PT92124A - Estrutura de apoio longitudinal para artigo de calcado - Google Patents

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PT92124A
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ligament
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PT92124A
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Inventor
Thomas E Mintel
Kenneth W Misevich
Rob Roy Mcgregor
Original Assignee
Colgate Palmolive Co
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    • A43—FOOTWEAR
    • A43B—CHARACTERISTIC FEATURES OF FOOTWEAR; PARTS OF FOOTWEAR
    • A43B23/00—Uppers; Boot legs; Stiffeners; Other single parts of footwear
    • A43B23/02—Uppers; Boot legs
    • A—HUMAN NECESSITIES
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    • A43B—CHARACTERISTIC FEATURES OF FOOTWEAR; PARTS OF FOOTWEAR
    • A43B3/00—Footwear characterised by the shape or the use
    • A43B3/12—Sandals; Strap guides thereon
    • A43B3/126—Sandals; Strap guides thereon characterised by the shape or layout of the straps

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  • Footwear And Its Accessory, Manufacturing Method And Apparatuses (AREA)
  • Orthopedics, Nursing, And Contraception (AREA)
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Description

AM i fcCEDEM! fc.8 t SUMáKIO DA INVENÇÃO i=»1 presente invenção diz re sç sexto a um SOO 3-O extern» d Lvel que proporciona sã p O à. Ό S conforta ao ar CQ sTvéd 10 do orssents invenção dis respeito uma pé» Mais sspsc£ f i casisnte tira de ligamento que é amarrada á sola de um sapato de modo a controlar as forças de aperto no pé» pela manutenção do comprimento efectivo da porção longitudinal do pé» A presente invenção realiza alguns dos mesmos benefícios que foram préviamente obtidos pela aplicação de uma tira no pé como a u@u descrita mais á frente» Contudo5 o constrangimento longitudinal é mais bem conseguido pela amarração ao sapato do que pelo uso de uma fita no próprio pé»
Numa tentativa pa ra c ompreender o pé como um sistema» os vários parâmetros que in fluenciam a função do pé tâm sido estudados. , particularmente no que diz res Lpeito â impor tSncia do
Li mudelo tradicional do r -Ei de and ar s c on hecime nt rn u»j :lat a 5 po r e sei iS K ίΖΏ:Τι gg QLl ir i “S ' "l. -£ Π d 3. 'f~ d d( pê a do ti X 0 α LOb CB.rga. um pé como ponto de apoio» A necessidade pratica de tal conhecimento, reside no facto de que um verdadeiro modelo estrutural do pé é capaz de permitir prever a maneira de andar e os efeitos de um sapato na maneira de andar» Peio connecimento prevxo de como um pé afectará o rendimento de um atleta» por exemplo» poderão ser optimizados os desenhos dos sapatos5 sem seguir o método usual oe “corte e prova" do desenvolvimento “Standard” dos sapatos» GQ1S SX X OS »
OiTí Um eixo talocrural í tornozelo) e s um eixo Bu.btaiar aparen arte frontal do pé é re 1 b. fc i v*-=\-fiven te rígida,! ten d o sónico t0 érie ds pequenos moviπ iientoe da oss o a* á volta d 03 SIKOS E-itj
í r. H uma entre duas filas de ossos do tarso» A direccão média do eixo efectivo sob o tornozelo» chamado eixo subtalar, é considerada a 4··? graus com a vertical e a 16 graus com a horizontal» em relaçã·:
V
á linha média do corpo, tal como medido por Xnman, V.T. , "The joints of ths ankle" íAs uniões do tornozelo), The Williams & Wilkins Co,, Baltimore, ί97έ<„ Contudo, esta teoria não vingou no que diz respeito ao pé como ponto de apoio visto que, se a força provocada pelo peso do corpo actuasse simplesmente no eixo subtalar tradicional, o pé nSo resistiria sob o ponto de vista mecânico.
Recentemente, chegou-se à conclusão que o pé é constituído por duas colunas e tr!'s eixos, A coluna lateral inferior, é / ^ essencisimsnte uma base rígida constituída pelos ossos calcSneo, cubóide e pelos quarto e quinto metatarsos. A parte restante do pé é formada pelos ossos navicular, primeiro, segundo e terceiro cuneiformes, e primeiro, segundo e terceiro metatarsos, estendendo-se a partir do osso do talo na superfície talonavicuiar, acompanhando as acções de inversao/eversSo da coluna inferior, no que pode ser chamado "eixo da junta subtalar". Mo entanto, esta articulação da chamada coluna superior do pé, tem uma importância secundária relativamente ao mecanismo do pé, A interface primária da carga mecânica, a faceta talocalcaneal posterior, situa-se na coluna lateral inferior, na parte traseira do osso do talo no calcSneo.
