PT2009334E - Válvula de seccionamento de canalização ou de rede de vácuo com entrada de urgência - Google Patents

Válvula de seccionamento de canalização ou de rede de vácuo com entrada de urgência Download PDF

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PT2009334E
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Description

1
DESCRIÇÃO "VÁLVULA DE SECCIONAMENTO DE CANALIZAÇÃO OU DE REDE DE VÁCUO COM ENTRADA DE URGÊNCIA" A presente invenção refere-se a uma válvula que é utilizável numa canalização ou numa rede de canalizações de vácuo, em particular uma rede de canalizações de vácuo colocada no seio de um edifício hospitalar.
Nas salas de operação, de cuidados de urgência, de reanimação ou de hospitalização, é habitual utilizar gases medicinais, tais como o oxigénio, ar, misturas de N2O/O2, etc., para tratar pacientes a médio prazo e a longo prazo, assim como durante intervenções de urgência. Estes gases são levados até ao seu local de utilização no meio hospitalar, quer acondicionados em garrafas de gás ou semelhantes, quer por via de uma canalização ou rede de canalizações de gás colocadas no interior do hospital.
Da mesma maneira, é igualmente habitual instalar-se ai uma canalização de vácuo ou uma rede de canalizações de vácuo, quer dizer, em depressão, percorrendo ela também os diferentes locais ou salas em que o vácuo deve ser utilizado, nomeadamente salas de cuidados, blocos operatórios, quartos, etc. Com efeito, o vácuo é ai utilizado para aspirar diferentes líquidos, tais como o sangue, mucosidades, fluidos corporais ou similares, durante os cuidados prestados aos doentes.
Uma rede de vácuo compõe-se de uma ou várias canalizações, no interior das quais é mantido uma vácuo por meio de uma ou várias bombas de vácuo ou outros dispositivos análogos de produção de vácuo. Diz-se rede em depressão ou rede de 2 vácuo porque a pressão que aí reina é inferior à pressão atmosférica, quer dizer, inferior a 106 Pa (= 1 bar). A utilização de uma rede de vácuo em meio hospitalar está nomeadamente descrita no documento EP-A-1026567, ao qual se pode referir para ter mais pormenores sobre este tipo de instalação.
Ora, pode acontecer que a rede de vácuo não possa assegurar a sua função normal porque apresenta uma falha ou uma interrupção acidental e imprevista, por exemplo, por causa de danos causados às condutas de alimentação de fluidos, aos órgãos de comando, de regulação e interrupção do escoamento dos diferentes fluidos em circulação. É então uma necessidade primordial poder assegurar uma continuidade da presença do vácuo nas diferentes salas de intervenção ou semelhantes.
Para isso, foi proposto pelo pedido de patente europeia n° 07300937.5 da Requerente utilizar-se uma unidade funcional móvel que permita assegurar uma distribuição momentânea do gás medicinal e do vácuo, compreendendo uma ou várias garrafas de gás medicinal de socorro para assegurar uma continuidade de distribuição dos gases medicinais, assim como uma bomba de vácuo que permita criar uma depressão na canalização à qual ela é ligada e assegurar aí assim uma continuidade de distribuição de vácuo.
Ora, um problema que se coloca é o de se poder ligar fácil e rapidamente uma unidade móvel deste tipo à rede de vácuo do hospital em caso de falha da rede de vácuo, a fim de evitar qualquer interrupção de distribuição de vácuo no hospital ou semelhante. A falha na rede centralizada de vácuo pode ser devida, por exemplo, a um problema na 3 central de vácuo ou então na rede de distribuição, por exemplo, causada por uma rutura de canalizações de vácuo externas durante trabalhos de manutenção ou análogos.
Dito de outra maneira, um objectivo da invenção é propor um dispositivo que permita ligar rápida e facilmente a rede de vácuo a uma unidade móvel de vácuo ou a qualquer outra fonte de vácuo de socorro. 0 documento US 2708450 descreve uma válvula como o preâmbulo da reivindicação.
