BRPI0924552A2 - corpo de eletrodo de direção controlável para remover seletivamente o tecido corporal, e tubulação guia - Google Patents

corpo de eletrodo de direção controlável para remover seletivamente o tecido corporal, e tubulação guia Download PDF

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BRPI0924552A2 BRPI0924552A BRPI0924552A BRPI0924552A2 BR PI0924552 A2 BRPI0924552 A2 BR PI0924552A2 BR PI0924552 A BRPI0924552 A BR PI0924552A BR PI0924552 A BRPI0924552 A BR PI0924552A BR PI0924552 A2 BRPI0924552 A2 BR PI0924552A2
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Koo Ja-Kyo
Kim Jong-Tack
Lee Sang-Heon
Kim Sang-Woon
Cho Sung-Youn
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Abstract

"corpo de eletrodo de direção controlável para remover seletivamente o tecido corporal, e tubulação guia" trata-se de um corpo de eletrodo de direção controlável compreendendo um corpo flexível que compreende: um primeiro eletrodo compreendendo um corpo, uma primeira capa unida a uma extremidade do corpo, e uma primeira linha de eletrodo conectada a uma outra extremidade do corpo; um isolante em contato parcial com o corpo e com a primeira capa do primeiro eletrodo, o dito isolante funcionando para isolar o primeiro eletrodo do segundo eletrodo; um segundo eletrodo compreendendo um primeiro anel em contato com o 1 o isolante; e uma segunda linha de eletrodo conectada a uma extremidade do primeiro anel; e um controlador de direção compreendendo uma primeiro fio de controle de direção comunicando-se com o primeiro eletrodo ou o segundo eletrodo para controlar a direção do corpo de eletrodo. também, uma tubulação guia é fornecida para levar o corpo de eletrodo a um tecido alvo .

Description

CORPO DE ELETRODO DE DIREÇÃO CONTROLÁVEL PARA REMOVER SELETIVAMENTE O TECIDO CORPORAL, E TUBULAÇÃO GUIA”
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a um corpo de eletrodo útil para remover localmente tecido corporal usando radiofrequência (RF), Mais partíouiarmente. a presente invenção refere-se a um corpo de eletrodo de direção controlável que pode prontamente penetrar em um material fibtoide rígido no corpo e avançar para um tecido alvo de uma maneira controlada dentro do material usando um fio de controle. Também, a presente invenção considera uma tubulação gola que pode levar o corpo de eletrodo a um tecido alvo do corpo.
Fundamentos da Invenção
A hérnia de disco é uma condição médica que afeta a espinha, na qual um disco intervertebral se projeta para colocar pressão no nervo localizado próximo ao disco. resultando em dor radiouiar e iombaigia. Os discos i-nvertebrais consistem de um ânuio fibroso externo, que circunda o núcleo polposo interno, Apòs u ánulo fibroso Sos' rompido por impacto 15 físico, quando o disco està sob grande pressão gerada pelo peso do corpo mediante mantense em pé ou por algum impacto excessivo, o núcleo polposo se projete para fora através da ruptura no anulo fibroso. Em adição, uma pressão interna cita no disco intervertebral é transferida para a camada externa do disco, de modo que o disco se projeta, Essa condição médica é chamada hérnia da disco. Sa o disco projetado não volta ao estado normal, mas é 20 mantido projetado, ele pressiona o nervo para causar dor lombar,
A hérnia de disco pode ser curada por cirurgia, No máximo 30% des casos cirúrgicos executados para hérnia de disco, entretanto, não produzem efeitos terapêuticos. Ademais. como a cirurgia da coluna està apta para ser acompanhada pela ablação de um nervo espinhal, 5 a 10% dos pacientes que passaram por cirurgia da coluna sofrem de Sindrome 25 Pós-laminectomia (FEES) pelo resto de suas vidas.
Outra forma de tratar hérnia de disco iníervertebral é um método de restauração pelo quat o núcleo polposo em uma hérnia de disco intervertebral é removido para reduzir a pressão interna de modo que o disco projetado retroceda espontaneamente. Esse método é um método de tratamento não cirúrgico caracterizado pelo uso de energia de radiofrequên30 cia para abiar a hérnia de disco. Quando a radiofrequência é aplicada a um eletrodo de radiofrequência que è direcionado para o tecida interno de um disco intervertebral, um campo elétrico de alta energia é formado em torno do eletrodo o dissocia os constituintes do núcleo pulpcso em íons negativa e pusífivamente carregados para remover o disco herniado. Comparado a um método cirúrgico, o método de usar um eletrodo de radiofrequência para remo35 ver o tecido corporal tem as vantagens de reduzir o periodo de hospitalização, diminuir as despesas médicas, e evitar os efeitos colatefais da cirurgia.
Geralmente. a radiofrequência usada nesse tratamento médico tem uma taxa de ν·Τ
2/21 oscilação de 100 a 20.000 kHz. O uso de urn eletrodo da radiofrequência pars ablar os tecidas corporais ου remover odusôes intravascuiares è descrito na Patente US No. 6.554.32? 82.
Enquanto a lambalgía è causada por uma pane do disco intervertebral sendo herni5 ado e pressionando as raízes de nervos adjacentes. pressão hidrostâtica é colocada no anulo fibroso externo pelo núcleo puiposo interno. Como a fluidez do núcleo polposo interno na hérnia não ê grande, o disco intervertebral é mantido no estado hemiado, continuando a comprimir as raízes dos nervos e causar lombalgia. Para tratamento não cirúrgica. primeiro, as pontas de eletrodo de radiofrequência sâo inseridas no tecido externo da hérnia de disco 10 com o auxilio de uma tubulação guia A aplicação de uma radiofrequência gera um campo elétrico entre as dois eietrodas, dissociando a composição interna em partículas negativa e positivamente carregadas que formam um meio eletricamente neutro. Assim., a pressão interna da disco intervertebral é reduzida para recuar a projeção para fora da disco, Em adição ã restauração Indireta por redução de pressão, a ponto de eletrodo da tubulação gula 15 que està localizado na hérnia do disco intervertebral pcx.te abler diretamente o tecido com hérnia para remover a compressão no nervo, curando assim a lambalgía e a dor radicular.
Cerno eles são retos, a maior parte dos eletrodos de radiofrequência convencionais são desvantajosos pela fata de que suas regiões acessíveis são limitadas, porque eias podem semente atcasçar os sítios que estão em uma linha reta corn a posição de inserção do 20 eletrodo. Particularmente quando uma hérnia de disco è tratada, a posição na qual a ponta de etetrodo de radiofrequência é inserida no corpo é muito restrita par causa da espinha e dos nervos espinheis. Consequentemente, é muita difícil abler o tecida aposto ò posição de inserção do eletrodo de radiofrequência. O método que usa um eletrodo de radiofrequência è baseado no principio no qual α tecido é removido para gerar uma pressão negativa que 25 age, par sua vez., para restaurar um disco intervertebral herriiado. Assim, a manas que se remava u tecido em tamo da hérnia, a eficiência terapêutica do método é muito pobre
Ademais, há eletrodos de radiofrequência que têm uma parte de extremidade curve que é curvada em uma curvatura constante antes de ser inserida no corpo. A força de restauração dos elebodos curvos os leva a alcançar o sítio que é difícil de acessar de urna ma30 neira reta após prosseguir através de uma tubulação gula. Entretanto, uma vez que entram no corpo, é dii'iail restaurar a parte curva. De isto, esses eletrodos curvas não são amplamente usados porque seu sucesso depende da experiência e suposição. Em adição, os etetrodes curvos, embora suficientemente restauradores, são difíceis de posicionar precisamente no disco intervertebral herniado que diferem entre si.
É também descrito um eletrodo que tem uma porte de extremidade que é feita de um material pohmèrico flexível e pode ser prantamente curvado. Entretanto, è difícil posicionar precisamente essa eletmdo no disco espinhal herníada. Ademais, o material polimérica
3/21 pode fundir mediante a aplicação do radiofrequência.
Em pacientes que sofreram de um disco espinhal hernlado por um longo período de tempo, um gargalo è gerado entre o ãnulo fibroso e a parte projetada. À medida que o tempo passa, o tecido pode crescer no gargalo, formando um fibroide firme obstruído. Nesse 5 caso, o núcleo polposo no disso espinhai herniado é difícil de remover porque a ponta de eletrodo cão pode penetrar no fibroide firme obstruído, da .invenção
Problema Técnico
A presente invenção tem como objetivo fornecer um dispositivo médico que tenha 10 uma função de controle de direção da modo a se aproximar prontamente de um tecido ativo dentro do corpo e que pode remover seietivamente ο alvo para alcançar um efeito terapêutico.
