BRPI1102190A2 - aparelho para amortecer vibração - Google Patents
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Abstract
APARELHO PARA AMORTECER VIBRAçãO. A presente invenção refere-se a um aparelho e método para amortecer vibrações dentro de um objeto físico que é sujeito à vibração, tal como, por exemplo, um estribo de vagão de trem. Em uma versão, um invólucro é substancialmente preenchido com um material visco-elástico, tal como, por exemplo, borracha granulada que é afixado de forma firme ao objeto físico.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "APARELHO PARA AMORTECER VIBRAÇÃO".
CAMPO DA INVENÇÃO
Esta invenção refere-se em geral a um aparelho e método para amortecer vibrações dentro de objetos físicos sujeitos a vibração, tal como, por exemplo, um estribo de vagão de trem. De acordo com uma versão es- pecífica da invenção, um invólucro é substancialmente preenchido com um material visco-elástico granulado, o invólucro sendo afixado a um objeto físi- co tal como um estribo de vagão de trem.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Um estribo de vagão de trem é utilizado para definir uma passa- gem estreita na lateral ou no teto de um vagão de trem. Tipicamente, os es- tribos são feitos de aço e são montados em um vagão de trem por meio de suportes utilizando parafusos em que cada parafuso de montagem é passa- do através de uma variedade de orifícios de montagem formados através de cada um dos estribos. Porcas são rosqueadas nos parafusos para fixar o acessório entre o estribo e os suportes.
Em um período de uso padrão, os estribos normalmente desgas- tam e falham em locais de conexão entre o estribo e os suportes. O desgas- te e falha nestes pontos de conexão, assim como em outros locais ao longo do estribo, são com freqüência o resultado de dano causado por vibrações que são transferidas do vagão de trem até o estribo por meio de suportes de montagem. Estas vibrações ativam freqüências naturais fundamentais dos estribos, resultando em aumento de tensão em locais de conexão. Outros objetos físicos tendo esquemas de montagem similar podem ser sujeitos a modos de desgaste e falhas similares.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Esta invenção refere-se a um aparelho e método para amortecer vibrações dentro de um objeto físico que está sujeito a cargas vibracionais. De acordo com um aspecto, um invólucro sendo afixado de forma direciona- da e fixa ao objeto físico.
De acordo com pelo menos uma versão, o objeto físico é um es- tribo de vagão de trem, e o material visco-elástíco granulado é borracha de pneu granulada. Contudo, muitos materiais visco-elásticos, incluindo materi- ais a base de polímero granulado também fornecer um excelente resultado para o amortecimento de vibração de um estribo de vagão de trem ou outro tipo de objeto físico.
A invenção também fornece um método para amortecimento de vibrações dentro de um objeto físico, em que o método compreende das e- tapas de: fornecer um invólucro que é preenchido substancialmente com um material visco-eiástico e depois afixado e conecta o invólucro ao objeto físi- co. Em uma versão da invenção, o objeto físico é um estribo de vagão de trem e o material visco-elástico é borracha de pneu granulada. A invenção também fornece um método para amortecer vibrações dentro de um objeto físico, no qual material visco-elástico granulado é posicionado dentro de uma cavidade existente (vazio) de um objeto físico.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Os objetos e características da invenção podem ser melhor en- tendidas com relação às reivindicações e descrições descritas abaixo. Os desenhos não estão necessariamente dimensionados dentro da escala, e geralmente é dada ênfase à ilustração dos princípios da invenção. Dentro dos desenhos, números de referência similares são usados para indicar par- tes similares em todas as várias perspectivas. Diferenças entre partes simila- res podem fazer estas partes similares para ser, cada parte, indicada pelos números de referência diferentes. Partes diferentes são indicadas por núme- ros de referência diferentes.
figura 1 ilustra uma visão em perspectiva superior de um invólu- cro que é substancialmente preenchida com material visco-elástico, de acor- do com um exemplo de modalidade das muitas modalidades da invenção;
figura 2 ilustra uma vista lateral em elevação do invólucro da Fig. 1 como conetado ao estribo do vagão de trem montado sobre o aparelho de teste de vibração.
