PT820435E - Processo para a preparacao de isomeros essencialmente puros de alfa-bis-oximas - Google Patents

Processo para a preparacao de isomeros essencialmente puros de alfa-bis-oximas Download PDF

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Description

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"PROCESSO PARA A PREPARAÇÃO DE ISÓMEROS ESSENCIALMENTE PUROS DE ALFA-BIS-OXIMAS" A presente invenção refere-se a um processo para a preparação de isómeros essencialmente puros de α-bis-oximas de fórmula Ia R10-N=CR2-CR3=N-OR4 Ia nas quais os grupos RO- e R2, em relação à ligação N=C, estão em posição cis um em relação ao outro, e nas quais os radicais têm os seguintes significados: R1 representa um radical C-orgânico; R2 representa hidrogénio, ciano, nitro, hidroxi, amino, halogéneo ou um radical orgânico, o qual pode estar ligado ao resíduo ou directamente, ou através de um átomo de oxigénio, enxofre ou azoto; R3 representa hidrogénio, ciano, nitro, hidroxi, amino, halogéneo, alquilo, halogenoalquilo, alcoxi, halogenoalcoxi, alquiltio, alquilamino, dialquilamino ou cicloalquilo; R4 representa hidrogénio.
As α-bis-oximas são conhecidas da literatura como produtos intermédios e como substâncias activas para o combate de parasitas animais ou de fungos prejudiciais (WO-A 95/18 789; WO-A 95/21 153; 2 ^τΛ"
WO-A 95/21 154; WO-A 95/21 156; WO-A 96/07 633; WO-A 96/16 030).
As substâncias activas descritas, consoante a configuração da dupla ligação do grupo R10-N=CR2-, manifestam em geral diversas acções, sendo habitualmente mais forte a acção daqueles compostos nos quais os grupos RO- e R2 estão em posição cis um em relação ao outro, em relação à ligação N=C. Tendo em conta este facto, é proposto na literatura citada separar um do outro os isómeros por vias convencionais (por exemplo, por cromatografia). A separação do isómero pretendido a partir de uma mistura de isómeros tem o inconveniente de que uma parte não desprezível de produtos intermédios ou finais onerosos permanece sem utilização, visto que se encontram na configuração "falsa". A isomerização das monooximas é descrita em J. Org. Chem. 20, 1491 (1955) e na Patente US-A 4 158 015. Para além disso, na Patente EP-A 435 687 é descrito um processo para a isomerização de mono-oxima-éteres na presença de ácidos de Lewis, no qual o radical (fenilo) exigente estereoquimicamente se encontra, depois da isomerização, em posição trans em relação ao grupo alcoxi na parte oxima. São conhecidos da literatura processos para a isomerização de a-bis-oximas cujo inconveniente reside no facto de ou estarem limitados a oximas com determinados radicais (estáveis), e/ou se desenrolarem selectivamente e/ou apenas com fracos rendimentos [DE-A 29 08 688; J. General Chem. URSS 58/1, 181 (1988); Tetrahedron 41/22, 5181 (1985); J. Org. Chem. URSS 20, 135 (1984); J. Org. Chem. URSS 27/1, 97 (1991); J. Phys. Chem. 91/26, 6490 (1987); Recl. Trav. Chim. Pays-Bas 111/2, 79 (1922)]. 3
Além disso, é descrita na literatura a transformação de (bis-oximas num determinado isómero, mediante catálise ácida [Synth. Reakt. Inorg. Met.-Org. Chem. 18(10), 975 (1988); Synth. Reakt. Inorg. Met.-Org. Chem. 11(7), 621 (1981); Spectrosc. Lett. 23(6), 713 (1990); Z. Anorg. Allg. Chem. 496, 197 (1983)]. Estes processos têm, no entanto, o inconveniente de só poderem ser empregues no caso dos compostos cujos substituintes são estáveis perante os ácidos.
Para além disso, no Pedido de patente antigo WO-A 95/21 153 é descrita a isomerização do composto A a A' em éter com HC1, com 75% de rendimento.
