PT1555876E - Combinações entre ariloxifenoxipropionatos e antídotos e seu uso para um controlo acrescido das ervas daninhas - Google Patents

Combinações entre ariloxifenoxipropionatos e antídotos e seu uso para um controlo acrescido das ervas daninhas Download PDF

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Hans Philipp Huff
Hermann Bieringer
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Bayer Cropscience Ag
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Description

Descrição "Combinações entre ariloxifenoxipropionatos e antídotos e seu uso para um controlo acrescido das ervas daninhas" A invenção diz respeito ao campo dos herbicidas-antídotos para protecção de culturas, em particular ao uso de combinações entre herbicidas ariloxifenoxipropionatos e antídotos específicos que são altamente adequados para um controlo selectivo de plantas nocivas em culturas de plantas úteis.
Herbicidas de ariloxifenoxipropionatos são uma classe de compostos que são conhecidos como sendo adequados para vários fins herbicidas. Estes incluem por exemplo, herbicidas tais como clodinafop- propargyl, cyhalofop-butilo, diclofop, diclofop-metilo, fenoxaprop-P-etilo, fluazifop, fluazifop- butilo, fluazifop-P-butilo, haloxyfop, haloxyfop-etotilo, haloxyfop-P-metilo, propaquizafop, quizalofob, quizalofop- etilo, quizalofop-P, quizalofop-P-etilo e quizalofop-P- tefuryl, cada um dos quais é conhecido, por ex. a partir do Pesticide Manual 12® edição (British Crop Protection Council), 2000; vd EP 0083556, US 4713109, US 4894085, US 4897481, EP 302203, DE 2136828, DE 2223894, EP 0635996, GB 1599121, EP 5798, US 4545807 e GB 2042539.
Compostos com actividade herbicida do tipo ariloxifenoxipropionato são geralmente utilizados na pós-emergência para controlar plantas herbáceas particularmente em cereais, tais como arroz, trigo e cevada, ou numa variedade de culturas de folha larga e podem ser utilizados com taxas de aplicação relativamente baixas. Contudo, estes compostos não são geralmente completamente compatíveis com algumas plantas de cultura importantes e nalguns casos os danos nâs plantas de cultura para as taxas de aplicação dos herbicidas necessárias para controlar o crescimento das ervas tornam o herbicida inadequado para o controlo de uma gama larga de ervas daninhas na presença de determinadas colheitas. Redução nos danos a culturas pelos herbicidas sem uma redução inaceitável na acção herbicida pode ser conseguida através da utilização de protectores de culturas conhecidos como antídotos -expressão inglesa "safeners", também algumas vezes referidos como "antagonistas". íi: conhecido que compostos com actividade herbicida do tipo dos ariloxifenoxipropionatos podem ser utilizados em combinação com um antídoto, por exemplo, como descrito na EP 0635996 (US—57007581, que refere que os efeitos fitotóxicos dos herbicidas incluindo arilfenoxipropionatos podem ser antagonizados utilizando derivados de ésteres de ácidos 4,5-pirazolina-3- carboxílicos, e em particular e especificamente mencionada a combinação entre fenoxaprop-P-etilo e mefenpyr- dietilo.
Mostrámos agora que para além do efeito conhecido de antagonista para a cultura, surpreendentemente o uso de antídotos específicos conduz a um nível acrescido de controlo de determinadas espécies de ervas daninhas importantes (em particular, por exemplo Alopecurus myosuroides) , através de herbicidas ariloxifenoxipropionatos. Este efeito e também encontrado para a combinação entre fenoxaprop-P-etilo e mefenpyr-dietilo, cuja combinação não e nova, uma vez que é utilizada comercialmente. O efeito até agora, não era contudo conhecido para a combinação.
Neste contexto, a presente invenção disponibiliza o uso de um composto de fórmula (I) ou de um seu sal (compostos (Bj !:
CÉ^N í?:S que (R1) „ representa n radicais R1 em que os radicais R1 são iguais ou diferentes e são halogéneo ou haloalquilo-(CR-C4), n é um inteiro de 1 a 3, R2 é hidrogénio, alquilo- (Ci-Cô) , alcóxido-ÍC1-C4) - alquilo-, cicloalquilo-(C3~C6) , tri-alquil- - silil, ou tri-alquil- svrww·) - sililmetil, R.;i é hidrogénio, alquilo- (Οχ—Ce) , haloalquilo-(Ci-C6) , alquenilo-í alquinilo- (C2-CÇ) , ou cicloalquilo- (C3-C6>, s 11 è hidrogénio ou alquilo- (£$-¾¾] x para aumentar 0 controlo sobre as ervas daninhas de um ou vários herbicidas ariloxifenoxipropionatos (A) ou um seu sal aceitável na agricultura. em O termo "herbicida ariloxifenoxipropionato" é geralmente utilizado para descrever herbicidas da classe de inibidores da síntese de ácidos gordos, em particular de inibidores da enzima acetil CoA carboxilase (ACCase) em plantas, e que possui também a característica estrutural de um fenoxipropionato substituído no anel fenílico por um grupo fenóxido ou grupos arilóxido e heteroarilóxido funcionalmente semelhantes. Uma expressão alternativa é "herbicida (hetero)ariloxifenoxipropionato", incluindo ésteres e sais dos ácidos básicos. São preferidos os ácidos, os seus sais e esteres, tais como ésteres alquílicos (C;-Cs) , ésteres alquílicos ftRKái substituídos, ésteres :;C< «Cy ou ésteres alquiníl C - ) particular ésteres alquil- t ésteres alquílicos CU) que se encontram substituídos por um ou vários radicais seleccionados a partir ao grupo que consiste em halogeneo e alcóxido (C1-C4) , ou esteres alquenílicos η"ό·ν€'ί) ou ésteres alquinílicos (C2~C4j .
