BRPI1014717A2 - dispositivo de estabilização adicional para implante endo-ósseo. - Google Patents
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Abstract
DISPOSITIVO DE ESTABILIDADE ADICIONAL PARA IMPLANTE ENDO-ÓSSEO. A presente invenção refere-se a um dispositivo de estabilização adicional endo-ósseo, esse implante endo-ósseo adaptada (10) destinado a ser utilizado em combinação com um implante dentário endo-ósseo, esse implante endo-ósseo compreendendo pelo menos uma base de fixação (21) endo-ósseo adaptada a uma instalação em um osso de maxilar (1) de um paciente, de maneira a cooperar com um pilar externo (22) destinado a ser fixado na base de fixação (21) e compreendendo, além disso, meios (22b) para fixar um elemento protético dentário, a base de fixação (21) e o pilar (22) compreendendo, além disso, meios antirrotacionais (21a, 22a), permitindo inibir os movimentos relativos do pilar (22) em relação à base de fixação (21), uma vez o pilar (22) colocado na base de fixação (21).
Description
' Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "DISPOSITI- | VO DE ESTABILIZAÇÃO ADICIONAL PARA IMPLANTE ENDO-ÓSSEO". | Campo da invenção | A presente invenção refere-se ao domínio geral dos implantes | dentários.
Mais particularmente, a invenção refere-se aos implantes dentá- rios endo-ósseo e, mais particularmente, a estabilização desses implantes.
Atualmente, os implantes endo-ósseo são classicamente basea- dos na utilização de uma base de fixação, por exemplo, um parafuso de fixa- ção, adaptado para ser instalado em um osso de maxilar de um paciente. Essa base de fixação coopera com um pilar externo, destinado a ser fixado ' na base de fixação. O pilar externo compreende, portanto meios para ser fixado na base de fixação e meios para fixar um elemento protético dentário ' que virá cobrir o pilar externo e formar ressaltar acima do osso de maxilar do paciente para substituir o elemento dentário que falta. O pilar externo protéti- co é estabilizado em relação à base de fixação com o auxílio de meios antir- rotacionais, permitindo inibir os movimentos relativos do pilar em relação a essa base de fixação.
Além disso, é necessário assegurar uma estabilidade primária do implante no osso, assegurando a estabilidade da base de fixação no os- so. Esse fator é determinante para a ósteo-integração do implante. Com efei- to, os movimentos mastigatórios do paciente são tantos agentes de desesta- bilização desse conjunto por torção, rotação, compressão, etc. ao qual o im- plante deve poder resistir.
Assim, dois casos distintos se apresentam no tratamento após a instalação da base de fixação.
No primeiro caso, o osso é particularmente denso e em quanti- dade importante, o que é, aliás, raro, e é então possível colocar imediata- mente opilar protético que se fixa sobre a base de fixação, depois de colar sobre esta a coroa dentária.
No segundo caso, a base de fixação é colocada "em ama”, du- rante um período de cicatrização. Isto significa que a base de fixação é colo-
j Í ' cada no osso e que as gengivas são fechadas por cima. Nesse caso, ne- | | nhuma força se aplica e não há riscos de mobilização da base de fixação | durante a fase de cicatrização. Assim, um período de seis meses para um I implante maxilar e de três meses para um implante mandibular é necessário para permitira cicatrização. Durante esse período, qualquer mobilização ou | sobrecarga sobre o osso acarreta uma rejeição da base de fixa. Após esse período de cicatrização, as gengivas são abertas e o pilar protético é coloca- do, assim como o dente. Portanto, no caso em que o osso apresenta uma densidade e uma quantidade muito favorável, não será possível realizar o dente durante esse período de tempo entre três e seis meses. í Além disso, com esse método, os resultados obtidos no nível ósseo não permitem sempre estabilizar corretamente o implante. Este é o ' caso, em particular, caso se esteja em presença de um osso esponjoso de baixa densidade, osso de tipo 5, por exemplo.
Então, como a retenção primária do implante é uma condição primordial para o sucesso deste, a base de fixação não pode ser deixada na boca e é, portanto, retirada.
Atualmente, diversos meios são, portanto, utilizados para estabi- lizara base de fixação do implante, no segundo caso em que o osso não está presente em quantidade importante. Em particular, é às vezes conside- rado aumentar a interface entre o implante e o osso, por exemplo, por uma dupla filetagem na superfície do implante ou pela utilização das nanotecno- logias para favorecer a formação de uma interface óssea confiável entre o ossodomaxilare o implante por remineralização dos tecidos.
Observa-se ainda que é possível utilizar finalmente um implante exo-ósseo que vem se apoiar exatamente sobre as paredes laterais da gen- giva nos casos em que o osso está muito degradado. Esse implante exo- ósseo pode também compreender um elemento em forma de fixação. Nesse caso, o implante, compreendendo uma placa, um pilar e um elemento de fixação, é concebido para ser instalado como conjunto. Tipicamente o pilar e o elemento de fixação entram, cada um, em interação diferente com a placa
| ' que vem exatamente sobre a gengiva.
Meios antirrotacionais são, às vezes, | | sustentados pela placa e o pilar para evitar que o pilar gire.
Isto é, por exem- | | plo, o caso no dispositivo descrito no pedido de patente WO 01/93775. | | Nos dispositivos conhecidos, não é previsto munir a base de fi- | —xaçãode meios antirrotacionais.
Com efeito, anota-se que isto é, então, inú- Í i til, já que nenhum movimento é capaz de ocorrer entre a placa e a base de | fixação.
Essa solução apresenta, todavia, a desvantagem de dever sistema- ticamente instalar o conjunto placa, base, pilar e não poder modular essa instalação.
