BRPI1009155B1 - Dispositivo de colagem para toras de material enrolado similar à manta - Google Patents

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Mauro Gelli
Mauro Ricci
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Fabio Perini S.P.A
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Abstract

dispositivo de colagem para toras de material enrolado similar à manta a presente invenção refere-se a um dispositivo de colagem que compreende: uma trajetória de alimentação de tora (l) que se estende pelo menos parcialmente entre um membro de transporte flexível (17) e uma superfície de alimentação (19); e um insertor de tora (5) que introduz de forma sequencial as toras entre o membro de transporte flexível e a superfície de alimentação. o insertor inclui um membro de entrada flexível (7) dotado de elementos de propulsão (9) para impulsionar as únicas toras entre o membro de transporte flexível e a superfície de alimentação.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para DISPOSITIVO DE COLAGEM PARA TORAS DE MATERIAL ENROLADO SIMILAR À MANTA.
Campo Técnico
A presente invenção refere-se a um dispositivo de colagem para toras de material similar à manta, por exemplo, e, em particular, (mas não exclusivamente) um dispositivo de colagem para toras de papel de tecido, a função do qual é vedar a borda final livre das toras alimentadas de uma máquina a montante em uma linha de conversão, como uma máquina de rebobinagem.
Estado da Técnica
Na produção de toras de papel de tecido, como papel higiênico, toalhas ou outros produtos de papel de tecido, máquinas são usadas para produzir toras ou rolos de diâmetro igual ao diâmetro final do produto destinado à venda e de comprimento igual a um múltiplo do comprimento axial dos produtos finais. Essas toras ou carretéis precisam ser subsequentemente cortados de forma ortogonal no seu eixo para obter o produto final a ser embalado. Antes de cortar as toras, a extremidade livre final do material em manta de cada tora precisa ser colada ou vedada à outra superfície da tora para evitar que ela desenrole durante o corte subsequente e as operações de embalagem.
Para isso, os dispositivos para colar a borda final das toras têm sido fabricados, que tipicamente compreendem os meios para operar e posicionar a borda livre de cada tora e um aplicador de cola que aplica a cola à borda livre ou à superfície da tora. Depois de aplicar a cola, a borda livre é subsequentemente rebobinada e presa à superfície da tora.
Exemplos de dispositivos de colagem da última geração são descritos na US-A-5.242.525 e na US-A-5.681.421. Esses dispositivos de colagem tipicamente têm uma trajetória de alimentação de tora com um distribuidor giratório que introduz uma tora por vez a partir de uma posição de entrada em direção a uma trajetória de alimentação. Ao longo da dita trajetória, as seguintes operações são realizadas: a abertura e o posicionamento
2/15 da borda livre, a aplicação de cola e o fechamento da borda livre.
Em algumas modalidades conhecidas, a trajetória de alimentação de tora ou de carretei é formada entre uma superfície de alimentação inferior e uma superfície de alimentação superior formada por um membro de transporte flexível, que tipicamente consiste em ou que compreende uma série de esteiras paralelas arrastadas em torno de roletes de guia e cada uma tendo uma ramificação que define um elemento para a alimentação controlada das toras ao longo da trajetória de alimentação. Os membros são dispostos ao longo de cada trajetória para abrir a borda livre de cada tora e posicioná-la de modo a permitir, a jusante dos ditos membros, a aplicação da cola à borda livre ou à superfície externa da tora. A abertura da borda livre em geral ocorre mediante a rotação da tora e o direcionamento de jatos de ar contra a tora para descolar a borda livre da superfície da tora e posicioná-la em um plano ou sobre a superfície de alimentação. Um movimento subsequente rotacional ou rototranslacional da tora é usado para posicionar a borda livre ajustando-se o comprimento da mesma, de modo que a tora possa, em seguida, ser levada de um dosador de cola que aplica a cola até a superfície externa da tora não coberta pela borda livre não enrolada, ou até a superfície interna da borda livre. Nos dispositivos de colagem mais modernos, a cola é aplicada fazendo com que a tora role ou de maneira contínua ou de maneira descontínua por um dosador de cola, a partir do qual a cola é dispensada mediante transbordamento, ou mediante um sistema de coleta para coletar a cola de um reservatório abaixo, incluindo um elemento que leva a cola até o ponto de passagem da tora.
