BRPI1106898A2 - estrutura de cobertura para chicote de fios do sensor de velocidade de veÍculo de unidade de potÊncia a bordo - Google Patents

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BRPI1106898A2
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Kazuhisa Takemoto
Kiyotaka Taguchi
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Honda Motor Co Ltd
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Abstract

ESTRUTURA DE COBERTURA PARA CHICOTE DE FIOS DO SENSOR DE VELOCIDADE DE VEÍCULO DE UNIDADES DE POTÊNCIA A BORDO. A presente invenção refere-se a uma estrutura de cobertura para um chicote de fios do sensor de velocidade do veículo de uma unidade de potência a bordo (10), na qual um chicote de fios do sensor (75) que se estende de um sensor de velocidade di veículo está disposto dentro de um membro de cobertura externa,de modo a nem pegar um objeto externo,nem inferir com qualquer parte interna móvel,e o chicote de fios do sensor (75) não é facilmente visível de modo a não degradar a aparência. A estrutura de cobertura para um chicote de fios do sensor (75) de velocidade do veículo em uma unidade de potência a bordo inclui:um membro rotativo dectável (42v) disposto integralmente em uma parte de uma parte saliente de um eixo de saída final (42) de uma unidade de potência (10) fora de um membro de acionamento rotativo (43); um sensor de velocidade do veículo (70) suportado em interior de um membro da cobertura extrema (50); tendo o sensor de velocidade do veículo (70) um detetor (72) disposto junto ao membro rotativo dectável (42v); e um membro de cobertura interna (60) disposto ao longo de uma superfície interna do membro de cobertura externa (50), o membro de cobertura interna (60) cobrindo desde um interior de uma parte de um chicote de fios do sensor (75) estendendo-se o sensor de velocidade (70) disposto no interior do membro de cobertura externa (50).

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "ESTRUTURA DE COBERTURA PARA CHICOTE DE FIOS DO SENSOR DE VELOCI- DADE DE VEÍCULO DE UNIDADE DE POTÊNCIA A BORDO".
Especificação Campo Técnico
A presente invenção refere-se a uma estrutura de cobertura para um chicote de fios do sensor de um sensor de velocidade de veículo em uma unidade de potência a bordo. Fundamento Técnico O Documento de Patente 1 divulga uma estrutura para disposi-
ção de um sensor de velocidade de veículo em uma unidade de potência montada em uma motocicleta. Documentos da Técnica Anterior Documento de Patente Documento de Patente 1
Patente Japonesa N0 3042352
A unidade de potência (unidade de motor), divulgada no Docu- mento de Patente 1 inclui uma roda dentada de acionamento e um rotor de sensor integralmente disposto em uma parte projetando-se externamente de um eixo de acionamento que está suportado em uma caixa da unidade (cai- xa de transmissão). A unidade de potência inclui ainda um sensor de veloci- dade do veículo, uma unidade principal de sensor a qual é inserida desde o exterior em uma parede lateral de uma cobertura que cobre a roda dentada de acionamento desde o lado externo, a parede lateral se estendendo per- pendicularmente ao eixo de acionamento.
Uma parte de detecção de um lado de extremidade distai do sensor principal está disposta perto do rotor do sensor dentro da cobertura da roda dentada. Um lado de extremidade proximal da unidade principal de sensor se projeta para fora desde a cobertura da roda dentada. Um chicote de fios de sensor (de chumbo) é estendido desde o lado de extremidade dis- tai que se projeta externamente da cobertura de roda dentada ao longo da superfície lateral externa da cobertura da roda dentada. Sumário da Invenção
Problema a ser Resolvido pela Invenção
O chicote de fios do sensor se estende ao longo da superfície lateral externa da cobertura de roda dentada, o que torna o chicote de fios do sensor tendendo a pegar um objeto externo. Além disso, a parte da ex- tremidade proximal da unidade principal de sensor e o chicote de fios do sensor são expostos em uma superfície lateral de um corpo de veículo, o que não é favorável em termos de aparência.
A presente invenção foi feita tendo em vista as situações anterio- res e é um objeto da presente invenção fornecer uma estrutura de cobertura para um chicote de fios do sensor de velocidade do veículo de uma unidade de potência a bordo, no qual um chicote de fios do sensor que se estende desde um sensor de velocidade do veículo está disposto dentro de um membro de cobertura externa, de modo a nem pegar um objeto externo, nem interferir com qualquer parte interna móvel, e o chicote de fios do sen- sor não é facilmente visível de modo a não degradar a aparência. Meios de Resolver o Problema
Para alcançar o objetivo acima exposto, um aspecto da presente invenção, tal como definido na reivindicação 1 fornece uma estrutura de co- bertura para um chicote de fios do sensor de velocidade do veículo em uma unidade de potência a bordo. A unidade de potência (10) inclui: um eixo de saída final (42) projetando-se externamente a partir de uma caixa da unidade (13), um membro de acionamento rotativo (43) montado sobre a parte salien- te do eixo de saída (42), e um membro de cobertura externa (50) para a co- bertura desde um exterior o membro de acionamento rotativo (43) juntamen- te com a parte saliente. A potência do membro acionamento rotativa (43) é transmitida a uma roda traseira para trás, para assim, acionar uma motoci- cleta. A estrutura de cobertura inclui: um membro rotativo detectável (42v) disposto integralmente em uma parte da parte saliente do eixo de saída (42) fora do membro de acionamento rotativo (43), um sensor de velocidade do veículo (70) suportado em um interior do membro de cobertura externa (50), tendo o sensor de velocidade do veículo (70) um detetor (72) disposto perto do membro rotativo detectável (42v) e um membro da cobertura interna (60) disposto ao longo de uma superfície interna do membro de cobertura externa (50), o membro de cobertura interna (60) para cobrir desde o interior uma parte de um chicote de fios do sensor (75) se estendendo do sensor de velo- cidade do veículo (70) disposto no interior do membro de cobertura externa (50).
Em um aspecto da presente invenção como definido na reivindi- cação 2, na estrutura de cobertura para um chicote de fios do sensor de ve- locidade do veículo em uma unidade de potência a bordo, tal como definido na reivindicação 1, o membro de cobertura externa (50) inclui uma parede lateral (50) se estendendo substancialmente perpendicularmente em relação ao eixo de saída (42) e uma parede periférica (50r) para cobrir uma área cir- cundante excluindo uma área traseira do membro de acionamento rotativo (43), e o chicote de fios do sensor (75) estende-se para um exterior de uma abertura (50p) formada na parede periférica (50r) do membro de cobertura externa (50).
Em um aspecto da presente invenção, tal como definido na rei- vindicação 3, na estrutura de cobertura para um chicote de fios do sensor de velocidade do veículo em uma unidade de potência a bordo, tal como defini- do na reivindicação 2, uma parede periférica superior (50ru), parte da parede periférica (50r), para cobrir uma área para cima do membro de acionamento rotativo (43) tem a abertura (50p) formada nela.
Em um aspecto da presente invenção como definido na reivindi- cação 4, na estrutura de cobertura para um chicote de fios do sensor de ve- Iocidade do veículo em uma unidade de potência a bordo, tal como definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 3, o chicote de fios do sensor (75) está disposto ao longo de uma superfície interna da parede lateral (50) e a parede periférica (50r) do membro de cobertura externa (50).
Em um aspecto da presente invenção como definido na reivindi- cação 5, na estrutura de cobertura para um chicote de fios do sensor de ve- locidade do veículo em uma unidade de potência a bordo, tal como definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 4, o membro de cobertura externa (50) inclui um par de cristas (55, 55) que se estendem em paralelo uma com a outra, formado em uma condição saliente em uma superfície interna do membro de cobertura externa (50), as cristas (55, 55) fazendo sanduíche com o chicote de fios do sensor (75) entre os mesmos, e o membro de co- bertura interna (60) inclui uma seção formando caminho (65) que é ajustada sobre o par de cristas (55, 55) e tem forma de U virado de lado na seção transversal para assim formar um espaço de acomodação (62) dentro dela.
Em um aspecto da presente invenção como definido na reivindi- cação 6, na estrutura de cobertura para um chicote de fios do sensor de ve- Iocidade do veículo em uma unidade de potência a bordo, tal como definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 5, o membro rotativo detectável (42v) inclui uma parte rotativa detectável (42v), formada integralmente no eixo de saída (42).
