PT94903A - Sistema movel para a recuperacao de dissolventes no local - Google Patents

Sistema movel para a recuperacao de dissolventes no local Download PDF

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PT94903A
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Thomas John Silinski
Robert Alan Walz
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Environmental Tech Group
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Description

- 3 - β
A presente invenção refere-se ao processo do esgoto industrial e mais particularmente ao equipamento para a recuperação de dissolventes duma corrente de esgoto contaminada.
Ha muitas aplicações na indústria onde é desejável recuperar os componentes reutilizáveis duma corrente de esgo to contaminada. Uma tal aplicação envolve a recuperação de dissolventes de limpeza do esgoto de um processo de pintura, pela separação dos dissolventes de limpeza da resina e dos pigmentos sélidos e do dissolvente da tinta de resina.
Usualmente, os processos de recuperação de acordo com as técnicas anteriores envolvem o transporte do esgoto industrial para um local de processamento, com o respectivo aumento de custos e o perigo de fugas durante o transporte. É um objectivo geral da presente invenção providen ciar um sistema autónomo móvel para a recuperação no local de componentes de lixo industrial reutilizáveis, tais como os dissolventes voláteis, que elimine o risco e o custo asso ciados com o transporte do esgoto para o local de processamento, que elimine a contaminação dos materiais devido à mis tura entre si de esgotos de muitas origens, que ajudem a reduzir a quantidade de esgoto que requere eliminação, e por conseguinte ajudem o cliente a satisfazer os regulamentos es tatal e federal, para a eliminação dos esgotos, que reduz o perigo de fuga do esgoto para o meio ambiente, que não exige por parte do cliente, nenhum pessoal adicional ou equipamento e que recupera economicamente os dissolventes para serem reutilizados pelo cliente.
Huma forma de realização preferida da presente invenção, um sistema para a recuperação no local de componente 3 de esgoto industrial reutilizáveis, tais como dissolventes, a partir de uma corrente de esgoto líquida, inclui um atrela - 4 -
do fechado que é subdividido interiormente, por paredes anti explosivas, em compartimentos para separar os componentes do sistema, através dos quais passa a corrente de esgoto, de um primeiro compartimento do atrelado, através de componentes d controlo, para um segundo compartimento do atrelado. 0 esgoto de alimentação entra num evaporador horizontal de película fina, dentro do primeiro compartimento do atrelado, enquah to se alimenta vapor de água a um circuito fechado através dp evaporador, a partir do segundo compartimento do atrelado, para evaporar os dissolventes voláteis presentes na corrente de esgoto e, dessa forma separam os dissolventes voláteis do líquido não volátil e dos componentes sélidos da corrente de esgoto. Os dissolventes voláteis evaporados vão alimentar um permutador de calor, igualmente contido no primeiro comparti mento, subdividido com divisória, do atrelado, para reconden sação, por meio do permutador de calor, com um fluído de arrs fecimento que é alimentado ao permutador de calor num cireuí to fechado, desde o segundo compartimento do atrelado. Os dis solventes recondensados vão então alimentar um tanque de separação da água e tanque de crivos moleculares para separaçã da água miscível e imiscível dos dissolventes, e daí para um tanque de armazenagem para fornecimento de novo ao cliente.
Os componentes não voláteis obtidos na saída do evaporador são enviados a um segundo tanque de armazenagem para recircu lação através do evaporador e/ou regressam ao cliente, para eliminação. 0 primeiro compartimento do atrelado, que contém os componentes do sistema que estão em contacto com o esgoto, e toda a parte inferior do atrelado, I feito de um tipo de construção intrinsecamente segura e à prova de explosão e é classificado como um local perigoso da Olasse I Divisão I Grupo 0 e D. 0 primeiro compartimento do atrelado, que está em contacto com o esgoto, também inclui um revestimento inte
rior em aço inoxidável para retenção, que tem uma capacidade que pelo menos iguala, e preferivelmente excede, a do sistema impedindo o derramamento para o solo no caso de fugas no sistema. Empregam-se ligações flexíveis para absorverem e re sistirem às tensões mecânicas associadas ao funcionamento e ao transporte do sistema na estrada. 0 sistema destina-se a funcionar sob condições climáticas extremas de temperatura, humidade e precipitação. A invenção, em conjunto com os respectivos objecti vos, características e vantagens adicionais, será melhor com preendida a partir da descrição que se segue, das reivindica ções em anexo e dos desenhos que a acompanham em que; A Fig. 1 e uma vista em perspectiva de frente de um atrelado, que encerra um sistema autónomo móvel para a recuperação no local de dissolventes reutilizáveis, de acordo com a presente forma de realização preferida da invenção; A Fig. 2 é uma vista em perspectiva posterior, do atrelado representada na Fig. 1;
As Figs. 3A e 3B, quando interligadas atravls da linha A-B em cada figura, compreendem uma vista em planta do atre lado nas Figs. 1 e 2 e representam a localização dos com ponentes do sistema;
As Figs. 4A e 4-B, quando interligadas ao longo da linha A-B em cada figura, compreendem uma vista em alçado lateral do atrelado nas Figs. 1 e 2, representando novamente a localização dos componentes do sistema; A Fig. 5 á uma vista em planta, parcialmente cortada, do tan que de separação do líquido imiscível, numa forma de rea lização preferida da invenção; A Fig. 6 I uma vista em alçado posterior, parcialmente corta da, do tanque, tomada na direcção 6 na Fig. 5; e - 6 - 6
As Figs. ?A e 7B em conjunto compreendem um diagrama esquema tico do sistema de recuperação de acordo com a forma de realização preferida da invenção.
