PT94095B - Suporte de reboque com caixa de engrenagens - Google Patents

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Otto Theodore Bentrup
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IW4ÓBIA DESCRITIVA
ANTECEDENTES DO INVENTO
Este invento refere-se a ura suporte de reboque co· caixa de engrenagens. Uai suporte de reboque coa uma caixa de engrenagens de duas velocidades proporciona ura raecanismo para, levantamento ou abaixamento de um reboque carregado, utilizando uma relação de transmissão baixa, que tem aproveitamento mecânico elevado, mas uma velocidade relativamente baixa, ou levantamento ou abaixamento de um reboque não carregado, por exemplo, utilizando uma relação de transmissão elevada, que proporciona velocidade mais rápida com menor aproveitamento mecânico.
à caixa de engrenagens de duas velocidades, de projecto convencional, efectua a mudança entre a relação de transmissão baixa e alta, pelo deslizamento manualsente do veio da manivela de entrada axialmente para deslocar o grupo de engrenagens de entrada fixado ã mesma dentro da caixa de engrenagens. Deslocando este grupo de engrenagens num ou noutro sentido engrenam-se e desengrenam-se alternativamente conjuntos alternados de engrenagens. Esta seção de deslocamento axial é dificultada por diversos fsetores 1) é, normalmente, empregue um mecanismo de retenção, para manter o conjunto de engrenagem/veio na posição desejada, de tal modo que a força limitadora da retenção deve ser superada, a fim de deslocar as engrenagens; e 2) as peças internas da caixa de engrenagens são norraalraente lubrificadas com massa que é caracteristicamente muito viscosa, e mais ainda no tempo frio. Devido às engrenagens do grupo serem movidas durante a acção de deslocamento, é preciso que as engrenagens desloquem uma certa quantidade de massa para mudarem de posição de lado a lado na caixa de engrenagens. Isto origina uma situação de deslocamento muito difícil das engrenagens no tempo frio e/ou quando a caixa de engrenagens está demasiado cheia de massa.
Adicionalmente o deslocamento do grupo de engrenagens também impõe constrangimentos na própria caixa de engrenagens. Isto é, a largura substancial da caixa de engrenagens, é imposta
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-3não apenas pelo espaço requerido pelas engrenagens, nas também pelo espaço adicional requerido pare deslocar as engrenagens. De preferência, um conjunto de engrenagens deve estar completamente desengrenado, antes do segundo conjunto poder ser engrenado. Isto requer mais largura e resulta em espaço essencialmente vazio dentro da caixa de engrenagens.
SUMARIO DO INVENTO
O invento proposto envolve engrenagens dispostas num estado de engrenaraento constante. Isto ê, as engrenagens não são deslocadas a fim de alterar relações de transmissão. Todas as engrenagens permanecem engrenadas constantemente com as suas respectivas engrenagens correspondentes. Para efectuar «sa mudança de relações de transmissão, apenas é movido axialmente o veio de entrada. O veio de entrada engrena na engrenagem pretendida, por meio de um perno transversal de accionamento disposto radialmente através do veio. Este perno engrena rebaixos tipo ranhura no cubo da engrenagem pretendida. Pode ser proporcionado ura espaço de folga entre os cubos de engrenagem para permitir ao perno desengrenar de uma engrenagem e ser então posicionado pela rotação do veio para os rebaixos de engate na engrenagem oposta. Este aparelho elimina os problemas enumerados da arte actual, que deve aover todo o grupo de engrenagens completo de lado a lado para alterar relações de transmissão.
Uaia vantagem adicional deste invento é ser capaz de eliminar o mecanismo de retenção conhecido, para manter as engrenagens em engresaaento. No presente invento, as ranhuras nos cubos de engrenagem que engatara no perno de accionamento têm lados angulosos que induzem o perno a ser atraído para dentro e retido fixamente nos rebaixos de ranhara de engate quando o veio é rodado para accionar, por manivela, o mecanismo de suporte para cima cu para baixo.
A eliminação do aecanisao de retenção e da necessidade de mover o grupo de engrenagens torna este invento muito fácil de deslocar de uma posição de uma relação de transmissão para a
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-4outra. A única força requerida para deslocamento é a requerida para fazer deslizar o vexo de entrada dentro das suas chumaceiras e através dos furos centrais do cubo de engrenagem.
