BRPI1002951A2 - guia de trituração - Google Patents

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BRPI1002951A2
BRPI1002951A2 BRPI1002951-6A BRPI1002951A BRPI1002951A2 BR PI1002951 A2 BRPI1002951 A2 BR PI1002951A2 BR PI1002951 A BRPI1002951 A BR PI1002951A BR PI1002951 A2 BRPI1002951 A2 BR PI1002951A2
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BR
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sintering
guide
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body wall
sintered
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Application number
BRPI1002951-6A
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English (en)
Inventor
Kobayashi Masanori
Omatsu Yasuhiko
Takanoura Masatsugu
Sato Hiroyuki
Original Assignee
Nippon Steel Corporation
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Publication date
Application filed by Nippon Steel Corporation filed Critical Nippon Steel Corporation
Publication of BRPI1002951A2 publication Critical patent/BRPI1002951A2/pt
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Abstract

GUIA DE TRITURAçãO A presente invenção refere-se a uma guia de trituração, a porção superior de uma parede de corpo é dotada de um entalhe através do qual passa um painel, quando a paleta de sinterização se move acima da parede de corpo, um espaço em uma superfície inclinada de uma parede de guia é dividido por uma pluralidade de paredes verticais que se estendem para cima na direção vertical, para serem dispostas ao longo de uma direção de inclinação da superfície inclinada e formar uma pluralidade de caixas de pedras que se abrem para cima, na direção vertical, a porção extrema superior de cada uma das paredes verticais é dotada de um primeiro elemento endu- recido e pelo menos uma das paredes verticais é dotada de um mecanismo de resfriamento de água

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "GUIA DE TRITURAÇÃO".
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a um guia de trituração de uma máquina de sinterização para produzir minério sinterizado, que guia um bolo sinterizado descarregado de um esteira de sinterização para um triturador.
Descrição da Técnica Relacionada
No passado, como uma entrada de matéria-prima para um alto- forno, um minério sinterizado obtido através de sinterização de uma matéria- prima contendo pó de minério de ferro para sinterização é usado.
Uma máquina de sinterização para produzir o minério sinterizado inclui, por exemplo, como descrito no Pedido de Patente Japonesa Não E- xaminado, Primeira Publicação N0 H11-108564, um par de rodas dentadas, uma porção de trilho, uma pluralidade vagonetes de paletas de sinterização, um forno de ignição e uma porção de sucção, um triturador e um guia de tri- turação. Uma roda dentada é disposta no lado de uma porção de carga da máquina de sinterização e a outra roda dentada é disposta no lado de uma porção de descarga de minério. A porção de trilho é instalada entre as rodas dentadas. O esteira de sinterização se desloca em suas próprias rodas ao longo da porção de trilho. Na máquina de sinterização, quando o esteira de sinterização é movido para o lado a jusante da porção de carga de minério, o forno de ignição é posicionado acima do esteira de sinterização. Além disso, a porção de sucção é posicionada abaixo do esteira de sinterização, durante movimento horizontal do esteira de sinterização. O triturador tritura um bolo sinterizado descarregado de cada esteira de sinterização. O guia de tritura- ção é disposto nas proximidades da porção de descarga de minério para guiar o bolo sinterizado descarregado do esteira de sinterização para o triturador.
Na máquina de sinterização, após o carregamento da matéria- prima para sinterização no esteira de sinterização, um material carbonáceo em uma camada de superfície da matéria-prima para sinterização é inflama- ção da superfície inclinada, em que uma porção extrema superior da parede divisória é dotada de um segundo elemento endurecido.
(3) No guia de trituração descrito no acima (1), uma superfície inclinada da parede de corpo pode ser dotada de uma caixa de pedras de superfície traseira que se abre para cima na direção vertical.
(4) No guia de trituração descrito em qualquer parte do acima (1) a (3), a porção extrema superior da parede de corpo pode ser dotada de um elemento resistente ao calor sendo anexável e separável.
Uma vez que o guia de trituração de acordo com o aspecto da invenção tem excelente durabilidade, ele pode ser aplicado a um bolo sinte- rizado de tamanho grande.
Isto é, no guia de trituração de acordo com (1), o boio sinterizado descarregado da paleta de sinterização se move ao longo da superfície incli- nada da parede de guia a fim de ser guiado para o triturador.
Aqui, o minério fino gerado do bolo sinterizado cai na caixa de pedras da parede de guia e cobre a superfície inclinada. Como um resultado, a superfície inclinada pode ser revestida pelo minério fino feito do mesmo material que o bolo sinterizado de modo a ser reforçada, de modo que é possível acentuar a resistência ao desgaste da parede de guia.