Chegou-se também á conclusão que o trabalho do pé é diferente, se sujeito a carga ou se manipulado passivamente, ou seja, quando o médico o manipula no consultório» Esta diferença ajuda a explicar a ideia errada que havia, acerca do tipo de trabalho do pé quando sujeito a carga»
Este novo conceito permitiu conceber um novo modelo estrutural do pés o qual tem duas colunas separadas, ligadas com aponeurose, e trâs eixos ortogonais próximos uns dos outros» Os tris eixos sãos <1) o eixo talocrural (tornozelo)ρ (2) o eixo taiocalcanaal (formado na face entre o osso do talo e o osso do calcãneo)s e (3) ο οίκο talonavicular (formado na face entre o osso do talo a os ossos naviculares), Ã estrutura de apoio longitudinal da presente invenção representa, uma. estrutura nova.3 destinada a pjermxtxr um compj.emen to à aponeurose longitudinal, aos ligamentos e aos tendões do pé. i @itna> · to puti e ser estático ou di nSm iit-O. A tira ús 1 xga~ qi tua mal da presente invençlo é? em alguns aspectos? da com a bem conhec ido processa os colocação de uma fxta mento j relacionac "@"3 usado pelos ortopedistas para suportar e dar conforte arco medial do pé. conceito da estrutura de apoio lonqitudinal da presente invenção 3 Uma V ir? Ξ Q U. cd rslaciur !-s d a com U-z} sapato baseado no facto de que ? devido á estrutura f isi c a do pé medida que 0 calc anhar é carregado» o pá expande -se 1*2 alonga 0 arco é suportado pelo constrangimento da e; 5·; tens , Λ Q entre 0 c a1canhar e a zona de artx cu1ação tios metatarsos com OS dedos dos pés. A estrutura de apoio longitudinal refsrids, tem maior etxcxSncxa quando empregue ixgada a uma sola relatxvsmente fleKivel. Na zona medial do pé a tira é ptiKada a partir de um por? ta situado logo •â frente da cabeça do pri meii ra me tacars; □. Na zona 1 ateral5 a tii ra de ligam en 10 é pu κ a da a pai rtir de um pon to adjace n te â dos te r x 0 r da quinta me t a t a i rso = A JL. A LÁ ra de na zona centf □o ligamento também pode ser ligada? acessórios transversais do sapato. â medida que a pessoa que usa a tira de ligamento carrega o pé, por exemplo a ca.minhar5 a tira aplica uma força horizontal que ajuda o arco. Após alguns passos5 pode ser dado um aperto definitivo ás tiras. A fim de dar toda a pressão na aperto3 tanto a parte traseira do pé como a dianteira, precisam ·% V-
de estar em contacto com α solo» Com a presente tira de ligamento é possível conseguir a liberdade total do pé» havendo um aperto muito confortável do calcanhar»
Nd conjunto? a estrutura de apoio longitudinal da presente invenção? inclui uma tira de ligaçaa medial—lateral? que se estende através da zona frontal superior do pé? interligando as zonas medial e lateral da tira de ligamento», junto ás zonas X F a de ligamento pode ser 1 lydQâ . á sola na r :S pés» No calcanhar? pode ser ligada uma. tira do salto da sola, formando esta. tira um ol hal d parte traseira receber a parte posterior da tira de ligamento. fqiSo
