BRPI0921614B1 - Fluido de transferência de calor, sistema de transferência de calor, e método para previnir a corrosão - Google Patents

Fluido de transferência de calor, sistema de transferência de calor, e método para previnir a corrosão Download PDF

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Abstract

fluido de transferência de calor, sistema de transferência de calor, e método para prevenir a corrosão um fluido de transferência de calor é aqui divulgado, que compreende: um depressor do ponto de congelamento, um ácido carboxílico alifático, um sal do mesmo, ou uma combinação das substâncias anteriores; um fosfato inorgânico; um composto de magnésio; água desionizada; e um componente selecionado do grupo constituído de compostos azólicos, inibidores de corrosão em ligas de cobre, fosfonocarboxilatos, fosfinocarboxilatos, e combinações de dois ou mais dos componentes acima. é também descrito um sistema de transferência de calor, compreendendo o fluido de transferência de calor.

Description

FLUIDO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR, SISTEMA DE TRANSFERÊNCIA
DE CALOR, E MÉTODO PARA PREVENIR A CORROSÃO
FUNDAMENTOS
Modernos motoresde veículos geralmente requerem um fluido de transferência de calor (refrigerante líquido) para fornecer proteção de longa duração, durante o ano inteiro, de seus sistemas de refrigeração. As principais exigências dos fluidos de transferência de calor são que eles forneçam transferência de calor eficiente para 10 controlar e manter a temperatura do motor para a eficiente economia de combustível e lubrificação, e evitar falhas de motor devido a congelamento, fervura, ou superaquecimento.
Um requisito chave adicional de um fluido de transferência de calor é que ele forneça proteção contra corrosão a todos 15 os metais do sistema de refrigeração em umá ampla gama de condições de temperatura e funcionamento. Além da proteção de metal, proteção contra corrosão ajuda o fluido de transferência de calor a cumprir sua função básica de transferir o excesso de calor do motor para o radiador, 20 para dissipação.
Um moderno e típico sistema de resfriamento de automóvel contém vários componentes para cumprir suas funções de projeto. Particularmente, um sistema automotivo de refrigeração pode conter os seguintes componentes: um 25 motor, radiador, uma bomba de refrigerante, uma ventoinha, um núcleo de aquecedor, mangueira de aquecedor, válvula de controle do aquecedor, termostato, mangueira do radiador, e reservatório de transbordamento. Componentes adicionais podem ser incorporados, como um radiador de óleo da 5 transmissão e/ou um radiador de óleo do motor em alguns veículos movidos a diesel ou de alta potência, um dissipador de calor em veículos híbridos a gás e eletricidade, e um radiador intermediário de alguns veículos contendo um motor turboalimentado. Muitos tipos 10 diferentes de metais são normalmente utilizados para fabricar as diversas partes dos componentes do sistema de arrefecimento. Por exemplo, ferro fundido e ligas de alumínio fundido podem ser utilizados para os blocos de cilindros, cabeçotes, coletores de admissão, bombas de 15 refrigeração, e caixas de dispositivos eletrônicos de força. Ligas forjadas de alumínio e cobre podem ser utilizadas para radiadores e núcleos de aquecedor. Soldas podem ser usadas para unir os componentes de bronze ou cobre dos radiadores ou núcleos de aquecedor. Aço é 20 frequentemente utilizado para juntas de cabeçote e para pequenos componentes, tais como plugues do freeze, caixas de alojamento da bomba de refrigerante, e impulsores da bomba de refrigerante. As ligas de cobre são usadas frequentemente em termostatos.
Muitos tipos de problemas podem ser encontrados em sistemas de refrigeração do motor, incluindo a corrosão.
Problemas comuns relacionados à corrosão em sistemas automotivos de refrigeração incluem (1) corrosão por cavitação e oxidação dos cabeçotes e blocos de cilindro; (2) vazamento pela vedação, falha de vedação do fole, e corrosão por cavitação em bombas de água; (3) formação de corrosão, carepa e depósitos, e micro-fissuração em radiadores e núcleos de aquecedor; (4) grimpagem de termostato; e (5) corrosão de fendas em pescoços de mangueira. Além disso, corrosão por erosão, corrosão galvânica, corrosão sob depósitos, e corrosão por corrente parasita podem ocorrer em locais e condições suscetíveis em sistemas de refrigeração.
Para assegurar uma longa vida útil e cumprir suas funções de projeto, componentes metálicos usados em sistemas automotivos de refrigeração devem ser protegidos contra corrosão pelo fluido de transferência de calor. Além disso, o fluido de transferência de calor deve ser compatível com não-metais (tais como mangueiras, juntas e plásticos) utilizados em sistemas de refrigeração. Corrosão excessiva ou degradação dos materiais utilizados no sistema de refrigeração podem levar a uma redução substancial na resistência de um material ou componente, a uma perda de fluido de transferência de calor do sistema, e ao mau funcionamento posterior de um ou mais dos componentes do sistema de arrefecimento. Todos esses eventos podem resultar em falha do motor. Além disso, convém notar que, iwmii um j^b wwm*!· «uiwBgrw m W< rm m RTO» WM .w w wny
mesmo corrosão relativamente branda pode resultar na formação de produtos de corrosão, que podem formar carepas ou depósitos nas superfícies de transferência de calor. Essas carepas ou depósitos podem reduzir em muito a taxa de transferência de calor. Carepa ou depósito de produtos de corrosão em excesso também pode levar à restrição de fluxo do fluido de transferência de calor no radiador e tubos de núcleo do aquecedor, até mesmo entupindo o núcleo do aquecedor e/ou radiador. Uma substancial redução da taxa de transferência de calor e restrição de fluxo pode levar ao superaquecimento do motor.
Além de fornecer proteção confiável contra corrosão para diversos componentes metálicos no sistema de arrefecimento, um fluido de transferência de calor também deve ter as seguintes propriedades para satisfazer as suas necessidades para uso como um fluido funcional durante o ano inteiro para um veiculo: alta condutividade térmica, alta capacidade térmica ou alto calor específico, boa fluidez na faixa das temperaturas de utilização, alto ponto de ebulição, baixo ponto de congelação, baixa viscosidade, baixa toxicidade, e ser de uso seguro, econômico e ter alimentação suficiente, quimicamente estável ao longo da temperatura e condições de uso, baixa tendência de formação de espuma, boa compatibilidade com os materiais, ou seja, não provocar corrosão, erosão e degradação aos materiais do sistema, incluindo os materiais metálicos e não metálicos.
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Para satisfazer o desejo do cliente para obter mais potência, conforto e segurança, e para atender a necessidade de menor consumo de combustível e reduzida emissão de descarga, novas tecnologias de veículos estão sendo constantemente desenvolvidas. Extensos esforços estão sendo dedicados à pesquisa para desenvolver novas tecnologias de propulsão mais favoráveis ao meio ambiente, tal como energia elétrica híbrida de petróleo e células de combustível e novas tecnologias de materiais, novas tecnologias de fabricação de custo econômico, e para explorar novos métodos para aumentar a utilização de metais e/ou materiais mais leves. Novas tecnologias de fluido de transferência de calor são frequentemente obrigadas a satisfazer as necessidades dos novos sistemas de refrigeração, ou melhorar o desempenho do fluido de transferência de calor, tal como melhorada proteção contra corrosão.
Melhorias na proteção de metais contra corrosão por fluido refrigerante são necessárias para aumentar a proteção contra corrosão, para atender às necessidades dos novos sistemas de refrigeração. Particularmente, existe uma necessidade contínua para a melhoria do desempenho da proteção contra corrosão por fluidos de transferência de calor para uso em sistemas de refrigeração contendo trocadores de calor produzidos por processo de brasagem com β
atmosfera controlada (CAB), e proteção contra corrosão em alta temperatura.
