamente intensos do respectivo lado vazio. Estes movimentos, em condições de parâmetros operacionais desfavoráveis, podem passar a constituir vibrações - a tranquilidade da marcha do transportador/escada rolante poderia, portanto, vir a sofrer neste caso. Condicionado por bastante número de flexões da alavanca de giro (de elo para elo da corrente transportadora) os mancais podem apresentar desgaste relativamente rápido bem como podem ser o ponto de partida de ruídos prejudiciais.
Neste sentido consiste a tarefa da presente invenção em propor um meio propulsor que tenha inclinação de acionar de tal maneira uma roda de corrente de acionamento e corrente que se possa produzir uma compensação poligonal tanto em uma primeira direção de rotação como também em uma segunda direção de rotação contrária.
De acordo com a invenção esta tarefa será solucionada por um meio propulsor com o meio tensionador que compreende uma primeira roda de compensação não-circular e pode estabelecer contato com o lado superior, uma segunda roda de compensação não-circular que pode entrar em contato com o lado inferior, um balancim para receber de forma giratória a primeira roda de compensação e a segunda roda de compensação, em que o balancim está montado girável em um mancai fixo.
O meio propulsor de acordo com a invenção assegura a compensação poligonal em ambas as direções de deslocamento e isto de uma maneira especialmente simples e de bastante vantajosa. Serão montadas duas rodas de compensação não-circulars em um balancim conjunto. O balancim está preso com uma mobilidade giratório em um pino fixo. De acordo com a direção da rotação do motor de acionamento, ou seja, de acordo com a direção do torque, o balancim gira para a respectiva posição. Isto acontece de modo totalmente automático devido à componente energética resultante da força de tração do lado tensionado. A distância retangular da penetração da roda de compensação até o ponto central do pino é produzida pelo braço
7/19 de alavanca correspondente. O produto resultante do componente energético e do braço de alavanca resulta em um torque que produz o giro do balancim. Teoricamente o balancim será girado até tal ponto que o braço de alavanca passou a ser zero, ou seja, até que a soma dos momentos de giro para a direita é igual à soma dos momentos de giro para a esquerda. Nesta hipótese, o lado vazio será praticamente protendido pelo lado tensionado. Com o auxílio desta conexão resultam relações proporcionais entre força no lado vazio em relação à força no lado tensionado. Isto que dizer que o lado vazio será protendido na dependência da carga, ou seja, do torque. Isto é ótimo para um desgaste reduzido de meio tracionador e de rodas de meio tracionador. Além disso, esta disposição oferece disponibilidade de compensar o desgaste do meio tracionador e a alteração de comprimento correlata dentro de determinados limites.
Como o giro do balancim se verifica de modo automático, portanto, não será necessário uma unidade de regulagem ou semelhante meio operado de forma hidráulica elétrica ou pneumática ou de alguma outra maneira. Também as molas indicadas do documento WO 03/036129 A1 não são aqui necessárias o que torna mais simples insensível e custo mais vantajoso o acionamento.
Configurações especialmente vantajosas resultam como segue.
O ponto da montagem do pino/balancim será preferencialmente configurado com pouca necessidade de manutenção com mancais deslizantes prensados de metal ou de metal polimérico, (por exemplo, material sintético). Especialmente o mancai deslizante de material polimérico oferece a vantagem adicional de reduzir as vibrações, ou seja, isolar e também diminuir os ruídos. Mais também são imagináveis mancais de rolamento.
Podem existir empregos nos quais a posição da roda de compensação no lado tensionado precisa ser absolutamente definida a fim de que, por exemplo, o efeito de compensação ideal possa ser atingido mais próximo possível. Aqui o desvio máximo do balancim será limitado por um conjunto limitador de ângulo de giro, especialmente ao menos de um batente de ação simples. De preferência utiliza-se um batente de ação dupla. A limi8/19 tação por este batente oferece também a vantagem de que eventuais micromovimentos do balancim ao redor do pino não podem surgir e, portanto, será evitado desgaste e eventualmente corrosão por ajuste (produzida por micromovimentos) do ponto de montagem do pino/balancim.
Outra tarefa da presente invenção reside em propor um acionamento de corrente poligonal compensado que apresenta propriedades em uma direção de rotação como também em uma segunda direção de rotação com efeito compensador poligonal.