figura 3 ilustra uma vista em perspectiva inferior do invólucro da Fig. 1 e 2 conforme conectado ao estribo do vagão de trem da figura 2; figura 4 ilustra um gráfico representando a transferência vibra- cional para o estríbo de vagão de trem da figura 2 como uma função da fre- qüência vibracional, mostrada no invólucro e sem o invólucro para compara- ção; e
figuras 5A-5B ilustram várias aplicações da presente invenção em relação a pelo menos uma cavidade localizada dentro de um objeto físi- co.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
A figura 1 ilustra uma primeira modalidade de um aparelho para amortecer vibração. Este aparelho 100 inclui um invólucro 100 que é subs- tancialmente preenchido com um volume de material visco-elástico 120 (também referido como sinônimo "material visco-elástico". Nesta modalida- de, o invólucro 110 é definido por uma superfície inferior (não mostrada) e uma variedade de superfícies laterais 113 (não mostrada na figura 1) que são feitas de liga metálica, tal como folha de metal. Em outras modalidades, o invólucro 110 pode, como alternativa, ser feito de madeira, plástico e/ou outro tipo de material que pode envolver de forma adequada o material vís- coelástico e evitar a migração de umidade para dentro do invólucro 110. As superfícies inferiores e laterais 113 são não-porosas e projetadas para reter o material visco-elástico120 dentro do interior do invólucro 110.
Conforme mostrado, o invólucro 110 inclui uma cavidade única dentro da qual o volume do material visco-elástico granulado 120 é retido. Em outras modalidades, o invólucro 110 pode incluir múltiplas cavidades que podem ser utilizadas cada uma para armazenar material visco-elástico. Co- mo opção, uma tampa ou cobertura 118 pode ser conectada à superfície superior 111 para vedar de totalmente o invólucro 110 de modo a evitar va- zamento do material visco-elástico de dentro do invólucro 110. Mais especi- almente e de acordo come esta modalidade, a tampa 118 é projetada para ser posicionada e adequada à fricção (acunhado) para dentro de uma aber- tura (mostrada) da cavidade interior 116, a qual é localizada ao longo da su- perfície superior 111 do invólucro 110 (conforme mostrado). A tampa 118 funciona como um tampão para vedar a cavidade interior 116. A cavidade interior 116 do invólucro 110 é substancialmente preenchido com o material visco-elástico granulado 120. Observar que ser "substancialmente preenchido" conforme pretendido no presente documento não requer que a cavidade interior 116 seja totalmente preenchida (acondi- cionada) com material visco-elástico, para proporcionar o benefício de amor- tecimento substancial da vibração. Por exemplo, preencher (acondicionar) a cavidade interior 116 com material visco-elástico até pelo menos cerca de 75% de sua capacidade máxima de acondicionamento, fornecerá um amor- tecimento vibracional substanciai. Nesta modalidade especifica, o invólucro 110 é configurado na forma de uma estrutura similar a uma caixa retangular que é preenchida com o material visco-elástico granulado 120. Todo o invó- lucro 110, o qual também é denominado doravante como uma caixa de a- mortecimento 110, pesa aproximadamente 0,77 Kg (1,7 libra).
Neste exemplo de modalidade, o invólucro 110 inclui um meca- nismo de conexão que é projetado para ser conectado ao objeto físico, tal como um estribo de vagão de trem (também referido como "estribo", ou "es- tribo de vagão de trem"). De acordo com esta modalidade, o mecanismo de fixação inclui um conjunto de quatro (4) colchetes rosqueados 112a -112d que estão dispostos em relação ao interior da cavidade 116 e são fornecidos na superfície superior 111. De acordo com esta modalidade, um par de col- chetes rosqueados 112a, 112b que são dispostos ao longo de um lado da abertura e outro par de colchetes rosqueados 112c, 112d são fornecidos em um lado oposto da abertura, tendo o último uma forma retangular de acordo com este exemplo de versão.