Solução Técnica
De acordo com urn aspecto, a presente invenção fornece um corpo de eletrodo de 15 direção controlável, compreendendo um corpo flexível que compreende; um primeiro eletrodo. compreendendo urn corpo, uma primeira capa unida a uma extremidade do oorp-o, e uma primeira linha de eletrodo conectada a uma outra extremidade do corpo: um isclante em conteto parcial com o corpo e com a primeira capa do primeiro eletrodo, o dito isolante funcionando para isolar o primeira eletrodo da segundo etefrodo; um segundo eletrodo com20 preendendo um primeiro anel em contate com o isolante: e uma segunda linha de eletrodo conectada a uma extremidade do primeiro anel; e um controlador da direção compreendendo uma primeiro fio de controle de direção comunica ndo-se com o primeiro eletrodo ou o segundo eletrodo para controlar a direção do corpo de eletrodo.
De acordo com outro aspecto, >a presente invenção fornece um método para tratar a doença discai, compreendendo: uma etapa de (A) se aproximar da uma localização de uma lesão causando lombaigia controlando o corpo de eletrodo de direção controlável da reivindicação 1; e ao menos uma etapa selecionada a partir do grupo que consista de (8) procurar um nervo responsável pela dor estimulando a tesão com o corpo de eletrodo; (C) tratar a doença disca! coagulando a iesão com o corpo de eletrodo; e (0) tratar a doença discai a30 biando um tecido da disco causando a dor com o corpo de etefrodo.
De acordo com urn aspecto adicional dessa, a presente invenção fornece uma tubulação guia, compreendendo: uma segunda tubulação de proteção flexível: uma segunda capa conjugada a uma extremidade da segunda tubulação de proteção flexível; um segundo fio de controle de direção, se estendendo de segunda capa a uma outra extremidade da 35 segunda tubulação de proteção flexível; s um segundo operador de direção oco se comunicando com o segundo fto de controle de direção.
Efeitos Vantajosos
4/21
Após ser inserido no corpo, o corpo do eletrodo ds presente invenção pode ser posicionado de forma controlável curvando o corpo flexível com o fio de controle de direção. Sendo capaz. de se aproximar de um tecido alvo com o corpo de uma maneira controlada, o corpo de eletrodo pode livrar-se seletivameníe do tecido alvo. Ademais, o corpo de eletrodo pode invadir prontamente um material fibroide rígido de modo que ele pode ser aplicado ao tratamento de hérnia de disco que foi fixado por um longo período de tempo.
Brnye, tesáãfeDesenhgs
A FlG. 1 é uma vista em perspectiva que mostra um corpo de eletrodo de direção controlável de acordo com uma modalidade da presente invenção,
A FlG. 2 è uma vista em perspectiva que mostra um corpo Hexivel do eletrodo de direção controlável.
A FlG. 3 é uma vista em perspectiva que mostra constituintes usados no corpo flexível do corpo de eletrodo de direção controlável
A FlG. 4 é uma vista esquemâtica que mostra um processa para controlar a direção e a posição da corpo de eletrodo Inserido em um disco intervertebral..
A FiG. 5 é uma vista em perspectiva do corpo de eletrodo de acordo com uma modalidade da presente Invenção que está associada com um controlador de direção.
A FlG. 6 é uma vista em perspectiva que mostra uma parte de uma punção de eletrodo na quai o corpo de eletrodo de acordo com uma modalidade da presente invenção serà inserido^
A FlG. 7 é uma vista lateral que mostra uma agulha curva tendo uma capa cônica em uma extremidade.
A FlG. 8 è uma vista lateral que mostra uma parte da agulha curva da FlG. 7.
A FIG. 9 è uma vista transversal que mostra uma parte da agulha curva da FlG. 7.
A FlG. 10 e uma vista lateral expandida da capa cônica da aguiha curva.
A FIG. 11 é uma vista lateral de uma agulha curva que tem uma ranhura em um lado e um fio instalado dentro da ranhura, o i'ío sendo manipulada para controlar a direção da agulha curva.
A FlG. 12 é uma vista lateral de uma agulha curva tendo uma ranhura formada em um lado a uma região flexível cilíndrica adjacente à ranhura.
A FIG. 13 è uma vista lateral de uma agulha curva tendo uma ranhura em um lado e uma região flexível tipo malha adjacente ã ranhura.
A FlG, 14 é uma vista lateral de uma agulha curva tendo uma ranhura em um lado e uma região flexível tipo heiicoidal adjacente â ranhura.
A FlG. 15 è uma vista lateral de uma. agulha curva tendo uma ranhura em um lado e uma região flexível articular adjacente à ranhura.
A FIG. W ê uma vista esquemátloa que mostra uma agulha curva tendo uma ranhu
5/21 ....................
ra am urn lado e uma região flexível adjacente à ranhura que é inserida no dssco entre a quinta vértebra lombar L5 e o sacra SI.
A FIG. 17 ilustra vistas laterais que mostram protetores para proteger um tecido corporal do calor gerado pelo corpo de eletrodo.
A FIO, 18 é um gráfico que mostra uma forma de onda gerada quando uma comente alternada è usada.
A FIG. 19 è uma gráfica que mostra formas de onda geradas quando duas correntes alternadas são usadas com uma diferença de fase.
A FIG. 20 é uma vista um perspectiva de uma tubulação guia do acordo corn uma 10 modalidade da presente invenção.
A FIG. 21 è urna vista transversa; aumentada quo mostra a estrutura da tubulação guia da FIG. 20.
A FIG. 22 é uma vista em perspectiva quo mostra uma tubulação guia na qual um trocarte é inserido.
A FIG. 23 é uma vista transversal que mostra anta tubulação guia compreendendo um segundo fio de controle da direção estendido a partir do um terceiro anal, com um trocarte inserido neste, de acordo com uma modalidade da presente invenção.
A FIG, 24 á uma vista transversal de urna tubulação guia na qual uma ranhura é formada entre a segunda capa e o terceiro anel, mas não em uma extremidade da segunde 20 sapa, em um lado,
A FIG. 25 ilustra fotografias que mostram um processo de montagem das tubulações guias da presente invenção em uma tubulação guia maior.
Descrição Detalhada da Invenção
A presente invenção fornece um corpo de eletrodo de direção controlável, compre·25 endendo um corpo flexível que compreende: um primeiro eletrodo compreendendo um corpo, uma primeira capa unida a uma extremidade do corpo, e uma primeira linha de eletrodo conectada a uma outra extremidade do corpo; um isolante em contato parcial com o corpo e cam a primeira capa do primeiro eletrodo, o dito isolante funcionando paro isolar o primeiro eletrodo do segundo eletrodo; um segundo eletrodo compreendendo um primeiro anel em 30 contato com o isolante: e uma segunda linha de eletrodo conectada a uma extremidade do primeiro anel; e um controlador de direção compreendendo uma primeiro fio de controle de direção sornunicando-se com o primeiro eletrodo ou o segunde eletrodo para controlar a direção do corpo de eletrodo.
O corpo de eletrodo da direção controlável pude ainda compreender um oorpo rígi35 do unida aa corpo flexível.
Nesse caso, o corpo de eletrodo de direção controlável pode ainda compreender um primeiro operador de direção combinado oom o corpo rígido.
6/21
No corpo de eletrcsdo de direção controlável, o corpo do primeiro eletrodo è integrodo á primeira capa.
Em uma modalidade do corpo de eletrodo de direção controlável, o primeiro eletrodo e o segundo eletrodo são índependentemente feitos de um materiel selecionado a partir 5 do grupo que consiste de aço inoxidável, liga de aço geral, açoditânio e aço com memória de forma.
O isolante pode ser de um material selecionado a partir da grupa que consiste de cerâmica, silicic, huororesma, um polímero enoolhlvel por calor, e combinações dessas.
A cerâmica è AIíO3, o silício é SÍOi; e o polímero encolhível por calor é selecionado a partir do grupo que consiste de politetrafluoroetileno (PTFE), tetraflucrootilent> hexofluoropropileno (FEP), tetrafluorcetíleno-perfluoroalquilviniléter (PFA), etilenotetrafluoroetileno lETFE), pclièster (PET), pollèter star catena (PEEK), e combinações desses.
No corpo de eletrodo de direção controlável, a primeiro fio de controle de direção 15 lem ume resistência elétrica de 0,1 uQ a 5 Ω e uma resistência à tração de 100 MPa e 20
GPa e é usada tanto para controlar a direção do corpo de eletrodo quanto para servir como uma linda de fornecimento da energia, onde o diâmetro do eletrodo pode ser reduzido.
O primeiro fio de controle de direção pode ser feito de um material selecionado a partir do grupo que consiste de aço inoxidável, titânio, liga de cobaltocroma, platina, prata e 20 combinações desses..
Em adição, o primeiro fio de controle de direção é revestido com esmalte.
No corpo de eletrodo de direção controlável o controlador de direção pode compreender um segundo anal conectado ao primeiro eletrodo ou ao segundo eletrodo.
Esse segunde anel é conectado á primeira sapa do primeiro eletrodo ou ao primeiro 25 anel do segundo eletrodo.