Apesar da progressão da tecnologia implantar, acontece que os implantes endo-ósseo continuam a apresentar uma mobilidade ao final do 7 período de cicatrização e sofrem, portanto, uma ausência de ósteo- integração. ' Vê-se bem, com vistas ao que precede, que existe uma necessi- dade para melhorar a estabilização dos implantes endo-ósseo em relação ao osso do maxilar.
Além disso, caso se possa aumentar a retenção primária do implante desde sua instalação, poder-se-ia, na maioria dos casos, não mais esperar o fim da fase de cicatrização para realizar a parte protética.
Objeto e sumário da invenção A presente invenção tem, portanto, por finalidade principal pro- por um dispositivo de estabilização adicional, destinado a funcionar em com- binação com um implante dentário endo-ósseo.
A invenção propõe para isso um dispositivo de estabilização adi- cional destinado a ser utilizado em combinação com um implante dentário —endo-ósseo, esse implante endo-ósseo compreendendo pelo menos uma base de fixação endo-ósseo adaptada a uma instalação em um osso de ma- xilar de um paciente, de maneira a cooperar com um pilar externo destinado a ser fixado na base de fixação e compreendendo, além disso, meios para fixar um elemento protético dentário, a base de fixação e o pilar compreen- — dendo, além disso, meios antirrotacionais, permitindo inibir os movimentos relativos do pilar em relação à base de fixação, uma vez o pilar colocado na base de fixação com ou sem a instalação do dispositivo adicional, o disposi-
| - tivo de estabilização adicional sendo caracterizado pelo fato de compreender | uma plataforma central substancialmente rígida perfurada em seu centro de | | maneira a permitir a introdução do pilar na base de fixação do implante, a- ] través do dispositivo de estabilização, a perfuração da plataforma sendo de | uma forma tal que ela coopera com os meios antirrotacionais do pilar e da | base de fixação, a fim de inibir os movimentos rotacionais do pilar em com- plemento dos meios antirrotacionais do pilar e da base de fixação, o disposi- tivo compreendendo também pelo menos, de ambos os lados da plataforma central, dois prolongamentos longilíneos laterais de fixação flexíveis, de ma- —neira a poder ser colocados exatamente sobre o osso do maxilar, colocados de ambos os lados deste, cada prolongamento compreendendo pelo menos ] um orifício para posicionar pelo menos um parafuso de fixação.
Com esse dispositivo adicional, utilizando-se, por um lado, os Ú meios antirrotacionais do próprio implante dentário endo-ósseo implementa- dos sobre a base de fixação e sobre o pilar e, por outro lado, as paredes la- terais dos ossos do maxilar.
Essas paredes sendo em osso cortical de den- sidade muito elevada contrariamente ao osso esponjoso, se permite uma estabilização aumentada do implante endo-ósseo.
O dispositivo de estabilização adicional, de acordo com a inven- ção, é, quando de sua instalação na boca, atravessado pela base do pilar externo que vem se alojar na base de fixação.
Trata-se, portanto, de um dis- positivo totalmente independente do próprio implante endo-ósseo, o que lhe permite ser instalado ou não, à escolha, em função das condições encontra- das pelo implantólogo.
À medida que a base de fixação e o pilar compreendem eles próprios meios antirrotacionais, não é indispensável instalar o dispositivo adicional, de acordo com a invenção.
Na realidade, o princípio que rege a estrutura e o funcionamento do dispositivo adicional, de acordo com a inven- ção, é ser justamente de uma instalação opcional.
Para isso, o dispositivo, — de acordo com a invenção, apresenta uma perfuração específica apta a co- operar com os meios antirrotacionais próprios do pilar e da base de fixação, sempre presentes sobre estes e que podem funcionar sozinhos na ausência
| ' do dispositivo adicional. | Nota-se no caso que o dispositivo de estabilização adicional, de Í acordo com a invenção, pode ser utilizado permanentemente na boca do | paciente, a fim de estabilizar permanentemente o implante endo-ósseo. Em | 5 particular, a utilização do dispositivo de estabilização, de acordo com a in- venção, pode permitir, aumentando a estabilidade primária desde a instala- ção, se livrar da fase de espera, para cicatrização, antes de instalar a próte- se dentária. A fase de cicatrização é feita, portanto, após instalação do pilar e da prótese dentária. O dispositivo de estabilização, segundo a invenção, assegura, então, uma estabilidade suficiente ao implante para que não seja necessário realizar etapas intermediárias, notadamente de espera.
. O implante pode, então, ser instalado completamente, quando de uma única e mesma intervenção em numerosíssimos casos que atual- ' mente. Com efeito, mesmo nos casos em que o osso do maxilar não é muito favorável ao nível da instalação do implante, com a instalação de um dispo- Sitivo de estabilização, de acordo com a invenção, é possível fazer essa ins- talação em uma só vez, o que não é o caso atualmente. Isto é muito vanta- joso para o paciente. Geralmente, o dispositivo de estabilização é, então, deixado permanentemente.
Nos casos os menos favoráveis, é também vantajoso que o dis- positivo de estabilização possa servir para uma estabilização complementar durante uma fase de colocação em ama, durante a qual tipicamente opilar protético não está instalado. Nesse caso, no lugar do pilar protético, um pa- rafuso de cobertura muito curto de mesma conéctica que o pilar é utilizado para fechar o orifício da base de fixação destinada a acolher opilar posteri- ormente e para solidarizar o dispositivo de estabilização, segundo a inven- ção, com a base de fixação. Isto permite recolocar a gengiva pelo topo e es- perar. Em seguida, no momento da instalação do pilar e da prótese dentária, o dispositivo de estabilização pode ser deixado permanentemente ou ser retirado antes de colocar o pilar protético. Essa funcionalidade não é conhe- cida dos dispositivos conhecidos.
