BRPI0902952A2 - pneu de multi-uso - Google Patents
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Abstract
Um pneu tem uma trilha circunferencial, a trilha caracterizado pelo tato de incluir regiões de trilhas umbrais configuradas para desempenho de pneus fora de estrada separado por e interbloqueando-se com uma região de trilha central configurada para desempenhos de pneus de estrada. As regiões de trilhas umbrais são definidas por um padrão repetitivo de dois ou mais elementos de trilhas umbrais distintos e a região de trilha central é definida por um padrão repetitivo de dois ou mais elementos de trilhas de central distintas. Os elementos de trilha têm cada um uma área de superfície de contato com chão maior que a área de superfície de contato com o chão dos elementos de trilha central. Os elementos de trilha central se estendem em um angulo de inclinação relativamente maior em relação ao plano central equatorial do pneu e os elementos de trilhas umbrais se estendem um ângulo de inclinação relativamente menor com relação ao plano central. Os elementos de trilhas de centro e os elementos de trilhas umbrais são irregulares e assimétricos em torno do eixo central longitudinal e do eixo central transverso e, junto, um total cinco ou mais blocos de trilhos de formato geométrico de mutuamente distintos (três na região de trilho central e dois na região de trilho umbral).
Description
"PNEU DE MULTI-USO"
Campo da Invenção
A invenção se refere de forma geral a um pneu radial e, mais especificamente, aum para um padrão de fios para um pneu proporcionando capacidade operacional de multíuso.
Fundamentos da Invenção
Pneus radiais para pneus estão disponíveis por incorporaram um padrão de fiaçãoadequado para pretendido uso operacional esperado dos pneus. Por exemplo, um carro depassageiro é tipicamente equipado com um pneu que proporciona este requisito para umdesempenho em uma auto Estrada. Este desempenho levará em consideração a traçãodesejada, durabilidade e os níveis de ruído nas estradas para a pretendida aplicação. In-crementadamente, pneus são requeridos de modo a satisfazer as questões de desempenhoestatutário tal como um nível de ruído aceitável. Devido ao fato de alguns pneus tais comocarros de iluminação e pneus utilitários serem propositados para operações de multi uso emuma área de condições tipo estrada, a obtenção de um pneu proporcionando um desempe-nho desejado em tal faixa de uso enquanto encontrando níveis satisfatórios de ruído situa-ções de constrangimento tem-se mostrado problemáticas.
Sumário da Invenção
De acordo com um aspecto da a presente invenção, um pneu tem um alinhamentocircunferencial. O alinhamento incluindo regiões de alinhamento configurado para um de-sempenho fora de Estrada separado por um interbloqueador com uma região de trilho cen-tral configurada para um desempenho em Estrada. As regiões de trilhos de umbrais sãodefinidas pela repetição de padrões de dois ou mais elementos de trilhos de umbrais distin-tos e a região de trilho central é definida pela repetição de padrões de dois ou mais elemen-tos de trilho central distinto. Os elementos de trilho de umbrais cada têm uma área de su-perfície de contato terra maior que a área de superfície dos elementos de trilha central.
Em um outro aspecto da a presente invenção, os .elementos de trilha central es-tendem um angulo de inclinação relativamente maior com relação a um plano central equa-torial do pneu e os elementos de trilha de umbrais estendem um angulo de inclinação relati-vãmente menor com relação ao plano central.
O umbral e os elementos de trilha central interajustam-se de modo a definir umaprimeira e segundas ranhuras circunferenciais em forma de zig-zag separando a região delinha central das regiões de linha umbrais e os elementos de linhas centrais que definemuma ranhura circunferencial em forma de zigzag geralmente se estendendo ao longo doplano central equatorial do pneu.
