BRPI0909314B1 - Composição herbicida sinérgica, uso da mesma, método para controlar vegetação indesejável, e, formulação herbicida - Google Patents

Composição herbicida sinérgica, uso da mesma, método para controlar vegetação indesejável, e, formulação herbicida Download PDF

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Abstract

composição herbicida, uso da mesma, método para controlar vegetação indesejável, e, formulação herbicida. a presente invenção diz respeito a composições herbicidamente ativas, que compreendem 3-[5-(difluorometóxi)-1-metil-3-(triffuorometil)pirazol-4-ilmetilsulfonil]-4,5-diidro-5,5-dimetil-1 »2-0xazol [nome comum piroxassulfona] e pelo menos um herbicida b e pelo menos um herbicida b que é selecionado de grupo que consiste em auxinas sintéticas e inibidores do transporte de auxina. a invenção, além disso, diz respeito a um método para controlar vegetação indesejável, que compreende aplicar uma composição herbicida de acordo com a presente invenção nas plantas indesejáveis. a aplicação pode ser feita antes, durante e/ou depois, preferivelmente durante e/ou depois da emergência das plantas indesejáveis. o herbicida a e pelo menos um herbicida b podem ser aplicados simultaneamente ou em sucessão.

Description

[01] A presente invenção diz respeito a composições herbicidamente ativas, que compreendem 3-[5- (difluorometóxi)-1-metil-3- (trifluorometil)pirazol-4-ilmetilsulfonil]-4,5-diidro-5,5-dimetil-1,2-oxazol [nome comum piroxassulfona] e pelo menos um herbicida B.
FUNDAMENTOS DA INVENÇÃO
[02] Na proteção da cultura é desejável, em princípio, aumentar a especificidade e a segurança da ação dos compostos ativos. Em particular, é desejável que o produto de proteção da cultura controle as plantas nocivas eficazmente e, ao mesmo tempo, ser tolerado pelas plantas usadas em questão.
[03] Piroxassulfona foi descrita em EP-A 1364946 e US 2005/0256004.
[04] Embora piroxassulfona seja um herbicida pré-emergência altamente efetivo, sua atividade em baixas taxas de aplicação não é sempre satisfatória. Além disso, sabe-se que a piroxassulfona têm somente fraca atividade pós-emergência (Y. Yamaji et al., “Application timing and field performance of KIH-485”, Conference Abstract I-1-N-12B of 11. IUPAC International Congress de Pesticide Chemistry, 2006 Kobe, Japan). Independente disto, sua compatibilidade com certas plantas de cultura dicotiledôneas, tais como algodão, girassol, soja, culturas de couve, tais como canola e óleo de semente de colza e algumas plantas gramináceas, tais como arroz, trigo, centeio e cevada não é sempre satisfatória, isto é, além das plantas nocivas, as plantas de cultura também são danificadas até um ponto que não é aceitável. Embora seja possível, em princípio, poupar plantas de cultura diminuindo as taxas de aplicação, a extensão do controle de plantas nocivas também é naturalmente reduzida.
[05] Sabe-se que a aplicação combinada de certos herbicidas diferentes com ação específica deve resultar em uma melhor atividade de um componente herbicida em comparação com uma ação aditiva simples, Uma melhor atividade como esta também é denominada um sinergismo ou atividade sinergística. Como uma consequência, é possível reduzir as taxas de aplicação dos compostos herbicidamente ativos necessários para controlar as plantas nocivas.
[06] A WO 2005/104848 descreve composições contendo um composto herbicidal 3-sulfonilisoxazolina, tais como piroxassulfona e uma quantidade agonisticamente ativa de herbicida de um protetor. Composições similares são conhecidas a partir de WO 2007/006509.
[07] A US 2005/256004, por exemplo, descreve que em um tratamento pré-emergência, a aplicação junto de certos compostos 3- sulfonilisoxazolina herbicidas, tais como piroxassulfona, com atrazina ou cianazina resulta em uma maior ação herbicida geral contra certas plantas daninhas de emergência em campo anuais monocotiledôneas e dicotiledôneas (falsa erva de santa maria, capim rabo de gato, benção-de-deus) em comparação com uma ação aditiva esperada simples.
[08] A WO 2006/097322 descreve uma composição herbicida compreendendo piroxassulfona e um segundo herbicida selecionado de tembotriona, topramezona e 4-hidróxi-3-[[2-[(2-metoxietóxi)metil]-6- (trifluorometil-3-piridinil]carbonil]biciclo[3.2.1]oct-3-eno-2-ona.
[09] A WO 2006/097509 descreve uma composição herbicida compreendendo um composto herbicida 3-sulfonilisoxazolina, tais como piroxassulfona e um composto feniluracila.
[10] Infelizmente, normalmente não é possível prever a atividade sinergística para combinações de herbicidas conhecidos, mesmo se os compostos mostrarem uma similaridade estrutural próxima com combinações sinergísticas.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
[11] É um objetivo da presente invenção fornecer composições herbicidas que apresentam melhor ação herbicida em comparação com a ação herbicida de piroxassulfona contra plantas nocivas indesejáveis, em particular contra Alopecurus myosuroides, Avena fatua, espécies de Bromus, Echinocloa spe., espécies de Lolium, espécies de Phalaris, espécies de Setaria, espécies de Digitaria, espécies de Brachiaria, Amaranthus spec, espécies de Chenopodium, Abutilon theophrasti, Galium aparine, espécies de Veronica, ou espécies de Solanum, e/ou melhorar sua compatibilidade com plantas de cultura, em particular melhor compatibilidade com trigo, cevada, centeio, arroz, soja, girassol, couve culturas e/ou algodão. A composição também deve ter uma boa atividade herbicida em aplicações pós-emergência. As composições também devem mostrar uma ação acelerada nas plantas nocivas, isto é, elas devem afetar danificando as plantas nocivas mais rapidamente em comparação à aplicação dos herbicidas individuais.
[12] Observou-se que este objetivo é alcançado surpreendentemente por composições herbicidamente ativas compreendendo a) piroxassulfona, isto é, 3-[5-(difluorometóxi)-1-metil-3- (trifluorometil)pirazol-4- ilmetilsulfonil]-4,5-diidro-5,5-dimetil-1 ,2-oxazol (daqui em diante também referido como herbicida A); e b) pelo menos um herbicida B que é selecionado de grupo que consiste em auxinas sintéticas e inibidores do transporte de auxina.
[13] A invenção diz respeito, em particular, a composições na forma de composições herbicidamente ativas da forma definida anteriormente.
[14] A invenção também diz respeito ao uso de uma composição da forma aqui definida para controlar vegetação indesejável. Usando as composições da invenção com este propósito o herbicida A e pelo menos um herbicida B podem ser aplicados simultaneamente ou em sucessão, onde vegetação indesejável pode ocorrer.
[15] A invenção, além disso, diz respeito ao uso de uma composição da forma aqui definida para controlar vegetação indesejável em culturas. Usando as composições da invenção com este propósito o herbicida A e pelo menos um herbicida B podem ser aplicados simultaneamente ou em sucessão em culturas onde vegetação indesejável pode ocorrer.
[16] A invenção, além disso, diz respeito ao uso de uma composição da forma aqui definida para controlar vegetação indesejável em culturas que, por engenharia genética ou por reprodução, são resistentes ou tolerantes a um ou mais herbicidas e/ou patógenos, tais como fungos patogênicos às plantas, e/ou ao ataque por insetos; preferivelmente resistentes ou tolerantes a um ou mais herbicidas e/ou patógenos, tais como fungos nocivos, e/ou ao ataque por insetos; preferivelmente resistentes e/ou tolerantes a um ou mais herbicidas de auxina sintética ou herbicidas inibidoras do transporte de auxina.
[17] A invenção, além disso, diz respeito a um método para controlar vegetação indesejável, que compreende aplicar uma composição herbicida de acordo com a presente invenção nas plantas indesejáveis. A aplicação pode ser feita antes, durante e/ou depois, preferivelmente durante e/ou depois, da emergência das plantas indesejáveis. O herbicida A e pelo menos um herbicida B podem ser aplicados simultaneamente ou em sucessão.
[18] A invenção em particular diz respeito a um método para controlar vegetação indesejável em culturas que compreende aplicar uma composição herbicida de acordo com a presente invenção em culturas onde vegetação indesejável ocorre ou pode ocorrer.
[19] A invenção, além disso, diz respeito a um método para controlar vegetação indesejável, que compreende permitir que uma composição de acordo com a presente invenção aja nas plantas, no seu habitat ou na semente.
[20] Nos usos e métodos da presente invenção é secundário se herbicida A e pelo menos um herbicida B são formulados e aplicados junto ou separadamente e, no caso de aplicação separada, em cuja ordem a aplicação acontece. Algumas vezes é necessário que o herbicida A e pelo menos um herbicida B sejam aplicados em uma grade de horário que permite a ação simultânea dos ingredientes ativos nas plantas.
[21] A invenção também diz respeito a uma formulação herbicida, que compreende uma composição herbicidamente ativa da forma aqui definida e pelo menos um carreador material, incluindo materiais carreadores líquidos e/ou sólidos.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
[22] Surpreendentemente, as composições de acordo com a invenção têm melhor atividade herbicida contra plantas nocivas que a esperada pela atividade herbicida dos compostos individuais. Em outras palavras, a ação junta de piroxassulfona e pelo menos um herbicida B resulta em uma melhor atividade contra plantas nocivas no sentido de um efeito de sinergia (sinergismo). Por este motivo, as composições podem, com base nos componentes individuais, ser usadas em baixas taxas de aplicação para alcançar um efeito herbicida comparável aos componentes individuais. Além disso, as composições da presente invenção fornecem boa atividade pós- emergência herbicida, isto é, as composições são particularmente usadas para combater/controlar plantas nocivas depois da sua emergência. Independente disso, as composições da presente invenção mostram boa compatibilidade da cultura, isto é, seu uso nas culturas leva a um menor dano das plantas de cultura e/ou não resulta em maior dano das plantas de cultura.
[23] Da forma aqui usada, os termos “controlar” e “combater” são sinônimos.
[24] Da forma aqui usada, os termos “vegetação indesejável” e “plantas nocivas” são sinônimos.
[25] As composições da invenção compreendem piroxassulfona como um primeiro componente a).
