BRPI1000313A2 - aparelho em uma máquina de preparação de espaço de fiação, especialmente uma carda plana, carda de rolete ou semelhante, para ajustar um contato de trabalho - Google Patents
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Abstract
APARELHO EM UMA MáQUINA DE PREPARAçãO DE ESPAçO DE FIAçãO, ESPECIALMENTE UMA CARDA PLANA, CARDA DE ROLETE OU SEMELHANTE, PARA AJUSTAR UM CONTATO DE TRABALHO. A presente invenção refere-se a um aparelho em uma máquina de preparação de espaço de fiação, especialmente uma carda plana, carda a rolete ou semelhante, para ajustar um contato de trabalho, apresentando um rolete, por exemplo, um cilindro, que apresenta uma superfície de parede revestida cilíndrica, e apresentando, localizados opostos ao revestimento de rolete e espaçados radialmente a partir do mesmo, elementos de máquina revestidos e/ou não revestidos móveis ou fixos e dois dispositivos de retenção laterais fixos (proteções laterais), nos quais cotovelos de ajuste são providos como elementos de suporte para os elementos de máquina, cujos cotovelos de ajuste são associados com os dispositivos de retenção laterais (proteções laterais), os cotovelos de ajuste são usados para ajustar o contato de trabalho e os dispositivos de posicionamento são associados com os cotovelos de ajuste. A fim de permitir que o ajuste do contato de trabalho seja efetuado de maneira simples em termos de estrutura e montagem, o dispositivo de retenção lateral (proteção lateral) e pelo menos um cotovelo de ajuste associado se apresentam na forma de um componente de uma peça, e o cotovelo de ajuste é dividido em seções separadas individuais, o compartimento apresentando, entre o dispositivo de retenção e o cotovelo de ajuste, aberturas atravessantes nas quais ou entre as quais são dispostos elemen- tos de posicionamento flexíveis para o cotovelo de ajuste.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "APARELHOEM UMA MÁQUINA DE PREPARAÇÃO DE ESPAÇO DE FIAÇÃO, ESPE-CIALMENTE UMA CARDA PLANA, CARDA DE ROLETE OU SEME-LHANTE, PARA AJUSTAR UM CONTATO DE TRABALHO".
A invenção refere-se a um aparelho em uma máquina de prepa-ração de espaço de fiação, especialmente uma carda plana, uma carda arolete, ou semelhante, para ajustar um contato de trabalho, apresentandoum rolete, por exemplo, um cilindro, que apresenta uma superfície de parederevestida cilíndrica, e apresentando, localizados opostos ao revestimento derolete e espaçados radialmente a partir do mesmo, elementos de máquinarevestidos e/ou não revestidos móveis ou fixos e dois dispositivos de reten-ção laterais fixos (proteções laterais), nos quais cotovelos de ajuste são pro-vidos como elementos de sustentação para os elementos de máquina, cujoscotovelos de ajuste são associados com os dispositivos de retenção laterais(proteções laterais), os cotovelos de ajuste sendo usados para ajustar o con-tato de trabalho e posicionar os dispositivos que são associados com os co-tovelos de ajuste.
Nas máquinas de cardar modernas, é essencial ajustar o contatode cardagem, isto é, o espaçamento entre o revestimento de cilindro e osrevestimentos e elementos de trabalho localizados opostos ao mesmo, antesque as máquinas sejam postas em operação. A operação de ajuste é neces-sária porque a fabricação no tamanho exato dos componentes individuaisnão é possível por conta das tolerâncias e diferenças de altura relacionadasà aplicação. Para essa finalidade, são usados cotovelos de ajuste assimchamados nos quais são montados elementos funcionais, tais como lâminas,elementos de cardagem, topos de carda giratórios, etc. Os cotovelos de a-juste são aparafusados movelmente na proteção lateral do cilindro e sãomovidos para sua posição de ajuste final por meio de fusos de ajuste. Esteprocedimento provou valer a pena por mais de oitenta anos e é usado portodo fabricante de máquina de cardar.
Os espaçamentos entre o revestimento do cilindro e as superfí-cies que ficam opostas ao revestimento de cilindro (contra-superfícies) sãode grande importância para as características técnicas da maquinaria e fi-bras. O resultado da cardação, isto é, em termos de limpeza, formação denós e encurtamento de fibra, é substancialmente dependente do contato decardagem, isto é, o espaçamento entre o revestimento do cilindro e os reves-timentos dos topos de carda giratórios e fixos. A orientação do ar em tornodo cilindro e o afastamento do calor são igualmente dependentes do espa-çamento entre o revestimento do cilindro e as superfícies revestidas ou nãorevestidas que estão opostas, por exemplo, lâminas de remoção ou elemen-tos de revestimento. Os espaçamentos são submetidos a uma variedade deinfluências, algumas das quais atuam contrariamente entre si. O desgastedos revestimentos opostos entre si resulta em um aumento no tamanho docontato de cardagem, que é associado com uma elevação no número de nóse com uma redução no encurtamento da fibra. O aumento da velocidade derotação do cilindro, por exemplo, a fim de intensificar a ação de limpeza, a -carreta na expansão do cilindro, incluindo o revestimento, como resultado daforça centrífuga e, consequentemente, ocasiona uma redução no tamanhodo contato de cardagem. Também, durante o processamento de grandesquantidades de fibra e de certos tipos de fibra, por exemplo, fibras sintéticas,o cilindro se expande como resultado de uma elevação na temperatura, demodo que os espaçamentos se tornem menores por essa razão.
