BRPI1103414B1 - válvula de retenção unidirecional, e, válvula de controle de vagão ferroviário - Google Patents
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Abstract
válvula de retenção unidirecional, e, válvula de controle de vagão ferroviário. uma válvula de controle de vagão ferroviário compreende um orifício de tubo de freio, um orifício de reservatório auxiliar, um pistão principal intermediário ao orifício de tubo de freio e ao orifício de reservatório auxiliar, configurado para comparar uma pressão de ar fornecida no orifício de tubo de freio com uma pressão de ar fornecida no orifício do reservatório auxiliar e uma válvula de retenção unidirecional posicionada intermediária ao orifício de tubo de freio e o orifício de reservatório auxiliar. a válvula de retenção unidirecional compreende um corpo que tem uma primeira extremidade, uma segunda extremidade, um furo que se estende desde a primeira extremidade até a segunda extremidade, um inserto alongado que define uma superfície exterior, o inserto configurado para reduzir a vazão de ar através do corpo, e uma luva recebida na superfície exterior do inserto. o inserto é recebido no furo do corpo. um do inserto e a luva é configurado para mover entre uma posição que permite que o ar escoe em uma primeira direção a partir do orifício do tubo de freio até o reservatório auxiliar e uma segunda posição que impede que o ar escoe em uma segunda direção desde o orifício do reservatório auxiliar até o orifício do tubo de freio.
Description
liberação acelerada do freio de serviço genericamente indicada em 28, uma válvula de limitação rápida de freio de serviço, genericamente indicada em 30, uma válvula de liberação de reservatório auxiliar genericamente indicada em 32, uma válvula rápida de freio de serviço genericamente indicada em 34 e uma válvula de liberação manual genericamente indicada em 42. O pistão principal do freio de serviço 26 compara pressão do tubo de freio com a pressão do reservatório auxiliar. Isto é, a pressão do tubo de freio exerce uma força contra uma superfície de topo do pistão de serviço 26, e a pressão do reservatório auxiliar exerce uma força contra uma superfície de fundo do pistão de serviço 26. A superfície inferior do pistão de freio 26 está em contato direto com um assento de válvula sobreposta (“lap valve”) 64a e um assento de válvula alimentadora 64b que permitem aos reservatórios auxiliar e de emergência 14 e 16 encher a partir da pressão de ar do tubo de freio 26. Uma mola sobreposta (“lap spring”) desloca a válvula sobreposta para uma posição fechada. O pistão principal do freio de serviço 26 também opera uma válvula rápida do freio de serviço 48 que permite fluxo de ar do tubo de freio escoar para o interior de uma câmara rápida de serviço 50.
[0023] A válvula de liberação acelerada do freio de serviço 28 é formada de um inserto de metal 52 e uma membrana de têxtil/borracha 54, e funciona para comparar pressão do tubo de freio àquela da pressão reserva auxiliar. Quando esta válvula é aberta, ar do reservatório de emergência 16 é deixado escoar para o interior do tubo de freio 24, de modo a aumentar a pressão do tubo de freio à jusante para acelerar o sinal de liberação para vagões ferroviários ainda mais a jusante de. A válvula rápida de limitação de freio de serviço 30 é formada de um inserto de metal 36 e uma membrana de têxtil/borracha 58, e é pressurizada por ar a partir do cilindro de freio 12. Esta válvula funciona para permitir um escoamento de ar controlado do tubo de freio 24 até o cilindro de freio 12, e é limitada a uma pressão predeterminada. [0024] A válvula de liberação de pressão do reservatório auxiliar 32 é formada de um inserto de metal 60 e uma membrana de têxtil/borracha 62. Um lado da válvula de liberação de pressão do reservatório auxiliar 32 é pressurizado pelo ar do tubo de freio e a outra está em comunicação direta com o cilindro de freio 12. Em seguida a uma frenagem de emergência, e depois de uma liberação manual, a pressão crescente do tubo de freio durante recarregamento opera a válvula de modo que pressão de ar auxiliar é transmitida para o tubo de freio 24. Permitindo que a pressão de ar auxiliar penetre no tubo de freio 24, a pressão global do tubo de freio é aumentada mais rápido do que se somente carregada pela fonte de ar na locomotiva.
