BRPI0904256A2 - agregado de operação para a alimentação dos locais de trabalho de uma máquina de fiar de extremidade aberta - Google Patents

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BRPI0904256A2
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Heinz-Dieter Goebbels
Harald Wassen
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Oerlikon Textile Gmbh & Co Kg
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Abstract

AGREGADO DE OPERAçãO PARA A ALIMENTAçãO DOS LOCAIS DE TRABALHO DE UMA MáQUINA DE FIAR DE EXTREMIDADE ABERTA. A presente invenção refere-se a um agregado de operação para alimentação de locais de trabalho de uma máquina de fiar de extremidade aberta, com um equipamento de fornecimento de fio auxiliar para a preparação de um fio auxiliar, e com um dispositivo de colocação do fio, para a fixação de um novo fio de fiação em uma cápsula vazia mantida em uma moldura da bobina do dispositivo de bobinar, bem como para a preparação de um enrolamento de reserva do fio, sendo que o dispositivo de colocação do fio apresenta uma alavanca de guia do fio e de desvio que, por meio de um primeiro acionamento, pode ser posicionada opcionalmente em uma posição de enfiar o fio ou em uma posição de enrolamento. De acordo com a invenção está previsto que o dispositivo de colocação do fio (23) apresente um segundo acionamento (19) separado, para a alavanca de guia do fio e de desvio (34), através da qual a alavanca de guia do fio e de desvio (34) pode ser posicionada temporariamente em uma posição de tração inclinada (II).

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "AGREGADODE OPERAÇÃO PARA A ALIMENTAÇÃO DOS LOCAIS DE TRABALHODE UMA MÁQUINA DE FIAR DE EXTREMIDADE ABERTA".
Descrição da Invenção
A presente invenção refere-se a um agregado de operação, deacordo com o preâmbulo da reivindicação 1.
Máquinas de fiar de extremidade aberta apresentam, como sesabe, uma infinidade de locais de trabalho idênticos, dispostos um ao ladodo outro, que dispõem, respectivamente, de um dispositivo de fiar para aprodução de um fio, bem como de um dispositivo de bobinar, para a fabrica-ção de uma bobina cruzada.
Os locais de trabalho de máquinas de fiar de extremidade abertadesse tipo, em geral, são alimentados por agregados de operação que tra-balham automaticamente, que entram em ação quando em um dos locais detrabalho ocorre um caso de operação.
Um caso de operação desse tipo existe, por exemplo, no casode uma ruptura de fio, ou quando em um dos locais de trabalho a bobinacruzada alcançou seu diâmetro predeterminado, e precisa ser trocada poruma nova cápsula vazia.
Isto é, agregados de operação desse tipo descritos, por exem-plo, na patente DE 44 43 818 A1 podem eliminar não somente rupturas defio "normais", mas realizam também automaticamente a troca de bobinascruzadas/ cápsulas vazias.
No caso de uma troca de bobinas cruzadas/ cápsulas vazias, abobina cruzada cheia é tirada da moldura da bobina do referido local de tra-balho e é transferida para um dispositivo de transporte próprio da máquinade fiar.
Em seguida, é introduzida uma nova cápsula vazia na moldurada bobina do local de trabalho, por meio de um denominado fio auxiliar odispositivo de fiar de extremidade aberta é equipado de novo com um fio, eo novo fio é fixado na cápsula vazia trocada antes na moldura da bobina.
Para a realização desses trabalhos, os agregados de operaçãodispõem de diversos equipamentos. Eles são equipados, por exemplo, comum equipamento de fornecimento de fio auxiliar para a preparação do fioauxiliar necessário depois de uma troca de bobinas cruzadas/ cápsulas va-zias para a equipagem de novo com um fio, bem como com um dispositivode colocação do fio, para a fixação do novo fio na cápsula vazia mantida namoldura da bobina do dispositivo de bobinar, entre os discos da cápsula, epara a preparação de um denominado enrolamento de reserva do fio.
Os agregados de operação apresentam, por exemplo, um dis-positivo de colocação do fio com uma chapa condutora do fio apoiada, po-dendo girar, que desloca o novo fio para a área de um dos discos da cápsu-la da moldura da bobina, de tal modo que, um dispositivo de captar fios cir-cundante, disposto no disco da cápsula, pode captar o fio de fiação, puxarpara uma ranhura de arraste e, neste caso, pode fixar com mais ou menossegurança.
