BRPI1003830A2 - uso e formulaÇÕes do antÍgeno imunoprofilÁtico da fraÇço flagelar de promastigota de leishmania amazonensis imunomodulada com bacilo colmett guerin (bcg) contra leishmaniose visceral canina (lvc) - Google Patents

uso e formulaÇÕes do antÍgeno imunoprofilÁtico da fraÇço flagelar de promastigota de leishmania amazonensis imunomodulada com bacilo colmett guerin (bcg) contra leishmaniose visceral canina (lvc) Download PDF

Info

Publication number
BRPI1003830A2
BRPI1003830A2 BRPI1003830A BRPI1003830A2 BR PI1003830 A2 BRPI1003830 A2 BR PI1003830A2 BR PI1003830 A BRPI1003830 A BR PI1003830A BR PI1003830 A2 BRPI1003830 A2 BR PI1003830A2
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
fraction
amazonensis
visceral leishmaniasis
antigen
bcg
Prior art date
Application number
Other languages
English (en)
Inventor
Sofia Sousa Sales
Ana Lucia Abreu Silva
Katia Da Silva Calabrese
Souza Celeste Da Silva Freitas De
Original Assignee
Univ Estadual Do Maranhao
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Univ Estadual Do Maranhao filed Critical Univ Estadual Do Maranhao
Priority to BRPI1003830 priority Critical patent/BRPI1003830A2/pt
Publication of BRPI1003830A2 publication Critical patent/BRPI1003830A2/pt

Links

Landscapes

  • Medicines Containing Antibodies Or Antigens For Use As Internal Diagnostic Agents (AREA)

Abstract

USO E FORMULAÇÕES DO ANTÍGENO IMUNOPROFILÁTICO DA FRAÇçO FLAGELAR DE PROMASTIGOTA DE LEISHMANIA AMAZONENSIS IMUNOMODULADA COM BACILO COLMETT GUERIN (BCG) CONTRA LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA (LVC). A presente invenção refere-se ao uso e formulações do antígeno imunoprofilático de fração flagelar de promastigota de Leishmania amazonensis imunomodulada com bacilo Colmett Guerin (BCG) contra leishmaniose visceral canina (LVC), o que favorece o desenvolvimento de eventos imunológicos específicos capazes de combater o parasita durante os estágios iniciais da infecção. O uso dessa fração favorece a discriminação entre cães vacinados de cães doentes, por se tratar de um antígeno heterólogo, já que a L. amazonensis não pertence ao "complexo donovani" onde estão inseridos os subgêneros responsáveis pela leishmaniose visceral. Assim, quando os animais forem submetidos ao exame sorológico recomendado pela Fundação Nacional de Saúde, órgáo do Ministério da Saúde responsável para o diagnóstico da LV, aqueles imunizados com fração flagelar de L. amazonensis aparecerão negativo ao exame o que permitirá diferenciar animais não infectados de animais infectados com L.(L) chagasi agente responsável pela LV.

