BRPI1107111A2 - montagem de aparelho de auto-inflaÇço e pneu - Google Patents

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BRPI1107111A2
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BRPI1107111-7A
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Daniel Paul Luc Marie Hinque
Jean Joseph Victor Collette
Rene Louis Bormann
Massimo Di Giacomo Russo
Gilles Bonnet
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Goodyear Tire & Rubber
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Abstract

MONTAGEM DE APARELHO DE AUTO-INFLAÇçO E PNEU. Trata-se de um corpo de passagem de arque reside no interior de um corpo de pneu e se estende entre uma superfície do corpo de pneu voltada para fora e a cavidade de pneu, sendo que o corpo de passagem de ar tem uma passagem de ar enclausurada que se estende entre uma extremidade de saída de corpo oco que fica voltada para a cavidade de pneu e uma extremidade de entrada oca que fica voltada para fora da superfície do corpo de pneu voltada para fora. Um dispositivo de derivação é fixado sobre uma ou ambas as extremidades do corpo de passagem de ar, sendo que o dispositivo de derivação tem uma abertura de ventilação externa e um membro de protuberância que penetra uma parede lateral do corpo de passagem de ar para estabelecer de modo operacional uma trajetória de fluxo de arque se estende entre a passagem de ardo corpo de passagem de ar através do membro de protuberância e a abertura de ventilação do dispositivo de derivação. O corpo de passagem de ar é instalado com pré-cura dentro de uma construção de carcaça de pneu ecológica do corpo de pneu e o dispositivo de derivação é fixado pós-cura ao corpo de passagem de ar.

Description

"MONTAGEM DE APARELHO DE AUTO-INFLAÇÃO E PNEU" Campo da Invenção
A invenção refere-se geralmente a pneus auto-infláveise, mais especificamente, a uma montagem de aparelho de auto-inflação e pneu.
Antecedentes da Invenção
A difusão de ar normal reduz a pressão do pneu no interior de um pneu ao longo do tempo. O estado natural dos pneus é inflado. Consequentemente, os motoristas precisam atuar repetidamente para manter a pressão dos pneus ou se depararão com economia de combustível reduzida, vida útil do pneu e desempenho de manejo e frenagem do veículo reduzido. Sistemas de Monitoramento de Pressão do Pneu têm sido propostos para alertar os motoristas quando pressão do pneu está significativamente baixa. Tais sistemas, entre- tanto, permanecem dependentes do motorista que adota uma ação remediadora quando alertado para re-inflar um pneu com a pressão recomendada. É desejável, portanto, incorpo- rar um recurso de auto-inflação dentro de um pneu que irá auto-inflar o pneu a fim de com- pensar qualquer redução em pressão do pneu ao longo do tempo sem a necessidade de intervenção do motorista.
Sumário da Invenção
Em um aspecto da invenção, uma montagem de pneu inclui um corpo de pneu que tem uma cavidade de pneu entre a primeira e a segunda paredes laterais que se estendem respectivamente a partir de um par de núcleos de talão de núcleo de pneu anulares para uma região de banda de rodagem. O corpo de pneu é construído a partir de uma carcaça de pneu ecológica de pré-cura curada para formar um corpo de pneu acabado pós-cura. Um corpo de passagem de ar reside no interior do corpo de pneu e se estende entre uma super- fície do corpo de pneu voltada para fora e a cavidade de pneu , o corpo de passagem de ar tem uma passagem de ar enclausurada que se estende entre uma extremidade de saída de corpo oco que fica voltada para a cavidade de pneu e uma extremidade de entrada oca que fica voltada para fora da superfície do corpo de pneu voltada para fora. Um dispositivo de derivação é fixado sobre uma ou ambas as extremidades do corpo de passagem de ar, sen- do que o dispositivo de derivação tem uma abertura de ventilação externa e um membro de protuberância que penetra uma parede lateral do corpo de passagem de ar para estabelecer de modo operacional uma trajetória de fluxo de arque se estende entre a passagem de ardo corpo de passagem de ar através do membro de protuberância e da abertura de ventilação do dispositivo de derivação.
Em outro aspecto, a montagem de pneu inclui um dispositivo de derivação de en- trada fixado sobre a extremidade de entrada do corpo oco para direcionar de modo opera- cional o fluxo de ar para o interior da passagem de ardo corpo de passagem de are um dis- positivo de derivação de saída fixado sobre a extremidade de saída de corpo oco para dire- cionar de modo operacional fluxo de ara partir da passagem de ardo corpo de passagem de ar para o interior da cavidade de pneu. O dispositivo de derivação de entrada e o dispositivo de derivação de saída são, de preferência, equipados comum ou mais protuberâncias de pino oco para fixar os dispositivos em respectivas extremidades do corpo de passagem de ar bem como para estabelecer uma trajetória de fluxo de ara partir da passagem de ardo corpo de passagem de ar através das protuberâncias de pino para os dispositivos de deriva- ção respectivamente fixados.
De acordo com um aspecto adicional, o corpo de passagem de ar é instalado com pré-cura dentro da carcaça de pneu ecológica do corpo de pneu, e o dispositivo de deriva- ção de entrada e o dispositivo de derivação de saída são fixados com pós-cura ao corpo de passagem de ar.
Definições
"Razão de aspecto" do pneu significa a razão de sua altura de seção (SH) para sua largura de seção (SW) multiplicada por 100 por cento para expressão como uma porcenta- gem.