Em ainda outro aspecto da a presente invenção, os elementos de trilho central e oselementos de linhas umbrais são alongados de forma irregular e assimétrica em torno deum eixo longitudinal e, juntamente, um total de cinco ou mais (três na região central e doisna região de trilho central) blocos de linhas de configuração mutuamente distinta.Definições
"Razão de Aspecto" do pneu significa a razão de sua altura de seção (HS) para suaseção de largura (LS) multiplicado por 100% para expressão de uma percentagem.
"Trilho Assimétrico" significa que tem um padrão de trilho não simétrico em torno doplano central ou plano equatorial (EP) do pneu.
"Axial" e "axialmente" significa linhas ou direções que são paralelas ao eixo de rota-ção do pneu.
"Circunferencial" significa linhas ou direções que se estendem ao longo do períme-
tro da superfície do trilho anular perpendicular à direção axial.
"Plano Central Equatorial(PC)" significa o plano perpendicular ao eixo do pneu derotação e de passagem através do centro da trilha.
"Marca de Impressão" significa a trilha de contato ou a área de contato da trilha depneu com uma superfície plana a velocidade zero e sob carga normal e pressão.
"Ranhura" significa um espaço alongado na trilha que pode se estender circunfe-rencialmente ou lateralmente em torno da trilha em uma forma reta, curvada ou de forma dezigzag Circunferencialmente e lateralmente estendendo ranhuras que por vezes têm por-ções comuns. O "comprimento da largura" é igual à área de superfície da trilha ocupada poruma ranhura ou porção de ranhura, a largura a qual está em questão, dividida pelo compri-mento de tal ranhura ou porção de ranhura; desta forma a largura da ranhura está em sualargura media acima de seu comprimento. Ranhuras pode ser de variadas profundidadesnos pneus. A profundidade de uma ranhura pode variar em torno da circunferência da trilha,ou da profundidade de uma ranhura pode ser constante porém variar de profundidade deuma ranhura no pneu. Se a referida é estreita ou larga as ranhuras são substancialmentereduzidas em profundidade quando comparada as ranhuras de larga circunferência que seinterconectam, elas são consideradas como formadoras de "barras de ligação" tendendo amanterem um caráter tipo cavidade na região de trilha envolvida.
"Lado interno" significa o lado do pneu próximo aos pneus quando o pneu estámontado em uma roda e a roda está montada nos pneus.
"Lateral" significa a direção axial.
"Bordas laterais" significa a linha tangente ao caminho de contato da trilha axial-mente externa da marca de impressão conforme medido sob carga normal e inflação depneu, as linhas estando paralelas ao plano central equatorial.
"Área de contato da rede" significa a área total dos elementos de trilha em contatocom o chão entre as bordas laterais em torno da circunferência total da trilha dividida pelogrosso da área da trilha inteira entre as bordas laterais."Trilho não direciona!" significa um trilho que não tem direção preferencial de umtransito a frente e não pleiteia ser posicionado em um pneu em uma roda especifica ou emposições de modo a assegurar que o padrão de trilho esteja alinhado com a direção preferi-da de locomoção. De modo conversível, um padrão de trilho direcional de transito ou loco-moção requer o posicionamento especifico de roda..
"Lado externo" significa o lado do pneu mais distante dos pneus quando o pneu es-tá montado em uma roda e quando o pneus está montado nos pneus.
"Radial" e "radialmente" significa direções radialmente no sentido para frente oudistante do eixo de rotação do pneu.
"Cavidades" significa essencialmente tiras de borracha que se estendem na trilha aqual está definida por pelo menos uma ranhura circunferencial e também por também umsegundo tipo de ranhura ou de uma borda lateral, a referida tira sendo lateralmente não di-vidida por ranhuras de expressiva profundidade.
"Sipe" significa pequenas fendas moldadas dentro dos elementos de trilha do pneuque subdividem a superfície das trilhas e melhoram a tração, sipes são geralmente bemestreitas na largura e se fecham nas marcas de impressão dos pneus como opostas às ra-nhuras que permanecem abertas nas marcas de impressão dos pneus.
