BRPI0902562A2 - fita dental com múltiplas nervuras - Google Patents

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BRPI0902562A2
BRPI0902562A2 BRPI0902562-6A BRPI0902562A BRPI0902562A2 BR PI0902562 A2 BRPI0902562 A2 BR PI0902562A2 BR PI0902562 A BRPI0902562 A BR PI0902562A BR PI0902562 A2 BRPI0902562 A2 BR PI0902562A2
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BR
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dental tape
ribs
reel
tape
elastomeric
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BRPI0902562-6A
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Harold D Ochs
Josef V Knutzen
Richard J Fougere
Alexander Lobovsky
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Mcneil Ppc Inc
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    • A61MEDICAL OR VETERINARY SCIENCE; HYGIENE
    • A61CDENTISTRY; APPARATUS OR METHODS FOR ORAL OR DENTAL HYGIENE
    • A61C15/00Devices for cleaning between the teeth
    • A61C15/04Dental floss; Floss holders
    • A61C15/041Dental floss
    • A61C15/042Dental floss comprising protuberances along its length, e.g. balls or knots
    • BPERFORMING OPERATIONS; TRANSPORTING
    • B65CONVEYING; PACKING; STORING; HANDLING THIN OR FILAMENTARY MATERIAL
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    • BPERFORMING OPERATIONS; TRANSPORTING
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Abstract

FITA DENTAL COM MúLTIPLAS NERVURAS. A presente invenção refere-se a fitas dentais de monofilamento para remover plaqueta e/ou restos de alimentos a partir dos espaços interdentários de um mamífero, fitas dentais estas que possuem um corpo principal com uma razão de aspecto de mais do que cerca de 5:1 e uma primeira superfície de limpeza e uma segunda superfície de limpeza oposta à primeira superfície de limpeza, onde pelo menos uma dentre a primeira e a segunda superfícies de limpeza inclui várias nervuras dispostas ao longo do comprimento da mesma, e onde a proporção da largura da fita dental para a espessura da fita dental é de cerca de 4:1 até cerca de 25:1.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "FITA DENTAL COM MÚLTIPLAS NERVURAS".
Este pedido de continuação em parte reivindica o benefício dopedido de patente US 11/937.025, depositado em 8 de novembro de 2007,cuja totalidade é incorporada por este documento por referência como setotalmente exposto neste documento.
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção refere-se a fitas dentais com múltiplas ner-vuras para remoção de partículas ou restos de alimentos e plaqueta dos in-terstícios entre os dentes.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
O fio dental tem sido utilizado há mais de 100 anos para removerplaqueta e partículas capturadas de alimento entre os dentes, bem comopara proporcionar uma sensação de limpeza na boca. O fio original consistiaem seda trançada colocada em um pote. Desde então, vários melhoramen-tos foram feitos para o fio dental para tornar o uso do fio dental mais conve-niente e menos problemático. A maioria dos melhoramentos foram direcio-nados para resolver os aspectos negativos do uso do fio dental. Estes inclu-em reduzir o desfio e o rompimento, proporcionar inserção mais fácil entreos dentes e proporcionar um fio dental mais macio, mais agradável para agengiva e para a mão. Com a invenção do náilon, um fio resistente ao desfiode alta tenacidade foi utilizado para substituir a seda, proporcionando maisresistência ao desfio. A adição de cera para fios torcidos com múltiplos fila-mentos ajudou a apoiar as fibras juntas, ao mesmo tempo em que propor-cionando um revestimento escorregadio para mais fácil inserção. De formasimilar, o uso de fibras emaranhadas pelo ar em combinação com cera (vejaa Patente US N° 5.908.039) proporcionou um fio dental com múltiplos fila-mentos resistente ao desfio e de melhor limpeza. O fio PTFE de filamentoúnico de baixa fricção revestido com cera (veja a Patente N° US 5.518.012)proporciona uma boa facilidade de inserção, dependendo da espessura e daausência de torções ou dobras, bem como resistência melhorada para odesfio. Infelizmente, os filamentos únicos PTFE não limpam bem, nem re-movem facilmente as partículas de alimento dentre o espaço entre os dentesdevido ao baixo coeficiente de fricção do PTFE.
O aperfeiçoamento nas características de limpeza e de remoçãofoi tentado pelo aprovisionamento de um produto de pseudo filamento únicopor encerrar múltiplos filamentos em um polímero macio, (veja a Patente USN° 6.039.054 e a Patente US N° 6.742.258). Tais fios dentais deslizam facil-mente entre os dentes, e proporcionam resistência melhorada para os pro-dutos PTFE. Adicionalmente, os melhoramentos para os fios dentais foramtentados pelo aprovisionamento de fitas de filamento único fabricadas demateriais elastoméricos que se tornam estreitos quando passando dentro doespaço interdentário e então expandem-se liberando a tensão. Uma varie-dade de baixa extensão é ensinada na Patente US N° 6.591.844. Enquantoesta fita de filamento único exibe uma faixa de alongamento mais elevada doque o fio dental comercial, ela é inferior em maciez e sensação bucal e falhaem proporcionar limpeza melhorada. Um fio dental de "gel" muito macio éensinado na Patente US N° 6.209.678, onde o fio é capaz de ser esticadoaté pelo menos 200% de seu comprimento original, e tanto quanto 2.000%de seu comprimento original. Na forma de fita, este fio dental tem pelo me-nos 0,025 até 0,254 centímetros (0,010 até 0,100 polegadas) de espessura emais usualmente tem de 0,051 até 0,508 centímetros (0,020 até 0,200 pole-gadas) de espessura. Isto significa que, ao mesmo tempo em que macio, ousuário terá que aplicar alongamento significativo para o produto para fazero mesmo passar entre os dentes. Uma vez colocado na cavidade interdentá-ria, este fio dental irá expandir-se e preencher a cavidade interdentária. En-tretanto, este fio dental possui uma superfície macia e é improvável de re-mover muita plaqueta ou partículas de alimento emperradas. Com este graude alongamento, o consumidor pode encontrar dificuldade em manter a ten-são necessária para mover o fio dental para cima e para baixo durante oprocesso de limpeza.
Através dos anos, vários melhoramentos foram feitos para o fiodental para tornar o uso do fio dental mais conveniente e menos problemáti-co. Entretanto, cada aperfeiçoamento é tipicamente contrabalanceado porum efeito negativo. Os testes de uso do consumidor e os estudos clínicosapresentaram que os fios dentais de filamento único deslizam melhor commenos desfio, enquanto os produtos com múltiplos filamentos limpam melhore removem mais plaqueta, mas estão sujeitos ao desfio e ao rompimento. Apresente invenção proporciona uma fita de filamento único que não somentelimpa melhor do que os fios dentais convencionais de filamento único, masmantém as características positivas dos fios dentais de filamento único quetornam os mesmos desejáveis pelo consumidor.tal como sensação bucal,fácil deslize entre os dentes e resistência ao desfio ou rasgo.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
A presente invenção é direcionada para fitas dentais de filamen-to único, de preferência, fita dental elastomérica de filamento único, pararemover plaqueta e /ou restos de alimentos a partir de espaços interdentá-rios de um mamífero, fitas estas que incluem um corpo principal possuindouma razão de aspecto maior do que cerca de 5:1 e uma primeira superfíciede limpeza e uma segunda superfície de limpeza oposta à primeira superfí-cie de limpeza, onde pelo menos uma dentre a primeira e a segunda super-fície de limpeza inclui várias nervuras dispostas ao longo do comprimento damesma, e onde a razão de largura da fita dental para a espessura da fitadental é cerca de 3:1 até cerca de 25:1. Em certas concretizações, o corpoprincipal das fitas dentais da presente invenção possui uma razão de aspec-to maior do que cerca de 10:1 e pelo menos cerca de 8 nervuras são dispos-tas ao longo da primeira e da segunda superfície de limpeza.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A FIGURA 1 é uma vista em seção transversal de uma concreti-zação da fita dental da presente invenção;
A FIGURA 2 é uma vista em perspectiva da FIGURA 1 olhandoa partir da parte de cima e da frente;
A FIGURA 3 é uma vista aumentada em seção transversal daFIGURAI;
A FIGURA 4 é uma vista aumentada em seção transversal deoutra concretização da fita dental da presente invenção; eAs FIGURAS 5a até 5f são vistas aumentadas em seção trans-versal de outras concretizações das nervuras da fita dental da presente in-venção.
As FIGURAS 6a até 6c são fotografias (50x) de papéis úmidossensíveis à pressão após a performance de avaliação de profundidade deremoção de depósito (DDR) para várias fitas dentais.
A FIGURA 7 é uma ilustração esquemática de uma concretiza-ção da linha de fabricação para desenrolar, revestir e rebobinar a fita dentalda presente invenção.
A FIGURA 8 é uma ilustração esquemática de uma concretiza-ção do mecanismo de rebobinar da presente invenção.
A FIGURA 9 é uma vista em perspectiva de uma matriz de re-vestimento com rolos de acordo com uma concretização ilustrativa da pre-sente invenção.
A FIGURA 10 é uma vista em perspectiva explodida de uma ma-triz de revestimento com rolos de acordo com uma concretização ilustrativada presente invenção.
A FIGURA 11 é uma vista em perspectiva apresentando o mo-vimento de uma fita dental verticalmente orientada através dos blocos deentrada e de saída e dos rolos de uma matriz de revestimento com rolos deacordo com uma concretização ilustrativa da presente invenção.
A FIGURA 12 é uma vista plana de cima de uma matriz de re-vestimento com rolos de acordo com uma concretização ilustrativa da pre-sente invenção.
A FIGURA 13 é uma vista em seção transversal de uma matrizde revestimento com rolos de acordo com a concretização ilustrativa da FI-GURA 12 ao longo do plano 13-13.
A FIGURA 14 é uma vista em seção transversal de uma monta-gem de rolos de uma matriz de revestimento de acordo com a concretizaçãoilustrativa da FIGURA 12 ao longo do plano 14-14.
A FIGURA 15 é uma vista plana de baixo de uma matriz de re-vestimento de acordo com uma concretização ilustrativa da presente inven-A FIGURA 16 é uma vista plana de cima de um bloco de entradade uma matriz de revestimento de acordo com uma concretização ilustrativada presente invenção.
A FIGURA 17 é uma vista em elevação lateral direita de um blo-co de entrada de uma matriz de revestimento de acordo com uma concreti-zação ilustrativa da presente invenção.
A FIGURA 18 é uma vista plana de baixo de um bloco de entra-da de uma matriz de revestimento de acordo com uma concretização ilustra-tiva da presente invenção.
A FIGURA 19 é uma vista em elevação frontal de um bloco deentrada de uma matriz de revestimento de acordo com uma concretizaçãoilustrativa da presente invenção.
A FIGURA 20 é uma vista em seção transversal de um conjuntode blocos de entrada e de furos de revestimento de uma matriz de revesti-mento de acordo com a concretização ilustrativa da FIGURA 16 ao longo doplano 20-20.
A FIGURA 21 é uma vista plana de cima de um bloco de saídade uma matriz de revestimento de acordo com uma concretização ilustrativada presente invenção.
A FIGURA 22 é uma vista em elevação lateral direita de um blo-co de saída de uma matriz de revestimento de acordo com uma concretiza-ção ilustrativa da presente invenção.
A FIGURA 23 é uma vista plana de baixo de um bloco de saídade uma matriz de revestimento de acordo com uma concretização ilustrativada presente invenção.
A FIGURA 24 é uma vista em elevação traseira de um bloco desaída de uma matriz de revestimento de acordo com uma concretização ilus-trativa da presente invenção.
A FIGURA 25 é uma ilustração esquemática tridimensional deuma concretização do rolo revestido de fita dental apresentando o ânguloespiral 8 formado pelos filamentos da fita dental e o plano rO perpendicularao eixo geométrico longitudinal z do carretei.
A FIGURA 26 é uma ilustração esquemática bidimensional deuma concretização do rolo de revestido de fita dental apresentando o ângulode hélice G formando pelos filamentos da fita dental e o lado r do plano rO eo espaçamento entre filamentos individuais da fita dental em cada camadada fita dental.
A FIGURA 27 é uma vista em perspectiva de um núcleo da bo-bina / carretei.
A FIGURA 28a é uma vista em elevação lateral direita de umabobina de fita com a fita enrolada ao redor do núcleo da bobina / carreteiapresentando a largura do núcleo da bobina / carretei em razão à largura dafita da bobina.
A FIGURA 29a é uma vista em elevação lateral direita de umabobina de fita de forma móvel posicionada dentro de um dispensador (emlinha imaginária).