O corpo flexível pode ainda compreender uma primeira tubulação de proteção flexíve! para proteger o pnfneirq eletrodo, o isolante, o segundo eletrodo e o controlador de direção.
Em uma modalidade de corpo de eletrodo de direção controlável a primeira tubufa30 çâo de proteção flexível tem uma estrutura hellcoidal ou articular.
A primeira tubulação de proteção flexível é feita de um polímero mole.
Esse polímero mole tem uma dureza shore de 40 a 75 shore D.
Nesse aspecto, o polímero mole podo ser selecionado a partir do grupo que consiste de Pebax 4633, Pebax 5533, Pebax 7233 (Atochem), Náiío.n-12: poiietileno de peso mole35 cular ultra-alto (UHMP), politetrafluornetilerto (PTFE), tetratluoroetileno-hexalluoropropileno (FEP), pohesteramida (PEA), etileno-tetrafluoroetileno (ETFE), fluoreto de polivinilideno (PVDF), poiièier éter catena (PEEK), poiietileno de basxa densidade (LDPE), poiietileno de alta densidade (HDPE), e combinações
Ademais, o corpo da eletrodo tontrclávei pode ser inserido em uma ranhura formada em um lado de uma agulha curva, node o corpo de eletrodo pode ser direcionalmente controlada ã medida que ar agulha curva é operada,
A agulha curva tem uma regteo flexível adjacente à ranhura,
A região flexível e feito dc um material selecionado a partir do grupo que consiste de um polímero, um metal e um composto de polímero e metal.
Nesse contexto, o polímero pode ser selecionado a partir do grupo que consiste de polietileno da pesa molecular ultm-aíte (UHMP). poNetrafluoroetileno (PTFE), tetrafluaroetileno-hexafluoroprapitenoíFEF), poilesteramida (PEA), etiieno-tetrafluoroetíteno (ETFE), fluoreto de poiivinilideno (PVDF), poliéter éter cetona (PEEK), polietileno de baixa densidade (LDPE), polietileno de alta densidade (HDPE), e combinações desses, e o metei è aço inoxidável.
A estrutura da região flexível é seletxonada a partir do grupa que consiste do tipo cilíndrica, tipo cilíndrica em malha, tipo heliooidaí e tipo articular.
Nesse corpo da eletrodo, um lado da estrutura tipo cilíndrica da região flexível é feita de um matai, enquanto o outro lado feito de um polímero, de modo que a agulha curva seja curvada na direção do lado de polímero,
Uma região flexível com o tipo estrutura articular é composta de uma pluralidade de anéis triangulares,
Nessa estrutura, cada anal triangular tem um onflclo de inserção ou um rebaixo formado em uma posição superior e em uma posição inferior desse no qual um fio de controle de direção é irssendo.
O carpo de eletrodo de direção controlável pode estar associado com um protetor para proteger um tecido de corpo adjacente do calor gerado pelo corpo de eletrodo, e o protetor é composto de uma membrana de proteção e um suporte para suportar a membrana de proteção,.
A membrana da proteção pode ter uma estrutura tipo malha ou uma estrutura tipo crudforme.
A membrana de proteção e festa de um material selecionado a partir do grupo que consiste de politetrafluoroetiieno (PTFE), polietileno (PE), poliéter ater cetona (PEEK), tetrafluornetiieno-hexafluoroprapilano (FEP), tetrafíuoroetíieno-pertluoroalquiNiniléier (PFA), etiteno-tetrteluaroetíleno (ETFEv. polí-imida (PI), poiiéster (PET), poliamida (PA) e combinações desses.
No corpo de eletrodo de direção controlável, o suporte pode ser um tubo em forma de Y.
Além disso, o suporte pode ser feito de um material selecionado a partir do grupo que consiste ca um pohmero, um metal e um composto desses,
A membrana pode ser feita de um polímero selecionado a partir do grupo que consiste de poiitetratiucroetiieno (PTFE), poíiebteao (PE), poliéter éter cetona (PEEK), fetrafíuoroetiieno-hexafluompropileno (FEP), tetrafluoroetileao-perfiuoroalquíiviníléter {PFA), etilenotetrafluoroetíleno (ETFE)< pciPimida (PI),, polléster (PET), poílamida (PA) e combinações desses.
Para uso no suporte, o metal pode ser aço inoxidável.
Também, a presente invenção fornece um método para tratar doença discai, compreendendo: ume etapa de (A) se aproximar da localização de uma lesão causando lombalgia controlando-se o corpo de eletrodo de direção controlável da reivindicação 1; a ao menos uma etapa selecionada a partir do grupo que consiste de (B) procurar um nemo responsável pela dor estimulando a lesão com o corpo de eletrodo; (C) tratar a doença discai coagulando a lesão com o corpo de eletrodo; e (D) tratar a doença discal abtendo um tecida do disco que causa dor cem o corpo da eletrodo.
A etapa (A) pode ser seguida pela atapa (D),
Em uma modalidade alternativa, as etapas podem ser conduzidas na ordem de (A), (8) e ÍC).
Em outra modalidade, a etapa (A) pode ser conduzida, seguida por conduzir sequeaciaimente as etapas (D), (B) e (0).
Ho método, a etapa (A) de avançar o corpo de eletrodo de direção controlável para urna lesão compreende: inserir o corpo de eletrodo no anulo fibroso de um disco intervertebral da interesse, com o corpo do eletrodo de direção controlável estando espalhado; e curvar cootrolaveimente o corpo flexível do corpo de eletrodo em uma direção desejada para posicionar a capa e o anel na lesão.
No método, a etapa (B) da estimular a lesão para procurar por um nervo responsável pala dor compreende aplicar uma comente alternada de 1 Hz a 3QÜ Hz em uma tensão de 0,1 a 3,0 V ao corpo de eletrodo para detectar um nervo responsável pela der,
A etapa (C) de coagular a lesão é conduzida por eletrocauterizador no qual uma corrente alternada de 300 a 500 kHz é aplicada ao corpo de eletrodo para remover o nervo.
Ademais, a presente invenção fornece uma tubulação guia, compreendendo; uma segunda tubulação de proteção flexível; ume segunda capa conjugada a uma extremidade da seçjunda tubulação de proteção flexível; um segundo fio de controle de direção, se estendendo da segunda capa a urna outra extrem-dade da segunda tubulação de proteção llexível; e um segundo operador de direção oco comunicando-se com o segundo fio de controle: de direção.
Nessa tubulação guia, a segunda tubulação de proteção flexível tem uma estrutura tipo helscoidal ou tipo articular.
9/21
A segunda tubulação de proteção flexível pode ser feita ide um polímero mole.
Essa polímero mole tem urna dureza shore de 40 e 75 shore D.
Em uma modalidade da tubulação guia, o polímero mole pode ser selecionado a partir do grupo que consiste de Psbax 4533. Pebex 5533. Pebax 7233 (Atochem), Náilon-12, pelfetileno de peso molecular ultra-alto (UHMP). poiitatmíluoroeíiieno {PTFE), fetrafluoraetlteno-hexafiuoropropíisno (FEP), puíiestersmida (PEA), etileno-tetrafluorcotileno (ETFE), fluoreto de poiivinilideno (PVDF), peliéter éter catena (PEEK), polietifeno de baixa densidade (LDPE), poHefileno de alta densidade (HOPE), e combinações desses.
O segundo tio da controle de direção pode ter uma resistência elétrica de 0,1 p0 a
5 Ω e uma resistência à tração de 100 MPa a 20 GPa e ser usado tacto para controlar a direção do corpo de eletrodo de direção controlável quente para servir como uma linha da fcmecimectc de energia, onde o diâmetro do eletrodo pode ser reduzido.
Q segundo fio de controle de direção pode ser feito de um matenal selecionado a partir do grupo que consiste de aço inoxidável, titânio, liga de cobalto-cromo, platina, prata e 15 combinações desses,
O segundo fio de controle de direção pode ser revestido com esmalte.
A tubulação guia pode conter um trocarte dentro dela.
Em uma modalidade, a tubulação guia pode conter o corpo de eletrodo de direção controlável da presente invenção de modo que o oorpo de aletmdo pode ser deixado mudar 20 de direção de uma maneira controlada estabelecida pela tubulação guia,
A tubulação gula acima tem um mie de curvatura e um comprimento e serve como um dos muitos segmentos que são montados em uma tubulação gula maior.
A tubulação gusa pode ter um raio de curvatura na faixa da 10 a 5000 mm e um comprimento na faixa de 0.5 a 3,5 mm.
Em uma modalidade, s tubulação guia pode conter o corpo de eletrodo de direção controlável da presente invenção,
Referência deveria ser feita agora aos desenhos, nos quais os mesmos números de referência são usados por todos os difererd.es desenhos para designar componentes iguais ou similares.
A FÍG. i ê ume vista em perspectiva que mostra um corpo de eletrodo de direção controlável de acordo com uma modalidade da presente invenção.
