BRPI0906313B1 - Recipiente plástico - Google Patents
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Abstract
recipiente plástico um recipiente plástico é provido tendo um corpo recipiente e uma base fechada. a base inclui um corpo básico e uma pluralidade de nervuras de deflexão, configuradas para sofrer flambagem conforme a base se deforma em resposta a um aumento da pressão interna negativa do recipiente.
Description
[0001] Esta divulgação refere-se a recipientes, e mais particularmente recipientes que sofrem pressão interna negativa depois de cheios, selados e tampados. Isto tem sido um objetivo do projeto de recipiente convencional, formar corpos de recipientes que tenham uma desejada e previsível forma após o enchimento e no ponto de venda. Por exemplo, isto é frequentemente desejado para produzir recipientes que mantêm um corpo aproximadamente cilíndrico ou de uma seção transversal circular. No entanto, em alguns casos, os recipientes são suscetíveis à pressão interna negativa (isto é, em relação à pressão ambiente), a qual faz com que os recipientes deformem e percam a rigidez e estabilidade, e resultando, geralmente, em uma aparência sem estética. Vários fatores podem contribuir para o acúmulo de pressão negativa no interior do recipiente.
[0002] Por exemplo, em um processo convencional de enchimento a quente, o produto líquido ou o produto fluído (“flowable”) é carregado dentro de um recipiente a temperaturas elevadas, tais como a 180°F a 190°F aproximadamente, sob pressão atmosférica. Devido ao fato de uma tampa selar hermeticamente o produto dentro do recipiente enquanto o produto está na temperatura de enchimento a quente, os recipientes plásticos de enchimento a quente estão sujeitos a uma pressão interna negativa por resfriamento e contração dos produtos e nenhum ar retido no espaço superior. A frase enchimento a quente, quando utilizada na descrição de enchimento, abrange um recipiente com um produto em uma temperatura elevada, o recipiente tampado ou selado, e permitindo a embalagem esfriar.
[0003] Como outro exemplo, os recipientes plásticos também são frequentemente, feitos de materiais tal como polietileno tereftalato (PET) que podem ser suscetíveis à saída da umidade ao longo do tempo. Os biopolímeros ou polímeros biodegradáveis, tal como o polihidroxialcanoato (PHA) também agravam os problemas de saída. Consequentemente, a umidade pode penetrar através das paredes do recipiente durante a vida útil do recipiente, a qual pode ocasionar o acumulo de pressão negativa no interior do recipiente. Assim, tanto o enchimento a quente e enchimento a frio de recipientes, são suscetíveis ao acúmulo de pressão negativa capaz de deformar os corpos convencionalmente cilíndricos de recipientes.
[0004] Os recipientes convencionais incluem porções designadas flexíveis, ou painéis de vácuo, que deformam quando submetidos a pressões internas negativas típicas, resultantes do processo de enchimento a quente. A deflexão dentro dos painéis de vácuo tende a equalizar a diferença de pressão entre o interior e o exterior do recipiente, para aumentar a capacidade das seções cilíndricas para manter uma forma atrativa, para aumentar a facilidade de rotulagem, ou para prover um benefício semelhante.
[0005] Alguns projetos de recipiente são simétricos em relação a uma linha de centro longitudinal e projetados com reforços para manter a forma cilíndrica pretendida enquanto os painéis de vácuo defletam. Por exemplo, as patentes US nos 5.178.289; 5.092.475; e 5.054.632 descrevem as porções de reforço ou nervuras para aumentar a rigidez circunferencial e eliminar saliências enquanto os painéis de vácuo se colapsam para o interior. A patente US n° 4.863.046 é designada para prover a contração volumétrica de menos que um por cento nas aplicações de enchimento a quente.
[0006] Outros recipientes incluem um par de painéis de vácuo, cada um dos quais tem uma porção de recuo ou pega, permitindo que o recipiente ser pego entre o polegar e os dedos de um usuário. Por exemplo, a patente US n° 5.141.120 descreve uma garrafa com uma articulação contínua em torno de um painel de vácuo, que inclui recuos para pega. A articulação permite que o painel de vácuo inteiro colapse, para o interior, em resposta à pressão interna negativa.
[0007] O que é desejável é um recipiente capaz de defletir em um local imperceptível, em resposta ao acúmulo de pressão interna negativa.
[0008] De acordo com uma configuração, um recipiente plástico é configurado para absorver a pressão interna negativa. O recipiente plástico inclui um corpo recipiente substancialmente cilíndrico, definindo uma porção superior que se estende para cima para um bocal (“finish”), e uma porção inferior oposta. O recipiente plástico inclui ainda uma base fechada conectada à porção inferior do corpo recipiente substancialmente cilíndrico. A base inclui um membro permanente configurado para assentar sobre uma superfície de suporte, um cubo central (“hub”) disposto substancialmente centralizado, disposto radialmente para dentro do membro permanente, e um corpo básico que se estende entre o membro permanente e o cubo central. O corpo básico inclui pelo menos uma nervura de deflexão configurada para deformar em resposta a um nível limiar (“threshold”) de pressão interna negativa. O corpo básico pode deformar a partir de um estado como moldado, para um estado deformado em resposta a um aumento da pressão interna negativa. Além disso, a deformação do corpo básico em resposta a mais um aumento da pressão interna negativa, faz com que a nervura sofra flambagem, permitindo assim que o corpo básico continue a deformar a parir do estado deformado para um estado defletido.
[0009] A figura 1 é uma vista em elevação lateral de um recipiente construído de acordo com uma configuração;
[0010] A figura 2 é uma vista em planta inferior de um recipiente do tipo ilustrado na figura 1, ilustrando uma pluralidade de nervuras de deflexão espaçadas circunferencialmente;A figura 3 é uma vista em perspectiva da base ilustrada na figura 2 em seu estado como moldada, ou estado não deformado;
[0011] A figura 4 é uma vista em elevação lateral em corte da base ilustrada na figura 2, tomada segundo a linha 4-4 através das nervuras de deflexão, ilustrando o recipiente em seu estado como moldado, ou estado não deformado;
[0012] A figura 5 é uma vista em elevação lateral em corte da base ilustrada figura 2, tomada segundo a linha 5-5 fora das nervuras de deflexão, ilustrando o recipiente em seu estado como moldado, ou estado não deformado;
[0013] A figura 6 é uma vista em perspectiva em corte de uma seção da base ilustrada na figura 2, mostrando a base em um estado deformada, mas em um estado não defletido;
[0014] A figura 7 é uma vista em perspectiva em corte da base ilustrada na figura 6, mostrando a base em um estado defletido;
[0015] A figura 8 é um gráfico plotando a queda no volume interno em função do aumento da pressão interna negativa de um recipiente com uma base conforme ilustrada nas figuras de 2 a 7;
[0016] A figura 9 é uma vista em planta inferior de um recipiente do tipo ilustrado na figura 1, com a base construída de acordo com uma configuração alternativa e incluindo uma pluralidade de nervuras de deflexão circunferencialmente espaçadas;
[0017] A figura 10 é uma vista em perspectiva da base ilustrada na figura 9, em seu estado como moldada, ou não deformada;
[0018] A figura 11 é uma vista em elevação lateral em corte da base ilustrada na figura 9, tomada segundo a linha 11-11 através das nervuras de deflexão, ilustrando o recipiente em seu estado como moldado, ou não deformado;
[0019] A figura 12 é uma vista em elevação lateral em corte da base ilustrada na figura 9, tomada segundo a 12-12 fora das nervuras de deflexão, ilustrando o recipiente em seu estado como moldado, ou em não deformado;
[0020] A figura 13 é uma vista em perspectiva em corte da base ilustrada na figura 9, mostrando a base em um estado deformado, mas não defletido;
[0021] A figura 14 é uma vista em perspectiva em corte da base ilustrada na figura 9, mostrando a base em um estado defletido;
[0022] A figura 15 é um gráfico plotando a queda no volume interno em função do aumento da pressão interna negativa de um recipiente com uma base conforme ilustrada nas figuras de 9 a 14;
[0023] A figura 16 é uma vista em planta inferior de um recipiente do tipo ilustrado na figura 1, com a base construída de acordo com outra configuração alternativa e incluindo uma pluralidade de nervuras de deflexão circunferencialmente espaçadas;
[0024] A figura 17 é uma vista em perspectiva da base ilustrada na figura 16 em seu estado como moldado, ou não deformado;
[0025] A figura 18 é uma vista em elevação lateral em corte da base ilustrada na figura 16, tomada segundo a linha 18-18 através das nervuras de deflexão, mostrando o recipiente em seu estado como moldado, ou não deformado;
[0026] A figura 19 é uma vista em elevação lateral em corte da base ilustrada na figura 16 tomada segundo a linha 19-19 fora das nervuras de deflexão, mostrando o recipiente em seu estado como moldado, ou não deformado;
[0027] A figura 20 é uma vista em perspectiva em corte de uma seção de base ilustrada na figura 16, mostrando a base em um estado deformada, mas não defletida;
[0028] A figura 21 é uma vista em perspectiva em corte da base ilustrada na figura 16, mostrando a base em um estado defletido;
[0029] A figura 22 é um gráfico plotando a queda no volume interno em função do aumento da pressão interna negativa de um recipiente com uma base conforme ilustrado nas figuras de 16 a 21;
[0030] A figura 23 é uma vista inferior esquemática de um recipiente do tipo ilustrado na figura 1, mostrando uma base construída de acordo com outra configuração alternativa, tendo incluindo uma pluralidade de nervuras de deflexão circunferencialmente espaçadas e nervuras nos interstícios entre as nervuras de deflexão adjacentes;
[0031] A figura 24 é uma vista em elevação lateral em corte da base ilustrada na figura 23, tomada segundo a linha 24-24, rotacionada em 180° em relação à figura 23, mostrando a base em um estado como moldada, ou não deformada;
[0032] A figura 25 é uma vista em elevação lateral em corte da base ilustrada na figura 23, tomada segundo a linha 25-25, e ilustrando a base em ambos os estados como moldado ou não deformada, e em um estado defletido;
[0033] A figura 26 é uma vista em elevação lateral em corte da base ilustrada na figura 23, tomada ao longo da linha 26-26 em ambos os estados como moldada, ou não deformada, e também em um estado defletido;
[0034] A figura 27 é uma visão em perspectiva em corte de uma seção da base ilustrada na figura 23, mostrando a base em seu estado como moldada, ou não deformada;
[0035] A figura 28 é uma vista em perspectiva em corte de uma seção de base semelhante aquela ilustrada na figura 27, mas mostrando a base em um estado deformado, mas não defletida;
[0036] A figura 29 é uma vista em perspectiva em corte da base semelhante aquela ilustrada na figura 28, mas mostrando a base em um estado defletida;
[0037] A figura 30 é um gráfico plotando a queda no volume interno em função do aumento da pressão interna negativa de um recipiente com uma base conforme ilustrada nas figuras de 23 a 28;
[0038] As figuras 31A a 31E são vistas esquemáticas em planta inferior da base ilustrada na figura 23, tendo painéis medianos construídos de acordo com várias configurações alternativas;
[0039] As figuras 32A e 32F são vistas em corte esquemáticos da base ilustrada na figura 23 tendo um membro permanente ou uma borda construída de acordo com as várias configurações alternativas.