Description

"USO E FORMULAÇÕES DO ANTÍGENO IMUNOPROFILÁTICO DA FRAÇÃO FLAGELAR DE PROMASTIGOTA DE LEISHMANIA AMAZONENSIS IMUNOMODULADA COM BACILO COLMETT GUERIN (BCG) CONTRA LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA (LVC)". CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção refere-se ao uso e formulações do antígeno imunoprofilático de fração flagelar de promastigota de Leishmania amazonensis imunomodulada com bacilo Colmett Guerin (BCG) contra Ieishmaniose visceral canina (LVC) atuando assim, como um bloqueador na cadeia de transmissão da Ieishmaniose visceral (LV).
ι :
Mais especificamente a invenção refere-se ao uso do antígeno de fração flagelar de promastigota de' L. amazonensis no éstímulo de respostas celulares Iinfoproliferativas capazes de gerar uma reação limunoprotetora, tornando-se assim, um potencial candidato a vacina.
FUNDAMENTOS DA INVENÇÃO
A Ieishmaniose visceral (LV) também conhecida como calazar, é uma enfermidade parasitária, de caráter zoonótico e de distribuição mundial, causada por protozoários do gênero Leishmania e transmitida principalmente durante a picada do inseto vetor flebotomineos. A LV tem sido notificada nos cães e no homem, em vários estados brasileiros, sendo considerada uma endemia. No Brasil LV é causada pelo :parasito \Leishmania (L) chagasi que causa alterações patológicas, e é responsável por altos índices de morbidade e mortalidade sendo a LV considerada um importante problema de saúde pública e tendo o cão como principal reservatório da doença para o homem. Aproximadamente 50 a 60% dos cães infectados são assintomáticos, o
que sugere a existência de animais com a infecção na população e esses cães assintomáticos podem apresentar grande quantidade de parasitos na pele, o que favorece a infecção do inseto vetor, permanecendo um elo no ciclo biológico da doença.
A Ieishmaniose visceral canina (LVC) no Brasil encontra-se em expansão e urbanização e tendo como determinante epidemiológico desse processo os seguintes fatores: a movimentação de pessoas e animais domésticos de regiões endêmicas para áreas onde o inseto transmissor já se encontra adaptado e o desmatamento desordenado com conseqüente desequilíbrio dos ecossistemas. A transmissão da doença canina tem ocorrido de formas peri-urbana e urbana muito próxima ao centro de grandes cidades brasileiras como, Teresina, São Luis, Fortaleza, Aracaju, João Pessoa, Rio de Janeiro, Corumbá, Santarém e Belo Horizonte. 1
Atualmente, vários grupos de pesquisadores vêm trabalhando no desenvolvimento de vacinas contra Ieishmaniose visceral e entre esses potenciais candidatos a vacina tem-se as vacinas de primeira geração que são constituídos por parasitos mortos tais como, L. mexicana, L. brasiliensis, L. major e L. amazonensis, podendo ser associados ou não com adjuvantes ou imunomoduladores como o BCG. ( . t
Toda medida terapêutica tem como finalidade a recuperação de indivíduos doentes e/ou infectados com o propósito do controle profilático da infecção. No entanto, em se tratando da LVC as tentativas de tratamentos com
de drogas comercialmente utilizadas com, eficácia em humanos, não têm obtido
> < »
êxito na terapêutica em cães. Além do mais, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o diagnóstico precoce e tratamento dos casos humanos e sacrifícios dos cães soropositivos como medida de controle da doença. Entretanto, o sacrifício dos cães soropositivos-é questionável em relação ao controle da doença. Dessa forma, o desenvolvimento de vacinas canina surge como uma estratégia importante no controle da doença.
A avaliação do curso da infecção, pssim como da eficácia de preparações vacinais em modelos experimentais, constitui-se em um dos pilares da aquisição de conhecimento (para o desenvolvimento de vacinas contra a leishmaniose. Em camundongos, a resistência à infecção por espécies
ι E
I : ; 1 3/6; de Leishmania que causam LV relaciona-se ao desenvolvimento de resposta celular do tipo Th1, com produção de IL-12 e IFN-γ.
Protocolos de imunização com a fração flagelar de L. (L.) amazonensis visando à indução de resposta celular em Ieishmaniose visceral murina, vem sendo utilizados por Do Valle et al. (2007). Dentro desse enfoque, tem sido investigada a imunogenicidade de frações subcelulares de tripanosomatídeos e algumas têm apresentado bom potencial como antígenos protetores em modelo murino.
Os eventos imunológicos associados à imunoproteção e patologia na LVC mostraram, de acordo com as últimas pesquisas, que os padrões de imunidade protetora para l Leishmania em cães são semelhantes àqueles observados em modelos de Ieishmaniose experimental murina e em humanos. O conhecimento destas informações representa uma base importante para a busca de antígenos capazes de intervir no sistema imunológico do cão, favorecendo o desenvolvimento de eventos imunológicos específicos capazes de combater o parasita durante os estágips iniciais da infecção.
Alguns estudos têm sido realizados com o intuito de desenvolver uma vacina contra a LVC, porém, estes apresentaram resultados controversos ou pouco conclusivos, o que tem incentivado a busca de novos imunógenos que possam proporcionar uma intervenção vacinai eficaz para o controle dessa