Em seguida, por meio da chapa condutora do fio, na área dabase da cápsula da cápsula vazia é preparado um enrolamento de reservado fio.
Certamente tem-se comprovado como desvantajoso em agre-gados de operação desse tipo, o tipo da entrega do novo fio pelo dispositivode colocação do fio para a cápsula vazia apoiada podendo girar na moldurada bobina.
Isto é, a colocação do novo fio de fiação no dispositivo de captarfios circundante, disposto na área do disco da cápsula, revela-se muitas ve-zes como um pouco problemática.
Por isso já foi sugerido, partindo daí, modificar os agregados deoperação de tal modo que, durante a entrega do fio o novo fio de fiação nãoseja transferido para um dispositivo de captar fios circundante, mas que du-rante a entrega o novo fio seja apertado entre um dos discos da cápsula damoldura da bobina e um dos lados frontais de uma nova cápsula vazia.
Agregados de operação, que são equipados com dispositivosque possibilitam apertar um novo fio de fiação entre um disco da cápsula eum lado frontal da cápsula vazia são descritos, por exemplo, na patente DE101 39 072 Α1. Esses agregados de operação conhecidos apresentam umdispositivo de colocação do fio deslocável para a área do dispositivo de bo-binar, que está equipado com um ajustador do disco da cápsula, através doqual um dos discos da cápsula está um pouco tombado e, dessa forma, en-tre o disco da cápsula e um dos lados frontais da cápsula vazia pode sercriada uma fenda, na qual o novo fio é colocado e pode ser fixado durante otombamento para trás do disco da cápsula.
Sem dúvida, na prática tem-se comprovado que, no caso de a-gregados de operação executados desse modo o novo fio, em geral, certa-mente é apertado com segurança na fenda entre o disco da cápsula e o la-do frontal da cápsula vazia, de tal modo que existe o perigo que, apesar deum elemento de guia do fio apoiado podendo girar na direção de colocaçãodo fio, em seguida o fio de fiação não é reconduzido imediatamente de novopara a cápsula vazia, com a conseqüência que o enrolamento de reserva dofio é enrolado ao lado da cápsula vazia e, com isso, via de regra, é inutilizável.
Partindo do estado da técnica, à invenção cabe a tarefa de criarum agregado de operação, cujo dispositivo de colocação do fio seja modifi-cado de tal modo que não apenas seja garantida uma fixação regular donovo fio de fiação na cápsula vazia, mantido na moldura da bobina do dis-positivo de bobinar, mas que também durante a preparação em seguida deum enrolamento de reserva do fio seja assegurado que o enrolamento dereserva do fio sempre seja depositado regularmente na base da cápsula dacápsula vazia.
De acordo com a invenção, essa tarefa é solucionada por umagregado de operação, que apresenta as características descritas na reivin-dicação 1.
Execuções vantajosas da invenção são objeto das reivindica-ções subordinadas.
Um agregado de operação, cujo dispositivo de colocação do fioapresenta um segundo acionamento que pode ser controlado separadamen-te para a alavanca de guia do fio e de desvio, apresenta a vantagem que aalavanca de guia do fio e de desvio, apoiada podendo girar, pode ser posi-cionada temporariamente em uma denominada posição de tração inclinada.
Nessa posição de tração inclinada da alavanca de guia do fio e de desvio, ofio de fiação apertado entre o disco da cápsula da cápsula vazia e o ladofrontal de uma cápsula vazia é admitido com um componente de força dire-cionado inclinadamente em relação à direção regular de movimento do fio,que providencia para que o fio de fiação seja reconduzido imediatamente àcápsula vazia.
Isto é, através da alavanca de guia do fio e de desvio posiciona-da na posição de tração inclinada, de modo confiável é evitado que o fio defiação demore demais na área da cápsula vazia/ disco da cápsula, e que,com isso, a reserva de fio seja enrolada por engano ao lado da cápsula vazia.
De acordo com a reivindicação 2, na forma de execução vanta-josa, está previsto que o segundo acionamento seja executado como cilin-dro pneumático, cuja haste do êmbolo durante a expansão corresponda auma chapa de ligação disposta na alavanca de guia do fio e de desvio.