"Banda de rodagem assimétrica" significa uma banda de rodagem que tem um pa- drão de banda de rodagem não simétrico em torno do plano central ou plano equatorial EP do pneu .
"Axial" e "axialmente" significa linhas ou direções que são paralelas ao eixo geomé- tricô de rotação do pneu .
"Lona anti-fricção" é uma tira estreita de material colocado em torno do exterior de um talão de pneu para protegeras lonas do cordonel do desgaste e do corte contra o aro e distribuir a flexão acima do aro.
"Circunferencial" significa linhas ou direções que se estendem ao longo do períme- tro da superfície da banda de rodagem anular perpendicular à direção axial.
"Plano central equatorial (CP)" significa o plano perpendicular ao eixo geométrico de rotação do pneu e que atravessa o centro da banda de rodagem.
"Área ocupada" significa a emenda de contato ou a área de contato da banda de rodagem do pneu com uma superfície plana em velocidade zero e sob carga e pressão nor- mais.
"Sulco" significa uma área de espaço vazio alongada em uma banda de rodagem que pode se estender circunferencial ou lateralmente em torno da banda de rodagem de uma maneira linear, curva ou em zigue-zague. Os sulcos que se estendem circunferencial e lateralmente possuem, algumas vezes, porções comuns. A "largura de sulco" é igual à área de superfície da banda de rodagem ocupada por um sulco ou porção de sulco, largura em questão, dividida pelo comprimento de tal sulco ou porção de sulco; dessa forma, a largura de sulco é sua largura média sobre seu comprimento. Os sulcos podem ter profundidades variantes em um pneu. A profundidade de um sulco pode variar em torno da circunferência- da banda de rodagem, ou a profundidade de um sulco pode ser constante, mas variar a par- tir da profundidade de um outro sulco no pneu . Se tais sulcos estreitos ou amplas tiverem sua profundidade substancialmente reduzida em comparação aos sulcos circunferenciais amplos que se interconectam, estes estão relacionados à formação de "barras de fixação" que tendem a manter um caráter similar à nervura na região da banda de rodagem em ques- tão.
"Lateral interna" significa a lateral do pneu mais próxima ao veículo quando o pneu é montado em uma roda e a roda é montada sobre o veículo. "Lateral" significa uma direção axial.
"Bordas laterais" significa uma linha tangente à emenda de contato ou área ocupa- da da banda de rodagem axialmente mais externa conforme medido sob inflação de pneu e carga normais, sendo que as linhas são paralelas ao plano central equatorial.
"Área de contato de rede" significa a área total de elementos de banda de rodagem que entram em contato com o solo entre as bordas laterais em torno de toda a circunferên- cia da banda de rodagem dividida pela área aproximada de toda a banda de rodagem entre as bordas laterais.
"Banda de rodagem não direciona!" significa uma banda de rodagem que não tem direção preferencial de percurso dianteiro e não precisa ser posicionada em um veículo em uma posição ou posições de roda específica para assegurar que o padrão de banda de ro- dagem esteja alinhado coma direção preferencial de percurso. Adversamente, um padrão de banda de rodagem direcional tem uma direção preferencial de percurso que requer o posi- cionamento da roda específico.
"Lateral externa" significa a lateral do pneu mais longe do veículo quando o pneu é montado em uma roda e a roda é montada no veículo.
"Peristáltica" significa a operação através de meios de contrações do tipo onda que propelem a matéria contida, tal como ar, ao longo de trajetórias tubulares.
"Radial" e "radialmente" significa direções radialmente em direção ou na direção contrária ao eixo geométrico de rotação do pneu. "Nervura" significa uma tira que se estende circunferencial de borracha sobre a ban-
da de rodagem que é definida por pelo menos um sulco circunferencial e um segundo sulco ou uma borda lateral, sendo que a tira é lateralmente não dividida em toda a profundidade dos sulcos.
"Ranhura" significa pequenas fendas moldadas nos elementos da banda de roda- gem do pneu que subdividem a superfície da banda de rodagem e aprimoram a tração, as ranhuras são de modo geral estreitas em largura e se fecham na área ocupada dos pneu sem oposição aos sulcos que permanecem abertos na área ocupada do pneu . "Elemento de banda de rodagem" ou "elemento de tração" significa uma nervura ou um elemento de bloco definido por ter um formato adjacente aos sulcos.
"Largura de arco de banda de rodagem" significa o comprimento de arco da banda de rodagem conforme medido entre as bordas laterais da banda de rodagem.
Breve Descrição dos Desenhos
A invenção será descrita por meio de exemplo e em referência aos desenhos em anexo, nos quais:
A Figura 1 é uma vista em perspectivada montagem de pneu de auto-inflação;
A Figura 2 é uma vista em perspectivado componente do corpo de tubo de arda
submontagem de tubo de ar;
A Figura 3 é uma vista em perspectiva de topo do componente da capa de entrada da submontagem de tubo de ar;
A Figura 3A é uma vista em perspectiva de fundo do componente da capa de en- trada;
A Figura3B é uma vista em seção transversal através do componente da capa de
entrada tomada ao longo da linha 3B-3B da Figura 3A;
A Figura 4 é uma vista em perspectiva de topo de um componente de dispositivo de inflação da submontagem de tubo de ar;
A Figura4A é uma vista em perspectiva de fundo do dispositivo de inflação;
A Figura 5 é uma vista em perspectiva explodida da submontagem de tubo de ar.