Num conjunto em que a estrutura de apoio longitudinal é cosida á sola de um sapato? não será necessária a tira de ligação medial-lateral ? uma. vez que a tira será ligada á sola» Num tal 3Ι5Γ B, unida ou. cosida á a í-> 1 λ Mfw i w. :j não IXB B. tira atravesse toda a só i a na sendo? portanto? necessáric região sob os dedos dos pés» Adicionalmente? nSo haverá necessi· dade de um tal C DHJ \ unto ter tira ou olhai para o Lak anhar= A fim fifs obter um aperto sufici en te. a tira de ligamento pode 5-5Γ a j u =-íada anteia o te5 =>er ldi u cada * Assim? sem carga no pé? a tira de ligação fica fixa à vaita das zonas medial da estrutura de apoio longitudinal estrutura de apoio longitudinal da 5 primeiros dispositivos deste tipo. a uma sensaç lo perceptivel c Í(3 suporte s aspectos á obtida com os 4* i pos de a vantagem de a presente tira d e A vantagem d« presente invenção sobre reside no facto de ser ofc e conforto, análoga em a] ligamento iorm-ar uma o efeito de tensão d parte integrante do s presente estrutura d t u» Fsd ici un a 1 Hs-sfi 11 e ? poio é realçado.,· por rs
e á νοΓ ta do sal to do sapato, em pr ssen te invençã o cria também um ser perm.it.ioQ que a tira cfes, ve2 de estar ligado a este» mecanismo dinâmico de apoio do calcanhar, diferente dos sapatos fabricados até aqui» W Deste modo, è um obj ec t i vo primord i a1 da presen te it iVSí íwlo obter um tipo de sapato que forr isça um spaio 1 on g i tud x · na! à sponeurose longitudinal, aos ligamentos e aos tendões do oé» ê também um objectivo adicional dai invenção = um constranqimento vantajoso na almofada do calcanhar» xcmecer
Outro dos ols 1OO "C1 VOtj da presente dinSmica do modo andar, atra ivés da 1 iqac invenção è melhor· So das partes tra e frontal do pé» r a •eira aumentar nhar.
Outro do!=· objectivus no fabrico de sapatos. d presente mvt-nwão tr.j Q d O hábito de acomodar o calca
BRbvE DEtíUBI l;S0 DOij DESbMHOS A figurai 1 é um diagrama que mostra a* forcas de reacção quando o pé é carregado» -A figura 2 é uma vista de cima que mostra a estrutura dos ossos de um pé direito, com um diagrama das linhas de força que actuam na estrutura de apoio longitudinal da presente invenção, sendo mostradas sobreoosias»
A figura 3 é uma vista da superfície lateral da est.ru- tura dos ossos ds- um pé direito5 mostrando um diagrama ds linhas cás "fQrCa que actuam n a estrutura tíe apoio longitudinal da presen--· te invenç los. sendo ma >stradas sohr e postas „ A figura 4 é uma vista posterior da. estrutur a de ossos
d S LUTi p è dirSXtO^ L,' βΓΪΟΟ LUF, ΟΧ3.£|Ι"“Ηίίϊ·£ν O 'a: Ixnh-cíS Cí i Dl1 C a qUS actuam na estrutura de apoio longitudinal da. presente invenção5 sendo mostradas sobrepostas,, fioura 5 uma vi st a. em perspectiv da estrutura DS apoio longitudinal da ρπ num a sq1a * ?i i lb mvsntãu, b Tigura b è uma vista ds cima da estrutura de apoio longitudinal da figura 55 mostrando a tira na posição desaperta--· rí ri
DESCRICSD DOS CDMuUNTOS PREFERIDOS
No modelo convencional do pêr, o arco é suportada pela. aponeurose longitudinal? pelos ligamentos e pelos tendões. As f QrÇS ,S α 111 .... eacç •lo pr ovocadâ 3 pu Y~ 0¾ tes c QíTip: onen tes !=:'=> LrU i tu r ai s na c hama c! a d i r scçl o π y Λ !i P para. le Ia a DcãStO do pê e o as qu © São supor L. adas pela P re sen "CS X nv enç 3o» Pe 1 a g; BOfilS tria dx aq rama mostr a do na f ÍQU.r-=l •í tí pode- *se ve r que, ρ a r a uma da.d a f or *ça F, as reacç B es Ka. h e Rbx P odem se j.*" s os Γ 1" e X tamen te maiores5 par CâU sa do efei t D de a 1 ave. n ca d a. conf i QU r aç ao n Por tan "Cl_5 q para que as r 1Γ35 da nr sen te ΧΠ V enç W.O sej am fu nc X a na iSq aeve rão ter uma S- 1Γ. ici~- dade relativamente pequena.
