BRPI0904569A2 - mÉtodo para fabricar conjuntos de fixaÇço compreendendo espaÇos internos, mÉtodo para formar sacos, tiras correspondentes de conjuntos e sacos correspondentes - Google Patents
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Abstract
MÉTODO PARA FABRICAR CONJUNTOS DE FIXAÇçO COMPREENDENDO ESPAÇOS INTERNOS, MÉTODO PARA FORMAR SACOS, TIRAS CORRESPONDENTES DE CONJUNTO E SACOS CORRESPONDENTES. A invenção refere-se a um método para a fabricação de montagens de aperto (1) para secos, caracterizada pelo fato de que, para cada montagem (1), compreendem-se as etapas de: - suprimento de perfis de travamento (11) fornecidos com flanges (12) para fixação em um saco; - montagem de um deslizador de atuação (13) nos perfis (11); - formação de dois batentes de extremidade (2) para o deslizador (13) nos perfis (11); - formação de dois espaços internos (3) nos flanges de fixação (12); cada espaço interno (3) tendo uma extensão longitudinal (E/2); - formação de duas linhas de fragilidade (4) entre cada espaço interno (3) e uma parte superior (111) dos perfis (11). A invenção também está relacionada a um método de formação do saco correspondente, uma tira de montagens correspondente, e um saco correspondente.
Description
Relatorio Descritivo da Patente de lnven?§o para "METODO PARA FABRICAR CONJUNTOS DE FIXAQAO COMPREENDENDO ES- PAQOS 丨NTERNOS,METODO PARA FORMAR SACOS, TIRAS COR- RESPONDENTES DE CONJUNTOS E SACOS CORRESPONDENTES".
Area Tecnica Geral
A presente inver^ao esta relacionada com a area de sacos para empacotamento. Antecedentes da Tecnica
Numerosos sacos para empacotamento e numerosos sistemas e metodos para sua formagao ja foram propostos.
Em particular, os sacos sao conhecidos como tendo uma pelicu- Ia que forma paredes, nas quais uma montagem e afixada compreendendo Perfis de travamento para fechamerito e abertura. Os perfis sao vantajosa- mente fornecidos com flanges para a jungao da montagem sobre as paredes de cada saco, e com um deslizador para atuar os perfis para sua abertura e fechamento.
Deseja-se que ο acesso ao deslizador de atuagao, por um usua- rio final do saco, seja muito facil.
A partir do document。US 6 470 551,e conforme mostrado na figura 1’ um saco 10 e conhecido, cujo acesso ao deslizador de atuagao 13 dos perfis 11 e facilitado apesar da presen^a de um cabegote visivel calca- dor de abertura 71 no saco 10.
Conforme mostrado na figura 1,depois de abrir ο cabegote visi- vel calcador 71, ο deslizador 13 e facilmente acessado desde que esteja po- sicionado sobre uma extremidade superior 73' do saco 10, enquanto e blo- queado por batentes de extremidade 2 nos perfis 11 ·
O metodo conhecido para a formagao de um saco na figura 1 tem desvantagens, no entanto, particularmente por conta do metodo usado para fabricar as montagens 1, conforme mostrado figura 2.
O metodo conhecido para fabricar as montagens 1, para cada montagem 1, compreende, em particular, as etapas principals de: - fornecer perfis de travamento 11 que tenham flanges 12 para a jungao sobre ο saco,
- formar encaixes 30 nos perfis 11 ’
- montar um deslizador de atuagao 13 nos perfis 11, por meio dos encaixes 30;
_ formar batentes de extremidade2 para ο deslizador 13 nos per-
fis 11.
A formagao dos encaixes 30 nos perfis 11 faz com que a tira 100 agrupe as montagens 1 de uma maneira consideravelmente mais flexivel, visto que se apresenta nos perfis 11 onde a maior parte do material constitu- inte da montagem esta situada, sendo que a espessura dos flanges 12 deve ser, unicamente, bastante delgada.
Portanto, de acordo com ο metodo conhecido, uma etapa previa Precisa ser adicionada de modo a formar pre-veda?5es 31 para enrijecer a tira, e para compensar a perda de perfis 11.
Essa etapa previa e dificil e custosa.
Apresentapao da Invenpao
A invengao parte para superar ao menos uma dessas deficien-
cias.
