Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "ESTRUTURA DE CAPOTA PARA VEÍCULO DO TIPO SELA DE MONTAR".
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a uma estrutura de capota para um veículo do tipo sela de montar. A presente invenção refere-se, em parti- cular, a uma carenagem inferior disposta em uma porção inferior de um veí- culo.
Antecedentes da Invenção
Como uma estrutura de capota para um veículo do tipo sela de montar é convencionalmente conhecida uma estrutura de capota para um veículo do tipo sela de montar, conforme conhecida no Documento de Pa- tente 1, por exemplo. A estrutura de capota para um veícuio do tipo sela de montar será descrita a seguir usando os numerais de referência utilizados no mesmo documento. Na estrutura de capota para um veículo do tipo sela de montar, um silencioso (70) é disposto abaixo de um motor (40) de uma mo- tocicleta, uma carenagem inferior (121) é disposta de modo a cobrir as su- perfícies laterais esquerda e direita do silencioso (70), e um orifício de entra- da de ar (123) para resfriar o silencioso é feito em uma porção frontal da ca- renagem inferior (121). Documento da Técnica Anterior:
Documento de Patente 1: Patente Japonesa N0 4028691. Sumário da Invenção
Problemas a serem Solucionados peia Invenção:
Na estrutura de capota convenciona! para um veículo do tipo se- la de montar acima mencionado, a carenagem inferior (121) é de uma forma concebida para resfriar o silencioso (70), porém nenhuma consideração é feita quanto ao desempenho do resfriamento do motor ou da estrutura de para-brisa para o piloto.
Um objetivo a ser obtido pela presente invenção é prover uma estrutura de capota para um veiculo do tipo sela de montar, a estrutura sen- do capaz de aperfeiçoar os desempenhos de refrigeração de um motor e da estrutura de para-brisa para um piloto. Meio para solucionar os problemas:
Com o objetivo de solucionar os problemas acima mencionados, uma estrutura de capota para um veículo do tipo sela de montar da presente invenção é caracterizada como se segue. Em termos específicos, a estrutura de capota para um veículo do tipo sela de montar inclui: um quadro de corpo de veículo; um motor suspenso a partir do quadro de corpo de veiculo; um assento para um piloto sentar, o assento sendo disposto atrás e acima do motor; e uma carenagem inferior que cobre pelo menos parte de uma porção inferior do motor. A carenagem inferior é feita de modo a cobrir pelo menos uma parte de uma superfície lateral do motor. Uma porção de guia é provida em uma porção superior da carenagem inferior, a porção de guia estenden- αο-se para dentro em uma direção de largura de veiculo e para a superfície iateral do motor. Uma abertura é |.>foviua na frente da porção de guia, a aber- tura introduzindo um vento corrente para dentro da carenagem inferior.
De acordo com a estrutura de capota acima mencionada para um veículo do tipo sela de montar, o vento corrente pode ser orientado para a superfície lateral do motor por meio da abertura e pela porção de guia, mesmo que a superfície lateral do motor seja coberta pela carenagem inferior. Isto aumenta o desempenho de refrigeração do motor.
Desejavelmente, na estrutura, a porção de guia tem uma super- fície inclinada que se inclina para baixo, da frente para trás do veículo.
Nesta configuração, a superfície inclinada da porção de guia po- de orientar o vento corrente na direção da porção inferior da carenagem infe- rior, e não para a porção superior da mesma. Isto permite o aperfeiçoamento do efeito da estrutura de para-brisa para um piloto.
Mais desejavelmente, na estrutura, a carenagem inferior è feita em uma forma em V com um vértice em uma extremidade inferior da mesma em uma vista frontal, e é também feita em um formato tal que, em uma vista em planta, a sua largura seja maior na direção para a parte traseira.
Nesta configuração, o vento corrente orientado pela superfície externa da carenagem inferior é mais provável de fluir para fora na direção da largura do veículo. Isto permite um aperfeiçoamento no desenvolvimento da estrutura de para-brisa para um piloto. Mais desejavelmente, na estrutura, uma porção de introdução de vento corrente é provida entre a carenagem inferior a uma porção frontal do motor, e uma porção de liberação de vento corrente é provida entre a care- nagem inferior e uma porção inferior do motor.