[26] Como um segundo componente b), as composições da invenção compreendem pelo menos um herbicida B que é um inibidor de transferência de elétron em fotossíntese (inibidor de ETP). Inibidores de ETP são compostos que têm um modo de ação compreendendo a inibição da transferência de elétron no fotossistema II da fotossíntese nas plantas e que pertencem aos grupos C1 a C3 do sistema de classificação HRAC (ver HRAC, Classification of Herbicide According to the Mode of Action, http://www.plantprotection. org/hrac/MOA.html).
[27] Compostos herbicida que pertencem ao grupo de auxinas sintéticas incluem, por exemplo, b.1 herbicidas de ácido benzóico; b.2 herbicidas de ácido quinolinacarboxílico; b.3 herbicidas de ácido piridina carboxílico; b.4 herbicidas de ácido fenoxicarboxílico;
[28] Compostos herbicidas que pertencem ao grupo de inibidores de herbicida de transporte de auxina incluem, por exemplo, diflufenzopir e seus sais.
[29] Herbicidas de ácido benzóico (b.1) incluem, por exemplo, dicamba, tricamba, cloramben e 2,3,6-TBA (ácido 2,3,6-triclorobenzóico) e os sais e ésteres destes.
[30] Herbicidas de ácido quinolinacarboxílico (b.2) incluem, por exemplo, quinclorac e quinmerac e os sais e ésteres destes.
[31] Herbicidas de ácido piridinacarboxílico (b.3) incluem, por exemplo, aminopiralid, clopiralid, picloram, triclopir e fluroxipir e seus sais e seus ésteres.
[32] Herbicidas de ácido fenoxicarboxílico (b4) incluem, por exemplo, herbicidas de ácido fenoxiacético, tais como 2,4-D ((ácido 2,4- diclorofenóxi)acético), 3,4-DA ((ácido 3,4-diclorofenóxi)acético), MCPA (ácido 4-cloro-otoliloxiacético), 2,4,5-T ((ácido 2,4,5-triclorofenóxi)acético), herbicidas de ácido fenoxipropiônico, tais como 2,4-DP (diclorprop; ácido 2(2,4- diclorofenóxi)propiônico), 2,4-DP-P (ácido (R)-2-(2,4- diclorofenóxi)propiônico), 4-CPP (ácido 2-(4-clorofenóxi)propiônico), 3,4- DP (ácido 2-(3,4-diclorofenóxi)propiônico), fenoprop (ácido 2-(2,4,5- triclorofenóxi)propiônico), CMPP (mecoprop; 2-(ácido 4-cloro- otolilóxi)propiônico), CMPP-P (ácido (R)-2-(4-cloro-otolilóxi)propiônico), e herbicidas de ácido fenoxibutírico, tais como 4-CPB (ácido 4-(4- clorofenóxi)butírico), 2,4-DB (ácido 4-(2,4-diclorofenóxi)butírico), 3,4-DB (ácido 4-(3,4-diclorofenóxi)butírico), 2,4,5-TB (ácido 4-(2,4,5- triclorofenóxi)butírico), MCPB (ácido 4-(4-cloro-o- tolilóxi)butírico), seus sais e seus ésteres. Herbicidas de ácido fenoxicarboxílico preferidos (b4) incluem 2,4-D, MCPA, 2,4-DP (diclorprop), 2,4-DP-P, CMPP (mecoprop), CMPP-P, MCPB, seus sais e seus ésteres
[33] Nas composições da presente invenção a razão em peso relativa de piroxassulfona para herbicida B é preferivelmente na faixa de 1:500 a 500:1, em particular na faixa de 1:250 a 250:1 e mais preferivelmente de 100:1 a 1:100. Desta maneira, nos métodos e usos da invenção, piroxassulfona e pelo menos um herbicida B são aplicados nestas razões em peso.
[34] As composições da invenção também podem compreender como um componente c), um ou mais protetores. Protetores, também denominados herbicida protetores, são compostos orgânicos que em alguns casos levam a melhor compatibilidade da planta na cultura quanto aplicados juntamente com herbicidas que agem especificamente. Alguns protetores são em si herbicidamente ativos. Nestes casos, os protetores agem como antídoto ou antagonista nas plantas de cultura e assim reduzem ou mesmo previnem o dano às plantas de cultura. Entretanto, nas composições da presente invenção, protetores geralmente não são requeridos. Desta forma, uma modalidade preferida da invenção diz respeito a composições que não contêm nenhum protetor ou virtualmente nenhum protetor (isto é, menos que 1 % em peso, com base na quantidade total de herbicida A e herbicida B).
[35] Protetores adequados, que podem ser usados nas composições de acordo com a presente invenção, são conhecidos na tecnologia, por exemplo, do The Compendium of Pesticide Comum Names (http://www.alanwood.net/pesticides/); Farm Chemicals Handbook 2000 Vol. 86, Meister Publishing Company, 2000; B. Hock, C. Fedtke, R. R. Schmidt, Herbizide, Georg Thieme Verlag, Stuttgart 1995; W. H. Ahrens, Herbicida Handbook, 7a Edição, Weed Science Society of America, 1994; e K. K. Hatzios, Herbicide Handbook, Suplemento à 7a Edição, Weed Science Society of America, 1998.
[36] Protetores incluem, por exemplo, benoxacor, cloquintocet, ciometrinila, ciprosulfamida, diclormid, diciclonon, dietolato, fenclorazol, fenclorim, flurazol, fluxofenim, furilazol, isoxadifen, mefenpir, mefenato, anidrido naftálico, 2,2,5-trimetil-3- (dicloracetil)-i ,3-oxazolidina, 4- (dicloroacetil)-1-oxa-4-azaspiro[4.5]decano e oxabetrinila, bem como sais agricolamente aceitáveis destes e, desde que eles tenham um grupo carboxila, seus derivados agricolamente aceitáveis. 2,2,5-Trimetil-3- (dicloroacetil)-i ,3- oxazolidina [CAS No. 52836-31-4] também é conhecido como o nome R- 29148. 4-(Dicloroacetil)-1-oxa-4- azaspiro[4.5]decano [CAS No. 71526-0703] também é conhecido como os nomes AD-67 e MON 4660.
[37] Como um protetor, as composições de acordo com a invenção particularmente preferivelmente compreendem pelo menos um dos compostos selecionados do grupo de benoxacor, cloquinto- cet, ciprosulfamida, diclormid, fenclorazol, fenclorim, fluxofenim, furilazol, isoxadifen, mefenpir, anidrido naftálico, 2,2,5-trimetil-3-(dicloroacetil)-1,3-oxazolidina, e 4- (dicloroacetil)-1-oxa-4-azaspiro[4.5]decano e oxabetrinila; e o sal agricolamente aceitável deste e, no caso dos compostos tendo um grupo COOH, um derivado agricolamente aceitável definido a seguir.
[38] Uma modalidade preferida da invenção diz respeito a composições que não contêm nenhum protetor ou virtualmente nenhum protetor (isto é, menos que 1 % em peso, com base na quantidade total de herbicida A e pelo menos um herbicida B é aplicado).
[39] As composições da invenção também podem compreender, como um componente d), um ou mais herbicidas D, que são diferentes dos herbicidas A e B. Tais herbicidas D adicionais podem ampliar o espectro de atividade das composições inventivas. Entretanto, herbicidas D adicionais geralmente não são requeridos. Desta forma, uma modalidade preferida da invenção diz respeito a composições que não contêm nenhum herbicida D adicional ou virtualmente nenhum herbicida D adicional (isto é, menos que 1 % em peso, com base na quantidade total de herbicida A e herbicida B).
[40] Em particular, as composições da presente invenção consistem no herbicida A e pelo menos um herbicida B, isto é, eles não contêm um protetor nem um herbicida D adicional.
[41] Se os compostos de herbicida mencionados como herbicidas B, herbicidas D e protetores (ver a seguir) tiverem grupos funcionais, que podem ser ionizados, eles também podem ser usados na forma de seus sais agricolamente aceitáveis. No geral, os sais dos cátions são adequados cujos cátions não têm nenhum efeito adverso na ação dos compostos ativos (“agricolamente aceitável”).
[42] No geral, os sais dos cátions são adequados cujos cátions não têm nenhum efeito na ação dos compostos ativos (“agricolamente aceitáveis”). Cátions preferidos são os íons dos metais alcalinos, preferivelmente de lítio, sódio e potássio, dos metais alcalinos terrosos, preferivelmente de cálcio e magnésio, e dos metais de transição, preferivelmente de manganês, cobre, zinco e ferro, além disso, amônio e amônio substituído (daqui em diante também denominado como organoamônio) em que um a quatro átomos de hidrogênio são substituídos por alquila C1-C4, hidróxi-alquila C1-C4, alcóxi C1-C4-alquila C1-C4, hidróxi- alcóxi C1-C4-alquila C1-C4, fenila ou benzila, preferivelmente amônio, metilamônio, isopropilamônio, dimetilamônio, diisopropilamônio, trimetilamônio, tetrametilamônio, tetraetilamônio, tetrabutilamônio, 2- hidroxietilamônio, 2-(2-hidroxietóxi)eth-1-ilamônio (sais de diglicolamina), di(2-hidroxieth-1-il)amônio (sais de diolamina), tris((2-hidroxieth-1- il)amônio (sais de trolamina), tris(3-propanol)amônio, benziltrimetilamônio, benziltrietilamônio, além disso, íons fosfônio, íons sulfônio, preferivelmente tri(alquil C1-C4)sulfônio, tais como trimetilsulfônio, e íons sulfoxônio, preferivelmente tri(alquil C1-C4)sulfoxônio.
[43] Nas composições de acordo com a invenção, os compostos que carregam um grupo carboxila também podem ser empregados na forma de derivados agricolamente aceitáveis, por exemplo, como amidas, tais como mono- ou di-C1-Cβ-alquilamidas ou arilamidas, como ésteres, por exemplo, como alil ésteres, propargil ésteres, alquil C1-C10 ésteres ou alcoxialquil ésteres, e também como tioésteres, por exemplo, como alquil C1-C10 tioésteres. Mono- e di- C1-C6-alquilamidas preferidas são as metil- e as dimetilamidas. Arilamidas preferidas são, por exemplo, as anilidinas e as 2- cloroanilidas. Alquil ésteres preferidos são, por exemplo, os metil, etil, propil, isopropil, butil, isobutil, pentil, mexil (1-metilexil) ou isooctil (2-etilexil) ésteres. Alcóxi C1-C4-alquil C1-C4 ésteres preferidos são os alcoxietil C1-C4 ésteres de cadeia reta ou ramificada, por exemplo, os metoxietil, etoxietil ou butoxietil ésteres. Um exemplo dos alquil C1-C10 tioésteres de cadeia reta ou ramificada é o etil tioéster. Derivados preferidos são os ésteres.