A FIGURA 29b é uma vista em elevação frontal de uma bobinade fita de forma móvel posicionada dentro de um dispensador (linha imaginá-ria) representando as larguras relativas do núcleo da bobina / carretei, da fitada bobina e do dispensador.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
As fitas dentais da presente invenção são na forma de um únicomonofilamento. Como utilizado neste documento, o termo "fita", "fio" e fiodental são intercambiáveis. As fitas dentais de monofilamento de acordocom a presente invenção compreendem um corpo principal possuindo umaprimeira e segunda superfícies de limpeza opostas, onde pelo menos umadas superfícies de limpeza compreende várias nervuras dispostas ao longoda mesma. Como utilizado neste documento, o termo "nervura" significa umelemento estrutural inteiriço e projetando-se a partir do corpo principal da fitadental, elemento este que possui uma configuração e dimensão eficazespara proporcionar a remoção de plaqueta e/ou de restos de alimentos a par-tir dos espaços interdentários de um mamífero. As nervuras podem projetar-se substancialmente de forma perpendicular a partir do corpo principal da fitadental ou em um ângulo. Como utilizado neste documento, o termo "superfí-cie de limpeza" significa esta superfície da fita dental que entra em contatocom a superfície do dente quando colocada dentro do espaço interdentáriodo mamífero. A fita dental de monofilamento proporciona a resistência elásti-ca e a estrutura de base requeridas para boas propriedades de fio dental. Afita dental pode ser fabricada utilizando material comercialmente disponível ea tecnologia e o equipamento de extrusão por fusão de monofilamento co-nhecida, ela não desfia ou rompe, é fácil de segurar, e prontamente aceitarevestimentos.
Opcionalmente, a fita dental é fabricada utilizando um materialque proporciona um alto grau de compressibilidade quando extrudado nasconfigurações em seção transversal desta invenção, permitindo à mesmadeslizar através do espaços apertados entre os dentes. Uma vez na cavida-de entre os dentre e dentro do espaço interdentário, a fita dental substanci-almente recupera-se da compressão, proporcionando superfícies de limpezacontendo nervuras que atuam como raspadores para remover a plaqueta eas partículas de alimento dentre os dentes.
Voltando para os desenhos, a fita dental de monofilamento ilus-trativa 10 é ilustrada nas FIGURAS 1 até 3. A FIGURA 1 apresenta uma vis-ta em seção transversal de uma concretização da fita dental 10 compreendi-da do corpo principal 12 com a primeira superfície de limpeza 14 e da se-gunda superfície de limpeza 16. Na concretização apresentada, as nervuras18 projetam-se a partir tanto da primeira superfície de limpeza 14 como dasegunda superfície de limpeza 16. Em outras concretizações, as nervuraspodem projetar-se a partir de somente uma superfície de limpeza da fita den-tal de monofilamento. A largura da fita dental 10 é representada por wt, en-quanto a espessura da fita dental 10 é representada portt.
A concretização representada na FIGURA 1 apresenta um totalde vinte e duas nervuras 18 projetando-se a partir das superfícies de limpeza14 e 16 da fita dental de monofilamento 10, onze a partir da superfície delimpeza 14 e onze a partir da superfície de limpeza 16. Em outras concreti-zações da presente invenção, o número total de nervuras projetando-se apartir das superfícies de limpeza da fita dental pode ser maior do que cercade oito, ou maior do que cerca de vinte. A FIGURA 1 apresenta onze nervu-ras 18 projetando-se a partir tanto da primeira como da segunda superfíciede limpeza 14, 16 da fita dental de monofilamento 10. Entretanto, é para serentendido que em outras concretizações, o número de nervuras projetando-se a partir da primeira superfície de limpeza da fita dental pode ser o mes-mo, ou quase o mesmo, ou de forma significativa diferente do número denervuras projetando-se a partir da segunda superfície de limpeza. Em algu-mas concretizações, todas as nervuras podem ser dispostas ao longo deuma dentre a primeira ou a segunda nervura. Em adição, apesar do perfil emseção transversal da fita dental de monofilamento 10 apresentada na FIGU-RA 1 ser plano, é para ser entendido que em outras concretizações, a fitadental pode ter outros perfis, tal como, mas não limitado a abóboda, onda,ou zig-zag.
A FIGURA 2 apresenta uma vista em perspectiva da concretiza-ção da FIGURA 1 da fita dental 10 com a primeira superfície de limpeza 14 eas nervuras 18 como vistas a partir da frente de cima. O comprimento da fitadental 10 é representado por lt.
A FIGURA 3 apresenta uma vista aumentada em seção trans-versai da concretização da FIGURA 1 da fita dental 10. A espessura da parteprincipal 12 da fita dental 10 é representada por tc. A altura e a largura dasnervuras 18 são representadas respectivamente por hr e wr. A FIGURA 3apresenta uma concretização na qual todas as nervuras são uniformes emaltura e em largura. É para ser entendido que a altura e a largura da nervurapodem variar através das superfícies de limpeza da fita dental. Por exemplo,em uma concretização, as nervuras poderiam ser mais curtas e/ou mais fi-nais nas bordas das superfícies de limpeza do que no centro das superfíciesde limpeza.
O espaçamento entre nervuras adjacentes 18 na primeira ou nasegunda superfície de limpeza 14, 16 da fita dental 10 é representado por sr.Na FIGURA 3, sr é representado como o espaçamento entre nervuras adja-centes 18 na primeira superfície de limpeza 14 da fita dental 10. Entretanto,é para ser entendido que sr poderia ser utilizado para medir o espaçamentoentre nervuras adjacentes 18 em qualquer uma dentre a primeira ou a se-gunda superfícies de limpeza 14, 16 da fita dental 10. A FIGURA 3 apresen-ta uma concretização na qual o espaçamento (sr) entre nervuras vizinhas 18nas superfícies de limpeza 14, 16 da fita dental 10 é quase igual para todasas nervuras 18. Entretanto, é para ser entendido que o espaçamento entrenervuras adjacentes em qualquer uma das superfícies de limpeza da fitadental não tem que ser quase igual. Assim, por exemplo, o espaçamentoentre as primeiras duas nervuras adjacentes poderia ser representado comosri-2 enquanto o espaçamento entre as próximas duas nervuras adjacentespoderia ser representado como sr2-3, etc. É considerado que em outras con-cretizações alternativas da presente invenção o espaçamento entre algunsconjuntos de nervuras adjacentes poderia ser quase igual, enquanto o espa-çamento entre outros conjuntos de nervuras adjacentes não é quase igual.
O termo sar é utilizado para apresentar o espaçamento entrenervuras adjacentes, ou seja, o espaçamento entre uma nervura 18 na pri-meira superfície 14 e uma nervura adjacente 18 na segunda superfície delimpeza 16 da fita dental 10. A FIGURA 3 apresenta uma concretização naqual o espaçamento entre nervuras adjacentes s.sub.ar é cerca da metadedo espaçamento entre nervuras adjacentes sr. Assim, as nervuras na segun-da superfície de limpeza 16 da fita dental 10 estão deslocadas de modo queelas estão posicionadas cerca do meio do caminho entre estas na primeirasuperfície de limpeza 14. A FIGURA 4 apresenta uma concretização na qualo espaçamento entre nervuras adjacentes sar é igual ao espaçamento entrenervuras adjacentes sr. Assim, as nervuras na segunda superfície de limpe-za 16 da fita dental 10 estão alinhadas com estas na primeira superfície delimpeza 14.
Nas concretizações ilustrativas da fita dental de monofilamentoilustradas nas FIGURAS 1 até 4, o formato em seção transversal das nervu-ras 18 é apresentado como retangular com uma única ponta arredondada naextremidade distai da nervura. É para ser entendido que outros formatos emseção transversal da nervura também são concretizações contempladas dafita dental com nervuras de monofilamento da presente invenção. As FIGU-RAS 5a até 5f apresentam uma série de outros formatos em seção transver-sal de concretizações de nervura da presente invenção. Estes formatos denervura são apenas alguns dos formatos contemplados na presente inven-ção, e é para ser entendido que estes formatos não são limitantes do espíritoda presente invenção. Na FIGURA 5a, o formato em seção transversal danervura 18 é apresentado como retangular com uma ponta circular na ex-tremidade distai da nervura. Em outras concretizações não-apresentadas, aponta na extremidade distai da nervura poderia ser oval ou semicircular. AsFIGURAS 5b e 5c representam nervuras 18 com formatos em seção trans-versal que é retangular e triangular, respectivamente. A nervura 18 apresen-tada na FIGURA 5d possui um formato em seção transversal similar às ner-vuras 18 apresentadas nas FIGURAS 1 até 4, mas a nervura 18 é apresen-tada projetando-se em um ângulo-alfa com respeito à primeira superfície delimpeza 14 da fita dental 10. O formato em seção transversal da nervura 18apresentada nas FIGURAS 5e e 5f é aproximado a este da letra em Inglês"T" e "V", respectivamente.
É para ser entendido que todas as nervuras em uma dada con-cretização da presente invenção podem ser, mas não são requeridas de se-rem, do mesmo formato em seção transversal. Uma mistura de formatos emseção transversal pode ser empregada como determinado pelo uso da fitadental de monofilamento com nervuras.
O uso eficaz de fio dental nos dentes envolve colocar o fio dentaldentro do espaço interdentário entre os dentes e então puxar o fio dentalpara cima contra o lado de cada dente individual para esfregar o máximopossível da superfície do dente. A fita dental de monofilamento com nervurasda presente invenção é inserida dentro do espaço interdentário e movidadesse modo. Devido à configuração e às dimensões da nervura, a nervuraatua como rodos para remover e coletar / segurar plaqueta e restos de ali-mentos no espaçamento entre as respectivas nervuras com um grau maiselevado de eficiência do que, por exemplo, uma fita que não inclui tais nervu-ras dispostas ao longo do comprimento da mesma, assim proporcionandolimpeza aperfeiçoada das superfícies irregulares dos dentes.
O fio dental deve estar apto a passar entre dentes apertados,uma brecha de vários milhares de uma polegada. Ele deve ser dimensiona-do para encaixar através do espaço, ou ser fabricado de um material e deuma construção que possa comprimir quando passando dentro do espaçointerdentário. A fita dental com nervuras de monofilamento da presente in-venção é fina em uma dimensão para permitir que a mesma deslize entredentes apertados. Ela é ampla em outra direção para proporcionar duassubstanciais superfícies de limpeza para entrar em contato com as superfí-cies dos dentes. Em certas concretizações, a razão de aspecto do corpoprincipal será pelo menos cerca de 5:1, ou pelo menos cerca de 10:1, oumesmo pelo menos cerca de 35:1. A razão de aspecto da largura da fitadental para a espessura da fita dental pode ficar na faixa de cerca de 3:1 atécerca de 25:1, ou de cerca de 10:1 até cerca de 20:1.
A fita dental de monofilamento com nervuras da presente inven-ção pode ser fabricada utilizando uma série de materiais conhecidos na téc-nica. Estes materiais podem ser elastoméricos ou não-elastoméricos. Algunsmateriais não-elastoméricos a partir dos quais a fita dental pode ser fabrica-da incluem náilon ou politetrafluoretileno (PTFE).
Em certas concretizações, a fita dental é fabricada de um mate-rial que pode comprimir quando passando dentro do espaço interdentário, eentão recuperar uma percentagem de sua forma original quando passandopara dentro do espaço interdentário. Por conseqüência, as fitas dentais dapresente invenção proporcionam uma compressão percentual de mais doque cerca de 50 por cento e uma recuperação percentual de mais do quecerca de 40 por cento, ou em certas concretizações, uma compressão per-centual de mais do que cerca de 60 por cento e uma recuperação percentualde mais do que cerca de 60 por cento. Além disso, desde que as superfíciesdos dentes não são regulares, o espaço interdentário entre os dentes seráirregular, possuindo áreas que são mais ou menos abertas, dependendo daestrutura dos dentes adjacentes particulares. Assim, em certas concretiza-ções, as nervuras são flexíveis em razão ao corpo principal de modo queelas facilmente deformam-se para permitir a passagem dentro do espaçointerdentário. De modo a obter a limpeza ideal, é desejável ter as nervurassubstancialmente recuperando suas dimensões originais uma vez que a for-ça seja removida e obtenham novamente a maior parte de sua altura originaluma vez que a fita dental esteja na área mais larga do espaçamento inter-dentário. Deste modo, a nervura irá conformar-se com o perfil de seçãotransversal do dente, removendo mais plaqueta e alimento.
Em certas concretizações, a fita dental é fabricada utilizando ummaterial elastomérico. Materiais elastoméricos proporcionam um alto grau decompressibilidade quando extrudados nas configurações em seção transver-sal desta invenção, permitindo ao mesmo deslizar através de espaços aper-tados entre os dentes. Uma vez na cavidade entre os dentes e dentro doespaço interdentário, a fita dental substancialmente recupera-se da com-pressão, proporcionando superfícies de limpeza que atuam como raspado-res para remover plaqueta e partículas de alimento de entre os dentes. Ma-teriais elastoméricos que podem ser utilizados para formar a fita dental dapresente invenção incluem, mas não estão limitados a copolímeros de blo-cos de poliamida-poliéter vendidos sob o nome de marca PEBAX (Ato Chi-mie, Hauts-de-Seine France), tal como PEBAX 7033, 5533 MX1205, 4033,3533 e 2533; copolímeros de bloco de poliéster-poliéter e copolímeros debloco de poliéster-poliéster vendidos sob o nome de marca HYTREL (E. I.Du Pont de Nemours & Co., Wilmington, Del.), tal como HYTREL 7246, 5556e 4056; elastômeros de poliuretano de termoplástico alifático vendidos sob onome de marca TZECOFLE N° X (Lubrizol Advanced Materials, Inc., Cleve-land Ohio); elastômeros de poliuretano termoplástico aromáticos vendidossob o nome de marca PELLETHANE (Dow Chemical CO., Midland, Mitch.);e elastômeros de poliolefina termoplásticos vendidos sob o nome MULTI-FLEX (Dow Chemical Co., Midland, Mitch.). Uma discussão mais detalhadacom respeito a tais materiais elastoméricos e seu uso na fabricação de fitadental pode ser encontrada na Patente US N° 6.591.844 para Barlow e ou-tros., depositada em 23 de agosto de 2001 e na Pat. US 6.029.678 paraTsao e outros., depositada em 21 de janeiro de 1998, ambas incorporadasneste documento por referência em suas totalidades.