Além disso, uma vez que a forma de cada uma das caixas de pedra se abre para cima, na direção vertical, enquanto as paredes verticais permanecem para cima, na direção vertical, o minério fino do bolo sinteriza- do que se move diretamente sobre o mesmo pode ser depositado segura- mente no interior das caixas de pedra. Além disso, ainda que o bolo sinteri- zado em alta temperatura entre em contato com a parede vertical, é possível suprimir a deformação das paredes verticais devido à resistência mecânica do primeiro elemento endurecido, proporcionado na porção extrema superior da parede vertical da parede vertical e através de resfriamento, usando o mecanismo de resfriamento de água, que impede o amolecimento da parede vertical.
De acordo com (2), a porção extrema superior da parede divisó- ria é dotada do segundo elemento endurecido Portanto, ainda que o bolo sinterizado que se move na parede de guia entre em contato com a porção extrema superior da parede divisória, uma vez que a porção extrema superi- or seja reforçada pelo segundo elemento endurecido, é possível suprimir a degradação da resistência mecânica da parede divisória devido ao desgaste.
De acordo com (3), é possível depositar o minério fino gerado do bolo sinterizado para a caixa de pedras da superfície traseira. Como um re- sultado, a superfície inclinada da porção de corpo pode ser revestida pelo minério fino tendo o mesmo material que o bolo sinterizado a ser reforçado, de modo que é possível acentuar a resistência ao desgaste da porção de corpo.
De acordo com (4), uma vez que a porção extrema superior da parede de corpo pode ser coberta e reforçada pelo elemento resistente ao desgaste, é possível assegurar resistência ao desgaste suficiente da porção de corpo para manter a resistência mecânica ainda que o bolo sinterizado caia de cima e entre em contato com a porção extrema superior e deslize ao longo da mesma. Além disso, uma vez que o elemento resistente ao desgas- te é anexável e separável da porção extrema superior, mesmo se o desgaste do elemento resistente ao desgaste se torna significativo, é possível restabe- lecer a resistência ao desgaste da parede de guia através da simples remo- ção do elemento resistente ao desgaste e substituindo o mesmo por um novo.
Por outro lado, em uma estrutura em que a porção extrema su- perior é formada integralmente cm o elemento resistente ao desgaste, quan- do o elemento resistente ao desgaste é danificado, todo o guia de trituração tem que ser reconstruído. Portanto, na estrutura de acordo com o aspecto da invenção, é possível aumentar significativamente o tempo de duração do guia de trituração.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A figura 1 é uma vista lateral para explicar uma configuração es- quemática de uma máquina de sinterização tendo um guia de trituração de acordo com uma modalidade da invenção.
A figura 2 é uma vista em perspectiva de um esteira de sinteri- zação usado para a máquina de sinterização.
A figura 3 é uma vista frontal do guia de trituração, conforme vis- to em uma direção oposta à parede de guia.
A figura 4 é uma vista traseira do guia de trituração, conforme visto em uma direção oposta a uma parede de corpo.
A figura 5 é uma vista lateral do guia de trituração, conforme vis- to da linha Z-Z das figuras 3 e 4.
A figura 6 é uma vista seccional do guia de trituração, conforme visto da linha X-X das figuras 3 e 4.
A figura 7 é uma vista seccional do guia de trituração, conforme visto da linha Y-Y das figuras 3 e 4.
A figura 8 é uma vista ilustrando urna parte do guia de trituração e uma vista em perspectiva de uma área P da figura 3.
A figura 9 é uma vista ilustrando uma disposição de paredes ver- ticais em uma superfície inclinada de uma parede de guia do guia de tritura- ção e é uma vista seccional conforme visto ao longo da linha Q-Q da figura 3.
A figura 10 é uma vista de referência conforme visto em uma se- ção transversal correspondente à figura 9.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
Daqui em diante, um guia de trituração de acordo com uma mo- dalidade da invenção será descrito com referência aos desenhos anexos.
O guia de trituração de acordo com esta modalidade está incluí- do em uma máquina de sinterização 1 para produzir minério sinterizado, que é uma entrada de matéria-prima em um alto-forno de modo a ser usado. Primeiro, a máquina de sinterização 1 será descrita com referência à figura 1.
