BRPI0920888A2 - fechadura de autmóvel - Google Patents

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BRPI0920888A2
BRPI0920888A2 BRPI0920888-7A BRPI0920888A BRPI0920888A2 BR PI0920888 A2 BRPI0920888 A2 BR PI0920888A2 BR PI0920888 A BRPI0920888 A BR PI0920888A BR PI0920888 A2 BRPI0920888 A2 BR PI0920888A2
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BR
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functional
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operating lever
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BRPI0920888-7A
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Simon Brose
Jürgen Zietlow
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Brose Schliesssysteme Gmbh & Co. Kg
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Abstract

FECHADURA DE AUTOMÓVEL. A invenção refere-se a uma fechadura de automóvel tendo os elementos de fechamento de trava e lingueta (1) e também tendo um mecanismo de trava (2), em que o mecanismo de trava (2) pode ser colocado em estados funcionais diferentes tais como "destrancado", "trancado", "trancado protegido contra furto" ou " trancado com segurança para crianças" e, para este propósito, tem pelo menos um elemento funcional (3) que pode ser ajustado nas posições funcionais correspondentes. É proposto que o elemento funcional (3) seja montado, em uma sub-região, em particular região de extremidade, do elemento funcional (3), por meio de um arranjo de mancal (3a) de modo que o elemento funcional (3) possa também ser ajustado tanto lateralmente como também verticalmente em relação a um plano de referência (R), em cada caso substancialmente perpendicular à extensão longitudinal do dito elemento funcional (3).

Description

Relatório Descritivo da Patente de lnvenção para "FECHADURA DE AUTOMÓVEL". A invenção refere-se a uma fechadura de automóvel de acordo com o preâmbulo da reivindicação 1 e a uma fechadura de automóvel de 5 acordo com o preâmbulo da reivindicação 26. A fechadura de automóvel em questão é usada em todos os ti- pos de elementos de fechamento de um automóvel.
Estes incluem, em parti- cular, portas laterais, portas traseiras, tampas traseiras, porta-malas ou ca- pôs.
Os ditos elementos de fechamento podem, em princípio, também ser 10 projetados da maneira de portas corrediças- A fechadura de automóvel conhecida (DE 102 58 645 B4) na qual a invenção é com base, tem uma fechadura de automóvel tendo os e- 4 lementos de trancamento de trava e lingueta.
A tava pode ser movida, do 4 - modo usual, para uma posição aberta, para uma posição de travamento 15 principal e para uma posição de travamento preliminar, Neste caso, a lingue- ta tem a tarefa de reter a tava nas duas posições de travamento.
A lingueta tem que ser erguida manualmente para liberar a tava.
Na fechadura de automóvel conhecida, a lingueta é manualmen- te erguida quando redundância mecânica é realizada. lsto significa que a 20 lingueta é normalmente erguida por meio de um motor, e é erguida manual- mente apenas em uma emergência, por exemplo, no caso de uma falha de potência.
A fechadura de automóvel conhecida é também equipada com um mecanismo de trava que pode ser comutado em estados funcionais dife- 25 rentes.
Estes estados funcionais são estados funcionais "destrancado°', "trancado", "trancado antifurto" e "trancado com segurança para crianças". No estado funcional "destrancado", a porta de automóvel associada pode ser aberta operando a maçaneta interna e a maçaneta externa.
No estado fun- cional "trancado", a dita porta não pode ser aberta do lado de fora, mas pode 30 ser aberta do Iado de dentro.
No estado funcional "trancado antifurto", a dita porta não pode ser aberta do lado de fora ou do lado de dentro.
No estado funcional "trancado com segurança para crianças", a dita porta pode ser a-
berta do lado de fora mas não do lado de dentro.
É agora usualmente o caso que a maçaneta externa é acoplada a uma alavanca operacional externa e a maçaneta interna é acoplada a uma alavanca operacional interna, com as duas alavancas operacionais estando 5 acopladas ou desacopladas da lingueta dependendo do estado funcional.
Para este propósito, o mecanismo de trava é equipado com um arranjo de acoplamento em que um pino de acoplamento que é deslocável em um pla- no interage com as fendas de controle diferentes.
Realizar a função de aco- plamento acima desse modo é mecanicamente complexo. 10 A invenção é com base no problema de projetar e desenvolver a fechadura de automóvel conhecida em um tal modo que o projeto estrutural seja simplificado. ^ No caso de uma fechadura de automóvel tendo as característi-
, cas do preâmbulo da reivindicação 1, o problema acima é solucionado por 15 meio das características da parte de caracterização da reivindicação 1. O que é essencial é a ideia que o elemento funcional que é criti- co para realizar os diferentes estados funcionais do mecanismo de trava po- de ser ajustado tanto na direção lateral como na direção vertical, em cada caso substancialmente perpendicular a sua extensão longitudinal, em rela- 20 ção a um plano de referência. lsto assegura que a faixa de ajuste do ele- mento funcional não seja restringida a um plano simples, isso permitindo incidentemente um refinamento particularmente simples do mecanismo de trava- Para implementar a faixa de ajuste estendida acima do elemento 25 funcional, um arranjo de mancal, que é preferivelmente posicionado em uma região de extremidade do elemento funcional, é associado ao elemento fun- cional.
No refinamento preferido como reivindicado na reivindicação 8, o arranjo de mancal do elemento funcional compreende um soquete de esfera 30 e uma esfera que engasta com o soquete de esfera.
A faixa de ajuste, que é debatida acima, do elemento funcional pode ser realizada em uma maneira de modo estrutural particularmente simples desse modo.
No outro refinamento preferido como reivindicado na reivindica- ção 14, o ajuste vertical do elemento funcional serve para ajustar o meca- nismo de trava nos estados funcionais correspondentes, por exemplo, os estados funcionais "destrancado" e "trancado". 5 Consequentemente, no outro refinamento preferido como reivin- dicado na reivindicação 15, o elemento funcional para realizar os estados funcionais do mecanismo de trava fornece um acoplamento comutável, com o elemento funcional atuando como tal no estado acoplado para transmitir força. 10 Em um refinamento particularmente preferido, providência é ago- ra tomada, como reivindicado na reivindicação 16, para a operação, por e- xemplo, pela alavanca operacional externa no estado acoplado que em geral ^. corresponde ao estado de trava "destrancado", para ser acompanhada por - , um ajuste lateral do elemento funcional. 15 Portanto, o ajuste vertical do elemento funcional é associado ao acoplamento e desacoplamento e o ajuste lateral do elemento funcional é associado à operação no estado acoplado. Esta associação não só leva a um refinamento estrutural simples, mas também a uma redução na quanti- dade de espaço de instalação requerido. 20 Um modo particularmente simples de realizar o ajuste do ele- mento funcional é o assunto da reivindicação 20. Neste caso, uma unidade de controle é provida com um eixo de controle no qual o elemento funcional associado é suportado. lsto pode ser realizado em uma maneira estrutural- mente simples. Uma outra vantagem particular é que o eixo de controle pode 25 ter uma pluralidade de seções de controle que são dispostas próximas umas das outras e são associadas a elementos funcionais diferentes. De acordo com um outro ensinamento que é igualmente acorda- do com um significado independente, o problema acima é solucionado, no caso de uma fechadura de automóvel de acordo com o preâmbulo da reivin- 30 dicação 24, pelas caracteristicas da parte de caracterização da reivindicação
24. De acordo com este outro ensinamento, o que é essencial é a ideia que o elemento funcional pode ser projetado para ser resiliente, em particular na forma de um fio ou tira resilientemente flexível, e, no processo, para assegurar a adaptabilidade do elemento funcional na direção vertical somente por meio de um arranjo de mancal e na direção lateral somente por 5 meio da flexibiiidade do elemento funcional, ou assegurar a adaptabilidade do elemento funcional na direção lateral somente por meio de um arranjo de mancal e na direção vertical somente por meio da flexibilidade do elemento funcional.
Realizando a adaptabilidade do elemento funcional desse modo 10 leva a soluções estruturais muito particularmente simples.
Outros detalhes, características, metas e vantagens da presente invenção são explicados em mais detalhe abaixo com referência às modali- " dades exemplares preferidas.