O contato de cardagem é afetado especialmente pelos ajustesda máquina, por um lado, e pela condição do revestimento, por outro. O con-tato de cardagem mais importante da máquina de cardar de topo de cargagiratório é localizado na zona de cardar principal, isto é, entre o cilindro e amontagem de topo de carda giratório. Na prática, os topos de carda deslizamsobre tiras curvas, os cotovelos flexíveis (cotovelos resilientes) que são dis-postos aproximadamente de modo concêntrico com relação ao cilindro, esão conectados como elementos estruturais separados às proteções laterais(armação da máquina) da máquina de cardar, isto sendo efetuado de talmaneira que eles possam ser ajustados por meio de dispositivos de posicio-namento (DE 29 48 825 C2), por exemplo, por meio de fusos roscados. De-vido ao fato de o raio do revestimento de cilindro também diminuir, à medidaque o revestimento é desgastado, os cotovelos flexíveis, quando de sua a -proximação ao cilindro, poderão também ser providos de modo que sua cur-vatura se una com o raio do cilindro que fica cada vez menor. O mesmo seaplica à compensação das tolerâncias de fabricação. Para essa finalidade,os cotovelos flexíveis são geralmente fundidos a partir de uma liga especialque apresenta um alto grau de elasticidade e que pode conferir a forma ne-cessária. Durante a operação de ajuste, a superfície deslizante é deslocadaem cerca de 0,2 a 4 mm. Uma desvantagem é a de que, no caso de ajustesradiais desiguais, irá ocorrer uma deformação indesejável. Além disso, a ge-ometria é dependente do número de fusos de ajuste, isto é, a precisão e auniformidade do espaçamento entre o topo da carda e o revestimento docilindro não são iguais em todas as localizações sobre todo o cotovelo. Afabricação e a montagem são muito complicadas. Peças são produzidas in-dividualmente. O cotovelo flexível tende a ser distorcido como resultado desua baixa rigidez inerente. A operação de ajuste por meio dos fusos de posi-cionamento para a produção de um contato de cardagem uniforme na dire-ção circunferencial no início da montagem ou no caso de um novo ajustedurante a operação é complicada. O ajuste dos fusos de ajuste permite, porconseguinte, apenas que o cotovelo flexível seja curvado em um grau maiorou menor com relação ao eixo rotacional do cilindro (mudança no raio decurvatura). A proteção lateral rígida, à qual é conectado o cotovelo flexívelcomo um componente separado, permanece inalterada, resultando em umaseparação funcional.
Na(s) zona(s) de pré- e/ou pós-cardagem (entre o tomador e otopo de carda giratório e entre o topo de carda giratório e o desfibrador, res-pectivamente), o cilindro regularmente apresenta, localizada oposta ao mes-mo, uma pluralidade de elementos de trabalho fixos (estacionários), por e-xemplo, elementos de cardagem fixos, dispositivos de extração, lâminas deremoção, placas de guia e semelhantes, os quais - vistos na direção circun-ferencial do rolete - são dispostos próximos um do outro. WO 2007/033504 Adescreve uma disposição na zona de pós-cardagem de uma máquina decardar na qual dois módulos de remoção (com lâminas), um segmento decardagem e um elemento de guia formam uma unidade estrutural fixa, cadaunidade sendo conectada à armação da máquina de cardar por meio de ca-vilhas que cooperam com assentos no respectivo cotovelo. Os elementos deparede dos módulos de remoção são conectados ao cotovelo independen-temente um do outro por meio de suas respectivas peças de base, isto sen-do efetuado em cada caso de tal maneira que o espaçamento entre a peçade base e o revestimento do cilindro possa ser selecionavelmente ajustado.O cotovelo e a armação da máquina de cardar são elementos estruturaisseparados. O ajuste dos elementos de trabalho com relação ao cotovelo éefetuado por meio de suas peças de base. O ajuste do cotovelo não é pre-tendido; o cotovelo é usado apenas como um meio de suporte durante a o-peração de ajuste.
Cotovelos de ajuste podem estar presentes também na zona decardagem inferior (entre o desfibrador e o tomador).Em todos os casos, é provido o ajuste dos elementos de traba-
lho e funcionais, ao passo que, por outro lado, a proteção lateral rígida ou aarmação da máquina de cardar permanece fixa e inalterada.
Os cotovelos de ajuste conhecidos (cotovelos flexíveis e cotove-los de extensão) são elementos estruturais separados que têm que ser fabri-cados e montados separadamente. O uso de cotovelos de ajuste separadosse baseia na fabricação de um grande número de peças individuais com in-terfaces apropriadamente precisas de corte apropriado por usinagem. Umadesvantagem adicional está na exigência de espaço adicional. Outro pro-blema é a quantidade de trabalho de montagem necessário para a conexãodos cotovelos de ajuste.
A invenção se baseia consequentemente no problema de proverum aparelho do tipo descrito no início, que impeça as desvantagens acima,que seja especialmente simples em termos de estrutura e montagem e quepermita que o ajuste do contato de trabalho seja aperfeiçoado.Esse problema é solucionado pelos traços característicos da rei-vindicação 1.
Com o uso do aparelho de acordo com a invenção, é possívelproduzir, de maneira elegante, a proteção lateral, ou a armação da máquinade cardar, e os cotovelos de ajuste como um componente, permitindo, con-tudo, que o ajuste seja executado (entre outras coisas, a compensação detodas as tolerâncias). Em virtude do fato de que os cotovelos de ajuste sãofundidos e formados em uma peça com a respectiva proteção lateral, é van-tajosamente possível usar menos peças individuais. Os cotovelos de ajustesão integrados nas proteções laterais. Desta maneira simples, é obtida aunificação funcional, na qual as proteções laterais satisfazem tanto a funçãode sustentação como uma função de ajuste para os elementos da máquina.
Os cotovelos de ajuste são flexivelmente ajustáveis.
Vantagens adicionais da invenção são, em particular, as de queum elemento de máquina existente (proteção lateral) é modificado a fim deque o cotovelo de ajuste possa ser integrado mecanicamente ao mesmo. Ocotovelo de ajuste é consequentemente parte do elemento de máquina. Co-mo resultado, por um lado, é economizado espaço, sendo, por outro lado,obtida uma unidade altamente funcional. Uma vez que é possível que umavariedade extremamente ampla de elementos funcionais seja disposta noelemento de máquina (proteção lateral), o cotovelo de ajuste é, portanto,combinado com um grupo funcional da máquina têxtil, de modo que estacombinação atenda a uma pluralidade de funções simultaneamente.
As reivindicações de 2 a 70 contêm desenvolvimentos vantajo-sos da invenção.
A invenção é descrita em maiores detalhes abaixo com referên-cia às concretizações exemplificativas mostradas nos desenhos.