Preferencialmente para ser utilizado na presenue invenção o herbicida ariloxifenoxipropionato (A) é seleccionado a partir do grupo que consiste em: (AI) clodinafop- propargyl (prop-2-inil (R)-2-[4-(5-cloro-3-fluoropiridin -2-ilóxi) fenóxi] propionato), ou um seu sal (A2) cyhalofop-butil (butil (R)—2— [4— (4-ciano-2-fluorofenóxi) fenóxi] propionato), (A3) diclofop ácido ((RS)—2—[4—(2,4-diclorofenóxi) fenóxi] propiónico), ou um seu sal (A4) diclofop- metil (metil (RS)-2-[4- (2,4-diclorofenóxi) fenóxi] propionato), (A5) fenoxaprop-P-etil (etil (R)-2-[4- (6-cloro-l,3-benzoxazol -2-ilóxi) fenóxi] propionato), (A6) fenoxaprop-P ((R) —2— [ 4— (6-cloro-l,3-benzoxazol -2-ilóxi) fenóxi] propiónico), ou um seu sal, (A7) fenoxaprop-etil (etil (RS)-2-[4- (6-cloro-l,3- benzoxazol -2-ilóxi) fenóxi] propionato), (A8) fenoxaprop ácido ( (RS)-2-[4-(6-cloro-l, 3-benzoxazol -2-ilóxi) fenóxi] propiónico), ou um seu sal, !<%?} fluazifop ácido ( (RS) —2— [4— (5-trifluorometil -2-piridílóxí) fenóxi] propiónico), ou um seu sal, (AIO) fluazifop- butil (butil (RS)—2 — [4 —(5-trifluorometil -2-piridilóxi) fenóxi] propionato), (AI 1) fluazifop- P-butil (butil (R)— 2—[4 —(5-trifluorometil ...ç.v.girídilóxi) fenóxi] propionato), (Α12) haloxyfop ácido ((RS)-2-[4- (3-cloro- 5-trifluorometil -2-piridilóxi) fenóxi] propiónico), ou um seu sal, (A13) halcxyfop-P ácido ((R) —2 — [4 —(3-cloro- 5- trífluorometil -2-piridilóxi) fenóxi] propiónico), ou um seu sal, (AI4 ) haloxyfop- etotil (etóxietil (RS)-2-[4- (3-cloro- 5-trifluorometil -2-piridilóxi) fenóxi] propanoato), (A15) haloxyfop- P-metil (metil (R) —2—[4— (3-cloro- 5- trifluorometil -2-piridilóxi) fenóxi] propanoato), (A16) propaquizafop (2-isopropilidenoamino- oxietil (R)—2— [4-(6-cloroquinoxalin- 2-ilóxi) fenóxi] propionato), ou um seu sal, (AI7) quizalofop ácido í (RS)—2-[4—(6-cloroquinoxalin- 2-ilóxi) fenóxi] propiónico), ou um seu sal, (AI8) quizalofop- etil (etil (RS) —2—[4— (6-cloroquinoxalin-2-ilóxi) fenóxi] propionato), (A19) quizalofop-P ácido í (R)-2-[4-(6-cloroquinoxalin- 2- ilóxi) fenóxi] propiónico), ou um seu sal, (A20) quizalofop-P-etil (etil (R)-2-[4- (6-cloroquinoxalin-2-ilóxi) fenóxi] propionato), e (A21) quizalofop-P- tefuryl ( (I )-tetrahidrofurfuril (R)-2-[4-(6-cloroquinoxalin- 2-ilóxi) fenóxi] propionato),
Herbicidas ariloxifenoxipropionato preferidos são: (Al), (A2), (A4) , Í&5}, (AIO), (All) , (Mil), (MSi > (A18), (A20) e (A21) . 0 herbicida ariloxifenoxipropionato mais preferido é (A5). A seguir indica-se as definições preferidas na fórmula (I) para a utilização do composto (B) na invenção: Preferencialmente {R1) n sào n radicais E'' em que R' são idênticos ou diferentes e cada um é F, Cl, Br ou CF3. Preferencialmente n é 2 ou 3.
Preferencialmente R2 é hidrogénio ou alquilo-ÍCÍ-C4) . Preferencialmente R" é hidrogénio ou alquilo-(Ci"U4/’ alquenilo (C2-C4) , ou alquinilo (C2-C4).
Preferencialmente R:': é hidrogénio ou alquilo- CÇj®C®J
Mais preferencialmente (R1}n 6 seleccicnado a partit do grupo que consiste em 2,4-Cl2, 2,4-Br2, 2-CF3-4-Cl e 2 CP3.
Mais preferencialmente Rz é hidrogénio ou alquilo-(C1-C4) ·
Mais preferencialmente R3 é hidrogénio ou alquilo-(C1-C4)
Mais preferencialmente R4 é hidrogénio ou alquilo- (Cr^·· *
Uma classe preferida de compostos (B) de fórmula (I) em que: (R1). são n radicais R1 em que FR são idênticos ou diferentes e cada um é F, Cl, Br ou CF3, n e 2 ou 3,
Fr é hidrogénio ou alquilo- íC;r-vd.i} .
Ft é hidrogénio, alquilo- (C1-C4) , alquenilo (C2-C4) , ou alquinilo (C2-C4) , e R4 é hidrogénio ou alquilo-(C1 -C8).
Uma classe mais preferida de compostos (B) de fórmula (I) em que: (R1)ri é seleccionado a partir do grupo que consiste em 2,4-C 2,4-Br2, 2-CF3-4-CI e 2-CI-4-CF3, é hidrogénio ou alquilo-(C1-C4) , R3 é hidrogénio ou âlquilo-(C1-C4), e R4 é hidrogénio ou alquilo-(C1-C4) .
Compostos preferidos específicos (B) de fórmula (I) são indicados na Tabela i abaixo:
Tabela 1
Mais preferencialmente (B) é etil 1-(2,4-diclorofenil)-5-I & £ bmH 1. ) - 5 -iM t i :1 ·· 2 u ο Xi3t £tfeóçsilq t o ; Bl | ("Mefenpyr- dietil", ver "The Pesticide Manual", Χϋ— edição 2000, pág. 594-595), como descrito em WO 91/07874. Processos para a preparação de mefenpyr- dietil e outros compostos de fórmula (I) também são apresentados nesta memória descritiva. E preferido o uso de acordo com a invenção de uma combinação seleccionada a partir de (Bl) + (Al), (Bl) + (A2), (Bl) + (A4), rBlHASb (Bl) * íM CH >· (BI)-HAUí, (el)+(Al4), (Bl) + (A15) , (El) t (Bl) + (Mf í, (81)+iólO3, (B1)+(A21) e (Bl)+5 t(A4). É particularmente preferida a utilização de (Bl) + (AI),
Entende-se que os compostos (A) e (E) que são utilizados na presente invenção indlue® todos os e suas misturas, assim como os secs sais. A actividade do princípio activo herbicida incluído contra plantas nocivas é surpreendentemente melhor do que a do herbicida (A) sozinho í.e. sinergístico. Uma eficácia mais elevada permite o controlo das espécies que não são ainda controladas (falhas), uma extensão do período de aplicação e/ ou uma redução do número de aplicações individuais necessárias e como resultado para o utilizador, sistemas de controlo das ervas daninhas que são mais vantajosos economicamente e ecologicamente.
Uma outra característica da invenção disponibiliza por isso, a utilização de acordo com a invenção para aumentar o controlo das ervas daninhas de um ou vários herbicidas ariloxif enoxipropionato (A) ou um seu sal aceitável do ponto de vista agrícola que compreende o uso de uma quantidade sinergisticamente eficaz de um ou vários compostos de fórmula (I) ou de um seu sal (compostos (B)) em combinação com um ou vários herbicidas (A).
Uma outra característica da invenção permite uma dita utilização em que os compostos (A) e (B) sejam aplicados simultaneamente ou separadamente (conjuntamente ou sequencialmente) as plantas, às partes das plantas, sementes das plantas, ou a área em que as plantas crescem, ou vão crescer.
Os compostos herbicidas (A) e (B) são geralmente aplicados simultaneamente, ou com um intervalo curto.
As combinações herbicidas (A) t (B) também reduzem ou eliminam efeitos fitotóxicos que podem ocorrer quando apenas os compostos herbicidas activos (A) são utilizados em plantas úteis.
Os herbicidas aríloxifenoxipropionato são sonhecidos de uma maneira geral e a sua preparação é descrita por exemplo nas publicações mencionadas acima, ou podem ser efectuadas por exemplo por analogia com os Éêt-ddõ-s descritos nestas publicações.
Para os compostos preferidos, a sua preparação e condições gerais para a sua utilização e em particular para compostos específicos exemplificativos é feita referência as descrições das publicações mencionadas, e estas descrições fazem também parte da presente invenção.