Outras características e vantagens da presente invenção ficarão claros com base na descrição seguinte de 3 exemplos de execução preferidos, com referência ao desenho anexo. As Figuras mostram:
Figura 1 representação esquemática da roda de corrente para demonstração do efeito poligonal;
Figura 2 representação esquematizada de um meio propulsor de acordo com a invenção em uma primeira direção de movimentação em um meio tracionador (indicado pelas setas) com uma primeira posição de giro das rodas de compensação (Pu = 0o; β21 = 0o) e uma primeira posição do balancim;
Figura 3 representação esquemático propulsor de acordo com a invenção em uma primeira direção de movimentação do meio tracionador com uma segunda posição de rotação das rodas de compensação (βι2 = 45°; β22 = 45°) e uma primeira posição do balancim;
Figura 4 uma representação esquemática de um meio propulsor de acordo com a invenção em uma segunda direção de movimentação contrária do meio tracionador com uma primeira posição de rotação das rodas de compensação (βΐ! = 0o; β2ι = 0o) considerando-se o ângulo de giro λ das rodas de compensação e uma segunda posição (giro ao redor do ângulo δ diante da posição de acordo com as Figuras 2 e 3 do balancim;
Figura 5 uma representação esquemática de um meio propulsor de acordo com a invenção em uma segunda posição de movimentação contrária do meio tracionador com uma segunda posição de giro com as rodas de compensação (β12 = 45°; β22 = 45°) e uma segunda posição (giro ao redor
9/19 do ângulo δ diante da posição conforme Figura 2 e 3) do balancim;
Figura 6 uma representação esquemática de uma propulsão de corrente especialmente de uma propulsão de corrente de transporte.
Nas mesmas ilustrações serão usados os seguintes sinais de referência:
G Corrente Articulada
R Roda de Corrente
K Elo de Corrente
P Ponto de Giro
S Vertical
A Ponto de Separação
D Eixo de Rotação
Heff Braço de alavanca Efetivo
Heff Braço de Alavanca Efetivo
Primeira Roda do Meio Tracionador
Segunda Roda do Meio Tracionador
Meio Tracionador
Primeira Roda de Compensação
Segunda Roda de Compensação
Balancim
Roda de Corrente
Pino
Lado Superior
Lado Inferior
Primeiro Segmento da Face de Rolamento
Segundo Segmento da Face de Rolamento
Terceiro Segmento da Face de Rolamento
Quarto Segmento da Face de Rolamento
Montagem (Eixo de Rotação)
Primeiro Braço de Alavanca
Segundo Braço de Alavanca
Segmento Oscilante
10/19
Perfuração
Furo Oblongo
Batente
Perfuração
Eixo Geométrico Centro Pinhão Motor (Primeira roda do meio tracionador 1) - Roda de Corrente de Cilindros Central no Eixo da Roda da
Corrente de Transporte (Segunda Roda do Meio Tracionador 2)
Eixo Central Geométrico φ Ângulo de Entrada υ Ângulo Envolvente τ Ângulo Divisória r1n Raio Eficaz (Distância) da Primeira Roda de Compensação Entre o eixo de Rotação e Face de Rolamento r2n Raio Eficaz (Distância) da Segunda Roda de Compensação Entre o eixo de Rotação e Face de Rolamento ocn Relações Angulares do Balancim βιη Ângulo de Rotação da Primeira Roda de Compensação β2η Ângulo de Rotação da Segunda Roda de Compensação λ Ângulo de Giro das Rodas de Compensação Para Adequação a
Direção de Giro δ Ângulo de Giro do Balancim
Um meio propulsor de acordo com a invenção abrange essencialmente uma primeira roda de meio tracionador 1, uma segunda roda de meio tracionador 2 um meio tracionador 3, uma primeira roda de compensação 4, uma segunda roda de compensação 5 e um balancim 6.
Um acionamento de corrente de acordo com a invenção abrange ao menos um meio propulsor de acordo com a invenção e ao menos uma roda de corrente 7 que é acionado pelo meio propulsor. Especialmente um acionamento de corrente de acordo com a invenção abrange uma corrente de transporte, de preferência uma corrente de degraus ou de paletas na qual está previsto um número de degraus de escada rolante ou de paletas bem como outra roda de corrente (não-mostrada) e novamente não acionada, em
11/19 que a corrente transportadora se desloca na roda de corrente 7 e na roda de corrente opcional.