Esses dispositivos de colagem desenvolvidos recentemente foram aprimorados para alcançar as velocidades de produção extremamente altas, na ordem de 50 a 65 toras ou carretéis por minuto. A velocidade de colagem dessas máquinas é particularmente importante, uma vez que precisa ser compatível com a taxa de produção das máquinas a montante e, em particular, da máquina de rebobinagem que, nas máquinas mais recentes, alcança e excede as velocidades de enrolamento de papel de 1000 m/min. Nessas velocidades de alimentação do material a ser enrolado na máquina
3/15 de rebobinagem, como uma função do comprimento de material enrolado em cada tora, é possível alcançar e exceder até mesmo 70 toras por minuto liberadas a partir da máquina de rebobinagem.
Sumário da Invenção
De acordo com um aspecto, o objetivo da invenção é melhorar ainda mais os dispositivos de colagem do tipo mencionado acima. O objetivo de uma modalidade da invenção é aumentar ainda mais a taxa de produção do dispositivo de colagem.
De acordo com um aspecto, o dispositivo de colagem compreende: uma trajetória de alimentação de tora que se estende pelo menos parcialmente entre um membro de transporte flexível e uma superfície de alimentação; e um insertor de tora que introduz de forma sequencial as toras entre o membro de transporte flexível e a superfície de alimentação; e em que o insertor compreende um membro de entrada flexível, dotado de elementos de propulsão para impulsionar as únicas toras entre o membro de transporte flexível e a superfície de alimentação.
O insertor formado pelo membro de entrada flexível, na prática, substitui os insertores giratórios das máquinas da técnica anterior. Esses insertores da técnica anterior têm a desvantagem de conferir às toras um trajeto com um componente ortogonal ao membro de transporte flexível em direção ao qual as toras precisam ser inseridas. Além disso, devido a sua estrutura, os insertores giratórios tendem a impulsionar as toras, depois da inserção das mesmas, contra a superfície de alimentação abaixo. Os momentos de inserção da tora são longos e, além disso, devido à estrutura do insertor giratório, é difícil controlar os movimentos de cada tora na etapa de inserção no espaço ou no canal entre a superfície de alimentação e o membro de transporte flexível. Essa dificuldade envolve um certo grau de incerteza com relação à posição alcançada de forma eficaz a todo momento pela tora dentro alimentada através da máquina, em outros termos, na etapa de inserção na trajetória que se estende entre a superfície de alimentação inferior e o membro de transporte flexível superior, o movimento da tora não é exata e perfeitamente reproduzível em máquinas convencionais. Isso torna
4/15 necessário fornecer uma taxa de inserção da tora relativamente lenta, de modo que haja distância suficiente entre uma tora e a próxima, para evitar a colisão entre as toras sucessivas, também no caso do controle incorreto dos seus movimentos.
Ao contrário, revelou-se que mediante o uso de um membro de entrada flexível no lugar do membro giratório, um controle muito mais preciso do movimento da tora é alcançado durante a inserção entre o membro de transporte flexível e a superfície de alimentação. Isso, justamente com o formato mais favorável do trajeto de introdução, permite uma redução do tempo exigido para a inserção e, acima de tudo, uma redução na distância mútua entre uma tora e a próxima dentro da máquina, de modo a obter uma frequência de colagem mais alta e, por fim, uma taxa de produção mais alta.
Em algumas modalidades, um dispositivo de colagem desenvolvido dessa forma pode alcançar e exceder a velocidade de 80 toras por minuto, alcançando até mesmo 85 toras por minuto.
As características e as modalidades adicionalmente vantajosas do dispositivo de colagem de acordo com a invenção são demonstradas nas reivindicações dependentes, que formam uma parte integral da presente descrição.
Em algumas modalidades, o membro de inserção flexível é arrastado ao redor de pelo menos um primeiro rolete-guia e um segundo rolete-guia, formando assim uma ramificação de alimentação e uma ramificação de retorno. De preferência, a ramificação de alimentação é substancialmente retilínea, inclinada e convergente em direção ao membro de transporte flexível. Em algumas modalidades, o trajeto definido pela ramificação de alimentação do membro de entrada flexível é substancialmente tangente à superfície de alimentação na parte na qual o dito membro de entrada flexível é arrastado ao redor de um dos ditos primeiro e segundo roletes-guia.
