PT91130A - Processo para a preparacao de composicoes herbicidas contendo um derivado de furanodiona - Google Patents

Processo para a preparacao de composicoes herbicidas contendo um derivado de furanodiona Download PDF

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PT91130A
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Clive Alan Raven
Robert Fenton
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Shell Int Research
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    • AHUMAN NECESSITIES
    • A01AGRICULTURE; FORESTRY; ANIMAL HUSBANDRY; HUNTING; TRAPPING; FISHING
    • A01NPRESERVATION OF BODIES OF HUMANS OR ANIMALS OR PLANTS OR PARTS THEREOF; BIOCIDES, e.g. AS DISINFECTANTS, AS PESTICIDES OR AS HERBICIDES; PEST REPELLANTS OR ATTRACTANTS; PLANT GROWTH REGULATORS
    • A01N43/00Biocides, pest repellants or attractants, or plant growth regulators containing heterocyclic compounds
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Description

combate
Este invento diz resoeito a composições para o ao crescimento de plantas incess.; adas compreendendo uma mistura de herbicidas onde se inclui um hsru Lc ido de furanodicns substitui d a » Reconheceu-se há muito temoe que certos compostos com um anel de 1 aciona 1,0 saturado tal como cuma-iras o ácidos tetrénicos sSo capazes de provocar ? inibiçac ca clorofila nas plantas» .Assim Hantner e Τ' u h e v = E'-e í ann sca.1 tece c ΐ ε = 1951, págs, 525-528 referiram que o composto ácido 3-\alfa-imino-eti1)-5—meti 1 tetrénico, quando uti1 içado cara embeber sementes ou pulverizar rebentos e plantas provocava a inibição da. clorofila no trigo, pepino, milho doce. rabanete e feijão vermelho» Embora os autores referissem que o acido tetrsnico pudesse ter valor como herbicida e que o composto carecia se1·" eviremamen te eficiente em plantas monocctiledónsas, não postularam aujlqcsr mecanismo para os efeitos de inibição de clorofila onservados» Etabe-se que á inibição da clorofila a provocada por muitos agentes diferentes incluindo antibióticos·. hormonas vegetais, análogos ae amino- - ácidos, herbicidas e retardar: te de c reso me π to parai uma variedade de mecanismos· - -----er o ai-tigo dê ^evis ta pc- Ινο'ί fe fThe Botani- cal Eeview, vol , 43, No- 4.-. 1977., pág ,· 395 a “25' , □ controlo etEcnvc ae e^vas daninnas oerenes tem desde há muito tempo colocado um proo 1 ema na agricul cure. Até os h e r b i c i d a s c o; ? e rei a 1 π e n t -e d i -·:. ρ o n i e 1 s c n i « o o á c i d o >' 2 , 4—d i c 1 o r o— fenoiíi acético; , 2-aniino-l , 3,4-t^iadc1s e !·!-( f osf onometi 1 >qlici-na, que são capazes de s-uercer algum controlo das ervas daninhas perenes, tem um-a actividade limitada contra as plantas perenes de f o 1 h a i a r g a ( d i c o t i 1 e d ó π e a s > .
Surpreender temente tem-se verificado que certas furano-dionas substituídas tãm um espectro de actividade herbicida que as torna parii c ul armen te adea .;adae .. pa--a c- controle- de ervas f
daninhas, particulsrmente de ervas daninhas perenes, incluindo perenes de folha lares e que em cenju.gacao coo outros compostos com actividads herbicida dao composições herbicidas com um espectro de actividads- evtremamente htil e siqni ficativo*
Assim este 2~:'-s~~c rosce uma composição herbicida contendo um primeiro comdos to caoa: de combater o crescimento de plantas indesejadas misturado com 3-íl~amina>etilideno-5—meti 1 — -furano-2,4-diona, em conjunto com y® veiculo, 0 primeira composto- capas de combater o crescimento deplantas indesejadas pode ser seleccionado .a partir de herbicidas cofflercia 1 nsente disponíveis incluindo triasinas, benzonitri — los, ureias, u.racilos = c loroa.eetani 1 idas = n-? -t ic idas de amónio quaternário, f s-nc.·; iác z. aos , :T:o-“f ac t i n as , acides oenzóicos, fenc;;i-propionatos , o:·;iminoéteres , carhsmatos, su“‘ ^cr i l-ureias , imidazo— linorias, dinitroani 1 inas, piridazmas, pi isazonas, ésteres difenilicos e piridinas ou outros comdostos conhecidos com actividads herbicida como os dessiçnades a seguir, E:-;emn]os de comoostos nsrbic idas que podem ser misturados com furano-2,4-diona para alargar c espectro da actividads herbicida incluem os seguintes: aí Triasinas 2-cloro-4,6-bis (etc lamino f-l , 2, õ-z n a z ns ‘'conhecida como “sima-2ina" ) 2-c loro-4- ( 1-c i ano- 3 -meti. 1 -sti 1 and. no) -~6~eti 1 amino-1,3, P-triaziha í c on hec i d a c orno i! c i n a z i n a" .- Ξ-c loro-4-eti lamino·-ò-ieoorõDi 1 ãmino-1,3,5-triazina i conhecida como "ãtrasma" )
ί 2-terc-buti.lrihiino-4-c ler ο~· sti i aoi po-t s 3, ci-triaz ina (conhecida como "terbutilazins"5
Ss^bisíisoprDpil&tTíinDlHa^seiiliiO'”*! S3?5"triaslna fconhecida como "prosetrina") 2,, 4-di (eti 13.01·:-·::·) -i-meci 1 tio·- i , 3»õ-cri az ma C conhecida cor "sxme— trina") 2-terc-buti 1 amir,0-4-5 Li 1 am.. r. o-àr-me ti 1 tio-13,3—t ri az ina í conhecida por "terbutina") 2 - ε t i. 1 a m i π o - 4 - i 3 o p r o pil a ;r. i η o - L· - m e t i '11 i D - í ,3,5-tr i & z i n & ? e o n hec ,i d a por "ame trina”) 4 - a m i η o - 6 -1 s r c - 0 o : i. i - 4 ? 3—:h i d r cr- 3 - m e t i 111 o - ! 2,4 -1 r i a s i n a- 3-o;n a í con h e c i d a p o r " <' — t - i o j 11a'' ' 2- terc-buti 1 am : ηο-4-ecil amin0-6-metoh i-1 , 3.3-triazina íconhecida por "terbumeton'> 3- ciclo-heií i 1-6-di.net: 1 ·?τ= i no-1 -meti 1-1 ,3,5-triazina-2 , 4 ( 1H ,314:1--diona (conhecida por ' r.eracinona" ) 4- amino-4,5-d.i-hidro-: -oeci 1 -i-f eni 1-1 „ 2,4-triazin~5-ona í conhecida por "metamizron1>, b) Ureias 3-(3,4-dic lorof eni 1 ‘»-1 , l-dimeti lurei a (conhecido por ” diuron” ) 3— ( 4—c lorof en i 1 )~i , l-dimeti lursia e tr ic 1 oro acetato de 3-(4-clo·-•rofenil 5 — ϊ , 1 —d ime t iurónio (conhecido por “ monuron" í 3- (3,4-dic lorof em I :-1 -me to:; i~i—te tx lurei a (conhecido por " 1 inu-ron " 1 3- (5-terc-bi.it:i 1J so.·:azo 1 -3--i 1 >-l f l-dimstilu.reia (conhecido por "isouron") 1- ( 5-terc-buti 1-1 , 34- h :. 3::::: 3 : :>I -2*-.i 1 ) -1, , 3-di;neti lurei a í conhecido por "tebutiuron") 3- [ 4 - (5 ~ t e r c - b u τ 11 - 3, 3 -- ·.:! J. - n i d r o - 2 - o, : o - i ,3,4-- o ;·; a 0' i a z o 1 - 3 --11 } —3— c lorof eni 11-1 , 1 -d ime t i. 1 ir?.L a ( conhec ido oor "dimefuron" ! *3 * f
