PT847384E - Carbamoilcarboxamidas - Google Patents

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PT847384E
PT847384E PT96929327T PT96929327T PT847384E PT 847384 E PT847384 E PT 847384E PT 96929327 T PT96929327 T PT 96929327T PT 96929327 T PT96929327 T PT 96929327T PT 847384 E PT847384 E PT 847384E
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Gisela Lorenz
Eberhard Armermann
Eicken Dr Karl
Wagner Dr Oliver
Siegfried Strathmann
Klaus Ditrich
Frank Wetterich
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Basf Ag
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    • CCHEMISTRY; METALLURGY
    • C07ORGANIC CHEMISTRY
    • C07CACYCLIC OR CARBOCYCLIC COMPOUNDS
    • C07C271/00Derivatives of carbamic acids, i.e. compounds containing any of the groups, the nitrogen atom not being part of nitro or nitroso groups
    • C07C271/06Esters of carbamic acids
    • C07C271/08Esters of carbamic acids having oxygen atoms of carbamate groups bound to acyclic carbon atoms
    • C07C271/10Esters of carbamic acids having oxygen atoms of carbamate groups bound to acyclic carbon atoms with the nitrogen atoms of the carbamate groups bound to hydrogen atoms or to acyclic carbon atoms
    • C07C271/22Esters of carbamic acids having oxygen atoms of carbamate groups bound to acyclic carbon atoms with the nitrogen atoms of the carbamate groups bound to hydrogen atoms or to acyclic carbon atoms to carbon atoms of hydrocarbon radicals substituted by carboxyl groups
    • AHUMAN NECESSITIES
    • A01AGRICULTURE; FORESTRY; ANIMAL HUSBANDRY; HUNTING; TRAPPING; FISHING
    • A01NPRESERVATION OF BODIES OF HUMANS OR ANIMALS OR PLANTS OR PARTS THEREOF; BIOCIDES, e.g. AS DISINFECTANTS, AS PESTICIDES OR AS HERBICIDES; PEST REPELLANTS OR ATTRACTANTS; PLANT GROWTH REGULATORS
    • A01N47/00Biocides, pest repellants or attractants, or plant growth regulators containing organic compounds containing a carbon atom not being member of a ring and having no bond to a carbon or hydrogen atom, e.g. derivatives of carbonic acid
    • A01N47/08Biocides, pest repellants or attractants, or plant growth regulators containing organic compounds containing a carbon atom not being member of a ring and having no bond to a carbon or hydrogen atom, e.g. derivatives of carbonic acid the carbon atom having one or more single bonds to nitrogen atoms
    • A01N47/10Carbamic acid derivatives, i.e. containing the group —O—CO—N<; Thio analogues thereof
    • A01N47/12Carbamic acid derivatives, i.e. containing the group —O—CO—N<; Thio analogues thereof containing a —O—CO—N< group, or a thio analogue thereof, neither directly attached to a ring nor the nitrogen atom being a member of a heterocyclic ring

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Description

DESCRIÇÃO '' CARB AMOILC ARBOXAMID AS &quot; A presente invenção diz respeito a carbamoilcarboxamidas da fórmula geral I: K3C CH3 0 CK o ?H3
II TU !
Rl-o-C-NH-CH-C—NH-CH (S) (R) com um grau de pureza isomérica superior a 90% em peso, na qual as diferentes variáveis possuem os seguintes significados: R1 Q-Cg-alquilo, C2-C8-acenilo ou C2-C8-alcinilo, em que estes radicais podem ser parcial ou completamente halogenados e/ou possuir um a três dos seguintes grupos: ciano, C,-C4-alcoxi, C,-C4-halogenalcoxi, C|-C4-alquiltio, C,-C4-alcoxicarbonilo, C3-C7-cicloalquilo, C3-C7-cicloalcenilo, arilo, ariloxi e heteroarilo; em que os anéis cíclicos e aromáticos destes grupos podem, por sua vez, possuir um a três dos seguintes substituintes: halogéneo, ciano, C,-C4-alquilo, C,-C4-alcoxialquilo, C]-C4-halogenoalquilo, C,-C4-alcoxi, C,-C4-halogenoalcoxi, C,-C4-alq.uiltio, CrC4-alcoxicarbonilo, arilo, ariloxi e heteroarilo; R2 hidrogénio, halogéneo, ciano, nitro, C|-C8-alquilo, C,-C4-alcoxialquilo, C,-C4-halogenoalquilo, CrC4-alcoxi, C,-C4-halogenoalcoxi, C,-C4-alquiltio. C,-C4-halogenoalquiltio ou um grupo fenilo, ligado através de oxigénio ou
de enxofre, não substituído ou possuindo um a três dos seguintes substituintes: halogéneo, C,-C4-aquilo e C,-C4-alcoxi. (S) significa a configuração S, (R) significa a configuração R, dos átomos de carbono assimétricos assim marcados, conforme a nomenclatura da IUPAC. Em especial, a configuração do centro S dos compostos da fórmula geral I, corresponde aquela existente na L-valina. Para simplificar, a configuração dos compostos I será, a seguir, designada como configuração(SR). A “pureza isomérica” corresponde à percentagem de um com composto I (configuração-(SR) relativamente à totalidade dos quatro diaestereoisómeros possíveis destes compostos I ((SR), (RS), (RR), (SS)).
Além disso, a invenção refere-se aos processos para a preparação dos compostos I. A invenção refere ainda, substâncias, que contêm o composto I, um procedimento para a produção de substâncias deste género, bem como um procedimento para o combate de fungos patogénicos e o modo de utilização do composto I ou das substâncias para tal.
Misturas racémicas de compostos fungicidas do tipo I são sobretudo conhecidas por meio da DE-A 43 21 897 e do pedido de patente alemã P 44 31 467.1.
No entanto, estas misturas não possuem ainda acção fungicida satisfatória. A presente invenção teve então, como objecto, novas carbamoilcarboxamidas, de maior grau de pureza isomérica com uma acção fungicida melhorada.
Assim, foram descobertos os compostos I, acima definidos, bem como agentes fungicidas que os contêm. 3
Adicionalmente, foram descobertos processos para a preparação dos compostos I e dos agentes que os contêm, para o combate de fungos patogénicos e a utilização dos compostos I ou dos agentes para esses fins.
Os compostos I podem, como é sabido, ser obtidos a partir dos correspondentes ácidos carbamoilcarboxílicos II, baseados na L-valina. Preferencialmente, obtêm-se os compostos I segundo os processos A ou B, a seguir descritos (as citações da literatura “Houben-Weyl” baseiam-se em: Houben-Weyl, Methoden der Organischen Chemie, 4a Edição, Thieme Verlag, Estugarda).
Processo A
As carbamoilcarboxamidas I obtêm-se carbamoilcarboxílico II com uma amina III. fazendo um ácido
H3Q^ ^ch3 O CH O II T » c — NH-CH-c- (S) OH (II)
Rl-
Os ácidos carbamoilcarboxílicos II são conhecidos ou podem ser preparados segundo métodos conhecidos, especialmente a partir do aminoácido L-valina. A reacção da amina III com os ácidos carbamoilcarboxílcos II carboxiactivados ocorre preferencialmente, num solvente como diclorometano, tetrahidrofurano ou tolueno.
Como base podem também servir as aminas III, sendo estas, normalmente, recuperadas do produto bruto.