doença. ·, .
Estudos empregando candidatos à vacina, de primeira geração, para Ieishmaniose têm mostrado alguns resultados importantes. Na Europa, foi desenvolvida uma vacina, constituída de uma preparação parcialmente
ι ·. *
purificada e Iiofilizada derivada de L. infantum, que; quando aplicada em modelo experimental murino foi capaz de proteger os camundongos contra um desafio com L. mexicana e L. major. Entretanto, quando, avaliada experimentalmente em cães, foi observada apenas uma elevada produção de anticorpos incapazes de controlar a infecção. No entanto, estudos demonstram que a fração microssomal de formas promastigotas de L. (L.) amazonensis é capaz de induzir proteção em camundongos albinos quando BCG é empregado como imunomodulador (Gonçalves da Costa et al., 1988).
No Brasil são inúmeros os trabalhos que buscam o desenvolvimento de uma vacina contra a LVC, como é apresentado nas patentes PI0503187-7 A2, PI0601225-6 A2 e PI0603490-0 A2. Dentre os vários estudos destacam-se os realizados pelo grupo de Ieishmaniose do Departamento de Parasitologia da UFMG. Eles desenvolveram uma vacina composta por antígeno de promastigotas sonicadas. Este estudo foi levado a campo e foram realizados dois ensaios vacinais em população de cães no município de Montes Claros (MG), onde a LV é endêmica. Nesse estudo de campo os resultados do teste de eficácia de vacinação não demonstraram o estabelecimento de mecanismos protetores contra a infecção por Leishmania na população vacinada em relação ao grupo controle.
Outros estudos com vacina contra LVC foram desenvolvidos, tais como, o do grupo de pesquisadores da UFRJ, usando frações ou sub-frações de promastigotas ou amastigotas de Leishmania denominadas fucose mannose Iigand (FML) e saponina e mais recentemente pesquisadores da UFMG com vacina recombinante contendo o antígeno recombinante A2. No entanto, várias restrições para o uso deste imunobiológico têm sido apresentadas, principalmente à escassez de fundamentação científica acerca das bases celulares e moleculares da imunidade p;rqtetora pós-vacinal.
BREVE DESCRIÇÃO DA INVENÇÃO 1
A presente invenção refere-se à utilização de frações flagelares de promastigota de L. amazonensis, sendo que, essas frações são capazes de induzir proteção contra LVC quando BCG é empregado como imunomodulador, o que foi observado em nossos estudos com cães de área endêmica. Constatou-se que após 12 meses do processo imunoprofilático com a fração flagelar imunomodulada com BCG, os: cães apresentavam-se negativos a sorologia e aos testes imuno-histoquímicos. A vantagem do uso dessa fração em nosso invento é principalmente por se tratar de um antígeno heterólogo o
ι que favorece a discriminação entre cães vacinados de cães doentes, já que a L amazonensis não pertence ao "complexo donovani" onde estão inseridos os subgêneros responsáveis pela Ieishmaniose .visceral. Ressalta-se ainda a capacidade imunogênica que a fração flagelar de L. amazonensis apresenta por induzir um estado de imunidade celular duradoura com resposta imunológica mais efetiva contra a LVC proporcionando assim um grau de proteção maior com resposta mais prolongada em relação aos antígenos constituídos por frações homólogas
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
"A presente invenção refere-se ao uso e formulações do antígeno imunoprofilático de fração flagelar de promastigota. de Leishmania amazonensis imunomodulada com bacilo Colmett Guerin (BCG): contra Ieishmaniose visceral canina (LVC)1 sendo administrado em I três doses. A primeira dose a ser administrada é a do imunomodulador, BCG1 na quantidade de 1x105 células por via-intradérmica; após 21 dias -administra-se uma segunda dose contendo apenas a fração flagelar de promastigota de L. amazonensis na quantidade de 50pg por via subcutânea. 21 dias após a segunda dose administra-se a terceira dose contendo novamente e somente a fração flagelar de promastigota de L
I S
amazonensis na quantidade 5(^g por via subcutânea, completando assim as três doses do complexo imunoprofilático comppsto pelo BCG e a fração flagelar.
A presente invenção tem como objetivo induzir um estado de imunidade celular duradoura com resposta imunológica, mais efetiva contra a LVC favorecendo assim, o desenvolvimento de eventos imunológicos específicos capazes de combater o parasita durante os estágios iniciais da infecção. A vantagem do uso dessa fração em nosso invento é principalmente por se tratar de um antígeno heterólogo o que f^vorece| a discriminação entre cães vacinados de cães doentes, já que a L. amazonensis não pertence ao "complexo donovani" onde estão inseridos os pubgêneros responsáveis pela Ieishmaniose visceral. Assim, quando os, animais forem submetidos ao exame sorológico recomendado pela Fundação Nacional de Saúde, órgão do Ministério da Saúde responsável para o diagnóstico da LV1 aqueles imunizados com fração flagelar de L. amazonensis aparecerão negativo ao exame o que permitirá diferenciar animais não infectados de animais infectados com L(L) chagasi agente responsável pela LV.

