BRPI0900627B1 - veículo de trabalho, e, método para ajustar automaticamente uma velocidade de um motor de um veículo de trabalho - Google Patents

veículo de trabalho, e, método para ajustar automaticamente uma velocidade de um motor de um veículo de trabalho Download PDF

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Teryl Marvin Oftedal
Kevin W. Campbell
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Abstract

VEÍCULO DE TRABALHO, E, MÉTODO PARA AJUSTAR AUTOMATICAMENTE UMA VELOCIDADE DE UM MOTOR DE UM VEÍCULO DE TRABALHO. Um veículo é exposto tendo um sistema de ajuste de inativação automático. O veículo também pode incluir um sistema automático de paralisação. Um método para utilizar o sistema de ajuste de inativação automático e o sistema de paralisação também é exposto.

Description

Campo da Invenção
[0001] A presente exposição relaciona-se a um veículo tendo um sistema de controle. Mais particularmente, a presente exposição relaciona-se a um veículo tendo um sistema de ajuste de inativação automático, e a um método para utilizar o mesmo.
Descrição da Técnica Relacionada
[0002] Um veículo de trabalho, tal como carregadeira, uma moto- niveladora, uma escavadeira, ou um nivelador motorizado, pode ser operado para empurrar, cortar, levar e/ou espalhar terra e outro material. Quando o veículo de trabalho não está em uso, o motor pode ser deixado funcionando em um estado de inativação. Até mesmo neste estado de inativação, o veículo consome combustível e o motor está sujeito a desgaste.
Sumário
[0003] De acordo com uma concretização da presente exposição, um veículo de trabalho é provido tendo um chassi, um mecanismo de contato com solo, um motor, uma ferramenta de trabalho e um sistema de controle. O mecanismo de contato com solo é configurado para suportar e impulsionar o chassi. O motor está acoplado ao mecanismo de contato com solo para acionar o mecanismo de contato com solo. A ferramenta de trabalho é suportada pelo chassi para mover material. O sistema de controle tem uma função de inativação configurada para operar o motor em um primeiro estado de inativação por um primeiro período de tempo, e operar o motor em um segundo estado de inativação depois que o primeiro período de tempo expira. O motor opera a uma velocidade mais baixa no segundo estado de inativação do que no primeiro estado de inativação.
[0004] De acordo com outra concretização da presente exposição, um veículo de trabalho é provido tendo um chassi, um mecanismo de contato com solo, um motor, uma ferramenta de trabalho, um temporizador de inatividade e um temporizador de paralisação. O mecanismo de contato com solo é configurado para suportar e impulsionar o chassi. O motor está acoplado ao mecanismo de contato com solo para acionar o mecanismo de contato com solo. A ferramenta de trabalho é suportada pelo chassi para mover material. O motor opera em um primeiro estado de inativação, e o temporizador de inatividade controla a duração do primeiro estado de inativação. Quando o temporizador de inatividade expira, o motor opera em um segundo estado de inativação a uma velocidade mais baixa do que no primeiro estado de inativação. O temporizador de paralisação controla a duração do segundo estado de inativação, e o motor pára quando o temporizador de paralisação expira.
[0005] De acordo com ainda outra concretização da presente exposição, um método é provido para ajustar automaticamente uma velocidade de um motor de um veículo de trabalho. O método inclui as etapas de prover um veículo de trabalho tendo o motor e um temporizador de inatividade, iniciar automaticamente o temporizador de inatividade quando o motor começa a operar em um primeiro estado de inativação, e reduzir a velocidade automaticamente do motor para operar em um segundo estado de inativação quando o temporizador de inatividade expira.
Breve Descrição dos Desenhos
[0006] As características supracitadas e outras da presente exposição se tornarão mais aparentes e a própria presente exposição será entendida melhor por referência à descrição seguinte de concretizações da presente exposição tomada junto com os desenhos acompanhantes, em que: a Figura 1 é uma vista lateral de um veículo de trabalho da presente exposição; a Figura 2 é uma representação esquemática de um veículo tendo um sistema de controle da presente exposição; a Figura 3 é um gráfico de velocidade de motor contra tempo mostrando a velocidade de motor sob controle de um sistema de ajuste e paralisação inativo automático da presente exposição; a Figura 4 é um fluxograma descrevendo um sistema de ajuste de inativação automático da presente exposição; a Figura 5 é um fluxograma semelhante à Figura 3 descrevendo um sistema de ajuste de inativação automático e um sistema de paralisação automático da presente exposição; e, A Figura 6 é um fluxograma semelhante à Figura 4 descrevendo um sistema de ajuste de paralisação automático alternativo da presente exposição.
