BRPI1101862A2 - Assento à prova de intemperies para veículos de recreativos - Google Patents

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BRPI1101862A2
BRPI1101862A2 BRPI1101862-3A2A BRPI1101862A BRPI1101862A2 BR PI1101862 A2 BRPI1101862 A2 BR PI1101862A2 BR PI1101862 A BRPI1101862 A BR PI1101862A BR PI1101862 A2 BRPI1101862 A2 BR PI1101862A2
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BR
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vehicle seat
seat
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BRPI1101862-3A2A
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Inventor
Roland Uebelacker
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Grammer Ag
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    • B60NSEATS SPECIALLY ADAPTED FOR VEHICLES; VEHICLE PASSENGER ACCOMMODATION NOT OTHERWISE PROVIDED FOR
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Abstract

PNEU PNEUMÁTICO E COMPOSIÇÃO DE BORRACHA CONTENDO ESTRUTURAS DE POLIMERIZAÇÃO DUPLA. A presente invenção é direcionada a um pneu pneumático compreendendo um componente, o componente compreendendo uma composição de borracha compreendendo um elastômero baseado em dieno e 1 a 100 phr de: A) um produto de reação de polimenzação dupla de um silit-éter; ou B) um produto de reação de polímerização dupla de um éster do ácido borônico; ou C) um produto de reação de polimerização dupla de um composto de titânio derivado de ortotitanato de tetraetila e álcool furfurílico; ou D) um produto de reação de polimerização dupla de um composto de tungstênio; A invenção é ainda direcionada às composições de borracha.

Description

"ASSENTO À PROVA DE INTEMPÉRIES PARA VEÍCULOS DE RECREAÇÃO"
Descrição
A invenção refere-se a um assento de veiculo para veículos de recreação motorizados abertos ou semi-abertos, tais como cortadores de grama com assento, carrinhos de golfe, buggies ou similares, nos quais uma parte do assento e um encosto são montados juntos em uma única peça, a parte do assento e o encosto tendo uma estrutura de base comum e pelo menos um tecido do tipo tela esticado sobre esse segundo, e o tecido do tipo tela sendo formado como uma face de contato possível para uma pessoa que está sentada no assento, o tecido do tipo tela sendo à prova de intempéries e sendo projetado de tal maneira que é mais extensível em uma direção longitudinal do assento do veículo do que em uma direção em relação à largura do assento do veículo.
Os assentos de veículos são projetados normalmente para serem utilizados por várias horas em um trecho e devem tornar o ato de sentar uma experiência confortável e agradável para o ocupante do veículo durante esse tempo. Esses assentos de veículos são projetados, portanto, de uma maneira muito complicada e consequentemente, são muito caros. Em particular, no caso de veículos e consequentemente, também, para os assentos dos mesmos, que são utilizados para atividades ao ar livre durante o tempo de lazer, são definidas demandas completamente diferentes.
No campo da recreação, os veículos, tais como cortadores de grama com assento, carrinhos de golfe, buggies etc. são utilizados somente por um curto período de tempo. Mesmo se esses veículos forem utilizados por um período de tempo mais longo, via de regra, o veículo é deixado repetidamente em intervalos relativamente curtos. Um exemplo muito bom disso são os carrinhos de golfe, que são deixados regularmente. Os cortadores de grama com assento, igualmente, são deixados regularmente, a fim de executar outras atividades relacionadas com o ato de cortar a grama, tal como a remoção de lixo e de pedras, lidar com áreas não acessíveis para quem está cortando a grama e realizando tarefas similares.
Levando em conta essas interrupções, a demanda - normalmente realizada sobre os assentos de veículos - para manter o conforto ao sentar em veículos de recreação é de segunda importância. Ademais, elementos de conforto adicionais, tais como, apoios de braço ou similares, não são necessários da mesma maneira e não são freqüentemente desejados, uma vez que eles obstruem o embarque rápido e o alinhamento.
Esses veículos são utilizados freqüentemente ao ar livre por um período de tempo prolongado e sob condições de tempo amplamente variáveis. Como os veículos são geralmente projetados para serem abertos ou pelo menos semi-abertos, os assentos de veículos também são expostos a essas condições de tempo amplamente variáveis sem virtualmente nenhuma proteção. Em alguns casos, os veículos ainda permanecem sem nenhuma proteção ao ar livre quando não estão em uso. Isso define as demandas particularmente altas sobre a resistência dos assentos de veículos.
Como eles são utilizados no campo privado de passatempos e recreativo, é preferível que os veículos de recreação desse tipo possam ser supridos da maneira mais barata possível. É, portanto, desejável que os componentes individuais, tal como, o assento do veículo, seja projetado também como o mais simples e o mais barato possível, sem precisar lidar com perdas inaceitáveis de qualidade. Mesmo no caso em que o uso ocorre por um curto período de tempo, o usuário espera um mínimo grau de conforto ao sentar.
0 objeto da presente invenção é, portanto, disponibilizar um assento de veiculo à prova de intempéries para veículos de recreação motorizados abertos ou semi- abertos, tais como, cortadores de grama com assento, carrinhos de golfe, buggies ou similares que sejam baratos de se fabricar e que tenham um grau de conforto ao sentar.
Esse objeto é alcançado de acordo com as características da reivindicação 1.