Com relação à FIG. 1. o corpo de eletrodo da direção controlável 100 de acordo com uma modalidade da presente invenção compreende um corpo flexível 101.
Quando o corpo de eletrodo è aplicado ao corpo. o corpo flexível W1 está em com tato direto com o corpo e pede ser direcionalmente controlado dentro do corpo,
Para ser facilmente inserido no corpo, o eletrodo 100 pode ainda compreender um corpo rigide conectado a uma extremidade do corpo flexível 101, O corpo rígido 102 pode
W/21 funcionar para suportar e proteger o corpo flexível 101. Q corpo rígido 102 pode ser feito de um pqílmero que tem uma sita dureza ou que é inserido em uma tubulação de aço inoxidável conferindo resistência à curvatura ao polímero. Exemplos do polímero com alta dureza incluem PE8AX, polietileno de peso molecular uhra-aHa (UHMP), politetrafluoroetileno 5 (PTFE). tetrafluoroetilenta-hexatluoropropilsno (FEP). poiiesteramída (PEA), etilenotetrafluoroetiienc (ETFE), fluoreto de polivinllidano (PVDF), poliéter éter cetona (PEEK), ρο· iietifeno de baixa densidade (LDPE) e polietileno de alta densidade (HDPE).
A FIG. 2 ê uma vista em perspectiva que mostra o corpo flexível do corpo de eletrodo de direção controlável de acordo com uma modalidade da presente invenção, enquanto a 10 FIG. 3 mostra constituintes do corpo flexível do corpo de eletrodo de direção controlável de acordo com uma modalidade da presente invenção.
Com relação às FIGs, 2 e 3, o corpo flexível 101 compreende um primeiro eletrodo 110. um ísolante 120. um segundo eletrodo 130 e um conlrolador de direção, e opcionalmente um pnmeiro tubo de proteção flexível 150.
0 primeiro eletrodo 110 compreende um corpo 111, uma pàmeíra capa fornecida para uma extremidade do corpo 111, e uma primeira linha da eletrodo conectada à outra ,· extremidade do corpo ill. O corpo 111 serve como um suporte para o primeiro eletrodo 110. Contanto que o corpo 111 suporte o primeiro eletrodo 110. nenhuma limitação particular è conferida à morfologia da corpo 111. Entre os constituintes do eletrodo 100. a primeira 20 caps? 112 é pnmeiro inserida no corpo. Embora nenhuma limitação particular seja conferida à morfologia da primeira capa 112, eia greferendalmenfe tem uma forma de cunha ou uma forma de semiesfera. A primeira tampa 112 pode ainda ser equipada com um termômetro de minuto para medir a temperatura da posição na qual o eletrodo está localizado durante o tratamento, A primeira linha de eletrodo 113 é um fio de aço que é preferencialmente longo 25 o bastante para correr através du corpo flexível 1 Gi, Em adiçao, quande um corpo rígido 102 se estende a partir do corpo flexível 101, a primeira linha da eletrodo 113 pode também ser estendida até o fim do corpo rígido 102.
O primeiro eletrodo 110 pode ser um anodo ou um catodo que é oposto à polaridade du segundo eletrodo 130. Contanto que ele permita uma corrente elétrica da radíofre30 quêncla para fluir através dele, qualquer material pode ser uaaoto para formar o primeiro eletrodo 110. Preferenc-aimenfe, o pnmeira eletrodo 110 pode ser feito de metal, e mais praterenclalmente um selecionado a partir do grupo que consssfe de aço Inoxidável, liga de aço, aço-fitàmo e liga com memória de forma,
O isoiante 120, que está em contato parcial com o corpo TH e com a primeira capa 35 112 do primeiro eletrodo 110, funciona para isolar eletricamente o primeiro eletrodo 110 dc segundo eletrodo 130, isto é, para impedir que um curto-circuito entre o primero eletrodo 110 e o segundo eletrodo 130. Também, o Isolante 120 fixa a primeira capa 112 do primeiro
11/21 eletrodo 110 no corpo de eletrodo 100. Embora desenhado nas figuras para ser parcialmente inserido no corpo 111 e na primeira capo 112, o isolante 120 poda ser conectado de várias outras maneiras. Contanto que eie é eletricamente não condutor e tecnicamente resistente, qualquer material pode ser usado para fabricar o isoíante 120. Preferencíalmente. o 5 ísolante 120 é feito de um material selecionado a partir do grupo que consiste da cerâmica, silício, fluomreslne, um polímero encoihível por calor, a combinações desses, A cerâmica pode ser exemplificada por Ai;>O3, Representativo entre o sílíeío útil na presente invenção è SlOj. Exemplos do polímero encoíhível por calor incluem politetrafluoroetilsno (PTFE), teírafluoroetileno-hexafiuompropiíeso (FEP), tetraâuQrautilenc-perfiuproaiquiivíniléter (PF.A), etí10 leno-tetrafluoroetileno (ETFE), pollster (PET), poliéteramída (PEA), e poiiéter éter catena (PEEK).
O segundo eletrodo 130, que està em contato com o isolante 120, compreende um primeiro anui 131 u uma segunda linha de eletrodo 132 conectada a uma extremidade do primeiro anel 131, Embora o primeiro anel 131 , que está em contato direto com o isolante 15 130, seja representado como sendo -nserido no isolante 120 na figura, a conexão entre eles pode ser executada de várias outras maneiras, O primeiro anel 131 é uma pane de saída, f fornecendo energia elétrica através da segunda linha de eletrodo 131, A segunda linha de eletrodo 132 está na forma de um fio de aço que ê longe o bastante para correr através do corpo flexível Γ11, Em adição, quando um corpo rígida 102 é estendido a partir do corpo 20 flexível 101, a segunda linha de eletrodo 131 pode também ser estendida até o fim do corpo rígido 102.
O segundo eletrodo 130 pode ser um anodo ou um cetodo que é oposto à polaridade do primeiro eletrodo 110. Contanto que ele permita que a corrente elétrica de radiofrequência flua através dele. qualquer material pode ser usado para formar o segunde eletrodo 25 130, Preferencialmente, o segundo eletrodo 130 pode ser feito de metei, e mais preferencialmente um material selecionado a partir do grupo que consiste de aço inoxidável, liga de aço, aço-titânío, e liga com memória de forma,
O controlador de direção 140, se comunicando com o primeiro eletrodo 110 ou com o segundo eletrodo 130, compreende um primeiro tio de controle de direção 142, Também..
o controlador de direção 140 pode ainda compreender um segundo anel 141 que serva como um adaptador para conectar o controlador de direção 140 ao primeiro eletrodo 110 ou ao segunde eletrodo 130. O segundo anel 141 pode ser conectado à primeira capa 111 do primeiro eletrodo 110 ou ao primeiro anel 131 do segundo eletrodo 130,
Na presents, o primeiro fio de oontmle de direção 142 è preferencíalmunte compre35 endido da dois ou mais fios, Contanto que ele permita que o corpo flexível 101 seja fadl·· mente curvado e tenha uma resistência elétrica de 0,1 μΗ a 5 Ώ. e uma resistência á tração de 100 MPa a 20 GPa, qualquer material pode ser usado para fabricar o primeiro fio de core
12/21 trote do direção. Exemplos do material que alcança «soas condições incluem açu inoxidável, titânio, iiga de cobaito-cromo, platina e praia. Se ele satisfaz tanto a resistência elétrica quanta a resistência à tração, o fio de controle de direção 142 pede ser usado para fornecer energia em adição a fornecer controle de direção. Nesse caso, o diâmetro do eletrodo pode 5 ser ainda reduzido. Opcionalmente, o primeiro fio de controle de direção 142 porte ser revestido com esmalte, isto é< um material isolante. Exemplos de material isolante incluem politetrsfiuoreatiieno (PTFE), teirafiunroetilena-hexsfiuoropropiíeno (FEP), tetmlfoorpetílenoperfluoroalquílvíniléter (PFA). etile-nn-tetrafiüoroefiieno (FIFE), polièster (PET), polrétsramída (PEA), e políéter éter catena (PEEK).
O primeiro fio de controls de direção 142 está localizado em uma fase de 180° no segundo anel 141. Como será explicado em mais detalhes, o primeiro fio de ccntmie de direção 142 se comunica com um disparador 210 de um operador de direção 200 e participa no controle da direção do eletrodo 100 com a operação do disparador 210.