3-< 3-cloro~p- toli 1) -1,1 -d 1 me ci I u^s La ( conhecido por c 3 oro colu- ron " > 1- ! 4-1500·-.;..:: i re“ il 3 — 1, i-dimeti lureis. (conhecido por “isoprotu— ron " ) 1 - ben z o t i a z o 1-2-11-1 . 3-dimeti 1 ureia ( conhecido por "me ta bens ti a— zuron í! > 3-<3-c 1 oro“4-(r.sv: :+ e·^ il 1-1 = l-dimeti lurei as (conhecido por “meto-xuron " 5 cl Uracilos 5-bromo-6-meti 1-3- í :l -mstii propil )-2 = 411H, 3H) -ρ i r i m i din od i on a (conhecida por ,:hromaci 1 " ) 3~cic lo-hex i 1-1, õ ή7-tetra-hidrDciclopentapirimidino-2s4<3H)‘-dfi-ona (conhecida po<-~ '' ] enaci 1 “ ) 5-c 1 pro-3— ( i i-riimeti Letil ) -í}--;neti 1-2,4 ( lHf3H) -pirimidinodiona (conhecida por "ceroaci 11 ti I C1 o r o a c e t a n i 1.:! a s 2- c loro-2 ’ , 6' - dieti l~H~me to.·; imeti 1 -acetani 1 ida (conhecida por "alaclor") Ξ-c loro-N- (2-et i 1 -6-meíi ϊ ten i 1 ° -H- ( 2-meto.·; i~ i-meti let i 1) -acetami — da (conhecida po·- ”meta; oc 1 or" ) 2~c 1ΟΓΟ---Ν-( 2,6-d imet í 1 feni 1 -N- ( iH-oi^azol —l-i Imeti 1 >acetamida (conhecida por "metazac 1 g.-,! N- ( buto:··;imeti 1 '· -2-c 3.oro-4- (2 6-ri ieti 3 f en i 3 ) acetamida ·. conhec ida por "butaciar" 5 . e) Herbicidas de amónio ouaternãrio contendo; ião i 9 1' -dimeti 1 -4,4' -bi pi ridildi-iiic (con hec ido por !1 paraquat115 ião I s 1' -et i leno--2,2s-bipiridi Idi-i 1 io í con hec ido por "diquat,l) 9 9
LJ ião 1 , 2~dimeti 1 -3 b—diíeni I pirazd I ±o \ conhecida por "c!:i fensa-quat") „ f) Ácidos fenoxi:
Acida (254-dic lorctsriC:d.; ficêt icc (conhecido oor “2,;4~BS!1 Ácido (RS) -2- í J ~cIoro-?--me ti 1 fer’a·.; i » cropión ica (conhecido por "CríPP" 5 Ácido ( 4-c loro-2-meti 1 f enoxi ) acético ( conhecido oor :!MlRAí1 ϊ Acida C RS) -2- ( 2,4-d ic Iara feno;·; i ) propión ica ' conhecida par -DP" )
Acido 4- (2 5 4—dic 1 oro f )butanSico (conhecido por “2,4-DB“ ) N ? N-d:„iet.i 1-2- (1 -naf taI en 11c>;ι > oropani da i cornecida por :naprop®*» mida")* gP Morfactinas
Acido 9-hidroxii 1 uc r en o-9--c arL-c,:1 ico ' conhec ido por “f Icvrenol " ) Ácido 2-c 1 oro—9- hidro;;.if Ιοο·- ene- S-carbc ·-;i 1 ico (côr^eoido oor " c:: 1 o r o 11 u r en o 1 ” I* hí Ácidos bensãicas Ácido 3?ó-dic lorc--2~meto;--.ibensB-icc (conhecido por "dicamba" ) Ácido 3--amino-2,5-dn: lof obenzóa ca -'conhecido por ,,ãmiben,‘ ) D imet.il-2 ,= 3,5 ,ó-tetra·.: 1 oro- L ,, Á-h-encensdicarbox i lato ( conhec ido por " c 1 ar c a 1 -'noti 3 " ’· * ,í ) Fen o;·{ i propi on a t os Ácido (RB ) -2- Γ. 4- ( 2 4 4-d ic i oro feno·-· i ) + enox i J oropión ico (conhecido por “diclofap"> ác ido (RB) -2— Ϊ4- ( c—tr i f 1 uorome til -2-pi ri d i 1 ox i ) - feno.-: i j ρ'τρίέπ ico f %
(c on hec i d o po r f en a 2 i. f o □ “ ) A c i d o (RS)- 2 - [ 4 - : 3 - c 1 c r e - 2 -1 r i f .1 u o r o m = t .11 - 2 - p i r i d i 1 o ;·: :i. ) -t0 n oi j *-propió-nica (conhecido por" "haio-.iíop'1) Ácida (RS) -2-E 4- ( o~c loroqaino;·: sl m ~2~i 1 ou 1) fenoKi I· propiõnico £ conhecido por "quiiatlaf dd“ ) Ácido (RS)-2-E4- \ 6-c 1 oroDenzo;:.í.2oI-2 - iloxii f eno:·;i ]prooianico {conhecido por " feno>:.aprc?r," a j ) □;·: j oinoéteres (RS) -2-E 1- < stoxi -iminc buci 1 J-b-L 2- ; e ti i tio .«-propil 3-3~hirfrDXÍ-2— —cic lo-hexen-l-or-e con r-ec 1. d a por "eeto· idai·." ) 2 f 2-dimeti 1-4 , é-d ic --:c—L l-í ' 2-oro-fçn i1i ) -amino] buti 1 idenoJci~ cio-nexano carDoxilato o? meti Io 'conritcido por ,!al Ioxidira" 5 (E ,E >- ( ± ) -2- C 1 - (3-ç 1c ·"c 2 -p-^openi I 1 o·: i j i ri r e }—propi 1 3-5- l 2- (eti Ϊ — fciolprapilj-S-hidrcsKÍ-S—ciclo-heifeo-l-oha (conhecida por "c 1 eto-dim" ) 2-E 1-οΐο;··:χ-χ;ταΓ:θ) croci 1 .1 -3~r.cr o:··: i; 2 , 4 ? S-trioeti 1 f en 11 leielo— hex-2-eriona (conhec ida cor " trai oi.din" (RS)-2-E 1 - (eto;;.1 - ir, i no s b_; L i 1 J -3-· hi.drr,;: i -5-tian-3-i 1 cic 1 o-he;·;-2—e— nona (conheclos por "r ir lc . içLo" >„ teí Carbamatos 3., 5-dic loro-M- í 1 ,1-dimeti 1 propin i 1 > - benzamida ( conhec ida por "propizamids1' )
Ca r bama to d s (R) — 1 - ( e t. i. 1 c a. r b a mo i 1 ) e t i 1 f sn i 1 o (c on hec 1 d o por "ca rtastam ida")
Fenil carbamatc de i—metiietilo (conhecido 00r "propam") í3-clorofeni1) carbamaio de 1-metiletilo (conhecido por "olorpfo-pam" ) (3-íssti 1 fβγ, 11 carbamato de 3-E (metoKi carboni 1 ? amino3fenilo (conhec ido por " f enmed ipam'' í ΐ $
di-isopropil ( tiocarbams ΐο' de 5~2 ,3;·-d d c I ocos. I i ia (conhecida par "di-alato"> di~isopropi 1 (tiocarbamaco) de 3-2,,3-trj.c 1 cjroal i lo (conhecida por "tri-alato") buti 1íeti1) tiocarbafnscc de 3-q"ooiIo (conhecido por "peculato"Ϊ di-isopropil i tiocarbãiBátaj de 9—etila <conhecida por !!buti lato" ) Dipropi 1 tiocarbamaco oe 5-euic 'conhecido oc-r £F;TC) dipropi1tiocarbanaio de S—d -“cci l o \conhecido por "vernclsto1' ) 4-arninef enilsul fonj. 1 carbamato de meti lo (conhecido por "asulaffl* $ dietil tiocarbaoato de £-4-:: 1 o reter·zi j o f conhecido por "bentio— carb">, 11 Ben z on i t. r i. 1 as 2,ò-diclorobsnzonitrilo (conhecido per "dicloceni1”5 Sgô^díclarotiofagripamida (conhecida por ”clortiaaid*11 3,5“dibromo*-4-hidro:-íi -faenroni tri Io ( cornecico por :1 bromoxini I ) 4-hidroxi-3s5-di-iodobenzanitrilo (cor.necido p-cr "ic;:inil!! ) m} Su. 1 funi l-Ureias
Acido 2-C3-Í 4-metaxi-6-snstiI -1 »3 j,5-triazin-2-il l—ureido-sui fo-ni 1 j ben zóícd ( conhecido por "ínetsul furan " > 1 — (2~c 1 orof eni 1 sul τοηί 1 >-3- ( 4-ίηθΐοχi -6-meti 1-1 5 3,5-triazin-2-i 1 5-ureia (conhecida por "c 1 orsu 1 furan11) 3C ( 4-metoK i-6-fnet % 1 -1 3 b~ t ri uο α n--2-11 ani.noc ar boni 1 D aro nossul f o rii 1 ]—2-tiof eno—carQQ··; :i 1 a ca de neci ic -.connccido por " “iaoeturon " ) 2--C3- (4-c 1 or o-i-necox ipiri,Tiidi;',-2--i 1 .> ursidossui f oni 1 ter. zoa to de eti lo (conhecido por '•'cloriíBUron1' > N- (è-iRstci! i-4-me r:i 1 -1 f 3 t ri a1·::.. r· —2-i 1 -amiro-zarbcni. 1 5 -2- (2 -c 1 o— roetoxi ') -benzenessu] fonaniida ( conhecias ocr ! trissul furon " ) 2- [ 3— í 4 , ò-d ame tc;< i. p.i. r i ,nd 1 c -2—5 1 > arv:ao-5L. 1 i on i 1 j ben zoa to de metilo (conhecido oor ”su1fometurona-meti1o”1 f
2—E t C lN-C4-meio··'i-t-me c i ] -1,3,5- cria ξ ir=-2-i I '·meti ] amino3carbo-ni 1 3aminc3 1 ταπί I 3 o tf© meti .1 o ’ conhecido por " sulmetme- ton-metilo"). - sj Π J Imi d azolinonas 6- (4-isopropi 1-4-meti l-S-OAO-^-imdazol ιη-2-i I ) ~3Í 4 --meti l-hen-zoato de metilo (.conhecido per "j^azamelbenz" i
Ac ido 2- (4--isooropi l-4-m&ti 1 -5-c.ío -2- Lmidazol in—2“~i i /—quinai ino— sj —3-carboXi 1 ico \conhecido por " im?zaauin " 5