Numa forma de realização preferida deste passo do procedimento, o ácido carbamoilcarboxílicos II, a amina III, o reagente apropriado para a obtenção do derivado carboxiactivado do ácido carbamoilcarboxílico II e a base são feitos reagir, num processo em recipiente único eventualmente, num solvente inerte. De o produto bruto é depois, trabalhado de modo em si conhecido, para a obtenção da carbamoilcarboxamida I.
Processo B
As carbamoilcarboxamidas I obtêm-se transformando as carbamoilcarboxamidas I, nas quais o grupo R'-0-(CO) funciona como um grupo protector que pode ser dissociado, em aminoamidas IV e esta, por sua vez, fazendo reagir estas com ésteres do ácido clorofórmico V, em presença de uma base.
Passo Ba: Preparação das aminoamidas IV CH Q Y «
H N—CH—c —NH (S) A dissociação do grupo R‘-0-(C0) das carbamoilcarboxamidas I pode ser realizada de um modo conhecido (vide &quot;Houben-Weyl“, Volume 15/1, página 46 à página 305, principalmente, da página 126 à página 129). 9 4
(vide “Houben-Weyl”, Volume 15/1, página 46 à página 305, especialmente da página 117 à página 125).
As aminas III são igualmente conhecidas ou podem ser facilmente obtidas (vide Organikum, VEB Deutscher Verlag der Wissenschaften, 15a Edição, Berlim, 1977, página 610 e seguintes; “Houben-Weyl”, Volume 15/1, página 648 à página 665; Indian J. Chem. 10, página 366 (1972); J. Am. Chem. Soc. 58, página 1808-1811 (1936)). O isómero-R pode ser separado a partir de racematos da amina III, de maneira em si conhecida, por meio de cristalização fraccionada com ácido tartárico opticamente activo, ou preferencialmente, por meio de uma esterifícação catalisada enzimaticamente, seguida de uma reacção de saponificação (vide por exemplo a WO-A 95/08636).
Preferencialmente, procede-se neste protocolo A de forma a transformar primeiramente os ácidos carbamoilcarboxílicos II em derivados carboxi-activados, especialmente em acilcianetos ou em anidridos (Tetrahedron Letters, Volume 18, página 1595 à página 1598 (1973) ou “Houben-Weyl”, Volume 15/1, página 28 à página 32).
Estes derivados são depois feitos reagir com as aminas III, na presença de bases.
Para a preparação dos acilcianetos carboxiactivados, adequa-se, por exemplo, a reacção dos ácidos carbamoilcarboxílicos II com o cianofosfonato de dietilo, especialmente num solvente inerte como tetra-hidrofurano ou o tolueno.
Para a preparação dos anidridos carboxiactivados, é preferida a reacção dos ácidos carbamoilcarboxílicos II com cloretos de ácidos carboxílicos, como o cloroformato de isobutilo, na presença de bases e, eventualmente, num solvente inerte, como o tolueno ou o tetra-hidrofurano. 6
Grupos dissociáveis apropriados contêm como radical R1 o terc.-butilo ou/e o grupo benzilo.
No caso de R1 = terc.-butilo, por exemplo, a dissociação realiza-se usualmente por reacção com um ácido, especialmente, com um ácido protónico, como o ácido clorídrico ou o ácido trifluoracético (vide referência anterior página 126 à página 129).
As carbamoilcarboxamidas I próprias para servirem como substâncias iniciais, podem ser obtidas de acordo com processos conhecidos (vide “Houben-Weyl”, Volume 15/1, página 28 à página 32) ou, em especial, conforme o procedimento A de acordo com a presente invenção.
Passo Bb: Preparação das carbamoilcarboxamidas I
As aminoamidas IV resultantes do passo de síntese (Ba), são feitas reagir com os ésteres do ácido clorofórmico V, na presença de bases.
Os ésteres do ácido clorofórmico V são todos conhecidos ou podem ser sintetizados, segundo métodos conhecidos. 7 7
A reacção é realizada preferencialmente num solvente orgânico, especialmente toíueno, o cloreto de metileno ou tetra-hidrofurano ou misturas destes solventes.
Como bases interessam tanto bases inorgânicas, como bases orgânicas, em que bases orgânicas, e entre estas aminas terciárias, como trietilamina, piridina e N-metilpiperidina, são as preferidas. A reacção é realizada, em regra, a temperaturas de (-40) a 50, preferencialmente de (-10) a 20°C.
Além disto, realização desta reacção é conhecida pelos técnicos, de modo que não são necessários esclarecimentos adicionais {vide “Houben-Weyl“, Volume 15/1, página 117 à página 139).
As misturas, reaccionais, de acordo com os processos A ou B, são processadas de modo usual, por exemplo, por mistura com água, separação de fases e, eventualmente, purificação cromatográfica do produto bruto. Os produtos intermediários e finais são obtidos, em parte, sob a forma de óleos viscosos, incolores ou ligeiramente acastanhados, dos quais se podem, sob baixa pressão e um aumento moderado de temperatura, eliminar os componentes voláteis. Desde que os produtos intermediários e finais sejam obtidos na forma sólida, a purificação pode, por exemplo, através de uma recristalização ou de uma digestão.