BREVE DESCRIÇÃO
Surpreendentemente, descobrimos que a resistência do fluido de transferência de calor à degradação térmica (estabilidade do fluido de transferência de calor), após longo período de uso, tende a ser melhor, se o desempenho da proteção contra corrosão por fluido de transferência de calor for melhor. Assim, há uma necessidade de fluidos de transferência de calor, que forneçam aprimorada proteção contra corrosão de todos os metais e componentes metálicos em sistemas automotivos de refrigeração.
Essa necessidade é satisfeita, pelo menos em parte, por um fluido de transferência de calor compreendendo:
depressor do ponto de congelamento;
ácido carboxílico alifático, um sal do mesmo, ou uma combinação dos elementos anteriores;
fosfato inorgânico;
composto de magnésio;
água deionizada; e
componente selecionado do grupo constituído de
compostos azólicos, inibidores de corrosão em ligas de
cobre, fosfonocarboxilatos, f o sfinocarboxilatos, e
combinações de dois ou mais dos componentes acima.
Um sistema de transferência de calor é também aqui descrito, compreendendo um fluido de transferência de calor, como aqui descrito, e um aparelho de transferência de calor.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A Figura 1 é uma curva de polarização para os
Exemplos 5 e 6 e os Exemplos Comparativos 12 e 14 .
A Figura 2 é uma curva de polarização para os
Exemplos 7, 8 e o Exemplo Comparativo 12.
DESCRIÇÃO DETALHADA
Composições de fluido de transferência de calor são
divulgadas nesse documento, que proporcionam uma melhor proteção contra corrosão de metais usando sistemas de refrigeração, proteção contra congelamento e ebulição, assim como tendo a tendência de baixa espumação, que está em conformidade com as normas ASTM D3306. Particularmente, a proteção contra corrosão de metais e componentes metálicos em sistemas de refrigeração contendo trocadores de calor, produzida por processo de brasagem em atmosfera controlada, e proteção contra corrosão em alta temperatura é melhorada.
Os fluidos de transferência de calor compreendem uma combinação única de ácidos carboxílicos alifáticos mono e/ou dibásicos, ou seus sais, um fosfato inorgânico, um composto de magnésio, e um componente selecionado do grupo constituído de compostos azólicos, inibidores de corrosão em liga de cobre, fosfonocarboxilatos, fosfinocarboxilatos, e combinações de dois ou mais dos componentes acima. O fluido de transferência de calor pode ainda compreender componentes opcionais, tais como polímeros dispersantes, inibidores de carepa, outros inibidores de corrosão e assim por diante. O fluido de transferência de calor pode incluir um valor igual ou inferior a 100 ppm de ions de nitrato, ou, mais especificamente, um valor igual ou inferior a 80 ppm de ions de nitrato, ou, mais especificamente ainda, um valor igual ou inferior a 40 ppm de ions de nitrato.
O fluido de transferência de calor pode ser isento de nitritos, ions de amônio e amoníaco.
O fluido de transferência de calor pode ser isento de ácido
2fosfonobutano - 1,2,4 tricarboxílico ou seus sais fluido de transferência de calor pode ser isento de ions de amônio, amoníaco, ácido 2-fosfonobutano - 1,2,4 tricarboxílico e seus sais. O fluido de transferência de calor pode incluir menos de, ou igual a, 80 ppm de nitrato, menos de, ou igual a, 0,03 por cento em peso de ácido 2fosfonobutano - 1,2,4 - tricarboxílico e seus sais, e ser isento de ions de amônio e amoníaco. O fluido de transferência de calor pode incluir menos de, ou igual a, 40 ppm de nitrato, e ser isento de nitrito, ácido 2fosfonobutano - 1,2,4 - tricarboxílico e seus sais, ions de amônio e amoníaco. O fluido de transferência de calor pode ser isento de nitrito, nitrato, amoníaco, ions de amônio, ácido 2-fosfonobutano - 1,2,4 - tricarboxílico e seus sais.
O depressor do ponto de congelamento pode ser um álcool ou mistura de alcoóis. Alcoois exemplificantes incluem alcoóis monohidricos ou polihidricos e suas misturas. O álcool pode ser selecionado do grupo constituído de metanol, etanol, propanol, butanol, furfural, álcool furfurílico, álcool tetrahidrofurfurilico, álcool furfurílico etoxilado, etileno glicol, propileno glicol, 1,3-propanodiol, glicerol, dietileno glicol, trietileno glicol, 1,2 - propileno glicol, 1,3 - propileno glicol, dipropileno glicol, butileno glicol, éter glicerol - 1,2 - dimetílico, éter glicerol - 1,3 - dimetílico, éter monoetílico de glicerol, sorbitol, 1,2,6 - hexanotriol, trimetilopropane, alcóxi alcanóis, como metoxietanol, e combinações de dois ou mais dos anteriores.
O depressor do ponto de congelamento pode estar presente em um teor de cerca de 10 por cento em peso (% em peso) a cerca de 99, 9% em peso, com base no peso total do fluido de transferência de calor. Dentro dessa faixa, o depressor do ponto de congelamento pode estar presente em um teor superior, ou igual, a cerca de 30% em peso, ou, mais especificamente, superior, ou igual, a cerca de 40% em peso. Também dentro dessa faixa, o depressor do ponto de congelamento pode estar presente em um teor menor que, ou igual a, cerca de 99,5% em peso, ou, mais especificamente, menor que, ou igual a, cerca de 99% em peso.
O ácido carboxilico alifático, seu sal ou uma combinação dos precedentes (a seguir referido como carboxilato alifático) tem 6 a 15 átomos de carbono. O carboxilato alifático pode compreender um único ou vários grupos carboxilicos, e pode ser linear ou ramificado. Carboxilatos alifáticos exemplificantes incluem o ácido 2etil hexanóico, ácido neodecanóico e ácido sebácico.
O carboxilato alifático pode estar presente em um teor de cerca de 0,05% em peso a cerca de 10 por cento em peso, com base no peso total do fluido de transferência de calor. Dentro dessa faixa, o carboxilato alifático pode estar presente em uma quantidade superior, ou igual, a cerca de 0,1% em peso, ou, mais especificamente, superior, ou igual, a cerca de 0,2% em peso. Também dentro dessa faixa, o carboxilato alifático pode estar presente em um valor inferior, ou igual, a cerca de 7% em peso, ou, mais especificamente, inferior, ou igual, a cerca de 5% em peso.
O fosfato inorgânico pode ser ácido fosfórico, ortofosfato de sódio, ortofosfato de potássio, pirofosfato de sódio, pirofosfato de potássio, polifosfato de sódio, polifosfato de potássio, hexametafosfato de sódio, hexametafosfato de potássio, ou uma combinação de dois ou mais dos fosfatos precedentes.
O fosfato inorgânico pode estar presente em um teor de cerca de 0,002% em peso a cerca de 5 por cento em peso, com base no peso total do fluido de transferência de calor.
Dentro dessa faixa, o fosfato inorgânico pode estar presente em um teor superior, ou igual, a cerca de 0,005% em peso, ou, mais especificamente, superior, ou igual, a
cerca de 0,010% em peso. Também dentro dessa faixa, o
fosfato inorgânico pode estar presente em um valor
inferior, ou igual, a cerca de 3% em peso, ou, mais
especificamente, inferior, ou igual , a cerca de 1 % em peso.
0 composto de magnésio é um composto, que pode
produzir ions de magnésio por dissolução em solução contendo água à temperatura ambiente. 0 composto de magnésio pode ser um composto de magnésio inorgânico, como nitrato de magnésio, sulfato de magnésio, ou uma combinação dos dois. O composto de magnésio é solúvel no fluido de transferência de calor. Solúvel, como aqui utilizado, é definido como dissolução, de tal forma que nenhum material particulado fique visível a olho nu. O composto de magnésio também pode ser sal de magnésio formado entre íons de magnésio e um ácido orgânico que contenha um ou mais grupos de ácido carboxílico, como poliacrilato de magnésio, polimaleato de magnésio, lactato de magnésio, citrato de magnésio, tartarato de magnésio, gluconato de magnésio, glucoheptonato de magnésio, glicolato de magnésio, glucarato de magnésio, succinato de magnésio, hidroxisuccinato de magnésio, adipato de magnésio, oxalato de magnésio, malonato de magnésio, sulfamato de magnésio, formiato de magnésio, acetato de magnésio, propionato de magnésio, sal de magnésio do ácido alifático tri- ou tetracarboxilico, e combinações dos compostos de magnésio anteriores.