[0007] Caracteres de referência correspondentes indicam partes correspondentes ao longo das várias vistas. As exemplificações mostradas aqui ilustram concretizações exemplares da invenção e tais exemplificações não são para serem interpretadas como limitando a extensão da invenção de qualquer maneira.
Descrição Detalhada
[0008] Referindo-se à Figura 1, um veículo de trabalho na forma de carregadeira 10 é provido. Embora o veículo de trabalho seja ilustrado e descrito aqui como carregadeira 10, o veículo de trabalho pode incluir qualquer outro tipo de veículo de trabalho incluindo um veículo de construção, tal como uma moto-niveladora, uma escavadeira, ou um nivelador motorizado, ou um veículo agrícola, tal como um trator, combinada ou colheitadeira. Carregadeira 10 inclui chassi articulado 12 e mecanismo de contato com solo 14. Mecanismo de contato com solo 14 pode incluir qualquer dispositivo capaz de suportar e/ou impulsionar chassi 12. Por exemplo, como ilustrado na Figura 1, o mecanismo de contato com solo 14 inclui rodas. Mecanismo de contato com solo 14 também pode incluir correias ou trilhos de aço. Carregadeira 10 também inclui cabine de operador 16 suportada por chassi 12 para um operador de carregadeira 10. Cabine de operador 16 inclui um monitor (não mostrado) configurado para comunicar várias mensagens ao usuário e receber entradas do usuário.
[0009] Referindo-se às Figuras 1 e 2, o carregadeira 10 adicionalmente inclui ferramenta de trabalho 18 suportada por chassi 12. Ferramenta de trabalho 18 pode ser montada dianteiramente a chassi 12 e pode incluir qualquer dispositivo configurado para mover materiais. Por exemplo, a ferramenta de trabalho 18 pode incluir uma caçamba, como mostrado na Figura 1, que escava e despeja materiais, tais como sujeira, areia, cascalho, neve, sal e outros materiais. Outras ferramentas de trabalho 18, tais como lâminas, garfos de estrado, elevadores de balde, elevadores de parafuso, colheitadeiras, plantadores, segadores, e outras ferramentas de trabalho também podem ser providas para mover materiais. Carregadeira 10 também pode incluir componentes hidráulicos 20 configurados para operar a ferramenta de trabalho 18.
[00010] Ainda referindo-se às Figuras 1 e 2, a carregadeira 10 adicionalmente inclui motor 22. Motor 22 está acoplado a mecanismo de contato com solo 14 para acionar o mecanismo de contato com solo 14. Especificamente, o motor 22 pode ser acoplado a uma transmissão (não mostrada), e a transmissão pode ser acoplada por sua vez a mecanismo de contato com solo 14 para acionar o mecanismo de contato com solo 14. Carregadeira 10 também inclui a unidade de controle de motor 24 configurada para controlar a operação de motor 22.
[00011] Ainda referindo-se às Figuras 1 e 2, a carregadeira 10 adicionalmente inclui a unidade de controle de sistema 26. Unidade de controle de sistema 26 pode ser configurada para se comunicar com vários periféricos, tais como estrangulamento 28, freio de estacionamento 30, bateria 32, bomba de óleo 34, e/ou ignição 36. Por exemplo, a unidade de controle de sistema 26 pode receber sinais de um sensor de posição de estrangulamento (não mostrado) indicando a posição de estrangulamento 28, que controla a provisão de combustível para motor 22. Unidade de controle de sistema 26 também pode ser configurada para se comunicar com unidade de controle de motor 24 ou com motor 22 diretamente. Por exemplo, a unidade de controle de sistema 26 pode ser configurada para monitorar a velocidade de carregadeira 10 pelo solo.