A Figura 1 é uma vista lateral diagramática de uma máquina decardar apresentando o aparelho de acordo com a invenção;
a Figura 2 mostra barras de topo de carda do topo de carda gira-tório e uma porção de uma calha de corrediça, de um cotovelo de ajuste (co-tovelo flexível) integrado em uma proteção lateral e do cilindro, bem comomostra o contato de cardagem entre os revestimentos das barras de topo decarda e o revestimento do cilindro;
a Figura 3 é uma vista lateral da proteção lateral apresentandoum cotovelo de ajuste integrado (cotovelo flexível) para barras de topo decarda giratório, dois cotovelos de ajuste integrados (cotovelos de extensão)para elementos funcionais fixos e um cotovelo de ajuste integrado (cotovelode ajustamento) na região inferior da máquina de cardar;
a Figura 4 mostra diagramaticamente a seção I - I através docotovelo de ajuste (cotovelo flexível) integrado na proteção lateral, de acordocom a Figura 3, em um lado, e uma vista correspondente, no outro;
a Figura 5 é uma vista em perspectiva do cotovelo de ajuste (co-tovelo flexível) apresentando duas seções integradas na proteção lateral;
a Figura 6 é uma vista lateral da proteção lateral e - apresentan-do duas seções - de um cotovelo de ajuste integrado (cotovelo de extensão)na zona de pré-cardagem (Figura 6) com elementos funcionais fixos;
a Figura 6a é uma vista lateral de um elemento de cardagem eda porção oposta do revestimento do cilindro;
a Figura 7 é uma vista lateral da proteção lateral e - apresentan-do duas seções - de um cotovelo de ajuste integrado (cotovelo de extensão)na zona de pós-cardagem (Figura 7), com elementos funcionais fixos;
a Figura 8 é uma vista lateral da concretização de acordo com aFigura 6 em detalhes com elementos de posicionamento flexíveis para o co-tovelo de ajuste e com fusos de posicionamento;
a Figura 9 é uma vista detalhada em perspectiva de um elemen-to de posicionamento flexível fundido integralmente com o cotovelo de ajustee a proteção lateral, cooperando com um fuso de posicionamento;
a Figura 10 é uma vista lateral diagramática de uma concretiza-ção adicional da invenção com elementos de posicionamento sinuosos eparafusos de ajuste respectivamente associados;
as Figuras 11a, 11b mostram o cotovelo de ajuste com dois ele-mentos de posicionamento flexíveis em uma primeira posição (Figura 11a) eem uma segunda posição (Pos. 11b);
a Figura 11c mostra o percurso de deslocamento e as direçõesde deslocamento do cotovelo de ajuste;
a Figura 12 mostra uma construção apresentando uma fendaatravessante entre suas seções separadas do cotovelo de ajuste;
a Figura 13 mostra uma construção apresentando duas fendasatravessantes entre três seções separadas do cotovelo de ajuste;
e a Figura 14 mostra uma construção do cotovelo de ajuste (co-tovelo flexível) apresentando duas seções, cada qual com duas molas deflexão que foram giradas para fora para cada seção.
A Figura 1 mostra uma máquina de cardar, por exemplo, umacarda plana Trützschler TC 07, apresentando um rolete de alimentação 1,uma mesa de alimentação 2, tomadores 3a, 3b, 3c, um cilindro 4, um desfi-brador 5, um rolete extrator 6, roletes de contato 7, 8, um elemento de guiade teia 9, um funil de teia 10, roletes de distribuição 11,12, um topo de cardagiratório 13 com roletes de guia de topo de carda 13a, 13b e barras de topode carda 14, uma lata 15 e um bobinador 16. As direções de rotação dosroletes são indicadas pelas setas curvas. A letra de referência M indica oponto central (eixo) do cilindro 4. O numerai de referência 4a indica o reves-timento e o numerai de referência 4b indica a direção de rotação do cilindro4. A letra de referência B indica a direção de rotação do topo de carda girató-rio 13 na posição de cardagem e a letra de referência C indica a direção detransporte de retorno das barras de topo de carda 14, com os numerais dereferência 30', 30" indicando elementos funcionais e o numerai de referência41 indicando uma cobertura abaixo do cilindro 4. A seta A indica a direçãode trabalho.
De acordo com a Figura 2, em cada lado da máquina de cardaré provido um cotovelo de ajuste 17 (cotovelo flexível) que é monoliticamenteintegrado na proteção lateral associada 19. O cotovelo de ajuste 17 apresen-ta uma superfície externa convexa 17a e um lado inferior 17b. No topo docotovelo de ajuste 17, é provida uma calha de corrediça 20, por exemplo,formada de material plástico de baixo atrito, que apresenta uma superfícieexterna convexa 20a e uma superfície interna côncava 20b. A superfície in-terna côncava 20b se apoia no topo da superfície externa convexa 17a e écapaz de deslizar na mesma direção das setas D, E. Cada barra de topo decarda 14 é constituída de uma peça traseira 14a e de um membro de trans-porte 14ab. Cada barra de topo de carda 14 apresenta, em cada de suasduas extremidades, uma cabeça de topo de carga, cada uma das quaiscompreende dois pinos de aço 14i, 142. Essas porções dos pinos de aço14-1, 142 que se estendem além das faces de extremidade do membro detransporte 14b deslizam na superfície externa convexa 20a da calha de cor-rediça 20 na direção da seta B. Um revestimento 18 é conectado ao ladoinferior do membro de transporte 14b. O numerai de referência 21 indica ocírculo de pontas dos revestimentos do topo de carda 18. O cilindro 4 apre-senta, em sua circunferência, um revestimento de cilindro 4a, por exemplo,um revestimento na forma de dente de serra. A altura de dente dos dentesde serra é, por exemplo, h = 2 mm. O numerai de referência 22 indica o cír-culo das pontas do revestimento do cilindro 4a. O espaçamento (contato decardagem) entre o círculo de pontas 21 e o círculo de pontas 22 é indicadopela letra de referência aeé, por exemplo, de 3/25,4 m (3/1000"). O espa-çamento entre a superfície externa convexa 20a e o círculo de pontas 22 éindicado pela letra de referência b. O espaçamento entre a superfície exter-na convexa 20a e o círculo de pontas 21 é indicado pela letra de referênciac. O raio da superfície externa convexa 20a é indicado pela letra de referên-cia r3 e o raio do círculo de pontas 22 é indicado pela letra de referência n-i.
Os raios π e r3 se intersectam no ponto central M do cilindro 4. O numerai dereferência 19 indica a proteção lateral.
