BRPI1002627A2 - flange de vedação de haste de válvula com inércia reduzida - Google Patents
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Abstract
FLANGE DE VEDAçãO DE HASTE DE VáLVULA COM INéRCIA REDUZIDA. A presente invenção refere-se a uma vedação de haste de válvula incluindo um flange que estende-se radialmente para fora e que inclui uma ou mais ranhuras circunferênciais para permitir que o flange flexione e assente perfeitamente em uma superfície de sustentação e proteja o flange da fadiga.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "FLANGE DE VEDAÇÃO DE HASTE DE VÁLVULA COM INÉRCIA REDUZIDA"
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção refere-se a vedações de haste de válvula, e mais particularmente a uma vedação de haste de válvula ou montagem de vedação de haste de válvula com assento para mola integrado, de preferên- cia, para uso em um motor de combustão interna, porém aplicável a outras aplicações de vedação de haste de válvula.
ANTECEDENTES
Esta seção fornece uma informação de antecedentes relaciona- dos a presente revelação que não é, necessariamente, a técnica anterior.
A função primária de uma vedação de haste de válvula em um motor de combustão interna, por exemplo, é permitir a lubrificação adequada na haste de válvula/interface guia da válvula, ao mesmo tempo em que mi- nimiza o consumo interno de óleo. As vedações de haste de válvula desse tipo em geral são conhecidas na técnica anterior, conforme mostrado nos documentos de patente N2i U.S. 5.558.056; 4.947.811; 4.909.202; 3.554.562; e 3.554.180, por exemplo. (Em adição, uma vedação de haste de válvula de duas peças desse tipo em geral é mostrada nas Patentes N— U.S. 6.901.902 e 5.775.284, que são cedidas à mesma cessionária do presente pedido.)
Uma montagem de vedação de haste de válvula inclui, em geral, uma estrutura de carcaça rígida e um corpo de vedação, com uma monta- gem dotada de um interior geralmente oco para receber um guia de haste de válvula. Tipicamente, a estrutura de carcaça sustenta um corpo de vedação, que cerca a haste de válvula a fim de "medir" a provisão de óleo para Iubrifi- car o diâmetro interno da guia de válvula e do diâmetro externo da haste de válvula. No entanto, ao mesmo tempo, a vedação de haste de válvula serve para minimizar a quantidade de óleo que pode ser captada para dentro da câmara de combustão ou passar para a exaustão do motor. Se a carcaça rígida não for propriamente localizada em relação à guia de válvula, o ele- mento de vedação pode não assentar na haste de válvula, causando assim, pressões não uniformes na haste de válvula e na guia de válvula, padrões de desgaste indesejáveis na vedação ou na haste de válvula e lubrificação imprevisível da haste de válvula e da guia de válvula.
Algumas vedações de haste de válvula da técnica anterior têm histórico de flanges rachados durante as operações do veículo, devido aos harmônicos de trem de válvula e estresses internos resultantes na porção do flange de vedação de haste de válvula. Algumas vedações de haste de vál- vula da tal técnica anterior também não tiveram porções de flange suficien- temente plano, desse modo aumentando, adicionalmente, a probabilidade de rachadura do flange. Se a porção de flange que não é suficientemente plano, a vedação de haste de válvula está suscetível à carga de fadiga por meio da mola de válvula a medida que a válvula se abre e fecha, flexionando o flange.
A presente descrição fornece uma vedação de haste de válvula que irá oferecer maior resistência às forças cilíndricas exercidas pela mola de válvula que faz com que o flange de uma vedação de haste de válvula ou montagem de vedação de haste de válvula se rache.
SUMÁRIO
Esta seção fornece um sumário geral da descrição, e não é uma descrição compreensiva do escopo por inteiro ou de todas as suas caracte- rísticas.