Em um aspecto da presente invenção como definido na reivindi- cação 7, na estrutura de cobertura para um chicote de fios do sensor de ve- locidade do veículo em uma unidade de potência a bordo, tal como definido na reivindicação 6, o membro de acionamento rotativo (43) inclui uma roda dentada de saída (43) sobre a qual é encaixada uma corrente de aciona- mento (44) para transmitir potência para uma roda traseira lateral, a roda dentada de saída (43) é estriada para uma parte estriada (42u), formada no eixo de saída (42), e uma parte de ranhuras estriadas (42uu) formadas na parte estriada (42u) estendidas para uma parte de extremidade de saída do eixo, no qual as ranhuras detectáveis (42vv) são formadas, assume a parte rotativa detectável (42v). Em um aspecto da presente invenção como definido na reivindi-
cação 8, na estrutura de cobertura para um chicote de fios do sensor de ve- locidade do veículo em uma unidade de potência a bordo, tal como definido na reivindicação 7, as ranhuras detectáveis (42w) da parte rotativa detectá- vel (42v) são formadas tendo uma largura de ranhura alargada em relação a uma largura da ranhura das ranhuras estriadas (42uu) da parte estriada (42 u).
Efeitos da Invenção Na estrutura de cobertura para um chicote de fios do sensor de velocidade do veículo em uma unidade de potência a bordo, tal como defini- do na reivindicação 1, a parte do chicote de fios do sensor (75) estendendo- se desde o sensor de velocidade do veículo (70) disposto no interior do membro de cobertura externa (50) é coberto desde o interior no membro de cobertura interna (60) disposto ao longo da superfície interna do membro de cobertura externa (50). A parte do chicote de fios do sensor (75) no lado do sensor de velocidade do veículo (70) é, portanto, disposta dentro do membro de cobertura externa (50) de modo a não tender a pegar qualquer objeto ex- terno ou não ser perceptível, assim, degradando a aparência.
O chicote de fios do sensor (75) é coberto pdesde o interior no membro de cobertura interna (60) no interior do membro de cobertura exter- na (50), de modo que o membro de cobertura externa (50) possa ser evitado de interferir com qualquer parte móvel interna. Na estrutura de cobertura para um chicote de fios do sensor de
velocidade do veículo em uma unidade de potência a bordo, tal como defini- do na reivindicação 2, o chicote de fios do sensor (75) se estende para o exterior desde a abertura (50p) formada na parede periférica (50r) do mem- bro de cobertura externa (50). O chicote de fios do sensor (75) estendendo- se da parede periférica (50r) não é visível em vista lateral, o que é favorável em termos de aparência.
Na estrutura de cobertura para um chicote de fios do sensor de velocidade do veículo em uma unidade de potência a bordo, tal como defini- do na reivindicação 3, a parede superior periférica (50ru), parte da parede periférica (50r), para cobrir uma área para cima do membro de acionamento rotativo (43) tem a abertura (50p) formada nela. Assim, o chicote de fios do sensor (75) se estende para cima a partir do membro de cobertura externa (50) que cobre a caiaxa da unidade (13) a partir do exterior. O chicote de fios do sensor (75) pode, portanto, ser facilmente direcionado para uma ECU (95) disposta para cima da caixa da unidade (13) da unidade de potência (10), de modo que o chicote de fios possa ser definido com um comprimento curto. Na estrutura de cobertura para um sensor de velocidade do veí- culo em uma unidade de potência a bordo, tal como definido na reivindica- ção 4, o chicote de fios do sensor (75) está disposto ao longo da superfície interna da parede lateral (50) e a parede periférica (50r) do membro de co- bertura externa (50). O chicote de fios do sensor (75) é, portanto, disposto perfeitamente sem folga e o membro de cobertura interna (60) está disposto ao longo da superfície interna do membro de cobertura externa (50). O membro de cobertura externa (50) pode, portanto, ser construído de forma tão compacta quanto possível, sem permitir a interferência com um meca- nismo de transmissão de potência que incorpora o membro de acionamento rotativo (43).
Na estrutura de cobertura para um chicote de fios do sensor de velocidade do veículo em uma unidade de potência a bordo, tal como defini- do na reivindicação 5, o membro de cobertura externa (50) inclui um par de cristas (55, 55) que se estendem em paralelo uma com a outra, formado em uma condição saliente sobre uma superfície interna do membro de cobertura externa (50), as cristas (55, 55) fazendo sanduíche do chicote de fios do sensor (75) entre as mesmas, e o membro cobertura interna (60) inclui a se- ção formando caminho (65) que é encaixada sobre o par de cristas (55, 55) e tem a forma de U virado de lado na seção transversal para assim formar o espaço de acomodação (62) entre elas. A seção formando caminho (65) do membro de cobertura interna (60), sendo montada sobre o par de cristas (55, 55) do membro de cobertura externa (50), resulta no membro de cober- tura interna (60) sendo geralmente posicionado em relação a, e montado sobre, o membro de cobertura externa (50) e faz com que uma parte sendo ajustada para formar uma estrutura de labirinto. Isto impede a entrada de objetos estranhos no espaço de acomodação (62) do sensor de velocidade do veículo (70), tanto quanto possível.
Na estrutura de cobertura para um chicote de fios do sensor de velocidade do veículo em uma unidade de potência a bordo, tal como defini- do na reivindicação 6, o membro rotativo detectável (42v) inclui uma parte rotativa detectável (42v), formada integralmente sobre o eixo de saída (42). Isto não requer nenhuma parte dedicada ao membro rotativo detectável, contribuindo para um número reduzido de peças usadas, trabalho de monta- gem simplificado e custo reduzido.
Na estrutura de cobertura para um chicote de fios do sensor de velocidade do veículo em uma unidade de potência a bordo, tal como defini- do na reivindicação 7, o membro de acionamento rotativo (43) inclui a roda dentada de saída (43) sobre a qual é encaixada a corrente de transmissão (44) para transmissão de potência para a roda traseira lateral, a roda denta- da de saída (43) é estriada para a parte estriada (42u), formada no eixo de saída (42), e uma parte de ranhuras esfriadas (42uu) formadas na parte es- triada (42u) estendida para uma parte de extremidade de saída do eixo, na qual as ranhuras detectáveis (42vv) são formadas, assume a parte rotativa detectável (42v). Essa disposição permite que as ranhuras detectáveis (42vv) sejam usinadas, simultaneamente com as ranhuras esfriadas (42uu), o que permite que o custo de usinagem seja reduzido.
Na estrutura de cobertura para um chicote de fios do sensor de velocidade do veículo em uma unidade de potência a bordo, tal como defini- do na reivindicação 8, as ranhuras detectáveis (42w) da parte rotativa detec- tável (42v) são formadas para terem uma largura de ranhura alargada em relação a uma largura de ranhura das ranhuras esfriadas (42uu) da parte estriada (42u). Assim, a largura maior de ranhura de cada uma das ranhuras detectáveis (42w) na parte rotativa detectável (42V) permite ao sensor de velocidade do veículo detectar confiavelmente as ranhuras rotativas detectá- veis (42vv), de modo que a velocidade do veículo possa ser detectada com precisão.
Breve Descrição dos Desenhos
A figura 1 é uma vista lateral em projeção vertical mostrando genericamente uma motocicleta montada com uma unidade de potência de acordo com uma modalidade da presente invenção. A figura 2 é uma vista em corte transversal (tomada ao longo da
linha Il-Il da figura 1.) mostrando a unidade de potência.
A figura 3 é uma vista em planta mostrando uma seção próximo a uma parte de extremidade lateral esquerda de um eixo de saída (contraei- xo).
A figura 4 é uma vista em corte transversal tomada ao longo da linha IV-IV da figura. 3.
A figura 5 é uma vista em corte transversal tomada ao longo da
linha W da figura. 3.
A figura 6 é uma vista lateral parcial em projeção vertical mos- trando a unidade de potência.
A figura 7 é uma vista lateral em projeção vertical mostrando uma seção principal de uma caixa da unidade.
A figura 8 é uma vista lateral interna em projeção vertical (vista em projeção vertival lateral direita) mostrando uma cobertura de roda denta- da.
A figura 9 é uma vista frontal em projeção vertical mostrando um membro de cobertura interno.
