BRPI0902706A2 - acoplamento de conector rápido com estabilização lateral - Google Patents

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BRPI0902706A2
BRPI0902706A2 BRPI0902706-8A BRPI0902706A BRPI0902706A2 BR PI0902706 A2 BRPI0902706 A2 BR PI0902706A2 BR PI0902706 A BRPI0902706 A BR PI0902706A BR PI0902706 A2 BRPI0902706 A2 BR PI0902706A2
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stabilizing ring
tube
quick connector
cylindrical
connector coupling
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BRPI0902706-8A
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Jim Kerin
Richard M Pepe
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Ti Group Automotive Sys Llc
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Abstract

ACOPLAMENTO DE CONECTOR RáPIDO COM ESTABILIZAçãO LATERAL. A presente invenção refere-se a um acoplamento de conector rápido para uso com uma linha de fluido inclui um corpo de conector definindo um furo direto, que define uma superfície de suporte de anel de estabilização se estendendo axialmente à frente de uma abertura de entrada na extremidade de recepção macho. O elemento macho é um tubo que define uma superfície de vedação em geral cilíndrica, com a parte de reforço direcionada radialmente a uma dada distância da extremidade livre do tubo e uma superfície cilíndrica traseira atrás da parte de reforço. Um retentor é adaptado para prender de modo liberável o tubo dentro do corpo de conector. Um anel de estabilização reside entre a superfície de suporte de anel de estabilização se estendendo axialmente e a superfície cilíndrica traseira do tubo. Em uma forma, o anel de estabilização é preso ao tubo para resistir à rotação relativa ao corpo.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "ACOPLA-MENTO DE CONECTOR RÁPIDO COM ESTABILIZAÇÃO LATERAL".
REFERÊNCIA CRUZADA COM PEDIDOS RELACIONADOS
Este pedido de patente reivindica o benefício do Pedido de Pa-tente Provisório N°. 61/092.572, depositado em 28 de agosto de 2008, que éincorporado aqui em sua totalidade por referência.
ANTECEDENTES DA DESCRIÇÃO
A presente invenção refere-se a sistemas de linha de fluido queincluem acoplamentos de conector rápido, e mais particularmente a um aco-plamento de conector rápido com estabilização axial entre componentes deacoplamento associados.
Em campo automotivo e outros campos, acoplamentos de co-nector rápido, que em geral incluem um elemento macho recebido e retidovedantemente no corpo de conector fêmea, são freqüentemente utilizadospara fornecer uma conexão de fluido entre dois componentes ou condutos,estabelecendo assim uma linha de fluido entre os dois componentes. O usode acoplamentos de conector rápido é vantajoso em que uma linha de fluidovedada e segura pode ser estabelecida com uma quantidade de tempo edespesa mínimas.
Um número de métodos e mecanismos existe para prender oelemento macho e o corpo de conector fêmea de um acoplamento de conec-tor rápido. Um tipo de mecanismo de retenção envolve o uso de um retentorinserido através de fendas formadas no exterior do corpo de conector. Vigasse estendendo através das fendas são posicionadas em contato limitanteentre a parte reforçada elemento macho e as superfícies traseiras definindoas fendas, para impedir a retirada do tubo. Tais retentores, são freqüente-mente referidos como retentores do tipo "ferradura". Exemplos deste tipo deacoplamento são encontrados nas Patentes U.S. N°s 6.846.021 e 7.390.025.
Em tais acoplamentos, o tubo não é sustentado exceto pelo con-tato de guia entre a extremidade do tubo em uma parte de recepção de tubodo furo, espaçado para frente da abertura de entrada. As forças laterais notubo, isto é, da extensão transversal para axial do acoplamento, pode degra-dar a integridade da vedação entre o tubo e o corpo aumentando as perdasde permeação. Também, a forma terminal do tubo inserido é rotativa dentrodo corpo de acoplamento.
SUMÁRIO DA DESCRIÇÃO
Em uma modalidade, o acoplamento da presente descrição in-clui um anel de estabilização interposto entre o corpo de conector e o tubona abertura de entrada. O anel de estabilização pode ser feito de um materi-al rígido, tal como alumínio ou plástico. O anel de estabilização pode ser co-nectado rigidamente em torno da parte tubular do elemento macho, por e-xemplo, pela expansão do tubo dentro do anel de estabilização.
O anel de estabilização é recebido de modo removível na partede retentor do corpo de acoplamento na abertura de entrada e coopera coma superfície externa do tubo para fornecer suporte lateral com relação à ex-tensão longitudinal do tubo. O anel de estabilização aperfeiçoa o desempe-nho de carga lateral entre o tubo e o corpo de conector. Manter o corpo e otubo em alinhamento axial reduz a carga lateral na vedação de fluido internareduzindo as perdas de permeação.