[0040] Referindo-se a figura 1, um recipiente 30 construído de acordo com uma configuração pode ser cilíndrico e estender-se axialmente ao longo do eixo A-A. O recipiente 30 pode incluir um corpo substancialmente cilíndrico 34 que inclui ranhuras 38 que proporcionam uma superfície configurada de pega, por exemplo, para ser encaixada entre o polegar e os dedos de um usuário. O corpo 34 tem uma porção superior como um domo 36 estendendo-se de modo que possa ser restrito ao longo de um gargalo 39 para um bocal 40 (“finish”). O bocal 40 pode ter roscas 42 configuradas para acoplar roscas de acoplamento em um membro de fechamento, tal como uma tampa convencional, que cobre uma abertura de derrame 43. O corpo substancialmente cilíndrico 34 pode incluir a definição de uma extremidade inferior que é fechada por uma base 32. O recipiente 30 pode ser um recipiente de pressão responsiva de enchimento a quente (“hot-fill”) ou um recipiente de pressão responsiva de enchimento a frio (“cold-fill”), e pode definir um interior vazio 33, que define um volume interno configurado para reter um produto líquido (não ilustrado).
[0041] Deve ser entendido que o recipiente 30 ilustrado é apresentado a título de exemplo, e que qualquer estrutura de recipiente é contemplada. O recipiente 30 pode ser fabricado utilizando qualquer método e material adequado por um técnico no assunto. Em uma configuração, o recipiente 30 pode ser formado a partir de um molde plástico à sopro, tal como tereftalato de polietileno (PET), naftalato de polientileno (PEN), combinação dos dois, ou qualquer alternativa adequada ou materiais adicionais.
[0042] A base 32 pode incluir um fundo anelar 44 conectado à extremidade inferior do corpo 34, uma borda anelar ou anel permanente 46 (o qual pode ser um membro permanente de qualquer forma geométrica, não necessariamente limitada a uma forma de anel, mas referido como um anel para fins de ilustração) que se estende para baixo do fundo anelar 44, e uma saliência e uma porção geralmente côncava reentrante ou cubo central 48, que é substancialmente centralizada disposta sobre a base 32. O anel permanente 46 é configurado para apoiar sobre uma superfície de suporte 51. Deve ser entendido que os termos "côncavo" e "convexo" aqui utilizados, com referência a uma direção radial de extensão, salvo disposição em contrário, e em relação a uma vista da base 32 tomada de fora do recipiente 30, tal como uma vista em planta inferior do recipiente 30, por exemplo, da superfície de suporte 51.
[0043] O recipiente 30 é baseado na figura 1, tal que o recipiente 30 estende-se verticalmente, ou axialmente, ao longo de um eixo A-A, e radialmente ao longo de uma direção horizontal que é perpendicular em relação à direção vertical, sendo apreciado que as orientações atuais do recipiente 30, podem variar durante o uso. Consequentemente, os termos direcionais "vertical" e "horizontal" são utilizados para descrever o recipiente 30 e seus componentes em relação à orientação ilustrada na figura 1, apenas com a finalidade de clareza e ilustração. Assim, o termo direcional "vertical" e seus derivados, são utilizados com referência a uma direção segundo ao eixo A-A, com a direção para cima estando em uma direção a partir da base 32 voltada para a abertura de derrame 43, e o sentido descendente, estando em uma direção a partir da abertura de derrame 43 voltado em direção a base 32.
[0044] A superfície côncava pode assim ser descrita como incluindo um extremo radial externo, um extremo radial interno e uma porção mediana disposta entre os extremos radiais, que é disposta em uma posição vertical espaçada acima de pelo menos, um ou ambos extremos radiais. A superfície convexa inclui um extremo radial externo, um extremo radial interno e uma porção mediana disposta entre as extremidades radiais, onde a porção mediana disposta é disposta abaixo de pelo menos, um ou ambos extremos radiais.
[0045] Os termos direcionais “interno” e “interior”, “externo” e “exterior” e seus derivados são aqui utilizados em relação a um dado dispositivo para referir-se as direções ao longo do componente direcional na direção e afastado do centro geométrico do dispositivo. Enquanto os vários componentes da base são descritos como sendo anelar salvo disposição específica ao contrário, deve ser entendido que diferentes geometrias do recipiente podem incluir diferentes geometrias da base, de tal forma que a estrutura de base não precisa ser anelar ou circunferencial como descrito, mas pode ser descontínua ou interrompida pela estrutura adicional. Além disso, a estrutura da base 32 pode se estender ao longo de direções cartesianas (por exemplo, lateral e longitudinal) ao longo de uma base de um recipiente ao contrário das direções radial e axial, conforme aqui ilustrado.
[0046] A base 32 inclui ainda uma ou mais nervuras de deflexão 50, esquematicamente ilustradas na figura 1, que podem se estender radialmente entre o anel permanente e o cubo central 48. Deve ser entendido que as nervuras de deflexão 50 indicam zonas de pressão interna de deflexão que estão configuradas para sofrer flambagem, permitindo assim a base alcançar um estado defletido que reduz o volume interno do recipiente 30, para compensar o acúmulo (ou aumento) da pressão interna negativa dentro do recipiente que pode resultar em um processo de enchimento a quente e/ou saída de umidade ao longo do tempo. Vários exemplos de configurações da base 32 irão ser agora descritas, sendo apreciado que as configurações são apresentadas a título de ilustração, e não servem para limitar o escopo da presente invenção.
[0047] Referindo-se agora as figuras de 2 a 5, a estrutura geral da base 32 pode incluir o anel permanente 46, um anel anelar saliente 52, disposto radialmente interno em relação ao anel permanente 46, um anel mediano anelar 54 disposto radialmente interno em relação ao anel saliente 52, e uma parede anelar inclinada de interface 56 do cubo central, que liga o anel mediano 54 ao cubo central 48. O extremo radial externo do anel mediano 54 pode definir um raio maior do que o do anel permanente 46, que por sua vez é maior que o do anel saliente 52.
[0048] O anel permanente 46 pode incluir uma parede inferior curvada de forma convexa 58 conectada em seu extremo radialmente externo ao fundo 44, e conectada em seu extremo radialmente interno de uma parede vertical 60, que pode estender-se, substancial e verticalmente, acima da (e pode também estender-se um pouco radialmente para dentro a partir da) porção da parede inferior convexa 58. A parede vertical 60, assim define o extremo radialmente interno do anel permanente 46. A parede vertical 60 também pode definir o extremo radialmente externo do anel saliente 52, o qual está disposto radialmente para dentro em relação ao anel permanente 46. O anel saliente 52 pode incluir uma parede superior curvada de forma côncava 62 e uma parede radial inclinada 64, conectada ao extremo radialmente interno da parede superior curvada 62. A parede radial 64 pode estender- se verticalmente para baixo e radialmente para dentro da parede superior 62.
[0049] Deve ser entendido que os termos "inclinada" e "curvada" são aqui utilizados para descrever superfícies ou paredes que se estendem ao longo de um ângulo e incluem uma curvatura, respectivamente, quando vistas em corte transversal vertical tomado através do centro da base. Além disso, deve ser entendido, no entanto, que as paredes ou superfícies "inclinadas" e "curvadas", não precisam ser genuinamente inclinadas ou curvas, e que as modificações poderiam ser feitas para as geometrias das superfícies e paredes aqui descritas, sem se afastar do espírito e escopo da presente invenção.
[0050] A parede radial inclinada 64 pode estender-se para baixo de uma parede externa mediana curvada de forma convexa 66, que define um ponto verticalmente mais baixo afastado a partir (acima) do ponto mais baixo da parede inferior 58 do anel permanente 46. A parede mediana externa 66 é ligada em seu extremo radialmente interno ao anel mediano 54, o qual é côncavo e radialmente alongado. O extremo radialmente interno do anel mediano 54 é conectado a uma parede mediana interna curvada de forma convexa 68. A parede mediana interna 68 pode definir um ponto verticalmente mais baixo que é afastado a partir (acima) do ponto mais baixo da parede mediana externa 66.