A presente invenção tinha como problema descobrir-se um processo de utilização geral para a preparação de isómeros essencialmente puros de α-bis-oximas, de fórmula Ia R10-N=CR2-CR3=N-OR4 Ia nas quais os grupos R!0- e R2, em relação à ligação N=C, estão em posição cis um em relação ao outro, o qual também é aplicável, em especial, aos compostos nos quais os substituintes R1, R2 e R3 não são estáveis perante os ácidos ou contêm grupos que não são estáveis perante os ácidos.
Nesta conformidade, foi descoberto um processo para a preparação de isómeros essencialmente puros de α-bis-oximas de fórmula Ia R10-N=CR2-CR3=N-0R4
Ia / nas quais os grupos RiO- e R2, em relação à ligação N=C, estão em posição cis um em relação ao outro, o qual é caracterizado pelo facto de se tratar uma mistura dos isómeros de α-bis-oximas Ia e Ib r10-N=CR2-CR3=N-OR4 R10-N=CR2-CR3=N-0R4 "cis" "trans"
Ia Ib com um ácido de Lewis, num hidrocarboneto alifático ou aromático.
De harmonia com o processo de acordo com a invenção os isómeros essencialmente puros das α-bis-oximas de fórmula Ia também podem ser obtidos se se tratar com um ácido de Lewis uma a-bis-oxima Ib na qual os grupos R10- e R2 estão em posição trans um em relação ao outro, em relação à ligação N=C, num hidrocarboneto alifático ou aromático. São apropriados, por exemplo, hidrocarbonetos alifáticos, tais como, pentano, hexano, heptano, ciclohexano e éter de petróleo, e hidrocarbonetos aromáticos, tais como, benzeno, tolueno, o-, m- e p-xilenos. São especialmente preferidos os hidrocarbonetos alifáticos pentano, hexano, heptano, ciclohexano e éter de petróleo, e os hidrocarbonetos aromáticos tolueno, o-, m- e p-xilenos. Podem também ser utilizadas misturas dos dissolventes mencionados. A temperatura da reacção depende da natureza dos substituintes da α-bis-oxima. Em geral a isomerização é realizada a temperaturas de pelo menos -40°C. A temperaturas superiores a 150°C pode já ocorrer 5
uma decomposição das bisoximas condicionada pela temperatura. No entanto, esta decomposição condicionada pela temperatura depende essencialmente da natureza e da estabilidade dos substituintes, de modo que, nos casos de bisoximas estáveis, a reacção também pode ser realizada a temperaturas mais altas.
Por conseguinte, esta reacção é realizada habitualmente a temperaturas de -30°C até 140°C, de preferência de -10°C até 120°C.
Basicamente, podem se utilizados na reacção de acordo com a invenção todos os ácidos de Lewis que sejam tão estáveis no dissolvente escolhido que não libertem qualquer ácido protonado.
Como ácidos de Lewis podem pois ser utilizados, em geral, os halogenetos de um não metal ou metal dos 3.° e 4.° grupos principais, ou de um metal de transição. São preferidos os halogenetos de boro, alumínio, estanho, zinco, ferro ou de titânio. Prestam-se como halogenetos neste caso em especial os fluoretos, cloretos ou brometos. Os exemplos de ácidos de Lewis comuns que podem ter aplicação de harmonia com o processo de acordo com a invenção são AICI3, AlBr3, FeCl3, BBr3, BCI3, BF3, SnCU, ZnCh, ZnBr2 ou T1CI4.
Em geral é suficiente que os ácidos de Lewis sejam utilizados em quantidades catalíticas, podendo a velocidade de reacção subir com quantidades crescentes do ácido de Lewis. Em conformidade, são já suficientes, habitualmente, quantidades de 0,1 até 500% molar dos ácidos de Lewis (referidas à quantidade de bis-oxima Ib ou da mistura de bis-oximas Ia e Ib). Quantidades superiores não prejudicam a reacção, mas, de um ponto de vista económico, em geral não são necessárias e, no que se refere a uma utilização em escala industrial do 6 processo (aspectos técnicos de segurança e questões de danos ambientais), não são desejáveis. Por consequência, recomenda-se a utilização dos ácidos de Lewis, em geral, em quantidades de 0,5% molar até 300% molar, de preferência de 1% molar até 150% molar, em especial de 10% molar até 80% molar.