Claims (6)

"USO E FORMULAÇÕES DO ANTÍGENO IMUNOPROFILÁTICO DA FRAÇÃO FLAGELAR DE PROMASTIGOTA DE LEISHMANIA AMAZONENSIS IMUNOMODULADA COM BACILO COLMETT GUERIN (BCG) CONTRA LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA (LVC)".
1. Uso do antígeno da fração flagelar de promastigota de Leishmania amazonensis associado ao imunomodulador BCG, caracterizado por estimular respostas celulares Iinfoproliferativas capazes de gerar uma reação imunoprotetora em cães na prevenção de Ieishmaniose visceral (LV).
2. Uso do antígeno imunoprofilático de fração flagelar de promastigota de L amazonensis imunomodulada com bacilo Colmett Guerin (BCG) caracterizado por apresentar uma ação imunógena contra a Ieishmaniose visceral canina (LVC) atuando assim, como ürh bloqueador na cadeia de transmissão da Ieishmaniose visceral (LV). í
3. Uso do antígeno flagelar de promastigota de L. amazonensis de acordo com a reivindicações 1, caracterizado-pòr ser administrado em três doses com intervalos de 21 dias entre dose, sendo a primeira dose de BCG por via intradérmica e as duas de fração flagelar por via subcutânea.
4. Uso de antígeno da fração flagelar de promastigota de L amazonensis de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por ser na preparação de vacina adicionado ou nãos de veículos farmacológicos adequados para bloquear a Ieishmaniose visceral canina (LVC).
5. Formulações imunoprotetoras de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado por apresentar uma ação imunogênica e protetora contra Ieishmaniose visceral. :.
6. Formulações imunoprotetoras de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de gerar pelo menos uma resposta imune celular.
BRPI1003830 2010-10-21 2010-10-21 uso e formulaÇÕes do antÍgeno imunoprofilÁtico da fraÇço flagelar de promastigota de leishmania amazonensis imunomodulada com bacilo colmett guerin (bcg) contra leishmaniose visceral canina (lvc) BRPI1003830A2 (pt)

Priority Applications (1)

Application Number Priority Date Filing Date Title
BRPI1003830 BRPI1003830A2 (pt) 2010-10-21 2010-10-21 uso e formulaÇÕes do antÍgeno imunoprofilÁtico da fraÇço flagelar de promastigota de leishmania amazonensis imunomodulada com bacilo colmett guerin (bcg) contra leishmaniose visceral canina (lvc)

Applications Claiming Priority (1)

Application Number Priority Date Filing Date Title
BRPI1003830 BRPI1003830A2 (pt) 2010-10-21 2010-10-21 uso e formulaÇÕes do antÍgeno imunoprofilÁtico da fraÇço flagelar de promastigota de leishmania amazonensis imunomodulada com bacilo colmett guerin (bcg) contra leishmaniose visceral canina (lvc)

Publications (1)

Publication Number Publication Date
BRPI1003830A2 true BRPI1003830A2 (pt) 2013-02-26

Family

ID=47739530

Family Applications (1)