Os pontos de lig ação que sequrani „ de modo firme, o oé Ή- i~: J. d1. ζ“· cd. O llêÃ; FTíÍ3ÓIB C?”Ί. UlOS « ΪΞ-δί O pé puder d eslizar relativamente ã sola. 3. 0 f .1C i@ncia da tira 50Γ*·δ su bstanc i a Imente reduz ida, j-í Ά P r v»* jCTr ri rada Uíftâ 0S‘C mano numa. dir LTs ν&’Π^ίίνϋ κ ΓΠ w rr- LY~SíLi-L_- iíciba* TlyLIf S~* a è, está considerada uma estrutura de apoio longitudinal 1Θ, que ampara um pá humano numa direcçlo longitudinal? pela variação do comprimento efectivo da zona longitudinal do sapato. A estru- cura o ir.· auuiu uma x r* -¾ 12 que é fixa Pu puntu 14 r, na zona medial da sola 16, para 1 ,¾ , anterior ao primeiro metatarso n permitir uma configuração fcfiii mnha. Na * ona lateral da sula 16? a tira 12 é ligada á sola 16 no ponto 1H ? próximo e adjacente á zona posterior do quinto metatarso. A 1 iqaçao da c -í-ΪΖ-. J. .·.'! SUU "_í ~' dedos do pé, vai desde o ponto 14 até ao ponto 18, como mostrado nas figuras 5 da sola 16» n; a ρ r o p r i ai do. *» e a 'eira pooe ser fixa â superfície superior zona 17, através de meios, tais como um adesivo do sapato A tirai do calcanhar 2Θ é fixa á zona traseira do salto .to 16 5 tendo a ref erida t ira 2fe?? i iB. zona superior? uma cuja final x d -Cl d Q é a de receber tira i 2, de modo a que a i. Z — *í ·*“ϊ tl jl r d j. sL suba pelo cal canhar. .“l se qu. isers pode ser colocado um apoio do calcanhar 24, na zona do calcanhar da sola 16, como se pode ver na figura 5»
Uma tira de ligação me< da zona superior frontal do pé, lateral da estrutura de apoio loi das extremidades anteriores das
.1-1 ater al 00 • tsrs Q0 S-fef Su lOflCfO terligand O Z ΟΠ B. S ífi BOlâJ. O tudinal 1 ·£· 3 em pontos ρró xi mos as medial e j. a ~c .erai da tira. A da ti ra de 1 iq â&c s. o Zd é de permi tir manter as zonas ateral Ucl tli ~a de iigaç :1a 12, numa oo s ί ç 1 ο ρ a r alei a é. e modo a que ss “foro ss de tensão a c tuemP tanto quanto nufiii direcçlo horizontal quando o pé estiver sob carga. ί' .·* ν
do efeito de □ da t ’ to aj ustáve1 aprop- riãdO = tira de ligação
Para permitir uma variação do os meios da aperto são do tipo de felpa, qeralmente identificado no comércio como liqação Velcro»
As sxtremij dadss da 11. !'~*S £ ai! '3·::· O 1 2. Lj -Sd usando uma apropriada 3Θ e uma a 1“POlâ 32¾ O piiÇr psrmits? aporta r e rtar quando se entender - Deste modo ? oxiste na superf ície canhsr, na ext remidade posterior da sola 16? uma zona I i vre para deslize. á medida que um pé é carregado, a almofada do calcanhar expande-se s o pé começa a alongar se a medida, que q arco e rebaixado. A tira 12, da estrutura tís apoio longitudinal da presente invenção, actua de modo a restringir o calcanhar em conjunto com o apoio do calcanhar 24, mas também puxa a sola flexível 16«, de modo a elevá-la levemente, para evitar que a parte frontal do pé deslize para a frente.