O dispositivo, de acordo com a invenção, pode, portanto, tam-
| ' bém servir somente provisoriamente durante o período de cicatrização do | implante endo-ósseo, permitindo também eventualmente a realização de um | elemento protético provisório durante esse período.
Viu-se que esse período corresponde ao desenrolar do processo | 5 —deremineralização e de reconstituição óssea.
Em suma, no final desse pro- cesso, o dispositivo de estabilização pode, conforme a escolha e em função das necessidades, ser retirado ou ser deixado no lugar para reforçar a esta- bilização do implante de maneira permanente.
À invenção permite instalar qualquer que seja o mesmo pilar previsto que seja preciso deixar o dispositi- vo adicional no lugar ou não.
Isto evita ter de multiplicar os fornecimento e gerar os aprovisionamentos. " No caso em que é retirado, o dispositivo, de acordo com a in- venção, é então utilizado pontualmente e retirado da boca do paciente, des- de quando a remineralização seja suficiente para estabilizar a base de fixa- ção.
A instalação do pilar previsto com sobre a base de fixação utiliza então somente os meios antirrotacionais próprios desses dois elementos, sem que seja necessário modificar o pilar ou outro.
Observa-se no caso que o dispositivo de estabilização, segundo a invenção, pode, conforme a necessidade, ser facilmente instalado e de- —sinstalado da boca do paciente após colocação do elemento protético e do pilar protético ou após colocação de um parafuso de mesma conéctica e mais curto no caso de uma colocação em ama.
De acordo com uma característica preferencial da invenção, pelo menos um dos prolongamentos laterais é formado por um barco em Y, cada —pernadoY sendo provida de um orifício para posicionar um parafuso de fi- xação.
Essa característica é particularmente importante para a manu- tenção em posição do dispositivo de estabilização adicional.
Com efeito, a forma em Y de pelo menos um dos prolongamentos laterais do dispositivo lhe permite seguir as linhas de esforços gerados pelos movimentos rotacio- nais e de torção ligados á mastigação do paciente.
Também, essa forma dos prolongamentos laterais permite limitar muito as solicitações prejudiciais pa-
' ra a integridade do dispositivo de estabilização.
Fortes solicitações sobre os | | braços finos que constituem os prolongamentos longilineos do dispositivo, | de acordo com a invenção, podem, com efeito, levar à ruptura dos prolon- | Í gamentos laterais. | Muito vantajosamente, para assegurar uma boa estabilização do implante, os dois orifícios das pernas de um mesmo Y sendo separados de pelo menos a largura do implante endo-ósseo, Segundo uma outra característica possível da invenção, pelo menos um dos prolongamentos laterais é formado por um braço em T, cada ramificação do T sendo provida de um orifício para posicionar um parafuso de fixação. " Essa configuração do dispositivo, menos favorável do ponto de vista da repartição dos esforços sobre o dispositivo de estabilização, é, toda- via, considerável, segundo a invenção.
Os esforços gerados pela mastiga- —çãodo paciente poderão, no caso, gerar uma ruptura de uma das ramiífica- ções do T mais facilmente que no caso em que um prolongamento lateral em Y é utilizado.
No caso também, vantajosamente, os dois orifícios das ramífica- ções de um mesmo Y sendo separados de pelo menos a largura do implante —endo-ósseo.
Vantajosamente, os dois prolongamentos laterais são formados por braços em Y ou em T, cada ramificação do Y ou do T sendo provida de um orifício para posicionar um parafuso de fixação.
Essa característica per- mite otimizar a fixação do dispositivo de estabilização adicional na boca do paciente.
No caso, utilizando-se, de ambos os lados da plataforma central, — prolongamentos laterais em Y, autoriza-se que os esforços gerados em tor- ção pela mastigação são exercidos principalmente sobre duas ramificações opostas dos Y, de ambos os lados da plataforma central.
Em um primeiro modo de realização, o dispositivo sendo desti- nado a ser instalado em combinação com um implante endo-ósseo que a- — presenta meios antirrotacionais, tais como a base de fixação e o pilar com- preendem respectivamente partes fêmea e macho de formas poligonais re- gulares complementares, o dispositivo de estabilização é então tal que a per-
. | | furação da plataforma apresenta uma forma poligonal regular, permitindo | | inibir o movimento relativo da parte macho do pilar e do dispositivo de estabi- | | lização por contato das superfícies da parte macho poligonal do pilar com as | Í superfícies poligonais da perfuração da plataforma Com essas características particulares, autoriza-se que os mo- vimentos relativos dos diferentes elementos que constituem o implante endo- ósseo e o dispositivo de estabilização não possam ocorrer.
Esses movimen- tos, se fossem possíveis, prejudicariam certamente a estabilização do im- plante dentário pelo dispositivo de estabilização adicional.
Uma das vantagens desse modo de realização é de assegurar, por um apoio mecânico em batente de duas superfícies uma sobre a outra, ' uma inibição dos movimentos relativos entre a parte macho do pilar e o dis- positivo de estabilização adicional.
Esse apoio em batente permite assegurar ' a função antirrotacional mesmo em presença de uma ligeira desaparafusa- —çãodo parafuso que mantém o pilar externo solidário à base de fixação.
Em uma aplicação particular, a forma poligonal regular da perfu- ração da plataforma é a mesma que aquela das partes machos e fêmeas da base de fixação e do pilar.
Essa realização permite assegurar uma imobilização muito forte da parte macho do pilar em relação ao dispositivo de estabilização, pois a totalidade das superfícies estão em contato.
Ao contrário, o dispositivo de estabilização deve ser instalado, respeitando uma das orientações angulares do polígono, tal como orientado pela posição da base de fixação no osso do maxilar.
De acordo com uma realização mais flexível, a forma poligonal regular da perfuração da plataforma permite mais posições do dispositivo de estabilização que uma forma poligonal regular idêntica àquela do pilar.