O composto de magnésio pode estar presente em uma quantidade tal, que o fluido de transferência de calor tenha uma concentração de ions de magnésio, de 0,5 a 100 partes por milhão em peso (ppm) do fluido de transferência de calor. Dentro desse intervalo, a concentração de ions de magnésio pode ser superior, ou igual, a 1 ppm, ou, mais especificamente, superior, ou igual, a cerca de 2 ppm. Também dentro desse intervalo, a concentração de ions de magnésio pode ser inferior, ou igual, a cerca de 50 ppm, ou, mais especificamente, inferior, ou igual, a cerca de 30 ppm.
O fluido de transferência de calor ainda compreende um componente selecionado dos grupos constituídos de compostos azólicos, inibidores de corrosão em ligas de cobre, fosfonocarboxilatos, fosfino-carboxilatos, e combinações de dois ou mais dos componentes acima.
Compostos azólicos exemplificantes incluem benzotriazol, toliltriazol, metil benzotriazol (por exemplo, 4-metil benzotriazol e 5-metil benzotriazol), benzotriazol butila, e outros benzotriazóis alquila (por exemplo, o grupo alquila contém de 2 a 20 átomos de carbono), mercaptobenzotiazol, tiazol e outros tiazóis substituídos, imidazol, benzimidazóis, e outros imidazóis substituídos, indazol e indazóis substituídos, tetrazol e tetrazóis substituídos. Combinações de dois ou mais dos azóis anteriores também podem ser utilizadas.
O composto azólico pode ser usado em um teor de cerca de 0,01% em peso a cerca de 4% em peso, com base no peso total do fluido de transferência de calor. Dentro dessa faixa, o composto azólico pode estar presente em um teor superior, ou igual, a cerca de 0,05% em peso, ou, mais especificamente, superior, ou igual, a cerca de 0,1% em peso. Também dentro dessa faixa, o composto azólico pode estar presente em um teor inferior, ou igual, a cerca de 2% em peso, ou, mais especificamente, inferior, ou igual, a cerca de 1% em peso.
Fosfonocarboxilatos são compostos fosfonados tendo a fórmula geral
H [CHRCHR] n-PO3M2 onde pelo menos um grupo R, em cada unidade, é um grupo COOM,
CH2OH, sulfono ou fosfono, e o outro grupo
Rz que pode ser igual ao, ou diferente do, primeiro grupo R, um hidrogênio ou um grupo
COOM, hidroxila, fosfono, sulfono, sulfato, alquila Ci_7, alquenila C1-7, ou um grupo carboxilato, fosfono, sulfono, sulfato e/ou alquila alquenila Ci_7 substituído por ou um número inteiro maior que 1, e cada
M é hidrogênio ou um íon de metal alcalino, como um íon de sódio, íon de potássio e outros. Além disso, pelo menos um grupo COOM estará
presente em um dos grupos R. Preferencialmente, os fosfonocarboxilatos são oligômeros fosfonados ou mistura de oligômeros fosfonados de ácido maléico, da fórmula H [CH (COOM) CH (COOM) ] n-PO3M2, onde n é 1 ou um número inteiro maior que 1, e M é uma espécie catiônica (por exemplo, cátions de metais alcalinos), tal que o composto seja solúvel em água. Fosfonocarboxilatos exemplificantes incluem ácido fosfonosuccinico, 1-fosfono - 1,2,3,4 tetracarboxibutano, e 1-fosfono 1,2,3,4,5,6 - hexacarboxi hexano. Os fosfonocarboxilatos podem ser uma mistura de compostos tendo a fórmula anterior, com diferentes valores para n. 0 valor médio de n pode ser de 1 a 2, ou, mais especificamente, 1,3 a 1,5. A síntese dos fosfonocarboxilatos é conhecida e descrita na Patente dos EUA N° 5.606.105.
0 fosfonocarboxilato pode ser usado em uma
quantidade de cerca de 0,5 ppm a cerca de 0,15% em peso,
baseado no peso total do fluido de transferência de calor.
Dentro dessa faixa, o fosfonocarboxilato pode estar presente em um teor superior, ou igual, a cerca de 2 ppm, ou, mais especificamente, superior, ou igual, a cerca de 5 ppm. Também dentro dessa faixa, o fosfonocarboxilato pode estar presente em um teor inferior, ou igual, a cerca de 0,05% em peso, ou, mais especificamente, inferior, ou igual, a cerca de 0,02% em peso.
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Os fosfinocarboxilatos são compostos tendo a fórmula geral
H [CHÍ^CHR1] nP (O2M) - [CHR2CHR2]mH onde pelo menos um grupo R1 em cada unidade é um grupo COOM, CH2OH, sulfono ou fosfono, e o outro R1, que pode ser igual ao, ou diferente do, primeiro grupo R1, é hidrogênio ou um grupo COOM, hidroxila, fosfono, sulfono, sulfato, alquila Ci_7, alquenila C1-7, ou um grupo carboxilato, fosfono, sulfono, sulfato e/ou alquila
C1 - 7 OU alquenila Ci_7 substituído por hidroxila, n é um número inteiro igual, ou superior a 1, e cada M é hidrogênio ou um íon de metal alcalino, como um íon de sódio, íon de potássio e outros. Da mesma forma, pelo menos um grupo
R2 em cada unidade é um grupo COOM, CH2OH, sulfono ou fosfono, e o outro R2, que pode ser igual ao, ou diferente do, primeiro grupo R2, é um átomo de hidrogênio ou um grupo
COOM, hidroxila, fosfono, sulfono, sulfato, alquila Ci_7, alquenila Ci_7, ou um carboxilato, fosfono, sulfono, sulfato e/ou alquila Ci_7 ou alquenila Ci_7 substituído por hidroxila, m é um número inteiro igual, ou superior, a 0. Além disso, pelo menos um grupo COOM estará presente em um dos grupos R1 e R2. Fosfinocarboxilatos exemplificantes incluem ácido fosfino - succínico e sais solúveis em água, ácidos fosfinobis - succínico e sais solúveis em água e oligômero do ácido fosfino - succínico e seus sais, tal como descrito nas Patentes dos EUA N
6.572.789 e
5.018.577. Os fosfonocarboxilatos podem ser uma mistura de compostos tendo a fórmula anterior, com diferentes valores para n e m.
O fosfinocarboxilato pode ser usado em uma quantidade de cerca de 0,5 ppm a cerca de 0,2% em peso, baseado no peso total do fluido de transferência de calor. Dentro dessa faixa, o fosfinocarboxilato pode estar presente em um teor superior, ou igual, a cerca de 3 ppm, ou, mais especificamente, superior, ou igual, a 10 ppm. Também dentro dessa faixa, o fosfinocarboxilato pode estar presente em um teor igual ou inferior a cerca de 0,1% em peso, ou, mais especificamente, inferior, ou igual, a cerca de 0,05% em peso.
O fluido de transferência de calor compreende adicionalmente água. A água apropriada para o uso inclui água desionizada ou água desmineralizada. A água pode ser usada em um teor de cerca de 0,1% em peso a cerca de 90% em peso, baseado no peso total do fluido de transferência de calor. Dentro dessa faixa, água pode estar presente em um teor superior, ou igual, a 0,5% em peso, ou, mais especificamente, superior, ou igual, a 1% em peso. Ainda dentro dessa faixa, água pode estar presente em um teor igual, ou inferior, a 70% em peso, ou, mais especificamente, inferior, ou igual, a 60% em peso.