A figura 10 é uma vista em projeção vertical lateral interna (vista em projeção vertical lateral esquerda) mostrando o membro de cobertura interna.
A figura 11 é uma vista em projeção vertical traseira explodida mostrando a cobertura da roda dentada, um sensor de velocidade do veícu- lo, e o membro de cobertura interno.
A figura 12 é uma vista em projeção vertical traseira mostrando uma condição na qual o sensor de velocidade do veículo e o membro de co- bertura interno estão montados na cobertura da roda dentada. A figura 13 é uma vista em projeção vertical lateral interna (vista
em projeção vertical lateral direita) mostrando a condição na qual o sensor de velocidade do veículo e o membro de cobertura interno estão montados na cobertura da roda dentada.
A figura 14 é uma vista em perspectiva mostrando a condição na qual o sensor de velocidade do veículo e o membro de cobertura interno es- tão montados na cobertura da roda dentada.
A figura 15 é uma vista em corte transversal tomada ao longo da linha XV-XV das figuras 6 e 13.
A figura 16 é uma vista em corte transversal tomada ao longo da IinhaXVI-XVI da figura 13. Modo para realizar a invenção Será descrita a seguir uma modalidade específica à qual a pre-
sente invenção é aplicada, com referência às figuras 1 a 16.
Um motor de combustão interna de acordo com a modalidade da presente invenção é integrado com uma transmissão disposta na direção traseira da mesma. O motor de combustão interna tem um eixo de manivelas 11 orientado em uma direção lateral que é uma direção da largura do veícu- lo, de modo a ser montado lateralmente em uma motocicleta.
Deve-se notar que, na modalidade, as direções longitudinal e lateral são relativas ao veículo.
A figura 1 é uma vista lateral em projeção vertical mostrando genericamente uma motocicleta 1 montada com uma unidade de potência 10 de acordo com a modalidade da presente invenção.
A motocicleta 1 inclui uma estrutura de carroceria de veículo 2 que, por sua vez, inclui um par de estruturas principais esquerda e direita 2m, 2m de estendendo para tras e ligeiramente descendentemente desde um tubo de cabeça 2h. As estruturas principais 2m, 2m são então dobradas para baixo para assim formar as partes muito inclinadas 2ma, 2ma que, e- ventualmente, levam às partes de extremidade inferior.
Além disso, um par de estruturas inferiores esquerda e direita 2d, 2d é estendido descendentemente em um ângulo agudo desde a tubula- ção de cabeça 2h. As estruturas inferiores 2d, 2d se estendem substancial- mente em paralelo com as partes muito inclinadas 2ma dos estruturas prin- cipais 2m em uma vista lateral.
Trilhos de assento 2s, 2s se estendem para trás desde as partes superiores das partes muito inclinadas 2ma, 2ma das estruturas principais 2m, 2m por meio de esteios 2g, 2g. Tirantes traseiros 2b, 2b que conectam as partes centrais dos trilhos de assento 2s, 2s e partes inferiores das partes muito inclinadas 2ma, 2ma suporteam os trilhos de assento 2s, 2s. Na estrutura de carroceria do veículo tendo disposições como descritas acima, um garfo dianteiro 3 é suportado articuIadamente na tubula- ção de cabeça 2h e uma roda dianteira Fw é suportada em uma extremidade inferior do garfo dianteiro 3. Um garfo traseiro 4 tem uma extremidade frontal suportada nas partes inferiores das partes muito inclinadas 2ma, 2ma das estruturas principais 2m, 2m. O garfo traseiro 4 se estende para trás e tem uma extremidade traseira apoiando uma roda traseira Rw. Além disso, uma almofada traseira 5 é inserida entre o garfo traseiro 4 e os esteios 2g da es- trura de carroceria do veículo 2. Um tanque de combustível 6 é disposto através das partes fron-
tais das estruturas principais 2m, 2m. Um assento 7 é disposto para tras do tanque de combustível 6, suportado pelos trilhos de assento 2s, 2s.
A unidade de potência 10 suspensa pelas estruturas principais 2m, 2m e estruturas inferiores 2d, 2d integra o motor de combustão interna 10E com uma transmissãolOT. O motor de combustão interna 10E é um mo- tor de combustão interna SOHC refrigerado a ar, monocilíndrico, de quatro ciclos. O motor de combustão interna 10E tem o eixo de manivelas 11 orien- tado em uma direção da largura da carroceria do veículo e é suspenso em uma posição na qual um cilindro é inclinado ligeiramente para a frente com um bloco de cilindro 14, uma cabeça de cilindro 15, e uma cobertura de ca- beça 16 estando em pé.
O motor de combustão interna 10E é, portanto, posicionado em relação ao tanque de combustível 6 de tal forma que o tanque de combustí- vel 6 cobre uma área para cima da cobertura de cabeça 16 em uma parte superior do cilindro ligeiramente inclinado para frente.
Um tubo de admissão 8 se estende para tras desde a cabeça do cilindro 15 do motor a combustão interna 10E, chegando a um filtro de ar 8a através de um corpo regulador de pressão. Uma tubulação de exaustão 9 se estende para frente desde a cabeça do cilindro 15, curva para baixo para se estender ao longo de uma área para tras abaixo da unidade de potência 10, e atinge um silenciador 9m à direita da roda traseira Rw.
Referindo-se à figura 2, uma caixa da unidade 13 da unidade de potência 10 suporta o eixo de manivelas 11 do motor de combustão interna 10E e forma uma câmara de transmissão 13M para acomodar a transmissão 10T tara trás de uma câmara de manivela 13C na qual o eixo de manivelas 11 está disposto.
O bloco de cilindro 14, incluindo um único cilindro 14a é coloca-
do na câmara de manivela 13C na parte da frente da caixa da unidade 13 e a cabeça do cilindro 15 é colocada no bloco de cilindro 14 através de uma gaxeta. A cabeça de cilindro 15 e o bloco de cilindro 14 são integralmente fixados à caixa da unidade 13 usando um parafuso de cabeça 17 e a cober- tura de cabeça 16 cobre uma área para cima da cabeça de cilindro 15 (vide figura 2).
O bloco de cilindro 14, a cabeça de cilindro 15, e a cobertura de cabeça 16 colocados um em cima do outro em uma parte do lado frontal da caixa da unidade 13 se estendem para cima em uma atitude ligeiramente inclinada para a frente (vide figura 1).
Um pistão 18 é ajustado deslizavelmente alternativamente no cilindro 14a do bloco de cilindro 14 (ver a figura 2). O pistão 18 e o eixo de manivelas 11 são conectados juntos em uma disposição de linha conectada por uma haste de conexão 19 para formar um mecanismo de manivela. Um mecanismo de acionamento de válvula 20 para acionar as
válvulas de admissão e de exaustão, não mostrado, é formado na cabeça do cilindro 15.
Uma cadeia de carne 24 é formada sobre uma roda dentada de cadeia de came 23 ajustada no lugar sobre uma válvula de acionamento da árvore de carnes 21 do mecanismo de acionamento de válvula 20 e um a- cionamento de roda dentada de cadeia de came 22 montado no eixo de ma- nivela 11 (vide figura 2). A válvula de acionamento da árvore de carnes 21 é girada a uma velocidade metade da do eixo de manivelas 11 para assim os- cilar um balancim de admissão 25 e um balancim de exuastão 26. Válvulas de admissão e de exaustão são assim levadas a abrir ou fechar no tempo requerido.
Um rotor ACG 30r de um gerador de CA 30 é ajustado, junto com o acionamento de roda dentada de cadeia de carne 22, através de uma embreagem de sentido único em uma parte do eixo de manivelas salientan- do-se para a esquerda desde uma parede de suporte esquerda 13L da caixa da unidade 13. Um estator interno 30s do gerador de CA 30 é fixado e su- portado em um cilindro interno 27a formado em uma cobertura da caixa es- querda 27 para cobrir o gerador de CA 30 e outras partes da esquerda.
Por outro lado, uma engrenagem de acionamento balanceadora 28 e uma engrenagem de acionamento primário 29 são montadas em se- qüência sobre uma parte do eixo de manivelas 11 salientando-se para a di- reita desde uma parede de suporte direita 13R da caixa da unidade 13.