Para este fim, e, de acordo com a invengao, um metodo e pro- posto para a fabricagao das montagens de aperto de saco, caracterizado pelo fato de que, para cada montagem, compreendem-se as etapas de:
- fOrnecer perfis de travamento dotados de flanges para a jun^ao sobre um saco,
- montar um deslizador de atuagao nos perfis;
_ formar dois batentes de extremidade para ο deslizador nos per-
fis;
_ formar dois espagos internos nos flanges de fixagao; sendo que
cada espago interno tem uma extensao longitudinal;
- formar duas Iinhas de fragilidade entre cada espago interno e uma parte superior dos perfis.
A inven?ao e vantajosamente completada atraves das caracte- risticas a seguir, tomadas tanto sozinhas quanto em qualquer combinagao tecnicamente possivel:
- os dois batentes de extremidade sao separados por um compri- mento maximo de abertura D1 do saco;
- os dois espagos internos sao separados por uma distancia D2 que corresponde a uma Iargura de saco; e
- cada Iiriha de fragilidade esta Iocalizada em uma extremidade de um espa?o interno, de modo a nao formar uma fragilidade no perfil entre um batente de extremidade e ο deslizador.
A invengao relaciona-se adicionalmente a um metodo corres- pondente para formar um saco, uma tira de montagens correspondente e um saco correspondente.
A ίηνβης;§ο tem numerosas vantagens.
A invengao evita a formagao de encaixes nos perfis.
Somente espagos internos, formados nos flanges de fixagao, sao fornecidos.
Portanto, uma tira que agrupa as montagens nao έ flexivel e mantem sua rigidez, ο que facilita enormemente sua manipulagao quando formam os sacos, e a confiabilidade do metodo de forma饯ο do saco.
Adicionalmente, nao ha mais qualquer necessidade de uma eta- pa previa para formar os pre-vedantes a fim de enrijecer a tira.
O metodo e, portanto, mais simples de realizar e menos custoso. O saco formado, todavia, mantem as mesmas vantagens, ou seja’ que apos a primeira abertura, quando ο cabegote visivel calcador tiver sido removido do saco, ο deslizador e facil de ser acessado desde que este- ja posicionado sobre uma extremidade superior Do saco enquanto estiver sendo bloqueado pelos batentes de extremidade nos perfis. Apresentapao das Fiauras
Outras caracteristicas, propositos e vantagens da inven^ao se tornarao aparentes a partir da descri^o a seguir, que e uma ilustragao nao Iimitadora e que deve ser Iida com referencia aos desenhos nos quais:
- a figura 1’ ja descrita, ilustra esquematicamente um saco da tecni-
ca anterior; - a figura 2,ja descrita, ilustra esquematicamente um metodo conhe- cido para a fabricagao das montagens;
_ a figura 3 e uma descri?ao esquematica das etapas principals de
um metodo para a fabrica^ao de tira de montagens, de acordo com a inven- gao, e das etapas principals de um metodo para a formagao de um saco, de acordo com a invengao;
- a figura 4 mostra uma tira que agrupa as montagens da invengao;
- a figura 5 mostra um saco, de acordo com a invengao, dotado de seu cabegote visivel calcador;
- a figura 6 mostra um detalhe da figura 5; e
- a figura 7 ilustra um saco, de acordo com a inven^ao, apos a remo- ?ao de seu cabegote visivel calcador de abertura.
Em todas as figuras, partes similares carregam niimeros de refe- rencia identicos.
Descricao Detalhada
Conforme indicado previamente, a presente invengao esta rela-
cionada com a fabricagao de montagens de aperto em uma m^quina auto-
matizada para sacos passiveis de novo fechamento, e a formagao em uma
maquina automatizada dos sacos passiveis de novo fechamento correspon- denies.
A presente inven?§o pode ser aplicada tanto para maquinas au- tomatizadas para a forma?ao de saco com um curso horizontal quanto para maquinas automatizadas para a forma^o de saco com um curso vertical.
Adicionalmente1 a presente descrigao nao assume de nenhuma maneira a posigao da maquina: a jungao da montagem de aperto pode ser feita Iongitudinalmente ou transversalmente na diregao do curso da pelicula de empacotamento.
Alem disso, a presente invengao se aplica tanto as maquinas automatizadas para a forma9§o de saco com ο enchimento do saco durante a formagao do saco quanto as maquinas que enchem os sacos apos a etapa de formapao.
A formagao dos sacos, de acordo com a invengao, pode, de ma- neira opcional, ser separada geograficamente do Iugar de fabricagao das montagens, de acordo com a invengao, ou em um Onico local e/ou durante as etapas sucessivas.