Acido ( F-.5 i -5-e c.i 1-2- < 4-i eopropi j. .‘-4~me ti I-o-àXO-fi-iíEidazolin-2~ — i 1, í-nicotínico (tonrecido por " imazetapir"), o > Dinitroani 1 inas 25ó-dinitro-N,N-dipropxl-4—irÍT 1 urc-.ne ti 1 anil ina (conhecida por "trifluraiin") N-( 1-etilpropil > -2, £-d i r. j. t r o -3, 4 - ;· i li de·.-· ο ξconhecido por “'pendi-metalin") 4- (dipropi1amino)-3,5-dinitrobenzenosulfonamida (conhecida por •orizalin“), o pi Piridazinas e Pi rida·?.=·. 5- amino-4~cioro-2-feni1-3i2h;~oiridazinona (conhecida oor "clori-dazon")
kJ 4-cloro-5-meti 1 amino-2-(T--trif 1 ucroneti 1 >-oi ridaz in-3-ona (conhecida por "nort iurazon " > 4 ; 5—d imetox i-2-f en i 1 dí fi d ? z in—3 ·’ 2H ' -c~· a ( conhec ida por n d ime ta zona") carbontioato—O - ífc—c 1 c-np -õ-íen i j -4 - pi rida z ini 1 ) -5—oc ti 1 o \ conhecido por !! ρ i r ida to) * «
1 Ci q> Ésteres Uifenilicos 2— c 1 o r d— 1 — ( 3- & t o ,·; i ·-- — γί i l r o + eη o x i 5 - 4 -1 r i f 1 u.o r om e 11,1 > ben 2 eπ a, (conhecido por 'oxif]acrfen") 5- (2,4-dic lorofenoxi -2~r.itrobenzoato de meti lo ( conhecido por «bifeno;·;" ) « r) Piridina.s
Acido 3S;:&-dicÍDru“2'*páriainocerbQMilíco (conhecido por ®clopira-3 id" >
Acido 4-a.-niPo-3,5*é-trAcl©r©“2-piridÍr}ocarboÍíiliea (conhecido por " pie 1 ΟΓ3Π-’ )
Acido 3,5 ? -1 r i c 1 α r d~ 2- ρ i r i cl i 1 ο x i - a c é 11 c o (conhecido por " tric lo-pir" )
Acido 4-am.inc-3,5-di c 1 oro-6-f í loto~2·di I dk i-acâtico ·, conhecido por "f 1 uoro;·:ipir" ). SJ Diversos ΙΊ- < f osf onometi 1 'iglicina (conheci d? por "glifosato" ) carboxi-metilaminometi 1-fosfonato de trimetiIsulfónia íconhecida por " = u 1 f cea to" ) 1- i— [ 3-- ( i -e ti 1 - ϊ -meti I propi I > -5~isoxazol i I j-2, ò-dimetoxibenzamida (conhecida por "isoxaòen"* 3- [ 2 4-dic I cr ο-õ— (l-meti 1 ) f eru. I J-õ- (1 , 1 -dimeri 1 eti I i-i ,3,,4-"oxadiazol-2 i 3!-!]-or;a (conhecida por “oxadiazon ” ) tricloroacetato de sódio (conhecido por '·TCA:i > Ácido 2_,2-diclQropropiónico (conhecida ddf "dalafon" > 2- ( l-metilprcp: 1 > —4 , 6 -d i.n i trsfsro L ' c o”=neccdo por ,:din;:-ssb'! ) 2-terc-butil-2,fc-dinitrofencJ (conhecido por "dinoterb") (R3 > - 2- (3, 5-dic 1 c-roíeni 1 ,· -2 - (2,2 ? loro-e ti 1 ) o;·; ir ano ( conheci do por ^tridifano") ~p;-
aaina IH-'Ι ? 2,4-triazcã---3--a;T'X1 conh&cids " smzr.e triazole·” ? 2-"S:iO-2-ffleti 1 benz i Io·-· :i -1-ir:e111 -4-izcprcpi I —7—o··ebicic 1 oL2.2.13— hepatno ( conhecida por '· r Lometi I in " ) Ξ-- ( 3,4--dic 1 oroíena I > -4-00-:1 I -I , .2 , 4---;-: saizol idina-3,5-diona íconhecida por "iRetasoie”> vf ini 1 > butanóico f conhecido por “glufosinsto" '
Sal de sódio 2—am ino—4 L Íhidr ! ί me til ) f osfcni 13butirii alanila-1-anina (conhecido por bis Ί af as' 4- (2,4-dic i oroben zoi 1) -13~d imeti 1 pirazol -S-il-p-taluencr-stAl fona-to (conhecido por "pir azula to " > „
Entre estes compostos dá-se preferencia a um grupo de compostos em que se encontram simazina, dic1obeni1, cinasina, diuron , isouron , paraguaf ,, g.I ifosato, qluf osmato, aminotnazo 1 e, hromaçil ,2,4--0, f lurencl s omítluerfen» cletodim, fluoxipir, f enmedipim, bromo;-; ini 1 ometb-en z tiazuron e oxadiazon = A adição de furanc-2, 4-rixona ao primeiro herbicida alarga o espectro da a·;;;ΐiv.ida.de herbicida e, em particular, alarga o espectro de ac 1 LLdade osre dar uma con-posiçao capaz de combater ervas daninhas- em especial ervas daninhas perenes, incluindo espécies perenes de folha larga como calystegia sepium s convolvulus arvensis. A oropcrçãc do przsnsz^c· herbicida (ou mistura de herbicidas) em rei ação a f urano-2, :i -d iona pode ter urna larga variação, dependendo do espectro de controlo de ervas daninhas desejado» Contudo, a prccoMío eroo-ntra-se de oreterenc:ia na gama de desde ií-ist até IslOA, em d esc ,· Com maior pref erSnc ia a, proporção está na gama de desde 7;ri at-f Iriõ., O composto 3"ί l-amino ieti 1 ideno-S—ffisfei 1 furano-2 , 4-dio-ns,qus é conhecido, pode ser obtido, por exemplo, pelo método de Tanaka et al_ 1 Chem, Fharr . Sul 1 s '-’ol 2-% N*2 8, 1979, pags» 19Θ1-1906).
Os enan tiámsros (R) e '. = / e a sua prep^^^^Io estão descritos nd nossc pedido de pa ten te N2 » * „ (T /-li * 5 cooen- deh-te* 0 invento também inclui a u.ti 1 i sacão de composições como descritas anteriamente- romo ;-=rbkida%» Fera além disso, o invento também "omece um métooo de cornos ter o crescimento de plantas indesejãdas num locai peio tratamenta desse local com uma composição de acordo com· o m/ento, A aplicação pode ser eíectu.a-da em pré—emergência ou p-s-emergPncia. A dosaqem do ingrediente activo total utilizado pode, par exempla, estar no intervalo de e,85 a 1d kq/ha, de preferência de 0,05 a 5 kg/ha.. Um veículo utilizado na composição é qualquer substância com a qual o inqrednonte activo seja formulado para facilitar a aolicação no local a ser tratado que pode, por exemplo, ser uma planta, semence ou saia, ou para facilitar o seu armazenamentotransporte ou manuseamento. Um veiculo pode ser um sólida ou. um liquida, inc iuindo ume suostãnciu que seja normalmente gasosa mas que tenha sido comorimids para formar um liquido, e qualquer das veiculas π cravai mente utilizados nas formulações herbicidas pode ser ut11isedo. As composições de acorda cqib este inventa c&ntêtft de orefepfnaiã, 0,5 # 95¾ eu pesa do inqrediente activo,
VeiCUiOS :: n IlicS S V V V:O C O V:· IHCi ãrqj. 1-ã.S Õ Si. llCãIOS naturais e sintéticos, oor =;. eme ] o sílicas naturais, como as terras de dia tomarees .1 ei I i.ca toa de magnésio comc o talco ;i silicatos de magnésio e alumini o , por exemplo atapulgites e vermicu 1 i te o 5 sílica, to a de alumínio, por exemplo caulinitss, montornariIonit.es e micasξ carbonato cie cálcio e sulfato de cálcio; sulfato de amónio; o··:.idos. de silício hidratados sintéticas e si li catas Se slamines cu cál esc sintáticas; elementos, par exemplo, carbono e enxofre; resinas naturais e sintéticas, por exempla, resinas ciraarorta< cl ereto de polivinila & polímeros ® copolimeros de estireno; ool ir lo fenóis sólidos; bétílme; ceras; m fertilizantes sólidos como os superfosfatos.
Os v e i c u Ios liquides adequados incluem água; alcoóis, por exemplo, isopropano] s qlicóis; cato-as, por exemplo, acetona, meti1-eti1-cetona, meti 1-isobutiIcetona e ciclo-hexanona; éteres; nidrocar oonetos ar<? 1 i "acicos ou aromáticos, por exemplo, benceno, toiueno e xileno; fraccóes de petróleo, por exemplo, querosene, e óleos minerais leves; hidr ocarbonetos clorados, por e x e rn ρ 1 o , t ra t r a c 1 o <- e t α d e c 3 r p c ~, perc 1 o r o—e t i 1 e η o e t r iclcro--etano. Muitas vezes são adecuacas misturas de liauidos diferentes .