Nas figuras 2 a 4, são mostradas vistas com diagramas de ligação 1 4 e 18 lateral do piè b Pis .specto do invento medida que ο ρο s posicionados nas respectivas zonas medial e setas 34 na zona do calcanhar mostram o ; caracterizado por s tira 12 ficar em tensão * carregado,
Ao usar o método de colocação de tira da arte precedente, a linha de força tio método de colocação da tira, começa no pé, logo na zona posterior Μ» quinto ÍOÍS é. volta da tr aseira do cale anhar e que ao longo do limite medial, numa posição anterior á cabeça do primeiro metatarso. A medida que o calcanhar bate e incha, a tira restringe o pe ao não permitir que s
✓ * V
A txra iongx ujaiHâl i'Z da presente invenção segue essencialmente o mesmo passo que o da tira referida anterior mente „ Visto que o método da tira referida necessita de aderência, para exercer no primeiro metatarso uma força de tracção para trás9 o modo de aderência â pele não pode ser aplicado a um sapato, Uma vez que não há maneira de ligar uma tira ao lado do metatarso, a forca traseira pode ser canseguida pela criação de na treme OU B. Τ.Γ da para i. ràs OS i. -5. •im que a f Γ8Πte do pé >·“; !! 4' Fcn í-fri ; ateie fia SPeÇa d-O ρΓ Í ítíS í ΓΟ iBS t δ t 3 Γ SO , & itura de apoio longitudinal;, ? expanda à medida que o pé é carregado, evitando o colapso do arco. A fim de a tira do presen L0 invento ser eficaz, a sola .pato deve ser relativamente f 1 exível, de modo a que possa .ntada debaixo dos dedos 0 "O E- -A. Λ pfcr b í~i intenção do termo amente flexível", tal como 0,¾ ado par a dsscrsvsr a so 1 a de querer dizer que a sola lò è SU.fic i ente^ente fie xível de modo a formar um primeiro calça do metatarso, para evitar que o pé deslize para a frente, o que tornaria o invento substancial-mente inoperante, Como exemplo, pode ser usada uma sola de dur iretano tendo uma ss pes-su r a o e c v i™ a de 1/^ polegada :a es-u leruscópica Shore A de cerca de a -301 . Uma vez ;s 1 a te r a 1 d a tira oe x iqamen to 12 ê 1 iqado á parte si •tanto á sola lô ? aeve hsvsr LUi! CQl«p t* .m?en *co o e aj las t uma n acomodar as muitas variedades de tamanhos e formas de pés. i fcudí fornecer o suporte necessário. 0 termo "relativamente inexisnsivelu deve ser definida para os objectivos da presente invenção, Os atacadores convencionais dos sapatos slo normalmente estruturas entrelaçadas, nas quais o alinhamento das fibras permite que possam ser produzidas grandes tensões, antes da ser aplicada uma carga significativa» 12
,as só ώ ap i i>.. • -4 n .ãua de sapato tem íjm
Um atacador de sapato normal é tensionada 5% uma carqa de cinco libras» Enquanto um atacador de sapato tem um módulo que aumenta con tinuamen ts, á ma is benéfico* no que d i s rlj ; 1 > s rit t*za “•yjíjtíi j ta. respeito ao presente invento., que as fibras da estrutura de apoio tenham um módulo inicial E&lLgi ii T Xl-5'lIVD « .Lonqo dou 11 ?ti i tes © T bc c i vos d o su po r te per shI te que forças signifi cativas puSSdffl ten vS_r~- ÇAi ÍJ». muito mais baixas. Esta á a inextens par ,SI» tiras do suporta da pí*”©SBn invenção oem como a acçao na sapa to do present© inventos tantes da presente mvsnçáOs ião da tira d© I XQ-3.Ç-SO * Qs d© força á y oI ta ^ Uo. La'_‘c:i-ro. :ao na sola dQ sapato» re isrman ©C íF- 1 ii is fSr a.Q a ta 1 p ropr iedade ®r s upor tada s com bilid ade req uerida ; : íSlIjcS rraç Mo» ajuste lIHbs das res ultan- srimei ro meta . tarso5 tn ts do f JZ !***! "j C O d O íC t i~" ii. stic SC. impor- :h que inclui a tira de 1 iqa.çM o i: s- pontos de amarração medial e lati ou al onqar ma.i s d o que 10 por t tc-U. j Irí 5- tOS á canga do carpa s da ordem de tiua 5 QU três vez ε peso do corpo» Bera1mente5 as maio? ι-es cargas da tira de liqs ocorrerão duran te acçSes tais como a c o r r ida» s* ©í idu tais car transmitidas lonqitudinalmente através da tir;
Ni U.íTí COi! j Ui ? £-Q QO iO VSi i LO 3 •c xrz metal 32 em conjunto com uma Fastex. Na zona do calcanhar. f0l Ϊ tO 3 a tira dtí 1 igação •5 1 *2 do re d© oo 1 ·~|»· %»». t** ynt pi çq /8 de DOÍ eg ada íaíoen ts *“? 4 poleqad as » 0 mó -·*· * 1 u U X o o a. d© cer ca cí e 525 1 i br as por po | ξ3ε g β a t i r a d sola 1ó na zona 17 5 ίο! Ítano* Foi empregu e uma ar gol a. oe ivela 3Θ » conheci da C uiTsO 1.1. QS ção foram emp regues me iCS- ades ÍVQ ou