Alguns dos herbicidas ariloxi fenoxipropionato í|U podem formar sais por adição de um ácido inorgânico ou orgânico adequado, tal como por exemplo, HC1, HBr, H2S04 ou MInOi* mas também ácido oxálico ou ácidos sulfónicos, a um grupo básico geralmente um átomo de N de um anel piridina. Substituintes adequados que se encontram presentes na forma desprotonada, tais como ácidos carboxílicos, podem formar sais, substituindo o hidrogénio de substituintes adequados, geralmente ácidos carboxílicos, por um catião adequado sob o ponto de vista da agricultura. Estes sais são por exemplo, sais metálicos, em particular sais de metais alcalinos ou de metais alcalino-terrosos, em particular sais de sódio e sais de potássio, ou então sais de amónio com aminas orgânicas ou sais de amónio quaternários.
Os compostos de fórmula (I) podem formar sais por adição de um ácido adequado inorgânico, ou orgânico, tal como por exemplo HC1, HBr, HmSCh ou HN03, ou um ácido carboxílico mono ou bifuncional ou ácido sulfóníco, a um grupo básico, tal como por exemplo, a função "amino" ou "alquilamino" do anel pirazole. Substituintes adequados que se encontram presentes na forma desprotonada, tal como por exemplo, ácidos carboxílicos, podem formar sais internos com grupos que são eles próprios protonáveis, tais como grupos amino. De forma semelhante, e geralmente mais frequente no presente caso, podem ser fernados sais substituindo o hidrogénio em substituintes adequados, tais como ácidos carboxílicos, através de um catião adequado sob o ponto de vista da agricultura. Estes sais são por exemplo, sais metálicos, em particular sais de metais alcalinos ou sais de metais alcalino-terrosos, em particular sais de sódio e sais de potássio, ou então sais de amónio, sais com aminas orgânicas, ou sais de amónio quaternários.
Na fórmula (I) os radicais alquilo, alcóxido, haloalquilo e os radicais correspondentes insaturados podem em cada caso ser de cadeia simples ou ramificada no esqueleto ae carbono. A não ser quando mencionado especificamente de outro modo, as cadeias de carbono inferiores, por exemplo com 1 a 6 átomos de carbono ou no caso de grupos insaturados com 2 a 6 átomos de carbono são preferidos para estes radicais. Radicais alquilo, também nos significados compostos, tais como alcóxido, haloalquilo, e semelhantes são por exemplo, metilo, etilo, nor isopropilo, n-, i, t, ou 2-butilo, pentilos, hexilos, tais como n-hexilo, isohexilo e 1,3-dimetilbutil, heptilos, tais como n-heptilo, l-metilhexilo e 1 ? «o·' i -peritll; radicais alquenilo e alquinilo possuem o significado dos radicais insaturados possíveis que correspondem aos radicais alquilo; alquenilo é por exemplo, alilo, 1-metiiprop-2-en-l-il, 2-metilprop-2-en-l-il, but-2-en-l-il, but-3-en-l-il, l-metil-but-3-en-l-il e l-metil-but-2-en-l-il; alquinil e por exemplo, propargyl, but-2-in-l-il, but-3-in-l-il, l-metilbut-3-in-l-il.
Cicloalquilo e um sistema de anel saturado carbociclico possuindo preferencialmente 3-8 átomos de carbono, exemplo ciclopropilo, ciclobutilo, ciciopentilo, ou ciclohexilo. O halogéneo é por exemplo flúor, cloro, bromo ou iodo. Haloalquilo 6 alquilo que i parcialmente ou completamente substituído por halogéneo, preferencialmente per flúor, ulcere e/ ou oromo, em particular por flúor ou cloro, por exemplo, monohaloalquilo, perhaloalquilo, CF3, f CH2F, CF vlF;·:, CH^CRCl, CClfo CHC12, CHuCHuC:!,.
Os compostos (A) ou os seus sais e os compostos sinergísticos (B) ou os seus sais podem ser utilizados no método da presente invenção, por exemplo, como tal ou na forma das suas preparações (formulações) combinadas com outras substâncias com actividade pesticida, tais como por exemplo, insecticidas, acaricidas, nematicidas, herbicidas, fungicidas, antídotos, fertilizantes e/ ou reguladores de crescimento, por exemplo na forma de uma formulação acabada ou misturas de tanque. Os compostos activos adicionais são herbicidas.
Uma outra característica da presente invenção e a utilização de uma combinação herbicida, por exemplo na forma de preparações para utilização como composições herbicidas, compreendendo: (A) um ou vários herbicidas ariloxifenoxipropionato (A), ou um seu sal aceitável do ponto de vista da agricultura, e (B) um ou vários compostos de fórmula (I) ou um seu sal farmaceuticamente aceitável.
As combinações acima podem ser utilizadas como composições herbicidas compreendendo as combinações e outros ingredientes activos opcionais e/ ou auxiliares de formulação.
Composições herbicidas compreendendo combinações de fenoxaprop- P-etil e mefenpyr- dietil são já conhecidas, ver por exemplo "The Pesticide Manual" Ia® edição (British Crop Protection Council), 2000, pág. 393-394.
Preferencialmente o herbicida (A) que se encontra presente na combinação herbicida e seleccionado a partir do grupo que consiste em:
Clodínafop- propargyl, cyhalofop- butil, diclofop, diciofop- metil, fenoxaprop-P -etil, fenoxaprop-P, fenoxaprop- etil, fenoxaprop, fluazifop, fluazifop- butil, fluazifop P-butíl, haloxyfop, haioxyfop- etoil, haloxyfop -P-metil, propaquizafop, quizalofop, quizalofop -etil, quizalofop-P, quizalofop -P-etil, e quizalofop-P-tefuryl, ou um sal aceitável na agricultura dos compostos acidicos anteriormente mencionados.