Um objeto essencial da invenção consiste de um assento de veículo para veículos de recreação motorizados abertos ou semi-abertos, tais como, cortadores de grama com assento, carrinhos de golfe, buggies ou similares, nos quais uma parte do assento e um encosto são formados juntos em uma única peça, a parte do assento e do encosto tendo uma estrutura de base comum e pelo menos um tecido do tipo tela esticado sobre o segundo e o tecido do tipo tela sendo formado como uma face de contato possível para uma pessoa que está sentada no assento, o tecido do tipo tela sendo a prova de intempéries e sendo projetado de tal maneira que ele seja mais extensível em uma direção longitudinal do assento do veículo do que em uma direção em relação à largura no assento do veículo. Um dito assento de veículo de acordo com a presente invenção é particularmente barato, uma vez que os elementos móveis tal como, por exemplo, um mecanismo para ajustar o encosto com relação à face do assento, é omitido.
O tecido do tipo tela desse tipo permite que o ar e a água da chuva passem através dele. Isso torna o assento do veículo somente ligeiramente vulnerável ao vento e à chuva. Além disso, a utilização do tecido do tipo tela também permite a respiração da pele e o movimento de ar, umidade e calor através do tecido durante o uso. Desta forma, é possível que o ar, umidade e calor sejam supridos e removidos mesmo nas faces de contato do assento com a pessoa sentada no assento, e isso provê uma agradável sensação ao sentar e previne a formação crescente da perspiração.
A estrutura de base é projetada preferencialmente de tal maneira que ela tenha bordas e cantos arredondados que conferem uma aparência moderna ao assento do veículo por um lado, e também, por outro lado, reduz o risco de ferimento em pessoas que estejam sentadas no assento, tal como, por exemplo, de cortes devido às bordas e aos cantos afiados.
Em uma modalidade preferida do assento do veículo, a estrutura de base é projetada na forma de uma concha de assento de material plástico que é fechada pelo menos em parte e que pode ter aberturas através das quais a água é capaz de escoar. Uma concha de assento desse tipo forma a moldura sobre a qual o tecido do tipo tela é esticado. O projeto da estrutura de base na forma de uma concha de assento é vantajoso em muitos aspectos. Desta forma, é possível que as conchas de assento sejam fabricadas de maneira rápida e com baixo custo. Dependendo dos requisitos, o material, a espessura do material, a forma e outros parâmetros podem ser adaptados. Durante o uso, o projeto do assento de veículo de acordo com a invenção com uma concha de assento confere a vantagem de que dessa maneira, a lateral do tecido do tipo tela que está de costas para a pessoa sentada no assento do veículo é protegida conta a poeira e a umidade. Desta forma, por exemplo, a água pulverizada é mantida longe do tecido do tipo tela e então, a difusão da umidade através do tecido do tipo tela para a pessoa sentada no assento do veículo é prevenida.
É vantajoso que a concha de assento seja produzida a partir de material plástico. Outros materiais, tal como, por exemplo, metal em folha, no entanto, são possíveis também. Em contraste com outros materiais, o material plástico tem a vantagem de ser possível para que as conchas de assento sejam produzidas a partir de material plástico de uma maneira simples e com baixo custo.
Os custos de material em um caso normal são relativamente mais baixos do que no caso de estruturas comparáveis de metal. As conchas de assento de material plástico conferem a vantagem adicional de que, embora tendo uma estabilidade comparável, elas são significativamente mais leves do que as conchas de assento de metal, e isso é vantajoso no caso do peso geral relativamente baixo dos veículos de recreação e da baixa potência do motor desses. Além disso, a resistência às intempéries do material plástico é vantajosa.
A utilização de conchas de assentos implica no risco de que a umidade irá acumular nas depressões. Por meio de exemplo, a água da chuva passando através do tecido do tipo tela pode acumular na concha de assento. A fim de prevenir isso, a concha de assento do veículo tem preferivelmente aberturas através das quais a água pode escoar.
Em uma modalidade preferida adicional do assento de veículo, a estrutura de base é projetada na forma de uma moldura tubular. Essa moldura tubular se estende preferencialmente ao longo das bordas do assento. Isso é preferencialmente para que ela seja fabricada a partir de tubos metálicos que são flexionados e conectados uns com os outros de tal maneira que eles assumem a forma externa do assento de veículo. Outros materiais, tal como material plástico, no entanto, são também possíveis. Exceto pelo componente da braçadeira frontal e do componente da braçadeira delimitadora superior, é preferível que a moldura tubular não tenha componentes da braçadeira adicionais na região do assento ou na região traseira. Os componentes da braçadeira desse tipo, no entanto, podem ser utilizados também para garantir a estabilidade adequada, por exemplo, no caso em que particularmente os tubos finos são utilizados para os tubos de fronteira lateral e/ou superior e/ou frontal. Neste caso, os componentes da braçadeira podem ser do mesmo material que as bordas das molduras externas ou de materiais diferentes. Os componentes da braçadeira podem assumir qualquer geometria da seção transversal adequada. São preferíveis as seções transversais redondas, triangulares, em forma de U ou em forma de L, mas as seções transversais retangulares, hexagonais ou outras seções transversais são possíveis também. É preferível que os componentes da braçadeira se estendam na direção em relação à largura entre as bordas laterais da moldura tubular. No entanto, outras orientações são possíveis também. Por meio de exemplo, os componentes de braçadeira podem se estender obliquamente sobre os planos formando o encosto ou a face do assento. Neste caso, é possível também que uma pluralidade de componentes da braçadeira se cruze.
Um projeto da estrutura de base na forma de uma moldura tubular tem a vantagem de que o requisito material é reduzido quando comparado com as conchas de assento. Desta forma, as economias em termos de custos e de peso são possíveis. Além disso, a possibilidade de que artigos ou que líquidos se acumulem entre o tecido do tipo tela e a concha do assento é prevenida. Uma vantagem adicional é que a lateral do tecido do tipo tela com as costas voltadas para a pessoa sentada no assento do veículo é mais facilmente acessível para o ar ao redor e então o ar, a umidade e o calor podem ser removidos através do tecido de uma maneira aperfeiçoada.