O corpo flexível 101 pode ainda compreender a primeira tubulação de proteção fle15 xível 150 para protegera primeiro eletrodo 110, o isolanle 120, o segunda eletrodo 130 e o controlador de direção 140. A pnmeira tubulação de proteção flexível 1S0 ajuda o corpo fier. xível 101 a curvar, Preferencialmante, a primeira tubulação de proteção flexível 150 està localizada embaixo do primeiro anel 131. Quando o controlador de direção 140 compreende o segundo anel 141, e primeira tubulação de proteção flexível 15Q é preferencíalmenie mon20 tada para circundar a superfície inteira do segundo anel 141. Contanto que a primeira tubulação de proteção flexível 150 seja prontamante curvada por uma força de operação, sua forma e material não são limitados aos específicos. Preferencialmente, ala tem uma estrutura belicoídal ou articular. Ademais, a primeira tubulação de proteção flexível 150 é preferem cialmente feita de um polímero mole que tem uma dureza shore de 40 a 75 shore D. Dentre 25 os polímeros mole com uma dureza shore de 40 a 75 shore Q estão as resinas de polismida tal como Pebax 4533, Peoax 5533, Pebax 7233 (Atochem) e Náilon-12, Exemplos de tal polímero mole também incluem polietíleno da pese molecular ultra-alto (UHMP), politetrafluoroetileno (PTFE), tetrafiuoroatíleno-hexsfíuomprcplíeno {FEP), poíiesteramida (PEA), atileno-tetrafluoraetilemp (ETFE), fiuoreto de polivlnilideno (PVDF), poiíéter èter catena (PEEK), 30 polietileno de baixa densidade (LQPEJ e paliatileno de alta densidade (HOPE).
A FIG. 4 mostra um processo para controlar a direção e a posição do corpo de eletrodo inserido em um disca intervertebral.
Com relação às FIGs. 4A a 40, o corpo de eletrodo 100 é inserido no núcleo polposo 10 no ãnulo fibroso de um disco intervertebral enquanto ficando quase reta. Após a ínser35 çao do corpo flexível 100 no corpo, o controlador de direção 140 é operada para curvar o corpo flexível 101 do corpo de eletrodo 100 para mover a caps 112, isto é, a parte de saída do corpo de eletrodo 100, e o primeiro anel 31 em uma direção desejada. À medida que o fio
13/21 de control® d® direção 142 do controlador de direção 140 é puxado ou deixado frouxo, ο corpo flexível 101 è curvado em uma cena direção. Dessa maneira, a capa 112 e o primeiro anel 131 do corpo de eletrodo WO podem facilmente prosseguir em direção a suas posições desejadas somo mostrado pelas setas. Estando conectado e um gerador da radiofrequãno cia, o controlador de direção 140 è também usado para aplicar uma radiofrequência a um tecido alvo através da parte de salda.
De acordo com uma modalidade da presente invenção, o corpo de eletrodo pode estar conectado a um operador de direção na extremidade oposta do corpo rígido ao corpo flexível,
Com relação à FIG, 3, um corpo de eletrodo combinada com um operador de direção è mostrada em uma vista ®m perspectiva.
Gomo mostrado na FIG, 5, o operador de direção 200 combinado com o eletrodo 100 compreende um dísparador 210. Quando um dos fios de controle de direção 142 do controlador de direção 140 è puxado pela manipulação do disparador 210, o corpo de ele15 trodo WO é curvado na direção de tração. Dessa maneira, a posição e a direção do corpo de eletrodo 100 podem ser controladas.
De acordo com uma modalidade da presente invenção, o corpo d® eletrodo pode estar contida em uma agulha curva tenda uma ranhura em uma extremidade lateral. A agulha curva ajuda o corpo ee eletrodo a ser mais facilmente inserido no corpo.
Com relação á FlG. d, urna agulha curva na qual o corpo de eletrodo està contido é mostradé) em uma vista em perspectiva.
Gomo mostrado na FlG. δ. a agulha curva 300 tem uma ranhura 320 em uma lateral e pode controlar o movimento do corpo de eletrodo mais fácil e precisamente, Na ausência da agulha curva 300, o corpo de eletrodo prec-sa superar a resistência da substância interna .26 de um disco da modo a alcançar uma mudança de direção. For outro lado, quando presente na agulha curva, o carpe d® eletrodo podo se curvar em uma direção lateral em uma extre midade de agulha curva. Assim, a agulha curva pede reduzir signíficatívamente a resistência da substância interna do disco para ajudar a mudança de direção da corpo de eletrodo. A agulha curve pode ser feita da aço inoxidável. A agulha curva teor preferencialmente uma 30 forma cônica de modo que eia não rompa ο ânulo fibroso na invasão.
A FIG. 7 é urna vista lateral da agulha curva lendo urna capa cônica em uma extremidade. A FIG. 6 é uma vista lateral que mostra uma paste da agulha curva da FIG. 7, enquanto a FIG. 0 é uma vista transversal que mostra uma parte da agulha curva da FIG. 7. A FIG. 10 é uma vista transversal da capa cônica da agulha curva..
3S Como mostrado na FIG. 7 a 10, a agulha curva 300 tem uma capa cônica 310 em uma extremidade, A capa cônico 310 é preferencraimente conectada ao corpo principal por soldagem a laser. Em adição, a agulha curva 300 tem uma ranhura 320 em um lado de mo d» que eia possa ser prontamente curvada em uma direção. Preferencialmeote: a ranhura 320 tem uma margem redonda. Em uma modalidade preferenciai, a agulha curva 300 tem comprimento de 190 mm a 210 mm cem um diâmetro externo de 1,50 mm a 2.00 mm e um diâmetro interno de 1,30 mm a 1,40 mm. 0 comprimento al da capa cônica 310 ao inicio da 5 ranhura 320 è preferencíalmente 2,00 mm a 3,20 mm e mais preferenciaimente 2,50 mm. O comprimento da ranhura a2 está preferencialmente na faixa de 5.50 mm a 5,30 mm. A ranhura 320 é arredondada nas margens com um raio preferencial de 0.75 mm a 9,8.2 mm e um raio mais preferencial de 0,80 mm, O comprimento a4 entre a capa cônica 310 e a ranhura 320 é prafereneíalmante 0.50 mm a 0.30 mm.
A capa cônica 310 è composta de uma parte de capa 311 e uma parte de encaixe
312. Para ser encaixada ao corpo principal, a parte de encaixe 312 é projetada para ter uma espessura menor do que a da parte de trapa 311 O comprimento totad a5 da capa cônica
310 ê preferencsalmenta 4,50 mm a 5.00 mm e mais preferencialmente 4.80 mm A capa
311 é projetada para ter uma parte cônica e uma parte olindrica. A parte cônica tem um ân- guio interno aO de 58 a 62* e um comprimento a7 de 1.25 mm a 1,55 mm. Por outro lado, a parte cilíndrica tem uma altura a8 da 1,50 mm a 1,70 mm a um comprimento a9 de 0,50 mm a 0.80 mm,
A parte de encaixe 312 é projetada para ter uma parte de suporte 312a e uma parte de contato 312b para saram encaixadas firmemente ae corpo principal. A parta de contato 20 tem uma altura alO de 1,25 mm a 1,35 mm e um comprimento all de 0,45 mm a 0,85 mm.
Preferencialmente: a parte de suporte 312a tem uma linha rata em um lado em contato com o corpo principal e uma linha euraa em outro lugar. Contanto que ele não obstrua a mudança de direção da agulha curva, qualquer comprimento pode ser dado à parte de suporte sem limitações. Preferandaímeuts, a parta curva al2 tem um raio de .2,50 mm a 3.20 mm.
De acordo com uma modalidade da presente invenção, a direção do corpo de eletrodo e controlada, enquanto o corpo de eletrodo está contido em uma agulha curva que tem uma ranhura em um lado e um fio de controle de direção instalado dentro da ranhura.
Com relação á vista lateral da FIG. 11. uma agulha curva tem uma ranhura em um lado e um fio instalado dentro da ranhura, o fio sendo manipulado para controlar a direção 30 da agulha curva.
No corpo principal da agulha curva, como mostrado na FIG. 11, um orifício de inserção 320a é formado em uma posição em uma linha de extensão da linha reta que liga ambas as extremidades da ranhura 320, Um fio 320b é inserido no orifício de inserção 320a e estendido na direção oposta à oapa cilíndrica 31 até uma extremidade da agulha curva. Ao 35 manipular o fio 320b, a direção da agulha curva pode ser controlada.
Em uma modalidade da presente invenção, o corpo de eletrodo é Inserido dentro da agulha curva que tem uma ranhura em um lado e uma região flexível adjacente à ranhura de
15/21 modo que a direção do corps de eletrodo possa ser controlada. A região flexível da agulho curva toma possível que o corpo de eletrodo alcance uma localização que é díflcii de acessar em termos de estrutura anatômica, partícula rrnente, devida ao osso pélvico. A região flexível pode ser preterenoialmante feita de um selecionado a partir do grupo que consiste 5 de um polimero, um metal ou um composto de um polímero e um metal. O polímero pode ser fabricada em uma tubulação e exemplos do polímero incluem poitetiíeno de pesc< molecular ultrs-aito (UHMP), poütetrafluoroetiteno (PTFE), tetrafluoroetileno-hexafluoropropiieno (FEP), políesteramida (PEA), etileno-tetraãuoroetiteno (ETFE), fluorete de poílvinílideno (PVDFk poiiéter éter oetona (PEEK), poiietilenu de baixa densidade (LDPE) e poíietlteno de 10 alta densidade (HOPE).,
O metal é preferencialmente aço inoxidável e mais preferencialmente ASTM F399 tipo 304.