Se é utilizada ima caixa de engrenagens de largura normalizada para este invento, core engrenagens de engrenamento peraanente, há espaço disponível para permitir a utilização de engrenagens com larguras de face activa aumentadas. Isto pode ser desejável para ausentar a vida útil das engrenagens, aumentando-se as suas áreas da superfície de contacto das engrenagens. Isto permite também a possibilidade de construir as engrenagens a partir de materiais não metálicos que normalmente requerem maior área, de contacto para uma vida útil adequada.
Estes e outros objectivos, vantagens e características do invento serão mais evidentes pelo estudo da descrição seguinte conjurtemente cos os desenhos.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A figura 1 é uma vista em perspectiva de um subconjunto de perna e subconjunto de caixa de engrenagens do novo mecanismo de suporte ou suporte de reboque deste invento, a figura 2 é ima vista em alçado lateral do suporte de reboque da figura 1;
a figura 3 é ima vista parcial ampliada em perspectiva de una parte da caixa de engrenagens do conjunto das figuras 1 e 2» a figura 4 é ima vista ampliada, incompleta e em corte transversal do topo da caixa de engrenagens e conjunto de perna pelo plano ΪΙΪ-ΙΙΙ da figura 3;
a figura 5 é uma vista eia alçado pelo plano V-V da figura 4;
a figura 6 é ima vista ea alçado pelo plano VI-VI da figura ’ e a figura 7 é uma vista ampliada, incompleta e em corte transversal de uma segunda concretização dos componentes da caixa de engrenagens.
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DESCRICÃO DA CONCRETIZAÇÃO PREFERIDA
Referindo-se à figura 1, o raecanismo de suporte ou conjunto de suporte de reboque 10, aí representado, inclui certos componentes convencionais, a saber perna superior 12, perna inferior 14, e pé ou base 16, todos ligados a ura subconjunto de caixa de engrenagens na extremidade superior da perna superior. G tipo cavilha.
í de preferencialmente, por um pino giratório ajustamento de modo convencional. A perna inferior 14 é um elemento cilíndrico oco recebido telescopicamente dentro da perna cilíndrica superior oca 12. Na extremidade superior da perna inferior 14 está fixada uma porca 20 tendo ura orifício central roscada através dela (figura 4), recebendo uma espécie de veio cie parafuso roscado, constituindo um parafuso de elevação vertical 22- Na figura 4, o conjunto telescópico de dupla perna está ilustrado no seu estado mais compacto, isto é co· as pernas completamente encaixadas telescopicamente, de tal modo que a porca 20 está na sua altura máxima dentro ds. perna exterior 12. O parafuso de elevação 22 tem um diâmetro reduzido, projectando-se o fuso integral 22’ de modo ascendente na sua. extremidade superior s terminando em roscas exteriores 22. Na inferior deste fuso 22’ e na extremidade superior operativas para este veio está um ressalto 22a sobre o qual se apoia um aro anular. Assentando neste aro está uma chumaceira de encosto 26, basicamente de configuração ansiar, para ser montado no fuso 20’. Uma placa configurada de base chumaceira 23. A placa de base 28 tem uma configuração do extremidade das roscas
4- * Τ'·’ í'·*.
-· — iprato aberto de modo ascendente, incluindo τχια orifício central .aJ incaixando à volta do fuso 20’ definindo ima cavidade c i 1 í ndr ica «e recebe o casquilho anular 30. A placa de bé
5® saliências 28’ que encaixam em aberturas cooperantes dentre da extremidade superior da perna superior 12 para aí fixar placa de base axialmente e circunferencialmente. 0 casquilho recebe o cubo de uma engrenagem cónica 32 que também encaixa à. volta do fuso 20’, e é fechada à chave ao mesmo por uraa chave 31.