Cada um dos colchetes rosqueados 112a-d de acordo com esta modalidade são parafusos rosqueados que são direcionados com a cabeça do parafuso (não mostrado) disposto no lado interior da superfície superior 11 e a posição vertical se estendendo para cima, como mostrado na figura 1. Como mostrado, cada colchete rosqueado 112a-112d é engatado respecti- vãmente e de forma rosqueada a um componente de porca 114a-114d, prendendo cada colchete rosqueados 112a-112d e o componente de porca 114a-114d ao invólucro 110. Na modalidade mostrada, o material visco- elástico 120 é borracha de pneu granulada 120 que pode ser vista através da abertura da superfície superior da cavidade interior 116.
De acordo com este exemplo de modalidade, o mecanismo de fixação é definido pelos parafusos 112a-112d incluindo suas contrapartes de porca 114a-d, as quais são projetadas para manter contato físico direto entre o invólucro 110 e o objeto físico (isto é, estribo de vagão de trem) enquanto que o invólucro 110 é conectado ao objeto físico. Quanto à modalidade mos- trada, as dimensões físicas específicas do invólucro 110 são de 0,0699 m(2,75 polegadas) de altura, 0,1207m(4,75 polegadas) de largura e 0,1204 m(4,74 polegadas) de profundidade. Em outras modalidades, o invólucro 110 pode ser projetado e fabricado separado do mecanismo de conexão, tai co- mo sem as porcas, por exemplo, e/ou ser feito de vários outros tipos de ma- terial e feitos de várias formas e tamanhos, desde que o material visco- granulado possa ser mantido de forma fixa dentro do invólucro 110, enquan- to que o invólucro 110 é afixado ao objeto físico (estribo de trilho).
A figura 2 ilustra uma vista lateral em elevação do invólucro 110 da figura 1 como conectado ao estribo de vagão de trem 210 que é montado no aparelho de teste de vibração 200. Como mostrado, o estribo de vagão de trem 210 é conectado de modo montado no suporte de aparelho de teste de vibração 220 através (4) de suportes de montagem 212a-212d que são localizados para engatar em cada canto da extremidade do estribo.
O invólucro 110 é afixado de forma conectada ao lado inferior do estribo 210 através do mecanismo de conexão para possibilitar o engate en- tre os colchetes rosqueados 112a-112d, Cada componente de respectiva porca 114a-114d, e o próprio estribo 210. O estribo 210 nesta posição mon- tada é disposto entre o invólucro 110 e cada componente de porca 114a- 114d, (Ver figura 1), o qual é engatado deforma rosqueada a cada acessório 112a-112d do invólucro 110.
Observa-se que o material visco-elástico que é armazenado dentro do interior da cavidade 116 não precisa estar em contato direto com o objeto físico. De acordo com a invenção, o invólucro 110 é preenchido subs- tancialmente com material visco-elástico granulado em que o invólucro 110 é posicionado em contato direto com o objeto físico, enquanto o invólucro 110 é afixado de forma fixa ao objeto físico.
O aparelho de teste de vibração 200 é projetado para transferir um espectro de energia vibracional ao estribo 210 por meio dos suportes de montagem 212a-212d. O aparelho de teste de vibração 200 também é proje- tado para medir a energia sendo transferida ao estribo do vagão de trem 210 sob teste. A energia vibracional é transferida ao estribo 210 por meio de con- tato físico direto entre cada um dos (4) cantos das extremidades do estribo 210 e um suporte respectivo de montagem 212a-212d do aparelho de teste de vibração 200. Cada canto da extremidade do estribo 210 é aparafusado (não mostrado) a um respectivo suporte de montagem 212a-212d do apare- lho de teste de vibração 200.