Dimensões da fita dental de monofilamento com nervuras dapresente invenção podem ser como a seguir. A largura da fita dental, ou wt écerca de 0,102 até cerca de 0,254 centímetros (0,040 até cerca de 0,100polegadas), ou cerca de 0,176 até cerca de 0,229 centímetros (0,070 atécerca de 0,090 polegadas). A espessura da fita dental, tt, é cerca 0,009 atécerca de 0,03 centímetros (0,0035 até cerca de 0,012 polegadas), ou cercade 0,018 até cerca de 0,023 centímetros (0,007 até cerca de 0,009 polega-das). A espessura do corpo principal da fita dental, tc, é cerca de 0,003 atécerca de 0,01 centímetros (0,001 até cerca de 0,004 polegadas), ou cerca de0,005 centímetros (0,002 polegadas). A altura das nervuras 18, hr, é cercade 0,001 até cerca de 0,01 centímetros (0,0005 até cerca de 0,004 polega-das), ou cerca de 0,005 centímetros (0,002 polegadas. A largura das nervu-ras, wr, é cerca de 0,001 até cerca de 0,008 centímetros (0,0005 até cercade 0,003 polegadas), ou cerca de 0,004 centímetros (0,0015 polegadas). Oespaçamento entre nervuras vizinhas na superfície de limpeza da fita dental,sr, irá depender da largura da fita dental, e do número de nervuras na super-fície de limpeza. Para a fita dental de monofilamento com nervuras da pre-sente invenção, o espaçamento entre as nervuras vizinhas em uma superfí-cie de limpeza é cerca de 0,008 até cerca de 0,051 centímetros (0,003 atécerca de 0,020 polegadas), ou cerca de 0,013 até cerca de 0,025 centíme-tros (0,005 até cerca de 0,010 polegadas).
O termo s.sub.r é utilizado para apresentar o espaçamento entrenervuras alternadas, ou seja, o espaçamento entre uma nervura na primeirasuperfície de limpeza e uma nervura na segunda superfície de limpeza dafita dental. Para o propósito desta descrição, a razão de sar para sr define arazão especial entre nervuras alternadas. Esta razão pode variar de apenasmaior do que 0 quando as nervuras na segunda superfície de limpeza estãoligeiramente fora de alinhamento com estas na primeira superfície de limpe-za, desde 0,5 quando as nervuras na segunda superfície de limpeza estãoposicionadas cerca de meio caminho entre estas na primeira superfície delimpeza (veja FIGURA 3), até 1,0 quando as nervuras na segunda superfíciede limpeza estão alinhadas com estas na primeira superfície de limpeza (ve-ja a FIGURA 4). Em uma concretização da fita dental de monofilamento comnervuras da presente invenção, a razão de sar para sr é cerca de 0,5.
A fita dental de monofilamento com nervuras da presente inven-ção pode ser produzida pelo processo comercial de resfriamento rápido"melt spinning". Neste processo, a resina é alimentada para uma rosca ex-trusora onde o material é aquecido, derretido e passado adiante para umabomba de fusão. A bomba de fusão mede o material fundido para dentro deuma matriz com um perfil desejado usinado na superfície de modo que operfil seja concedido no extrudado fundido à medida que ele sai da matriz. Oextrudado passa a partir da matriz e é permitido de fluir para baixo e inicia oprocesso de solidificação. Algum estreitamento é típico neste ponto. O mate-rial passa para dentro de um banho-maria onde a solidificação do polímeroderretido até a fita sólida é completada. A fita então passa por um processode estiramento onde ela é estirada no estado aquecido e as característicasfinais são obtidas. A fita dental final é enrolada em carreteis. Os carreteispodem ser colocados em máquinas de enrolar onde a fita dental é enroladasem bobinas e as bobinas são colocadas em dispensadores, ou, opcional-mente, as bobinas são colocadas primeiro em máquinas de revestimento,onde revestimentos podem ser aplicados antes da operação de enrolamen-to.
Alternativamente, a fita dental com nervuras da presente inven-ção pode ser compreendida de vários materiais formados por coextrusão, oulaminação via processos de laminação ou de adesão.
Alternativamente, a fita dental da invenção também poderia serproduzida a partir de folhas de material. A resina seria extrusada através deuma matriz formatada com dimensões corretas concedendo o formato nofilme. O extrudado passa a partir da matriz e é deixado fluir para baixo e ini-cia o processo de solidificação. Algum estreitamento é típico neste ponto. Omaterial passa para um banho-maria onde a solidificação do polímero derre-tido para uma fita sólida é completado. A película poderia ser deslizada nes-te ponto e estirada para dimensões finais ou ela poderia ser primeiro estira-da e então cortada.
Em certas concretizações da fita dental de monofilamento comnervuras da presente invenção, revestimentos podem ser colocados na pri-meira ou na segunda superfície da fita dental. As composições de revesti-mento para uso na presente invenção devem aderir de forma confiável coma superfície da fita dental. A composição de revestimento deve possuir ade-rência suficiente para manter o revestimento na superfície da fita dental du-rante o revestimento, o enrolamento, a expedição e o desenrolamento da fitadental.
Revestimentos insolúveis adequados incluem, mas não estãolimitados a cera microcristalina, cera de abelha, ceras de parafina, polietile-nos com baixo peso molecular, óleos de silicone, óleo essenciais e óleo mi-neral. Tipicamente, os revestimento de cera insolúvel possuem temperaturasde fusão na faixa de cerca de 25° C até cerca de 100° C, opcionalmente decerca de 35° C até cerca de 80° C. As ceras podem ser combinadas comcorantes insolúveis na água que são aprovados pela FD&C para uso na bo-ca. Corantes adequados incluem, mas não estão limitados a corantes sinte-ticamente derivados tal como FD&C Blue N° 1 Lake, FD&C Blue N° 2 lake,FD&C Red N° 40 Lake, Erythosyn Lake, Amaranth Lake, Ponceau 4R Lake,Carmoisosine Lake, Carmine Lake e corantes gerados pela conversão deuma tintura naturalmente derivada para um sal baseado em alumínio ou cál-cio. Corantes naturais tal como dióxido de titânio ou coisa parecida tambémpodem ser utilizados.
A composição do revestimento aplicada para a fita dental podeser um revestimento solúvel, isto é, o revestimento é tal que ele tende a dis-solver ou dispersar na saliva presente na cavidade oral. Tais revestimentossolúveis incluem ceras solúveis ou coisa parecida, as quais incluem, masnão estão limitadas a polietilenosglicóis de baixo peso molecular ("PEGs"),tais como PEG 1000 e PEG 1450. Combinações de PEGs com peso mole-cular mais elevado e de PEGs com peso molecular mais baixo, tal comouma mistura de PEG 3350 e PEG 1000 podem ser utilizadas. Misturas dePEGs líquidos com PEGs com alto peso molecular também podem ser utili-zadas.
Outros revestimentos incluem surfactantes fundíveis, tal comoPolyoxamer 407; estimulantes de secreção de saliva; estimulantes olfativos;apelos sensoriais, óleos essenciais; ativos, tal como fluoreto; cloreto de ce-tilpiridino (CPC); pirofostato de sódio; agentes de branqueamento tal comoperóxido de cálcio, peróxido de hidrogênio, peróxido de carbamida e outroscompostos de peróxido capazes de gerar peróxido de hidrogênio em seulocal; antimicrobianos; antivírus e misturas dos mesmos.
Tais ingredientes podem ser empregados como sólidos, líquidos,partículas, géis, ou similares, e podem ser encapsulados em materiais poli-méricos convencionais por técnicas convencionais de encapsulamento paraformar materiais encapsulados possuindo um invólucro polimérico e um nú-cleo compreendendo o ingrediente em uma das formas citadas, como podeser o caso. Tais ingredientes também podem ser aplicados diretamente paraas fitas dentais da presente invenção sem a necessidade de um portador derevestimento, onde apropriado.
Um revestimento compreendendo uma cera insolúvel pode seraplicado, em que o revestimento contém componentes encapsulados tal co-mo aromas borrifados, óleos essenciais, ou outros ingredientes protegidos eliberados a partir de esferas solúveis dentro da cera insolúvel, ou um reves-timento solúvel pode ser aplicado diretamente para o fio ou sobre o revesti-mento insolúvel. O revestimento solúvel pode conter ingredientes que sãocolocados diretamente na cerca ou através do uso de tecnologias de seca-gem por aspersão ou por outras tecnologias de encapsulamento normalmen-te praticadas dentro da técnica.
Em certas concretizações, dois revestimentos insolúveis são a-plicados para a fita dental. Nestas concretizações, a segunda composição derevestimento deve possuir um ponto de fusão inferior ao da primeira compo-sição de revestimento.
Um revestimento solúvel pode ser utilizado por si próprio ou co-mo um segundo revestimento sobre um revestimento insolúvel. Um ou am-bos os revestimentos podem conter corantes, aromas, adoçantes, abrasivos,agentes antitártaro, ativos, tal como sais de fluoreto, e assim por diante, co-nhecidos na técnica.
Componentes adicionais podem ser adicionados para os reves-timentos para vários benefícios. Estes incluem sistemas de aroma, tal comoaromas secos por aspersão, intensificadores de aroma, e adoçantes, tal co-mo sacarina de sódio. A quantidade de aroma adicionado tipicamente estána faixa de 10 por cento até 25 por cento, baseado no peso total da compo-sição do revestimento. A quantidade de adoçante tipicamente é na faixa de0,1 por cento até 1 por cento, baseado no peso total da composição do re-vestimento.
Outros componentes podem ser adicionados para os revesti-mentos para ajudar na limpeza dos dentes. Estes incluem ativos incluindoabrasivos tal como sílica ou fosfato dicálcio, e agentes antitártaro tal comopirofosfato tetrassódico. Onde dois revestimentos são utilizados, ativos sãonormalmente adicionados no segundo revestimento solúvel para garantir queuma alta percentagem do ativo será liberada a partir do fio dental durante o uso.
Ao formular um revestimento, é desejável limitar a quantidade deaditivos sólidos na composição do revestimento abaixo de 30% por peso.Revestir uma fita dental com uma composição de revestimento possuindoum conteúdo de aditivo sólido acima desta quantidade pode causar dificul-dade em obter uniformidade de revestimento e reduzir a habilidade do reves-timento em aderir à superfície da fita. Revestimentos contendo altas quanti-dades de aditivos sólidos podem tender a sair durante o processamento edurante o uso do produto final.
O revestimento da fita dental pode ser anídrico ou hidratado.Quando o revestimento é hidratado, a água é evaporada na secagem.
O revestimento pode ser aplicado como um complemento nafaixa de cerca de 10 por cento até cerca de 60 por cento, opcionalmente decerca de 20 por cento até cerca de 50 por cento, baseado no peso do subs-trato da fibra.
Em certas concretizações, a fita dental é fabricada utilizando e-quipamento e processos capazes de fazer o seguinte:
1. Alimentar fitas de monofilamento fabricadas de materiais elas-toméricos para uma matriz de revestimento em uma velocidade e tensãocontroladas de modo a evitar problemas de encurtamento,
2. Bombear a composição de revestimento de um modo unifor-me para dentro da matriz de revestimento,
3. Uniformemente e simultaneamente aplicar a composição derevestimento para ambos os lados da fita dental, e
4. Proporcionar um período de tempo suficiente durante o qual acomposição de revestimento fica substancialmente não-perturbada na fitadental até que ela solidifique intacta.
Por "uniforme" ou "substancialmente uniforme" quer-se dizerque, quando manualmente (sem o auxílio de instrumentação de medida) ouvisualmente (sem a necessidade de dispositivos de aumento além de lentescorretivas) inspecionado, o revestimento deve possuir uma espessura relati-vamente (ou, substancialmente) uniforme e estar livre (ou suficientemente,ou substancialmente) de defeitos (tal como furinhos ou lacunas) na área re-vestida. O processo mencionado acima para fabricar a fita dental de monofi-lamento elastomérica da invenção é ilustrado na FIGURA 7. Na primeira e-tapa, a composição de revestimento 5, tipicamente uma cera, é liqüefeita senecessário, tal como por aquecimento, em um tanque de mistura 40. Ummisturador de alto corte 42, tal como um Misturador de Alto Corte RototstatModelo N° XPBL, fabricado pela Admix, pode ser utilizado para manter acomposição de revestimento 5 homogênea. Tipicamente, uma lâmina supe-rior Rotosolver é utilizada no misturador de alto corte 42 e é operada, porexemplo, em 1700 rpm.