"Elemento de trilha" ou "elemento de tração" significa uma cavidade ou um elemen-to de bloco definido por como tendo um formato adjacente às ranhuras.
"Largura do arco de trilha" significa o comprimento de arco conforme medido entreas bordas laterais da trilha.
Descrição Resumida dos Desenhos
A invenção será descrita a titulo de exemplo e com referencia aos desenhos queacompanham em que:
A Figura 1 é uma vista em perspectiva da realização da trilha do pneu da a presen-te invenção;
A Figura 2 é uma elevada de frente da mesma;
A Figura 3 é uma vista elevacional lateral da mesma;
A Figura 4 é uma vista elevada frontal ampliada de uma porção da trilha; e
A Figura 5 é uma vista em perspective da porção de trilha da Figura 4, e
A Figura 6 é um rascunho da trilha mostrando as áreas de superfície e os ângulosde inclinação e a identificação por um numerai dos blocos distintos caracterizado pelo fatode compreender uma trilha.
Descrição Detalhada da Invenção
Com referencia às Figuras 1,2,3, 5, 6, o objetivo da a presente invenção refere-sede forma generalizada a um pneu 10n tendo um trilho circunferencial 12 que é definido deforma generalizada por uma região de trilha central 14 e regiões de trilha umbrais opostas16, 18. As regiões umbrais 16, 18 interagem com a região central e estão separadas pelaregião central 14 por ranhuras umbrais circunferências em formato de zigzag 42, 44. A regi-ão de trilha central 14 inclui um arranjo espaçado circunferencial de elementos de bloco 1,2, e 3 em um padrão prescrito, cada elemento de bloco 1, 2, e 3 tendo, de forma geral, umformato distinto alongado relativa aos outros elementos de bloco de centro. Mais ou mesmoelementos de bloco de formatos mutuamente diferenciados podem ser usados para constru-írem região de trilho 14 se desejado. Cada uma das regiões de trilho umbral 16, 18 inclui umarranjo espaçado circunferencial de elementos de bloco alternantes 4 e 5, os elementos debloco 4, 5 tendo um formato, em geral alongados, de forma mutuamente angulada e distin-ta, elementos de bloco adjacentes 4 e 5 tendo de adição axialmente angulando no sentidouma da outra em uma proximidade proximal. Mais elementos de bloco de formato mutua-mente diferenciado podem ser usados de modo a construir cada região de trilho umbral 16,18 se desejado.
A partir das figuras será observado que os elementos de cindo blocos 1-5 são mu-tuamente diferenciados no formato um do outro. Tipo o barulho da estrada é reduzido e con-trolado a um nível aceitável. A orientação, dimensão, e formato do arranjo da região de tri-lho central dos elementos de bloco 1, 2, e 3 liberam pneu 10 os requisitos de desempenhodos de estrada quando da orientação, dimensão e formato do arranjo de região de trilhoumbral dos elementos de bloco 5 liberam o pneu 10 os requisitos de desempenho de traçãona neve e desempenho fora de estrada conforme serão explicados. A integração dos ele-mentos de bloco 1-5 e sua incorporação em porções de região não especifica do trilho 12assim resulta em um pneu 10 encontra uma critério de desempenho para ambos usos emfora de estrada e em estrada.
O arranjo circunferencial para a região de trilho central14 é um dispositivo de repe-tição dos blocos de trilho 1, 2, e 3 conforme pode ser visto das Figuras 2 e 7. Os blocos sãoposicionados de uma inclinação da direita para esquerda, cada bloco 1, tendo uma ranhurabifurcante transversa 72 formada no mesmo se estendendo para o piso da ranhura do fundo73 que é elevada acima da superfície de fundo 6. Um par de blocos inclinante opositivamen-te (da direita para esquerda conforme mostrado) 3 flanco de cada bloco 1. Um bloco maislongo 2 separa os blocos adjacentes 1 dentro do arranjo de trilho centro diferencial, os blo-cos 2 inclinando na direção dos blocos 3. Cada bloco 2 tem uma ranhura transversa bifur-cante 74 formada no mesmo se estendendo a um piso de ranhura de fundo 75 que é eleva-da acima da superfície de pneu de trila 6.