As oomocsiçóes para a agricultura são muitas vezes formuladas e transportadas numa fo^ma cor:centrada que é subsequentemente diluída pelo utí 1 izader- antes da aplicação,. A presença de pequenas qu.ant.idaa.es de u.m veiculo que seja um agente t e n s i o - a c t i v o, f a c: i 1 i t a a s i e p r o c s =. s o d s d 11 u i ç ã o„ A s s i m, é preferível que oelo πιε-ncs um veiculo, numa composição utilizada de acordo com ρ invent-q., seja um agente tensio-activoA composição pode-?, por exemolo, conter oeio menos dois veículos, sendo, ρ e 1 o m e η o s u m a q s? n t e d e· 1 e n s i o — a c L. i v o
Um agente tensic-ac ti--Ό sede ter um agente emulsifican-te, um agente diãperbsnts cu um agarra molhante; code ser iónico OU não iónico. Os exemplo? ce -ife^tes t&nsio-activos Incluem os $
sais de sódio ou caioic de ácidos ooiiac“iiicos e ácidos iignino-— s u 1 fónicos; produtos cíe cordersacec de ácidos gordos ou. ao idas ou a mm as al if átic as, cc-n vendo ceio meses 12 a tomos de? carbono na molécula, com ,---:icc de ecilsoe e,'ou -;: i d o de propi 1 sno ; ésteres de glicerol de ácidos gomes = sorcicano, sacarose ou oenta-eri-tritol?, condensados :il l.-: o com ~ i do ds êtilsno e/ou. 6;; i d o de propi 1 enep produtos de? condensação de álcool gordo ou alouil tenéis j por exemplo, ç-octilcresol, cem ox^dc de etiierm e/ou óxido de prooilenop sulfates ou su 1 fanatos destes produtos ds condensaçãop sais de metais alcalinos ou alealino-terrosos, de preferência sais de sódio, esteres ds ácido sul+ãrico ou. suj fónico contendo pelo menos IO .átomos tís carbono na molécula, por exemplo lauril-suifa to de sódio, alcuil secundário-sul fatos ds sódio, sais de sódjo ds ólec de rícino sulfonado e alquiaril-eul-fonatos de sódio como dodeci 1 benzer.o-suifonato5 e polímeros de ó x i d o de etileno e ::cddí imeros de óxido de etiieno s óxido de propileno*
As composições ut2 1izadas no invento podem, por exemplo, ser formuladas come, pós moináveis, noeiras, grânulos, soluçSes, concentrados emu 1 s ;.f loá-eis , Emulsões, conca-trados de suspensões e aerosso is, Os sós mol haveis contêm habitual mente 25, 50 ou 757, em ps sd 0 i n 0 r e d .1. en t e a-rtivo e contem ί , a b i t ti a 1 m e n t e também um tran spor fcador í rter t e só 1, ido, '5-10/1 em peso de um agente disnersante e„ a uar d 0 n e c es s á r ϊ o.: O— t Sc., em osso de estafai1izan- teís) e/ou outros aditivos como penetrantes ou espessar*tes, As poeiras sãonc:rcsiísm formuladas cs.r.c concentrados oe poeiras tendo uma comoosiçac cimiΪ s-~ à doe cós molháveis, mas semum dispersante e são diluídas a.:,· campo com um veiculo sólido suplementar para dar- uca comooo :-rãr, con r.er-do habi tualmente 1 12-1 W% em peso do inqrsci;-:?n t,-:'· ac t i.··: , Os grânulos são haíritualmente preparados para te*- uma d.lmí:foíD entre 10 e i 0õ de malha. BB (1,676--0,152 mm) s podem se- f abri c ados c-cr técnicas de aglomeração ou impregnação„ ôerãiffiéni© os grânulos, confcftB 1/2—75% de pesa do ingrediente aciivo e 0-i 02 em peso os aditivos como esta Dι1 i-zsntes, surfaztant.ee, mcd i ^s sse^ss pare libertação lenta & agentes liqantes» De chamados "c-ós i lujseis a seco'1 são consti-tuidos por qrSnulew relativawente pequenos teodo usa concentração do ingrediente activo relativamente elevada, Concentrados emulsi-ficáveis contêm habi t_ a ϊ ren te = em aceção a. um solvente a, quando necessário, u.m co-so]vente, 10 --507 oeso/vol de ingrediente activo, 2-2Õ2 peso/vol de emui si íi.cantes e β-2β2 peso/vol de outros aditivos como es t a ti 1 i zadc-‘es osnetrantes e inibidores de corrosão» Os concentrados em suspensão são habitual mente constituídos de forma a obter um produto estável, fluivelj que não sedimente, e contêm habitualmente 10--752 em peso dc ingrediente activo, 0,5-157 em peso de agentes dispers-antes, 0,1-102 em peso de agentes de suspensão como coloides protestares e agentes tiKotrópicos0-102 em ceco de outros aditivos como removedores de espuma, inibidores de cr-·- rcsac „ ec cabo 1 i zadores, penetrantes e agentes de osoajosidsde e ácu.a cu um liquide orgânico em que o ingrediente aôti-o seja substancialmer,te insolúvel s certas sólidos orgânicos ou sais inorcín:ccs oodem estar presentes u isso i v .1. cios π a fo,riT*Ui. scao gara, aju-car a ev i tar -a s- e d i m s n t -a ç a o ou como agentes anti-congelaotes da égua» fts dispersóes e emulsões aquosas., por e;;emplo as composiçSes obtidas por diluição de do molhével ou de u.m concentrado de acordo com o invente, tamoéro se encontram dentro do dominio deste invento» «s referidas emulsões podem ser do tipo água~em~ó 1 eo ou, de óleo-em-áqua s podes ter usia consistência tipo "mayonnaise n »
As comgosiçSes a ti l veadas no invento também podem conter outros ingredientes, o o--- e»-eirclo outros compostos possuindo propriedades, insec ticidas c-u •'ircj.iciddã. 0 inventa será agora apresentado coai referencia aos seguintes Exemplas. Exemplo 1 iueird a preparação de (5)-3-(1--amino5 eti I ideno-o-msti 1 -f urano-2,4 -a lana j.til izada nos exemplos 2j, 3 e 4 » Os exemplos restantes empregam 3-( l-amino)etilitieno-5--ittsti 1 -furan-2,4—díona rac étnicaa
Exemolo 1
Preparação de C3í“3- (1-amino) eti 1 ideno-b-meti 1 -f urano-2,4-diona a) (S)1—·3- (acetoacetoxi ' pn;-D Lona ca de meti 1 o
Adicioncu-ss a. uma mistura, ds lactato de (B)-meti lo (14 g, 0,134 mole) e trietilamina (0,3: g, i ,V mmole), d:iceteno a 65Ci-75°C, qctà a gota duraria 4õ minutos oom agitação intensa, A reacção foi mantida, com agitação a 70 °C durante ma is 30 minutos, arrefecida è temperat_,ra ambiente e destilada a -pressão reduzida para dar o composto em titulo como um óleo incolor, F.e. 96—?S°C, 0,1 mmHq. Rendimento 19 „1 g £83X4,= b? i5’-3-acetil-5-meti)~furano-2.4-diana
Adicionou-se a uma solução de est&r preparado na parte a) anterior (8 g. 4c·, 3 orneie) em t_-Pu. tanol seco í 17 ml > & t-bu-tóxido de potássio 4, 3 c:'·,. -3 moo 1 ss ' de uma sá vez com agitação intensa, A reacção foi mantida com agitação sob refluxo sob azoto durante 2 horas, arrefecida a temperatura ambiente, acidificada com HC1 6N e extraída cem clorofórmio (3x20 nu). Os extractos combinados foram secos :Hq=G,? e o sol-ente :-000/100, D produto bruto voltou a ser dissolvida em éter (20 ml) e arrefecido a --7B‘:'C durante 20 minutos durante os quais o produto recristalizou, 0 produto foi filtrado e sujeito a uma purificação suplementa·'·, para uma segunda recristalização a baixa temperatura para dar o composto em titulo sob a. forma, de um sólido branco, p,f, 55-5 - °C Rendimento 4,3 q (Ó57), Ca 3=-38,9 O0,fty95 em etanol, c 5 (S) -3- C1-amino ' eti I ideoc-õ-meti 1-fur a.no-2,4~u ionã,
Adicionou-se a uma solucSo do composto preparado na anteriorparte b) (Θ,3 q. 1,9 mmole; em etanol absoluta (1 ml)|S uma. solução de amoníaco ( i 53 p/>_) ?.-f: nr^nc-i 4 ml), A mistura foi aquecida num tubo fechado durante I 00---3.5 a 1 -ttíyC,, arrefecida, à temperatura ambiente e o solvente memoioo-, 0 produto fc-i purificado por cromaioqr3fia sc.-nrs sílica, eiumdo ccm acetato de etilo para. dar o composto em titulo como um sé-lioo ora.nco, p = f = 157- — 159QC,, Rendimento '-0,29 q í?â%) , Cal-^3,51 r - -2-5:145 em etanol.
Exemplo 2.