Uma vedação de haste de válvula ou uma montagem de veda- ção de mola de válvula com um assento de mola integrado de acordo com a presente descrição para o uso em um dispositivo que contém a válvula, que é dotado de uma válvula com uma haste de válvula no mesmo, inclui uma carcaça cilíndrica geralmente oca dotada de um flange que se estende inter- na e radialmente adjacente à extremidade axialmente externa da carcaça e um flange que estende-se externa e radialmente adjacente à extremidade axialmente interna da carcaça. Uma ou mais ranhuras são proporcionadas no flange. As ranhuras permitem que o flange se flexione e se estenda plano no bloco de motor para proteger a vedação de haste de válvula da fadiga. (No caso de uma vedação de haste de válvula de duas peças, uma segunda carcaça cilíndrica geralmente oca (chamada de carcaça "inferior") é forneci- da dotada de um flange que estende-se externa e radialmente adjacente à extremidade axialmente externa dela e uma parte de engate adjacente à ex- tremidade axialmente interna da mesma. Uma parte da dita primeira carcaça estende-se de maneira axial dentro de uma superfície interna da segunda carcaça, com a parte de engate, que estende-se de maneira axial, da primei- ra carcaça, que se engata de maneira apertada, de uma superfície externa da primeira carcaça em um ajuste de interferência entre as mesmas.)
Tanto em uma vedação de haste de válvula ou em uma monta- gem de vedação de haste de válvula de duas peças, um corpo de vedação resiliente é sustentado por meio da carcaça, sendo o dito corpo de vedação resiliente dotado de uma abertura através do mesmo para receber a haste de válvula com seu contato de vedação quando a vedação de haste de vál- vula ou a montagem de vedação de haste de válvula é montada dentro do motor ou de outro dispositivo que contenha válvula.
De maneira preferível, a vedação de haste de válvula ou monta- gem de vedação de haste de válvula aperfeiçoada inclui uma carcaça cilín- drica rígida, preferivelmente composta de um metal ou um material que con- tenha metal. O corpo de vedação resiliente pode ser composto de borracha ou outros elastômeros resilientes e é, de maneira preferível, diretamente li- gado ao invólucro metálico preferido da carcaça cilíndrica. Isso permite que o corpo de vedação, em muitas modalidades, permaneça estacionário com a carcaça cilíndrica, reduzindo então, o desgaste do rebordo de vedação do corpo de vedação e prorrogando a vida do produto. Tal corpo de vedação resiliente ligado também permite a remoção e instalação de vedação mais fácil, maior sustentação do rebordo de vedação do corpo de vedação e con- trole superior da medição do óleo para a lubrificação da haste de válvula.
As áreas adicionais de aplicabilidade serão notadas a partir da descrição fornecida neste documento. A descrição e os exemplos específi- cos neste sumário são apenas para fins ilustrativos e não pretendem limitar o escopo da presente revelação.
DESENHOS Os desenhos descritos neste documento são apenas para fins ilustrativos das modalidades selecionadas e não todas as implementações possíveis, e não pretende limitar o escopo da presente revelação.
A figura 1 é uma vista lateral de uma vedação de haste de válvu- la de acordo com os princípios da presente descrição;
a figura 2 é uma vista em corte transversal da vedação de haste de válvula da figura 1, porém ilustrando a vedação de haste de válvula insta- lada ou montada em um dispositivo exemplificativo, tal como um motor de combustão interna;
a figura 3 é uma vista em corte transversal de uma montagem de vedação de haste de válvula de duas peças ilustrando a montagem de veda- ção de haste de válvula instalada ou montada em um dispositivo exemplifica- tivo, tal como um motor de combustão interna; e
a figura 4 é uma vista em corte transversal em perspectiva de uma carcaça inferior de uma montagem de vedação de haste de válvula de duas peças, conforme mostrada na figura 3.
As referências numéricas correspondentes indicam as partes correspondentes ao longo das inúmeras vistas dos desenhos.
DESCRIÇÃO DETALHADA
As modalidades exemplificativas serão descritas agora em mais detalhes com referência aos desenhos em anexo.
As modalidades exemplificativas são fornecidas de modo que esta descrição transmita, por completo, o escopo daqueles versados na téc- nica. Os inúmeros detalhes específicos são estabelecidos tais como exem- plos de componentes, dispositivos e métodos específicos, a fim de fornecer um entendimento completo das modalidades da presente descrição. Será notável aos versados na técnica que os detalhes específicos não precisam ser empregados, que as modalidades exemplificativas podem ser incorpora- das de diferentes formas e que nenhuma das mesmas deve ser interpretada para limitar o escopo da descrição. Em algumas modalidades exemplificati- vas, os processos bem-conhecidos, as estruturas de dispositivos bem- conhecidas, e as tecnologias bem-conhecidas não são descritas em deta- lhes.