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-6O aro 24, chumaceira de encosto 26, placa de base 28 e engrenagem cónica 32 são mantidas neste fuso na extremidade superior do veio de parafuso por uma porca 34 roscada sobre roscas 20” e engatando na superfície do ressalto superior de uma concavidade axial 3.2* da engrenagem cónica 32c Estes elementos estão todos contidos dentro da extremidade superior da perna superior oca 12. Engrenando externamente de modo ascendente, cob os dentes confrontantes da engrenagem cónica 32, estão os dentes orientados para baixo e lateralmente de um pinhão cónico 28 cooperando de nenor diâmetro do que o da engrenagem cónica 32. Está também dentro da. perna 12. O pinhão cónico está fixado ao eixo 40. Assim, ele está fixamente montado, axialmente e circunferencialmente, no veio transversal 40. 0 veio transversal 40 prolonga-se através da extremidade superior da perna superior 12, estando montado no casquilho es flange 42 que é pressionado em posição na perna 12, e no casquilho 58 que está montado no invólucro exterior da caixa de engrenagens (a ser descrita) em alinhamento com o casquilho 42. A extremidade aberta superior da perna superior 12 está fechada por uma tampa 46. Uma placa de flange convencional de montagem vertical 50 está, soldada so subconjunto de perna superior para fixação do suporte de reboque completo ao reboque (não mostrado).
veio 40 prolonga-se também através da caixa de engrenagens 52. Esta caixa de engrenagens é composta por uma metade de invólucro interior 54 soldada à perna superior 12, e usa metade de involucro externo 56 aparafusado à metade de invólucro interior nas flanges periféricas externas 52*. Esta envolve o espaço 52a da caixa de engrenagens. 0 casquilho em flange 58 está encaixado por pressão na metade de invólucro externo 56 da caixa de engrenagens. 0 veio 40 prolonga-se através dos casquilhos 58 s 42. A extremidade interna do veio 40 (isto é, a extremidade direita quando visto da figura 4) pode prolongar-se pelo, ou estar acoplada ao, subconjunto da segunda perna (não mostrado) constituindo a outra parte do mecanismo de suporte ou conjunto de suporte de reboque. O tal outro subconjunto de perna é de
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-7estrutura convencional, não incluindo uma caixa de engrenagens sas incluindo os componentes dentro do subconjunto de perna representado, em imagem de espelho, no Besw>. Assis, estes pormenores não são repetidos.
Montado no veio 40 dentro da caixa de engrenagens 52 está o grupo de engrenagens de saída 60 fixado no veio 40 para o prender e rodar axialmente ao aeseo. O grupo de engrenagens 60, veio 40 e pinhão cónico 38 estão presos axíalmente ea posição. Isto ê conseguido pelo casquilho fixo 58 adjacente à face externa do grupo ds engrenagens 60 e pelo casquilho fixo 42 adjacente à face externa ea oposição do pinhão cónico 38. Os casquilhos 58 e 42 sobrepõem-se assia a estes componentes e estão espaçados aos siessos por apenas algumas centésimas de milímetro. Isto é, o casquilho 42 está a algumas centésimas de milímetro da face externa do pinhão cónico 38 e o casquilho 58 está a algumas centésimas de milímetro da face externa em oposição do grupo de engrenagens 80. 0 grupo de engrenagens 60 tem um elemento de engrenagem de dentes rectos de maior diâmetro 60’, um elemento de engrenagem de dentes rectos de menor diâmetro 60 espaçado do elemento de engrenagem 60’, e um aro integrante entre eles.
Um segundo veio, a saber veio de entrada 70, prolonga-se também através da caixa de engrenagens 52, numa projecção inferior, e está montado na caixa de engrenagens por um par de casquilhos em flange alinhados 72 e 74 espaçados, fixados per pressão dentro de aberturas alinhadas nas metades de invólucros externo e inferior 58 e 54, respectivamente. Fixado rotativamente no veio 70 está uma engrenagem de entrada de dentes rectos de diâmetro pequeno 76 que engrena no elemento de engrenagem de saída de dentes rectos de maior diâmetro 60’. Também montado circunferencialmente no veio 70 está uma engrenagem de dentes rectos d© maior diâmetro 78 engrenando no elemento de engrenagem de saída de menor diâmetro 60. 0 engrenamento da engrenagem 76 coa o elemento de engrenagem 60’ e da engrenagen 78 com o elemento de engrenagem 60 é permanente, nunca sendo estas engrenagens tiradas do engrenaaento de uma coa a outra. As
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-8engrenagens 76 e 78 são adjacentes uma da outra na caixa de engrenagens, sendo mantidas axialmente numa posição no veio 70. Os casquilhos 72 e 74 estão rigorosamente espaçados de apenas algumas centésimas de milímetro das, e adjacente às, faces terminais axiais externas das engrenagens 76 e 78. Isto preserva-as em relação a movimentos axiais externos. As faces axiais internas das engrenagens 76 e 78 são rigorosamente adjacentes uma à outra e separadas de uma fracção de milímetro, de preferência de apenas algumas centésimas de milímetro, tal que as duas faces terminais evitam movimentos axiais internos de qualquer engrenagem dentro da caixa de engrenagens. Assim os dois casquilhos a a ligação precisa das duas engrenagens mantêm-nas 1igadas axialmente.