Em algumas modalidades, a ramificação de alimentação do membro de entrada flexível forma, com a superfície de alimentação, um trajeto substancialmente contínuo, uma parte do qual é formado pela ramificação de alimentação do dito membro de entrada flexível que alcança de forma
5/15 gradual o membro de transporte flexível. A superfície de alimentação pode formar uma parte adicional do trajeto substancialmente contínuo, que se estende em paralelo ao dito membro de transporte flexível.
Em algumas modalidades, a ramificação de alimentação do membro de entrada flexível coopera com um apoio de entrada da tora para apanhar de forma individual as toras do dito apoio e alimentá-las ao longo de um trajeto substancialmente retilíneo até que elas entrem em contato com uma ramificação ativa do dito membro de transporte flexível.
A superfície de alimentação pode ser formada por elementos fixos. De preferência, em algumas modalidades, a dita superfície é pelo menos parcialmente formada por uma parede fixa adjacente ao membro de entrada flexível e parcialmente pode, de maneira vantajosa, ser formada por uma esteira ou outro membro de alimentação flexível.
Breve Descrição dos Desenhos
A presente invenção será melhor compreendida mediante a descrição e os desenhos anexos a seguir, que mostram uma modalidade prática não limitadora da invenção. Mais em particular, no desenho:
a figura 1 mostra uma seção esquemática sobre um plano vertical de um dispositivo de colagem de acordo com a invenção; e as figuras 2A a 2F mostram uma sequência de operação esquemática do dispositivo de colagem.
Descrição Detalhada de uma Modalidade da Invenção
Com referência à figura 1, o dispositivo de colagem, indicado como um todo com 1, compreende uma rampa de entrada 3 ao longo da qual os carretéis ou as toras L são alimentados a partir de uma máquina de rebobinagem, a partir de uma armazém a partir de outra unidade ou máquina a montante do dito dispositivo de colagem e não mostrado. A rampa 3 termina com uma parte 3A tendo aproximadamente um formato côncavo ou uma estrutura em formato de V. Essa parte final 3A pode, por exemplo, consistir em uma série de placas formadas mutuamente em paralelo dispostas lado a lado de acordo com uma direção transversal à direção de alimentação da tora ao longo da máquina, isto é, lado a lado de acordo com uma direção
6/15 ortogonal ao plano da figura 1. A parte côncava 3A da rampa de entrada 3 é adjacente a um insertor indicado como um todo com o número de referência 5 e que compreende um membro de entrada flexível 7, por exemplo, que consiste em uma pluralidade de esteiras mutuamente paralelas, sustentando uma pluralidade de empurradores 9. As esteiras que formam o membro de entrada flexível são, de preferência, esteiras dentadas.
O membro de entrada flexível 7 é arrastado ao redor de um primeiro membro guia, por exemplo, uma primeira roda dentada 11 e ao redor de um segundo membro-guia, por exemplo, uma segunda roda dentada 13. Quando o membro de entrada flexível 7 é formado por uma pluralidade de esteiras paralelas, cada rolete 11, 13 pode consistir, de forma vantajosa, em uma pluralidade correspondente, de preferência, de polias dentadas, cada uma das quais atua como um membro de arrasto para uma das esteiras que formam como um todo o membro de entrada flexível 7. De forma vantajosa, um dos roletes-guia 11, 13 é acionado por motor. No exemplo mostrado, um motor 15 é fornecido para acionar o rolete-guia 13, mas deve-se compreender que o motor poderia ser fornecido no outro rolete ou em ambos. Em algumas modalidades, um codificador ou outro sistema de detecção de posição pode ser associado ao motor 15 ou a outro membro, cujo movimento é controlado pelo motor 15, para detectar a posição das toras inseridas na máquina. Em uma modalidade prática, o codificador é do tipo multivoltas encaixado ao motor sem escovas. O uso de esteiras e polias dentadas permite um controle mais preciso da posição, devido à ausência de um escorregamento mútuo entre as polias e as esteiras-guia.
O membro de entrada flexível 7 forma e define uma primeira seção de um trajeto para a entrada da tora e alimenta em direção a um espaço formado a jusante do rolete-guia 13, entre um membro de transporte flexível 17 e uma superfície de alimentação inferior indicada como um todo com 19, descrito com mais detalhes abaixo.