A terminologia usada neste documento é apenas para fins des- critivos de modalidades exemplificativas em particular e não limitativos. Con- forme usado neste documento, as formas singulares "um", "uma" e "o/a" po- dem incluir as formas plurais também, a não ser que o contexto indique cla- ramente o contrário. Os termos "compreende", "que compreende", "que in- clui" e "dotado" são inclusivos e, portanto, especificam a presença de carac- terísticas, inteiros, etapas, operações, elementos e/ou componentes estabe- lecidos, porém não impede a presença ou adição de uma ou mais outras características, inteiros, etapas, operações, elementos, componentes e/ou grupos dos mesmos. As etapas, processos e operações do método descritas neste documento não são interpretadas como um requerimento necessário para seu desempenho na ordem discutida ou ilustrada em particular, a não ser que seja especificamente identificada como uma ordem de desempenho. Deve-se entender também que é possível empregar etapas adicionais ou alternativas.
Quando um elemento ou camada é referido como estando "em", "engatado em", "conectado a" ou "acoplado a" outro elemento ou camada, pode estar diretamente engatado, conectado ou acoplado ao outro elemento ou camada, ou pode haver camadas ou elementos intervenientes. Em con- trapartida, quando um elemento é referido como estando "diretamente em", "diretamente engatado em", "diretamente conectado a", ou "diretamente a- coplado a" outro elemento ou camada, pode não haver camadas ou elemen- tos intervenientes. Outras palavras usadas para descrever a relação entre elementos devem ser interpretadas de maneira similar (por exemplo, "entre" versus "diretamente entre", "adjacente" versus "diretamente adjacente", etc.). Conforme usado neste documento, o termo "e/ou" inclui qualquer ou todas as combinações de um ou mais dos itens associados listados.
Apesar de os termos primeiro, segundo, terceiro, etc., poderem ser usados neste documento para descrever diversos elementos, componen- tes, regiões, camadas e/ou seções, esses elementos, componentes, regiões, camadas e/ou seções não devem ser limitados por esses termos. Esses termos podem ser usados apenas para distinguir um elemento, componente, região, camada ou seção de outra região, camada ou seção. Os termos tais como "primeiro", "segundo" e outros termos numéricos, quando usados no presente, não implicam em uma seqüência ou ordem, a não ser que seja claramente indicado pelo contexto. Portanto, um primeiro elemento, compo- nente, região, camada ou seção discutido abaixo pode ser chamado de um segundo elemento, componente, região, camada ou seção sem se separar dos ensinamentos das modalidades exemplificativas.
Termos relacionados ao espaço, tais como, "interno," "externo," "debaixo," "abaixo," "inferior," "acima," "superior" e similares, podem ser u- sados no presente para facilitar na descrição, para descrever uma relação do elemento ou da característica com um(uns) outro(s) elemento(s) ou ca- racterística(s), conforme ilustrado nas figuras. Os termos relacionados ao espaço podem ter a intenção de abranger diferentes orientações do disposi- tivo em uso ou operação em adição à orientação retratada nas figuras. Por exemplo, se o dispositivo nas figuras for invertido, os elementos descritos como "abaixo" ou "debaixo" de outros elementos ou características seriam então orientados "acima" de outros elementos ou características. Portanto, o termo exemplificativo "abaixo" pode retratar ambas as orientações de acima e abaixo. O dispositivo pode ser orientado de outra forma (girado em 90 graus ou em outras orientações) e os descritores relacionados ao espaço usados, neste documento, podem ser interpretados de forma correspondente.
Para fins puramente exemplificativos, as figuras 1 a 2 são pri- meiramente direcionadas à vedação de haste de válvula para uma aplicação de motor de combustão interna. As figuras 3 e 4 mostram uma montagem de vedação de haste de válvula de duas peças alternativa. Deve-se notar, con- forme ficará claro para os versados na técnica a partir da descrição e reivin- dicações a seguir, que os princípios da presente descrição são igualmente aplicáveis a outros dispositivos dotados de válvulas com hastes de válvula nos mesmos.