O meio tracionador 3, por exemplo, uma corrente, preferencialmente uma corrente de cilindros, é aplicada a semelhança a uma corrente sem fim ao redor da primeira roda do meio tracionador 1 e na segunda roda do meio tracionador 2. Resulta assim, um primeiro segmento do meio tracionador 3 que não descansa nas rodas do meio tracionador 1, 2, o qual, na sua posição normal, é designado como lado superior 31 e um segundo segmento do meio tracionador 3, que não descansa nas rodas do meio tracionador 1, 2 e que também de acordo com a sua posição comum será designado como lado inferior 32. De preferência a primeira roda do meio tracionador 1 será posta a girar por um motor (não-mostrado). De acordo com a multiplicação resultante, a segunda roda do meio tracionador 2 será posta a girar pelo meio tracionador 3 revolvente e propulsiona novamente a roda de corrente 7. A roda de corrente 7 pode, por exemplo, ser parte de um acionamento de corrente, especialmente pode acionar uma corrente transportadora na qual estão novamente montados degraus iguais de escada ou de paletas. Como escadas rolantes são consideradas especialmente escada rolante com degraus de escada como, por exemplo, são usados em shoppings centers e também escada rolantes com paletas como são empregadas, por exemplo, em aeroportos.
As rodas de compensação 4, 5 apresentam um formato nãocirculares de formato circular e são configurados com um mancai 45 para ligação giratória com o balancim 6. A montagem 45 forma o eixo de rotação das rodas de compensação 4, 5. Poderá ser previsto preferencialmente que as rodas de compensação apresentem uma face de rolamento com quatro segmentos com faces de rolamentos 41, 42, 43, 44, em que os segmentos da face de rolamento 41, 42, 43, 44 de preferência são de conformação convexa. Um segmento com face de rolamento correspondentemente está conformado como tal essencialmente em formato circular, mais não apresenta um ponto de círculo central comum com os demais segmentos de face de rolamento. Deve-se observar que a configuração não-circular das rodas
12/19 compensatórias 4, 5 nos desenhos - para fins de ilustração - são representados em forma excessivamente acentuada. Na realidade, a configuração não-circular das rodas de compensação é muito menos intensa do que é sugerido pelas ilustrações. Do ponto de vista funcional uma roda de compensação 4, 5 está configurada para oferecer uma face de rolamento para o meio tracionador 3. O raio eficaz r entre o eixo de rotação 45 da respectiva roda de compensação 4, 5 e o meio tracionador 3 encostado é uma função da posição de ângulo β da roda compensatória 4, 5. Para fins ilustrativos são desenhados nas Figuras de 2 a 5 dois raios eficazes rn e r32 da primeira roda de compensação 4 e dois raios eficazes γ2Ί e r22 da segunda roda de compensação 5. Além disso, são representadas posições angulares exemplificadas Pu e β12 da primeira roda de compensação 4 e posições angulares exemplificadas β21 e β22 da segunda roda compensatória 5. Resulta paras as Figuras 2 3 e as seguintes execuções exemplificadas:
| Primeira Roda de Compensação | Primeira Roda de Compensação | Segunda Roda de Compensação | Segunda Roda de Compensação |
| βιι = 0o | Γ-n com Tu > η2 | β2ι = 0o | r2i com r21 < r22 |
| βι2 = 45° | r12 com r12 < r13 | β2ι = 45° | r22 com r22 < r23 |
| βΐη = 360° | rm com rm > r1n+i | β2η = 360° | r2n com r2n < r2n+i |
A partir da tabela e também das ilustrações pode se verificar que essencialmente importa prever uma roda de compensação 4, 5 que na dependência da posição angular β apresenta sua face de rolamento com raios variáveis (distâncias) r para com o ponto central de giro. Neste sentido serve de exemplo a forma aqui esboçada meramente. Também são imagináveis outras formas compensatórias, por exemplo, também formas envolventes. Deve-se observar que as rodas de compensação especialmente as suas faces de rolamento, são aqui descritas de forma muito esquemática. De preferência trata-se na roda de compensação de rodas que devem prover um fecho de forma com o meio tracionador. Preferencialmente são consideradas rodas dentadas de maneira que a face de rolamento essencialmente coincide com o diâmetro do circulo divisor da roda dentada. De modo correspon13/19 dente uma roda compensatória 4, 5, configurada como roda dentada, apresenta diâmetros de círculos divisores variáveis.
