BRPI1000309A2 - aparelho em uma máquina de preparação de sala de fiação, especialmente uma carda plana, uma carda de rolo ou similar, para ajustar um estreitamento de trabalho - Google Patents
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Abstract
APARELHO EM UMA MáQUINA DE PREPARAçãO DE SALA DE FIAçãO, ESPECIALMENTE UMA CARDA PLANA, UMA CARDA DE ROLO OU SIMILAR, PARA AJUSTAR UM ESTREITAMENTO DE TRABALHO. A invenção refere-se a um aparelho em uma máquina de preparação de sala de fiação, especialmente uma carda plana, uma carda de rolo ou similar, para ajustar um estreitamento de trabalho, que tem um rolo, por exemplo um cilindro, o qual tem uma superfície de parede forrada, e que tem, localizados opostos ao forro de rolo e espaçados radialmente deste, elementos de máquina forrados e/ou não-forrados móveis ou fixos e dois dispositivos de retenção lateral fixos (anteparos laterais), nos quais curvas de ajuste são providas como elementos de suporte para os elementos de máquina, cujas curvas de ajuste estão associadas aos dispositivos de retenção lateral (anteparos laterais), as curvas de ajuste sendo utilizadas para ajustar o estreitamento de trabalho e os dispositivos de posicionamento estando associados às curvas de ajuste. De modo a permitir que o ajuste do estreitamento de trabalho seja efetuado em um modo simples em termos de estrutura e montagem, o dispositivo de retenção lateral (anteparo lateral) e pelo menos uma curva de ajuste associada estão na forma de um componente de uma peça, e o componente tem entre o dispositivo de retenção e a curva de ajuste aberturas vazadas nas ou entre as quais estão dispostos os elementos de posicionamento flexíveis para a curva de ajuste.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "APARELHOEM UMA MÁQUINA DE PREPARAÇÃO DE SALA DE FIAÇÃO, ESPECI-ALMENTE UMA CARDA PLANA, UMA CARDA DE ROLO OU SIMILAR,PARA AJUSTAR UM ESTREITAMENTO DE TRABALHO".
A presente invenção refere-se a um aparelho em uma máquinade preparação de sala de fiação, especialmente uma carda plana, uma car-da de rolo ou similar, para ajustar um estreitamento de trabalho, que tem umrolo, por exemplo, um cilindro, o qual tem uma superfície de parede forrada,e que tem, localizados opostos ao forro de rolo e espaçados radialmentedeste, elementos de máquina forrados e/ou não-forrados móveis ou fixos edois dispositivos de retenção lateral fixos (anteparos laterais), nos quais cur-vas de ajuste são providas como elementos de suporte para os elementosde máquina, cujas curvas de ajuste estão associadas com os dispositivos deretenção lateral (anteparos laterais), as curvas de ajuste sendo utilizadaspara ajustar o estreitamento de trabalho e os dispositivos de posicionamentoestando associados com as curvas de ajuste.
Nas máquinas de cardagem modernas é essencial ajustar o es-treitamento de cardagem, isto quer dizer, o espaçamento entre o forro decilindro e os forros e os elementos de trabalho localizados opostos a este,antes das maquinas serem colocadas em operação. A operação de ajuste énecessária porque a fabricação de tamanho verdadeiro não é possível porconta de tolerâncias e diferenças de altura relativas à aplicação. Para estepropósito existem as assim denominadas curvas de ajuste sobre as quais oselementos funcionais tais como lâminas, elementos de cardagem, topos decarda rotativos, etc. estão montados. As curvas de ajuste são aparafusadasmóveis por sobre o anteparo lateral do cilindro e são movidas para a suaposição de ajuste final por meio de mandris de ajuste. Este procedimentomostrou o seu valor por mais de oitenta anos agora e é utilizado por cadafabricante de máquina de cardagem.
Os espaçamentos entre o forro de cilindro e as superfícies queficam opostas ao forro de cilindro (contrassuperfícies) são da maior impor-tância para as características técnicas do maquinário e das fibras. O resulta-do de cardagem, isto quer dizer, em termos de limpeza, formação de nós eencurtamento de fibra, é substancialmente dependente do estreitamento decardagem, isto quer dizer, o espaçamento entre o forro de cilindro w os for-ros dos topos de carda rotativo e fixo. Guiar o ar ao redor do cilindro e dire-cionar para fora o calor são do mesmo modo dependentes do espaçamentoentre o forro de cilindro e as superfícies forradas ou não forradas que ficamopostas, por exemplo, as lâminas de retirada ou os elementos de carcaça.
Os espaçamentos estão sujeitos a uma variedade de influências, algumasdas quais atuam uma contra a outra. O desgaste de forres que ficam opos-tos uns aos outros resulta em um aumento no tamanho do estreitamento decardagem, o que está associado a um aumento no número de nós com umaredução em encurtamento de fibra. O aumento da velocidade de rotação docilindro, por exemplo, para melhorar a ação de limpeza, gera uma expansãodo cilindro, incluindo o forro, como um resultado da força centrífuga e, con-sequentemente, traz uma redução no tamanho do estreitamento de carda-gem. Também, durante o processamento de grandes quantidades de fibrase certos tipos de fibra, por exemplo as fibras sintéticas, o cilindro expandecomo um resultado no aumento em temperatura, de modo que os espaça-mentos tornam-se menores por esta razão.