A composição de revestimento então é permitida de fluir a partirdo tanque de mistura 40, via um primeiro tubo 44, para dentro de uma bom-ba de deslocamento positivo 46, a qual, quando acionada em uma dada ve-locidade, libera uma quantidade constante de revestimento, via um segundotubo 48, para uma matriz de revestimento 50. A bomba de deslocamentopositivo pode ser uma bomba de deslocamento positivo do tipo pá de hélice,bombas de pistão, ou tipos similares de bombas. Em certas concretizações,uma bomba de pistão Kerr, fornecida pela Kerr Corp., Sulfur, Ok., é utilizada.Bombas de pistão, geralmente, facilitam a uniformidade e a igualdade derevestimentos onde a composição de revestimento 5 contém particuladossólidos tal como abrasivos. Em certas concretizações, bomba de desloca-mento positivo são utilizadas desde que os furos, tubos, canais ou saídas depassagem utilizados em tais concretizações para liberar a composição derevestimento 5 geralmente são posicionados ou orientados de modo que ocaminho de direção ou trilha dos furos, tubos, canais ou saídas de passa-gem apontem para cima e em direção ou horizontalmente nivelem com ouem direção á posição da fita dental 10 a ser revestida de modo que a gravi-dade não tenha efeito ou tenha mínimo efeito sobre o fluxo da composiçãode revestimento a partir do tanque de mistura 40 para sobre a fita dental 10.
Em certas concretizações, a fita dental 10 é simultaneamentealimentada e puxada através do processo por uma combinação de um sis-tema de desenrolar energizado 20 com um sistema de rebobinar fio dental70. A fita dental 10 é alimentada ou desenrolada em uma baixa tensão e, emcertas concretizações, puxada perpendicularmente a partir do carretei dealimentação 22 através ou via a montagem de braço de percepção 30. Amontagem de braço de percepção 30 é proporcionada para monitorar a ten-são da fita dental 10 à medida que ela entra na matriz de revestimento 50.Em certas concretizações, a montagem de braço de percepção 30 possuium braço 32, um ponto de articulação 34, e os rolos 36 sobre os quais a fitadental 10 passa. A montagem de braço de percepção 30 é utilizada paramanter uma tensão de alimentação ou de desenrolar baixa substancialmenteconstante na fita dental 10 pelo ajuste da velocidade do sistema de desenro-lar energizado 20 à medida que ela é simultaneamente alimentada e puxadapara dentro do sistema de processo de revestimento. Em certas concretiza-ções, onde a fita dental passa através do processo de revestimento em ta-xas de velocidade de linha maiores do que cerca de 1000 fpm, ou opcional-mente, de cerca de 1500 fpm até cerca de 2500 fpm, ou opcionalmente decerca de 2000 fpm, a baixa tensão de desenrolar constante geralmente émantida em cerca de 50 gramas-força até cerca de 100 gramas-força, op-cionalmente em cerca de 60 gramas-força até cerca de 100 gramas-forçapara a fita dental 10 possuindo denierde cerca de 400 até cerca de 1200.
Após o revestimento, a fita dental 10 é coletada no carretei deenrolar 72. A velocidade na qual o carretei de enrolar opera é controlada porum sistema controlador eletrônico. O controlador pode ser um computador,um controlador lógico programável ou dispositivo similar. Na concretizaçãoapresentada na FIGURA 7, um rolo de percepção de velocidade 74 passapela superfície da fita no carretei de enrolar 72. O rolo de percepção de ve-locidade 74 gera um sinal que é alimentado para um controlador eletrônico,tal como um Feener M-drive. O controlador controla a tensão elétrica do mo-tor 80 (apresentado na FIGURA 8) que aciona a velocidade do carretei deenrolar 72. O uso do sinal gerado pelo rolo de percepção de velocidade 74ao controlar a velocidade do carretei de enrolar 72 ajuda a manter uma velo-cidade da fita dental 10 através do processo de revestimento, controlando emantendo a tensão na fita dental 10 para menos do que 250 (ou cerca de250) gramas-força. O controlador eletrônico também controla a velocidadeda bomba de deslocamento positivo 46. Assim, a velocidade da fita dental 10é mantida enquanto uma quantidade constante de composição de revesti-mento 5 é bombeada para dentro da matriz de revestimento 50.
Em certas concretizações, não-apresentadas na FIGURA 7, amatriz de revestimento 50 contém pelo menos dois rolos ao redor dos quaisa fita dental elastomérica 10 possui pelo menos algum encobrimento. Emcertas concretizações, o número de rolos pode ficar na faixa de 2, opcional-mente 3, opcionalmente 4 ou mais rolos, ou opcionalmente 2 até 7 rolos ou,opcionalmente, de 3 até 5 rolos. Geralmente, a fita dental 10 enrola ao redordos rolos em cerca de 90° até cerca de 270°. Os rolos ajudam a aplicar acomposição de revestimento 5 para a fita dental 10. À jusante do rolos tipi-camente existe uma região de fenda da matriz onde a composição de reves-timento é alisada sobre a superfície da fita dental 10. Em certas concretiza-ções, a matriz com ranhura é na forma de uma ranhura possuindo lados ouparedes paralelas, a ranhura, opcionalmente, possuindo uma raio em suaparte de baixo para guia a fita dental para dentro de uma fenda. Em certasconcretizações, a fenda é dimensionada de modo que o revestimento emexcesso seja removido da fita dental 10 à medida que ela passa através damatriz (como apresentado na FIGURA 14) enquanto, ao mesmo tempo, mi-nimizando qualquer tensão adicional na fita dental 10 causada pela matrizcom ranhura à medida que a fita 10 passa através da matriz. Como será a-parente para os versados na técnica, as dimensões da ranhura e da fendairão depender de fatores tal como o denier e o tipo de fita dental elastoméri-ca de monofilamento 10 e da quantidade de composição de revestimento 5sendo aplicada para a mesma.
Em certas concretizações, uma matriz de revestimento útil emrevestir fitas dentais elastoméricas com alta área de superfície de revesti-mento pode ser utilizada. Tais matrizes de revestimento são adaptadas parareceber ou orientar a fita dental 10 de modo que a superfície plana da fitadental 10 fique em uma posição vertical (ou orientada de modo que a dimen-são da largura da fita dental 10 seja perpendicular ao plano horizontal dabase da matriz de revestimento (como descrito na FIGURA 11). Sem serlimitado pela teoria, é acreditado que tal orientação vertical melhor facilita auniformidade e a igualdade do revestimento através das laterais da superfí-cie plana da fita dental 10 do que o movimento de uma fita horizontalmenteorientada através da matriz de revestimento.
Uma concretização de uma matriz de revestimento útil em reves-tir ditas dentais elastoméricas com alta área de superfície é apresentada nasFIGURAS 9 até 24. A FIGURA 9 é uma vista em perspectiva da matriz derevestimento com rolos 110, incluindo a base da matriz de rolo 120 e umachapa de cobertura 140. A fita dental elastomérica não-revestida 250 entrana matriz de revestimento 110 de modo que a superfície plana da fita dental250 seja verticalmente orientada ou orientada de modo que sua dimensãode largura da fita dental 250 seja perpendicular à base da matriz de rolos120. A fita dental 250 se desloca verticalmente ao longo da fenda da matrizda chapa de cobertura 144 e das montagens de rolo 200, e sai como a fitadental revestida verticalmente orientada 252. A FIGURA 9 apresenta trêsseções da fenda da chapa de cobertura 144. A fenda 144a avança da janelado bloco de entrada 142 até as montagens de rolo 200. A fenda 144c avançadas montagens de rolo 200 até a saída da matriz.
Opcionalmente, aquecedores podem ser incorporados ou asso-ciados com as matrizes de revestimento da presente invenção. Os aquece-dores são utilizados para proporcionarem temperaturas suficientes paramanter a composição de revestimento, geralmente um material ceráceo, quepode fluir ou em estado líquido. Tais temperaturas tipicamente estão na faixade 82,22° C (180° F) até cerca de 93,33° C (200° F). A FIGURA 9 apresentauma concretização ilustrativa da presente invenção possuindo dois aquece-dores de cartucho 134, os quais podem ser utilizados para aquecer os rolose/ou outros componentes da matriz de revestimento 50.
A FIGURA 10 é uma vista em perspectiva explodida da matriz derevestimento com rolos 110, apresentando mais detalhes da base da matrizde rolos 120 e da chapa de cobertura 140. Em adição às três seções da fen-da da chapa de cobertura 144 e da janela da chapa de cobertura 142, cincoJanelas de Roda de Rolo 146, e quatro furos de fixação da chapa de cober-tura 152 são apresentados na chapa de cobertura 140. Os furos de fixaçãoda chapa de cobertura 152 estão alinhados com os furos de fixação da baseda matriz com rolos 1342. Os furos de fixação da base da matriz com rolos132 são com roscas. A alça com roscas 154 é utilizada para manter juntas abase da matriz com rolos 120 e a chapa de cobertura 140.
A base da matriz com rolos 120 incluí o rebaixo do bloco de en-trada 122, os rebaixos da montagem de rolos 126, o rebaixo do bloco de sa-ída 128, os furos de fixação da base da matriz com rolos 132 e os furos defixação do bloco de entrada e de saída 136. A FIGURA 10 apresenta duasseções da fenda da base 124. A fenda da base 124a avança do rebaixo dobloco de entrada 122 até os rebaixos da montagem de rolos 126. A fenda124b avança dos rebaixos da montagem de rolos 126 até o rebaixo do blocode saída 128. Os furos de fixação do bloco de entrada e de saída 136 sãocom roscas.
A FIGURA 10 também apresenta o bloco de entrada 160, o blo-co de saída 180, bem como cinco rolos 202. O bloco de entrada 160 e o blo-co de saída 180 são posicionados entre a base da matriz com rolos 120 e achapa de cobertura 140 e são utilizados para guiar a fita dental não-revestida 250 a partir da entrada da matriz de revestimento 110 até as mon-tagens de rolos 200, e a fita dental revestida 252 a partir das montagens derolos 200 até a saída da matriz de revestimento 110.
A FIGURA 11 é uma vista em perspectiva apresentando deta-lhes de como a matriz de revestimento com rolos 110 transforma a fita dentalelastomérica não-revestida 250 na fita dental elastomérica revestida 252. AFIGURA 11 apresenta a fita dental não-revestida 250 prosseguindo paradentro do bloco de entrada 160 em uma orientação vertical e avançando aolongo da fenda do bloco de entrada 162. A fenda do bloco de entrada 162 édimensionada larga o suficiente para produzir tensão mínima sobre a fitadental não-revestida verticalmente orientada 250, mas estreita o suficientede modo que a gravidade não causar que a parte inferior da fita dental não-revestida 250 receba mais revestimento do que a parte superior da fita não-revestida 250. O revestimento avança verticalmente através do furo de pas-sagem da base 138 até a poça do bloco de entrada 172 e se divide em doisfuros (ou passagens) de revestimento 174. Em uma concretização, a fitadental não-revestida 250 é revestida simultaneamente em ambos os lados àmedida que ela passa pelos furos de revestimento 174. A fita dental revesti-da 252 então passa ao redor dos rolos 202 com pelo menos algum encobri-mento enquanto mantida em sua orientação vertical. Geralmente, a fita den-tal revestida 252 enrola nos rolos em 90° até 270°. Os rolos 202 ajudam aaplicar de forma uniforme a composição de revestimento para a fita dentalrevestida 252. Apesar da FIGURA 11 apresentar cinco rolos, é entendidoque a fita dental revestida 252 pode passar ao redor de apenas um rolos, oude tantos rolos quanto cerca de vinte ou mais rolos. À jusante dos rolos 202está o bloco de saída 180. A fita dental revestida 252 prossegue para dentrodo bloco de saída 180 ainda verticalmente orientada e avança ao longo dafenda do bloco de saída 182 que ajuda a manter a orientação vertical da fitadental 252. Como mencionado acima, a largura 182a da fenda do bloco desaída 182 é dimensionada para proporcionar para a composição de revesti-mento 5 uma oportunidade adicional de ser alisada sobre a superfície da fitadental revestida 252 e também remove a composição de revestimento emexcesso 5 enquanto ao mesmo temo minimizando qualquer tensão adicionalcausada pelo movimento da fita dental 252 através do bloco de saída 180.
Observe que todas as fendas discutidas acima, incluindo as fen-das da chapa de cobertura (144a, 144b, 144c), as fendas da base (124a,124b), a fendas do bloco de entrada 162, e a fenda do bloco de saída 182,podem ser na forma de uma ranhura possuindo lados ou paredes paralelas,a ranhura opcionalmente possuindo um raio em sua parte de baixo. Comoserá aparente para os versados na técnica, as dimensões da ranhura irãodepender de fatores tais como o denier e o tipo da fita dental não-revestida250 e da quantidade de composição de revestimento sendo aplicada para amesma.
A FIGURA 12 é uma vista de cima de um concretização da ma-triz de revestimento 110 apresentando detalhes da chapa de cobertura 140 edo caminho de revestimento do monofilamento. A FIGURA 12 apresenta afita dental não-revestida prosseguindo para dentro do bloco de entrada 160,onde ela é revestida. A fita dental revestida 252 continua ao redor das mon-tagens de rolos 200 para o bloco de saída 180 e para fora de uma matriz derevestimento 110. O bloco de entrada 160 é parcialmente oculto pela chapade cobertura 140, mas é visível através da janela da chapa de cobertura142. As montagens de rolos 200 podem ser vistas através das janelas daroda do rolo 146. O bloco de saída 180 é oculto pela chapa de cobertura140, mas a fita dental revestida é visível através da fenda da chapa de co-bertura 144c. A FIGURA 12 também apresenta a alça com roscas 154, aqual é utilizada para manter a chapa de cobertura 140 junto à base da matrizcom rolos 120, bem como os furos de alinhamento 156 para alinhar a chapade cobertura 140 com a base da matriz com rolos 120 antes da fixação dasduas.