Na definição dos compostos I indicados inicialmente, foram usados termos gerais representativos para os seguintes substituintes: halogéneo: flúor, cloro, bromo e iodo; alquilo: grupos alquilo de cadeia linear ou ramificada com 1 a 8 átomos de carbono, por exemplo, C,-C6-alquilo como metilo, etilo, n-propilo, 1-metiletilo, n-butilo, 1-metilpropilo, 2-metilpropilo, 1,1-dimetiletilo, n-pentilo, 1-metilbutilo, 2- metilbutilo, 3-metilbutilo, 1,1-dimetilpropilo, 2,2-dimetilpropilo, 1,2-dimetilpropilo, 1-etilpropilo, n-hexilo, 1-metilpentilo, 2-metilpentilo, 3-metilpentilo, 4-metilpentilo, 1,1-dimetilbutilo, 2,2-dimetilbutilo, 3,3-dimetilbutilo, 1.2- dimetibutilo, 1,3-dimetilbutilo, 2,3-dimetilbutilo, 1-etilbutilo, 2-etilbutilo, 1.1.2- trimetilpropilo, 1,2,2-trimetilpropilo, 1-etil-l-metilpropilo e l-etil-2-metilpropilo; halogenoalquilo, ou alquilo parcial ou totalmente halogenado: grupos alquilo de cadeia linear ou ramificada com 1 a 4 ou 8 átomos de carbono (como referido anteriormente), nos quais os átomos de hidrogénio podem ser parcial ou totalmente substituídos por átomos de halogéneo (como referido anteriormente), por exemplo, Ci-C2-halogenalquilo como clorometilo, diclorometilo, triclorometilo, fluormetilo, difluormetilo, trifluormetilo, clorofluormetilo, diclorofluormetilo, clorodifluormetilo, 1-fluoretilo, 2-fluoretilo, 2,2-difluoretilo, 2.2.2- trifluoretilo, 2-cloro-2-fluoretilo, 2-cloro-2,2-difluoretilo, 2,2-dicloro-2-fluoretilo, 2,2,2-tricloroetilo e pentafluoretilo; alcoxi: grupos alcoxi de cadeia linear ou ramificada com 1 a 4 átomos de carbono, por exemplo, C[-C3-alcoxi como metiloxi, etiloxi, propiloxi e 1-metiletiloxi; alcoxialquilo: grupos alquilo de cadeia linear ou ramificada com 1 a 8 átomos de carbono (como referido anteriormente), que numa posição qualquer possuem um grupo alcoxi, de cadeia linear ou ramificada (como referido anteriormente) com 1 a 4 átomos de carbono, no caso do C,-C4-alcoxialquilo, como metoximetilo, etoximetilo, n-propoximetilo, n-butoximetilo, 1-metoxietilo, 2-metoxietilo, 1-etoxietilo, 2-etoxietilo, 2-n-propoxietilo e 2-butoxietilo; halogenoalcoxi: grupos alcoxi de cadeia linear ou ramificada, com 1 a 4 átomos de carbono (como referido anteriormente), podendo os átomos de hidrogénio destes grupo ser parcial ou totalmente substituídos por átomos de halogéneo (como referido anteriormente), por exemplo, C,-C2-halogenoalcoxi como clorometiloxi, 9
diclorometiloxi, triclorometiloxi, fluormetiloxi, difluormetiloxi, trifluormetiloxi, clorofluormetiloxi, diclorofluormetiloxi, clorodifluormetiloxi, 1-fluoretiloxi, 2-fluoretiloxi, 2,2-difluoretiloxi, 2,2,2-trifluoretiloxi, 2-cloro-2-fluoretiloxi, 2-cloro- 2.2- difluoretiloxi, 2,2-dicloro-2-fluoretiloxi, 2,2,2-tricloroetiloxi e pentafluoretiloxi; alquiltio: grupos alquilo de cadeia linear ou ramificada com 1 a 4 átomos de carbono (como referido anteriormente), que estão ligados à estrutura principal por meio de um átomo de enxofre (-S-), por exemplo, C,-C4-alquiltio como metiltio, etiltio, propiltio, 1-metiletiltio, n-butiltio e t-butiltio; alcoxicarbonilo: grupos alcoxi de cadeia linear ou ramificada com 1 a 4 átomos de carbono (como referido anteriormente), que se encontram ligados à estrutura principal por meio de um grupo carbonilo (-CO-); alcenilo: grupos alcenilo de cadeia linear ou ramificada, com 2 a 8 átomos de carbono e com uma ligação dupla, numa posição qualquer, por exemplo, C2-C6-alcenilo como etenilo, 1-propenilo, 2-propenilo, 1-metiletenilo, 1-butenilo, 2-butenilo, 3-butenilo, 1-metil-1-propenilo, 2-metil-1-propenilo, l-metil-2-propenilo, 2-metil-2-propenilo, 2-metil-1-propenilo, l-metil-2-propenilo, 1-pentenilo, 2-pentenilo, 3-pentenilo, 4-pentenilo, 1-metil-1-butenilo, 2-metil-1-butenilo, 3-metil-1-butenilo, l-metil-2-butenilo, 2-metil-2-butenilo, 3-metil-2-butenilo, l-metil-3-butenilo, 2-metil-3-butenilo, 3-metil-3-butenilo, 1,1 -dimetil-2-propenilo, 1-etil- 1-propenilo, l-etil-2-propenilo, 1-hexenilo, 2-hexenilo, 3-hexenilo, 4-hexenilo, 5-hexenilo, 1-metil-1-pentenilo, 2-metil-1-pentenilo, 3-metil-l-pentenilo, 4-metil-1-pentenilo, l-metil-2-pentenilo, 2-metil-2-pentenilo, 3-metil-2-pentenilo, 4-metil-2-pentenilo, l-metil-3-pentenilo, 2-metil-3-pentenilo, 3-metil-3-pentenilo, 4-metil-3-pentenilo, l-metil-4-pentenilo, 2-metil-4-pentenilo, 3-metil-4-pentenilo, 4-metil-4-pentenilo, l,l-dimetil-2-butenilo, l,l-dimetil-3-butenilo, 1,2-dimetil- 1-butenilo, l,2-dimetil-2-butenilo, l,2-dimetil-3-butenilo, 1.3- dimetil-1-butenilo, l,3-dimetil-2-buteni!o, l,3-dimetil-3-butenilo, 2,2-dimetiI-
3- butenilo, 2,3-dimetil-l-butenilo, 2,3-dimetil-2-butenilo, 2,3-dimetil-3-butenilo, 3,3-dimetil-l-butenilo, 3,3-dimetil-2-butenilo, 1-etil-l-butenilo, l-etil-2-butenilo, 1- etil-3-butenilo, 2-etil-l-butenilo, 2-etil-2-butenilo, 2-etil-3-butenilo, ,1,2-trimetil-2-propenilo, l-etil-l-metil-2-propenilo, l-etil-2-metil-l-propenilo e 1-etil- 2- metil-2-propenilo;
Alcinilo: grupos Alcinilo de cadeia linear ou ramificada com 2 a 8 átomos de carbono e uma ligação tripla, numa posição qualquer, por exemplo, C2-C6-alcinilo como etinilo, 1-propinilo, 2-propinilo, 1-butinilo, 2-butinilo, 3-butinilo, l-metil-2-propinilo, 1-pentinilo, 2-pentinilo, 3-pentinilo, 4-pentinilo, 1-metil-2-butinilo, 1-metil-3-butinilo, 2-metil-3-butinilo, 3-metil-1-butinilo, 1,1-dimetil-2-propinilo, 1-etil-2-propinilo, 1-hexinilo, 2-hexinilo, 3-hexinilo, 4-hexinilo, 5-hexinilo, 1-metil-2-pentinilo, l-metil-3-pentinilo, l-metil-4-pentinilo, 2-metil-3-pentinilo, 2-metil- 4- pentinilo, 3-metil-1-pentinilo, 3-metil-4-pentinilo, 4-metil-1-pentinilo, 4-metil-2-pentinilo, l,l-dimetil-2-butinilo, l,l-dimetil-3-butinilo, l,2-dimetil-3-butinilo, 2,2-dimetil-3-butinilo, 3,3-dimetil-l-butinilo, l-etil-2-butinilo, l-etil-3-butinilo, 2-etil-3-butinilo e l-etil-l-metil-2-propinilo; ciclo-alquilo: grupos alquilo monocíclicos, com estruturas anelares de 3 a 7 átomos de carbono, por exemplo, C3-C7-cicloalquilo como ciclopropilo, ciclobutilo, ciclopentilo, ciclohexilo e cicloheptilo; cicloalceniios: grupos alquilo monocíclicos, com estruturas anelares de 5 a 7 átomos de carbono, que possuem uma ou mais ligações duplas, Por exemplo, C5-C7-cicloalcenilo como ciclopentenilo, ciclohexenilo e cicloheptenilo; ariloxi: grupos arilo (como referido anteriormente) que se encontram ligados à estrutura principal através de um átomo de oxigénio (-0-), tal como fenoxi, 1-naftoxi e 2-naftoxi; heteroarilo: radicais aromáticos, monocíclicos