O balancim 6 apresenta essencialmente o formato em Y. Neste sentido o balancim apresenta um primeiro braço de alavanca 61, um segundo braço de alavanca 62 e outro segmento oscilatório 63. O primeiro braço de alavanca 61 e o segundo braço de alavanca 62 estão alinhados em um ângulo obtuso ai. Entre o primeiro braço de alavanca 61 e o segmento oscilatório 63, ou seja, o segundo braço de alavanca 62 e o segmento oscilatório 63, está previsto um ângulo obtuso cc2 seja a3. Entre os braços de alavanca 61 e 62 e de preferência no ponto de intersecção dos eixos longitudinais dos braços de alavanca 61, 62 está prevista uma perfuração 67 para o encaixe giratório do balancim 6 em um pino 8 fixo. O pino 8 e a perfuração 67 constituem correspondentemente um mancai que possibilita girar o balancim ao redor do eixo de giro que se estende na direção longitudinal do pino 8. Além disso, o pino 8 preferencialmente será posicionado em um eixo geométrico Pinhão de Motor Central (primeira roda do meio tracionador 1) - Roda de Corrente de Cilindros Centro no Eixo da Roda da Corrente Transportadora (Segunda roda do meio tracionador 2). O eixo geométrico acima mencionado está marcado com o número de referência 68 nas Figuras. Além disso, o primeiro de alavanca 61 e o segundo braço de alavanca 62 são equipados nas suas livres extremidades sempre com um meio de fixação, por exemplo, um pino para o encaixe giratório sempre de uma roda de compensação 4, 5. A perfuração 45 das rodas compensatórias 4, 5 corresponde à parte do meio de montagem. O segmento do balancim 63 possui uma perfuração 64. Pela perfuração 64 adicional o balancim 6 basicamente está configurado para ser encaixado para uma posição alternativa no pino 8. Neste sentido a perfuração 64 e o pino 8 formam uma montagem alternativa. Basicamente, são possíveis outras perfurações no balancim 6 e neste sentido também outras posições alternativas do balancim 6. Com estas medidas serão criados diferentes pontos de apoio e especialmente resultam em relações geométricas variáveis entre o eixo de giro os pontos de encaixe (eixo de rotação 45) das rodas compensatórias 4, 5 e as rodas dos meios tracionadores 1, 2. Especi
14/19 almente pelo posicionamento do mancai em relação aos eixos de rotação 45 das rodas compensatórias 4, 5, o ângulo de giro desejado λ das rodas compensatórias 4, 5 poderá ser ajustado. Poderá ser assegurado que as rodas compensatórias 4, 5 no giro do balancim 6 ao redor do ângulo de giro δ sejam girados ao redor do ângulo de giro λ. A determinação da posição λ da montagem do balancim verifica-se essencialmente de forma interativa. Como indicação prévia o ângulo de giro desejado λ das rodas compensatórias 4, 5 é conhecido. Este ângulo de giro λ desejado pode ser ajustado de diferentes formas. Na configuração acima indicado do balancim e um ângulo de giro δ igualmente predeterminado do balancim 6, o ângulo de giro λ pode, por exemplo, ser ajustado por uma alteração de posição da montagem do balancim 6. Naturalmente também poderão ser feitas outras alterações de parâmetros para justar o ângulo de giro λ desejado, como, por exemplo, a forma e/ou as dimensões do balancim 6 e/ou o ângulo de giro δ e/ou ângulo αΊ, a2, ou seja, a3 e/ou distância entre os pinos 8 e o respectivo centro das rodas de compensação 4, 5 etc. Ficou, todavia, evidenciado que o posicionamento da montagem do balancim 6 apresenta a possibilidade mais simples para realizar um ajuste do ângulo de giro A desejado. Prover o balancim com o número de perfurações 64, 67 oferece uma possibilidade especialmente simples de alterar a posição da montagem pelo remanejamento entre a perfuração 67 e a perfuração 64. Um ajuste sensível poderá ser realizado depois por um posicionamento do pino 8.