O fluido de transferência de calor pode, opcionalmente, incluir um ou mais polímeros solúveis de
água (MW: 200 a 200.000 Daltons), como policarboxilatos, por exemplo, ácidos poliacrilicos ou poliacrilatos, polímeros à base de acrilato, copolímeros, terpolímeros, e quadpolímeros, tais como copolímeros de acrilato/ acrilamida, polimetacrilatos, ácidos polimaleicos ou polímeros anidrido maleico, maleico, seus copolímeros e de acrilamida modificada, copolímeros e terpolímeros à polímeros solúveis em água homopolímeros, copolímeros, polímeros à base de ácido terpolímeros, polímeros à base incluindo poliacrilamidas, base de acrilamida, em geral, apropriados para uso incluem terpolímero e inter-polimeros tendo (1) pelo menos uma unidade monomérica contendo ácidos mono ou dicarboxí licos C3 a Cie monoetilenicamente insaturados ou seus sais ou (2) pelo menos uma unidade monomérica contendo derivados de ácidos mono ou dicarboxílicos C3 a Ci6 monoetilenicamente insaturados, tais como amidas, nitrilas, ésteres de carboxilato, halogenetos de ácido (por exemplo, cloreto), e anidridos de ácido, e suas combinações.
O fluido de transferência de calor pode, opcionalmente, incluir um ou mais de um agente antiespumante ou desespumante, dispersante, inibidor de
------7-7-:---7Τ-:-----r-r»r-----:—ι- ... > v— carepa, surfactante, corante e outros aditivos refrigerantes.
Surfactantes exemplificantes incluem ésteres de ácidos graxos, tais como ésteres de ácidos graxos de sorbitan, polialquileno glicóis, ésteres de polialquileno glicol, copolímeros de óxido de etileno (EO) e óxido de propileno (PO), derivados de polioxialquileno de um éster de ácido graxo de sorbitan, e suas misturas. 0 peso 5 molecular médio dos surfactantes não-iônicos pode ser de cerca de 55 a cerca de 300.000, ou, mais especificamente, de cerca de 110 a cerca de 10.000. Ésteres de ácidos graxos de sorbitan apropriados incluem monolaurato de sorbitan (por exemplo, vendido sob o nome comercial Span® 20,
Arlacel® 20, S-MAZ® 20M1), monopalmitato de sorbitan (por exemplo, Span® 40 ou Arlacel® 40), monoestearato de sorbitano (por exemplo, Span® 60, Arlacel® 60, ou S-MAZ® 60K) , monooleato de sorbitan (por exemplo, Span® 80 ou Arlacel® 80) , monosesquioleato de sorbitan (por exemplo,
Span® 83 ou Arlacel® 83), trioleato de sorbitan (por exemplo, Span® 85 ou Arlacel® 85), triestearato de sorbitan (por exemplo, SMAZ® 65K), monotalato de sorbitan (por exemplo, SMAZ® 90). Polialquileno glicóis adequados incluem polietileno glicóis, polipropileno glicóis, e suas misturas. Exemplos de polietileno glicóis adequados para uso incluem CARBOWAX™ polietileno glicóis e metoxipolietileno glicóis da Dow Chemical Company, (por exemplo, CARBOWAX PEG 200, 300, 400, 600, 900, 1000, 1450, 3350, 4000 e 8000 etc.) ou polietileno glicóis PLURACOL® da
BASF Corp. (por exemplo, Pluracol® E 200, 300, 400, 600,
1000, 2000, 3350, 4000, 6000 e 8000 etc.). Ésteres de
polialquileno glicol apropriados incluem mono e di-ésteres de diversos ácidos graxos, tais como ésteres de polietileno glicol MAPEG® da BASF (por exemplo, Monolaurato MAPEG® 200ML ou PEG 200, Dioleato MAPEG® 400 DO ou PEG 400, 5 Monooleato MAPEG® 400 MO ou PEG 400, e Dioleato MAPEG® 600
DO ou PEG 600 etc.). Copolímeros apropriados de óxido de etileno (EO) e óxido de propileno (PO) incluem vários surfactantes de copolímero em bloco Pluronic e Pluronic R da BASF, surfactantes não-iônicos DOWFAX, fluidos UCON™ e 10 lubrificantes SYNALOX da Dow Chemical. Derivados de polioxialquileno adequados de um éster do ácido graxo de sorbitan incluem monolaurato de polioxietileno 20 sorbitan (por exemplo, produtos vendidos pelas marcas TWEEN 20 ou TMAZ 20) , monolaurato de polioxietileno 4 sorbitan (por 15 exemplo, TWEEN 21) , pmonopalmitato de polioxietileno 20 sorbitan (por exemplo, TWEEN 40), monoestearato de polioxietileno 20 sorbitan (por exemplo, TWEEN 60 ou 60 TMAS 60K), monooleato de polioxietileno 20 sorbitan (por exemplo, TWEEN 80 ou T-MAZ 80), triestearato de polioxietileno 20 (por exemplo, TWEEN 65 e T-MAZ 65K) , monooleato de polioxietileno 5 sorbitan (por exemplo, TWEEN ou T-MAZ81), trioleato de polioxietileno 20 sorbitan (por exemplo, TWEEN 85 ou T-MAZ 85K) e similares.
Agentes antiespumantes exemplificantes incluem antiespumantes à base de emulsão de polidimetilsiloxano.
Eles incluem o PC-5450NF da Performance Chemicals, LLC de μμμι
Boscawen, NH; antiespumante CNC XD-55 NF e XD-56 da CNC International de Woonsocket, RI. Outros antiespumantes adequados para uso na presente invenção incluem os copolímeros de óxido de etileno (EO) e óxido de propileno 5 (PO), tais como Pluronic L-61 da BASF.
Geralmente, os agentes antiespumantes opcionais podem incluir um silicone, por exemplo, SAG 10 ou produtos similares fornecidos pela OSI Specialties, Dow Corning, ou por outros fornecedores; um copolímero em bloco de óxido de 10 etileno - óxido de propileno (EO-PO) e um copolímero em bloco de óxido de propileno - óxido de etileno - óxido de propileno (PO-EP-PO) (p. ex., Pluronic L61, Pluronic L81, ou outros produtos de Pluronic e Pluronic C) ; poli (óxido de etileno) ou poli (óxido de propileno), por exemplo, PPG 15 2000 (ou seja, óxido de polipropileno com um peso molecular médio de 2000); uma sílica hidrofóbica amorfa; um produto à base de polidiorganossiloxano (por exemplo, produtos que contenham PDMS (polidimetilsiloxano) e assim por diante); um ácido graxo ou éster de ácido graxo (por exemplo, ácido 20 esteárico e assim por diante); um álcool graxo, um álcool alcoxilado e um poliglicol; um acetato de polilol poliéter, um hexaoleato sorbital de poliéter etoxilado, e um acetato de éter poli (óxido de etileno - óxido de propileno) monoalila; uma cera, uma nafta, querosene e um óleo 25 aromático; e combinações compreendendo um ou mais dos agentes antiespumantes precedentes.
fluido de transferência de calor pode conter ingredientes orgânicos e inorgânicos, incluindo (1) tampões de pH, como boratos e benzoatos e/ou suas combinações, (2) silicatos e silicones, usados principalmente para proteção 5 contra corrosão de ligas de alumínio e de metais ferrosos, e (3) outros inibidores de corrosão, tais como molibdatos. Com base na quantidade de silicato no pacote inibidor, refrigerantes de motores comerciais podem ser classificados como refrigerantes convencionais com alto teor de silicato 10 (refrigerantes com tecnologia de silicato ou SiT), refrigerantes à base de ácido orgânico (refrigerantes com tecnologia de ácido orgânico ou OAT), e refrigerantes híbridos com baixo teor de silicato + ácido orgânico (refrigerantes com tecnologia híbrida de ácido orgânico ou 15 HOAT).