No desenho: . figura 1 mostra uma ilustração de perspectiva de uma fechadura ¶
15 de automóvel de acordo com a proposta com os componentes que são es- senciais para explicar a invenção, figura 2 mostra a fechadura de automóvel de acordo com a figu- ra1navistaA, figura 3 mostra uma vista secional da fechadura de automóvel 20 de acordo com a figura 2 ao longo da linha de seção B-B, figura 4 mostra uma outra fechadura de automóvel conforme a proposta em uma vista de acordo com a figura 1, figura 5 mostra a fechadura de automóvel de acordo com a figu- ra 4 em uma vista de acordo com a figura 3, 25 figura 6 mostra uma vista de perspectiva de uma unidade de controle de acordo com a proposta, figura 7 mostra a unidade de controle de acordo com a figura 6 na vista A em três posições de controle, figura 8 mostra uma outra unidade de controle de acordo com a 30 proposta em uma vista de acordo com a figura 6, figura 9 mostra a unidade de controle de acordo com a figura 8 na vista A em quatro posições de controle,
figura 10 mostram uma ilustração de perspectiva de uma outra fechadura de automóvel de acordo com a proposta tendo os componentes que são essenciais para explicar a invenção no estado funcional "destranca- do", figura 11 mostra a fechadura de automóvel de acordo com a fi- gura 10 no estado funcional "trancado", figura 12 mostra a fechadura de automóvel de acordo com a fi- gura 10 no estado funcional "trancado antifurto", figura 13 mostra uma vista de cima da fechadura de automóvel de acordo com a figura 10, sem a alavanca operacional externa e o arranjo de mancal para o elemento funcional, no estado funcional "trancado" quando a alavanca operacional interna for operada, figura 14 mostra uma ilustração de perspectiva de uma outra fe- chadura de automóvel de acordo com a proposta tendo os componentes se- lecionados, que refere-se à unidade de controle no estado funcional "des- trancado", e figura 15 mostra a fechadura de automóvel de acordo com a fi- gura 14 em uma vista secional ao longo da Iinha de seção XM-Xlll em a) o estado funcional "destrancado", b) o estado funcional "trancado" ("trancado e trancado com segurança para crianças" ilustrados pelas linhas pontilhadas), e C) o estado funcional "destrancado e trancado com segurança para crian- ças". Deve ser primeiro observado que o desenho ilustra apenas a- queles componentes da fechadura de automóvel de acordo com a proposta que são necessários para explicar o ensinamento.
Consequentemente, uma tava que interage do modo usual com a lingueta não é ilustrado nas figuras 1 a9e13,14,15. As figuras 1 a 3 e 4, 5 mostram duas modalidades de uma fe- chadura de automóvel de acordo com a proposta que tem os elementos de trancamento de trava e lingueta 1. Também fornecido é um mecanismo de trava 2 que pode ser movido para diferentes estados funcionais tais como "destrancado", "trancado", "trancado antifurto" ou "trancado com segurança para crianças". Em geral, o mecanismo de trava 2 assegura que a lingueta 1 possa ser erguida por meio da operação da maçaneta externa e/ou da ma- çaneta interna ou não pode ser erguida de forma alguma, dependendo do estado funcional.
No caso de uma trava elétrica, o mecanismo de trava 2 5 pode também servir para meramente acoplar um meio de operação de e- mergência à Iingueta 1. Portanto, o termo "mecanismo de trava" será enten- dido em um sentido vasto.
Para ajustar o mecanismo de trava 2 nos estados funcionais a- cima, tem pelo menos um elemento funcional 3 que pode ser ajustado nas posições funcionais correspondentes.
O mecanismo de trava 2 pode ser mo- vido, portanto, para os estados funcionais desejados por meio de ajuste do elemento funcional 3 ou dos elementos funcionais.
É possÍvel, em princlpio, uma pIuralidade de elementos funcio- nais 3 serem providos para realizar os estados funcionais do mecanismo de trava 2. Porém, apenas um só elemento funcional 3 no sentido acima é for- necido no texto que segue, mas isto não deveria ser entendido como sendo restritivo.
O elemento funcional 3 é agora montado em uma sub-região, aqui e preferivelmente em uma região de extremidade, do elemento funcio- nal 3 por meio de um arranjo de mancal 3a de modo que o resto do elemen- to funcional 3 pode ser ajustado tanto na direção lateral como na direção vertical, em cada caso substancialmente perpendicular a sua extensão longi- tudinal, em relação a um plano de referência R em qualquer caso.
A introdu- ção do plano de referência R serve para meramente definir primeiramente o ajuste verticai e em segundo lugar o ajuste lateral neste caso.
Neste contex- to, o ajuste vertical é associado a uma alteração entre o elemento funcional 3 e o pIano de referência R.
Em contraste, ajuste lateral do elemento funcio- nal 3 é o ajuste do elemento funcional 3, substancialmente paralelo ao plano de referência R.
Ajustes verticais e laterais podem ser sobrepostos um ao outro neste caso, isso levando a ajustes correspondentes nas direções que são diagonais em relação ao pIano de referência R.
O plano de referência R pode ser orientado em grande parte conforme desejado. Porém, em um refinamento particularmente preferido, o plano de referência R é orientado substancialmente paralelo a uma face pla- na da fechadura de automóvel. Dada uma associação funcional correspon- dente de ajuste vertical e ajuste lateral, esta é estruturalmente vantajosa, 5 como explicado mais abaixo. Porém, em princípio, o plano de referência po- de também ser orientado substancialmente perpendicular a uma face plana da fechadura de automóvel. O elemento funcional 3 é preferivelmente um elemento funcional semelhante à alavanca. lsso significa que o elemento funcional 3 é articula- lO do de modo que pode pivotar de qualquer maneira e tem um braço de ala- vanca que depois também determina a extensão longitudinal do elemento funcional 3.
N Aqui e preferivelmente, o elemento funcional 3 é protendido para % . a posição inicial que é ilustrada na figura 1. A protensão preferivelmente 15 conduz ao elemento funcional 3 sempre automaticamente sempre voltando à posição inicial. Como resultado, apenas um meio de suporte correspondente para o elemento funcional 3 é requerido para ajustar o elemento funcional 3. lsto também será explicado em mais detalhe mais abaixo. O ajuste vertical e o ajuste lateral do elemento funcional 3 são 20 preferivelmente em cada caso atribuidos a um movimento de pivotamento do elemento funcional 3. Porém, em princípio, providência pode também ser tomada para o ajuste vertical ou para o ajuste lateral do elemento funcional 3 ser atribuído a um movimento de pivotamento do elemento funcional 3. Cada movimento de pivotamento tem um eixo de pivô geométrico associado 3b, 25 3c, estes eixos de pivô cada um correndo em uma região de extremidade do elemento funcional 3. Numerosas opções são possÍveis para projetar o arranjo de mancal 3a. Por exemplo, providência pode ser tomada para o arranjo de 30 mancal 3a ter um elemento de mancal elástico que é fixado primeiramente ao alojamento de trava ou outros ou conectado ao alojamento de trava ou outros ou integralmente formado no alojamento de trava ou outros, e em se-
gundo lugar é conectado ao elemento funcional 3. É também possivel para o arranjo de mancal 3a ter uma região elástica, possivelmente semelhante à borracha, na qual o elemento funcional 3 é inserido. 5 Porém, o arranjo de mancal 3a preferivelmente tem dois elemen- tos de mancal que engastam um ao outro de uma maneira de formação de mancal.
Neste caso, um elemento de mancal é preferivelmente fixo e o outro elemento de mancal é acoplado ou conectado ao elemento funcional 3. Em particular, providência é tomada para fricção ou fricção por deslize prevale- lO cer entre os dois elementos de mancal quando o elemento funcional 3 for ajustado.
Em um refinamento particularmente preferido, o arranjo de man- a cal 3a é pelo menos em parte projetado da maneira de um mancal corrediço. - , Este abrange todos os refinamentos que têm partes que consequentemente 15 deslizam umas nas outras no caso de um ajuste vertical e/ou lateral.
O ar- ranjo de mancal 3a é preferivelmente projetado na forma de um mancal cor- rediço puro.
Em um refinamento particularmente preferido, o arranjo de man- cal 3a do elemento funcional 3 é equipado com um primeiro mancal pivô pa- 20 ra o ajuste vertical e com um segundo mancal pivô para o ajuste lateral, com os dois mancais de pivô preferivelmente estando localizados em uma região de extremidade do elemento funcional 3. Um arranjo particularmente com- pacto pode ser alcançado pelos dois mancais de pivô que são dispostos da maneira de uma junta de Cardan. 25 De acordo com um outro refinamento preferido, o arranjo é pro- jetado em uma maneira estruturalmente mais simples e particularmente compacta pelo arranjo de mancal 3a que é equipado com um mancal de so- quete de esfera/esfera.
Este é fornecido desse modo em todas as modalida- des exemplares que estão ilustradas no desenho.
Neste caso, um soquete 30 de esfera 3d e uma esfera 3e que engasta com o soquete de esfera 3d são associados ao arranjo de mancal 3a.
Aqui e preferivelmente, a esfera 3e é disposta em uma extremidade do elemento funcional 3, enquanto a soquete de esfera 3d é formado de uma maneira estacionária, preferivelmente dis- posto em um alojamento da fechadura de automóvel.
Além de um movimento de pivotamento, a adaptabilidade do e- lemento funcional 3 pode, em princípio, também envolver um movimento 5 linear.
Para este fim, providência é preferivelmente tomada para o arranjo de mancal 3a ter um guia linear, em particular para o ajuste vertical.
O arranjo de mancal 3a não é uma parte constituinte do elemen- to funcional 3 em quaisquer das modalidades exemplares.
A função de man- cal do arranjo de mancal 3a não é atribuida à resiliência do elemento funcio- lO nal 3. Contra este fundamento, o arranjo de mancal 3a é um componente independente.
Além disso, providência é preferivelmente tomada para a função de mancal do arranjo de mancal 3a não ser atribuída a um componente que, em relação a sua forma básica, corresponda à forma básica do elemento funcional 3. Se, por exemplo, o elemento funcional 3 for projetado na forma de um fio ou tira, a função de mancal do arranjo de mancal 3a ainda não é atribuída a uma mola ou outros que é curvada de um fio ou tira. lsto enfatiza a independência do arranjo de mancal 3a.