Mais preferencialmente o herbicida (A) que se encontra presente na composição herbicida e seleccionado a pãrtir do grupo que consiste em: (Al), (hVh (AIO), t&ll}* (AI4) , ihlM* (MMh (A18), (A20) e (A21),
Compostos activos adequados (C ) que podem ser combinados com os compostos (A) e (B) de acordo com a invenção em formulações de mistura, ou numa mistura de tanque, por exemplo, compostos activos conhecidos, preferencialmente herbicidas, como descrito por exemplo no "Pesticide Manual", 12a edição, The British Crop Protection Council 2000 ou no "The Compendium of Pesticide Common Names" (disponível na internet), e a literatura aí citada. Por exemplo, os princípios activos seguintes podem ser mencionados como herbicidas conhecidos ou reguladores do crescimento da planta e que podem ser combinados com os compostos de fórmula (A) e (B); a seguir os compostos são designados pelo "nome comum" (na maior parte das vezes na escrita inglesa) de acordo com a Organização Internacional de Padronização- International Organization for Standartization (ISO), ou pelos nomes químicos, se adequado conjuntamente com um código habitual: acetochlor; acifluorfei (-sódio) ; aclonifen; MM 7088, i.e. ácido [f[l-[5-[2-cloro- 4-(trifluorometil) fenóxi] -2-nitrofenil] -Ο Ι amino] oxi] acético e o seu éster metílico; alachlor; alloxydim í ametryn; amicarbazone, amidochlor, amidosulfuron; amitrol; AMSg i.e. sulfamato de amónio; anilofos; asulam; atrazine; azafenidin; azimsulfuron (DPX-A8947); aziprotryn; barban; BAS 516 H, í.e. 5-fluoro 2-fenil- 4H-3,1-benzoxazin -4-ona; beflubutamid; benazolin (—eti1); benfluralin; benfuresate; bensulfuron(-metilj ; bensulide; bentazone (-sódio); benzobieycione; benzofenap; benzofluor; benzoylprop (- etii); benztiazuron; bialaphos (bilanafos); bifenox; bispyribac {'•sòtSl&l í bromacil; bromobutide; bromofenoxim; bromoxynil; bromuron; buminafos; busoxinone; butaclor; butafenacil; butamifos; butenaclor; butidazole; butralin; butroxydim; butylate; cafenstrole (CH-900); carbetamide; carfentrazone (-etil); caloxydim, CDAA, i.e. 2-cloro- N,N-di- 2-propenilacetamida; CDEC, i.e. 2-cloroalil dietilditiocarbamato; clomethoxyfen; chloramben; chlorazifop- butil; chlorbromuron; chlorbufam; chlorfenac; chlorflurenol-metil; chloridazon; chlorimuron (-etil); chlomitrofen; chlorotoluron; chloroxuron; chlorpropham; chlorsulfuron; chlorthal -dimetil; chlorthiamid; chlortoluron, cinidon {-metil ou -etil), cinmethylin; cinosulfuron; clethodim; clefoxydim; clodinafop e seus derivados ester (por exemplo clodinafop- propargyl); clomazone; clomeprop; cloproxydim; clopyralid; clopyrasulfuron (-metil); cloransulam (-metil); cumyluron (JC 940); cyanazine; cycloate; cyclosulfamuron (AC 104); cycloxydim; cycluron; cyhalofop e seus derivados ésteres (por exemplo éster butilico, DEH-112); cyperquat; cyprazine; cyprazole; daimuron; 2,4-D; 2,4-DB; dalapon; dazornet, desmedipham, desmetryn; di-allate; dicamba; dichlobenil; dichlorprop(-P) ; diclofop e seus esteres tais como diclofop-rnetil; diclosulam, dietatil (-etil) ; dífenoxuron; difenzoquat; diflufenican, diflufenzopir; dimefuron; dimepiperate, dimetachlor; dimethametryn; dimethenamid (SAN-528H); dimethenamid(— p}; dímethazone; di.meth.ipin; dímexyflam, dímetrasulf uron, dinitramíne; dinoseb; dinoterb; diphenamid; dipropetryn; diquat; dithiopyn diuron; DNOC; eglinazine- etil; EL 77, i.e. 5-ciano -1-(1,1-dimetiletil)- N-metil- lH-pirazole- 4- carboxamida; endotal; epoprodan, EPTC; esprocarb; ethalfluralin; ethametsulfuron-metil; ethidimuron; ethiozin; ethofumesate; eihoxyfen e os seus esteres (por exemplo éster etílico, HC-252), ethoxysulfuron, etobenzanid (HW 52); F5231, i.e. N-[2-cloro- 4-fluoro- 5 —[4 —(3 — fluoroprcpil)-4,5-dihidro- 5-oxo- 1 H-tetrazoi- 1—±1]— fenil] etanosulfonarnida; fenoprop; fenoxan, fenoxaprop e fenoxaprop-P e seus esteres, por exemplo fenoxaprop-P- etil e fenoxaprop- etil; fenoxydim; fentrazamide; fenuron; flamprop (-metil ou isopropil ou isopropil-L); flazasulfuron; florasulam; fluazifop e fluazifop-P e seus esteres, por exemplo fluazifop- butil e fluazifop-P- butil; fluazolate, flucarbazone (-sódio); fluchloralin; flufenacet (FOE5043), flufenpyr, flumetsulam; flumeturon; flumiclorac (-pentil); flumioxazin (S—482); flumipropyn; fluometuron; fluorochloridone, fluorodifen; fluoroglycofen (-etil); flupoxam (KNW-739); flupropacil (UBIC-4243); fluproanate, flupyrsulfuron (-metil, ou sódio); flurenol (-butil); fluridone; flurochloridone; fluroxypyr ; flurprimidol, flurtamone; fluthiacet (-metil); flutiamida (flufenacet), fomesafen; foramsulfuron; fosamine; furilazole (MON 13900), furyloxyfen; glufosinate (-amónio); glyphosate (-isoproylamónio); halosafen; halosulfuron (-metil) e seus ésteres (por exemplo o ester metílico, NC~ 319); haloxyfop e seus ésteres; haloxyfop-P (=R-haloxyfop) e seus ésteres; HC-252 (éter difenílico). Haxazinone; imazethamethapyr; imazamethapyr; imazamox; imazapic, imazapyr; imazaquin e sais tais como os sais de amónio; imazethamethapyr; imazethapyr, imazcsuifuron; indanofari; iodosulfuron- (metil) -(sódio), ioxynil; ísocarbamid; isopropalin; isoproturon; isouron; isoxaben; iscxachlortcle; isoxapyrifop; karbutilate, lectofen; lenacil; linuron; MCPA; MCPB; mecoprop; mefenacet; mefluidid; mesosulfuron (-raet.il); mesotrione; metam, metamifop, metamitron; metazachlor; metoabenzthiazuron; methazole; methoxifenona; methyldymron; metobenzuron, metobromuron; (S- metolachlor; metosulam (XRD 511); meroxuron; metribuzin; metsulfuron- metil; MK-616; molinate; mcnalide; monocarbamide dihidrogensulfato; monolinuron; monuron; MT128, í.e. 6-cloro -N-(3-cloro -2-propenil) -5-metil -N-fenil- 3-piridazinamina; MT 5950, í.e. N-[3-cloro -4-(1-metiletil) - fenil]- 2-metilpentanamida; naproanilida; napropamida; naptalam; NC310, í.e. 4-(2,4-diclorobenzoil)- l-metil-5-benzilóxipirazole; neburon; nicosulfuron; nipyraclophen; nitralin; nitrofen; nitrofluorfen; norflurazon; orbencarb; oryzalin; oxadiargyl (RP-020630); oxadiazone; oxasulfuron; oxaziclomefone; oxyfluorfen; paraquat; pebulate; ácido pelargónico; pendimethalin; penoxulam. Pentanochlor, pentoxazone; perfluidone; pethoxamid, phenisopham; phenmedipham; picloram; picolinafen; piperophos; piributicarb; pirifenop-butil; pretilachlor; primisulfuron (-metil); procarbazone (-sódio); prociazina; prodiamina; profluazole, profluralin; proglinazine (—etil); prometon; prometryn; propachlor; propanil; propaquizafop; propazine; propham; propisochlor; propoxycarbazone (-sódio), propyzamide; prosulfalin; prosulfocarb; prosulfuron (CGA-152005); prynachlor, pyraclonil, pyraflufen (-etil) pyrazolinate; pyrazon; pyrazosulfuron f-etil); pyrazoxyfen; pyribenzoxim; pyributlcarb; pyridafol; pyridate; pyriftalid, pyrimidobac (-metil); pyrithiobac (-sódio) (KIH-2031); pvroxofop e seus ésteres (por exemplo ester propargyl); quinclorac; quinmerac; quinoclamine, quinofop e seus ésteres derivados, quizalofop-P e seus derivados ésteres, por exemplo, quízalofop- etil; quizalofop-P- tefuryl e etil; renriduron; rimsulfuron (DPX-E 9636); S 275, i.e. 2-[cloro- 2 fluoro- 5-(2-propinilóxi) fen.il]-4,5,6,7-tetrahidro- 2H-indazole; secbumeton; sethoxydim; siduron; simazine; simetryn; SN 106279, i.e. ácido 2—[[7—[2 — cloro- 4-trifluorometil) fenóxi] -2-naftalenil] oxi] propanoico e seu éster metílico; sulcotrione; sulfentrazone (FMC-97285, F-6285); sulfazuron; sulfometuron (-metil); sulfosate (ICI-A0224); sulfosulfuron; TCA; tebutam (GCP-5544); tebuthiuron; tepraloxydim; terbacil; terbucarb; terbuchlor; terbumeton; terbuthylazine; terbutryn; TFH 450, i.e. N,N-dietil- 3—[ (2—etil— 6-metilfenil) sulfon.il]- 1H-1,2,4-tríazole- 1-carboxamida; thenylchlor (NSK-850); thiafluamide; thiazafluron; thiazopyr (Mon-13200); thidiazimin (SN-24085); thifensulfuron (-metil); thibencarb; tiocarbazil; tralkoxydim; tri-allate; triasulfuron; triaziflam; triazofenamide; tribenuron (-metil); ácido 2,3,6-triclorobenzoico (2,3,6-TBA), triclopyr; tridiphane; trietazine; trifloxysulfuron (-~ódio), trifluralin; triflusulfuron e ésteres (por ex. éster metilico, DPX-66037); trimeturon; tritosulfuron; tsitodef; vernolate; WL 110547, i.e. 5-fenóxi-l-[3-(trifluorometil) fenii]- IH-tetrazole; UBH-509; D-489; LS 82-556; KPP-300; NC-324; NC-330; KH-218; DPX-N8189; SC-0774; DOWCO-535; DK-8910; V-53482; PP-600; MBH-001; KIH-9201ET-7 51; KIH-6127; KIH-2023 e KIH5996.