Quando uma moldura tubular é utilizada como uma
estrutura de base, é adicionalmente vantajoso se a moldura tubular é rodeada pelo menos em parte pelas regiões de bordas arredondadas costuradas do tecido do tipo tela. Com essa possibilidade muito simples de juntar a moldura tubular e o tecido do tipo tela, as partes da moldura tubular são passadas através das regiões das bordas do tecido do tipo tela que são juntadas nelas mesmas na forma de um laço. A fim de formar as juntas do tipo laço, as bordas do tecido do tipo tela podem ser dobradas para dentro, por exemplo, e podem ser juntadas costurando as regiões do tecido do tipo tela que estão, assim, situadas sobre elas. Tal como a costura, outras possibilidades de junção são possíveis também. Por meio de exemplo, as regiões das bordas podem ser modeladas para formar laços por adesão, apertando, por soldagem térmica ou similar. Nenhum elemento de fixação adicional é necessário quando se juntar a moldura tubular e o tecido do tipo tela por meio de laços desse tipo, de modo que uma junção muito simples e barata é possível. Além disso, com esse tipo de junção, é possível, de uma maneira muito simples, que as regiões nas quais um grau relativamente alto de tensão está presente, que sejam produzidas no tecido do tipo tela pelo posicionamento das juntas do tipo laço. Consequentemente, seria possível, por exemplo, que a zona do tecido do tipo tela na qual a região lombar da pessoa sentada no assento do veículo está situada, seja estabilizada adicionalmente.
A fim de combinar as vantagens tanto de uma concha de assento como de uma moldura tubular, é provido em uma modalidade preferida do assento de veiculo que a moldura tubular é capaz de ser inserida em uma concha de assento. Desta forma, a simples junção entre o tecido do tipo tela e a moldura tubular pode ser combinada com as vantagens de uma concha de assento.
Uma variável preferida adicional do projeto da estrutura de base do assento do veiculo provê que a estrutura de base é projetada na forma de elementos laterais preferencialmente de material plástico que são espaçados para longe uns dos outros por pelo menos um componente do espaçador. Neste caso, os elementos laterais são projetados preferencialmente em uma forma em L, a fim de que eles possam assumir a forma desejada ao assento do veiculo. Neste caso, o braço mais longo da forma em L forma o encosto. No entanto, outros projetos são também possíveis, nos quais um encosto muito curto é pretendido para apoiar somente a região lombar da pessoa sentada no assento do veículo, e isso permite uma redução significativa do peso geral do veículo de recreação. Neste caso, os braços dos elementos laterais em forma de L não precisam necessariamente formar ângulos de 90°, mas podem formar ângulos entre 60° e 150°. É preferível que os braços sejam projetados de tal maneira que a região em que os braços se encontram seja arqueada, a fim de que após ser coberta com o tecido do tipo tela, essa região apóie a região posterior da pessoa sentada no assento do veículo.
Os componentes dos espaçadores dispostos entre os elementos laterais são dispostos preferencialmente nas regiões do assento do veículo que estão sujeitos a um esforço em particular, a fim de garantir estabilidade suficiente lá. É preferível que pelo menos um componente do espaçador esteja presente na parte do assento e que pelo menos um componente do espaçador esteja presente no encosto do assento do veiculo. Nenhum componente de espaçador é disposto preferencialmente na região posterior, pois por conta do esforço particularmente alto, seria possível que o tecido do tipo tela seja esticado lá de tal maneira que a pessoa sentada no assento do veículo entraria em contato com o componente do espaçador, e isso iria reduzir o conforto do assento. Se os componentes dos espaçadores são necessários nesta região, eles são fabricados preferencialmente arqueados na extensão longitudinal deste, de tal maneira que seja improvável que uma pessoa sentada no assento do veículo entre em contato com eles.
Neste caso, os componentes dos espaçadores podem ser do mesmo material que os elementos laterais exteriores ou de um material diferente. Os componentes dos espaçadores têm, preferencialmente, geometrias de seções transversais redondas, triangulares, em forma de U ou em forma de L, mas outras geometrias de seções transversais retangulares, hexagonais são também possíveis. É preferível que os componentes de braçadeiras se estendam na direção em relação à largura entre as bordas laterais da moldura tubular. No entanto, outras orientações são possíveis também. Por meio de exemplo, os componentes de braçadeiras podem estender de forma oblíqua sobre os planos formando o encosto ou a face do assento. Neste caso, é possível também que uma pluralidade de componentes da braçadeira se cruze.
De uma maneira similar a uma moldura tubular, a modalidade com os elementos laterais espaçados para longe uns dos out ros pelos componentes dos espaçadores confere as vantagens de que a possibilidade dos artigos ou dos líquidos que acumulando entre o tecido do tipo tela e a concha do assento seja prevenida, bem como a acessibilidade fácil da lateral do tecido do tipo tela voltado para longe da pessoa sentada no assento do veículo ao ar que circunda e a remoção aperfeiçoada associada de ar, de umidade e de calor. Além disso, uma dita variável de projeto simplifica a cobertura do tecido do tipo tela. O tecido pode ser juntado aos elementos laterais sem esforço e pode ser definido, subseqüentemente, para o esforço desejado pela introdução dos componentes dos espaçadores.