Ademais, a região flexível tem preferamrialmente uma estrutura selecionada a partir do grupo que consiste do tipo tipo cilíndrica, tipo cilíndrica em malha, tipo helicates! e tipo 15 articular. Começando a partir da extremidade da cepa cônica 310, o comprimento é praterêãciãimente 0,2 mrn a 1 cm ao inicio da região flexível e 3 am a 10 cm ao fim da região flexível Se as condições para o comprimento são alcançadas, a agulha cun/a pode realizar uma mudança de direção fácil dentro do núcleo pulposo no anulo fibroso de um disco.
Cam relação à FIG. 12, hà uma vista lateral de ume agulha curva lendo uma ranhu20 ra formada em um lado e uma região flexível cilíndrica adjacente à ranhura.
Como mestrado na FIG. 12. a agulha curva 300 tem uma região flexível cilíndrica 301 que é formada em uma posição oposta á capa cilíndrica 310 e adjacente ã ranhura 320. A região flexível 301 è dividida em uma seção da polímero flexível 301a e uma seção de metal rígida 301 h. Preferenciaimente, a seção de polímero 301a esta localizada no mesmo 25 lado que è para a ranhura 320, enquanto a seção de metei 301b está localizada em um lado oposto eo da ranhura 320. A agulha curva 300 tendo a região flexível cilíndrica prossegue em virtude da seção de metal 301b até que a agulha curva 300 peneira no ânulo fibroso enquanto a seção de polímero 301a desempenha uma função em virar a agulha curva 300 em uma direção diferente dentro do núcleo polposa Fracamente resistente apôs a penetra30 çãc no anule fibroso,.
Com relação á vista lateral da FIG. 13, uma agulha curva tem uma ranhura em um lado a uma região ffexivei tipo malha adjacente à ranhura.
Como mostrado na FIG. 13. a região flexível 301 è formada em uma estrutura em malha na qual uma estrutura de metal tipo malha é circundada por um polímero. A estrutura 35 de metal tipo malha pode ser fabricada por corte a laser.
A FIG. 14 é urna viste lateral de uma agulha curva tendo uma ranhura em um lado e uma região flexível tipo helicoldai adjacente á ranhura.
16/21 ........................ ......................
Como mostrado na FIG, 14, a região flexível 301 é formada em uma estrutura helíooidal na qual a estrutura da matai tipo heücoidal é circundada por um polímero,
A FIG, 15 è uma vista latem) da uma agulha curva tendo urna ranhura m um lado e urna região Oexível articular adjacente à ranhura,
Como mostrado na FIG, 15, a região flexível em urna estrutura tipo articular que é preferencialmente composta de uma pluralidade de anéis triangulares. Em nada anel triangular. um orifício de inserção ou um rebaixe no qual urn ão de controle de direção é inserido é preferenaalmente formado em uma posição superior e em uma posição inferior,
A FIG. 16 é uma vista asqusmãtiua que mostra uma agulha curva tendo uma ranhu 10 ra em um lado e uma região flexível adjacente à ranhura que é inserida no disco entre a quinta vértebra lombar 1,6 e o saem S1,
Gomo visto na FIG, 16, a agulha suma 300 é inserida ern um disco em uma direção obliqua e a região flexível 301 é curvada no centro do disco deetm do núcleo polposo.
De acordo com uma modalidade da presente invenção, o corpo de eletrodo está 15 associado com um protetor para proteger um tecido corporal em torno do corpo de eletrodo do calor a da corrente gerados a partir do corpo de eletrodo, Q protetor pode estar contido junto com o corpo de eletrodo dentro da agulha curva tendo uma ranhura em um lado. Intercalado entre o disco e o nemo, o protetor age para proteger o tecido corporal em torno do corpo de eletrodo do calor a da corrente elétrica gerados pelo corpo de eletrodo,
A vista lateral da FIG. 17 mostra protetores para proteger o tecido corporal do calor gerado pelo corpo de etefmdo..
Como visto na FIG, 17, o protetor 4Q0 compreende uma membrana de proteção 401 e um suporte 402 para suportar a membrana de proteção 401. A membrana de proteção 401 pode ser prefsrsncialmsnte um tipo em malha (a) ou um tipo emeiferme (b). Nenhuma 25 hmitação específica é conferida ao matenai da membrana de proteção 401 se ele pode ser prontamente dobrado e espalhado, Preferenoialmente, a membrana de proteção 4C:1 é feita de um material selecionado a partir do gmpo que consiste de poütetrafluoroetileno (PTFE), polietileno (PE), poiiéter éter catena (PEEK), tetraãuoroetileno-hexatluorojjropiteno (FEP), tetrafluorootileno-pertiueroaiquilvinileter (PFA), etilenmtetrafluoroetileno (ETFE), poli-imída 30 (PI), poíiéster (PET), pqliamlda (PA) e combinações desses, O suporte 402 é preferencialmente um tubo flexível em forma de Y, O suporte 402 pode ser uma estrutura em fomna de l dentro da agulha curva e pode ser transformado em uma estrutura em forma de ¥ quando ele està fora ds agulha curva. Nenhuma limitação particular é conferida ao material do suporte 402 contanto que ele não seja sensível ao calor nem tóxico e não se despedace em 35 fragmentos, Preferenclalmente, o suporte pode ser feito de um polímero, um metei ou um composto de um polímero e um metal. Mais preferenoialmente, ele é feito de um polímero selecionado a partir do grupo que consiste de politetratluoroetileno (PTFE), poiietílenc (PE),
17/21 poliéter éter cetona (PEEK), tetrafluoroetiieno-hexafluoropropileno (PEP). tetraOuoroetilenoperHuoroalquilvíniléter (PFA), etífeno-tetrafluoroetiieno (ETFE), poil-ímida (Pí), poliéster (PET)t pcllésteramida (PEA). poliam ida (PA) e combinações desses. O metal pode ser prefererxáalrnente aço inoxidável.
Quando o mesmo maíenal é usado para a membrana de proteção 401 e para o suporte 402, eles podem ser prefereacialmente fabricados a partir oe um molde por moldagem por injeção sem um processo de união especial. Se diferentes materiais são usados, a membrana de proteção 401 a o suporte 402 podem ser consolidados juntos por fusão e prensagem, ou podam ser unido® mecanicamente usando uma rosca, uma corrente ou uma tacha. Aitemativamente, o suporte pode ser fabricado intercalando-se a membrana de proteção entre duas porções do suporte e unindo as duas porções através de um ajuste de interferê-nciai
Abaixo, è dada uma descrição de um método para tratar a doença discai usando o corpo de eletrodo.
O método para tratar a doença discai de acordo com a presente invenção compreende;
uma etapa de (A) se aproximar da localização de uma lesão causando lombaleia controlando-se o corpo de eletrodo de direção controlável: e conduzir ao menos urna etapa selecionada a partir do grupo que consiste de (B) procurar um nervo responsável pela dor estimulando a lesão com o corpo de etetrodo; (C) tratar a doença discai coagulando a lesão com o corpo de eletrodo; e (O) tratar a doença discai adiando um tecido do disco que causa dor com o corpo de eletrodo.
No método para tratar a doença discai, as etapas podem ser executadas em uma variedade de ordens diferentes. Por exemplo, a etapa (A) pode ser seguida pela etapa (D).
Aítemativamente. as etapas podem ser conduzidas na ordem de (A), (8) e (C).
Em outra alternativa, a etapa (A) è conduzida, seguida por conduzir sequencialmente as etapas (D), (B) e (C),
As etapas do método da acordo com a presente invenção serão explicadas em mais detalhes abarxo,
A etapa (A) de se aproximar de uma localização de uma tesão causando iombelgia pode ser executada inserindo-se o corpo de eletrodo no ánulo fibroso de um disco intervertebral de interessa, com o corpo de eletrodo ficando espalhado, e comando controiaveímente o corpo flexível do corpo da eletrodo em uma direção desejada para posicionar a capa e o anel na lesão. Para curvar o corpo flexível em uma direção desejada, um operador conjugado com o corpo de eletrodo é usado. Â medida que o disparador do operador è puxado ou ctesaparafusado, o corpo flexível pode ser curvado em uma carta direção. Dessa maneira de operação, a parte de saída do eletrodo, isto é, a capa e o anel podem ser prontamente posi18/21 csonados na tesão.