Conforme ilustrado na figura 1, a máquina de sinterização 1 de acordo com essa modalidade inclui um par de rodas dentadas 2A e 2B, uma porção de trilho 3, uma pluralidade de vagonetes de paletas de sinterização (paleta de sinterização) 4, uma tremonha de acamamento 5, uma tremonha de carregamento de matéria-prima 6, um forno de ignição 7, uma porção de sucção inferior 8, um triturador 9 e um guia de trituração 10.
A roda dentada 2A é disposta em um lado de uma porção de carga de minério da máquina de sinterização 1 e a roda dentada 2B é dis- posta em um lado de uma porção de descarga de minério da máquina de sinterização 1. A porção de trilho 3 é estirada horizontalmente nos lados su- perior e inferior das rodas dentadas 2A e 2B. Ao longo da porção de trilho 3, a pluralidade de vagonetes de paletas de sinterização 4 se desloca em suas próprias rodas.
A tremonha de acamamento 5 alimenta minério sinterizado a uma superfície de fundo 4A (veja a figura 2) do esteira de sinterização 4 transportado diretamente abaixo da tremonha de acamamento 5 para formar uma camada de acamamento. Alérn disso, a tremonha de carregamento de matéria-prima 6 carrega uma matéria-prima M para sinterização na camada de acamamento do esteira de sinterização 4 transportado diretamente abai- xo da tremonha de carregamento de matéria-prima 6. O forno de ignição 7 é disposto acima do esteira de sinterização 4 posicionado após o carregamen- to da matéria-prima M para sinterização. Além disso, a porção de sucção in- ferior 8 é disposta abaixo de cada esteira de sinterização 4 no lado a jusante do forno de ignição 7.
O triturador 9 atravessa um bolo sinterizado S obtido por meio de sinterização. O guia de trituração 10 guia o bolo sinterizado S descarre- gado do esteira de sinterização 4, quando alcança a roda dentada 2B e mu- da o curso em direção ao triturador 9.
Conforme ilustrado na figura 2, cada esteira de sinterização 4 suporta o bolo sinterizado S formado através de um processo de sinteriza- ção na superfície de fundo 4A. No esteira de sinterização 4, a fim de manter a ventilação da porção inferior do leito fixo da matéria-prima M para sinteri- zação de uma pluralidade de (no exemplo ilustrado, quatro) painéis de su- porte (painéis) 4c são colocados verticalmente na superfície de fundo 4A.
Isto é, o esteira de sinterização 4 inclui um par de porções de paredes late- rais 4B que ficam verticalmente em intervalos iguais na direção da largura do esteira de sinterização 4, de modo a dividir o espaço entre as porções de pa- redes laterais 4B em uma pluralidade de divisões. Além disso, a superfície de fundo 4A do esteira de sinterização 4 é dotada de uma barra de grade (não mostrada).
Conforme ilustrado na figura 1, a roda dentada 2B no lado da porção de descarga de minério e o esteira de sinterização 4 são posiciona- dos no lado esquerdo do guia de trituração 10 na superfície de folha e o tritu- rador 9 é posicionado no lado direito do guia de trituração 10 na superfície de folha. A figura 3 é uma vista frontal do guia de trituração 10, conforme vis- to do triturador 9. A figura 4 é uma vista traseira do guia de trituração 10, conforme visto da roda dentada 2B e do esteira de sinterização 4. Além dis- so, na descrição seguinte, a superfície perto da roda dentada 2B é referida como a superfície traseira e a superfície perto do triturador 9 é referida como a superfície frontal.
Conforme ilustrado nas figuras 5 a 7, o guia de trituração 10 in- clui uma porção de estrutura de base 11 fixada a uma superfície de instala- ção e uma parede de corpo 20 e uma parede de guia 30 proporcionadas na porção de estrutura de base 11. A parede de corpo 20 se estende vertical- mente na porção de estrutura de base 11 para ser inclinada em direção ao lado de superfície frontal (à direita, na superfície de folha das figuras de 5 a 7). A parede de guia 30. A parede de guia 30 se estende verticalmente para ficar inclinada em direção ao lado frontal (à direita na superfície de folha das figuras de 5 a 7) da porção de estrutura de base 11 da porção extrema supe- rior da parede de corpo 20.
A parede de corpo 20 é inclinada, gradualmente, de modo que sua porção superior fica mais perto do lado da superfície frontal da porção de estrutura de base 11 do que sua porção inferior. Por outro lado, a parede de guia 30 é inclinada gradualmente, de modo que sua porção superior fica mais perto do lado da superfície traseira.