Em um assento de veiculo de acordo com a invenção, é vantajoso que os elementos laterais e/ou pelo menos um componente do espaçador seja produzido a partir de material plástico. Desta maneira, é possível que os elementos laterais sejam produzidos de uma maneira simples e vantajosa em grandes números de peças, e para que a estabilidade necessária seja provida ao mesmo tempo como um baixo peso.
O tecido do tipo tela é projetado de forma vantajosa na forma de um tecido de malha larga no qual uma fita de tecido está a uma distância de mais do que 2 mm da próxima fita paralela em pelo menos uma direção. Essa modalidade garante que, por um lado, o tecido do tipo tela seja grosso o suficiente para suportar o esforço por pressão que ocorre durante a utilização do assento do veículo. Por outro lado, esse projeto de malha larga garante que ar, umidade e calor possam passar através do tecido. Dependendo do material utilizado, é possível que as distâncias adicionais sejam necessárias entre as fitas individuais do tecido a fim de permitir que a água da chuva, por exemplo, escoe para fora completamente. Neste contexto, os tecidos do tipo tela devem ser considerados como significando não somente os materiais têxteis tecidos. Os tecidos do tipo tela são prováveis de serem considerados como sendo quaisquer compostos de fibras que são juntados uns com os outros de uma maneira desejada, a fim de que eles possam cobrir a área delimitada pela estrutura de base do assento do veículo. É possível também, por exemplo, que os fios individuais sejam esticados como a face do assento entre a estrutura de base, de tal maneira que eles não são juntados uns com os outros, são juntados somente de forma frouxa ou são juntados somente separadamente. Da mesma maneira, as fitas com nós de fibras são também possíveis as quais, por exemplo, formam espaços quadrados ou, em particular, espaços intermediários hexagonais.
Da mesma maneira, é possível que o tecido do tipo tela seja produzido com uma pluralidade de camadas. Consequentemente, as diferentes características dos materiais de várias camadas do tecido podem ser combinadas. Desta forma, é possível, por exemplo, que as regiões específicas do assento do veículo sejam estabilizadas de uma maneira particular por um projeto de camada múltipla do tecido do tipo tela, por exemplo. Da mesma maneira, é possível, por exemplo, que uma das camadas seja de um material estofado. Uma espuma cortada de célula aberta ou qualquer outro material estofado adequado poderia ser utilizado, por exemplo, como o material estofado desse tipo. Como resultado desse projeto, é possível que as regiões específicas do assento do veículo sejam estofadas de uma maneira particular e, então, para que o conforto ao sentar seja aumentado. Por meio de exemplo, a face do assento e/ou a região lombar podem ser feitas da forma mais confortável consequentemente. Um comportamento apropriado mais macio, uma melhor distribuição de pressão e possivelmente também aeração aperfeiçoada podem ser alcançadas dessa maneira. A fim de prevenir que as camadas individuais
escorreguem com relação umas com as outras, no caso de um projeto de camada múltipla do tecido do tipo tela, as camadas podem ser unidas umas nas outras de uma maneira plana ou em relação aos pontos.
Isso é possível, por exemplo, por costura e/ou soldagem. Da mesma maneira, é possível que as camadas do tecido individual sejam fixadas juntas ou separadamente na estrutura da moldura do assento do veículo. Os métodos individuais para fixar o tecido do tipo tela na estrutura da moldura do assento do veículo estão descritos em maior detalhe abaixo. Todos esses métodos são, portanto, capazes de serem empregados mesmo no caso de um projeto de camada múltipla do tecido do tipo tela.
Uma modalidade preferida do assento do veículo é caracterizada em que o tecido do tipo tela compreende fibras naturais, tais como, lã, algodão, seda, borracha ou similares e/ou o tecido do tipo tela compreende fibras artificiais orgânicas ou inorgânicas, tais como poliéster, poliamida, poliacrilonitrila, poliiamida, polietileno, polipropileno, politetrafluoroetileno, poliuretano,
aramida, fibras de vidro, fibras de basalto, fibras de carbono ou similares e/ou o tecido do tipo tela compreende pelo menos uma fibra metálica, tal como um fio metálico. Neste caso, as fibras de aramida podem agir como fibras de proteção de corte. As substâncias de ambas as fibras naturais e das fibras artificiais orgânicas ou inorgânicas são generalizadas e são relativamente favoráveis. Dependendo da sua natureza e preparação, elas são altamente resilientes. Neste caso, as fibras artificiais têm a vantagem quando comparadas com as fibras naturais que suas características podem ser influenciadas pelo método de produção e que precisamente definem as características materiais que são capazes de ser alcançadas. Pela seleção e/ou pela combinação de fibras artificiais que são adaptadas aos requisitos atuais, um projeto barato e fácil do tecido do tipo tela é possível. As combinações de fibras artificiais orgânicas ou inorgânicas com fibras naturais são também possíveis. Além disso, fibras metálicas tais como, por exemplo, um fio de metal bem como combinações destas com outras fibras são possíveis também. Quando comparado com fibras artificiais orgânicas ou inorgânicas mais intensamente extensíveis e com fibras naturais, um projeto deste tipo tem menos conforto ao sentar, mas tem a vantagem de uma durabilidade muito boa e de resistência ao tempo que é utilizada também, por exemplo, no caso de bancos de parques e de assentos em paradas de ônibus, de trem e de ferrovias urbanas.