Uma construção desse tipo é confiável e insensível, e pode serrealizada com custos favoráveis.
Cilindros pneumáticos desse tipo apresentam, por exemplo, avantagem que os pontos finais de um deslocamento de forma simples, emparticular, sem equipamentos de sensor adicionais ou similares, podem serpercorridos podendo ser reproduzidos a qualquer momento. Além disso, oscilindros pneumáticos representam componentes de grande escala compro-vados, de custos vantajosos que se caracterizam por uma longa duração,bem como por uma alta confiabilidade.
Como descrito na reivindicação 3, além disso, a alavanca deguia do fio e de desvio é admitida por um elemento de mola que providenciapara que, quando o cilindro pneumático é ligado sem pressão, o cabo deguia do fio e de desvio seja recuado automaticamente da posição de traçãoinclinada para a posição de enrolamento, que predetermina a posição doenrolamento de reserva do fio na cápsula vazia. O fio recuperado para acápsula vazia é guiado, então, através da alavanca de guia do fio e de des-vio posicionada na posição de enrolamento, de tal modo que, na base dacápsula da cápsula vazia mantida girando na moldura da bobina seja prepa-rado um enrolamento regular de reserva do fio.
Isto é, um enrolamento de reserva do fio que, por um lado per-manece seguro em sua posição predeterminada durante o processo de bo-binar, bem como durante os processos de transporte seguinte que, por outrolado, porém, no caso de necessidade pode ser bem acessível e facilmentesolto.
Outras particularidades da invenção serão esclarecidas a seguir,com auxílio de um exemplo de execução representado nos desenhos.
É mostrado:
na figura 1 esquematicamente, em vista lateral, um local de tra-balho de uma máquina de fiar de extremidade aberta, bem como um agre-gado de operação, que apresenta um dispositivo de colocação do fio comuma alavanca de guia do fio e de desvio que pode ser controlada de acordocom a invenção,
na figura 2 um dispositivo de colocação do fio com uma alavan-ca de guia do fio e de desvio de acordo com a invenção, em uma escalamaior,
na figura 3 o dispositivo de colocação do fio de acordo com afigura 2, em vista traseira,
Nas figuras 4A - 4C a alavanca de guia do fio e de desvio deacordo com a invenção, em diversas posições de operação.
Na figura 1 está representada uma metade de uma máquina defiar de extremidade aberta 1 bastante conhecida.
Máquinas de fiar de extremidade aberta 1 desse tipo apresen-tam uma infinidade de locais de trabalho 2 idênticos, dispostos um ao ladodo outro em série, que são equipados, respectivamente, com um dispositivode fiar 3, bem como com um dispositivo de bobinar 4.
Nos dispositivos de fiar 3 a tira de fibras 6, colocada previamen-te nas jarras de fiar 5, é fiada para formar fios de fiação 7, que são enrola-dos nos dispositivos de bobinar 4 para formar bobinas cruzadas 8. Comoindicado, os dispositivos de bobinar 4 estão equipados, respectivamente,com uma moldura da bobina 9, para os suportes giratórios de uma cápsulavazia 10 ou de uma bobina cruzada 8, e com um tambor de bobinar 11 parao acionamento da bobina cruzada.
Além disso, os locais de trabalho 2 dispõem, respectivamente,de um dispositivo de troca do fio 18, de um bocal de aspiração 14 próprio dolocal de trabalho, bem como de um órgão de juntar os fios 20 próprio do lo-cal de trabalho. Isto é, os locais de trabalho 2 estão equipados, de tal modoque eles podem eliminar automaticamente rupturas do fio no caso de ne-cessidade.
Além disso, a máquina de fiar de extremidade aberta 1 apresen-ta um equipamento de transporte de bobinas 12 para a remoção das bobi-nas cruzadas 8 acabadas nos dispositivos de bobinar 4.
Na máquina de fiar de extremidade aberta 1 ou sobre a mesmaestá disposto um agregado de operação 16, apoiado, podendo girar em umtrilho de guia 13, bem como em um trilho de apoio 15. Agregados de opera-ção 16 desse tipo patrulham ao longo dos locais de trabalho 2 da máquinade fiar de extremidade aberta 1, e entram em ação automaticamente quan-do em um dos locais de trabalho 2 surge uma necessidade de ação. Uma talnecessidade de ação existe, por exemplo, quando em um dos locais de tra-balho 2 uma bobina cruzada 8 cheia é trocada por uma nova cápsula vazia10, e o local de trabalho 2, em seguida, precisa ser equipado de novo comum fio.