O anel de estabilização pode também resistir ao movimento ro-tacional relativo entre o furo de corpo e a superfície externa do tubo em tornodo eixo longitudinal do tubo. Tal minimização de movimento relativo assegu-ra uma vedação robusta para resistir adicionalmente à perda de permeação.Também permite orientação rotacional específica do tubo ou elemento ma-cho com relação ao corpo de acoplamento de conector.
BREVE DESCRIÇÃO DAS VÁRIAS VISTAS DOS DESENHOS
A figura 1 é uma vista em perspectiva explodida de um acopla-mento de conector rápido incorporando um anel de estabilização ilustrativodos princípios da presente descrição.
A figura 2 é uma vista em perspectiva do acoplamento de conec-tor rápido da figura 1 em uma condição montada.
A figura 3 é uma vista lateral em seção transversa do acopla-mento de conector rápido montado da figura 2 ilustrando os princípios dapresente descrição.A figura 4 e uma vista lateral em seção transversal do corpo doacoplamento de conector rápido das figuras 1-3.
A figura 5 é uma vista dianteira do acoplamento de conector rá-pido das figuras 1 a 3.
A figura 6 é uma vista dianteira do anel de estabilização do aco-plamento de conector rápido das figuras 1 a 3.
A figura 7 é uma vista lateral em seção do anel de estabilizaçãoilustrado na figura 6 tomada ao longo da linha 7-7 da figura 6.
A figura 8 é uma vista em seção lateral da parte de elementomacho do acoplamento de conector rápido das figuras 1 a 3, ilustrando oanel de estabilização fixado no tubo em relação à parte reforçada do tubo.
A figura 9 é uma vista dianteira de uma modalidade alternada doanel de estabilização de acordo com a descrição.
A figura 10 é uma vista dianteira de uma modalidade alternadado anel de estabilização de acordo com a descrição.
A figura 11 é uma vista em perspectiva de um tubo ilustrandouma forma modificada da descrição.
DESCRIÇÃO DETALHADA DOS DESENHOS
O acoplamento de conector rápido da presente descrição é ilus-trado em conexão com um sistema de linha de fluido. É mostrado como umaconexão liberável entre um tubo rígido e outros componentes de conduçãode fluido, em particular uma mangueira flexível. No entanto, o acoplamentotem numerosas outras aplicações onde uma conexão à prova de vazamentode fluido, mas liberável é desejada, tal como a conexão de elementos rígidosde uma trajetória de fluido, se pressão ou não-pressurizado. Exemplos inclu-em sistemas de distribuição de combustível de veículo automotivo ou siste-mas de condicionamento de ar automotivo. Um exemplo de um acoplamentode conector de fluido liberável pode ser encontrado na Patente U.S.7.484.774 (a patente 774) intitulada "Redundant LatchA/erifier for a QuickConnector", que foi concedida em 3 de fevereiro de 2009, o relatório e osdesenhos da qual são incorporados aqui em sua totalidade por referência.
A figura 1 ilustra um acoplamento de conector rápido 110 paraformar uma conexão separável em uma linha de fluido. O acoplamento 110compreende um corpo de conector fêmea em geral cilíndrico 112 e um ele-mento macho 114, a ser liberavelmente preso juntos por um elemento reten-tor primário 116. Um elemento de engate/verificador redundante 118 podetambém ser empregado. Em muitos aspectos, o acoplamento de conectorrápido 110 é similar às estruturas descritas na patente 774.
Em uso, o corpo de conector fêmea 112 é conectado a uma tu-bulação ou mangueira (não mostrada) que é também uma parte do sistemade linha de fluido. O corpo de conector fêmea 112 e o elemento macho 114são conectáveis para formar uma junta permanente, mas separável, na linhade fluido.
Como ilustrado na figura 1, o elemento macho 114 é formado naextremidade de um tubo rígido 115 tendo uma superfície de vedação cilíndri-ca externa 194. Inclui uma parte reforçada radialmente aumentada 190 defi-nindo uma superfície de apoio anular radial voltada para trás 191 a uma dis-tância predeterminada de uma extremidade livre ou aberta 192 do tubo 115.A superfície cilíndrica externa traseira 195 do tubo 115 se estende para trás,para longe da parte reforçada 190.
O corpo de conector 112 é ilustrado nas figuras 1 a 5. O corpode conector 112 é oco e inclui uma parede em geral cilíndrica 120. Deve serentendido que o exterior do corpo pode assumir qualquer formato desejadosem se afastar da invenção. Poderia, por exemplo, incluir uma curva de 90°entre suas extremidades, que é um formato comum para um corpo de co-nector.
O corpo de conector inclui uma parte de haste 122 feita de me-tal, fixada em um alojamento de retentor moldado separado 124 feito de ummaterial plástico, tal como poliamida. Tal configuração é descrita na PatenteU.S. 7.497.480, intitulada "Hybrid Quick Connector", concedida em 3 demarço de 2009, o relatório e os desenhos da qual são aqui incorporados porreferência.