Uma solução da invenção é uma válvula de seccionamento com entrada de urgência, em particular para uma canalização ou rede de vácuo, compreendendo um corpo de válvula atravessado por uma passagem principal de fluido entre um primeiro orificio, situado numa extremidade a montante da referida passagem principal, e um segundo orifício, situado numa extremidade a jusante da referida passagem principal (2), compreendendo, além disso, o referido corpo de válvula: - um dispositivo de comando colocado na referida passagem principal, compreendendo um órgão accionável manualmente por um operador e móvel entre pelo menos: • uma posição de abertura, na qual o referido dispositivo de comando permite uma comunicação de fluido entre os primeiro e segundo orifícios, e • uma posição de fecho, na qual o referido dispositivo de comando interrompe qualquer comunicação de fluido entre os primeiro e segundo orifícios, e - uma passagem anexa do fluido, ligada em termos de fluido pela sua extremidade a montante à referida passagem principal entre o dispositivo de comando e o primeiro orifício, compreendendo a referida passagem anexa um 4 terceiro orifício na sua extremidade a jusante, compreendendo a válvula um dispositivo de obturação que vai obturar o terceiro orifício, quando o dispositivo de comando está em posição de abertura.
Conforme o caso, a válvula da invenção pode compreender uma ou várias das características seguintes: - as extremidades a montante e a jusante da passagem principal que compreende os primeiro e segundo orifícios, respetivamente, e a extremidade a jusante da passagem anexa, que compreende o terceiro orifício, estão equipadas com meios de ligação aptos, e para tal concebidos, a permitir a ligação de canalizações às referidas extremidades; de preferência os meios de ligação (4) são, ou compreendem, roscas macho ou fêmea; - o dispositivo de comando compreende um órgão rotativo accionável pelo operador entre as referidas posições de abertura e de fecho; - o corpo da válvula é formado por duas subunidades que se tornam solidárias uma com a outra, compreendendo a primeira subunidade a parte da passagem principal que compreende a extremidade a jusante da referida passagem principal com o segundo orifício e o dispositivo de comando, e compreendendo a segunda subunidade a parte da passagem principal que compreende a extremidade a montante da referida passagem principal com o primeiro orifício e a passagem anexa com o terceiro orifício; - um manómetro de vácuo ou vacuómetro está ligado à passagem principal ou à passagem anexa entre o dispositivo de comando e o primeiro orifício ou o terceiro orifício; - o corpo da válvula compreende um dispositivo de fixação apto, e para tal concebido, para fixar o referido corpo de válvula a um suporte, em particular a uma parede; 5 - o dispositivo de comando é uma torneira de esfera do tipo tudo ou nada; - esta compreende um orifício que permite a ligação de um sensor de vácuo, - a passagem anexa de fluido compreende um terceiro orifício na sua extremidade a jusante, dotado de uma tampa roscada que confere estanquicidade quando fechada, de preferência o referido terceiro orifício é concebido, e está para tal adaptado, para a ligação de um tubo flexível ligado a um dispositivo de socorro. A estrutura e o funcionamento de uma válvula de seccionamento de vácuo com entrada de urgência, de acordo com a invenção, apta a cooperar com uma unidade funcional móvel de socorro, está esquematizada nas figuras anexas, entre as quais: - a figura 1 é um esquema de uma válvula de vácuo de acordo com a invenção, com o seu suporte de fixação, - as figuras 2a e 2b esquematizam o funcionamento da válvula da figura 1, - a figura 3 é um esquema de funcionamento interno da válvula da figura 1 (vista de cima), - a figura 4 é uma vista explodida da válvula da figura 1, e - a figura 5 é uma vista de uma unidade funcional móvel de socorro à qual pode ser ligada a válvula da figura 1. A válvula 1 da invenção pode ser instalada numa parede, essencialmente em substituição de uma eventual válvula de seccionamento do circuito de vácuo clássico eventualmente ligada a uma instalação centralizada de aspiração que compreende uma ou mais bombas de vácuo, de preferência pelo menos 3 bombas de vácuo, de maneira a poder ser ligada à 6 tomada de vácuo prevista na parede posterior de uma unidade funcional móvel, tal como a descrita no pedido de patente europeia n° 07300937.5, por meio de uma canalização adaptada, tal como uma ligação flexível cujas extremidades opostas são roscadas. A válvula 1 compreende duas sub-partes ou subunidades 12, 13 solidárias uma com a outra, nomeadamente, uma primeira subunidade 12 equipada com um dispositivo de comando 5, tal como uma torneira de esfera tudo ou nada de comando manual, e uma segunda subunidade 13 para a ligação à unidade funcional 1 ou análoga. A esta segunda subunidade 13 está associado um manómetro 11 de controle do vácuo no corpo da válvula 1.