Cada um dos blocos 1-5 são geralmente irregulares no formato e mutuamente dife-rendados na configuração. As porções 1A e 1B do blocol em lados opostos da ranhurabifurcante 72 são alongadas, cada uma tendo um eixo longitudinal 22 se estendendo entrepontos médios de extremidades denteadas 48 e um eixo transversal 22 se estendendo entreos pontos médios dos lados diretos da porção de bloco 50. As porções de bloco 1A e 1Bsão assimétricas com relação aos respectivos eixo 20 e o eixo 22. As extremidades denta-das 48, orientadas ao longo do plano central do pneu, proporcionam desenvolvida tração nopneu. Os blocos dentro da região de trilha centro circunferencial14 arranjam inclinação nadireção mostrada nas FIGS. 2 e 7 em um ângulo de inclinação 9 que jaz preferivelmentedentro da faixa de 55-75 graus medidos entre a direção axial do pneu e o eixo longitudinal20. A área de cada bloco 1 é comparativamente pequena, preferivelmente, mas não limitadaa 560 mm2. Os blocos 1 são espaçados ao longo do arranjo circunferencial compreendendoo trilho 12, com porções de blocolA e 1B tendo laterais diretas opostas 50 definindo umaranhura de bifurcação 72 e um ângulo de inclinação 6.
Os Blocos 2 são irregulares no formato e alternado com os blocos 1 dentro do ar-ranjo de trilho circunferencial 12. Os blocos 2 cada um compreende porções de extremidadede bloco 2A e 2B separadas por uma ranhura de bifurcação 74. Cada porção de bloco 2A e2B tinha uma um eixo longitudinal 24 se estendendo entre ápices que se estendem bemdistante de extremidades de porção de bloco angular 52 e um eixo transverso 26 se esten-dendo entre lados dentados irregulares 54. As porções de bloco 2A e 2B são assimétricoscom relação aos seus respectivos eixos 24 e 26. A porções de bloco 2A e 2B dentro da re-gião de trilho centro circunferencial 14 dispõe-se inclinado na direção mostrada nasFIGURAS 2 e 7 em um ângulo de inclinação <p dentro da faixa de 55-75 graus conformemedido entre a direção axial do pneu e o eixo longitudinal 24 de cada porção. A estradacontatando a área de superfície de cada bloco 2 é comparativamente pequena para os ele-mentos de blocos umbrais, tais como, porém não se limitando a 933 mm2. As laterais den-tadas irregulares 54 de cada porção de bloco 2A e 2B, orientadas extensivamente ao longodo plano central circunferencial do pneu, proporciona bordas dentadas para uma tração im-plementada por parte do pneu. O condutor dentado e as superfícies laterais de trafego 54dos blocos 2 e as extremidades dentadas 48 dos blocos 1 são complementarmente denta-das tendo protrusões opostas 68 e recesso 70 identificado as superfícies 54, 48. Superfí-cies dentadas 54 e 48, orientadas dentro da região de trilha central 14 ao longo do planocentral do pneu, daí faceia a direção do trânsito do pneu uma tração implementada do pneuem contra a superfície da Estrada. O tamanho complementar, formato e localização dasprotrusões 68 em relação aos recessos opostos 70 dentro na superfície 54, 48 desenvolvetração enquanto o formato total dos blocos 1 e 2 são diferenciados assim como para realizaruma redução do barulho no pneu.