[0025] A válvula rápida de freio de serviço 34 tem um pistão que é pressurizado em um lado por meio de pressão do reservatório auxiliar e controla o fluxo do fluxo de ar do tubo de freio para a atmosfera quando a pressão de ar auxiliar cai durante um comando de frenagem. Tão logo o pistão de serviço principal 26 começa a repressurizar o reservatório auxiliar 14, o pistão principal move para cima e libera a válvula sobreposta 44, com isto interrompendo o tubo de freio 24 quanto a descarregar para a atmosfera.
[0026] Um pistão 66 da válvula de liberação 42 é pressurizado em ambos os lados por pressão de ar a partir do cilindro de freio 12 e funciona para fechar o cilindro de freio da atmosfera. Quando um punho de liberação 68 é ativado manualmente, uma parte superior 70 do pistão 66 é aberta para a atmosfera. O pistão 66 permanece em uma posição aberta até que a pressão do cilindro de freio 12, atuando sobre um lado inferior 72, cai através do pistão de serviço principal 26.
[0027] Durante uma aplicação de frenagem de serviço, uma queda em pressão ocorre no tubo de freio 24, e uma vez que a pressão caia abaixo de um limiar predeterminado, uma fase de serviço rápido é iniciada. Estrangulamento 74 e a válvula de retenção unidirecional 76 impedem que o reservatório auxiliar caia em pressão tão rápido quanto a pressão do tubo de freio, com isto fazendo com que o pistão de serviço principal 26 mova para cima, permitindo às válvulas 45 e 46 fechar. A válvula de retenção unidirecional permite fluxo de ar a partir do tubo de freio para o reservatório auxiliar, porém impede o fluxo de ar desde o reservatório auxiliar para o tubo de freio, o que impede uma reaplicação acidental do freio devido a um diferencial de pressão entre o tubo de freio e o reservatório auxiliar. Isto é, a válvula de retenção unidirecional 76 impede aplicação de freio e liberação indesejadas devido a pequenas mudanças nas pressões relativas do tubo de freio e reservatório auxiliar.
[0028] Fazendo referência às figuras 3 até 5B, três modalidades da válvula de retenção unidirecional 76 estão ilustradas para utilização na porção de serviço da válvula de controle de freio pneumática discutida acima. Uma válvula de retenção unidirecional 76 compreende, genericamente, um corpo de válvula 102 que tem uma primeira extremidade 106 e uma segunda extremidade 108. A primeira extremidade 106 define um primeiro furo 106a e a segunda extremidade 108 define um segundo furo 108a que está em comunicação direta com o primeiro furo 106a. Uma abertura intermediária 124 acopla o primeiro furo 106a ao segundo furo 108a onde um diâmetro de abertura intermediária 124 é menor do que o diâmetro dos primeiro e segundo furos. A segunda extremidade 108 define um flange anelar 108b configurado para receber e reter uma gaxeta anelar 104 sobre ele. A gaxeta 104 define nela uma abertura 104b que é maior em diâmetro do que o furo da segunda extremidade.
[0029] Em uma primeira modalidade, como mostrado na figura 3, o inserto de metal 114 localizado no primeiro furo 112 intermediário à abertura 124 e à abertura do primeiro furo 106a define uma primeira extremidade 114a, uma segunda extremidade oposta 114c e uma porção intermediária 104b entre as mesmas. Um primeiro filtro 110 é localizado no primeiro furo 106a proximal à primeira extremidade do inserto de metal 114a, e um segundo filtro 112 é localizado no primeiro furo 106a intermediário à segunda extremidade de inserto de metal 114c e abertura 124. Um furo axial 116 é formado na segunda extremidade do inserto de metal 114c, que define uma abertura 122 proximal ao segundo filtro 112. Em uma modalidade o furo axial 116 tem entre aproximadamente 0,03 e 0,06 polegadas (762 um e 0,1524 cm) de diâmetro, e em uma modalidade mais preferida o furo axial 116 tem aproximadamente 0,045 polegadas (0,1143 cm).