A etapa (B) de procurar um nervo responsável pela dor pode compreender aplicar uma corrente alternada de 1 Hz a 300 Hz em uma tensão de 0.1 a 3.0 V ao corpo de eletrodo. Desaa forma, um nervo responsável pela dar pode ser prontamente detectado,
A etapa (C) de tratar a doença discai pela coaguiaçae da lesão com o corpo de eletrodo no quai uma corrente alternada de 300 a 500 kHz é aplicada ao corpo de eletrodo para remover o nemo.
/λ etapa (D) de adiar um tecido discai pode ser conduzida aplicando-se uma corrente alternada de 300 kHz a 1 MHz ao corpo de eletrodo em uma tensão de 50 a 800 V para gerar plasma.
De modo a gerar plasma com eficiência máxima na etapa (D), ê oecessano aumentar rapidamente a tensão da corrente alternada dentro de um curto período de tempo. Nesse contexto, o uso de duas formas de onda com uma diferença de fase de 180° pode aumentar a tensão em uma taxa de no máximo duas vezes o uso de uma forma de onda. Esse efeito é mostrado nos gráficos das FIGs. 15 e 19.
A FIG. 18 mostra ama forma da onda gerada quando uma corrente alternada è usada, enquanto a FlG.. 19 mostra, formas de onda geradas quando duas correntes alternadas são usadas com uma diferença de fase. Na presente, o eixo ¥ representa uma tensão (unidade; V) e o esxo X representa o tempo.
Como se podo ver nas FIGs. 18 e 19, uma tensão mediante o uso de duas formas de onda é dusts vezes mais alta aquela mediante o uso de uma forme de onda.
Particularmente, quando as correntes alternadas com uma diferença de fase de 180* são aplicadas em 300 a 500 kHz ao corpo de eletrodo da presente invenção, a. eficiência da geração de plasma pode ser ainda aumentada. Também, a eficiência da geração de plasma pode ser aumentada pela geração de duas correntes elétricas ao mesmo tempo em uma fase diferente independente das formas de onda das correntes elétricas aplicadas.
O método de tratamento que usa o corpo da eletrodo da acordo com a presente invenção permite a ablação local de ate um disco intervertebral hemiado que é dificil de se aproximar de uma maneira reta. Por exemplo, após a remoção do núcleo polposo de um disco intervertebral peto uso do corpo de eletrodo da presente invenção, um balão é inserido dentro do disco através de uma tubulação guia e ama pressão adequada é aplicada ao balão pata estabilizar o balão dentro do disoo. Nesse caso, um núcleo polposo artificial pode ser injetado dentro de balão.
Em adição à doença discai, o corpo de eletrodo da presente invenção pede ser aplloado ao local a partir do qual o tecido corporal é locaimente removido, Por exemplo, ele pode ser usado para remover um tumor, câncer, trombos, placas inlravasoulares, estenose em vasos, fibroma, mioma uterino, uma glândula doce para tratar osmidrose exilar, póllpos
19/21 intestinais, massas intragàstricas, estreitamento urstral. estenose cartilaginosa, tecidos de nervo que crescem excessivamente, etc.
De acordo com outro aspecto, a presente invenção fornece uma tubulação guia de direção controlável. Para uso na sucção ou irrigação, a tubulação guia pode ser inserida op 5 corpo. Aderneis, quando equipada com uma lente e outros dispositivos adequados, a tubulação cuia pode ser usada oomo um endcsoògío. Também, a tubulação guia pode ser aplicada para a remoção de um disco intervertebral twniado quando associada com o corpo de eletrodo da presente invenção, Nesse caso, a tubulação gula pode levar o corpo de eletrodo a uma posição desejada graças a sua excelente rigidez e excelente capacidade de ter sua 10 direção controlada.
,A FIG. 20 é uma vista em perspectiva de uma tubulação guia de acordo com ama modalidade da presente invenção e a FIG. 21 é urna vista transversal aumentada que mostra a estrutura da tubulação guia da FIG. 20.
Como mostmdo nas FIGs, 20 e 21, a tubulação guia 500 compreende uma segunda 15 tubulação de proteção flexível 510, uma segunda capa 520, um segundo fio de controle de direção 530 e um segundo operador de direção.
A segunda tubulação de proteção flexível 510 tem praferencialmeme urna estrutura heiiooídsi ou articular. Uma descrição da estrutura helicoidal ou articular é como dada para a região flexível da agulha curva. A segunda tubulação de proteção flexível 510 poda ser pre20 ferenciaimente feita de um polímero mole que tem dureza shore na faixa de 40 a 75 chore D. Ô polímero mole com uma dureza shore da 40 a 75 shore D é preferencialmente selecionado a partir do grupo que consiste de Pebax 4533, Pebax 55'33, Pebax 7233 (Atochem), Nãilon-12, políetlleno de peso molecular ultra-alto (UHMP), politetrafiuoroetileno (PTFE), teírafluoroetilanQ-hexafiuoroproplienc (FEP), poiiesteramida (PEA), efileno-tetrafluoroatiieno 2.5 (ETFE), fiuoreto de poiivinilídeno (PVDF), poiiéter éter cetona (PEEK), ppiiatfieno de baixa densidade (LQPE), polletlleno de alta densidade (HDPE), e combinações desses.
Contanto que a segunda capa 520 conjugada a uma extremidade da segunda tubulação de proteção flexível 510 possa ser inserida no corpo, nenhuma limitação particular è conferida à morfologia da capa 520, Preferencialmente, eia tem uma forma de cunha nu se30 miesfera que pode reduzir a resistência mediante inserção.. A segunda capa 520 pode ser preferendaimente feita de um selecionado a partir do grupo que consiste de aço inoxidável, figa de aço, aço-titânio, e liga com memória de forma, e mais preferençiaimenfe feita de aço inoxidável,
O segundo fio de controla de direção 530 começa a partir da segunda capa 520 e 35 corre através da segunda tubulação de proteção flexível 510 até a outra extremidade da tubulação de proteção 510. O segundo fio de controle de direção 520 pode ser usado no controle de direção da mesma maneira que no primeiro fio de controle de direção do corpo de eletrodo de acardo com a presente invenção. Ademais, o segundo fia de controle de direção é preferencialmente composto de ao menos dois fios. Opcionalmente, o segunde fio de controle de direção 530 pode ser revestido com esmalte, isto è, um material ísoiante. Exempios do material ísolante incluem poíitetrafiuoroetileno (PTFE), tetrafluoroetilenonexafluoropropíleno (FEP). tetrafluoroetileno-perfluoroalqullviniléter (PFA), etilenotetraflueroatileno (ETFE}< poiièster (PET). poliéteramída (PEA). e pdiéter éter cetona (PEEK).
Comunioando-se com o segundo fio de controle de direção 530. o segundo operador de direção 540 é manipulado para puxar o segundo fio de controle de direção 530 para controlar a direção da tubulação guia. O segundo operador de direção 540 é da mesma descrição que foi dada para o primeiro operador do direção 200.
A tubulação guia 500 pode ter um diâmetro interne de 0,5 a 2.5 mm e um diâmetro externe de 1 a 3 mm. Um diâmetro externo maior do que 3 mm pode causar outro trauma significativo no ânulo fibroso do disco mediante a inserção.
Em uma modalidade da presente invenção, a tubulação guia pode ter um trooarte nela.
A FIG. 22 é uma vista em perspectiva que mostra uma tubulação guia na qual um trouarte é insendo.
Como mostrada na FIG. 22, um trooarte 550 estã contida dentro da tubulação guia 500. Contento que o troearte 550 è qualquer um que è usado no campo médico, nenhuma limitação particular é conferida à forma e material do mesmo. Quando e troearte 555 é inserido, a tubulação gaia fica reta. Quando o troearte é removido, a tubulação guia pede exibir flexibilidade. O troearte 350 está localizado danf.ru da segunda tubulação de proteção flexível para impedir que os matarieis corporais obstruam a tubulação guia quando a mesa invade o corpo. Após a Inserção da tubulação guia 500 contendo o troearte 550 no corpo. o trocarte é removido e a tubulação guia é manipulada de uma maneira de direção controlada para avançar para o ponte alvo. O emprego de trooarte 550 torna possível que o corpo de eletrodo se aproxime prantamente de uma lesão sem o uso de uma agulha taí como a agulha curva.
A FIG. 23 é uma seção transversal que mostra ama tubulação guia compreendendo um segunde fio de controle de direção estendido a partir de um terceiro anel som um trocarte inserido, de acordo com uma modalidade da presente invenção.
Coma visto na FIG. 23. um terceiro anel 531 é intercalado entre a segunda capa 520 e a segunda tubulação de proteção flexível 510. enquanto o segundo fio de controle de direção 530 se estende a partir do terceira anel 531 e sx-rre através da segunda tubulação de proteção flexível 510. ,Ademais, um trocado 550 é inserido dentro da segunda tubulação de proteção flexível 510 Preferenciaimente, a segunda capa 520 é feita de um metal, enquanto a segunda tubulação de proteção flexível 510 é feita de um pciimero mole.