ou policíclicos que podem possuir 1 a 4 átomos de azoto ou 1 a 3 átomos de azoto e 1 átomo de oxigénio ou de enxofre, ou 1 átomo de oxigénio ou 1 átomo de enxofre, para além dos átomos de carbono presentes na estrutura anelar, por exemplo: heteroarilo pentagonal possuindo 1 a 3 átomos de azoto: grupos heteroarilo pentagonais que além dos átomos de carbono, podem possuir 1 a 3 átomos de azoto na estrutura anelar, por exemplo, 2-pirrolilo, 3-pirrolilo, 3-pirazolilo, 4-pirazolilo, 5-pirazolilo, 2-imidazolilo, 4-imidazolilo, 1,2,4-triazol-3-ilo e l,3,4-triazol-2-ilo; heteroarilo pentagonal, possuindo 1 a 4 átomos de azoto ou 1 a 3 átomos de azoto e 1 átomo de enxofre ou de oxigénio ou 1 átomo de oxigénio ou 1 de enxofre: grupos heteroarilo pentagonais os quais, além dos átomos de carbono, podem possuir 1 a 4 átomos de azoto ou 1 a 3 átomos de azoto e 1 átomo de enxofre ou de oxigénio ou 1 átomo de oxigénio ou de enxofre na estrutura anelar, por exemplo, 2-furilo, 3-furilo, 2-tienilo, 3-tienilo, 2-pirrolilo, 3-pirrolilo, 3-isoxazolilo, 4-isoxazolilo, 5-isoxazolilo, 3-isotiazolilo, 4-isotiazolilo, 5-isotiazolilo, 3-pirazolilo, 4-pirazoíilo, 5-pirazolilo, 2-oxazolilo, 4-oxazolilo, 5-oxazolilo, 2-tiazolilo, 4-tiazolilo, .5-tiazolilo, 2-imidazolilo, 4-imidazolilo, l,2,4-oxadiazol-3-ilo, 1,2,4-oxadiazol-5-ilo, l,2,4-tiadiazol-3-ilo, l,2,4-tiadiazol-5-ilo, l,2,4-triazol-3-ilo, l,3,4-oxadiazol-2-ilo, l,3,4-tiadiazol-2-ilo, l,3,4-triazol-2-ilo; heteroarilo benzocondensado pentagonal, possuindo 1 a 3 átomos de azoto ou 1 átomo de azoto e/ou 1 átomo de oxigénio ou de enxofre: grupos heteroarilo pentagonais os quais, além dos átomos de carbono, podem possuir 1 a 4 átomos de azoto ou 1 a 3 átomos de azoto e 1 átomo de enxofre ou de oxigénio, ou 1 átomo de oxigénio ou de enxofre na estrutura anelar, e nos quais 2 estruturas anelares de carbono vizinhas ou uma estrutura anelar de azoto e uma de carbono vizinha, podem estar ligadas através de um grupo buta-l,3-dieno-l,4-di-ilo em ponte. heteroarilo pentagonal, ligado através de azoto, possuindo 1 a 4 átomos de azoto, ou heteroarilo pentagonal benzocondensado ligado através de azoto, possuindo 1 a 3 átomos de azoto: grupos heteroarilo pentagonais, os quais, além dos átomos de carbono, podem possuir 1 a 4 átomos de azoto ou 1 a 3 átomos de azoto na estrutura anelar, e nos quais 2 estruturas anelares de carbono vizinhas ou uma estrutura anelar de azoto e uma de carbono vizinha, podem estar ligadas através de um grupo buta-l,3-dieno-l,4-di-ilo, e em que estes anéis se encontram ligados à estrutura principal através de uma das estruturas anelares contendo azoto; heteroarilo de hexagonal possuindo 1 a 3 ou 1 a 4 átomos de azoto: grupos heteroarilo hexagonal os quais, além dos átomos de carbono, podem possuir 1 a 3 ou 1 a 4 átomos de azoto na estrutura anelar, por exemplo, o pirimidinilo, 2-piridinilo, 3-piridinilo, 4-piridinilo, 3-piridazinilo, 4-piridazinilo, 2-pirimidinilo, 5-pirimidinilo, 2-pirazinilo, l,3,5-triazin-2-ilo, l,2,4-triazin-3-ilo e l,2,4,5-tretrazin-3-ilo; heteroarilo hexagonal benzocondensado, possuindo 1 a 4 átomos de azoto: grupos heteroarilo hexagonais, nos quais 2 estruturas anelares de átomos de carbono vizinhas podem estar ligadas através de um grupo buta-1,3-dieno-l,4-di-ilo. Por exemplo, quinolina, isoquinolina, quinazolina e quinoxalina. A expressão “parcial ou totalmente halogenãdos” indica que, nos grupos assim caracterizados, os átomos de hidrogénio podem ser parcial ou totalmente, substituídos por átomos de halogéneo (como referido anteriormente) iguais ou diferentes.
No que respeita à sua acção contra fungos patogénicos são preferidos os compostos I, que possuem uma pureza isomérica de pelo menos 93, e especialmente de pelo menos 95%.
No que respeita à sua acção contra fungos patogénicos são preferidos os compostos I, nos quais os radicais R1 e R2 têm os seguintes significados, quer seja individualmente quer em combinação. Os grupos a seguir mencionados podem encontrar-se também substituídos, de acordo com as indicações. R1 C,-C8-alquilo, preferencialmente Ci-C4-alquilo e em especial o i-propilo, t.-butilo ou s-butilo; R2 hidrogénio, halogéneo, ciano, C,-C4-alquilo ou C,-C4-alcoxi, preferencialmente hidrogénio, cloro, o metilo ou metoxi e em especial hidrogénio.
Muito em especial são preferidos, no que respeita à sua utilização, os compostos I mencionados apresentado nas seguintes Tabelas 1 e 2.
Tabelai h3c ch3
Nr . R1 R2 1.1 C(CH3)3 4-C1 1.2 C(CH3)3 5-C1 1.3 C (CH3) 3 6-C1 •1.4 C (CH3)3 7 -Cl 1.5 C (CH3)3 8-C1 1.6· C (CH3) 3 4-OCH3 1.7 C (CH3) 3 5-OCK3 1.8 C(CK3)3 6-OCH3 1.9 C (CH3) 3 7-OCH3 1.10 C(CH3)3 8-OCH3 1.11 C (CH3)3 4-CK3 1.12 C (CK3) 3 5-CK3 1.13 C(CH3)3 6-CH3 1.14 C (CH3)3 7-CH3 1.15 C (CH3)3 8 -CH3 1.16 CH(CH3&gt;2 4-C1 1.17 CH(CH3)2 5-C1 1.18 CH(CK3)2 6-C1 1.19 CH{CH3)2 7-C1 1.20 CH(CK3) 2 8-C1 1.21 CH(CH3) 2 4-OCK3 1.22 CH(CH3) 2 5-OCH3 1.23 CH(CH3&gt;2 6-OCH3 1.24 CH(CH3) 2 7-OCH3 1.25 CH(CH3)2 8 -OGH3 1.26 CH{CH3)2 3 -CH3 1.27 CH(CH3)2 4-CH3 1.28 CH{CH3) 2 5 -CH3
Vi
Nr. Ri R2 1.29 CH(CH3)2 6-CH3 1. 30 CH(CH3)2 7-CH3 1.31 CH(CH3)2 8 -CK3 1.32 CH(CH3)(C2H5) 6 -Cl., 1.33 CH(CH3)(C2Hs) 7 -Cl 1.34 CH(CH3)(C2H5) 6-OCH3 1.35 CH(CH3)(C2H5) 7-OCH3 1.36 CH(CH3)(C2H5) 6-CK3 1.37 CH(CH3)(C2H5) 7 -CK3 J-» 00 C(CH3)3. 6 -CN 1.39 CH(CH3)2 6 - CN 1.40 CH(CH3)(C2Hs) 6 - CN 1.41 C(CH3)3 5 - CN 1.42 CH(CH3)2 5 - CN 1.43 CH(CH3)C2H5) 5 - CN 1.44 C(CH3) 3 7 -CN 1.45 CH(CH3)2 7 - CN 1.46 CH(CH3)C2H5) 7 -CN
Dos compostos indicados na Tabela 1 são, por sua vez, preferidos aqueles em que o substituinte R2 se encontra na posição 5 ou 6 do sistema do anel de naftaleno.