Um sistema 10 de acordo com a forma de realização presentemente preferida da invenção, representado nos desenhos, inclui um tractor 12 e um atrelado 14 que encerra todos os componentes do sistema para o transporte entre os locais de trabalho. 0 atrelado 14 é internamente dividido ou subdividido em compartimentos por uma parede à prova de fogo (Figs. 5B e 4B) e forma um primeiro compartimento ou câmara 18 adjacente ás portas posteriores do atrelado (Figs. 1 e 2) a fim de encerrar os componentes do sistema que contactam cojii o esgoto líquido, e separar tais componentes de um segundo compartimento 22 (Figs. 3B β 4B) que encerra os componentes de apoio. Uma segunda divisória ou parede (24) separa estes componentes do circuito eléctrico de controlo contido dentro de um terceiro compartimento do atrelado (26) adjacente à pajc te da frente do atrelado. As portas laterais (28) (Figs. 1 e 2) permitem o acesso aos compartimentos (26, 22), enquanto o acesso ao compartimento é obtido através das portas posterio res (20 e a porta lateral (21).
Fazendo referência agora às Figs. 1-2, 3A, 4A e 7A» um tambor (30) para enrolar mangueiras está montado por baix) do compartimento (18) do atrelado adjacente às portas (20) pa. ra enviar o esgoto líquido através de um filtro (32) para umi bomba PI. A saída da bomba PI ê dirigida para o tanque de all mentação (34) que inclui meios adequados para agitar o material de esgoto ali contido. Uma segunda bomba P2 envia selec tivamente o material do esgoto do tanque (34·)» através de um sensor de caudal (36) e de uma válvula de controlo de caudal (38), para a entrada de um evaporador horizontal de película fina (40). Uma tubagem de descarga de contra-pressão reenvia a saída da bomba P2 para o tanque (34·), se necessário um ge- - 7 -
de vapor (42) colocado dentro do compartimento (22) do atrela do (Figs. 3B, 4B e 7A) alimenta de vapor de água um circuito fechado através de um tanque (44) e de uma bomba P7, para o evaporador (40), através de um tanque (44) e de uma bomba P7. de retorno ao gerador (42) para aquecer a corrente de esgoto que passa através dele e assim evaporar o material de esgoto volátil na corrente de esgoto. 0 evaporador (40) é movido pop correia por meio de um motor (41) (Fig. 3A). A saída de vapor de água do evaporador (40) I envia da a uma coluna de desumidificação (46) e daí a um condensador (48) (Figs. 3A, 4A e 7A). A saída dos não voláteis do eva porador (40) é enviada a um tanque de armazenagem de resíduo3 (50). Uma bomba P3 selectivamente alimenta o conteúdo do tanque (50), através de válvulas associadas, num circuito de re-circulação para manter os sólidos do esgoto em suspensão den tro do líquido não volátil do esgoto, mm trajecto de retorno ao tanque de alimentação (34) sob agitação para se fazer a recirculação através do evaporador (40), ou para a armazenagem de esgoto do cliente para eliminação.