[0051] O extremo radialmente interno da parede mediana interna 68 é conectado a parede de interface inclinada 56 do cubo central, que se estende verticalmente acima e radialmente a partir da parede mediana interna 68. A parede de interface 56 do cubo central pode estender-se substancialmente de forma linear, ou pode definir uma curvatura ligeiramente côncava ou convexa. A extremidade superior e radialmente interna da parede de interface 56 do cubo central pode terminar em uma posição vertical acima do anel saliente 52, e pode conectar-se a uma base de cubo central côncava 70 saliente.
[0052] A base do cubo central côncava 70 se conecta em seu extremo radialmente interno a um perímetro de cubo central externo 72 convexo, cujo extremo radialmente interno é disposto verticalmente acima e radialmente para dentro em relação ao extremo radialmente interno da base do cubo central 70. O extremo radialmente interno do perímetro externo 72 do cubo central, é conectada a extremidade externa radial do perímetro interno 74 do cubo central. O perímetro interno 74 do cubo central é côncavo e define uma porção superior 75 que é disposta em uma posição vertical espaçada acima do extremo radialmente interno do perímetro externo 72 do cubo central. O extremo radialmente interno do perímetro interno 74 do cubo central é conectada a uma depressão convexa 76 que se estende abaixo do perímetro interno 74 do cubo central.
[0053] Referindo-se agora também as figuras 5 e 6, a base 32 ainda inclui uma ou mais nervuras de deflexão 80 que podem ser espaçadas circunferencialmente sobre a base. Cada nervura 80 não é circunferencialmente contínua sobre a base, e, portanto, definem um perímetro externo fechado 83 tendo contornos circunferenciais externos opostos (Fig. 3). As nervuras 80 podem ser igualmente espaçadas circunferencialmente sobre a base 32. Na configuração ilustrada, quatro nervuras 80 são ilustradas espaçadas circunferencialmente em aproximadamente 90° uma da outra, apesar de configurações alternativas poderem incluir qualquer número desejado de nervuras espaçadas eqüidistantes sobre a base ou em diferentes intervalos espaciais. Cada nervura 80 pode ser radialmente alongada, e pode estender-se entre o anel permanente 46 e o cubo central 48. Em termos gerais, cada nervura 80 pode ser conectada entre dois ou mais (por exemplo, pelo menos um par de) superfícies inclinadas diferente da base. Por exemplo, cada nervura pode estender-se entre o anel saliente 52 e a parede de interface 56 do cubo central. Mais particularmente ainda, cada nervura 80 pode terminar no extremo radialmente externo 82 que está conectado ao anel saliente 52, e ainda pode terminar no seu extremo radialmente interno 84, o qual está conectado ao anel mediano 54. Cada nervura pode-se dizer que se estende entre, e é conectada entre, o anel saliente 52 e o anel mediano 54. Especificamente, o extremo radialmente externo 82 de cada nervura 80 pode ser conectado à parede radial inclinada 64 do anel saliente 52, e o extremo radialmente interno 84 de cada nervura 80, pode ser conectado ao extremo radialmente externo do anel mediano 54, em um local próximo à parede interna mediana 68.
[0054] Referindo-se agora também a figura 6, cada nervura 80 pode e estende-se verticalmente acima da estrutura ao redor da base, e pode ser circunferencialmente convexa e definir uma porção mediana circunferencial 86, espaçada acima de um par de porções extremas circunferenciais 88, que são ligadas, ao redor da base 32. A porção mediana 86 e as porções extremas 88 podem definir uma seção transversal substancialmente triangular (isto é, tomada transversalmente a uma linha radial definida pela base). Além disso, o extremo radialmente externo 82 pode definir uma espessura circunferencial maior que a espessura circunferencial do extremo radialmente interno 84. Alternativamente, a espessura circunferencial do extremo radialmente externo 82, poderia ser substancialmente igual, ou menor que, a espessura circunferencial do extremo radialmente interno 84.
[0055] A base 32 ainda inclui uma ou mais nervuras de reforço 100, radialmente alinhadas com as nervuras de deflexão 80. Cada nervura de reforço 100 pode estender-se entre o cubo central 48 e a alinhada nervura de deflexão 80. Particularmente, cada nervura de reforço 100 pode definir um extremo radialmente interno 102 que é conectado ao perímetro externo 72 do cubo central, e um extremo radialmente externo 104 que é conectado à parede de interface 56 do cubo central. As nervuras de reforço 100 podem ainda definir contornos circunferencialmente externos, e podem, portanto, definirem um perímetro fechado. As nervuras de reforço 100 podem transferir a força transmitida sobre a base, radialmente para fora devido à pressão interna negativa em direção às nervuras de deformação 80.
[0056] Consequentemente, referindo-se agora também as figuras 6 e 7, cada nervura 80 pode criar um local de deflexão 90 na base 32, preferivelmente dentro da estrutura da própria nervura 80, que é configurada para sofrer flambagem sob uma quantidade predeterminada de deslocamento da base, em resposta ao acúmulo de pressão interna negativa.
[0057] Conforme ilustrado, cada local de deflexão 90 pode ser disposto na interface entre o extremo radialmente externo 82 da correspondente nervura 80, e a parede radial inclinada 64. Cada nervura 80 pode transferir forças, de modo que o local de deflexão 90 possa incluir porções do extremo radialmente externo 82 da nervura 80 e o anel saliente 52, ou pode alternativamente, incluir porções do anel saliente 52 e não o extremo radialmente externo 82, ou, alternativamente ainda pode incluir porções do extremo radialmente externo 82 e não do anel saliente 52. As porções do anel saliente 52, que podem sofrer flambagem, incluem a parede vertical 60, a parede superior curvada 62, e a parede radial inclinada 64. O local de deflexão 90 pode, alternativamente ou adicionalmente, incluir todas e quaisquer porções de nervura 80.
[0058] A figura 6 ilustra um perfil imaginário (“phantomed”) da base 32 em seu estado como moldada, ou estado não deformada 106. A figura 6 ainda ilustra um perfil 108 na base 32 que apresentou um estado deformado em resposta à pressão interna negativa, o qual faz com que as nervuras 80 curvarem. As concentrações de tensão dispostas nos locais de deflexão 90 aumentam conforme a base 32 se deforma progressivamente, devido ao acúmulo da pressão interna negativa.
[0059] Conforme ilustrado na figura 7, uma vez que a pressão interna negativa aumenta para um nível crítico, a deformação do corpo básico faz com que a concentração de tensão aumente para um nível, o qual sem estar vinculado a teoria acredita-se que o ponto de escoamento do material básico (como por exemplo PET), que por sua vez faz com que o local de deflexão 90 deflita, ou sofra flambagem, permitindo assim a base 32 continuar a deformar-se a um estado defletido 109 em resposta à pressão interna negativa adicional.
[0060] Referindo-se também a figura 8, a diminuição do volume do recipiente (CC) sobre o eixo x é plotado em função do aumento da pressão interna negativa sobre o eixo y. Cada pico ao longo do eixo x corresponde a 2,5 CC, tal que o volume do recipiente interno diminui em uma direção positiva a partir da origem ao longo do eixo x. Cada pico ao longo do eixo y corresponde a 0,25 psi, de modo que a magnitude da pressão interna negativa diminui em uma direção positiva, a partir da origem ao longo do eixo y.
[0061] Conforme o local de deflexão 90 sofre flambagem, a base 32 ainda se deforma em resposta ao aumento da pressão interna negativa, a uma taxa superior à taxa de deformação de base em relação à pressão interna negativa antes da flambagem. Consequentemente, conforme a pressão negativa começa a se acumular dentro do recipiente, a base 32 começa a deformar-se durante uma primeira fase de deformação 95, a qual faz com que o volume do recipiente diminua, substancialmente, de forma linear em relação ao aumento da pressão negativa. À medida que a pressão negativa continua a aumentar em magnitude, um ou mais dos locais de deflexão 90 sofre flambagem, em uma segunda deformação, ou deflexão, fase 97, a qual faz com que o volume interno do recipiente, diminua em função do aumento da pressão interna negativa em uma taxa maior que a taxa de diminuição de volume como uma função da pressão interna negativa antes da flambagem. Como um resultado, a pressão negativa se dissipa em resposta imediata a flambagem. Se o aumento da pressão negativa continua aumentando após a flambagem, a base 32 pode deformar-se durante uma terceira fase de deformação 99, a qual faz com que o volume do recipiente diminua substancialmente, de forma linear em relação ao aumento da pressão negativa até que a base 32 atinja seu estado defletido.
[0062] Deve ser entendido que a primeira e a terceira fase de deformação 95 e 99 incluem a deformação gradual da base. A segunda fase de deformação, ou fase de deflexão 97, é refletida em uma mudança brusca na inclinação da curva de pressão versus volume, mesmo se aproximando de uma descontinuidade da curva.
[0063] Deve ser entendido que a real pressão internanegativa e o volume do recipiente diminuem associados as primeira, segunda e terceira fases de deformação, podendo variar com base em vários fatores, por exemplo, a geometria da base, incluindo a espessura do material, o tamanho da base e seus componentes, a colocação dos vários componentes da base, e assim por diante. Na configuração ilustrada, a nervura 80 é configurada para sofrer flambagem antes de qualquer deflexão ou deformação substancial do corpo cilíndrico 34 do recipiente 30.
[0064] Dependendo da amplitude da pressão negativa interna e a natureza simétrica radial da geometria da base 32, um ou mais dos locais de deflexão 90 podem sofrer flambagem antes que os outros, e um ou mais locais de deflexão 90 não podem sofrer flambagem completamente em uma situação particular de pressão interna negativa.