[00012] Como mostrado na Figura 3, a presente exposição provê uma função de inativação, que reduz o desgaste em motor 22 e a quantidade de combustível consumida por carregadeira 10. A função de inativação é configurada para operar o motor 22 entre primeiro estado de inativação 40 por primeiro período de tempo 42 e operar o motor 22 em segundo estado de inativação 44 por segundo período de tempo 46. Segundo período de tempo 46 ocorre depois que o primeiro período de tempo 42 expira. Em ambos primeiro estado de inativação 40 e segundo estado de inativação 44, o motor 22 está funcionando, mas o mecanismo de contato com solo 14 não está acionado. Motor 22 opera a uma velocidade mais baixa no segundo estado de inativação 44 do que no primeiro estado de inativação 40. Por exemplo, a velocidade de motor 22 pode cair por aproximadamente 20% a 40% do primeiro estado de inativação 40 para o segundo estado de inativação 44, e mais especificamente, a velocidade de motor 22 pode cair de entre aproximadamente 900 e 950 rpm no primeiro estado de inativação 40 para entre aproximadamente 600 e 700 rpm no segundo estado de inativação 44. Além de reduzir a velocidade de motor 22 no segundo estado de inativação 44, componentes hidráulicos 20 podem ser desabilitados e motor 22 pode trocar para operar ao longo de uma curva de torque diferente.
[00013] Ainda referindo-se à Figura 3, a função de inativação é configurada para ser modificada por um usuário. Do monitor na cabine de operador 16 (Figura 1), o usuário pode desabilitar a função de inativação completamente. Também do monitor, o usuário pode fixar um temporizador de inatividade para controlar a duração de primeiro período de tempo 42. A duração de primeiro período de tempo 42 pode ser escolhida de vários incrementos providos, tais como incrementos de 5, 15, e 30 minutos. A duração do temporizador de inatividade pode ser fixada para se conformar a requisitos de inatividade específicos de local e/ou específicos de estado.
[00014] Referindo-se às Figuras 2 e 3, para determinar se o motor 22 está operando no primeiro estado de inativação 40 ou segundo estado de inativação 44, a unidade de controle de sistema 26 pode monitorar o comportamento do próprio motor 22 e/ou vários periféricos. Mais especificamente, a unidade de controle de sistema 26 pode monitorar o comportamento de motor 22 diretamente ou por unidade de controle de motor 24, estrangulamento 28, freio de estacionamento 30, bateria 32, e/ou bomba de óleo 34. Por exemplo, a unidade de controle de sistema 26 pode determinar que o motor 22 está operando no primeiro estado de inativação 40 ou no segundo estado de inativação 44 se uma ou mais das condições seguintes for satisfeita: (1) o motor 22 está operando a menos de aproximadamente 950 rpm; (2) o motor 22 está operando a uma carga menos que aproximadamente 25%; (3) a posição de estrangulamento 28 é menos que aproximadamente 2,0%; (4) o freio de estacionamento está engatado; (5) a velocidade de solo é menos que aproximadamente 0,5 km/h; (6) a tensão de bateria 32 excede aproximadamente 24V; e, (7) a pressão na bomba de óleo 34 é suficiente. A unidade de controle de sistema 26 não precisa monitorar os mesmos periféricos para determinar se o motor 22 está operando no primeiro estado de inativação 40 como faz para determinar se o motor 22 está operando no segundo estado de inativação 44. Por exemplo, a unidade de controle de sistema 26 pode parar de monitorar a carga no motor 22 quando o motor 22 começa a operar no segundo estado de inativação 44.
[00015] Uma concretização da função de inativação é ilustrada esquematicamente como método 400 na Figura 4. Começando no bloco 402, o motor 22 é ligado. No bloco 404, o temporizador de inatividade é fixado para controlar a duração de primeiro período de tempo 42. Por exemplo, o temporizador de inatividade pode ser fixado para 5, 15 ou 30 minutos. No bloco 406, a unidade de controle de sistema 26 assegura que a função de inativação não foi desabilitada pelo usuário. Se a função de inativação foi desabilitada, o método 400 termina no bloco 408. Se a função de inativação não foi desabilitada, o método 400 continua para bloco 410. No bloco 410, a unidade de controle de sistema 26 determina se o motor 22 está operando no primeiro estado de inativação 40 ou em um estado ativo. Durante a operação normal de carregadeira 10, o motor 22 tipicamente operará no estado ativo, não primeiro estado de inativação 40, porque o motor 22 estará acionando o mecanismo de contato com solo 14 e/ou componentes hidráulicos 20. Uma vez que a unidade de controle de sistema 26 determina que o motor 22 está operando no primeiro estado de inativação 40, o temporizador de inatividade é iniciado no bloco 412 para começar medindo primeiro período de tempo 42. Entre os blocos 414 e 416, a unidade de controle de sistema 26 assegura que o motor 22 está operando no primeiro estado de inativação 40 até que o temporizador de inatividade expire ao fim do primeiro período de tempo 42. Se o motor 22 começar a operar no estado ativo e parar de operar no primeiro estado de inativação 40 antes que o temporizador de inatividade expire, o temporizador de inatividade é reiniciado no bloco 404. Quando o temporizador de inatividade expira, a velocidade de motor 22 é reduzida no bloco 422 para operar no segundo estado de inativação 44. No bloco 424, a unidade de controle de sistema 26 determina se motor 22 está operando no segundo estado de inativação 44. Se o motor 22 começar a operar no estado ativo e parar de operar no segundo estado de inativação 44, o temporizador de inatividade é reiniciado no bloco 404.