O estreitamento de cardagem é afetado especialmente pelosajustes de máquina por um lado, e pela condição do forre, por outro. O es-treitamento de cardagem mais importante da máquina de cardagem de topode carda rotativo está localizado na zona de cardagem principal, isto querdizer, entre o cilindro e o conjunto de topo de carda rotativo. Na prática, ostopos de carda deslizam sobre tiras curvas, as curvas flexíveis (curvas resili-entes), as quais estão dispostas aproximadamente concentricamente comrelação ao cilindro e estão presas como elementos estruturais separadosnos anteparos laterais (estrutura de máquina) da máquina de cardagem, istosendo afetado de tal modo que estas podem ser ajustadas por meio de dis-positivos de posicionamento (DE 29 48 825 C2), por exemplo, por meio demandris roscados. Como o raio do forro de cilindro também diminui conformeo forro é desgastado, as curvas flexíveis, quando estas aproximam do cilin-dro, também precisam ser capazes de ceder de modo que a sua curvaturacoincida com o raio de cilindro que está tomando-se menor. O mesmo seaplica à compensação de tolerâncias de fabricação. Para este propósito, ascurvas flexíveis são geralmente fundidas de uma liga especial que tem umalto grau de elasticidade e é capaz de fornecer a forma desejada. Durante aoperação de ajuste, a superfície deslizante é deslocada por aproximadamen-te 0,2 a 4 mm. Uma desvantagem é que no caso de ajustes radiais desiguaisum empenamento indesejável ocorrerá. Além disso, a geometria e depen-dente do número de mandris de ajuste, isto quer dizer, a precisão e a uni-formidade do espaçamento entre o topo de carda e o forro de cilindro nãosão os mesmos em todas as localizações sobre a curva inteira. A fabricaçãoe a montagem são muito complicadas. As peças são produzidas individual-mente. A curva flexível tende a tornar-se distorcida como um resultado desua baixa rigidez inerente. A operação de ajuste por meio dos mandris deposicionamento para a produção de um estreitamento de cardagem uniformena direção circunferencial no início da montagem ou no caso de reajuste du-rante a operação é complicada. O ajuste dos mandris de ajuste consequen-temente somente permite que a curva flexível seja curvada a um maior oumenor grau com relação ao eixo geométrico rotacional do cilindro (mudançano raio de curvatura). O anteparo lateral rígido, no qual a curva flexível estápresa como um componente separado, permanece inalterado, resultando emuma separação funcional.
Na(s) zona(s) de pré e/ou pós-cardagem (entre o tambor de jun-tadora de fita e o topo de carda rotativo e entre o topo de carda rotativo e ocilindro descarregador, respectivamente), o cilindro regularmente tem locali-zada oposta a este uma pluralidade de elementos de trabalho fixos (estacio-nários), por exemplo, elementos de cardagem fixos, dispositivos de extração,lâminas de retirada, placas de guia e similares, os quais - vistos na direçãocircunferencial do rolo - estão dispostos um próximo do outro. A WO2007/033504 A descreve uma disposição na zona de pós-cardagem de umamáquina de cardagem na qual dois módulos de retirada (com lâminas), umsegmento de cardagem e um elemento de guia de uma unidade estruturalfixa, cada unidade sendo presa em sua extremidade a uma curva (curva deextensão). As curvas estão presas na estrutura de máquina de cardagempor meio de parafusos os quais cooperam com sedes sobre a respectivacurva. Os elementos de parede dos módulos de retirada estão presos nacurva independentemente um do outro por meio de suas respectivas partesde pé, isto sendo efetuado em cada caso de tal modo que o espaçamentoentre a parte de pé e o forro de cilindro possa ser ajustado selecionável. Acurva e a estrutura de máquina de cardagem são elementos estruturais se-parados. O ajuste dos elementos de trabalho com relação à curva é efetuadopor meio de suas partes de pé. O ajuste da curva não é pretendido; a curvaé utilizada somente como um meio de suporte durante a operação de ajuste.
As curvas de ajuste (curvas de regulação) podem estar presen-tes também na zona de cardagem inferior (entre o cilindro descarregador e otambor de juntadora de fita).
Em todos os casos, o ajuste dos elementos de trabalho e funcio-nais está provido, enquanto que por outro lado o anteparo lateral rígido ouestrutura de máquina de cardagem permanece fixo e inalterado.
As curvas de ajuste conhecidas (curvas flexíveis e curvas deextensão) são elementos estruturais separados os quais precisam ser fabri-cados e montados separadamente. A utilização de curvas de ajuste separa-das está baseada na fabricação de um grande número de peças individuaiscom interfaces apropriadamente precisas e corte apropriado por usinagem.
Uma desvantagem adicional encontra-se no requisito de espaço adicional.Outro problema é a quantidade de trabalho de montagem necessário para afixação das curvas de ajuste.
A invenção está consequentemente baseada no problema deprover um aparelho do tipo descrito no início o qual evite as desvantagensmencionadas, o qual seja especialmente simples em termos de estrutura emontagem e o qual permita que o ajuste do estreitamento de trabalho sejaaperfeiçoado.
Este problema é resolvido pelos aspectos caracterizantes dareivindicação 1.Utilizando o aparelho de acordo com a invenção, é possível emum modo elegante produzir o anteparo lateral, ou estrutura de máquina decardagem, e as curvas de ajuste como um componente e apesar de tudopermitir que o ajuste seja executado (inter alia, a compensação de todas astolerâncias). Em virtude do fato que as curvas de ajuste são mescladas eformadas em uma peça com o respectivo anteparo lateral, é vantajosamentepossível utilizar menos peças individuais. As curvas de ajuste estão integra-das nos anteparos laterais. Deste modo simples, uma unificação funcional éobtida, na qual os anteparos laterais cumprem tanto a função de suportequanto uma função de ajuste para os elementos de máquina. As curvas deajuste são flexivelmente ajustáveis.
Vantagens adicionais da invenção são especificamente que umelemento de máquina existente (o anteparo lateral) é modificado de modoque a curva de ajuste possa integrada mecanicamente a este. A curva deajuste é consequentemente uma parte do elemento de máquina. Como umresultado, por um lado um espaço é economizado e por outro lado uma uni-dade altamente funcional é obtida. Como é possível que uma variedade ex-tremamente ampla de elementos funcionais seja disposta sobre o elementode máquina (anteparo lateral), a curva de ajuste é portanto combinada comum grupo funcional da máquina têxtil, de modo que esta combinação serve auma pluralidade de funções simultaneamente.