Em casos individuais, pode ser vantajoso combinar um dos compostos (A) com uma pluralidade de compostos (B). mai s A taxa de aplicação de herbicidas (A) pode ser variada dentro de limites largos, dependendo a quantidade óptima do herbicida em questão, do espectro de plantas nocivas e das plantas de cultura. Em geral, a taxa de aplicação de (A) encontra-se na gama de 1 g a 2 kg, preferencialmente 5 g a 1:,¾ kg, mais preferencialmente 10 a 150 g, preferencialmente 15 g a 75 g de princípio activo (p. a) por ha. A invenção diz respeito mais em particular ao uso de acordo com a invenção para aumentar o controlo sobre as ervas daninhas de um ou vários herbicidas ariloxifenoxipropionatc (A) , ou um seu sal aceitável na agricultura, que compreende a utilização de uma quantidade eficaz herbicida sinergística de um ou vários compostos de fórmula (I) ou de um seu sai (compostos (B)) em combinação com um ou vários compostos herbicidas (A), em que a combinação de compostos (A) e (B) é definida acima. E mais preferencial o método acima quando os compostos (A) e (B) são aplicados simultaneamente ou separadamente as plantas, partes das plantas, sementes das plantas, ou a área em que as plantas são feitas crescer, ou vão crescer.
Os compostos com actividade herbicida e os compostos (B) podem ser aplicados conjuntamente (como uma formulação pronta ou através do método da mistura em tanque) ou sequencialmente em qualquer ordem. A proporção em peso do herbicida (A) : composto (B) pode variar entre limites largos e encontra-se por exemplo na gama de 1:10 a 100:1, preferencialmente de 1:2 a 20:1, em particular de 1:1 a 151, mais preferencialmente de 2: 1 a 5:1. As quantidades de composto herbicida activo e composto (B) que são óptimas em cada caso dependem do composto activo (A) e do composto activo (B) em questão e do tipo de culturas e ervas daninhas a serem tratadas, e podem ser determinadas em cada caso, através de experiências preliminares apropriadas.
Dependendo das suas propriedades, os compostos (B) podem ser utilizados para o pré-tratamento da semente da cultura (revestimento da semente) ou das plântulas, ou para serem incorporados nos sulcos da planta antes da sementeira. No pré-tratamento das plântulas, se for possível, por exemplo, pulverizar as raízes ou a plãntula completa com uma solução dos compostos (B) ou para os mergulhar numa tal solução. A utilização de um ou vários herbicidas pode então ser efectuada pelo método da pré-emergência ou da pós-emergência.
Alternativamente, é possível aplicar os compostos (B) conjuntamente com os herbicidas, antes ou depois da emergência das plantas. 0 tratamento de pré-emergência inclui tanto o tratamento da área de cultura antes da sementeira e o tratamento das áreas de cultivo em que as culturas foram semeadas, mas ainda não emergiram. É também possível um procedimento sequencial, em que o tratamento com o composto (B) é efectuado primeiro, seguido preferencialmente de perto pela aplicação do herbicida. Em casos individuais pode também ser expedito aplicar o composto (B) após aplicação do herbicida.
Em geral é preferível a aplicação simultânea do composto (B) e herbicida na forma de misturas de tanques ou formulações prontas. A taxa de aplicação do composto (B) também pode ser variada dentro de limites largos, contudo uma caracteristica surpreendente da invenção é que apenas uma pequena quantidade de composto (B) é necessária para originar um aumento muito útil no nível de controlo das ervas daninhas, quando comparado com a utilização de (A) e (E) sozinhos (i.e. um efeito sinergístico) . A quantidade de composto (B) utilizado varia de acordo com um número de parâmetros incluindo o composto particular (B) utilizado, a cultura a ser protegida, a quantidade e taxa de herbicida aplicado, o tipo de solo e condições climáticas prevalecentes. Também a selecção do composto específico (B) para ser utilizado no método da invenção, a forma como deverá ser aplicado e a determinação da actividade que não é fitotóxica, pode ser facilmente efectuada de acordo com a orática comum do estado da técnica. A taxa de aplicação do composto (B) pode variar dentro de limites largos e encontra-se geralmente na gama de 1 g a 500 g, preferencialmente de 2 g a 250 g, mais preferencialmente 5 g a 100% mais preferencialmente 5 g a 20 g de composto (B) (p.a) por hectare.
As combinações herbicidas (A)+(B) utilizadas de acordo com a invenção, por exemplo através de co-formulação ou mistura de tanque possui actividade herbicida excelente contra um espectro largo de plantas nocivas mono e dicotiledóneas. As combinações actuam também eficientemente em ervas daninhas perenes que produzem rebentos a partir de rizomas, armazéns de raízes ou outros orgãos perenes e que não são difíceis de controlar. Os efeitos herbicidas das combinações são vantajosos comparados com os dos herbicidas (A) quando utilizados sozinhos ou a taxas de aplicação comparáveis do herbicida (A) .
Exemplos de ervas daninhas que podem ser controladas pelas combinações herbicidas (A) +(B) incluem as espécies monocotiledóneas Agrostis, Alopecurus, Apera, Avena, Brachicaria, Bromus, Dactyloctenium, Digitaria, Echinochloa, Eleocharis, Eleusine, Festuca, Fimbristylis, Ischaemum, Lolium, Monochoria, Panicum, Paspalum, Phalaris, Phleum, Poa, Sagittaria, Scirpus, Setaria, Sphenoclea e espécies Cyperus do grupo das anuais e, entre as espécies perenes, Agropyron, Cynodon, Imperata e Sorghum e também espécies Cyperus perenes em particular Alopecurus myosuroides.