outros apropriados, para segurar a tira do calcanhar 2Θ á extremidade posterior da sola 16, sendo a tira do calcanhar 2â neste conjunto e antes de dobrada ao meio para formar a argola 22, uma tira de polysster ds 1 polegada com um comprimento aproximado de 5 polegadas. Neste conjunto., a tira de ligação 2è medial-lateral era uma tira de polyester de 1 polegada. A tira de ligação representada nas figuras 5 e fc, pode ter a largura apropriada., podendo ser empregue uma tira 12 relativamente larga. Contudo, se a tira 12 é muito larga, pode ter a tendência a subir pelo pé em certos pontos. provocando pressões locais excessivas. Uma tira larga inextensivel terá problemas riirsccionais e causará pontos de pressão locais. Uma tira larga retira a possibilidade ds ajuste adequado. Está também no abjectivo da presente invenção., o emprego de uma variedade de tiras relativamente estreitas em vez de uma simples tira muito larga. A invenção pode ter outras formas especificas sem renunciar ao seu espirito ou às suas características essenciais» □s presentes conjuntos são, portanto, para ser considerados, em todos os aspectos, como ilustrativos s não restritivos, sendo o objectivo do invento, melhor indicado pelas reivindicações anexas do que pela descrição precedente, sendo aceites todas as alterações que estiverem de acordo com o sentido e a amplitude das reivindicações»

Claims (4)

  1. REíVINSICACSES iã- Estrutura, de apoio para o pê que se acha fixada a um sapato a fio de proporcionar apoio ao arco «nédio de um pé segundo uma direcção longitudinal e que ao mesmo tempo aetu.a como um auxiliar da fáscia? dos ligamentos e dos tendões longitudinais tío pé3 caracierizada por compreender; uma sola de sapato que apresenta urnas partas laterais correspondentes aos lados medial e lateral do pé e uma parte correspondente à zona do calcanhar^ e uma tira de ligamento que apresenta um par de partes terminais anteriores? encontrando-se uma destas partes terminais anteriores fixada num ponto adjacente à referida parte lateral da sola correspondente ao lado medial do pé e encontrando-se a outra parte terminal anterior fixada num ponto adjacente à referida parte lateral da sola correspondente ao lado lateral do pé? estendendo-se a referida tira de ligamento em torno da periferia da referida parte da sola correspondente â zona do calcanhar e ao longo das partes laterais da referida sola correspondentes aos lados medial e lateral do pé? encontrando-se a extremidade anterior da referida tira. de ligamento que fica situada na parte lateral da sola correspondente ao lado medial do pê amarrada à referida sola num ponto situado mais à frente daquele onde se acha localizado o primeiro metatársico do pé e encontrando—se a extremidade anterior da referida tira de ligamento que fica situada na parte lateral da sola correspondente ao lado lateral do pé amarrada à referida sola num ponto imediatamente adjacente àquele onde se acha localizada a parte posterior do quinto metatársico do pé= > 15
    2s- Estrutura de apoio para o pé5 de acordo cara a reivindicação i3 caracterizada por incluir também5 meios próprios parai prender de uma maneira deslizanla a referida tira de ligamento á parte da referida sola correspondente à zona do calcanhar5 e uma tira de ligação medial-lateral que atravessa a parte de cima do pé na região dianteira do pé e que vai estabelecer uma ligação entre partes da referida tira de ligamento em pontos adjacentes a cada uma das referidas partes terminais anteriores» 3:1- Estrutura de apoio para o pé,, de acordo com a reivindicação í3 caracterizada por na parte da referida sola de sapato correspondente à zona do calcanhar se encontrar montado um apoio para c< calcanhar» 4ã- Estrutura de apoio para o pê? de acordo com a reivindicação 2» caracterizada por incluir também maios próprios para ajustar o comprimento da referida tira de ligação» 5é~ Estrutura de apoio para o pé5 de acordo com a reivindicação 1? caracterizada por incluir também meios próprios para ajustar o comprimento da referida tira de ligamento. -6§:- Estrutura de apoio para o pé? de acordo com a reivindicação 15 caracterizada por as referidas partes terminais anteriores da tira de ligamento se encontrarem ligadas entre si por meio de uraa tira que se acha fi«ada à superfície superior da referida sola e que se estende desde a parte lateral da referida sola correspondente ao lado medial do pé até à parte lateral da referida sola correspondente ao lado lateral do pé.