[0065] Deve ser entendido que o local de deflexão 90 pode ter uma rigidez inicial, antes de flambagem, e uma segunda rigidez depois da flambagem que é menor do que a primeira rigidez. De acordo com uma configuração, uma vez que a pressão interna negativa se dissipa, por exemplo, após a remoção da tampa ou outro fechamento, a base 32 pode retornar substancialmente para seu estado como moldada, ou estado não deformada.
[0066] Deve ser ainda mais entendido que a base 32 foi ilustrada de acordo com uma configuração, e que a presente invenção não tem como objetivo limitar a geometria particular descrita com referência às figuras de 2 a 8 ou configurações alternativas aqui descritas. Uma configuração alternativa semelhante da base 32 será agora descrita com referência as figuras de 9 a 15.
[0067] Referindo-se particularmente às figuras de 9 a 11, uma base 132 construída de acordo com uma configuração alternativa é ilustrada, onde os números de referência dos elementos de base 132 que correspondem a similares elementos de base 32 foram incrementados em 100, para efeitos de clareza e ilustração. Deve ser entendido que os elementos com números de referência aumentados em 100, não precisam identificar a estrutura, que é idêntica à correspondente estrutura da base 32.
[0068] A base 132 pode incluir um fundo anelar 144 um anel permanente 146 estendendo-se a partir do fundo 144, e uma porção ou cubo central 148 saliente e geralmente côncava reentrante que é, substancialmente, centralmente disposta na base 132. O anel permanente 146 da base é configurado para apoiar sobre uma superfície de suporte 151.
[0069] A estrutura geral da base 132 pode incluir o anel permanente 146, um anel anelar saliente 152 dispostos radialmente internos em relação ao anel permanente 146, um anel mediano anelar 154 disposto radialmente interno em relação ao anel saliente 152 e a parede de interface 156 do cubo central, que liga o anel mediano 154 ao cubo central 148.
[0070] Especificamente, o anel permanente 146 inclui uma parede inferior curvada de forma convexa 158, conectada em seu extremo radialmente externo ao fundo 144, e conectada em seu extremo radialmente interno a uma parede vertical 160, que pode se estender substancialmente de forma vertical acima do (e também pode se estender ligeiramente de forma radial para dentro do) fundo da parede convexa 158. A parede vertical 160 pode definir o extremo radialmente interno do anel permanente 146. A parede vertical 160 também pode definir o extremo radialmente externo do anel saliente 152, o qual é disposto radialmente para dentro em relação ao anel permanente 146. O anel saliente 152 pode incluir uma parede superior curvada de forma côncava 162, e uma parede radial inclinada 164, conectada ao extremo radialmente interno da parede superior 162. A parede radial 164 pode estender-se verticalmente para baixo e radialmente para dentro da parede superior curvada 162.
[0071] A parede radial inclinada 164 pode estender-se abaixo de uma porção de interface de anel curvado de forma convexa 165, que define um ponto mais baixo de deslocamento vertical (acima) do ponto mais baixo da parede inferior 158 do anel permanente 146. A porção da interface do anel 165 estende-se radialmente para dentro e para cima de uma parede externa mediana convexa 166, que define um ponto mais baixo espaçado verticalmente acima do ponto mais baixo da interface da porção do anel 165. A parede externa mediana 166 é unida em seu extremo radialmente interno, ao anel mediano 154, o qual é côncavo e radialmente alongado. O anel mediano 154 define um ponto mais elevado que é disposto verticalmente acima do ponto mais alto do anel saliente 152.
[0072] O extremo radialmente interno do anel mediano 154 é conectado a uma parede mediana interna curvada de forma convexa 168. A parede mediana interna 168 pode definir um ponto mais baixo que é verticalmente afastada a partir (acima) do ponto mais baixo da parede mediana externa 166.
[0073] O extremo radialmente interno da parede mediana interna 168 é conectado à parede de interface 156 do cubo central, o qual é côncavo e estende-se acima e radialmente a partir da parede mediana interna 168. A parede de interface 156 do cubo central, ainda poderá definir uma curvatura côncava. O extremo radialmente interno da parede de interface 156 do cubo central, pode terminar em uma posição vertical acima do anel mediano 154, e pode se conectar a um perímetro externo convexo 172. O extremo radialmente interno do perímetro externo 172 do cubo central é conectado ao extremo radialmente interno de um perímetro interno 174 do cubo central. O perímetro interno 174 do cubo central é côncavo e define uma porção superior 175, que é disposta em uma posição vertical espaçada acima do extremo radialmente interno do perímetro externo 172 do cubo central. O extremo radialmente interno do perímetro interno 174 do cubo central é ligado a uma depressão convexa 176, que se estende abaixo do perímetro interno 174 do cubo central.
[0074] Referindo-se agora também a figura 12, a base 132 inclui ainda nervuras de deflexão 180, que podem ser espaçadas circunferencialmente sobre a base. Cada nervura 180 não é circunferencialmente contínua, e, portanto, define um perímetro externo fechado 183 tendo contorno circunferencial externo oposto (Fig.9). As nervuras 180 podem ser circunferencialmente igualmente espaçadas sobre a base 132. Na configuração ilustrada, oito nervuras 180 são ilustradas espaçadas, circunferencialmente, em aproximadamente 45° uma das outras.
[0075] Referindo-se também a figura 13, cada nervura 180 pode ser radialmente alongada, e pode estender-se entre o anel permanente 146 e cubo central 148. De um modo geral, cada nervura 180 pode ser conectada entre dois ou mais (por exemplo, pelo menos um par de) diferentes superfícies inclinadas da base. Mais particularmente, cada nervura pode estender-se entre o anel saliente 152 e parede de interface 156 do cubo central. Ainda mais particularmente, cada nervura 180 pode estender-se entre o anel saliente 152 e o anel mediano 154. Na configuração ilustrada, cada nervura 180 pode terminar em um extremo radialmente externo 182 que é conectado ao anel saliente 152, e ainda pode terminar no seu extremo radialmente interno 184 que está conectado ao anel mediano 154. O extremo radialmente externo 182 da nervura 180, pode ser disposto a uma altura menor do que o extremo radialmente interno 184 da nervura (ver a figura 12).
[0076] Cada nervura 180 pode-se dizer que se estende entre, e sendo conectada entre, o anel saliente 152 e o anel mediano 154. Especificamente, o extremo radialmente externo 182 de cada nervura 180, pode ser conectado à parede radial inclinada 164, e o extremo radialmente interno 184 de cada nervura 180 pode ser conectado ao extremo radialmente interno do anel mediano 154 em um local próximo a parede mediana externa 166.
[0077] Referindo-se agora também a figura 13, cada nervura 180 pode estender-se a partir da estrutura em torno da base, e pode definir uma porção mediana circunferencial 186, acima espaçada de um par de porções extremas circunferenciais 188 que estão ligadas em torno da base 132. A porção mediana 186 e as porções extremas 188 podem definir uma seção transversal substancialmente triangular (isto é, tomadas transversalmente a uma linha radial definida pela base). Além disso, o extremo radialmente externo 182 pode definir uma largura circunferencial que é menor que a espessura circunferencial do extremo radialmente interno 184. Alternativamente, a espessura circunferencial do extremo radialmente externo 182, poderia ser substancialmente igual, ou maior que, a espessura circunferencial do extremo radialmente interno 184.
[0078] A base 132 inclui ainda uma ou mais nervuras de reforço 200, radialmente alinhadas com as nervuras de deflexão 180. Conforme ilustrado, quatro nervuras de reforço 200 são espaçadas circunferencialmente em 90° uma da outra, e as nervuras de reforço 200 são, portanto, alinhadas com as nervuras de deflexão 180 com forma alternada. Cada nervura de reforço 200 pode estender-se entre o cubo central 148 e a alinhada nervura de deflexão 180. Particularmente, cada nervura de reforço 200 pode definir um extremo radialmente interno 202, que é conectado ao perímetro externo 172 do cubo central, e um extremo radialmente externo 204 que é conectado à parede de interface 156 do cubo central. As nervuras de reforço 200 podem ainda definir contornos externos circunferenciais, e podem, portanto, definirem um perímetro fechado. As nervuras de reforço 200 podem transferir forças transmitidas sobre a base, devido à pressão interna negativa radialmente para fora em direção às nervuras de deflexão 180.
[0079] Consequentemente, referindo-se agora também as figuras 13 e 14, cada nervura 180 pode criar um local de deflexão 190 sobre a base 132, preferivelmente dentro da própria estrutura da nervura 180, que é configurada para sofrer flambagem sobre a base, deslocando uma quantidade pré- determinada em resposta ao acúmulo da pressão interna negativa.
[0080] Conforme ilustrado, cada local de deflexão 190 pode ser disposto na interface entre o extremo radialmente externo 182 da correspondente nervura 180 e a parede radial inclinada 164. O local de deflexão 190 pode incluir porções do extremo radialmente externo 182 da nervura 180 e do anel saliente 152, ou pode alternativamente, incluir porções do anel saliente 152 e não o extremo radialmente externo 182, ou alternativamente, ainda pode incluir porções do extremo radialmente externo 182 e não o anel saliente 152. As porções do anel saliente 152 que podem sofrer flambagem incluem a parede vertical 160, a parede superior curvada 162, e a parede radial inclinada 164. O local de deflexão 190 pode alternativamente ou adicionalmente incluir todas e quaisquer porções de nervura 180.
[0081] A figura 13 ilustra um perfil imaginário (“phantomed”) da base 132, em seu estado como moldada, ou estado não deformado 206. A figura 13 ainda ilustra um perfil 208 da base 132 que apresentou um estado deformado,o qual faz com que a nervura 180 curvar em resposta à pressão interna negativa. As concentrações de tensão dispostas nos locais de deflexão 190 aumentam à medida que a base 132 se deforma cada vez mais devido ao aumento da pressão interna negativa.