Um eixo principal 41 e um contraeixo 42 da transmissão 10T são rotativamente montados via mancais 41b, 42b através das paredes de supo- te esquerda e direita 13L, 13R. O eixo principal 41 e o contraeixo 42 se es- tendem em paralelo um com o outro para tras do eixo de manivelas 11 na câmara de de transmissão 13M da caixa da unidade 13, orientado na dire- ção lateral. Um grupo de engrenagem principal 41g suportado sobre o eixo principal 41 e um grupo de contra-engrenagem 42g suportado sobre o con- traeixo 42 estão em constante engrenamento com cada outro para formar a transmissão 10T.
Referindo-se à figura 2, uma embreagem de transmissão de dis-
cos múltiplos 35 está disposta em uma parte lateral direita do eixo principal 41 salientando-se à direita da parede de suporte direita 13R da caixa da uni- dade 13.
A embreagem externa 35o da embreagem de transmissão 35 é suportado através de um membro de amortecimento em uma engrenagem primária acionada 34 que é suportada rotativamente sobre o eixo principal 41.
Uma pluralidade de placas de embreagem é inserida entre a embreagem externa 35o e uma embreagem interna 35i montada integrada- mente sobre o eixo principal 41. A embreagem de transmissão 35 é, então, engatada e desengatada através do acionamento de um membro de pressão 35p. A engrenagem principal acionada 34 engrena com a engrena- gem primária de acionamento 29 montada no eixo de manivela 11.
A potência do eixo de manivelas 11 é, portanto, transmitida ao eixo principal 41 da transmissão 10T, ou interrompida, através do aciona- mento da embreagem de transmissão 35.
O contraeixo 42 penetra para a esquerda através da parede de suporte esquerda 13L da caixa de unidade 13, assumindo assim um eixo de saída final 42 da unidade de potência 10.
Uma roda dentada de saída 43 é estriada para a parte saliente. Uma corrente de acionamento 44 enrolada ao redor da roda
dentada de saída 43 é encaixada sobre uma roda dentada acionada, não mostrada, do lado da roda traseira para formar um mecanismo de transmis- são por corrente, para que a potência possa ser transmitida para a roda tra- seira.
Referindo-se às figuras 3 a 5, o eixo de saída (contraeixo) 42
tem uma parte estriada 42u e uma parte rotativa detectável 42v formada em uma seção saliente que se projeta para a esquerda desde a parede de su- porte esquerda 13L para a esquerda de uma parte de mancai suportada so- bre a parede de suporte esquerda 13L da caixa da unidade 13, viao mancai 42b. Especificamente, a parte estriada 42u tem seis seis ranhuras estriadas 42uu na qual a roda dentada de saída 43 se encaixa. A parte rotativa detec- tável 42v tem ranhuras detectáveis 42vv que são ranhuras estriadas 42uu estendidas para uma parte de extremidade do eixo de saída.
Além disso, o eixo de saída 42 tem uma ranhura circunferencial externa 42p formada circunferencialmente em uma posição da parte estriada 42u próximo da parte rotativa detectável 42v.
As ranhuras detectáveis 42w na parte rotativa detectável 42v são formadas para serem mais largas em largura e mais profundas em pro- fundidade do que as ranhuras estriadas 42uu na parte estriada 42u. Comparando-se a figura 4 (uma vista em corte transversal mos-
trando a parte estriada 42u) com a figura 5 (uma vista em corte transversal mostrando a parte rotativa detectável 42v) mostra que uma largura de ranhu- ra Wv da ranhura detectável 42w é maior do que uma largura de ranhura Wu da ranhura estriada 42uu.
A roda dentada de saída 43 é estriada para a parte estriada 42u do eixo de saída (contraeixo) 42 desde a esquerda. Então, um membro de posicionamento oco em forma de disco 45 é estriado para a parte estriada 42u. Sendo rodado sobre a ranhura circunferencial externa 42p através de um ângulo prédeterminado, o membro de posicionamento 45 é trazido para uma posição axial restrita por cristas de estria esquerda e direita da ranhura circunferencial externa 42p e integralmente presa com a roda dentada de saída 43 usando um parafuso de alinhamento 46.
Assim, a roda dentada de saída 43 é fixada em posição em uma posição predeterminada axialmente do eixo de saída 42 através do membro de posicionamento 45.
A roda dentada de saída 43 disposta sobre o eixo de saída 42 projetando-se para a esquerda desde a parede de suporte esquerda 13L, da caixa da unidade 13 é coberta desde a esquerda em um cobertura da roda dentada 50 que serve como um membro de cobertura externa. A cobertura da roda dentada 50 é montada sobre a caixa da unidade 13.
Referindo-se à figura 7, uma área em torno do mancai do eixo de saída 42 na parede esquerda de suporte 13L da caixa da unidade 13 in- clui uma parede periférica 13r formada em torno de um furo do mancai 13h em uma condição saliente para a esquerda. A parede periférica 13r é curva- da substancialmente em forma parabólica abrindo para trás.
A parede periférica 13r tem ressaltos de montagem 13a, 13b formados para abaular externamente em uma posição perto de uma extre- midade superior e em uma extremidade inferior da mesma. Os ressaltos de montagem 13a, 13b tem furos de montagem 13ah, 13bh. A parede periférica 13r e os ressaltos de montagem 13a, 13b têm faces de extremidade em um plano perpendicular idêntico. Note-se que a parede de suporte esquerda 13L tem furos de
posicionamento superior e inferior 13f, 13f do lado de fora da parede periféri- ca 13r. Referindo-se às figuras 8 e 11, a cobertura da roda dentada 50 que está fixada à caixa da unidade 13, de modo a cobrir a roda dentada de saída 43 inclui uma parede periférica 50r formada em uma condição saliente para a direita sobre uma superfície interior (superfície do lado direito) de uma parede lateral 50s que cobre o lado esquerdo da roda dentada de saída 43. A parede periférica 50r é curvada substancialmente em uma forma parabóli- ca que abre para trás para corresponder à parede periférica 13r da caixa da unidade 13.
A parede periférica 50r tem uma face de extremidade que forma um plano perpendicular de modo a fazer frente à face de extremidade da parede periférica 13r da caixa da unidade 13.
Da parede periférica 50r, uma parede periférica superior 50ru que cobre uma parte para cima inclui um ressalto de montagem 50a que se salienta para cima (exteriormente à parede periférica 50r). O ressalto de montagem 50a tem um furo de montagem 50ah que corresponde ao furo de montagem 13ah na caixa da unidade 13. O ressalto de montagem 50a tem uma face de extremidade perpendicular idêntica à face de extremidade da parede periférica 50r. A parede periférica superior 50ru inclui uma barra de posicionamento 50f disposta em uma posição perto de uma frente do furo de montagem 50ah na face de extremidade. A barra de posicionamento 50f se projeta para a direita para corresponder ao furo de posicionamento 13f na caixa da unidade 13.
A parede periférica superior 50ru inclui ainda mais uma parte abaulada que se salienta para baixo (em direção ao interior da parede perifé- rica 50r) desde uma parte do ressalto de montagem 50a. A parte abaulada inclui uma aba de posicionamento 50g que se projeta à direita dela.
Além disso, a parede periférica superior 50ru tem uma abertura de recorte 50p em forma semi-arqueada desde a face de extremidade dela em uma posição perto de uma parte de extremidade traseira da mesma. Da parede periférica 50r, uma parede periférica inferior 50rl que
cobre uma parte para baixo inclui um ressalto de montagem 50b que está disposto em uma parte de extremidade traseira dele e se salienta para baixo (exteriormente da parede periférica 50r). O ressalto de montagem 50b tem um furo de montagem 50bh que corresponde ao furo de montagem 13bh, na caixa da unidade 13. Uma face de extremidade do ressalto de montagem 50b inclui uma aba de posicionamento 50g que se projeta para a direita. A aba de posicionamento 50g está disposta em uma posição obliquamente para a frente do furo de montagem 50bh.
A parede periférica inferior 50rl inclui ainda uma parte abaulada que se projeta para baixo (para a parte externa da parede periférica 50r). A parte abaulada inclui uma barra de posicionamento 50f que se projeta para a direita para corresponder ao furo de posicionamento inferior 13f na caixa da unidade 13.