Deve-se observar que as perfurações 64, 67, ou seja, os pontos centrais das perfurações estão previstos em um eixo central 69. O eixo central 69 representa neste sentido uma linha na qual de preferência podem estar dispostas outras perfurações para receber o balancim 6 no pino 8. Além disso, deve-se notar que, por exemplo, também é possível uma conformação em T, em V ou também em reta do balancim. Essencialmente é importante que com o giro do balancim 6 possa ser alcançado o ângulo de giro λ desejado das rodas compensatórias.
Além disso, o balancim 6 está equipado com um conjunto limitador de ângulo de giro. O conjunto limitador de ângulo de giro abrange es15/19 sencialmente e preferencialmente um furo oblongo 65 no balancim 6 e um batente 66 fixa.
A função do meio propulsor de acordo com a invenção, ou seja, do acionamento de corrente de acordo com a invenção se desenrola da seguinte maneira.
Em uma primeira direção de giro das rodas do meio tracionador 1, 2 e da direção da movimentação daí resultante do meio tracionador 3, giram as rodas do meio tracionador e as rodas de compensação, ou seja, move-se o meio tracionador conforme indicados com as setas nas Figuras 2 e 3. Este caso na direção da movimentação, o lado superior 31 do meio tracionador 3 é o lado tracionador relativo ao lado de carga e o lado inferior 32 do meio tracionador 3 será o lado tracionado equivalente a seção vazia.
As rodas compensatórias 4, 5 agem diretamente ao respectivo segmento adjacente do meio tracionador 3. No caso, da primeira roda compensatória 4 esta é o lado superior 31 e no caso da segunda roda compensatória 5, será o lado inferior 32. A atuação verifica-se na forma de um deslocamento do respectivo segmento do meio tracionador na dependência da regulagem do ângulo de giro β da roda compensatória 4, 5.
Para fins ilustrativos são representados sempre duas regulagens de ângulo de giro β das rodas compensatórias 4, 5 nas figuras 2 e 3. Em uma análise global das Figuras 2 e 3 pode-se reconhecer que a primeira roda compensatória 4 com uma rotação de β = 0o se deslocou em 45° o segmento do lado superior 31 apoiado no segmento da face de rolamento pela diferença entre os raios rn e η2 (Figura 2 até Figura 3). A diferença entre o eixo de rotação 45 da segunda roda compensatória 5 e o lado inferior 32 depositado na face de rolamento também foi modificada de r2i para r22 (Figura 2 até Figura 3).
O deslocamento cambiante do lado superior 31 e do lado inferior 32 na forma imaginária produz um revezamento do lado superior 31 com uma distensão do lado inferior 32 e uma distensão do lado superior 32 com um revezamento do lado inferior 31 de forma alternada. Neste sentido, o balancim 6 e as rodas compensatórias 4, 5 formam um meio de revezamento
16/19 para o meio tracionador 3. Devido ao formato das faces de rolamento das rodas compensatórias 4, 5 resultam naturalmente em distâncias intermediárias Γ(β) que dependem da geometria da respectiva roda compensatória 4, 5. Basicamente, todavia, verifica-se um revezamento e distensão cambiante do lado superior 31 e do lado inferior 32 tão logo o meio propulsor tenha sido ativado.
Pelo emprego de três rodas compensatórias 4, 5 resulta o seguinte efeito. Desde que se parte do pressuposto de que a primeira roda do meio tracionador 1 é acionada com uma velocidade angular constante (velocidade de rotação), a segunda roda do meio tracionador 2 girará com uma velocidade angular não-constante. Este efeito deve ser atribuído ao fato de que o lado superior 31 é prolongado pelo revezamento e o lado superior 32 é encurtado pela distensão, ou seja, o lado superior 31 será encurtado pela distensão e lado inferior 32 será prolongado pela distensão. A velocidade angular da segunda roda do meio tracionador 2, registrada no tempo, corresponde na maior extensão possível a uma função de cosseno com um ângulo crescente entre uma velocidade angular máxima e mínima. Com uma segunda roda de meio tracionador 2 acionado desta maneira novamente a roda de corrente 7 de um acionamento de corrente, especialmente uma escada rolante, poderá ser acionada de tal maneira que a escada rolante especialmente os seus degraus ou paletas se movimenta com uma velocidade constante ou quase constante. Quando o braço de alavanca efetiva mais curta Heff determinar a velocidade da corrente de cilindro acionada, a velocidade de rotação da segunda roda do meio tracionador 2 será majorada e quando o braço de alavanca Ηθ« efetivo mais longo determinar a velocidade da corrente de cilindros acionada, a velocidade de rotação da segunda roda do meio tracionador 2 será reduzida. Com esta medida será oposto uma reação ao efeito poligonal inicialmente descrito e a corrente de cilindro se movimentará com o resultado de apresentar uma velocidade de aproximadamente constante.