Os componentes individuais (curvas de ajuste) que são difíceisde administrar não estão mais presentes e as interfaces necessárias paraunir as peças individuais não estão mais presentes. A precisão do sistematotal para formar o estreitamento de cardagem é aumentada.
As reivindicações 2 a 70 contêm os desenvolvimentos vantajo-sos da invenção.
A invenção está abaixo descrita em maiores detalhes com refe-rência às modalidades exemplares mostradas nos desenhos.
A figura 1 é uma vista lateral diagramática de uma máquina decardagem que tem o aparelho de acordo com a invenção;
a figura 2 mostra barras de topo de carda do topo de carda rota-tivo e uma porção de uma corrediça, de uma curva de ajuste (curva flexível)integrada em um anteparo lateral e do cilindro, assim como mostrando o es-treitamento de cardagem entre os forros das barras de topo de carda e oforro de cilindro;
a figura 3 é uma vista lateral do anteparo lateral que tem umacurva de ajuste (curva flexível) integrada para as barras de topo de cardarotativa, duas curvas de ajuste (curvas de extensão) para os elementos fun-cionais fixos e uma curva de ajuste (curva de regulação) integrada na regiãoinferior da máquina de cardagem;
a figura 4 mostra diagramaticamente a seção I-I através da curvade ajuste (curva flexível) integrada no anteparo lateral de acordo com a figu-ra 3 em um lado e uma vista correspondente no outro lado;
a figura 5 é uma vista em perspectiva da curva de ajuste (curvaflexível) integrada no anteparo lateral;
a figura 6 é uma vista lateral do anteparo lateral e uma curva deajuste (curva de extensão) integrada na zona de pré-cardagem (figura 6)com os elementos funcionais fixos;
a figura 6a é uma vista lateral de um elemento de cardagem euma porção oposta do forro de cilindro;
a figura 7 é uma vista lateral do anteparo lateral e da curva deajuste integrada na zona de pós-cardagem (figura 7), com os elementos fun-cionais fixos;
a figura 8 é uma vista lateral da modalidade de acordo com afigura 6 em detalhes com os elementos de posicionamento flexíveis para acurva de ajuste e com os mandris de posicionamento;
a figura 9 é uma vista detalhada em perspectiva de um elementode posicionamento flexível mesclado integralmente com a curva de ajuste eo anteparo lateral, cooperando com um mandril de posicionamento;
a figura 10 é uma vista lateral diagramática de uma modalidadeadicional da invenção com elementos de posicionamento em forma de me-andro e parafusos de ajuste respectivamente associados;
as figuras 11a, 11b mostram a curva de ajuste com dois elemen-tos de posicionamento flexíveis em uma primeira posição (figura 11a) e emuma segunda posição (figura 11 b); e
a figura 11c mostra o percurso de deslocamento e as direçõesde deslocamento da curva de ajuste.
A figura 1 mostra uma máquina de cardagem, por exemplo, umacarda plana Trützschler TC 07, que tem um rolo de alimentação 1, uma me-sa de alimentação 2, tambores de juntadoras de fita 3a, 3b, 3c, um cilindro 4,um cilindro descarregador 5, um rolo extrator 6, rolos de estreitamento 7, 8,um elemento de guia de lençol 9, um funil de lençol 10, rolos de fornecimen-to 11, 12, um tipo de carda rotativo 13 com rolos de guia de topo de carda13a, 13b e barras de topo de carda 14, um recipiente 15 e um bobinador 16.As direções de rotação dos rolos estão indicadas por setas curvas. A letra dereferência M denota o ponto central (eixo geométrico) do cilindro 4. O núme-ro de referência 4a denota o forro e o número de referência 4b denota a di-reção de rotação do cilindro 4. A letra de referência B denota a direção derotação do topo de carda rotativo 13 na posição de cardagem e a letra dereferência C denota a direção de transporte de retorno das barras de topo decarda 14, com os números de referência 30', 30" denotando os elementosfuncionais e o número de referência 41 denotando uma cobertura abaixo docilindro 4. A seta A denota a direção de trabalho.
De acordo com a figura 2, em cada lado da máquina de carda-gem está provida uma curva de ajuste 17 (curva flexível) a qual está integra-da monoliticamente no anteparo lateral 19 associada. A curva de ajuste 17tem uma superfície externa convexa 17a e um lado inferior 17b. No topo dacurva de ajuste 17 existe uma corrediça 20, por exemplo feita de um materialplástico de baixo atrito, a qual tem uma superfície externa convexa 20a euma superfície interna côncava 20b. A superfície interna côncava 20b apoia-se no topo da superfície externa convexa 20a e é capaz de deslizar sobre amesma na direção das setas D, E. Cada barra de topo de carda 14 consisteem uma parte traseira 14a e um membro de suporte 14b. Cada barra de to-po de carda 14 tem, em cada uma de suas duas extremidades, uma cabeçade topo de carda, cada uma das quais compreende dois pinos de aço 14i,142. Aquelas porções dos pinos de aço 14-i, 142 que se estendem além dasfaces de extremidade do membro de suporte 14b deslizam sobre a superfí-cie externa convexa 20a da corrediça 20 na direção da seta B. Um forro 18está preso no lado inferior do membro de suporte 14b. O número de referên-cia 21 denota o círculo de pontas dos forros de topo de carda 18. O cilindro 4tem sobre a sua circunferência um forro de cilindro 4a, por exemplo um forroem dente de serra. A altura de dente dos dentes de serra é, por exemplo, h= 2 mm. O número de referência 22 denota o círculo das pontas do forro decilindro 4a. O espaçamento (estreitamento de cardagem) entre o círculo depontas 21 e o círculo de pontas 22 está denotado pela letra de referência a eé, por exemplo, 0,07 mm (3/1000"). O espaçamento entre a superfície exter-na convexa 20a e o círculo de pontas 21 está denotado pela letra de refe-rência c. O raio da superfície externa convexa 20a está denotado pela letrade referência r3 e o raio do círculo de pontas 22 está denotado pela letra dereferência n. Os raios η e r3 interceptam no ponto central M do cilindro 4. Onúmero de referência 19 denota o anteparo lateral.