[0082] Conforme ilustrado na figura 14, uma vez que a pressão interna negativa aumenta a um nível limiar, a deformação do corpo básico faz com que a concentração de tensão aumente para um nível, o qual sem estar vinculada a teoria acredita-se ser o ponto de escoamento do material de base (como por exemplo, PET), que por sua vez faz com que o local de deflexão 190 defletir, ou sofrer flambagem, permitindo assim a base 132 continuar ainda deformar-se para um estado defletido 209.
[0083] Referindo-se também a figura 15, a diminuição do volume do recipiente (CC) sobre o eixo x é plotado em função do aumento da pressão interna negativa sobre o eixo y. Cada pico ao longo do eixo x corresponde a 2,5 CC, tal que o volume interno do recipiente diminui em um sentido positivo a partir da origem ao longo do eixo x. Cada pico ao longo do eixo y corresponde a 0,25 psi, de modo que a magnitude da pressão interna negativa diminui em uma direção positiva a partir da origem ao longo do eixo y.
[0084] Como o local de deflexão 190 sofre flambagem, a base 132 deforma em resposta ao aumento da pressão interna negativa, a uma taxa superior à taxa de deformação de base em resposta ao aumento da pressão interna negativa antes da flambagem. Consequentemente, conforme a pressão negativa começa a se acumular dentro do recipiente, a base 132 começa a deformar-se durante uma primeira fase de deformação 195, a qual faz com que o volume do recipiente diminua substancialmente, de forma linear, em relação ao aumento da pressão negativa. Conforme a pressão negativa continua aumentando em magnitude, um ou mais dos locais de deflexão 190 sofre flambagem, uma segunda deformação, ou deflexão, fase 197, a qual faz com que o volume interno do recipiente, diminuir em função do aumento da pressão interna negativa em uma taxa maior que a taxa de diminuição de volume como uma função do aumento da pressão interna negativa antes da flambagem. Como um resultado, a pressão negativa se dissipa em resposta imediata a flambagem. Se o aumento da pressão negativa continua após a flambagem, a base 132 pode deformar- se durante uma terceira fase de deformação 199, a qual faz com que o volume do recipiente diminua substancialmente, de forma linear, em relação ao aumento da pressão negativa até a base 132 atinja seu estado defletido.
[0085] Deve ser entendido que a primeira e a terceira fase de deformação 195 e 199 incluem a deformação gradual da base. A segunda fase de deformação, ou fase de deflexão 197, é refletida em uma mudança brusca na inclinação da curva de pressão versus volume, mesmo se aproximando de uma descontinuidade da curva.
[0086] Deve ser entendido que a pressão interna negativa real, e o volume do recipiente diminuem associados com a primeira, segunda e terceira fases de deformação, podendo variar com base em vários fatores, por exemplo, a geometria da base, incluindo a espessura do material, do tamanho da base e seus componentes, a colocação dos vários componentes da base, e assim por diante. Na configuração ilustrada, a nervura 180 é configurada para sofrer flambagem antes de qualquer deflexão ou deformação substancial do corpo cilíndrico 134 do recipiente 130.
[0087] Deve ser ainda entendido que a base 132 tem sido descrita como uma configuração alternativa para a base 32, e que a presente invenção não se destina a limitar-se a geometria particular descrita com referência à base 132 ou a outras configurações alternativas aqui descritas. Uma configuração alternativa adicional da base 32 será agora descrita com referência as figuras de 16 a 22.
[0088] Referindo-se particularmente às figuras de 16 a 18, uma base 232 construída de acordo com uma configuração alternativa é ilustrada, onde os números de referência dos elementos de base 232 que correspondem a elementos similares de base 132 foram incrementados em 100, para efeitos de clareza e ilustração. Deve ser entendido que os elementos com números de referência aumentados em 100, não precisam identificar a estrutura, que é idêntica à correspondente estrutura da base 132.
[0089] A base 232 pode incluir um fundo anelar 244 um anel permanente 246 estendendo-se a partir do fundo 244, e uma porção ou cubo central saliente geralmente côncava reentrante 248, que é substancialmente, centralmente disposta na base 232. O anel permanente 246 é configurado para apoiar sobre uma superfície de suporte 251.
[0090] A estrutura geral da base 232 pode incluir o anel permanente 246, um anel anelar saliente 252 disposto radialmente interno em relação ao anel permanente 246, e um anel mediano anelar 254, disposto radialmente interno em relação ao anel saliente 252.
[0091] Especificamente, o anel permanente 246 inclui uma parede inferior curvada de forma convexa 258, conectada em seu extremo radialmente externo ao fundo 244, e conectada em seu extremo radialmente interno a uma parede vertical 260, que pode se estender substancialmente de forma vertical acima (e também pode se estender ligeiramente de forma radial para dentro) do fundo da parede convexa 258. A parede vertical 260 pode definir o extremo radialmente interno do anel permanente 246. A parede vertical 260 também pode definir o extremo radialmente externo do anel saliente 252, o qual é disposto radialmente para dentro em relação ao anel permanente 246. O anel saliente 252 pode incluir uma parede superior curvada de forma côncava 262, e uma parede radial inclinada 264 conectada ao extremo radialmente interno da parede superior 262. A parede radial 264 pode estender-se verticalmente para baixo e radialmente para dentro da parede superior curvada 262.
[0092] A parede radial inclinada 264 pode estender-se abaixo de uma porção de interface de anel curvado de forma convexo 265 que define um ponto mais baixo de deslocamento vertical (acima) do ponto mais baixo da parede inferior 258 do anel permanente 246. A porção da interface do anel 265 estende-se radialmente para dentro para uma parede mediana externa 266 substancialmente horizontal. Deve ser entendido que a parede mediana externa 266 pode, alternativamente, assumir uma forma côncava ou convexa em relação à superfície de suporte 251. A parede mediana 166 é unida em seu extremo radialmente interno, ao anel mediano 254, o qual é côncavo e define um ponto mais elevado que é disposto verticalmente acima do ponto mais alto do anel saliente 252.
[0093] O extremo radialmente interno do anel mediano 254 é conectado a um perímetro externo convexo 272 do cubo central. O extremo radialmente interno do perímetro externo 272 do cubo central é conectado ao extremo radialmente externo de um perímetro interno 274 do cubo central. O perímetro interno 274 do cubo central é côncavo e define uma porção superior 275, que é disposta em uma posição vertical espaçada acima do extremo radialmente interno do perímetro externo 272 do cubo central. O extremo radialmente interno do perímetro interno 274 do cubo central, é ligado a uma depressão convexa 276 que se estende abaixo do perímetro interno 274 do cubo central.
[0094] Referindo-se agora também a figura 19, a base 232 inclui ainda nervuras de deflexão 280, que podem ser espaçadas circunferencialmente sobre a base. Cada nervura 280 não é circunferencialmente contínua, e, portanto, define um perímetro externo fechado 283 tendo contornos circunferenciais externos opostos (Fig.17). As nervuras 280 podem ser igualmente espaçadas circunferencialmente sobre a base 232. Na configuração ilustrada, quatro nervuras 280 são ilustradas espaçadas, circunferencialmente, em aproximadamente 90° uma das outras.
[0095] Referindo-se também a figura 20, cada nervura 280 pode ser radialmente alongada, e pode estender-se entre o anel permanente 246 e cubo central 248. Mais particularmente, cada nervura 280 pode estender-se entre o anel saliente 252 e o anel mediano 254. De um modo geral, cada nervura 280 pode ser conectada entre duas ou mais (por exemplo, a pelo menos um par de) diferentes superfícies de base inclinadas. Na configuração ilustrada, cada nervura 280 pode terminar em um extremo radialmente externo 282 que é conectado ao anel saliente 252, e ainda pode terminar no seu extremo radialmente interno 284 que está conectado ao anel mediano 254. Cada nervura 280 pode-se dizer que se estende entre, e sendo conectado entre, o anel saliente 252 e o anel mediano 254. Especificamente, o extremo radialmente externo 282 de cada nervura 280, pode ser conectado à parede radial inclinada 264, e o extremo radialmente interno 284 de cada nervura 280 pode ser conectado ao extremo radialmente interno do anel mediano 254 em um local próximo a parede mediana externa 266.
[0096] Cada nervura 280 pode estender-se a partir da estrutura em torno da base, e pode ser circunferencialmente convexa e assim definir uma porção mediana circunferencial 286, que é espaçada acima de um par de porções extremas circunferenciais 288 que são ligadas em torno da base 232. A porção mediana 286 e as porções extremas 288 podem ser ao redor da seção transversal. Além disso, o extremo radialmente externo 282 pode definir uma largura circunferencial que é menor que a espessura circunferencial do extremo radialmente interno 284, de forma que a nervura 280 define a forma de uma lágrima.
[0097] A base 232 inclui ainda uma ou mais nervuras de reforço 300, circunferencialmente deslocadas em relação às nervuras de deflexão 280. Cada nervura de reforço 300 pode estender-se entre o cubo central 248 e um local interno em relação às nervuras de deflexão 280. Particularmente, cada nervura de reforço 300 pode definir um extremo radialmente interno 302, que é conectado ao perímetro interno 274 do cubo central, e um extremo radialmente externo 304 que é conectado ao perímetro externo 272 do cubo central. As nervuras de reforço 300 podem ainda definir contornos externos circunferenciais, e podem, portanto, definir um perímetro fechado. As nervuras de reforço 300 podem transferir forças transmitidas sobre a base, devido à pressão interna negativa radialmente para fora em direção às nervuras de deflexão 280.