[0030] Um furo radial 118 é formado através da porção intermediária de inserto de metal 114b, intersecciona o furo axial 116 e abre em lados opostos da porção intermediária do inserto de metal. Um diâmetro do furo radial 118 é selecionado de modo a afetar a vazão de ar através do furo. Em uma modalidade o diâmetro do furo radial 118 está entre aproximadamente 0,0050 e 0,01 polegadas (127 e 254 gm), e em uma modalidade preferida o diâmetro do furo radial 118 é 0,007 polegadas (117,8 gm). Uma luva 120 é recebida aproximadamente ao redor da porção intermediária do inserto de metal 114b intermediária às primeira e segunda extremidades do inserto de metal 114a e 114b, e é dimensionada e conformada para ser recebida ao redor da porção intermediária do inserto de metal 114b em uma posição que no mínimo circunda as aberturas do furo radial 118. A luva 120 pode ser formada de um polímero ou elastômero adequado. Em uma modalidade a luva 120 é formada ou de borracha nitrila ou borracha de silicone, com uma dureza Shore A de durômetro 70 ±5, e tem entre aproximadamente 0,1 e 0,2 polegadas (0,254 e 0,508 cm) de comprimento.
[0031] Em uma segunda modalidade, como mostrado na figura 4, um inserto de metal 114 é localizado no primeiro furo 112 e define uma primeira extremidade 114a, uma segunda extremidade oposta 114c, e uma porção intermediária 114b entre as mesmas. Um primeiro filtro 110 é localizado no primeiro furo 106a proximal à primeira extremidade do inserto de metal 114a e um segundo filtro 112 é localizado no primeiro furo 106a intermediário à segunda extremidade do inserto de metal 114c e à abertura intermediária 124. A porção intermediária 114b e uma parte da segunda extremidade 114c são formadas de um metal poroso que permite que o ar escoe através de toda ela. A porosidade do material determina a vazão de ar através do material. Em uma modalidade o inserto 114 é formado de aço sinterizado FX 2008-50, e tem uma densidade de 0,21 até 0,25 libras por polegada cúbica (5,9 a 7,03 kg/L). Em uma modalidade preferida a vazão de ar através da extremidade do inserto 114c permite um aumento de 9 psi (62,05kPa) em um volume de 34 polegadas cúbicas (0,56 L) durante um período de tempo um minuto e meio desde uma fonte de pressão a 70 psi (482,63 kPa) na primeira extremidade do inserto 114a.
[0032] Uma luva 120 é recebida ao redor da porção intermediária do inserto de metal intermediária às primeira e segunda extremidades do inserto de metal 114a e 114b, e é dimensionada e conformada para ser recebida ao redor da porção intermediária do inserto de metal 114b em uma posição que no mínimo circunda as aberturas do furo radial 118. A luva 120 pode ser formada de um polímero ou elastômero adequado. Em uma modalidade a luva 120 é formada de qualquer de borracha nitrila ou borracha de silicone com uma dureza Shore A de durômetro 70 ± 5, e tem entre aproximadamente 0,1 e 0,2 polegadas (0,51 cm) de comprimento. A luva 120 é projetada para fornecer uma pressão de quebra de 1 psi (6,89 kPa).
[0033] Em uma terceira modalidade, como mostrado nas figuras 5A e 5B, um corpo de válvula 102 define um assento anelar 126 formado na interseção de uma abertura intermediária 124 e um primeiro furo 106a formado em uma primeira extremidade de corpo de válvula 106. Em modalidades preferidas o corpo de válvula 102 pode ser formado de um polímero, alumínio, aço inoxidável, etc. Uma válvula bico de pato 128 que tem uma primeira extremidade 128a e uma segunda extremidade 128b, é recebida dentro do primeiro furo de corpo de válvula 106a de tal modo que a segunda extremidade da válvula bico de pato 128b encontra com o assento anelar 126. Um diâmetro da segunda extremidade da válvula bico de pato 128b é selecionado para ser menor do que um diâmetro do furo da primeira extremidade do corpo de válvula 106a para impedir sobrecompressão da segunda extremidade da válvula bico de pato 128b quando inserida no corpo de válvula 102. O vazio entre a segunda extremidade da válvula bico de pato 128b e as paredes do furo da primeira extremidade do corpo de válvula 106a é enchido como descrito abaixo.
