BRPI1003275A2 - precipitação quìmica de óleo vegetal virgem ou reutilizado, por meio de saturação ou sìntese orgánica na reconstrução de moléculas orgánicas através de processos quìmicos e fìsicos - Google Patents

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PRECIPITAçãO QUìMICA DE óLEO VEGETAL VIRGEM OU REUTILIZADO, POR MEIO DE SATURAçãO OU SìNTESE ORGáNICA NA RECONSTRUçãO DE MOLéCULAS ORGáNICASATRAVéS DE PROCESSOS QUìMICOS E FìSICOS. Compreendido por aquecer a 90<198> o óleo de origem vegetal e adicionar não mais que 30% do volume total do óleo, ácidos carboxílicos de longa cadeia alquíli ca de qualquer espécie e observar a precipitação por fusão e quando retornar aos 40<198> ou menos relativos à temperatura ambiente.

Description

"PRECIPITAÇÃO QUÍMICA DE ÓLEO VEGETAL VIRGEM OU REUTILIZADO, POR MEIO DE SATURAÇÃO OU SÍNTESE ORGÂNICA NA RECONSTRUÇÃO DE MOLÉCULAS ORGÂNICAS ATRAVÉS DE PROCESSOS QUÍMICOS E FÍSICOS".
Refere-se o presente pedido de patente de invenção a uma "PRECIPITAÇÃO QUÍMICA DE ÓLEO VEGETAL VIRGEM OU REUTILIZADO, POR MEIO DE SATURAÇÃO OU SÍNTESE ORGÂNICA NA RECONSTRUÇÃO DE MOLÉCULAS ORGÂNICAS ATRAVÉS DE PROCESSOS QUÍMICOS E FÍSICOS", que foi desenvolvido com a finalidade de proporcionar um processo inovador na obtenção de parafina a partir de uma mistura entre componentes líquidos miscíveis. As proporções entre os constituintes da mistura são alterados por processos químicos e fusão devido ao processo de passagem de uma substância do estado líquido da matéria, para o estado sólido da matéria no qual a distância entre suas moléculas é suficiente para se adequar a qualquer meio (tomando sua forma), porém sem alterar o volume.
Este processo inicia se através da reação química induzida, uma transformação da matéria na qual ocorrem mudanças qualitativas na composição química de uma ou mais substâncias reagentes, resultando em um ou mais produtos variando de acordo com a quantidade de ácidos não mais que 30%.
A parafina é um derivado do petróleo descoberto por Carl Reichenbach. Conhecida por sua alta pureza, brilho e odor reduzido, também pode ser usada como combustível. Possui propriedades termoplásticas e de repelência à água e é usada amplamente para a proteção de diversas aplicações, oomo em embalagens de papelão para a indústria alimentícia e revestimento de queijos e frutas. Por sua propriedades de combustível, é a matéria prima essencial na fabricação de velas. Outras aplicações comuns à parafina incluem cosméticos, giz de cera, adesivos termofusíveis (hot melt), papel carbono, tintas, pinturas etc.
E comumente encontrada com aparência de cera sólida branca, sem odor, sem gosto e com ponto de fusão típico entre 58 °C e 62 °C. É insolúvel em água mas solúvel em dietil-éter, éter, benzeno e em certos ésteres. A Parafina não reage com a maioria dos reagentes químicos mais comuns, mas queima rapidamente.
Como a parafina é constituída de hidrocarbonetos (carbono e hidrogênio) saturados, seu ponto de fulgor é confiável, mas ela pode ser muito inflamável, funcionando com um combustível. Seu ponto a favor é o fato de não ser tóxica, e possuir um grande leque de usos.
A parafina é um derivado do petróleo. Possui propriedades termoplásticas e de repelência à água e é usada amplamente para a proteção de diversas aplicações, como em embalagens de papelão para a indústria alimentícia e revestimento de queijos e frutas.
Por sua propriedades de combustível, é a matéria prima essencial na fabricação de velas.
Outras aplicações comuns à parafina incluem cosméticos, giz de cera, adesivos hot melt, papel de carbono, tintas, pinturas etc.
E comumente encontrada com aparência de cera sólida branca, sem odor, sem gosto e com ponto de fusão típico entre 47°C e 65°C. É insolúvel em água mas solúvel em dietil-éter, éter, benzeno e em certos ésteres. A Parafina não reage com a maioria dos reagentes químicos mais comuns, mas queima rapidamente.
Os tipos de parafinas são:
As parafinas são compostas de uma mistura de hidrocarbonetos saturados de alto peso molecular. O alto grau de refino a que são submetidas faz com que possuam cor branca e excelente estabilidade química. Recebem classificação quanto ao ponto de fusão.
Parafina 130/135°F - 1 é utilizada: Na manufatura de velas; Na indústria de parafinação de papéis; Na composição de artefatos de borracha; Na composição de ceras em geral.
Parafina 120/125°F - 3 é utilizada: Na indústria de fósforos,curtumes e emulsões; Na composição de artefatos de borracha; Na fabricação de emulsões para indústria têxtil; Como aditivo na fabricação de pneumáticos
Parafina 150/155°F - 2 é utilizada: Na fabricação de velas; Como impermeabilizante de papéis e embalagens,lonas e frigoríficos; Na fabricação de pneumáticos e artefatos de borracha; Na parafinação de frutas e queijos.