De harmonia com as medidas de trabalho descritas anteriormente é possível, em especial, preparar isómeros essencialmente puros de a-bis-oximas de fórmula Ia', R10-N=CR2-CR3=N-0R4 Ia' nas quais os grupos R^- e R2 e os grupos R3 e -OR4, em relação às ligações N=C, estão, em cada caso, em posição ds um em relação ao outro, tratando-se uma mistura dos isómeros de α-bis-oximas Ia' e Ib' R10-N=CR2-CR3=N-0R4 RiO-N=CR2-CR3=N-OR4 "ds" "ds" "trans" "ds"
Ia' Ib' com um ácido de Lewis, num hidrocarboneto alifático ou aromático.
De harmonia com o processo de acordo com a invenção, também podem ser obtidos os isómeros essencialmente puros de a-bis-oximas Ia' se se tratar com um ácido de Lewis uma α-bis-oxima Ib' num hidrocarboneto alifático ou aromático.
As misturas reactivas, após a reacção, são tratadas de forma corrente, por exemplo, por mistura com água, separação das fases e eventualmente a purificação cromatográfica dos produtos brutos. Os 7 produtos ílnais ocorrem por vezes na forma de óleos viscosos, qlie podem ser libertos dos constituintes voláteis ou purificados a pressão reduzida e a uma temperatura moderadamente elevada. Sempre que os produtos finais sejam obtidos na forma sólida, a sua purificação também pode ser realizada por recristalização ou digestão. O processo de acordo com a invenção tem uma vasta utilização. É possível, em especial, de acordo com este processo, preparar isómeros essencialmente puros de α-bis-oximas Ia ou Ia', que transportam grupos que são instáveis em condições de reacção ácidas, ou que podem formar complexos com os ácidos de Lewis, por exemplo, compostos substituídos por átomos de halogéneo ou por grupos éter ou éster (ver quadro 1).
Surpreendentemente, de quatro isómeros possíveis das a-bis-oximas, obtêm-se predominantemente os isómeros Ia ou Ia', de acordo com o processo anteriormente descrito. O processo de acordo com a invenção oferece condições de reacção sob as quais se realiza de preferência, em geral, uma isomerização da ligação N=C substituída por RO-, enquanto pode ser substancialmente evitada uma isomerização da dupla ligação N=C substituída por R40- [ver quadro 2 e quadro 3 ([ie]:IX)]· O processo de acordo com a invenção presta-se em especial para a preparação dos isómeros essencialmente puros de α-bis-oximas, que são descritas na literatura citada acima como produtos intermédios e como substâncias activas para o combate de parasitas animais e de fungos prejudiciais. Nesta conformidade, a expressão "radical inorgânico" e a expressão "radical orgânico" compreendem, em especial, os significados indicados nesta literatura em geral e em especial. 8 8
Exemplos
Processo geral de trabalho na reacção de misturas de isómeros de q-bis-oximas a) X mol da mistura de isómeros da α-bis-oxima [Γ; proporção de isómeros (Ia':Ib'): i^] em X moles do dissolvente orgânico [DISS1 foram misturados com Z% molar do ácido de Lewis [LSI e agitou-se durante t horas a uma temperatura [T°C]. Depois do tratamento pesquisou-se por cromatografia em fase gasosa (GC), HPLC ou espectroscopia de ^-NMR (NMR| a proporção de isómeros [if] (s Ia':Ib') obtida nestas condições. Os resultados destes ensaios são apresentados no quadro 1. b) Noutros ensaios