Uma parte cilíndrica externa 51 e uma parte cilíndrica interna 52 são formadas para se projetarem para a direita de um centro rodeado pela parede periférica 50r em uma superfície interna da parede lateral 50s da co- bertura da roda dentada 50. Especificamente, a parte cilíndrica externa 51 corresponde a, e tem um diâmetro substancialmente idêntico a um diâmetro do, furo redondo de mancai 13h na parede de suporte à esquerda 13L da caixa da unidade 13. A parte cilíndrica interna 52, disposta no interior da par- te cilíndrica externa 51, tem um diâmetro interno ligeiramente maior do que o diâmetro externo da parte rotativa detectável 42ν do eixo de saída 42. Além disso, as partes superiores da parte cilíndrica externa 51 e a parte cilíndrica interna 52 são cortadas para, assim, deixar uma parte cilíndrica de suporte de sensor 53 se projetar para a direita
A parte cilíndrica de suporte do sensor 53 projeta-se menos do que a parte cilíndrica externa 51 e a parte cilíndrica interna 52, de forma que partes da parte cilíndrica externa 51 e da parte cilíndrica interna 52 na direita da parte cilíndrica de suporte do sensor 53 forme vazios 51 v, 52v em uma condição recortada.
Uma parte superior de uma base da parte cilíndrica de suporte do sensor 53 em relação à parede lateral 50s também é recortada. Desde o recorte, um par de cristas dianteira e traseira 55, 55 se estendem para cima de uma forma curvada ao longo de uma superfície interna da parede lateral 50s, as duas cristas 55, 55 estendendo-se em paralelo uma com a outra. As cristas 55, 55 se ainda mais desde a parede lateral 50s para a direita ao lon- go de uma superfície interior (superfície inferior) da parede periférica superi- or 50ru, alcançando as faces de extremidade que fazem sanduíche da aber- tura de recorte 50p entre as mesmas.
Uma parte cilíndrica de montagem do sensor 54 é formada por uma parte para cima da parte cilíndrica de suporte do sensor 53 na parede lateral 50s da cobertura da roda dentada 50. A parte cilíndrica de montagem do sensor 54 se sobrepõe parcialmente crista dianteira 55. A parte cilíndrica de montagem do sensor 54 penetra através da
parede lateral 50s.
Os ressaltos de montagem 56a, 56b são formados nas posições superior e inferior ao longo da crista traseira 55 na parede lateral 50s da co- bertura da roda dentada 50. Cada um dos ressaltos de montagem 56a, 56b é um cilindro em torno do qual uma pluralidade de nervuras é formada radi- almente.
Além disso, um ressalto de montagem 56c é formado em uma posição oblíquamente à frente e perto da parte cilíndrica de montagem do sensor 54 na parede lateral 50s da cobertura da roda dentada 50. O ressalto de montagem 56c é um cilindro em torno do qual é formada radialmente uma pluralidade de nervuras.
Um sensor de velocidade do veículo 70 é montado sobre as par- tes de extremidade da parte cilíndrica de suporte do sensor 53 e a parte ci- líndrica de montagem do sensor 54 que se projeta sobre o interior da cober- tura da roda dentada 50, disposta como descrito acima.
Referindo-se às figuras 11 e 13, o sensor de velocidade do veí- culo 70 inclui uma unidade principal de sensor 71 tendo uma forma oblonga substancialmente verticalmente longa em vista lateral. A unidade principal de sensor 71, tem uma parte de extremidade superior circular na qual é feito um furo de montagem 71 h e uma parte inferior circular da qual se estende para a direita um detetor 72. Uma parte cilíndrica de suporte 73 se projeta para a esquerda da unidade principal de sensor 71. Um chicote de fios do sensor 75 se estende para a esquerda desde uma superfície lateral da parte circular inferior.
A parte cilíndrica de suporte 73 que se projeta da unidade princi- pal de sensor 71 do sensor de velocidade do veículo 70 é ajustada dentro da parte cilíndrica de suporte do sensor 53 da cobertura da roda dentada 50 e os furos de montagem 71 h no lado superior da unidade principal de sensor 71 está alinhada com um furo na parte cilíndrica de montagem do sensor 54 antes que um parafuso de montagem 76 é passado através do interior (lado direito).
Referindo-se à figura 15, uma porca 78 é montado por meio de
um colar 77 na parte cilíndrica de montagem do sensor 54 desde o exterior (lado esquerdo). O parafuso de montagem 76 penetra através do colar 77 é engatado rosqueadamente com a porca 78, de modo que o sensor de velo- cidade do veículo 70 seja montado na cobertura da roda dentada 50.
Outra estrutura possível em vez de um cilindro penetrando atra-
vés da parte cilíndrica de montagem do sensor 54 da cobertura da roda den- tada 50 pode incorporar um ressalto cilíndrico simples para a montagem do sensor que é integradamente formado na cobertura da roda dentada e ros- cas internas são formadas no ressalto cilíndrico. O parafuso de montagem
76 penetrando através do furo de montagem 71 h na unidade principal de sensor 71 do sensor de velocidade do veículo 70, é então engatado rosque- adamente com as roscas internas do ressalto cilíndrico, de modo que o sen- sor de velocidade do veículo 70 seja montado sobre a cobertura da roda dentada 50.
Quando o sensor de velocidade do veículo 70 é montado como
descrito acima, o detetor 72 salientando-se à direita da unidade principal de sensor 71 ajusta dentro do vazio 51v da parte cilíndrica externa 51 e fixado em uma posição fazendo frente ao vazio 52v da parte cilíndrica interna 52.
Especificamente, o detetor 72 do sensor de velocidade do veícu-
Io 70 é trazido próximo à parte rotativa detectável 42v na parte de extremi- dade esquerda do eixo de saída 42, que é inserido dentro da parte cilíndrica interna 52 (vide figura 15). O detetor 72 do sensor de velocidade do veículo 70 pode, por- tanto, facilmente detectar as ranhuras detectáveis 42vv que giram na parte rotativa detectável 42v do eixo de saída 42, para assim determinar a veloci- dade do veículo.
A largura da ranhura Wv da ranhura detectável 42w da parte
rotativa detectável 42v é formada para ser maior e mais profunda do que a largura da ranhura Wu da ranhura estriada 42uu da parte estriada 42u. O sensor de velocidade do veículo 70 pode, portanto, detectar com segurança as ranhuras rotativas detectáveis 42w para assim detectar com precisão a velocidade do veículo.
Referindo-se às figuras 11 e 12, o chicote de fios do sensor 75 que se estende para a esquerda desde a superfície lateral da parte de ex- tremidade circular inferior da unidade principal do sensor 71 se estende à esquerda ao longo de um exterior da parte cilíndrica do suporte do sensor 53 da cobertura da roda dentada 50 e dobra para cima para, assim, se estender ao longo da superfície interna da parede lateral 50s entre o par de cristas dianteira e traseira 55, 55. O chicote de fios do sensor 75 é mais curvado para a direita para ser enrolado ao longo da superfície interna (superfície inferior) da parede periférica superior 50ru entre o par de cristas dianteira e traseira 55, 55. O chicote de fios do sensor 75 é então estendido para cima por meio da abertura de recorte 50p cortada em um forma semi-arqueada na face de extremidade da parede periférica superior 50ru.
Um anel isolante 79 é colocado na abertura de recorte 50p e o chicote de fios do sensor 75 penetra através do anel isolante 79 para esten- der para cima.
Alternativamente, o chicote de fios do sensor 75 pode penetrar diretamente através da abertura do recorte 50p para cima sem colocar o a- nel isolante.
Um membro de cobertura interna 60 disposto ao longo da super- fície interna da cobertura da roda dentada 50 cobre o sensor de velocidade do veículo 70 e o chicote de fios do sensor 75 fixado sobre a superfície in- terna da cobertura da roda dentada 50 desde o interior da cobertura da roda dentada 50.
Não somente o sensor de velocidade do veículo 70, mas tam- bém parte do chicote de fios do sensor 75 é acomodado em um espaço de acomodação 62 entre a cobertura da roda dentada 50 e o membro de cober- tura interna 60.
Referindo-se às figuras 9 a 11, o membro de cobertura interna
60 é geralmente formado para integrar uma secção de cobertura de sensor
61 e uma seção de formação de caminho 65 estendida desde a seção de cobertura do sensor 61.