[0034] A válvula bico de pato 128 inclui um furo 130 formado em uma segunda extremidade da válvula bico de pato 128b que está em comunicação direta com um segundo furo do corpo de válvula 108a através da abertura intermediária 124. A válvula bico de pato 128 ainda inclui um estrangulamento alongado 132 que se estende desde a primeira extremidade da válvula bico de pato 128a até uma posição intermediária às primeira e segunda extremidades 128a, 128b. O estrangulamento alongado 132 define uma passagem 134 que está em comunicação direta com o furo da segunda extremidade da válvula bico de pato 130 e um fechamento que pode ser aberto 136 posicionado na primeira extremidade da válvula bico de pato 128a. O fechamento que pode ser aberto 136 é definido por paredes de passagem 134 na primeira extremidade da válvula bico de pato 128a.
[0035] Em modalidades preferidas a válvula bico de pato 128 pode ser formada de borracha de silicone que tem uma dureza Shore A de aproximadamente 70 ± 5. Deveria ser entendido que a válvula bico de pato 128 pode ser formada de outros materiais adequados, dependendo da aplicação da válvula. O material selecionado para formar a válvula bico de pato e a geometria da própria válvula definem em conjunto a pressão de quebra (a pressão necessária no furo da segunda extremidade da válvula bico de pato 130 para fazer com que a passagem 134 abra) da válvula bico de pato 128. Contudo, a flexibilidade (dureza) do material é o fator primário na definição da pressão de quebra. Dito de outra maneira, pressão de ar que atua nas paredes internas do furo da segunda extremidade da válvula bico de pato 130 fornece a força requerida para superar a resistência da passagem 134 para permanecer em sua condição fechada moldada. A resistência é uma função da dureza (rigidez) do material do bico de pato e da geometria da passagem 132 que é moldada na condição fechada. A pressão de quebra em uma modalidade preferida é aproximadamente 1 psi (6,89 kPa).
[0036] Uma luva 138 que tem uma abertura 140 formada através de uma primeira extremidade 138a é recebida no furo da primeira extremidade do corpo de válvula 106a intermediária às paredes do furo 106a e à válvula bico de pato 128. A luva 138 é recebida sobre uma porção da válvula bico de pato 123 de tal modo que uma porção do estrangulamento alongado 132 é recebida através da abertura de luva 140. Uma segunda extremidade da luva 138b é recebida adjacente à segunda extremidade da válvula bico de pato 128b e enche o vazio intermediário às paredes do furo da primeira extremidade do corpo de válvula 106a e a segunda extremidade do bico de pato 128b, que por sua vez auxilia na centralização da válvula bico de pato no furo da primeira extremidade do corpo de válvula 106a. Em modalidades preferidas a luva 138 pode ser feita de polímeros os metais tais como alumínio, aço inoxidável ou latão, etc. A luva 138 não controla diretamente a pressão de quebra necessária para abrir a passagem 134, porém, ao invés disso limita como a passagem larga 134 pode abrir com isto regulando a dimensão da abertura da passagem 136.
[0037] A primeira modalidade opera permitido ar escoar na direção da seta de fluxo mostrada na figura 3, enquanto impedindo fluxo de ar na direção oposta. Em particular, quando a pressão no primeiro furo 106a é mais baixa do que aquela no segundo furo 108a, ar penetra no segundo furo 108a viaja através do segundo filtro 112 para o interior da abertura do furo axial 122, viaja para o interior do furo radial 118 e pressiona contra a luva 120. A luva 120 é projetada para ter uma pressão de quebra de 1 psi (6,89 kPa), em uma modalidade, na qual a luva expande radialmente para fora, permitindo com isso que o fluxo de ar saia através das aberturas do furo radial para o interior do espaço abaixo do primeiro filtro 110. O fluxo de ar passa através do primeiro filtro 110 e para fora através do primeiro furo 106a. Se, na alternativa, a pressão no segundo furo 108a é mais baixa que no primeiro furo 106a, fluxo de ar é impedido de passar através do furo radial 118 uma vez que a luva 120 veda as aberturas do furo radial 118.