Essa característica funcional permite ajustar a posição do dispo- sitivo de estabilização em relação à parte macho do pilar, com uma precisão superior à amplitude angular mínima de movimento permitida pela forma po- ligonal regular do pilar e da base de fixação.
Em uma aplicação particular, as formas poligonais do pilar e da
' base de fixação tendo n lados, a perfuração do dispositivo de estabilização | apresenta uma forma poligonal com 2n lados. Í | Essa realização permite defasar pilar e dispositivo de estabiliza- I | ção da metade do ângulo mínimo autorizado pela forma poligonal regular implementada nos meios antirrotacionais do pilar e da base de fixação.
Assim, em realizações particulares, as formas poligonais do pilar e da base de fixação sendo hexagonais, a perfuração do dispositivo de esta- : bilização apresenta uma forma do decagonal, isto é, doze lados. Essa reali- zação é preferencial, pois ela permite orientar o dispositivo de estabilização emrelação ao pilar externo e à base de fixação com ângulos de 30º, o que se mostra ser suficiente para o posicionamento do dispositivo de estabiliza- ' ção em boca. Em uma outra realização menos vantajosa que a precedente, as ' formas poligonais do pilar e da base de fixação sendo quadradas, a perfura- —çãodo dispositivo de estabilização apresenta uma forma octogonal.
Essa realização, permitindo orientar o pilar externo como dispo- sitivo de estabilização a cada 45º, permite uma adaptação pequena dos po- sicionamentos relativos desses dois elementos, mas pode, todavia, ser reali- zada, de acordo com a invenção.
Em um outro modo de realização, o dispositivo de estabilização sendo destinado a ser instalado em combinação com um implante dentário endo-ósseo que apresenta meios antirrotacionais por atrito, o dispositivo de estabilização é tal que o tamanho da perfuração e a forma da superfície que envolvem a perfuração na plataforma é tal que ela permite às superfícies de atrito antirrotacionais do pilar e da base de fixação estar em contato de atrito com a plataforma central do dispositivo de estabilização.
Esse modo de realização permite perfurar o dispositivo de esta- bilização por um simples orifício circular, permitindo a passagem da base do pilar externo para a base de fixação. Nessa realização, as superfícies antir- rotacionais por atrito da base de fixação e do pilar externo não estão mais em contato uma com a outra, mas cada uma em contato com uma das faces do dispositivo de estabilização, de acordo com a invenção.
i De acordo com uma utilização, os meios antirrotacionais por atri- Í to sendo tais que a base de fixação e o pilar compreendem respectivamente | | formas cônicas complementares fêmea e macho, o dispositivo de estabiliza- ção é tal que a plataforma central é emboçada em cone em torno da perfu- Í raçãocentral. | Com essa realização, autoriza-se que a superfície de atrito do | dispositivo de estabilização adicional corresponda à forma das superfícies do pilar e da base de fixação destinadas a estarem em atrito uma com a outra para impedir as rotações relativas desses dois elementos.
De acordo com uma característica particular da invenção, um dos prolongamentos laterais é mais longo do que o outro e é, então, desti- ' nado a ser fixado do lado vestibular do maxilar.
Essa característica permite diferenciar o lado vestibular e o lado i palatino e autoriza uma melhor adaptação do dispositivo de estabilização adicional na boca do paciente.
Vantajosamente, a espessura do dispositivo de estabilização es- tá compreendida entre 0,2 e 1 mm e, de preferência, entre 0,4 e 0,8 mm.
De acordo com uma característica vantajosa, o comprimento do dispositivo de estabilização está compreendido entre 6 e 25 mm, e, de prefe- rência, entre7 e16mm Mais precisamente, segundo características vantajosas da in- venção, os comprimentos dos prolongamentos laterais estão compreendidos entre 3 e 6 mm em palatino e entre 4 e 10 mm em vestibular.
As características dimensionais acima permitem uma boa insta- lação do dispositivo de estabilização, segundo a invenção e uma adaptação do dispositivo em função do tamanho do maxilar do paciente e dos ossos do maxilar.
A invenção se refere também a um kit de implante dentário, compreendendo um implante dentário endo-ósseo e um dispositivo de esta- bilização, segundo a invenção e pelo menos dois parafusos ósteo- integráveis para ajustar e fixar o dispositivo de estabilização sobre um osso de maxilar ou mandibular.
Breve descrição dos desenhos j Í Outras características e vantagens da presente invenção so- | | bressairão da descrição feita abaixo, com referência aos desenhos anexa- Í dos que dela ilustram um exemplo de realização desprovido de qualquer ca- | ráterlimitativo: - as figuras 1A e 1B mostram respectivamente uma vista em perspectiva explodida de um implante endo-ósseo, quando de sua instalação em combinação com um dispositivo de estabilização adicional, segundo a invenção, e uma vista em perspectiva de um implante instalado com um dis- positivo de estabilização adicional, segundo a invenção; - a figura 2 mostra um dispositivo de estabilização, segundo uma Í primeira aplicação de um primeiro modo de realização, de acordo com a in- venção; i - a figura 3 mostra um dispositivo de estabilização, de acordo com uma segunda aplicação de um primeiro modo de realização, de acordo com a invenção; - as figuras 4A e 4B mostram, respectivamente, uma vista de to- po e uma vista lateral de um dispositivo de estabilização, segundo uma apli- cação de um segundo modo de realização, de acordo com a invenção; - a figura 5 mostra esquematicamente uma base de fixação ca- paz de cooperar como dispositivo de estabilização representado na figura 4; - a figura 6 mostra esquematicamente um pilar externo capaz de cooperar como dispositivo de estabilização representado na figura 4; - a figura 7 mostra uma realização possível de um dispositivo de estabilização, de acordo com a invenção; - a figura 8 mostra uma outra realização possível de um disposi- tivo de estabilização, de acordo com a invenção; - a figura 9 mostra ainda uma outra realização possível, de acor- do com a invenção.