Uma porção extrema superior da parede de corpo 20 é configu- rada para passar através de um interior do esteira de sinterização 4, que se move ao longo de uma periferia externa da roda dentada 2B no lado da por- ção de descarga de minério. Isto é, conforme ilustrado nas figuras 3 e 4, a porção extrema superior da parede de corpo 20 é dotada de uma pluralidade de porções tendidas 25 em intervalos predeterminados ao longo da direção da largura do guia de trituração 10. Similarmente, conforme ilustrado nas fi- guras 3 e 4, as porções tendidas 25 são entalhes para permitir que os pai- néis de suporte 4C passem através das porções extremas superiores da pa- rede de corpo 20.
Em uma porção da parede de corpo 20, onde a porção fendida 25 não é formada (por exemplo, uma porção incluindo uma seção transver- sal X-X das figuras 3 e 4), por exemplo, conforme ilustrado na figura 6, um elemento de revestimento (elemento resistente ao desgaste) 21, tendo uma superfície feita de um material resistente ao desgaste é disposto na porção extrema superior da parede de corpo 20 (a porção de parede de superfície traseira 23) de modo a ser anexável e separável. O material resistente ao desgaste disposto na superfície do elemento de revestimento 21 é feito de um material submetido à soldagem de cobertura para revestimento endu- recido, de modo que a sua dureza Shore é ajustada para ficar na faixa de 90 a 100. O elemento de revestimento 21 tem uma seção transversal em forma de U, perpendicular à direção longitudinal e é fixado para cobrir a porção ex- trema superior da parede de corpo 20.
Além disso, uma porção onde a porção fendida (entalhe) 25 é formada (por exemplo, uma porção incluindo uma seção transversal em Y-Y das figuras 3 e 4) é dotada, por exemplo, conforme ilustrado na figura 7, de uma porção de parede inclinada 26, que é relativa e significativamente incli- nada com relação à direção vertical da porção de parede de superfície tra- seira 23, sem a porção fendida 25. Em uma porção extrema superior da por- ção de parede inclinada 26, um elemento de revestimento 27, tendo uma superfície feita de um material resistente ao desgaste, é disposto para ser anexável e separável. O material resistente ao desgaste, disposto na super- fície do elemento de revestimento 27 é feito de um material submetido à sol- dagem de cobertura, de modo que a sua dureza Shore é ajustada para ficar na faixa de 90 a 100.0 elemento de revestimento 27 é fixado para cobrir a porção extrema superior da parede de corpo 20. Conforme ilustrado nas figuras 4 e 5, uma superfície inclinada (superfície traseira) da parede de corpo 20, onde a porção fendida 25 não é formada (a porção de parede de superfície traseira 23) e que se opõe à roda dentada 2B é dotada de uma pluralidade de caixas de pedra de superfície traseira 22, que se estendem na direção horizontal ao longo da superfície inclinada e acomodam minério fino gerado do bolo sinterizado S. A caixa de pedras de superfície traseira 22 inclui uma porção de suporte 22A que se projeta na direção horizontal de uma superfície traseira da parede de corpo 20 (porção de parede de superfície traseira 3) e um bloco de parede lateral 22B que se estende reto na direção vertical na porção de suporte 22A. As superfícies de topo e traseira do bloco de parede lateral 22B são dotadas de porções de soldagem de cobertura 22C. A porção de soiaagem de cobertura 22C tem, por exemplo, uma forma de L em uma seção transversal ilustrada na figura 5 para cobrir e reforçar as superfícies de topo e traseira do bloco de parede lateral 22B.
Além disso, conforme ilustrado nas figuras 5 a 7, um lado trasei- ro da porção de estrutura de base da porção de quadro de base 11 é dotado de um par de caixas de pedra de base inferior 12 que se estendem na dire- ção horizontal ao longo da superfície traseira e acomodam o minério fino ge- rado do bolo sinterizado S. A caixa de pedras de base 12 inclui uma porção de suporte 12A que se projeta na direção horizontal da superfície traseira da porção de quadro de base 11 e um bloco de parede lateral 12B que se es- tende na porção de suporte 12A. As superfícies de topo e traseira do bloco de parede lateral 12B são dotadas de porções de soldagem de cobertura 12C. As porções de soldagem de cobertura 12C têm, por exemplo, uma for- ma de L em um corte transversal, ilustrado na figura 6, para cobrir e reforçar as superfícies de topo e traseira do bloco de parede lateral 12B.