Os novos compostos da fórmula I são adequados para o combate a fungos patogénicos.
Os novos compostos I podem ser, por exemplo, usados sob a forma de soluções directamente polverizáveis, de pós, de suspensões, também suspensões aquosas, oleosas ou outras de elevada percentagem ou dispersões, emulsões, dispersões oleosas, pastas, composições para pulvilar, agentes para disseminar ou de granulados e podem ser utilizados por pulverização, nebulização, polvilhação, disseminação ou rega. As formas de aplicação dependem dos fins para os quais os compostos I são utilizados; em todo o caso, devem garantir uma distribuição o mais fina possível das substâncias activas de acordo com a presente invenção.
Normalmente, no caso do tratamento de plantas, estas são pulverizadas com as substâncias activas ou polvilhadas ou , então, as suas sementes são tratadas com as substâncias.
As formulações são obtidas com utilização de agentes auxiliares de formulação convencionais - conforme descrito em seguida - e com um modo operatório conhecido. Por exemplo, através da diluição da substância activa com solventes e/ou agentes veiculares, caso desejado, utilizando agentes emulsionantes e dispersantes, embora no caso de se usar a água como agente diluente, podem também ser empregues outros solventes orgânicos como agentes de dissolução auxiliares. Como agentes auxiliares, de um modo geral interessam: solventes aromáticos (por exemplo, xilol), hidrocarbonetes aromáticos clorados (por exemplo clorobenzeno), parafinas (por exemplo, fracções de petróleo), álcoois (por exemplo metanol, butanol), cetonas (por exemplo, ciclo-hexanona), aminas (por exemplo, etanolamina, dimetilformamida) e água; substâncias veiculares como farinhas minerais naturais (por exemplo, caulino, argilas, talco, talco) e farinhas minerais sintéticas (por exemplo, ácido silícico altamente diluído, silicatos); agentes emulsionantes como emulsionantes não ionogénicos e aniónicos (por exemplo, éter de polioxietileno - álcool gordo, alquilsulfonatos e arilsulfonatos) e agentes de dispersão como lixívias de ligninossulfito e metilcelulose.
Como substâncias tensioactivas interessam os sais alcalinos, alcalino-terrosos e de amónio de ácidos sulfónicos aromáticos, como por exemplo ácido ligninossulfónico, fenolsulfónico, naftalenossulfónico e dibutilnaftalenossulfónico, bem como de ácidos gordos, alquilsulfonatos e alquilarilsulfonatos, alquilosulfatos, de éter laurílico-sulfatos e álcool gordo-sulfonatos, assim como sais de hexa-, hepta- e octadecanol-sulfatados, bem como de éteres de álcool gordo glicol, produtos de condensação de naftaleno sulfonado e seus derivados com formaldeído, produtos de condensação do naftaleno, ou dos ácidos naftalenossulfónicos com fenol e formaldeído, éter 7
polioxietilenoctilfenílico, iso-octilfenol, octilfenol ou nonilfenol etoxilados, éteres alquilfenol-, tributilfenilpolíglicólicos, álcoois de polieteraquilarilo, álcool iso-tridecilico, condensado de óxido de etileno de um álcool gordo, óleo de rícino etoxilado, éter polioxietilenalquílico ou éter polioxipropilenalquílico, álcool laurílico poliglicolico eteracetato de ésteres, sorbite, lixívias de ligninossulfito ou metilcelulose. Pós, substâncias para polvilhar e disseminar podem ser obtidos a mistura ou moagem conjunta das substâncias activas com um agentes veicular sólido.
Granulados, por exemplo grânulos de envolvimento, impregnação e homogéneos podem ser obtidos através da ligação da substância activa a substâncias veiculares sólidas. As substâncias veiculares sólidas podem ser terras minerais, como sílica-gel, ácido silícico, geles de ácidos silicicos, silicatos, talco, caulino, calcário, cal, greda, argila esmética, argila arenosa, barro, dolomite, terra de diatomáceas, sulfato de cálcio e magnésio, óxido de magnésio, substâncias sintéticas moídas, adubos, como sulfato de amónio, nitrato de amónio, ureia e produtos vegetais, como farinha de cereais, de casca de árvore, serradura e farinha de casca de noz, pó de celulose ou outros suportes sólidos.
Exemplos para essas preparações são: I. uma solução de 90 partes em peso de um composto I, de acordo com esta invenção, e 10 partes em peso de N-metil-2-pirrolidona, a qual é apropriada para utilização na forma de gota muito pequenas; II. III. uma mistura de 10 partes em peso de um composto I, de acordo com esta invenção, 70 partes em peso de xilol, 10 partes em peso do produto de adição 8 a 10 moles de óxido de etileno a 1 mol de N-monoetanolamida do ácido oleico, 5 partes em peso de dodecilbenzenossulfonato de cálcio, 5 partes em peso do
I
ísf 1S
produto da adição de 40 moles de óxido de etileno a 1 mol de óleo de rícino por fina distribuição da solução em água, obtém-se um dispersão; IV. uma dispersão aquosa de 10 partes em peso do composto I, de acordo com esta invenção, 40 partes em peso de ciclo-hexanona, 30 partes em peso de isobutanol, 20 partes em peso do produto da adição de 40 moles de óxido de etileno a 1 mol de óleo de rícino; IV. uma dispersão aquosa de 10 partes em peso dum composto I, de acordo com esta invenção, 25 partes em peso de ciclo-hexanol, 55 partes em peso de fracção de óleo mineral obtida no intervalo de ebulição de 210 a 280°C e 10 partes em peso do produto de adição de 40 moles de óxido de etileno a 1 mol de óleo de rícino; V. uma mistura, moída num moinho de martelos, de 80 partes em peso de, &gt; preferencialmente, um composto I sólido, de acordo com esta invenção, 3 partes em peso de di-iso-butilnaftalino-2-sulfonato de sódio, 10 partes em peso de ligninossulfonato de sódio de uma líxivia sulfitica e 7 partes em peso de gel de ácido silícico, na forma de pó; por fma distribuição da mistura em água, obtém-se um caldo pulverização; VI. uma mistura intima de 3 partes em peso de um composto I, de acordo com esta invenção, 97 partes em peso de caulino fino; este agente de polvilhação contém 3% em peso de substância activa; VII. uma mistura íntima de 30 partes em peso de um composto I, de acordo com esta invenção, 62 partes em peso de gel de ácido silícico, na forma de pó, e 8 partes em peso de óleo de parafina, o qual foi pulverização na superfície desse gel de ácido silícico; esta preparação dá à substância activa uma boa capacidade de aderência; VIII. uma dispersão aquosa estável de 40 partes em peso de um composto I, de acordo com esta invenção, 10 partes em peso de um condensado de ácido fenolsulfónico-ureia-formaldeído, 2 partes de peso de gel de ácido silícico e 48 partes em peso de água, que pode ser ainda mais diluída; IX. uma dispersão oleosa estável de 20 partes em peso de um composto I, de acordo com esta invenção, 2 partes em peso de sal do cálcio do ácido dodecilbenzenossulfónico, 8 partes em peso de éter de poliglicol de um álcool gordo, 20 partes em peso do sal de sódio de um condensado de ácido fenolsulfónico-ureia-formaldeído e 50 partes em peso de óleo mineral parafinico.