Mais em particular, o membro de transporte flexível 17 compreende ou consiste em uma série de esteiras planas 21 mutuamente paralelas e arrastadas ao redor de um primeiro rolete 23 e um segundo rolete 25. As
7/15 esteiras 21 também podem ser dentadas. Os roletes-guia 23 e 25 são sustentados por uma unidade 21 ajustável com relação à altura de uma maneira conhecida, por exemplo, com o uso de um atuador 28. Mediante o ajuste da posição da unidade 27, é possível modificar a distância entre a ramificação inferior 17A do membro de transporte flexível 17 e a superfície de alimentação 19 abaixo. A distância é mais ou menos igual ou ligeiramente inferior ao diâmetro D das toras L a serem coladas pela máquina. A possibilidade de ajustar a posição do membro de transporte flexível 17 de acordo com a seta dupla f17 permite que a máquina seja adaptada para as toras ou os carretéis L de diâmetro variável.
Em algumas modalidades, a superfície de alimentação inferior 19 pode compreender uma primeira parte de superfície fixa 31 formada pelos elementos fixos, por exemplo, que consiste em placas paralelas dispostas lado a lado na direção ortogonal ao plano da figura, isto é, transversal com relação à direção de alimentação das toras L e, de preferência, alternadas com as esteiras que formam o membro de entrada flexível 7. Em algumas modalidades, as placas que formam a parte fixa 31 da superfície de alimentação 19 são substancialmente tangentes à parte final da ramificação superior do membro de entrada flexível 7 no momento no qual a última é arrastada ao redor do rolete 13, de modo a definir uma trajetória de alimentação de tora contínua.
A parte fixa 31 da superfície de alimentação 19 é, de preferência, paralela à ramificação inferior 17A do membro de transporte flexível 17, enquanto a superfície superior 7A do membro de entrada flexível 7 é convergente em direção à ramificação inferior 17A do membro de transporte flexível 17. Isso significa que, visto na direção de alimentação f7, a superfície superior 7A no seu movimento alcança de forma gradual a ramificação inferior 17A do membro de transporte flexível 17. Isso permite que cada carretei ou tora L alcance de forma gradual a ramificação inferior 17A do membro de transporte flexível 17 obtendo as vantagens a serem descritas mais adiante.
Além da parte fixa 31, a superfície de alimentação 19 compreende uma parte subsequente 33 formada pelas superfícies superiores de uma
8/15 pluralidade de esteiras 35 arrastadas ao redor dos roletes e das polias 37, 39, 41, 43 e 45. Pelo menos um desses roletes ou polias é acionado por motor. No exemplo mostrado, um motor 47 é fornecido para operar o rolete ou as polias 43. A ramificação das esteiras 35 definida entre o rolete 37 e o rolete 39 ou o grupo de polias 37 e o grupo de polias 39 é, de forma vantajosa, paralela à ramificação inferior 17A do membro de transporte flexível 17 e é posicionada em uma distância mais ou menos igual ou ligeiramente inferior ao diâmetro D das toras.
Em algumas modalidades, a parte superior de um rolete 36, com sulcos anulares adequados, se projeta entre a parte fixa 31 da superfície de alimentação 19 e a parte em movimento 33 da superfície de alimentação 19, formada pelas superfícies superiores das esteiras 35. Em outras modalidades, uma pluralidade de roletes ou discos de posicionamento, acionados em rotação por um eixo em comum, pode ser fornecida. As placas que formam a parte fixa 31 da superfície de alimentação e as esteiras que formam a parte em movimento 33 da dita superfície de alimentação se projetam nos sulcos anulares do rolete 36. O rolete 36 é acionado em rotação a uma velocidade variável, da maneira e para os objetivos a serem descritos adiante com referência à sequência mostrada nas figuras 2A a 2F.
Uma unidade de dispensação de cola 51, não descrita em detalhes e que pode ser desenvolvida conforme apresentado nas patentes da técnica anterior citadas na parte que introduz esta descrição, é disposta a jusante do grupo de esteiras ou outros membros flexíveis 35 que definem a parte em movimento 33 da superfície de alimentação inferior 19. Em suma, o dosador de cola 51 compreende um reservatório de cola 53, a partir do qual a cola é coletada por um membro em movimento 55, que pode ter um movimento oscilante ou giratório, ou qualquer outro movimento adequado, se necessário sincronizado com o movimento de alimentação das toras L ao longo da trajetória de alimentação que se estende entre o membro de transporte flexível 17 e a superfície de alimentação 19 abaixo. O membro em movimento 55 pode, por exemplo, consistir em um fio firme ou em uma barra ou uma placa dotada de um movimento de elevação e de diminuição a ser imersa na
9/15 cola e posicionada ao longo da trajetória de rolamento da tora L. Em outras modalidades, o membro em movimento pode ser formado por um fio arrastado ao redor de duas polias. Alternativamente, a cola pode ser alimentada por um sistema de dispensação para transbordar a partir de uma fenda ou abertura de dispensação alongada, ou uma série de aberturas, orifícios ou janelas alinhadas de maneira adequada transversal à direção de alimentação da tora.