[44] As composições da presente invenção são adequadas para controlar inúmeras plantas nocivas, incluindo plantas daninhas monocotiledôneas, em particular, plantas daninhas anuais, tais como plantas daninhas graminosas (gramas) incluindo espécies de Echinocloa, tais como gramas de quintal (Echinocloa crusgalli var. crus-galli), espécies de Digitaria, tais como capim-colchão (Digitaria sanguinalis), espécies de Setaria, tais como capim rabo de gato (Setaria viridis) e rabo de raposa (Setaria faberii), espécies de Sorghum, tais como capim massambará (Sorghum halepense Pers.), espécies de Avena, tais como trigos selvagens (Avena fatua), espécies de Cenchru, tais como Cenchrus echinatus, espécies de Bromus, espécies de Lolium, espécies de Phalaris, espécies de Eriocloa, espécies de Panicum, espécies de Brachiaria, poa dos prados anual (Poa annua), canela-sassafráz (Alopecurus myosuroides), Aegilops cilindrica, Agropiron repens, Apera spicaventi, Eleusine indica, Cinodon dactylon e similares.
[45] As composições da presente invenção também são adequadas para controlar inúmeras plantas daninhas dicotiledôneas, em particular plantas daninhas de folhas largas incluindo espécies de Polygonum, tais como cipó de veado (Polygonum convolvolus), espécies de Amaranthus, tais como caruru (Amaranthus retroflexus), espécies de Chenopodium, tais como ervas de santa maria (Chenopodium album L.), espécies de Sida, tais como malva comum (Sida spinosa L.), espécies de Ambrosia, tais como artemísia comum (Ambrosia artemisiifolia), espécies de Acanthospermum, espécies de Anthemis, espécies de Atriplex, espécies de Cirsium, espécies de Convolvulus, espécies de Conyza, espécies de Cassia, espécies de Commelina, espécies de Datura, espécies de Euphorbia, espécies de Geranium, espécies de Galinsoga, glória da manhã (espécies de Ipomoea), espécies de Lamium, espécies de Malva, espécies de Matricaria, espécies de Sysimbrium, espécies de Solarium, espécies de Xanthium, espécies de Veronica, espécies de Viola, erva-canária (Stellaria media), benção-de-deus (Abutilon theophrasti), Hemp sesbania (Sesbania exaltata Cory), Anoda cristata, Bidens pilosa, Couve kaber, Capsella bursa-pastoris, Centauréia cianus, Galeopsis tetrahit, Galium aparine, Helianthus annuus, Desmodium tortuosum, Kochia scoparia, Mercurialis annua, Myosotis arvensis, Papaver rhoeas, Raphanus raphanistrum, Salsola kali, Sinapis arvensis, Sonchus arvensis, Thlaspi arvense, Tagetes minuta, Richardia brasiliensis, e similares.
[46] As composições da presente invenção também são adequadas para controlar inúmeras plantas daninhas de caniço anuais e perenes incluindo espécies de Cyperus, tais como tiririca do brejo (Cyperus rotundus L.), tiriricão (Cyperus esculentus L.), capim-de-uma-cabeça (Cyperus brevifolius H.), sedge weed (Cyperus microiria Steud), alecrim do campo (Cyperus iria L.), e similares.
[47] As composições de acordo com a presente invenção são adequadas para combater/controlar plantas nocivas comuns nas plantas usadas (isto é, nas culturas). As composições da presente invenção são geralmente adequadas para combater/controlar vegetação indesejada em - culturas em grão, incluindo, por exemplo, - cereais (cereais de grão pequeno), tais como trigo (Triticum aestivum) e culturas como de trigo, tais como durum (T. durum), einkorn (T. monococcum), emmer (T. dicoccon) e espelta (T. spelta), centeio (Secale cereale), triticale (Tritiosecale), cevada (Hordeum vulgare); - milho (milho; Zea mays); - sorgo (por exemplo, Sorghum bicolou); - arroz (Oryza spp., tais como Oryza sativa e Oryza glaberrima); e - cana de açúcar; - legumes (Fabaceae), incluindo, por exemplo, sojas (Glycine max.), amendoins (culturas Arachis hypogaea e pulse, tais como ervilhas incluindo Pisum sativum, guandu e grão de bico, feijões incluindo feijões amplos (Vicia faba), Vigna spp., e Phaseolus spp. e lentilhas (lens culinaris var.); - couve manteiga, incluindo, por exemplo, canola (Couve napus), óleo de semente de colza (Couve napus), repolho (β. oleracea var.), mostarda, tais como B. juncea, B. campestris, B. narinosa, B. nigra e B. toumefortii; e nabo (Couve rapa var.); outras culturas de folha ampla, incluindo, por exemplo, girassol, algodão, lino, semente de linho, beterraba, batata e tomate; - culturas de TNV (TNV: árvores, nozes e vinha) incluindo, por exemplo, uvas, cítricos, pomóidea, por exemplo, maçã e pera, café, pistache e óleo de palma, fruta com caroço, por exemplo, pêssego, amêndoa, nogueira, oliva, cereja, ameixa e damasco; - turfa, pasto e pastagem; - cebola e alho; - bulbos ornamentais, tais como tupilas e narcisos; - coníferas e árvores decíduas, tais como pinheiro, abeto, carvalho, bordo, corniso, hawthorne, maçã selvagem, e tamuje (espinho cerval); e - jardins ornamentais, tais como petúnia, calêndula, rosas e boca-de-lobo.
[48] As composições da presente invenção são, em particular, adequadas para combater/controlar vegetação indesejada em trigo, cevada, centeio, triticale, durum, arroz, milho, cana de açúcar, sorgo, soja, leguminosas, tais como pêra, feijão e lentilhas, amendoim, girassol, beterraba, batata, algodão, couve culturas, tais como óleo de semente de colza, canola, mostarda, repolho e nabo, turfa, pasto, pastagem, uvas, pomóidea, tais como maçã e pêra, fruta com caroço, tais como pêssego, amêndoa, nogueira, oliva, cereja, ameixa e damasco, cítricos, café, óleo de palma, pistache, jardins ornamentais, tais como rosas, petúnia, calêndula e boca-de-lobo, bulbos ornamentais, tais como tulipas e narcisos, coníferas e árvores decíduas, tais como pinheiro, abeto, carvalho, bordo, corniso, hawthorne, maçã selvagem e tamuje.
[49] As composições da presente invenção são acima de tudo adequadas para combater/controlar a vegetação indesejada em trigo, cevada, centeio, triticale, durum, arroz, milho, cana de açúcar, beterraba, sorgo, soja, leguminosas tais como ervilha, feijão e lentilhas, amendoim, girassol, batata, algodão, culturas de couve, tais como óleo de semente de colza, canola, mostarda, repolho e nabo, turfa, pasto, pastagem, uvas, fruta de caroço, tais como pêssego, amêndoa, noz, oliva, cereja, ameixa e damasco, citrus e pistache.
[50] A não ser que estabelecido de outra maneira, as composições da invenção são adequadas para aplicação em qualquer variedade das plantas de cultura mencionadas anteriormente.
[51] As composições da invenção são particularmente adequadas para aplicação em trigo, cevada, centeio, triticale, durum, arroz, milho, cana de açúcar, sorgo, leguminosas, beterraba, culturas de couve, turfa, fruta de caroço, citrus, pistache, pasto e pastagem.
[52] As composições de acordo com a invenção também podem ser usadas nas plantas de cultura que são resistentes ou tolerantes a um ou mais herbicidas devido à engenharia genética ou reprodução, que são resistentes ou tolerantes a um ou mais patógenos, tais como fungos patogênicos de planta devido à engenharia genética ou reprodução, ou que são resistentes ou tolerantes ao ataque por insetos devido à engenharia genética ou reprodução. Adequadas são, por exemplo, plantas de cultura, preferivelmente milho, trigo, girassol, arroz, canola, óleo de semente de colza, sojas ou lentilhas que são resistentes ou tolerantes a inibidores de ETP herbicida, tais como, por exemplo, hexazinon, metamitron, terc-butilazina, cloridazona, bromoxinila, bentazona, ametrina ou ariluréias, ou plantas de cultura que, devido à introdução do gene para toxina Bt por modificação genética, são resistentes ao ataque por certos insetos.
[53] As composições da presente invenção podem ser aplicadas de uma maneira convencional usando técnicas que versados na tecnologia são familiares. Técnicas adequadas incluem aspersão, atomização, polvilhamento, espalhamento ou jateamento com água. O tipo de aplicação depende do propósito pretendido de uma maneira bem conhecida; em qualquer caso, as técnicas devem garantir a distribuição mais fina possível dos ingredientes ativos de acordo com a invenção.
[54] As composições podem ser aplicadas pré ou pós-emergência, isto é, antes, durante e/ou depois emergência das plantas indesejáveis. Quando as composições são usadas nas culturas, elas podem ser aplicadas depois da semeadura e antes ou depois da emergência das plantas de cultura.
[55] As composições da invenção, entretanto, também podem ser aplicadas antes da semeadura das plantas de cultura.
[56] É um benefício particular das composições de acordo com a invenção que elas têm uma atividade herbicida pós-emergência muito boa, isto é, elas mostram uma boa atividade herbicida contra plantas indesejáveis emergidas. Assim, em uma modalidade preferida de invenção, as composições são aplicadas pós-emergência, isto é, durante e/ou depois, a emergência das plantas indesejáveis. É particularmente vantajoso aplicar a misturas de acordo com a invenção pós-emergente quando a planta indesejável começa com o desenvolvimento da folha até o florescimento. Uma vez que a composição mostra boa tolerância à cultura, mesmo quando a cultura já emergiu, ela pode ser aplicada depois da semeadura das plantas de cultura e, em particular, durante ou depois da emergência das plantas de cultura.
[57] Em qualquer caso, herbicida A e pelo menos um herbicida B e os ativos adicionais opcionais (protetor C e herbicida D) podem ser aplicados simultaneamente ou em sucessão.