Os novos compostos caracteriza-se pela sua excelente acção contra um largo espectro de fungos patogénicos em diversas culturas de plantas, especialmente os da classe dos Ficomicetas e ainda da classe dos Deuteromicetas, dos Ascomicetas e dos Básidiomicetas. Eles actuam , em parte, ao nível sistémico e podem ser aplicados como fungicidas nas folhas e no solo. Têm especial significado no combate a um elevado número de fungos de diversas plantas de cultura, como trigo, centeio, cevada, aveia, arroz, milho, relva, algodão, soja, café, cana do açúcar, vinha, plantas de fruta e decorativas e legumes como pepino, feijão e abóbora, bem como das sementes destas plantas.
Os compostos são utilizados, tratando os fungos fitopatogénicos, o seu ambiente, as plantas a proteger, os espaços, as superfícies ou os materiais, com uma quantidade eficaz de substância activa. A sua utilização realiza-se antes ou após a infecção dos materiais, plantas ou sementes com os fungos.
Os novos compostos são apropriados, em especial, para o combate das seguintes doenças de plantas: 20
Erysiphe graminis (míldio verdadeiro) em cereais, Erysiphe cichoracearum e Sphaerotheca fuliginea em aboboreiras, Podosphaera leucotricha em maçãs, Uncinula necator em videiras, tipos de Puccinia em cereais, tipos de Rhizoctonia em algodão e relva, tipos de Ustilago em cereais e em cana do açúcar, Venturia inaequalis (escara) em maçãs, tipos de Helminthosporium em cereais, Septoria nodorum em trigo, Botrytis cinerea (bolor cinzento) em morangos, vinha, plantas decorativas e legumes, Cercospora arachidicola em amendoins, Pseudocercosporella herpotrichoides em trigo, cevada, Pyricularia oryzae em arroz, Phytophthora infestans em batatas e tomates, Pseudoperenospora cubensis em pepinos, tipos de Fusarium e Verticillium em diversas plantas, Plasmopara vitícola em vinha, Pseudoperenospora humuli em lúpulo e tipos de Alternaria em legumes e frutos.
Os novos compostos podem também, ser empregues na protecção de materiais (protecção da madeira), por exemplo contra Paecilomyces variotii.
As substâncias fungicidas contêm em geral entre 0,1 e 95, preferencialmente entre 0,5 e 90% em peso de substância activa.
As quantidades de utilização situam-se entre 0,025 e 2, preferencialmente entre 0,1 e 1 Kg de substância activa por ha, dependendo do efeito desejado.
No tratamento de sementes são geralmente utilizadas quantidades de substância activa de 0,001 a 50, preferencialmente de 0,01 a 10 g por quilograma de semente.
Os agentes de acordo com esta invenção podem também, na forma de fungicida, ser usadas em conjunto com outras substâncias activas, como por exemplo com herbicidas, insecticidas, agentes reguladores do crescimento, fungicidas ou também com adubos. 21 21
Por mistura com outros fungicidas obtém-se, em muitos casos, um aumento do espectro de acção fungicida. A seguinte lista de fungicidas, em conjunto com os quais os compostos, de acordo com esta invenção, podem ser utilizados, destina-se a esclarecer as possibilidades de combinações possíveis mas a limitam: enxofre, ditiocarbamato e seus derivados, como dimetilditiocarbamato férrico, dimetilditiocarbamato de zinco, etilenobisditiocarbamato de zinco, etilenobisditiocarbamato de manganês, etilenodiamina-bis-ditiocarbamato de manganês-zinco, dissulfuretos tetra-metiltiuramo, complexo de amoníaco de (Ν,Ν-etileno-bis-ditiocarbamato) de zinco, o complexo de amoníaco de (N,N’-propileno-bis-ditiocarbamato) de zinco, N,N’-polipropileno-bis-(tiocarbamoil)-dissulfureto; derivados nitrados, como crotonato de dinitro-(l-metilpentil)-fenilo, 4,6-dinitrofenil-3,3 -dimetilacrilato,de 2-s-butilo, 4,6-dinitrofenil-iso-propilcarbonato de 2-s-butilo, 5-nitro-iso-ftalato de di-iso-propilo; substâncias heterocíclicas, como acetato de 2-heptadecil-2-imidazolina, 2,4-dicloro-6-(o-cloranilino)-s-triazina, 0,0-dietil-ftalimidofosfonotioato, 5-amino-1 -[bis-(dimetilamino)-fosfmil]-3-fenil-1,2,4-triazol, 2,3-diciano-1,4- ditioantraquinona, 2-tio-l,3-ditiolo[4,5-b]quinoxalina, 1 -(butilcarbamoil)-2-benzimidazol-carbamato de metilo, 2-metoxicarbonilamino-benzimidazol, 2-(furil-(2))-benzimidazol, 2-(tiazoíil-(4))-benzimidazol, N-(l,l,2,2- tetracloroetiltio)-tetra-hidroftalimida, N-triclorometiltio-tetra-hidroftalimida, a N-triclorometiltio-ftalimida, N-diclorofluormetiltio-N’,N’-dimetil-N-fenil-sulfadiamida, 5-etoxi-3- triclorometil-1,2,3-tiadiazol, 2-tiocianato-metiltiobenzotiazol, 1,4-dicloro-2,5-dimetoxibenzeno, 4-(2-clorofenil-hidrazono)-3-metil-5-isoxazolona, piridino-2- -ϊ
tiono-1-óxido, 8-hidroxiquinolina ou seu sal de cobre, 2,3-di-hidro-5-carboxanilido-6-metil-l,4-oxati-ino, 2,3-di-hidro-5-carboxanilido-6-metil-l,4-oxatiina-4,4-dioxido, 2-metil-5,6-di-hidro-4H-pirano-3-carboxaniIida, 2-metil-furano-3-carboxanilida, 2,5-dimetil-furano-3-carboxanilida, 2,4,5-trimetil-furano-3-carboxanilida, ciclo-hexilamida do ácido 2,5-dimetil-furano-3-carboxíIico, N-ciclo-hexil-N-metoxi-2,5-dimetil-furano-3-carboxamida, 2-metil-benzanilida, 2-iodo-benzanilida, N-formiI-N-morfolino-2,2,2-tricloroetilacetal, piperazino-1,4-di-il-bis-( 1 -(2,2,2-tricloroetil)-formamida, 1 -(3,4-dicloroanilino)-1 -formilamino- 2,2,2-tricloroetano, 2,6-dimetil-N-tridecil-morfolina, ou os seus sais, 2,6-dimetil-N-ciclododecil-morfolina, ou os seus sais, N-[3-(p-t-butilfeml)-2-metilpropil]-cis-2,6-dimetilmorfolina, a N-[3-(p-t-butilfenil)-2-metilpropil]-piperidina, l-[2-(2,4-diclorofenil)-4-etil-l,3-dioxolan-2-il-etil]-lH-l,2,4-triazol, l-[2-(2,4-diclorofenil)-4-n-propil-l,3-dioxalan-2-il-etil]-lH-l,2,4-triazol, N-(n-propil)-N-(2,4,6- triclorofenoxietil)-N ’ -imidazol-il-ureia, 1 -(4-clorofenoxi)-3,3 -dimetil-1 -(1 Η-1,2,4-triazol-l-il)-2-butanona, (2-clorofenil)-(4-clorofenil)-5-pirimidina-metanol, 5-butil-2-dimetilamino-4-hidroxi-6-metil-pirimidina,. bis-(p-clorofenil)-3- piridinometanol, 1,2-bis-(3-etoxicarbonil-2-tio-ureido)-benzeno, 1,2-bis-(3-metoxicarbonil-2-tio-ureido)-benzeno, [2-(4-clorofenil)etil]-( 1,1 -dimetiletil)-1H- 1.2.4- triazol-l-etanol, l-[3-(2-clorofenil)-l-(4-fluorfenil)oxiran-2-il-metil]-lH- 1.2.4- triazol, tal como diversos fungicidas, como