Conforme ilustrado nas figuras de 3 a 5, ambas as porções ex- tremas da parede de corpo 20 na direção da largura são dotadas, cada uma delas, de uma porção de recebimento lateral 15, que é relativa e significati- vamente inclinada na direção vertical, quando comparado com a porção de parede de superfície traseira 23 da parede de corpo 2 com uma placa lateral 14 interposta entre elas. A porção de recebimento lateral 15 é configurada de modo a não colidir com uma porção de parede lateral 4B do esteira de sinterização 4, que se move ao longo da roda dentada 2B no lado de des- carga de minério. Isto é, conforme ilustrado nas figuras 3 e 4, a porção de recebimento lateral 15 é disposta para se opor à porção de topo da porção de parede lateral 4B do esteira de sinterização 4 em um intervalo predeter- minado.
Conforme ilustrado na figura 5, cada porção de recebimento late- ral 15 é dotada de uma pluralidade de nervuras 16A, dispostas para serem perpendiculares a uma superfície de topo da mesma. Um espaço superior da porção de recebimento lateral 15 é dividido em uma pluralidade de divisões pelas nervuras 16A, assim, formando urna pluralidade de porções de cavi- dade 16 para recebimento do minério fino gerado do bolo sinterizado S. Par- ticularmente, a porção de cavidade 16 recebe o minério fino que vaza do es- teira de sinterização 4 na superfície lateral do guia de trituração 10.
Conforme ilustrado nas figuras 3 e 5 a 7, na parede de guia 30, uma pluralidade de paredes verticais 31, que se estendem para cima, na di- reção vertical, são dispostas em intervalos iguais ao longo da direção longi- tudinal (a direção de inclinação) da superfície inclinada 30a da parede de guia 30. Nessa modalidade, como a parede de guia 30, três paredes verti- cais 31A, 31B e 31C são dispostas ao longo de uma direção de largura, cru- zando a direção longitudinal (a direção de inclinação) da superfície inclinada 30A, de modo a ficarem em paralelo uma com a outra. Além disso, pelas pa- redes verticais 31 A, 31B e 31C, um espaço na superfície inclinada 30a da parede de guia 30 é dividido em uma pluralidade de divisões.
Além disso, por exemplo, conforme ilustrado na figura 8, o es- paço na superfície inclinada 30a da parede de guia 30 é dividido em uma pluralidade de divisões por uma pluralidade de paredes de divisão 90a (no exemplo ilustrado, três), dispostas ao longo da direção da largura da parede de guia 30. A parede divisória 90a se estende na superfície inclinada 30a para cima, na direção vertical.
Portanto, o espaço na superfície inclinada 30a da parede de guia 30 é dividido na direção longitudinal da superfície inclinada 30a na parede de guia 30 e as paredes divisórias 90a são divididas na direção da largura da superfície inclinada 30a. Como um resultado, uma pluralidade das caixas de pedras 32 é formada na superfície inclinada 30a e a pluralidade das caixas de pedras 32 abertas para o lado superior na direção vertical para receber e acomodar o minério fino gerado do bolo sinterizado S.
Adicionalmente, é preferível que as paredes verticais 31A, 31B e 31C estejam na faixa do ângulo de inclinação β de 0 a 55 graus com relação à direção vertical V em uma seção transversal ilustrada na figura 9 e é mais preferível que estejam alinhadas com a direção vertical V.
A fim de explicar por que a faixa mencionada acima do ângulo de inclinação β é preferível, um exemplo de um caso onde as paredes verti- cais excedem a faixa do ângulo de inclinação ρ será descrito com referência à figura 10.
Conforme ilustrado na figura 10, quando as paredes verticais 131 A, 131B e 131C, correspondentes às paredes verticais 31 A, 31B e 31C, são instaladas para ficarem perpendiculares à superfície inclinada 30a, á- reas sombreadas, conforme denotado por um símbolo a, ocorrem diretamen- te sob as paredes verticais 131A, 131B e 131C. Quando as áreas sombrea- das ocorrem, o minério fino S1 gerado do bolo sinterizado não é recebido por essas áreas e, assim, não pode Sr depositado na superfície inclinada 30a. Portanto, a espessura da deposição do minério fino Sl em cada caixa de pedra 32 não é uniforme e há uma preocupação de que áreas de resis- tência ao desgaste por enfraquecimento podem ocorrer. Para isso, quando as faixas do ângulo de inclinação ρ das paredes verticais 31A, 31B e 31C são ajustadas para serem como descrito acima, a espessura da deposição do minério fino Sl em cada caixa de pedra 32 se torna uniforme e é possível assegurar resistência ao desgaste uniforme.