Descrição detalhada de um modo de realização A figura 1A representa esquematicamente um osso de maxilar 1 recoberto do tecido gengival 2. Esse osso 1 foi perfurado, de maneira que
Í seja introduzido uma base de fixação 21 de um implante dentário endo- | | ósseo , compreendendo essa base de fixação 21 e um pilar externo 22. O | | pilar 22 compreende uma base 22a que constitui uma parte macho comple- | | mentar de uma parte fêmea 21a que é um orifício aberto na base de fixação
21. Essas partes complementares permitem realizar um elo mecânico por introdução da base 22a no orifício 21a. A base externa 22 compreende, além disso, um pino 22b, sobre o qual é destinado a ser colocado o elemento protético. O pilar 22 compre- ende uma perfuração central 22c que o perfura em toda a sua extensão e se alinha com uma outra perfuração central feita no fundo do orifício 21a na base de fixação 21, quando o pilar 22 é encaixado na base de fixação 21. Essas perfurações são destinadas a receber um parafuso de bloqueio que fixa o pilar 22 na base de fixação 21. i Essa estrutura de um implante endo-ósseo é bem conhecida. As partes macho 22a do pilar externo e fêmea 21a da base de fixação levam meios antirrotacionais, permitindo inibir os movimentos do pilar externo 22 em relação à base de fixação 21. Na figura 1A, vê-se que os meios antirrotacionais são baseados na utilização das partes macho e fêmea de seção complementar hexagonal, isto é, em polígono regular com seis lados. Vê-se bem no caso que o pilar e a base de fixação portam seus próprios meios antirrotacionais permitindo imobilizá-los um em relação ao outro que um dispositivo adicional seja insta- lado ou não. Nessa figura, é também representado esse dispositivo de estabi- lização adicional 10 opcional, de acordo com a invenção. Esse dispositivo de estabilização adicional 10 compreende uma plataforma central 11 substanci- almente rígida, perfurada em seu centro 11a, de maneira a permitir a intro- dução da base do pilar 22a na base de fixação 21 do implante através desse dispositivo de estabilização 10. De acordo com a invenção, vê-se nessa figura que a perfuração 11a da plataforma 11 é de uma forma tal que ela coopera com os meios an- tirrotacionais do pilar 22 e da base de fixação 21. Com efeito, a perfuração
| Í | 11a apresenta a mesma forma geométrica hexagonal que as seções das partes macho e fêmea, respectivamente do pilar 22 e da base de fixação | 212. Assim, quando a base 22a do pilar 22 é introduzida no orifício 21a da | | base de fixação 21 através do dispositivo de estabilização 10, o dispositivo | de estabilização 10, que é destinado a ser fixado no osso do maxilar por pa- Í rafusos 30, inibe ainda mais os movimentos rotacionais do pilar 22, em ! complemento dos meios antirrotacionais entre o pilar 22 e a base de fixação
21. É com efeito tornado solidário em rotação com a base de fixação eopilar graças à presença da forma hexagonal central que o faz cooperar com os meios antirrotacionais próprios do pilar e da base de fixação. Com- ' preende-se bem a independência dos meios antirrotacionais próprios da ba- se de fixação e do pilar com a instalação ou não do dispositivo adicional. i Compreende-se bem também que a forma específica da perfuração é preci- samente adaptada aos meios antirrotacionais próprios e independentes do pilar e da base de fixação. Observa-se também que a instalação da placa que constitui o dispositivo adicional não pode de modo nenhum se fazer na ausência de um ou de outros dos dois elementos pilar e base de fixação ou na ausência de meios antirrotacionais do pilar e da base de fixação. Para ser imobilizado em relação ao osso do maxilar, o dispositi- vo de estabilização 10 compreende dois prolongamentos laterais de fixação flexíveis 12 em forma de Y. Cada uma das ramificações do Y apresenta um orifício, anotado com 13, permitindo colocar um parafuso osso integral 30. Vantajosamente, o afastamento dos orifícios 13 para receber os parafusos laterais permitindo manter o dispositivo de estabilização será fun- ção do tamanho do implante endo-ósseo. Observa-se assim que vantajosa- mente, os dois parafusos de fixa são afastados de pelo menos a largura do implante endo-ósseo. Essa fixação no osso do maxilar de um elemento, por outro lado, imobilizado em relação ao implante, permite bloquear muito eficazmente os movimentos rotacionais que podem ser exercidos sobre o implante endo- Ósseo.
Assim como ilustrado na figura 1B, os prolongamentos laterais | 12 de fixação são tais que são destinados a serem colocados exatamente | sobre o osso do maxilar 1 sob o tecido gengival 2, que é previamente incisi- | | do e levantado, a fim de colocar o dispositivo de estabilização. O dispositivo de estabilização, de acordo com a invenção, é vantajosamente realizado a i partir de um material tratado por oxidação anódica.
A figura 2 mostra uma primeira aplicação de um primeiro modo de realização, de acordo com a invenção, no qual a perfuração 11a da plata- forma central 11 apresenta uma forma hexagonal. A plataforma central 11 apresenta dois prolongamentos laterais sob a forma de braços 12P e 12V que assumem, cada um, a forma de um Y e compreendem, portanto, em extremidades duas ramificações, respectivamente 12Va, 12Vb e 12Pa, 12Pb. Observa-se, nessa figura, que o braço 12V é mais longo que o braço 12P. Isto responde a uma necessidade anatômica. Com efeito, é desejável que o prolongamento lateral 12V destinado a ser fixado do lado vestibular seja mais longo que o prolongamento lateral 12P destinado a ser fixado do lado palatino.