O terceiro elemento de bloco diferencialmente formatado 3 dentro da região de tri-lha de centro 14 é irregular na forma e disposto em lados opostos dos elementos de bloco 2ao longo do arranjo de trilha circunferencial 12. Os blocos 3 são alongados e têm um eixolongitudinal 28 se estendendo entre as extremidades de bloco pontuados se estendendomais distante 56 e o eixo transverso 30 se estendendo entre os lados dentados irregulares54. Os blocos 3 são assimétricos em relação aos eixos 28 e 30. Os blocos 3 dentro da regi-ão de trilha central 14 com inclinação de arranjo geralmente paralelo com os blocos 2 con-forme mostrados nas Figuras 2 e 7 em um angulo de inclinação ijj dentro de uma faixa pre-ferida de 55-75 graus conforme medido entre a direção axial do pneu e o eixo longitudinal28. A área de superfície de contato com a Estrada da cada bloco 3 é comparativamentepequena para os elementos de blocos umbrais, porém não sendo limitada a 697 mm2. Osblocos 3 são emparelhados em lados opostos de um dos blocos 2.. Os lados irregulares edentados 58 de cada bloco 3, orientados ao longo do plano central circunferencial do pneu,contanto para as bordas dentadas para desempenho de tração implementada pelo pneu. Assuperfícies laterais 58 dos blocos 3 e a superfície lateral 54 dos blocos 2 são complemen-tarmente denteadas tendo protrusões opostas 68 e recesso 70. Superfícies denteadas 54 e48, orientadas dentro da região de trilha central 14 ao longo do plano central do pneu, faceiaa direção do movimento do pneu para uma tração implementada do pneu em contato con-trario à superfície da Estrada. A complementaridade do tamanho, formato e da locação dasprotrusões 68 em relação ao recesso oposto 70 dentro nas superfícies 54, 48 implementama tração enquanto o formato total dos blocos 1 e 2 são diferenciados de modo a efetivaruma redução de ruído no pneu.
Os elementos de blocos diferencialmente formatados 4 e 5 alternativamente dis-postos em um arranjo circunferencial dentro de cada uma das regiões umbrais 16, 18. Cadaelemento de bloco 4, 5 e em geral mais largo que os elementos de bloco 1, 2, e 3 da regiãode trilha central 14. Os elementos de bloco 4, 5 são irregulares em forma, alongados e têmum eixo longitudinal 32, 36, respectivamente se estendendo entre a extremidade pontuadase estendendo internamente e axialmente distante e extremidades externa axialmente reta60, 64 na borda do trilho 12. Os elementos de bloco aditivamente têm um eixo transverso34, 38, respectivamente se estendendo entre os lados denteados irregulares respectivos 62,66. Os blocos 4, 5 são assimétricos com relação aos seus respectivos eixos 32, 34 e 36, 38.Os blocos 4, 5 dentro das regiões de ombro 16, 18 inclinam-se em respectivos ângulos quesão menores que o angulo de inclinação nos blocos da região de trilho central. Os blocos 4,se estendem em ângulos de respectiva inclinação a, w dentro de uma faixa preferida de 10-25 graus para a direção axial do pneu conforme mostrado na FIG. 7, os ângulos a, w sendopreferidos de respectivas magnitudes de 22 e 18 graus. A área de superfície de contato decada bloco 4, 5 é comparativamente larga para os elementos de bloco de trilha, tais porémnão se limitam a 1715 mm2 para elemento de bloco 4 e 1566 mm2 para elemento de bloco5. As superfícies laterais irregulares denteadas 62 e 66 de cada bloco 4, 5, orientada em umpequeno angulo de inclinação em um arranjo circunferencial, contanto com as bordas den-tadas para desempenho de tração implementada pelo pneu em condições de veículos forade estrada. As superfícies denteadas 62 e 66 faceiam a direção do percurso do pneu paratração implementada do pneu sob condições de dirigibilidade de pneus fora de estrada. Otamanho relativamente largo dos blocos 4, 5 acoplados com as bordas de direção dentea-das 62, 66 implementam a tração do pneu do pneu enquanto a formato total dos blocos 4 e5 são diferenciados entre cada um e os elementos de bloco de trilha de centro de modo queefetiva uma redução do nível de ruído no pneu.