X mol da mistura de isómeros da α-bis-oxima Γ [R1 = CH3, R2 = C6H5, R3 = CH3, R4 = H; proporção de isómeros (Ia':Ib'): i^] em X moles do dissolvente orgânico [DISS1 foram misturados com Z% molar do ácido de Lewis [LSI e agitou-se durante t horas a uma temperatura [T°C]. Depois do tratamento final pesquisou-se por cromatografia em fase gasosa (GC), HPLC ou espectroscopia de iH-NMR (NMR) a proporção de isómeros [if]:Ix |[ie1 = Ia':Ib'} obtida nestas condições (Ix: quantidade de um outro isómero de estereoquímica ainda não conhecida). Os resultados destes ensaios são apresentados no quadro 2. c) Noutros ensaios, de acordo com Z. Anorg. Chem. 496, 197 (1983), X mol da mistura de isómeros da α-bis-oxima Γ [R1 = CH3, R2 = CôHs, R3 - CH3, R4 = H; proporção de isómeros (Ia':Ib'): i°] em X moles do dissolvente orgânico [DISS1 foram saturados com HC1 gasoso e agitou-se durante t horas a uma temperatura [T°C]. Depois do tratamento final pesquisou-se por cromatografia em fase 9
gasosa (GC), HPLC ou espectroscopia de iH-NMR (NMR)| a proporção de isómeros [if] :IX (Ix: quantidade de um outro isómero de estereoquímica ainda não conhecida; [if] = Ia':Ib') obtida nestas condições. Os resultados destes ensaios de comparação são apresentados no quadro 3. 10
QUADRO
a rH vo CN CN rH m σ\ rH X σι 16,3:1 | rH lO rH r- 00 rH σι rH <T\ rH σι rH • · σ\ -PI m CM w s CM Γ- V© rH (Ti rH „ CM 00 H « S _ vo m rH H 0 1 o cn o m M3 cm m CM m CM O n· O O T « Λ n <n o T « o N <n o T « o N cn O ? « o N Ácido de Lewis s m rH O rH < m «H o < n rH O *H < m rH CJ rH < m fH cj rH < n rH CJ «H < m rH O *H < m rH CJ rH < m rH α H < n rH O rH < O rH O m O tH O rH O rH O O rH O rH O rH O dissolvente co co M Q o d 4) d Õ E- o G <U G rH o E- o G <υ G o E- O tí <D 2 rH O E- o G <u G *—H O E- o tí <L> 3 p H O E- o G <υ G rH O e o G 4) G rH O E-1 o G <υ G 'o E-1 o G ω 'o E- o o CM O o V£> m rH »n O LO O o rH o o O o ^3* O o Λ O co hI a rH r~ o H m o iH σ> o rH rH rH X O rH X O rH ·· rH m rH rH CM rH CO CM XI GO O CM O CM m m o co rH O O o o o CM rn o o CM O O CD CD CO o cr» CM co o Γ- ΓΟ o co rH O o cc SB SC SB X X X X X X X m CÍ m SB O <n SB O m X O m X u ro X u m X O m X cj cn X O m X CJ m X u CM (X m X \o O sc UD O 1 X 1 <r SC >o υ 1 Ή CJ 1 M· SC VD O 1 i—1 0 1 cn CN n X CJ X cj X VO O 1 ΓΊ X cj 1 >r 1 m 1 h o N rt X _ 0 S m rG •h 1 n X O 1 m *r X VO CJ 1 2 u 1 X vo CJ t 2 CJ 1 cn I x ‘V 0 in * Λ ^ O Λ N U Λ m X X O CJ w 1 η m ^H X m SB O m X O m SB O m X cj n X cj m X CJ >*> X o cn X cj m X . CJ m X U 1 M 5 H O CM O cn o o in o 10 Ò P* O - X O Ol O O rH
QUADRO
12 X Η 5 [3,5:1]:0,8 tη CSJ Γ—^ r-( C0 *» •Μ 22 24 Η 25 25 issolvente DISS r-A ο CN χ: ΙΛ * CM CM _ ο ~Τ * Ο <Ν Ο ο Η α 33 CM ο χ CM JM se cH Ο α ΓΜ κ ο ο σ ο ο CN CM CSJ ιΤ) γΗ γΗ 03 • · 00 Ο ο ιΗ σ\ CM CM X Ο ο Ο ο Μ < η ζ 13
Exemplo 01 (quadro 1): preparação de (Ε,ΕΪ-Ι-ίβηίΡΐ- metoxiiminopropano-2-ona-2-oxima 40 g (0,208 mol) de (E,E/Z,E)-l-fenil-l-metoxiiminopropano-2-ona-2-oxima (proporção de isómeros E,E:Z,E = 1:1,4) em 200 ml de tolueno foram misturados com 2,77 g de AICI3. Após 25 horas a 30-40°C a mistura reactiva foi misturada com acetato de etilo. A mistura foi lavada com ácido clorídrico 2N e seca. Em seguida 0 dissolvente foi eliminado por destilação a pressão reduzida. Depois da cristalização em n-pentano obtiveram-se 32,5 g (81% do rendimento teórico) do composto de título na forma de cristais incolores (p.f.: 160-162°C). Ή-NMR [CDCla/TMS; δ (ppm)]: 2,10 (s, 3H); 3,91 (s, 3H); 7,17 (m, 2H); 7,40 (m, 3H); 8,66 (s largo, OH)