A figura 3 representa uma segunda aplicação do primeiro modo de realização, de acordo com a invenção, no qual a perfuração 11a compre- endedozelados e apresenta, portanto, uma forma em polígono regular do- decagonal. Essa aplicação permite poder colocar o hexágono do pilar 22 representado na figura 1 no interior da perfuração 11a em seis posições an- gulares diferentes em relação ao dispositivo de estabilização ao invés de três com a primeira aplicação do primeiro modo de realização representado nafigura2.
Isto permite, portanto, ajustar melhor o posicionamento do dis- positivo de estabilização 10 em relação, ao mesmo tempo, ao maxilar e às partes macho e fêmea do pilar externo 22 e da base de fixação 21. Isto auto- riza um posicionamento do dispositivo de estabilização 10 mais aceitável e, portanto, mais eficaz. À medida que o hexágono, representado em pontilha- dos na figura 3, se escora, de qualquer forma, sobre a superfície do dodecá- gono do dispositivo de estabilização 10, as propriedades antirrotacionais são
Í asseguradas entre o dispositivo e o conjunto base de fixação / pilar. | Í A figura 4 apresenta um dispositivo de estabilização, segundo | | uma aplicação de um segundo modo de realização.
Esse dispositivo de es- | | tabilização 10 é destinado a funcionar em cooperação com um implante que | compreende uma base de fixação do tipo daquele representado na figura 5 e | um pilar externo do tipo deste — representado na figura 6. Nesse modo de realização, meios antirrotacionais por atrito são utilizados entre a base ex- tema 22 da figura 6 e base de fixação 21 da figura 5 para inibir seus movi- mentos relativos.
Esses meios antirrotacionais por atrito são geralmente constituídos por uma parte 22a da base do pilar 22, apresentando uma for- ma cônica e destinada a vir se apoiar sobre uma forma complementar, côni- ' ca também, 21b da base de fixação 21. Quando o pilar externo 22 é coloca- do na base de fixação e fixado por parafusação de um parafuso introduzido ' no orifício 22c, a presença das superfícies cônicas em atrito uma sobre a outra permite evitar a rotação relativa do pilar 22 em relação à base de fixa- ção 21. No caso, compreende-se a independência desses meios antirrota- cionais implementados sobre a base de fixação e o pilar em relação à insta- lação ou não de um dispositivo adicional de estabilização, de acordo com a invenção.
Na figura 4, o dispositivo de estabilização 10 compreende assim uma perfuração 11a envolvida por uma zona 11b emboçada em parte de cone, semelhante àquela das superfícies de atrito do pilar externo 22 e da base de fixação 21. A figura 5 representa uma base de fixação 21compreendendo uma superfície em parte de cone 21b destinada a entrar em contato com uma parte de cone 22d macho, apresenta sobre a base externa 22, assim como representado na figura 6. A zona emboçada 11b em torno da perfuração 11a do dispositi- vo de estabilização complementar representado nas figuras 4A e 4B forma duas superfícies idênticas, respectivamente à superfície do pilar e à superfi- cie da base, de ambos os lados do dispositivo de estabilização.
Isto autoriza que a face inferior do dispositivo de estabilização venha se apoiar sobre a i i superfície de atrito 21b da base de fixação 21. Além disso, quando o pilar | | externo 22 é introduzido na base de fixação 21, a superfície em parte de co- | ne 22d do pilar 22 entra em contato com a face superior da zona emboçada | 11b.
Isto bloqueia assim por atrito o conjunto dos movimentos relativos das | trêspeçasmecânicas. ] Observa-se, por outro lado, que as superfícies do pilar e da base de fixação devem ser tais que possam cooperar como superfícies de atrito com ou sem o dispositivo de estabilização.
As figuras 7, 8 e 9 apresentam realizações particulares possíveis dedispositivos de estabilização, de acordo com a invenção.
Na figura 7, os prolongamentos laterais são em forma de T, cada ramificação da parte superior do T sendo munida de um orifício que permite colocar parafusos osso- integráveis de fixação no osso da garra.
Compreende-se que essa realização possível da invenção apre- sentao inconveniente de as ramificações e braços dos prolongamentos late- rais não seguem as linhas de esforços que é capaz de dever suportar o dis- positivo de estabilização, de acordo com a invenção.
Assim, essa realização, embora permitindo participar da estabilização do implante endo-ósseo, apre- senta a desvantagem de correr o risco de apresentar fraquezas, até mesmo rupturas, no nível das ramificações do T.
A figura 8 apresenta uma realização segundo a qual um pro- longamento lateral apresenta uma forma em Y, enquanto que o outro é um simples barco direito munido em sua extremidade de um orifício 13, para que seja colocado um único parafuso de fixação.
Esse braço direito único é van- tajosamente defasado em relação ao eixo maior do dispositivo de estabiliza- ção.
Essa defasagem será, por exemplo, de um ângulo inferior ou igual a 20º e, de preferência, entre 8 e 15º.
Essa defasagem evita que o parafuso de fixação do dispositivo de estabilização possa ir tocar a base de fixação, quando a fixação do dispositivo de estabilização.
A escolha do valor desse ângulo de defasagem depende do comprimento do braço único e, em parti- cular, desse comprimento em relação à profundidade da base de fixação.
Essa realização autoriza uma estabilização do implante endo-ósseo, mas
| com um desempenho pior do que quando quatro parafusos colocadas sobre | os prolongamentos laterais em Y ou em T são utilizadas.
Compreende-se, com efeito, que um braço simples que supor- tam apenas um orifício para colocar um parafuso de fixação, será mais ca- | 5 pazde;se torcer sob esforço que um dispositivo que compreende braços em | Y para colocar dois parafusos afastados de pelo menos a largura do implan- te. Enfim, a figura 9 representa uma realização do dispositivo de estabiliza- ção, no qual os dois prolongamentos laterais são simples braços munidos em suas extremidades de um orifício 13 para a introdução de um parafuso defixação sobre o osso do maxilar.