Um fluído de arrefecimento, preferivelmente água o uma solução de etilenoglicol, é alimentado a um circuito fechado por meio de uma bomba P8 através de um permutador de calor (52) colocado dentro do compartimento (22), e através do condensador (48) para recondensar os componentes de esgoto voláteis que passam através do mesmo, provenientes coluna de desumidificação (46). 0 recondensado que sai do condensador (48) I enviado a um tanque de transferência (54) (Figs. 4A e 7B). 0 conteúdo do tanque (54) é selectivamente alimenta do por uma bomba P4, através de uma válvula de segurança (56) para o tanque (58) para se fazer a separação dos componentes imiscíveis, concretamente a separação da água dos dissolventes clorados e não clorados. 0 tanque (58) tem aberturas de saída separados (15Ò, - 8 -
152) para fluídos leves e pesados, que estão selectivamente ligados por uma tomba P5 e válvulas associadas para um tanque de armazenagem dos solventes puros (60) (Figs. 3A, 4A e 7B) quer directamente ou através de tanques de crivo molecular (62) para a remoção da água miseível da corrente do dissolvente. Uma bomba de vácuo de anel líquido (64) (Figs. 3A, 4A e 7B) tem uma entrada de vácuo ligada ao tanque de crivo molecular (62) e ao condensador (48). 0 dissolvente líquido purificado contido dentro do tanque (60) é alimentado selec-tivamente por uma bomba P6 para as instalações de armazenagem de dissolventes do cliente através de um sensor de água (66) (Fig. 7B) e um filtro final (68). Um compressor de ar (70) (Fig. 7B) está montado dentro do compartimento do atrelado (22) para activar o agitador no tanque (34) e accionar todas as válvulas representadas nos desenhes. 0 circuito eléctrico de controlo montado dentro do compartimento (26) do atrelado I representado esquematicamen te nas Figs. 7A e 7B, compreendendo circuitos de controlo (72) do gerador de vapor de água que selectivamente aplicam energia eléctrica da rede ao gerador de vapor (42), circuitos de controlo (74) do permutador de calor para se aplicarem selec tivamente energia eléctrica da rede aos ventiladores (76) e a uma bomba P8 (Figs. 1 e 4B) de permutador de calor para a circulação de um fluído de arrefecimento, circuito de contro lo (78) da bomba de vácuo de anel de líquido para selectivamente se aplicar a energia eléctrica da rede à bomba do vácuo (64) (Fig. 7B) e um circuito de controlo do compressor de ar (80) para aplicar selectivamente a energia eléctrica da rede ao compressor (70). Um circuito de controlo da entrada de al:L mentação (82) (Fig. 7A) responde ao comando do operador, atra vés da actuação sobre o interruptor (83) para activar a bomba Pl, e a um detector de nível (84) no tanque (34) para desact:. var a bomba Pl quando o tanque (34) está cheio. Analogamente, - 9 -
os circuitos àe controlo de alimentação do processo (86) res pondem ao comando do operador para activar a bomba P2 a fim de alimentar o esgoto do tanque (34·) para o evaporador (4-0), e a um detector de nível (88) dentro do tanque (34·) para ter
minar o funcionamento da bomba quando o tanque está vazio. A válvula de controlo de caudal (38) responde ao sensor de cau dal (36) e aos circuitos de controlo de caudal (90) para man ter um caudal constante da bomba (42) para o evaporador (40) sendo recirculado para o tanque (34) o excesso que sai da bofe ba P2. 0 circuito de controlo (92) do produto do fundo (F|Lg. 7A) responde a um sensor de nível de tipo Mliga/desliga", acti vando a bomba P3 a fim de recircular o material no fundo do tanque (50). A activação por um operador de um interruptor d|a controlo de tipo "ligar/desligar" (94), permite pela activação das válvulas de solenoide, que o material do fundo seja bombeado para a armazenagem de esgoto do cliente ou que o ma terial seja recirculado para alimentar os tanques (34). Um detector de nível (96) no tanque termina o funcionamento da bomba P3 quando o tanque está vazio.
Um circuito de controlo de transferência (98) (Fig ?B) responde ao operador para activar a bomba P4, e a um sen sor de nível (100) no tanque (54) para iniciar ou terminar o funcionamento da bomba quando o tanque está cheio ou vazio. Analogamente, os circuitos de controlo dos separadores de ágia (102) aetivam a bomba P5 e respondem aos sensores (104) no tanque (58) para iniciarem ou terminarem o funcionamento da bomba. Os circuitos de controlo (106) respondem à activação por funcionamento/paragem, por um operador à distância, para activar a bomba P6 e enviar o dissolvente limpo para as instalações de armazenagem do cliente. Os circuitos de controlo (106) respondem também a um sensor (110) existente no tanque do dissolvente limpo (60) para terminar o funcionamento da 10 -
bomba quando o tanque está vazio, e a um sensor de água (66) para terminar o funcionamento da bomba nos casos em que seja detectado água no material dissolvente limpo que passe por ele. Iodos os circuitos de controlo respondem ao circuito au tomático de passagem 112 (Fig. 7A) para terminarem o funcionamento no caso de uma situação de alarme, e respondem ao ciç cuito de controlo de descarga automática (114) para drenarem todos os tanques antes do transporte do sistema por estrada.
Oom excepção do tanque separador (58), que irá ser descrito pormenorizadamente de acordo com as Figs. 5-6, todos os tanques, válvulas, bombas, sensores, permutadores e conden sadores de calor, evaporador e gerador de vapor de água são, individualmente, de construção convencional. 0 pavimento do compartimento do atrelado (18) está dotado de um revestimento interior 111 (Figs. 7B e 7B) em aço inoxidável, para suster qualquer escoamento ou derramamento proveniente dos componentes do sistema que estão em contacto com o esgoto, e reduzindo assim os perigos de derramamento para o solo.