Se as combinações utilizadas de acordo com a invenção forem aplicadas à superfície do solo antes da germinação então as plântulas das ervas daninhas ou são completamente impedidas de emergir, ou as ervas crescem até elas terem atingido a fase cotiledónea, mas nessa altura o seu crescimento para, e, eventualmente após o decurso de três cu quatro semanas morrem completamente.
Se as combinações forem aplicadas na pós emergência das partes verdes das plantas, o crescimento também para drasticamente muito pouco tempo após o tratamento e as ervas daninhas permanecem no estádio de desenvolvimento correspondente ao tempo de aplicação, ou morrem completamente após um determinado tempo, de modo que desta maneira a competição pelos ervas daninhas que é nociva para as plantas de cultura é eliminada num ponto muito precoce no tempo e de uma forma sustentável. 4s combinações dos compostos activos (A)+(B) são adequadas para o controlo das ervas daninhas num número de plantas de cultura, por exemplo em culturas economicamente importantes, tais como cereais, trigo, cevada, arroz, milho e sorgo, ou culturas dicotiledóneas, tais como soja, girassol e cana de açúcar (incluindo milho link e ®Round-up Ready ou soja). É de interesse particular a utilização em cereais tais como trigo (incluindo trigo durum) e cevada, em particular trigo. A utilização da invenção pode também ser empregue para controlar plantas nocivas em culturas conhecidas ou em plantas ainda a serem desenvolvidas por engenharia genética. As plantas transgénicas possuem geralmente propriedades particularmente vantajosas, por exemplo resistência a determinados pesticidas, acima de tudo a determinados herbicidas, resistência a doenças de plantas ou organismos causadores de doenças em plantas, tais como determinados insectos ou microrganismos, tais como fungos, bactérias ou vírus. Outras propriedades particulares dizem respeito por exemplo, a quantidade, qualidade, estabilidade de armãzenagem, composição e ingredientes específicos do produto colhido. Assim, são conhecidas plantas transgénicas possuindo um teor de amido ou uma qualidade modificada de amido ou aqueles que possuem uma oompdoivâu diferente de ácidos gordos do produto colhido. 0 uso da invenção pode também ser utilizado em culturas transgénicas economicamente importantes de plantas úteis e ornamentais, por exemplo de cereais, tal como trigo, cevada, centeio, aveia, milho painço, arroz, mandioca e milho ou outros em culturas de cana de açúcar, algodão, soja, óleo de semente de colza, batatas, tomates, ervilhas e outras espécies vegetais.
As combinações de compostos activos utilizadas de acordo com a invenção podem ser apresentadas tanto como formulações de misturas dos dois componentes, se adequado com outros princípios activos, aditivos e/ ou outros auxiliares de formulação habituais, que são então aplicados da maneira habitual diluídos com água, ou para serem preparados como as chamadas misturas de tanque por diluição conjunta em água de componentes formulados separadamente ou componentes formulados parcialmente separadamente.
Os componentes (A) e (Bj ou as suas combinações podem ser formulados de várias formas dependendo dos parâmetros biológicos e/ ou quimico-físicos prevalecentes. Exemplos de opções de formulações adequadas são: pós molháveis (WP - do inglês wettable powders), concentrados emulsionáveis (EC-do inglês emulsifiable concentrates), soluções aquosas (SL— do inglês aqueous Solutions, emulsões (EW), tais como óleo em água e água em óleo, soluções pulverizáveis ou emulsões, dispersões baseadas em óleo ou em água, emulsões de suspensões, pós (DP), composições de revestimento de sementes, grânulos para propagação e aplicação no solo, grânulos dispersáveis em água (WG- do inglês water dispersable granules), formulações ULV, microcápsulas ou ceras.
Os tipos de formulação individuais são em princípio conhecidos e descritos por exemplo, em Winnacker-Kuchler, «Shemische Technclogie" [Chemical Technology], volume 7, C.
Hauser Verlag Munique, i:í edição 1-1; van Valkenburg, "Festicides Formulations", Mareei Dekker, N. Y., 1973; K. Martens, "Spray Drying Handbook", 3" Ed. 1979, G. Goodwin Ltd. Londres.
Os auxiliares de formulação necessários, tais como materiais inertes, surfactantes, solventes e outros aditivos são conhecidos de forma semelhante e são descritos, por exemplo em Watkins, "Handbook of Insecticide Dust Diluents and Carriers", 2;S Ed. Darland Books, Caldwell N.J., H. v. Olphen, "Introduction to Clay Colloid Chemistry"; ;F Ed., J. Wiley & Sons, N. Y.; C. Marsden, "Solvents Guide"; 2a Ed., Interscience, N. Y. 1950; McCutcheon's "Detergents and Emulsifiers Annual", MC Publ. Corp., Ridgewood N. J.; Sisley e Wood, "Encyclopedia of Surface Active Agents", Chem. Publ. Co. Inc., N. Y. 1964; Schonfeldt, "Grenzflachenaktive Athylenoxidaddukte " [Surface-active ethylene oxide adducts], Wiss. Verlaggesllschaft, Estugarda 1976; Winnacker-Kuchler, "Chemische Technologie" [Chemical Technology], vol. 7, C. Hauser Verlag Munique, 4* edição 1986.
Com base nestas formulações é também possível produzir combinações com outras substâncias com actividade pesticida, tais como outros herbicidas, fungicidas, ou insecticidas, e também com antídotos, fertilizantes e/ ou reguladores de crescimento, por exemplo na forma de uma mistura pronta ou mistura de tanque. Pós molháveis são preparações que são dispersáveis uniformemente em água e que contêm adicionalmente ao composto activo também um diluente ou substância inerte, agentes surfactantes do tipo iónico ou não iónico (agentes molháveis, dispersantes), por exemplo alquilfenois pelietóxilados, álcoois gordos polietóxilados, aminas gordas sol iet&xilaílàâ,, alcanossulfonatos, alquilbenzenossulfonatos, lenhinossulfonato de sódio, dinaf tilmetano- 6, 6f --diá ^uÍTònât*s dibutilnaftaleno- sulfonato de sódio, ou então oleoilmetiltaurinato.
Concentrados emulsionáveis são preparados dissolvendo o composto activo num solvente orgânico, por exemplo butanol, ciclohexanona, dimetilformamida, xilenos ou então compostos aromáticos de ponto de ebulição relativamente elevado ou hidrocarbonetos com a adição de agentes surfactantes do tipo iónico ou não iónico (emulsionantes) . Exemplos de emulsionantes que podem ser utilizados são alquilarilsulfonatos de cálcio, tais como dodecilbenzenossulfonato de Ca, ou emulsionantes não iónicos, tais como ésteres gordos do ácido poliglicólico, esteres alquilaril poliglicólicos, ésteres de álcool gordo poliglicólicos, produtos de condensação de óxido de propileno- óxido de etileno, poliéteres alquílicos, ésteres de sorbitano de ácidos gordos, ésteres de ácidos gordos de óxido de polietileno ou ésteres de sorbitano de polióxido de etileno.