Parafina 140/145°F - 1 e 2 são utilizadas: Na fabricação de velas;
Como impermeabilizante de papéis e embalagens, lonas e frigoríficos; Como aditivo na fabricação de pneumáticos e produtos químicos; Na composição de ceras em geral; Como aditivo na formulação de tintas e vernizes.
Parafina 1 170/190°F - é utilizada: Como material isolante de eletricidade e impermeabilizantes; Na fabricação de polidores e ceras domésticas; Artefatos de borracha;
MétodoPonto de ebulição médio (0C) 214 259 259 280 295 Ponto de fusão (0C) 50,3 55,8 61,4 66,9 82,4 Densidade (água = lg/cm 3) 0,78 0,81 0,81 0,91 0,84
Viscosidade à 90°C (cSt) 3,49 4,39 6,01 5,53 N.D Cor Saybolt +20 +30 +30 +30 +28 Teor de óleo máx.(%P) 3 0,5 1 e 2 1,70 1,0 Teor de enxofre (PPM) 30 33 30 180 13 N.D.: não disponível A parafina é uma substância derivada do petróleo, entre suas características estão a pureza e o brilho. A parafina geralmente é de cor branca, sem cheiro e sem gosto. Essa substância possui propriedades incríveis, sendo por isso usada para fabricar os mais variados objetos.
O curioso é que os alcanos em geral também recebem a denominação parafina (ou hidrocarbonetos parafínicos). São compostos constituídos exclusivamente por carbono e hidrogênio e formam uma série homóloga de fórmula geral CnH2n +2. A estrutura física dos alcanos é de cadeia carbônica acíclica (alifática), saturada e homogênea, ou seja, cadeia aberta que apresenta simples ligações entre átomos de carbono. A partir destes dados já podemos descrever a estrutura molecular da Parafina: alcano com alto peso molecular (acima de dezoito carbonos).
As parafinas, quando aquecidas, entram em combustão (se queimam). Conhecemos bem esta propriedade combustível da parafina, é só observar a queima de uma vela: o combustível usado é a parafina e oxigênio é o comburente.
É objetivo da presente invenção uma "PRECIPITAÇÃO QUÍMICA DE ÓLEO VEGETAL VIRGEM OU REUTILIZADO, POR MEIO DE SATURAÇÃO OU SÍNTESE ORGÂNICA NA RECONSTRUÇÃO DE MOLÉCULAS ORGÂNICAS ATRAVÉS DE PROCESSOS QUÍMICOS E FÍSICOS" caracterizado pela precipitação química de óleo vegetal virgem ou reutilizado, por meio de saturação ou síntese orgânica na reconstrução de moléculas orgânicas através de processos químicos e físicos.
Sendo uma precipitação química de oleo ou gorduras insolúveis em água, extraída de plantas formada por tri-éster, oriundo da combinação do glicerol (um triálcool) com ácidos, especialmente ácidos graxos (ácidos carboxílicos de longa cadeia alquílica), no qual as três hidroxilas (do glicerol) sofreram condensação carboxílica com os ácidos, os quais não precisam ser necessariamente iguais, ésteres constituintes do grupo funcional, (R-COOR").
Funções orgânicas provenientes de compostos orgânicos que têm estrutura química semelhante e, consequentemente, comportamento químico similar, que consistem em um radical orgânico unido ao resíduo de qualquer ácido oxigenado (cristalizado), orgânico ou inorgânico,gerando uma síntese orgânica. Consistente na reconstrução de moléculas orgânicas através de processos químicos e reação induzida.
Uma mistura entre componentes líquidos miscíveis. As proporções entre os constituintes da mistura são alterados por processos químicos e fusão devido ao processo de passagem de uma substância do estado líquido da matéria, para o estado sólido da matéria no qual a distância entre suas moléculas é suficiente para se adequar a qualquer meio (tomando sua forma), porém sem alterar o volume.
Este processo inicia se através da reação química induzida, uma transformação da matéria na qual ocorrem mudanças qualitativas na composição química de uma ou mais substâncias reagentes, resultando em um ou mais produtos variando de acordo com a quantidade de ácidos não mais que 30%.
O processo de obtenção esta assim descrito, aquecer a 90° o óleo de origem vegetal e adicionar não mais que 30% do volume total do óleo, ácidos carboxílicos de longa cadeia alquílica de qualquer espécie e observar a precipitação por fusão e quando retornar aos 40° ou menos relativos à temperatura ambiente.
Diante do descrito podemos verificar que a "PRECIPITAÇÃO QUÍMICA DE ÓLEO VEGETAL VIRGEM OU REUTILIZADO, POR MEIO DE SATURAÇÃO OU SÍNTESE ORGÂNICA NA RECONSTRUÇÃO DE MOLÉCULAS ORGÂNICAS ATRAVÉS DE PROCESSOS QUÍMICOS E FÍSICOS" traz enormes vantagens, pois amplia os meios para obtenção de parafina através de óleo vegetal virgem ou reutilizada destinada à produção integral ou parcial de candeias, velas, lâmpadas, candelabros, lanternas, resina, e em geral de tudo o que respeita à iluminação, químicos e físicos como finalidade para lubrificação de sistemas e demais processos . Por ser inovador e até então não compreendidas no estado da técnica se enquadra perfeitamente dentro dos critérios que definem a patente de invenção. Suas reivindicações são as seguintes.