Providência é preferivelmente tomada, muito em geral, para a função de mancal do arranjo de mancal 3a não ser atribuída à resiliência de um fio ou tira resiliente.
Uma variedade de opções é possÍvel para configuração do ele- mento funcional 3. Porém, em um refinamento preferido, o elemento funcio- nal 3 tem uma forma alongada.
Neste caso, o elemento funcional 3 é preferi- velmente projetado em uma maneira inflexível, ainda preferivelmente não- resiliente, e em particular rlgida.
Um projeto particularmente compacto pode ser alcançado pelo funcional elemento 3 a ser projetado na forma de uma haste Olj na forma de um fio.
O elemento funcional 3 preferivelmente tem uma seção trans- versal circular.
Porém, pode também ser vantajoso, em particular em termos de produção, que o elemento funcional 3 seja projetado na forma de uma fita ou 'tira uma vez que elementos deste tipo podem ser prendidos de uma ma- neira simples.
Nas modalidades exemplares ilustradas, e neste respeito prefe- ridas, o elemento funcional 3 é projetado para estar reto nas seções.
Porém, 5 dependendo da aplicação, pode também ser vantajoso para o elemento fun- cional 3 ser emparelhado às condições estruturais e divergir consideravel- mente de um projeto reto.
Dependendo da carga mecânica no elemento funcional 3, pode ser vantajoso para o elemento funcional 3 ser composto de um material me- lO tálico ou um material plástico.
O mecanismo de trava 2, como é conhecido per se, tem uma a- lavanca operacional externa pivotável 4 e possivelmente uma alavanca ope- racional interna pivotável 5. É agora essencial para o mecanismo de trava 2 ser capaz de ser movido para os estados funcionais correspondentes, prefe- rivelmente nos estados funcionais "destrancado" e "trancado", ainda preferi- velmente no estado funcional "trancado antifurto", ainda preferivelmente no estado funcional "trancado com segurança para crianças", por meio de um ajuste vertical do elemento funcional 3. Além disso, uma pIuralidade de ele- mentos funcionais 3 pode, em principio, ser provida para ajustar os estados funcionais acima mencionados.
Para realizar estados funcionais do mecanismo de trava 2, o e- lemento funcional 3 preferivelmente fornece um acoplamento comutável en- tre os elementos de ajuste 1, 4, 5 do mecanismo de trava 2. Aqui e preferi- velmente, o dito acoplamento comutável é um acoplamento entre os elemen- tos de ajuste Iingueta 1 por um lado e alavanca operacional externa 4 e/ou alavanca operacional interna 5 por outro lado.
As figuras 1 a 3 mostram uma variante preferida sem uma alavanca operacional interna 5, isto sendo pos- sivelmente vantajoso em certas aplicações.
Em um refinamento particularmente preferido, providência é to- mada para o elemento funcional 3 ser movido, ou para ser possÍvel para o dito elemento funcional 3 ser movido, diretamente em engaste com os ele- mentos de ajuste 1, 4, 5 acima e acoplar aos elementos de ajuste 1, 4, 5 em uma primeira posição funcional (figuras 1, 4). Por uma segunda posição fun- cional, o elemento funcional 3 é desengastado de pelo menos um elemento de ajuste 1, 4, 5 e consequentemente desacopla os elementos de ajuste 1, 4, 5. Engaste na maneira acima pode, como neste caso, ser engaste direto 5 ou então engaste indireto por meio de uma alavanca intermediária ou outros. Como explicado ainda acima, o elemento funcional 3 serve, aqui e preferi- velmente, como um elemento funcional para transmitir a força de acopla- mento. Neste caso, a força que pode ser transmitida por meio do elemento funcional 3 preferivelmente atua perpendicular na extensão Iongitudinal do elemento funcional 3. No caso do elemento funcional 3 ser projetado na for- ma de uma haste ou fio, a força de acoplamento preferivelmente atua per- pendicular à respectiva seção semelhante à hasta ou fio do elemento funcio- nal 3. Dado um estado funcional correspondente do mecanismo de trava 2, que é ilustrado nas figuras 1 e 4, operação da alavanca operacional externa 4 e/ou da alavanca operacional interna 5, que está presente apenas na modalidade exemplar na figura 4, pela ação de acoplamento acima do elemento funcional 3 faz com que a lingueta 1 seja erguida. O desenho e as modalidades detalhadas seguintes mostram que levantamento da lingueta 1 é acompanhado por um ajuste lateral do elemento funcional 3 neste caso. Em um refinamento particularmente preferido, providência é to- mada, para este propósito, para o elemento funcional 3 ser orientado subs- tancialmente radialmente em relação ao eixo geométrico do pivô da lingueta
1. lsto significa que o elemento funcional 3 estende-se correspondentemente de forma radial. Nas modalidades ilustradas exemplares, e neste respeito preferidas, o elemento funcional 3 também se estende substancialmente ao longo da lingueta 1. Em princípio, esta orientação radial pode também estar relacionada a um do eixo geométrico do pivô da alavanca operacional exter- na 4 ou da alavanca operacional interna 5 que pode estar presente. Porém, não faz nenhuma diferença neste caso uma vez a lingueta 1, a alavanca o- peracional externa 4 e a alavanca operacional interna 5 podem ser pivotadas no mesmo eixo geométrico do pivô. Um nivel alto de densidade pode ser alcançado com um arranjo deste tipo. Neste contexto, o eixo geométrico do pivô pode ser o eixo físico do pivô ou então apenas o eixo geométrico do pivô. Para realizar o acoplamento entre a alavanca operacional exter- na 4 e a Iingueta 1 como debatido acima, providência é preferivelmente to- mada para a lingueta 1 ou uma alavanca que é acoplada à lingueta 1 ter um perfil acionador da lingueta 6, com a alavanca operacional externa 4 ou uma alavanca que é acoplada à alavanca operacional externa 4 ainda preferivel- mente tendo um perfi) acionador operacional externo 7. Neste caso, o arran- lO jo nas modalidades exemplares ilustradas é de modo que, quando o elemen- to funcional está na posição funcional "destrancada", a alavanca operacional " externa 4 é acoplada à lingueta 1 por meio do perfil acionador operacional externo 7, do elemento funcional 3 e do perfil acionador da lingueta 6. Esta posição funcional é mostrada claramente nas figuras 1 e 4. Além disso, providência é preferivelmente tomada, no estado funcional "trancado", para o elemento funcional 3 ser desengastado do perfil acionador da lingueta 6 e do perfil acionador operacional externo 7, de modo que a alavanca operacional externa 4 é desacoplada da Iingueta 1. A posi- ção funcional "trancada" é ilustrada através das linhas pontilhadas na figura
2. Também seria suficiente para o elemento funcional 3 ser desen- gastado de um dos dois perfis acionadores 6, 7 acima para realizar a posi- ção funcional "trancada". A ilustração na figura 1 mostra que pivotar a alavanca operacio- nal externa 4 para a esquerda como visto de cima leva o perfil acionador operacional externo 7 a engastar com o elemento funcional 3 e exercer uma força no elemento funcional 3 no ponto de engaste, perpendicular à exten- são longitudinal do elemento funcional 3. lsto leva o elemento funcional 3 a atuar no perfil acionador da Iingueta 6, de modo que a lingueta 1 seja ajusta- da, neste caso erguida. Uma variedade de opções vantajosas é possível para projetar os perfis acionadores 6, 7. Aqui e preferivelmente, o perfil acionador da lingueta
6 é composto de dois blocos de mancal 6a, 6b entre os quais o perfil aciona- dor operacional externo 7 passa na posição funcional "trancada". lsto tem a vantagem que o elemento funcional 3 é suportado otimamente no ponto de engaste no qual a força operacional é transmitida. 5 Outra variante preferida faz providência para o perfil acionador da lingueta 6 ter apenas uma fenda pela qual o perfil acionador operacional externo 7 passa na posição funcional "trancada". A fenda é bloqueada por elemento funcional 3 na posição funcional "destrancada". Deve ser observado que os dois perfis acionadores 6, 7 são fa- lO cilmente trocáveis. lsto significa que os blocos de mancal descritos 6a, 6b ou a fenda descrita podem também ser dispostos na alavanca operacional ex- ' terna 4. No outro refinamento preferido de acordo com as figuras 4 e 5, uma alavanca operacional interna 5 é fornecida além da alavanca operacio- nal externa 4. Consequentemente, providência é adicionalmente de prefe- rência feita para a alavanca operacional interna 5 ou uma alavanca que é acoplada à alavanca operacional interna 5 ter um perfil acionador operacio- nal interno 8. Aqui, quando o elemento funcional 3 estiver na posição funcio- nal "destrancada", a alavanca operacional interna 5 é acoplada à lingueta 1 por meio do perfil acionador operacional interno 8, do elemento funcional 3 e do perfil acionador da lingueta 6. Portanto, a lingueta 1 pode também ser erguida por meio da alavanca operacional intema 5. Além disso, providência é consequentemente tomada aqui para o elemento funcional 3 ser desen- gastado do perfil acionador da lingueta 6 e do perfil acionador operacional interno 8, e, portanto, para a alavanca operacional interna 5 ser desacoplada da lingueta 1, no estado funcional "trancado". Neste caso, também providên- cia pode ser tomada para o elemento funcional 3 ser desengastado apenas de um dos dois perfis acionadores 6, 8. Uma vez que, na posição funcional "trancada", a operação da alavanca operacional interna 5 tem que conduzir não obstante à lingueta 1 sendo erguida, providência é tomada, aqui e preferivelmente, para operação a alavanca operacional interna 5 levar o mecanismo de trava 2 ser movido do estado funcional "trancado" para o estado funcional "destrancado". Deta- lhes relativos ao modo em que este processo de destravamento prossegue serão explicados em mais detalhe abaixo.