A Figura 6 é uma vista em seção transversal através da extremidade de entrada do componente de tubo de ar;
A Figura 7 é uma vista seccional através da extremidade de entrada do componen- te de tubo de ar como componente de capa montado nisto;
A Figura 8A é uma vista em perspectiva parcial do tubo de arque mostra uma plura-
lidade de condutos de passagem de ar posicionado axialmente ao longo do tubo;
A Figura 8B é uma vista em perspectiva parcial do tubo de arque mostra um núme- ro alternativo de condutos de passagem de ar posicionados nisso;
A Figura 8C é uma vista em perspectiva parcial do tubo de arque mostra uma confi-
guração alternativa na qual uma passagem axial central através do tubo de ar é desobstruí- da pela presença de condutos de passagem de ar;
A Figura 9A é uma vista em perspectivado lado inferior ampliada mostrada em se- ção parcial da região de talão de um pneu que incorporar uma submontagem de tubo de ar externamente montada;
A Figura 9B é uma vista em perspectiva superior ampliada mostrada em seção par-
cial da região de talão que incorpora a submontagem de tubo de ar externamente montada;
A Figura 9C é uma vista em perspectiva do lado inferior ampliada mostrada em se- ção parcial da região de talão de um pneu em uma construção alternativa na qual a submon- tagem de tubo de ar é integrada na construção do pneu .
A Figura9Dé uma vista superior ampliada da construção alternativa da Figura 9C;
A Figura 10 é uma vista em perspectiva ampliada de uma porção de talão do pneu que tem a submontagem de tubo de ar alternativamente montada;
A Figura 10A é uma vista ampliada da região da área de talão designada como 10A da Figura 10;
A Figura 11 é uma vista em perspectiva de um segmento do lado inferior do pneu montado em um ar o que ilustra a extremidade de saída da submontagem de tubo de ar montada no talão de pneu região;
A Figura 12 é uma vista em perspectiva de um segmento do lado superior do pneu- montado em um ar o que ilustra a extremidade de entrada da submontagem de tubo de ar montada na região de talão.
A Figura 13 é uma vista seccional através de um pneu que tem uma submontagem de tubo de ar alternativamente configurada e direcionada incorporada nisso.
Descrição Detalhada da Invenção
As Figuras 1, 10 e 10A mostram um pneu 10 exemplificativo para uso coma presen- te invenção. O pneu 10 tem uma banda de rodagem 12 e um revestimento 14. O revesti- mento 14 tem duas paredes laterais 16, 18, um ou mais lonas radiais 20 que se estendem a partir de e são envolvidas em torno de dois talões anulares 22, 24 e uma estrutura de refor- ço de correia 26 localizada radialmente entre a banda de rodagem 12 e a lona ou lonas 20.
As lonas 20 e a estrutura de reforço de correia 26 podem ter o cordonel reforçado com material elastomérico. Os cordonéis podem ser, por exemplo, filamentos de fio de aço e o elastômero pode ser, por exemplo, um material de borracha vulcanizada. Similarmente, os talões anulares22, 24podem ter fios de aço envolvidos formando um feixe que forma um núcleo de talão não extensível. Um componente de forro interno28, por exemplo, uma bor- racha de halobutila, pode formar alguma câmara impermeável a ar para conter a pressão do ar dentro de uma cavidade de pneu 30 quando o pneu 10 é inflado.
O pneu 10 pode incluir adicionalmente um ápice elastomérico32disposto radialmen- te acima de cada talão 22, 24. Um par de pregas de proteção 34, 36 é fornecido, o qual for- ma um componente curado de lona anti-fricção 38 (Figuras 9A a D) após o pneu ter sido submetido a um ciclo de cura. Em geral, a construção do pneu 10 é convencional e o pneu pode ser configurado para veículo de passeio, comercial ou especializado veículo ou a- plicações em rodovias. Conforme visto nas Figuras 1, 11 e 12, um pneu curado 10 exempli- ficativo é montado em um aro 40, assentado sob a superfície do aro 42 e em contigüidade com um flange do aro externo 44. Com esse posicionamento, a cavidade interna 30 do pneu é envolvida e se destina a conter um volume de ar recomendado com pressão desejada quando o pneu 10 é completamente inflado.
Referindo-se às Figuras 2, 5, 6 e 7, um corpo do tubo de ar 46 é fornecido compos- to de material flexível tais como composições elastoméricas ou de borracha adequadas para a incorporação em um pneu ecológico e capazes de manter a integridade estrutural durante a cura do pneu ecológico. O corpo 46 é formado tendo uma seção de corpo central plana alongada 50 que se une integralmente em extremidades opostas em uma extremidade de corpo de entrada em formato de disco aplanada 52 e uma extremidade de corpo de saída em formato de disco aplanada 54. O corpo 46 é, de preferência, de construção unitária pro- duzido através de técnicas de moldagem convencionais. A extremidade de corpo de saída 54 é oca e de uma configuração externa em for-
mato de disco plana que tem uma parede lateral circular 56 e uma parede externa plana 57. Similarmente, a extremidade do corpo de entrada 52 na extremidade oposta da seção cen- tral do corpo 50 tem, do mesmo modo, uma configuração externa em formato de disco plana que tem uma parede lateral circular 58 e uma parede externa plana 59.Conforme mais bem visualizado na Figura 7, a extremidade do corpo de entrada 52 é oca e tem uma câmara de ar central enclausurada 60. A extremidade de corpo de saída 54 conforme visto na Figura 6 é, do mesmo modo, oca e tem uma câmara de ar central enclausurada 48.A espessura de parede e a composição do material da extremidade do corpo de entrada 52 e da extremida- de de corpo de saída 54 são construídas para facilitar a penetração do pino de um compo- nente de capa e dispositivo de inflação respectivamente conforme será explicado.