[58] As composições são aplicadas às plantas principalmente por aspersão, em particular aspersão nas folhas. Aplicação pode ser realizada por técnicas de aspersão costumeiras usando, por exemplo, água como carreador e taxas de licor de aspersão de cerca de 10 a 2000 I/ha ou 50 a 1000 I/ha (por exemplo, de 100 a 500 I/ha). Aplicação das composições herbicidas pelo método de volume baixo e de volume ultra baixo é possível, como sua aplicação na forma de microgrânulos.
[59] Se os ingredientes ativos forem menos bem tolerados por certas plantas de cultura, técnicas de aplicação podem ser usadas em que as composições herbicidas são aspergidas, com a ajuda do aparato de aspersão, de uma maneira tal que eles entram em pouco contato, se presente, com as folhas das plantas de cultura sensíveis, alcançando ao mesmo tempo as folhas de plantas indesejáveis que crescem debaixo, ou o solo vazio (pós- direcionado, área de parada).
[60] No caso de um tratamento pós-emergência das plantas, a misturas herbicidas ou composições de acordo com a invenção são preferivelmente aplicadas por aplicação nas folhas. Aplicação pode ser efetuada, por exemplo, por técnicas de aspersão usuais com água como o carreador, usando quantidades de mistura de aspersão de aproximadamente 50 a 1000 I/ha.
[61] A taxa de aplicação requerida da composição dos compostos ativos puros, isto é, de piroxassulfona, herbicida B e opcionalmente protetor ou herbicida D depende da densidade da vegetação indesejada, do estágio de desenvolvimento das plantas, das condições climáticas da localização onde a composição é usada no método de aplicação. No geral, a taxa de aplicação da composição (quantidade total de piroxassulfona, herbicida B e ativos adicionais opcionais) é de 15 a 5000 g/ha, preferivelmente de 20 a 2500 g/ha de substância ativa.
[62] As taxas de aplicação requeridas de piroxassulfona são geralmente na faixa de 1 g/ha a 500 g/ha e preferivelmente na faixa de 5 g/ha a 400 g/ha ou de 10 g/ha a 300 g/ha de substância ativa.
[63] As taxas de aplicação requeridas do herbicida B (quantidade total de herbicida B) são geralmente na faixa de 1 g/ha a 3000 g/ha e preferivelmente na faixa de 5 g/ha a 2000 g/ha ou de 10 g/ha a 1500 g/ha de substância ativa.
[64] De acordo com uma primeira modalidade da invenção, o componente b) compreende pelo menos um herbicida de ácido benzóico. Herbicidas de ácido benzóico (grupo b.1) são conhecidos, por exemplo, de C. D. S. Tomlina, “The Pesticide Manual”, 13a edição, BCPC (2003), e também e The Compendium of Pesticide Comum Names, http://www.alanwood.net/pesticides/.
[65] Herbicidas de ácido benzóico b.1 preferidos incluem dicamba, tricamba, cloramben e 2,3,6-TBA (ácido2,3,6-tricloro benzóico) e os sais e os ésteres destes, em particular seu sal de sódio, sal de potássio, sal de amônio ou sais de amônio substituído da forma definida anteriormente, em particular sais de mono, di e trialquil C1-C8 amônio, tais como metilamônio, dimetilamônio e isopropilamônio, sais de mono-, di- e tri- hidróxi-alquil C2C8- amônio, tais como hidroxietilamônio, di(hidroxil- etil)amônio, tri(hidroxietil)amônio, hidroxipropilamônio, sais de di(hidroxipropil)amônio e tri(hidroxipropil) amônio, seus sais de diglicolamina e seus ésteres, em particular seus alquil C1-C8 ésteres e alcóxi C1-C4 alquil C2-C4 ésteres, tais como metilésteres, etilésteres, iso-propil, butil, hexil, heptil, iso- heptil, isooctil, 2-etilexil e butoxietil ésteres. Exemplos adequados de tais sais são dicamba-sódio, dicamba-potássio, dicamba-metilamônio, dicamba- isopropilamônio, dicamba-olamina, dicamba-diolamina, dicamba-trolamina, tricamba-sódio, tricamba-potássio, tricamba-metilamônio, tricamba- isopropilamônio, tricamba-olamina, tricamba-diolamina, tricamba-trolamina, cloramben-amônio, cloramben-metilamônio, cloramben-sódio, cloramben- diolamina, 2,3,6-T-sódio, 2,3,6-dimetilamônio. Exemplos adequados de tais ésteres são dicamba-metila e cloramben-metila.
[66] Em composições preferidas particulares desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é dicamba ou um sal deste.
[67] Nesta modalidade a razão em peso relativa de piroxassulfona e um herbicida de ácido benzóico é preferivelmente de 1:250 a 250:1, em particular de 100:1 a 1:100.
[68] A taxa de aplicação de piroxassulfona é normalmente de 1 g/ha a 500 g/ha e preferivelmente na faixa de 5 g/ha a 400 g/ha ou de 10 g/ha a 300 g/ha de substância ativa (a.s.).
[69] A taxa de aplicação do herbicidas de ácido benzóico é normalmente 1 a 2000 g/ha, como uma regra 5 a 1500 g/ha, preferivelmente 10 a 1000 g/ha, de substância ativa (a.s.).
[70] As composições desta modalidade são particularmente adequadas para controlar plantas daninhas mono e dicotiledôneas e plantas daninhas de caniço, em particular Alopecurus myosuroides, Apera spica- venti, Avena fatua, Brachiaria spec, espécies de Bromus, Digitaria spec, Echinocloa spec, Eleusine spec, espécies de Lolium, espécies de Phalaris, Poa annua, espécies de Setaria, Abuthilon theophrasti, espécies de Amaranthus, espécies de Ambrosia, espécies de Cassia, espécies de Chenopodium, espécies de Convolvolus, espécies de Conyza, espécies de Euphorbia, espécies de lpomoea, Kochia sco- paria, Malva spec, espécies de Polygonum, espécies de Sida, Xanthium spec, e espécies de Commelina.
[71] As composições desta modalidade são em particular adequadas para combater vegetação indesejada em culturas de grão, em particular trigo, cevada, centeio, triticale, durum, milho e cana de açúcar, arroz, sorgo, turfa, pastagem, pasto, uvas, fruta de caroço, tais como pêssego, amêndoa, noz, oliva, cereja, ameixa e damasco, citrus e pistache.
[72] As composições desta modalidade são acima de tudo adequadas para aplicação em trigo, milho, arroz, cana de açúcar, turfa, pastagem, pasto, fruta de caroço, citrus e pistache.
[73] A não ser que estabelecido de outra maneira, as composições desta modalidade são adequadas para aplicação em qualquer variedade das plantas de cultura mencionadas anteriormente.
[74] As composições desta modalidade preferivelmente podem ser usadas em culturas que toleram e/ou são resistentes à ação de herbicidas de auxina, preferivelmente em culturas que toleram e/ou são resistentes à ação de herbicidas de ácido benzóico. A resistência e ou tolerância aos ditos herbicidas pode ser alcançada por reprodução convencional e/ou por métodos de engenharia genética. Culturas que são tolerantes ou resistentes aos herbicidas de auxina (por exemplo, tolerantes aos herbicidas de ácido benzóico) incluem culturas de sojas, milho ou algodão.
[75] De acordo com uma segunda modalidade da invenção, o componente b) compreende pelo menos um herbicida de ácido quinolinacarboxílico. Herbicidas de ácido quinolinacarboxílico (grupo b.2) são conhecidos, por exemplo, de C. D. S. Tomlina, “The Pesticide Manual”, 13a edição, BCPC (2003), e também de The Compendium of Pesticide Comum Names, http://www.alanwood.net/pesticides/.
[76] Herbicidas de ácido quinolinacarboxílico preferidos incluem quinclorac, quinmerac, seus sais e seus ésteres, em particular seu sal de sódio, sal de potássio, sal de amônio ou sais de amônio substituídos da forma definida anteriormente, em particular sais de mono-, di- e tri-alquil C1-C8 amônio tais como metilamônio, dimetilamônio e isopropilamônio, sais de mono-, di- e tri-hidróxi-alquil C2-C8 amônio tais como sais de hidroxietilamônio, di(hidroxietil)amônio, tri(hidroxietil)amônio, hidroxipropilamônio, di(hidroxipropil)amônio e tri(hidroxipropil) amônio e seus ésteres, em particular seus alquil C1-C8 ésteres e alcóxi C1-C4-alquil C2C4 ésteres, tais como metilésteres, etilésteres, iso-propil, butil, hexil, heptil, iso-heptil, isooctil, 2-etilexil e butoxietil ésteres.
[77] Em composições preferidas particulares desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é quinclorac ou um sal ou éster deste.
[78] Em outras composições preferidas particulares desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é quinmerac ou um sal ou éster deste.
[79] Nesta modalidade a razão em peso relativa de piroxassulfona e herbicidas de ácido quinolinacarboxílico é preferivelmente de 250:1 a 1:250, em particular de 100:1 a 1:100.
[80] A taxa de aplicação de piroxassulfona é normalmente de 1 g/ha a 500 g/ha e preferivelmente na faixa de 5 g/ha a 400 g/ha ou de 10 g/ha a 300 g/ha de substância ativa (a.s.).
[81] A taxa de aplicação de o herbicida de ácido quinolinacarboxílico é normalmente 1 a 1500 g/ha, como uma regra 5 a 1000 g/ha, preferivelmente 10 a 750 g/ha, de substância ativa (a.s.).
[82] As composições desta modalidade são particularmente adequadas para controlar plantas daninhas mono e dicotiledôneas e plantas daninhas de caniço, em particular Alopecurus myosuroides, Apera spica- venti, Avena fatua, Brachiaria spec, espécies de Bromus, Digitaria spec, Echinocloa spec, Eleusine spec, espécies de Lolium, espécies de Phalaris, Poa annua, espécies de Setaria, espécies de Amaranthus, espécies de Chenopodium, espécies de Convolvolus, espécies de Euphorbia, Galium aparine, espécies de lpomoea, e espécies de Solanum.