Pode também dotar-se o corpo da válvula 1 com um sensor de pressão colocado ao nível do terceiro orifício 2c, por exemplo, pode ser previsto para este sensor 30 um orifício dedicado sob a válvula, como está esquematizado na figura 4, situado na extremidade a jusante da passagem anexa 22.
As duas subunidades 12, 13 são ligadas entre si da maneira representada na vista, em parte explodida, da figura 4. A subunidade 12 compreende uma torneira, de preferência do tipo tudo ou nada, ou um dispositivo de fecho 5 de comando progressivo por um órgão ou punho accionável manualmente pelo operador nas posições de abertura e de fecho, ou inversamente. A subunidade 13 compreende uma tomada de ligação que compreende uma ligação roscada na sua extremidade a jusante em que se encontra o terceiro orifício 2c, normalmente fechado por uma tampa de obturação 6 ou análoga, que é ela 7 própria roscada, estando o referido orifício 2c situado em direção a uma unidade funcional de socorro, tal como é mostrado na figura 5.
As subunidades 12, 13 estão em comunicação de escoamento de fluido entre si de maneira a formar uma conduta interior que permite ao vácuo escoar-se na direção da seta F no meio da passagem principal 2 ou, conforme o caso, da passagem anexa 22 do corpo de válvula 1. Com efeito, a válvula da invenção é concebida, e para tal adaptada, para a gestão da continuidade da alimentação de vácuo ou de depressão, quer a depressão seja devida a uma falha da central de vácuo ou da unidade funcional de socorro.
Meios de fixação 10, tais como uma correia de suporte ou qualquer dispositivo de fixação análogo, são previstos para manter as subunidades 12, 13 do corpo de válvula 1 e facilitar a sua instalação numa parede.
Quando uma situação de defeito da alimentação de vácuo aparece no seio da rede de vácuo na qual está ligada a válvula da invenção, o órgão 5 accionável por meios de comando pode ser accionado por um operador para obturar a passagem principal 2 na qual está inserida a válvula 1, como se mostra na figura 3.
Por «rede de vácuo» entende-se uma canalização que se ramifica em várias canalizações ligadas ou não umas às outras e no seio das quais reina o vácuo, quer dizer, uma depressão, nomeadamente, uma depressão inferior à pressão atmosférica (< 106Pa) .
Este vácuo é obtido ligando em termos de fluido a rede de vácuo a uma ou várias bombas de vácuo, como se descreve, nomeadamente, no documento EP-A-1026567. 8
Por outro lado, o obturador 6 é retirado da extremidade a jusante da passagem anexa 22 de maneira a libertar o terceiro orifício 2c situado na extremidade a jusante da referida passagem anexa 22 à qual é então ligada uma unidade funcional móvel de socorro compreendendo uma bomba de vácuo, por intermédio de uma canalização, tal como uma conduta flexível, o que permite assegurar então a manutenção sob vácuo da rede de vácuo, visto que a aspiração de vácuo, quer dizer, a colocação em depressão do corpo da válvula 1 e da rede na qual está montada a válvula de invenção, se faz então graças à bomba de vácuo situada na unidade móvel de socorro.
De maneira clássica, uma conduta flexível deste tipo está dotada, nas suas duas extremidades, de uma ligação roscada ou de um meio de ligação semelhante, e um operador pode portanto ligá-la a uma tomada adaptada situada na unidade de socorro móvel (fig. 5), por um lado, e à extremidade a jusante que compreende o terceiro orifício 2c do corpo de válvula 1 de acordo com a invenção, para restabelecer assim a distribuição do vácuo fornecido pela bomba de vácuo da unidade móvel de socorro. A figura 4 é uma vista explodida da válvula da figura 1, em que se vê que o corpo da válvula 1 é formado por duas subunidades 12, 13 ou blocos, que se tornam solidários um com o outro, por exemplo, por roscagem um ao outro ou através de qualquer outro meio de fixação. A primeira subunidade 12 compreende a parte da passagem principal 2 que compreende a extremidade a jusante ao nível da qual se situa o segundo orifício 2b, quer dizer, a saída de vácuo se se considerar que o vácuo atravessa o corpo 1 9 da válvula no sentido da seta F da figura 1, e o dispositivo de comando accionável pelo operador.