Referindo-se às Figuras 6, 7, 8Aa 8C, a seção de corpo central 50 forma uma co- bertura de forro 64 definida por paredes laterais 66, 68, 70, 72. Uma passagem de ar aberta 73 conforme visto na Figura 8C, em uma modalidade, se estende entre a câmara 60 dentro da extremidade do corpo de entrada 52 e a câmara48 dentro da extremidade de corpo de saída 54. As dimensões em seção transversal da passagem de ar 73 são construídas para permitir um fluxo de ar livre entre as câmaras 48 e 60. Alternativamente, múltiplos cabos de ar tubulares 62 podem ser moldados dentro da seção de corpo central 50 conforme mostra- do na Figura 5, cada um tem uma passagem de ar axial 63 que se comunica com o fluxo de ar entre as câmaras 48, 60. Através da seleção apropriada do número e do diâmetro dos cabos de ar 62, a taxa de fluxo de ar entre as câmaras 48, 60 pode ser regulada. Por exem- plo, a Figura 8A mostra uma modalidade na qual cinco cabos com diâmetro maior 62 são posicionados dentro da seção de corpo central 50 e a Figura 8B mostra uma modalidade que utiliza 20 cabos com diâmetro menor 62. A alteração do tamanho do diâmetro e do nú- mero de cabos62 fornece flexibilidade no ajuste das características de flexão mecânica bem como características de fluxo de ardo corpo do tubo de ar entre as câmaras 48, 60.
Referindo-se às Figuras 3, 3A e 3B, um componente de capa 74 é fornecido para se fixar à extremidade do corpo de entrada52 e permitir o fluxo de ar externo a um pneu na extremidade do corpo de entrada câmara 60. O componente de capa 74 é construído de material adequado tal como aço ou plástico através de meios convencionais, de modo geral, em um corpo de capa em formato de domo 76. O corpo de capa 76 inclui uma parede de topo côncava 78, uma parede de fundo plana 80 e uma parede circunferencial levantada 82 que define coletivamente uma câmara de capa interna 86. Um arranjo de ventilações de entrada 84 é separado e se estende através da parede de topo côncava 78 do corpo de ca- pa 76. As ventilações de entrada funcionam como passagens de ar para passar o ar circun- dante através da parede de topo côncava 78 para o interior da 'câmara de capa 86. Um ar- ranjo de pinos piramidais ocos 88 se projeta a partir da parede de fundo plana 80,os quais se afunilam para um ponto. Cada um dos pinos88 tem uma ou mais ventilações de saída ou passagens de ar 90 que se estende através do corpo do membro do pino para permitir que o ar dentro da câmara de capa 86 evacue da capa para baixo através dos pinos 88.
Conforme visto a partir das Figuras 4, 4A, 5, e 13, a submontagem de tubo de arem um pneu pós-cura inclui um dispositivo de inflação 42 para canalizar ar a partir do corpo do tubo de ar 46 para o interior da cavidade de pneu 30. O dispositivo de inflação 42 tem um corpo cilíndrico enclausurado 93 definido por laterais do corpo 94, um lateral de topo 96, eu ma lateral de fundo 98 que enclausura uma câmara central 99. Um arranjo de pinos ocos triangulares 100 se projeta para fora a partir da lateral de fundo 98, sendo que cada um tem uma ou mais ventilações de admissão que se estendem através disso para admitir ar no interior da câmara central 99. Um conduto alongado 104 se estende lateralmente a partir do corpo cilíndrico 93, o qual tem uma passagem de ar central 108 que se estende axialmente através disso para uma extremidade aberta 108. O conduto 104 tem, de modo ge- ral,configuração plana, retangular em seção e tem uma parede de topo plana 110, uma pa- rede de fundo plana 112 e paredes laterais com perfil relativamente baixo 114. A direção do conduto 104 é, de modo geral, transversal à direção de fluxo de ar através dos pinos 100 e para o interior da câmara 99. A passagem de ar central 106 através do conduto 104 se co- necta na câmara 99. Um fluxo de ar ascendente através dos pinos 100 na direção 118 entra na câmara 99 e é direcionado a partir disso através do conduto 104conforme mostrado pela seta 116 da Figura 13esai conforme mostrado pela seta 118 na extremidade do conduto 108.0 dispositivo 92 pode ser formado por meios convencionais por material adequado tal como plástico ou aço.
Referindo-se às Figuras 9A a D, 10 e 10A, será observado que na modalidade mos- trada, o corpo do tubo de ar 46 destina-se a ser incorporado em um pneu ecológico durante o processo de construção do pneu ecológico. O corpo do tubo de ar 46 é fabricado como um componente separado e, no estagio apropriado de construção do pneu ecológico, integrado entre os componentes padrão do pneu de modo que a extremidade do corpo de entrada 52 esteja situada e fique voltada para fora externamente em relação ao pneu, e a extremidade de corpo de saída 54 esteja situada e fique voltada para dentro em direção à cavidade 30 do pneu. Na configuração mostrada, o corpo 46 é posicionado e ensanduichado entre os dois componentes de prega de proteção sobrejacentes 34, 36 embora outras configurações para integrar o corpo do tubo de ar 46 em um pneu ecológico possam serem pregadas caso seja desejado.Os componentes de prega 34, 36 se tornarão o componente de lona anti-fricção no pneu curado.