Claims (6)

1. "PRECIPITAÇÃO QUÍMICA DE ÓLEO VEGETAL VIRGEM OU REUTILIZADO, POR MEIO DE SATURAÇÃO OU SÍNTESE ORGÂNICA NA RECONSTRUÇÃO DE MOLÉCULAS ORGÂNICAS ATRAVÉS DE PROCESSOS QUÍMICOS E FÍSICOS" caracterizado pela precipitação química de óleo vegetal virgem ou reutilizado, por meio de saturação ou síntese orgânica na reconstrução de moléculas orgânicas através de processos químicos e físicos.
2. "PRECIPITAÇÃO QUÍMICA DE ÓLEO VEGETAL VIRGEM OU REUTILIZADO, POR MEIO DE SATURAÇÃO OU SÍNTESE ORGÂNICA NA RECONSTRUÇÃO DE MOLÉCULAS ORGÂNICAS ATRAVÉS DE PROCESSOS QUÍMICOS E FÍSICOS" caracterizado pela precipitação química de óleo ou gorduras insolúveis em água, extraída de plantas formada por tri-éster, oriundo da combinação do glicerol (um triálcool) com ácidos, especialmente ácidos graxos (ácidos carboxílicos de longa cadeia alquílica), no qual as três hidroxilas (do glicerol) sofreram condensação carboxílica com os ácidos, os quais não precisam ser necessariamente iguais, ésteres constituintes do grupo funcional, (R-COOR").
3. "PRECIPITAÇÃO QUÍMICA DE ÓLEO VEGETAL VIRGEM OU REUTILIZADO, POR MEIO DE SATURAÇÃO OU SÍNTESE ORGÂNICA NA RECONSTRUÇÃO DE MOLÉCULAS ORGÂNICAS ATRAVÉS DE PROCESSOS QUÍMICOS E FÍSICOS" caracterizado pelas funções orgânicas provenientes de compostos orgânicos que têm estrutura química semelhante e, consequentemente, comportamento químico similar, que consistem em um radical orgânico unido ao resíduo de qualquer ácido oxigenado (cristalizado), orgânico ou inorgânico,gerando uma síntese orgânica. Consistente na reconstrução de moléculas orgânicas através de processos químicos e reação induzida.
4. "PRECIPITAÇÃO QUÍMICA DE ÓLEO VEGETAL VIRGEM OU REUTILIZADO, POR MEIO DE SATURAÇÃO OU SÍNTESE ORGÂNICA NA RECONSTRUÇÃO DE MOLÉCULAS ORGÂNICAS ATRAVÉS DE PROCESSOS QUÍMICOS E FÍSICOS" caracterizado por ser proveniente de uma mistura entre componentes líquidos miscíveis, onde as proporções entre os constituintes da mistura são alteradas por processos químicos e fusão devido ao processo de passagem de uma substância do estado líquido da matéria, para o estado sólido da matéria no qual a distância entre suas moléculas é suficiente para se adequar a qualquer meio (tomando sua forma), porém sem alterar o volume.
5. "PRECIPITAÇÃO QUÍMICA DE ÓLEO VEGETAL VIRGEM OU REUTILIZADO, POR MEIO DE SATURAÇÃO OU SÍNTESE ORGÂNICA NA RECONSTRUÇÃO DE MOLÉCULAS ORGÂNICAS ATRAVÉS DE PROCESSOS QUÍMICOS E FÍSICOS" caracterizado pelo processo iniciar-se através da reação química induzida, uma transformação da matéria na qual ocorrem mudanças qualitativas na composição química de uma ou mais substâncias reagentes, resultando em um ou mais produtos variando de acordo com a quantidade de ácidos não mais que 30%.
6. "PRECIPITAÇÃO QUÍMICA DE ÓLEO VEGETAL VIRGEM OU REUTILIZADO, POR MEIO DE SATURAÇÃO OU SÍNTESE ORGÂNICA NA RECONSTRUÇÃO DE MOLÉCULAS ORGÂNICAS ATRAVÉS DE PROCESSOS QUÍMICOS E FÍSICOS" caracterizado por aquecer a 90° o óleo de origem vegetal e adicionar não mais que 30% do volume total do óleo, ácidos carboxilicos de longa cadeia alquílica de qualquer espécie e observar a precipitação por fusão e quando retornar aos 40° ou menos relativos à temperatura ambiente.
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