Mais precisamente, o dispositivo de comando compreende: - um órgão rotativo 5 accionável pelo operador; - juntas chamadas «anilhas para a torneira de PTFE» 16 e 21, que garantem a estanquicidade da esfera 14, - uma esfera 14 que, quando é accionado o órgão rotativo 5, efetua uma rotação de 90° e permite «fechar a passagem», de maneira a que a alimentação do vácuo se faça pela fonte de gás de socorro e já não pela central de produção de vácuo, - uma cavilha 17 que permite, ao encastrar-se na esfera 14, de provocar a rotação à esfera 14 quando o elemento rotativo 5 é accionado pelo operador, uma virola 18 que permite unir os dois blocos 12 e 13 do dispositivo de válvula, - uma junta tórica de silicone para a estanquicidade ligada ao segundo bloco da válvula.
De facto, o dispositivo de comando é de preferência uma torneira de esfera do tipo tudo ou nada, na qual o accionamento em rotação do órgão rotativo 5 gera a rotação da esfera 14, através da cavilha 17, o que permite permitir ou interromper a circulação de vácuo na parte da passagem principal 2 colocada na primeira subunidade 12 e, portanto, através do orifício a jusante 2b.
Por outro lado, a segunda subunidade 13 compreende a parte da passagem principal 2 que compreende a extremidade a montante, ao nível da qual está situado o primeiro orifício 2a, quer dizer, a entrada de vácuo situada na direção da central de produção de vácuo, se se considerar que o vácuo atravessa o corpo 1 de válvula no sentido da seta F da figura 1, assim como a passagem anexa 22 com o terceiro 10 orifício 2c, cuja passagem anexa 22 se vem conectar, quer dizer, ligar-se, na passagem principal 2 no interior da segunda subunidade 13, quer dizer, a montante do dispositivo de comando, de maneira a permitir um desvio do vácuo através do terceiro orifício 2c, quando o meio de obturação 6, tal como uma tampa ou bujão roscado ou análogo, é retirado e liberta o referido terceiro orifício 2c.
Com efeito, em funcionamento normal, um dispositivo de obturação 6 vai tapar o terceiro orifício 2c e assim impedir qualquer passagem de vácuo através deste terceiro orífico 2c.
Ao contrário, o dispositivo de obturação 6 é retirado quando surge um problema de distribuição de vácuo que obriga a interromper a passagem de vácuo na primeira subunidade 12 por accionamento do órgão 5 rotativo do dispositivo de comando 5, 17, 14, como é ilustrado na figura 3.
Com efeito, o dispositivo de comando 5, 17, 14 compreende um órgão rotativo 5 accionável pelo operador entre uma posição de abertura (figura 2a) que permite a circulação de vácuo na passagem 2, e uma posição de fecho (figura 2b), que interdita a circulação de vácuo na passagem 2. A figura 5 é um esquema (visto de lado) de uma unidade de socorro 50 móvel, compreendendo um fundo 53 dotado de rodas 51 e encimado por painéis 52 laterais e que formam um recinto no qual são colocadas garrafas de gás e uma bomba de vácuo, que estão ligadas a tomadas de ligação 53 a 58 transportadas por um ou vários dos referidos painéis 52. Estas tomadas de ligação 53 a 58 permitem assegurar uma 11 alimentação de socorro de gás (02, ar, etc.) ou de vácuo em caso de falha das fontes de gás ou da rede de vácuo. É preciso todavia notar que a válvula 1 da invenção tem uma estrutura e um funcionamento inteiramente independentes de uma unidade de socorro 50 móvel deste tipo, à qual pode ser ligada. É, portanto, possivel associar a válvula 1 da invenção às instalações de distribuição de gases medicinais, independentemente da presença de uma unidade de socorro móvel 50 deste tipo. É de notar que o facto de a válvula ser compacta e ser já predisposta com um vacuómetro incorporado, num local destinado a receber o sensor de vácuo (vaciostato) é igualmente uma caracteristica original e não corrente para uma válvula de seccionamento.