Nesta configuração, o vento corrente introduzido a partir da por- ção de introdução de vento corrente entre a carenagem inferior e a porção frontal do motor é mais facilmente emitido a partir da porção de liberação de vento corrente entre a carenagem inferior e a porção inferior do motor. Isto permite o aumento do desempenho de refrigeração do motor, bem como a supressão do fluxo de ar quente para um piloto.
Mais desejavelmente, na estrutura, um silencioso é disposto em um lado traseiro da superfície inclinada, e um cano de descarga conectado ao silencioso é disposto ao longo da carenagem inferior.
Nesta configuração, o vento corrente orientado pela superfície inclinada da porção de guia mais provavelmente irá fluir para o cano de des- carga e para o silencioso. Isto permite a refrigeração do cano de descarga e do silencioso, também.
Mais desejavelmente, na estrutura, a carenagem inferior tem uma porção traseira da mesma fixada ao quadro de corpo de veículo e tem uma porção frontal da mesma fixada a um elemento de cobertura assentado sobre uma superfície lateral do veículo.
Nesta configuração, na fixação da carenagem inferior ao corpo de veículo, a porção frontal da carenagem inferior é fixada ao corpo de veí- culo através do elemento de cobertura. Por este motivo, a própria carena- gem inferior é facilmente deformável quando o vento corrente exerce um forte efeito sobre a mesma, isto, consequentemente, faz com que uma folga entre a carenagem inferior e o motor ou qualquer outro componente de cor- po do veículo se expanda de uma forma mais provável, deste modo obtendo um fluxo favorável do vento corrente. Além disso, a configuração obtém a redução em peso da carenagem inferior. A configuração também obtém a redução no número de peças presas ao corpo de veículo, deste modo ob- tendo um aumento de produtividade. Breve Descrição dos Desenhos
A figura 1 é uma vista frontal de uma motocicleta, que é um e- xemplo de um veículo do tipo sela de montar que utiliza a estrutura de capo- ta para um veículo do tipo sela de montar, de acordo com a presente inven- ção.
A figura 2 é uma vista lateral da mesma.
A figura 3 é uma vista de fundo da mesma, da qual algumas pe- ças são omitidas.
A figura 4 é uma vista que mostra a carenagem inferior, na qual a parte (a) é uma vista frontal da mesma e a parte (b) é uma vista lateral da mesma.
A figura 5 é também uma vista que mostra a carenagem inferior, na qual a parte (a) é uma vista lateral da mesma tomada a partir de um lado interno de um corpo de veículo, a parte (b) é uma vista em pianta da parte (a), a parte (c) é uma vista indicada por uma seta c da parte (a), e as partes (d) a (I) são vistas de extremidade ampliadas, respectivamente, tomadas ao longo das linhas d - d, e - e, f - f, y - g, h - h, i - i, j - j, k - k, e I -1, na parte (a).
A figura 6 é uma vista traseira mostrando ainda a carenagem in- ferior (uma vista observada a partir da parte traseira do corpo de veículo).
A figura 7 é uma vista lateral parcialmente ampliada mostrando um exemplo modificado de uma estrutura de fixação de carenagem inferior. Modo de se Executar a Invenção
A seguir, uma modalidade de uma estrutura de capota para um veículo do tipo sela de montar de acordo com a presente invenção será des- crita com referência aos desenhos.
Confomie mostrado na figura 1 e na figura 2, uma motocicleta 1 inclui um quadro de corpo de veículo 10 que constitui um corpo de veículo. O quadro de corpo de veículo 10 inclui: um tubo coletor 11 que constitui uma extremidade frontal do quadro de corpo de veículo 10; um quadro principal
12 que se estende para trás a partir do tubo coletor 11; uma chapa de pivô
13 que é provida em uma porção traseira do quadro principal 12; um trilho de assento 14 que se estende para trás a partir da chapa de pivô 13 e o quadro princ-ipa! 12; e um tubo descendente 15 que se estende para baixo até a par- te traseira a partir do tubo coSetor 11.