Exemplo 02 (quadro 1): preparação de ÍE.E)-1 -(4-fluorfenill-1 -metoxiimino-propano-2-ona-2-oxima 115,9 g (0,552 mol) de (E,E/Z,E)-l-(4-fluorfenil)-l-metoxiiminopropano-2-ona-2-oxima (proporção de isómeros E,E:Z,E = 1:1,9) em 600 ml de tolueno foram misturados com 36,7 g de AICI3. Após 9 horas a 60°C e 20 horas à temperatura ambiente (cerca de 25°C) a mistura reactiva foi adicionada a uma mistura de acetato de etilo e água gelada. A mistura foi misturada com ácido clorídrico a 10% e extraída com acetato de etilo. A fase orgânica foi lavada e seca. Em seguida o dissolvente foi separado por destilação a pressão reduzida. Depois da cristalização em n-pentano obtiveram-se 86,4 g (75% do rendimento teórico) do composto de título na forma de cristais incolores (p.f.: 156-157°C). iH-NMR [CDCls/TMS; Ô (ppm)]: 2,10 (s, 3H); 3,91 (s, 3H); 7,03-7,25 (m, 4H); 8,67 (s, OH) 14
S
metoxiimino-propano-2-ona-2-oxima 4 g (0,018 mol) de (E,E/Z,E)-l-(4-clorofenil)-l-metoxiiminopropano-2-ona-2-oxima (proporção de isómeros E,E:Z,E = 1:1,1) em 15 ml de tolueno foram misturados com 0,2 g de AICI3. Após 72 horas à temperatura ambiente (cerca de 25°C) a mistura reactiva foi misturada com água gelada. A mistura foi extraída com éter t-butil-metílico. A fase orgânica foi lavada com ácido clorídrico a 10% e água, e foi seca. Em seguida o dissolvente foi eliminado por destilação a pressão reduzida. Depois da cristalização em n-pentano obtiveram-se 3,4 g (85% do rendimento teórico) do composto de título na forma de cristais incolores (p.f.: 174-176°C). JH-NMR [CDCI3/TMS; δ (ppm)]: 2,13 (s, 3H); 3,92 (s, 3H); 7,12 (d, 2H); 7,36 (d, 2H); 8,42 (s largo, OH)
Exemplo 07 (quadro 1): preparação de (Z.E)-l-í3-metil-isoxazol-5-il)-l-metoxiiminopropano-2-ona-2-oxima 76,4 g (0,388 mol) de (Ε,Ε/Ζ,Ε)-1 -(3-metil-isoxazol-5-il)-1 -metoxiimino-propano-2-ona-2-oxima (proporção de isómeros Z,E:E,E = 4:1) em 400 ml de tolueno foram misturados com 5,2 g de AICI3. Após 8 horas a 30-40°C e mais 12 horas à temperatura ambiente (cerca de 25°C) a mistura reactiva foi adicionada a uma mistura de 100 ml de acetato de etilo e 200 ml de ácido clorídrico 2N. A mistura foi extraída com acetato de etilo. A fase orgânica foi lavada e seca. Em seguida o dissolvente foi separado por destilação a pressão reduzida. Depois da cristalização em n-pentano obtiveram-se 65 g (85% do rendimento teórico) do composto de título na forma de cristais amarelados com uma pureza de 90%. 15 iH-NMR [CDCI3/TMS; δ (ppm)]: 2,18 (s, 3H); 2,35 (s, 3H); 4,07 (s^H); 6,57 (s, 1H); 9,67 (s largo, OH)