Um método para prevenir a corrosão compreende o contato de um fluido de transferência de calor, como aqui descrito, com um sistema de transferência de calor. O sistema de transferência de calor pode incluir componentes 20 feitos por soldagem em atmosfera controlada. O sistema de transferência de calor pode incluir alumínio.
O fluido de transferência de calor é, a seguir, demonstrado pelos seguintes exemplos não limitativos.
EXEMPLOS
Os exemplos foram feitos com os materiais apresentados na Tabela 1.
Tabela 1.
Componente Descrição
EG Etileno glicol
Água
NaOH Solução aquosa a 50% em peso de NaOH
KOH Solução aquosa a 45% em peso de KOH
h3po4 Solução aquosa a 75% em peso de H3PO4
Ácido sebácico Sal de potássio de ácido sebácico
Ácido 4-tert butil benzóico Foi usada matéria prima adquirida na Sigma Aldrich, St. Louis, MO 63178
Bayhibit® AM Solução aquosa a 50% em peso de ácido 2fosfonobutano - 1,2,4 - tricarboxílico. Bayhibit® AM é vendido pela Bayer AG, Alemanha
Bricorr 288 28% ativo (como ácido) de ácido fosfonosuccínico, dímeros de ácido fosfonosuccínico e trímeros de ácido fosfonosuccínico. Bricorr 288 é vendido pela Rhodia Inc. (EUA), como sais de sódio dos ácidos.
Na-TT Solução aquosa a 50% em peso de sal de sódio de toliltriazol, que é urma mistura de cerca de 60% de 5-metilbenzot.riazol e cerca de 40% de 4-metilbenzotriazol, vendida pelo PMC Specialties Group, Inc., Cincinnati, OH 45217
NaNO3 Solução aquosa a 45% em peso de nitrato de sódio.
Tintura laranja líquida 10245 Corante vendido pela Chromatech.
Chromatint Orange 175 Corante vendido pela Chromatech.·
PM 5150 Um antiespumante baseado em polipropileno glicol (tendo um peso molecular médio de cerca de 2000), vendido pela Prestone Product Corporation, CT 06810.
Mg(NO3)2-6 H2O Hexahidrato de nitrato de magnésio
Ca(NO3)2-4 H2O Tetrahidrato de nitrato de cálcio
Ácido neodecanóico
Tenax WS5520 CAS N° de Registro = 154739-82-2, produtos
V '«y· »ι·;·«,··ι
de reação de anidrido maleico do ácido
graxo de resina de madeira, éster de
dietileno glicol e seus sais de sódio ou
potássio, vendidos pela MeadWestcaco
EPML-483 Polímeros descritos de enxerto de ácido polimerizável na US 6.143.243.
2-EHA Ácido 2-et 11 hexanóico
Molibdato Solução aquosa a 41,1% em peso de dihidrato de molibdato de sódio
AR-940 Solução de poliacrilato de sódio; MW=2600, 40% de sólidos
EXEMPLO 1 E EXEMPLOS COMPARATIVOS 1-5
As composições apresentadas na Tabela 2 foram testadas, de acordo com a norma ASTM D4340, usando liga de alumínio fundida em areia da SAE 319 para a amostra de teste. Em alguns casos, o procedimento ASTM D4340 foi modificado para usar refrigerante a 50% em vol. + 50% em vol. de água desionizada como solução de ensaio, conforme indicado na Tabela. Os valores na Tabela 2 estão em por cento em peso, baseado no peso total do fluido de 10 transferência de calor.
Tabela 2
Componente Ex. Comp. 1 Ex. Comp. 2 Ex. Comp. 3 Ex. Comp. 4 Ex. Comp. 5 Ex. 1
EG 94,1172 94,0390 90,8019 93,6259 93,6542 93,6138
Água 1,2454 1,2444 1,8749 1,2389 1,2393 1,287
NaOH 1,7868 1,8287 0,0690 2,0658 2,0735 2,0655
KOH __ 2,6155
H3PO4 0,2486 0,2486 0,2485
Ácido sebácico 2,0457 2,0420 2,0330 2,0337 2,0328
Ácido 4-tert but.il benzóico - - 3,9842 - - -
Bayhibit® AM 0,0799 0,0799
Bricorr 288 0,0375 0,0373 0,0373
Na-TT 0,1993 0,1991 0,5625 0,1982 0,1982
NaNO3 0,4982 0,4978 0,4956 0,4957 0,4955
Tintura laranj a líquida 10245 0,0503 0,0503 - 0,0501 0,0501 0,0500
PM 5150 0,0067 0,0067 0,0066 0,0066 0,0066
Mg(NO3)2-6 H2O 0,0100 0,0095 0,0095 0,0100
Ca(NO3),-4 H,0 0,0030 0,0027 0,0027 0,0030
5 0 % em 5 0 % em
volume volume
Taxa de corrosão (mg/crn2/semana) 0,53 1, 12 0, 75 5,29 4, 10 0, 12
A Tabela 2 mostra que o Exemplo 1 tem claramente o desempenho muito melhor para proteção contra corrosão do que os fluidos comparativos no teste da norma ASTM D4340. 0 5 Exemplo Comparativo 1 difere do Exemplo 1, em que o Exemplo
Comparativo 1 carece de um fosfato inorgânico. 0 Exemplo 1 demonstra nitidamente melhor proteção contra corrosão. Da mesma forma, o Exemplo Comparativo 4 difere do Exemplo 1, em que o Exemplo Comparativo 3 carece do carboxilato alifático e contém, ao invés disso, um carboxilato aromático. 0 Exemplo 1 demonstra nitidamente melhor proteção contra corrosão, em relação ao Exemplo Comparativo
3. Os Exemplos Comparativos 4 e 5, quando comparados ao Exemplo 1, mostram o efeito dramático do composto inorgânico de magnésio.
EXEMPLOS 2-4 E EXEMPLOS COMPARATIVOS 6-10
As composições apresentadas na Tabela 3 foram testadas, de acordo com a norma ASTM D4340 SAE 319. Os valores das composições na Tabela 3 estão em porcentagem por peso, baseado no peso total do fluido de transferência de calor, exceto quando de outra forma indicado. Além dos componentes mostrados na Tabela 3, todos os exemplos e exemplos comparativos continham uma substância corante e o saldo das composições era de água.
Tabela
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A Tabela 3 mostra um conjunto diferente de dados, comparando o desempenho da proteção contra corrosão dos refrigerantes exemplificantes (Exemplo
Exemplo 4) com os refrigerantes comparativos (Comp.
Comp. 11) .
Os resultados indicam claramente que os refrigerantes exemplificantes mostram um superior desempenho global de proteção contra corrosão, do que os refrigerantes comparativos.
Em particular, a comparação do
Exemplo
Comparativo com o Exemplo mostra efeito surpreendente do composto de magnésio.
Exemplo
Comparativo 10 e o Exemplo 2 têm composições semelhantes, variando essencialmente no tipo de sal de
Exemplo Comparativo 10 usa Ca(NO3)2 e corrosão significativamente maior do que tem uma taxa de o Exemplo 2, que usa Mg(NO3)2.
EXEMPLOS 5-6 E EXEMPLOS COMPARATIVOS 12-14
As composições apresentadas na Tabela 4 foram testadas para proteção contra corrosão de alumínio brasado em atmosfera controlada. Os valores estão em por cento em peso, baseado no peso total da composição. Folhas de liga de alumínio AA 3003 cobertas com uma quantidade regular de resíduo de fundente de fluoroaluminato de potássio foram utilizadas para os eletrodos de trabalho nos testes. As amostras de metal foram utilizadas, como recebidas.
Uma célula de teste construída de modo semelhante àquela descrita no Método de Ensaio de Laboratório Ford (FLTM) BL-105-1, Um Método Rápido para Prever a Eficácia de Refrigerantes Inibidos em Trocadores de Calor de Alumínio, foi utilizada para os testes realizados. O volume de solução utilizado em um teste foi de cerca de 6 mililitros (ml) . Um fio de platina foi usado como contraeletrodo. Um eletrodo de referência de cloreto de prata/ prata (3 M KC1) colocado em uma sonda Luggin foi usado como eletrodo de referência. A área de superfície exposta do eletrodo da pequena célula é de 2,54 ciri.