Em primeiro lugar, é essencial aqui, com respeito à operação da alavanca operacional interna 5, para curso livre inicial ser fornecido e para o processo de destravamento ocorrer quando o dito curso livre estiver comple- to.
O curso livre é preferivelmente realizado de modo que o perfil acionador operacional interno 8 é espaçado além do elemento funcional 3 por um es- paçamento de curso livre 9 no estado inoperante.
Na modalidade preferida com curso livre, pivotamento da ala- vanca operacional interna 5 primeiramente leva ao destravamento (de qual- quer maneira desejada que não é ilustrada nas figuras 1 a 5) na posição funcional "trancada" como resultado daquele elemento funcional 3 cair da posição desviada para a posição que é ilustrada na figura 4. À medida que a alavanca operacional interna 5 é pivotada ademais, a lingueta 1 é erguida.
Porém, providência pode também ser tomada, em princípio, para duplo pivotamento da alavanca operacional interna 5 ser necessário na posi- ção funcional "trancada". lsto é em geral referido como uma "função de táxi de pistão duplo". Esta variante é também fácil de realizar.
Quando a alavan- ca operacional interna 5 é pivotada primeiro, o elemento funcional 3 especifi- camente poderia cair sobre o ombro 8a que é mostrado nas figuras 4, 5, do perfil acionador operacional interno 8. Porém, o elemento funcional 3 seria retido lá apenas até a alavanca operacional interna 5 pivotar de volta, a fim de depois ser pivotada durante uma segunda vez, neste momento para er- guer a lingueta 1. Uma unidade de controle 10 é provida para ajustar o elemento funcional 3 verticalmente de uma maneira controlada.
É também possÍvel, em princípio, para uma pluralidade de elementos funcionais 3 que são para ser ajustados, ou outros elementos funcionais 3 de projeto convencional, ser associada à unidade de controle 10. O elemento funcional associado 3 pode consequentemente ser ajustado em várias posições funcionais por meio da unidade de controle 10. Várias posições funcionais são alcançadas por meio do elemento funcional 3 que retorna de uma maneira resiliente. Duas moda- lidades exemplares preferidas de uma unidade de controle 10 de acordo com a proposta são mostradas de uma maneira altamente esquemática nas figuras 6, 7 e figuras 8, 9. 5 Nas duas modalidades ilustradas exemplares, e neste respeito preferidas, a unidade de controle 10 tem um eixo de controle 11 no qua) o elemento funcional associado 3 é suportado, de modo que o elemento fun- cional 3 pode ser desviado na direção vertical por meio de ajuste do eixo de controle 11. Em um refinamento particularmente preferido, o elemento fun- lO cional 3 estende-se substancialmente perpendicular ao eixo do eixo geomé- trico de controle 12. A unidade de controle 10 é preferivelmente uma unidade de con- - trole motorizada 10. O eixo de controle 11 é depois - como ilustrado - aco- - plado a um motor de acionamento 13. Neste caso, o eixo de controle 11 po- - 15 de ser disposto diretamente no eixo de motor 14 do motor de acionamento
13. Porém, é também possível para o eixo de controle 11 engastar com o eixo de motor, para formar uma conexão de acionamento, por meio de um pinhão ou outros. A unidade de controle 10 pode também ser projetada para ser 20 manualmente ajustável. Por exemplo, a unidade de controle 10 é depois co- nectada aos elementos operacionais manuais correspondentes, tais como um cilindro de travamento ou um botão de travamento interno. O eixo de controle 11 pode ser movido - através do motor ou manualmente - nas posições de controle "destrancada" e "trancada". Neste 25 caso, o dito eixo de controle 11 move o elemento funcional 3 para a posição funcional "trancada" ou permite o dito elemento funcional 3 retornar para a posição funcional "destrancada". Aqui e preferivelmente, o eixo de controle 11 é projetado da ma- neira de um eixo cle comando, com o elemento funcional associado 3 sendo 30 suportado no eixo de comando e sendo possÍvel para o dito elemento fun- cional associado ser correspondentemente desviado por meio de um ajuste do eixo de comando. lsto é ilustrado na figura 7.
Neste caso, figura 7a) mostra a posição funcional "destrancada", que corresponde às ilustrações nas figuras 1, 4. A figura 7b mostra um pri- meiro ajuste do eixo de controle 11, girado à esquerda na figura 7, sem o elemento funcional 3 sendo ajustado.
Como resultado, o motor de aciona- 5 mento 13 é submetido apenas à carga baixa durante a partida, isto levando ao projeto custo-efetivo do motor de acionamento.
Durante outro ajuste do eixo de controle 11, a came 11a que é disposta no eixo de controle 11 des- via o elemento funcional 3 na figura 7 para cima (figura 7c). Esta correspon- de à posição funcional "trancada". A dita posição funcional do elemento fun- lO cional 3 é ilustrada através das linhas pontilhadas na figura 2. Pode ser visto olhando nas figuras 6 e 7 junto que o ajuste do elemento funcional 3 pode ser realizado por meio de um eixo de controle 11 em uma maneira particular estruturalmente simples.
Uma alternativa preferida para o projeto do eixo de controle 11 da maneira de um eixo de comando é para o eixo de controle 11 ser projeta- do da maneira de um eixo de manivela.
O elemento funcional associado 3 é depois consequentemente suportado no eixo de manivela, em particular nas seções excêntricas do eixo de manivela.
Vantagens particulares em termos de produção podem ser realizadas pelo eixo de controle 11 sendo projetado da maneira de um fio curvado.
Um arranjo particularmente compacto é for- necido se o eixo de controle 11 for simultaneamente o eixo de motor 14 do motor de acionamento 13. Já foi debatido mais acima que, no estado funcional "traricado", a operação da alavanca operacional interna 5 leva a um processo de destra- vamento.
Nas modalidades exemplares que são ilustradas nas figuras 6, 7 e 8, 9, e neste respeito são preferidas, o eixo de controle 11 é fornecido, para este propósito, com um perfil de anulação 11b.
Um outro perfil de anulação 5b que é disposto na alavanca operacional interna 5 ou em uma alavanca que é acoplada à alavanca operacional interna é associado ao dito perfil de anulação 11b, o dito outro perfil de anulação 5b sendo ilustrado nas figuras 4 e 5. No estado funcional "trancado" (figura 7c), o perfil de anulação
5b da extremidade da alavanca operacional interna engasta com o perfil de anulação 11b da extremidade do eixo de controle e move o eixo de controle 11 para a posição de controle "destrancada" (figura 7a) quando a alavanca operacional interna 5 for operada.
Como resultado, o elemento funcional 3 é 5 consequentemente movido para a posição funcional "destrancada" e, por conseguinte, o mecanismo de trava 2 é movido para o estado funcional "des- trancado". Outras variantes são possÍveis para projetar este processo de destravamento.
Posicionamento do eixo de controle 11 é preferivelmente execu- lO tado no modo bloqueado.
Na modalidade exemplar que é ilustrada nas figu- ras 6, 7, o perfil de anulação 11b percorre contra um elemento de bloqueio 15 uma vez o eixo de controle 11 é ajustado da posição de controle "des- - trancada" para a posição de controle "trancada". O eixo de controle 11 pode ser igualmente retornado para a po- . 15 sição de controle "destrancada" no modo bloqueado.
Porém, é também pos- sÍvel fornecer uma solução relacionada ao controle para este propósito.
Um outro elemento de bloqueio não é fornecido aqui e preferivelmente.
A modalidade exemplar que é ilustrada nas figuras 8, 9 corres- ponde à modalidade exemplar que é ilustrada nas figuras 6, 7 e foi estendida 20 para realizar o estado funcional "trancado antifurto". O eixo de controle 11 pode consequentemente ser movido para a posição de controle "trancada antifurto" que inicialmente corresponde à posição "trancada" em relação ao ajuste do elemento funcional 3. Porém, na posição de controle "trancada an- tifurto", o eixo de controle 11 é posicionado de modo que o perfil de anula- 25 ção 11b da extremidade do eixo de controle é situado fora da faixa de movi- mento 16 do perfil de anulação 5b da extremidade operacional interna.
A figura 9 mostra as posições de controle diferentes desta moda- lidade exemplar preferida.
A figura 9a) mostra o estado destrancado em que, como já explicado, o elemento funcional 3 não é desviado.
Em contraste, a 30 figura 9b) mostra a posição de controle "trancada" em que o elemento fun- cional 3 é desviado e o perfil de anulação 11b da extremidade do eixo de controle é situado na faixa de movimento 16 do perfil de anulação 5b da ex-
tremidade operacional interna 5b.