Actividade Herbicida
Para avaliar a. sua actividade herbicida, foram testadas composições deste invento contendo ; 3 ' -3- ( 1-a.mino) eti 1 ideno-5—me— til-furano~2;ií-diena -'referida como 11 CS5-diona." ) e A'> 2-cloro-— 4 , ó—fc- i 3 ( e ti 1 amino ) - 1,3.-5 - t r j.3 z i ne. ccmpos to A!:5 e 2.6-dicloro- benzonitrilo (“composto 6"í,
Os testes legados a cabo foram, quer foliares (pás--emerqSncia c-or "sp^av ’ , em que os rebentos "foram pulverizados com uma formulação contendo o composto· a testar, ou testes de p ré- e fn erg t n c 1 a em que o sol o semeado com as espécies de ensaio é pulverizado com. a formulação da cesto. As espécies de plantas dê teste foram cal vsteoia sepçLum í SE > , el vmus reoen5 (CO) , convp 1 -vulus arvensis CCv) e trigo íWB?«
Terrena 0 saio utilizado nos testes foi preparada com p s.r a. hortic u 11 u. r a. r i c o s m m a t é r i a. o r q 3 n ica, i r rig a. d o d u r a n t e o período de testa através de usa rede capilar»
As formulacóss utilizadas no testo- foram preparadas a partir e soluçoes da composto de testeau misturas ©m acetona contendo Θ,, 2“í. em pese de um condensado slaui1fenol/óxido de etiiêna disponível sob a marca registada rRITGM K-I55. As soluções de acetona foram diluídas com u.m volume de água igual e as formulações resul tantes Duiventedas com uma aplicação de 60Θ 1/ha nas doses referid-as na tabela 1 seguinte» Uti1isaram-se três vasos riplica para cada taatamen tcUti 1 isaram-se corno? controlos rebentos de plantas para os testes pés-emerqência e solos semeados não tratados coroo controlos cara. os testes pré-snisrqíncia, A fitotoxicidade foi comparada, nos dias 21 a 28 após o tratamento, com os controlos não tratadosfoi visual mente classificada segundo uma escala de «-?, indicando o 0 a inexistência de efeito e o 9 a, monte» Gs resultados são dados ©m percentagens na Tabela 1 seguinte»
J
ιη ΓΝ ιη σι 1 1 m Γ'· *· Γ» > 1 I I σι η υ ΙΟ σι ο Η Ο η ΙΟ ο σι ϋ ιΟ ο Η σι η 00 Η W Ο Ο σι ο η » U) σι Ο η σι α σι Η ,ιο (0 <ο Π3 •Η •Η •Η •Η Ο υ υ υ μ μ ο C C C C 10 (0 irO «0 <φ <φ <φ -Η *Η Ο Ο1 Cf σ σ >Η Η (0 U >-ι μ μ 0 0 U Φ Φ φ φ Ή μ *Η Ε Ε Ε Ε ι—1 Φ Φ Φ Φ >< >. α Γ 1 1 1 (0 ιο < 'Φ 'Φ 'Φ 'Φ μ U μ Ι-ι J-I μ a a α, Cu CU a W W ΙΟ νσ νθ *» ·» (0 Ο ο ο αι c. η η ο υι \ — + •m + *» + ο σ Η Η rH Q .* νθ 10 η Μ. W* »· Ο ο ο (1) φ 0) C C C 0 0 0 •Η •Η •Η Ό Ό Ό 1 1 1 ,___ ,—. -— 0) ιη + + 0 < < « m < < μ C 0 ο 0 0 0 0 φ +J •μ -μ μ μ μ Ε W W (Λ W W W m 0 0 0 0 0 0 •Ρ α α a a a a ÍTJ Ε Ε Ε ε Ε Ε Ιη 0 0 0 ο 0 0 Εη υ υ υ υ υ υ
Deve ve-rif icar~s= que a inclusão de (S) --diene na mistura herbicida alarga c eT'eitc pe^oicida tanto contra espécies ervas daninhas quer í ec. --os-as que··- d i co ti 1 edóneas 5 < CO ) s (EE) e (CV) .
Exemplo 3
Actividade Herbicida Fré-Btierg&ncia
Para uma avaliacao suplementar da actividade herbicida pré-smerqãncia de misturas de ÍB>-3-íi-aminoíetilideno—S—metil-furano-234--diona " ÍS;-diona" ) e -V< co composto h ? i.e.s 2 5 6~ -dicloro—be-Rzonitri lo, foram realizados testes de pré-emergência, como se descreveu no Exesiplo 2S n» espécie aly*nus rapens fCOl? fts verificações foram efectuadas 11-:=, 20 5 28 e 29 dias após o tratamento (DAT)»
Os resultados foram sujeitos -a uma anal 3 se oad ,_ão "probit" por corju ta do r par-a calcular o doseamento de cada comoosto da mistura em kq/h-s,· requerido □ ara matar 50¾ das espécies testadas* Esta dose ê designada por dose ©ÍD^» Se urna mistura de herbicidas A e B ac t ..-.ar, em conjunto ds uma. forma aditiva pode especar-se que cs valores SID_t.. para. A B B fíâ «1 c* mistura sejam dados pelas equaçSes \ 1 > e < 1.1 ? abaixo: a 6ID__ de ti na mis tu-ra ~ ----------------------- a 2 + - b de A na mistura » (GID^. de 9 na mistura) x i ζίχϊ
mm que a b * GID -· GIUde ft uti 1 xsado só de B utilizado, sé £ relação de peso A/h na íiiSt,ra
Por 0ΙΕ·_de A fnn B» na mistura auer-se significar a. dose de h iou Ε;) aue é ?c-ljcadõ, em i· g/ha, quando se utiliza uma. mistura que mata bé:·- das sss-scios,
Se apenas u·** componente espécies em teste 5 a r a a s d c s es esperar-se que os w 1 ores BI D,»,,. OL? mesmos em tod as misturas, i »e„, contribuir para a sc/tivídade. da mistura for a.ctivo contra as utilísadag nos ensaios:, deve para este composto sejam us o outro componente não deve
Se os valores de 61 LO., medidos forem de facto, pç· "" res aos calculados, a mistura é sinergética.
Os resultados cios testes encen trera-se na ia.bela 2 que se seque, que apresenta os valores (em kg/ha) observados, •_j \r: e, entre parêntesis, depois desses valores observados, os valores calculados de acordo com as eqoaçées anteriores. Os resultados foram todos sujeitos, a análise oara verificar a sua siqnificSncia estatística e a tabela denota sinergismo a um nivel estatisticamente significativo,
Oi
TABELA )
S C0 σ ΟΙ 10 ιη ιη ιη I- οι η οι ιη « « • « « ο η ο οι 3 1 w w 1 0 00 σ η ιο < σ ιη Γ Γ- ο η Ο ιη • ·- . • ο η ο οι ο ιη Ω Η Ο W 0) Ρ 0 f“l Γθ s **—S f---1 > 00 OJ ιη Γ- ιη ιη C0 <Ν Ο) OJ Η « • ,- •τ- (0 ο ο Ο Ο C '—' I — 1 '— 0 -Η σ C0 η ιη Ρ Γ>* σ Γ 00 ΓΜ ο Ο Η *. Ν. *- ο ο ο Ο ΓΟ C ΓΟ C CQ 0 Ή ρ ο Η Η Η Η Ο ρ 0 ·· ·· ·· ·· ·· ·· Η rH Ο ι—1 Ο γΗ <υ < Ό 0 rtJ ίίΟ Μ ο Ρ Π) -Ρ »—ί 10 0) •Η « 2 Εη < ΟΙ Ο) ΟΙ OJ OJ ο Q γΗ Η Η γΗ Η OJ 0) Ό 0 Ρ (Ώ Ή Μ ω Ρ υ -Ρ 1 < < PQ (Q 1 Ρ W m Ή Ρ 2 ,064 (0.149) 0,064 (0.149) « O in Q M O CO <D M O rH ra >
TABELA 2 (Continuação)
(0c 0 •H Q ra c raco H Q <L> V O iraora i—I Φ as
< Q (D Ό O U H d) O Cj ra ff raμ p 4-> ra •H 2
ff) n o ra in 3 +J ra H S O C\ 0\ r- in v£) in n «f Γ- rH r- rH r-· *- *- o o H O O — — — 1 "— "“Τ' VO •«f 0> r- r- ΙΛ v£> in r~ <· O o c-· V r • o o H o O r- H ck VO r* m H H rH ·> •v O O O 1 1 '— 1— 1 H r- V0 r* r- O H o r O o o rH rH rH o rH H • · • . ·· • * * • · O H O rH rH O o O o CO CO co (N N M <N (N CM < CQ CQ 1 < < CO M .074 (0,161) 0,074 (0,161)