Para essa finalidade, o agregado de operação 16 dispõe, comoé conhecido, de inúmeros dispositivos, que possibilitam uma troca oportunade bobinas cruzadas/ cápsulas vazias.
Desses inúmeros dispositivos na fi-gura 1 estão representados somente um dispositivo de fornecimento do fioauxiliar 21 com o correspondente tubo de fornecimento, bem como o dispo-sitivo de colocação do fio 23. Dispositivos de fornecimento de fio auxiliar 21e dispositivos de colocação do fio 23 são bastante conhecidos e estão des-critos de modo relativamente detalhado, por exemplo, na patente DE 101 39072 Α1.
O dispositivo de colocação do fio 23, que está representado nafigura 2 em uma escala maior, está apoiado, podendo girar de modo limita-do, e para a transferência de um fio pode ser girado para fora do agregadode operação 16 para a área de uma cápsula vazia 10 apoiada, girando namoldura da bobina 9 de um local de trabalho 2. O dispositivo de colocaçãodo fio 23 é constituído, em essência, de um braço de suporte 39, que estáapoiado em uma parede intermediária do agregado de operação 16, tantopodendo girar, de modo limitado com referência a seu eixo de giro 42, comotambém podendo ser deslocado axialmente.
O giro do braço de suporte 39 entre a posição de repouso, re-presentada na figura 1, e a posição de trabalho representada na figura 2ocorrem através de um cilindro pneumático 41.
No braço de suporte 39 está fixado, no lado final, um elementode topo 40, que como é evidente nas figuras 2 e 3, está conectado ao braçode suporte 39 através de um eixo de giro 44, e pode ser girado um poucolateralmente através de um cilindro pneumático 45.
Por sua vez, no elemento de topo 40 está articulado um cabeço-te do aplicador do fio 47, que suporta diversos elementos de funcionamentocomo, por exemplo, um freio do fio 35, uma alavanca de guia do fio e dedesvio 34, um dispositivo de corte do fio 31, bem como uma polia de desviodo fio 33. Neste caso, com referência ao elemento de topo 40, o cabeçotedo aplicador do fio 47 pode girar de modo limitado por meio de um cilindropneumático 48 em torno do eixo de giro 46.
Para o acionamento do dispositivo de corte do fio 31, bem comodo freio do fio 35 está previsto um cilindro pneumático 49, que controla oselementos de funcionamento mencionados anteriormente através de umsistema de alavancas 54. Além disso, o elemento de topo 40 apresenta umpino de encosto 25, para a alavanca de guia do fio e de desvio 34, bem co-mo um ajustador do disco da cápsula 32 que pode ser colocado em um dosdiscos da cápsula 30 da moldura da bobina 9, de tal modo que entre o discoda cápsula 30 e o lado frontal 27 da cápsula vazia 10 surge uma fenda, naqual o novo fio 7 pode ser introduzido e fixado.
Como é evidente, em particular, na figura 3, no sistema de ala-vancas 54, na área do freio do fio 35, está apoiada a alavanca de guia do fioe de desvio 34, que está fixada por um elemento de mola 24 em uma posi-ção de enfiar o fio I (figura 4A).
A alavanca de guia do fio e de desvio 34 apresenta um elemen-to de engate 26, que durante o giro do cabeçote do aplicador do fio 47 admi-tido pelo cilindro pneumático 48 corresponde com um pino de encosto 25disposto no elemento de topo 40.
Além disso, no cabeçote do aplicador do fio 47 está disposto umacionamento 19 separado, de preferência um cilindro pneumático cuja hastedo êmbolo durante a expansão pressiona uma placa de engate 29 dispostana alavanca de guia do fio e de desvio 34 e, neste caso, pressiona a ala-vanca de guia do fio e de desvio 34 para uma posição de tração inclinada Il(figura 4B).
O funcionamento do dispositivo de colocação do fio 23, em par-ticular, da alavanca de guia do fio e de desvio 34 que pode ser controladade acordo com a invenção:
quando em um dos locais de trabalho 2 uma bobina cruzada 8alcançou seu diâmetro predeterminado, o agregado de operação 16 é orde-nado a ir para o referido local de trabalho 2, e ali troca automaticamente abobina cruzada 8 cheia por uma nova cápsula vazia 10.