É vantajoso que o tecido do tipo tela seja juntado na estrutura de base por meio de protuberâncias, no caso em que é preferível que as protuberâncias a serem projetadas na forma de pinos, ganchos, ilhoses, agulhas ou pregos. Neste caso, as protuberâncias são juntadas preferencialmente na estrutura de base de uma maneira fixa. Os interespaços na estrutura do tecido do tipo tela tornam possíveis que os elementos de fixação na forma de protuberâncias sejam passadas através do tecido do tipo tela de uma maneira simples e para que esse segundo seja fixado na estrutura de base desta forma e mantida ao mesmo tempo com o tensionamento desejado. É preferível que os elementos de fixação sejam protuberâncias que são projetadas na forma de pinos, ganchos, ilhoses, agulhas ou pregos. Essas protuberâncias podem ser juntadas na estrutura de base antes da aplicação do tecido do tipo tela ou podem ser utilizadas somente após a aplicação do tecido do tipo tela. É possível, por exemplo, que o tecido do tipo tela seja produzido enquanto as protuberâncias são incorporadas e que os fios de fibras nas regiões das bordas sejam passadas através dos ilhoses dispostos na estrutura de base ou ao redor dos pinos ou dos ganchos. Além disso, é possível que o tecido seja fabricado separadamente e subseqüentemente seja esticado sobre a moldura. Ele pode ser então fixado a esse segundo por meio de pinos ou de pregos, por exemplo. Uma possibilidade simples consiste em apertar por meio de grampos que são introduzidos através do tecido na estrutura de base por meio de um grampeador, também um grampeador martelo ou um grampeador elétrico. Foi igualmente descoberto como sendo uma possibilidade vantajosa que o tecido pode ser esticado também por meio de pinos ou de ganchos já conectados na estrutura de base e é juntado na estrutura de base quando baixado sobre os pinos ou sobre os ganchos. Devido às malhas relativamente grandes do tecido do tipo tela, isso pode ser particularmente simples. Em alguns casos especiais das fibras artificiais, a adesão ou a soldagem (por exemplo, por meio de ultrassom) do tecido do tipo tela na estrutura de base é possível. No caso de um tecido metálico, a soldagem é possível também, dependendo da estrutura de base.
Uma variante adicional vantajosa da junção entre o tecido do tipo tela e a estrutura de base consiste em que o tecido do tipo tela é projetado na forma de uma mangueira ou de meia que é pressionada pelo menos em parte sobre a estrutura de base. Consequentemente, é possível que os elementos de fixação sejam substancialmente evitados. É necessário somente prevenir que a mangueira ou a meia que é pressionada através da estrutura de base escorregue.
Em uma modalidade preferida adicional, o tecido tipo tela é juntado nas bordas diretamente ou indiretamente para pelo menos uma vara preferivelmente flexível com uma seção transversal redonda, que é capaz de ser inserido em pelo menos um canal guia disposto na estrutura de base. O canal guia tem preferencialmente uma abertura que se 10
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estende ao longo da direção longitudinal desta e a largura da qual está limitada pelos elementos perfilados. Neste caso, a largura da abertura é selecionada para ser de modo que, apesar do tecido do tipo tela poder passar através dela, a vara não pode. Desta forma, a vara e, assim, também o tecido do tipo tela juntados nela são fixados no canal guia e o tecido do tipo tela agindo como a face do assento ou do encosto é mantido tensionado. Em uma variante flexível, é preferível que a vara seja pressionada através de uma abertura na região frontal da estrutura de base no canal guia de tal maneira que o tecido do tipo tela juntado a ele possa emergir para fora da abertura do tipo fenda que se estende ao longo da extensão longitudinal do canal guia. É possível, portanto, que o canal guia primeiro seja fabricado com uma abertura larga ao longo da extensão longitudinal deste e que a abertura seja estreitada mais tarde, após a inserção da vara e assim, também, o tecido do tipo tela seja juntado a ele, pela inserção dos elementos perfilados, na medida em que a vara não pode emergir através dessa abertura e assim, para que o tecido do tipo tela seja mantido de uma maneira permanente com o tensionamento desejado. Nesta variante, não é absolutamente necessário que a vara seja flexível. A vara pode ser modelada de tal maneira que seja capaz de ser inserida sem ainda se modelar no canal guia.
Uma modalidade preferida é, portanto, caracterizada em que o tecido do tipo tela circunda a vara pelo menos localmente e emerge para fora do canal guia através de uma abertura que se estende pelo menos localmente ao longo da direção longitudinal do canal guia e que é definida na largura do intervalo pelos elementos perfilados. É preferível que o tecido do tipo tela seja passado ao redor da vara e que seja costurado nela, de modo
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30 que um laço seja formado que pode receber a vara. A fim de cobrir a estrutura de base com o tecido do tipo tela, a vara é inserida no laço do tecido do tipo tela e a vara e o tecido do tipo tela sejam introduzidos de forma unida no canal guia. É preferível que isso seja executado de tal maneira que o tecido do tipo tela possa emergir através da abertura definida pelos elementos perfilados e tenha o tensionamento desejado.
Em uma modalidade preferida adicional, o tecido do tipo tela é juntado a pelo menos uma cinta de fixação que circunda a vara pelo menos localmente e que emerge para fora do canal guia através de uma abertura que se estende pelo menos localmente ao longo da direção longitudinal do canal guia e que é definida na largura do intervalo pelos elementos perfilados. Isso tem a vantagem de que materiais diferentes podem ser utilizados para a cinta de fixação além do tecido do tipo tela. É então possível que as forças que ocorrem durante a emersão para fora do canal guia através da abertura definida pelos elementos perfilados não aja sobre os feixes de fibras com trama larga do tecido do tipo tela, mas sobre a cinta de fixação. A placa de fixação é então fabricada preferencialmente a partir de um material muito difícil de desgastar. Esses podem ser, por exemplo, couro ou um tecido de fibras artificiais ou naturais.