De acordo com a figura 3, um anteparo lateral 19a (o anteparolateral 19b no outro lado está mostrado na figura 4) está mostrado com umacurva de ajuste 17i (curva flexível) integrada para as barras de topo de cardarotativo 14 e duas curvas de ajuste 34a, 35a (curvas de extensão) integradaspara os elementos funcionais fixos (elementos de cardagem fixos, capas deextração). A curva de ajuste 17i está disposta na região da periferia superiordo anteparo lateral 19a. Como dispositivos de posicionamento, quatro man-dris de posicionamento 26a a 26d (mandris roscados) estão providos, osquais estão suportados por sua uma extremidade sobre um flange 19' doanteparo lateral 19a e por sua outra extremidade sobre a curva de ajuste17i. Nas duas regiões periféricas laterais do anteparo lateral 19a existemduas curvas de ajuste 34a, 35a. Como dispositivos de posicionamento,mandris de posicionamento 36', 36", 36"' e 37', 37", 37"' estão associados àscurvas de ajuste 34a e 35a, respectivamente. Os mandris de posicionamento36', 36", 36"' estão suportados por sua uma extremidade sobre um flange19" do anteparo lateral 19a e por sua outra extremidade sobre a curva deajuste 34a. Os mandris de posicionamento 37', 37", 37"' estão suportadospor sua uma extremidade sobre um flange 19'" do anteparo lateral e por suaoutra extremidade sobre a curva de ajuste 35a. A curva de ajuste 34a estádisposta entre o tambor de juntadora de fita 3 e o rolo de guia de topo decarda 13a, isto quer dizer, na região de pré-cardagem. Sobre a curva de a-juste 34a estão montados os elementos funcionais fixos 30', os quais, noexemplo da figura 3, são elementos de cobertura não forrados 31a a 31c,três elementos de cardagem fixos 32a a 32c e três capas de extração 33a,33b, 33c. A curva de ajuste 35a está disposta entre o rolo de guia de topo decarda 13b e o cilindro descarregador 5, isto quer dizer, na região de pós-cardagem. Sobre a curva de ajuste 35a estão montados os elementos fun-cionais fixos 30", os quais, no exemplo da figura 3, são seis elementos decardagem fixos 38a a 38f e três capas de extração 39a a 39c.
A figura 4 mostra uma porção do cilindro 4 com uma superfíciecilíndrica 4f de sua parede 4e e extremidades cilíndricas 4c, 4d (elementosde suporte radial). A superfície 4f está provida com um forro 4a, o qual, nes-te exemplo, está provido na forma de um fio com dente de serra. O fio dedente de serra está puxado por sobre o cilindro 4, isto quer dizer, está enro-lado ao redor do cilindro 4 em espiras apertadamente adjacentes entre osflanges laterais (não-mostrados), de modo a formar uma superfície de traba-lho cilíndrica provida com pontas. As fibras devem ser processadas tão uni-formemente quanto possível sobre a superfície de trabalho (forro). O traba-lho de cardagem é executado entre os forros 18 e 4a localizados opostos umao outro e é substancialmente influenciado pela posição do forro em relaçãoao outro e pelo espaçamento de forro a entre as pontas dos dentes dos doisforros 18 e 4a. A largura de trabalho do cilindro 4 é um fator determinantepara todos os outros elementos de trabalho da máquina de cardagem, espe-cialmente para os topos de carda rotativos 14 ou os topos de carda fixos 30',30" (figura 1), os quais juntamente com o cilindro 4 cardam a fibras unifor-memente sobre a largura de trabalho inteira. De modo a ser capaz de execu-tar um trabalho de cardagem uniforme sobre a largura de trabalho inteira, osajustes dos elementos de trabalho (que incluem aqueles de elementos adi-cionais) devem ser mantidos sobre esta largura de trabalho. O próprio cilin-dro 4 pode, no entanto, tornar-se deformado como um resultado do puxa-mento do fio de forro, como um resultado da força centrífuga ou como umresultado do calor produzido pelo processo de cardagem. Os munhões 23a,23b do cilindro 4 estão montados dentro de rolamentos 25a, 25b, os quaisestão montados sobre a estrutura de máquina fixa 24a, 24b. O diâmetro, porexemplo 1250 mm, da superfície cilíndrica 4f, isto quer dizer, o dobro do raior4, é uma dimensão importante da máquina e torna-se maior durante a ope-ração como um resultado do calor de trabalho. Os anteparos laterais 19a,19b estão presos nas estruturas de máquina 24a, 24b, respectivamente. Ascurvas de ajuste 17-i, 172 (curvas flexíveis) estão integradas monoliticamentenos anteparos laterais 19a, 19b, respectivamente. A velocidade circunferen-cial do cilindro 4 é, por exemplo, 35 m/s.