A superfície de alimentação 19 se estende em uma superfície de rolamento 19A ao longo da qual uma abertura ou fenda 57 é fornecida, sobre a qual cada tora L a ser colada rola de uma maneira contínua ou descontínua. A cola é trazida aproximadamente nessa fenda ou abertura para a aplicação à tora ou à tora L. No exemplo mostrado, o membro em movimento 55 é posicionado de maneira cíclica na dita fenda ou na dita abertura 57. Qualquer que seja o mecanismo de transferência da cola para a área da fenda ou abertura 57, a cola fica disponível nesta área para a colagem das toras L quando elas rolarem na superfície de rolamento 19A que forma uma extensão da superfície de alimentação 19.
O movimento de alimentação de rolamento pode, de maneira vantajosa, ser controlado pelo membro de transporte flexível 17 que, para isso, também se estende além da série de esteiras 35, acima da superfície de rolamento 19A e até um rolete de rebobinagem 58 que está situado aproximadamente abaixo do rolete-guia ou de uma série de polias guia. A rampa de liberação 59, sobre a qual as toras ou as toras L são expelidas uma após a outra uma vez que elas tenham sido coladas, se estende a jusante do rolete 58.
Os meios para abrir a borda final livre de cada tora e posicionar a dita borda com relação à tora e para alimentar a tora com a borda livre aberta em direção à unidade de dispensação de cola 51 são dispostos ao longo da trajetória de alimentação de tora no espaço entre a ramificação inferior 17A, o membro de transporte flexível 17 e a superfície de alimentação 19. Esses meios compreendem os sensores ou detectores e membros sopradores e cooperam com o movimento das esteiras que formam o membro
10/15 de transporte flexível 17 e as esteiras 35 que formam a parte em movimento 33 da superfície de alimentação inferior 19.
Em algumas modalidades, uma primeira fotocélula 61 é fornecida para detectar a chegada de cada tora L no momento de inserção na área ou no espaço entre a ramificação inferior 21A do membro de transporte flexível 21 e a superfície de alimentação 19.
As fotocélulas adicionais 63, 65 podem ser dispostas ao longo da ramificação inferior 17A do elemento flexível 17 a jusante da fotocélula 61. Além das fotocélulas ou de outros sensores 61, 63 e 65, os membros sopradores são dispostos ao longo da trajetória de alimentação das toras L entre a superfície de alimentação 19 e o membro de transporte flexível 17. Em algumas modalidades, os ditos membros sopradores compreendem uma primeira série de bocais 67 que geram os fluxos de ar inclinados na direção de alimentação das toras L e uma segunda série de bocais 69 a jusante da primeira série com relação à direção de alimentação da tora, que gera os jatos de ar aproximadamente verticais. Os bocais 67 são usados para gerar os jatos que favorecem ou facilitam a abertura da borda livre, quando a tora L é posicionada próxima aos ditos bocais, de modo levar a borda livre para cima das esteiras 35 e, da maneira descrita abaixo, realizar o posicionamento da mesma. Os bocais 69 geram os jatos de ar que facilitam o tensionamento da borda livre na etapa de colagem, conforme descrito em mais detalhes abaixo.
O ciclo de colagem de uma única tora é mostrado em mais detalhes na sequência das figuras 2A a 2F. Nesta sequência, uma única tora é representada para mostrar as várias operações realizadas em uma sequência de tempo nela, mas deve-se entender que, em geral, uma pluralidade de toras introduzidas em rápida sucessão na máquina pelo membro de entrada flexível 5 pode ser encontrada de forma simultânea dentro da máquina, de modo a obter uma taxa de colagem ou frequência muito alta.
A figura 2A mostra uma tora a ser colada que foi descarregada da rampa 3 para o apoio 3A. A tora L é capturada pelo membro de entrada flexível 5 com seus empurradores e alimentada em direção ao membro de
11/15 transporte flexível 17 de acordo com um trajeto substancialmente retilíneo (seta f7) até alcançar a posição mostrada na figura 2B.