[83] As composições desta modalidade são em particular adequadas para combater vegetação indesejada em trigo, cevada, centeio, triticale, durum, arroz, milho, cana de açúcar, sorgo, soja, leguminosas tais como ervilha, feijão e lentilhas, amendoim, culturas de couve, tais como óleo de colza, canola e mostarda, girassol, batata, algodão, uvas, fruta de caroço, tais como pêssego, amêndoa, noz, oliva, cereja, ameixa e damasco, citrus e pistache.
[84] As composições desta modalidade são acima de tudo adequadas para aplicação em trigo, cevada, centeio, durum, arroz, milho, cana de açúcar, soja, leguminosas, beterraba, culturas de couve, turfa, pasto e pastagem.
[85] A não ser que estabelecido de outra maneira, as composições desta modalidade são adequadas para aplicação em qualquer variedade das plantas de cultura mencionadas anteriormente.
[86] As composições desta modalidade preferivelmente podem ser usadas em culturas que toleram e/ou são resistentes à ação de herbicidas de auxina, preferivelmente em culturas que toleram e/ou são resistentes à ação de herbicidas de ácido quinolinacarboxílico. A resistência e ou tolerância aos ditos herbicidas pode ser alcançada por reprodução convencional e/ou por métodos de engenharia genética.
[87] De acordo com uma terceira modalidade da invenção, o componente b) compreende pelo menos um herbicida de ácido piridinacarboxílico. Herbicidas de ácido piridinacarboxílico (grupo b.3) são conhecidos, por exemplo, de C. D. S. Tomlina, “The Pesticide Manual”, 13a edição, BCPC (2003), e também de The Compendium of Pesticide Comum Names, http://www.alanwood.net/pesticides/.
[88] Herbicidas de ácido piridinacarboxílico incluem aminopiralid, clopiralid, picloram, triclopir e fluroxipir e seus sais e seus ésteres, em particular seu sal de sódio, sal de potássio, sal de amônio ou sais de amônio substituído da forma definida anteriormente, em particular sais de mono, di e trialquil C1-C8 amônio, tais como metilamônio, dimetilamônio e isopropilamônio, sais de mono, di e tri-hidróxi alquil C2-C8 amônio, tais como hidroxietilamônio, di(hidroxietil)amônio, tri(hidroxietil)amônio, hidroxipropilamônio, di(hidroxipropil)amônio e tri(hidroxipropil)sais de amônio e seus ésteres, em particular seus ésteres de alquila C1-C6 e alcóxi C1C4 alquil C2-C4 ésteres, tais como metilésteres, etilésteres, iso-propil, butil, hexil, heptil, iso-heptil, isooctil, 2-etilexil e butoxietil ésteres. Exemplos adequados de tais sais e ésteres são aminopiralid-potássio, aminopiralid- tris(2- hidroxipropil)amônio, clopiralid-potássio, clopiralid-olamina, clopiralid- tris(2- hidroxipropil)amônio, clopiralid-metila, picloram-potássio, picloram- trietilamônio, picloram-tris(2-hidroxipropil)amônio, picloram- metila, picloram-2-etilexila, picloram-isooctila, fluroxipir-meptila, fluroxipirbutometila, triclopir- trietilamônio, triclopir-etila e triclopir-butotila.
[89] Em composições preferidas particulares desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é fluroxipir ou um sal ou éster deste.
[90] Nesta modalidade a razão em peso relativa de piroxassulfona e herbicida de ácido piridinacarboxílico é preferivelmente de 250:1 a 1:250, em particular de 100:1 a 1:100.
[91] A taxa de aplicação de piroxassulfona é normalmente de 1 g/ha a 500 g/ha e preferivelmente na faixa de 5 g/ha a 400 g/ha ou de 10 g/ha a 300 g/ha de substância ativa (a.s.).
[92] A taxa de aplicação do herbicida de ácido piridinacarboxílico é normalmente 1 a 2000 g/ha, preferivelmente 5 a 1500 g/ha, em particular 10 a 1000 g/ha de substância ativa (a.s.).
[93] As composições desta modalidade são particularmente adequadas para controlar plantas daninhas mono e dicotiledôneas e plantas daninhas de caniço, em particular Alopecurus myosuroides, Apera spica- venti, Avena fatua, espécies de Brachiaria, espécies de Bromus, espécies de Digitaria, espécies de Echinocloa, espécies de Eleusine, espécies de Lolium, espécies de Phalaris, Poa annua, espécies de Setaria, espécies de Umthemis, Centaurea cyanus, espécies de Cirsium, espécies de Convolvolus, Galium aparine, espécies de lpomoea, Kochia scoparia, espécies de Matricaria, e Polygonum.
[94] As composições desta modalidade são em particular adequadas para combater vegetação indesejada em trigo, cevada, centeio, triticale, durum, arroz, milho, cana de açúcar, sorgo, beterraba, brassica-culturas tais como óleo de semente de colza, canola e mostarda, uvas, fruta de caroço, tais como pêssego, amêndoa, noz, oliva, cereja, ameixa e damasco, turfa, pasto, pastagem, citrus e pistache.
[95] As composições desta modalidade são acima de tudo adequadas para aplicação em trigo, cevada, milho, cana de açúcar, culturas de couve, beterraba, turfa, pasto e pastagem.
[96] A não ser que estabelecido de outra maneira, as composições desta modalidade são adequadas para aplicação em qualquer variedade das plantas de cultura mencionadas anteriormente.
[97] As composições desta modalidade preferivelmente podem ser usadas em culturas que toleram e/ou são resistentes à ação de herbicidas de auxina, preferivelmente em culturas que toleram e/ou são resistentes à ação de herbicidas de ácido piridinacarboxílico. A resistência e ou tolerância aos ditos herbicidas pode ser alcançada por reprodução convencional e/ou por métodos de engenharia genética. Culturas que são tolerantes ou resistentes aos herbicidas de auxina (por exemplo, tolerantes ou resistentes aos herbicidas de ácido piridinacarboxílico) incluem culturas de sojas, milho, algodão, arroz, canola e óleo de semente de colza.
[98] De acordo com uma quarta modalidade da invenção, o componente b) compreende pelo menos um herbicida de ácido fenoxicarboxílico. Herbicidas fenoxicarboxílicos (grupo b.4) são conhecidos, por exemplo, de C. D. S. Tomlina, “The Pesticide Manual”, 13a edição, BCPC (2003), e também de The Compendium of Pesticide Comum Names, http://www.alanwood.net/pesticides/.
[99] Herbicidas de ácido fenoxicarboxílico preferidos incluem 2,4- D, 2,4-DP (diclorprop), 2,4- DP-P, CMPP (mecoprop), CMPP-P, MCPA, MCPB, seus sais e seus ésteres, em particular seu sal de sódio, sal de potássio, sal de amônio ou sais de amônio substituído da forma definida anteriormente, em particular sais de mono, di e trialquil C1-C8 amônio, tais como metilamônio, dimetilamônio e isopropilamônio, sais de mono, di, tri-hidróxi alquil C2-C8 amônio, tais como hidroxietilamônio, di(hidroxietil)amônio, tri(hidroxietil)amônio, hidroxipropilamônio, di(hidroxipropil)amônio e tri(hidroxipropil)sais de amônio e seus ésteres, em particular seus ésteres de alquila C1-C6 e Alcóxi C1-C4 alquil C2-C4 ésteres, tais como metilésteres, etilésteres, iso-propila, butila, hexila, heptila, iso-heptila, isooctila, 2-etilexila e butoxietil ésteres. Exemplos adequados de tais sais e ésteres são quando esta substância é usada como um éster ou um sal, sua identidade deve ser estabelecida, por exemplo, 2,4-D- amônio, 2,4-D-butotila, 2,4-D-2- butoxipropila, 2,4-D-3-butoxipropila, 2,4-D-butila, 2,4-D-dietilamônio, 2,4- D-dimetilamônio, 2,4-D-diolamina, 2,4-D- dodecilamônio, 2,4-D-etila, 2,4-D- 2-etilexila, 2,4-D-heptilamônio, 2,4-D- isobutila, 2,4-D-isoctila, 2,4-D- isopropila, 2,4-D-isopropilamônio, 2,4-D-lítio, 2,4- D-meptila, 2,4-D-metila, 2,4-D-octila, 2,4-D-pentila, 2,4-D-propila, 2,4-D-sódio, 2,4-D- tefurila, 2,4- D-tetradecilamônio, 2,4-D-trietilamônio, 2,4-D-tris(2- hidroxipropil)amônio, 2,4-D-trolamina, MCPA-butotila, MCPA-butila, MCPA- dimetilamônio, MCPA-diolamina, MCPA-etila, MCPA-2-etilexila, MCPA- isobutila, MCPA- isoctila, MCPA-isopropila, MCPA-metila, MCPA-olamina, MCPA- potássio, MCPA-sódio, MCPA-trolamina, diclorprop-butotila, diclorpropdimetilamônio, diclorprop-etilamônio, diclorprop-2-etilexila, diclorpropisoctila, diclorprop-metila, diclorprop-potássio, diclorprop-sódio, dicloprop-P- dimetilamônio, mecoprop-dimetilamônio, mecoprop-diolamina, mecoprop- etadila, mecoprop-isoctila, mecoprop-metila, mecoprop-potássio, mecoprop-sódio, mecoprop-trolamina, mecoprop-P-dimetilamônio, mecoprop-P-isobutila, mecoprop-P-potássio, MCPB-metila, MCPB-etila e MCPB-sódio.
[100] Em composições preferidas particulares desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é 2,4-D ou um sal ou éster deste.
[101] Em composições preferidas particulares desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é MCPA ou um sal ou éster deste.
[102] Em composições preferidas particulares desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é dicloprop, dicloprop-P ou um sal ou éster deste.
[103] Em composições preferidas particulares desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é mecoprop, mecoprop-P ou um sal ou éster deste.
[104] Em composições preferidas particulares desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é MCPB ou um sal ou éster deste.
[105] Nesta modalidade a razão em peso relativa de piroxassulfona e herbicida de ácido fenoxicarboxílico é preferivelmente de 500:1 a 1:500, em particular de 250:1 a 1:250.
[106] A taxa de aplicação de piroxassulfona é normalmente de 1 g/ha a 500 g/ha e preferivelmente na faixa de 5 g/ha a 400 g/ha ou de 10 g/ha a 300 g/ha de substância ativa (a.s.).