A figura 9c) mostra um estado intermediá- rio entre a posição de controle "destrancada" e a posição de controle "tran- cada antifurto". A figura 9d) mostra a posição de controle "trancada antifur- to". Olhando as figuras 9b) e 9d) juntas mostra que, aqui e preferivelmente, o 5 desvio do elemento funcional 3 nas posições de controle "trancada" e "tran- cada antifurto" são idênticas.
O que é essencial na posição de controle "trancada antifurto" que é ilustrada na figura 9d) é o fato que o perfil de anulação 11b da extre- midade do eixo de controle é situado fora da faixa de movimento 16 do perfil 10 de anulação 5b da extremidade operacional interna. lsto assegura que, no estado funcional "trancado antifurto", a lingueta 1 não podem ser igualmente erguida pela alavanca operacional interna 5. . O eixo de controle 11 é controlado pelo menos em parte no mo-
. do bloqueado na modalidade exemplar ilustrada nas figuras 8, 9 também. 15 lsto refere-se às posições de controle "trancada" e "trancada antifurto" (figu- ra 9b), 9d)) em todo caso.
Para este fim, o eixo de controle 11 tem um perfil de bloqueio 11C que pode engastar com um elemento de bloqueio 17. Aqui e preferivelmente, o elemento de bloqueio 17 é de projeto ajustável e pode ser movido para a posição de bloqueio "trancada" (figura 9b)) e posição de blo- 20 queio "trancada antifurto" (figura 9d)). Um outro motor de acionamento 18 é fornecido para o propósito de ajustar o elemento de bloqueio 17. Porém, a- juste manual do elemento de bloqueio 17 é, em princípio, também possÍvel neste caso.
O elemento de bloqueio 17 pode ser disposto diretamente no eixo de motor 19 do motor de acionamento 18. Porém, é também possÍvel, 25 em principio, para o elemento de bloqueio 17 ser acoplado ao motor de a- cionamento 18, para formar uma conexão de acionamento, por meio de um pinhão ou outros.
Posições de bloqueio diferentes do eixo de controle 11 podem ser realizadas por meio de ajuste do elemento de bloqueio 17. Quando o 30 elemento de bloqueio 17 estiver na posição de bloqueio "trancada", o eixo de controle 11 é esboçado na posição de controle "trancada" (figura 9b))- Quando o elemento de bloqueio 17 estiver na posição de bloqueio "trancada antifurto", o eixo de controle 11 é esboçado na posição de controle "trancada antifurto" (figura 9d)). Por fim, o elemento de bloqueio 17 executa a função de uma alavanca de travamento antifurto, enquanto o motor de acionamento 18 executa a função de um motor de travamento antifurto, Na modalidade exemplar que é ilustrada nas figuras 8, 9, e neste respeito é preferida, o eixo de controle 11 é também equipado com um perfil de ejetor 11d que, no caso de ajuste manual do eixo de controle 11 da posi- ção de controle "trancada antifurto" (figura 9d)) para a posição de controle "destrancada" (figura 9a)), engasta com o elemento de bloqueio 17 e move o elemento de bloqueio 17 para a posição de bloqueio "trancada". lsto é vanta- joso, por exemplo, no caso de o motor de acionamento 18 (motor de trava- mento antifurto) falhar e destravamento manual ter que ser realizado, por exemplo, por meio de um ciiindro de travamento.
Deve também ser obseNado que, em um refinamento preferido, o elemento funcional 3 acima descrito é acoplado a um dos elementos de ajuste participantes 1, 4, 5, preferivelmente à lingueta 1, à alavanca opera- cional externa 4 ou à alavanca operacional interna 5, em um tal modo que o elemento funcional 3 protende o respectivo elemento de ajuste 1, 4, 5. Este uso dobro do elemento funcional 3 foi debatido mais acima junto com uma mola de lingueta, uma mola de alavanca operacional externa ou uma mola de alavanca operacional interna.
É igualmente possÍvel realizar o estado funcional "trancado com segurança para crianças°' com a fechadura de automóvel de acordo com a proposta, como mostrado mais abaixo.
Uma variante preferida faz providên- cia para um outro elemento funcional 3 que é igualmente ajustado pela uni- dade de controle 10 a ser fornecida.
As figuras 10 a 13 mostram uma outra modalidade de uma fe- chadura de automóvel de acordo com a proposta que é, em princípio, de projeto similar à fechadura de automóvel que é ilustrada nas figuras 4 e 5 e nas figuras 6 a 9. A dita ilustração também mostra a tava acima mencionada que é associada à lingueta 1. Além disso, um mecanismo de trava 2 é tam- bém fornecido aqui, com o mecanismo de trava 2 tendo uma alavanca ope-
racional externa 4 (não ilustrada na figura 13) e uma alavanca operacional interna 5. É também essencial aqui que um elemento funcional 3 no sentido acima seja fornecido, sendo possÍvel para o dito elemento funcional ser ajus- tado em posições funcionais diferentes. 5 Uma unidade de controle 10 com um eixo de controle 11 no qual o elemento funcional associado 3 é suportado é também fornecida na moda- lidade exemplar que é mostrada nas figuras 10 a 13. Além disso, o eixo de controle 11 é igualmente equipado com um perfil de anulação 11b no sentido acima.
Por fim, providência é também tomada aqui para o eixo de controle 11 não só ser movido nas posições de controle "destrancada" e "trancada", mas também na posição de controle "trancada antifurto" em que o perfil de anulação 11b é desativado até certo ponto.
A posição de controle "trancada antifurto" (figura 12) é também alcançada no modo bloqueado neste caso.
Em vista destas caracteristicas de correspondência, que meramente forma uma seleção, referência pode ser feita completamente às explanações rela- tivas às modalidades exemplares que são ilustradas nas figuras 4 e 5, e consequentemente 6 a 9, com respeito às possÍveis variantes e vantagens.
A figura 10 mostra o estado funcional "destrancado" em que o elemento funcional 3 é preferivelmente não desviado.
A ilustração mostra que a alavanca operacional externa 4 é acoplada à lingueta 1 por meio do perfil acionador operacional externo 7 e a alavanca operacional interna 5 é acoplada à lingueta 1 por meio do perfil acionador operacional interno 8, e em cada caso ainda por meio do elemento funcional 3 e do perfil acionador da lingueta 6. As figuras 11 e 13 mostram o estado funcional "trancado". Neste caso, o elemento funcional 3 é desviado de modo que o elemento funcional 3 é desengastado do perfil acionador operacional externo 7 e do perfil acio- nador operacional interno 8. Operação da alavanca operacional interna 5 leva a um ajuste do elemento funcional 3 na posição funcional "destranca- da", como é explicado em mais detalhe junto com o perfil de anulação 11b.
A figura 12 mostra o estado funcional "trancado antifurto" que di- fere do estado funcional "trancado", como explicado, em que o perfil de anu-
Iação 11b da extremidade do eixo de controle é girado fora da faixa de mo- vimento do perfil de anulação 5b da extremidade da alavanca operacional intema.
No caso da modalidade exemplar que é ilustrada nas figuras 10 5 a 13, uma característica especial pode ser vista do modo em que o perfil a- cionador operacional externo 7 e o perfil acionador operacional interno 8 são realizados.
Providência é especificamente tomada aqui para o perfil aciona- dor operacional externo 7 e o perfil acionador operacional interno 8 serem, cada um, projetados na forma de uma rede e correrem ao longo de um seg- lO mento de um cÍrculo em relação ao eixo geométrico do pivô da alavanca o- peracional externa 4 e da alavanca operacional interna 5, respectivamente. lsto pode ser visto particularmente de modo claro na figura 13 com respeito ao perfil acionador operacional interno 8. Providência é também tomada, m
. aqui e preferivelmente, para o perfil acionador operacional externo 7 e o per- 15 fil acionador operacional interno 8 correrem diretamente próximos um ao outro. lsto leva, geral, a um arranjo particularmente compacto.
Deve ser observado aqui que um tal projeto pode também ser fornecido apenas a um dos dois perfis acionadores 7, 8. Em todas as modalidades ilustradas exemplares, e neste respei- 20 to preferidas, providência é tomada para o perfil acionador da lingueta 6, o perfil acionador operacional externo 7 e o perfil acionador operacional inter- no 8 se estenderem substancialmente paralelos ao eixo geométrico do pivô da lingueta 1 e da alavanca operacional externa 4 e da alavanca operacional intema 5, respectivamente. lsto pode, em princípio, também ser fornecido 25 apenas para um dos ditos perfis acionadores 6, 7, 8. Em particular, as altu- ras dos perfis acionadores 6, 7, 8 podem diferir, como será mostrado.
No caso da modalidade exemplar que é ilustrada nas figuras 10 a 13, uma característica especial ainda pode ser vista do modo em que o perfil de anulação 11b é realizado, o dito perfil de anulação, no sentido aci- 30 ma, interagindo com um perfil de anulação 5b da extremidade da alavanca operacional interna.
Providência é tomada, aqui e preferivelmente, para o perfil de anulação 11b da extremidade do eixo de controle ser projetado de modo que, no estado funcional "trancado", o perfil de anulação 5b da extre- midade da alavanca operacional interna corre substancialmente paralelo ao eixo do eixo geométrico de controle 12 e move o eixo de controle 11 para a posição de controle "destrancada" quando a alavanca operacional interna 5 5 for operada.