A seção de cobertura do sensor 61 é formada geralmente de
uma parede lateral direita 61a e uma parede periférica 61 r. Especificamente, a parede lateral direita 61 s cobre o lado direito da unidade principal de sen- sor 71 do sensor de velocidade do veículo 70 montado na superfície interna da cobertura da roda dentada 50. A parede periférica 61 r cobre uma área em torno da parte cilíndrica de montagem do sensor 54 e da parte cilíndrica de suporte do sensor 53 na qual a unidade principal de sensor 71 está monta- da, incluindo uma superfície superior, uma superfície frontal, e uma superfí- cie traseira, mas não uma superfície inferior. A seção de cobertura do sensor 61 é aberta para a esquerda. Uma parede saliente arqueada 611 se projeta para a direita da
parede lateral direita 61 s da seção de cobertura do sensor 61. A parede sali- ente 61T é formada em uma posição em que a parede saliente 61T suple- menta uma parte de borda de extremidade do vazio 51 ν na parte cilíndrica externa 51 da cobertura da roda dentada 50. Uma pluralidade de nervuras de reforço em forma de placas 68 que reforçam a parede saliente 611 é for- mada em uma condição saliente entre uma superfície superior da parede salientes 61t e uma parte superior da parede lateral direita 61s (vide figura 14).
O detetor 72 do sensor de velocidade do veículo 70 é protegido pela parede saliente 61t reforçada pelas nervuras de reforço 68 e a parte inferior da parede lateral direita 61 s.
A seção de formação de caminho 65 é encaixada sobre o par de cristas dianteira e traseira 55, 55 formado sobre a superfície interna da co- bertura da roda dentada 50. A seção de formação de caminho 65 tem forma de U virado de lado em seção transversal, abrindo para a esquerda, para assim formar o espaço de acomodação 62 para acomodar o chicote de fios do sensor 75, dentro dela. A seção de formação de caminho 65 é estendida para cima desde uma parte lateral esquerda da seção de cobertura do sen- sor 61 do lado da cobertura da roda dentada 50.
Uma pluralidade de nervuras de reforço na forma de placas 69 é formada em uma condição saliente, estendendo-se cada uma das nervuras de reforço 69 em paralelo uma com a outra, em uma base da seção de for- mação de caminho 65 que se estende desde a seção de cobertura do sen- sor 61. A seção de formação de caminho 65 que se estende longitudinal- mente em relação à cobertura de sensor de seção 61 é reforçada e apoiada pela pluralidade de nervuras de reforço 69. A seção de formação de caminho 65 se estende para cima des-
de a seção de cobertura do sensor 61 ao longo do par de cristas dianteira e traseira 55, 55 da cobertura da roda dentada 50 e mais à direita da parede lateral 50s sobre a superfície interna (superfície inferior) da parede periférica superior 50ru ao longo das cristas 55, 55. A parede de segurar perpendicular 65 é formada de modo a fechar o caminho em uma posição um pouco além das faces de extremidade que fazem sanduíche com a abertura de recorte 50p entre as mesmas.
O membro de cobertura interna 60 inclui três partes cilíndricas de montagem fechadas ao fundo 66a, 66b, 66c. Especificamente, a parte de montagem cilíndrica fechada ao fundo 66c é formada para ser saliente em uma parede periférica frontal da parede periférica 61 r da seção de cobertura do sensor 61. As partes cilíndricas de montagem fechadas ao fundo 66a, 66b são formadas para serem salientes nas posições superior e inferior de uma parede periférica traseira da seção de formação de caminho 65, respec- tivamente.
As partes cilíndricas de montagem fechadas ao fundo 66a, 66b, 66c correspondem, respectivamente, aos três ressaltos de montagem 56a, 56b, 56c, cada um tendo nervuras radialmente dispostas.
Cada uma das partes cilíndricas de montagem fechadas ao fun- do 66a, 66b, 66c é um cilindro oco que se abre para a esquerda e fecha à direita, sendo ajustada sobre as nervuras radiais de um correspondente res- salto dos ressaltos de montagem 56a, 56b, 56c. As partes cilíndricas de montagem fechadas ao fundo 66a, 66b, 66c tem furos circulares 66ah, 66bh, 66ch em seus fundos dentro dos quais as extremidades distais das partes cilíndricas dos ressaltos de montagem 56a, 56b, 56c se encaixam.
Como tal, referindo-se às figuras 11 e 12, o sensor de velocida- de do veículo 70 é montado com o parafuso de montagem 76 no interior da cobertura da roda dentada 50 como descrito acima. O chicote de fios do sensor 75 estendido desde o sensor de velocidade do veículo 70 é enrolado entre o par de cristas dianteira e traseira 55, 55 formado na superfície inter- na da parede lateral 50s e parede periférica superior 50ru da cobertura da roda dentada 50. Então, com o anel isolante 79, através do qual a chicote de fios do sensor 75 penetra, colocado na abertura de recorte 50p, então o membro de cobertura interna 60 é colocado sobre o sensor de velocidade do veículo 70 e o chicote de fios do sensor 75 desde o interior (lado direito).
A seção de cobertura do sensor 61 do membro cobertura interna 60 cobre o sensor de velocidade do veículo 70, a seção de formação de ca- minho 65 do membro de cobertura interna 60 adapta-se às cristas 55, 55 para assim cobrir o chicote de fios do sensor 75 ao longo da superfície inter- na da cobertura da roda dentada 50, e as partes cilíndricas de montagem fechadas no fundo 66a, 66b, 66c são ajustadas sobre os três ressaltos de montagem 56a, 56b, 56c, respectivamente, da cobertura da roda dentada 50.
A figura 16 é uma vista em corte transversal mostrando o ressal- to de montagem 56a e a parte cilíndrica de montagem fechada no fundo 66a ajustada a cada outra. Como mostrado na figura 16, uma parte saliente 56p que é uma parte de extremidade distai ligeiramente saliente das nervuras radiais da parte cilíndrica do ressalto de montagem 56a se ajusta dentro do furo circular 66ah na parede de fundo da parte cilíndrica de montagem fe- chada no fundo 66a.
O ressalto de montagem 56b e a parte cilíndrica de montagem fechada no fundo 66b, e o ressalto de montagem 56c e a parte cilíndrica de montagem fechada no fundo 66c, são ajustados em conjunto da mesma ma- neira como descrito acima.
O membro de cobertura interna 60 é posicionado em relação à cobertura da roda dentada 50, e montado sobre ela através do encaixe entre cada uma das partes salientes 56p, 56p, 56p das partes cilíndricas dos res- saltos de montagem 56a, 56b, 56c e um furos correspondente dos furos cir- culares 66ah, 66bh, 66 das paredes de fundo das partes cilíndricas de mon- tagem fechadas no fundo 66a, 66b, 66c.
Um parafuso afunilando com arruela 67 é afunilado e rosqueado em cada furo circular de cada um dos ressaltos de montagem 56a, 56b, 56c que estão expostos, como resultado das extremidades distais das partes cilíndricas dos ressaltos de montagem 56a, 56b, 56c sendo ajustados nos furos circulares 66ah, 66bh, 66 das partes cilíndricas de montagem fechadas no fundo 66a, 66b, 66c, de modo que o membro de cobertura interna 60 é montado no interior da cobertura da roda dentada 50 (vide figuras 12, 13, 14, e 16).
Note-se que a parede de suporte perpendicular 65a na parte de
extremidade da seção de formação de caminho 65 do membro de cobertura interna 60 pressiona o anel isolante 79 colocado na abertura de recorte 50p da direita.
Depois que o sensor de velocidade do veículo 70 e o membro cobertura interna 60 são montados no interior da cobertura da roda dentada 50 como descrito acima, um membro de guia de corrente na forma de placa 80 que abre para trás e é curvado em uma forma parabólica da mesma ma- neira como com a parede periférica 50r é encostado sobre uma face de ex- tremidade da parede periférica 50r que é curvada substancialmente dentro de uma forma parabólica da cobertura da roda dentada 50, como mostrado na figura 13.