Em funcionamento, amostras do material de esgoto do cliente, a partir dos quais o dissolvente será separado, são primeiramente testados para se identificarem os materiais em questão, e para determinar empiricamente a temperatura e a pressão desejadas e o débito através do evaporador para a se paração do dissolvente. Quando estes parâmetros tiverem sido determinados, o sistema (10) é transportado para o local de trabalho e instala-se numa localização apropriado para se fa zerem as ligações com a energia eléctrica e com o esgoto do cliente e a instalações de armazenagem. Nesta ligação, será desejável que o sistema mével de processamento no local da presente invenção, receba o esgoto líquido de tambores, tanques ou contentores de carga, faça o retorno do produto pro- 11 -
cessado para os tambores, tanques ou contentores de carga, e faça o retorno do esgoto não recuperável para tambores, tanques ou contentores de carga que são da responsabilidade do cliente, para uso préprio e eliminação.
Depois do sistema ter sido transportado para um lo cal de trabalho e instalado num local adequado para se fazer a ligação à rede de energia eléctrica, e com o esgoto e a ar mazenagem do dissolvente, o gerador de vapor de água (42) I activado e a bomba P7 começa a fazer circular a água do tanque (44) para o gerador de vapor de água. Este processo continua até que a temperatura e a pressão do vapor de água atijn jam o nível desejado para a temperatura de funcionamento do evaporador de água 40 seleccionado empiricamente. Uma quanti dade inicial de material de esgoto e enviada pela bomba PI através de um filtro (32) para dentro do tanque (34). 0 agitador do tanque começa a funcionar automaticamente quando o material de esgoto atinge um nível previamente determinado. Quando o tanque (34) está cheio, a bomba PI I desactivada pe lo detector de nível (84) e o circuito de controlo (82). 0 tanque (34) funeiona à pressão atmosférica. A quantidade de dissolvente volátil extraída da co rente de esgoto I determinada pelo tempo de residência da co rente de esgoto no evaporador (40), pela temperatura da evapjo ração e pelo nível do vácuo. Estes parâmetros são empírica e previamente determinados e depois disso são controlados por meio de vávula de controlo de caudal (38), que determina o débito através do evaporador e, por conseguinte, o tempo de residência no evaporador, pelo gerador de vapor (42) que determina a temperatura de funcionamento no evaporador, e pela bomba de vácuo de anel líquido (64), que determina o nível d3 vácuo no evaporador. 0 circuito de controlo associado a estes componentes é previamente ajustado antes do funcionamento, e o funcionamento e verificado através de um monitor durante o
processo de recuperação. A evaporação dos componentes reutilizáveis realiza-se no evaporador (46). 0 vapor de água produzido no gerador (42) I enviado para a camisa de permuta de calor do evaporador, enquanto um vácuo ê mantido dentro do evaporador por uma tomba de vácuo de anel líquido. O evapora dor está equipado com uma tubagem de descarga de pressão con tra explosões (110) que se destina a aliviar a pressão inter na, quando superior a 5 psi, através de um fuso situado no tejadilho do atrelado. 0 esgoto é bombeado para o evaporador através da válvula de controlo do caudal ($8) a um débito mé dio de 1 a 15 galões por minuto, por exemplo. 0 esgoto I espalhado por lâminas raspadeiras sobre a parede do cilindro horizontal aquecido dentro do evaporador (40), a fim de produzir uma película fina por agitação, o que facilita a trans ferência de calor e a evaporação dos componentes voláteis à medida que a película fina progride ao longo da superfície aquecida. Os evaporadores de película fina horizontais deste tipo são os preferidos devido às altas taxas de transferência, de calor a baixas temperaturas de funcionamento.
Tais evaporadores permitem o processamento de correntes de esgoto altamente viscosas que estão contaminadas e que são difíceis de tratar, tais como as resinas e os políme ros. Termo endureciveis. Os evaporadores de película fina ho rizontais deste tipo são geralmente bem conhecidos, e um eva?o rador presentemente preferido I fabricado pela the Kontro Oo de Orange, Mass. e sob a marca comercial Model $2.