Quando, em operação, especialmente a uma alta taxa de produ-ção e/ou quando fibras sintéticas ou misturas de fibras de algodão / sintéti-cas estão sendo processadas, o trabalho de cardagem dá origem a calor noestreitamento de cardagem a entre os forros 18 (ou no estreitamento de car-dagem d entre os forros 27a, 27b) e o forro de cilindro 4a, e parede de cilin-dro 4e sofre uma expansão, isto quer dizer, o raio r4 aumenta e o estreita-mento de cardagem a ou d diminui. O calor é direcionado através da paredede cilindro 4e para dentro dos elementos de suporte radiais, as extremidadesde cilindro 4c e 4d. As extremidades de cilindro 4c, 4d do mesmo modo so-frem uma expansão como um seu resultado, isto quer dizer, o raio aumenta.O cilindro 4 está quase inteiramente fechado (envolvido) em todos os lados:na direção radial pelos elementos 14, 30', 30", 41 (ver figura 1) e para osdois lados da máquina de cardagem pelos elementos 17i, 172, 19a, 19b,24a, 24b. Como um resultado praticamente nenhum calor é irradiado do ci-lindro 4 para o exterior (para a atmosfera). No entanto, o calor das extremi-dades de cilindro 4c, 4d de grande área de superfície é especialmente con-duzido por meio de radiação por uma quantidade considerável para os ante-paros laterais 19a, 19b de grande área de superfície, de onde o calor é radi-ado para fora para a atmosfera mais fria. Como um resultado desta radiação,os anteparos laterais 19a, 19b expandem-se a um grau relativamente menordo que as extremidades de cilindro 4c, 4d, o que resulta em uma redução doestreitamento de cardagem a (figura 2a e do estreitamento de cardagem d(ver figura 6a) que varia de indesejável (em termos do resultado de carda-gem) até perigoso. Os elementos de cardagem (barras superiores de carda14) estão montados sobre as curvas de ajuste 17-i, 172 (curvas flexíveis) eos elementos de cardagem fixos 30 estão montadas sobre as curvas de a-juste 34a, 35a (curvas de extensão), as quais estão por sua vez mescladasintegralmente com os anteparos laterais 19a, 19b. No caso de aquecimento,o levantamento das curvas de ajuste 17a, 17b - e, como um resultado, dosforros 18 das barras superiores de carda 14 - aumenta menos, comparadocom a expansão do raio r4 da parede de cilindro 4e - e, como um resultado,do forro 4a do cilindro 4 - , o que resulta em um estreitamento do estreita-mento de cardagem a. A parede de cilindro 4e e as extremidades de cilindro4c, 4d são feitas de aço, por exemplo, St 37, que tem um coeficiente de ex-pansão térmica linear α = 11,5 χ 10"6 [1/°K]. De modo então a compensar asdiferenças relativas na expansão das extremidades de cilindro 4c, 4d e daparede de cilindro 4e, por um lado, e os anteparos laterais 19a, 19b (devidoà radiação de calor para a atmosfera é impedida pelo fechamento do cilindro4 mas o calor é livremente radiado para a atmosfera dos anteparos laterais),os anteparos laterais consistem, por exemplo, em alumínio que tem um coe-ficiente de expansão térmica linear α = 23,8 χ 10"6 [1/°K], De acordo comoutra construção, o cilindro 4 pode também ser feito de um material plásticoreforçado com fibra de vidro e os anteparos laterais 19 podem ser feitos, porexemplo, de ferro fundido GG que tem um coeficiente de expansão térmicalinear α = 10,5 χ 10"6 [1/°K]. Em ambos os casos, a expansão radial dos an-teparos laterais 19a, 19b é maior do que a expansão radial do cilindro 4. Poreste meio, mesmo se a expansão do cilindro 4 permanecer a mesma, oselementos de máquina, por exemplo, as barras de topo de carda e/ou asbarras de cardagem, são deslocados para fora, ou levantados, na direçãoradial. Como um resultado, a redução indesejável no estreitamento de car-dagem a devido a influências térmicas é grandemente reduzida ou tornadamenor.
Por meio dos mandris de posicionamento 26a a 26d; 36' a 36IV;37' a 37IV, os raios de curvatura das curvas de ajuste 17, 34, 25, respectiva-mente, são coincididos com o respectivo raio de curvatura r4 do cilindro 4.
Isto é rotineiramente efetuado antes da maquina de cardagem ser colocadaem operação. Um ajuste adaptável durante a fase de operação é do mesmomodo possível.
De acordo com a figura 5, o anteparo lateral 19a e a curva deajuste 1 (curva flexível) estão na forma de um componente de uma peça.Esta construção de uma peça, a qual está mostrada diagramaticamente emcorte na figura 4, está mostrada em perspectiva na figura 5. A construçãoestá também abaixo descrita em maiores detalhes na figura 8 utilizando oexemplo da curva de ajuste 24a (curva de extensão).
De acordo com as figuras 6 e 7, estão integradas no anteparolateral 19a (o mesmo se aplica ao anteparo lateral 19b, ver figura 4) umacurva de ajuste 34a (curva de extensão) na zona de pré-cardagem e umacurva de ajuste 35a (curva de extensão) na zona de pós-cardagem. As cur-vas de ajuste 34a e 35a cada uma coopera com quatro mandris de posicio-namento 36' a 36IV e 37' a 37IV, respectivamente. Os elementos funcionaisfixos 30', 30", por exemplo os elementos de cardagem 32, estão na forma demódulos B1 a B3 e Ci a C3, respectivamente, os quais estão presos na res-pectiva banda de ajuste 34a, 35a por meio de parafusos de ajuste 40a, 40b(somente dois parafusos mostrados). Os elementos funcionais 30' podemtambém ser presos na curva de ajuste 34a, 35a individualmente por meio depelo menos um parafuso de ajuste 40a, 40b, respectivamente.
A figura 6a mostra um elemento de cardagem fixo 32, os forros27a, 27b do qual têm um estreitamento de cardagem d com relação ao forro4a do cilindro 4.