[107] A taxa de aplicação de o herbicida de ácido fenoxicarboxílico é normalmente 1 a 3000 g/ha, como uma regra 5 a 2000 g/ha, preferivelmente 10 a 1500 g/ha, de substância ativa (a.s.).
[108] As composições desta modalidade são particularmente adequadas para controlar plantas daninhas mono e dicotiledôneas e plantas daninhas de caniço, em particular Alopecurus myosuroides, Apera spica- venti, Avena fatua, espécies de Brachiaria, espécies de Bromus, espécies de Digitaria, espécies de Echinocloa, espécies de Eleusine, espécies de Lolium, espécies de Phalaris, Poa annua, espécies de Setaria, espécies de Amaranthus, espécies de Chenopodium, espécies de Cirsium, espécies de Convolvolus, espécies de Conyza, Galium aparine, espécies de Geranium, espécies de lpomoea, Malva spec, Papaver rhoeas, espécies de Polygonum, Sonchus arvensis e Stellaria media.
[109] As composições desta modalidade são em particular adequadas para combater vegetação indesejada em trigo, cevada, centeio, triticale, durum, arroz, milho, cana de açúcar, sorgo, leguminosas tais como ervilha, feijão e lentilhas, turfa, pasto, pastagem, TNV culturas, tais como uvas, fruta de caroço, tais como pêssego, amêndoa, noz, oliva, cereja, ameixa e damasco, citrus e pistache.
[110] As composições desta modalidade são acima de tudo adequadas para aplicação em trigo, cevada, arroz, milho, cana de açúcar, fruta de caroço, citrus, pistache, turfa, pasto e pastagem.
[111] A não ser que estabelecido de outra maneira, as composições desta modalidade são adequadas para aplicação em qualquer variedade das plantas de cultura mencionadas anteriormente.
[112] As composições desta modalidade preferivelmente podem ser usadas em culturas que toleram e/ou são resistentes à ação de herbicidas de auxina, preferivelmente em culturas que toleram e/ou são resistentes à ação de herbicidas de ácido fenoxicarboxílico. A resistência e ou tolerância aos ditos herbicidas pode ser alcançada por reprodução convencional e/ou por métodos de engenharia genética. Culturas que são tolerantes a herbicidas de auxina (por exemplo, tolerantes aos herbicidas de ácido fenoxicarboxílico) incluem culturas de sojas, milho, algodão, arroz, canola e óleo de semente de colza.
[113] De acordo com uma quinta modalidade da invenção, o componente b) compreende pelo menos um herbicida inibidor do transporte de auxina. Herbicidas inibidores do transporte de auxina são conhecidos, por exemplo, de C. D. S. Tomlina, “The Pesticide Manual”, 13a edição, BCPC (2003), e também de The Compendium of Pesticide Comum Names, http://www.alanwood.net/pesticides/.
[114] Herbicidas inibidores do transporte de auxina incluem diflufenzopir e naptalam. Também incluídos estão os sais de diflufenzopir e naptalam, em particular seu sal de sódio, sal de potássio, sal de amônio ou sais de amônio substituído da forma definida anteriormente, em particular sais de mono, di e trialquil C1-C8 amônio, tais como sais de isopropil amônio. Exemplos adequados de tais sais e ésteres são diflufenzopir-sódio e naptalam sódio.
[115] Herbicida inibidor do transporte de auxina preferido é diflufenzopir e seus sais conforme descrito anteriormente.
[116] Nesta modalidade a razão em peso relativa de piroxassulfona e herbicida inibidor do transporte de auxina é preferivelmente de 500:1 a 1:500, em particular de 250:1 a 1:250.
[117] A taxa de aplicação de piroxassulfona é normalmente de 1 g/ha a 500 g/ha e preferivelmente na faixa de 5 g/ha a 400 g/ha ou de 10 g/ha a 300 g/ha de substância ativa (a.s.).
[118] A taxa de aplicação de o herbicida inibidor do transporte de auxina é normalmente 0,1 a 1000 g/ha, como uma regra 1 a 750 g/ha, preferivelmente 5 a 500 g/ha, de substância ativa (a.s.).
[119] As composições desta modalidade são particularmente adequadas para controlar plantas daninhas mono e dicotiledôneas e plantas daninhas de caniço, em particular Alopecurus myosuroides, Apera spica- venti, Avena fatua, espécies de Brachiaria, espécies de Bromus, espécies de Digitaria, espécies de Echinocloa, espécies de Eleusine, espécies de Lolium, espécies de Phalaris, Poa annua, espécies de Setaria, Abuthilon theophrasti, espécies de Amaranthus, espécies de Chenopodium, Galium aparine, espécies de Ipomoea, e espécies de Polygonum.
[120] As composições desta modalidade são em particular adequadas para combater vegetação indesejada em trigo, cevada, centeio, triticale, durum, arroz, milho, cana de açúcar, sorgo, turfa, pasto, pastagem, TNV culturas, tais como uvas, fruta de caroço, tais como pêssego, amêndoa, noz, oliva, cereja, ameixa e damasco, citrus e pistache.
[121] As composições desta modalidade são acima de tudo adequadas para aplicação em trigo, cevada, arroz, milho, cana de açúcar, turfa, pasto, pastagem, fruta de caroço, citrus e pistache.
[122] A não ser que estabelecido de outra maneira, as composições desta modalidade são adequadas para aplicação em qualquer variedade das plantas de cultura mencionadas anteriormente.
[123] As composições desta modalidade preferivelmente podem ser usadas em culturas que toleram e/ou são resistentes à ação de herbicidas inibidores do transporte de auxina ou tipo auxina, preferivelmente em culturas que toleram e/ou são resistentes à ação de diflufenzopir ou auxinas sintéticas. A resistência e ou tolerância aos ditos herbicidas pode ser alcançada por reprodução convencional e/ou por métodos de engenharia genética. Culturas que são tolerantes ou resistentes ao auxinas sintéticas ou herbicidas inibidores do transporte de auxina (por exemplo, tolerantes ou resistentes ao diflufenzopir) incluem culturas de sojas, milho, algodão, arroz, canola e óleo de semente de colza.
[124] De acordo com uma sexta modalidade da invenção, o componente b) compreende uma mistura de pelo menos um herbicida do grupo de herbicidas de auxina sintética e pelo menos um herbicida inibidor do transporte de auxina, o último sendo preferivelmente diflufenzopir ou um sal deste.
[125] Nesta modalidade pelo menos um herbicida de auxina sintética é preferivelmente selecionado dos herbicidas dos grupos b.1, b.2, b.3 e b.4, em particular selecionados dos grupos de b.1: dicamba, tricamba, cloramben, 2,3,6-TBA (ácido 2,3,6- triclorobenzóico) e os sais e ésteres destes; b.2: quinclorac e quinmerac e os sais e ésteres destes; b.3: aminopiralid, clopiralid, picloram, triclopir e fluroxipir e seus sais e seus ésteres; b.4: 2,4-D, 3,4-DA, MCPA, 2,4,5-T, 2,4-DP, 2,4-DP-P, 4- CPP, 3,4-DP, fenoprop, CMPP, CMPP-P, 4-CPB, 2,4-DB, 3,4-DB, 2,4,5-TB, MCPB, seus sais e seus ésteres.
[126] Nesta modalidade pelo menos um herbicida de auxina sintética é mais preferivelmente selecionado dos herbicidas dos grupos b.1. em particular dicamba ou um sal ou éster deste, da forma definida anteriormente.
[127] Em uma modalidade particular preferida, a composição compreende piroxassulfona, diflufenzopir ou um sal deste e dicamba ou um sal ou éster deste.
[128] Nesta modalidade a razão em peso relativa de piroxassulfona e herbicida B, isto é, herbicida tipo auxina + herbicida inibidor do transporte de auxina é preferivelmente de 500:1 a 1:500, em particular de 250:1 a 1:250 e especialmente de 100:1 a 1:100.
[129] Nesta modalidade a razão em peso relativa de herbicida tipo auxina para herbicida inibidor do transporte de auxina é preferivelmente de 500:1 a 1:500, em particular de 250:1 a 1:250 e especialmente de 100:1 a 1:100.
[130] A taxa de aplicação de piroxassulfona é normalmente de 1 g/ha a 500 g/ha e preferivelmente na faixa de 5 g/ha a 400 g/ha ou de 10 g/ha a 300 g/ha de substância ativa (a.s.).
[131] A taxa de aplicação de herbicida tipo auxina é normalmente 1 a 2000 g/ha, como uma regra 5 a 1500 g/ha, preferivelmente 10 a 1000 g/ha, de substância ativa (a.s.).
[132] A taxa de aplicação de herbicida inibidor do transporte de auxina é normalmente 0,1 a 1000 g/ha, como uma regra 1 a 750 g/ha, preferivelmente 5 a 500 g/ha, de substância ativa (a.s.).
[133] As composições desta modalidade são particularmente adequadas para controlar plantas daninhas mono e dicotiledôneas e plantas daninhas de caniço, em particular Alopecurus myosuroides, Apera spica- venti, Avena fatua, espécies de Brachiaria, espécies de Bromus, espécies de Digitaria, espécies de Echinocloa, espécies de Eleusine, espécies de Lolium, espécies de Phalaris, Poa annua, espécies de Setaria, Abuthilon theophrasti, espécies de Amaranthus, espécies de Ambrosia, espécies de Cassia, espécies de Cirsium, espécies de Chenopodium, espécies de Convolvolus, espécies de Conyza, espécies de Euphorbia, Galium aparine, espécies de lpomoea, Kochia scoparia, Malva spec, espécies de Polygonum, espécies de Sida, espécies de Xanthium, e espécies de Commelina.
[134] As composições desta modalidade são em particular adequadas para combater vegetação indesejada em trigo, cevada, centeio, triticale, durum, arroz, milho, sorgo, cana de açúcar, turfa, pastagem, pasto, uvas, fruta de caroço, tais como pêssego, amêndoa, noz, oliva, cereja, ameixa e damasco, citrus e pistache.
[135] As composições desta modalidade são acima de tudo adequadas para aplicação em trigo, arroz, milho, cana de açúcar, turfa, pastagem, pasto, fruta de caroço, citrus e pistache.
[136] A não ser que estabelecido de outra maneira, as composições desta modalidade são adequadas para aplicação em qualquer variedade das plantas de cultura mencionadas anteriormente.