A FIGURA 13 é uma vista em seção transversal da concretiza-ção da matriz de revestimento 110 da FIGURA 12 ao longo do plano 13-13.A FIGURA 13 apresenta a fita dental não-revestida 250 avançando paradentro do bloco de entrada 160. O revestimento avança verticalmente a par-tir do segundo tubo 49 (ou tubo de dispensa de revestimento recebendo orevestimento a partir da bomba de deslocamento 46) através do furo da base138 até a poça do bloco de entrada 172, e divide-se em dois furos de reves-timento 174 (FIGURA 13 apresenta um dos dois furos). Em uma concretiza-ção, a fita dental não-revestida 250 é revestida simultaneamente em ambosos lados à medida que ela passa pelos furos de revestimento 174. A FIGU-RA 13 também apresenta a fita dental revestida 252 avançando através dobloco de saída 180 e para fora da matriz de revestimento 110. As alças comroscas 154, as quais são utilizadas para manter a chapa de cobertura 140junto da base da matriz com rolos 120, bem como os aquecedores de cartu-cho 134, que podem ser utilizados se necessários para manter a composi-ção de revestimento em um estado líquido, também são apresentados nafigura.
A FIGURA 14 é uma vista em seção transversal da concretiza-ção da FIGURA 12 ao longo do plano 14-14. A FIGURA 14 apresenta a cha-pa de cobertura 140, a base da matriz com rolos 120, os aquecedores decartucho 134, bem como uma vista detalhada da montagem de rolos 200. Amontagem de rolos 200 inclui o rolo 202 que ajuda a aplicar de forma uni-forme a composição de revestimento para a fita dental revestida 252. Emcertas concretizações, uma extremidade do eixo curto 210 é disposta nocentro do rolo 202, e fixado com o rolo 202 pelo parafuso de tampa 204, pelaarruela chata 206, e pela arruela de aperto 208. A parte central do eixo curto210 é disposta no mancai de proteção do anel interno 212. A extremidadeoposta do eixo curto 210 é disposta no retentor de mancai 220, e fixada como retentor de mancai 220 pelo parafuso de tampa 204, pela arruela chata206 e pela arruela de aperto 208. O retentor do mancai 220 é fixado com abase da matriz com rolos 120 pelo parafuso de tampa do retentor do mancai222 e pela arruela de aperto do retentor de mancai 224. Em uma concretiza-ção, três conjuntos de parafusos de tampa 222 e de arruelas de aperto 224são utilizados para fixar o retentor do mancai 220 com a base da matriz comrolos 120. Entretanto, os versados na técnica poderiam utilizar mais ou me-nos parafusos para fixar os dois, ou outro dispositivo de fixação conhecidona técnica. Finalmente, o mancai de proteção do anel interno 212 é mantidoaproximadamente centralizado no rebaixo da montagem de rolos 126 e najanela da roda do rolo 146, pelos espaçador de sulco externo 214.
A FIGURA 15 é uma vista de baixo de uma concretização deuma matriz de revestimento com rolos da presente invenção. A FIGURA 15apresenta cinco montagens de rolo 200, o furo da base 138, os aquecedoresde cartucho 134, e os furos de alinhamento 156 na base da matriz com rolos120. Um anel em O 139 é utilizado para impedir vazamento de composiçãode revestimento entre a bomba de deslocamento positivo e a base da matrizcom rolos 120. Os furos de alinhamento 156 são utilizados para alinhar achapa de cobertura 140 com a base da matriz com rolos 120n antes da fixa-ção das duas.
As FIGURAS 16 até 20 apresentam detalhes do bloco de entra-da 160. A FIGURA 16 apresenta a fenda do bloco de entrada 162 e a guiada fenda do bloco de entrada 164. A guia da fenda do bloco de entrada 164em um corte em formato de V ou afunilado no bloco de entrada 160 paraguiar a fita dental não-revestida 250 para dentro da fenda do bloco de entra-da 162. A fenda do bloco de entrada 162 é dimensionada em uma largura162a de modo que ela mantenha a orientação vertical da fita dental não-revestida 250 através do bloco de entrada 160, bem como facilite o revesti-mento como mencionado acima, com pouca ou nenhuma tensão adicionalsobre a fita dental 250. A fita dental não-revestida 250 avança ao longo dafenda do bloco de entrada 162 até onde ela é revestida. O revestimento a-vança verticalmente a partir da poça do bloco de entrada 172 para dentrodos dois furos de revestimento 174. A fita dental não-revestida 250 é reves-tida simultaneamente em ambos os lados à medida que ela passa pelos fu-ros de revestimento 174. As FIGURAS 16 até 18 apresentam dois furos op-cionais do bloco entrada 166 que podem ser utilizados para fixar o bloco deentrada 160 com a base da matriz com rolos 120.
As FIGURAS 21 até 24 apresentam detalhes do bloco de saída180. A FIGURA 21 apresenta a fenda do bloco de saída 182 e a guia da fen-da do bloco de entrada 184. A guia da fenda do bloco de entrada 184 é umcorte em formato de V no bloco 180 para guiar a fita dental revestida 252para dentro da fenda do bloco de saída 182. A fenda do bloco de saída 182fornece para a composição de revestimento uma oportunidade adicional deser alisada sobre a superfície da fita dental revestida 252. A largura 182a dafenda do bloco de saída 182 é dimensionada para proporcionar para a com-posição de revestimento 5 uma oportunidade adicional de ser alisada sobrea superfície da fita dental revestida 252 e também remove composição derevestimento em excesso 5 enquanto ao mesmo tempo minimizando qual-quer tensão adicional causada pelo movimento da fita dental 252 através dobloco de saída 180. A fita dental revestida 252 avança ao longo da fenda dobloco de saída 182 até que ela deixe a matriz de revestimento com rolos110. As FIGURAS 21 até 23 apresentam dois furos opcionais do bloco desaída 186 que podem ser utilizados para fixar o bloco de saída 180 com abase da matriz com rolos 120.
Enquanto ilustrado como componentes separados, será pronta-mente entendido pelos versados na técnica que o bloco de entrada 160 e obloco de saída 180 (junto com suas características estruturais distintas) po-dem ser inteiriços com a base da matriz com rolos 120 e/ou com a chapa decobertura 140 sem alterar a performance ou a função da matriz de revesti-mento 110. Entretanto, manter o bloco de entrada 160 e o bloco de saída180 como componentes separados proporciona a conveniência intercambia-lidade. Por exemplo, componentes separados do bloco de entrada 160 e dobloco de saída 180 permitem o intercâmbio do bloco de entrada 160 e/ou dobloco de saída 180 com blocos de entrada e de saída com fenda (162, 182)e guia da fenda (164 e 184) com larguras diferentes.
A composição de revestimento 5 uma vez aplicada para a fitadental 10 deve ser solidificada. A solidificação pode ser realizada por se teruma área de esfriamento 60. A área de esfriamento 60 pode ser uma áreaaberta onde o revestimento 5 esfria sob condições ambientes. Alternativa-mente, a área de esfriamento 60 pode ser uma câmara onde ar refrigeradoou ambiente é soprado sobre a fita dental 10 para aumentar a taxa de esfri-amento. De modo a evitar descontinuidades indesejáveis no revestimento 5,a fita dental 10 não deve entrar em contato com quaisquer superfícies atéque o revestimento 5 tenha solidificado.
Uma vez que o revestimento 5 seja suficientemente esfriado pa-ra impedir qualquer descontinuidade da superfície externa, ele é rebobinadono sistema de rebobinar fio dental 70. O sistema de rebobinar 70, apresen-tado na FIGURA 8, possui o carretei de enrolar 72 e o rolo de percepção develocidade 74 como descrito anteriormente, bem como um motor de acio-namento 80, uma série de correias de sincronização (todas rotuladas 84) epolias da correia de sincronização (todas rotuladas 82), e uma guia do carnede avanço 76 disposta em um carne cilíndrico de avanço 86. Para rolos de2,722 quilogramas (6 libras) ou menos, opcionalmente 2,268 quilogramas (5libras) ou menos, ou opcionalmente 1,814 quilogramas (4 libras) ou menosenrolada sobre o carretei 72, a tensão da fita dental 10 é monitorada utili-zando dispositivos convencionais de medição de tensão (tal como Checkline,fornecido pela Electromatic Equipment Co., Cedarhurst, NY.) antes de rebo-binar e a velocidade consequentemente ajustada de modo que a tensão dafita dental 10 durante o processo de rebobinar seja menos do que 300 (oucerca de 300) gramas-força, opcionalmente menos do que 250 (ou cerca de250) gramas-força ou opcionalmente de cerca de 190 gramas-força até cer-ca de 200 gramas-força. A guia do carne de avanço 76 e o carne cilíndricode avanço 86 são dispostos em uma caixa da guia do carne de avanço 78que possui uma fenda da caixa da guia do carne de avanço 79.
O sistema de rebobinar 70 é um rebobinador de avanço pelo fatode que à medida que o carretei de enrolar 72 gira, o guia do carne de avanço76 é avançado para frente e para trás ao longo de seu comprimento (veja aFIGURA 8). O carretei de enrolar 72 possui um eixo geométrico longitudinalz; um plano rO que é perpendicular ao eixo geométrico longitudinal z, e umacircunferência C (igual ao produto do diâmetro do núcleo do carretei ds por n)como apresentado na FIGURA 25. O sistema de rebobinar 70 funciona comoa seguir: o fuso 81 do motor 80 gira para acionar a polia da correia de sin-cronização 82a, a qual, através da correia de sincronização 84a, aciona aspolias de correia de sincronização 82b e 82c. A polia de correia de sincroni-zação 82b aciona a polia de correia de sincronização 82d, a qual, por suavez, aciona a polia de correia de sincronização 82e via a correia de sincroni-zação 84b. A polia de correia de sincronização 82e é disposta na extremida-de do carretei de enrolar 72, de modo à medida que ela gira, o carretei deenrolar 72 gira. A polia de correia de sincronização 82c, via a correia de sin-cronização 84c, aciona as polias de correia de sincronização 82f e 82g. Apolia de correia de sincronização 82g aciona a polia de correia de sincroni-zação 82h via a correia de sincronização 84d. A polia de correia de sincroni-zação 82h é disposta na extremidade do came cilíndrico de avanço 86, demodo que à medida que a polia 82h gira, o came cilíndrico de avanço 86gira. A guia do came de avanço 76 é disposta no came cilíndrico de avanço86 de modo que quando o came cilíndrico de avanço 86 gira, a guia do camede avanço 76 avança para frente e para trás ao longo de seu comprimento.Rebobinadores de avanço adequados podem ser prontamente construídosou comprados a partir de companhias tal como Leesona Corporation.
Em certas concretizações, os tamanhos de polia e do came ci-líndrico de avanço podem ser selecionados para o sistema de rebobinar co-mo descrito abaixo:
a) as polias são selecionadas (ou ajustadas) de modo que oproduto das relações da polia ou Razão A (a qual determina o movimento deavanço do guia do came de avanço (polegadas) por revolução da carretei 72(polegadas)) é como a seguir:
Razão A = P-|/P2 X P3/P4 X Pz.i/Pz
Onde P.sub.1 até P.sub.Z são os tamanhos de polia das poliasseqüencialmente ordenadas a partir da polia girando o carretei de enrolar 72ou P.sub.1 para a polia girando o came cilíndrico de avanço 86 ou P.sub.Zutilizado em associação
b) o came cilíndrico de avanço 86, o qual é selecionado de modoque o produto do avanço do came (ou, comprimento total [ponta a ponta]percorrido pelo guia do came de avanço 76 dividido pelas voltas do camecilíndrico de avanço 86 necessário para obter a avanço total do guia do ca-rne de avanço 76) e a Razão A quando dividida pela circunferência C do nú-cleo do carretei de enrolar 72 (isto é, o carretei de enrolar 72 sem a fita 10)produz uma Razão B, onde
Razão B = (avanço do carne x Razão A) / Circunferência Ce onde a Razão B proporciona uma ângulo de hélice 9 de cercade 3,5 graus até cerca de 5 graus, onde o ângulo de hélice 0 é formado porum filamento da fita dental e o plano rO do carretei 72 que é perpendicularao eixo geométrico longitudinal z do carretei 72 como apresentado nas FI-GURAS 25 e 26 e é determinado pela fórmula:
seno - 1 (Ângulo de Hélice 9) = Razão B
Sem ser limitado pela teoria, é acreditado que obter um ângulode hélice 9 de cerca de 3,5 graus até cerca de 5,5 graus proporciona rolosda carretei de enrolar 72 de fita dental 10 de modo que:
i) em qualquer dada camada da fita dental, os filamentos da fitadental 10 formando esta camada não se sobrepõem nem tocam-se ou op-cionalmente possuem um espaço entre os mesmos t.sub.s de até 1/32 (oucerca de 1/32) de 2,54 centímetros (1/32 (ou cerca de 1/32) de uma polega-da) e
ii) os filamentos da fita dental 10 formado cada camada da fitadental 10 sobrepõem-se com os filamentos da fita dental 10 formando a ca-mada precedente da fita dental 10 para formar ângulos de interseção de cer-ca de 7 até cerca de 11 graus (ou duas vezes o ângulo de hélice 9)
Se for desejado aplicar um segundo revestimento para a fitadental 10, isto pode ser feito por colocar outra linha de revestimento e câma-ra de esfriamento à jusante da área de esfriamento 60.