[0038] A segunda modalidade funciona similar àquela da primeira modalidade em que ar é deixado escoar na direção da seta de fluxo nas figuras 3 e 4. Contudo, ao invés do ar passar através de um furo axial e radial, ar passa através do material poroso e é limitado em vazão com base na porosidade do material selecionado. Uma luva 120 opera similar à luva na primeira modalidade em que, uma vez que a pressão de ar que atua na superfície interior da luva 120 excede uma pressão de quebra predeterminada (em uma modalidade preferida a pressão de quebra de 1 psi (6,89 kPa)), o fluxo de ar irá expandir radialmente a luva 120, com isto permitindo que ar passe na direção da seta de fluxo. Em uma modalidade preferida o fluxo de ar de através da extremidade de inserto 114c fornece um aumento de 9 psi (62,05kPa) durante um intervalo de um e meio minuto. Ar é impedido de escoar na direção oposta pela luva 120.
[0039] A terceira modalidade funciona similar às duas primeiras modalidades e opera permitindo ar escoar na direção da seta de fluxo, enquanto impedindo fluxo de ar na direção oposta. Em particular, quando a pressão no primeiro furo 106a é mais baixa do que no segundo furo 108a, ar penetra no segundo furo 108a, viaja através da abertura intermediária 124 e furo 130 da válvula bico de pato 128 e através da passagem 134 de estrangulamento alongado 132, comprimindo contra o fechamento que pode ser aberto 136. Em uma modalidade o fechamento que pode ser aberto 136 pode ser projetado para ter uma pressão de quebra de 1 psi (6,89 kPa) como aquelas da luva 120 das primeira e segunda modalidades. Uma vez que a pressão exceda a pressão de quebra, as paredes de passagem 134 irão separar permitindo ao fechamento que pode ser aberto 136 criar uma abertura que permite ar passar através na direção da seta. Ar é impedido de escoar na direção oposta pelo fechamento que pode ser aberto 136.
[0040] Embora uma ou mais modalidades preferidas da invenção tenham sido descritas acima, deveria ser entendido que qualquer e todas as realizações equivalentes da presente invenção estão incluídas no escopo e espírito dela. As modalidades delineadas são apresentadas à guisa de exemplo e não têm intenção de limitação sobre a presente invenção. Assim, aqueles de talento ordinário nesta técnica deveriam entender que a presente invenção não está limitada a estas modalidades uma vez que podem ser feitas modificações. Portanto, é considerado que qualquer e todas tais modalidades estão incluídas na presente invenção quando podem cair no escopo e espírito dela.
Claims (27)
1. Válvula de retenção unidirecional (76) para utilização em uma válvula de controle de vagão ferroviário, caracterizada pelo fato de compreender: a. um corpo (102) que tem: i. uma primeira extremidade (106), ii. uma segunda extremidade (108), iii. um furo (106a, 108a) que se estende desde a primeira extremidade (106) até a segunda extremidade (108); e b. um inserto (114) formado de um primeiro material, o inserto tendo: i. uma primeira extremidade (114a), ii. uma segunda extremidade (114c), iii. uma porção intermediária entre as mesmas (114b), e iv. um eixo que se estende desde a primeira extremidade (114a) até a segunda extremidade (114c); e c. uma luva (120) formada de um segundo material, o segundo material sendo diferente do primeiro material e a luva (120) sendo recebida operacionalmente no inserto (114), intermediária (114b) à primeira extremidade (114a) e à segunda extremidade (114c); em que o inserto (114) é posicionado no furo do corpo (102), quando um dentre o inserto (114) e a luva (120) está em uma primeira posição, o ar escoa na segunda extremidade (108) do corpo (102) e para fora da primeira extremidade (106) do corpo (102), e quando um dentre o inserto (114) e a luva (120) está em uma segunda posição, o ar é impedido de escoar através do corpo (102) em qualquer direção.
2. Válvula de retenção unidirecional (76) de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato do inserto (114) compreender adicionalmente um furo cego axial (116) que se estende desde a segunda extremidade (114c) e um furo radial (118) que intersecciona o furo cego axial (116).
3. Válvula de retenção unidirecional (76) de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato do inserto (114) ser formado de um metal.
4. Válvula de retenção unidirecional (76) de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato do inserto (114) ser formado de um material polimérico.
5. Válvula de retenção unidirecional (76) de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de uma flexibilidade do primeiro material utilizado para formar o inserto (114) definir a capacidade do inserto (114) para mover da primeira posição até a segunda posição.