Isto é, depois da expulsão da bobina cruzada 8 cheia da moldu-ra de bobina 9, através de dispositivos de manuseio correspondentes (nãorepresentados) do agregado de operação 16, em primeiro lugar uma novacápsula vazia 10 é colocada entre os discos da cápsula 30 da moldura debobina 9 do referido local de trabalho 2 e, em seguida, um fio auxiliar é pre-parado para a equipagem de novo com um fio no dispositivo de fiar 3 dolocal de trabalho 2 através do dispositivo de fornecimento do fio auxiliar 21do agregado de operação 16.
Isto é, para a equipagem de novo com um fio no local de traba-lho 2, como é descrito, por exemplo, na patente DE 101 39 072 A1, em pri-meiro lugar o bocal de aspiração 14 próprio do local de trabalho é giradopara uma posição de recepção do fio e, ao mesmo tempo, o tubo de forne-cimento do dispositivo de fornecimento do fio auxiliar 21 do agregado deoperação 16 é girado de tal modo que a desembocadura do tubo de forne-cimento seja posicionada diante da abertura de aspiração do bocal de aspi-ração 14.
O fio auxiliar fornecido através do tubo de fornecimento é aspi-rado através do bocal de aspiração 14 admitido com vácuo no local de tra-balho 2 e, neste caso, é fixado.
O dispositivo de colocação do fio 23 nesse instante é posiciona-do na posição de repouso indicada na figura 1.
Em seguida, o tubo de fornecimento do dispositivo de forneci-mento do fio auxiliar 21 é girado para a posição de operação superior, sendoque através do dispositivo de fornecimento do fio auxiliar 21 é fornecido pos-teriormente fio auxiliar correspondente. Durante o giro do tubo de forneci-mento para a posição de operação superior, o fio auxiliar é puxado atravésda polia de desvio 33 do dispositivo de colocação do fio 23, que nesse ins-tante ainda está posicionado na posição de repouso.
Na etapa seguinte o mecanismo de êmbolo de empuxo 41 écontrolado de tal modo que o dispositivo de colocação do fio 23 gira parafrente para a sua posição de trabalho representada na figura 2. Neste caso,o fio auxiliar é enfiado no dispositivo de corte do fio 31, disposto no disposi-tivo de colocação do fio 23, bem como para o freio do fio 35. Ao mesmotempo, também o bocal de aspiração 14, que fixa o início do fio do fio auxili-ar pneumaticamente, é girado para baixo e transfere o fio auxiliar para o ór-gão de juntar os fios 20 do local de trabalho 2.
Em um dispositivo de preparação do fio correspondente do ór-gão de juntar os fios 20, de preferência em um tubinho de preparação bas-tante conhecido que pode ser admitido pneumaticamente, a extremidade dofio auxiliar é preparada para o processo de juntar os fios seguinte, e o fioauxiliar é mantido pronto para o processo de juntar os fios.
Em seguida, o bocal de aspiração 14 agora livre é girado nova-mente para a posição de recepção do fio, já descrita anteriormente, para aqual também o tubo de fornecimento continua a girar.
Em virtude do movimento de giro do tubo de fornecimento, o fioauxiliar é colocado em um dispositivo de extração do fio do agregado de o-peração 16, que é executado, por exemplo, como instalação de entrega decilindro que trabalha mecanicamente.
Durante os movimentos de giro individuais do tubo de forneci-mento para suas diversas posições de operação, além disso, através deuma instalação de fornecimento do fio disposto, por exemplo, no lado deentrada do dispositivo de fornecimento do fio auxiliar 21 sempre é fornecidoposteriormente um comprimento de ajuste de modo correspondente.
Agora, o fio auxiliar é separado através de um dispositivo de cor-te do fio disposto dentro do dispositivo de fornecimento do fio auxiliar 21, emvirtude da corrente de sopro dominante dentro do dispositivo de fornecimen-to do fio auxiliar 21, sai da desembocadura do tubo de fornecimento, e atra-vés do vácuo que aflora na área da abertura de aspiração do bocal de aspi-ração 14 é aspirado imediatamente para dentro do bocal de aspiração 14.