Com referência às figuras 1 e 2, uma vedação de haste de vál- vula 10 inclui uma carcaça cilíndrica geralmente rígida 14, de preferência feita de um material que contenha metal, porém pode ser feita de cerâmica ou outros materiais relativamente duros e rígidos. Apesar de a carcaça 14 ser, de preferência, cilíndrica em formato e geralmente oca, outros formatos podem ser usados dependendo das necessidades da aplicação específica para a montagem de vedação de haste de válvula.
A vedação de haste de válvula 10 também inclui um membro ou corpo de vedação resiliente 18 que é, de maneira preferível, diretamente ligado à carcaça cilíndrica rígida 14. O corpo de vedação resiliente 18 é pre- ferivelmente feito de borracha ou um material que contenha borracha, po- rém, de maneira alternativa, pode ser composto de outros elastômeros resi- lientes ou materiais plásticos capazes de fazer a vedação no dado ambiente.
Mas modalidades mostradas nas figuras 1 e 2, o corpo de veda- ção resiliente 18 é, de maneira preferível, diretamente moldado à parede de extremidade 20 da carcaça cilíndrica rígida 14 e pode ser moldado à parede de extremidade 20 tal que a mesma cerque a parede de extremidade 20 por completo. No entanto, outras variações podem ser usadas para conectar o corpo de vedação 18 à carcaça cilíndrica rígida 14, tal como através de um ajuste de interferência, adesivos, epóxis ou outras conexões conhecidas ca- pazes de criar uma junta relativamente fixa entre a carcaça cilíndrica 14 e o corpo de vedação resiliente 18. Um coxim de borracha ou de outro elastomé- rico resiliente 28 (que pode ser integral ao corpo de vedação 18) também é moldado na parede interior da carcaça cilíndrica rígida 14 e está em contato com o guia de válvula 24 na instalação em uma cabeça de cilindro automoti- va (ou parte de montagem de bloco do motor) 26. O corpo de vedação resili- ente 18 também inclui, de maneira preferível, um rebordo de vedação anular 38 em uma parte axialmente externa ou "superior" para vedar com a haste de válvula 40 durante a operação do motor. O corpo de vedação resiliente 18 também inclui uma ranhura côncava 42 ao longo de uma parte superior para receber e reter um membro de mola 72 (preferivelmente uma mola cir- cular). O membro de mola 72 impulsiona de maneira resiliente o rebordo de vedação anular resiliente 38 em direção ao seu contato com a haste de vál- vula 40 durante a operação do motor. Esse membro de mola 72 e o rebordo de vedação anular 38 funcionam para controlar a quantidade de óleo que passa entre a haste de válvula 40 e a montagem de vedação de haste de válvula 10.
A carcaça cilíndrica rígida 14 também inclui um flange ou assen- to que estende-se externa e radialmente 36 adjacente à sua extremidade "inferior" ou axialmente externa, que protege a mola de válvula 32 do des- gaste com a cabeça de cilindro 26 durante a operação do motor.
De acordo com um aspecto da presente descricao, uma ou mais ranhuras 50a, 50b são fornecidas no flange 36. Para fins exemplificativos, as ranhuras 50a, 50b podem incluir uma ou mais ranhuras circunferenciais 50a dispostas na superfície superior do flange 36 e/ou uma ou mais ranhuras 50b dispostas na superfície inferior do flange 36. As ranhuras 50a, 50b po- dem estar espaçadas radialmente entre si ou radialmente alinhadas. No ca- so de o flange 36 não ser fabricado suficientemente plano, as ranhuras 50a, 50b permitem que o flange 36 flexione e estenda-se plano no bloco do motor para proteger a vedação de haste de válvula da fadiga. As ranhuras podem ter uma profundidade de aproximadamente % a 1/4 de espessura de material do flange 36 e pode ter uma seção transversal arredondada, quadrada, tri- angular ou de outro formato. As ranhuras 50a, 50b podem estar localizadas na metade interna do flange 36 a fim de permitir a flexão mais fácil do flange.