De acordo com a Figura 3, uma proteção lateral 19a (a proteçãolateral 19b no outro lado é mostrada na Figura 4) é mostrada com um coto-velo de ajuste integrado 17i (cotovelo flexível) para as barras de topo decarda giratório 14 e dois cotovelos de ajuste integrados 34a, 35a (cotovelosde extensão) para elementos funcionais fixos (elementos de cardagem fixos,capuzes de extração). O cotovelo de ajuste 17i é disposto na região da peri-feria superior da proteção lateral 19a. Como dispositivos de posicionamento,são providos quatro fusos de posicionamento 26a a 26d (fusos roscados),que são sustentados por uma sua extremidade em um flange 19' da prote-ção lateral 19a e pela sua outra extremidade no cotovelo de ajuste W<\. Nasduas regiões periféricas laterais da proteção lateral 19a, são providos doiscotovelos de ajuste 34a, 35a. Como dispositivos de posicionamento, fusosde posicionamento 36', 36", 36'" e 37', 37", 37'" são associados com os co-tovelos de ajuste 34a e 35a, respectivamente. Os fusos de posicionamento36', 36", 36"' são sustentados por uma sua extremidade em um flange 19"da proteção lateral 19a e por sua outra extremidade no cotovelo de ajuste34a. Os fusos de posicionamento 37', 37", 37"' são sustentados por uma suaextremidade em um flange 19'" da proteção lateral e por sua outra extremi-dade no cotovelo de ajuste 35a. O cotovelo de ajuste 34a é disposto entre otomador 3 e o rolete de guia de topo de carda 13a, isto é, na região de pré-cardagem. No cotovelo de ajuste 34a, há dois elementos funcionais fixosmontados 30', que, no exemplo da Figura 3, são elementos de coberturanão-revestidos 31a a 31c, três elementos de cardagem fixos 32a a 32c e trêscapuzes de extração 33a, 33b, 33c. O cotovelo de ajuste 35a é disposto en-tre o rolete de guia de topo de carda 13b e o desfibrador 5, isto é, na regiãode pós-cardagem. No cotovelo de ajuste 35a, são montados elementos fun-cionais fixos 30", que, no exemplo da Figura 3, são seis elementos de car-dagem 38a a 38f e três capuzes de extração 39a a 39c.
A Figura 4 mostra uma porção do cilindro 4 com uma superfíciecilíndrica 4f de sua parede 4e e extremidades de cilindro 4c, 4d (elementosde sustentação radiais). A superfície 4f é provida com um revestimento 4a,que, neste exemplo, é provido na forma de fio com dentes de serra. O fio dedente de serra é puxado para o cilindro 4, isto é, é enrolado em torno do ci-lindro 4 em voltas estanquemente adjacentes entre flanges laterais (nãomostrados), a fim de formar uma superfície de trabalho cilíndrica providacom pontas. As fibras devem ser processadas tão uniformemente quantopossível na superfície de trabalho (revestimento). O trabalho de cardar é e-xecutado entre os revestimentos 18 e 4a localizados opostos entre si e ésubstancialmente influenciado pela posição de um revestimento com relaçãoao outro e pelo espaçamento do revestimento a entre as pontas dos dentesdos dois revestimentos 18 e 4a. A largura de trabalho do cilindro 4 é um fatordeterminante para todos os outros elementos de trabalho da máquina decardar, especialmente para os topos de carda giratórios 14 ou topos de car-da fixos 30', 30" (Figura 1), que juntos com o cilindro 4 cardam as fibras uni-formemente sobre toda a largura de trabalho. A fim de poder executar uni-formemente o trabalho de cardagem sobre toda a largura de trabalho, osajustes dos elementos de trabalho (incluindo aqueles dos elementos adicio-nais) têm que ser mantidos sobre essa largura de trabalho. O próprio cilindro4 pode, contudo, ser deformado como resultado do estiramento do fio derevestimento, como resultado da força centrífuga ou como resultado do calorproduzido pelo processo de cardagem. Os munhões 23a, 23b do cilindro 4são montados nos mancais 25a, 25b, que são montados na armação fixa damáquina 24a, 24b. O diâmetro, por exemplo, 1250 mm, da superfície cilíndri-ca 4f, isto é, duas vezes o raio Γ4, é uma dimensão importante da máquina ese torna maior durante a operação, como resultado do calor do trabalho. Asproteções laterais 19a, 19b são conectadas às duas armações da máquina24a, 24b, respectivamente. Os cotovelos de ajuste 17i, 172 (cotovelos flexí-veis) são integrados monoliticamente nas proteções laterais 19a, 19b, res-pectivamente. A velocidade circunferencial do cilindro 4 é, por exemplo, de35 m/s.
Quando, em operação, especialmente em uma alta taxa de pro-dução e/ou quando fibras sintéticas ou misturas de fibras de algo-dão/sintéticas estiverem sendo processadas, o trabalho de cardagem daráorigem ao calor no contato de cardagem a entre os revestimentos 18 (ou nocontato de cardagem d entre os revestimentos 27a, 27b) e o revestimento docilindro 4a, a parede do cilindro 4e sobre expansão, isto é, o raio Γ4 aumentae o contato de cardagem a ou d diminui. O calor é direcionado através daparede do cilindro 4e para os elementos de sustentação radiais, as extremi-dades de cilindro 4c e 4d. As extremidades de cilindro 4c, 4d sofrem igual-mente a expansão como resultado disto, isto é, o raio aumenta. O cilindro 4é quase inteiramente encerrado (contido) em todos os lados: na direção ra-dial pelos elementos 14, 30', 30", 41 (vide Figura 1) e para os dois lados damáquina de cardar pelos elementos 17i, 172, 19a, 19b, 24a, 24b. Como re-sultado, quase nenhum calor é irradiado do cilindro 4 para o lado de fora (pa-ra a atmosfera). Contudo, o calor das extremidades do cilindro 4c, 4d dagrande área de superfície é especialmente conduzido por meio de radiaçãopara uma extensão considerável para as proteções laterais 19a, 19b dagrande área de superfície, a partir de onde o calor é irradiado para a atmos-fera mais fria. Como resultado dessa radiação, as proteções laterais 19a,19b se expandem em um grau relativamente menor do que as extremidadesdo cilindro 4c, 4d, o que resulta em uma redução do contato de cardagem a(Figura 2a) e do contato de cardagem d (vide Figura 6a) que varia