A figura 3, tambem com referencia 白s figuras 4 e 7 ilustra es- quematicamente as etapas principal's sucessivas de um possivel metodo para fabricar as montagens de aperto 1 dos sacos 10.
De acordo com ο metodo, para cada montagem 1, h^i uma eta- pa 1000 para suprir os perfis de travamento 11,fornecidos com os flan- ges 12 para uma jungao sobre ο saco 10.
Os flanges 12 se estendem convencionalmente a partir dos per- fis 11 sobre uma determinada Iargura para permitir uma facil fixagao da mon- tagem 1 sobre as paredes 5 do saco 10.
O suprimento 1000 dos perfis 11 έ feito convencionalmente per condugao, por exemplo, a partir do desenrolar de um carretel, e nao e des- crito em mais detalhes no restante da presente descri^ao.
Os perfis de travamento 11 sao conhecidos e sao descritos em detalhe de acordo com este documento. Eles sao, por exemplo, do tipo tra- vamento macho/femea, ou qualquer outro meio equivalente.
A montagem Iedeum material termoplastico bem como e con-
ve 门 cio 门
A etapa seguinte e a etapa de montagem 1001 de um deslizador de atuagao 13 nos perfis 11.
Novamente, como e convencional, ο deslizador 13 compreende uma placa de base com duas paredes Iaterais e uma nervura central. As pa- redes Iaterais e a nervura auxiliam na formagao de dois corredores nao para- Ielos os quais, dependendo da diregao do movimento do deslizador, definem os corredores de convergencia ou divergencia. Eles, portanto, permitem uma abertura ou fechamento dos perfis 11. O deslizador 13 pode ser de plastico ou de metal, por exemplo.
A montagem do deslizador 13 nos perfis 11 pode ser realizada afastando as paredes laterals do deslizador 13,por exemplo, enquanto ele estiver montado nos perfis 11. Em seguida, e a etapa de formagao 1002 de dois batentes de extremidade 2 para ο deslizador 13 nos perfis 11.
Os batentes de extremidade 2 sao usados para parar ο curso do deslizador 13 sobre os perfis 11, entre uma posigao aberta e uma posigao fechada do saco 10. Os batentes de extremidade 2’ portanto, impedem que ο deslizador 13 se desprenda dos perfis 11, em particular, apos a primeira abertura do saco 10’ conforme sera visto abaixo.
Os batentes de extremidade 2 podem ser formados por qualquer meio,por exemplo, pela soldagem dos perfis 11, adicionarido presilhas, mas eles sao formados preferenciaImente por pre-grampeamento por ultrassom.
Vantajosamente, os dois batentes de extremidade 2 sao separa-
dos por um comprimento D1 que e ο comprimento maximo de abertura do saco.
O metodo tambem compreende uma etapa 1003 para formar dois espagos internos 3 nos flanges de fixa?ao 12.
Conforme pode ser visto na figura 4’ cada espago interno 3 tern uma extensao longitudinal E/2 e forma um orificio que passa atraves do flan- ge 12.
Em cada flange 12,cada Iado da extensao E que corresponde a dois espagos internos adjacentes 3 (ver figura 6), uma regiao superior 121 e uma regiao inferior 122 sao definidos dessa forma.
A regiao 121 e unida aos perfis 11,e uma regiao 122 define uma parte inferior unida ao restante de cada flange 12.
Cada espago interno 3 pode ser formado por qualquer meio, por exemplo, puncionando os flanges durante uma parada em seu movimento de curso.
Dois espa?os internos sucessivos 3 em cada flange 12 da mon- tagem 1 sao separados por uma distancia D2 que corresponde a Iargura do saco 10. Os espagos internos de cada flange 12 respective sao posicionados de frente um para ο outro.
Na pratica (conforme pode ser visto na figura 6 descrito em mais detalhes abaixo), sera verificado que, vantajosamente, um espago interno grande de extensao E (que corresponde a dois espagos internos adjacen- tes 3) e formado durante cada parada no movimento de curso da monta- gem 1, por exemplo, por puncionamento. O espago interno grande formado deste modo e entao dividido em dois espagos internos 3 por um corte 9. Os dois espagos internos 3 serao, portanto, posicionados em dois sacos conse- cutivos apos ο corte 9.
Adicionalmente, de maneira vantajosa, os dois batentes de ex- tremidade 2 posicionados em torno de um espago interno grande (ver tam- bem a figura 6) sao formados durante a mesma parada no movimento de curso da montagem 1 como para a formagao do espa?o interno grande. Os dois batentes de extremidade 2 formados dessa forma serao, portanto, posi- cionados em dois sacos consecutivos apos ο corte 9.