A figura 8 mostra a modalidade de acordo com a figura 6 em de-talhes com os elementos de posicionamento flexíveis para a curva de ajuste34a (curva de extensão) e com os mandris de posicionamento 36' a 36IV.Esta modalidade pode ser utilizada no mesmo modo que a curva de ajuste35a (curva de extensão) de acordo com a figura 7 e para a curva de ajuste17i (curva flexível) de acordo com a figura 5.
De acordo com a figura 8, como um dispositivo de retenção late-ral fixo está provido o anteparo lateral 19a (uma porção do qual está mostra-da). Como um elemento de suporte para os elementos funcionais, por e-xemplo, os elementos de cardagem fixos 32, está provida a curva de ajuste34a (curva de extensão) a qual está associada ao anteparo lateral 19a. Co-mo dispositivos de posicionamento, quatro mandris de posicionamento 36' a36IV (mandris roscados) estão associados à curva de ajuste 34a. O anteparolateral 19a e a curva de ajuste 34a estão na forma de um componente deuma peça 42. O componente de uma peça 42 tem entre o anteparo lateral19a e a curva de ajuste 34a aberturas vazadas 43a a 43e nas quais elemen-tos de flexão como mola de lâmina 44a a 44d estão dispostos como os ele-mentos de posicionamento flexíveis. Deste modo, o anteparo lateral 19a e acurva de ajuste 34a são mesclados um com o outro. A curva de ajuste 34aestá integrada no anteparo lateral 19a, isto é, uma parte do anteparo lateral19a forma a curva de ajuste 34a. Os elementos de flexão 44a a 44d formama ponte de conexão entre o anteparo lateral 19a e a curva de ajuste 34a esão uma parte integral do componente de uma peça 42. Como um resultadodos elementos de flexão 44a a 44d, regiões de flexão estão presentes naregião entre o anteparo lateral 19a e a curva de ajuste 34a. As aberturasadjacentes 43a a 43e e as regiões de flexão 44a a 44d alternam umas comas outras. Visto na direção axial com relação ao cilindro 4, as regiões de fle-xão estão na forma de um padrão e o padrão forma uma estrutura (estruturade padrão). O padrão tem eixos geométricos que estendem em uma primeiradireção - substancialmente na direção radial com relação ao anteparo lateral19a ou ao cilindro 4. Existe um eixo geométrico de simetria S. Os laços doselementos de flexão 44a e 44b têm uma curva esquerda e os laços dos ele-mentos de flexão 44c e 44d têm uma curva direita. É também possível (não-mostrado) que os laços dos elementos de flexão 44a e 44c tenham uma cur-va esquerda e os laços dos elementos de flexão 44b e 44d tenham uma cur-va direita. Finalmente, as duas alternativas adicionais (não-mostradas) sãotambém possíveis: os elementos de flexão 44a e 44b têm curvas direitas eos elementos de flexão 44c e 44d têm curvas esquerdas, ou os elementosde flexão 44a e 44c têm curvas direitas e os elementos de flexão 44b e 44dtêm curvas esquerdas. Como um resultado, das disposições acima mencio-nadas ao redor dos respectivos eixos geométricos de simetria, uma estabili-dade mecânica e um deslocamento espacial uniforme da curva de ajuste34a para fora ou para dentro na direção radial são conseguidos.
O componente de uma peça 42 (que compreende o anteparolateral 19a, a curva de ajuste 34a, os elementos de flexão 44a a 44d) podeser fundido em uma peça (fundição de metal), por exemplo de alumínio. Al-ternativamente, o componente de uma peça 42 pode ser produzido por pro-cessamento mecânico, especialmente corte por usinagem, no qual as aber-turas 43a a 43e são entalhadas de um material sólido. Finalmente, o compo-nente de uma peça 42 pode ser produzido por fundição e os elementos deflexão 44a a 44d e/ou as aberturas 43a a 43e acabadas mecanicamente.
De acordo com a figura 9, o elemento de flexão 44c está cons-truído de metal plano. Quando esticado, o elemento de flexão é uma tira demetal, a espessura e da qual é menor do que a sua largura f. O elemento deflexão 44c é um tipo de mola de lâmina que tem um laço. Em uma sua ex-tremidade o elemento de flexão 44c cresce do flange 19' e na sua outra ex-tremidade este mescla na curva de ajuste 34a. Começando do flange 19', oelemento de flexão 44c primeiro tem, aproximadamente ortogonalmente,uma porção reta 44-i, a qual é seguida em um ângulo obtuso por uma porçãoascendente 442 a qual mescla por meio de uma porção curva 443 (curva di-reita) em uma porção descendente adicional 444, o que é seguido a um ân-gulo obtuso pela última porção 445 a qual está disposta aproximadamenteortogonalmente com relação à curva de ajuste 34a. Deste modo, com o ele-mento de flexão 44c uma mola de lâmina resiliente é formada a qual podeser estendida ou contraída na direção radial.
Para implementar o movimento de flexão ou de deformação, omandril de posicionamento 36"' é utilizado, o qual está preso por uma suaextremidade no flange 19' e por sua outra extremidade na curva de ajuste34a. O mandril de ajuste 36'" passa através das porções 442 e 444 do ele-mento de flexão 44c por meio de aberturas vazadas, por exemplo, furos, lo-calizados nas mesmas. Em sua região de extremidade que faceia o flange19' o mandril de posicionamento 36'" tem uma (conhecida, não-mostrada)rosca de parafuso a qual coopera com duas porcas de ajuste 45, 46. A outraextremidade do mandril de posicionamento 36'" está presa em uma abertura,por exemplo um furo, na curva de ajuste, por exemplo, por meio de uma co-nexão de parafuso (não-mostrada). Afrouxando e apertando as porcas deajuste 45, 46, o mandril de ajuste 36'" pode ser deslocado na direção F1 G eassim a curva de ajuste pode ser deslocada radialmente para fora (na dire-ção F) ou para dentro (na direção G). Os números de referência 47 e 48 de-notam arruelas.