Além disso, pelo menos uma das paredes verticais 31A, 31B e 31C é dotada de um mecanismo de resfriamento de água 33, conforme ilus- trado nas figuras 5 a 7. Nesta modalidade, porções internas das duas pare- des verticais 31B e 31C no lado inferior são dotadas de cursos de fluxo atra- vés dos quais a água de resfriamento circula ao longo de sua direção longi- tudinal.
Uma porção extrema superior de cada uma das paredes verti- cais 31A, 31B e 31C é dotada de um elemento endurecido (um primeiro e- lemento endurecido) 34 formado de um material para revestimento endure- cido, que é um material resistente ao desgaste.
Além disso, uma porção extrema superior de cada parede divisó- ria 90a é dotada de uma camada endurecida (um segundo elemento endu- recido) 35 formada através de revestimento com o material de revestimento endurecido, conforme ilustrado nas figuras 6 e 8.
Além disso, nesta modalidade, conforme ilustrado nas figuras de 5 a 7, na frente da porção de estrutura de base 11, uma porção de guia de resfriamento de água 18 em que a água de resfriamento circula ao longo da direção da largura da porção de estrutura de base 11 é disposta.
Um processo para a produção do minério sinterizado usando a máquina de sinterização 1, tendo a configuração mencionada acima, de a- cordo com esta modalidade será descrito.
Primeiro, conforme ilustrado na figura 1, minério sinterizado é fornecido da tremonha de acamamento para cada esteira de sinterização 4, que se desloca em suas próprias rodas ao longo da porção de trilho 3 para formar uma camada de acamamento na superfície de fundo 4A do esteira de sinterização 4.
Continuamente, a matéria-prima M para sinterização é fornecida da tremonha de carregamento de matéria-prima 6 para o interior do esteira de sinterização 4 transportado diretamente abaixo. O esteira de sinterização 4, carregado com a matéria-prima M para sinterização é transportado da porção de carga de minério para a porção de descarga de minério e, quando o esteira de sinterização 4 é transportado diretamente abaixo do forno de ignição 7, um material carbonáceo na camada de superfície da matéria- prima M para sinterização é inflamado. Além disso, enquanto o esteira de sinterização 4 é movido para o lado da porção de descarga de minério, gás no esteira de sinterização 4 é aspirado para um lado inferior do esteira de sinterização 4 pela porção de sucção inferior 8. Devido à sucção do gás, a zona de combustão do material carbonáceo na camada de topo da matéria- prima M para sinterização é movida para a camada inferior a fim de permitir a sinterização, assim, produzindo o scanner S.
Além disso, o esteira de sinterização 4 é movido ao longo da pe- riferia externa da roda dentada 2B, no lado da porção de descarga de miné- rio e, desse modo, é inclinado, de modo que o bolo sinterizado S, no interior do esteira de sinterização 4, cai em direção à parede de guia 30 do guia de trituração 10 sob seu próprio peso.
O bolo sinterizado S que cai desliza na parede de guia 30 do guia de trituração 10 e é guiado para o triturador 9. Além disso, o bolo sinte- rizado S é triturado pelo triturador 9, assim, produzindo o minério sinterizado.
Nesta modalidade, o interior do esteira de sinterização 4 é divi- dido pela pluralidade dos painéis de suporte 4C. Em conseqüência, pode haver um caso onde o bolo sinterizado S não cai até que o esteira de sinteri- zação 4 esteja significativamente inclinado à medida que se move ao longo da periferia externa da roda dentada 2B. Isso é porque o atrito ocorre entre o bolo sinterizado Sea superfície de parede de cada painel de suporte 4C.
Nesse caso, o bolo sinterizado S cai devido a um impacto que ocorre quan- do o bolo sinterizado S entra em contato com a porção extrema superior da parede de corpo 20 (por exemplo, o elemento de revestimento 21).
No guia de trituração 10, tendo a configuração descrita acima de acordo com esta modalidade, pelas razões a seguir, a resistência ao des- gaste da parede de guia 30 pode ser aperfeiçoada.
Isto é, a parede de guia 30 recebe o bolo sinterizado S que cai do esteira de sinterização 4 para permitir que o bolo sinterizado S deslize e seja guiado para o triturador 9. A parede de guia 30 é dotada da pluralidade de paredes verticais 31 A, 31B e 31C de modo que o espaço na superfície inclinada 30a da parede de guia 30 é dividido na pluralidade de divisões pe- las paredes verticais 31 A, 31B e 31C. As caixas de pedras 32, divididas co- mo descrito, acomodam o minério fino S1 gerado do bolo sinterizado S para permitir que a superfície inclinada 30a da parede de guia seja revestida pelo minério fino SI. Em conseqüência, o desgaste da parede de guia 30 devido ao bolo sinterizado S que cai do esteira de sinterização 4 pode ser suprimido.