de indese-jável (em termos do resultado de cardagem) a arriscado. Os elementos decardagem (barras de topo de carda 14) são montados em cotovelos de ajus-te 17, 17₂ (cotovelos flexíveis) e os elementos de cardagem fixos 30 sãomontados nos cotovelos de ajuste 34a, 35a (cotovelos de extensão), quesão, por sua vez, fundidos integralmente com as proteções laterais 19a, 19b.No caso de aquecimento, o levantamento dos cotovelos de ajuste 17a, 17b -e, como resultado, dos revestimentos 18 das barras de topo de carda 14 -aumenta menos, comparado à expansão do raio r4 da parede do cilindro 4e -e, como resultado, do revestimento 4a do cilindro 4 -, o que resulta no conta-to do contato de cardar a. A parede do cilindro 4e e as extremidades do ci-lindro 4c, 4d são formadas de aço, por exemplo, ST 37, apresentando umcoeficiente de expansão térmica de α = 11,5 χ 10⁻6 [1/°K]. A fim de entãocompensar as relativas diferenças na expansão das extremidades do cilindro4c, 4d e da parede do cilindro 4e, por um lado, as proteções laterais 19a,19b (porque a radiação do calor para a atmosfera é impedida pelo encera-mento do cilindro 4, mas o calor é irradiado livremente para a atmosfera apartir das proteções laterais), as proteções laterais são constituídas, por e-xemplo, de alumínio apresentando um coeficiente de expansão térmico line-ar de α = 23,8 χ 10⁻6 [1/°k]. De acordo com outra construção, o cilindro 4 po-de também ser formado de material plástico reforçado por fibra de vidro e asproteções laterais 19 podem ser formadas, por exemplo, de ferro fundido GGapresentando um coeficiente de expansão térmico de α = 10,5 χ 10"6 [17k].Em ambos os casos, a expansão radial das proteções laterais 19a, 19b émaior do que a expansão radial do cilindro 4. Por esse meio, embora a ex-pansão do cilindro 4 permaneça a mesma, os elementos de máquina, porexemplo, barras de topo de carda e/ou barras de cardagem, são deslocadospara fora, ou levantados, na direção radial. Como resultado, a redução inde-sejável no contato de cardagem a devido às influências térmicas é grande-mente reduzida ou menor.
Por meio dos fusos de posicionamento 26a a 26d; 36' a 36ιν, 371a 37IV, os raios de curvatura dos cotovelos de ajuste 17, 34, 35, respectiva-mente, são associados aos respectivos raios de curvatura Γα do cilindro 4.Isto é rotineiramente efetuado antes de a máquina de cardar ser posta emoperação. O ajustamento adaptativo durante a fase de operação é igualmen-te possível.
De acordo com a Figura 5, a proteção lateral 19a e o cotovelo deajuste 17i (cotovelo flexível) se apresentam na forma de um componente deuma peça. Essa construção de uma peça, que é mostrada diagramaticamen-te em seção na Figura 4, é mostrada em vista em perspectiva na Figura 5. Aconstrução também é descrita em maiores detalhes abaixo na Figura 8 u-sando o exemplo do cotovelo de ajuste 34a (cotovelo de extensão).
O cotovelo de ajuste 17i é dividido em duas seções separadas17', 17", entre as quais é provida uma fenda atravessante estreita 28"".
De acordo com as Figuras 6 e 7, são integrados, na proteçãolateral 19a (o mesmo se aplica à proteção lateral 19b, vide Figura 4), um co-tovelo de ajuste 34a (cotovelo de extensão) na zona de pré-cardagem e umcotovelo de ajuste 35a (cotovelo de extensão) na zona de pós-cardagem. Oscotovelos de ajuste 34a e 35a cooperam, cada qual, com quatro fusos deposicionamento 36' a 36,v e 37' a 37IV, respectivamente. Os elementos fun-cionais fixos 30', 30", por exemplo, elementos de cardagem 32, se apresen-tam na forma de módulos Bi a B3 e Ci a C3, respectivamente, que são co-nectados aos respectivos cotovelos de ajuste 34a, 35a por meio de parafu-sos de ajuste 40a, 40b (apenas dois parafusos sendo mostrados). Os ele-mentos funcionais 30' podem também ser conectados ao cotovelo de ajuste34a, 35a individualmente por meio de pelo menos um parafuso de ajuste40a, 40b, respectivamente.
Os cotovelos de ajuste 34a e 35a são, cada qual, divididos emduas seções separadas 34', 34" e 35', 35", respectivamente, entre as quais éprovida, em cada caso, uma fenda atravessante estreita 28'".
A Figura 6a mostra um elemento de cardagem fixo 32, os reves-timentos 27a, 27b do qual apresentam um contato de cardagem d com rela-ção ao revestimento 4a do cilindro 4.
A Figura 8 mostra a concretização de acordo com a Figura 6 emdetalhes com elementos de posicionamento flexíveis para o cotovelo de a-juste 34a (cotovelo de extensão) e com fusos de posicionamento 36' a 36IV.Essa concretização pode ser usada da mesma maneira para o cotovelo deajuste 35a (cotovelo de extensão), de acordo com a Figura 7, e para o coto-velo de ajuste 17i (cotovelo flexível) de acordo com a Figura 5.
De acordo com a Figura 8, como dispositivo de retenção lateralfixo, é provida uma proteção lateral 19a (uma porção da qual é mostrada).
Como elemento de sustentação para os elementos funcionais, por exemplo,elementos de cardagem fixos 32, é provido o cotovelo de ajuste 34a (cotove-lo de extensão) que é associado com a proteção lateral 19a. Como dispositi-vos de posicionamento, quatro fusos de posicionamento 36' a 36IV (fusosroscados) são associados com o cotovelo de ajuste 34a. A proteção lateral19a e o cotovelo de ajuste 34a se apresentam na forma de um componentede uma peça 42. O componente de uma peça 42 apresenta, entre a prote-ção lateral 19a e o cotovelo de ajuste 34a, aberturas atravessantes 43a a43e nas quais elementos de flexão na forma de mola Iamelar 44a a 44d sãodispostos como elementos de posicionamento flexíveis. Desse modo, a pro-teção lateral 19a e o cotovelo de ajuste 34a são fundidos mutuamente. Ocotovelo de ajuste 34a é integrado na proteção lateral 19a, isto é, uma parteda proteção 19a forma o cotovelo de ajuste 34a. Os elementos de flexão 44aa 44d formam a ponte de conexão entre a proteção lateral 19a e o cotovelode ajuste 34a e são uma peça integrativa do componente de uma peça 42.