Para compensar o efeito poligonal basicamente será necessário um ajuste do meio propulsor para a roda de corrente, ou seja, o acionamento
17/19 de corrente, de tal sorte que a alteração da velocidade de rotação da segunda roda do meio tracionador 2 é ajustada para alteração do braço de alavanca da roda de corrente 7. O especialista conhece as medidas para tanto necessárias. O ajuste verifica-se, todavia, basicamente para uma direção de rotação da roda de corrente 7, ou seja, do componente previamente intercalado do meio propulsor. Caso seja invertida a direção da rotação, uma compensação poligonal nos acionamentos de corrente que passaram a ser conhecidos no estado da técnica não existe mais. Pode ao contrário aparecer o caso de que o efeito poligonal é ainda reforçado e a corrente de cilindros se movimente com oscilações notáveis na velocidade.
No acionamento de corrente de acordo com a invenção, especialmente o meio de acionamento, quando o raio eficaz r1n da roda compensatória 4 no lado superior 31 for máximo, o raio eficaz r2n no lado inferior será mínimo - e vice e versa. Não obstante este estado de coisas, o comportamento compensatório simétrico estará presente. Ou seja, na reversão da direção de rotação de acionamento, ou seja, na troca do torque, se produzirá uma mudança do lado tensionado e do lado vazio e mesmo assim o efeito compensatório operará novamente de forma corrente.
Isto é logrado por um giro da roda de compensação 4, 5 ao redor de um determinado ângulo, especialmente pelo giro ao redor de um ângulo de giro À. Na reversão da direção de giro, o balancim 6 será girado ao redor um ângulo de giro δ. Em consequência do fecho devido à forma entre as rodas de compensação 4, 5 e o meio tracionador 3 (preferencialmente corrente de cilindros) estes giram de modo definido ao redor de um determinado ângulo λ. Este giro das rodas de compensação 4, 5 é bastante vantajoso porque desta forma se modificam os raios eficazes ηη e r2n, surgindo um efeito compensatório como é necessário para nova direção de giro. Além disso, resulta vantagem de que a tensão do lado vazio se equilibra quase de uma maneira ideal. Pela fixação das rodas compensatórias 4, 5 em um balancim 6 comum que por sua vez está montado em um pino 8, resulta um meio propulsor, ou seja, acionamento de corrente extremamente simples, de alinhamento automático, robusto e de custo vantajoso e que, além disso,
18/19 oferece a vantagem de que o meio tracionador 3, especialmente a corrente está protendida em todos os momentos, ou seja, em todas as posições angulares da roda do meio tracionador 1, 2, uniformemente, ou seja, quase uniformemente. Para efeito de fixação, no meio propulsor será necessário apenas um ponto no qual será preso um pino 8 para a montagem do balancim 6, além disso, este meio propulsor apenas requer pouco espaço construído - extremamente compacto.
O ângulo de giro λ das rodas compensatórias 4, 5 e a montagem do balancim 6 podem ser determinados através dos seguintes cálculos.
O necessário ângulo de giro λ da roda de compensação 4, 5 será calculado como segue: determina-se o meio ângulo divisório da corrente transportadora 7, fazendo a multiplicação deste ângulo com o número dos dentes da roda do meio tracionador 2 na árvore da roda da corrente transportadora 7, dividido pelos números de dentes da roda de compensação 4, 5. Este valor é o ângulo λ ao redor do qual - por ocasião de uma troca da direção de giro, ou seja, do torque - terão que ser giradas as rodas compensatórias 4, 5. Cada das rodas de compensação 4, 5 - considerada isoladamente - será praticamente girada e valor À.