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Para. a. avaliação adicional da aetividade herbicida pós-emerg'§'nc ia de mistuves de < 3 > — 3-- í l-amiRoi-etiliden.Q--5-metil-furano-2,4-ds or.s e simacina, toivíj levados a cabo testes por pulverização foliar põs-energ^nc:a, corno se descreveu no Exemplo 2 5 nas espécies Cal 7- stecia se o i um (SE),, s 1 ymus reoens í CG ) e convolvulns arvensis íCV) „ As veri f icaçSes foram efectu.adas 9? 14, 23 e 33 dias apas o oratamento (uAT)„
Os valores- GilD^., foram calculados como se descreveu, no Exemplo 3 e os rssu 1 tados dcs testes encontram-se na Taoela. 3 que se segue. s
m c -H M ro E •H w η H O *- ·> o o | — w OV -tf O H O «í e* ·> o o
VO C0 P> PI r> ir> r O o Sm** rH «0 Ifi CD H PI •h. in O ·» o H
η σι M «tf O O *v r* O H
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ro C o •H Q n r* p- vo o o • · o o w w I m p-P* H O O o o OV H p> ui P- P* • I o o s^> | CV rH P' H p· n o” o vo in «í «3· o o • · o o w w I vo fM *J> rH O o o o m
TABELA ro íh D •p w *H s (0 Ό 0 iro O ra r—I 0) (¾ H < Ω w 0) •Η u '(1) a m w o
h pg O σι w w
Ο Η H
O rH rH
H PI O σι o u h pg o σ> > u SE 14 1:0 0 T08 3 (0.083) 2:1 0,025 (0.072) 0,012 (0,036) 0:1 - 0.264 (0,264)
m G •H N G E •H tO ΓΜ 00 O η o n <· in h r' o ΓΜ à" m O o O m P H o <0 0) 0 I—I |f0 > vc co η o Η O r o n vo ir> o t" O (M ·- r O o
in o rr » o (N • • o O w w o\ o H co o CM V • o O TABELA 3 {Continuação
m c o -H P m GP +j (0 Ή Σ Φ V O m1 O ro t—I (Dcc co d) •H u 'd) a w oi r~ co r- vo ► r O o μ ci Γ» t" Γ" (N r· ψ· o o O rH <H h rvj o o u oo CM ΓΜ O O O o
C* r-C (N H O O ·- *-O O O H t-í
Η ΓΊ O > u 00 H Ο Φ Η O O O w '— | co » o n h o *- r o o
Ο Η H
H f» O
n CM ww CO 23 1:0 0.855 (0,855) 2:1 0,162 (0,676) 0.081 (0,338) 0:1 - 1.613 (1,613)
mc •H N ro E Ή ca o m P H o co (D U O l—I CD > r- P O ψ~ o (M n σν ί· O <No n #* * o o >vr nco o o «* h ·*O o | *x >4· r>η o o *r •o. ·*o o
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CO iH O n ,590 (0,590) oo o TABELA 3 (Continuação)
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Exempla 5
Actividede Herbicida F'is~Emsrg2r:L. ia
Uti 1 i caram- se ·:·υ.ϊãΠcomoosiçEes para avaliação da actividade nsroc cica pi~-a;nerqê'." di a r. empregando o método geral descrito no Exemplo 2=. /-s rcmec-e LcEee continham a 3-( 1-amino ) e ti-1 i d e η o - 5 -- m e t i 1 - fu r a r- o - 2 = 4- jí;. r a r a c è or. a i í i ; - d i o n a " > e uffi d o s seguintes parceiros de mistura; 2- c loro-4- (1 -ciano-l-met i I et i 1 a mi no -é-eti 1 amino'*! ,3:5 S-triaiinas < " composto C,! ) 5 3- (3,4-dic1orofeniΐ)-t» i-dimetilureia ("composto D"> s 2-<5-terc-butil tsc-xazol-3-il i-í . í-dimetilureia < "composto E") j e 2-c 1 oro-1 - < 3—eto;··; i-4~ni trof snox i ) -4- tr i f 1 υ o r ornei. í 1 ) benzeno ("composto F " ) =
As plantas ds teste foram as referidas no Exemplo 2 em conjunto com 5 r o mus srcrc 3 :..s >. E-E.1 e Sal mm a par me <QG?=fts formulaçSes foram prepa.raças como no Exemplo 2= Os niveis ue dosagem encontram-se na Tabela 4 que a seguir se apresenta. Os niveis de dosagem f "a.n escolhidos oura oor^eoocnder às dosagens recomendados para c camne eara os compostos C a F e as misturas foram const i to.ida.s por -voliç-ao dessas doses a uma. dose de 0 s 5 e. 150 kg/hâ de (±)~diona. A 1 fotoxic idade foi avaliada após, 20 di-as,, Os resultados snocrura:,- ía em percentagem na Tabela 4«
W:m oo q
TABELA
O ou. (N fM OJ CN o o o o o o o o ο ο ο ο o o O o o O o o o o o o o o o o o o o o OJ OJ r» r- o o o o Η H o o o o Η H ο ο ο ο Η Η • 001 ‘001 o o o o Η H 100. 100. o o o o Η H 100, 100. (N O in r** rsi vo CM (N 00 CO q q Ο Ο Ο Ο orv so rH CO σι r> H rn IfY Hj* *h σι cj H IO Φ 00 tn r- »- · »· 9 tr- *-· r- ·- ·- · c *- *S. · * ·' co n vo tf) OJ Ol 0- to Η H oo co ο ο ο ο Η Η tf) ot tt Φ tf) n CD 00 ω q σν σι IO C0 00 vo d r» σι r- rH rH rr os r-i vo q σ q 10 ιο tf) tf) í" 10 VO tf) η oi VO OJ σ\ oo co X Φ ΓΗ VO tf) q Η O r~ #· ·" r·. t- 1· â- . 1· 1 *· · r- .r • · » ·. X ΓΙΟ IO q lO q n oi q vo q IO tf) tn to VO to vO tf) σ oj .o* r* CO ΓΟΟ r- in vo 00 vo CO Γ- σ co n r-os Φ Γ**- rH O ÍN *f *<* ís ο σ n co o q o q q oj q to ο σ n ® Φ n tf) V0 q σι q if) • ♦ ** é. r *. ·. ·“. ► * »- · »- ·' · 1 · tO vO 0* V0 q n S co q o σι σν vo oo 0\ 00 100 94 q co σι vo VO 00 <T\ 00 <N Φ σ r- q γμ σν σ v© o oj n H n ^ η η η co o q O q n r> η o\ n tn 0> H η n σι σι os n rH 0S co vo r- σ
£r> o otn q <N m qco V0 O qm q n tn oo r* tn co r» q tf) tf) r> r- tf) to n <n r- oj Γ» t£) .¾15. <i <í q n f- fs q Ó i · * f O O q r-) q q q Π ο σ o o Η O σ ao n CS vo σ r* O tfl o o co o tn r- ο σ q γμ co n O (M o o O r* tn η σ Φ o tn q m tn vo tn σ r- co r> co m co r- ¢0 O £tn x ô cr> c x
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tf) Η lf) • » Η: O 0 U O OJ a 4-1 m c c C 0 0 0 õ 0): Q M P -w P fi Ή: Í0 m v w (TJ T! o O 1 0 +J 1 CL a— a <TJ e E -H E )-t +[ 0 s 0— 0 ϋ ' u + u Q tO C w m c a a m c O o 0 0 0 0 0 0 P -H P P -H P P -H W Ό m « T3 to to T3 0 1 Õ 0 1 0 0 1 a— α a — a a— ε +1 E ε +1 E E +| 0 — 0 0 — 0 0 u + u u + u u + 1 - <»
Dev© .er-se nos r-?sulí.aaos antsriures que a inclusão da C±)“dicns na mistura alarga o efeito herbicida dc-s com postos C a F Lt t i 3. i z a d os s σ z i n h o s „
Exemplo 6
Activida.de Herbicida Pás-Emerçgnc.ia
Repetiu-ss o Exemplo 5 cem a uti 1 isacão da 3—1 i-amima >-etil ideno-5-meti l-furan-Ig A-diona iscépúca (:I (±> -diana) est conjunto com substâncias f ormulads s come^c i ? 1 mer· te dos seguintes parceiros de mistura suplementar;
Herbicida contendo ião 1,1'-dimeti1-4,4'-bipiridildi-í1ico (conhecido por " paraqu.at" ) (“composto G“ ) ; N~( fosf onometi 1 jqlxcina í "composto H"! > Ácido (RS) -2--am,ino-4··-· ( hidrGximeti I fosfini 1 1 butan=iCG ( "composto I" ) s 1H-1,2,4-triazol e--3-amina ( " cénicos to '.) " ) i 5-bromo~6— meti 1-3- t 1 -meti 3 -prapi 3 ) -2 - 4 : -ih . 3h ; pi r imidi nodiona í“composto K"); Ácido (25 4-dic lorof enoxi 3 a.cét.ico > “composto LH ! | © Ácido 9-hidro;:if 1 uoreno-9~carboxi 1 ico ' "composto M“ ) »
Os resultados sãc apresen ta dos na Tabela 5 seguinte,, As espécies identifiçadas na Taoela são trigo (WH)5 elymus repens íCO1, Convo1vu1us arvensis íCV19 Bromas sterilis (BB)e Ga1ium aparine (BB) e calvsteqia seoium (SE).