Com referência à figura 4, a superfície interior da parede 120define um furo direto 126 a partir de uma abertura de entrada 127 na extre-midade de recepção de elemento macho 128 para a extremidade de cone-xão de mangueira 150. Deve ser notado que os termos axial e axialmentecomo usados aqui significam longitudinalmente ao longo da parede de corpode conector 120. Os termos lateral, lateralmente, transverso e transversal-mente significam em um plano em geral perpendicular à extensão longitudi-nal da parede de corpo 120.
O furo 126 do corpo de conector 112 se estende completamenteatravés do corpo de conector 112. As variações no diâmetro da parede 120do corpo de conector 112 dividem o furo direto 126 em seção distintas isto é,seção de alojamento de retentor 132, câmara de vedação 134, e receptáculode extremidade de tubo 136. Deve ser notado que o termo para frente é u-sado aqui para significar em uma direção axialmente da extremidade de re-cepção de elemento macho 128 para a extremidade de conexão de man-gueira 130 em geral ao longo do eixo central. O termo para trás significa emuma direção axialmente da extremidade de conexão de mangueira 130 paraa extremidade de recepção de elemento macho 128 em geral ao longo doeixo central.
A seção de alojamento de retentor 132 é adjacente à extremida-de de recepção de elemento macho 128. A seção de alojamento de retentor132 é definida por um aro 140 tendo uma superfície voltada para trás planartransversa 129 que define o furo de entrada ou a abertura 127 para o furodireto 126 na extremidade de recepção macho 128. O aro 140 é conectadopor várias colunas no aro dianteiro 142. Como visto na figura 3, o interradoentre o aro 140 e o aro dianteiro 142 recebe o retentor primário 116 e o veri-ficador de engate secundário 118, que opera para prender de modo liberávelo elemento macho 114 no furo 126 do corpo de conector 112 em uma ma-neira bem conhecida.
O furo 126 define uma superfície de suporte de anel de estabili-zação se estendendo axialmente 139 na abertura de entrada 127. O furo 126é dimensionado para passar a parte reforçada 190 na inserção do elementomacho 114 na abertura de entrada 127 do corpo 116.
O formato da superfície de suporte de anel de estabilização seestendendo axialmente 139, é visto melhor na figura 5. É configurada parareceber e suportar o anel de estabilização ou inserto 500, descrito em deta-lhe abaixo. A superfície axial 139 inclui uma parte cilíndrica ou arqueada144. Também define um par de entalhes na forma de cavidades de extensãoexterna 145. Também define a fenda central radialmente para fora 146.
O receptáculo de extremidade de tubo 136 é formado por umasuperfície de furo cilíndrico 137 formada na seção de alojamento de retentor124 e uma superfície de furo coaxial 138 na parte de haste 122. O receptá-culo de extremidade de tubo 136 é dimensionado para receber, e guiar asuperfície cilíndrica externa 194 do tubo 115 do elemento macho 114.
Referindo-se à figura 4, a câmara de vedação 134 é formadaaxialmente para frente da seção de alojamento de retentor 132. É definidapelas paredes anulares radiais 151 e 152 do corpo 112 dentro do furo 127 ea superfície cilíndrica axial 135 na parte de haste 122. É dimensionada paraalojar o elemento de vedação 148 para formar uma vedação de fluido entre ocorpo de conector 112 e o elemento macho 114.
Como ilustrado na figura 3, o elemento de vedação, na forma deum anel em O 148 é dimensionado para encaixar de modo justo dento dacâmara de vedação 134 contra a superfície cilíndrica 135 e de modo justoem torno da superfície de vedação cilíndrica externa 194 do tubo 115 defi-nindo o elemento macho 114. O anel em O 148 é restringido axialmente nacâmara de vedação 134 por paredes anulares radiais 151 e 152.
A passagem de fluido 138 é definida pela parte de diâmetro me-nor da parede 120. Esta define o restante de furo direto 126.
Deve ser notado que para propósito de clareza, o acoplamentode conector rápido 110 é mostrado com sua extensão longitudinal posicio-nada em um plano em geral horizontal e os termos "topo", "fundo" e "lados"foram usados na descrição do corpo de conector 116. Será entendido que aconfiguração de "topo" está associada com o retentor primário 116 e a confi-guração de fundo está associada com o engate/verificador redundante 118.No entanto, em uso, o acoplamento de conector 110 pode residir em qual-quer orientação sem levar em consideração os planos horizontal e vertical e"topo" e "fundo" São somente relevantes para as ilustrações aqui.