As faces terminais axiais internas das engrenagens 76 e 78 têm meios de accionamento de rebaixo fêmea, a saber ranhuras de accionamento ou cavidades 80 e 82 (figuras 4, 5 e 6) ne engrenagem 78 e ranhuras de accionamento 84 e 88, na engrenagem 78. Estas ranhuras recebem selectivamente as extremidades externas prolongando-se radialmente de um meio de transmissão cooperante macho, a saber, um perno saliente de accionamento 88 (figura 4), que está, de preferência, fixado à pressão através de uma abertura no veio 70 para se projectar a partir dos lados opostos da periferia do veio 70 para o sobrepor. Cada par de ranhuras, por exemplo 80, estão também sobrepostas ao veio 70. Estão representados dois conjuntos de ranhuras para cada engrenagem para facilidade de interligação. As ranhuras têm cada uma uma configuração do tipo malhete, isto é cos uma largura »seaor na face terminal e uma largura maior no fundo da ranhura. A largura menor é maior que o diâmetro do perno de 88. As paredes inclinadas destas ranhuras provocam o perno, quando rodado pelo veio 70, a estar proporcionado de cames na parte mais profunda das ranhuras para interligação de accionamento estável entre o veio e a respectiva engrenagem, na qual o perno está engrenado0 veio 70 pode ser deslocado axialmente como representado pelas setas da figura 4, para deslocar o perno de accionaBsnto de
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-9u» conjunto de ranhuras numa engrenagem para a® conjunto de ranhuras na outra engrenagem. Uma manivela típica (não mostrada) está ligada à extremidade exterior do veio de entrada 70. O veie pode ser facilmente deslocado axialmente, empurrando oa puxando a manivela.
Na concretização representada na figura 4, há também uaa posição neutra, para o perno de accionamento entre s,s duas eagrensgens, de tal modo que o veio 70 pode ser rodado livremente sem accionar qualquer engrenagem. 0 espaço 90 está representado como proporcionado na face terminal interna da engrenages 78. Este espaço tem uma largura maior do que o diâmetro do perna de accionamento 88, e tem um diâmetro maior do que o- comprimento de lado a lado do perno de accionamento 88, de tal modo que deslocando-se o veio 70 axialraente para mover o perno 88 para este espaço neutro, o veio e o perno podem ser- rodados sem accionar qualquer engrenagem. Este espaço pode, alternativamente, ter as suas parcelas nas faces terminais de ambas as engrenagens.
Na figura 7 está representada uma concretização alternativa sem a posição neutra. Isto é, a engrenagem 178 tem ranhuras cie accionamento 186 naquele lugar, mas não tem cavidades ampliadas formando um espaço neutro (90). Ãssim, o deslocamento do veio 70 e perno de accionamento 188, axialmente, induzirá o perno de accionamento a engrenar, quer na engrenagem 178, quer na engrenagem 76, para possibilitar alternativamente o accionamento de uma engrenagem ou da outra engrenagem.