[0098] Consequentemente, referindo-se agora também as figuras 20 e 21, cada nervura 280 pode criar um local de deflexão 290 sobre a base 232, preferivelmente dentro da própria estrutura da nervura 280, que é configurada para sofrer flambagem sobre a base, deslocando uma quantidade pré- determinada em resposta ao acúmulo da pressão interna negativa.
[0099] Conforme ilustrado, cada local de deflexão 290 pode ser disposto na interface entre o extremo radialmente externo 282 da correspondente nervura 280 e a parede radial inclinada 264. A nervura 280 pode transferir forças, de forma que o local de deflexão 290 possa incluir porções do extremo radialmente externo 282 da nervura 280 e do anel saliente 252, ou pode alternativamente, incluir porções do anel saliente 252 e não do extremo radialmente externo 282, ou alternativamente ainda, pode incluir porções do extremo radialmente externo 282 e não o anel saliente 252. As porções do anel saliente 252 que podem sofrer flambagem incluem a parede vertical 260, a parede superior curvada 262, e a parede radial inclinada 264. O local de deflexão 290 pode alternativamente ou adicionalmente incluir todas e quaisquer porções de nervura 280.
[0100] A figura 20 ilustra um perfil imaginário (“phantomed”) da base 232, em seu estado como moldada, ou estado não deformado 306. A figura 20 ainda ilustra um perfil 308 da base 232 que apresentou um estado deformado em resposta ao aumento da pressão interna negativa, a qual faz com que as nervuras 280 curvarem. As concentrações de tensão dispostas nos locais de deflexão 290 aumentam à medida que a base 232 se deforma cada vez mais devido ao aumento da pressão interna negativa.
[0101] Conforme ilustrado na figura 21, uma vez que a pressão interna negativa aumenta a um nível limiar, a deformação do corpo básico faz com que a concentração de tensão aumente para um nível, o qual sem estar vinculada a teoria, acredita-se ser o ponto de escoamento do material de base (como por exemplo, PET), que por sua vez faz com que o local de deflexão 290 deflita, ou sofra flambagem, permitindo assim a base 232 continuar a deformar-se a um estado defletido 309.
[0102] Referindo-se também a figura 22, a diminuição do volume do recipiente (CC) sobre o eixo x é plotado em função do aumento da pressão interna negativa sobre o eixo y. Cada pico, ao longo do eixo x, corresponde a 2,5 CC, tal que o volume interno do recipiente diminui em um sentido positivo a partir da origem ao longo do eixo x. Cada pico ao longo do eixo y corresponde a 0,25 psi, de modo que a magnitude da pressão interna negativa diminui em uma direção positiva a partir da origem ao longo do eixo y.
[0103] Conforme o local de deflexão 290 sofre flambagem, a base 232 deforma em resposta ao aumento da pressão interna negativa, a uma taxa superior à taxa de deformação de base em resposta ao aumento da pressão interna negativa antes da flambagem. Consequentemente, conforme a pressão negativa começa a se acumular dentro do recipiente, a base 232 começa a deformar-se durante uma primeira fase de deformação 295, a qual faz com que o volume do recipiente diminuir substancialmente, de forma linear, em relação ao aumento da pressão negativa. Conforme a pressão negativa continua aumentando em magnitude, um ou mais dos locais de deflexão 290 sofra flambagem, uma segunda deformação, ou deflexão, fase 297, a qual faz com que o volume interno do recipiente, diminuir em função do aumento da pressão interna negativa em uma taxa maior que a taxa de diminuição de volume como uma função do aumento da pressão interna negativa antes da flambagem. Como um resultado, a pressão negativa se dissipa em resposta imediata a flambagem. Se o aumento da pressão negativa continua após a flambagem, a base 232 pode deformar- se durante uma terceira fase de deformação 299, a qual faz com que o volume do recipiente diminuir substancialmente, de forma linear, em relação ao aumento da pressão negativa até a base 232 atinja seu estado defletido.
[0104] Deve ser entendido que a primeira e a terceira fase de deformação 295 e 299 incluem a deformação gradual da base. A segunda fase de deformação, ou fase de deflexão 297, é refletida em uma mudança brusca na inclinação da curva de pressão versus volume, mesmo se aproximando de uma descontinuidade da curva.
[0105] Deve ser entendido que a pressão interna negativa real e o volume do recipiente diminuem associados com a primeira, segunda e terceira fases de deformação, podendo variar com base em vários fatores, por exemplo, a geometria da base, incluindo a espessura do material, do tamanho da base e seus componentes, a colocação dos vários componentes da base, e assim por diante. Na configuração ilustrada, a nervura 280 é configurada para sofrer flambagem antes de qualquer deflexão ou deformação substancial do corpo cilíndrico 234 do recipiente 230.
[0106] Deve ser ainda entendido que as bases ilustradas e descritas acima são somente a título de exemplo, e que outra configuração alternativa será agora descrita com referência as figuras de 23 a 30.
[0107] Referindo-se particularmente às figuras de 23 a 27, uma base 332 construída de acordo com uma configuração alternativa da invenção é ilustrada, onde os números de referência dos elementos de base 332 que correspondem a similares elementos de base 232 foram incrementados em 100, para efeitos de clareza e ilustração. Deve ser entendido que os elementos com números de referência aumentados em 100, não precisam identificar a estrutura, que é idêntica à correspondente estrutura da base 232.
[0108] A base 332 pode incluir um fundo anelar 344 uma borda ou anel permanente 346 estendendo-se a partir do fundo 344, que é configurado para apoiar sobre uma superfície de suporte 351. Conforme ilustrado nas figuras de 32A a 32E, a borda ou anel permanente 346 pode ser construída de acordo com uma das várias configurações alternativas ilustradas como estruturas geometrias, a não ser anéis. Deve ser entendido que as figuras 32A a 32E ilustram algumas configurações alternativas, e que qualquer anel vertical alternativo adequado, suporte um recipiente sobre uma superfície de suporte possa ser provida. Quando a superfície de suporte 351 estende-se horizontalmente, a garrafa estende-se substancialmente vertical. A base 332 inclui ainda uma porção de recesso, porção reentrante (ou inferior pressionado) ou cubo central 348, que está substancialmente centralizado disposto sobre a base 332 e convexo em relação à superfície de suporte 351 da base. O corpo básico 347 é unido ao anel permanente 346 ao cubo central 348. Devido ao fato de o cubo central 348 ser rebaixado, a base 332 é rearranjada mais próxima da geometria da base preformada, e a base 232 é então mais inclinada para manter sua forma conforme a temperatura do recipiente se aproxima de sua temperatura de transição vítrea, por exemplo, durante o processo de enchimento a quente.
[0109] O corpo básico 347 pode incluir um anel anelar saliente 352 disposto radialmente interno em relação ao anel permanente 346, um anel mediano anelar 354, o qual pode ser arranjado como uma pluralidade de painéis medianos 355 adjacentes, dispostos internamente de maneira radial em relação ao anel saliente 352. A parede de interface 356 do cubo central une o anel mediano 354 ao cubo central 348. Pode ser dito que os painéis medianos 355 provêem um corpo básico 347 almofadado (“paneled”).
[0110] O anel permanente 146 inclui uma parede inferior curvada de forma convexa 158, conectada em seu extremo radialmente externo ao fundo 344, e conectada em seu extremo radialmente interno a uma parede vertical 360, que pode se estender substancialmente de forma vertical acima do (e também pode se estender ligeiramente de forma radial para dentro do) fundo da parede convexa 358. A parede vertical 160 pode definir o extremo radialmente interno do anel permanente 346. A parede vertical 360 também pode definir o extremo radialmente externo do anel saliente 352, o qual é disposto radialmente para dentro em relação ao anel permanente 346. O anel saliente 352 pode incluir uma parede superior curvada de forma côncava 362, e uma parede radial inclinada 364, conectada ao extremo radialmente interno da parede superior 362. A parede radial 364 pode estender-se verticalmente para baixo e radialmente para dentro da parede superior curvada 362.
[0111] A parede radial inclinada 364 pode estender-se abaixo de uma porção de interface de anel curvado de forma convexa 365 que define um ponto mais baixo de deslocamento vertical (acima) do ponto mais baixo da parede inferior 358 do anel permanente 346. A porção da interface do anel 365 estende-se radialmente para dentro e para cima do membro mediado 354, o qual é côncavo e radialmente alongado.
[0112] Cada painel mediano 355 define um extremo radialmente interno 359 que se estende substancialmente plano e tangencialmente ao cubo central 348. Cada painel mediano 355 ainda define um extremo radialmente externo 361, que se estende paralelo para o extremo radialmente interno 359. O extremo radialmente externo 361 tem um comprimento que é maior que aquele do extremo radialmente interno 359. Devido ao fato do extremo radialmente interno ser disposto em uma posição vertical espaçado acima do extremo radialmente externo 361 quando o recipiente está no seu estado conforme moldado, pode ser dito que cada painel mediano 355 é inclinado para baixo ao longo de uma direção radialmente interna do anel permanente 346 voltado para o cubo central 348. Cada painel mediano 355 define ainda um extremo circunferencialmente externo 363 substancialmente oposto ao plano, os quais são conectados entre os extremos radialmente interno e externo 359 e 361, respectivamente. O extremo externo 363 define interstícios entre os painéis medianos 355 adjacentes do membro mediano 354. Os interstícios 363 podem estender-se entre e a partir de um extremo radialmente externo do painel mediano 355 para a parede de interface 356, ou para um local disposto radialmente para fora em relação à parede de interface 356 do cubo central.