Conforme pode ser observado nas figuras 2A e 2B, o trajeto conferido pelo membro de entrada flexível 5 é tal que a tora L entra em contato com a ramificação inferior 17A do membro de transporte flexível 17 quando (figura 2A) está quase no fim da trajetória da superfície superior 7A do elemento flexível 7 que forma o insertor 5. Como um resultado, o trajeto de entrada é particularmente favorável à medida que o componente de movimento da tora L ortogonal à ramificação inferior 17A do membro de transporte flexível 17 é muito pequeno ou quase nulo, contrário ao caso dos insertores giratórios, o carretei ou a tora não é impulsionada para cima além do plano definido pela ramificação inferior 17A do elemento flexível 17. Portanto, a tora continua a ser alimentada mediante o controle do membro de transporte flexível 17 sem ser pressionada ou forçada contra as esteiras 21 que definem o membro de transporte flexível 17. Isso permite que a posição do carretei ou tora seja controlada de maneira precisa pelo movimento do membro de transporte flexível 17. Além disso, a inserção do carretei ou da tora é mais suave e a sua superfície é protegida da fricção que poderia causar a ruptura do papel ou de outro material em manta enrolado, ou uma compressão indesejável.
A tora L continua a sua alimentação afastando-se do membro de entrada flexível 7 e começando a girar na parte fixa 31 da superfície de alimentação 19 até entrar em contato com a área superior do rolete inferior 36 (figura 2C). Nesta posição, a alimentação da tora é temporariamente parada, isto é, o eixo da tora permanece nesta posição por um período de tempo, enquanto a tora continua a girar em torno do seu eixo. Isto é alcançado mediante o controle do movimento de rotação do rolete inferior 36 e do movimento do membro superior de transporte flexível 17. Mediante o movimento desses dois membros na mesma velocidade e em direções opostas, a tora permanece em uma posição específica e gira em torno do seu eixo. Os bocais 67 geram os jatos de ar que colidem com a tora L e interceptam a borda livre LL da mesma, fazendo com que ela desenrole para baixo contra a su12/15 perfície 19 abaixo.
Enquanto a tora continua a girar em torno do seu eixo, a borda desenrolada pelos jatos de ar a partir dos bocais 67 é detectada pela fotocélula ou pelas fotocélulas 63, a posição da qual pode ser ajustada. Dessa maneira, o comprimento da borda livre LL desenrolada a partir da tora pode ser controlado, no sentido de que o movimento de rotação da tora é interrompido, parando a rebobinagem da borda no momento desejado determinado pela posição relativa entre a fotocélula 63 e a estrutura da máquina. Nesse momento, a alimentação da tora começa novamente ao longo da trajetória de alimentação devido à parada ou à diminuição do rolete inferior 36, de modo que o centro da tora começa a se mover na direção de alimentação F (figura 2D) a uma velocidade igual à metade da diferença entre a velocidade da ramificação inferior 17A do membro de transporte flexível 17 e da velocidade periférica do rolete 36. Durante sua alimentação, a tora entra em contato com as esteiras 35 que definem a parte em movimento 33 da superfície de alimentação inferior 19. A superfície superior das esteiras 35 é movida na mesma velocidade que a ramificação inferior 17A do membro de transporte flexível 17, ou em uma velocidade ligeiramente diferente, dependendo de como a máquina é ajustada. Se a velocidade das esteiras inferiores 35 e das esteiras superiores 21 for igual, a tora é alimentada sem girar e o comprimento da borda livre LL desenrolada permanece igual ao comprimento determinado na etapa anterior. Se as esteiras 35 e 21 forem alimentadas em diferentes velocidades, a tora é submetida a um movimento rototranslacional com consequente alongamento ou encolhimento da borda livre LL desenrolada, de modo a ser capaz de ajustar (através da diferença em velocidade entre as esteiras 35 e 21) o comprimento da parte de terminação desenrolada da tora. A velocidade relativa das esteiras 21 e 35 e a posição das fotocélulas 63 são selecionadas de modo a obter, no final da alimentação em direção à unidade de dispensação de cola 51, uma borda livre LL de comprimento desejado. A figura 2D mostra uma posição intermediária da tora ao longo da trajetória de alimentação em direção à unidade de dispensação de cola 51.