Além disso, como a pluralidade das paredes verticais 31A, 31B e 31C fica para cima, na direção vertical, as caixas de pedras 32 divididas pe- las paredes verticais 31A, 31B e 31C abertas para cima na direção vertical. Em conseqüência, é possível depositar, uniformemente, o minério fino Sl ge- rado do bolo sinterizado S que cai do esteira de sinterização 4 para o interior das caixas de pedras 32. Portanto, é possível acentuar mais seguramente a resistência ao desgaste da parede de guia 30.
Além disso, uma vez que a camada endurecia 35 é proporciona- da na porção extrema superior de cada parede divisória 9ua, a porção ex- trema superior é reforçada pela camada endurecida 35. Portanto, é possível suprimir degradação da resistência mecânica da parede divisória 90a devido ao desgaste, mesmo através do bolo sinterizado S movendo-se na parede de guia 30 e entrando em contato com a porção extrema superior da parede divisória 90a.
Adicionalmente, uma camada endurecida (não mostrada) forma- da pelo revestimento de um material resistente ao desgaste pode ser pro- porcionado em uma superfície interna de cada caixa de pedra 32. Nesse ca- so, é possível suprimir o desgaste das caixas de pedras 32 que ocorre quando o minério fino S1, gerado do bolo sinterizado S, cai na direção das caixas de pedras 32.
Nesta modalidade, dentre as paredes verticais 31A, 31B e 31C, as paredes verticais 31B e 31C são dotadas de mecanismo de resfriamento de água 33 para resfriá-las. Portanto, ainda que o bolo sinterizado S em alta temperatura entre em contato com as paredes verticais 31B e 31C, é possí- vel suprimir a degradação da resistência do elemento endurecido 34 propor- cionado na extremidade superior das paredes verticais 31B e 31C.
Além disso, no caso onde o bolo sinterizado S cai devido ao im- pacto que ocorre quando o bolo sinterizado S entra em contato com a ex- tremidade superior da parede de corpo 20, conforme descrito acima, uma possibilidade de que o bolo sinterizado S entre em contato com a extremida- de superior da parede de corpo 20, conforme descrito acima, uma possibili- dade de que o bolo sinterizado S entre em contato com a parede vertical 31A posicionada na parte superior é reduzida. Em conseqüência, nesta mo- dalidade, dentre as três paredes verticais 31 A, 31B e 31C, as duas paredes verticais 31B e 31C dispostas no lado inferior são dotadas dos mecanismos de resfriamento de água 33.
Além disso, conforme descrito acima, uma vez que o interior do esteira de sinterização 4 é dividido em uma pluralidade de espaços pelos pa- inéis de suporte 4C, pode haver um caso onde a descarga do bolo sinteriza- do S do esteira de sinterização 4 é atrasada. Nesse caso, o bolo sinterizado S tem mais probabilidade de colidir corn a porção extrema superior da pare- de de corpo 20, de modo que a sua porção extrema superior é facilmente desgastada. Por essa razão, no guia de trituração 10 de acordo com essa modalidade, a porção extrema superior da parede de corpo 20 é revestida com o elemento de revestimento 21 (o elemento resistente ao desgaste), tendo uma superfície feita do material resistente ao desgaste. Portanto, ain- da que o bolo sinterizado S no interior do esteira de sinterização 4 colida com a porção extrema superior da parede de corpo 20, é possível suprimir o desgaste da porção extrema superior.
Além disso, em um caso onde o elemento de revestimento 21 é desgastado, significativamente, devido ao impacto do bolo sinterizado S, é possível substituir apenas o elemento de revestimento 21 por um novo. Por- tanto, a durabilidade do guia de trituração 10 pode ser aumentada, significativamente.
Além disso, conforme descrito acima, quando o bolo sinterizado S é descarregado com atraso do esteira de sinterização 4, pode haver um caso onde o minério fino gerado do bolo sinterizado S se estende em torno da superfície traseira da parede de corpo 20. Por essa razão, no guia de tri- turação 10 de acordo com essa modalidade, a superfície traseira da parede de corpo 20 é dotada da pluralidade das caixas de pedras 22 da superfície traseira. Portanto, é possível depositar o minério fino gerado do bolo sinteri- zado S em cada caixa de pedra 22 da superfície traseira para permitir que a superfície traseira da parede de corpo 20 seja revestida. Portanto, é possível acentuar a resistência ao desgaste da superfície traseira da parede de corpo 20.