[137] A presente invenção também diz respeito a formulações das composições de acordo com a presente invenção. As formulações contêm, além da composição, pelo menos um material carreador orgânico ou inorgânico. As formulações também podem conter, se desejado, um ou mais agentes tensoativos e, se desejado, um ou mais auxiliares adicionais costumeiros para proteção das composições da cultura.
[138] A formulação pode ser na forma de uma formulação de embalagem única contento tanto o herbicida A quanto pelo menos um herbicida B junto com materiais carreadores líquidos e/ou sólidos e, se desejado, um ou mais agentes tensoativos e, se desejado, um ou mais auxiliares adicionais costumeiros para proteção das composições da cultura. A formulação pode ser na forma de uma formulação de duas embalagens, em que uma embalagem contém uma formulação de piroxasulfona, enquanto que a outra embalagem contém uma formulação de pelo menos um herbicida B e em que ambas as formulações contêm pelo menos um carreador material, se desejado, um ou mais agentes tensoativos e, se desejado, um ou mais auxiliares adicionais costumeiros para proteção das composições da cultura. No caso de formulações de duas embalagens a formulação contendo piroxassulfona e a formulação contendo o herbicida B são misturadas antes da aplicação. Preferivelmente a mistura é realizada como uma mistura em tanque, isto é, as formulações são misturadas imediatamente antes ou mediante a diluição com água. Se a composição compreende um ou mais ativos adicionais, tais como um protetor C e/ou um herbicida D, a composição também pode ser na forma de uma formulação de três ou quatro embalagens.
[139] Na formulação da presente invenção os ingredientes ativos, isto é, piroxassulfona, herbicida B e ativos adicionais opcionais estão presentes na forma suspensa, emulsificada ou dissolvida. A formulação de acordo com a invenção pode ser na forma de soluções aquosas, pós, suspensões, também suspensões ou dispersões altamente concentradas aquosas, oleosas ou outras, emulsões aquosas, microemulsões aquosas, suspo- emulsões aquosas, dispersões em óleo, pastas, polvilhos, materiais para espalhamento ou grânulos.
[140] Dependendo do tipo de formulação, elas compreendem um ou mais carreadores líquidos ou sólidos, se agentes tensoativos apropriados (tais como dispersantes, colóides protetores, emulsificantes, agente umectantes e agente de pegajosidades), e se auxiliares adicionais apropriados que são costumeiros para formular o produto de proteção das culturas. O versado na tecnologia está suficientemente familiar com as receitas para tais formulações. Auxiliares adicionais incluem, por exemplo, espessantes orgânicos e inorgânicos, bactericidas, agentes anticongelamento, antiespumantes, corantes e, para formulações de sementes, adesivos.
[141] Carreadores adequados incluem carreadores líquidos e sólidos. Carreadores líquidos incluem, por exemplo, solventes não aquosos, tais como hidrocarbonetos cíclicos e aromáticos, por exemplo, parafinas, tetraidronaftaleno, naftalenos alquilados e seus derivados, benzenos alquilados e seus derivados, alcoóis, tais como metanol, etanol, propanol, butanol e cicloexanol, cetonas, tais como cicloexanona, solventes fortemente polares, por exemplo, aminas, tais como N-metilpirrolidona, e água, bem como misturas destes.
[142] Carreadores sólidos incluem, por exemplo, terras minerais, tais como sílicas, géis de sílica, silicatos, talco, caulim, calcário, cal, carvão, bole, loess, argila, dolomita, terra de diatomácea, cálcio sulfato, magnésio sulfato, óxido de magnésio, materiais sintéticos do solo, fertilizantes, tais como sulfato de amônio, fosfato de amônio, nitrato de amônio, uréias, e produtos de origem vegetal, tais como farinha de cereal, farinha de casca de árvore, farinha de madeira e farinha de casca de noz, celulose em pó, ou outros carreadores sólidos.
[143] Agentes tensoativos adequados (adjuvantes, agentes umectantes, agentes de pegajosidade, dispersantes e também emulsificantes) são os sais de metal alcalino, sais de metal alcalino terroso e sais de amônio de ácidos sulfônicos aromáticos, por exemplo, ácidos lignossulfônico (por exemplo, tipos Borrespers, Borregaard), ácidos fenolsulfônico, ácidos naftalenossulfônico (tipo Morwet, Akzo Nobel) e ácido dibutilnaftalenossulfônico (tipos Nekal, BASF SE), e de ácidos graxos, alquile alquilarilsulfonatos, alquil sulfatos, sulfatos de lauril éter e sulfatos de álcool graxo e sais de hexa-, hepta- e octadecanóis sulfatados, e também de glicol ésteres de álcool graxo, condensados de naftaleno sulfonado e seus derivados com formaldeído, condensados de naftaleno ou dos ácidos naftalenossulfônico com fenol e formaldeído, polioxietileno octilfenol éter, isooctil-, octil- ou nonilfenol etoxilado, poliglicol éter de alquilfenila ou tributilfenila, alcoóis de poliéter de alquilarila, álcool isotridecílico, condensados de álcool graxo/ óxido de etileno, óleo de rícino etoxilado, alquil éteres de polioxietileno ou alquil éteres de polioxipropileno, acetato de poliglicol éter de lauril álcool, ésteres de sorbitol, licores de resíduo de lignossulfito e proteínas, proteínas desnaturadas, polissacarídeos (por exemplo, metilcelulose), amidos hidrofobicamente modificados, álcool polivinílico (tipos Mowiol Clariant), policarboxilatos (BASF SE, tipos Sokalan), polialcoxilatos, polivinilamina (BASF SE, tipos Lupamina), polietilenoimina (BASF SE, tipos Lupasol), polivinilpirrolidona e copolímeros destes.
[144] Exemplos de espessantes (isto é, compostos que conferem à formulação modificada propriedades de fluxo, isto é, viscosidade alta no estado de repouso e viscosidade baixa em movimento) são polissacarídeos, tais como goma xantana (Kelzan® da Kelco), Rhodopol® 23 (Rhone Poulenc) ou Veegum® (da RT. Vanderbilt), e também minerais de lâmina orgânicos e inorgânicos, tais como Attaclay® (da Engelhardt).
[145] Exemplos de antiespumantes são emulsões de silicone (tais como, por exemplo, Silikon® SRE, Wacker ou Rhodorsil® da Rhodia), alcoóis de cadeia longa, ácidos graxos, sais de ácidos graxos, compostos de organoflúor e misturas destes.
[146] Bactericidas podem ser adicionados para estabilizar as formulações herbicidas aquosas. Exemplos de bactericidas são bactericidas a base de diclorofen e álcool benzílico hemiformal (Proxel® da ICI ou Acticide® RS da Thor Chemie e Kathon® MK da Rohm & Haas), e também derivados de isotiazolinona, tais como alquilisotiazolinonas e benzisotiazolinonas (Acticide MBS da Thor Chemie).
[147] Exemplos de agentes anticongelamento são etileno glicol, propileno glicol, uréia ou glicerol.
[148] Exemplos de corantes são tanto pigmentos ligeiramente solúveis em água quanto corantes solúveis em água. Exemplos que podem ser mencionados são os corantes conhecidos com os nomes Rodamina B, C.I. Pigmento vermelho 112 e C.I. Solvente vermelho 1, e também pigmento azul 15:4, pigmento azul 15:3, pigmento azul 15:2, pigmento azul 15:1, pigmento azul 80, pigmento amarelo 1, pigmento amarelo 13, pigmento vermelho 1 12, pigmento vermelho 48:2, pigmento vermelho 48:1 , pigmento vermelho 57:1 , pigmento vermelho 53:1 , pigmento laranja 43, pigmento laranja 34, pigmento laranja 5, pigmento verde 36, pigmento verde 7, pigmento branco 6, pigmento marrom 25, violeta básico 10, violeta básico 49, vermelho ácido 51, vermelho ácido 52, vermelho ácido 14, azul ácido 9, amarelo ácido 23, vermelho básico 10, vermelho básico 108.
[149] Exemplos de adesivos são polivinilpirrolidona, acetato de polivinila, álcool polivinílico e tilose.
[150] Para preparar emulsões, pastas ou dispersões em óleo, os componentes ativos, como tal ou dissolvidos em um óleo ou solvente, podem ser homogeneizadas em água por meio de agente umectante, agente de pegajosidade, dispersante ou emulsificante. Alternativamente, é possível preparar concentrados que consistem na substância ativa, agente umectante, agente de pegajosidade, dispersante ou emulsificante e, se desejado, solvente ou óleo, e estes concentrados são adequados para diluição com água.
[151] Pós, materiais para espalhamento e polvilhos podem ser preparados misturando ou moendo concomitantemente os componentes ativos a) e b) e opcionalmente protetor c) e/ou herbicida D com um carreador sólido.
[152] Grânulos, por exemplo, grânulos revestidos, grânulos impregnados e grânulos homogêneos, podem ser preparados ligando os ingredientes ativos aos carreadores sólidos.
[153] As formulações da invenção compreendem uma quantidade herbicidamente eficaz da composição da presente invenção. As concentrações dos ingredientes ativos na formulações podem ser variadas em faixas amplas. No geral, as formulações compreendem de 1 a 98 % em peso, preferivelmente 10 a 60 % em peso, de ingredientes ativos (soma de piroxassulfona, herbicida B e ativos opcionalmente adicionais). Os ingredientes ativos são empregados em uma pureza de 90 % a 100 %, preferivelmente 95 % a 100 % (de acordo com espectro de RMN).
[154] Os compostos ativos A e B e os ativos opcionalmente adicionais, bem como as composições de acordo com a invenção podem, por exemplo, ser formulados como se segue:
1. Produtos para diluição com água A. Concentrados solúveis em água
[155] 10 partes em peso do composto ativo (ou composição) são dissolvidas em 90 partes em peso de água ou um solvente solúvel em água. Como uma alternativa, umectantes ou outros adjuvantes são adicionados. O composto ativo dissolve mediante diluição com água. Isto dá uma formulação com um teor de composto ativo de 10 % em peso.
B. Concentrados dispersáveis
[156] 20 partes em peso do composto ativo (ou composição) são dissolvidas em 70 partes em peso de cicloexanona com adição de 10 partes em peso de um dispersante, por exemplo, polivinilpirrolidona. Diluição com água dá uma dispersão. O teor de composto ativo é 20 % em peso.