Em certas concretizações, a fita dental 10 do carretei 72 é entãoremovida para processamento posterior em bobinas 90. As bobinas de fitacomo apresentadas nas FIGURAS 28a e 28b são formadas a partir da fitadental 10 desenrolada do carretei 82 sobre os núcleo da bobina / carretei 92com largura selecionada wc como apresentado na FIGURA 27 e empacota-das em dispensadores 95 com largura selecionada wd para uso pelos con-sumidores como apresentado nas FIGURAS 23a e 23b. Em certas concreti-zações, os núcleos de bobina / carretei 92 possuem uma razão de aspectode mais do que cerca de 2?1, opcionalmente cerca de 3:1, onde a razão deaspecto é a razão do diâmetro da bobina / carretei para a largura. A fita den-tal 10 enrola a partir do carretei 72 sobre os núcleos de bobina / carretei 92para formar bobinas de fita onde a fita enrolada tenha a largura wb de modoque a largura da fita enrolada wb exceda a largura do núcleo da bobina / car-retei wc por não mais do que 10% (ou cerca de 10%), opcionalmente, 5% (oucerca de 5%), opcionalmente 2,5% (ou cerca de 2,5%), opcionalmente 1%(ou cerca de 1%). Por conseqüência, o sistema de rebobinarda invenção 70que produz ângulos de hélice de cerca de 3,5 graus até cerca de 5,5 grausgarante que as larguras da fita enrolada wb das bobinas de fita acabadasformadas a partir do carretei 72 não enruguem de modo a interferir com aembalagem da bobina de fita acabada dentro dos dispensadores 95 especi-ficamente desenhados para de forma móvel acomodar os núcleos de bobina/ carretei 92 com larguras wc. Mais geralmente, o sistema de rebobinar dainvenção 70 permite o uso de dispensadores de largura mais estreita particu-larmente em casos onde a fita ou fio dental é fabricado de um material elastomérico.
EXEMPLOS
As fitas dentais ilustradas nos exemplos seguintes ilustram con-cretizações específicas de fitas dentais da presente invenção, mas não sãopretendidas para serem limitativas da mesma. Outras modificações podemser empreendidas pelos versados na técnica sem afastamento do espírito edo escopo desta invenção.
Exemplo 1
A fita dental da invenção foi produzida utilizando a resina PEBAXMX 1205. A resina foi seca durante 3 horas em 75° C, alimentada para den-tro de uma extrusora de 20 mm da Haake com uma bomba de engrenagensde fusão Slack and Parr anexa e extrusada através de uma matriz formatadaformada de aço inoxidável, e possuindo uma seção transversal similar a estada fita dental apresentada na FIGURA 1. A fita dental extrusada incluía onzenervuras projetando-se a partir tanto da primeira como da segunda superfí-cie de limpeza. A largura total da fenda (wt) era 0,77 centímetros (0,303 po-legadas). A espessura do corpo principal da matriz (tc) era 0,009 centímetros(0,0035 polegadas. A altura e a largura das partes de nervura da matriz (hr ewr) eram 0,019 centímetros (0,0075 polegadas) e 0,009 centímetros (0,0035polegadas), respectivamente. O espaçamento entre nervuras adjacentes emambas as superfícies de limpeza (sr) era 0,066 centímetros (0,026 polega-das), e a razão de sar para sr era 0,5, isto é, as nervuras na segunda superfí-cie de limpeza eram posicionadas ao redor do meio do caminho entre estasna primeira superfície de limpeza.
A fita extrusada passou através de uma água em temperaturaambiente e foi enrolada em um carretei.
Uma extrusão foi executada utilizando a matriz formatada parapreparar a fita dental da invenção. Para comparação, duas extrusões foramexecutadas através de uma matriz plana para preparar as fitas dentais com-parativas sem nervuras. Para o Experimento 2, a espessura da matriz e alargura foram 0,216 centímetros (0,085 polegadas) e 1,245 centímetros(0,490 polegadas), respectivamente. Para o Experimento 3, a espessura e alargura da matriz foram 0,03 centímetros (0,012 polegadas) e 0,889 centíme-tros (0,350 polegadas), respectivamente.
As condições para as três extrusões são apresentadas na Tabela 1:
TABELA 1: Condições de Extrusão
<table>table see original document page 33</column></row><table>As fitas a partir dos três experimentos de extrusão foram sujeitasàs operações de estiramento para produzir as fita dentais finais. Na opera-ção de estiramento, a fita foi desenrolada do carretei, passou sobre um roloaquecido, através de uma chapa quente, e novamente enrolada em um se-gundo rolo. As condições para os três experimentos de estiramento são a-presentadas na Tabela II:
TABELA II: Condições de Estiramento
<table>table see original document page 34</column></row><table> Parte da fita a partir do Experimento 1 foi revestida com umacerca microcristalina, W445, fornecida pela Crompton (Petrola, Pa). Esta fitafoi designada como Experimento 1a, Para revestir a fita, a fita foi puxadaatravés de uma banho contendo a cerca em 88° C. Após deixar o banho, acera em excesso foi removida. O peso médio de cera aplicada foi 52% dopeso da fita final.
A largura, espessura e denier como um todo das fitas foram me-didos e são resumidos na Tabela III:
TABELA III: Dimensões da Fita.
<table>table see original document page 34</column></row><table>A compressão e a expansão de recuperação da fitas fabricadasacima foram medidas utilizando um aparelho compreendido de 2 eixos deaço que foram utilizados para simular duas superfícies de dentes adjacentes.Um dos eixos de aço era estacionário, enquanto o outro eixo articulava. Umindicador de espessura foi estabelecido para zero quando o eixo em movi-mento estava parado no eixo fixo. A fita foi colocada em um ângulo de no-venta graus com o eixo geométrico do eixo estacionário. O eixo móvel, cons-truído de modo a exercer pouca pressão sobre o ponto de mordente, erapermitido de se apoiar na parte de cima da fita, e a leitura de espessura ori-ginal (t0) foi feita a partir do indicador. A seguir, um peso de 0,454 quilogra-mas (uma libra) foi aplicado diretamente acima do ponto de mordente, e aleitura de espessura comprimida (tc) foi gravada. A compressão percentual foi calculada como
Compressão Percentual = 100 x (t0 - tc)]t0
Uma medição da expansão de recuperação da fita foi obtida uti-lizando este dispositivo pela remoção de todas as forças e anotando a leiturada espessura de recuperação (tr) no indicador. A recuperação percentual foicalculada como:
Recuperação Percentual = 100 x (tr - tc)/(t0 - tc)
A compressão percentual e a recuperação percentual de cadauma das fitas foram medidas, e os resultados são resumidos na Tabela IV:
TABELA IV: Compressão e Recuperação da Fita
<table>table see original document page 35</column></row><table>
A seguir, as propriedades de tração e a tenacidade das fitas fo-ram medidas utilizando uma máquina de teste universal Instron com umcomprimento de amostra de 25,4 centímetros (10 polegadas) e uma veloci-dade de cabeça cruzada de 25,4 centímetros por minuto (10 polegadas porminuto).
A resistência à tração, o alongamento percentual no rompimentoe a tenacidade de cada uma das fitas foram medidos, e os resultados sãoresumidos na Tabela V:
TABELA V: Propriedades de tração da fita.
<table>table see original document page 36</column></row><table>
Uma comparação da habilidade de limpeza de uma série de fiosdentais e fitas a seguir, foi conduzida. O processo utilizado é resumido emum documento por Yankel, S. L, e outros., "Laboratory Evaluation of ThreeDentrifrices with Polishing or Brushing", Journal of Clinicai Dentristry, 9(3):61-63 (1998). Em resumo, uma papel sensível a pressão úmido descrito porYankel foi colocado no eixo vertical com diâmetro de 0,953 cm (3/8"). O fioou fita dental sendo testado foi esticado através de ilhós, os quais recuaramo fio dental 0,254 centímetros em ambos lados do eixo. Os ilhós foram colo-cados em uma distância igual e a 2,54 centímetros (1 polegada) da linhacentral do eixo. Uma tensão de aproximadamente 250 gramas-força foi feitasobre o fio dental. O fio dental foi molhado com água desionizada a partir deuma garrafa de borrifo, e a fita ou fio dental foi passado para cima e parabaixo no papel (distância de curso de 1,905 centímetros (3/4 de polegada),raspando as fibras do papel e expondo as várias superfícies coloridas. Opapel foi removido após 5 ciclos e coletado para comparação. A Profundida-de de Remoção de Depósito (DDR) foi gravada utilizando uma escala de 0para 4 a partir de uma gráfico colorido comparativo.
A fita a partir do Experimento 1, fabricada como discutido acima,foi testada, como se fossem dois fios dentais comercialmente disponíveis.Os fios dentais comercialmente disponíveis eram fios de monofilamento re-vestidos vendidos sob o nome de marca GLIDE ORIGINAL (Proctor & Gam-ble, Cincinnati, Ohio), e um fio dental de múltiplos filamentos revestido comcera vendido sob o nome de marca REACH MINT WAXED (PPC Division ofMcNeil-PPC, Inc., Skillman, N.J.).
As FIGURAS 6a até 6c são fotografias de papéis sensíveis àpressão umedecidos após a performance da avaliação de profundidade deremoção de depósito (DDR) descrita acima para os fios e fitas dentais cita-dos. As imagens então em uma ampliação de 50x. O padrão de uso de fiodental é diagonal com respeito à imagem a partir da direita superior até aesquerda inferior. A Tabela VI apresenta uma comparação de valores deProfundidade de Remoção de Depósito (DDR) para as fitas testadas.
TABELA VI: Profundidade de Remoção de Depósito (DDR) para Fios e Fitasdentais Observadas
<table>table see original document page 37</column></row><table>
Os resultados apresentaram que a fita dental com nervuras da
invenção funcionou tão bem quanto ou alguma coisa melhor do que o fioREACH MINT WAXED com múltiplos filamentos, e superior ao fio dentalGLIDE ORIGINAL de monofilamento.
Finalmente, uma comparação da tenacidade de uma série defitas e de fios dentais foi conduzida. Em resumo, um testador de tenacidadecomo descrito na Patente US N° 5.908.039 (FIGURAS 3 e 4), a qual é incor-porada por referência neste documento, foi utilizado. Ao invés de utilizardentes neste teste, duas colunas de metal foram utilizadas para substituir osdentes, apresentadas na FIGURA 4 da Patente US N° 5.908.039. O item 21foi um cilindro de aço, com 0,953 centímetros (0,375 polegadas) de diâmetrocom comprimento de 1,842 centímetros (0,725 polegadas) com uma superfí-cie com roscas. A rosca tinha uma profundidade de 0,025 centímetros (0,01polegadas) com um passo de 0,051 centímetros (0,02 polegadas). Isto re-presenta uma superfície áspera, apesar de não pontiaguda. O item 22 eraum cilindro liso cônico, com comprimento de 1,842 centímetros (0,725 pole-gadas. A base do cone tinha 0,381 centímetros (0,15 polegadas) de diâme-tro. O diâmetro do cone aumentou para 0,953 centímetros (0,375 polegadas)em diâmetro através de um comprimento de 1,448 centímetros (0,57 pole-gadas) e permaneceu 0,953 centímetros (0,375 polegadas) para 0,064 cen-tímetros (0,025 polegadas). O diâmetro então diminui para 0,318 centímetros(0,125 polegadas) através do comprimento restante. Uma força elástica, item24, foi estabelecida para exercer 0,795 kg/força (1,75 libras/força) sobre odente 22. O fio ou fita dental a ser testado foi esticado entre os dentes simu-lados. O fio ou fita dental foi mantido com uma tensão de aproximadamente250 gramas-força e os cilindros foram movidos para cima e para baixo. Istofoi repetido até que a fita ou fio rompesse. O teste foi repetido dez vezes emrazão a cada uma das fitas ou fios senso testados.
As fitas a partir dos Experimentos 1, 1a, e 2, fabricadas comodiscutido acima, foram testadas, da mesma forma que os fios dentais co-mercialmente disponíveis. Os fios dentais comercialmente disponíveis foramGLIDE ORIGINAL, GLIDE COMFORT, fios dentais de filamento único ligei-ramente encerados, e REACH MINT WAXED.
Uma comparação dos ciclos para a fratura para cada uma dasfitas e fios testados foi resumida na Tabela VII
TABELA VII - Ciclos para a fratura para Vários Fios e Fitas Dentais
<table>table see original document page 38</column></row><table>
A Tabela VII apresenta que o fio do Experimento 1a possui umciclo de falha médio mais elevado do que todas as outras. O Experimento 2utilizou o mesmo material que o Experimento 1 e 1a, mas com uma seçãotransversal plana. Surpreendentemente, o Experimento 1 exibiu um cycle tofailure significativamente mais elevado do que o Experimento 2. Enquantonão pretendendo ficar limitado pela teoria, é acreditado que a presença denervuras ao longo da superfície do corpo principal da fita de monofilamentoprotege a fita de monofilamento de rasgo, desse modo proporcionando umafita dental que não somente limpa melhor do que uma fita sem nervuras,como apresentado na Tabela VI, mas que é mais forte e mais resistente aorasgo.