Em uma modalidade preferida adicional, o tecido do tipo tela tem zonas nas quais é mais extensível na di reção longitudinal e/ou na direção em relação à largura do que em outras zonas. Consequentemente, é possível, por exemplo, que uma zona média seja fabricada um tanto quanto mais extensível na direção longitudinal do que as regiões da borda, e isso garante uma estabilidade aperfeiçoada para a pessoa que está sentada no assento do veículo. Da mesma maneira, um aperfeiçoamento no conforto ao sentar é possível pela diferenciação da extensibilidade na direção em relação à largura. Consequentemente, o tensionamento do tecido do tipo tela pode ser ajustado por características anatômicas e, por exemplo, a região lombar da pessoa sentada no assento do veículo pode ser sustentada por um tensionamento maior do tecido do tipo tela nesta região.
As vantagens adicionais, os objetivos e as propriedades da presente invenção são explicados com referência à seguinte descrição dos desenhos que acompanham, os quais os assentos do veículo de acordo com a invenção para veículos de recreação motorizados abertos ou semi-abertos são ilustrados por meio de exemplos. Neste caso, os componentes do assento do veículo para veículos de recreação motorizados abertos ou semi-abertos, que nas figuras correspondem pelo menos substancialmente na sua função, podem ser projetados com os mesmos números de referência, sendo desnecessário que esses componentes sejam numerados e explicados em todas as figuras. Nos desenhos,
A Figura 1 é uma ilustração em perspectiva de uma estrutura de base projetada na forma de uma moldura tubular;
A Figura 2 é uma ilustração em perspectiva de uma moldura tubular coberta com um tecido do tipo tela;
A Figura 3 é uma ilustração em perspectiva de uma estrutura de base projetada na forma de uma concha do assento;
A Figura 4 é uma ilustração em perspectiva de uma concha do assento coberta com um tecido do tipo tela;
A Figura 5 é uma ilustração em perspectiva de uma estrutura de base que é projetada na forma de elementos laterais separados entre si por dois componentes de espaçadores;
A Figura 6 é uma ilustração em perspectiva da estrutura de base conforme mostrado na Figura 5 coberta com um tecido do tipo tela;
A Figura 7 é uma ilustração em perspectiva da estrutura de base que é projetada na forma de elementos laterais separados entre si por dois componentes de espaçadores, e uma ilustração diagramática de um tecido do tipo tela projetado sob a forma de uma mangueira;
A Figura 8 é uma vista frontal diagramática de um tecido do tipo tela fixado na estrutura de base por meio de grampos e com (à direita) e sem (à esquerda) uma cobertura dos elementos de fixação;
A Figura 9 é uma ilustração diagramática de uma fixação do tecido do tipo tela por meio de um gancho disposto na estrutura de base;
A Figura 10 é uma ilustração diagramática cortada de um assento de veiculo no qual o tecido do tipo tela é projetado na forma de porções - se estendendo em paralelo - de um fio guiado ao redor de protuberâncias;
A Figura 11 é uma ilustração diagramática da junção entre o tecido do tipo tela e a estrutura de base costurando ao redor de uma vara com o tecido do tipo tela; e
A Figura 12 é uma ilustração diagramática da junção entre o tecido do tipo tela e a estrutura de base costurando o tecido do tipo tela com uma placa de fixação conectada a uma vara flexível.
Uma estrutura de base 2 projetada na forma de uma moldura tubular 1 é mostrada em uma ilustração em perspectiva na Figura 1. Ela compreende uma moldura 3 na qual por sua vez pode ser formada a partir de elementos de moldura individuais. Além disso, a estrutura de base 2 tem uma parte da base 4 que ainda estabiliza a moldura 3 e permite a conexão do veículo (não mostrada). A Figura 2 é uma ilustração em perspectiva de uma moldura tubular 1 coberta com um tecido do tipo tela 5. Um assento de veiculo 6 desse tipo tem uma parte do assento 7 e um encosto 8 que são formados em uma única peça.
Consequentemente, ele pode ser construído de uma maneira particularmente leve e simples. A junção entre a moldura tubular Ieo tecido do tipo tela 5 pode ser executada de tal maneira que os elementos de moldura individuais são inseridos nos laços que são formados no tecido do tipo tela 5 costurando ao redor da região da borda desse segundo.
Uma estrutura de base 2 projetada na forma de uma concha do assento é mostrada em uma ilustração em perspectiva na Figura 3. Ela compreende meramente uma concha do assento 9 que pode receber o tecido do tipo tela ou sobre a qual o tecido do tipo tela pode ser esticada. Meios (não visíveis nesta vista) para conectar a concha do assento 9 ao veículo são dispostos no lado inferior. Ao redor da região inferior a concha do assento 9 pode ter aberturas através das quais água pode escoar para fora. É opcionalmente possível também que os canais de drenagem, que descarregam a água lateralmente para fora da concha do assento, se estendam na área de base, a fim de que o aparelho para conectar a concha do assento 9 ao veículo não possa estar sujeito à umidade em um grau elevado. A Figura 4 é uma ilustração em perspectiva de
uma concha do assento 9 coberta com um tecido do tipo tela 5. Apesar do seu peso baixo, um assento do veículo 6 desse tipo é relativamente robusto e ele protege a área de trás 8 da pessoa sentada no assento do veículo 6. Desta maneira, poeira e água da chuva, por exemplo, não podem passar pelo tecido do tipo tela 5 pela parte de trás ou passar através do tecido do tipo tela 5 por trás da pessoa.