Os pós são obtidos moendo o composto activo com substâncias sólidas finamente divididas, por exemplo, talco, argilas naturais, tal como caolino, bentonite e pirofilite, ou terras de diatomáceas.
Os grânulos podem ser preparados ou por pulverização do composto activo em material inerte granulado adsorvente, ou aplicando os concentrados de composto activo a superfície de veículos, tais como areia, caolinites ou grânulos de materiais inertes, através de ligantes adesivos, por exemplo de álcool polivinílico, poliacrilato de sódio ou então Óleos minerais. Compostos activos adequados podem também ser granulados da maneira que é habitual para a preparação de grânulos de fertilizantes, se desejado, como uma mistura com fertilizantes.
Cr 1 n:.;: ca dispersáveis em água são geralmente preparados através de processos tais como secagem por pulverização ("spray-drying" na expressão inglesa), granulação em leito fluidizado, granulação em disco, mistura, utilizando misturadores de alta velocidade, e extrusão sem material sólido inerte.
As formulações agroquimicas contêm geralmente de 0,1 a 99% em peso, em particular 2 a 95% em peso, de compostos activos dos tipos (A) e/ ou (3), sendo as seguintes concentrações habituais, dependendo do tipo de formulações: em pós molháveis a concentração do composto activo e, por exemplo, de cerca de 10 a 95% em peso, o que resta para 100% em peso e constituído pelos constituintes de formulações habituais. Em concentrados emulsionáveis a concentração de composto activo pode ser de por exemplo, de 5 a 80% em peso.
As formulações na forma de pós podem conter habitualmente de 5 a 20% em peso de composto activo, enquanto que soluções pulverizáveis contêm cerca de 0,2 a 25% em peso do composto activo.
No caso de grânulos, tais como grânulos dispersáveis, o teor em composto activo depende parcialmente do facto do composto activo se encontrar na forma líquida, ou na forma sólida e em que auxiliares de granulação e enchimentos e utilizado. Em grânulos dispersáveis em água o teor encontra-se geralmente entre 10 e 90% em peso.
Alem disso, as ditas formulações de composto activo podem compreender promotores de pega (expressão inglesa "tackifiers") , agentes molhantes, dispersantes, emulsionantes, conservantes, agentes anti-congelamento e solventes, agentes de enchimento, corantes e veículos, agentes anti-espumantes, inibidores de evaporação, pH e reguladores de viscosidade, espessantes e/ ou fertilizantes que são habituais em cada caso.
Para utilização, as formulações que se encontram numa forma disponível comercialmente são, se adequado, diluídas de urra maneira habitual, utilizando por exemplo água no caso de pós concentrados emulsionáveis, dispersões e grânulos dispersáveis em água. Preparações na forma õ-v pós, grânulos de solo, grânulos para espalhar e soluções injectáveis não são convencionalmente mais diluídas com outras substâncias inertes antes da utilização.
As combinações de compostos herbicidas podem ser aplicadas a plantas, a parte de plantas, sementes de plantas ou a área em cultivo (solo lavrado), preferencialmente as plantas verdes e partes das plantas e, se desejado adicionalmente ao solo lavrado. Uma utilização possível é uma aplicação conjunta dos compostos activos contidos na forma de misturas de tanque, em que as formulações concentradas das substâncias activas individuais, na forma das suas formulações óptimas são misturadas conjuntamente com água no tanque, e a mistura pulverizável resultante é aplicada.
Uma formulação herbicida conjunta da combinação de acordo com a invenção dos compostos activos (A) e (B) possui a vantagem de poder ser aplicada mais facilmente, porque as quantidades dos componente foram já ajustadas uma a outra nas proporções correctas. Além disso, os auxiliares de formulação podem ser seleccionados para se ajustarem uns aos outros do melhor modo possível, enquanto que uma mistura de tanque de várias formulações pode resultar em combinações indesejáveis dos auxiliares.
Exemplos gerais de formulação «} ur?: pó é obtido misturando 10 partes em peso ae um composto activo/ mistura de composto activo e 90 partes em peço de talco como substância inerte e moendo a mistura num moinho de martelos. b) um pó molhável que é facilmente disperso em água é obtido misturando 25 partes em peso de um composto activo/ mistura de compostos activos, 64 partes em peso de caolino contendo quartzo como substância inerte, 10 partes em peso de lenhinossulfonato de potássio e i parte em peso de oleoilmetiitaurinato de sódio como aqente molhante e dispersante, e moendo a mistura num moinho de discos com pinos. c) um concentrado de dispersão que é facilmente dispersável em água é obtido misturando 20 partes em peso de um composto activo/ mistura de compostos activos com 6 partes em peso de éter poliglicólico alquilfenólico (8Triton X 207), 3 partes em peso de éter poliglicólico de isotridecanol (8 EO) e 71 partes em peso de óleo mineral parafinico (intervalo de ebulição, por exemplo aproximadamente 255 a 277°C) e moendo a mistura num moinho de bolas para um tamanho de partícula inferior a 5 microns. d) um concentrado emulsionável é obtido a partir de 15 partes em peso de um composto activo/ mistura de compostos activos, 75 partes em peso de ciclohexanona como solvente e 10 partes em peso de nonilfenol etoxilado como emulsionante. e) grânulos dispersáveis em água são obtidos misturando 75 partes em peso de um composto activo/ mistura de compostos activos, 10 partes em peso de ienhinossuifonato de cálcio, 5 partes em peso de laurilssulfato de sódio, 3 partes em peso de álcool polivinílico e 7 partes em peço de caclino, moendo a mistura num moinho de discos com pinos e granulando o pó num leito fluidizado através de pulverização em água como liquido de granulação. í: grânulos dispersáveis em água são também obtidos através de homogeneização e pré-moagem, num moinho de coloides, 25 partes em peso de um composto activo/ mistura de compostos activos, 5 partes em peso de 2,2'-dinaftilmetano-6,6'-díssulfonato de sódio, 2 partes em peso de oleoilmetiltaurinato de sódio 1 parte em peso de álcool polivinilico, 17 partes em peso de carbonato de cálcio e 50 partes em peso de água, a moagem posterior da mistura num moinho de esferas e atomização e secagem da suspensão resultante numa torre de pulverização, através de um tubo de substância única,
Os exemplos não limitativos seguintes ilustram ainda a invenção.
Exemplos Biológicos
Exemplo i: Efeito de pós-emergência em plantas e selectividade no trigo de inverno (ensaios de campo) O trigo de inverno foi feito crescer no exterior em lotes em condições exteriores naturais e sementes de plantas nocivas típicas foram plantadas. O tratamento com mistura de f enoxaprop-P- etil (37, 3 g p.a/ha) e mefenpyr- diecil (10 g p.a/ha) utilizando as formulações paarão dos princípios activos com uma taxa de aplicação de 300 1 de água por hectare foi efectuada após as plantas nocivas terem emergidos e o trigo de inverno se encontrar na fase de crescimento entre 3 a 5 folhas. Foi avaliado o efeito da composição 112 dias após o tratamento por avaliação visual em comparação com contrclos não tratados. Os resultados sãc sumarizados na Tabela 2 que apresenta um efeito de controlo de ervas daninhas acrescido em Alopecurus myosuroides, para alem de um efeito de antídoto no trigo de inverno.