Resume-se, na descrigao do metodo, com relagao a figura 3, que a etapa seguinte e uma etapa 1004 para formar duas Iinhas estriadas 4 para cada montagem 1 entre cada espago interno 3 e uma parte superi- or 111 dos perfis 11.
Cada Iinha de recorte 4, portanto, forma uma Iinha de fragilidade primeiramente nos flanges 12,na regiao 121 e, em segundo lugar, nos per- fis 11.
As Iinhas estriadas 4’ por exemplo, perfuragoes, podem ser for- madas mecanicamente por uma pungao ou por corte a laser, por exemplo.
Cada Iinha de recorte 4 esta Iocalizada em uma extremidade de um espago interno 3 para que ο perfil 11 nao seja recortado entre um baten- te de extremidade 2 e ο deslizador 13 de cada montagem. Se fosse ο caso, ο batente de extremidade 2 ja nao poderia cumprir seu papel, conforme sera explicado no restante da presente descrigao.
Na figura 4’ a Iinha de recorte 4 se estende verticalmente em rela^ao a montagem 1. Pode-se verificar na figura 6 que a Iinha de recorte 4 pode tambem se estender em um angulo θ em relagao a vertical sobre a montagem 1 para facilitar ο rasgamento ao Iongo da Iinha de recorte 4 con- forme sera visto abaixo.
Na conclusao de um metodo de fabricagao das montagens 1 ’ de acordo com a invengao, uma tira 100 das montagens 1 e obtida conforme ilustrado na figura 4.
A formagao de um saco 10 sera descrita agora, particularmente por meio da tira 100.
Portanto, de acordo com a invengao e novamente com referen- cia a figura 3’ mas tambem as figuras 5 e 6’ propoe-se um metodo para for- mar pelo menos um saco passivel de novo fechamento 10.
Para cada saco 10,ο metodo compreende uma etapa 1005 para fornecer uma pelicula para empacotamento 7 capaz de formar paredes 5 do saco 10.
O fornecimento 1005 da pelicula 7 e feito convencionalmente por condugao continua, a partir do desenrolar de um carretel, por exemplo, e nao esta descrito em maiores detalhes no restante da presente descrigao.
A pelicula para empacotamento 7 pode ser formada de qualquer material, tal como um material plastico, por exemplo, ou material de papel ou do tipo papelao. A pelicula 7 pode tambem estar em um material compost。 e/ou metalizado.
O metodo, entao, compreende uma etapa 1006 para a uniao das montagens 1 obtidas com ο metodo da invenpao, Iembrando que a tira 100 que agrupa essas montagens 1 pode ser vista na figura 4.
A jungao 1006 das montagens 1 a pelicula 7 e feita, como e convencional, por meio dos flanges de fixagao 12’ por exemplo, com ο uso de uma jun?ao 6 de soldagem por calor ou do tipo ligagao.
O metodo, entao, compreende uma etapa 1007 para formar uma solda lateral 8 em cada espa?o interno 3’ por exemplo, com ο uso de barras de vedagao conhecidas por uma pessoa versada na tecnica.
A figura 6 mostra que cada solda 8 tem uma Iargura S/2 menor do que a extensao E/2 de cada espago interno 3. Se nao fosse ο caso, ο funcionamento do saco poderia ser deteriorado conforme sera entendido no restante da presente descri^ao. Conforme sera verificado, como anterior- mente, que na pratica uma grande solda de extensao S (correspondente a
duas soldas 8 adjacentes) e formada vantajosamente durante cada paralisa- ?ao temporaria no movimento de curso da montagem 1. A solda grande for- mada dessa forma e entao dividida em duas soldas 8 por um corte 9. As du- as soldas 8 serao, portanto, posicionadas em dois sacos consecutivos apos ο corte 9.
O metodo tambem compreende uma etapa 1008 de separagao em sacos individuals 10 atraves de um corte 9 em cada solda lateral 8.
O corte 9’ de maneira convencional, e feito com ο uso de um meio de corte na maquina de formagao e nao e descrito em mais detaihes no restante da presente descrigao.
De maneira preferencial, ο metodo e conduzido para que a etapa de jungao 1006 das montagens 1 sobre a pelicula 7 seja feita em uma altura intermediaria, isto e, nao completamente na parte superior da boca do sa- co 10.