O tubo coletor 11 prende um dispositivo de direção ST de tal modo que o dispositivo de direção ST se tome rotativo na frente do tubo co- letor 11 em torno do eixo geométrico do tubo coletor 11. O dispositivo de direção ST pode ser configurado mediante o uso de uma configuração bási- ca conhecida publicamente. O dispositivo de direção ST inclui um guidão 11 h e um par de garfos dianteiros 11f que suportam uma roda dianteira IF de maneira rotativa.
Um motor 16 é suspenso a partir (fixado ao) quadro principal 12, à chapa de pivô 13, e ao tubo descendente 15.
Um cano de descarga I6e é conectado ao motor 16 e um silen- cioso 16s é conectado ao cano de descarga 16e. O numera! de referência 16c indica urna tampa de embreagem, e 15W indica uma bomba de água.
Urn braço oscilante 17 é fixado à chapa de pivô 13 de modo a oscilar no sentido vertical em um eixo de pivô 13p. Uma roda traseira 1R, que vem a ser uma roda de acionamento, é rotativamente fixada a uma por- ção de extremidade traseira do braço oscilante 17. A roda traseira 1R é a- cionada pelo motor 16.
Sobre o trilho de assento 14, um assento 18 é provido sobre o qual um piioto se assenta. O assento 18 é disposto atrás e acima do motor 16.
A estrutura de capota da modalidade inclui: uma carenagem frontal 20 que cobre uma porção frontal do corpo de veículo; uma carena- gem lateral 30 que cobre os lados esquerdo e direito do corpo de veículo; e uma carenagem inferior 80 que cobre pelo menos parte de uma porção infe- rior do motor 16. A carenagem Iaterai 30 inclui: uma carenagem superior 40 disposta sobre uma porção superior do veículo; e uma carenagem interme- diária 50 disposta abaixo da carenagem superior 40.
Estas carenagens podem ser fixadas ao quadro de corpo de veí- culo 10 direta ou indiretamente por meio de uma configuração apropriada. Por exemplo, a carenagem frontal 20 pode ser fixada a um su- porte 22 que é provido de modo a se projetar para frente a partir do tubo co- letor 11. A carenagem superior 40 pode ser diretamente fixada ao suporte 22, da mesma maneira como se encontra a carenagem frontal 20, ou pode ser fixada ao suporte 22 com a carenagem frontal 20 interposta entre as mesmas. Tendo um painel interno 60 disposto sobre o lado interno e um painel lateral 70 disposto na parte traseira, a carenagem intermediária 50 pode ser fixada ao quadro de corpo de veículo 10 com o paine! interno 60 e o painel lateral 70 interposto entre os mesmos. Tanto o painel interno 60 como o painel lateral 70 podem ser fixados ao quadro de corpo de veículo 10 direta ou indiretamente.
A carenagem inferior 80 pode também ser fixada ao quadro de corpo de veículo 10 direta ou indiretamente. Um exemplo específico da fixa- ção será descrito mais adiante. A modalidade é caracterizada pela estrutura da carenagem infe-
rior 80.
Em termos específicos, conforme mostrado na figura 2, a care- nagem inferior 80 é feita de modo a cobrir pelo menos uma parte das super- fícies laterais do motor 16. Além disso, conforme mostrado na figura 2 e nas figuras 4 à figura 6, em uma porção superior da carenagem inferior 80, as porções de guia 81 são providas, as quais são direcionadas e se estendem para dentro no sentido da largura do veícuio e na direção das respectivas superfícies laterais do motor. As aberturas 82 são providas respectivamente na frente das porções de guia 81 de modo a introduzir o vento corrente no sentido da carenagem inferior 80.