Os componentes não voláteis do esgoto que permanecem na corrente e passam através do evaporador (40) são des-cargados e reunidos no tanque de resíduos (50). Os líquidos que ficam no tanque de resíduos são recirculados pela bomba P5. A descarga de produto do fundo é realizada pela activação manual da bomba P3 e pelo circuitos de controlo da bomba (92) quando estão satisfeitas as condições adequadas do nível do 13 - I »
tanque. A ligação da saída da tomba P5 I comutada do modo de recirculação para o modo de descarga pela lógica de controlo de descarga do produto de fundo e pelas válvulas que funcionam com ar. Isto permite a descarga do material pelo lado do vácuo do processo. Os caudais dos componentes voláteis e não voláteis que saem do evaporador vão na mesma direcção. Isto reduz a ponível contaminação da corrente de componente volátil pelas partículas não voláteis muito finas, dispersas, que podem estar presentes na corrente de esgoto. Os vapores do componente volátil saem do evaporador para a coluna de desu-midificação (46), que contém uma rede de deflectores e uma coluna de rede de aço inoxidável ou semelhante, indicado para captar as partículas finas e gotas que possam estar em sus pensão na corrente de vapor. A recondensação dos vapores de componente volátil I realizada no condensador (48), que compreende preferivelmente um permutador de calor de manga e tubos. Os vapores são aplicados à parte da manga do condensador para tirar partido da capacidade de arrefecimento do ar circundante. A água de arrefecimento circula através da parte dos tubos do permutador de calor do condensador através de um circuito fechado que inclui o permutador de calor (52). 0 ar exterior I força do através do permutador de calor (52) por ventiladores (76) (Pigs. 1 e 4B). A temperatura e a pressão do fluído de arrefecimento são continuamente verificados por um monitor através dos circuitos de controlo (74) que são regulados para ní veis previamente estabelecidos.
Preferivelmente, o condensador/permutador de calor (48) I inclinado a dois graus, por exemplo, para facilitar o escoamento do líquido condensado do condensador para o tanque de transferência (54). O líquido condensado ê recolhido no tanque de transferência sob vácuo. O nível do tanque de tranij ferência I controlado e, quando os níveis previamente deter-
minados do produto reciclável são atingidos, os líquidos são transferidos para um tanque separador (58) por «ma tomba P4. A válvula de retenção de contra-passagem permite que se reti re o destilado pelo lado do vácuo do processo. Se esta trans ferência funcionar mal, um sensor de nível elevado produz uma. indicação de alarme por meio de um circuito de controlo de transferência (98) e dá-se início a uma sequência automática de passagem.
Como será descutido mais porminorizadamente em rela ção às Figs. 5 e 6, o tanque separador (58) elimina a água imiscível do dissolvente condensado. 0 tanque pode remover a água que I ou mais densa ou menos densa que o líquido recupe rado condensado. Isto I controlado automaticamente pelo circuito de controlo de separador de água (102). 0 produto I re movido do tanque (58) pela bomba P5 sob controlo do circuito (102). A água I verificada por um monitor e removida através de uma descarga automática (129) se fôr mais pesada que o lá quido recuperado, ou pela descarga (154) se fôr mais leve que o líquido recuperado. A descarga automática (129) ê controlada pela légi-ca de controlo do separador de água. Os seusores de nível eis vado (104), (105) produzem uma indicação de alarme no caso eia que o tanque de separador de água (58) enche demasiado e ini cia uma sequência automática de passagem. 0 tanque (58) func Íç> na à pressão atmosférica. Qualquer água dissolvida é removida da corrente do dissolvente limpo por danques de crivo molecular (62). 0 produto limpo é recolhido no tanque (60). Este tanque I também de nível controlado e permite a armazenagem temporária para o produto realterado, antes de ser transferi-f do para a armazenagem do cliente. A descarga do tanque (60) realiza-se por aetivação manual da bomba P6, o que ê possível, quando quantidades suficientes do produto limpo estão contidas no tanque (60). Um sensor de nível elevado inicia uma se quência automática de paragem se este tanque encher demasiado. 0 produto limpo que ê bombeado para os contentores de ar mazenagem do cliente passa através do sensor de água (66), que está indicado para detectar qualquer água que inadverti-damente passou através do sistema, e para fazer parar a bom-ba P6 a fim de impedir que a água contamine o produto limpo. 0 tanque (60) funciona à pressão atmosférica. 0 circuito de controlo de paragem (112) termina au· tomatieamente a operação quando ocorre qualquer situação de alarme já mencionada anteriormente. A sequência de controlo de paragem implica que se bloqueie o acesso de vapor para o evaporador, obstruindo o vácuo do processo, e descarregando então o processo para a atmosfera. Esta acção combinada remove o calor do evaporador e faz parar a formação de vapor. en A entrada de alimentação do esgoto continua a correr durante um tempo previamente determinado, para fazer arrefecer as su perfícies aquecidas do evaporador. Tal material não é vapori zado significativamente e corre para o tanque de resíduos, ajudando assim a arrefecer o material no tanque de resíduos e a superfície aquecida do evaporador. No fim da duração da sequência de paragem previamente programada, a bomba de alim tação P2 é parada. 0 processo de paragem pode também ser ini ciado manualmente pelo operador a partir dos painéis de controlo existentes dentro do compartimento do atrelado (26).