O ncvo aparelho, uma vez entendido, compreende um mecanismo de suporte de reboque muito simples. Ã sua simplicidade estrutural é uma vantagem significativa, particularmente em vista da melhoria das características operacionais resultantes, Â operação do aparelho para levantar ou descer uma carga pesada, com binário elevado, ou uma carga leve no reboque a velocidade elevada, é conseguida facilmente. Especificamente, a manivela aa extremidade externa do veio 70 é puxada ou empurrada, para facilmente deslocar axialmente o veio 70, para induzir o perno de
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-10accionameato 88 sobre o mesmo a engrenar quer a engrenagem 73, quer 78 (quer a 76, quer a 178, na concretização alternativa) corno pretendido. Para elevar «ma carga pesada, o perno 88 é deslocado pelo veio 70 dentro das ranhuras da engrenagem de entrada 76 fixa axialmente, de menor diâmetro, de baixa velocidade, puxando-se o veio 70, estando o perno provido de excêntricos na parte mais profunda da ranhura quando a pressão rotacional é aplicada pela, manivela. A rotação da manivela acciona assim o veio 70, o perno 88 e a engrenagem 76, que roda o elemento de engrenagem de maior diâmetro 60’ do grupo de engrenagens 60, para accionar rotativamente o veio transversal 40, que roda o pinhão cónico 38 e, assim, a engrenagem cónica 32 coa a qual engrena, rodando assim o parafuso de elevação Ξ2 dentro da porca fixa 20, para baixar a perna inferior 14 para fera da perna superior 12, isto é para expandir telescopicamente as pernas. Semelhantemente, o abaixamento do reboque é conseguido rodando-se a manivela na direcção oposta.
Se ê pretendido levantar ou baixar uma carga mais leve no reboque mais rapidamente, o veio 70 é empurrado axialmente para c deslocar, para induzir o perno de accionamento 88 a engatai· nas ranhuras ou cavidades 86 da engrenagem 78, como mostrado na figura 4, rodando então a manivela, induzindo o perno 83 a accionar a engrenagem de entrada de maior diâmetro 78, de alta velocidade, que por sua vez acciona o elemento de engrenagem de menor diâmetro 60, do grupo de engrenagens 60, para rodar o veio 40, accioaando assim o pinhão cónico e a engrenagem cónica a usa velocidade maior.
Na concretização da figura 4, se é pretendido mover a manivela para uma posição neutra, o veio 70 é deslizado até e perno 38 ficar no espaço neutro 90, de tal modo que a rotação do veio não induzirá o levantamento ou o abaixamento. Em contraste, ns. concretização da figura 7, o movimento do veio induzirá o engrenaaeato, quer de uma engrenagem, quer da outra, no espaço não neutro.
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-11Deslocaraento axial do veio 70 é facilmente efectuado, desde que apenas ele se mova, estando as engrenagens constantemente fixas axialmente, de tal modo que uma certa quantidade de massa não precisa de ser deslocada ao longo de um grupo de engrenagens. Gemo nos dispositivos anteriores. A caixa de engrenagens pode ser consideravelmente mais estreita do que o habitual. Àlém do mais, se é utilizada ima caixa de engrenagens de largura convencional, as engrenagens actuais podem ter ima largura de dente substancialmente maior do que era possível anteriormente, proporcionando assim às engrenagens uma vida útil mais longa. Além disso, isto cria a possibilidade da utilização de engrenagens não metálicas, desde que a largura, substaneialmente aumentada, forneça resistência aos dentes das engrenagens.
É possível aos peritos na arte introduzirem facilmente várias modificações, ou mudanças, de detalhe que podem ser feitas para satisfazer um tipo particular de instalação. Por isso, o invento é planeado para ser apenas limitado pelo âmbito das reivindicações anexas e pelos equivalentes razoáveis ao mesmo, sais propriamente do que as concretizações específicas estabelecidas para ilustrarem as concretizações preferidas dc invento.

Claims (11)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1 - Suporte de reboque, caracter izado poi’ coaipreender:
    «jia pé e um conjunto de perna telescópica?
    um conjunto vertical de parafuso de elevação no dito conjunto de perna telescópica;
    uma caixa de engrenagens fixada no dito conjunto de perna?
    uma engrenagem cónica na extremidade superior do dito conjunto de parafuso de elevação?
    um veio transversal tendo ib pinhão cónico fixado ao mesmo, engrenando o dito pinhão cónico na dita engrenagem cónica?
    prolongando-se o dito veio transversal através da dita caixa de engrenagens?
    um veio de entrada deslizável que se prolonga, para dentro da dita caixa de engrenagens?
    uma engrenagem de entrada de diâmetro menor, de baixa velocidade, ns dita caixa de engrenagens, tendo um deslizamento axial de encaixe no dito veio de entrada?