Nesse teste, o fluido refrigerante do teste foi adicionado à célula, e o alumínio coberto com resíduos de fundente aquecido até a fervura do fluido. O fluido foi fervido durante uma hora, mantendo o volume de fluido por meio da adição de água desionizada (se necessário), e então a temperatura do fluido foi reduzida a 8O°C. Uma vez que a solução na célula tinha atingido a temperatura de 80 C, a amostra foi conectada a um potenciostato, como o eletrodo de trabalho. O potencial de circuito aberto foi medido durante 5 minutos, e uma varredura de polarização potenciodinâmica foi iniciada em -20mV versus o potencial de circuito aberto. O potencial foi explorado a uma taxa de 2 milivolts por segundo (mVs-1) na direção (positiva) anódica, até que o pite fosse observado, ou o potencial atingisse uma valor de cerca de 2 volts (V) mais anódico do que o potencial de circuito aberto, o que ocorresse primeiro. A corrente foi registrada em função do potencial.
No final do teste, as amostras de fluido, antes e depois do teste, foram submetidas à análise.
Tabela 4
Ex. Comp. 12 Exemplo 5 Exemplo 6 Ex. Comp. 13 Ex. Comp. 14
EG 93,469 93,1393 92,8402 92,8427 93,1885
Na-TT 0, 475 0,4733 0,4718 0,4718 0,4735
NauH 1,9869 2,1598 2,1735 2,1735 1,9809
Ácido neodecanóico 0,9619 0,9585 0,9554 0,9554 0,9590
2-EHA 2,8857 2,8755 2,8662 2,8663 2,8770
Chromatint Orange 175 0,0215 0,0214 0,0213 0,0213 0,0214
PM-5150 0, 2 0,1992 0,1986 0,1986 __
H3PO4 0,1700 0,1700 0,1700
Tenax WS5520 0,3000 0,3000
MG(NO3)2-6 H2O 0,0027 0 f 0027
Ácido sebácico 0,3000
Ά Figura 1 mostra que os Exemplos 5 e 6 apresentam substancialmente melhor proteção contra a corrosão para alumínio brasado por CAB do que os refrigerantes comparativos.
EXEMPLOS 6-7 e EXEMPLO COMPARATIVO 12
As composições apresentadas na Tabela 5 e no
Exemplo Comparativo 12 foram testadas quanto à proteção contra corrosão do Alumínio 319. Os valores na Tabela 5 estão em porcentagem por peso, baseado no peso total da composição.
A placa AA 319 (2 diâmetro de x 3/8 de espessura), fornecida pela The Metaspec Co., foi utilizada como eletrodo. As amostras foram polidas com lixa 600 de carboneto de silício, limpas com acetona, e secas ao ar antes da imersão na solução de teste.
Uma célula de teste do Método de Ensaio de Laboratório Ford (FLTM) BL-105-1, Um Método Rápido para Prever a Eficácia de Refrigerantes Inibidos em Trocadores de Calor de Alumínio, foi utilizada para conduzir os testes para a amostra de placa de alumínio fundido em areia AA 319. A célula de teste FLTM BL-105-01 forneceu uma área de superfície exposta de alumínio igual a 8,04 cm2. O volume de solução utilizado em um teste foi de cerca de 45 ml. Um bastão de grafite foi utilizado como contraeletrodo. Um eletrodo de referência de cloreto de prata/ prata (3 M KC1) colocado em uma sonda Luggin foi usado como eletrodo de referência. As soluções de teste utilizadas nos testes foram preparadas, de acordo com as especificações do FLTM BL-105-01.
Duas condições de teste foram utilizadas para as amostras da placa de metal AA 319. Em um teste, o fluido do refrigerante de teste foi adicionado à célula e o alumínio aquecido até a fervura do fluido. O fluido foi mantido em ebulição durante o ensaio, mantendo o volume de fluido ajustado pelas adições de água desionizada (se necessário). A temperatura da solução foi medida como sendo de 100
103°C. Na outra condição de teste (essa condição de teste foi utilizada para o refrigerante do exemplo comparativo
12), a temperatura da solução de ensaio foi mantida a 85°C durante o teste. A temperatura da superfície do metal de teste foi de cerca de 10°C acima da temperatura da solução para ambas as condições de teste. Após a temperatura da solução atingir os 100uC ou 85°C desejados por aproximadamente 1 hora, uma varredura de polarização potenciodinâmica foi iniciada em -20mV versus o potencial de circuito aberto. O potencial foi explorado a uma taxa de milivolts por segundo (mVs1) na direção (positiva) anódica, até que o pite fosse observado ou o potencial atingisse um valor de 2 volts (V) mais anódico do que o potencial de circuito aberto, o que ocorresse primeiro. A corrente foi registrada em função do potencial.
Tabela 5
Exemplo 7 Exemplo 8
EG 93,1093 93,1084
Na-TT 0,4750 0, 4.7 5 0
NaOH 2,1941 2,1941
Ácido neodecanóico 0,9600 0,9600
2-EHA 2, 87 51 2,8751
PM-5150 0,2000 0,2000
H3PO4 0,1700 0,1700
Mg(NO3)2-6 H.2O 0,0054 0,0054
AR-940 0,0000 0,0010
Corante 0,0110 0,0110
A Figura 2 mostra que os Exemplos 7 e 8 oferecem uma melhor proteção contra corrosão para o Alumínio 319 do que o Exemplo Comparativo 12, embora o teste para o refrigerante do Exemplo Comparativo 12 fosse realizado a uma menor temperatura de solução (ou seja, condições menos corrosivas).
EXEMPLO 5 E EXEMPLOS COMPARATIVOS 15-22
Três tipos de radiadores e dois núcleos de aquecimento oriundos de três modelos de veículos comerciais ligeiros, recentemente introduzidos nos EUA, foram selecionados para utilização. Os radiadores e núcleos de aquecedor foram produzidos por diferentes fabricantes sediados na América do Norte, Europa ou Japão. Dois radiadores e os dois núcleos de aquecedor têm tubos dobrados (tubos tipo B) . A capacidade dos dois núcleos de aquecedor foi medida como sendo de 1,65 ml e ~ 4 ml por cavidade de tubo. A capacidade dos dois radiadores do tipo B é de aproximadamente 9 e 11 ml por cavidade de tubo. A capacidade do outro radiador é de aproximadamente 29,5 ml por cavidade de tubo. Depois de retirar a tampa e crimpar uma extremidade dos tubos de núcleo do aquecedor ou do radiador para reduzir mecanicamente a abertura, um epóxi para uso geral, não-eletricamente condutivo e quimicamente inerte, foi usado para selar uma extremidade dos tubos do núcleo do aquecedor e do radiador. Após a cura durante a noite em temperatura ambiente, os tubos de núcleo do aquecedor ou do radiador foram separados, mecanicamente, em tubos individuais ou grupos de tubos (ou seja, 8 tubos por grupo para o núcleo de aquecedor 1, 2 tubos por grupo para o núcleo de aquecedor 2, e 2 ou 4 tubos por grupo para o radiador do tipo B). Após o refrigerante de teste ter sido adicionado em cada tubo de núcleo do aquecedor ou radiador, as outras extremidades dos tubos foram seladas com cera de abelha (para tubos usados em testes de temperatura um epóxi quimicamente inerte para altas temperaturas.
Posteriormente, os tubos, enchidos com refrigerante fechados, foram colocados no ambiente de ±
em um forno para iniciar os testes de lixiviação. A solução de refriqerante nos tubos foi amostrada após 7 dias, 28 dias ou 56 dias de exposição em um recipiente limpo e quimicamente inerte, e submetida à análise.