O retentor do tipo "ferradura" 116 é ilustrado nas figuras 1 a 3. Éde preferência moldado a partir de um material flexível, resiliente, tal comoplástico. O retentor primário 116, que se estende transversamente atravésdo topo da seção de alojamento de retentor 132 entre os aros 140 e 142, éacoplado de modo desmontável no corpo do conector 112. Inclui um par depernas espaçadas em geral paralelas , alongadas 196. As pernas 196 sãounidas a e se estendem a partir do elemento transversal 198. O elementotransversal 198 fornece uma separação entre as pernas 196, aproximada-mente igual ao diâmetro externo do tubo cilíndrico 115 do elemento macho114. A disposição de pernas 196 com o elemento transversal 198, permite aexpansão para fora das pernas 196 para permitir a inserção e liberação doelemento macho. Quando na posição engatada, as pernas 196 estão emrelação de contato entre a superfície de apoio anular radial traseira 191 departe reforçada 190 do elemento macho 190 e uma superfície dianteira doaro 140 como mostrado na figura 3. Quando assim posicionadas, as pernasimpedem a retirada do elemento macho 114 do furo 126 do corpo 112. Asuperfície de vedação cilíndrica 194 do tubo 115 está disposta em furos ci-líndricos 137 e 138 e o elemento de vedação de anel em O 148 veda contraa superfície 194. Os furos 137 e 138 são dimensionados ligeiramente maio-res que a superfície de vedação cilíndrica externa 194 do tubo 115. O tubo éassim suportado contra o movimento lateral.
O engate/verificador redundante 118 é ilustrado nas figuras 1 e2. É configurado como descrito na Patente U.S. 7.497.480 previamente identificada.
O engate/verificador redundante 118 é moldado de um materialflexível resiliente, tal como plástico. O engate/verificador redundante 118está no fundo da seção de alojamento de retentor 132. É transversalmentedeslizável ao corpo do conector 112 na direção de e para longe do furo dire-to 126 entre uma posição radialmente interna, ou engatada, e uma posiçãoradialmente externa, ou desengatada. Em sua posição engatada impede aabertura inadvertida do retentor primário 116. Em algumas aplicações, pode-ria também incluir uma viga de travamento radialmente deslizável 172 comoilustrado. Quando na posição engatada, uma superfície da viga 172 contataa superfície de apoio radial 191 da parte reforçada 190 para impedir a retira-da do tubo 114 do corpo de conector 112.
O engate/verificador redundante 118 é mostrado aqui somentepara propósito de ilustração. Não é um elemento necessário de um acopla-mento de conector rápido incorporando a presente invenção.
Na modalidade ilustrada e como visto melhor nas figuras 5 a 8, oanel de estabilização ou inserto 500 do acoplamento 110 é configurado pararesidir entre o tubo 115 e o corpo de conector 112 à frente da abertura deentrada 127 e fornecer suporte lateral ou transversal adicional para o tubo115 com relação ao corpo 112. É um elemento do tipo disco planar de ex-tensão axial curta entre a superfície planar dianteira 501 e a superfície pla-nar traseira 503. Notavelmente, o anel de estabilização 500 é simétrico. Por-tanto, na instalação, não precisa ser especificamente orientado quanto aqual superfície planar do anel de estabilização 500 está voltada para frente equal está voltada para trás.
O inserto 500 inclui uma superfície de perímetro externa 502 de-finindo um segmento em geral arqueado ou cilíndrico 505 para cooperar coma superfície de suporte de anel de estabilização 139 da parte de retentor132.
O anel 500 é configurado para encher o espaço vazio entre asuperfície cilíndrica externa traseira 195 do tubo 115 e a superfície de supor-te de anel de estabilização se estendendo axialmente 139 da parte de reten-tor 132 na abertura de entrada 127. A superfície de perímetro externo 502 doanel 500 tem um formato para complementar o formato da superfície de su-porte de anel de estabilização se estendendo axialmente 139. Inclui protube-râncias 508 que se estendem radialmente para fora e formatadas para enga-tar as cavidades de extensão externa 145 definidas pela superfície 139. Asuperfície do perímetro 502 ainda define uma protuberância central 509 pararesidir dentro da fenda radial central 146 definida pela superfície axial 139 naabertura de entrada 127.A superfície de perímetro 502 pe dimensionada ligeiramentemenor que o perímetro da superfície de suporte de anel de estabilização 139de modo que o inserto se encaixa de modo justo, mas livremente, dentro dasuperfície de suporte 139. Assim, o inserto 500 pode ser movido axialmentepara a posição dentro da superfície de suporte de anel de estabilização seestendendo axialmente sem qualquer força axial apreciável exigida para talinserção. Ainda, uma vez inserida, a superfície de perímetro 502 do inserto500 coopera com a superfície 139 para resistir ao movimento lateral outransverso.