Portanto, parte da pelicula 7 e capaz de formar um cabegote vi- sivel calcador de abertura 71 cobrindo ο deslizador 13,por exemplo, por do- bramento ou soldagem 15 (ver figura 5) das pa redes 5 do saco 10.
Preferencialmente, nesse caso, ο m6todo ο metodo ainda com- preende uma etapa 1009 para formar uma Iinha de fragilidade 73 na pelicu- la 7.
A Iinha de fragilidade 73 e posicionada sobre um Iado oposto do cabegote visivel calcador 71 em relagao aos perfis 11.
A Iinha de fragilidade 73 pode consistir de perfura^oes formadas na pelicula 7,ou de uma espessura delgada de pelicula. Preferencialmente, a Iinha 73 e recortada por laser.
No corte 9 e na Iinha fragilidade 73, pelo menos uma incisao 731 pode ser feita, por exemplo, em cada Iado do saco 10, para que ο rasgamen- to da parede 5 do saco 10 nesse ponto seja adicionalmente facilitado.
O saco 1 e preenchido com qualquer conteiido 14,por exemplo, um produto alimenticio do tipo queijo ralado.
Lembrando que ο saco 10 pode ser preenchido quando ο sa- co 10 estiver sendo formado, quando a pelicula 7 estiver em curso nas ma- quinas de forma^ao de saco. Subsequentemente1 ele tambem pode ser pre- enchido no local de formagao de saco ou em outro local· O enchimento pode ser conduzido por meio de um Iado do saco, perpendicular em relagao a montagem 1. O lado, atraves do qual ο conteCi- do 14 foi adicionado ao saco 10’ e soldado com uma solda 8 para a obten- ?ao de um saco completamente vedado em todos os seus lados. O enchi- mento tambem pode ser feito por meio do Iado oposto em rela^ao a boca do saco 10. Nesse caso, uma dobra adequada e feita para conferir uma capaci- dade ideal em relagao ao conteCido de volume 14 do saco. Tambem e possi- vel formar um reforgo no Iado oposto em relagao a boca do saco. Finalmen- te’ e tambem possivel que se solde esse Iado do saco 10 com uma solda 16 (ver figura 5).
Apos ο metodo da figura 3,um saco 10 e obtido, de acordo com
figura 5.
Especifica-se aqui que a ordem das etapas com relagao a uma ou outra nao possui uma ordem restrita: algumas etapas podem ter Iugar em outra ordem que nao a ordem descrita acima (por exemplo, a formagao dos espagos internos pode ter Iugar antes da formagao dos batentes de extremi- dade), ou elas podem ser conduzidas simultaneamente (por exemplo, sepa- rando em sacos individuais e soldagem lateral).
O principio por tras do funcionamento do saco 10 e ο que segue, conforme mostrado figura 7.
Quando ο saco 10 e aberto pela primeira vez, ο usuario segura ο cabe90te visivel calcador 71 em um ponto de solda 8’ e rasga a parede 5 do saco ao Iongo da Iinha de fragilidade 73. O rasgamento da parede 5 e facili- tado, primeiramente, pela Iinha de fragilidade 73 e, em segundo lugar, pela incisao 731.
A regiao 122 do flange 12 permanece unida ao saco por causa da solda 8 de Iargura S.
Por outro lado, a regiao superior 121 do flange 12 (tambem co- nectada aos perfis 11) e unida ao cabegote visivel calcador 71 por causa da solda 8 de Iargura S. Ela se separa do saco no mesmo momento que ο ca- begote visivel calcador 71 devido ao rasgamento das Iinhas de fragilidade 4 ate a parte superior 111 dos perfis 11.
Na figura 6,a referenda « ' » e dada para partes similares aque- Ias na figura 5 apos a primeira abertura. Portanto, uma distingao e feita entre os semi-espagos internos 3,, semi-recortes 4,,e as semi-incisoes 731’·
Apos a remo^ao do cabegote visivel calcador 71, ο acesso ao deslizador 13 e facil desde que esteja posicionado sobre a extremidade su- perior 73' do saco 10, enquanto e bloqueado pelos batentes de extremida- de 2 nos perfis 11.
Claims (11)
1. Metodo para a fabricagao de montagens de aperto (1) para os sacos (10), caracterizado pelo fato de que, para cada montagem (1), com- preendem-se as etapas de: - suprir (1000) perfis de travamento (11) fornecidos com os flan- ges (12) para serem fixados a um saco (10), - montar (1001) um deslizador de atuagao (13) nos perfis (11); - formar (1002) dois batentes de extremidade (2) para parar ο des- lizador (13) nos perfis (11); - formar (1003) dois espapos internos (3) nos flanges de fixa- ?ao (12); cada espago interno (3) tendo uma extensao longitudinal (E/2), - formar (1004) duas Iinhas de fragilidade (4) entre cada espago interno (3) e uma parte superior (111) dos perfis (11).