De acordo com a figura 10, dois elemento de flexão flexíveis49a, 49b têm - visto em vista lateral - uma forma em meandro. As duas es-truturas em meandro estão dispostas simetricamente uma com relação àoutra. Passando através dos laços dos dois elementos de flexão em formade meandro 49a, 49b estão dois respectivos parafusos de ajuste 50a, 50b.Os elementos de flexão flexíveis 49a, 49b podem também ser de forma deserpentina ou similar (não-mostrado).
As figuras 11a e 11b mostram diagramaticamente o desloca-mento - mostrado exagerado - de uma porção de curva deslizante 34' parafora na direção radial (seta H na figura 11c). O percurso de deslocamento gentre os espaçamentos e e f é de aproximadamente + 2 mm. O deslocamen-to para dentro na direção radial (seta I na figura 11c) acontece analogamente.
Listagem de Referência
<table>table see original document page 16</column></row><table>4c extremidade de cilindro
4d extremidade de cilindro
4e parede de cilindro
4f superfície de parede de cilindro
5 cilindro descarregador
6 rolo extrator
7, 8 rolos de estreitamento
9 elemento de guia de lençol
10 funil de lençol
11,12 rolos de fornecimento
13 topo de carda rotativo
13a, 13b rolos de guia de topo de carda
14 barras de topo de carda
14a parte traseira
14b membro de suporte
14c interior
14-1,142 pinos de aço
15 recipiente
16 bobinador
17; 17i, 172 curvas de ajuste (curvas flexíveis)
17a superfície externa
17b lado inferior
18 forros de topo de carda
19; 19a, 19b anteparo lateral
20 corrediça
20a superfície externa
20b superfície interna
21 círculo de pontas dos forros de topo de carda
22 círculo de pontas do forro de cilindro
23a, 23b munhões
24a, 24b paredes de estrutura de máquina
25a, 25b rolamentos<table>table see original document page 18</column></row><table>
Claims (70)
1. Aparelho em uma máquina de preparação de sala de fiação,especialmente uma carda plana, uma carda de rolo ou similar, para ajustarum estreitamento de trabalho, que tem um rolo, por exemplo um cilindro, oqual tem uma superfície de parede forrada, e que tem, localizados opostosao forro de rolo e espaçados radialmente deste, elementos de máquina for-rados e/ou não-forrados móveis ou fixos e dois dispositivos de retenção late-ral fixos (anteparos laterais), nos quais curvas de ajuste são providas comoelementos de suporte para os elementos de máquina, cujas curvas de ajusteestão associadas aos dispositivos de retenção lateral (anteparos laterais), ascurvas de ajuste sendo utilizadas para ajustar o estreitamento de trabalho eos dispositivos de posicionamento estando associados às curvas de ajuste,caracterizado pelo fato de que o dispositivo de retenção lateral (19; 19a,- 19b) (anteparo lateral) e pelo menos uma curva de ajuste associada (17;- 17i, 172; 34; 34a, 34b; 35; 35a, 35b) estão na forma de um componente deuma peça (42), e o componente 42 tem entre o dispositivo de retenção (19;- 19a, 19b) e a curva de ajuste (17; 172; 34; 34a, 34b; 35; 35a, 35b) aber-turas vazadas (43a a 43e) dentro ou entre as quais os elementos de posicio-namento flexíveis (44a a 44d; 49a, 49b) para a curva de ajuste (17; 17i, 172;- 34; 34a, 34b; 35; 35a, 35b) estão dispostas.
2. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que o dispositivo de retenção e a curva de ajuste são mesclados umcom o outro.
3. Aparelho de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizadopelo fato de que a curva de ajuste está integrada no dispositivo de retenção.
4. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de que uma porção do dispositivo de retençãoforma a curva de ajuste.
5. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de que uma porção convexamente curva do dispo-sitivo de retenção forma a curva de ajuste.
6. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a- 5, caracterizado pelo fato de que uma sub-região da periferia do dispositivode retenção forma a curva de ajuste.
7. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 6, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de retenção é um anteparolateral.
8. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 7, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de retenção consiste em ummetal resiliente.
9. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de retenção consiste em alu-mínio ou uma liga de alumínio.
10. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 9, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de retenção, a pelo menosuma curva de ajuste e os elementos de posicionamento flexíveis estão emuma peça.
11. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 10, caracterizado pelo fato de que em cada lado da máquina de cardagemestá provido um componente de uma peça que compreende o dispositivo deretenção, pelo menos uma curva de ajuste e elementos de posicionamentoflexíveis.
12. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 11, caracterizado pelo fato de que o componente de uma peça entre o dis-positivo de retenção e a curva de ajuste está na forma de uma estrutura quecompreende aberturas vazadas e elementos de posicionamento flexíveis.
13. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 12, caracterizado pelo fato de que a curva de ajuste é flexivelmente ajustá-vel.
14. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 13, caracterizado pelo fato de que os elementos de posicionamento flexí-veis são elementos de flexão.
15. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 14, caracterizado pelo fato de que existem regiões de flexão dentro dasaberturas.
16. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 15, caracterizado pelo fato de que as regiões de flexão estão na forma depadrões.
17. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 16, caracterizado pelo fato de que o padrão forma uma estrutura (estruturade padrão).
18. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 17, caracterizado pelo fato de que as regiões de flexão estão na forma deuma estrutura (estrutura de flexão).
19. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 18, caracterizado pelo fato de que os padrões compreendem laços.
20. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 19, caracterizado pelo fato de que os padrões consistem em um metal plano.
21. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 20, caracterizado pelo fato de que os elementos de flexão estão na formade molas de lâmina ou similares.
22. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 21, caracterizado pelo fato de que o padrão é um meandro ou similar.
23. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 22, caracterizado pelo fato de que o padrão compreende serpentinas ousimilares.
24. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 23, caracterizado pelo fato de que o padrão está presente visto em umavista plana por sobre o anteparo lateral.
25. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 24, caracterizado pelo fato de que o padrão está presente visto na direçãoaxial do cilindro.
26. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 25, caracterizado pelo fato de que o padrão tem eixos geométricos queestendem em uma primeira direção.
27. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 26, caracterizado pelo fato de que a primeira direção corre substancial-mente na direção radial com relação ao anteparo lateral ou o cilindro.
28. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 27, caracterizado pelo fato de que o padrão tem eixos geométricos que seestendem em uma segunda direção.
29. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 28, caracterizado pelo fato de que a segunda direção corre substancial-mente paralela com a tangente em relação à curva convexa do painel lateralou a parede do cilindro.
30. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 29, caracterizado pelo fato de que a primeira e a segunda direções sãoortogonais.
31. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 30, caracterizado pelo fato de que a primeira e a segunda direções nãosão ortogonais.
32. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 31, caracterizado pelo fato de que o padrão tem pelo menos porções i-gualmente ou desigualmente alternadas.
33. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 32, caracterizado pelo fato de que o primeiro e o segundo padrões com-preendem uma pluralidade de aberturas vazadas.
34. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 33, caracterizado pelo fato de que os padrões contêm uma pluralidade decélulas.
35. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 34, caracterizado pelo fato de que a formação do padrão (estrutura) é fle-xível.
36. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 35, caracterizado pelo fato de que as células ficam maiores na expansãoda curva de ajuste.
37. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 36, caracterizado pelo fato de que as células encolhem na contração dacurva de ajuste.
38. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 37, caracterizado pelo fato de que as aberturas vazadas estão presentesfora dos laços.
39. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 38, caracterizado pelo fato de que as aberturas vazadas estão presentesentre os laços.
40. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 39, caracterizado pelo fato de que o componente de uma peça tem umaconstrução como sanduíche com um meio de suporte radialmente interno ecom uma curva de ajuste radialmente externa, a estrutura de padrão estandodisposta entre a curva de ajuste e o meio de suporte.
41. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 40, caracterizado pelo fato de que a curva de ajuste e o meio de suporteestão conectados por dispositivos de posicionamento, por exemplo, mandrisde posicionamento.
42. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 41, caracterizado pelo fato de que estão providos dispositivos de posicio-namento com os quais o raio (raio de curvatura) da curva de ajuste pode seralterado.
43. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 42, caracterizado pelo fato de que os dispositivos de ajuste são capazesde deslocar a curva de ajuste na direção radial.
44. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 43, caracterizado pelo fato de que cada elemento de posicionamento flexí-vel, por exemplo um laço, uma mola de lâmina ou similar, está associadocom um dispositivo de posicionamento.
45. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 44, caracterizado pelo fato de que os dispositivos de posicionamento in-cluem um mandril roscado.
46. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 45, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de posicionamento com-preende um elemento resiliente.
47. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 46, caracterizado pelo fato de que o elemento resiliente é uma mola decompressão.
48. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 47, caracterizado pelo fato de que o elemento resiliente é uma mola delâmina.
49. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 48, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de posicionamento com-preende um elemento de expansão térmica.
50. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 49, caracterizado pelo fato de que o elemento de expansão térmica com-preende uma barra metálica termicamente expansível.
51. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 50, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de posicionamento é utili-zado para expandir ou contrair a estrutura de padrão.
52. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 51, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de posicionamento estádisposto concentricamente com relação à estrutura de padrão.
53. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 52, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de posicionamento, porexemplo, o mandril de posicionamento, está disposto no centro da estruturade padrão sobre o eixo geométrico que se estende na primeira direção.
54. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 53, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de posicionamento é capazde produzir percursos de deslocamento relativamente longos no caso demudanças relativamente pequenas em tensão.
55. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 54, caracterizado pelo fato de que a estrutura de padrão é fundida juntocom o componente de uma peça.
56. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 55, caracterizado pelo fato de que a estrutura de padrão fundida é sujeitaao corte de usinagem.
57. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 56, caracterizado pelo fato de que a estrutura de padrão pode ser produzi-da por corte de usinagem do componente.
58. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 57, caracterizado pelo fato de que a curva de ajuste está dividida em regi-ões de suporte individuais (seção).
59. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 58, caracterizado pelo fato de que os padrões estão dispostos simetrica-mente uns em relação aos outros dentro de uma região de suporte.
60. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 59, caracterizado pelo fato de que uma corrediça, por exemplo, um ele-mento plástico, está disposto sobre a curva de ajuste.
61. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 60, caracterizado pelo fato de que o elemento de máquina é uma barra detopo de carda forrada de um conjunto de topo de carda rotativo.
62. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 61, caracterizado pelo fato de que o elemento de máquina é um elementode cardagem fixo.
63. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 62, caracterizado pelo fato de que o elemento de máquina é uma capa deextração.
64. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 63, caracterizado pelo fato de que o elemento de máquina é um módulo deextração.
65. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 64, caracterizado pelo fato de que o elemento de máquina é uma lâminade extração.
66. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 65, caracterizado pelo fato de que a curva de ajuste é uma curva flexívelpara as barras de topo de carda móveis.
67. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 66, caracterizado pelo fato de que a curva de ajuste é uma curva de exten-são para os elementos de trabalho fixos ou os elementos funcionais.
68. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 67, caracterizado pelo fato de que a curva de extensão está disposta na(s)região(ões) de pré e/ou pós-cardagem.
69. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 68, caracterizado pelo fato de que na máquina de cardagem estão provi-das somente as curvas de ajuste para os elementos de trabalho fixos ou oselementos funcionais.
70. Aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1a 69, caracterizado pelo fato de que a curva de ajuste é uma curva de regu-lação na região mais baixa da máquina de cardagem.
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