[00016] Como mostrado nas Figuras 2 e 3, a presente exposição adicionalmente provê uma função de paralisação, que reduz o desgaste em motor 22 e a quantidade de combustível consumida por carregadeira 10. A função de paralisação é configurada para paralisar o motor 22 depois que o segundo período de tempo 46, no qual motor 22 opera no segundo estado de inativação 44, expira. Motor 22 pode ser paralisado desligando energia para ignição 36 de carregadeira 10, que tem o mesmo efeito como parar a carregadeira 10 com uma chave. Por exemplo, o motor 22 pode ser paralisado abrindo chave de relé 50 entre a unidade de controle de sistema 26 e ignição 36.
[00017] Como a função de inativação, a função de paralisação é configurada para ser modificada por um usuário. Do monitor na cabine de operador 16 (Figura 1), o usuário pode desabilitar a função de paralisação completamente. O usuário pode escolher desabilitar a função de inativação junto com a função de paralisação, ou o usuário pode escolher desabilitar a função de paralisação sem desabilitar a função de inativação. Também do monitor, o usuário pode fixar um temporizador de paralisação para controlar a duração do segundo período de tempo 46. A duração do segundo período de tempo 46 pode ser escolhida de vários incrementos providos, tais como incrementos de 5, 15 e 30 minutos. A duração do temporizador de paralisação pode ser fixada para se conformar a requisitos de inatividade específicos de local e/ou específicos de estado.
[00018] Uma concretização da função de paralisação é ilustrada esquematicamente como método 500 na Figura 5. Etapas sobrepostas no método 400 (Figura 4) e método 500 são rotuladas com os mesmos últimos dois dígitos. Começando com o bloco 502, o motor 22 é ligado. No bloco 504, o temporizador de inatividade é fixado para controlar a duração do primeiro período de tempo 42, e o temporizador de paralisação é fixado para controlar a duração do segundo período de tempo 46. Por exemplo, o temporizador de inatividade e o temporizador de paralisação pode cada um ser fixado a 5, 15 ou 30 minutos. Blocos correspondendo a blocos 406 - 412 do método 400 foram omitidos da Figura 5 porque eles são semelhantes aos blocos 406 - 412 do método 400. Entre os blocos 514 e 516, a unidade de controle de sistema 26 assegura que o motor 22 esteja operando no primeiro estado de inativação 40 até que o temporizador de inatividade expire ao fim do primeiro período de tempo 42. Se o motor 22 começar a operar no estado ativo e parar de operar no primeiro estado de inativação 40 antes que o temporizador inativo expire, o temporizador de inatividade é reiniciado no bloco 504. Quando o temporizador de inatividade expira, a unidade de controle de sistema 26 assegura no bloco 518 que a função de paralisação 38 não foi desabilitada pelo usuário. Se a função de inativação não foi desabilitada, o temporizador de paralisação é iniciado no bloco 520 para começar medindo o segundo período de tempo 46, e então a velocidade de motor 22 é reduzida no bloco 522 para operar no segundo estado de inativação 44. Se a função de inativação foi desabilitada, o temporizador de paralisação não é iniciado no bloco 520 antes de reduzir a velocidade do motor 22 no bloco 522. Entre os blocos 524 e 530, a unidade de controle de sistema 26 assegura que o motor 22 esteja operando no segundo estado de inativação 44 até que o temporizador de paralisação expire ao fim do segundo período de tempo 46. Se o motor 22 começar a operar no estado ativo e parar de operar no segundo estado de inativação 44 antes que o temporizador de paralisação expire, o temporizador de inatividade e o temporizador de paralisação são reiniciados no bloco 504. Se o temporizador de paralisação expirar, o motor 22 é paralisado no bloco 532.