[0113] Ainda alternativamente, os interstícios 363 podem estender-se para dentro da parede de interface 356 do cubo central. Os interstícios 363 podem ser posicionados colinearmente em relação a um eixo radial estendendo-se para fora a partir do centro do cubo central 348. Os interstícios 363 podem definir um vértice entre os painéis medianos 355 adjacentes.
[0114] Cada painel mediano 355 é desse modo definido através dos extremos 359, 361, e 363, e pode ser substancialmente plano em relação às direções radial e circunferencial, de qualquer forma, deve ser entendido que a parede mediana pode ser curvada de forma côncava, convexa, ou incluir porções côncava e convexa, em qualquer ou ambas as direções radial e circunferencial. Na configuração ilustrada, a pluralidade de painéis medianos pode definir superfícies que não são axialmente coplanares uma com a outra na direção circunferencial sobre a base.
[0115] A base 332 é ilustrada como incluindo oito painéis medianos 355, que são substancialmente construídos idênticos e igualmente espaçados circunferencialmente sobre a base 332. O membro mediano 354 pode-se dizer que lembra o formato de um tambor em aço (“steel pan drum”). Convém, no entanto, ser entendido que a base de 332 pode incluir qualquer número de painéis 355 tais como desejado, que podem ser igualmente ou desigualmente espaçados em torno da circunferência da base 332. Além disso, conforme ilustrado nas figuras de 31A a 31E, os painéis medianos 355 podem assumir diferentes formas, tais como as ilustradas em 355A, 355B e 355C. Alguns painéis medianos podem definir superfícies extremas internas radialmente curvadas, alguns painéis podem definir substancialmente, superfícies extremas internas radialmente planas, e algumas bases de recipiente podem incluir uma combinação de painéis medianos que tenham ambas as superfícies extremas internas radiais e planas. Os painéis medianos 355A, 355B e 355C podem estender-se entre o cubo central 348 e o anel permanente 346, ou podem estender-se conforme descrito acima em relação aos painéis 355. Além disso, enquanto os painéis 355A, 355B e 355C são ilustrados como sendo posicionados sobre uma base tendo cubos centrais 348A, 348B e 348C, posicionados verticalmente, deve serentendido que o cubo central 348 pode ser rebaixado na forma descrita acima.
[0116] O membro mediano anelar 354 define um ponto mais elevado que é conectado a parede de interface do cubo central 356, a qual é côncava e estende-se acima e radialmente do membro mediano anelar 354. A parede de interface 356 do cubo central, ainda define uma curvatura de forma côncava. A extremidade radialmente interna e superior da parede de interface 156 do cubo central pode conectar a um perímetro 372 do cubo central 348, o qual se estende para baixo a partir do perímetro 372. Enquanto o cubo central 348 é continuamente curvado e côncavo conforme ilustrado, deve ser entendido que o cubo central 348 pode definir qualquer estrutura geométrica alternativa. Devido ao fato de o cubo central 348 ser rebaixado, ele se molda mais próxima a forma do desempenho para o qual o recipiente é fabricado e é, portanto, menos provável deformar, por exemplo, quando o recipiente é aquecido acima da temperatura de transição, em relação a um cubo central 348 que é pressionado para cima em relação à parede de interface do cubo central 358 na ausência de uma estrutura de suporte adicional.
[0117] Dando continuidade referindo-se as figuras de 23 a 27, a base 332 inclui ainda uma ou mais nervuras de deflexão 380, de forma que uma pluralidade de nervuras de deflexão pode ser espaçada circunferencialmente sobre a base. Cada nervura 380 não é circunferencialmente contínua sobre a base e, portanto, define um perímetro externo fechado 383 tendo contorno circunferencial externo oposto. As nervuras 380 podem ser igualmente espaçadas circunferencialmente sobre a base 332, e podem ainda ser em alinhamento radial umas com as outras. Na configuração ilustrada, oito nervuras 380 são mostradas espaçadas circunferencialmente em aproximadamente 45° uma das outras.
[0118] Cada nervura 380 pode ser radialmente alongada, e pode estender-se entre, e ser conectada entre, o anel saliente 352 e o membro mediano anelar 354. De um modo geral, cada nervura 380 pode ser conectada entre dois ou mais (por exemplo, pelo menos um par de) diferentes superfícies inclinadas da base. Em uma configuração, cada nervura 380 está conectada em sua extremidade radialmente interna 384 ao membro mediano anelar 354, e é ainda conectada em sua extremidade radialmente externa 382 a uma parede radial inclinada 364 do anel saliente 352. Cada nervura 380 pode ser conectada em qualquer lugar ao longo do comprimento do membro mediano anelar 354, e, além disso, em qualquer lugar ao longo do comprimento da parede radial inclinada 364.
[0119] Conforme melhor ilustrado na figura 27, cada nervura 380 pode se estender para cima a partir da estrutura em torno da base, e pode definir uma porção mediana circunferencial 386, espaçada acima de um par de porções extremas circunferenciais 388 que estão ligadas em torno da base 332. Assim, cada nervura 380 pode projetar-se para um local que está fora do plano com as respectivas porções do anel saliente 352 e o membro mediano anelar 354, que é circunferencialmente espaçado e radialmente alinhado com a nervura. A porção mediana 386 e as porções extremas 388 podem definir uma seção transversal substancialmente triangular (isto é, tomadas transversalmente a uma linha radial definida pela base).
[0120] A porção mediana 386. A porção mediana 386 define uma superfície superior 387 que é substancialmente plana e pode ser inclinada de forma que o extremo radialmente interno 384 seja disposto em uma posição vertical espaçada acima do extremo radialmente externo 382. A superfície superior 387 é radialmente alinhada com o interstício 363 entre os painéis adjacentes 355. Além disso, o extremo radialmente externo 382 pode definir uma largura circunferencial que é substancialmente igual à espessura da circunferência do extremo radialmente interno 384. Neste sentido, cada nervura 380 pode ser radialmente simétrica em relação ao seu ponto médio radial, e pode ainda ser circunferencialmente simétrica em relação ao seu ponto médio circunferencial.
[0121] Deve ser entendido que a base 332 pode incluir qualquer número de nervuras 380, espaçadas em qualquer localização circunferencialmente igual ou desigual sobre a base. Por exemplo, as nervuras 380 podem ser dispostas entre os interstícios 363, por exemplo, em um local circunferencialmente a meia distância entre os interstícios adjacentes 363. Alternativamente, certas nervuras 380 podem ser alinhadas com os interstícios 363 enquanto outras nervuras 380 estão dispostas entre interstícios adjacentes 363. Além disso, embora cada interstício 363 esteja associado com uma nervura radialmente alinhada 380, deve ser entendido que uma nervura não precisa ser provida para cada interstício, ou que uma nervura possa, alternativamente, ser provida em todos outros interstícios, ou provida em qualquer outro padrão desejado. De acordo com uma configuração, as nervuras são simetricamente e circunferencialmente dispostas sobre a base 332.
[0122] Cada nervura 380 pode criar um local de deflexão 390 sobre a base 332, preferivelmente dentro da estrutura da própria nervura 380, que é configurada para sofrer flambagem sobre a base deslocando uma quantidade pré-determinada em resposta ao acúmulo da pressão interna negativa. Consequentemente, a nervura 380 prove uma geometria que faz com que uma porção da base 332 resista à deflexão inicial, em resposta a um aumento da pressão interna negativa antes da flambagem, ou deflexão, a qual com isso diminui a resistência ao aumento na pressão interna negativa aumentando. Enquanto a geometria da nervura 380 é na forma de um diamante saliente em vista superior, conforme ilustrado deve ser entendido que a nervura 380 poderia ser uma estrutura rebaixada, e poderia definir qualquer forma desejada, como uma alternativa a forma de diamante ilustrada. Além disso, durante o resfriamento do líquido ocorre um aumento da pressão interna negativa, isto também é entendido que em algumas situações, dependendo do material da parede do recipiente, a umidade pode sair através da parede do recipiente ao longo do tempo, ocasionando assim, uma pressão negativa interna adicional para a construção.
[0123] A deflexão da base 332 é configurada para defletir em resposta a esta pressão negativa interna adicional, mantendo assim a integridade das paredes laterais do recipiente.
[0124] Cada local de deflexão 390 pode incluir porções ou a totalidade de nervuras 380 associadas, e pode, alternativamente ou adicionalmente, incluir porções de painel mediano 355 associados disposto adjacentemente a nervura 380, o interstício 363, e alternativamente ou adicionalmente, porções associadas de parede radial inclinada 364 dispostas adjacentemente à nervura 380.
[0125] A figura 27 ilustra um perfil imaginário 306 da base 332, em seu estado como moldada, ou estado não deformado. A figura 28 ilustra um perfil 308 da base 332 apresentando um estado deformado, em relação ao perfil não deformado 306, em resposta a um primeiro nível de pressão interna negativa, que faz com que as nervuras 380 se curvem. As concentrações de tensão acumuladas nos locais de deflexão 390 aumentam à medida que a base 332 se deforma cada vez mais devido ao aumento da pressão interna negativa.
[0126] Conforme ilustrado nas figuras 25, 26 e 29, uma vez que a magnitude da pressão interna negativa aumenta a um segundo nível limiar de pressão interna negativa, a concentração de tensão de um mais locais de deflexão 390 chega a um nível, o qual sem estar vinculado a teoria acredita-se ser o ponto de escoamento do material de base (como por exemplo, PET), que por sua vez faz com que o local de deflexão 390 das correspondentes nervuras de deflexão 380 deflita, ou sofra flambagem, permitindo assim a base 332 defletir para um estado defletido 309 que é maior que o estado deformado.