O anel de estabilização 500 é funcional na inserção na aberturadefinida pela superfície de suporte de anel de estabilização se estendendoaxialmente 139 na abertura de entrada 127 do corpo de conector 116 paraimpedir a rotação do anel de estabilização 500 com relação ao corpo 116. Asuperfície axial externa 502 do anel 500 é suportada dentro da superfície desuporte de anel de estabilização 139 do corpo 116. As protuberâncias 508 e509 do anel 500 estão dispostas em cavidades de extensão 145 e fenda 146no corpo 116 para impedir a rotação relativa.
O anel de estabilização 500 inclui um furo direto definido pelasuperfície axial interna 504 para cooperar com a superfície cilíndrica externatraseira 195 do tubo 115. Na modalidade ilustrada nas figuras 1 a 8, a super-fície axial interna 504 do anel de estabilização 500 é em geral cilíndrica. Elatem um diâmetro ligeiramente maior que o diâmetro da superfície cilíndricaexterna traseira 195 do tubo 115. A superfície axial interna 504 inclui umasérie de entalhes radialmente externos 510 espaçados em torno da superfí-cie. Os entalhes 510 cooperam com a superfície cilíndrica externa traseira195 do tubo 115.
Os entalhes 510 na superfície axial interna 504 do anel de esta-bilização 500 engatam a superfície cilíndrica externa traseira 195 do tubo115 para trás da superfície de apoio anular radial 191 da parte reforçada190. É considerado que o anel de estabilização 500 é fixado na superfíciecilíndrica externa traseira 195 do tubo 115 na distância predeterminada a-propriada da parte reforçada 190 durante o processo de formação de extre-midade de tubo. A posição axial do anel 500 com relação à extremidade dotubo 115 e a parte reforçada radialmente para fora do tubo deforma um pou-co para engatar entalhes 510 para prender a superfície cilíndrica externatraseira do tubo 195 na superfície axial interna 504 do anel de estabilização500. O engate com os entalhes 510 serve para melhorar adicionalmente arelação de agarre entre o anel 500 e o tubo 115.
Como ilustrado na figura 9, o anel de estabilização 500 pode in-cluir um furo central com nenhum entalhe formado na superfície axial interna504. A expansão da superfície cilíndrica externa traseira 195 do tubo 115durante o processo de fixação prende de modo friccional o anel de estabili-zação 500 no tubo 115.
Como ilustrado na figura 3, com o tubo 115 completamente inse-rido, isto é, com parte reforçada 190 na frente das pernas 196 do retentorprimário 116, o anel de estabilização 500 é posicionado em engate com asuperfície de suporte de anel de estabilização se estendendo axialmente 139do furo 126 na abertura de entrada 127 para impedir a rotação do tubo 114com relação ao anel 500. As protuberâncias 508 e 509 são engatadas comas cavidades de extensão externas 145 e a fenda radial central 146 paraimpedir a rotação do anel 500 com relação ao corpo de conector 116.
O inserto ou anel de estabilização 500 é preso na superfície ci-líndrica externa traseira 195 do tubo 115 com a superfície planar traseira 503posicionada a uma distância "L" da superfície de apoio anular radial traseira191 tal que com o tubo completamente inserido no furo 126, o anel 500 éalinhado axialmente dentro da superfície axial interna 139. Esta relação loca-liza o anel de estabilização 500 dentro do corpo de conector 116 com a su-perfície planar dianteira 501 à frente da superfície transversa voltada paratrás 129 definindo a abertura de entrada 127 com a superfície de perímetro502 engatada com a superfície de suporte de anel de estabilização se es-tendendo axialmente 139.
É considerado que o anel de estabilização 500 seja fixado notubo 115 na locação fixa descrita durante a etapa de formação de extremi-dade de tubo. Como explicado, o anel de estabilização 500 é preso ao tubo115 por expansão do tubo a partir de dentro, fazendo a superfície cilíndricaexterna traseira 195 engatar de modo friccional a superfície cilíndrica interna504. Esta expansão também estabelece uma relação de agarre entre os en-talhes 510 do anel de estabilização 500 e a superfície cilíndrica externa 195do tubo 115.
O tubo 115 com a parte de reforço 190 formada apropriadamen-te e o anel de estabilização 500 apropriadamente localizado pode então serinserido no furo 126 do corpo de conector 112 através da abertura de entra-da 127 na conclusão do processo de montagem de acoplamento de conectorrápido.
Quando completado, a superfície de vedação cilíndrica externa194 reside no receptáculo de extremidade de tubo 136 definida pelas super-fícies 137 e 138, o elemento de vedação 148 reside na câmara de vedação134 na relação de vedação com a superfície 135 do furo 126 e a superfíciede vedação cilíndrica externa 194 do tubo 115. A parte de reforço 190 é po-sicionada com a superfície de apoio radialmente anular 191 axialmente àfrente das pernas 196 do retentor 116. O anel de estabilização 500 está dis-posto com a superfície de perímetro externo 502 alinhada dentro da superfí-cie de suporte de anel de estabilização se estendendo axialmente 139. Estaúltima relação entre o anel de estabilização 500 e o corpo 112 fornece su-porte para o tubo 115 e resiste ao deslocamento lateral do tubo 115 comrelação ao corpo 112. O engate fixo da superfície cilíndrica interna 504 coma superfície cilíndrica externa traseira 195 do tubo 115 resiste ao desloca-mento rotacional do tubo 115 com relação ao corpo de conector 112.