Neste caso, o perfil de anulação 11b da extremidade do eixo de controle é preferivelmente projetado como um chanfro contínuo que corre ao longo do eixo do eixo geométrico de controle 12, em particular como uma seção de um perfil de rosca-sem-fim que é orientado ao Iongo do eixo do eixo geométrico de controle 12. A ilustração na figura 13 mostra o estado em que o perfil de anulação 5b da extremidade da alavanca operacional interna engasta com o perfil de anulação 11b da extremidade do eixo de controle durante a operação da alavanca operacional interna 5. Uma outra caracteristica especial da modalidade exemplar que é ilustrada nas figuras 10 a 13 envolve o projeto do came 11a do eixo de con- trole 11. Este came 11a é especificamente projetado de modo que estados estáveis são, em cada caso, ajustados para as posições de controle "des- trancada", "trancada" e "trancada antifurto" por causa da protensão do ele- mento funcional 3. O arranjo é projetado de modo que um desvio aumentado do elemento funcional 3 tem que ser "superado" em cada caso quando o eixo de controle 11 é ajustado entre as ditas posições de controle. lsto é rea- lizado pelo came 11a que é equipado com bordas correspondentes 21, 22. Como resultado, a protensão do elemento funcional 3 junto com o projeto do came 11a leva o eixo de controle 11 ser contido na respectiva posição de controle.
Ajustando o eixo de controle 11 pelo motor é também uma ca- racterística especial no caso da modalidade exemplar que é ilustrada nas figuras 10 a 13. Em princlpio neste caso também, o eixo de controle 11 tem uma perfil de bloqueio 11c que pode ser movido para engaste com um ele- mento de bloqueio 17. O eixo de controle 11 e o elemento de bloqueio 17 podem ser preferivelmente ajustados pelo motor neste caso também.
Dois motores de acionamento (não ilustrados) são preferivelmente fornecidos pa- ra este propósito, os eixos de acionamento dos ditos motores de acionamen-
to ainda preferivelmente sendo orientados ao longo do eixo do eixo geomé- trico de controle 12 ou paralelo ao eixo do eixo geométrico de controle 12. O elemento de bloqueio 17 bloqueia o eixo de controle 11 inici- almente na posição de controle "trancada" e, para este propósito, engasta 5 com o perfil de bloqueio 11C.
Para ajustar o eixo de controle 11 na posição de controle "trancada antifurto", o elemento de bloqueio 17 é movido uma distância curta em um rebaixo semelhante à boca no perfil de bloqueio 11C.
O eixo de controle 11 pode depois ser ajustado na direção da posição de controle "trancada antifurto" até o elemento de bloqueio 17 preferivelmente 10 tornar-se emperrado no rebaixo semelhante à boca no perfil de bloqueio 11C e bloquear adicionalmente o ajuste do eixo de controle 11. O projeto acima do perfil de bloqueio 11C do eixo de controle 11 com um rebaixo semelhante à boca, portanto, poupa de uma parada adicio- - nal ou outros, que é substituído aqui pelo emperramento do elemento de 15 bloqueio 17. O rebaixo semelhante à boca acima também tem uma outra van- tagem.
Especificamente, o dito rebaixo também fornece um perfil de ejetor 11d como explicado junto com a modalidade exemplar que é ilustrada nas figuras 8, 9, o dito perfil de ejetor 11d movendo o elemento de bloqueio 17 20 para a posição de bloqueio "trancada" quando o eixo de controle 11 for ajus- tado manualmente da posição de controle "trancada antifurto" (figura 12) pa- ra a posição de controle "destrancada" (figura 10). O perfil de anulação 11b é girado fora da faixa de movimento do perfil de anulação 5b da extremidade operacional interna 5b na posição de 25 controle "trancada antifurto" em todo caso.
Isto corresponde substancialmen- te ao principio funcional das modalidades exemplares que são ilustradas nas figuras 4 a 9. O projeto do came 11a do eixo de controle 11 é finalmente van- tajoso já que tem, no lado, um ombro associado 23 que impede do elemento 30 funcional 3 saltar do came 11a no lado. já foi observado que a fechadura de automóvel de acordo com a proposta pode ser facilmente equipada com uma função de trava de segu-
rança para crianças.
Para este fim, as figuras 14 e 15 mostram os compo- nentes selecionados de uma unidade de controle 10, em particular o eixo de controle 11 de uma fechadura de automóvel que do contrário corresponde ao projeto que é mostrado nas figuras 10 a 13. 5 O eixo de controle 11 que é ilustrado nas figuras 14 e 15 tam- bém opera, em princípio, da mesma maneira que o eixo de controle 11 que é mostrado nas figuras 10 a 13. Consequentemente, o dito eixo de controle é equipado com um came 11a (apenas esquematicamente ilustrado) para en- gastar com o elemento funcional 3. Um perfil de anulação 11b e um perfil de bloqueio 11c no sentido acima são fornecidos em princípio, mas não são ilustrados aqui.
Na modalidade exemplar ilustrada nas figuras 14 e 15, providên- cia é tomada para o mecanismo de trava 2 ser movido, no sentido acima, em paralelo no estado funcional "trancado com segurança para crianças", e, como resultado, para a posição funcional "destrancada" para alterar automa- ticamente para a posição funcional "destrancada/trancada com segurança para crianças". lsto significa que um ajuste do eixo de controle 11 na posição de controle "destrancada" não causa um ajuste do elemento funcional 3 na posição funcional "destrancada", mas do contrário na posição funcional "des- trancada/trancada com segurança para crianças". Na posição funcional "destrancada/trancada com segurança pa- ra crianças", a alavanca operacional interna 5 é desacoplada da lingueta 1 e a alavanca operacional externa 4 é acoplada à lingueta 1. Portanto, medidas são tomadas no mecanismo de trava 2 para assegurar que, no estado fun- cional "trancado com segurança para crianças", um processo de destrava- mento automático leva o elemento funcional 3 a alterar-se para a posição funcional "destrancada/trancada com segurança para crianças". A posição funcional "destrancada/trancada com segurança para crianças" é preferivel- mente situada entre a posição funcional "destrancada" e a posição funcional "trancada". A posição funcional "destrancada/trancada com segurança para crianças" do elemento funcional 3 é esquematicamente ilustrada na figura 15
C). A dita figura mostra que o perfil acionador operacional externo 7 e o perfil acionador operacional interno 8 são projetados de modo que, nesta posição funcional, o elemento funcional 3 é destrancado do perfil acionador opera- cional interno 8 e a alavanca operacional interna 5 é desacoplada da lingue- 5 ta 1, e que a alavanca operacional externa 4 é acoplada à lingueta 1 por meio do perfil acionador operacional externo 7, do elemento funcional 3 e do perfil acionador da lingueta 6. Este acoplamento seletivo dos dois perfis a- cionadores 7, 8 acima é realizada pelo perfil acionador operacional externo 7 que tem uma altura maior que o perfil acionador operacional interno 8, como visto na direção de desvio do elemento funcional 3. isto pode ser visto na ilustração na figura 15. Os perfis acionadores 6, 7, 8 não são ilustrados na figura 14. As figuras 14 e 15 mostram uma realização particularmente compacta do estado funcional "trancado com segurança para crianças". Para este fim, um elemento funcional é ainda fornecido, especificamente um ele- mento de trava de segurança para crianças 20 independentemente ajustá- vel que pode ser ajustado entre uma posição "trancada com segurança para crianças" (figura 15C)) e uma posição "destrancada a segurança para crian- ças" (figura 15 a), b)). Este ajuste do elemento de trava de segurança para crianças 20 corresponde ao engaste dos estados funcionais "trancado com segurança para crianças" e "destrancada a segurança para crianças". No estado funcional "trancado com segurança para crianças", o elemento de trava de segurança para crianças 20 retém o elemento funcio- nal 3 na posição funcional "destrancada/trancada com segurança para crian- ças", que fica a montante da posição funcional "destrancada", quando o eixo de controle 11 for ajustado na posição de controle "destrancada". lsto signifi- ca que, no estado funcional "trancado com segurança para crianças", o eixo de controle 11 pode ser movido para todas possÍveis posições de controle, com o ajuste da posição de controle "destrancada" Ievando ao elemento fun- cional 3 sendo retido na posição funcional "destrancada/trancada com segu- rança para crianças" a montante.
Quando o eixo de controle 11 for ajustado na posição de contro-
Ie "trancada", o elemento funcional 3 é ajustado, de uma maneira inalterada, para a posição funcional "trancada" se o meio de trava de segurança para crianças for engastado.