13/15
A borda livre LL é mantida plana nas esteiras 35 como um resultado da sucção gerada por uma caixa de sucção 77 com uma parede superior perfurada sobre a qual as esteiras 35 se estendem, tudo de acordo com uma disposição conhecida.
Quando a tora alcança a posição que corresponde à área final das esteiras 35 que define a parte em movimento 33 da superfície de alimentação inferior 19 (a posição que pode ser determinada pela fotocélula 65), à sucção da caixa 77 causa a inserção da borda livre sob a superfície de alimentação 19 em uma fenda ou um espaço 79 abaixo, em comunicação fluida com a parte interna da caixa 77 (vide a figura 2E). O movimento controlado do membro de transporte flexível 17, em seguida, causa a continuação do movimento da tora na extensão 19A da superfície de alimentação inferior. Esse movimento é, de maneira vantajosa, um movimento de rolamento, isto é, um movimento no qual a tora gira sobre um eixo de rotação instantâneo formado pela linha de contato entre a tora L e a superfície 19A de modo que ao passar pela abertura ou fenda 57, uma cola é aplicada à superfície externa da tora L sem o movimento deslizante entre o elemento aplicador de cola 55 em movimento e a tora L. O movimento de rolamento pode ser contínuo, mediante o fornecimento do membro de transporte flexível 17 com movimento contínuo em velocidade constante. De preferência, as esteiras inferiores 35 também têm uma velocidade constante, mesmo se for ajustável pelos motivos indicados acima.
A continuação do movimento de rolamento da tora L causa a rebobinagem da borda livre e a alimentação da tora ao espaço entre o rolete 57 e o rolete-guia ou polia 25 do membro de transporte flexível 17. O movimento desses membros é controlado de modo a fazer com que a tora ou o carretei L realize uma ou mais rotações sobre ela mesma, mantendo o eixo em uma posição mais ou menos fixa entre os eixos de rotação dos membros 25 e 57, de modo a exercer uma leve pressão que fecha de modo permanente a borda livre colada na superfície externa da tora L. Em seguida, a parada ou a diminuição da rotação do rolete inferior 57 faz com que a tora seja expelida em uma rampa de liberação 59 de descarga (vide a figura 2F).
14/15
O membro de entrada flexível 7 com os empurradores 9 do insertor 5, orientado de forma adequada para convergir em direção à ramificação inferior 17A do membro de transporte flexível 17 e disposto de modo que a sua superfície superior 7A seja tangente à parte fixa 31 da superfície de alimentação 19, permite o controle muito eficiente da tora na etapa de inserção no espaço de alimentação entre a ramificação inferior 17A do membro de transporte flexível superior 17 e a superfície de alimentação 19 abaixo. Conforme observado anteriormente, na parte final do trajeto conferido à tora L pelo insertor 5, o componente de movimento ortogonal à ramificação inferior 17A do membro de transporte flexível 17 é muito pequeno ou nulo, portanto, a tora é impulsionada apenas contra a ramificação inferior 17A do elemento flexível 17 de modo que ela possa ser engatada de forma correta assim através de atrito e, então, alimentada de uma maneira controlada pelo movimento do membro de transporte flexível 17, sem força excessiva da tora ou contra a ramificação inferior 17A do membro de transporte flexível 17 ou contra a superfície fixa 31 abaixo, tal como é , ao contrário, o encaixe nos sistemas de inserção giratórios.
A inserção é muito rápida e suave e o controle da tora L é muito mais eficiente. As incertezas com relação à posição na qual a tora está situada são evitadas devido ao fato de que o controle do seu movimento passa, de uma maneira suave e confiável, do empurrador 9 para a ramificação inferior 17A do membro de transporte flexível 17. Este último pode avançar em uma velocidade maior com relação à velocidade de alimentação do membro de entrada flexível 7 ou na mesma velocidade que este último, de modo que a tora, também como um resultado do trajeto convergente em direção à ramificação inferior 17A do membro de transporte flexível 17, não seja submetida a alterações repentinas de trajetória, aceleração repentina ou efeitos de compressão ou de empurrão. Em seguida, é possível, com o uso de um codificador associado ao motor ou motores de acionamento do membro de entrada 5 e do membro de transporte flexível 17, controlar com precisão suficiente e saber com certeza suficiente a posição de cada tora inserida na máquina. Isto permite que a inserção da tora e a trajetória de alimentação na
15/15 máquina sejam mais curtas, isto é, que haja menos distância entre uma tora e a próxima e, portanto, por fim, a obtenção de uma taxa de colagem mais alta.