A estrutura de montagem mostrada na figura 2 é um exemplo de uma estrutura típica disposta entre o invólucro 110 da figura 1 e um estribo 210. Deve estar imediatamente claro que outros tipos de estruturas podem ser utilizados. Por exemplo, e em outras estruturas de montagem alternati- vas, uma correia (não mostrada) pode ser utilizada para conectar o invólucro 110, ou outra modalidade do invólucro do estribo 210 ou para outro tipo de objeto físico para o qual a vibração deve ser amortecida. Como opção, os colchetes rosqueados podem ao invés disso, ser usados para conectar a outro objeto intermediário, de modo que um componente de engate de cor- reia (não mostrado), que age como um acessório do invólucro 110 e que facilita a conexão entre o invólucro 110 e a correia (não mostrado).
AA figura 3 ilustra uma vista em perspectiva do invólucro 110 das figuras 1 e 2 conforme é conectada ao lado inferior do estribo do vagão de trem 210 da figura 2 sob teste. Conforme mostrado, o estribo do vagão de trem 210 possui um formato retangular que inclui uma variedade de furos 312a-312c passando através da espessura do estribo do vagão de trem 210. O estribo do vagão de trem 210 mostrado no presente documento é dimen- sionado para ter 0,1816 m (71,5 polegadas) de comprimento e 0,6756 m(26,6 polegadas) de largura. Cada um dos colchetes rosqueados 112a- 112d do invólucro 110 são inseridos para cima e através do respectivo orifí- cio 312a-312c fornecido dentro do estribo 210, enquanto o componente de porca 114a-114d, figura 1, é engatado de forma rosqueada a cada colchete 112a-112d do lado superior (não mostrado nesta vista) do estribo 210. Nesta modalidade, a variedade de orifícios 312a, 312b, 312c dentro do estribo 210 possibilita uma grande variedade de locais aos quais o invólucro 110 pode ser afixado ao estribo 210.
A figura 4 ilustra uma representação gráfica 440 de saída do aparelho de teste vibracional 200 com base na transferência de aceleração vibracional do estribo 210 das figuras 2-3 como uma função de freqüência vibracional daquela aceleração vibracional. O aparelho de teste de vibração 200 transfere a aceleração vibracional para o estribo 210 por meio dos su- portes de montagem 212a~212d.
Conforme mostrado, o gráfico 400 inclui um eixo horizontal 412 e um eixo vertical 414. O eixo horizontal 412 indica valores de freqüência vi- bracional (hertz) de aceleração vibracional (decibéis) sendo transferido para o estribo 210. O eixo vertical 414 indica uma diferença de aceleração vibra- cional como medido em decibéis, entre a energia vibracional de um estribo 210 com um invólucro afixado 110 e energia vibracional de um estribo 210 sem um invólucro afixado 110 (linha tracejada). Observa-se que as medi- ções em decibéis são relativas em referência a um valor de referência, de- nominado como "0" marcado no eixo vertical 414. Cada valor de decibel re- presenta a aceleração vibracional dentro do estribo 210 que é medido em relação ao valor de referência.
Ainda se referindo à figura 4, a aceleração vibracional é correla- cionada à freqüência vibracional, onde a freqüência vibracional é medida dentro da faixa de 10 a 100 Hertz. As quantidades maiores de energia vibra- cional residem dentro dos picos de aceleração vibracional, também referido como picos ressonantes, aparecem estar localizados em valores de freqüên- cia de cerca de 25 hertz, 416a, 416b, e 416c no gráfico 400. Esses picos indicam uma ampiificação da energia vibracional dentro do estribo 210 nes- tas freqüências indicadas 416a-416c.
Como mostrado dentro deste gráfico 440, a conexão do aparelho de amortecimento vibracional 110 para o estribo 210 causa uma redução significativa da amplificação da energia vibracional dentro do estribo 210 em cada uma das freqüências indicadas 416a-416c.
Por exemplo, este gráfico 400 indica uma redução de cerca de 75% da energia vibracional dentro do estribo 210 em cerca de 25 hertz, re- dução de cerca de 80% em cerca de 45 hertz e uma redução de cerca de 90% em cerca de 75 hertz. Os estribos 210 nos vagões de trem falham em locais de afixação entre os estribos 210 e o vagão de trem devido à vibração (ativação) do estribo 210 em freqüências ressonantes causadas por transfe- rência de energia vibracional de um vagão de trem operacional.