A Figura 5 é uma ilustração em perspectiva de uma estrutura de base 2 que é projetada na forma de elementos laterais 11 separados entre si por dois componentes de espaçadores 10. Neste caso, um dos dois componentes de espaçadores 10 é projetado ao mesmo tempo na forma de uma parte de base.
A Figura 6 é uma ilustração em perspectiva da estrutura de base 2 mostrada na Figura 5 coberta com um tecido do tipo tela 5. Um assento do veiculo 6 desse tipo é obviamente mais leve do que o projeto com uma concha do assento. Por conta dos elementos laterais 11 que são mais estáveis quando comparados com uma moldura tubular e que são fabricados reforçados, um assento do veiculo 6 desse tipo é particularmente vantajoso com relação à despesa e ao custo de materiais. A Figura 7 é uma ilustração em perspectiva de uma
estrutura de base 2 que é projetada na forma de elementos laterais 11 separados entre si por um componente espaçador 10, e uma ilustração diagramática de um tecido do tipo tela projetado na forma de uma mangueira. O tecido do tipo tela 5 mostrado à esquerda dessa ilustração e projetado na forma de uma mangueira é projetada em termos do diâmetro da mangueira de tal maneira que ela pode ser puxada para sobre a estrutura de base 2 mostrada à direita na Figura 7. Consequentemente, a fixação adicional do tecido do tipo tela 5 não é necessária ou é necessária somente em termos de ponto. É vantajoso para o tecido do tipo tela 5 ser trazido sobre a estrutura de base 2 e projetado na forma de uma mangueira meramente para evitar que escorregue na di reção longitudinal. Isso pode ser executado por junções na moldura ou costurando as aberturas.
A Figura 8 é uma vista frontal diagramática de um tecido do tipo tela 5 fixado na estrutura de base 2 por meio de grampos 12 e com (à direita) e sem (à esquerda) uma cobertura 13 dos elementos de fixação. As protuberâncias 12 projetadas neste caso especial na forma de grampos 12 são utilizados para segurar o tecido do tipo tela 5 na estrutura de base 2 e ao mesmo tempo para prevenir que ele escorregue. No caso em que os grampos são utilizados, as protuberâncias 12 utilizadas para fixar o tecido do tipo tela 5 são engastadas quase totalmente na estrutura de base 2. Outras variantes tais como pregos, ganchos e ilhoses se projetam em parte para um grau significativo para fora da estrutura de base 2. A fim de proteger a pessoa sentada no assento do veiculo 6 contra ferimentos no caso de um contato indesejado com as protuberâncias 12 e a fim de dar o assento do veiculo 6 uma aparência visual mais atraente, as protuberâncias 12 são protegidas por uma cobertura 13. A Figura 9 é uma ilustração diagramática de uma
fixação do tecido do tipo tela 5 por meio de um gancho 12 disposto na estrutura de base 2. A protuberância 12 projetada neste caso na forma de um gancho é conectada na estrutura de base 2 de uma maneira fixa. 0 tecido do tipo tela 5 é esticado e o gancho 12 é inserido nos espaços intermediários entre fios individuais das fibras no tecido do tipo tela 5. Desta maneira, o tecido tipo tela 5 é fixado em uma posição esticada na estrutura de base 2. Os ganchos 12 podem ser protegidos por coberturas 13, conforme mostrado na Figura 8.
A Figura 10 é uma ilustração diagramática cortada de um assento de veiculo 6, no qual o tecido do tipo tela 5 é projetado na forma de porções - estendendo em paralelo - de um fio 15 guiado ao redor das protuberâncias 12. Neste caso também é possível que as protuberâncias 12 sejam protegidas por coberturas 13, conforme mostrado na Figura 8. Nesta modalidade, o fio 15 é passado ao redor das protuberâncias 12 de tal maneira a formar um grande número de porções 14 que se estende em paralelo e que formam uma face de contato possível com uma pessoa sentada no assento. É também possível, é claro, que o fio ou fios adicionais seja guiado adicionalmente ao redor das protuberâncias e que as porções 14 que não se estendem em paralelo ao primeiro fio devem ser formadas. Por meio de exemplo, os fios das fibras 15 podem se estender entre si em um ângulo direito ou podem estar em um ângulo diferente em relação uns com os outros, de modo que os espaços intermediários formados por esses fios de fibras 15 representam figuras geométricas diferentes, tais como, por exemplo, paralelogramos ou hexágonos.
A Figura 11 é uma ilustração diagramática da junção entre o tecido do tipo tela 5 e a estrutura de base 2 costurando ao redor de uma vara flexível 16 com o tecido do tipo tela 5. 0 tecido do tipo tela 5 é disposto ao redor da vara flexível 16 e, consequentemente, está conectado nela. A vara 16 e então, também partes do tecido do tipo tela 5 estão situados em um canal guia 17. A vara 16 é presa por tiras perfiladas 18 no canal guia 17 e não pode emergir através da abertura situada entre as tiras perfiladas 18. É provido, no entanto, que o tecido do tipo tela 5 emerge entre as tiras perfiladas 18 e cobre a face do assento.
Uma ilustração diagramática da junção entre o tecido do tipo tela 5 e a estrutura de base 2 costurando o tecido do tipo tela 5 com uma placa de fixação 19 conectada na vara flexível 16 é mostrada na Figura 12. 0 princípio é similar aquele mostrado na Figura 11. Nesta modalidade também, a vara 16 é presa por tiras perfiladas 18 no canal guia 17. Contrastando com a modalidade mostrada na Figura 11, no entanto, a vara 16 não está diretamente conectada ao tecido do tipo tela 5, mas a vara 16 é circundada pelo menos localmente pelo menos por pelo menos uma cinta de fixação 19 que está conectada por sua vez ao tecido do tipo tela 5. A natureza da junção pode ser costura, por exemplo.