Por outras palavras, de acordo com a invenção, incorpora-se uma válvula de seccionamento do vácuo «distribuído» pela rede de distribuição centralizada na rede de vácuo do hospital ou análogo, válvula essa que permite a um operador transferir imediata e facilmente a alimentação de vácuo para uma fonte de vácuo de socorro, de maneira a assegurar uma continuidade de distribuição de vácuo nos diferentes locais em que deve ser utilizado no seio do edifício hospitalar.
Lisboa, 16 de Novembro de 2010

Claims (10)

1 REIVINDICAÇÕES 1. Válvula de seccionamento com entrada de urgência, em particular para canalização ou rede de vácuo, compreendendo um corpo (1) de válvula atravessado por uma passagem principal (2) de fluido entre um primeiro orifício (2a) situado numa extremidade a montante da referida passagem principal (2) e um segundo orifício (2b) situado numa extremidade a jusante da referida passagem principal (2), compreendendo o referido corpo (1) de válvula, além disso: - um dispositivo de comando colocado na referida passagem principal (2), compreendendo um órgão (5) accionável manualmente por um operador e móvel entre pelo menos: • uma posição de abertura, na qual o referido dispositivo de comando (5, 17, 14) permite uma comunicação de fluido entre os primeiro e segundo orifícios (2a, 2b), e • uma posição de fecho, na qual o referido dispositivo de comando (5, 17, 14) interrompe qualquer comunicação de fluido entre os primeiro e segundo orifícios (2a, 2b), e - uma passagem anexa (22) de fluido, ligada em termos de fluido pela sua extremidade a montante à referida passagem principal (2) entre o dispositivo de comando (5) e o primeiro orifício (2a), compreendendo a referida passagem anexa (22) um terceiro orifício (2c) na sua extremidade a jusante, caracterizado por um dispositivo de obturação (6) obturar o terceiro orifício (2c), quando o dispositivo de comando (5) está em posição de abertura. 2
2. Válvula de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por o dispositivo de obturação (6) ser uma tampa roscada que assegura a estanquicidade quando está fechada.
3. Válvula de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizada por as extremidades a montante e a jusante da passagem principal (2) que contêm os primeiro e segundo orifícios (2a, 2b), respetivamente, e a extremidade a jusante da passagem anexa (22) que compreende o terceiro orifício (2c) estarem dotadas de meios de ligação (4) aptos, e para tal concebidos, a permitir a ligação de canalizações às referidas extremidades, sendo ou compreendendo os meios de ligação (4), de preferência, roscas macho ou roscas fêmea.
4. Válvula de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizada por o dispositivo de comando (5, 17, 14) compreender um órgão rotativo accionável pelo operador entre as referidas posições de abertura e de fecho.
5. Válvula de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizada por o corpo de válvula (1) ser formado por duas subunidades (12, 13) que se tornam solidárias uma com a outra, compreendendo a primeira subunidade (12) a parte da passagem principal (2) que compreende a extremidade a jusante da referida passagem principal (2) com o segundo orifício (2b) e o dispositivo de comando (5), e compreendendo a segunda subunidade (13) a parte da passagem principal (2) que compreende a extremidade a montante da referida 3 passagem principal (2) com o primeiro orifício (2a) e a passagem anexa (22) com o terceiro orifício (2c).
6. Válvula de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizada por estar ligado um manómetro de vácuo (11) à passagem principal (2) ou à passagem anexa (22) entre o dispositivo de comando (5) e o primeiro orifício (2a) ou o terceiro orifício (2c).
7. Válvula de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizada por o corpo (1) da válvula compreender um dispositivo de fixação apto, e para tal concebido, para fixar o referido corpo de válvula (1) a um suporte, em particular a uma parede.
8. Válvula de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizada por o dispositivo de comando (5) ser uma torneira de esfera do tipo tudo ou nada.
9. Válvula de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizada por compreender um orifício que permite a ligação de um sensor de depressão (30).
10. Válvula de acordo com a reivindicação 2, caracterizada por o terceiro orifício estar concebido, e para tal adaptado, para a ligação de um tubo flexível ligado a um dispositivo de socorro. Lisboa, 16 de Novembro de 2010
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