Além disso, nesta modalidade, o lado de superfície frontal da porção de quadro de base 11 é dotado da porção de guia de resfriamento de água 18. Portanto, embora o bolo sinterizado S entre em contato com o lado de superfície frontal da porção de estrutura de base 11, é possível suprimir o desgaste e a deformação do lado da superfície traseira da porção de estrutu- ra de base 11. Além disso, já que a caixa de pedra base 12 é provida no la- do da superfície traseira da porção de estruturar de base 11, é possível su- primir o desgaste e a deformação do lado de superfície traseiro aa porção de estrutura de base 11.
Além disso, nesta modalidade, ambas as porções extremas da parede de corpo 20 na direção da largura são dotadas, cada uma delas, com a porção de recebimento lateral 15, que é inclinada, significativamente, quando comparado com a porção de parede de superfície traseira 23 da pa- rede de corpo 20 e a porção de recebimento lateral 15 é dotada da plurali- dade das porções de cavidade 16. Em conseqüência, embora o minério fino gerado do bombas de seringa cai através da porção de parede lateral 4B do esteira de sinterização 4, o minério fino pode ser recebido pelas porções de cavidade 16 para ser acomodado.
Embora o guia de trituração 10 de acordo com a modalidade da invenção tenha sido descrito acima, a invenção não está limitada à modali- dade e pode ser modificada de várias maneiras, sem afastamento do escopo da invenção.
Por exemplo, a configuração da máquina de sinterização 1, que usa o guia de trituração 10, não está limitada à descrição acima da modali- dade e o guia de trituração de acordo com a invenção pode ser aplicado a uma máquina de sinterização com outra configuração.
Além disso, nesta modalidade, o caso onde o número de pare- des verticais 31 é três é descrito. Contudo, o número não está limitado a três pode ser mudado para um número adequado em consideração do tamanho da parede de guia 30.
Além disso, assim como as paredes verticais 31B e 31C, todas as paredes verticais 31 podem ter uma estrutura de resfriamento de água e assim como a parede vertical 31, o elemento de revestimento 21 também pode ter uma estrutura de resfriamento de água.
De acordo com a invenção, é possível proporcionar o guia de tri- turação, que tem excelente durabilidade e pode ser aplicado a um bolo sinte- rizado S de grande tamanho.
Embora modalidades preferidas da invenção tenham sido descri- tas e ilustradas acima, deve ser compreendido que essas são exemplificati- vas da invenção e não devem ser consideradas como limitadoras. Adições, omissões, substituições e outras modificações podem ser feitas sem afasta- mento do escopo da presente invenção. Em conseqüência, a invenção não deve ser considerada como estando limitada pela descrição precedente e está limitada apenas pelo escopo das reivindicações anexas.

Claims (4)

1. Guia de trituração para guiar para um triturador um bolo sinte- rizado descarregado dos espaços de uma paleta de sinterização, o interior da qual é dividido em múltiplos espaços por um painel, o guia de trituração compreendendo: uma parede de corpo, proporcionada para se opor à paleta de sinterização; e uma parede de guia tendo uma superfície inclinada que se inclina em direção ao triturador de uma porção superior da parede de corpo, em que a porção superior da parede de corpo é dotada de um entalhe através do qual o painel passa quando a paleta de sinterização se move acima da parede de corpo, o espaço na superfície inclinada é dividido por uma piuraiidade de paredes verticais proporcionadas para cima na direção vertical de modo a serem dispostas ao longo de uma direção de inclinação da superfície incli- nada e formam uma pluralidade de caixas de pedras que abrem para cima na direção vertical; e uma porção extrema superior de cada uma das paredes verticais é dotada de um primeiro elemento endurecido e pelo menos uma das pare- des verticais é dotada de um mecanismo de resfriamento de água.
2. Guia de trituração, de acordo com a reivindicação 1, ainda compreendendo paredes divisórias para dividir um interior da caixa de pe- dras em uma pluralidade de espaços ao longo de uma direção que cruza a direção de inclinação da superfície inclinada; em que uma porção extrema superior da parede divisória é do- tada de um segundo elemento endurecido.
3. Guia de trituração, de acordo com a reivindicação 1, em que uma superfície inclinada da parede de corpo é dotada de uma caixa de pe- dras de superfície traseira que se abre para cima na direção vertical.
4. Guia de trituração, de acordo com qualquer uma das reivindi- cações de 1 a 3, em que a porção extrema superior da parede de corpo é dotada de um elemento resistente ao desgaste sendo anexável e separável.
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