Apesar de a finalidade das ranhuras ser de permitir a flexão do flange 36, pode-se aceitar a fratura completa e controlada do flange ao longo das ranhuras 50a, 50b. Nesses termos, as ranhuras 50a, 50b podem ser projetadas com a intenção de que se ocorrer a fratura, a fratura ocorre de uma maneira controlada ao longo das ranhuras 50a, 50b. Dessa forma, o padrão das ranhuras 50a, 50b pode ser elíptico ou de outro formato para impedir a rotação entre o flange 36 e a carcaça rígida 14 no caso de fratura.
Com referência às figuras 3 e 4, uma montagem de vedação de haste de válvula 110 pode possuir uma construção de duas peças, que inclui uma primeira carcaça cilíndrica geralmente rígida 114, preferivelmente feita de um material que contenha metal, porém pode ser feita de cerâmica ou outros materiais relativamente duros e rígidos. Apesar de a primeira carcaça 114 ser, de preferência, de formato cilíndrico e geralmente oca, outros for- matos podem ser usados dependendo das necessidades da aplicação espe- cífica para a montagem de vedação de haste de válvula.
A montagem de vedação de haste de válvula 110 também pode incluir um membro ou corpo de vedação resiliente 118 que é, de maneira preferível, ligado diretamente à carcaça cilíndrica rígida 114. A superfície interna da primeira carcaça 114 engata-se à superfície externa de uma se- gunda carcaça geralmente rígida 116. A segunda carcaça 116 também é de um material que contém metal, porém pode ser de cerâmica ou outros mate- riais relativamente duros e rígidos. Apesar de a segunda carcaça 116, como a primeira carcaça 114, ser preferivelmente de formato cilíndrico e geralmen- te oca, outros formatos podem ser usados dependendo da necessidade da aplicação específica para a montagem de vedação de haste de válvula. O corpo de vedação resiliente 118 é preferivelmente feito de borracha ou um material que contenha borracha, porém pode, de maneira alternativa, ser composto de outros elastômeros resilientes ou materiais plásticos capazes de fazer a vedação no dado ambiente.
Na modalidade mostrada nas figuras 3 e 4, a carcaça cilíndrica 114 pode possuir um ajuste de interferência com a segunda carcaça cilíndri- ca 116. No entanto, outros tipos de conexão ou ligação podem ser usados, tais como soldagem, forjamento direto, por exemplo, qualquer outro tipo de meio de ligação ou de conexão disponível. A conexão entre a primeira e a segunda carcaça cilíndrica pode assumir a forma das conexões descritas nas Patentes cedidas a mesma cessionária de N— US 6.901.902 e 5.775.284, que estão incorporadas ao presente por meio de referência em suas totalidades. A carcaça cilíndrica rígida 114 inclui uma parede de extre- midade que estende-se internamente 120 e um flange que projeta-se exter- namente 122 em uma extremidade "inferior" ou interna da mesma.
O corpo de vedação resiliente 118 está, de maneira preferível, diretamente moldado à parede de extremidade 120 da carcaça cilíndrica rí- gida 114 e pode ser moldado à parede de extremidade 120 tal que o mesmo cerca a parede de extremidade 120 por completo. No entanto, outras varia- ções podem ser usadas para conectar o corpo de vedação 118 à carcaça cilíndrica rígida 114, tal como por meio de um ajuste de interferência, adesi- vos, epóxis ou outras conexões conhecidas capazes de criar uma junta rela- tivamente fixa entre a carcaça cilíndrica 114 e o corpo de vedação resiliente 118. Um coxim de borracha ou de outro elastomérico resiliente 128 (que po- de ser integral ao corpo de vedação 118) também é moldado na parede inte- rior da carcaça cilíndrica rígida 114 e está em contato com o guia de válvula 124 na instalação em uma cabeça de cilindro automotiva (ou parte de mon- tagem de bloco do motor) 126. O ajuste de interferência preferido entre a primeira carcaça cilíndrica 114 e a segunda carcaça cilíndrica 116 cria uma força de retenção que impulsiona o coxim de borracha 128 a fazer contato constante com a montagem de guia de válvula 124.