Operação da alavanca operacional interna 5 também causa um processo de destravamento por meio do perfil de anulação 11b. 5 Porém, aqui o elemento funcional 3 cai de voIta para a posição funcional "destrancada/trancada com segurança para crianças" a montante, de modo que a lingueta 1 não pode ser erguida por meio da alavanca operacional in- terna 5. Uma variedade de variantes vantajosas é possÍvel para estrutu- lO ralmente realizar o elemento de trava de segurança para crianças 20. Em um refinamento particularmente preferido, providência é tomada para o ele- mento de trava de segurança para crianças 20 ser projetado como um eixo de trava de segurança para crianças, com o eixo de trava de segurança para crianças 20 ainda preferivelmente sendo orientado ao longo do eixo do eixo geométrico de controle 12. lsto é ilustrado nas figuras 14 e 15. lsto leva a um arranjo particularmente compacto se o eixo de trava de segurança para cri- anças 20 for pelo menos parcialmente integrado no eixo de controle 11. Aqui e preferivelmente, o eixo de trava de segurança para crianças 20 é integrado até mesmo completamente no eixo de controle 11, com o eixo de trava de segurança para crianças 20 sendo disposto em um comutador 24 no eixo de controle 11. Para o engaste do eixo de trava de segurança para crianças 20 com o elemento funcional 3, pode ser vantajoso que o eixo de trava de segu- rança para crianças 20 seja projetado da maneira de um eixo de comando, especificamente em um tal modo que o elemento funcional associado 3 é suportado no eixo de comando.
Porém, na modalidade exemplar que é ilus- trada nas figuras 14 e 15, e neste respeito é preferida, o eixo de trava de segurança para crianças 20 é projetado da maneira de um eixo de manivela, e o elemento funcional associado 3 é suportado no eixo de manivela 20. Neste caso, o eixo de manivela 20 tem uma seção de engaste 20a que pode ser consequentemente movido para engaste com o elemento funcional 3. O eixo de trava de segurança para crianças 20 é formado integralmente, em particular na forma de um fio curvado ou outros, este sendo vantajoso em termos de produção- O elemento de trava de segurança para crianças 20 pode, como explicado, ser movido para a posição "trancada com segurança para crian- 5 ças" e pra a posição "destrancada a segurança para crianças". Para este propósito, o elemento de trava de segurança para crianças 20 tem uma se- ção de ajuste associada 20b por meio da qua! o elemento de trava de segu- rança para crianças 20 pode ser ajustado.
Por exemplo, a dita seção de a- juste 20b é acoplada a um interruptor de trava de segurança para criança que é acessível da extremidade de uma porta lateral, ou para uma unidade de trava de segurança para criança.
Olhando para as ilustrações na figura 15, pode também ser visto que o elemento de trava de segurança para crianças 20, quando na posição "destrancada a segurança para crianças", não influencia o ajuste do elemen- to funcional 3. O elemento funcional 3 pode ser movido para a posição fun- cional "destrancada" (figura 15a)), para a posição funcional "trancada" (figura 15b)) e para a posição funcional "trancada antifurto" (não ilustrada). Este não é o caso quando o estado funcional "trancado com segurança para crian- ças" é fixo, como mostrado na figura 15C). Neste caso, o eixo de controle 11 esta na posição de controle "destrancada". Porém, o elemento funcional 3 não alcança a posição funcional "destrancada", mas do contrário é retido automaticamente no estado funcional "destrancado/trancado com segurança para crianças" pelo elemento de trava de segurança para crianças 20. O comportamento funcional resultante foi explicado mais acima.
Em todas as modalidades exemplares ilustradas, o eixo de con- trole 11 é preferivelmente produzido de um material plástico tendo a maior dureza possÍvel.
Ao mesmo tempo, os materiais devem ser selecionados de modo que pouca fricção quanto possivel é produzida entre o elemento fun- cional3eoeixodecontrole11. Se o perfil acionador da lingueta 6 tiver dois ou mais blocos de mancal 6a, 6b como debatido acima, as alturas dos dois blocos de mancal 6a, 6b preferivelmente diferem, como visto na direção do desvio do elemento funcional 3. As faces superiores dos blocos de mancal 6a, 6b preferivelmen- te ficam em uma linha reta que é orientada substancialmente paralela ao elemento funcional 3 completamente desviado.
Mais otimização da fechadura de automóvel de acordo com a 5 proposta envolve o eixo de controle 11 tendo um perfil adicional que pode ser associado a uma porca de trava ou outros.
Um perfil adicional deste tipo pode ser realizado, em principio, com um nivel de despesa baixo e com um grau alto de densidade.
Um refinamento preferido que pode ser usado dentro do contex- lO to de operação de emergência envolve o elemento funcional 3 estando situ- ado na faixa de movimento de uma alavanca operacional de emergência, especificamente independentemente da posição funcional do elemento fun- cional 3. Um outro ensinamento, que é igualmente acordado com um sig- nificado independente, reivindica uma fechadura de automóvel que, além da realização da adaptabilidade do elemento funcional 3, é inicialmente constru- ida da mesma maneira que as travas de automóvel descritas acima.
Refe- rência pode ser feita às modalidades acima neste respeito.
De acordo com este outro ensinamento, para o qual uma moda- lidade exemplar não é ilustrada, é essencial para o elemento funcional 3 ser resiliente, em particular estar na forma de um fio ou tira flexível resiliente, pelo menos em seções.
Refinamentos preferidos de um elemento funcional 3 deste tipo sào explicados na DE 10 2008 018 500.0 do mesmo requerente, o conteúdo do dito documento formando parte do assunto do presente pedi- do de neste respeito.
Além disso, o elemento funcional 3 é montado em uma sub- região, em particular uma região de extremidade, do elemento funcional 3 por meio de um arranjo de mancal 3a, especificamente de modo que o ele- mento funcional 3 pode ser ajustado, em relação ao plano de referência R acima, na direção vertical ou na direção lateral somente por meio do arranjo de mancal 3a e consequentemente na direção lateral ou na direção vertical somente por dobramento resiliente do elemento funcional 3. Deve ser obser-
vado, neste contexto, em particular, que todas as modalidades acima cjue são transformadas em possÍveis refinamentos de um arranjo de mancal 3a são igualmente aplicáveis.
Uma modalidade exemplar preferida do ensinamento adicional 5 envolve um elemento funcional semelhante a fio 3 que é angulado em uma extremidade, com a extremidade angulada sendo inserida em um orifício no alojamento de trava ou outros, este orifício sendo orientado perpendicular a uma face pIana da fechadura de automóvel.
Neste caso, este orifício forma o arranjo de mancal 3a e permite o elemento funcional 3 ser lateralmente pivo- lO tado.
Ajuste vertical pode ser agora alcançado dobrando o elemento funcio- nal 3 de uma maneira resiliente.
Por via de exemplo, providência pode ser tomada, como expli- cado acima, para o ajuste vertical do elemento funcional 3 para ser associa- do com o ajuste correspondente de um estado funcional do mecanismo de trava 2 e, em particular, para levantamento da lingueta 1 a ser acompanhado pelo ajuste lateral do elemento funcional 3.

Claims (27)

REIVINDICAÇÕES
1. Fechadura de automóvel tendo os elementos de trancamento de trava e lingueta (1) e tendo um mecanismo de trava (2), sendo possÍvel para o mecanismo de trava (2) ser movido para estados funcionais diferen- tes tais como "destrancado", "trancado", "trancado antifurto" ou "trancado com segurança para crianças" e com o dito mecanismo de trava (2), para este propósito, tendo pelo menos um elemento funcional (3) que pode ser ajustado em posições funcionais correspondentes, caracterizada em que o elemento funcional (3) é montado em uma sub-região, em particular uma região de extremidade, do elemento funcional (3) por meio de um arranjo de mancal (3a) de modo que o resto do elemento funcional (3) pode ser ajustado tanto na direção lateral como na direção vertical, em cada caso substancialmente perpendicular a sua extensão longitudinal, em rela- ção a um pIano de referência (R)-
2. Fechadura de automóvel de acordo com a reivindicação 1, caracterizada em que a fechadura de automóvel tem uma face pIana, e em que o plano de referência (R) é orientado substancialmente paralelo ou substancialmente perpendicular à face plana.
3. Fechadura de automóvel de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizada em que o elemento funcional (3) é projetado na forma de uma alavanca.
4. Fechadura de automóvel de acordo com uma das reivindica- ções precedentes, caracterizada em que o elemento funcional (3) é proten- dido para uma posição inicial.
5. Fechadura de automóvel de acordo com uma das reivindica- ções precedentes, caracterizada em que o ajuste vertical e/ou o ajuste Iate- ral do elemento funcional (3) é/sãO atribuído(s) a um movimento de pivota- mento do elemento funcional (3), preferivelmente em que o eixo geométrico do pivô (3b, 3c) ou os eixos geométricos do pivô (3b, 3c) corre(m) em uma região de extremidade do elemento funcional (3).
6. Fechadura de automóvel de acordo com uma das reivindica- ções precedentes, caracterizada em que o arranjo de mancal (3a) tem dois elementos de mancal que se engastam um ao outro de uma maneira de mancal, preferivelmente em que o arran jo de mancal (3a) é pelo menos em parte, de preferência completamente, projetado da maneira de um mancal corrediço. 5
7. Fechadura de automóvel de acordo com uma das reivindica- ções precedentes, caracterizada em que o arranjo de mancal (3a) do ele- mento funcional (3) tem um mancal de pivô para o ajuste vertical e/ou um mancal de pivô para o ajuste lateral preferivelmente em uma região de ex- tremidade do elemento funcional (3), preferivelmente em que os dois man- lO cais de pivô são dispostos da maneira de uma junta de Cardan.