6. Válvula de retenção unidirecional (76) de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de compreender adicionalmente um primeiro filtro (110) intermediário à primeira extremidade (106) do corpo (102) e à primeira extremidade (114a) de inserto (114) e um segundo filtro (112) intermediário à segunda extremidade (108) do corpo (102) e à segunda extremidade (114c) de inserto (114).
7. Válvula de retenção unidirecional (76) de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de compreender adicionalmente uma gaxeta (104) na segunda extremidade (108) do corpo (102).
8. Válvula de retenção unidirecional (76) de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato da luva (120) ser expansível e formada de um material polimérico.
9. Válvula de retenção unidirecional (76) de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato da luva (120) ser expansível e formada de um material elastomérico.
10. Válvula de retenção unidirecional (76) de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato da luva (120) compreender uma abertura que recebe o inserto (114) e a abertura regula a quantidade de fluxo de ar para fora da primeira extremidade (106) do corpo (102).
11. Válvula de retenção unidirecional (76) de acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de um diâmetro do furo radial definir a vazão de ar através da válvula de retenção.
12. Válvula de retenção unidirecional (76) de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de uma porosidade do material que forma uma porção da porção intermediária do inserto (114) e uma porção da segunda extremidade (114c) do inserto (114) ser selecionada para permitir que o ar escoe através da segunda porção extrema do inserto (114) e para fora da porção intermediária do inserto (114).
13. Válvula de retenção unidirecional (76) para utilização em uma válvula de controle de vagão ferroviário, caracterizada pelo fato de compreender: a. um corpo (102) que tem: i. uma primeira extremidade (106), ii. uma segunda extremidade (108), iii. um furo (106a, 108a) que se estende desde a primeira extremidade (106) até a segunda extremidade (108), e b. um inserto (114) alongado formado de um primeiro material, o inserto (114) definindo uma superfície exterior, dito inserto (114) configurado para reduzir a vazão de ar através do corpo; e c. uma luva formada de um segundo material, o segundo material sendo diferente do primeiro material e a luva sendo recebida na superfície exterior do inserto (114); em que o inserto (114) é recebido no furo do corpo (102), e em que um dentre a luva (120) e o inserto (114) permite que o ar escoe em uma primeira direção desde a segunda extremidade (108) do corpo (102) até a primeira extremidade (106) do corpo (102) e impede o fluxo de ar em uma segunda direção oposta.
14. Válvula de retenção unidirecional (76) de acordo com a reivindicação 13, caracterizada pelo fato de quando a pressão de ar na segunda extremidade (108) do corpo (102) é maior do que uma pressão de ar predeterminada, um dentre o inserto (114) e a luva (120) aumenta em diâmetro para permitir que o ar escoe na primeira direção.
15. Válvula de retenção unidirecional (76) de acordo com a reivindicação 13, caracterizada pelo fato de uma flexibilidade do primeiro material utilizado para formar o inserto (114) definir a capacidade do inserto (114) para permitir que o ar escoe na primeira direção.
16. Válvula de retenção unidirecional (76) de acordo com a reivindicação 13, caracterizada pelo fato do inserto (114) compreender adicionalmente um furo cego axial que se estende desde uma extremidade do inserto (114) proximal à segunda extremidade (108) do corpo (102) e um furo radial que intersecciona o furo cego axial e que abre para a superfície exterior.
17. Válvula de retenção unidirecional (76) de acordo com a reivindicação 13, caracterizada pelo fato da luva (120) ser formada de um de um material elastomérico e polimérico.
18. Válvula de retenção unidirecional (76) de acordo com a reivindicação 13, caracterizada pelo fato da luva (120) compreender uma abertura que recebe o inserto (114) e na qual a abertura regula a quantidade de fluxo de ar em uma primeira direção a partir da segunda extremidade (108) do corpo (102) até a primeira extremidade (106) do corpo (102).