Exemplo 2
A fita dental da invenção foi produzida utilizando várias outrasresinas. As resinas utilizadas são listadas na Tabela VIII.
TABELA VIII:
<table>table see original document page 39</column></row><table>
As resinas foram secas durante 3 horas em 75 C. Elas foram
processadas na extrusadora do Exemplo 1, utilizando a matriz com nervurasdescrita no Exemplo 1.
As condições para as extrusões são apresentadas na Tabela IX:
Tabela IX: Condições de Extrusão
<table>table see original document page 39</column></row><table><table>table see original document page 40</column></row><table> As fitas a partir dos experimentos de extrusão foram puxadasseguindo-se ao procedimento do Exemplo 1. As condições para os três ex-perimentos de estiramento são apresentados na Tabela X:TABELA X: Condições de Estiramento.
<table>table see original document page 40</column></row><table>
A largura, espessura e o denier geral das fitas foram medidos, e TABELA XI: Dimensões da Fita. <table>table see original document page 40</column></row><table>As propriedades de tração das fitas foram medidas como descri-
to no Exemplo 1. A resistência à tração e o alongamento percentual são re-sumidos na Tabela XII:
TABELA XII: Propriedades de Tração da Fita.
<table>table see original document page 41</column></row><table>
Exemplo 3
A fita dental da invenção foi produzida utilizando a resinas PE-BAX MX 1205, onde as condições de estiramento foram modificadas paraalterar as dimensões da fita final. As resinas foram secas durante 3 horasem 75° C, e processadas na extrusora do Exemplo 1, utilizando a matriz comnervuras descrita no Exemplo 1.
As condições para as extrusões são apresentadas na TabelaXIII:
Tabela XIII: Condições de Extrusâo
<table>table see original document page 41</column></row><table>
As fitas a partir da extrusâo foram puxadas seguindo-se o pro-cedimento do Exemplo 1. As condições para estes experimentos de estira-mento são apresentados na Tabela XIV: TABELA XIV: Condições de Estiramento.
<table>table see original document page 42</column></row><table>
A largura, espessura e denier como um todo para as fitas forammedidos e são resumidos na Tabela XV: <table>table see original document page 42</column></row><table>
TABELA XV: Dimensões da Fita. <table>table see original document page 42</column></row><table>
As propriedades de tração das fitas foram medidas como descrito no Exemplo 1. A resistência à tração e o alongamento percentual no rompimento são resumidos na Tabela XVI:
TABELA XVI: Propriedades de tração da fita.
<table>table see original document page 42</column></row><table>
A fita dental da invenção foi produzida utilizando as resinas PE-BAX MX 1205, 3533 e 2533. As resinas foram secas durante 3 horas em 75°C, e processadas na extrusora do Exemplo 1, utilizando a matriz com nervu-ras descrita no Exemplo 1.
As condições para as extrusões são apresentadas na TabelaXVII.
TABELA XVII: Condições de Extrusão.
<table>table see original document page 43</column></row><table>
As fitas a partir dos experimentos de extrusão foram estiradasseguindo-se ao procedimento do Exemplo 1.
As condições para os três experimentos de estiramento são apresentadas na Tabela XVIII:
TABELA XVIII: Condições de estiramento
<table>table see original document page 43</column></row><table>
A largura, espessura e denier como um todo das fitas foram medidos, e são resumidos na Tabela XIX:TABELA XIX: Dimensões da Fita.
<table>table see original document page 44</column></row><table>
As propriedades de tração das fitas foram medidas como descri-to no Exemplo 1. A resistência à tração e o alongamento percentual no rompimento são resumidos na Tabela XX:
TABELA XX: Propriedades de tração da fita.
<table>table see original document page 44</column></row><table>
Exemplo 5
A fita dental da invenção foi produzida utilizando a resina PEBAX MX 1205, onde o número de nervuras foi modificado para alterar a estrutura da fita final.
A matriz foi formada de aço inoxidável, e possuía uma seção transversal similar a esta no Exemplo 1. A diferença é que no Exemplo 1, existiam onze nervuras projetando-se a partir tanto da primeira como da segunda superfície de limpeza. Aqui, existiam cinco nervuras projetando-se a partir tanto da primeira como da segunda superfície de limpeza. A largura total da fenda, ou wt, era 0,775 centímetros (0,305 polegadas). A espessura do corpo principal da matriz tc era 0,009 centímetros (0,0035 polegadas). A altura e a largura das partes de nervura da matriz (hr e wr, respectivamente) eram 0,019 centímetros (0,0075 polegadas) e 0,009 centímetros (0,0035 polegadas). O espaçamento (sr) entre nervuras adjacentes em ambas superfícies de limpeza era 0,127 centímetros (0,050 polegadas) e a razão de sar para sr era 0,5, isto é, as nervuras na segunda superfície de limpeza eram posicionadas a cerca do meio do caminho entre estas na primeira superfíciede limpeza.
A resina foi seca durante 3 horas a 75° C, e processada na ex-trusora do Exemplo 1. As condições para as extrusões são apresentadas naTabela XXI:
TABELA XXI: Condições de Extrusão.
<table>table see original document page 45</column></row><table>
As fitas a partir dos experimentos de extrusão foram estiradasseguindo-se ao procedimento do Exemplo 1. As condições para os três experimentos de estiramento são apresentadas na tabela XXII:
TABELA XXII: Condições de estiramento.
<table>table see original document page 45</column></row><table>
A fita foi revestida com uma cerca microcristalina, W445, comodescrito no Exemplo 1, onde a fita revestida foi designada como Experimento 1a.
A compressão e a expansão de recuperação das fitas foram medidas como descrito no Exemplo 1. A compressão percentual e a recuperação percentual de cada uma das fitas foram medidas, e os resultados são resumidos na Tabela XXIII:TABELA XXIII: Compressão e recuperação da fita.
<table>table see original document page 46</column></row><table>
A tenacidade das fitas foi conduzida pela medição dos ciclos para a fratura para cada uma das fitas como descrito no Exemplo 1. Os resultados são resumidos na Tabela XXIV:
TABELA XXIV: Ciclos de falha para as fitas.
<table>table see original document page 46</column></row><table>
Ao mesmo tempo em que utilizar menos nervuras por superfície de limpeza pode proporcionar uma fita dental que não é tão forte quanto uma possuindo mais do que cerca de 8 por superfície, por exemplo, 10 ou mais, o Experimento 14 demonstra que possuir várias nervuras dispostas ao longo de ambas as superfícies de limpeza da fita dental aperfeiçoa a resistência quando comparada com uma fita dental não possuindo nervuras, como visto no Experimento 2, Tabela VI.
Exemplo 6
A fita dental da invenção foi produzida utilizando a resina PEBAX MX 1205 onde a largura das nervuras foi modificada para alterar a estrutura e as dimensões da fita final.
A matriz foi formada de aço inoxidável, e possuía uma seção transversal similar a esta no Exemplo 1. Existiam onze nervuras projetando-se a partir tanto da primeira como da segunda superfície de limpeza. A largura geral da fenda, ou wt, era 0,77 centímetros (0,303 polegadas). A espessura do corpo principal da matriz tc era 0,009 centímetros (0,0035 polegadas). A altura e a largura das partes de nervura da matriz (hr e wr, respectivamente) eram 0,019 centímetros (0,0075 polegadas) e 0,006 centímetros (0,0025 polegadas). No exemplo 1, a largura das partes de nervura da matriz (wr) era 0,009 centímetros (0,0035 polegadas). O espaçamento entre nervuras vizi-nhas em ambas superfícies de limpeza (sr) era 0,066 centímetros (0,026 polegadas), e a razão de sar para sr era 0,5, isto é, as nervuras na segunda superfície de limpeza estavam posicionadas a cerca do meio do caminho entre estas na primeira superfície de limpeza.
A resina foi seca durante 3 horas em 75° C, e processada na extrusora do Exemplo 1. As condições para as extrusões são apresentadas na Tabela XXV:
TABELA XXV: Condições de Extrusão.
<table>table see original document page 47</column></row><table>
As fitas a partir dos experimentos de extrusão foram estiradas seguindo-se ao procedimento do Exemplo 1. As condições para os três experimentos de estiramento são apresentados na Tabela XXVI:
TABELA XXVI: Condições de estiramento.
<table>table see original document page 47</column></row><table>
A fita foi revestida com uma cera microcristalina, W445, como descrito no Exemplo 1, onde a fita revestida foi designada como Experimento 1a.
A compressão e a expansão de recuperação das fitas foram medidas como descrito no Exemplo 1. A compressão percentual e a recuperação percentual de cada uma das fitas foram medidas, e os resultados sãoresumidos na Tabela XXVII:
TABELA XXVII: Compressão e recuperação da Fita.
<table>table see original document page 48</column></row><table>
A tenacidade das fitas foi conduzida pela medição dos ciclos pa-ra a fratura para cada uma das fitas como descrito no Exemplo 1. Os resultados são resumidos na Tabela XXVIII:
TABELA XXVIII: Ciclos para a fratura para as Fitas.
<table>table see original document page 48</column></row><table>
Exemplo 7
A fita dental da invenção foi produzida utilizando a resina PEBAX MX 1205 onde a altura das nervuras foi modificada para alterar a estrutura e as dimensões da fita final.
A matriz foi formada de aço inoxidável, e possuía uma seção transversal similar a esta no Exemplo 1. Existiam onze nervuras projetando-se a partir tanto da primeira como da segunda superfície de limpeza. A largura geral da fenda, ou wt, era 0,77 centímetros (0,303 polegadas). A espessura do corpo principal da matriz tc era 0,009 centímetros (0,0035 polegadas). A altura e a largura das partes de nervura da matriz (hr e wr, respectivamente) eram 0,01 centímetros (0,0038 polegadas) e 0,009 centímetros (0,0035 polegadas). No exemplo 1, a altura das partes de nervura da matriz (hr) era 0,019 centímetros (0,0075 polegadas). O espaçamento entre nervuras vizinhas em ambas as superfícies de limpeza (sr) era 0,066 centímetros (0,026 polegadas), e a razão de sar para sr era 0,5, isto é, as nervuras na segunda superfície de limpeza estavam posicionadas a cerca do meio do caminho entre estas na primeira superfície de limpeza.
A resina foi seca durante 3 horas em 75° C, e processada na extrusora do Exemplo 1. As condições para as extrusões são apresentadasna Tabela XXIX:
TABELA XXV: Condições de Extrusão.
<table>table see original document page 49</column></row><table>
As fitas a partir dos experimentos de extrusão foram estiradas seguindo-se ao procedimento do Exemplo 1. As condições para os três experimentos de estiramento são apresentados na Tabela XXX:
TABELA XXX: Condições de estiramento.
<table>table see original document page 49</column></row><table>
A fita foi revestida com uma cera microcristalina, W445, como descrito no Exemplo 1, onde a fita revestida foi designada como Experimento 1a.
A compressão e a expansão de recuperação das fitas foram medidas como descrito no Exemplo 1. A compressão percentual e a recuperação percentual de cada uma das fitas foram medidas, e os resultados são resumidos na Tabela XXXI:TABELA XXXI: Compressão e recuperação da Fita.
<table>table see original document page 50</column></row><table>
A tenacidade das fitas foi conduzida pela medição dos ciclos para a fratura para cada uma das fitas como descrito no Exemplo 1. Os resultados são resumidos na Tabela XXXII:
TABELA XXXII: Ciclos para a fratura para as Fitas.
<table>table see original document page 50</column></row><table>
Exemplo 8
Rolos de carretei de fita dental foram formados de acordo com os processos de revestimento e de enrolar da presente invenção e utilizando os tamanhos e/ou o tipo de componente descritos abaixo e resumidos na Tabela XXXIII.