Application Number Title Priority Date Filing Date
BRPI1003830 BRPI1003830A2 (pt) 2010-10-21 2010-10-21 uso e formulaÇÕes do antÍgeno imunoprofilÁtico da fraÇço flagelar de promastigota de leishmania amazonensis imunomodulada com bacilo colmett guerin (bcg) contra leishmaniose visceral canina (lvc)

Country Status (1)

Country Link
BR (1) BRPI1003830A2 (pt)

Similar Documents

Publication Publication Date Title
Duthie et al. The development and clinical evaluation of second-generation leishmaniasis vaccines
Borja-Cabrera et al. Long lasting protection against canine kala-azar using the FML-QuilA saponin vaccine in an endemic area of Brazil (Sao Goncalo do Amarante, RN)
Mohebali et al. Double-blind randomized efficacy field trial of alum precipitated autoclaved Leishmania major vaccine mixed with BCG against canine visceral leishmaniasis in Meshkin-Shahr district, IR Iran
ES2435095T3 (es) Vacuna del Nilo Occidental
Duthie et al. Strategic evaluation of vaccine candidate antigens for the prevention of Visceral Leishmaniasis
Garg et al. Alum adjuvanted rabies DNA vaccine confers 80% protection against lethal 50 LD50 rabies challenge virus standard strain
Badiee et al. Coencapsulation of CpG oligodeoxynucleotides with recombinant Leishmania major stress-inducible protein 1 in liposome enhances immune response and protection against leishmaniasis in immunized BALB/c mice
Calvo-Pinilla et al. Antiserum from mice vaccinated with modified vaccinia Ankara virus expressing African horse sickness virus (AHSV) VP2 provides protection when it is administered 48 h before, or 48 h after challenge
Luna et al. Vaccine development against neglected tropical diseases
Grosenbaugh et al. Comparison of the safety and efficacy of a recombinant feline leukemia virus (FeLV) vaccine delivered transdermally and an inactivated FeLV vaccine delivered subcutaneously
De Oliveira et al. Challenges and perspectives in vaccination against leishmaniasis
Shebl et al. Staphylococcus aureus derived hyaluronic acid and bacillus Calmette-Guérin purified proteins as immune enhancers to rabies vaccine and related immuno-histopathological alterations
WO2016172762A1 (en) Schistosomiasis vaccine
Ren et al. CpG oligodeoxynucleotide and montanide ISA 206 adjuvant combination augments the immune responses of a recombinant FMDV vaccine in cattle
Basso et al. Vaccination of dogs with Trypanosoma rangeli induces antibodies against Trypanosoma cruzi in a rural area of Córdoba, Argentina
Chuang et al. Sustained release of recombinant surface antigen 2 (rSAG2) from poly (lactide-co-glycolide) microparticles extends protective cell-mediated immunity against Toxoplasma gondii in mice
BRPI1003830A2 (pt) uso e formulaÇÕes do antÍgeno imunoprofilÁtico da fraÇço flagelar de promastigota de leishmania amazonensis imunomodulada com bacilo colmett guerin (bcg) contra leishmaniose visceral canina (lvc)
US8734815B2 (en) Vaccine composition and immunization method
Mohebali Vaccine trial against canine visceral leishmaniasis in the Islamic Republic of Iran
Grosenbaugh et al. Protection from challenge following administration of a canarypox virus–vectored recombinant feline leukemia virus vaccine in cats previously vaccinated with a killed virus vaccine
Rafati et al. Cutaneous Leishmaniasis in Middle East and North Africa
ES2675241T3 (es) Composición para el tratamiento de la leishmaniasis canina y humana
Mutiso et al. Safety and skin delayed-type hypersensitivity response in vervet monkeys immunized with Leishmania donovani sonicate antigen delivered with adjuvants
Golahdooz et al. Comparison of immune responses following intradermal and intramuscular rabies vaccination methods
Zutshi Generation of novel anti-Leishmania vaccine

Legal Events

Date Code Title Description
B03A Publication of an application: publication of a patent application or of a certificate of addition of invention
B11A Dismissal acc. art.33 of ipl - examination not requested within 36 months of filing
B11Y Definitive dismissal acc. article 33 of ipl - extension of time limit for request of examination expired