2. Metodo, de acordo com a reivindicagao 1,em que os dois ba- tentes de extremidade (2) sao separados por um comprimento maximo de abertura (D1) do saco.
3. Metodo, de acordo com a as reivindica^oes 1 ou 2,em que os dois espagos internos (3) sao separados por uma distancia (D2) que corres- ponde a uma Iargura do saco (10).
4. Metodo, de acordo com qualquer uma das reivindicagoes de 1 a 3’ em que cada Iinha de fragilidade (4) esta Iocalizada em uma extremida- de de um espa^o interno (3), de modo que nao possa enfraquecer ο perfil entre um batente de extremidade (2) e ο deslizador (13).
5. Metodo para formar ao menos um saco (10), caracterizado pelo fato de que para cada saco (10) compreende-se uma etapa de: - fornecer (1005) uma pelicula (7) capaz de formar as paredes (5) do saco (10); - juntar (1006) as montagens (1) obtidas com ο metodo, de acordo com qualquer uma das reivindicagoes de 1 a 4, a saber, cada uma das mon- tagens (1) compreendendo: .perfis de travamento (11) fornecidos com flanges de fixagao (12), um deslizador (13) para atuar os perfis, • dois batentes de extremidade (2) para ο deslizador (13) nos per- fis(11), ■ dois espagos internos (3) nos flanges de fixa^ao (12), cada espago interno (3) tendo uma extensao longitudinal (E/2), e • duas Iinhas de fragilidade (4) entre cada espago interno (3) e uma parte superior (111) dos perfis (11), sendo que a jungao das montagens (1) sobre a pelicula (7) e feita por meio dos flanges de fixa^ao (12); -a forma^ao (1007) de uma solda lateral (8) em cada espa?o interno (3), cada solda (8) tendo uma Iargura (S/2) menor do que a extensao (E/2) de cada espago interno (3); -a separa?ao (1008) em sacos individuals (10) atraves de um corte (9) em cada solda lateral (8).
6. Metodo, de acordo com a reivindicagao 5, em que a etapa de jungao das montagens (1) sobre a pelicula (7) e feita em uma altura interme- diaria, de modo que uma parte da pelicula (7) forma um cabegote visivel cal- cador de abertura (71) cobrindo ο deslizador (13).
7. Metodo, de acordo com a reivindicagao 6, que compreende adicionalmente uma etapa (1009) para formar uma Iinha de fragilidade (73) na pelicula (7), sendo que a Iinha de fragilidade (73) e posicionada em um Iado oposto ao cabe^ote visivel calcador (71) em relagao aos perfis (11).
8. Tira (100) de montagens (1), caracterizada pelo fato de que cada montagem (1) compreende: - perfis de travamento (11) fornecidos com flanges de fixagao (12), - um deslizador (13) para atuar os perfis, - dois batentes de extremidade (2) para parar ο deslizador (13) nos perfis (11), - dois espagos internos (3) nos flanges de fixagao (12),cada espago interno (3) tendo uma extensao longitudinal (E/2), e - duas Iinhas de fragilidade (4) entre cada espago interno (3) e uma parte superior dos perfis (11).
9. Saco (10) que compreende paredes de materializagao de pe- Iicula (7), caracterizado pelo fato de que compreende uma montagem com- preendendo: - perfis de travamento (11) fornecidos com flanges de fixagao (12), - um deslizador (13) para atuar os perfis, - dois batentes de extremidade (2) para parar ο deslizador (13) nos perfis (11), - dois espagos internos (3) nos flanges de fixagao (12), cada espago interno (3) tendo uma extensao longitudinal (E/2), e - duas Iinhas de fragilidade (4) entre cada espago interno (3) e uma parte superior dos perfis (11).
10.
Saco (10), de acordo com a reivindicagao 9, que compreen- de adicionalmente um cabegote visivel calcador de abertura (71) materiali- zado por: - uma parte da pelicula (7) que cobre ο deslizador (13), e - uma Iinha de fragilidade (73) na pelicula (7),a Iinha de fragilida- de (73) posicionada em um Iado oposto ao cabegote visivel calcador de a- bertura (71) em relagao aos perfis (11).
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