O presente exemplo, o ângulo de giro λ é de aproximadamente 45°, o que corresponde novamente entre o ângulo Pu e βι2, ou seja, β2ι e β22 que resulta por sua vez novamente no ângulo entre os vizinhos r^ e r12, ou seja, r21 e r22, ou seja, o ângulo entre o raio máximo e o raio mínimo da roda de compensação não-circular.
Para alcançar precisamente este ângulo de giro λ, dentro do balancim 6, a posição do pino 8, ao redor do qual o balancim 6 será girado, será posicionado de tal maneira no eixo central 69 indicado do balancim 6 que por ocasião da troca da direção de giro resulta para as rodas de compensação 4, 5 um ângulo de giro λ correspondente. O lado no eixo onde está situado de forma ótima o ponto será determinado pelo especialista ou por meio de desenho ou cálculo.
Para finalidades de ilustração, está esboçado nas Figuras 4 e 5 um meio propulsor para um acionamento de corrente com uma direção de
19/19 giro inversa em relação às Figuras 2 e 3. Em relação ao estado de acordo com as Figuras 2 e 3, o balancim 6 foi girado em um ângulo de giro δ. Daí resulta o necessário ângulo de giro λ das rodas de compensação 4, 5 para a preservação da compensação poligonal na direção de giro inversa. A primeira roda de compensação 4 age agora no lado vazio do meio propulsor que agora é formada pelo lado superior 31. A segunda roda de compensação 5 age agora sobre o lado tensionado que é agora formado pelo lado inferior 32. Afora isto poderão ser indicadas explicitações feitas em relação às Figuras 2 e 3. O revezamento e a distensão contrários do lado superior 31 e do lado inferior 32 verifica-se principalmente também na forma acima esboçada.
Para garantir a função do balancim 6 na troca de direção de giro, ou seja, para obter o revezamento na corrente propulsora, em caso de necessidade podem ser feitas complementações com elementos tensores conhecidos de acordo com o estado da técnica.
A presente invenção pode ser especialmente empregada como uma propulsão de corrente, abrangendo uma roda de corrente propulsionada um meio propulsor para o acionamento da roda de corrente com compensação poligonal, em que os meios propulsores abrangem duas rodas de meio propulsor 1, 2 e um meio tensor móvel que se desloca sobre este meio tracionador 3, que se destaca especialmente pelo fato de que os meios tensores, de acordo com a direção de giro dos meios tracionadores, ou alteram o comprimento efetivo do lado tensionado pela ação sobre o lado vazio dos meios tracionadores, ou podem modificar o comprimento efetivo do lado vazio por ação sobre o lado vazio dos meios tracionadores.
Além disso, a invenção destaca-se especialmente pelo fato de que os meios tensores abrangem um balancim 6 girável e também pelo fato de que os meios tensores abrangem duas rodas de compensação 4, 5 nãocirculars e estão montadas no balancim 6, além disso, especialmente pelo fato de que um primeiro das rodas de compensação 4 poderá passar a atuar com o lado tensionado dos meios tracionadores, ao passo que a segunda roda compensatória 5 pode entrar em contato com o lado vazio dos meios tracionadores.
Claims (15)
- REIVINDICAÇÕES1. Meio propulsor para acionamento com compensação poligonal de uma roda de corrente, compreendendo:- duas rodas de meio tracionador (1,2),- um meio tracionador (3) que se desloca sobre as referidas rodas com um lado superior (31) e um lado inferior (32), e- um meio tensionador atuante sobre o meio tracionador (3), sendo que, o meio tensionador compreende,- uma primeira roda de compensação (4) não-circular e que pode estabelecer contato com o lado superior (31),- uma segunda roda de compensação (5) não-circular que pode entrar em contato com o lado inferior (32), caracterizado pelo fato de que o meio tensionador compreende ainda:- um único balancim (6) para receber de forma giratória a primeira roda de compensação (4) e a segunda roda de compensação (5), sendo que- o balancim (6) está montado girável em um mancai fixo.
- 2. Meio propulsor de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que as rodas de compensação (4, 5) apresentam um eixo de giro (45) e uma face de rolamento (41, 42, 43, 44) para o meio tracionador (3), em que ao menos um primeiro raio (ru, r2i) está previsto entre o eixo de rotação e a face de rolamento e um segundo raio (r2i, r22) está previsto entre o eixo de rotação (45) e a face de rolamento (41, 42, 43, 44), sendo que o primeiro raio é diferente do segundo raio.