Quando o processamento do material está completo, o equipamento é completamente drenado antes de ser transportado por estrada. Primeiro todos os líquidos recondensados que permanecem no processo são encaminhados para a fase do produto limpo. A drenagem do sistema ê realizada em duas fases pelo sistema de descarga automática (114). A primeira fa se drena para o tanque de resíduos (150) todos os reservaté-rios, bombas e tubagens que contenham material sujo. Válvulas de segurança manuais apoiam este funcionamento automático. 0
material su;jo ê então bombeado do tanque de resíduos para os contentores indicados do cliente e rotulados para eliminação Durante a segunda fase do modo de funcionamento de descarga 0 material que foi evaporado e que e conservado no lado do ptp duto do processo ê drenado para o tanque de resíduos a partir de cada reservatório, bomba e linha, para o lado limpo do pr^ cesso. Este processo ê essencialmente produto limpo que não passou através do sensor de água (66) ou do filtro (68). Este material que fica no tanque de resíduos ê então bombeado no sentido inverso para dentro do tanque de alimentação atra vés de uma linha de recirculação, e corre através do equipamento de processo frio para enxaguar e arrastar o material su^jo das superfícies do evaporador. Este material e então drle nado para armazenagem do cliente por proeessamento numa data posterior. Preferivelmente, a tubagem do equipamento ê então pressurizada para assegurar que todo o material foi removido do equipamento. 0 tanque separador (58) está representado pormenorizadamente nas Figs. 5 e 6 e compreende um envólucro generi camente rectangular (130) que tem uma parede superior (132) e uma parede inferior (134·). Uma abertura de entrada do produto (136) situa-se num canto da parede inferior (134·) e dirige o fluído de entrada para cima contra uma chapa deflecto ra (138) situada em frente. 0 produto em alimentação ê então encaminhado em torno de um par de chapas deflectoras paralelas (140, 142) para reduzir a velocidade do fluído de entrada e assim iniciar-se o processo de separação das fases dos líquidos imiscíveis. 0 volume interno do recinto fechado (138) 1 separado em duas câmaras por uma divisória lateral (144) e por um par de divisórias paralelas distanciadas (146, 148). Isto será observado na Fig. 6, em que a divisória (148) se prolonga para baixo a partir da parede superior (132) e tem um rebordo inferior distanciado da parede inferior (134). Da - 17 -
mesma maneira, a divisória (146) que se prolonga para cima a partir da parede inferior (134) e tem um rebordo superior dis danciada da parede superior (132). Uma primeira abertura de saída (150) ê suportada pela parede inferior (134) dentro da câmara (147) definida pelas divisórias (144, 148). Uma segun da descarga (152) é suportada na parte inferior da câmara de entrada (149)· Uma terceira descarga (154) ê suportada na par te superior da câmara de entrada, e uma quarta descarga (129) I suportada na parede inferior da câmara de entrada (149). A descarga (150) permite a separação dos componentes pesados num modo de funcionamento "pesado", a descarga (152) permite a separação dos componentes leves durante 0 modo de funciona mento "leve", e as descargas (129$ 154) permitem a separação e a remoção da água, como foi anteriormente descrito.
Se 0 produto líquido I mais denso que 0 líquido do esgoto, os circuitos de controlo do separador de água 102 (Fig. 7B) são colocados no modo de funcionamento "pesado". Quando uma mistura imiscível "pesada/leve" I bombeada para o tanque, 0 líquido flui em torno das chapas deflectoras (138, 140, 142) (Figs. 5 e 6) para reduzir a velocidade do líquido e começar o processo de separação das fases. 0 líquido mais denso desce para 0 fundo do tanque, enquanto 0 líquido menos denso so* be. À medida que é bombeado mais líquido para 0 tanque, 0 lí quido mais denso passa por baixo da divisória (148) prossegue através da passagem situada entre as divisórias (146, 148) e passa por cima da divisória (146) para dentro da câmara (14-7)· Esta câmara enche-se de fluído mais denso que está isento do líquido mais leve. Quando o líquido denso atinge um nível pro viamente determinado detectado pelo sensor (104), o líquido é drenado através da abertura de saída (150) pela bomba P5 (Fig. 7B) e pela válvula associada controlada pelos circuitos (102) num modo de funcionamento "pesado". 0 líquido leve, por exemplo a água, que se acumula na câmara (149) I removida atra 18 -
vis da abertura de saída (154-)·
Se o produto líquido for menos denso que o líquido do esgoto, as válvulas automáticas e os controlos de nível sao fixados num modo de funcionamento "leve” pelos circuitos de controlo (102). A mistura "leve/pesada" e bombeada para o tanque em torno das chapas deflectoras (138, 14-0, 14-2), para dar início ao processo de separação de fases. 0 líquido mais denso deposita-se no fundo do tanque e o líquido mais leve vem para cima. Ã medida que é bombeado o líquido adicional para o tanque, o líquido mais denso continua a acumular-se na parte inferior da massa líquida e o líquido mais leve acu mula-se na parte superior da massa liquida. Ã medida que o líquido leve continua a acumular-se, atinge um nível precisa mente estabelecido detectado pelo sensor (105) e activa a bom ba P5 que escoa o líquido leve para fora através da abertura (152) até que o sensor (105) atinja um nível de corte e a bom ba ê desactivada. 0 líquido denso por exemplo a água, que se acumula na câmara (14-9) é deteetada por um sensor de capacidade que activa a descarga (129), que fica aberta durante um período regulável e remove a água.