De acordo com a invenção, a conexão do aparelho de amorte- cimento vibracional 110 ao estribo 210 reduz substancialmente estas forças vibracionais agindo sobre o estribo em freqüências ressonantes, e como re- sultado, reduz o desgaste e rompimento do estribo 210 nos locais de afixa- ção do vagão de trem e aumenta a vida útil (longevidade) do estribo 210, enquanto é afixado a um vagão de trem operacional.
A figura 5A ilustra outra aplicação da invenção em pelo menos uma cavidade (vazia) localizada dentro de um objeto físico. Conforme mos- trado, uma Iongarina tipo caixão é oca e definida por uma cavidade interior 512, também referida como um vazio ou cavidade vazia, a qual é visível a- través de uma extremidade de abertura 510a da mesma.
Ainda se referindo à figura 5A, uma Iongarina cilíndrica 520 tam- bém é um tipo oco de Iongarina estrutural tendo uma seção cruzada circular. Uma cavidade interior 522 é visível da mesma forma através de uma abertu- ra da extremidade 520a da mesma. Ambas as Iongarinas tipo caixão 510 e a Iongarina cilíndrica 520 são, cada uma, normalmente utilizadas como mem- bros estruturais dentro de outras estruturas para fornecer força e suporte contra cargas direcionadas para outras estruturas incluindo tais membros estruturais.
De acordo com a invenção, e para amortecer vibrações dentro da longarina tipo caixão 510, um volume de material visco-elástico é dispos- to dentro do interior da cavidade 512 da longarina tipo caixão 510. Da mes- ma forma, para amortecer vibrações dentro da longarina cilíndrica 520 um volume de material visco-elástico granulado é disposto da mesma forma dentro do interior da cavidade 522 da longarina cilíndrica.
Com opção, o material visco-elástico pode ser condensado com firmeza para dentro da cavidade 512, 522, mas tal condensamento não é necessário para obter características de amortecimento vibracional substan- cial da invenção. Por exemplo, preencher (condensar) as cavidades 512, 522 com material visco-elástico até cerca de 75% de sua capacidade máxi- ma de condensamento, fornece amortecimento vibracional substancial.
O material visco-elástico granulado é incluído dentro da longari- na tipo caixão 510 ou longarina cilíndrica 520 por meio de uma tampa na extremidade 514, 524. A longarina tipo caixão 510 pode ser preenchida com material visco-elástico através de sua abertura 510a. Ao preencher, uma tampa superior 514 é afixada à longarina tipo caixão 510 na sua extremidade de abertura 510a para incluir o material visco-elástico armazenado. A tampa da extremidade 514 é projetada para funcionar como um bujão que é ajusta- do para fricção para dentro da cavidade 512. Da mesma forma, a longarina cilíndrica 512 pode ser preenchida com material visco-elástico através de sua abertura 520a. Ao fazer o preenchimento, uma tampa de extremidade 524 pode ser conectada à longarina cilíndrica 520 na sua abertura 520a para armazenar o material visco-elástico armazenado. A tampa da extremidade 524 é projetada para funcionar como um bujão que faz a cunha para dentro da cavidade 522.
Em algumas modalidades, a tampa da extremidade 514, 524 é projetada para envolver e opcionalmente disparar torno de cada extremidade de abertura 510a, 520a. Em outras modalidades, conforme mostrado, a ex- tremidade da tampa é projetada como um bujão para entrar parcialmente e vedar cada respectiva cavidade, 512, 522 que é acessível de cada abertura da extremidade 510a, 520a de cada longarina tipo caixão 510 ou longarina cilíndrica 520. As modalidades acima mencionadas da tampa da extremida- de são projetadas para agir de forma a prevenir vazamento de material vis- co-elástico de vazar (escapar) de cada uma das cavidades de longarina tipo caixão 512 ou da cavidade de Iongarina cilíndrica 522.