Em um acoplamento de conector rápido com nenhuma estabili-zação, a extremidade livre do tubo 115 é guiada na parte de recepção detubo ou receptáculo 136 do furo 126. Também, o elemento de vedação 148fornece alguma resistência ao movimento lateral ou transverso do tubo 115com relação ao furo do corpo 126 desde que está em contato vedante com asuperfície cilíndrica externa 194 do tubo e a superfície cilíndrica interna 135do furo 126 na câmara de vedação 134. No entanto, não existe suporte late-ral para o tubo 115 atrás do receptáculo de extremidade de tubo 136, porexemplo adjacente à abertura de entrada 127 na extremidade de recepçãode elemento macho 128.
Com o anel de estabilização 500 da presente invenção, a super-fície cilíndrica externa 502 do anel de estabilização 500 está em contato coma superfície de suporte de anel de estabilização se estendendo axialmenteinterna 139 do furo de corpo 126 na abertura de entrada 127. A superfíciecilíndrica interna 504 do anel de estabilização 500 está em contato com asuperfície cilíndrica externa traseira 195 do tubo 115. Qualquer carga trans-versa do tubo 115 é transferida do tubo 115 através do anel de estabilização500 para o corpo de conector 116. Esta relação melhora a capacidade doacoplamento resistir ao desalinhamento.
Deve ser notado que o tamanho da superfície cilíndrica interna504 do anel de estabilização 500 é tal que não pode passar a parte de refor-ço 190 no tubo 115. O anel 500 deve ser aplicado ao tubo 115 antes do pro-cesso de formação de extremidade para criar a parte de reforço 190. Alter-nativamente, o anel de estabilização 500 pode ser montado no tubo 115apartir de sua extremidade oposta e deslizada em posição adjacente à partede reforço 190.
O inserto ou anel de estabilização 500 é fixado na superfície ci-líndrica externa traseira 195 do tubo 115 antes da inserção do elemento ma-cho 114 no corpo de conector 112. Porque o anel 500 não é rotativo comrelação ao tubo 115, a orientação do tubo com relação ao corpo do conectoré também fixada. Esta relação é significante na medida em que é importantecontrolar esta relação rotacional tal como em casos onde a parte de haste122 é formada a um ângulo com relação ao eixo longitudinal do furo 126.
É considerado que a superfície cilíndrica interna 504 pode as-sumir qualquer forma que resiste à rotação do tubo 115 com relação ao anelde estabilização 500. Por exemplo, como mostrado na figura 10, a superfícieaxial interna 804 do anel 800 é um padrão hexagonal definido por planos806. É considerado que o anel de estabilização 800 seria apropriadamenteposicionado e preso ao tubo 115 durante o processo de formação de extre-midade. A distância através dos planos 806 seriam ligeiramente maiores queo diâmetro da superfície cilíndrica externa traseira 195 do tubo 115. Duranteo processo de formação de extremidade, o tubo 115 seria expandido para oscantos 810 definidos por planos adjacentes 806. O tubo 115 assim seria fi-xado contra a rotação com relação ao anel de estabilização 800.
É também considerado que o anel de estabilização 500 sejaformado de um material resiliente tal como uma borracha polimérica. Quan-do deformado, possuiria resiliência suficiente para fornecer uma força derestauração. A superfície cilíndrica externa 502 seria dimensionada um pou-co maior que a superfície de suporte de anel de estabilização se estendendoaxialmente interna 139 definida no furo 126 do corpo 116 na abertura de en-trada 127. A inserção do anel de estabilização 500 deformaria o anel 500radialmente de modo suficiente para fazer a superfície cilíndrica interna 502comprimir a superfície cilíndrica externa traseira 195 do tubo 115 , dessemodo exercendo uma força para resistir à rotação do tubo 115 com relaçãoao anel 500. Um adesivo poderia também ser aplicado entre a superfíciecilíndrica externa traseira 195 do tubo 115 e a superfície axial interna 504 doanel de estabilização 500.
Referindo-se à figura 11, é ilustrada uma modificação na super-fície cilíndrica externa traseira 195 do tubo 115 que aumenta a resistência àrotação do tubo 115 com relação ao anel de estabilização 500. A superfíciecilíndrica externa traseira 195 inclui uma pluralidade de sulcos radialmenteexternos igualmente espaçados 197 ou superfícies de retenção de tubo. Es-tes sulcos são espaçados para alinhar com e ser recebidos nos entalhes 510do inserto ou anel de estabilização 500. Os sulcos 197 podem ser formadosno tubo 115 por qualquer processo conhecido, tal como "contração" externado tubo ou expansão do tubo dentro de uma matriz de formação.