Claims (1)

  1. - 19 -
    RSIVISDICACOES; lã. - Sistema móvel para a recuperação no local de componentes reutilizáveis provenientes de uma corrente líqui da de esgoto, caracterizado pelo facto de compreender: uma base de apoio montada sobre rodas que inclui meios para o transporte da citada base entre os locais de trabalho} um evaporador transportado na referida base e que inclui meibs de entrada para receberem selectivamente uma corrente de esg:> to num local operacional e dirigirem a citada corrente de es goto contínuamente para o evaporador, meios para aquecerem a corrente de esgoto durante a passagem até ao referido evaporador a uma temperatura coordenada com o tempo de permanênci^. da corrente de esgoto dentro do evaporador, afim de se separar por evaporação os componentes voláteis dos componentes não-voláteis da corrente de esgoto e primeiros e segundos melLos de saída no mencionado evaporador para darem passagem aos ci tados componentes voláteis e não-voláteis, respectivamente; um condensador acoplado com a referida primeira saída, para receber e condensar os citados componentes voláteis e se obt uma corrente condensada dos referidos componentes; meios ligados ao condensador para separarem a água dos compo nentes do produto na referida corrente dos componentes condeji sados; e meios ligados à mencionada segunda saída do evaporador e aos meios separadores da água, para fornecerem separadamente, os citados componentes não-voláteis e os componentes do produto no local de trabalho. 2ã. - Sistema de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facto de os citados meios para aquecerem a corrente de esgoto no evaporador compreenderem um gerador de vapor de água separado do referido evaporador, meios para fa - 20 -
    zerem circular o vapor de água desde o gerador através do evi porador em circuito fechado e meios para controlarem a temperatura do vapor de água dentro do mencionado circuito fechado. 3^. - Sistema de acordo com a reivindicação 2, ca-racterizado pelo facto de o citado conjunto condensador compreender um permutador de calor ligado à citada primeira abeç* tura de saida do referido evaporador e meios separados do citado permutador de calor, para fazerem circular um fluído de arrefecimento através do permutador de calor numa relação de permuta de calor com os componentes vo láteis. 4â. - sistema de acordo com a reivindicação 3» ca-racterizado pelo facto de a mencionada base de apoio montada sobre rodas compreender uma caixa fechada com divisérias, te, a do instalados os citados evaporador, permutador de calor, meios separadores da água e meios de desearga numa primeira câmara separada por uma divisória e ficando o gerador de vapor e os meios para a circulação do fluído de arrefecimento montados numa segunda câmara separada por divisória em relação à refe rida primeira câmara, 5-· - Sistema de acordo com a reivindicação 4, ca-racterizado pelo facto de compreender um revestimento interior para retenção de um derramamento contendo o referido re vestimento uma capacidade interior pelo menos igual ao volume da quantidade de esgoto tratada pelo citado sistema. 6§. - Sistema de acordo com a reivindicação 5, ca-racterizado pelo facto de a citada primeira câmara ser de um tipo de construção à prova de explosão. 7a* - Sistema de acordo com a reivindicação 4, ca- - 21 -
    racterizado pelo faoto de o citado evaporador compreender um evaporador horizontal de película fina. 8§. - Sistema de acordo com a reivindicação 4-, ca-racterizado pelo facto de os citados meios de entrada inclui rem um tanque de alimentação na primeira câmara e meios dentro da referida câmara para bombearem a corrente de esgoto com um caudal de passagem constante, desde o mencionado tanque de entrada até ao evaporador. 9^. - Sistema de acordo com a reivindicação 8, ca-racterizado pelo facto de os meios de bombagem incluírem um sensor do caudal para medir a velocidade de passagem para o citado evaporador, uma válvula de controlo do caudal e meios para modularem a referida válvula de controlo do caudal em função da citada velocidade de passagem da corrente, a fim de manter constante o referido caudal de passagem da corrente. lQã. - Sistema de acordo com a reivindicação 9, ca racterizado pelo facto de compreender meios ligados à citada segunda abertura de saída do evaporador para recireularem os componentes não-voláteis desde a segunda saída para o referi do tanque de entrada. llâ. - Sistema de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo facto de os meios para a recirculação dos componentes compreenderem um tanque de armazenagem ligado à segunda abertura de descarga, uma bomba que tem uma entrada acoplada ao citado tanque de armazenagem e uma saída', meios para ligarem selectivamente a saída da bomba ao tanque de en trada e ao tanque de armazenagem do esgoto e meios para de-tectarem quando o mencionado tanque de armazenagem está vazi e terminarem o funcionamento da citada bomba. - 22 -