19. Válvula de retenção unidirecional (76) de acordo com a reivindicação 13, caracterizada pelo fato do inserto (114) definir uma primeira extremidade localizada proximal à primeira extremidade do corpo (102), uma segunda extremidade proximal à segunda extremidade (108) do corpo (102), uma porção intermediária entre as mesmas, na qual uma porção da segunda extremidade de inserto (114) e uma porção da porção intermediária (114b) tem uma porosidade que é selecionada para permitir que o ar escoe através da porção intermediária (114b) a uma vazão predeterminada.
20. Válvula de retenção unidirecional (76) de acordo com a reivindicação 16, caracterizada pelo fato de um diâmetro do furo radial definir a vazão de ar através da válvula de retenção.
21. Válvula de controle (10) de vagão ferroviário, caracterizada pelo fato de compreender: a. um orifício de tubo de freio (24); b. um orifício de reservatório auxiliar (14); c. um pistão principal (26) intermediário ao orifício de tubo de freio (24) e ao orifício de reservatório auxiliar (14), o pistão principal (26) configurado para comparar uma pressão de ar fornecida no orifício de tubo de freio (24) com uma pressão de ar fornecida no orifício de reservatório auxiliar (14); e d. uma válvula de retenção unidirecional (76) posicionada intermediária ao orifício de tubo de freio (24) e ao orifício de reservatório auxiliar (14), a válvula de retenção unidirecional (76) compreendendo: i. um corpo (102) que tem uma primeira extremidade (106), uma segunda extremidade (108), um furo (106a, 108a) que se estende a partir da primeira extremidade (106) até a segunda extremidade (108), ii. um inserto (114) alongado formado de um primeiro material, o inserto definindo uma superfície exterior, o inserto (114) configurado para reduzir a vazão de ar através do corpo (102); e iii. uma luva (120) formada de um segundo material, o segundo material sendo diferente do primeiro material e a luva (120) sendo recebida na superfície exterior de inserto (114), em que o inserto (114) é recebido no furo de corpo (106a, 108a), e em que um dentre o inserto (114) e a luva (120) se move entre uma primeira posição, que permite que o ar escoe em uma primeira direção a partir do orifício de tubo de freio (24) até o reservatório auxiliar (14), e uma segunda posição, que impede que o ar escoe em uma segunda direção desde o orifício de reservatório auxiliar (14) até o orifício de tubo de freio (24).
22. Válvula de controle de acordo com a reivindicação 21, caracterizada pelo fato de quando a pressão de ar no orifício de tubo de freio (24) é maior do que uma pressão de ar predeterminada, um dentre o inserto (114) e a luva (120) aumenta em diâmetro desde a segunda posição para a primeira posição para permitir que o ar escoe desde o orifício de tubo de freio (24) até o orifício de reservatório auxiliar (14).
23. Válvula de controle de acordo com a reivindicação 21, caracterizada pelo fato de uma flexibilidade do primeiro material utilizado para formar o inserto (114) definir a capacidade do inserto (114) para mover da primeira posição até a segunda posição.
24. Válvula de controle de acordo com a reivindicação 21, caracterizada pelo fato do inserto (114) compreender adicionalmente um furo cego axial (116) que se estende desde a extremidade do inserto proximal à segunda extremidade (108) do corpo (102) e um furo radial (118) que intersecciona o furo cego axial (116) e que abre para a superfície exterior do inserto (114).
25. Válvula de controle de acordo com a reivindicação 21, caracterizada pelo fato do inserto (114) definir uma primeira extremidade (114a) localizada proximal à primeira extremidade (106) do corpo (102), uma segunda extremidade (114c) proximal à segunda extremidade (108) do corpo (102), e uma porção intermediária (114b) entre as mesmas, em que uma porção da segunda extremidade (114c) do inserto (114) e uma porção da porção intermediária (114b) têm uma porosidade que permite que o ar escoe através do inserto (114) entre a segunda extremidade (114a) e a porção intermediária (114b) em uma vazão predeterminada.
26. Válvula de controle de acordo com a reivindicação 21, caracterizada pelo fato da luva (120) compreender uma abertura que recebe o inserto (114) e a abertura regula a quantidade de fluxo de ar em uma primeira direção a partir do orifício de tubo de freio (24) até o reservatório auxiliar (14).
27. Válvula de controle de acordo com a reivindicação 24, caracterizada pelo fato de um diâmetro do furo radial (116) definir a vazão de ar através da válvula de retenção.
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