A integração do corpo do tubo de ar 46 entre os componentes do pneu ecológico 34, 36 é mostrada em seqüência e detalhes pelas Figuras 9A a D. A Figura 9A mostra a colocação do componente de prega 36 em torno do talão de pneu 24 e a colocação do cor- po do tubo de ar 46 sobre o componente 36. Assim posicionado, o corpo do tubo de ar 46 circunda de modo similar o talão de pneu 24 coma extremidade de saída 54 que fica voltada em direção à cavidade de pneu 30. A construção plana do corpo do tubo de ar 46 coma es- colha de materiais flexíveis e elastoméricos na formação do corpo permite que o corpo do tubo de ar 46 se conforme de modo resiliente para seguir o formato do componente de pre- ga 36 e se tornar plano através disso. A embutidura do componente de tubo de ar 36 em tal posição conforme mostrado não compromete ou altera a posição ou a estrutura de qualquer um dos componentes do pneu ecológico montados antes ou subseqüente ao posicionamen- to do corpo do tubo de ar 36.
A Figura 9B mostra uma vista do exterior do pneu ecológico e, especificamente, do local da extremidade do corpo de entrada de ar 52 do corpo do tubo de ar 46. A extremidade do corpo de entrada 52 se torna plana contra o exterior do componente 36 e fica voltada para fora do pneu ecológico. Nas Figuras 9C e9D, a colocação do segundo componente de prega de proteção externo n34é mostrada, sobrepondo o corpo do tubo de ar 46 e ensan- duichado o corpo do tubo de ar 46 entre os componentes 34, 36. A construção de perfil bai- xo e plano do corpo do tubo de ar 46, particularmente, do segmento de corpo central 50, permitem que o componente 34 seja encaixado em torno do núcleo do talão 24 e plano so- bre o componente de prega interno 36 da maneira usual para a construção do pneu ecológi- cos em comprometer a posição relativa ou a estrutura de qualquer componente do pneu ecológico. Conforme mostrado, após o componente 34 ter sido posicionado sobre o compo- nente 36 e o corpo do tubo de ar 36, a extremidade de saída 54 do corpo 36 permanece exposta, accessível e voltada para a cavidade de pneu 30 e a extremidade de entrada 52 do corpo 36 permanece exposta, accessível e voltada para o exterior do pneu ecológico para um propósito explicado abaixo.
As Figuras 10 e 10A ilustram uma vista em seção através do pneu ecológico con- cluído. Conforme mais bem visto na vista seccional ampliada da Figura 10A, a extremidade de saída 54 da superfície plana voltada para fora 57 fica voltada para a cavidade interior30 do pneu ecológico enquanto a superfície plana voltada para fora 59 da extremidade de en- trada 52 fica voltada para fora do pneu . O corpo central 50 do corpo do tubo de ar 46 é en- volvida entre os componentes de proteção 34, 36 e circunda o talão de pneu 22. O corpo do tubo de ar 46 dentro do pneu ecológico é envolvido, contendo a passagem de ar através do corpo central 50 e das câmaras 48, 60 dentro das extremidades 52, 54. O pneu ecológico é, então, submetido a um ciclo de curada maneira convencional resultando em um pneu aca- bado.
Subseqüente à cura do pneu , conforme ilustrado pelas Figuras 5, 6, 7, 11 e 12, o componente de capa 74 é fixado à superfície externa 59 da extremidade de entrada 52 do corpo do tubo de ar 46. Os pinos ocos que se afunilam 88 da capa 74 penetram através da superfície 59 até que as aberturas do pino 90 entrem na câmara da extremidade de entrada 60. A espessura seccional e a seleção do material da extremidade de entrada 52 são desig- nadas para facilitar a penetração pelos pinos de membro de capa 88. Os pinos 88 são cons- truídos de material adequadamente rígido para penetrar através da espessura da extremi- dade de entrada superfície 59 conforme necessário. O engate com atrito dos pinos 88 atra- vés da superfície 59 atua para manter a capa 74 no local sobre a extremidade de entrada 52 do corpo do tubo de ar 46. O auxílio de retenção secundário pode ser incluído se desejado, tal como a aplicação de um adesivo entre a capa 74 e a superfície de entrada 59. A área e a geometria da superfície do lado inferior da capa complementa de modo geral a área e a ge- ometria superficiais da superfície 59, mas não precisam necessariamente fazer o mesmo. Assim posicionado, uma trajetória de ar de entrada é definida através das aberturas de ven- tilação 84 da capa 74, através dos pinos ocos 88 da capa 74, através das aberturas 90 nas extremidades afuniladas externas dos pinos 88, e na extremidade de entrada 52 do corpo do tubo de ar 46 conforme indicado pelas setas direcionais 108.