O refrigerante foi diluído a 50 por cento em volume com água, a menos que de outra forma indicado como prédiluido. As composições do Refrigerante A ao Refrigerante
F são apresentadas na Tabela 6. Os valores estão em por cento em peso, baseado no peso total da composição, antes da diluição para os Refrigerantes A-D. Os valores estão em por cento em peso, baseado no peso total da composição prédiluída para os Refrigerantes E e F. Os Refrigerantes A-F são comercialmente disponíveis e as composições apresentadas na Tabela 6 são o resultado da análise química.
Tabela 6
Refrig. A Refrig. B Refrig. C Refrig. D Refrig. E, Prédiluido Refrig. F, Prédiluido
EG > 90 > 90 > 90 > 89 > 49 > 49
Toliltriazol 0,1 - 0,3 0,1 - 0,3 0,1 - 0,3 0,1 - 0,3 0,1 - 0,3
Nitrato 0,2 - 0,5 < 0,05 0,1-0,4 0,1 - 0,2 0,1 - 0,2
Nitrito 0,05 - 0,2 0
Molibdato 0,1 - 0,5 0,1 - 0,5 ·“ ~~
Ácido fosfórico 0,5 - 1 0,1 - 0,5 0,05 - 0,3
Mecapto- Benzotiazol - - - 0,05 - 0,3 0,05 - 0,1 0,05 - 0,1
Benzotriazol 0,1 - 0,2
2-EHA 1,7-3,5 1,7 - 3,5
Ácido sebácico 1,0 - 3,5 0,1 - 0,4 0,5 - 1,2 0,5 - 1,2
Ácido neodecanóico 0,1-1,5 - - - - -
Ácido benzóico 1,0 - 5,0 ~~
Ácido t-butil benzóico - - - - 0,3 - 1,0 0,3-0,8
Ácido metoxibenzóico - - - - 0,3 - 1,0 < 1,0
NaOH/KOH 0,4-0,2 0,4 - 2,0 0,4 - 3,0 0,4 - 5,0 0,4-3,0 0,4 - 3,0
Água, antiespumante e tintura Saldo Saldo Saldo Saldo Saldo Saldo
As composições dos refrigerantes usados para testes são mostradas na Tabela 7. Os resultados são mostrados nas
Tabela
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Ex. Comp. 15 Radiador 3, tubo tipo C 90°C, após 7 dias Γr- (-· 53, 8 < 2 < 2
Radiador 2, tubo tipo B 90°C, após 7 dias 8, 12 51,4 < 2 < 2 ί
Radiador 1, tubo soldado 90°C, após 7 dias 8,81 53,2 < 2 < 2
Refrig. fresco 8, 60 51, 1 < 2 < 2
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Radiador 1, tubo soldado 20°C, após 28 dias Baixa 1 ppt ND 59 12
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Observação Alumínio, mg/L Potássio, mg/L Fluoreto, mg/L
nenhum detectado; NA = não analisado
A presença de alumínio no fluido de transferência de calor, após ser submetido às condições de ensaio, é indicativa da corrosão do alumínio. Como pode ser visto nas
Tabelas 7, 8 e 9, fluidos de transferência de calor (refrigerantes), com uma combinação de um composto de magnésio, um fosfato inorgânico, um ácido carboxílico alifático (ou sal do mesmo) e um ou mais componentes selecionados do grupo constituído de compostos azólicos, inibidores de corrosão em ligas de cobre, fosfonocarboxilatos e fosfinocarboxilatos, têm substancialmente menos alumínio presente, depois de serem submetidos às condições de teste, do que os exemplos comparativos. Refrigerantes contendo nitrato, nitrito, ou ácido 2-fosfonobutano - 1,2,4-tricarboxílico (isto é, PBTC ou Bayhibit® AM) foram verificados conter níveis elevados de ions de alumínio nas amostras de refrigerante de teste após a lixiviação, retiradas dos tubos de núcleo do radiador ou aquecedor.
EXEMPLO COMPARATIVO 21
Amostras de resíduos de fundente de fluoroaluminato de potássio comercial foram utilizadas para determinar a solubilidade do fundente em fluidos de transferência de calor. Os resultados da solubilidade em temperatura ambiente foram determinados pela adição de 0,05%, 0,10%,
0,30% e 0,50% em peso de resíduos de fundente de fluoroaluminato de potássio em amostras do Exemplo
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Comparativo 21. 0 peso total de cada solução foi de 25 g.
Depois de misturar os residuos de fundente nas soluções de refrigerante durante 1 hora em temperatura ambiente (por exemplo, 20 ± 1°C), as soluções foram filtradas a vácuo através de um filtro de 0,45 pm. As soluções filtradas foram, então, analisadas por ICP (Espectrometria de Emissão Atômica por Plasma Indutivamente Acoplado) e IC (Cromatografia Iônica) para a concentração de fluoreto. Os resultados são apresentados na Tabela 10 abaixo.
Tabela 10
Concentração de Resíduos de Fundente, g/kg 0, 0 0, 5 1,0 3,0 5,0
Alumínio, mg/L ND ND ND ND ND
Fluoreto, mg/L ND 10 3 6 8
ND = nenhum detectado
Esses dados mostram que a presença de alumínio nos dados de lixiviação da Tabela 8 para o Exemplo Comparativo é devido à corrosão, e não à solubilidade do fundente.
EXEMPLOS 9-10
As composições apresentadas na Tabela 11 foram testadas, de acordo com a norma ASTM D4340, usando liga de alumínio fundida em areia da SAE 319 para as amostras de teste. Os valores na Tabela 11 estão em por cento em peso, 20 baseado no peso total do fluido de transferência de calor.
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Tabela 11
Exemplo 9 Exemplo 10
EG 93,1033 93,1042
Na-TT 0,4750 0,4750
Na OH 2,2001 2,2001
Ácido Neodecanóico 0,9600 0,9600
2-EHA 2,8751 2,8751
PM-5150 0,2000 0,2000
h3po4 0,1700 0,1700
Magnésio acetato tetrahidrato 0,0045 0, 0 0 4 5
AR-940 0,0010 0,0000
Tinturas e corantes 0,0110 0,0110
Resultados da ASTM D4340, Taxa de Corrosão, mg/cm2 /semana -0,01 0, 00
Os resultados da ASTM D4340 mostram que o uso de uma composição isenta de refrigerante de nitrato, que compreende ions de magnésio, um ácido carboxílico alifático 5 (ou sal do mesmo), um fosfato inorgânico, e pelo menos um componente selecionado do grupo constituído de compostos azólicos, inibidores de corrosão em ligas de cobre, fosfonocarboxilatos e fosfinocarboxilatos, evita a corrosão do alumínio.
Além disso, verificou-se que as composições de refrigerante compreendendo ions de magnésio, um ácido carboxílico alifático (ou sal do mesmo), um fosfato inorgânico, e pelo menos um componente selecionado do grupo constituído de compostos azólicos, inibidores de corrosão em ligas de cobre, fosfonocarboxilatos e fosfinocarboxilatos, evita a corrosão do alumínio, demonstrando diminuição a longo prazo da degradação do refrigerante, como mostrado pelos dados na Tabela 12.
Tabela 12
Ex. Comp. 15 Exemplo 5
Refrig. Após 8 semanas Refrig. Após 8 semanas
Fresco a 90°C Fresco a 90°C
Formiato, mg/L 20 43 14 12
Glicolato 18 106 < 10 < 10
Acetato < 10 13 < 10 < 10
As formas no singular um uma, “o e a incluem referências no plural, a menos que o contexto indique claramente o contrário. Os pontos extremos de todas as faixas recitando a mesma característica ou componente são 10 combináveis de modo independente e incluindo o ponto extremo recitado. Todas as referências são aqui incorporadas por referência. Os termos primeiro, segundo, e semelhantes não denotam qualquer ordem, quantidade, ou importância, mas são usados para distinguir 15 um elemento do outro. As várias modalidades e faixas aqui descritas são acumuláveis, na medida em que a descrição não seja contraditória.