É preciso notar que essa realização autoriza pouca estabilização em torção do implante endo-ósseo, apesar de uma boa participação da es- tabilização adicional em rotação do implante.
Observa-se que um dispositivo de estabilização, de acordo com a invenção, pode ser instalado com diversos tipos de implantes cilíndricos endo-ósseo clássicos e previamente existentes, desde quando apresentam meios antirrotacionais. Compreende-se bem que então as características da perfuração do dispositivo adicional são então adaptadas a esses meios antir- rotacionais do implante a instalar.
Como a invenção permite estabilizar mais o implante endo- ósseo, ela evita a multiplicação da instalação de implantes, por exemplo, para instalar um bridge, ou ainda esperar longos meses para realizar a insta- lação de uma prótese. Em particular, para a instalação de bridge sobre den- tes, será possível colocar apenas dois implantes ao invés de três, tal como atualmente praticado.
Observa-se, além disso, que a forma em Y ou em T dos prolon- gamentos laterais do dispositivo de estabilização que só são formados de braços finos,permite recobrir uma pequena parte do osso. Isto permite não comprometer o mecanismo de remineralização e de reconstituição do tecido ósseo em torno da perfuração realizada para colocar a base de fixação no osso do maxilar. Elementos que recobrem o osso sobre zonas mais largas impedem a manutenção de uma boa vascularização, o que prejudicaria a
| boa reconstrução óssea. | | Observa-se enfim que diversas aplicações podem ser realiza- | das, segundo os princípios da invenção.
Em particular, os meios antirrota- cionais podem ser acumulados, isto é que eles podem combinar uma forma | 5 poligonal com uma superfície cônica de atrito.
Por exemplo, opilar externo da | figura 5 compreenderia então uma base de seção hexagonal sob o come ao invés de uma base cilíndrica, assim como representado.
A base compreen- deria então um orifício de seção também hexagonal sob a superfície cônica.
Observa-se, enfim, que ainda outras realizações mistas poderão serrealizadas, utilizando uma ou outra das formas dos prolongamentos late- rais e um ou outro, ou os dois, dos meios antirrotacionais apresentados na ' descrição acima.
Claims (17)
- REIVINDICAÇÕES | | 1. Conjunto de implante dentário, compreendendo um implante | | dentário endo-ósseo e um dispositivo de estabilização adicional (10) desti- | | nado a ser utilizado em combinação com o implante dentário endo-ósseo, | —esseimplante endo-ósseo compreendendo pelo menos uma base de fixação | (21) endo-óssea, um pilar externo (22) e meios (22b) para fixar um elemento | protético dentário, a base de fixação (21) sendo adaptada a uma instalação em um osso de maxilar (1) de um paciente, de maneira a cooperar com o pilar externo (22) destinado a ser fixado na base de fixação (21) e o pilar ex terno (22), compreendendo, além disso, meios anti-rotacionais (21a, 22a) i permitindo inibir os movimentos relativos do pilar (22) em relação à base de : fixação (21), uma vez o pilar (22) colocado na base de fixação (21) com ou F sem a instalação do dispositivo adicional, o conjunto de implantação dentária sendo caracterizado pelo fato de compreender o dispositivo de estabilização adicional (10) compreender uma plataforma central (11) substancialmente rígida perfurada em seu centro (11a) de maneira a permitir a introdução do pilar (22) na base de fixação (21) do implante, através do dispositivo de es- tabilização (10), a perfuração (11a) da plataforma (11) sendo de uma forma tal que ela coopera com os meios anti-rotacionais do pilar (22) e da base de fixação (21), afim de inibir os movimentos rotacionais do pilar (22) em com- plemento dos meios anti-rotacionais do pilar (22) e da base de fixação (21), o dispositivo (10) compreendendo também pelo menos, de ambos os lados da plataforma central (11), dois prolongamentos longilíneos laterais de fixa- ção flexíveis (12), de maneira a poderem ser colocados exatamente sobre o —osso(1)do maxilar, colocados de ambos os lados deste, cada prolongamen- to (12) compreendendo pelo menos um orifício (13) para posicionar pelo menos um parafuso de fixação (30).
- 2. Conjunto de implante dentário, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de pelo menos um dos prolongamentos laterais (12) do dispositivo de estabilização adicional (10) ser formado por um braço em Y, cada ramificação do Y (12Va, 12Vb, 12Pa, 12Pb) sendo provida de um orifício (13) para posicionar um parafuso de fixação (30).
- 3. Conjunto de implante dentário, de acordo com a reivindicação | | 2, caracterizado pelo fato de os dois orifícios (13) das ramificações (12Va, | 12Vb, 12Pa, 12Pb) de um mesmo Y do dispositivo de estabilização adicional | (10) serem separados de pelo menos a largura do implante endo-ósseo . | Í 5
- 4. Conjunto de implante dentário, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de pelo menos um dos prolongamentos laterais do | dispositivo de estabilização adicional (10) ser formado por um braço em T, ! cada ramificação do T sendo provida de um orifício para posicionar um para- fuso de fixação.
- 5. Conjunto de implante dentário, de acordo com uma das rei- Ú vindicações 2, 3 e 4, caracterizado pelo fato de os dois prolongamentos late- % rais (12) do dispositivo de estabilização adicional (10) serem formados por 7 braços em Y ou em T, cada ramificação do Y ou do T sendo provida de um orifício (13) para posicionar um parafuso de fixação.