Exemplo 08 (quadro 1): preparação de (E,E)-l-(4-cianofenil)-l-metoxiimino-propano-2-ona-2-oxima 71,4 g (0,329 mol) de (E,E/Z,E)-l-(4-cianofenil)-l-metoxiiminopropano-2-ona-2-oxima (proporção de isómeros E,E:Z,E = 1,5:1) em 400 ml de tolueno foram misturados com 4,4 g de AICI3. Após 5 horas a 35-40°C e mais 72 horas à temperatura ambiente (cerca de 25°C) a mistura reactiva foi adicionada a uma mistura de acetato de etilo e ácido clorídrico 2N. Depois da extracção com acetato de etilo a fase orgânica foi lavada e seca. Em seguida o dissolvente foi eliminado por destilação a pressão reduzida. Depois da cristalização em n-pentano/metanol obtiveram-se 60,6 g (85% do rendimento teórico) do composto de título na forma de cristais amarelados (p.f.: 165-170°C). íH-NMR [CDCI3/TMS; δ (ppm)]: 2,13 (s, 3H); 3,92 (s, 3H); 7,27 (d, 2H); 7,66 (d, 2H); 8,75 (s largo, OH)
Exemplo 09 (quadro 1): preparação de (E,E)-l-(3-cianofenil)-l-metoxiimino-propano-2-ona-2-oxima 80,2 g (0,37 mol) de (E,E/Z,E)-l-(3-cianofenil)-l-metoxiiminopropano-2-ona-2-oxima (proporção de isómeros E,E:Z,E = 2:1) em 400 ml de tolueno foram misturados com 4,9 g de AICI3. Após 8 horas a 30-40°C e mais 16 horas à temperatura ambiente (cerca de 25°C) a mistura reactiva foi adicionada a uma mistura de acetato de etilo e ácido clorídrico 2N. Depois da extracção com acetato de etilo a fase orgânica foi lavada e seca. Em seguida o dissolvente foi eliminado por destilação a pressão reduzida. Depois da cristalização em n-pentano/metanol 16 16
obtiveram-se 67,1 g (84% do rendimento teórico) do composto de título na forma de cristais amarelados (p.f.: 163-166°C). Ή-NMR [CDCls/TMS; δ (ppm)]: 2,13 (s, 3H); 3,93 (s, 3H); 7,40-7,66 (m, 4H); 8,54 (s largo, OH)
Exemplo 25: preparação de (E,E/Z,E)-l-fenil-l-metoxiiminopropano-2-ona-2-oxima (produto de partida) 100 g (0,614 mol) de l-fenil-l,2-propanodiona-2-E-oxima em 200 ml de metanol e 144 g de piridina foram misturados com uma solução de 77 g (0,922 mol) de cloridrato de O-metilhidroxilamina e 200 ml de metanol. Após 24 horas à temperatura ambiente (cerca de 25°C) o dissolvente foi eliminado a pressão reduzida. O resíduo assim obtido foi tomado em éter í-butil-metílico e misturado com ácido clorídrico 2N. A fase aquosa foi de novo extraída com éter t-butil-metílico. A partir das fases orgânicas, depois de reunidas, e depois da lavagem, secagem e eliminação do dissolvente, obteve-se a mistura dos isómeros E,E:Z,E numa proporção de 1:1,4 (determinação por GC) com uma pureza de 90-95%. iH-NMR [CDCI3/TMS; δ (ppm)]: 2,05/2,10 (2s, 1H,1H*); 3,91/3,97 (2s, 1H,1H*); 7,18/7,38/7,61 (3m, 5H,5H*); 9,14 (s largo, OH,OH*)
De forma correspondente puderam ser obtidos, por exemplo, os compostos Ia' apresentados no quadro 4: 17
QUADRO 't o β (#3 dP <D 6 1« o r~ *P CO c#9 r* dP VD TS £ H ΤΓ co co r- VD Γ" K 0) 4* 30 11 16 in m m 16 vd VD rH m o m o o m o m r C\l CN *P CN CN m ro m ro H H rH rH rH £ 21 CJ α o CJ V Hi rH c-H •H rH m-3 < < < λ 0) Ό o 2 N| O O o o υ vo cn cn '< <υ c <u CD CO ►3 Tolueno Tolueno Tolueno Tolueno > O co co • H TJ H 250 500 100 O co rH rH ί* ΗΓ CO rH rH ». ·* rH rH o o CO p- rH r- in r- CN rH XI CN co O O *. o o o O tá se 33 X X ΓΟ tá ro ro co CO x X X X o CJ o o íj X V© O o «r • H (N S vo α « VO u 1 1 1 ro K O X \o CJ 1 1 «3* \ rH tf 1 rH o Cu u ω CJ CJ N II z <d Tp u o ro 1 α X z CJ * * ro CO rH tf Oi Cn X X tf tf CJ CJ M Z co r ra o» CN CN CN CN x CJ III o CN a: cj cr> cu *
Drá. Maria Siívina Ferreira Agente Of'c:^' Je Industrial R. Castilho, :0 - cr · - J - '.oò L.S60A /'