acetato de dodecilguanidina, 3-[3-(3,5-dimetil-2-oxiciclo-hexil)-2-hidroxietil]glutarimida, hexaclorobenzeno, DL-metil-N-(2,6-dimetil-fenil)-N-furoil(2)-alaninato, éster de metilo de DL-N-(2,6-dimetil-fenil)-N-(2’-metoxiacetil)-alanina, N-(2,6-dimetilfenil)-N-cloroacetil-D,L-2- aminobutirolactona, éster de metilo de DL-N-(2,6-dimetilfenil)-N-(fenilacetil)-alanina, 5-metil-5-vinil-3-(3,5-diclorofenil)-2,4-dioxo-l,3-oxazolidina, 3-[(3,5-diclorofenil)-5-metil-5-metoxi-metil]-l,3-oxazolidina-2,4-diona, 3-(3,5- diclorofenil)-l-iso-propilcarbamoil-hidantoina, N-(3,5-diclorofenil)-l,2- dimetilciclopropano-1,2-dicarboximida, 2-cianO'[N-(etilaminocarbonil)-2- metoximinoj-acetamida, 1 -[2-(2,4-diclorofenil)-pentil]-1 Η-1,2,4-triazol, álcool 2,4-difluor-a-( 1 Η-1,2,4-triazolil-1 -metil)-benzidrílico, N-(3-cloro-2,6-dinitro-4- trifluormetil-fenil)-5'trifluormetil-3-cloro-2-aminopiridina, l-((bis-(4-fluorfenil)-metil-silil)-metil)-1 Η-1,2,4-triazol, estrobilurinas como o E-metoximino-[a-(o-toliloxi)-o-tolil]acetato, de metilo, E-2-{2-[6-(2-cianofenoxi)piridimin-4-il-oxi]fenil}-3-metoxiacrilato de metilo E-metoximino-[a-(2,5-dimetiloxi)-o-tolil]acetamida, anilino-pirimidinas como N-(4,6-dimetilpirimidin-2-il)anilina, N-[4-metil-6-(1 -propinil)pirimidin-2-il]anilina, N-(4-metil-6-ciclopropil-pirimidin-2-il)anilina, feniipirróis como 4-(2,2-difluor-l,3-benzodioxol-4-il)pirrol-3-carbonitrilo. amidas do ácido cinâmico como morfilida do ácido 3-(4-clorofeniI)-3-(3,4-dimetoxi-fenil)acrílico.
Exemplo de síntese O protocolo descrito no exemplo de síntese seguinte pode ser utilizado para a produção de outros representantes do composto I, alterando o composto de partida. Os dados físicos dos produtos, assim sintetizados, encontram-se resumidos na Tabela 2, apresentada mais adiante. 1. (R)-1 -Amino-1 -(P-naítil)etano 1.1 Preparação de l-(P-naítil)etilamida do ácido (R)-metoxiacético ch3
NH2 Lipase w CH3OCH2COOCH3 24
Ο
39 g (0,23 mol) de 1 -amino-1 -(P-naftil)etano racémico foram dissolvidos em 200 ml de éter metil-t-butílico. A solução foi feita reagir com 29,5 g (0,25 mol) de metoxiacetato de me tilo. A reacção foi iniciada mediante adição de 0,5 g de lipase (cerca de lOOOU/mg, Pseúdomoncis sp. DSM 8246) e a mistura reaccional agitada numa mesa de agitação, durante a reacção. Após a obtenção de um grau transformação de 50% (reacção monitorizada através de cromatografia em fase gasosa), o que foi alcançado ao fim de cerca de 48h, a enzima foi eliminada por filtração. O filtrado foi concentrado e recuperado por adição de ácido clorídrico diluído (300 ml) e de éter dietílico (300 ml). Após a separação da fase etérea, a fase acídica foi, novamente, extraída com etér dietílico. Após junção, secagem e concentração das fases etéreas obtiveram-se 18,7 g (0,08 mol) de 1-(β-naftil)etilamida de ácido (R)-metoxiacético. Da fase aquosa foi possível extrair o (S)-l-amino-l-(P-naftil)etano com éter dietílico, após a adição de lixívia de hidróxido de sódio até um valor de pH alcalino. A secagem e a concentração da fase orgânica origina 15 g (0,09 mol) de (S)-l -amino-l-(P-naftil)etano. O excesso enantiomérico (=ee) foi determinado como sendo 89,5%, após transformação em trifluoracetamida numa coluna- GC quiral (20 m Chiralolex B-Ph).
1.2 Hidrólise da (R)-metoxiaceto-I-(p-naftil)etilamida do ácido (R)-metoxiacético O
25
14,7 g (60,4 mmol) de 1 -(P-naftil)etilamida do ácido (R)-metoxiacético foram dissolvidos em 75 ml de etilenoglicol e a esta solução adicionaram-se 15 g de uma solução a 50% de hidróxido de potássio. Após aquecimento a 150°C durante 3 horas, a solução foi arrefecida, diluída com 300 ml de água e extraída quatro vezes com 500 ml de éter dietílico, de cada vez. As fases etéreas foram juntas, secas e concentradas. Obtiveram-se 8,1 g (47 mmol) de (R)-l-amino-l-(P-naftil)etano, com um valor de ee igual a 94,8%. 2. (R)-1 -(p-Naftil)etilamida de N-(t-Butiloxicarbonil)-L-valina Á solução de 1,2 g (5,8 mmol) de t-butoxicarbonil-L-valina e 1,0 g (5,8 mmol) de (R)-1 -amino-1 -(P-naftil)etano em 50 ml de tetra-hidrofurano foram adicionados 1,0 g (5,9 mmol) de cianofosfato de dietilo e 1,3 g (12 mmol) de trietilamina. A solução foi agitada durante 1 hora a 0°C e durante 15 horas a 20°C. Em seguida, o solvente foi eliminado e o precipitado retomado com 300 ml de acetato de etilo. A fase orgânica foi sucessivamente lavada com 200 ml de uma solução a 5% de lixívia de hidróxido de sódio uma solução a 10% de ácido clorídrico, uma solução a 10% de hidrogenocarbonato de sódio e água, seca e concentrada. Resultaram 2,0 g (5,4 mmol) de (R)-1 -(P-naftil)etilamida de N-(t-butiloxicarbonil)-L-valina (Pf 93°C, composto 2.1 da Tabela 2) 3. (R)-1 -(p-naftil)etilamida de N-(iso-propiloxicarbonil)-L-valina A 1,70 g (4,6 mmol) de (R)-l-(p-naftil)etilamida de N-(t-butiloxicarbonil)-L-valina foram adicionados, a frio, 5 ml de ácido trifluoracético e a mistura agitada durante 1 hora a 0°C. Em seguida, a mistura foi aquecida a 20°C e o ácido trifluoracético foi depois eliminado por destilação. O precipitado foi retomado em 100 ml de diclorometano e sucessivamente lavado com 50 ml de uma solução 2N de lixívia de hidróxido sódio, uma solução a 5% de hidrogenocarbonato de sódio e água. Após secagem e concentração da fase orgânica obtiveram-se l,07g (4,0 mmol) de (R)-l-(P-naftil)etilamida de L-valina, com a forma de um óleo amarelo viscoso. 0,54 g (2,0 mmol) deste composto e 0,22 g (2,2 mmol) de trietilamina em '2»
40 ml de tolueno foram feitos reagir com 0,24 g (2,1 mmol) de cloroformato de isopropilo, a 0°C e a mistura agitada durante 15 horas a 20°C. Após a remoção do solvente, o precipitado foi retomado em 50 ml de acetato de etilo e lavado sucessivamente com 40 ml de uma solução a 5% de lixívia de hidróxido de sódio, uma solução 10% de ácido clorídrico, uma solução 10% de hidrogenocarbonato de sódio e água. Após secagem da fase orgânica, o solvente foi eliminado. Resultaram 0,6 g (1,7 mmol) de (R)-1 -(3-naítil)etilamida de N-(iso-propiloxicarbonil)-L-valina, na forma de um precipitado cristalino incolor (Pf 145-7°C, composto 2.2 da Tabela 2).