O membro de guia de corrente 80 tem uma superfície curva in- terna curvada 80c que forma uma superfície arqueada tendo um eixo geo- métrico central da parte interna cilíndrica 52 da cobertura da roda dentada 50 (eixo geométrico central do eixo de saída 42) como seu centro. O mem- bro de guia de corrente 80 inclui uma parte de montagem 80a em uma posi- ção próxima de uma parte de extremidade superior dela. A parte de monta- gem 80a se salienta exteriormente e tem um furo de montagem 80ah. Um furo de posicionamento 80g é formado perto do furo de montagem 80ah.
O membro de guia de corrente 80 inclui ainda mais uma parte de montagem 80b em uma posição próxima de uma parte inferior da mesma. A parte de montagem 80b curva para baixo e tem um furo de montagem 80bh. Um furo de posicionamento 80g é formado perto do furo de montagem 80bh.
Assim, o membro de guia de corrente 80 é posicionado correta- mente pelas abas de posicionamento 50g, 50g da cobertura da roda dentada 50 sendo ajustadas nos furos de posicionamento superior e inferior 80g, 80g, respectivamente, e é encostado na face de extremidade da parede periférica 50r.
Então, as partes de montagem 80a, 80b do membro de guia de corrente 80 encostam sobre os ressaltos de montagem 50a, 50b da cobertu- ra da roda dentada 50 para desta forma alinhar o furo de montagem 80ah com o furo de montagem 50ah, e o furo de montagem 80bh com o furo de montagem 50bh, respectivamente (ver a figura 13).
Com o membro de guia de corrente 80 posicionado e encostado na face de extremidade da parede periférica 50r da cobertura da roda denta- da 50 desta maneira, a cobertura da doda dentada 50 é colocada na parede de suporte à esquerda 13L da caixa da unidade 13, de modo a cobrir a roda dentada de saída 43.
Neste momento, as extremidades distais das barras de posicio- namento superior e inferior 50f, 50f que se projetam à esquerda da cobertura dda roda dentada 50 são inseridas nos furos de posicionamento 13f, 13f, na caixa da unidade 13 para assim, posicionar a cobertura da roda dentada 50 em relação à caixa da unidade 13. Isso faz com que os furos de montagem 50ah, 50bh na cobertura da roda dentada 50 (os furos de montagem 80ah, 80bh no membro de guia de corrente 80) a serem alinhados com os furos de montagem 13ah, 13bh na caixa da unidade 13. Parafusos de fixação 81, 81 são, então, aparafusados nos furos de montagem apropriadamente alinha- dos 50ah, 80ah, 13ah e os furos de montagem apropriadamente alinhados 50bh, 80bh, 13bh do exterior esquerdo, de modo que a cobertura da roda dentada 50 é presa à caixa da unidade 13, em conjunto com o membro de guia de corrente 80 inserido entre elas.
A corrente de acionamento 44 é formada sobre a roda dentada de saída 43, que é estriada ao eixo de saída 42, em que a superfície interna curvada 80c do membro de guia de corrente 80 é disposto próximo a uma periferia da corrente de acionamento 44 formada sobre a roda dentada de saída 43. Isso garante que a corrente de acionamento 44 seja orientada a- dequadamente para conseguir transmissão de potência constante.
Referindo-se às figuras 14 e 15, o espaço de acomodação 62 entre a cobertura da roda dentada 50 e membro de cobertura interna 60 é coberto, conforme detalhado a seguir: especificamente, o espaço de acomo- dação 62 é coberto pela parede lateral 50s da cobertura da roda dentada 50 no lado esquerdo do sensor de velocidade do veículo 70, o espaço de aco- modação 62 é coberto pela parede lateral direita 61 s da seção de cobertura do sensor 61 do membro de cobertura interna 60 no lado direito do sensor de velocidade do veículo 70; o espaço de acomodação 62 é coberto pela parede periférica 61 r da seção de cobertura do sensor 61 na dianteira e tra- seira e na parte superior do sensor de velocidade do veículo 70; e o espaço de acomodação 62 é coberto pela parte cilíndrica de suporte do sensor 53, a parte cilíndrica externa 51, e a parte cilíndrica interna 52 da cobertura da roda dentada 50 na parte inferior do sensor de velocidade do veículo 70. No entanto, apenas o vazio 52v da parte cilíndrica interna 52 na qual a parte rotativa detectável 42v do eixo de saída 42 é inserida está aberta para baixo e o detetor 72 do sensor de velocidade do veículo 70 faz frente ao vazio 52v para, assim, detectar confiavelmente uma ranhura rotativa detectável 42w da parte rotativa detectável 42v.
O chicote de fios do sensor 75 acomodado no espaço de aco- modação 62 entre a cobertura da roda dentada 50 e o membro de cobertura interna 60 se estende para cima para o exterior através do anel isolante 79 colocado na abertura de recorte 50p na face de extremidade da da parede periférica superior 50ru da cobertura da roda dentada 50. Como mostrado na figura 1, portanto, o chicote de fios do sensor 75 não é visível em vista late- ral, permitindo assim que a moto mantenha uma boa aparência.
Referindo-se à figura 1, um medidor e partes relacionadas, co- mo, por exemplo, um velocímetro 90 são dispostos para frente da tubulaçõa de cabeça 2h. Um chicote de fios de medidor 91 que se estende desde o medidor e peças relacionadas se estende desde a tubulação de cabeça 2h para trás ao longo da estrutura principal 2m.
Por outro lado, o chicote de fios do sensor 75 se estende para cima desde a parede periférica superior 50ru da cobertura da roda dentada 50 como descrito anteriormente. O chicote de fios do sensor 75, em seguida, se estende para cima ao longo da parte muito inclinada 2ma da estrutura principal 2m e, em uma posição ao redor da parte dobrada da estrutura prin- cipal 2m, se funde com o chicote de fios do medidor 91 para se estender para a parte traseira ao longo do trilho de assento 2s. O chicote de fios do sensor 75 e o chicote de fios do medidor 91 são conectados a um ECU 95 disposto em uma posição ligeiramente para trás de uma conexão ao esteio traseiro 2b sobre o trilho de assento 2s.
Uma bateria 94 é montada sobre a caixa da unidade 13 entre as partes muito inclinadas 2ma, 2ma das estruturas principais esquerda e direi- ta 2m, 2m. Um chicote de fios também se estende desde a bateria 94 para o ECU 95.
Como descrito acima, o chicote de fios do sensor 75 disposto na cobertura da roda dentada 50 e se estendendo do sensor de velocidade do veículo 70 se estende para cima desde a abertura de recorte 50p na parede periférica superior 50ru da cobertura da roda dentada 50. O chicote de fios do sensor 75 pode ser portanto facilmente direcionado ao ECU 95 disposto sobre os trilhos de assento 2s dispostos para cima da unidade de potência 10, de modo que o chicote de fios possa ser definido como um comprimento curto.
Conforme descrito anteriormente, o membro da cobertura interna 60 acomoda o sensor de velocidade do veículo 70 e a parte do chicote d efi- od do sensor 75 que se estende desde o sensor de velocidade do veículo 70 no espaço de acomodação 62 formado entre o membro de cobertura interna da roda dentada 60 e a cobertura da roda dentada 50 no interior da cobertu- ra da roda dentada 50. O membro de cobertura interna 60, portanto, isola o espaço de acomodação 62 para acomodar o sensor de velocidade do veícu- lo 70 ou o chicote de fios do sensor 75 de um espaço no qual um mecanis- mo de transmissão de potência incorporando a roda dentada de saída 43 coberta na cobertura de roda dentada 50, impedindo assim que objetos es- tranhos voando como resultado da rotação da roda dentada de saída 43 ou da corrente de acionamento 45 entrem no espaço de acomodação 62. Isso elimina a probabilidade de que um objeto estranho entrará em um espaço entre o detetor 72 do sensor de velocidade do veículo 70 e a parte rotativa detectável 42v para, assim, dificultar a detecção de velocidade, de modo que o desempenho de detecção do sensor de velocidade do veículo 70 possa ser impedido de ser degradado.
O chicote de fios do sensor 75 é disposto ao longo da superfície interna da parede lateral 50s e a parede periférica superior 50ru da cobertura da roda dentada 50. O chicote de fios do sensor 75 é, portanto, disposto per- feitamente sem afrouxar e o membro cobertura interna 60 é disposto ao lon- go da superfície interna da cobertura da roda dentada 50. A cobertura da roda dentada 50 pode, portanto, ser construída da forma mais compacta possível, sem permitir a interferência com o mecanismo de transmissão de potência incorporando a roda dentada de saída 43.