Os sulcos são posicionados com relação à parte de reforço 191tal que quando o tubo 115 é completamente inserido, o anel de estabilização500 está disposto na distância "L" a partir da superfície radial 191 da partede reforço 190 e dentro da superfície de suporte de anel de estabilização139.

Claims (22)

1. Acoplamento de conector rápido, compreendendo:um corpo de conector definindo um furo direto com uma aberturade entrada em uma extremidade de recepção de elemento macho, o ditocorpo definindo uma superfície de suporte de anel de estabilização se es-tendendo axialmente na dita extremidade de recepção de elemento macho àfrente da dita abertura de entrada, o dito corpo de conector ainda definindoum receptáculo de extremidade de tubo à frente da dita superfície de suportede anel de estabilização se estendendo axialmente;um elemento macho compreendendo um tubo tendo uma extre-midade livre e uma parte de reforço radialmente alargada espaçada da ditaextremidade livre, uma superfície de vedação cilíndrica se estendendo entrea dita extremidade livre e a dita parte de reforço, e uma superfície cilíndricatraseira atrás da dita parte de reforço;um anel de estabilização circundando a dita superfície cilíndricatraseira do dito tubo, o dito anel de estabilização incluindo uma superfície seestendendo axialmente disposta dentro da dita superfície de suporte de anelde estabilização se estendendo axialmente.
2. Acoplamento de conector rápido, de acordo com a reivindica-ção 1, em que a dita superfície de suporte de anel de estabilização é confi-gurada para receber e suportar o dito anel de estabilização, e o dito anel deestabilização inclui uma superfície de perímetro externo formatada paracomplementar o formato da dita superfície de suporte de anel de estabiliza-ção se estendendo axialmente e é configurada para encaixar livremente masde modo justo dentro da dita superfície de suporte de anel de estabilizaçãose estendendo axialmente.
3. Acoplamento de conector rápido, de acordo com a reivindica-ção 2, em que a dita superfície de suporte de anel de estabilização se es-tendendo axialmente define pelo menos uma cavidade de extensão externa,e a dita superfície de perímetro externa do dito anel de estabilização definepelo menos uma protuberância disposta na dita pelo menos uma cavidadede extensão.
4. Acoplamento de conector rápido, de acordo com a reivindica-ção 3, em que a dita superfície de suporte de anel de estabilização se es-tendendo axialmente define uma pluralidade de cavidades de extensão, e adita superfície de perímetro externo do dito anel de estabilização define umaprotuberância em cada dita cavidade de extensão.
5. Acoplamento de conector rápido, de acordo com a reivindica-ção 2, em que o dito anel de estabilização inclui uma superfície cilíndricainterna engatada de modo friccional com a dita superfície cilíndrica traseirado dito tubo.
6. Acoplamento de conector rápido, de acordo com a reivindica-ção 5, em que a dita superfície cilíndrica interna do dito anel de estabilizaçãoinclui uma série de entalhes externos radiais espaçados em torno da ditasuperfície cilíndrica interna.
7. Acoplamento de conector rápido, de acordo com a reivindica-ção 5, em que a dita superfície cilíndrica traseira do dito tubo é expandidaradialmente para fora em engate friccional com na dita superfície cilíndricainterna do dito anel de estabilização.
8. Acoplamento de conector rápido, de acordo com a reivindica-ção 6, em que a dita superfície cilíndrica traseira do dito tubo é expandidaradialmente para fora em engate friccional com a dita superfície cilíndricainterna do dito anel de estabilização.
9. Acoplamento de conector rápido, de acordo com a reivindica-ção 2, em que a dita superfície de perímetro externa do dito anel de estabili-zação é dimensionado ligeiramente menor que a dita superfície de suportede anel de estabilização se estendendo axialmente de modo a encaixar li-vremente no mesmo.
10. Acoplamento de conector rápido, de acordo com a reivindi-cação 9, em que o dito anel de estabilização é feito de metal.
11. Acoplamento de conector rápido, de acordo com a reivindi-cação 7, em que a dita superfície de perímetro externo do dito anel de esta-bilização é dimensionada ligeiramente menor que a dita superfície de supor-te de anel de estabilização se estendendo axialmente de modo a encaixarlivremente no mesmo.
12. Acoplamento de conector rápido, de acordo com a reivindi-cação 11, em que o dito anel de estabilização é feito de metal.