Lisboa, 2 j, JUL 2001 5-,-U G-»— ANA SILVA CARVALHO Adjunto
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  1. REIVINDICAÇÕES 1. Processo para a preparação de isómeros essencialmente puros de α-bis-oximas de fórmula Ia Ia R10-N=CR2-CR3=N-OR4 nas quais os grupos RjO- e R2, em relação à ligação N=C, estão em posição cis um em relação ao outro, e nas quais os radicais têm os seguintes significados: R1 representa um radical C-orgânico; R2 representa hidrogénio, ciano, nitro, hidroxi, amino, halogéneo ou um radical orgânico, o qual pode estar ligado ao resíduo ou directamente, ou através de um átomo de oxigénio, enxofre ou azoto; R3 representa hidrogénio, ciano, nitro, hidroxi, amino, halogéneo, alquilo, halogenoalquilo, alcoxi, halogenoalcoxi, alquiltio, alquilamino, dialquilamino ou cicloalquilo; R4 representa hidrogénio, caracterizado por se tratar uma mistura dos isómeros de a-bis-oximas Ia e Ib R10-N=CR2-CR3=N-0R4 R10-N=CR2-CR3=N-OR4 cis 11 trans" Ia Ib 2 "I t com um ácido de Lewis, num hidrocarboneto alifático ou aromático.
  2. 2. Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por se tratar uma α-bis-oxima Ib de acordo com a reivindicação 1, na qual os grupos I^O- e R2, em relação à ligação N=C, estão em posição trans um em relação ao outro.
  3. 3. Processo para a preparação de isómeros essencialmente puros de α-bis-oximas de fórmula Ia' R10-N=CR2-CR3=N-0R1 Ia' nas quais os grupos RiO- e R2 e os grupos R3 e -OR1, em relação às ligações N=C, estão, em cada caso, em posição cis um em relação ao outro, caracterizado por se tratar uma mistura dos isómeros de α-bis-oximas Ia' e Ib' R10-N=CR2-CR3=N-OR1 RiO-N=CR2-CR3=N-OR1 "cis" "cis" "trans" "cis" Ia' Ib' com um ácido de Lewis, num hidrocarboneto alifático ou aromático. 1 Processo de acordo com a reivindicação 3, caracterizado por se tratar uma α-bis-oxima Ib' de acordo com a reivindicação 3 na qual os grupos RxO- e R2, em relação à ligação N=C, estão em posição trans um em relação ao outro, e os grupos R3 e -OR1, em relação à ligação C=N, estão em posição cis um em relação ao outro. 3
  4. 5. Processo de acordo com as reivindicações 1, 2, 3 ou 4, caracterizado por se realizar a reacção a temperaturas de -40°C até 150°C.
  5. 6. Processo de acordo com as reivindicações 1, 2, 3 ou 4, caracterizado por se utilizar como ácido de Lewis um halogeneto de um não metal ou metal dos 3.° ou 4.° grupos principais, ou de um metal de transição.
  6. 7. Processo de acordo com a reivindicação 6, caracterizado por se utilizar como ácido de Lewis um halogeneto de boro, alumínio, estanho, zinco, ferro ou de titânio.
  7. 8. Procêssõ~de acordo-com" a reivindicãçãõ-^, caracterizádõT põrse utilizar como ácido de Lewis um fluoreto, cloreto ou brometo de um não metal ou metal dos 3.° ou 4.° grupos principais, ou de um metal de transição.
  8. 9. Processo de acordo com as reivindicações 1, 2, 3 ou 4, caracterizado por se utilizar como ácido de Lewis AlCb, AlBr3, FeCl3, BBr3, BCls, BF3, SnCl4, ZnCl2, ZnBr2 ou TiCl4. Lisboa, 2 i, JUL. 2001
    Adjunto ANA SILVA CARVALHO Dra. Maria Silvina Ferreira Agente 01: R. Cas:' .5 'rdustrial • Cast -i: · ..j-io.h,i30A Telefs.2U 801359 - 2138150 50
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