[00019] Outra concretização da função de paralisação é ilustrada esquematicamente como método 600 na Figura 6. Etapas sobrepostas no método 400 (Figura 4), método 500 (Figura 5), e método 600 são rotuladas com os mesmos últimos dois dígitos. Como o método 500, entre os blocos 624 e 630, a unidade de controle de sistema 26 assegura que o motor 22 esteja operando no segundo estado de inativação 44 até que o temporizador de paralisação expire ao fim do segundo período de tempo 46. Ao contrário do método 500, o método 600 inclui os blocos 626 e 628 entre os blocos 624 e 630. Quando o temporizador de paralisação está se aproximando de expiração, um alarme é operado no bloco 628. Por exemplo, quando o temporizador de paralisação está dentro de 30 segundos de expiração, um alarme audível pode soar e uma mensagem pode aparecer no monitor na cabine de operador 16 (Figura 1). O alarme audível pode incluir uma série de cliques que se tornam mais freqüentes quando o temporizador de paralisação chega a expiração. Semelhantemente, o alarme audível pode aumentar em ritmo ou volume quando o temporizador de paralisação chega a expiração. Como o método 500, se o motor 22 começar a operar em um estado ativo e parar de operar no segundo estado de inativação 44 antes que o temporizador de paralisação expire, o temporizador de inatividade e o temporizador de paralisação são reiniciados no bloco 604. Se o temporizador de paralisação expirar, o motor 22 é paralisado no bloco 632.
[00020] Enquanto esta invenção foi descrita como tendo projetos preferidos, a presente invenção pode ser adicionalmente modificada dentro do espírito e extensão desta exposição. Este pedido de patente é portanto pretendido cobrir qualquer variação, uso, ou adaptação da invenção usando seus princípios gerais. Adicionalmente, este pedido de patente é pretendido cobrir tais afastamentos da presente exposição como vêm dentro de prática conhecida ou habitual na técnica à qual esta invenção pertence e que caem dentro dos limites das reivindicações anexas.

Claims (23)

1. Veículo de trabalho (10), compreendendo: um chassi (12); um mecanismo de contato com solo (14) configurado para suportar e impulsionar o chassi (12); um motor (22) acoplado ao mecanismo de contato com solo (14) para acionar o mecanismo de contato com solo (14); e,, uma ferramenta de trabalho (18) suportada pelo chassi (12) para mover material, caracterizadopelo fato de compreender ainda: um sistema de controle (26) tendo uma função de inativação (400) configurada para operar o motor (22) em um primeiro estado de inativação (40) por um primeiro período de tempo (42), e operar o motor (22) em um segundo estado de inativação (44) depois que o primeiro período de tempo (42) expira, o motor (22) operando a uma velocidade mais baixa no segundo estado de inativação (44) do que no primeiro estado de inativação (40).
2. Veículo de trabalho (10) de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que a função de inativação (400) do sistema de controle (26) é configurada para ser desabilitada por um usuário.
3. Veículo de trabalho (10) de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que o primeiro período de tempo (42) é ajustável.
4. Veículo de trabalho (10) de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que o motor (22) opera entre 900 e 950 rpm no primeiro estado de inativação (40) e entre 600 e 700 rpm no segundo estado de inativação (44).
5. Veículo de trabalho (10) de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que a velocidade do motor (22) cai por 20% a 40% do primeiro estado de inativação (40) para o segundo estado de inativação (44).
6. Veículo de trabalho (10) de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de compreender ainda pelo menos um dentre um estrangulamento (28), um freio de estacionamento (30), uma bateria (32), e uma bomba de óleo (34), o sistema de controle (26) sendo configurado para monitorar pelo menos um dentre o estrangulamento (28), o freio de estacionamento (30), a bateria (32), a bomba de óleo (34), uma velocidade de solo de veículo, e o motor (22), para determinar quando o motor (22) está operando no primeiro estado de inativação (40).
7. Veículo de trabalho (10) de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que sistema de controle (26) é configurado para reiniciar o primeiro período de tempo (42) quando o motor (22) opera em um estado ativo.
8. Veículo de trabalho (10) de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o sistema de controle (26) tem uma função de paralisação (500) configurada para paralisar o motor (22) depois de um segundo período de tempo (46) depois que o segundo estado de inativação (44) começa.