A figura 5B ilustra uma estrutura 520 que é conexão de uma va- riedade de Iongarinas cilíndricas 520 formando uma estrutura 530 similar a um quadro (similar a uma escada). Para se obter as características vibracio- nais da invenção, pelo menos alguma senão todas Iongarinas cilíndricas530a-530e são substancialmente preenchidas com material visco-elástico granulados dentro de suas respectivas cavidades. Como mostrado, as Ion- garinas cilíndricas 530a e 530b são preenchidas com material visco-elástico por meio de suas extremidades abertas 532 e 532b respectivamente. O ma- terial visco-elástico é incluído dento de cada respectiva Iongarina cilíndrica oca 530a, 530b por meio de suas tampas 534 e 535b respectivamente. As tampas das extremidades 534a, 534b são projetadas para funcionar como bujões que se cunham para dentro das cavidades 532a e 532b, respectiva- mente.
Em outras modalidades da invenção, a estrutura 530 é construí- da para constituir pelo menos uma porção de um estribo. Como opção, uma superfície de passagem é feita em camadas e afixada acima da estrutura530 para construir um estribo de vagão de trem. Pontos de afixação ao estri- bo podem ser criados em locais na estrutura 530 e/ou na superfície de pas- sagem (não mostrado). Em outras modalidades, a estrutura 530 pode fun- cionar como uma estrutura ou um andaime para dar suporte a outro tipo de superfície, tal como uma parede ou superfície de assoalho, ou outro compo- nente estrutural.
Para as finalidades desta invenção, "materiais visco-elásticos" referem-se àqueles materiais para os quais o relacionamento entre tensão e fadiga dependem da duração de tempo no qual um material fica sob tensão. Alguns exemplos de materiais visco-elásticos incluem polímeros amorfos, polímeros semicristalinos, biopolímeros, metais em altas temperaturas, e materiais de betume, tais como asfalto.
Apesar de que alguns tipos de polímeros serem classificados como materiais visco-elásticos, outros polímeros não são classificados des- sa maneira. Também há outros tipos de materiais não-polímeros, tais como materiais classificados de betume incluindo asfalto, por exemplo. Alguns po- límeros são classificados como sendo elastômeros que são considerados similares à borracha e capazes de seres esticados, tais como borracha sinté- tica, enquanto que outros polímeros são classificados como não-polímeros.
Por exemplo, alguns géis, tais como proteína de soro em gel, são considera- das como sendo visco-elásticas, mas não são similares a borracha.
Modalidades da invenção utilizam material visco-elástico granu- lado, e consequentemente, utilizam material visco-elástico que é capaz de ser granulado. Alguns materiais visco-elásticos, tal como borracha de pneu granulada, possui uma massa de gravidade específica de menos do que 1,0, a qual é menos densa do que água. Enquanto que outros tipos de material visco-elástico, tal como asfalto, possui uma massa de gravidade maior do que 1,0. Alguns materiais visco-elásticos, tal como asfalto, podem ser uma mistura de matérias à base de polímero ou a base de não polímeros. Lista de Peças das Figs. 1-5B
100 aparelho de amortecer vibração 110 invólucro 111 superfície superior, invólucro 112a colchete rosqueado 112b colchete rosqueado 112c colchete rosqueado 112d colchete rosqueado 113 superfície lateral, invólucro 114a porca 114b porca 114c porca 114d porca 116 cavidade interior 118 tampa ou cobertura, invólucro 120 material visco-elástico 200 aparelho de teste de vibração 210 estribo 212a suporte de montagem 212b suporte de montagem 212c suporte de montagem 212d suporte de montagem 220 suporte - aparelho de teste 312a orifício 312b orifício 312c orifício 400 gráfico 412 eixo horizontal 414 eixo vertical 416a valor de freqüência 416b valor de freqüência 416c valor de freqüência 510 iongarina tipo caixão
510a extremidade aberta da Iongarina tipo caixão
514 extremidade de tampa da Iongarina tipo caixão
520 iongarina cilíndrica
520a extremidade aberta da Iongarina tipo caixão
522 cavidade vazia da Iongarina tipo caixão
524 tampa da extremidade da Iongarina tipo caixão
530 estrutura
532a extremidade aberta da Iongarina cilíndrica
532b extremidade aberta da Iongarina cilíndrica
534a tampa fechada da Iongarina cilíndrica
534b tampa fechada da Iongarina cilíndrica
Ficará claro que outras modificações e variações são possíveis dentro do âmbito intencionado da presente invenção, de acordo com as se- guintes reivindicações:
Claims (16)
1. Aparelho para amortecer vibrações dentro de um objeto físico, dito aparelho compreendendo de: um invólucro substancialmente preenchido com um material vis- co-elástico; e um mecanismo de conexão projetado para conectar pelo menos um dito invólucro ao dito objeto físico enquanto mantém contato físico direto entre dito invólucro e dito objeto físico.
2. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, em que dito objeto físico é um estribo.
3. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, em que dito mate- rial visco elástico granulado em pelo menos uma borracha granuladas e uma borracha granulada de pneu.
4. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, em que dito objeto físico é um estribo de vagão de trem e em que dito material visco-elástico granulado é borracha de pneu granulada.
5. Aparelho de acordo com a reivindicação 1 em que dito meca- nismo de afixação inclui um ou mais acessórios rosqueados se estendendo do dito invólucro que são cada um configurados para engatar outro compo- nente rosqueado para prender de forma fixa o dito invólucro ao dito objeto físico.
6. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, em que dito invó- lucro inclui pelo menos um interior de cavidade, dito pelo menos um interior de cavidade tendo uma abertura permitindo que o dito material visco-elástico granulado seja transferido para dentro da dita cavidade e onde dita tampa é projetada para ser adequada à dita abertura de forma a vedar dita cavidade.
7. Aparelho de acordo com a reivindicação 1, em que dito mate- rial visco-elástico granulado inclui um material a base de polímero.
8. Método para amortecer vibrações dentro do objeto físico, dito método compreendendo das etapas de: fornecer pelo menos um invólucro que é substancialmente pre- enchido com um material visco-elástico granulado; conectar de forma firme dito invólucro ao dito objeto físico en- quanto mantém contato físico direto entre peio menos dito invólucro e dito objeto físico.
9. Método de acordo com a reivindicação 8, em que dito objeto físico é um estribo de vagão de trem.
10. Método de acordo com a reivindicação 8, em que dito mate- rial visco-elástico granulado é uma borracha granuiada e borracha de pneu granulada.
11. Método de acordo com a reivindicação 8, em que dito objeto físico é um estribo de vagão de trem e em que dito material visco-elástico é borracha de pneu granulada.
12. Método de acordo com a reivindicação 9, em que dito invólu- cro inclui um ou mais acessórios que são cada um configurados para enga- tar outro componente rosqueado para conectar de forma segura do dito invó- lucro ao dito objeto físico, e onde a etapa do dito conectar de forma segura inclui uma etapa de engatar dito componente rosqueado a cada um do dito acessório ou ditos acessórios.
13. Método de acordo com a reivindicação 9, em que dito mate- rial visco-elástico granulado inclui um material a base de polímero.
14. Método como referido na reivindicação 9, em que dito invólu- cro inclui pelo menos uma cavidade interior, dito método ainda compreen- dendo as etapas adicionais de: preencher substancialmente em pelo menos uma cavidade inte- rior do dito invólucro com dito material visco-elástico granulado; e incluir pelo menos dito interior da cavidade do dito invólucro.
15. Método de acordo com a reivindicação 14, em que dito obje- to físico é um estribo de vagão de trem e em que dito material visco-elástico é borracha de pneu granulada.
16. Método de acordo com a reivindicação 14, em que dito obje- to físico é uma Iongarina estrutural.
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