    12â. - Sistema de acordo com a reivindicação 9» ca racterizado pelo facto de os mencionados meios de bombagem compreenderem meios para detectarem quando o referido tanque de entrada está vazio e terminarem o funcionamento dos referidos meios de bombagem. 13â· - Sistema de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo facto de compreender ainda segundos meios de bombagem na citada primeira câmara para bombear o esgoto para dentro do tanque de entrada, incluindo meios para detec tar quando o referido tanque de entrada está cheio e terminar o funcionamento dos referidos segundos meios de bombagem. 14ã. - Sistema de acordo com a reivindicação 4, ca racterizado pelo facto de os mencionados meios de separação da água compreenderem um tanque separador dos líquidos imis-cíveis dentro da primeira câmara o qual inclui meios para se parar a citada corrente de componentes condensada em componentes mais leves e componentes mais pesados e meios para di rigirem selectivamente os referidos componentes para os cita dos meios de descarga. 15a· - Sistema de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo facto de o citado tanque de separação com preender um recinto fechado que tem uma parte superior e uma parte inferior, um par de divisórias paralelas distanciadas que subdividem o citado recinto fechado num primeiro e num segundo compartimentos, uma entrada de fluído para o primeiro compartimento ligado ao citado condensador sendo a primei ra divisória colocada adjacentemente à referida entrada e dis tanciada do fundo e sendo a segunda divisória distanciada da parte superior uma primeira abertura de saída situada no tro ço inferior do segundo compartimento para a extracção dos lí quidos mais pesados dentro do citado recinto fechado e uma segunda abertura de saída situada num troço superior do men- - 23 -
    cionado compartimento para a retirada dos líquidos mais leves dos citados recintos fechados. 16â. - Sistema de acordo com a reivindicação 15» caracterizado pelo facto de o citado tanque de separação com preender ainda chapas deflectoras em frente da ahertura de entrada do referido primeiro compartimento para diminuírem a velocidade do líquido que entra no primeiro compartimento e, dessa forma, promoverem a separação de fases constituídas pe los componentes líquidos mais leves e pelos componentes líquidos mais pesados. 17a. - Sistema de acordo com a reivindicação 15» caracterizado pelo facto de os citados meios de orientação selectiva compreenderem uma bouba com uma entrada e uma saída aos meios de descarga, meios para ligarem selectivamente a referida entrada da bomba a uma das referidas primeira ou segunda aberturas, aberturas de saída da citada caixa, e meias para activarem a referida bomba em resposta a uma determinada, condição do material dentro do citado tanque de separação. 18â« - Sistema de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo facto de compreender ainda um tanque de transferência ligado entre 0 evaporador e os citados meios d 3 separação uma bomba para alimentar a citada corrente de componentes condensados a partir do referido tanque de transferência até aos meios de separação e meios para activarem a msn cionada bomba em resposta a uma condição do material dentro do referido tanque de transferência. 19-· “ Sistema de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo facto de os citados meios de separação com preenderem ainda um crivo molecular. 20ã. - sistema de acordo com a reivindicação 4, ca
    raoterizado pelo facto de os meios de descarga compreenderem um tanque para recolha do produto, ligado aos citados meios de separação uma bomba e meios para accionarem a citada bom-ba em resposta a uma determinada condição do material dentro do referido tanque de recolha do produto. 21â. - Sistema de acordo com a reivindicação 4-, ca raoterizado pelo facto de a referida base montada em rodas ter a forma de um reboque fechado. 22ã, - Sistema de acordo com a reivindicação 21, caracterizado pelo facto de as interligações de fluído dentro da primeira câmara incluirem ligações flexíveis para absbr verem as tensões mecânicas durante o funcionamento e o trans porte. 23^. - Sistema de acordo com a reivindicação 22, caracterizado pelo facto de incluir meios que permitem drenar todos os líquidos do citado sistema. Lisboa, 3 de Agosto de 1990 /0 Agente Oficial da Propriedade Industrial MA SILVIMA VIEIRA PEREIRA FERREIRA AdjuntQ ís la Agente Oficial de Prcpriedada Induairi I ACasiiihoj 201-3, E.-100Q LSS30Â frleh, 651339-654613
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