Da FIG. 7, ficará aparente que os cinco dos blocos 1-5 distintivamente formadoscriam um arranjo de trilha que define uma ranhura formatada em 42, 44 separando cadaregião umbral de trilha 14, 16 da região de trilha central 14. Em adição, um caminho circun-ferencial de formato em zigzag 46 é definido em torno do plano central da trilha 12 compre-endendo porções de caminho ao longo das ranhuras bifurcante 78 dos blocos 2; porções desuperfície 6 separando os blocos 1 e 2; e ranhuras bifurcante 72 dos blocos 1. As regiõesde trilhas umbrais 16, 18 serão vistas a partir das Figuras 1 -5 para interbloquearem, ouinterajustarem na região de trilho de centro. Isto é, os blocos 4, 5 da região de trilho umbralse projetam axialmente para dentro da parte central 12 enquanto o arranjo do bloco de trilhade centro se projeta axialmente para fora
Para as regiões umbrais. Juntamente com os blocos de trilha de centro e os blocosde trilhas umbrais interajustam-se para formar ranhuras umbrais em forma de zigzag 44, 46.
O interajustamento dos arranjos de blocos umbrais com os arranjos de blocos de centro,acoplam-se com o angulo mais alto ou elementos de blocos de centro inclinado 1, 2, 3 emrelação aos elementos de blocos umbrais 4, 5, opera para mais facilmente dissipar o mate-rial tal como neve ou água da região de trilha de centro14 para a região de trilha umbral 16,18 e também ajuda a reduzir o ruído e a vibração no pneu.
A matéria trilha 12 desta forma proporciona um arranjo de bloco que interajustablocos umbrais 4 e 5 diferencialmente configurados com os blocos de centro 1, 2 e 3 dife-rencialmente configurados de modo a reduzir a geração de ruído. Cada um dos blocos 1-5são formatados diferente e irregularmente provendo bordas entalhadas para tração e formadiferenciada para redução de barulho. Os ângulos de inclinação dos elementos de trilhacentral 1, 2, e 3 são maiores que os ângulos de inclinação dos elementos de blocos umbrais4, 5 para eficientemente evacuar para o lado do trilho. As áreas de superfície dos blocos detrilha de central-3 são menos que as áreas de superfície dos blocos umbrais 4, em que aregião de trilho central 14 facilita a boa performance dos pneus de Estrada pelo pneu en-quanto as regiões de trilhos umbrais 16, 18 facilitam a boa performance dos pneus fora deestrada. Blocos centrais menores e interbloqueados ou interajustados com blocos umbraismais largos resulta em um pneu adequado para uso operacional sob uma variedade decondições de estradas mesmo encontrando restrições níveis de ruídos aceitáveis.
Variações na a presente invenção são possíveis a luz das descrições do que foiproporcionado. Embora determinadas realizações representativas e detalhes tenham sidomostradas para fins de ilustração do assunto da invenção, ficará aparente àqueles versadosna arte que varias mudanças e modificações podem ser feitas no mesmo sem se afastar doâmbito e compreendido que mudanças podem ser feitas na realização particular descritaque seja dentro do escopo pretendido da invenção conforme definido pelas reivindicaçõesanexas.
Claims (10)
1. Um pneu tendo um trilho circunferencial, o trilho CARACTERIZADO pelo fato deque compreende regiões de trilhos umbrais centrais separadas por e interbloqueando comuma região de trilho central, as regiões de trilho central cada uma compreendendo um pa-drão de repetição de pelo menos dois elementos de trilho de ombro distintos e a região cen-tral compreendendo um padrão de repetição de pelo menos elementos de trilho distintos, eem que os elementos de trilho umbrais cada um tem uma área de superfície de contato como chão maior que uma área de superfície contatando o chão dos elementos de trilho central.