Tabela 2
Composto N° Taxa de aplicação (g p. ) Controlo de plantas (%) de ALOMY Fitotox. (%) de TRZAW (AS} 37,3 69 10 10 0 0 um + m.) 37,3+10 90 0
Abreviaturas utilizadas na Tabela 2: g p. a/ha= gramas de principio activo (=composto) por hectare TRZAW= Triticum aestivum (trigo de inverno, em inglês (winter wheat) ALOMY= Alopecurus myosuroides (A5)= fenoxaprop-P- etilo (Bl)= mefenpyr- dietilo
Os números nas duas colunas do lado direito referem-se ao controlo da percentagem de ervas daninhas ou aos danos da cultura, respectivamente.
Exemplos 2 e 3: Efeito de pós-emergência em plantas e vld&de no trigo de primavera (ensaios de campo) 0 trigo de primavera foi feito crescer no exterior em lotes em condições exteriores naturais e sementes de plantas nocivas típicas foram plantadas. 0 tratamento com uma mistura de herbicida (hetero)ariloxifenoxipropíonato e o antídoto mefenpyr- dietil utilizando as formulações padrão dos princípios activos com uma taxa de aplicação de 300 1 de água por hectare foi efectuada após as plantas nocivas terem emergidos e o trigo de primavera se encontrar na fase de crescimento das plantas entre 3 a 5 folhas. Foi avaliado o efeito da composição 4 semanas após o tratamento por avaliação visual em comparação com controlos não tratados. Os resultados são sumarizados na Tabela 3 que apresenta um efeito de controlo de ervas daninhas acrescido, para além de um efeito de antídoto no trigo de primavera.
Tabela 3
Composto N° Taxa de aplicação (g P. Controlo de plantas (%) de SEILU F i t o t o x. (%) de TRZAS çMI ! 112 S!: rs íBis Míí L_______________________________________________1.™___________________________________________ 0 íhl! r íb;; ;· ·: 1 i ií'r 2 ;'· í 10 l 168 D ; l:S, ·: ·ΛΪ Λ .' íBlj "" 0 0 j (A?)+(B1) 1680+28 68 3 Abreviaturas utilizadas na Tabela 2: g p. a/ha= gramas de princípio activo (=composto) por nectare TRZAS= Triticum aestivum (trigo de primavera, em inglês; (spring wheat) j SETLU= Setaria lutescens i (Al) = cloainafop- propargyl i (A3)= Diclofop- metilo ! (Bl)= mefenpyr- dietilo j
Lisboa, 3 de Agosto de 2007

Claims (22)

  1. Reivindicações 1. Uso de um composto de fórmula (I), ou de um seu sal (compostos (B)):
    vs em que (R'). representa n radicais R' em que os radicais são iguais ou diferentes e são halogéneo ou haloalquilo-(Οχ— C4)f n é um inteiro de 1 a 3, Fr é hidrogénio, alquilo- dtqCsj # alcóxido- (C1-C4) - alquilo- (C1-C4) , cicloalquilo-(C3-C6) , tri-alquil- (C1-C4} - silil, ou tri-alquil-(C1-C4)- sililmetil, E:í é hidrogénio, alquilo- f€iwS*.| * haloalquilo- (Cj-Ce), alquenilo-(C2-C6) , alquinilo- (C2-C6) , ou cicloalquilo-(C3-C6), ® R4 e hidrogénio ou alquilo- (C1-C12) , para aumentar o controlo sobre as ervas daninhas de um ou vários herbicidas ariloxifenoxipropionatos (A) ou um seu sal aceitável na agricultura.
  2. 2.Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por: fd-- são n radicais R: em que R1 sção Idênticos ou diferentes e cada um e F, Ci, Br ou CF3, n é 2 ou 3, R é hidrogénio ou alquilo- fC i—Cs. . é hidrogénio, alqui Lo— (C; ·· C.-;; aiquuBilu ulquiuito (C2-C4), e 3o e hidrogénio ou alquilo- íÇí~C:;íí;: .
  3. 3. Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o composto (B) ser etil ]> (etóxicarbonil)- 5-metil- 2-pirazolina- 3-carboxilato.
  4. 4. Uso de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado por um ou vários compostos (A) seleccionados a partir do grupo que consiste em: clodinafop- propargyl, cyhalafop- butil, diclofop, diclofop- metil, fenaxaprop-P- etil, fenoxaprop-P, fenoxaprop-etil, fenoxaprop, fluazifop, fluazifop-butil, fluazifop-P- butil, haloxyfop, haloxyfop- etotyl, haloxyfop-P- metil, propaquizafop, quizatofop, quizalofop-etil, quizalofop-P, quizalofop-P etil, e quizalofop-P-tefuryl, ou um sal aceitável na agricultura dos compostos acidicos anteriormente mencionados.
  5. 5. Uso de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado por o composto (A) ser fenoxaprop-P- etil.
  6. 6. Uso de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado por o composto (A) ser seleccionado a partir do grupo que consiste em clodinafop- propargyl, cyhalafop-butil, diclofop- metil, fenoxaprop-P- etil, fluazifop-butil, fluazifop-P- butil, haloxyfop- etotyl, haloxyfop-P-metil, propaquizafop, quizalofop- etil, quizalofop-P etil, e quizalofop-P- tefuryl.
  7. 7. Uso de accrdo com a reivindicação 1, caracterizado por o composto -á' ser clodinafop- propargyl e o composto (B) ser mefenpyr- dietil.
  8. 8. Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o composto (A) ser cyhalafop- butil e o composto (B) ser mefenpyr- dietil.
  9. 9. Uso de acordo com a reivindicação Ϊ, caracterizado por o composto (A) ser diclofop- metil e o composto (B) ser mefenpyr- dietil.
  10. 10. Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o composto (A) ser fenoxaprop-P- etil e o composto (B) ser mefenpyr- dietil.
  11. 11. Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o composto (A) ser fluazifop- butil e o composto (B) ser mefenpyr- dietil.
  12. 12. Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o composto (A) ser fluazifop-P butil e o composto (B) ser mefenpyr- dietil.
  13. 13. Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o composto (A) ser haloxyfop- etotyl e o composto (B) ser mefenpyr- dietil.
  14. 14. Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o composto (A) ser haloxyfop-P- metil e o composto (B) ser mefenpyr- dietil.
  15. 15. Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o composto (A) ser propaquizafop e o composto (B) ser ir.e fenpyr- dietil.
  16. 16. Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o eomposto (A) ser quizalofop- etil e o composto (B) ser rnefenpyr- dietil.
  17. 17. Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o eomposto (A) ser quizalcfop-P- etil e o composto (B) ser rnefenpyr- dietil.
  18. 18. Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o composto (A) ser quizalofop- P- tefuryl e o composto (E) ser rnefenpyr- dietil.
  19. 19. Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o composto (A) ser uma combinação de fenoxaprop-P- etil e diclofop- rnetil e o composto (B} ser rnefenpyr- dietil.
  20. 20. Uso de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 19, caracterizado por compreender os compostos activos (A) e (B) numa proporção em peso de 1:10 a 100:1.
  21. 21. Uso de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 19, caracterizado por compreender os compostos activos (A) e (B) numa proporção em peso de 1:2 a 20:1.
  22. 22. Uso de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 21, caracterizado por as ervas daninhas serem controladas em culturas de plantas úteis. Lisboa, 3 de Agosto de 2007
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