    uma engrenagem de entrada de diâmetro maior, de alta velocidade, na dita caixa de engrenagens, tendo um deslizamento de encaixe no dito veio de entrada?
    estando as ditas engrenagens de entrada axialmente topo-a—topo, e tendo extremidades axiais adjacentes confrontantes, prolongando-se o dito veio de entrada através de ambas as ditas extremidades axiais adjacentes?
    meios para reterem axialmente as ditas engrenagens de entrada de alta velocidade e baixa velocidade numa posição axial na dita caixa de engrenagens?
    primeira e segunda ranhuras transversais de accionamento nas ditas respectivas extremidades axiais adjacentes ?
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    -13sieios de perno transversais de accionamento que se prolongam a partir do dito veio de entrada e engrenáveis alternativameats soa as ditas primeira e segunda ranhuras de transmissão para ligação alternada com as ditas engrenagens de entrada de baixa velocidade e alta velocidade por deslocamento axial do dito veio •de entrada, relativamente às ditas engrenagens cie entrada» ub grupo de engrenagens de saída, fixado ao dito veio •transversal, localizado na dita caixa de engrenagens e incluindo ’.r» elesento de engrenagem de diâmetro maior e um elemento cie ergreasgem de diâmetro menor» aeios para reterem o dito grupo de engrenagens de saída s;,nsa posição axial na dita caixa de engrenagens?
    estando o dito elemento de engrenagem de diâmetro maior ea engrenamento constante com a dita engrenagem de entrada de baixa velocidade e estando o dito elemento de sngreaages de diâmetro menor em es.grse.asento constante com a dita engrenagem de entrada de alta velocidade, pelo que o dito conjunto de perna telescópica e o dite pé podem ser levantados oa abaixados alternativamente a alta velocidade ou a baixa velocidade deslocando-se os ditos veio de entrada e perno de accionamento relativameníe às ditas engrenagens de entrada axialmente estacionárias.
  2. 2 - Suporte de reboque de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por:
    as ditas ranhuras transversais de transmissão estarem à volta do dito veio de entrada e teres paredes inclinadas e «excêntricas actuando como excêntricos nos ditos seios de perno de acciosasento numa ligação de accionamento segura.
  3. 3 - Suporte de reboque de acordo cos a. reivindicação 1, caracterizado por:
    gs ditas ranhuras transversais de accionamento tere?a paredes laterais inclinadas para formar uma configuração do tipo malhete, estardo a sus parte mais estreita ns dita extremidade axial e sendo «aior es largura do que a largura do dito perno de 'PORTUGAL}
    -14accicramento.
  4. 4 - Suporte de reboque de acordo con a reivindicação 1, caracterizado por:
    cs ditos meios para reterem as ditas engrenagens de entrada ce alta velocidade e de baixa velocidade, numa posição axial, co.spree?iderem superfícies de chumaceira.
  5. 5 - Suporte de reboque de acordo coa a reivindicação 4, c&racterisado por as ditas superfícies de apoio compreenderes chumaceiras à volta das ditas engrenagens de enti-ada e os ditos seios de retenção incluírem também a dita relação topo-a-topo das ditas engrenagens de entrada.
  6. 6 - Suporte de reboque de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por:
    as ditas extremidades confrontantes das ditas engrenagens de entrada definirem um espaço entre as ditas ranhuras de accionasento, nas ditas respectivas engrenagens, tendo o dite espaço era largura maior do que a largura dos ditos seles ds perno ds accionamento e tendo um diâmetro maior do que o c&sprirento dos ditos meios ds perno de accionamento para forrar rsa sora neutra, em que os ditos meios de perno de accionasenfcc são desligados de ambas as ditas engrenagens de entrada.