Tabela 2 h3c ^ch3 O CH o ÇH3
Nr. R1 R2 Fp. [°C] 2.1 C(CK3)3 H - 90-3 2.2 CH(CH3)2 H 145-7
Exemplos de aplicação
Nos seguintes ensaios, que devem demonstrar a acção fungicida dos compostos I, foi utilizada uma emulsão, que resultou de 10% em peso de substância activa de fórmula geral I e 90% em peso de uma mistura composta por: 70% em peso de ciclo-hexanol, 20% em peso de Nekanil® LN (Lutensol® AP6, agente molhante com acção emulsionante e dispersiva, baseado em alquilfenóis etoxilados) e 10% em peso de Emulphor® EL (Emulan® EL, agente emulsionante baseado em álcoois gordos etoxilados). 0 27
A concentração de substância activa desejada foi obtida por da diluição desta emulsão com água.
Plasmopara viticola
Folhas de videira do tipo “Muller-Thurgau” em vaso foram pulverizadas com um a calda de aspersão aquosa, a qual foi obtida tal como anteriormente descrito. Para poder avaliar a duração do efeito da substância activa, colocaram-se as plantas durante 8 dias numa estufa, depois de seca a camada pulverizada. Só então, é que as folhas foram infectadas por rega com uma solução de zoósporo de Plasmopora viticola (peronospora de vinha). As videiras foram, em seguida colocadas numa câmara com o ambiente saturado com vapor de água, durante 48 horas a 24°C e posteriormente transferidas para uma estufa com temperatura entre os 20 e os 30°C, onde permaneceram durante 5 dias. Depois deste tempo, as plantas foram novamente colocadas na câmara húmida durante 16 horas, para acelerar o processo de esporulação. Após este período realizou-se uma avaliação visual da extensão da erupção fúngica na parte inferior da folha. Os resultados deste ensaio encontram-se traduzidos na seguinte tabela 3
Tabela 3
Resultados dos ensaios com compostos, de acordo com a presente invenção, comparativamente com os obtidos com os racematos que os contêm (conhecidos da DE-A 43 21 897), no caso de Plasmopara vticola
J
Substância activa Área da parte inferior da folha afectada (%) utilizando uma concentração de substância activa de 63 ppm lóppm 4ppm 1 ppm 2.1 Racemato para 2.1 0 3 5 15 0 15 40 2.2 Racemato para 0 0 0 0 0 3 25 40
A
Lt ···
Folhas de plantas, que não foram tratadas com um dos composto mencionados, demonstram uma área afectada da parte inferior da folha igual a 75%.
Lisboa, _ 4 jyL 2000 β--——
Dr. Américo da Silva Carvalho Agente Oficies! ch&quot; ' ‘ ·.,· industrio! R. Castilho, 201-3- E - 1070-051 LISBOA Telefs. 213651 333-213654613

Claims (6)

  1. (I) REIVINDICA ÇÕES I. CarbamoilcarboxamWas &lt;*»fómul* «eral I -CHj CH O f II -CH-C-NH- (S)
    O Rl o—C—'NH' com um grau de pureza isomérica superior a 90% em peso em que as variáveis possuem os seguintes significados. R&gt; CrCg-alquilo, C2-C8-alcenilo ou CrC3-alcinilo, em que estes radicais podem ser parcial ou completamente halogenados e/ou podem possuir um a três dos seguintes grupos: ciano, C,-C4-alcoxi, C,-C4-halogenoalcoxi, C,-C4-alquiltio, C,-C4-alcoxicarbonilo, C3-C7-cicloalquilo, C3-C7-cicloalcenilo, arilo, ariloxi e heteroarilo, em que os anéis cíclicos e aromáticos destes grupos podem, por sua vez, possuir um a três dos seguintes substituintes: halogéneo, ciano, C,-C4-alquilo, C,-C4-alcoxialquilo, C,-C4-Haíogenoalquilo, C^^-alcoxi, C,-C4-halogenoalcoxi, C,-C4-alquiltio, C,-C4-alcoxicarbonilo, arilo, ariloxi e heteroarilo; R2 hidrogénio, halogéneo, ciano, nitro, C,-Cg:alquilo, C,-C4-alcoxialquilo, C,-C4-halogenoalquilo, CrC4-alcoxi, C,-C4-halogenoalcoxi, C|-C4-alquiItio, C,-C4-halogenoalquiltio ou um grupo fenilo, ligado através de oxigénio ou enxofre, o qual não se encontra substituído ou pode possuir um a três dos seguintes substituintes: halogéneo, C,-C4-alquilo e C,-C4-alcoxi. Ί
  2. 2. Processo para a preparação de carbamoilcarboxamidas de fórmula geral I de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facto de se fazer reagir um ácido carbamoilcarboxílico, da fórmula geral II. n3C CH3 ° CH O II T II Rl 0 c NK—CH-C-OH (II) (S) com uma amina da fórmula geral (III) ch3
    (III) cn . Processo para a preparação de carbamoilcarboxamidas da fórmula geral I, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facto de a) se transformar uma carbamoilcarboxamida da fórmula geral I, h3c ch3 ^ çh3 í -V R2
    (I) na qual o grupo R'-0-(C0) significa um grupo de protecção que pode ser separado de maneira conhecida, numa amida dum aminoácido IV
    b) se fazer reagir uma amida de aminoácido IV, assim obtida, com um éster do ácido clorometanóico, da fórmula geral V (V) ο R1-Ο-C-Cl em presença de uma base
  3. 4. Agentes fungicidas apropriados para o combate de fungos patogénicos, contendo uma quantidade eficaz de pelo menos um composto da fórmula geral I, de acordo com a reivindicação 1 e pelo menos um agente auxiliar de formulação convencional.
  4. 5. Processo para a preparação dos agentes de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo facto de se processar conjuntamente de maneira conhecida, uma quantidade de fungicidamente eficaz, de pelo menos um composto da fórmula geral I, de acordo com a reivindicação 1, e pelo menos um agente auxiliar da formulação convencional.
  5. 6. Processo para o combate de fungos patogénicos, caracterizado pelo facto de se tratar os fungos patogénicos, o seu &quot;habitat&quot; ou as planta a proteger, espaços, superfícies ou materiais, com uma quantidade eficaz da pelo menos um composto de fórmula geral I, de acordo com a reivindicação 1, ou com um agente de acordo com a reivindicação 3.
  6. 7. Utilização dos compostos da fórmula geral I, de acordo com a reivindicação 1 ou dos agentes fungicidas de acordo com a reivindicação 3, para o combate de fungos patogénicos. Lisboa, - h JUL 2000
    Te/efs. 213 851333 - 213 854 613
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