[0127] A figura 25 ilustra uma seção transversal da base 332 através do ponto médio circunferencial das nervuras 380 opostas, e ilustra a base em ambos os estados não deformados 306, e no estado totalmente defletido 309. Conforme ilustrado na figura 26, o corpo básico 347 pode girar, ou articular, sobre o anel saliente 352 ou a parede radial inclinada 364 para o estado totalmente defletido. A figura 26 ilustra uma seção transversal da base 332 em um local circunferencialmente a meia distância entre as nervuras adjacentes 380, e ilustra a base em ambos os estados não deformados 306 e no estado totalmente defletido 309.
[0128] Referindo-se também a figura 30, a alteração do volume do recipiente (CC) sobre o eixo x é plotado em função do aumento da pressão interna negativa sobre o eixo y. Cada pico, ao longo do eixo x, corresponde a 2,5 CC, tal que o volume interno do recipiente altera em um sentido positivo a partir da origem ao longo do eixo x. Cada pico ao longo do eixo y corresponde a 0,25 psi, de modo que a magnitude da pressão interna negativa diminui em uma direção positiva a partir da origem ao longo do eixo y.
[0129] Conforme o local de deflexão 190 sofre flambagem, a base 332 deforma como uma função do aumento da pressão interna negativa, a uma taxa superior à taxa de deformação da base como uma função do aumento da pressão interna negativa antes da flambagem. Consequentemente, conforme a pressão negativa começa a se acumular dentro do recipiente, a base 332 começa a deformar-se durante uma primeira fase de deformação 395, que faz com que o volume do recipiente diminua substancialmente, de forma linear, em relação ao aumento da pressão negativa. Conforme a pressão negativa continua a aumentar em magnitude, um ou mais dos locais de deflexão 390 sofre flambagem, uma segunda deformação, ou deflexão, fase 397, a qual faz com que o volume interno do recipiente, diminuir como uma função do aumento da pressão interna negativa em uma taxa maior que a taxa de diminuição de volume como uma função do aumento da pressão interna negativa antes da flambagem. Durante a fase 397, a flambagem de cada local de deflexão 390 faz com que uma encravação (“spike”) momentânea seguida por uma depressão que reflete a dissipação da pressão negativa em resposta imediata a flambagem. Deve ser entendido que um, alguns ou todos os locais de deflexão 390 podem sofrer flambagem durante o uso, enquanto outros locais de deflexão 390 não podem defletir, devido a fatores tais como tolerâncias de fabricação, das propriedades dos materiais ligeiramente diferentes, orientação da garrafa, o resfriamento desigual do líquido, e assim por diante. Se o aumento da pressão negativa continuar após a flambagem, a base 332 pode deformar-se durante uma terceira fase de deformação 399, a qual faz com que o volume do recipiente diminua substancialmente de forma linear em relação ao aumento da pressão negativa até a base 332 atingir seu estado defletido.
[0130] Deve ser entendido que a primeira e a terceira fase de deformação 395 e 399 incluem a deformação gradual da base. A segunda fase de deformação, ou fase de deflexão 397, é refletida em uma mudança brusca na inclinação da curva de pressão versus volume, mesmo se aproximando de uma descontinuidade da curva.
[0131] Deve ser entendido que a pressão interna negativa real e o volume do recipiente diminui associados com a primeira, segunda e terceira fases de deformação, podendo variar com base em vários fatores, por exemplo, a geometria da base, incluindo a espessura do material, do tamanho da base e seus componentes, a colocação dos vários componentes da base, e assim por diante. Na configuração ilustrada, a nervura 380 é configurada para sofrer flambagem antes de qualquer deflexão ou deformação substancial do corpo cilíndrico 334 do recipiente 330.
[0132] Deve ser entendido ainda que vários exemplos de configuração de uma base de recipiente têm sido descritos, e que os exemplos descritos foram providos para fins de explicação e não deve ser interpretados como limitando a invenção. Por exemplo, enquanto configurações foram apresentadas incluindo quatro painéis de deflexão e oito painéis de deflexão, deve ser entendido que qualquer das configurações acima poderia ter qualquer número desejado de painéis de deflexão, incluindo, mas não limitado a um número entre um e dez. Adicionalmente, as características e estruturas descritas acima, com referência a uma ou mais configurações podem ser aplicáveis a outras configurações.
[0133] Embora a invenção tenha sido descrita com referência a configurações ou métodos preferidos, entende-se que os termos que foram aqui utilizadas são termos de descrição e ilustração, ao invés de termos de limitação. Adicionalmente, embora a invenção tenha sido aqui descrita com referência à estrutura, métodos e configurações particulares, a invenção não se destina a ser limitada às particularidades aqui descritas, como a invenção se estende a todas as estruturas, métodos e usos que estão dentro do escopo da presente invenção. Técnicos no assunto da técnica relevante, tendo o benefício dos ensinamentos deste pedido de patente, podem efetuar inúmeras modificações para a invenção aqui descrita, e as mudanças podem ser feitas sem se afastar do escopo e do espírito da invenção.
Claims (15)
1. Recipiente plástico, configurado para absorver pressão interna negativa, o recipiente plástico (30) incluindo um corpo de recipiente cilíndrico (34, 134, 234, 334) definindo uma porção superior que se estende para cima para um bocal (40), e uma porção inferior oposta e uma base fechada (32, 132, 232, 332) conectada à porção inferior do corpo de recipiente cilíndrico(34, 134, 234, 334), a base (32, 132, 232, 332) incluindo um membro permanente (46, 146, 246, 346) configurado para assentar sobre uma superfície de suporte, o recipiente compreendendo:- um cubo disposto centralizado (48, 138, 248, 348) disposto radialmente interno a partir do membro permanente (46, 146, 246, 346); e- um corpo básico (347) incluindo uma parede que se estende entre o membro permanente (46, 146, 246, 346) e o cubo central (48, 138, 248, 348), o recipiente sendo caracterizado pelo fato de a parede do corpo básico incluir uma porção da interface do anel convexa (165, 265, 365) entre o membro permanente (46, 146, 246, 346) e o cubo central (48, 138, 248, 348);pelo menos uma nervura de deflexão (80, 180, 280, 380) sendo anexada à parede do corpo básico e se estendendo através da porção da interface do anel convexa (165, 265, 365) e sendo configurada para sofrer flambagem em resposta a um nível limiar de pressão interna negativa, e- o corpo básico (347) pode de deformar a partir de um estado como moldado a um estado deformado, em resposta a um aumento da pressão interna negativa, e ainda deformar o corpo básico (347) em resposta a um aumento adicional da pressão interna negativa ocasionando a flambagem da nervura (80, 180, 280, 380), permitindo assim, que o corpo básico (347) deforme ainda a partir do estado deformado para um estado defletido (109, 209, 309).
2. Recipiente plástico, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de o corpo básico (347) compreender ainda, um anel saliente (52, 152, 252, 352) dispostoradialmente interno em relação ao anel permanente (46, 146, 246, 346), uma primeira superfície inclinada (64, 164, 264, 364) em uma posição radialmente interna a partir de um anel saliente (52, 152, 252, 352), uma segunda superfícieinclinada (56, 156, 254, 347), disposta próxima à primeira superfície inclinada, e a nervura de deflexão (80, 180, 280, 380) ser conectada entre a primeira e segunda superfícies inclinadas.
3. Recipiente plástico, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de a nervura de deflexão (80, 180, 280, 380) definir um perímetro fechado.
4. Recipiente plástico, de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de a nervura de deflexão (80, 180, 280, 380) ser fora do plano em relação às porções dasprimeira e segunda paredes inclinadas, que sãocircunferencialmente espaçadas a partir de um alinhamento radial com a nervura de deflexão (80, 180, 280, 380).
5. Recipiente plástico, de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de a nervura de deflexão (80, 180, 280, 380) se projetar acima do corpo básico (347).
6. Recipiente plástico, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de a primeira parede inclinada ser inclinada para baixo ao longo de uma direção radial interna a partir do membro permanente (46, 146, 246, 346) em direção ao cubo (48, 138, 248, 348), e a segunda superfície inclinada ser inclinada para cima ao longo de uma direção radial interna.
7. Recipiente plástico, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de a segunda parede inclinada definir um painel mediano plano (355, 355A, 355B, 355C).
8. Recipiente plástico, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato o corpo básico (347) compreender ainda um membro mediano anelar (354), disposto entre o membro permanente (46, 146, 246, 346) e o cubo (48, 138, 248, 348), o membro mediano anelar (354) definindo uma pluralidade de painéis planos (355, 355A, 355B, 355C) unidos a correspondentes interseções (363), e a nervura (80, 180, 280, 385) ser disposta em uma das interseções (363) de um par adjacente de uma pluralidade de painéis planos (355, 355A, 355B, 355C).
9. Recipiente plástico, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de uma nervura (80, 180, 280, 385) ser disposta em cada intersecção (385).
10. Recipiente plástico, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de a nervura (80, 180, 280, 385) definir uma seção transversal triangular.
11. Recipiente plástico, de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de a nervura (80, 180, 280, 385) ser em forma diamante a partir de uma vista de topo.
12. Recipiente plástico, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de o recipiente (30) ser um recipiente plástico de enchimento a quente.
13. Recipiente plástico, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de o cubo central (48, 138, 248, 348) ser descendentemente rebaixado.
14. Recipiente plástico, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de o citado cubo central (48, 138, 248, 348) ter uma parede externa convexa (58, 158, 258, 358) dirigida para uma superfície de suporte sobre a qual a base (32, 132, 232, 332) é colocada, a citada parede externaconvexa definindo um rebaixo interno.
15. Recipiente plástico, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de a pelo menos uma nervura de deflexão (80, 180, 280, 385) se estender entre o membro permanente (46, 146, 246, 346) e o cubo central (48, 138, 248, 348).
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