A extremidade de saída54 do corpo do tubo de ar 46 é encaixada no dispositivo de inflação 92 em uma operação pós-cura do pneu conforme mostrado. Os pinos ocos que se afunilam 100 do dispositivo 92 penetram a superfície 57 até que as aberturas do pino 102 entrem na câmara da extremidade de saída 48. A espessura seccional e a seleção do mate- rial de extremidade de saída 52 são projetadas para facilitar a penetração pelos pinos do dispositivo 100. Os pinos 100 são construídos a partir de material adequadamente rígido para penetrar a espessura da superfície da extremidade de saída 57 conforme necessário. O engate com atrito dos pinos 100 através da superfície 57 atua para reter o dispositivo 92 no local da extremidade de saídaõdo corpo do tubo de ar 46. O auxílio secundário pode ser incluído caso seja desejado, tal como a aplicação de um adesivo entre o dispositivo 92 e a extremidade de saída superfície 57. A área e a geometria da superfície do lado inferior 98 do dispositivo 92complementa de modo geral a área e a geometria superficial da superfície 57, mas não precisam necessariamente fazer o mesmo. Assim posicionado, uma trajetória de ar de saída é definida através da passagem 106 do conduto de saída 104 dos pinos ocos 102 do dispositivo 92 que se comunica através das aberturas do pino 102 coma câmara inter- na48 da extremidade de saída 54conforme indicado pelas setas direcionais 118das Figuras 12 e 13.
Conforme explicado anteriormente, o corpo central 50 do corpo do tubo de ar 46 pode constituir um canal aberto entre a câmara de entrada 60 e a câmara de saída 48. Al- ternativamente, um ou mais cabos de ar tubulares 62 podem ser embutidos no corpo central 50 com a finalidade de se estender entre as câmaras 48, 60. O número e a dimensão em seção transversal das passagens 63 através dos cabos 62 podem ser selecionados para permitir que o ar flua entre as câmaras 48, 60 a uma taxa preferencial. Será observado a partir da Figura 12 que o conduto de saída 104 do dispositivo 92 se estende em um ângulo reto para a trajetória de ar que se move a partir da extremidade de saída 54 para os pinos 102. O ar que escapa do conduto de saída 104 é, por meio disso, injetado na cavidade de pneu 30 ao longo da superfície internada parede lateral conforme mostrado pelas setas 118. A orientação do conduto 104 ao longo da superfície internada parede lateral e para o interior da cavidade 30 reduz a extensão na qual o conduto 104 se projeta para o interior da cavida- de 30 e, por meio disso, minimiza o risco de frenagem.
A partir do supracitado, será observado que a passagem de ar através do corpo do tubo de ar 46 é inteiramente enclausurada durante a incorporação do corpo em um pneu ecológico. A integração do corpo 46 no pneu ecológico é feita durante as técnicas de cons- trução de pneu convencionais e não requer equipamentos especializados. Além disso, a integração do corpo 46 dentro de um pneu ecológico estabelece um canal que irá permitir o ar na cavidade de pneu 30 quando necessário, mas que não compromete a configuração do componente de pneu existente e a colocação ou atributos do pneu tais como durabilidade e contenção de ar.
O sistema fornece a vantagem de permitir uma embutidura de uma passagem de
arem um pneu que não resulta em um rompimento na construção do pneu e no processo de cura; não requer qualquer perfuração do pneu curado e, portanto, terá um impacto relativa- mente baixo sobre a durabilidade do pneu ; é modular e,portanto, oferece flexibilidade para uso em diferentes pneus em linhas de produto. O formato da capa 74, do corpo do tubo de ar 46 e do dispositivo de inflação 92
mostrados e descritos anteriormente permite que o ar entre no pneu e passe o ar através do pneu por meio do corpo do tubo de ar 46. A capa 74 e o dispositivo de inflação 92 não são pressionados no corpo do tubo de ar enclausurado 46 até a após a cura do pneu , impedin- do através disso o fluxo de borracha para o interior do corpo do tubo de ar durante a cura do pneu . O uso opcional de cabos tubulares distintos 62 dentro do corpo do tubo de ar corpo central 50 permite o controle do fluxo de ar bem como uma construção de corpo mais robus- ta 50 capaz de suportar a flexão que ocorre em um pneu durante o uso normal. A Figura 13 ilustra uma modalidade alternativa na qual o corpo do tubo de ar 46 não direcionado em torno do talão de pneu . O corpo do tubo de ar 46 na Figura 13 se estende através do pneu acima do talão 22 e ao longo da parede internada parede lateral do pneu que fica voltada para a cavidade 30. Como coma modalidade das Figuras 1 a 12, o disposi- tivo de inflação92 é pressionado em uma extremidade de saída 54 do corpo do tubo de ar 56 enquanto um componente de capa 74 penetra e se fixa a uma extremidade de entrada. Uma outra posição que pode ser usada é mostrada em linha tracejada na Figura 13 no nu- merai 120. Na posição 120, o corpo do tubo de ar se estenderia ao longo de uma trajetória linear através do pneu entre o dispositivo de inflação 92 e a capa 74. Em uma das modali- dades alternativas, uma passagem através do pneu pode ser perfurada uma vez que o pneu é curado para o recebimento do corpo do tubo de ar 46. A vantagem obtida é uma trajetória mais curta para o fluxo de ar, reduzindo portanto as perdas de pressão de fluxo de ar. As alternativas da Figura 13, entretanto, criariam questões de durabilidade devido às concen- trações de estresse. Além disso, uma vez que o tamanho do orifício para recebimento do corpo do tubo de ar pode seraproximadamenteõ mm, uma ou mais fibras de carcaça podem ser excluídas. Além disso, a perfuração fora de linha após a curta pode adicionar custo ao processo de fabricação.