C. Concentrados emulsificáveis
[157] 15 partes em peso do composto ativo (ou composição) são dissolvidas em 75 partes em peso de um solvente orgânico (por exemplo, alquilaromáticos) com adição de cálcio dodecilbenzenossulfonato e óleo de rícino etoxilado (em cada caso 5 partes em peso). Diluição com água dá uma emulsão. A formulação tem um teor de composto ativo de 15 % em peso.
D. Emulsões
[158] 25 partes em peso do composto ativo (ou composição) são dissolvidas em 35 partes em peso de um solvente orgânico (por exemplo, alquilaromáticos) com adição de cálcio dodecilbenzenossulfonato e óleo de rícino etoxilado (em cada caso 5 partes em peso). Esta mistura é introduzida em 30 partes em peso de água por meio de um emulsificante (Ultraturrax) e preparado em uma emulsão homogênea. Diluição com água dá uma emulsão. A formulação tem um teor de composto ativo de 25 % em peso.
E. Suspensões
[159] Em um moinho de bola agitado, 20 partes em peso do composto ativo (ou composição) são triturados com adição de 10 partes em peso de dispersantes e umectantes e 70 partes em peso de água ou um solvente orgânico para dar uma suspensão de composto ativo fina. Diluição com água dá uma suspensão estável do composto ativo. O teor de composto ativo na formulação é 20 % em peso.
F. Grânulos dispersáveis em água e grânulos solúveis em água
[160] 50 partes em peso do composto ativo (ou composição) são moídos finamente com adição de 50 partes em peso de dispersantes e umectantes e preparados em grânulos dispersáveis ou solúveis em água por meio de aplicação de técnicas (por exemplo, extrusão, torre de aspersão, leito fluidizado). Diluição com água dá uma dispersão estável ou solução do composto ativo. A formulação tem um teor de composto ativo de 50 % em peso.
G. Pós dispersáveis em água e pós solúveis em água
[161] 75 partes em peso do composto ativo (ou composição) são moídas em um moinho rotor-estator com adição de 25 partes em peso de dispersantes, umectantes e gel de sílica. Diluição com água dá uma dispersão estável ou solução do composto ativo. O teor de composto ativo de o formulação é 75 % em peso.
H. Formulações em gel
[162] Em um moinho de bola, 20 partes em peso do composto ativo (ou composição), 10 partes em peso de dispersante, 1 parte em peso de agente de gelificação e 70 partes em peso de água ou de um solvente orgânico são misturadas para dar uma suspensão fina. Diluição com água dá uma suspensão estável com teor de composto ativo de 20 % em peso.
2. Produtos para ser aplicados sem diluição I. Polvilhos
[163] 5 partes em peso do composto ativo (ou composição) são finamente moídas e intimamente misturadas com 95 partes em peso de caulim finamente dividido. Isto dá um pó para polvilhamento com um teor de composto ativo de 5 % em peso.
J. Grânulos (GR, FG, GG, MG)
[164] 0,5 partes em peso do composto ativo (ou composição) são finamente moídas e associadas a 99,5 partes em peso de carreadores. Métodos atuais aqui são extrusão, secagem por aspersão ou o leito fluidizado. Isto dá grânulos para ser aplicados sem diluição com um teor de composto ativo de 0,5 % em peso.
K. Soluções ULV (UL)
[165] 10 partes em peso do composto ativo (ou composição) são dissolvidas em 90 partes em peso de um solvente orgânico, por exemplo, xileno. Isto dá um produto para ser aplicado sem diluição com um teor de composto ativo de 10 % em peso.
[166] Formas de uso aquosas podem ser preparadas a partir de concentrados de emulsão, suspensões, pastas, pós umectáveis ou grânulos dispersáveis em água adicionando água.
[167] Além disso pode ser benéfico aplicar as composições da invenção sozinhas ou em combinação com outros herbicidas, ou ainda na forma de uma mistura com outros agentes de proteção da cultura, por exemplo, junto com agentes para controlar pragas ou fungos ou bactérias fitopatogênicas. Também de interesse é a miscibilidade com soluções de sal minerais, que são empregadas para tratar deficiências nutricionais e de elementos traço. Outros aditivos, tais como óleos não fitotóxicos e concentrados de óleo também podem ser adicionados.
Exemplos de uso
[168] O efeito das composições herbicidas de acordo com a invenção de herbicidas A e B e, se apropriado, protetor no crescimento de plantas indesejáveis comparado aos compostos herbicidamente ativos sozinhos foi demonstrado pelos seguintes experimentos em estufa:
[169] Para o tratamento pré-emergência, diretamente depois de semear os compostos ativos, que foram suspensos ou emulsificados em água, foram aplicados por meio de bicos finamente distribuídos. Os recipientes foram irrigados suavemente para promover a germinação e crescimento e subsequentemente revestidos com tampas de plásticos transparentes até que a planta tivesse raiz. Esta cobertura causou germinação uniforme das plantas de teste, a menos que esta fosse adversamente afetada por compostos ativos.
[170] Para o tratamento pós-emergência, as plantas de teste primeiramente cresceram a uma altura de 3 a 20 cm, dependendo do habitar da planta, e somente então tratadas. Aqui, as composições herbicidas foram suspensas ou emulsificadas em água como meio de distribuição e aspergidas usando bicos de distribuição fina.
[171] Os respectivos herbicidas A e/ou protetor foram formulados como 10 % em peso de concentração de concentrado de emulsão e introduzidos no licor de aspersão com a quantidade do sistema de solvente usado para aplicar o composto ativo. Nos exemplos, o solvente usado foi água. Herbicida B e/ou protetor foram usados como formulações comercialmente disponíveis e introduzidas no licor de aspersão com a quantidade de sistema de solvente usada para aplicar o composto ativo. Nos exemplos, o solvente usado foi água.
[172] Dicamba foi usado como uma solução aquosa comercial tendo uma concentração de ingrediente ativo de 480 g/L.
[173] O período de teste se estendeu por 21 dias. Durante este tempo, as plantas foram cultivadas, e sua resposta aos tratamentos com composto ativo foi avaliada.
[174] A avaliação para o dano causado pelas composições químicas foi realizada usando uma escala de 0 a 100 %, comparado às plantas de controle não tratadas. Aqui, 0 significa nenhum dano e 100 significa destruição completa das plantas.
[175] As plantas usadas nos experimentos em estufa pertenciam às seguintes espécies:
[176] A fórmula de Colby foi aplicada para determinar se a composição mostrou ação sinergística. O valor E, que é esperado se a atividade dos compostos individuais for aditiva, foi calculado usando o método de S. R. Colby (1967) “Calculating synergistic and antagonistic responses of herbicide combinations”, Weeds 15, p. 22 ff. E = X + Y - (X.Y/100) onde X = efeito na porcentagem usando herbicida A em uma taxa de aplicação a; Y = efeito na porcentagem usando herbicida B em uma taxa de aplicação b; E = efeito esperado (em %) de A + B em taxas de aplicação a + b.
[177] Se os valores observados desta maneira fores maiores que o valor E calculado de acordo com Colby, um efeito sinergístico está presente.
[178] Uma atividade acelerada é observada quando o dano 8 dias depois do tratamento (8 DAT) alcançado pela combinação mostra um efeito sinergístico.
[179] Tabela 1a diz respeito à atividade herbicida dos ingredientes individuais na aplicação pré-emergência estimada 8 DAT e 20 DAT. Tabela 1 b diz respeito à atividade herbicida dos ingredientes ativos combinados na aplicação pré-emergência estimada 8 DAT e 20 DAT.
[180] Tabela 2a diz respeito à atividade herbicida dos ingredientes individuais na aplicação pós-emergência estimada 8 DAT e 20 DAT. Tabela 2b diz respeito à atividade herbicida dos ingredientes ativos combinados na aplicação pós-emergência estimada 8 DAT e 20 DAT.
[181] Tabela 3 diz respeito à atividade herbicida dos ingredientes individuais e das combinações na aplicação pós-emergência estimada 20 DAT. Tabela 1a: Aplicação na pré-emergência de piroxassulfona e dicamba (atividades individuais) Tabela 1b: Aplicação na pré-emergência de piroxassulfona e dicamba (atividades combinadas) Tabela 2a: Aplicação na pós-emergência de piroxassulfona e dicamba (atividades individuais) Tabela 2b: Aplicação na pós-emergência de piroxassulfona e dicamba (atividades combinadas) Tabela 3: Aplicação na pós-emergência de piroxassulfona e dicamba 1) atividade observada em % de destruição 20 dias depois do tratamento 2) calculado a partir das atividades individuais pela fórmula de Colby 3) Sinergismo: Y = sim; N = não

Claims (9)

1. Composição herbicida sinérgica, caracterizada pelo fato de que compreende: a) um herbicida A que é 3-[5-(difluorometóxi)-1-metil-3- (trifluorometil)pirazol-4-ilmetilsulfonil]-4,5-diidro-5,5-dimetil-1,2- oxazol; e b) um herbicida B que é selecionado a partir do grupo que consiste em dicamba, seus sais e seus ésteres; e é livre de qualquer outro herbicida adicional, em que a quantidade relativa do herbicida A para o herbicida B é de 2:1 a 1:15,4.
2. Composição de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que não contém nenhum protetor.
3. Composição de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizada pelo fato de que a quantidade relativa de herbicida A para o herbicida B é de 1:1 a 1:8.
4. Uso da composição, como definida em qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de que é para controlar vegetação indesejável.
5. Uso de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que é para controlar vegetação indesejável em plantas de cultura.
6. Uso de uma composição, como definida em qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de que é para controlar vegetação indesejável em culturas de plantas, onde as plantas de cultura são resistentes aos herbicidas de auxina sintética.
7. Método para controlar vegetação indesejável, caracterizado pelo fato de que compreende permitir que uma composição, como definida em qualquer uma das reivindicações 1 a 3, aja nas plantas a serem controladas ou no seu habitat.
8. Método para controlar vegetação indesejada, caracterizado pelo fato de que compreende aplicar uma composição, como definida em qualquer uma das reivindicações 1 a 3, antes, durante e/ou depois da emergência das plantas indesejáveis; os herbicidas A e B sendo aplicados simultaneamente ou em sucessão.
9. Formulação herbicida, caracterizada pelo fato de que compreende uma composição, como definida em qualquer uma das reivindicações 1 a 3, e pelo menos um carreador sólido ou líquido.
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