Como resultado dos elementos de flexão 44a a 44d, regiões de flexão estãopresentes na região entre a proteção lateral 19a e o cotovelo de ajuste 34a.Aberturas adjacentes 43a a 43e e regiões de flexão 44a a 44d se alternamentre si. Na direção axial com relação ao cilindro 4, as regiões de flexão sãovistas na forma de um padrão e o padrão forma uma estrutura (estrutura depadrão). O padrão dispõe de eixos que se estendem em uma primeira dire-ção - substancialmente na direção radial com relação à proteção lateral 19aou ao cilindro 4. Há um eixo de simetria S. Os laços dos elementos de flexão44a e 44b apresentam uma curva esquerda e os laços dos elementos deflexão 44c e 44d apresentam uma curva direita. Também é possível (nãomostrado) que os laços dos elementos de flexão 44a e 44c tenham uma cur-va esquerda e os laços dos elementos de flexão 44b e 44d apresentem umacurva direita. Finalmente, as duas alternativas adicionais (não mostradas)são também possíveis: elementos de flexão 44a e 44b apresentam curvasdireitas e elementos de flexão 44c e 44d apresentam curvas esquerdas ouelementos de flexão 44a e 44c apresentam curvas direitas e elementos deflexão 44b e 44d apresentam curvas esquerdas. Como resultado das dispo-sições acima mencionadas em torno dos respectivos eixos de simetria, sãoobtidos a estabilidade mecânica e o deslocamento espacial uniforme do co-tovelo de ajuste 34a para fora ou para dentro na direção radial.
O componente de uma peça 42 (compreendendo a proteção la-teral 19a, o cotovelo de ajuste 34a, elementos de flexão 44a a 44d) pode serfundido em uma peça (fundição de metal), por exemplo, de alumínio. Alter-nativamente, o componente de uma peça 42 pode ser produzido por proces-samento mecânico, especialmente corte por usinagem, no qual as aberturas432a a 42e são cavadas de um material sólido. Finalmente, o componentede uma peça 42 pode ser produzido por fundição e os elementos de flexão44a a 44d e/ou as aberturas 43a a 43e acabados mecanicamente.
O cotovelo de ajuste 34a é dividido em duas seções separadas34', 34", entre as quais é provida uma fenda atravessante estreita 28'".
De acordo com a Figura 9, o elemento de flexão 44c é construí-do a partir de metal plano. Quando estirado, o elemento de flexão é uma tirade metal, a espessura e da qual é menor do que sua largura f. O elementode flexão 44c é um tipo de mola Iamelar apresentando um laço. Em uma suaextremidade, o elemento de flexão 44c se desenvolve do flange 19' e, emsua outra extremidade, ele se funde no cotovelo de ajuste 34a. A partir doflange 19', o elemento de flexão 44c apresenta primeiro, aproximadamentede modo ortogonal, uma porção reta 44!, que é seguida em um ângulo obtu-sos por uma porção ascendente 442 que se funde por meio de uma porçãocurva 443 (curva direita) em uma porção ascendente adicional 444) que éseguida em um ângulo obtuso pela última porção 445 que é disposta aproxi-madamente de modo ortogonal com relação ao cotovelo de ajuste 34a. Des-sa maneira, com o elemento de flexão 44c, uma mola Iamelar resiliente éformada, a qual pode ser estendida e contraída na direção radial. Para pro-gramar o movimento de flexão ou deformação, é usado o fuso de posicio-namento 36"', o qual é conectado por uma sua extremidade ao flange 19' epor sua outra extremidade ao cotovelo de ajuste 34a. O fuso de ajuste 36'"passa através das porções 442 e 444 do elemento de flexão 44c por meio deaberturas atravessantes, por exemplo, furos, localizadas no mesmo. Em suaregião de extremidade virada para o flange 19', o fuso de posicionamento36"' apresenta uma rosca de parafuso (conhecida, não mostrada) que coo-pera com duas porcas de ajuste 45, 46. A outra extremidade do fuso de po-sicionamento 36" é presa em uma abertura, por exemplo, um furo, no coto-velo de ajuste, por exemplo, por meio de uma conexão de parafuso (nãomostrada). Com o afrouxamento e a fixação das porcas de ajuste 45, 46, ofuso de ajuste 36'" pode ser deslocado na direção F, G e, portanto, o cotove-lo de ajuste pode ser deslocado radialmente para fora (na direção F) ou paradentro (na direção G). Os numerais de referência 47 e 48 indicam arruelas.
De acordo com a Figura 10, dois elementos de flexão flexíveis49a, 49b são - vistos em vista lateral - apresentados de forma sinuosa. Asduas estruturas sinuosas são dispostas simetricamente entre si. Passandoatravés dos laços dos dois elementos de flexão sinuosos 49a, 49b estão doisrespectivos parafusos de ajuste 50a, 50b. Os elementos de flexão flexíveis49a, 49b podem ser também apresentados na forma de serpentina ou seme-lhante (não mostrado).
As Figuras 11a e 11b mostram diagramaticamente o desloca-mento - mostrado exagerado - de uma porção de cotovelo de slide 34' parafora na direção radial (seta H na Figura 11c). O percurso de deslocamento gentre os espaçamentos e e f é de cerca de ±2 mm. O deslocamento paradentro na direção radial (seta I na Figura 11c) acontece analogamente.
De acordo com a Figura 12, é provida uma construção apresen-tando uma fenda atravessante 28'" entre duas seções separadas 34', 34" docotovelo de ajuste 34.
De acordo com a Figura 13, é provida uma concretização apre-sentando duas fendas atravessantes 28'", 28IV entre três seções separadas35", 35", 35'" do cotovelo de ajuste 35.
A Figura 14 mostra uma construção do cotovelo de ajuste 17-i(cotovelo flexível) apresentando duas seções separadas 17', 17", cada qualcom duas molas de flexão 44', 44" e 44m, 44IV, respectivamente, que foramgiradas para fora para cada seção 17', 17".