  7. 7 - Suporte de reboque, caracterizado por compreender:
    ua» pé e ua conjunto de perna telescópica» ;s? conjunto vertical de parafuso de elevação ao dito conjunto de perna telescópica;
    uma caixa de engrenagens fixada no dito conjunto de perna?
    aaa engrenagem cónica sa extremidade superior do dito conjunto ds parafuso de elevação na dita caixa de engrenagens:
    rrs veio transversal tendo um pinhão cónico fixado ao sessão . engrenando o dito pinhão cónico na dita engrenagem cónica?
    vík veio de entrada deslizável prolongando-se para dentro da
    70 792 'PORTUGAL)
    -15dita caixa de engrenagens;
    u-na engrenagem de entrada de diâmetro menor, de baixa velocidade, na dita caixa de engrenagens, tendo ws deslizasaentc axial de encaixe ao dito veio de entrada;
    wa. engrenagem de entrada de diâmetro asior, de alta velocidede, na dita caixa de engrenagens, tendo aa deslisassnto axial de encaixe no dito veio de entrada;
    estando as ditas engrenagens de entrada axialraente topo-a-topo de modo a terem extremidades axiais confrontantes ;
    meios para reterem axialmente as ditas engrenagens de entrada de alta velocidade e de baixa velocidade numa posição axial aa dita caixa de engrenagens» primeiro e segundo meios de accionamento para as ditas respectivas engrenagens de entrada;
    meios de accionamento cooperantes para o dito veio de ertrada, engrenáveis alternativamente com os ditos priaeiro e seguvdo íseios de accionamento, para ligação alternada co» as ditas esgrenageas de entrada de baixa velocidade e de alta velocidade pelo deslocamento axial do dito veio de entrada velativavsvte às ditas engrenagens de entrada» as grupo de engrenagens de saída ecntado bo dito eivo transversal e fixo ao mesmo, localizado as dita caixa de esgrsaageas, e incluindo um elemento de engrenagem de diâssetr-o s-aior e » elemento de engrenagem de diâmetro mencr;
    veios para reterem o dito grupo de engrenagens de saída neva posição axial na dita caixa de engrenageasj estando o dito elemento de engrenagem de diâsetro maior es engrenamento constante oom a dita engrenagem de entrada de baixa velocidade, e estando o dito elemento de engrenagem de diâmetro nenor es engrenamento constante com a dita engrenagess de entrada de velocidade alta;
    pelo que, o dito conjunto de perna telescópica e o dito pê
    70 7S2
    VYSO1’ FP- 1 3 9 {PORTUGAL)
    -16pode® ser levantados ou abaixados alternativamente a alta velocidade ou a baixa velocidade, deslocando-se o dito veio de eutrada e os meios de accionamento cooperantes relativamente às ditas engrenagens de entrada axialmente estacionárias.
    3 - Suporte de reboque de acordo cgs a reivindicação 7, caracter1sado por:
    os ditos primeiro e segundo meios de accioneaentc· compreenderem seios de accionamento de rebaixo fêmea à volta dc dite eixo de entrada; e os ditos meios de accionamento cooperantes compreenderen .seios de accionamento transversais macho alinháveis axialrerte coe os ditos meios de accionamento de rebaixo fêmea e engrenáveis •'DS ’’í68XOS5
    S - Suporte de reboque de acorde coe a reivindicação 0, caracterizado por:
    os ditos meios de accionamento de rebaixo ferec conpreenderem ranhuras transversais de acciossseatG, tendo paredes laterais inclinadas para formarem uma configuração do tipo saalhete, sendo a sua parte mais estreita maicr ea largura do oue a 1argura do dito se io de transBissãc sacão.
  8. 10 - Suporte de reboque de acordo com a reivindicação 7. caracterigado por° os ditos meios para reterea as ditas engrenagens de entrsdr de alta velocidade e baixa velocidade numa posição aviei compreenderem superfícies de chumaceira.
  9. 11 - Suporte de reboque de acordo coe a reivindicação 10, caracterisado por as ditas superfícies de chusaceira compreenderem chumaceiras à volta das ditas engrenagens de entrada s os ditos meios de retenção incluírem também a dita relação topo-a-topo das ditas engrenagens de entrada.
    10 - Suporte de reboque de acordo coa a reivindicação 3, crracieriaado por:
    77 782
    LYS9R FP-439 'PORTUGAL)
    -17as ditas extremidades axiais confrontantes das ditas engrenagens de entrada definirem um espaço neutro entre as ditas ranhuras ds accionamento nas ditas respectivas engrenagens, tendo c dito espaço neutro uma largura maior do que a largura dos ditos meios de sccioaaaeato macho transversal e tendo «s diâmetro saio? rr qus o comprimento dos ditos meies de accionamento macho transversal para foraar uma zona neutra para provocarem que os ditos aieios de accionasento macho transversais sejam desligados de ambas das ditas engrenagens de entrada.