A FIG- 24 è uma vista transversal de uma tubulação guia na qual uma ranhura é formada entre a segunda capa e o terceiro anel, mas não em uma extremidade da segunda capa, em um lado.
Como visto .na FIG. 24, urna ranhura 560 é formada em um lado da tubulação guia, de modo que o eletrodo de acorda com uma modalidade da presente invenção possa ser liberado através da ranhura 50(5 e colocado em contato com o corpo.
Uma pluralidade de tubulações guia da presente invenção pode ser montada em uma tubulação oca oom um raio de curvatura e um comprimento como mostrado na FIG. 25. Antes da aplicação, as tubulações guia podem ser montadas, como “blocos de bambolêC para construir um caminho desejado que pude guiar eficazmente o corpo de eletrodo a um ponto alvo. Nesse contexto, a tubulação guia 50Q pode ter preferencialmente um raio de curvatura de 10 a 5000 mm, um comprimento da 5 a 500 mm, e um diâmetro de 0,5 a 2,5 mm. A tubulação guia 500 pode ser feita de um matenat rígido, tal como aço inoxidável, um material flexível tal como um polímero mole, ou combinações dessas.
De acordo com uma modalidade da presente invenção, a tubulação guia pude ser direcionada de uma maneira controlada com o corpo de eletrodo contido neta.

Claims (15)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Corpo de eletrodo de direção controlável, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende um corpo flexível incluindo:
    um primeiro eletrodo compreendendo um corpo, uma primeira capa unida a uma extremidade do corpo, e uma primeira linha de eletrodo conectada a uma outra extremidade do corpo;
    um isolante em contato parcial com o corpo e com a primeira capa do primeiro eletrodo, o dito isolante funcionando para isolar o primeiro eletrodo do segundo eletrodo;
    um segundo eletrodo compreendendo um primeiro anel em contato com o isolante, e uma segunda linha de eletrodo conectada a uma extremidade do primeiro anel; e um controlador de direção compreendendo um primeiro fio de controle de direção comunicando-se com o primeiro eletrodo ou o segundo eletrodo para controlar a direção do corpo de eletrodo.
  2. 2. Corpo de eletrodo de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que adicionalmente compreende um corpo rígido unido ao corpo flexível e um primeiro operador de direção combinado com o corpo rígido.
  3. 3. Corpo de eletrodo de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o corpo do primeiro eletrodo é integrado à primeira capa.
  4. 4. Corpo de eletrodo de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o primeiro eletrodo e o segundo eletrodo são independentemente feitos de um material selecionado a partir do grupo que consiste de aço inoxidável, liga de aço em geral, aço titânio e aço com memória de forma, e o isolante é feito de um material selecionado a partir do grupo que consiste de cerâmica, silício, uma fluororesina, um polímero encolhível por calor, e combinações desses, onde a cerâmica é AI2O3, o silício é SiO2, e o polímero encolhível por calor é selecionado a partir do grupo que consiste de politetrafluoroetileno (PTFE), tetrafluoroetilenohexafluoropropileno (FEP), tetrafluoroetileno-perfluoroalquilviniléter (PFA), etilenotetrafluoroetileno (ETFE), poliéster (PET), poliéter éter cetona (PEEK), e combinações desses.
  5. 5. Corpo de eletrodo de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o primeiro fio de controle de direção tem uma resistência elétrica de 0,1 μΩ a 5 Ω e uma resistência à tração de 100 MPa e 20 GPa, e é usado tanto para controlar a direção do corpo de eletrodo quanto para servir como uma linha de fornecimento de energia, onde o diâmetro do eletrodo pode ser reduzido, é feito de um material selecionado a partir do grupo que consiste de aço inoxidável, titânio, liga de cobalto-cromo, platina, prata e combinações desses, e é revestido com esmalte.
    2/3
  6. 6. Corpo de eletrodo de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o controlador de direção compreende um segundo anel conectado ao primeiro eletrodo ou ao segundo eletrodo, preferencialmente conectado à primeira capa do primeiro eletrodo ou ao primeiro anel do segundo eletrodo.
  7. 7. Corpo de eletrodo de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o corpo flexível adicionalmente compreende uma primeira tubulação de proteção flexível para proteger o primeiro eletrodo, o isolante, o segundo eletrodo e o controlador de direção, onde a primeira tubulação de proteção flexível tem uma estrutura helicoidal ou articular, e é feita de um polímero mole, onde o polímero mole tem uma dureza shore de 40 a 75 shore D, que é selecionado a partir do grupo que consiste de Pebax, Náilon-12, polietileno de peso molecular ultraalto (UHMP), politetrafluoroetileno (PTFE), tetrafluoroetileno-hexafluoropropileno (FEP), poliesteramida (PEA), etileno-tetrafluoroetileno (ETFE), fluoreto de polivinilideno (PVDF), poliéter éter cetona (PEEK), polietileno de baixa densidade (LDPE), polietileno de alta densidade (HDPE), e combinações desses.
  8. 8. Corpo de eletrodo de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que é inserido em uma ranhura formada em um lado de uma agulha curva, onde o corpo de eletrodo pode ser direcionalmente controlado à medida que a agulha curva é operada, onde a agulha curva tem uma região flexível adjacente à ranhura e a região flexível tem uma estrutura selecionada a partir do grupo que consiste do tipo cilíndrica, um tipo cilíndrica em malha, um tipo helicoidal e um tipo articular, onde a estrutura do tipo cilíndrica da região flexível tem um lado feito de um metal e um outro lado feito de um polímero e a agulha curva é curvada na direção do lado de polímero.
  9. 9. Corpo de eletrodo de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que está associado com um protetor para proteger um tecido de corpo adjacente a partir de calor gerado a partir do corpo de eletrodo, o dito protetor compreende uma membrana de proteção e um suporte para suportar a membrana de proteção, onde a membrana de proteção tem uma estrutura tipo malha ou uma estrutura tipo cruciforme e o suporte é um tubo em forma de Y, onde a membrana de proteção é feita de um material selecionado a partir do grupo que consiste de politetrafluoroetileno (PTFE), polietileno (PE), poliéter éter cetona (PEEK), tetrafluoroetileno-hexafluoropropileno (FEP), tetrafluoroetileno-perfluoroalquilviniléter (PFA), etileno-tetrafluoroetileno (ETFE), poli-imida (PI), poliéster (PET), poliamida (PA) e combinações desses.
  10. 10. Tubulação guia de direção controlável, CARACTERIZADA pelo fato de que
    3/3 compreende:
    uma segunda tubulação de proteção flexível;
    uma segunda capa conjugada a uma extremidade da segunda tubulação de proteção flexível;
    um segundo fio de controle de direção, se estendendo da segunda capa a uma outra extremidade da segunda tubulação de proteção flexível; e um segundo operador de direção oco comunicando-se com o segundo fio de controle de direção.
  11. 11. Tubulação guia de acordo com a reivindicação 10, CARACTERIZADA pelo fato de que a segunda tubulação de proteção flexível tem uma estrutura tipo helicoidal ou tipo articular, e é feita de um polímero mole, onde o polímero mole tem uma dureza shore de 40 a 75 shore D que é selecionado a partir do grupo que consiste de Pebax, Náilon-12, polietileno de peso molecular ultra-alto (IIHMP), politetrafluoroetileno (PTFE), tetrafluoroetileno-hexafluoropropileno (FEP), poliesteramida (PEA), etileno-tetrafluoroetileno (ETFE), fluoreto de polivinilideno (PVDF), poliéter éter cetona (PEEK), polietileno de baixa densidade (LDPE), polietileno de alta densidade (HDPE), e combinações desses.
  12. 12. Tubulação guia de acordo com a reivindicação 10, CARACTERIZADA pelo fato de que o segundo fio de controle de direção tem uma resistência elétrica de 0,1 μΩ a 5 Ω e uma resistência à tração de 100 MPa a 20 GPa e é usado tanto para controlar a direção do corpo de eletrodo de direção controlável quanto para servir como uma linha de fornecimento de energia, onde o diâmetro do eletrodo pode ser reduzido, e é feito de um material selecionado a partir do grupo que consiste de aço inoxidável, titânio, liga de cobalto-cromo, platina, prata e combinações desses.
  13. 13. Tubulação guia de acordo com a reivindicação 10, CARACTERIZADA pelo fato de que contém um trocarte ou o corpo de eletrodo de direção controlável definido na reivindicação 1.
  14. 14. Tubulação guia de acordo com a reivindicação 10, CARACTERIZADA pelo fato de que tem um raio de curvatura e um comprimento e serve como um segmento, muitos dos quais são montados em uma tubulação guia maior.
  15. 15. Tubulação guia de acordo com a reivindicação 14, CARACTERIZADA pelo fato de que tem um raio de curvatura na faixa de 10 a 5000 mm, um comprimento na faixa de 5 a 500 mm e um diâmetro na faixa de 0,5 a 3,5 mm.
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