Isto é, o fio auxiliar é mantido agora entre os órgãos de juntar os fios 20 dolocal de trabalho 2, bem como do bocal de aspiração 14 próprio do local detrabalho, e neste caso, passa através do dispositivo de colocação do fio 23,do dispositivo de extração do fio 56 do local de trabalho 2, e de um dispositi-vo de extração do fio do agregado de operação 16.
O dispositivo de colocação do fio 23, então, é admitido atravésdo mecanismo de êmbolo de empuxo axialmente em relação ao eixo de giro42 e se posiciona com um elemento de encosto (não representado) na car-caça do dispositivo de bobinar 4. Em seguida, através de um cilindro pneu-mático 45, o elemento de topo 40 é girado em torno do eixo de giro 44 e,neste caso, com um ajustador do disco da cápsula 32 fixado no elemento detopo 40, pressiona um dos discos da cápsula 30 da moldura de bobina 9 umpouco para fora.
Neste caso, entre o disco da cápsula 30 e o lado frontal 27 dabase da cápsula da cápsula vazia 10 fixada na moldura de bobina 9, surgeuma fenda em formato de cunha, na qual é introduzido, em seguida, umcordão de fio do fio auxiliar através de um movimento de giro do cabeçotedo aplicador do fio 47 orientado para baixo.
Isto é, por meio do mecanismo de êmbolo de empuxo 48, o ca-beçote do aplicador do fio 47 é girado para frente em torno do eixo de giro46, de tal modo que o fio auxiliar diante do lado frontal 27 da base da cápsu-la da cápsula vazia 10 forma um cordão de fio. Neste caso, o cordão de fiopassa através do dispositivo de corte do fio 31, bem como através do freiodo fio 35.
Além disso, durante o giro do cabeçote do aplicador do fio 47, aalavanca de guia do fio e de desvio 34 admitida por um elemento de mola24 é posicionada em uma posição de enfiar o fio I.
Para a equipagem de novo com um fio do dispositivo de fiar 3, oterminal do fio preparado, mantido pronto pelos órgãos de juntar os fios 20do local de trabalho 2, como é conhecido, é realimentado primeiramente deforma breve no dispositivo de fiar 3. Em seguida, o fio auxiliar, que está liga-do, então, com o novo fio de fiar 7 através de um denominado dispositivo dejuntar os fios é puxado do local de trabalho 2 através do dispositivo de ex-tração do fio 56 indicado na figura 1, bem como através do dispositivo deextração do fio do agregado de operação 16 que passa sincronamente parafora do dispositivo de fiar e é removido através do bocal de aspiração 14 dolocal de trabalho 2.
Essa remoção demora até que o dispositivo de juntar os fiospasse por um dispositivo sensor (não representado). Se o dispositivo de jun-tar os fios for detectado, ocorre a colocação propriamente dita do fio de fia-ção 7 na cápsula vazia 10, bem como o enrolamento da reserva de fio 28 nacápsula vazia 10.
De modo detalhado, para o aperto do novo fio de fiação 7 entreo lado frontal 27 da cápsula vazia 20 e o disco da cápsula 30, bem comopara a preparação da reserva de fio 28 na base da cápsula vazia 10, resul-ta-se o desenvolvimento do processo a seguir:
o novo fio de fiação 7 é cortado através do dispositivo de cortedo fio 31 pouco acima da cápsula vazia 10, e o pedaço de fio cortado é re-movido imediatamente através do bocal de aspiração 14. Ao mesmo tempo,o novo fio de fiação 7 é fixado pelo freio do fio 35, que está posicionado nadireção de passagem do fio pouco antes da cápsula vazia 10. Imediatamen-te após ou ao mesmo tempo, com a separação do fio, através do giro devolta do elemento de topo 40 em torno do eixo de giro 44, o disco da cápsu-la 30 é fechado e o fio de fiação 7 é apertado com segurança entre a cápsu-la vazia 10 e a superfície frontal 27 da cápsula vazia 10.
Em seguida, o tambor de bobinar 11 é iniciado e acelera a cáp-sula vazia 10 que se encontra sobre o fecho devido ao atrito para a veloci-dade de enrolamento.