Tal estrutura de capota pode introduzir o vento corrente no sen- tido das superfícies laterais do motor por meio das aberturas 82 e das por- ções de guia 31, mesmo que as superfícies laterais do motor 16 estejam co- bertas pela carenagem inferior 80. Em outras palavras, o vento corrente que é introduzido no sentido da carenagem inferior 80 a partir das aberturas 82 é orientado para o motor 16 por meio das porções de guia 81. Isto melhora o desempenho de refrigeração do motor 16. Conforme mostrado na figura 1 e na figura 3, a carenagem infe- rior 80 inclui urna carenagem direita 80R e uma carenagem esquerda SOL1 a carenagem direita SOR e a carenagem esquerda SOL sendo, respectivamen- te, dispostas sobre os lados direito e esquerdo na direção de percurso do veículo.
Entre ambas as carenagens SOR e SOL, apenas uma das care- nagens pode ter a estrutura acima, conforme mostrada na figura 1 (a care- nagem direita SOR, neste caso), por exemplo; ou ambas as carenagens SOR e SOL podem ter a estrutura acima, conforme mostrada na figura 3, por e- xemplo. A menos que particularmente requerido, a carenagem direita SOR será descrita a seguir, como um exemplo.
Conforme mostrado na figura 2 e nas figuras 4 à figura 6, a por- ção de guia tem uma superfície inclinada 31 b que se inclina rio sentido des- cendente da frente para trás do veículo. Conforme mostrado nas partes (a), (b), e (j) da figura 5, a porção de guia 81 é feita de iai modo a curvar uma parte da superfície iatera! da carenagem inferior SO para dentro na direção da largura do veículo. A superfície interna da peça curvada forma a superfí- cie inclinada 81 h.
Nesta configuração, o vento corrente introduzido na carenagem inferior 80 é orientado no sentido da porção inferior da carenagem inferior, conforme mostrado pela seta A1 da figura 2 e figura 5, e não para a sua por- ção superior, por meio da superfície inclinada da porção de guia 81. Isto au- menta o efeito de para-brisa para um piioto.
Conforme mostrado na figura 2 e na figura 4, uma porção de guia de ar de entrada 82g è formada sobre uma superfície externa da care- nagem inferior S0. A porção de guia de ar de entrada 82g se estende no sen- tido descendente para a frente a partir da abertura 82 e é rebaixada para dentro na direção da largura do veículo. Isto permite uma introdução eficaz dc· vento corrente na direção da abertura 82, conforme mostrado pela seta A3.
Conforme mostrado na figura 4, uma porção de escape 80b é provida na porção superior da carenagem inferior SO de modo a manter a bomba de água 16w (vide figura 2) sobre uma porção lateral do motor 16 fora da carenagem inferior 80. Além disso, uma superfície frontal 80f da ca- renagem inferior 80 é formada de modo a se estender para baixo até a frente da porção de escape 80b. Esta superfície frontal OOf funciona como um guia de introdução de vento que introduz o vento corrente para a porção de esca- pe 80b, conforme mostrado pela seta A4. A superfície frontal 80f, deste mo- do, permite uma introdução eficaz do vento corrente para a porção de esca- pe 80b (isto é, para a bomba de água 16w) e, consequentemente, contribui para o aumento do efeito de refrigeração da água refrigerante circulada pela bomba de água 16w.
Além disso, uma porção de parede ascendente 86b que se es- tende no sentido ascendente é provida sobre a superfície frontai BOf da ca- ienagem inferior 80, e é integrada à superfície frontal BOf. Juntamente com a superfície frontal 80f, uma superfície externa da porção de parede ascenden- te 86b orienta o vento corrente (A4) que flui na direção da porção de escape 80b. Por conseguinte, o vento corrente pode ser ainda mais orientado com eficácia para a porção de escape 80b (isto é, para a bomba de água 16w).
Uma porção de fixação 86 é provida em uma porção superior da porção de parede ascendente 86b de modo a fixar a carenagem inferior 80 ao quadro de corpo de veiculo 10 direta ou indiretamente. Na figura 5 e na figura 6, 86r indica uma nervura de reforço para a porção de parede ascen- dente 86b.