9. Veículo de trabalho (10), compreendendo: um chassi (12); um mecanismo de contato com solo (14) configurado para suportar e impulsionar o chassi (12); um motor (22) acoplado ao mecanismo de contato com solo (14) para acionar o mecanismo de contato com solo (14); uma ferramenta de trabalho (18) suportada pelo chassi (12) para mover material; e,, um temporizador de inatividade (412); e, caracterizado pelo fato de compreender ainda: um temporizador de paralisação (520), o motor (22) operando em um primeiro estado de inativação (40), o temporizador de inatividade (412) controlando a duração do primeiro estado de inativação (40), o motor (22) operando em um segundo estado de inativação (44) quando o temporizador de inatividade (412) expira, o motor (22) operando a uma velocidade mais baixa no segundo estado de inativação (44) do que no primeiro estado de inativação (40), o temporizador de paralisação (520) controlando a duração do segundo estado de inativação (44), e o motor (22) paralisando quando o temporizador de paralisação (520) expira.
10. Veículo de trabalho (10) de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que o temporizador de inatividade (412) é configurado para ser desabilitado por um usuário.
11. Veículo de trabalho (10) de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que uma duração do temporizador de inatividade (412) e uma duração do temporizador de paralisação (520) são ajustáveis.
12. Veículo de trabalho (10) de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que o motor (22) opera entre 900 e 950 rpm no primeiro estado de inativação (40) e entre 600 e 700 rpm no segundo estado de inativação (44).
13. Veículo de trabalho (10) de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que a velocidade do motor (22) cai por 20% a 40% do primeiro estado de inativação (40) para o segundo estado de inativação (44).
14. Veículo de trabalho (10) de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de compreender ainda pelo menos um dentre um estrangulamento (28), um freio de estacionamento (30), uma bateria (32), e uma bomba de óleo (34), o sistema de controle (26) sendo configurado para monitorar pelo menos um dentre o estrangulamento (28), o freio de estacionamento (30), a bateria (32), a bomba de óleo (34), uma velocidade de solo de veículo, e o motor (22) para determinar quando o motor (22) está operando no primeiro estado de inativação (40).
15. Veículo de trabalho (10) de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que o sistema de controle (26) é configurado para reiniciar o temporizador de inatividade (412) e o temporizador de paralisação (520) quando o motor (22) opera em um estado ativo.
16. Veículo de trabalho (10) de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de compreender ainda um sistema de alarme configurado para comunicar a expiração iminente do temporizador de paralisação (520) a um usuário.
17. Método para ajustar automaticamente uma velocidade de um motor (22) de um veículo de trabalho (10), caracterizado pelo fato de compreender as etapas de: prover um veículo de trabalho (10) tendo o motor (22) e um temporizador de inatividade (412); iniciar automaticamente o temporizador de inatividade (412) quando o motor (22) começa a operar em um primeiro estado de inativação (40); e, reduzir automaticamente a velocidade do motor (22) para operar em um segundo estado de inativação (44) quando o temporizador de inatividade (412) expira.
18. Método de acordo com a reivindicação 17, caracterizado pelo fato de compreender ainda as etapas de: adicionalmente prover o veículo com um temporizador de paralisação (520); iniciar automaticamente o temporizador de paralisação (520) quando o motor (22) começa a operar no segundo estado de inativação (44); e, desligar automaticamente o motor (22) quando o temporizador de paralisação (520) expira.
19. Método de acordo com a reivindicação 18, caracterizado pelo fato de compreender ainda a etapa de iniciar automaticamente um alarme (628) para comunicar a paralisação iminente do motor (22) a um usuário.
20. Método de acordo com a reivindicação 17, caracterizado pelo fato de compreender ainda as etapas de: adicionalmente prover o veículo com pelo menos um dentre um estrangulamento (28), um freio de estacionamento (30), uma bateria (32) e uma bomba de óleo (34); e,monitorar pelo menos um dentre o estrangulamento (28), o freio de estacionamento (30), a bateria (32), a bomba de óleo (34), uma velocidade de solo de veículo, e o motor (22), para determinar quando o motor (22) está operando no primeiro estado de inativação (40).
21. Método de acordo com a reivindicação 17, caracterizado pelo fato de compreender ainda a etapa de selecionar uma duração do temporizador de ajuste de inativação (412).
22. Método de acordo com a reivindicação 17, caracterizado pelo fato de compreender ainda a etapa de reiniciar o temporizador de ajuste de inativação (412) quando o motor (22) começa a operar em um estado ativo.
23. Método de acordo com a reivindicação 17, caracterizado pelo fato de que a etapa de desligar automaticamente o motor (22) envolve desligar automaticamente energia para uma ignição (36) do veículo (10).
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