Embora modalidades típicas tenham sido apresentadas com a finalidade de ilustração, a descrição acima não deve ser considerada uma limitação no alcance do presente
W? H WffMU -C- '1 .»' documento. Assim, várias modificações, adaptações alternativas podem ocorrer a um técnico no assunto, sem afastar do espirito e alcance da invenção.

Claims (19)

  1. - REIVINDICAÇÕES -
    1. FLUIDO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR, caracterizado por compreender:
    depressor do ponto de congelamento;
    ácido carboxilico alifático, um sal do mesmo, ou uma combinação dos elementos anteriores;
    fosfato inorgânico;
    composto de magnésio;
    água desionizada; e componente selecionado do grupo constituído de compostos azólicos, inibidores de corrosão em liga de cobre, fosfonocarboxilatos, fosfinocarboxilatos, e combinações de dois ou mais dos componentes acima, em que o composto de magnésio estar presente em uma quantidade tal que o fluido de transferência de calor possui uma concentração de íons de magnésio de 0,5 a 100 partes por milhão em peso; e em que o fluido de transferência de calor é livre de silicatos e boratos.
  2. 2. FLUIDO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de ainda compreender um corante, dispersante de polímero, o inibidor de carepa, agente umectante, biocida, ou combinação dos mesmos.
  3. 3. FLUIDO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 e 2, caracterizado pelo
    Petição 870180148637, de 06/11/2018, pág. 81/86 fato de compreender menos de, ou igual a, 80 ppm de nitrato, menos de, ou igual a, 0,03 por cento em peso de ácido 2-fosfonobutano - 1,2,4 - tricarboxilico e seus sais, e ser isento de ions de amônio e amoníaco.
  4. 4. FLUIDO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de compreender menos de, ou igual a, 40 ppm de nitrato, e ser isento de nitrito, ácido 2-fosfonobutano -
    1,2,4 - tricarboxilico e seus sais, ions de amônio e amoníaco. 5. FLUIDO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato do fluido de
    transferência de calor ser isento de nitrito, nitrato, amoníaco, ions de amônio, ácido 2-fosfonobutano - 1,2,4tricarboxílico e seus sais.
  5. 6. FLUIDO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, caracterizado pelo fato do depressor do ponto de congelamento compreender um álcool, ou mistura de alcoóis, e estar presente em um teor de cerca de 10 por cento em peso a cerca de 99,9 por cento em peso, baseado no peso total do fluido de transferência de calor.
  6. 7. FLUIDO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 6, caracterizado pelo fato do carboxilato alifático possuir 6 a 15 átomos de carbono e estar presente em um teor de cerca de 0,05 por
    Petição 870180148637, de 06/11/2018, pág. 82/86 cento em peso a cerca de 10 por cento em peso, com base no peso total do fluido de transferência de calor.
  7. 8. FLUIDO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 7, caracterizado pelo fato do fosfato inorgânico estar presente em um teor de cerca de 0,0002 por cento em peso a cerca de 5 por cento em peso, com base no peso total do fluido de transferência de calor.
  8. 9. FLUIDO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, caracterizado pelo fato do composto de magnésio ser um composto inorgânico selecionado do grupo constituído de nitrato de magnésio, sulfato de magnésio e combinações de nitrato de magnésio e sulfato de magnésio.
  9. 10. FLUIDO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 9, caracterizado pelo fato do composto de magnésio ser um sal de magnésio formado entre um íon de magnésio e um ácido orgânico, ou mais grupos de ácido carboxílico.
  10. 11. FLUIDO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR, que contém um de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8 ou
    10, caracterizado pelo fato do composto de magnésio ser um composto selecionado do grupo constituído de poliacrilato de magnésio, polimaleato de magnésio, lactato de magnésio, citrato de magnésio, tartarato de magnésio, gluconato de magnésio, glucoheptonato de magnésio, glicolato de
    Petição 870180148637, de 06/11/2018, pág. 83/86 magnésio, glucarato de magnésio, succinato de magnésio, hidroxisuccinato de magnésio, adipato de magnésio, oxalato de magnésio, malonato de magnésio, sulfamato de magnésio, formiato de magnésio, acetato de magnésio, propionato de magnésio, sal de magnésio de ácido alifático tricarboxilico ou de ácido alifático tetra-carboxilico, e combinações dos compostos anteriores de magnésio.
  11. 12. FLUIDO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 11, caracterizado pelo fato do composto de magnésio estar presente em um teor de cerca de 0,5 a cerca de 100 partes por milhão em peso do fluido de transferência de calor.
  12. 13. FLUIDO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 12, caracterizado pelo fato do composto azólico estar presente em um teor de cerca de 0,01% em peso a cerca de 4% em peso, baseado no peso total do fluido de transferência de calor.
  13. 14. FLUIDO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 13, caracterizado pelo fato do fosfonocarboxilato ter a fórmula geral
    H [CHRCHR] n-PO3M2 onde pelo menos um grupo R em cada unidade é um grupo COOM, CH2OH, sulfono ou fosfono, e o outro grupo R, que pode ser igual ao, ou diferente do, primeiro grupo R, é um hidrogênio ou um grupo COOM, hidroxila, fosfono, sulfono, sulfato, alquila C2_7, alquenila C2_7, ou um grupo
    Petição 870180148637, de 06/11/2018, pág. 84/86 carboxilato, fosfono, sulfono, sulfato e/ou alquila C 1-7, ou alquenila C1-7 substituído por hidroxila, n é 1 ou um número inteiro maior que 1, e cada M é hidrogênio ou um íon de metal alcalino.
  14. 15. FLUIDO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 14, caracterizado pelo fato do fosfonocarboxilato estar presente em um teor de cerca de 0,5 ppm a cerca de 0,15% em peso, baseado no peso total do fluido de transferência de calor.
  15. 16. FLUIDO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 15, caracterizado pelo fato do fosfinocarboxilato ter a fórmula geral
    H [CHR1CHR1] n-P (O2M) - [CHR2CHR2] mH onde pelo menos um grupo R1 em cada unidade é um grupo COOM, CH2OH, sulfono ou fosfono, e o outro grupo R1, que pode ser igual ao, ou diferente do, primeiro grupo R1, é um hidrogênio ou um grupo COOM, hidroxila, fosfono, sulfono, sulfato, alquila C1-7, alquenila C1-7, ou um grupo carboxilato, fosfono, sulfono, sulfato e/ou alquila C1-7 ou alquenila C 1-7 substituído por hidroxila, n é um número inteiro igual ou superior a 1, e cada M é hidrogênio ou um íon de metal alcalino, como um íon de sódio, íon de potássio e outros. Da mesma forma, pelo menos um grupo R2 em cada unidade é um grupo COOM, CH2OH, sulfono ou fosfono, e o outro grupo R2, que pode ser igual ao, ou diferente do, primeiro grupo R2, é um hidrogênio, ou um grupo COOM,
    Petição 870180148637, de 06/11/2018, pág. 85/86 hidroxila, fosfono, sulfono, sulfato, alquila C1-7, alquenila C1-7, ou um grupo carboxilato, fosfono, sulfono, sulfato e/ou alquila C1-7 ou alquenila C1-7 substituído por hidroxila, m é um n° inteiro igual ou superior a 0.
  16. 17. FLUIDO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 16, caracterizado pelo fato do fosfinocarboxilato estar presente em um teor de cerca de 0,5 ppm a cerca de 0,2% em peso, baseado no peso total do fluido de transferência de calor.
  17. 18. FLUIDO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 17, caracterizado pelo fato do fluido de transferência de calor ainda incluir um ou mais polímeros solúveis em água.
  18. 19. SISTEMA DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR, caracterizado pelo fato de compreender o fluido de transferência de calor de qualquer uma das reivindicações 1 a 18 e um aparelho de transferência de calor.
  19. 20. MÉTODO PARA PREVENIR A CORROSÃO, caracterizado pelo fato de compreender o contato do fluido de transferência de calor da reivindicação 1 com um sistema de transferência de calor.
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