O corpo de pneu é construído a partir de uma forma de carcaça de pneu ecológica de pré-cura para uma forma de corpo de pneu acabado pós-cura. Será observado a partir do supracitado que, em um sentido geral, o corpo do tubo
de ar46 (também chamado no presente documento de maneira intercambiável de "corpo de passagem de ar") reside dentro do corpo de pneu 10 e se estende entre uma superfície do corpo de pneu voltada para fora tal como a superfície externa da lona anti-fricção 38 e a cavidade de pneu 30. A trajetória das Figuras 1a12 pode ser empregada ou trajetórias alter- nativas tais como, mas não se limitando a, trajetórias alternativas da Figura 13. O corpo de passagem de ar46 fornece a passagem de ar enclausurada(câmaras 48, 60 com os cabos de ar 62) que se estendem entre a extremidade de saída de corpo oco54 que fica voltada para a cavidade de pneu30 e a extremidade de entrada oca52 que fica voltada para fora da superfície do corpo de pneu voltada para fora. A capa 74 e o dispositivo de inflação 92 re- presentam dispositivos de derivação fixados sobre uma ou ambas as extremidades do corpo de passagem de ar 46. Cada dispositivo de derivação 74, 92incluiuma abertura de ventila- ção externa e um membro do pino de protuberância (88, 100) que penetra uma parede late- ral do corpo de passagem de ar46 para estabelecer de modo operacional uma trajetória de fluxo de arque se estende entre a passagem de ardo corpo de passagem de ar através do membro do pino de protuberância e através da abertura de ventilação do dispositivo de deri- vação. O "dispositivo de derivação de entrada" (capa 74) é fixado sobre a extremidade de entrada do corpo oco52 para direcionar de modo operacional o fluxo de ar "externo" para o interior da passagem de ardo corpo de passagem de ar enquanto o "dispositivo de derivação de saída" (dispositivo de inflação 92) é fixado sobre a extremidade de saída de corpo oco54 para direcionar de modo operacional o fluxo de ara partir da passagem de ar do corpo de passagem de ar para o interior da cavidade de pneu 30. A montagem da montagem de pas- sagem de ar no pneu é feita em estágios separados, começando coma incorporação do tubo de passagem de ar 46 em uma forma de carcaça de pneu ecológica de pré-curado pneu de modo que as extremidades do tubo de passagem de ar 46 sejam pelo menos parcialmente expostas e conclusivas coma fixação pós-curada capa 74 e/ou do dispositivo de inflação 92 ao corpo do tubo de ar 46. Será observado a partir das Figuras 1 a 12que a integração com pré-cura da pas-
sagem de ar corpo 46 na forma de carcaça de pneu ecológica do pneu obtém uma vanta- gem significativa. O corpo do tubo de ar 46 é enclausurado, o que mantém a passagem de ar limpa durante a cura do pneu . A posição e a configuração do corpo do tubo de ar é tal que os componentes do pneu não são comprometidos ou estruturalmente afetados pela in- tegração da passagem de ar para o interior do pneu ecológico. Posteriormente, a capa e o dispositivo de inflação são adicionados se uma capacidade de auto-inflação for desejada. A capa e o dispositivo de inflação são fixados através da penetração de respectivas extremi- dades de saída e entrada do corpo do tubo de ar 46 por pinos afunilados ocos, permitindo através disso que o ar flua para o interior da capa sobre a extremidade de entrada, através do corpo do tubo de ar, e para fora do dispositivo de inflação sobre a extremidade de saída. O sistema fornece, dessa forma, uma passagem de ar através de duas extremidades ocas de um tubo de passagem de arque é pré-instalado em um pneu ecológico antes da cura. O método de integração do canal de ar na montagem do pneu antes da cura e a perfuração somente das extremidades ocas da passagem de ar após a cura do pneu serve para manter a passagem de ar desobstruída e limpa. Além disso, a disposição de cabos tubulares no interior do corpo central do corpo do tubo de ar fornece integridade estrutural acentuada para a passagem de ar e permite um controle de taxa de fluxo de ar através da seleção do numero e do tamanho dos cabos de passagem ocos.
Variações na presente invenção são possíveis à luz da descrição fornecida no pre- sente documento. Muito embora certas modalidades e detalhes representativos tenham sido mostrados para o propósito de ilustração da invenção em questão, será evidente para aque- les elementos versados na técnica que várias alterações e modificações podem ser feitas no presente documento sem que se afaste do escopo da invenção em questão. Portanto, ficará compreendido que as alterações podem ser feitas nas modalidades particulares descritas que estarão inseridas escopo pretendido completo da invenção conforme definido pelas se- guintes reivindicações em anexo.

Claims (10)

1. Montagem de pneu, CARACTERIZADA pelo fato de que compreende: Um corpo de pneu que tem uma cavidade de pneu entre a primeira e a segunda pa- redes laterais que se estende respectivamente a partir de um par de núcleos de talão de núcleo de pneu anulares para uma região de banda de rodagem, sendo que o corpo de pneu é construído a partir de uma carcaça de pneu ecológica de pré-cura formada em um forma de corpo de pneu acabado pós-cura curada; Um corpo de passagem de ar dentro do corpo de pneu e que se estende entre uma superfície do corpo de pneu voltada para fora e a cavidade de pneu , sendo que o corpo de passagem de ar tem uma passagem de ar enclausurada que se estende entre uma extremi- dade de saída de corpo oco que fica voltada para a cavidade de pneu e uma extremidade de entrada oca que fica voltada para fora da superfície do corpo de pneu voltada para fora; pelo menos um dispositivo de derivação fixado sobre pelo menos uma das extremi- dades do corpo de passagem de ar, sendo que o pelo menos um dispositivo tem uma aber- tura de ventilação externa e um membro de protuberância que penetra uma parede lateral do corpo de passagem de ar para estabelecer de modo operacional uma trajetória de fluxo de arque se estende entre a passagem de ardo corpo de passagem de ar através do mem- bro de protuberância e da abertura de ventilação do dispositivo de derivação.