Um par de cristas 55, 55 que se estendem em paralelo uma com a outra é formada em uma condição saliente na superfície interna da cober- tura da roda dentada 50, as duas cristas 55, 55 fazendo sanduíche com o chicote de fios do sensor 75 entre as mesmas. O membro cobertura interna 60 inclui a seção formando caminho 65 que é ajustada sobre o par de cristas 55, 55 e tem a forma de U virado de lado na seção transversal para assim formar o espaço de acomodaçã 62 dentro dela. A seção formando caminho 65 do membro cobertura interna 60, sendo ajustada sobre o par de cristas 55, 55 da cobertura da roda dentada 50, faz com que uma parte sendo ajus- tada forme uma estrutura de labirinto com uma sobreposição da crista 55 e as paredes laterais do membro de cobertura interna 60. Isto previne a entra- da de objetos estranhos no espaço de acomodação 62 do sensor de veloci- dade do veículo 70, tanto quanto possível.
O sensor de velocidade do veículo 70 detecta as ranhuras detec- táveis 42vv na parte rotativa detectável 42v formada integralmente no eixo de saída 42. Isto não requer nenhuma parte dedicada à parte rotativa detec- tável, contribuindo para um número reduzido de peças usadas, trabalho de montagem simplificado e custo reduzido.
A corrente de acionamento 44 para a transmissão de potência para o lado da roda traseira Rw é encaixada sobre a roda dentada de saída 43, que é estriada á parte estriada 42u formada no eixo de saída 42. Uma parte das ranhuras de estria 42uu na parte estriada 42u estendida para uma parte de extremidade do eixo de saída, na qual as ranhuras detectáveis o 42vv são formadas, assume a parte rotativa detectável 42v. Esta disposição permite que as ranhuras detectáveis 42vv sejam usinadas simultaneamente com as ranhuras de estria 42uu, o que permite que o custo de usinagem se- ja reduzido.
LISTAGEM DE REFERÊNCIA
1: Motocicleta 10: Unidade de potência 10E: Motor de combustão interna 10T: Transmissão 11: Eixo de manivelas 12: Eixo de saída 13: Caixa da unidade 13L: Parede de suporte esquerda 13r: Parede periférica 13a, 13b: Ressalto de montagem 42: eixo de saída (contraeixo) 42u: parte estriada
42v: parte rotativa detectável (membro rotativo detectável) 43: roda dentada de saída 44: Corrente de acionamento 45: Membro de posicionamento 50: Cobertura da roda dentada 50s: Parede lateral 50r: Parede periférica 50p: abertura de recorte
50a, 50b: Ressalto de montagem 51: parte cilíndrica externa 52: parte cilíndrica interna 53: parte cilíndrica de suporte do sensor 54: parte cilíndrica de montagem do sensor 55: crista
56: Ressalto de montagem 60: membro de cobertura interno 61: seção de cobertura do sensor 61 s: parede lateral 61 r: parede periférica 62: Espaço de acomodação 65: seção de formação de caminho 66: parte cilíndrica de montagem de fundo fechado 67: parafuso afunilando com arruela, 70: sensor de velocidade do veículo 71: unidade principal do sensor 72: Detetor
73: parte cilíndrica de suporte 75: Chicote de fios do sensor 76: Parafuso de montagem 78: Porca 79: anel isolante 80: membro de guia de corrente 81: parafuso de fixação 90: Velocímetro 91: Chicote de fios do medidor 94: Bateria 95: ECU.

Claims (8)

1. Estrutura de cobertura para um chicote de fios do sensor de velocidade de veículo em uma unidade de potência a bordo, caracterizada pelo fato de que a unidade de potência (10) compreende: um eixo de saída final (42) projetando-se externamente desde a caixa da unidade (13); um membro de acionamento rotativo (43) ajustado sobre a parte saliente do eixo de saída (42), e um membro da cobertura externa (50) para cobrir desde o exte- rior o membro de acionamento rotativo (43) juntamente com a parte salien- te,sendo a potência do membro de acionamento rotativo (43) transmitida a uma roda traseira para assim, acionar uma motocicleta, a estrutura de cober- tura compreendendo: um membro rotativo detectável (42v) disposto integralmente em uma parte da parte saliente do eixo de saída (42) fora do membro de acio- namento rotativo (43); um sensor de velocidade do veículo (70) suportado em um inte- rior do membro de cobertura externa (50), tendo o sensor de velocidade do veículo (70) um detetor (72) disposto perto do membro rotativo detectável (42v), e um membro da cobertura interna (60) disposto ao longo de uma superfície interna do membro de cobertura externa (50), o membro de cober- tura interna (60) cobrindo desde um interior uma parte de um chicote de fios do sensor (75) estendendo-se desde o sensor de velocidade do veículo (70) disposto no interior do membro de cobertura externa (50).
2. Estrutura de cobertura para o chicote de fios do sensor de velocidade do veículo na unidade de potência a bordo, de acordo com a rei- vindicação 1, caracterizada pelo fato de que: o membro de cobertura externa (50) inclui uma parede lateral (50s) se estendendo substancialmente perpendicularmente em relação ao eixo de saída (42) e uma parede periférica (50r) para cobrir uma área cir- cundante excluindo uma área traseira do membro de acionamento rotativo (43); e o chicote de fios do sensor (75) estende-se a um exterior desde uma abertura (50p) formada na parede periférica (50r) do membro de cober- tura externa (50).
3. Estrutura de cobertura para o chicote de fios do sensor de velocidade do veículo na unidade de potência a bordo, de acordo com a rei- vindicação 2, caracterizada pelo fato de que uma parede periférica superior (50ru), parte da parede periférica (50r), para cobrir uma área para cima do membro de acionamento rotativo (43) tem a abertura (50p) formada nela.
4. Estrutura de cobertura para o chicote de fios do sensor de velocidade do veículo na unidade de potência a bordo, de acordo com qual- quer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizada pelo fato de que o chicote de fios do sensor (75) está disposto ao longo de uma superfície interna da parede lateral (50) e a parede periférica (50r) do membro de cobertura ex- terna (50).
5. Estrutura de cobertura para o chicote de fios do sensor de velocidade do veículo na unidade de potência a bordo, de acordo com qual- quer uma das reivindicações 1 a 4, caracterizada pelo fato de que: o membro da cobertura externa (50) inclui um par de cristas (55, 55) que se estendem em paralelo uma com a outra formadas em uma condi- ção saliente em uma superfície interna do membro cobertura externa (50), as cristas (55, 55) fazendo sanduíche do chicote de fios do sensor (75) entre as mesmas, e o membro de cobertura interna (60) inclui uma seção formando caminho (65) que é encaixada sobre o par de cristas (55, 55) e tem forma de U virado de lado na seção transversal para assim formar um espaço de a- comodação (62) no seu interior.
6. Estrutura de cobertura para o chicote de fios do sensor de velocidade do veículo na unidade de potência a bordo, de acordo com qual- quer uma das reivindicações 1 a 5, caracterizada pelo fato de que o membro rotativo detectável (42v) inclui uma parte rotativa detectável (42v), formada integralmente no eixo de saída (42).
7. Estrutura de cobertura para o chicote de fios do sensor de velocidade do veículo na unidade de potência a bordo, de acordo com a rei- vindicação 5, caracterizada pelo fato de que: o membro de acionamento rotativo (43) inclui uma roda dentada de saída (43) sobre a qual é asentada uma corrente de transmissão (44) pa- ra transmitir potência para uma roda traseira lateral; a roda dentada de saída (43) é estriada a uma parte estriada (42u), formada no eixo de saída (42), e uma parte de ranhuras esfriadas (42u) formadas na parte estriada (42u) estendidas para uma parte de extre- midade do eixo de saída, no qual são formadas ranhuras detectáveis (42vv), assume a parte rotativa detectável (42v).
8. Estrutura de cobertura para o chicote de fios do sensor de velocidade do veículo na unidade de potência a bordo, de acordo com a rei- vindicação 7, caracterizada pelo fato de que as ranhuras detectáveis (42vv) da parte rotativa detectável (42v) são formadas para terem uma largura de ranhura alargada em relação a uma largura de ranhura das ranhuras estria- das (42uu) da parte estriada (42u).
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