    !3 - Suporte de reboque, caracterizado por compreender’ sh pé e conjunto de perna° rm conjunto vertical de elevação para o dito conjunto de perna;
    usa caixa de engrenagens fixada no dito conjunto de perna?
    ua accionamento de engrenagem para o dito conjunto de elevação?
    um veio transversal para o dito accionamento de engrenagem?
    us veio de entrada deslizável que se prolonga dentro da dita caixa de engrenagens;
    uma engrenagem de entrada de diâmetro menor, de baixa velocidade, na dita caixa de engrenagens tendo um deslizamento axial ds encaixe no dito veio de entrada;
    uma engrenagem de entrada de diâmetro velocidade na dita caixa de engrenagens, tendo axial de encaixe ao dito veio de entrada;
    maior, de alta USí ê;!d’?....X '·.
    estando as ditas engrenagens de entrada axialmente tepo-a-topo de modo a terem extremidades axiais confrontantesJ meios para refcerea axialmente as ditas engrenagens de entrada de alta velocidade e de baixa velocidade auea posição axial na dita caixa de engrenagens?
    primeiro e segundo meios de accionamento para as ditas
    70 702 bYSGR FP-439 (PORTUGAL)
    -18respectivas engrenagens de entrada, meios de accionamento cooperantes para o dito veie de entrada eagrenável alternativamente coa os ditos primeiro e segundo meios de accionamento, para ligação alternada cos as ditas engrenagens de baixa velocidade e alta velocidade pele deslocamento axial do dito veio de entrada relativamente às ditas engrenagens da entrada;
    um grupo de engrenagens de saída montado no dito eixo transversal fixo ao mesmo, localizado na dita caixa tagens, e incluindo um elemento de engrenagem de diâmetro T-.âior e ;·ξ elemento de engrenagem de diâmetro menor» asies para reterem o dito grupo de engrenagens de saída numa posição axial na dita caixa de engrenagens;
    estando o dito elemento de engrenagem: de diârstro maior er engrenaserio permanente com a dita engrenagem de entrada de baixa velocidade e o dito elemento de engrenagem de diâmetro menor estando em sBgrenaaento permanente coa a dita eagrea&gsã de entrada de alta velocidade.
    pelo que o dito conjunto de perna telescópica e o dite
    2·-levantados ou -abaixados alternativamente a alta velocidade ou a. baixa velocidade deslocando-se os ditos veios de entrada s meios de accionamento cooperastes relativasaente às ditas engrenagens de entrada axialmente estacionárias.
  10. 14 - Suporte de reboque de acordo com a reivindicação 12, caracterizado por:
    02 ditos primeiro e segundo meios de ccvprswdsreãã aeios de accionamento de rebaixo fêmea à volta dito veio de entrada» e os ditos meios de accionamento cooperante compreender acci cnamento r,~ accionamento macho transversais alinháveis axialaeahí ror engrenáveis com o dito meio de accionamento de rebaixo
    70 782 ’!ΎχΟ2 FP-439 (PORTUGAL)
    -1915 - Suporte de reboque de acordo coa a reivindicação 14, caracter-isado por:
    os ditos seios ds accionamento de rebaixo ?ê?es. corprsarderea ranhuras transversais de accionamento tendo paredes laterais inclinadas para formarem uma coafiguração Go tipo ralL&tr, sendo a parte mais estreita maior em largara do que g la?g’jr-s do dito meio de accionamento macho.
  11. 15 - Suporte de reboque de acordo cos a reivindicação 13, carccterisado por:
    os ditos meios para reteres as ditas sagrecageas de entrada ds alta velocidade e baixa velocidade numa posição coBípsesíjdsres superfícies de chumaceira.
    Suporte de reboque deacordo coa reo v3s di casso
    13>
    :weo ter i s ado coiKprsendsrsaj por as chumacei r as ditas superfícies à volta das ditas e os ditos meios de retenção incluírem relação topo-a-topo das ditas engrenagens de entrada.
    'e chcioacsira srgrenagrrs do também a dita
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