:'3gg0sg6B@Hs=i
oj r\i o Hf Ο CM YO CM CM H o o O O V© © 00 ω (N (N ο Hf O CM m CM CM H o o O O IO p P p M • · >», · .. • t ♦* 9 • 1 ·> fc. 9 '9- φ w ΓΜ ΓΗ ο ον Ο P in CM CM H o o O o O p P P p p O VO H ο σι H m CM p Φ o o Η H o o rH rH 00 p p p VO f © vo © n 10 CM vo m Hf © σι n © P © p ΙΓ) Μ· σν σν vo p CM 10 <71 00 O σν 00 Φ vo n vo o 0 ·' · > *- ** * *- *K ·- <« >· * r <· • * • · 0 Lfi -NP lf) CM σι p cn co CM H p IO co σν <7i o σν m· m h? Ρ VO p p IO H VO IO co p 00 P p p Ρ Γ'
vo hí O Hf o o 00 o C0 H O Hf 10 Hf σν σν hí σν * CFV Hf O Hf o o Hf O t> H O Hf H Hf co ω ρ co . Ο BB ΓΜ Hf O Hf ►. r- o o rH O * <· H «'< ► O Hf *>' 9 © Hf • · C0 Φ ** ·' ο ω ν · VO Hf o σν o o 00 P VO ο σν σν σι co co σν co rH rH rH rH > Ρ CM Ο ιη 1 η ιο VO Φ • *- η co η r* ·* η σν φ ιη r. ·— CM Η ιη φ ·* ·' Ο Μ η νο r ο η ο ri .*·'· * Ρ Η Ο rH « · ,37 .52 ο ηγ ,eo Q\ rH η r** ΗΡ CM C0 *τ νο σι ο η Hf Η ο 00 ρ νό ιη ω r* VO Hf Φ Φ σν ρ Ο Φ Η Ρ νο Ρ- Φ in
TABELA ο ο Φ φ σν cm Ρ ο η η η νο Hf Ρ η φ © © η η Φ Ρ» φ ιη ο ο Φ Η η σν Ο η η ρ Ρ Ρ ^ ·. * , ,. r •ρ- '9* » » ^ r· 1» ··* 9' 9 νΟ νο Φ ρ,· Φ Φ *τ Ο σι η η rsj ρ ο η Ρ Ρ ΉΓ ΗΓ Φ Ρ Φ νο Γ* U0 Γ** Φ C0 Φ © Ρ ω ρ- ρ Ρ
E η ιη Hf ιη ο σν η Hf ρ ο ο ιη ο η σι σν σι Γ- η Η Hf Η Φ Η ® Ο Φ Ο Φ Η Φ η η ιη • . . ,. r- • ι « • · r ·< · • • Õ η Φ Hf Φ V0 ιη ηρ Ρ ο Ο νο φ νο φ ιη CM ιη η σν σν σν σν Φ Η © Ρ ο σν •Η σν σν φ φ σν φ m Q) X! <Λ \ ο m (Μ γΗ ο σ' • · • Η Q ,Χ r-Η ο Ο Ο (Ν νο 10 ιη γμ 10 ιη ρ Φ 00 V0 Φ Ρ Φ ο ο ο ιη r ·~ι Φ» • · • .** 9 * .·» ♦- » »- Η Ο Ο Ο Η 0 ο ο Η Ο CM Η η Η ο +j f0 0 (D G 0 Π3 C Ε C C Ο 0 0 0 0 0 -μ ·η μ ή μ Ε Ή ΙΟ Ό Κ) τ 10 W Ti 0 1 . 0 I 0 +J ί Ον ,α— 0, ίβ '' ' ε + 1 Ε +1 e :k Εη ^-1 0 — 0 -- 0 υ ϋ + 0 + Ε m Η Η .(U C Τ Τ £0 C Ο C 0 0 0 ο 0 0 μ 0 μ μ ·η μ μ μ (0 -Η: 10 10 Τ 10 (0 τ 0 Τ ο 0 1 0 0 1 α ι α Οι — α ά— Ε — Ε Ε +| Ε Ε + ο μ| 0 0 — 0 0 S— 0 Ύ 0 0 + 0 0 +
• 'Λ; O H ο ο ο η ο r* νο «τ ΟΥ Η O H ο ο Ο Γ> ο νο ιη νσ Φ Η w K r- 9~ .#-< ·- r·. r* '»·. ·- · «1 O vo Ο Ο Ο Γ" Ο Η ιη «# 00 νο ¢/-.. o co Ο ο Ο Γ> ο σι ιη « C0 00 * H Η Η Η ι-Η <n σι ο «r Ο Ο V0 ΊΤ νο νο Ο Η 0 ιη ιή η ·μ· Ο Ο m ο ιη ιη νο «0 r * ψ~ r~' *- tr * • · • « u (Μ ΓΜ νβ 'Mf ο ο ιη ι>» ιη ιη V0 σι σι σι σ> ιη η ιη ιη νθ VO io m co r~ ο ο νο ο Ο Ο γμ σι ΓΜ H r» vo ο ο ιη ι> Ο Ο ιη co Η;; U ffi «· 9~ ·.! *- » · * * CQ ov co l> vo Ο ο ιη η ο ο CO C0 Õ ιη ίτ I> vo ιη ιη νο η ··* «tí U- β 2 β •Η o o o ^ γΗ νθ Γ' Γ- Γ"** Η. 00 ρ» -μ· η h n Η ΓΜ Ο η γ* Η: S ο Ε > • · r r <r .· r · r* *·- Γ ·' 0 u VO ΓΜ νθ mT ιη σι **· ο Ο Η U ΓΜ σι σι νο ιη r* r* ΓΜ Η Γ% ρ* m < j ia a 0\ n ΓΜ ο ο ιη cn Ο Ο ιη >σ c m σι r* γμ ο ο Η LfV Õ Ο Η Eh Q r . O ím in Ο ΓΜ ο ο C0 ΓΜ Ο Ο C0 μ}· ’Τ ΓΜ σι ΐ" ντ "Μ· ·Μ· S. , J Ο Ί" η νο ο ο Η Η ο ο C0 η • W Ο Γ'· η γμ ο ο vf -<f ο ο νθ 32 ·— r>· * ο ο η σι ο ο rv p» ο ο γΗ σι ιη ·ντ α> ιη η ΓΜ 10 0) £ ιη ιη ιη ιη ΓΜ V0 ΓΜ VÓ 10 \ ιη Γ' ιη γμ η rH η νο Η Ο γΗ ΙΟ. ο σ> » .· 'Γ· • · • · Q X Η Ο ΓΜ ι-ί ο ο Η ο Ο Ο Ο 0 Μ 10 ..j j ra :2 0 2: ftj 4J C 0 -μ C α ο 0 c 0 0 C 0 0 φ -μ -η -μ +J ·μ +J -μ ·η Ε ιο (0 Ό 10 10 Ό ίο (0 Ό (0 0 0 1 0 0 1 0 0 1 4->· α, α*- α α>- α a--' fO Β 1 +ι Ε . e +ι ε ε + 0 0 ' 0 — 0 0 Eh υ υ + υ υ + U α + *
Deve de nove ^e^ifíca^-se o os “esuitaeos anteriores que a inclusão da \i)-diora :·',=’ nlstura alarga o efeico herbicida dos ç&mpostos 6 a M«
ÍjiE5mlD__Z
Activiiiade Herbicida PéB-Émergfncia
Foram .levaoos a cabo ensaios como os descritos no Exemplo 2 sobre as seis espécies utilizadas nos Exemplos 5 s hv para avaliar ainda a a.c tivida.de pós-em°rg§ncia de misturas da 3-( 1 -amino>et i 1 ídeno-S-met .* 1 - furan-2,4-diona racémica í " í ±)-··dío^ na") e, ooítío parceiro de mistura, um dos compostos C a n,.
As avaliações f aram realizad as 13 cias apôs o tratamento e os va 1 ores GI D,-.,.. ·_/ X?· c a 1 c u 1 a d o s o o m o as descreveu η o E x em p lo 3. Os COITipOS tΟΞ C , B, E e F foram fo rmulados em a c e t ona, c omo se descreveu no txemeio 2=
Os compostos 2 : I; ·. f L e fl foram utilizados como substancias comerciaimente formuladas., Nas tabelas 6 a 11 que a. seguir se apresentam encontram-se os resultados para WH, 00, CV, BB, GS e E resoectiveittente. ;
TABELA 6 - Espécie WH
Relação (+)-Diona: E Parceiro Parceiro de Tratamento de Mistura (+)-Diona Mistura (+)-Diona 1:0 2,136 (2.136) -í Composto H +{+)-Diona 2:1 0:1 0,285 (0.865) 0.142 0,727 (0.433) (0,727) ' ; .'r·; Composto H Composto I 1:0.76 0,026 (0,043) 0,020 (0,032) + (+)-diona 0:1 _ 0 · 03 3 (0.033) Composto I E sj Composto K 0 344 (0.685) 0.516 (1.028) 1; 1 · d 1,514 (1.514) + ( + )-diona 0:1 ·' Composto K .y*.
-E
Tabela 7 - Espécies CO
Relação (+)-Diona: Parceiro Tratamento (+)-Diona dc Mistura ( + ) -Diona l: 0 ϋ ^ 870 “(0 ,"8t0 ) Composto C 1:0.24 0,327 (0,813) +(+)-Diona Compos to C 0:1 Composto D 1:0.6 0,194 (0,375) +(+)-Diona Composto D 0:1 Composto E 1:1 01264 (0,318) +(+)-Diona Compos to E 0:1 Compos t:o F 1:0.1 0,154 (0,555) +(+)-Diona Composto F 0:1 (+)-diona 1:0 1,233 (1,233) Composto K 1:1.5 0,166 (0,914) +(+)-Diona Composto K 0:1
Parceiro de Mistura 0,079 (0,195) 2,996 (2 r 996) 0,117 (0,225) 0,396 (0r396) 0,264 (0,318) 0,500 (0,500) 0,015 (0,055) 0,153 (0,153) 0,250 (1,371) 5,305 (5,305) ..Vr -λλ> 'νλ'
.7?; Λ-
TABELA 8 - Espécies CV
Relação (+)-Diona: Parceiro
Parceiro de
^ *· .U'«_ Tratamento de Mistura ( + )- Diona Mistura -- ; .+ . . -· ·: - vj (+)-Diona 1:0 0.245 (0.245) - - .. ;; Composto D +(+)-Diona 1:0.6 0:1 0.031 (0.053) 0.019 0.041 (0.032) (0.041) Composto D •\ - +? j_ ' Composto F +(+)-Diona 1:0.1 0:1 0.006 (0.010) 0.306 0.001 (0.001) (0.001) _i7 Composto F (+)-Diona 1:0 0.195 (0.195) - - . *: r ;>-«" - --. -.-+: Composto K +(+)-Diona 1:1.5 0:1 0.084 (0.179) 0.125 3.303 (0.269) (3.303) V.?'L Composto K íy Composto M +(+)-Diona 1:0.12 0:1 0.120 (0.193) 0.014 2.508 (0.023) (2.508) Composto M 3.