Conforme mostrado na figura 1, a carenagem inferior 80 é feita em uma forma de V em uma vista frontal, com o vértice em uma extremidade inferior da mesma. Aiérn disso, a carenagem infeiior 80 é feita em um forma- to tal que a sua largura seja maior na direção da parte traseira em urna vista em planta (em uma vista de fundo, também), conforme mostrado na figura 3 e na figura 5.
Em tal configuração, o vento corrente orientado pela superfície externa da carenagem inferior 80 é mais provável que flua para fora na dire- ção da largura do veículo, conforme mostrado pela seta A2 na figura 3 e na parte (b) da figura 5. Isto permite um aperfeiçoamento no desempenho do para-brisa para um piloto.
Conforme mostrado na figura 1 à figura 6, uma porção de intro- dução de vento corrente SOi é provida entre a oarenagem inferior 30 e uma porção frontal 16f do motor 16. Alem disso, conforme mostrado na figura 3 e na figura 5, uma porção de liberação de vento coirt-nle SOo é provida eníre a carenagem inferior SO e uma porção de fundo 16b do motor.
Nesta configuração, o vento corrente introduzido no sentido da carenagem a partir da porção de introdução de vento corrente SOi é mais facilmente emitido a partir a porção de liberação de vento corrente 80o. Isto permite o aperfeiçoamento do desempenho de refrigeração do motor 16, como também a supressão do fluxo de ar quente na direção do piloto.
Conforme mostrado na figura 2 e na figura 3, o silencioso 16s é disposto no lado íraseiio da superfície inclinada 31b, que constitui a porção de guia 81 da carenagem inferior 80. O cano de descaiga 16e conectado ao silencioso 16s é disposto ao longo da carenagem inferior 80.
Nesta configuração, o vento corrente orientado pela superfície inciinada 31 b da porção de guia 81 é mais provável que flua para o cano de descarga 16e e para o silencioso 16s, conforme mostrado pela seta A1. Por conseguinte, esta configuração permite a refrigeração do cano de descarga 16e e do silencioso 16s, também.
Além disso, conforme mostrado na figura 2 ã figura 6, uma por- ção de extremidade traseira (83) da carenagem inferior 80 é formada em uma parede traseira 33 da presente modalidade. A p>arede traseira 83 é dire- cionada para trás e no sentido do centro na direção de largura do veículo ma direção do cano de descarga 16e). Nesta configuração, o vento corrente que flui ao longo da superfície interna da carenagem inferior pode ser orientado para o cano de descarga 16e, deste modo permitindo uma refrigeração ain- da mais eficaz do cano de descarga 16e. Ao mesmo tempo, urna porção de saliência elevada 80e (vide figura 4) que se projeta para fora é formada so- bre a superfície externa da carenagem inferior 80 e atrás da porção de guia de ar de entrada rebaixada 82g. A porção abaulada 80e se comunica inte- gralmente com a porção de guia de ar de entrada 82g. A parede externa 83 é formada em uma extremidade traseira da porção abaulada 80e.
Como foi descrito, a carenagem inferior 30 pode ser fixada ao quadro de corpo de veículo 10 direta ou indiretamente.
Na presente modalidade, a carenagem inferior SO tem uma por- ção de fixação 84 provida na porção traseira da mesma, a porção de fixação 84 sendo fixada, com um parafuso 85, à chapa de pivô 13 que constitui o quadro de corpo de veiculo 10. Além disso, a carenagem inferior 80 tem a porção de fixação 86 provida na porção frontal da mesma, a porção de fixa- ção 86 sendo fixada em uma porção inferior 71 do painel lateral 70 que vem a ser um elemento de cobertura assentado sobre a superfície lateral do veí- culo.