- 3. Meio propulsor de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que as rodas de compensação (4, 5) apresentam ao menos um, de preferência quatro segmentos de face de rolamento (41, 42, 43, 44), sendo que pelo menos um primeiro raio (ru, r2i) está previsto entre o eixo de rotação e o segmento da face de rolamento e um segundo raio (r2i, r22) está previsto entre o eixo de rotação (45) e o segmento da face de rolamento (41, 42, 43, 44), sendo que o primeiro raio é diferente do segundoPetição 870180144111, de 24/10/2018, pág. 7/122/3 raio.
- 4. Meio propulsor de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de que os segmentos da face de rolamento (41,42, 43, 44) são configurados de forma convexa.
- 5. Meio propulsor de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de que nas rodas de compensação (4, 5) se trata de rodas dentadas, sendo que a face de rolamento ou o segmento da face de rolamento para o meio tracionador corresponde ao círculo primitivo da roda dentada.
- 6. Meio propulsor de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, caracterizado pelo fato de que a primeira roda de compensação (4) e a segunda roda de compensação (5) são de configuração idêntica.
- 7. Meio propulsor de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 6, caracterizado pelo fato de que o balancim (6) apresenta um primeiro braço de alavanca (61) e um segundo braço de alavanca (62), sendo que a primeira roda de compensação (4) está prevista girável na parte terminal do primeiro braço de alavanca (61) e a segunda roda de compensação (5) está prevista girável na parte terminal do segundo braço de alavanca (62), sendo que entre os braços de alavanca (61, 62) estão previstos um mancai para a fixação girável do balancim (6).
- 8. Meio propulsor de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 7, caracterizado pelo fato de que o mancai é formado a partir de um pino (8) e uma perfuração (67) no balancim (6).
- 9. Meio propulsor de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, caracterizado pelo fato de que o pino (8) está previsto em um eixo geométrico (68) formado entre os eixos de rotação da primeira roda do meio tracionador (1) e da segunda roda do meio tracionador (2).
- 10. Meio propulsor de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 9, caracterizado pelo fato de que o balancim está configurado com ao menos outra perfuração (64), a qual, juntamente com o pino (8), pode conformar uma posição alternativa do mancai.
- 11. Meio propulsor de acordo com qualquer uma das reivindicaPetição 870180144111, de 24/10/2018, pág. 8/123/3 ções 1 a 10, caracterizado pelo fato de que podem estar previstas outras possíveis perfurações para o encaixe giratório do balancim no pino em um eixo central, que se projeta através dos pontos centrais da perfuração (67) e da perfuração (64).
- 12. Meio propulsor de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 11, caracterizado pelo fato de que o balancim (6) pode ser girado ao redor de um ângulo de giro (δ) ao redor do mancai, sendo que o mancai, o balancim (6) as rodas compensatórias (4, 5) e o meio tracionador (3) estão preparados no sentido de que no giro do balancim (6) ao redor do eixo de giro (δ) resulta um giro das rodas de compensação (4, 5) ao redor de um ângulo de giro (λ).
- 13. Acionamento de corrente compreendendo ao menos- uma roda de corrente (7)- um meio propulsor, sendo que a roda de corrente (7) será acionada pelo meio propulsor, caracterizado pelo fato de que, no meio propulsor se trata de um meio propulsor como definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 12.
- 14. Acionamento de corrente de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que o acionamento de corrente apresenta outra roda de corrente, sendo que uma corrente transportadora é aplicada ao redor da roda de corrente (7) e da outra roda de corrente, sendo que a corrente de transporte está prevista com um número de segmentos adicionais, especialmente os degraus de deslocamento ou as paletas.
- 15. Acionamento de corrente de acordo com a reivindicação 13 ou 14, caracterizado pelo fato de que o ângulo de giro (λ) da roda de compensação (4, 5) corresponde à metade do ângulo divisório da roda da corrente transportadora (7), multiplicado pelo número de dentes da roda do meio tracionador (2) acoplado com a roda da corrente transportadora (7), dividido pelo número de dentes da roda de compensação (4,5).
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