Todos os aspectos revelados nos documentos do pedido são reivindicados como sendo essenciais para a invenção, na medida em que eles têm novidade tanto individualmente como em combinação quando comparados com a técnica anterior.
Lista de Referências 1 moldura tubular
2 estrutura de base
3 moldura
4 parte da base
tecido do tipo tela 6 assento do veiculo
7 parte do assento
8 encosto
9 concha do assento
componente do espaçador 11 elemento lateral
12 protuberância / grampo
13 cobertura
14 porção
fio
16 vara flexível
17 canal guia
18 tira perfilada
19 cinta de fixação

Claims (14)

1. Assento do veiculo (6) para veículos de recreação motorizados abertos ou semi-abertos, tais como, cortadores de grama com assento, carrinhos de golfe, buggies ou similares, nos quais uma parte do assento (7) e um encosto (8) são formados juntos em uma única peça, em que a parte do assento (7) e o encosto (8) têm uma estrutura de base comum (2) e pelo menos um tecido do tipo tela (5) esticados sobre o segundo e o tecido do tipo tela (5) é formado como uma face de contato possível para uma pessoa que está sentada no assento do veículo (6), caracterizado pelo fato de que o tecido do tipo tela (5) é a prova de intempéries e é projetada de tal maneira que é mais extensível em uma direção longitudinal do assento do veículo (6) do que em uma direção em relação à largura do assento do veículo (6).
2 Assento do veículo (6), de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a estrutura de base (2) é projetada na forma de uma concha de assento (9) de material plástico que é fechado pelo menos em parte e que pode ter aberturas através das quais a água é capaz de escoar para fora.
3. Assento do veículo (6), de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a estrutura de base (2) é projetada na forma de uma moldura tubular (1).
4. Assento do veículo (6), de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que a moldura tubular (1) é rodeada pelo menos em parte por regiões de bordas arredondadas costuradas do tecido do tipo tela (5).
5. Assento do veículo (6), de acordo com a reivindicação 3 ou 4, caracterizado pelo fato de que a moldura tubular (1) é capaz de ser inserida em uma concha do assento (9).
6. Assento do veículo (6), de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a estrutura de base (2) é projetada na forma de elementos laterais (11) preferencialmente de material plástico que são espaçados uns dos outros por pelo menos um componente de espaçador (10).
7. Assento do veículo (6), de acordo com qualquer uma das reivindicações 1, 2, 3, 4, 5 ou 6, caracterizado pelo fato de que o tecido do tipo tela (5) é projetado na forma de um tecido de malha larga (5) no qual um feixe de tecido (15) está a uma distância de mais do que 2 mm do próximo feixe de tecido paralelo (15) em pelo menos uma direção.
8. Assento do veículo (6), de acordo com qualquer uma das reivindicações 1, 2, 3, 4, 5, 6 ou 7, carac-berizado pelo fato de que o tecido do tipo tela (5) compreende fibras naturais, tais como lã, algodão, seda, borracha ou similar e/ou o tecido do tipo tela (5) compreende fibras artificiais orgânicas ou inorgânicas, tais como poliéster, poliamida, poliacrilonitrila, poliimida, polietileno, polipropileno, politetrafluoroetileno, poliuretano, aramida, fibras de vidro, fibras de basalto, fibras de carbono ou similares e/ou o tecido do tipo tela (5) compreende pelo menos uma fibra metálica tal como um fio metálico.
9. Assento do veículo (6), de acordo com qualquer uma das reivindicações 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 ou 8, caracterizado pelo fato de que o tecido do tipo tela (5) é juntado na estrutura de base (2) por meio de protuberâncias (12), em que as protuberâncias (12) são projetadas preferencialmente na forma de pinos, ganchos, ilhoses, agulhas ou pregos.
10. Assento do veículo (6), de acordo com qualquer uma das reivindicações 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 ou 9, caracterizado pelo fato de que o tecido do tipo tela (5) é projetado na forma de uma mangueira ou meia que é pressionada pelo menos em parte sobre a estrutura de base (2) .
11. Assento do veículo (6), de acordo com qualquer uma das reivindicações 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 ou 10, caracterizado pelo fato de que o tecido do tipo tela (5) é juntado nas bordas direta ou indiretamente em uma vara preferencialmente flexível (16) com uma seção transversal preferencialmente redonda, que é capaz de ser inserida dentro de pelo menos um canal guia (17) disposto na estrutura de base (2).
12. Assento do veículo (6) ,___de___acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que o tecido do tipo tela (5) circunda a vara flexível (16) pelo menos localmente e emerge para fora do canal guia (17) através de uma abertura que se estende pelo menos localmente ao longo da direção longitudinal do canal guia (17) e que é definida na largura do intervalo por elementos perfilados (18).
13. Assento do veículo (6), de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que o tecido do tipo tela (5) é juntado em pelo menos uma cinta de fixação (19) que circunda a vara flexível (16) pelo menos localmente e que emerge para fora do canal guia (17) através de uma abertura que se estende pelo menos localmente ao longo da direção longitudinal do canal guia (17) e que é definida na largura do intervalo por elementos perfilados (18).
14. Assento do veiculo (6), de acordo com qualquer uma das reivindicações 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9,10, 11, 12 ou 13, caracterizado pelo fato de que o tecido do tipo tela (5) tem zonas nas quais é mais extensível na direção longitudinal e/ou na direção em relação à largura do que em outras zonas.
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