2. Montagem de pneu , de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADA pelo fato de que o pelo menos um dispositivo de derivação compreende um dispositivo de deri- vação de entrada fixado sobre a extremidade de entrada do corpo oco para direcionar de modo operacional o fluxo de ar para o interior da passagem de ardo corpo de passagem de ar e um dispositivo de derivação de saída fixado sobre a extremidade de saída de corpo oco para direcionar de modo operacional o fluxo de ara partir da passagem de ardo corpo de passagem de ar para a cavidade de pneu .
3. Montagem de pneu , de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADA pelo fato de que o corpo de passagem de ar é instalado com pré-cura dentro da forma de carca- ça de pneu ecológica de pré-curado corpo de pneu , e o pelo menos um dispositivo é fixado pós-cura ao corpo de passagem de ar dentro da forma de corpo de pneu acabado pós-cura.
4. Montagem de pneu , de acordo com a reivindicação 3, CARACTERIZADA pelo fato de que o pelo menos um dispositivo de derivação compreende um dispositivo de deri- vação de entrada fixado sobre a extremidade de entrada do corpo oca para direcionar de modo operacional o fluxo de ar para o interior da passagem de ardo corpo de passagem de ar e um dispositivo de derivação de saída fixado sobre a extremidade de saída de corpo oco para direcionar de modo operacional o fluxo de arda passagem de ardo corpo de passagem de ar para o interior da cavidade de pneu .
5. Montagem de pneu , de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADA pelo fato de que o pelo menos um dispositivo de derivação compreende uma dispositivo de capa fixado sobre a extremidade de entrada oca do corpo de passagem de ar, sendo que o dis- positivo de capa compreende: uma câmara de capa interna pelo menos parcialmente defini- da por uma lateral de capa que fica voltada para o exterior e uma lateral inferior de capa que fica voltada para o interior; pelo menos uma abertura de ventilação dentro da lateral da ca- pam que fica voltada para o exterior e que se comunica coma câmara de capa; e pelo me- nos uma protuberância de pino oco que se estende a partir da lateral inferior da capa atra- vés de uma parede lateral da extremidade de entrada oca do corpo de passagem de ar, sen- do que a protuberância de pino tem uma passagem de arde pino interna que se comunica coma câmara de capa e pelo menos uma abertura de saída de pino posicionada dentro da passagem de ardo corpo de passagem de ar.
6. Montagem de pneu , de acordo com a reivindicação 5, CARACTERIZADA pelo fato de que a protuberância de pinos e afunila para o interior de uma porção de extremidade afunilada posicionada dentro da passagem de ardo corpo de passagem de ar, e a pelo me- nos uma abertura de saída de pino é localizada dentro da porção de extremidade afunilada da protuberância de pino dentro da passagem de ardo corpo de passagem de ar.
7. Montagem de pneu , de acordo com a reivindicação 6, CARACTERIZADA pelo fato de que a porção de extremidade afunilada da protuberância de pino penetra de modo operacional a uma parede lateral da extremidade de entrada oca do corpo de passagem de ar para conectar o dispositivo de capa ao corpo de passagem de ar.
8. Montagem de pneu , de acordo com a reivindicação 7, CARACTERIZADA pelo fato de que o corpo de passagem de ar é montado com pré-cura dentro da forma de carcaça de pneu ecológica de pré-curado corpo de pneu , e o dispositivo de capa é fixado com pós- cura ao corpo de passagem de ar dentro da forma de corpo de pneu acabado pós-curado corpo de pneu .
9. Montagem de pneu , de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADA pelo fato de que o pelo menos um dispositivo de derivação compreende um dispositivo de infla- ção fixado sobre a extremidade de saída oca do corpo de passagem de ar, sendo que o dis- positivo de inflação compreende: uma câmara de dispositivo de inflação interna pelo menos parcialmente definida por uma lateral do dispositivo de inflação externa e uma lateral inferior do dispositivo de inflação que fica voltada para dentro; pelo menos uma abertura de saída dentro da lateral do dispositivo de inflação que fica voltada para fora e que se comunica co- ma câmara de dispositivo de inflação; e pelo menos uma protuberância de pino oca que se estende a partir da lateral inferior do dispositivo de inflação através de uma parede lateral da extremidade de saída oca do corpo de passagem de ar, sendo que a protuberância de pino tem uma passagem de arde pino interna que se comunica coma câmara do dispositivo de inflação e pelo menos uma abertura de saída de pino entre a passagem de ardo pino e a passagem de ardo corpo de passagem de ar.
10. Montagem de pneu , de acordo com a reivindicação 9, CARACTERIZADA pelo fato de que a protuberância de pino do dispositivo de inflação se afunila em direção a uma porção de extremidade afunilada posicionada no interior da passagem de ardo corpo de passagem de ar, e a pelo menos uma abertura de saída de pino é localizada no interior da porção de extremidade afunilada da protuberância de pino dentro da passagem de ardo cor- po de passagem de ar, e a porção de extremidade afunilada da protuberância de pino é con- figurada de modo operacional para penetrar a uma parede lateral da extremidade de saída oca do corpo de passagem de ar para conectar o dispositivo de inflação ao corpo de passa- gemdear.
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