' TABELA 9 - Espécies BB , u
Relação (+)-Diona:
Parceiro Parceiro de
Tratamento de Mistura (+)-Diona Mistura ( + )-,Diona 1:0 0.572 (0.572) *· - Composto F +(+)-Diona 1:0.1 0:1 0.042 (0.099) 0.004 0.012 (0.010) (0.012) Composto F (+)-Diona 1:0 0.603 (0.603) - — Composto H +(+)-Diona 1:0.5 0:1 0.262 (0.431) 0.131 0.756 (0.216) (0.756) Composto H Composto K +(+)-Diona 1:1.5 0:1 0.168 (0.261) 0.253 0.692 (0.392) (0.692) Composto K
vJ
TABELA XO, - Espécies GG
Tratamento Relação (, ) -Diona: Parceiro de Mistura ( + ) -Diona Parceiro de Mistura (+)-Diona 1:0 0,280 (0,280) - - Composto C +(+)-Diona Composto C 1:0.24 0:1 0,028 (0,084) 0,007 0,029 (0,020) (0,029) Composto E +(+)-Diona Composto E 1:1 0:1 0,003 (0,030) 0,003 0,03 3 (0,030) (0,033) Composto F +(+)-Dione Composto F (+)-Diona 1:0.1 0:1 1:0 0,015 0,627 (0,027) (0,627) 0,001 0,003 (0,003) (0,003) Composto G +(+)-Diona Composto G 1:0.2 0:1 0,053 (0,094) 0,011 0,022 (0,019) (0,022) Composto K +(+)-Diona Composto K 1:1.5 0:1 0,004 (0,007) 0,005 0,011 (0,011) (0,011) 40 ”
TABELA 11 - Espécies SE
Relaçao ( + ) -Diona: Parceiro Parceiro Tratamen to de Mistura (+)-Diona Mistura (+)-Diona 1:0 0,371 (0,371) - - Composto L + ( +) -Diona Composto L 1: 0,3 0:1 0 f008 (0,091) 0,003 0,036 (0,027) (0,036) Composto M +'( + )-Diona Composto M 1:0,12 0:1 0,094 (0,229) 0,011 0,072 (0,028) (0,072)
Exemplo S
Ac t í v i cl ade H e r b i c i d a P -3 s - £ m s r g e r; z j. a
Para avaliar a ac vividãtía 'herbicida oés-emergencia de misturas de (±)-dicna e,, como carreiros de mistura, um dos compostos N a S abaixo identificados. levaram-se a cabo testes pós-emerqênc: ia como descritos no Exemplo 2 em -zinco espécies de plantas. As avaliações foram feitas Í9 dias após o tratamento ®
os valores BID_. calculados zcmo descrito· no Exemolo 3. Os PM compostos e as misturas foram formulados com água,.
Parceiros da misturai ) O i 3 -- i :Tin O J p r D p i 1 J - 3“ C 2— -- (eti 1 tio > oropi 11 - 3 - h i d r o >: i-i-cic lo- hexen-i - ona < "com dos to N" ) Acido 4-amino-3,d- dic 1 oro-o-f 1 uo“-c~2-ciridi 1 oxiacético ; "composto 0" 1 í;t to;; i z a r bon i 1 ) am i η o J f en i 1 o i3-meti1-fbri1)-carbamato de Ç “composto p" '> 3,, 5-di bromo--· 4--1:.1 drox i- der sor i tri 1 o ( compos to Q'- ) 1 —ben ξ o t. i a z c 1 — 2 - i 1 — 1 , o—d i m e i L ] u r e i a ( "co m o o s tP1
oxadiazol--2 ( iri >ona í "c omccs to o,; ; *
Espszies de Plantas
Trigo, Triticum aestxvpm Trepadeira , Cal vozeaia seozd.r. a r v-ens Ls- ( Cv ?
Trepadeira, Convolvulus âlitOi
Aparina, ballum aparire Capim estéril , Bromus st1:-r 1. lis ÍBSÍ (BB)
Π'-. rgsu ί. οη 'çr an--
ta bg? 1 e. 5 1Z 1& qu® ã •sequir g®
%
Tabala12 - EgpéciesWH
Tratamento rei ação (+) - Diana: (+)-Diona Parceiro Parceiro de Mistura de Mistura
Composto N (+)-Diona lí Õ 2.8 60 (2, 860) Composto N 1: o f: 12 0,268 (0; 741) 0,032 (0,089) +(+)Diona 0:1 - — 0; 120 (0,120) Tabela 13 - Espécies SE
Tratamento relação (+)-Diona: (+)-Diona Parceiro Parceiro· de Mistura de Mistura & υ
Compos to 0 1:0 0.330 (0, ,330) (+)-Diona Composto 0 1:0.1 0,036 J (0/ .077) 0,004 0;010 (0,008) (0^010) +(+)-Diona 0:1 - f - - 44
Tabela 14 - Espécies CV
Tratamento rei ação (+ )-Diona: (>) -Diona Parceiro Parceiro de Mistura de Mistura
Composto P (+)-Diona 1:0 0,120 (0,120) IP·* xJ Composto P +(+)-Diona 1: 0.5 0: 1 0,007 (0,080) 0,003 0, 120 (0.040) (0.120) Tabela 15 - Espécies GG Tratamento rela, ção (+)-Diona: Parceiro de Mistura ( + )- Diona Parceiro de Mistura Composto Q (+)-Diona 1: 0 0,350 (0,350) - - .J Composto Q + ( + ) -Diona 1: 0; 5 0:1 0j 007 (0,110) η o o co O O — — O o (0,055) (0, 080) Composto R _-j.( +) - Diona Composto R ' 1:1,75 0:1 0,007 (0,.049) 0,013 0,100 (0,086) (0,100) Composto P -t- (+) -Diona Composto P 1:Ô/ 5 0:1 0y 04 0 (0,258) 0, 020 0,490 (0,129) (0,490) % t
Tabela 16 - Espécies BB ratamento relação (+)-Diona: (+)- parceiro de mistura Diona Parceiro de Mistura Composto S (+)-Diona 1:0 0.890 (0.890) « - Composto S + (+)-Diona 1:0.6 0.044 0:1 (0.128) 0.026 0.090 (0.077) (0.090) Composto R 4-(+)- Diona Composto R 1:1.75 0.080 0:1 (0.235) 0.140 0.560 (0.412) (0.560)

Claims (2)

  1. RE I v I ND ICAçúES ; 1:-,= - Prc: = = i" cara a prspereção de uma rciupcsição herbicida, caracterisatia por se incluir ns referida composição um primeiro composto oaoso de ocmba.ter olar-tas· de o resc imen to indesejado em mistura com 3-(1-amino)eti3ideno-5-meti1-furano--2,4--dicna, e® conjunto com um veiculo* 2i. ~ Processa de scordo caa a reivindicação 1carac-terizado por o prt.neirc ::οτρcsto ssr 52!espionado a partir da 2-c laro-4 , á-bis \ et 11 anúno < -1 .. 3 , T:-~tr 1 3 ::in a , 2,, A - d .1 c 1 o r o - b e r: z o n 1 - trilo, 2-c1oro-4-( 1 -c *.aoc-l-uat; 1 e ti. 1 amino)-ò-eti 1 -amino-1 ,3,5- -triazina, 3-_( 3·, d ic Icrc^em 1—1 „ 1 —d i—c ti 1 -upea , sais da 1,1'' — -d i me ti 1-4,4 " -bi pirid: 1 d: - -11 io , S-4 — \ f os 7 cnomet i 1 > o 1 íclna; ácido (RS> -2-aminc, 4-1 nidroximcc 11 f osf ir:i 1 ) bucanêxco, 1H-1,2,4-1r.ia,cole-3-ami na , 5-brcmõ-.A-;Ti,et 11-3- ' i-r-eti 1 propi 1 > -2,4-( 1H ,, 3H)-pi rimi — dinodiona, ácido í 2,4-d ic 1 o>·cíer;c.;i iacácico, ácido 9-h.l.drnxifluo-reno-9-carboK i 1 ico e 2-c 1 ore.· -1 - : : - ‘;or i-4-na trof eno;: i }-4- ·; trif lu-orometi 1 ) benzer-o, f E, Ξ ) --i:')
  2. ~2~C i -[ ΓT-clc-o-l-crapeni 1 ) c>; i 3 imino3-propi 1 J-õ - Γ 2 - ·. a : i 1 L 1 '> - p r o p .i .1 3 ~ 3- ~ r 1 ·:!r o >; i - 2 - :: i c 1 o - h e x e η - 1 - o n a , ác ido 4-an;ino--3,5-c! ic 1 c-r -o-A-~ ç 3 uor ο-2-pi r id i 1 o:-; i-a, cá tico , í 3-me— til-fenil ) —car bania ao da 3- [ ursL,j„,car bcnal ;-a;n.ino3 fsnilo, 3,5-di-bromo-4-hidrc'-; 1-ben ;on i t-- L 1 o , 5 -ben zotis zol -2-i 1 -1 , T-dimeti 1- -ureiá e 3-12 ·, 4-d 10 lcro-5- (.1 -meti 1 et o;·: 1 )-fen 113-5- (1, l-dimetile-til ) ~1 ,3,4—OKadiazol -2 3H 3 -ena » 3â,«: - Processo da acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado por se o.-ecarar uma comoesiçao herbicida que compreende um primeiro composto misturado com 3—( l—aminc-Oetilide— ηο-5-meti1furano-2,4-diona r acèmica„ - 4 4â . c a r a c t e r i 2 a cí o compreende um cte 3-- (1 -ami n _ processa de acordo por se primeiro reivindicação 1 ou preparar uma composição herbicida composto misturado com um enantLómero c o;n a. que (3) ti 11 der o-d--meti 1 -furam :>—u 5 4-di :ra „ 5§. -- Frecesso de acordo com Qualquer uma das reivindicações precedentes,, caracte.-i caco por a proporção do primeiro composto paira a f urano-I. *+-diona estar na gania de desde 10s 1 até 1-.1,100 em peso,. és = - Processo ce acordo coo qualquer uma. das reivindicações preeder ts=, car;.c tari.i?dD por se preparar uma composição herbicida que compreende, peio menos-, dois veículos, sendo pelo menos um deles um agente tensio-acti --•o» 7§, - Método car;-· combater o crescimento de plantas ifidesejadas num local, carac. fcerisado por compreender o tratamento do local com uma ccmpc-riça-:;- de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, sendo a t*;-,a de aplicação de ingrediente activc cota] de õ,0õ a l-;1 fq/ha. Lisboa, 11 de Julho de 1939
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