- 6. Conjunto de implante dentário, de acordo com uma das rei- vindicações anteriores, caracterizado pelo fato de, o implante endo-ósseo que apresenta meios anti-rotacionais, tais como a base de fixação (21) e o pilar (22), compreenderem respectivamente partes fêmea e macho de for- mas poligonais regulares complementares, o dispositivo de estabilização (10) ser tal que a perfuração (11a) da plataforma (11) apresenta uma forma poligonal regular, permitindo inibir o movimento relativo da parte macho do pilar (22) e do dispositivo de estabilização (10) por contato das superfícies da parte macho poligonal do pilar (22) com as superfícies poligonais da per- furação (11a) da plataforma (11).
- 7. Conjunto de implante dentário, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de a forma poligonal regular da perfuração (11a) da plataforma (11) ser a mesma que aquela das partes macho e fêmea da base de fixação (21) e do pilar (22).
- 8. Conjunto de implante dentário, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de as formas poligonais do pilar (22) e da base de fixação (21) tendo N lados, a perfuração (11a) do dispositivo de estabilização (10) apresentar uma forma poligonal com 2N lados, a forma poligonal regular i da perfuração (11a) da plataforma (11) permitindo assim mais posições do Í ! dispositivo de estabilização que uma forma poligonal regular idêntica àquela | Í do pilar (22). | Í
- 9. Conjunto de implante dentário, de acordo com a reivindicação 8,caracterizado pelo fato de as formas poligonais do pilar (22) e da base de | fixação (21) sendo hexagonais, a perfuração (11a) do dispositivo de estabili- | zação (10) apresentar uma forma dodecagonal.
- 10. Conjunto de implante dentário, de acordo com a reivindica- ção 8, caracterizado pelo fato de as formas poligonais do pilar (22) e da base de fixação (21) sendo quadradas, a perfuração (11a) do dispositivo de esta- ' bilização (10) apresentar uma forma octogonal. '
- 11. Conjunto de implante dentário, de acordo com uma das rei- Tr vindicações 1 a 5, caracterizado pelo fato de o implante dentário endo-ósseo que apresenta meios anti-rotacionais por atrito, o dispositivo (10) ser tal que otamanho da perfuração (11a) e a forma da superfície que envolve a perfu- ração (11a) na plataforma (11) é tal que ela permite às superfícies de atrito anti-rotacionais do pilar (22) e da base de fixação (21) estar em contato de atrito com a plataforma central (11) do dispositivo de estabilização (10).
- 12. Conjunto de implante dentário, de acordo com a reivindica- ção 11,caracterizado pelo fato de os meios anti-rotacionais por atrito sendo tais que, a base de fixação (21) e o pilar (22) compreendendo respectiva- mente formas cônicas complementares fêmea e macho (21b, 22d) o disposi- tivo de estabilização (10) ser tal que a plataforma central (11) ser emboçada em cone (11b) em torno da perfuração central (11a).
- 13. Conjunto de implante dentário, de acordo com uma das rei- vindicações anteriores, caracterizado pelo fato de um dos prolongamentos laterais (12V) do dispositivo de estabilização adicional (10) ser mais longa do que a outra (12P) e ser então destinado a ser fixado do lado vestibular do maxilar.
- 14. Conjunto de implante dentário, de acordo com uma das rei- vindicações anteriores, caracterizado pelo fato de a espessura do dispositivo de estabilização (10) estar compreendida entre 0,2 e 1 milímetro, de prefe-] rência entre 0,4 e 0,8 milímetro.|
- 15. Conjunto de implante dentário, de acordo com uma das rei- | | vindicações anteriores, caracterizado pelo fato de o comprimento do disposi- | | tivo de estabilização (10) estar compreendido entre 6 e 25 milímetros e, de | preferência, entre 7 e 16 milímetros. |
- 16. Conjunto de implante dentário, de acordo com a reivindica- ção 13, caracterizado pelo fato de os comprimentos dos prolongamentos laterais (12P, 12V) do dispositivo de estabilização adicional (10) estarem compreendidas entre 3 e 6 milímetros em palatino e entre 4 e 10 milímetros em vestibular.'
- 17. Dispositivo de estabilização adicional (10) opcional destinado . a ser utilizado em um conjunto de implante dentário, de acordo com uma das É reivindicações 1 a 16, em cooperação com um implante dentário endo-ósseo : compreendendo pelo menos uma base de fixação (21) endo-ósseo adaptada auma instalação em um osso de maxilar (1) de um paciente, de maneira a cooperar com um pilar externo (22) destinado a ser fixado na base de fixa- ção (21) e compreendendo, além disso, meios (22b) para fixar um elemento protético dentário, a base de fixação (21) e o pilar (22) compreendendo, a- lém disso, meios anti-rotacionais (21a, 22a) permitindo inibir os movimentos relativos do pilar (22) em relação à base de fixação (21), uma vez o pilar (22) colocado na base de fixação (21) com ou sem a instalação do dispositivo adicional, o dispositivo de estabilização adicional compreendendo uma plata- forma central (11) substancialmente rígida perfurada em seu centro (11a), de maneira a permitir a introdução do pilar (22) na base de fixação (21) do im- plante através do dispositivo de estabilização (10), a perfuração (11a) da plataforma (11) sendo de uma forma tal que ela coopera com os meios anti- rotacionais do pilar (22) e da base de fiação (21), a fim de inibir os movimen- tos rotacionais do pilar (22) em complemento dos meios anti-rotacionais do pilar (22) e da base de fixação (21), o dispositivo (10) compreendendo tam- bém pelo menos, de ambos os lados da plataforma central (11), dois prolon- gamentos longilíneos laterais de fixação flexíveis (12), de maneira a pode- rem ser colocados sobre o osso (1) do maxilar, colocados de ambos os la-| . dos deste, cada prolongamento (12) compreendendo pelo menos um orifício Í | (13), para posicionar pelo menos um parafuso de fixação (30). |Í “+ «
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