Nesta configuração, na fixação da carenagem inferior 80 ao quadro de corpo de veículo 10 que constitui o corpo de veículo, a porção frontal de carenagem inferior (86) é fixada ao quadro de corpo de veiculo 10 através do elemento de cobertura 70. Por este motivo, a carenagem inferior 80 em si é facilmente deformáveí quando o vento corrente exerce um forte efeito sobre a mesma. Isto, consequentemente, provoca uma folga entre a carenagem inferior 80 e o motor 16 ou qualquer outio componente de corpo de veículo (o quadro, por exemplo) de modo a se expandir mais provavel- mente, deste modo obtendo um fluxo favorável do vento corrente. Além dis- so, a estrutura deformável da carenagem inferior 80 em si obtém a redução em peso da carenagem inferior 80. Além disso, o fato de a porção frontal de carenagem inferior (86) ser fixada ao corpo de veículo através do elemento de cobertura 70 resulta na redução do número de pecas presas ao corpo de veículo, desta maneira obtendo um aumento de produtividade.
Ao mesmo tempo, o painel lateral 70 è fixado ao corpo de veícu- lo por meio da fixação com um parafuso 73 de uma porção de fixação 72 em uma porção superior do painel lateral 70 ao quadro principal 12 e por meio do acoplamento de múltiplas porções de acoplador 74 (dois. no desenho) providas em uma porção frontal do paine! lateral 70 a uma porção traseira da carenagem intermediária 50.
As carenagens inferiores esquerda e direita 80L e 80R podem ser juntadas entre si por um meio apropriado. Na presente modalidade, o meio de junção 87 é formado nas porções de extremidade dianteira das ca- renagens inferiores 80L e SOR1 conforme mostrado na figura 5.
Conforme mostrado nas partes (a) e (c) da figura 5, como tam- bém nas partes (d) a (h) da figura 5, nesta ordem, o meio de junção 87 inclui: um furo de plugue 80R1 provido em uma carenagem 80R; uma porção de plugue 80Ll que é provida na outra carenagem e deve ser piugada no furo 80R1; uma garra de encaixe 80R2 provida na uma carenagem 80R; um furo de encaixe 8ÜL2 que é provido na outra carenagem 80L e deve se encaixar na garra de encaixe 8ÜR2; uma porção rebaixada de posicionamento 30R3 provida na uma carenagem 80R; uma peça saliente de posicionamento 80L3 que é provida na outra carenagem 80L e deve ser encaixada na porção re- baixada 80R3; os furos de junção 80R4 e 80L4 que são providos nas res- pectivas carenagens; uma peça saliente de posicionamento 80R5 provida na uma carenagem SOR; e uma porção rebaixada de posicionamento 80L5 que é provida na outra carenagem 80L e deve ser encaixada na peça saliente 30R5.
As carenagens inferiores esquerda e direita 80L e 80R são jun- tadas entre si por meio do encaixe das porções acima mencionadas no meio de junção 87 da maneira conforme descrita acima, ou por meio da execução de outro processamento. Os furos de junção 80R4 e 80L4 das respectivas carenagens são juntados entre si por meio de um parafuso não ilustrado e uma porca não ilustrada, ou similares.
Além disso, embora a descrição acima tenha sido apresentada considerando a uma carenagem como 80R e a outra carenagem como 80L, não vem a ser uma questão importante se a carenagem direita e a carena- gem esquerda fore invertidas. Alem disso, as carenagens inferiores es- querda e direita 80L e 80R podem ter a mesma estrutura.
A modalidade da presente invenção foi descrita acima. A presen- te invenção, no entanto, não se limita à modalidade acima mencionada e pode ser executada por meio de modificações apropriadas dentro do âmbito de aplicação essencial da presente invenção. Por exemplo, conforme mostrado na figura 7, a porção de fixa- ção 8G da carenagem inferior 80 pode ser fixada a um suporte 15s provido integralmente ao tubo descendente 15 que constitui o quadro de corpo de veículo 10.
Explicação dos Numerais de Referência: - quadro de corpo de veículo 16- motor
16e - cano de descarga IGs - silencioso 18-assento
70 - elemento de cobertura SOi - porção de introdução de vento corrente SOo - porção de liberação de vento corrente 80 - carenagem inferior 81 - porção de guia 82 - abertura 81b - superfície inclinada