2. Um pneu, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato decompreender que os elementos de trilho central se estendem em um angulo de inclinaçãodentro de uma faixa 55 a 75 graus com relação a uma direção axial do pneu, e a região detrilho central repetindo um padrão que inclinam no sentido oposto às regiões de trilho um-brais.
3. Um pneu, de acordo com a reivindicação 2, CARACTERIZADO pelo fato decompreender que os elementos de trilhos umbrais se estendem em um ângulo de inclinaçãodentro da faixa de 10 a 25 graus com relação à direção axial do pneu.
4. Um pneu, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato decompreender que os elementos de trilho de centro e umbrais interajustam-se para definiremas primeiras e segundas ranhuras circunferenciais em formato de zigzag separando a regi-ão de trilho central das regiões a região de trilho central das regiões de trilhos umbrais, e oselementos de trilho central definem um caminho circunferencial formatado em zigzag subs-tancialmente seguindo o plano central equatorial do pneu.
5. Um pneu, de acordo com a reivindicação 4, CARACTERIZADO pelo fato decompreender que as primeiras e segundas ranhuras em formato de zigzag e os caminhoscentrais têm lados irregulares.
6. Um pneu, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato decompreender que pelo menos dois elementos de trilho central distintos são alternativamentedispostos em um padrão circunferencial repetente formando o trilho de centro.os pares dos elementos do trilho central inclinam em respectivos ângulos de incli-nação no sentido oposto às regiões de trilho umbrais respectivas em um ângulo de inclina-ção dentro da faixa de 55 a 75 graus com relação a uma direção de direção axial do pneu.
7. Um pneu, de acordo com a reivindicação 6, CARACTERIZADO pelo fato decompreender que os elementos de trilha umbrais se estendem em um angulo de inclinaçãodentro da faixa de 10 a 25 graus com relação à direção axial do eixo; eo ombro e os elementos de trilha de centro interajustam-se de modo a definir asprimeiras e segundas ranhuras circunferenciais formatadas em zigzag separando a regiãode trilha central das regiões de trilha umbrais; eos elementos de trilha de centro definem substancialmente um caminho circunfe-rencial formatado em zigzag seguindo um plano central equatorial do pneu.
8. Um pneu, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de queos elementos de trilha de centro e os elementos de trilha umbrais são mutuamente distintosem tamanho e configuração e cada um é irregular e assimétrico em torno de um eixo longi-tudinal e de um eixo transverso.
9. Um pneu tendo um trilho circunferencial, o trilho sendo CARACTERIZADO pelofato de compreender regiões de trilhos umbrais operacionalmente configurado para desem-penho fora de Estrada e separado por uma região de trilha central operacionalmente confi-gurado para um desempenho em Estrada, as regiões de trilha umbrais compreendendo umpadrão repetitivo de pelo menos dois elementos de trilha umbrais distintos e a região detrilha de centro caracterizado pelo fato de compreender um padrão repetitivo de pelos me-nos dois elementos de trilha distinto; e os elementos de trilha de centro e os elementos detrilha umbrais são irregulares e assimétricos em torno de um eixo longitudinal e um eixotransverso.
10. Um pneu, de acordo com a reivindicação 9, CARACTERIZADO pelo fato de oselementos de trilha de centro e umbrais interajustam-se para definir as primeiras e segun-das ranhuras circunferenciais em formato de zigzag separando a região de trilha de centrodas regiões de trilhas umbrais; eos elementos de trilha de centro definem substancialmente um caminho circunfe-rencial em formato de zigzag central seguindo um plano central equatorial do pneu; eos elementos de trilha central e elementos de trilha umbrais inclinam-se com rela-ção a uma direção axial em ângulos respectivos de inclinação, o angulo de inclinação doselementos de trilha de centro sendo maiores que o angulo de inclinação dos elementos detrilhas umbrais;eos elementos de trilhas umbrais cada um têm uma área de superfície contatando ochão maior que a área de superfície uma área de superfície contatando o chão dos elemen-tos de trilha de centro.
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