8. Fechadura de automóvel de acordo com uma das reivindica- ções precedentes, caracterizada em que o arranjo de mancal (3a) do ele- mento funcional (3) compreende um soquete de esfera (3d) e uma esfera (3e) que engasta ao soquete de esfera (3d), preferivelmente em que a esfera (3e) é disposta em uma extremidade do elemento funcional (3).
9. Fechadura de automóvel de acordo com uma das reivindica- ções precedentes, caracterizada em que o arran jo de mancal (3a) tem um guia linear, em particular para o ajuste vertical.
10. Fechadura de automóvel de acordo com uma das reivindi- cações precedentes, caracterizada em que o arranjo de mancal (3a) não é uma parte constituinte do elemento funcional (3), e/ou em que a função de mancal do arranjo de mancal (3a) não é atribuida a uma resiliência do ele- mento funcional (3).
11. Fechadura de automóvel de acordo com uma das reivindi- cações precedentes, caracterizada em que a função de mancal do arranjo de mancal (3a) não é atribuída a um componente que, em relação à sua forma básica, corresponde à forma básica do elemento funcional (3).
12. Fechadura de automóvel de acordo com uma das reivindi- cações precedentes, caracterizada em que a função de mancal do arranjo de mancal (3a) não é atribuída à resiliência de um fio ou tira resiliente.
13. Fechadura de automóvel de acordo com uma das reivindi- cações precedentes, caracterizada em que o elemento funcional (3) tem uma forma alongada e é projetado em uma maneira inflexível, preferivelmen- te não-resiliente, ainda preferivelmente rígida.
14. Fechadura de automóvel de acordo com uma das reivindi- cações precedentes, caracterizada em que o elemento funcional (3) é proje- 5 tado na forma de uma haste.
15. Fechadura de automóvel de acordo com uma das reivindi- cações precedentes, caracterizada em que o elemento funcional (3) é com- posto de um material metálico ou de um material plástico.
16. Fechadura de automóvel de acordo com uma das reivindi- lO cações precedentes, caracterizada em que o mecanismo de trava (2) tem uma alavanca operacional externa pivotável (4) e possivelmente uma ala- vanca operacional interna pivotável (5), em que o mecanismo de trava (2) . pode ser movido para os estados funcionais correspondentes, preferivelmen- - te para os estados funcionais "destrancado" e "trancado", ainda preferivel- 15 mente para o estado funcional "trancado antifurto", ainda preferivelmente para o estado funcional "trancado com segurança para crianças", por meio de um ajuste vertical do pelo menos um elemento funcional (3).
17. Fechadura de automóvel de acordo com uma das reivindi- cações precedentes, caracterizada em que o elemento funcional (3) para 20 realizar os estados funcionais do mecanismo de trava (2) fornece um aco- pIamento comutável entre os elementos de ajuste do mecanismo de trava (2), em particular entre a lingueta (1), por um lado, e a alavanca operacional externa (4) e/ou a alavanca operacional interna (5), por outro Iado, preferi- velmente em que o elemento funcional (3) é ou pode ser movido direta ou 25 indiretamente para engaste com os elementos de ajuste (1, 4, 5) e acopla os elementos de ajuste (1, 4, 5) em uma primeira posição funcional ou posição vertical, e é destrancado de pelo menos um elemento de ajuste e desacopla os elementos de ajuste em uma segunda posição funcional ou posição verti- cal, preferivelmente com a força que pode ser transmitida por meio do ele- 30 mento funcional, em particular semelhante à haste, (3) para acoplar os ele- mentos de ajuste (1, 4, 5) atuando perpendicular à extensão longitudinal do elemento funcional (3).
18. Fechadura de automóvel de acordo com a reivindicação 16 e possivelmente de acordo com a reivindicação 17, caracterizada em que, dado um estado funcional correspondente, a operação da alavanca opera- cional externa (4) e/ou da alavanca operacional interna (5), que pode estar 5 presente, pela ação de acoplamento do elemento funcional (3) faz com que a Iingueta (1) seja erguida, preferivelmente em que o levantamento da lin- gueta (1) é acompanhado por um ajuste lateral do elemento funcional (3).
19. Fechadura de automóvel de acordo com a reivindicação 16 e possivelmente de acordo com uma das reivindicações 17 e 18, caracteri- lO zada em que o elemento funcional (3) é substancialmente orientado radial- mente em relação a um dos eixos geométricos do pivô da alavanca opera- cional externa (4), da alavanca operacional interna (5), que pode estar pre- sente, e da lingueta (1), sendo preferivelmente possÍvel para a alavanca o- peracional externa (4), a alavanca operacional interna (5), que pode estar presente, e a lingueta (1) pivotarem em volta do mesmo eixo geométrico do pivô.
20. Fechadura de automóvel de acordo com a reivindicação 16 e possivelmente de acordo com uma das reivindicações 17 a 19, caracteri- zada em que a lingueta (1) ou uma alavanca que é acoplada à lingueta (1) tem um perfil acionador de Iingueta (6), preferivelmente em que a alavanca operacional externa (4) ou uma alavanca que é acoplada à alavanca opera- cional externa (4) tem um perfil acionador operacional externo (7), em que, quando o elemento funcional (3) estiver na posição funcional "destrancada", a alavanca operacional externa (4) é acoplada à lingueta (1) por meio do perfil acionador operacional externo (7), do elemento funcional (3) e do perfil acionador de lingueta (6), preferivelmente em que, no estado funcional "tran- cado", o elemento funcional (3) é desengastado do perfil acionador de lin- gueta (6) e/ou do perfil acionador operacional externo (7), e a alavanca ope- racional externa (4) é desacoplada da lingueta (1).
21. Fechadura de automóvel de acordo com a reivindicação 20, caracterizada em que a alavanca operacional interna (5) ou uma alavanca que é acoplada à alavanca operacional interna (5) tem um perfil acionador operacional interno (8), em que, quando o elemento funcional (3) estiver na posição funcional "destrancada", a alavanca operacional interna (5) é aco- plada por meio do perfil acionador operacional interno (8), do elemento fun- cional (3) e do perfil acionador de lingueta (6) à lingueta (1), preferivelmente 5 em que, no estado funcional "trancado", o elemento funcional (3) é desen- gastado do perfil acionador de lingueta (6) e/ou do perfil acionador operacio- nal interno (8), e a alavanca operacional interna (5) é desacoplada da lingue- ta (1).
22. Fechadura de automóvel de acordo com uma das reivindi- lO cações precedentes, caracterizada em que uma unidade de controle, prefe- rivelmente motorizada, (10) é fornecida, cuja unidade de controle tem pelo menos um elemento funcional associado (3), e em que o elemento funcional associado (3) pode ser ajustado em pelo menos uma posição funcional por meio da unidade de controle (10), preferivelmente em que a unidade de con- trole (10) tem um eixo de controle (11) no qual o elemento funcional associ- ado (3) é suportado, de modo que o elemento funcional (3) pode ser desvia- do na direção vertical por meio de um ajuste do eixo de controle (11), ainda preferivelmente em que o elemento funcional (3), pelo menos no ponto de suporte, estende-se substancialmente perpendicular ao eixo geométrico do eixo de controle (12).
23. Fechadura de automóvel de acordo com a reivindicação 22, caracterizada em que o eixo de controle (11) pode ser movido para as posi- ções de controle "destrancada" e '°trancada" e o elemento funcional associa- do (3) depois se move para, ou permite, as posições funcionais correspon- dentes.
24. Fechadura de automóvel de acordo com a reivindicação 22 ou 23, caracterizada em que o eixo de controle (11) é projetado da maneira de um eixo de comando, e em que o elemento funcional associado (3) é su- portado no eixo de comando e pode ser desviado correspondentemente por meio de um ajuste do eixo de comando.
25. Fechadura de automóvel de acordo com a reivindicação 22 ou 23, caracterizada em que o eixo de controle (11) é projetado da maneira de um eixo de manivela, e em que o elemento funcional associado (3) é su- portado no eixo de manivela, preferivelmente em que o eixo de controle (11) é projetado da maneira de um fio curvado, ainda preferivelmente em que o eixo de controle (11) é simultaneamente o eixo de motor (14) do motor de 5 acionamento (13).
26. Fechadura de automõvel tendo os elementos de trancamen- to de trava e lingueta (1) e tendo um mecanismo de trava (2), sendo possÍvel para o mecanismo de trava (2) ser movido para os estados funcionais dife- rentes tais como "destrancado", "trancado", "trancado antifurto" ou "trancado com segurança para crianças" e com o dito mecanismo de trava (2), para este propósito, tendo pelo menos um elemento funcional (3) que pode ser ajustado nas posições funcionais correspondentes, caracterizada em que o elemento funcional (3) é na forma de um fio flexlvel ou tira resiliente pelo menos em porções, e em que o elemento funcional (3) é montado em uma sub-região, em particular região de extremidade, do ele- mento funcional (3) por meio de um arranjo de mancal (3a), e em que o ele- mento funcional (3) pode ser ajustado, em relação a um plano de referência (R), na direção vertical ou na direção lateral somente por meio do arranjo de mancal (3a) e consequentemente na direção lateral ou na direção vertical somente por dobramento resiliente do elemento funcional (3).
27. Fechadura de automóvel de acordo com a reivindicação 26, caracterizada pelas características da parte de caracterização de uma ou mais das reivindicações 1 a 25.
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