Numerais de Referência
1 rolete de alimentação2 mesa de alimentação3a, 3b, 3c tomadores4 cilindro4a revestimento de cilindro4b direção de rotação do cilindro4c extremidade do cilindro4d extremidade do cilindro4e parede do cilindro4f superfície da parede do cilindro5 desfibrador6 rolete extrator7,8 roletes de contato9 elemento de guia de teia10 funil de teia11, 12 roletes de distribuição13 topo de carda giratório13a, 13b roletes de guia de topo de carda14 barras de topo de carda14a peça traseira
14b membro de transporte
14c interior
14i, 142 pinos de aço
15 lata
16 bobinador
17; 17i; 1T2 cotovelos de ajuste (cotovelos de extensão)
17a superfície externa
17b lado inferior
17', 17" seções separadas
18 revestimentos de topo de carda
19, 19a, 19b proteção lateral
20 calha de corrediça
20a superfície externa
20b superfície interna
21 círculo de pontas dos revestimentos de topo de carda
22 círculo de pontas do revestimento do cilindro
23a, 23b munhões
24a, 24b paredes da armação da máquina
25a, 25b mancais
26a, 26b, 26c, 26d fusos de posicionamento
27a, 27b revestimentos de elemento de cardagem fixos28', 28", 28"', 28IV fendas atravessantes
29 abertura atravessante
30', 30" elementos funcionais
31 a a 31 c elementos de cobertura
32; 32a a 32c elementos de cardagem fixos
33a a 33c capuzes de extração
34; 34a, 34b cotovelos de ajuste (região de pré-cardagem de cotove-Ios de extensão)
34', 34" seções separadas
35; 35a, 35b cotovelos de ajuste (região de pós-cardagem de cotove-los de extensão)
35', 35", 35" seções separadas
36', 36", 36"', 36 fusos de posicionamento
37', 37", 37"', 37 fusos de posicionamento
38a a 38f elementos de cardagem fixos
39a a 39c capuz de extração
40a, 40b parafusos de fixação
41 cobertura
42 componente de uma peça
43a a 43d aberturas atravessantes
44a a 44d elementos de flexão flexíveis
45 porca de ajuste
46 porca de ajuste
47 arruela
48 arruela
49a, 49b elementos de flexão sinuosos
50a, 50b parafusos de ajuste
51; 51', 51" cotovelo de ajuste (região inferior de cotovelo de ajus-
tamento de máquina de cardar)
Claims (70)
1. Aparelho em uma máquina de preparação de espaço de fia-ção, especialmente, uma carda plana, carda a rolete ou semelhante, paraajustar um contato de trabalho, apresentando um rolete, por exemplo, umcilindro, que apresenta uma superfície de parede revestida cilíndrica, e apre-sentando, localizados opostos ao revestimento de rolete e espaçados radi-almente a partir do mesmo, elementos de máquina revestidos e/ou não re-vestidos móveis ou fixos e dois dispositivos de retenção laterais fixos (prote-ções laterais), nos quais cotovelos de ajuste são providos como elementosde sustentação para os elementos de máquina, cujos cotovelos de ajustesão associados com os dispositivos de retenção laterais (proteções laterais),os cotovelos de ajuste sendo usados para ajustar o contato de trabalho edispositivos de posicionamento sendo associados com os cotovelos de ajus-te, caracterizado pelo fato de o dispositivo de retenção lateral (19; 19a, 19b)(proteção lateral) e pelo menos uma cabeça de ajuste associada 17; 17i,-172; 34; 34a, 34b; 35; 35a; 35b) se apresentarem na forma de um compo-nente de uma peça (42) e de o cotovelo de ajuste (17; 17^ 172; 34; 34a, 34b;35; 35a, 35b) ser dividido em seções separadas individuais (17', 17"; 34',-34"; 35', 35", 35"'), o componente (42) apresentando, entre o dispositivo deretenção (19; 19a, 19b) e o cotovelo de ajuste (17: 171s 172; 34; 34a, 34b;-35; 35a, 35b), aberturas atravessantes (43a a 43e) nas quais ou entre asquais são dispostos elementos de posicionamento flexíveis (44a a 44d; 49a,49b) para o cotovelo de ajuste (17; 171( 1T2; 34; 34a, 34b; 35; 35a, 35b; 51;-51', 51").
2. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de o dispositivo de retenção e o cotovelo de ajuste serem fundidos mu-tuamente.
3. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizadopelo fato de o cotovelo de ajuste ser integrado no dispositivo de retenção.
4. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicações de-1 a 3, caracterizado pelo fato de uma porção do dispositivo de retenção for-mar o cotovelo de ajuste.
5. Aparelho, de acordo com qualquer das reivindicações de 1 a-4, caracterizado pelo fato de uma porção convexamente curva do dispositivode retenção formar o cotovelo de ajuste.
6. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicações de-1 a 5, caracterizado pelo fato de uma sub-região da periferia do dispositivode retenção formar o cotovelo de ajuste.
7. Aparelho, de acordo com qualquer das reivindicações de 1 a-6, caracterizado pelo fato de o dispositivo de retenção ser uma proteção lateral.
8. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicações de-1 a 7, caracterizado pelo fato de o dispositivo de retenção ser constituído deum metal resiliente.
9. Aparelho, de acordo com qualquer das reivindicações de 1 a-8, caracterizado pelo fato de a proteção lateral ser constituída de alumínio ouuma liga de alumínio.
10. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 9, caracterizado pelo fato de o dispositivo de retenção, pelo menosum cotovelo de ajuste e os elementos de posicionamento flexíveis estaremem uma peça.
11. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 10, caracterizado pelo fato de ser provido, em cada lado da máquinade cardar, um componente de uma peça compreendendo um dispositivo deretenção, pelo menos um cotovelo de ajuste e elementos de posicionamentoflexíveis.
12. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 11, caracterizado pelo fato de o componente de uma peça entre odispositivo de retenção e o cotovelo de ajuste se apresentar na forma deuma estrutura que compreende aberturas atravessantes e elementos de po-sicionamento flexíveis.
13. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 12, caracterizado pelo fato de o cotovelo de ajuste ser flexivelmenteajustável.
14. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 13, caracterizado pelo fato de os elementos de posicionamento flexí-veis serem elementos de flexão.
15. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 14, caracterizado pelo fato de serem providas regiões de flexão nasaberturas.
16. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 15, caracterizado pelo fato de as regiões de flexão se apresentaremna forma de padrões.
17. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 16, caracterizado pelo fato de o padrão formar uma estrutura (estrutu-ra de padrão).
18. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 17, caracterizado pelo fato de as regiões de flexão se apresentaremna forma de uma estrutura (estrutura de flexão).
19. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 18, caracterizado pelo fato de os padrões compreenderem laços.
20. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 19, caracterizado pelo fato de os padrões serem constituídos de metalplano.
21. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 20, caracterizado pelo fato de os elementos de flexão se apresenta-rem na forma de molas Iamelares ou semelhantes.
22. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 21, caracterizado pelo fato de o padrão ter uma forma sinuosa ou se-melhante.
23. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 22, caracterizado pelo fato de o padrão compreender serpentinas ousemelhantes.
24. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 23, caracterizado pelo fato de o padrão estar presente em vista planana proteção lateral.
25. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 24, caracterizado pelo fato de o padrão estar presente na direção axi-al do cilindro.
26. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 25, caracterizado pelo fato de o padrão apresentar eixos que se es-tendem em uma primeira direção.
27. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 26, caracterizado pelo fato de a primeira direção correr substancial-mente na direção radial com relação à proteção lateral ou ao cilindro.
28. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 27, caracterizado pelo fato de o padrão apresentar eixos que se es-tendem em uma segunda direção.
29. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 28, caracterizado pelo fato de a segunda direção correr substancial-mente paralela à tangente com relação à curva convexa do painel lateral ouà parede do cilindro.
30. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 29, caracterizado pelo fato de as primeira e segunda direções seremortogonais.
31. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 30, caracterizado pelo fato de as primeira e segunda direções nãoserem ortogonais.
32. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 31, caracterizado pelo fato de o padrão apresentar pelo menos por-ções irregular ou uniformemente alternadas.
33.Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 32, caracterizado pelo fato de os primeiro e segundo padrões com-preenderem uma pluralidade de aberturas atravessantes.
34. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 33, caracterizado pelo fato de os padrões encerrarem uma pluralidadede células flexíveis.
35. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 34, caracterizado pelo fato de a formação do padrão (estrutura) serflexível.
36. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 35, caracterizado pelo fato de as células se desenvolverem maiorescom a expansão do cotovelo de ajuste.
37. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 36, caracterizado pelo fato de as células encolherem com a contraçãodo cotovelo de ajuste.
38. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 37, caracterizado pelo fato de as aberturas atravessantes estarempresentes fora dos laços.
39. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 38, caracterizado pelo fato de as aberturas atravessantes estarempresentes entre os lados.
40. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 39, caracterizado pelo fato de o componente de uma peça apresentaruma construção na forma de sanduíche com um meio de suporte radialmen-te interno e com um cotovelo de ajuste radialmente externo, a estrutura depadrão sendo disposta entre o cotovelo de ajuste e o meio de suporte.
41. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 40, caracterizado pelo fato de o cotovelo de ajuste e o meio de supor-te serem conectados por dispositivos de posicionamento, por exemplo, fusosde posicionamento.
42. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 41, caracterizado pelo fato de serem providos dispositivos de posicio-namento com os quais o raio (raio de curvatura) do cotovelo de ajuste podeser alterado.
43. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 42, caracterizado pelo fato de os dispositivos de ajustes poderemdeslocar o cotovelo de ajuste na direção radial.
44. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 43, caracterizado pelo fato de cada elemento de posicionamento fie-xível, por exemplo, laço, mola Iamelarou semelhante, ser associado com umdispositivo de posicionamento.
45. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 44, caracterizado pelo fato de os dispositivos de posicionamento in-cluírem um fuso roscado.
46. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 45, caracterizado pelo fato de o dispositivo de posicionamento com-preender um elemento resiliente.
47. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 46, caracterizado pelo fato de o elemento resiliente ser uma mola decompressão.
48. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 47, caracterizado pelo fato de o elemento resiliente ser uma mola Ia-melar.
49. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 48, caracterizado pelo fato de o dispositivo de posicionamento com-preender um elemento de expansão térmica.
50. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 49, caracterizado pelo fato de o elemento de expansão térmica com-preender uma barra de metal termicamente expansível.
51. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 50, caracterizado pelo fato de o dispositivo de posicionamento serusado para expandir ou contrair a estrutura de padrão.
52. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 51, caracterizado pelo fato de o dispositivo de posicionamento serdisposto concentricamente com relação à estrutura de padrão.
53. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 52, caracterizado pelo fato de o dispositivo de posicionamento, porexemplo, fuso de posicionamento, ser disposto no centro da estrutura depadrão no eixo que se estende na primeira direção.
54. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 53, caracterizado pelo fato de o dispositivo de posicionamento sercapaz de produzir percursos de deslocamento relativamente longos no casode mudanças relativamente pequenas em tensão.
55. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 54, caracterizado pelo fato de a estrutura de padrão ser fundida jun-tamente com o componente de uma peça.
56. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 55, caracterizado pelo fato de a estrutura de padrão fundida ser sub-metida ao corte de máquina.
57. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 56, caracterizado pelo fato de a estrutura de padrão poder ser produ-zida por corte de máquina do componente.
58. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 57, caracterizado pelo fato de o cotovelo de ajuste ser dividido emregiões de suporte individuais (seções separadas).
59. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 58, caracterizado pelo fato de os padrões serem dispostos simetrica-mente entre si dentro de uma região de suporte.
60. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 59, caracterizado pelo fato de uma calha de corrediça, por exemplo,um elemento de plástico, ser disposto no cotovelo de ajuste.
61. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 60, caracterizado pelo fato de o elemento de máquina ser uma barrade topo de carda revestido de uma montagem de topo de carda giratório.
62. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 61, caracterizado pelo fato de o elemento de máquina ser um elemen-to de cardagem fixo.
63. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 62, caracterizado pelo fato de o elemento de máquina ser um capuzde extração.
64. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 63, caracterizado pelo fato de o elemento de máquina ser um módulode remoção.
65. Aparelho, de acordo com qualquer das reivindicações de 1 a-64, caracterizado pelo fato de o elemento de máquina ser uma lâmina deremoção.
66. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 65, caracterizado pelo fato de o cotovelo de ajuste ser um cotoveloflexível para barras de topo de carda móvel.
67. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 66, caracterizado pelo fato de o cotovelo de ajuste ser um cotovelo deextensão para elementos de trabalho fixos ou elementos funcionais.
68. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 67, caracterizado pelo fato de o cotovelo de extensão ser dispostona(s) região(ões) de pré- e/ou pós-cardagem
69. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 68, caracterizado pelo fato de, na máquina de cardar, serem providosapenas cotovelos de ajuste para elementos de trabalho fixos ou elementosfuncionais.
70. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 69, caracterizado pelo fato de o cotovelo de ajuste ser um cotovelo deajuste na região inferior da máquina de cardar.
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