TABELA XXXIII
<table>table see original document page 50</column></row><table>
Ordenando os tamanhos de polia acima seqüencialmente (por exemplo, 82e é conectada com 82d que é conectada com 82c, etc, como apresentado na FIGURA 8) e determinando o produto das razões dos tamanhos das polias seqüencialmente ordenadas ou Razão A (como apresenta, em i abaixo)Razão A = P1/P2 x P3/P4 x P2.i/Pz I onde Pi até Pz são os tamanhos das polias seqüencialmente ordenados a partir do carretei 72 e até o carne cilíndrico de avanço 86 do sistema de re-bobinar 70, resulta na seguinte razão:
Razão A = (Polia 82e / Polia 82d) x (Polia 82c / Polia 82f) x (Polia 82g / Polia 82h) = (14/17) x (19/14) x (16/20) = 0,8941
Um carne cilíndrico de avanço foi selecionado para proporcionar um avanço do guia do carne de avanço com 29,21 centímetros (11,5 polegadas) de ponta a ponta para cada 6 revoluções do carne cilíndrico de avanço 86. Isto resulta em um avanço do carne igual ao seguinte:
Avanço do Carne
= Avanço do Guia do Carne de Avanço / 6 Revoluções do Carne cilíndrico de avanço
= 29,21 (11,5") / 6 = 4,868 centímetros (1,9166 polegadas) por revolução do Carne cilíndrico de avanço
A Razão A indica que para cada revolução do carretei 72, o carne cilíndrico de avanço percorre 0,8941 da revolução do carretei. Isto resulta na seguinte distância de percurso para o guia do carne de avanço 76 por revolução do carretei 72:
Distância de Percurso do guia do carne de avanço por revoluçãodo carretei
= Razão da Polia do Carne x Avanço do Carne
= 0,8941 vezes 1,19166 = 4,343 centímetros (1,71 polegadas) por revolução do carretei
O diâmetro do núcleo ds do carretei 72 foi medido para ser 15,773 centímetros (6,21 polegadas), e portanto, a distância percorrida por qualquer ponto na superfície externa do núcleo do carretei 72 após uma revolução do carretei 72 ou circunferência C pode ser calculada como a seguir:
Circunferência C = 20,374 centímetros (6,21 polegadas) x n = (20,374 (6,21"))3,1411 = 49,53 centímetros (19,5 polegadas)
O ângulo de hélice 0 (o ângulo formado por um filamento da fita dental e o plano r<j> do carretei que é perpendicular ao eixo geométrico longi-tudinal do carretei 72 como apresentado na FIGURA 25) formado pela fita dental 10 à medida que ela é inicialmente enrolada ao redor do núcleo do carretei 72 pode então ser calculado como a seguir:
Distância de Avanço do Guia do Carne de Avanço por revolução do carretei / Circunferência C
= 4,343/49,53 (1,71"/19,5")
4,343 / 49,53 = 0,223 (1,71" /19,5" = 0,0876") = sen"1 (Ângulo de Hélice)
Onde Ângulo de Hélice 6' = 5,03°
Como será entendido pelos versados na técnica, à medida que o rolo do carretei 72 aumenta, o ângulo de hélice 0 diminui. Por exemplo, à medida que 1 centímetro (1 polegada) de fita dental é enrolada sobre o núcleo do carretei 72, o ângulo de hélice diminui. Isto é exemplificado a seguir:
O diâmetro do carretei após a adição de 1 camada de um centímetro (uma polegada) de fita = 15,773 centímetros + 5,08 centímetros (2,54 centímetros (1 polegada) de camada adicionada resulta no diâmetro aumentando 5,08 centímetros (2 polegadas)= 20,853 centímetros (8,21 polegadas), e por conseqüência:
Circunferência do Carretei com a Fita = diâmetro do carretei coma fita x r
= (20,853)3,1411 ((8,21)3,1411)
= 65,278 centímetros (25,7 polegadas), e por conseqüência
A distância de Avanço do Guia do Carne de Avanço por revolução do carretei / Circunferência do Carretei e Fita =
4,343 / 65,278 centímetros (1,71 / 25,7 polegadas) = sen"18' (Ângulo de Hélice)
Onde o Ângulo de Hélice 0' = 3,8°
Portanto, à medida que um centímetro (uma polegada) de material é enrolada ao redor do carretei, o ângulo de hélice ocorre por cerca de 1o (9-6'= 5,03°-3,8° = 1,5°).
Utilizando o carne cilíndrico de avanço e os tamanhos de polia cima, os Rolos 1 até 7 (representativos do carretei 72 na FIGURA 8) foramformados e, então, os Rolos 1 até 7 foram subseqüentemente utilizados para formar bobinas separadas (bobinas representativas formadas no carretei de bobina 90 na FIGURA 8). Os parâmetros dos rolos formados e os processos de revestimento e de rebobinar são resumidos nas Tabelas XXXIV e XXXV. TABELA XXXIV (Formulação do Revestimento de Cera)
<table>table see original document page 53</column></row><table><table>table see original document page 54</column></row><table>
1 Cera Adicionada = Peso da Fita - Peso da Fita Revestida
2 Complemento de Cera % = (Cera Adicionada /Peso da Fita Revestida) (100)
3 Peso do Rolo = Peso da Fita Revestida/454 gramas/0,454 kg (Ib.)
As bobinas produzidas nos carreteis de bobina com largura de 10,3 mm e o percentual de bobinas rejeitadas à medida que exibindo enru-gamento insatisfatório são resumidas na Tabela XXXVI.
TABELA XXXVI
<table>table see original document page 54</column></row><table>
1 Os rolos de bobina rejeitados são rolos de bobinas nos quais a largura da fita enrolada na bobina excede a largura do dispensador da bobina de 11,2 mm.
Total de Bobinas Produzidas = 1711
Total de Rejeitadas = 0 % de Rejeitadas = 0,5%
Exemplo 9
A eficácia da fita dental com nervuras da presente invenção é demonstrada nos seguintes testes clínicos.
Dois estudos clínicos (Teste 1 e Teste 2) foram executados, em-pregando um desenho cruzado trilateral de centro único. Os observadores foram cegados e grupos comparativos foram codificados.
Os sujeitos participaram em 3 visitas de tratamento (pelo menos 24 horas entre cada período de cruzamento). Os sujeitos refrearam os procedimentos de higiene bucal durante 18 até 24 horas antes de cada visita. Durante a visita de tratamento, avaliações do índice de Plaqueta Proximal / Marginal antes do tratamento com fio dental (PMI) foram feitas em razão a cada sujeito antes do uso do fio dental substituto por um higienista dental treinado. O uso de fio dental substituto dos sujeitos foi seguido por uma avaliação PMI de uso de fio dental posterior. Os fios dentais testados incluíam uma fita dental preparada de acordo com as condições e possuindo as propriedades dos Exemplos 1 até 8 da presente invenção (Fita A); fio dental Crest.RTM. Glide.RTM (FIO dental A) e fio dental Oral-B Satinfloss.RTM (Fio dental B).
Os níveis de plaqueta supragengival nas superfícies faciais e lingual da lateral da mandíbula e do maxilar e incisivos central foram avaliados utilizando o índice de Plaqueta Próxima / Marginal (PMI) revelado a seguir. As superfícies da face e da língua foram divididas em três segmentos diferentes: distai próximo, marginal e médio próximo; entretanto, as superfícies marginais não foram classificadas. A efetividade foi determinada pela alteração a partir dos dados de referência no PMI médio. A plaqueta foi classificada utilizando os seguintes critérios:
0 = Sem Plaqueta
1 = Pontos separados de plaqueta cobrindo menos do que 1/3 da área.
2 = Áreas separadas de faixas de plaqueta cobrindo menos do que 1/3 da área.
3 = Plaqueta cobrindo 1/3 da área.
4 = Plaqueta cobrindo mais do que 1/3 mas menos do que 2/3 da área.
5 = Plaqueta cobrindo 2/3 ou mais da área.
Os resultados são resumidos nas tabelas XXXVII e XXXVIII.TABELA XXXVII
<table>table see original document page 56</column></row><table>
TABELA XXXVIII
<table>table see original document page 56</column></row><table>

Claims (30)

1. Fita dental elastomérica de monofilamento, compreendendo: um corpo principal compreendendo uma primeira superfície de limpeza e uma segunda superfície de limpeza oposta à dita primeira superfície de limpeza, o dito corpo principal possuindo uma razão de aspecto de mais do que cerca de 10:1; evárias nervuras dispostas ao longo de pelo menos uma dente a dita primeira e a dita segunda superfície de limpeza,em que a razão da largura da dita fita dental para a espessura da dita fita dental é de cerca de 3:1 até cerca de 25:1.
2. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 1, em que tanto a dita primeira como a dita segunda superfície de limpeza compreendem nervuras.
3. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 2, em que a proporção da largura da dita fita dental para a espessura da dita fita dental é de cerca de 10:1 até cerca de 20:1.
4. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 1, em que as nervuras possuem uma configuração em seção transversal que é substancialmente retangular e a proporção da altura das ditas nervuras para a largura das ditas nervuras é cerca de 1,5:1 até cerca de 8:1.
5. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 2, em que o espaçamento entre as ditas nervuras é substancialmente igual.
6. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 5, em que as ditas nervuras na dita primeira superfície de limpeza são alinhadas com as ditas nervuras na dita segunda superfície de limpeza.
7. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 5, em que as ditas nervuras na dita primeira superfície de limpeza são deslocadas das ditas nervuras na dita segunda superfície de limpeza.
8. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 2, em que o espaçamento entre as ditas nervuras é irregular.
9. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 1, adicionalmente compreendendo um revestimento uniforme ou substancial-mente uniforme na primeira e na segunda superfícies.
10. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 9, em que o dito revestimento compreende um ingrediente selecionado do grupo consistindo de um agente de lubrificação, um agente de liberação, um abrasivo, um agente branqueador, um agente ativo, um estimulante olfativo, um estimulador de secreção de saliva, um perceptível pelos sentidos, um óleo essencial, um aroma, um agente antimicrobiano e um agente antiviral.
11. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 1, em que as ditas várias nervuras compreendem cerca de 10 nervuras.
12. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 2,em que as ditas várias nervuras compreendem cerca de 5 nervuras dispostas ao longo de cada uma dentre a dita primeira e a dita segunda superfície de limpeza.
13. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 1, 15 em que o material elastomérico é selecionado do grupo consistindo em co-polímeros do bloco de poliamida-poliéter; copolímeros do bloco de poliéster-poliéter e copolímeros do bloco de poliéster-poliéster; elastômeros de poliu-retano termoplástico alifático; elastômeros de poliuretano termoplástico aro-mático; elastômero de poliolefina termoplástico e misturas dos mesmos.
14. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 2,em que a dita razão de aspecto do dito corpo principal é maior do que cerca de 5:1 e as ditas várias nervuras compreendem cerca de 8 nervuras dispostas ao longo de cada uma das ditas primeira e segunda superfícies de limpeza.
15. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 14,proporcionando uma compressão percentual de mais do que cerca de 50 por cento e uma recuperação percentual de mais do que cerca de ----40 por cento.
16. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 14, em que cada uma das ditas primeira e segunda superfícies compreende pelo menos 10 nervuras.
17. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 14, em que a proporção da largura da dita fita dental para a espessura da ditafita dental é cerca de 10:1 até cerca de 20:1.
18. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 14, em que as nervuras possuem uma configuração em seção transversal que é substancialmente retangular e a proporção da altura das ditas nervuras para a largura das ditas nervuras é de cerca de 1,5:1 até cerca de 8:1.
19. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 18, em que o espaçamento entre as ditas nervuras é substancialmente igual e em que as ditas nervuras na dita primeira superfície de limpeza são deslocadas das ditas nervuras na dita segunda superfície de limpeza.
20. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 18, proporcionando uma compressão percentual de mais do que cerca de 60 por cento e uma recuperação percentual de mais do que 60 por cento.
21. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 16, em que cada uma dentre a dita primeira e a dita segunda superfícies compreende pelo menos cerca de 10 nervuras.
22. Bobina de fita elastomérica, compreendendo:a. um carretei possuindo uma largurab. uma fita dental elastomérica enrolada no carretei de modo que ela forma uma largura, a fita dental elastomérica compreendendo:i. um corpo principal compreendendo uma primeira superfície de limpeza e uma segunda superfície de limpeza oposta à dita primeira superfície de limpeza, o dito corpo principal possuindo uma razão de aspecto de mais do que cerca de 10:1 e várias nervuras dispostas ao longo de pelo menos uma das ditas primeira e segunda superfícies de limpeza, onde a proporção da largura da dita fita dental para a espessura da dita fita dental é cerca de 3:1 até cerca de 25:1,em que o percentual no qual a largura formada pelo fio elasto-mérico excede a largura do carretei por não mais do que 10 por cento da largura do carretei.
23. Bobina, de acordo com a reivindicação 22, em que o percentual no qual a largura formada pelo fio elastomérico excede a largura do carretei por não mais do que 7,5 por cento da largura do carretei.
24. Bobina, de acordo com a reivindicação 23, em que o percentual no qual a largura formada pelo fio elastomérico excede a largura do carretei por não mais do que 5 por cento da largura do carretei.
25. Bobina, de acordo com a reivindicação 22, em que a razão de aspecto do carretei é maior do que cerca de 2:1.
26. Bobina, de acordo com a reivindicação 25, em que a razão de aspecto do carretei é maior do que cerca de 3:1.
27. Bobina, de acordo com a reivindicação 22, em que a fita dental elastomérica adicionalmente compreende revestimento uniforme ou substancialmente uniforme na primeira e na segunda superfícies.
28. Dispensador de fita dental, compreendendo: A. um invólucrob. uma bobina de forma móvel conectada dentro do invólucro, a bobina compreendendo: 15 i. um carretei possuindo uma largura; eii. uma fita dental elastomérica enrolada sobre o carretei de modo que ela forma uma largura, a fita dental elastomérica compreendendo:a. um corpo principal compreendendo uma primeira superfície de limpeza e uma segunda superfície de limpeza oposta à dita primeira superfície de limpeza, o dito corpo principal possuindo uma razão de aspecto de mais do que cerca de 10:1; eb. várias nervuras dispostas ao longo de pelo menos uma das ditas primeira e segunda superfícies de limpeza,em que a razão da largura da dita fita dental para a espessura da dita fita dental é cerca de 3:1 até cerca de 25:1, em que o percentual no qual a largura formada pela fita elastomérica excede a largura do carretei por não mais do que 10 por cento da largura do carretei.
29.
Dispensador de fita dental, de acordo com a reivindicação 28, em que a fita dental elastomérica adicionalmente compreende revesti-30 mento uniforme ou substancialmente uniforme na primeira e na segunda superfícies.
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