Uma vez que o dispositivo de fiar 3 direto da partida produz con-tinuamente fio de fiação 7, ele pode chegar a um excesso de fios, tanto du-rante a fixação do fio de fiação 7 na fenda, na qual o fio de fiação 7 podechegar a uma pausa breve, como também durante o aumento repentino dotambor de bobinar 11 para a velocidade de enrolamento pode chegar a umexcesso de fios, que pode ser armazenado temporariamente por um curtoperíodo em um bocal acumulador (não representado) do local de trabalho 2.
Em particular, no caso de velocidades de extração do fio bemaltas, em uma forma de execução alternativa, certamente também pode es-tar previsto que o tambor de bobinar 11 seja acelerado já para uma veloci-dade de enrolamento predeterminada, antes que a cápsula vazia 10 sejacolocada com o fio de fiação 7 apertado entre a cápsula vazia 10 e o discoda cápsula 30 no tambor de bobinar. Dessa forma, o volume do fio de fiação7 a ser armazenado temporariamente pode ser nitidamente reduzido, emvirtude da equipagem de novo com um fio.
Ao mesmo tempo, com a partida da rotação da cápsula vazia10, por meio de controle correspondente do mecanismo de êmbolo de em-puxo 49, o dispositivo de corte do fio 31 e o freio do fio 35 são abertos, e ocilindro pneumático 19 é controlado no sentido "expansão da haste do êm-bolo".
A alavanca de guia do fio e de desvio 34, neste caso, é girada,em primeiro lugar, admitida por mola, para a posição de enrolamento Ill e,então, através da haste do êmbolo expandida do cilindro pneumático 19,que corresponde a uma chapa de ligação 29 na alavanca de guia do fio e dedesvio 34 que é deslocada temporariamente da posição de enrolamento Illrepresentada na figura 4C, para a posição de tração inclinada II, como estárepresentada na figura 4B.
Nessa posição de tração inclinada II, o fio de fiação 7 é admitidocom um componente de força, que é atuante inclinadamente em relação àpassagem "regular" do fio, e que providencia para que o fio de fiação 7 sejareconduzido imediatamente para a base da cápsula vazia 10.
Em seguida, a haste do êmbolo do cilindro pneumático 19 entranovamente, o que causa o fato de que a alavanca de guia do fio e de desvio34, admitida pelo elemento de mola 24, seja girada de volta para a posiçãode enrolamento III, na qual o fio de fiação 7 se desenrola na área da baseda cápsula da cápsula vazia 10 e, neste caso, forma um enrolamento dereserva do fio 28.
Depois do término do enrolamento de reserva do fio 28, atravésdo giro de volta do dispositivo de colocação do fio 23, o fio de fiação 7 é libe-rado e pode ser assumido pelo equipamento de troca do fio 18 do local detrabalho 2.

Claims (3)

1. Agregado de operação para a alimentação de locais de traba-lho de uma máquina de fiar de extremidade aberta, com um equipamento defornecimento de fio auxiliar para a preparação de um fio auxiliar e com umdispositivo de colocação do fio, para a fixação de um novo fio de fiação emuma cápsula vazia mantida em uma moldura da bobina do dispositivo debobinar, bem como para a preparação de um enrolamento de reserva do fio,sendo que o dispositivo de colocação do fio apresenta uma alavanca deguia do fio e de desvio que, por meio de um primeiro acionamento, pode serposicionada opcionalmente em uma posição de enfiar o fio ou em uma posi-ção de enrolamento, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de coloca-ção do fio (23) apresenta um segundo acionamento (19) que pode ser con-trolado separadamente para a alavanca de guia do fio e de desvio (34), a-través da qual a alavanca de guia do fio e de desvio (34) pode ser posicio-nada temporariamente em uma posição de tração inclinada (II).
2. Agregado de operação de acordo com a reivindicação 1, ca-racterizado pelo fato de que o segundo acionamento (19) é executado comocilindro pneumático, cuja haste do êmbolo extensível corresponde a umachapa de ligação (29) na alavanca de guia do fio e de desvio (34).
3. Agregado de operação de acordo com a reivindicação 1, ca-racterizado pelo fato de que, no caso de ligação sem pressão do cilindropneumático (19), a alavanca de guia do fio e de desvio (34) pode ser recua-da através de um elemento de mola (24) da posição de tração inclinada (II)para uma posição de enrolamento (III) definida, que predetermina a posiçãodo enrolamento de reserva do fio (28) na cápsula vazia.
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