O corpo de vedação resiliente 118 também inclui, de maneira preferível, um rebordo de vedação anular 138 em uma parte axialmente ex- terna ou "superior" para vedar com a haste de válvula 140 durante a opera- ção do motor. O corpo de vedação resiliente 118 também inclui uma ranhura côncava 142 ao longo de uma parte superior para receber e reter um mem- bro de mola 172 (preferivelmente uma mola circular). O membro de mola 172 resiIientemente impulsiona o rebordo de vedação anular resiliente 138 em direção ao seu contato com a haste de válvula 140 durante a operação do motor. Esse membro de mola 172 e o rebordo de vedação anular 138 funcionam para controlar a quantidade de óleo que passa entre a haste de válvula 140 e a montagem de vedação de haste de válvula 110.
Uma parede que estende-se axialmente ou "vertical" 130 da se- gunda carcaça cilíndrica 116 elimina, ou pelo menos minimiza substancial- mente, a possibilidade de o corpo de vedação 118 da montagem de haste de válvula 110 se separar do guia de válvula 124 durante a operação do veícu- lo. A parede que estende-se axialmente 130 da segunda carcaça cilíndrica 116 inclui uma etapa radialmente interna 134. A segunda carcaça cilíndrica também inclui um assento ou flange que estende-se externa e radialmente 136 adjacente à sua extremidade "inferior" ou axialmente externa. A segun- da carcaça 116 fornece então uma barreira de proteção que protege a mola de válvula 132 do desgaste com a cabeça de cilindro 126 durante a opera- ção do motor.
A segunda carcaça cilíndrica 116 é fabricada separada da pri- meira carcaça cilíndrica 114, portanto, tornando possível reduzir a ocorrência de estresses internos na segunda carcaça cilíndrica 116. Isso permite ainda que o flange da segunda carcaça cilíndrica 36 possua um achatamento que possa ser controlado de maneira mais precisa que, por sua vez, irá reduzir o estresse de curvatura do flange. De acordo com um aspecto adicional da presente revelação, uma ou mais ranhuras 150a, 150b são fornecidas no flange 136. Para fins exemplificativos, as ranhuras 150a, 150b podem incluir uma ou mais ranhuras circunferenciais 150a dispostas na superfície superior do flange 136 e/ou uma ou mais ranhuras 150b dispostas na superfície infe- rior do flange 136. As ranhuras 150a, 150b podem estar espaçadas radial- mente entre si ou radialmente alinhadas. No caso de o flange não ser fabri- cado suficientemente plano, as ranhuras 150a, 150b permitem que o flange 136 se flexione e estenda-se plano no bloco do motor para proteger a veda- ção de haste de válvula da fadiga. As ranhuras 150a, 150b podem possuir uma profundidade de aproximadamente de % a Vz da espessura do material e pode possuir uma seção transversal arredondada, quadrada, triangular ou de outro formato.
Apesar de a finalidade das ranhuras ser de permitir a flexão do flange 136, pode-se aceitar a fratura completa e controlada do flange ao lon- go das ranhuras 150a, 150b. Nesses termos, as ranhuras 150a, 150b podem ser projetadas com a intenção de que se houver fratura, a fratura ocorre de uma maneira controlada ao longo das ranhuras 150a, 150b. Desse modo, o padrão das ranhuras 150a, 150b pode ser elíptico ou de outro formato para impedir a rotação entre o flange 136 e a carcaça rígida 116, no caso de uma fratura.
Claims (25)
1. Vedação de haste de válvula que inclui: uma carcaça cilíndrica rígida dotada de um flange que estende- se externamente em uma extremidade de fundo do mesmo; um corpo de vedação resiliente em contato com a dita carcaça cilíndrica rígida, estando o dito corpo de vedação resiliente em contato cons- tante com uma haste de válvula; e o dito flange que estende-se externamente da dita carcaça cilín- drica rígida inclui uma ranhura circunferencial em uma superfície do mesmo.
2. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação 1, em que o dito flange que estende-se externamente da dita carcaça cilíndrica rígida inclui a dita ranhura circunferencial na superfície superior do mesmo.
3. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação 1, em que o dito flange que estende-se externamente da dita carcaça cilíndrica rígida inclui a dita ranhura circumferencial em uma superfície inferior do mesmo.
4. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação 1, em que o dito flange que estende-se externamente da dita carcaça cilíndrica rígida inclui uma primeira dita ranhura circunferencial em uma superfície su- perior do mesmo e uma segunda ranhura circumferencial em uma superfície inferior do mesmo.
5. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação 1, em que a dita carcaça cilíndrica rígida é feita de um material metálico.
6. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação 1, em que o dito corpo de vedação resiliente é feito de um material de borra- cha.
7. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação 1, que inclui adicionalmente um rebordo de vedação anular em uma parte de topo do dito corpo de vedação resiliente.
8. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação 1, em que a dita carcaça cilíndrica rígida é feita de uma carcaça cilíndrica rígida superior e uma carcaça cilíndrica rígida inferior.
9. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação 8, em que o dito corpo de vedação resiliente está diretamente ligado à carcaça cilíndrica rígida superior e o dito flange estendido externamente se estende a partir da dita carcaça cilíndrica rígida inferior.
10. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação -1, em que a dita ranhura circumferencial possui uma profundidade entre % a -1/4 de uma espessura do dito flange.
11. Vedação de haste de válvula que inclui: uma carcaça cilíndrica rígida dotada de um flange que estende- se externamente em uma extremidade de fundo do mesmo; um corpo de vedação resiliente em contato com a dita carcaça cilíndrica rígida, estando o dito corpo de vedação resiliente em contato cons- tante com uma haste de válvula; e o dito flange que estende-se externamente da dita carcaça cilín- drica rígida inclui meios para aumentar uma flexibilidade do flange para for- necer uma superfície plana de engate.
12. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação -11, em que a dita carcaça cilíndrica rígida é feita de um material metálico.
13. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação -11, em que o dito corpo de vedação resiliente é feito de um material de bor- racha.
14. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação -11, que inclui adicionalmente um rebordo de vedação anular em uma parte de topo do dito corpo de vedação resiliente.
15. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação -11, em que o dito corpo de vedação resiliente está diretamente ligado à car- caça cilíndrica rígida.
16. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação -11, em que a dita carcaça cilíndrica rígida é feita de uma carcaça cilíndrica rígida superior e uma carcaça cilíndrica rígida inferior.
17. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação -16, em que o dito corpo de vedação resiliente está diretamente ligado à car- caça cilíndrica rígida superior e o dito flange que estende-se externamente se estende a partir da dita carcaça cilíndrica rígida inferior.
18. Vedação de haste de válvula que inclui: uma carcaça cilíndrica rígida dotada de um flange que se esten- de externamente em uma extremidade de fundo do mesmo; um corpo de vedação resiliente em contato com a dita carcaça cilíndrica rígida, estando o dito corpo de vedação resiliente em contato cons- tante com uma haste de válvula; e o dito flange que estende-se externamente da dita carcaça cilín- drica rígida inclui meios de fratura do flange a partir da carcaça cilíndrica rí- gida.
19. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação -18, em que os ditos meios para a fratura do flange incluem ranhuras no dito flange.
20. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação -19, em que as ditas ranhuras têm perfil circular.
21. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação -19, em que o dito padrão das ranhuras é conformado para impedir a rotação relativa entre a carcaça rígida e o flange, no caso de fratura do flange.
22. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação -21, em que as ditas ranhuras têm perfil elíptico.
23. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação -18, em que a dita carcaça cilíndrica rígida é feita de uma carcaça cilíndrica rígida superior e uma carcaça cilíndrica rígida inferior.
24. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação -23, em que o dito corpo de vedação resiliente está diretamente ligado à car- caça cilíndrica rígida superior e o dito flange estendido externamente esten- de-se a partir da dita carcaça cilíndrica rígida inferior.
25. Vedação de haste de válvula de acordo com a reivindicação -19, em que o dito padrão de ranhuras é conformado para impedir o movi- mento axial entre a carcaça rígida e o flange, no caso de fratura do flange.
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