Compreende-se que o desenho mostra apenas um exemplo, fornecido apenas como uma demonstração prática da invenção, que pode variar na sua forma e disposições, no entanto, sem se afastar do escopo do conceito que sustenta a invenção. Quaisquer números de referência nas reivindicações anexas são fornecidos para facilitar a leitura das reivindicações com referência à descrição e ao desenho, e não para limitar o escopo de 10 proteção representado pelas reivindicações.

Claims (12)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Dispositivo de colagem para toras de material similar à manta, que compreende: uma trajetória de alimentação de tora que se estende pelo menos parcialmente entre um membro de transporte flexível e uma superfície de alimentação; e um insertor de tora que introduz de forma sequencial as toras entre o membro de transporte flexível e a superfície de alimentação; caracterizado pelo fato de que o insertor de tora inclui um membro de entrada flexível, dotado de elementos de propulsão para impulsionar as únicas toras entre o membro de transporte flexível e a superfície de alimentação.
  2. 2. Dispositivo de colagem, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o dito membro de entrada flexível é arrastado ao redor de pelo menos um primeiro rolete-guia e um segundo rolete-guia que forma uma ramificação de alimentação e uma ramificação de retorno, pelo menos um do dito primeiro rolete-guia e do dito segundo rolete-guia sendo acionados por motor.
  3. 3. Dispositivo de colagem, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que a dita ramificação de alimentação é substancialmente retilínea, inclinada e convergente em direção ao dito membro de transporte flexível.
  4. 4. Dispositivo de colagem, de acordo com a reivindicação 2 ou 3, caracterizado pelo fato de que o trajeto definido pela ramificação de alimentação do membro dê entrada flexível é substancialmente tangente à superfície de alimentação na parte na qual o dito membro de entrada flexível é arrastado ao redor de um dos ditos primeiro e segundo roletes-guia.
  5. 5. Dispositivo de colagem, de acordo com a reivindicação 2, 3 ou 4, caracterizado pelo fato de que a ramificação de alimentação do membro de entrada flexível e da superfície de alimentação formam um trajeto substancialmente contínuo, uma parte do qual é formada pela ramificação de alimentação do dito membro de entrada flexível que alcança de forma gradual o membro de transporte flexível.
  6. 6. Dispositivo de colagem, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que a dita superfície de alimentação define uma par2/3 te adicional do dito trajeto substancialmente contínuo, que se estende em paralelo ao dito membro de transporte flexível.
  7. 7. Dispositivo de colagem, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que a dita ramificação de alimentação do membro de entrada flexível coopera com um apoio de entrada da tora para apanhar de forma individual as toras do dito apoio e alimentá-las ao longo de um trajeto substancialmente retilíneo até que elas entrem em contato com uma ramificação ativa do dito membro de transporte flexível.
  8. 8. Dispositivo de colagem, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que a dita superfície de alimentação é definida pelo menos parcialmente por uma parede fixa adjacente ao dito membro de entrada flexível.
  9. 9. Dispositivo de colagem, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que a dita superfície de alimentação é definida por uma parede fixa seguida de um membro de alimentação flexível, o dito membro de alimentação flexível e a dita parede fixa definindo uma superfície substancialmente plana que se estende em paralelo a e abaixo de uma ramificação inferior do dito membro de transporte flexível.
  10. 10. Dispositivo de colagem, de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que o membro acionado por motor se projeta entre a dita parede fixa e o dito membro de alimentação flexível, o dito membro acionado por motor sendo controlado e disposto para cooperar com o dito membro de transporte flexível para posicionar a borda livre das ditas toras.
  11. 11. Dispositivo de colagem, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que um aplicador de cola é disposto a jusante da dita superfície de alimentação, acima da qual o dito membro de transporte flexível se estende, a trajetória de alimentação de tora estendendo-se entre o dito membro de transporte flexível e o dito aplicador de cola.
  12. 12. Dispositivo de colagem, de acordo com qualquer uma das
    3/3 reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que os membros para operar e posicionar a borda final livre das ditas toras são dispostos ao longo da dita trajetória de alimentação da tora, entre a dita superfície de alimentação e o dito membro de transporte flexível.
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