    7§~ Estrutura de apoio para o pé, do acordo com a reivindicação 2., caracterizada por a referida tira de ligação poder ser ajustada de uma maneira deslizanie ao longo das partes da referida tira de ligamento que se acham localizadas nas partes laterais da referida sola correspondentes aos lados medial e lateral do pé* 8â-- Estrutura de apoio para o pé, de acordo com a reivindicação 2, caracterizada por os referidos meios próprios para prender de uma maneira deslizante a referida tira de liga-mento à parte da referida sola correspondente à zona do calcanhar incluir uma tira para. o calcanhar que se acha fixada à parte da referida sola correspondente -à zona do calcanhar e que se estende no sentido de baixo para cima a partir desse ponto de fixação, apresentando a referida tira para o calcanhar uma abertura que se acha formada na sua extremidade superior e através da qual vai passar a referida tira de ligamento»
  2. 91·- Estrutura de apoio para o pê, de acordo com a reivindicação i, caracterizada por α arco que é constituído pela tira de ligamento e pela sola entre os pontos de amarração medial e lateral da referida tira de ligamento não esticar ou não se alongar mais do que cerca de 10 por cento quando é submetido a cangas corporais da ordens de duas a tris vezes o peso do própria corpo. 10â- Estrutura de apoio para o pé» de acordo com & reivindicação i3 caracterizada por a referida tira de ligamento ser feita de um material relativamente inextensível .=
  3. 111- Estrutura de apoio para o pé, de acordo com a reivindicação i, caracterizada por a referida sola ser feita de um material relativamente inextensível.
    !.2§~ Estrulun reivindicação 1, caract se encontrar amarrada à dedos= 1 Λ&— Estrutura de apoio para o pé , O ^ acordo cο;» a reivindicação i n cersctsr izada por ser util. i cad. .¾ CUIie. pluralidade de tiras- de li QSlltSfs *CO íí i 4ã·”* Estrutura de apoio pa,rs o pé 5 ría acordo com a reivindicação 1, caracter içada por a referi da tira de X xgamento poder deslizar èSifs tDi ΠΟ do calc an ta r em V 02 de se encontrar ficada ao calc anhar» •f p^cl·— • Estrutura de apoio para o pê?. de acordo com a reivindicação i, caracter izada por o pé fica r τ irmsmente preso á referida sola, 1 ó§- Estrutura de apoio para o pé, dS acordo com a rei v ind icaç-ão Ο ·ι O -â r a.C ΌΞτ r içada poi r os reT s !rid os ;ios próprios para ajustar o comprimento da referida tira de ligamento inclui-γθπ! LíiTi dispositivo formado por uma fivela, s por uma argola··. 17 a— Estrutura. d e a. qo x o pe.rs o pé 5 d c -dO 15 caracteri zacia por w. rever xda sol formada de otn uma SS poSSU Γ a oe cerca de 12,7 mil £metros (1/2 - offl uma dureza 8S< CÍSí Oscóoica Zj fvo r e m de cerca. de 30 ra x v x n u x ·._ aç -a.u po1i u retan o c polegada) e c a 5Θ, uma
  4. 181- Estrutura de apoio para o pé„ de acordo com a reivindicação 1caracterizada por a referida tira. de ligamento apresentar a forma de uma tira de polisster de 16 milímetros ί5/η da polegada) cons um comprimento de aproximadamente 61 centímetros (24 polegadas)» 19ã- Estrutura de- apoio para o pé, de acordo com a reivindicação 18, caracterizada por o módula de elasticidade da referida tira de ligamento ser de cerca de 37 quilogramas por centímetro quadrado <525 libras por polegada quadrada)» 20§- Estrutura de apoio para o pé5 de acordo coai a reivindicação 8, caracterizada por tanto a referida tira para o calcanhar como a referida tira de ligação se apresentarem sob a forma de uma tira ds poliester de 25,4 milímetros (1 polegada)» 21â- Estrutura de apoio para o pés de acordo com a reivindicação 9? caracterizada por a referida tira de ligamento ser feita de um material relativamente inextensível e por a referida sola ser feita de um material relativamente flexível» Lisboa? 2/ de uutubro de 1989
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