13. Acoplamento de conector rápido, de acordo com a reivindi-cação 2, em que o dito corpo inclui pelo menos uma superfície de furo cilín-drico definindo o dito receptáculo de extremidade de tubo, e o dito corpo de-fine uma seção de alojamento de retentor entre a dita pelo menos uma su-perfície de furo cilíndrico e a dita superfície de suporte de anel de estabiliza-ção se estendendo axialmente, o dito acoplamento incluindo um retentor nadita seção de alojamento de retentor tendo pernas espaçadas, a dita super-fície de vedação cilíndrica externa do dito tubo disposto na dita pelo menosuma superfície de furo cilíndrico, a dita parte de reforço inclui uma superfíciede apoio anula radial traseira em relação de corresponde de contato com asditas pernas, e o dito anel de estabilização incluindo uma superfície planardianteira e uma superfície planar traseira, o dito anel de estabilização estádisposto a uma distância "L" da dita superfície de apoio anular radial traseiratal que a dita superfície planar dianteira está à frente da dita abertura de en-trada definida pelo dito corpo com a dita superfície de perímetro externo dodito anel de estabilização está dentro da dita superfície de suporte de anelde estabilização se estendendo axialmente do dito corpo de conector.
14. Acoplamento de conector rápido, de acordo com a reivindi-cação 13, em que o dito anel de estabilização inclui uma superfície cilíndricainterna engatada de modo friccional com a dita superfície cilíndrica traseirado dito tubo.
15. Acoplamento de conector rápido, de acordo com a reivindi-cação 14, em que a dita superfície cilíndrica interna do dito anel de estabili-zação inclui uma série de entalhes externos radiais espaçados em torno dadita superfície.
16. Acoplamento de conector rápido, de acordo com a reivindi-cação 13, em que a dita superfície de suporte de anel de estabilização seestendendo axialmente define pelo menos uma cavidade de extensão exter-na, e a dita superfície de perímetro externa do dito anel de estabilização de-fine pelo menos uma protuberância disposta na dita pelo menos uma cavi-dade de extensão.
17. Acoplamento de conector rápido, de acordo com a reivindi-cação 16, em que a dita superfície de suporte de anel de estabilização seestendendo axialmente define uma pluralidade de cavidades de extensão, ea dita superfície de perímetro externo do dito anel de estabilização defineuma protuberância em cada dita cavidade de extensão.
18. Método de formar um elemento macho para um acoplamentode conector rápido, o dito elemento macho compreendendo um tubo rígidotendo uma extremidade livre e uma dita parte de reforço radialmente alarga-da espaçada da dita extremidade livre, uma superfície de vedação cilíndricase estendendo entre a dita extremidade livre e a dita parte de reforço e umasuperfície cilíndrica traseira atrás da dita parte de reforço, e um anel de es-tabilização preso na dita superfície cilíndrica traseira atrás da dita parte dereforço, as etapas compreendendo:fornecer um tubo rígido tendo uma extremidade livre e uma su-perfície cilíndrica externa;fornecer um anel de estabilização tendo uma superfície de perí-metro externo e uma superfície axial interna;posicionar o dito anel de estabilização na dita superfície cilíndri-ca do dito tubo;formar a dita parte de reforço com uma superfície de apoio anu-lar radial traseira a uma dada distância da dita extremidade livre do dito tubo;posicionar o dito anel de estabilização a uma distância prede-terminada da dita superfície de apoio anular traseira;expandir o dito tubo para prender o dito anel de estabilização nadita superfície cilíndrica traseira.
19. Método, de acordo com a reivindicação 18, em que a ditasuperfície axial interna do dito anel de estabilização é em geral cilíndrica einclui uma série de entalhes radialmente para fora espaçados em torno dadita superfície, as etapas ainda compreendendo:expandir o dito tubo para fazer a dita superfície cilíndrica traseirado dito tubo engatar os ditos entalhes.
20. Método para resistir à rotação relativa em um acoplamentode fluido entre um elemento macho e um corpo de conector tendo um furode recepção de tubo e definindo uma superfície de suporte de anel de esta-bilização se estendendo axialmente, o método compreendendo:fornecer um anel de estabilização e prender o dito anel de esta-bilização no dito elemento macho;inserir o dito elemento macho dentro do dito furo de recepção detubo;desse modo engatando o dito anel de estabilização com a ditasuperfície de suporte de anel de estabilização se estendendo axialmente.
21. Método, de acordo com a reivindicação 20, ainda incluindofornecer pelo menos uma protuberância em uma superfície exterior do ditoanel de estabilização, e fornecer uma cavidade de extensão externa definidano dito corpo de conector pela dita superfície de suporte de anel de estabili-zação, as etapas ainda compreendendo dispor a dita pelo menos uma pro-tuberância na dita cavidade de extensão.
22. Método, de acordo com a reivindicação 21, em que o ditoanel de estabilização é feito de um material rígido, e em que engatar o ditoelemento macho com o dito anel de estabilização inclui expandir uma partedo dito elemento macho em engate com uma superfície axial interna do ditoanel de estabilização.
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